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7/4/2011

CAMPUS CATALÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

Estruturas de Aço
Tópico: Dimensionamento e Verificação de Barras Comprimidas.

Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade

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Considerações iniciais
O colapso de um elemento comprimido poderá ocorrer por ESCOAMENTO, FLAMBAGEM GLOBAL ou FLAMBAGEM LOCAL DAS PARTES COMPONENTES DO PERFIL.
COLAPSO POR ESCOAMENTO

Poderá ocorrer nas barras com baixos valores do índice de esbeltez global (λ) e baixos valores de esbeltez local (relações b/t) isto é, nas barras “curtas” e com espessura de chapa relativamente alta. Entretanto, na grande maioria dos casos, o colapso é governado por fenômenos de instabilidade global ou local, ocorrendo muitas vezes uma combinação dos dois fenômenos.
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Considerações iniciais
FLAMBAGEM GLOBAL (flambagem da barra)

É comum considerar-se apenas o caso particular da flambagem por flexão. Quando se trata de seções de dupla simetria, como por exemplo: seções quadradas, retangulares, circulares, “I” e outras, a flambagem por flexão é, de fato, predominante (porém, nem sempre crítica). Caso contrário, ou seja, para seções monossimétricas ou assimétricas, a análise do caso geral de instabilidade, a flambagem por flexão e torção, não deve ser desprezada.

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Considerações iniciais
FLAMBAGEM LOCAL

No caso de seções duplamente simétricas, a flambagem dar-se-á por flexão em torno dos eixos principais (x ou y) ou por torção em torno do eixo longitudinal z. O menor valor da força Px, Py ou Pz indicará a direção crítica; No caso de seções monossimétricas, a flambagem dar-se-á por flexão em torno do eixo de não simetria ou por flexão em torno do eixo de simetria associada com torção. A condição crítica será dada pelo menor valor entre Py e Pxz, onde x é o eixo de simetria.

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Considerações iniciais
FLAMBAGEM LOCAL

Já para as seções assimétricas, o modo combinado envolvendo flexão em torno dos dois eixos principais e torção ocorrerá sempre, e o valor da força crítica será Pxyz. A norma brasileira NBR 8800 apresenta as equações do caso geral de instabilidade no ANEXO J, com o título “flambagem por flexotorção”.

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Considerações iniciais

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7/4/2011 Considerações iniciais Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 7 Considerações iniciais Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 8 4 .

A seqüência experimental é: 1º PASSO A barra reta é submetida à compressão axial sem excentricidade. isto é. Wellington Andrade 9 Carga crítica de flambagem (Pcr) 2º PASSO A barra reta é submetida a uma compressão axial de maior intensidade. Wellington Andrade 10 5 . P ≤ Pcr δ=0 Com a retirada de P a barra retorna à posição inicial. e a barra começa a ter uma deformação lateral (δ). Estruturas de Aço – Prof. P = Pcr δ = δinicial A barra mantém-se em posição indiferente (impondo-se um deslocamento permanece na posição deslocada). H = 0.7/4/2011 Carga crítica de flambagem (Pcr) Carga a partir da qual a barra que está sendo comprimida mantêm-se em posição indiferente. Estruturas de Aço – Prof.

Estruturas de Aço – Prof.7/4/2011 Carga crítica de flambagem (Pcr) 3º PASSO A barra reta é submetida a uma compressão axial de intensidade maior que a crítica. e a barra entra em colapso P>Pcr δ é de colapso A barra rompe ou sua deformação é muito grande. Normalmente tomamos como referência o valor da carga crítica para uma barra bi-rotulada. Estruturas de Aço – Prof. Lfl comprimento de flambagem da barra. Wellington Andrade 11 Carga crítica de flambagem (Pcr) Segundo EULER Pcr = π 2 *E*I L fl 2 Onde: E módulo de elasticidade do aço. Wellington Andrade 12 6 . I menor momento de inércia da barra.

L comprimento da barra. Wellington Andrade 13 Carga crítica de flambagem (Pcr) Comprimento de flambagem Lfl =K*L Onde: K coeficiente de flambagem (NBR 8800/2008 – Anexo E.2). Estruturas de Aço – Prof. r menor raio de giração da barra.2). item E. Wellington Andrade 14 7 .7/4/2011 Carga crítica de flambagem (Pcr) Parâmetro ou índice de esbeltez λ= K*L r Onde: K coeficiente de flambagem (NBR 8800/2008 – Anexo E. item E. Estruturas de Aço – Prof.

tabela E.1) Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 16 8 .7/4/2011 Carga crítica de flambagem (Pcr) Coeficiente de flambagem por flexão de elementos isolados (NBR 8800/2008 – Anexo E. Wellington Andrade 15 Carga crítica de flambagem (Pcr) Substituindo: Pcr = π2 *E*I (k * L )2 π 2 * E *r2 * A = λ2 * r 2 π 2 *E*A Pcr = λ2 π2 *E f cr = λ2 Estruturas de Aço – Prof.

o que for aplicável.1). uniformemente espaçadas.1. não seja superior a 1/2 do índice de esbeltez da barra composta (K*L/r). tomado como a maior relação entre o produto K*L e o raio de giração correspondente r. conforme ilustra a Figura 12 da NBR 8800/2008. Adicionalmente.1. portanto K*L/r. onde K é fornecido por E. tabela E. Wellington Andrade 18 9 . E.2. O índice de esbeltez das barras comprimidas (λ).1. formadas por dois ou mais perfis trabalhando em conjunto. Estruturas de Aço – Prof. E.2.7/4/2011 Dimensionamento de barras comprimidas Para o dimensionamento de barras à compressão devemos levar em conta as condições de vínculo das barras que determinam o parâmetro de flambagem (K) (NBR 8800/2008 – Anexo E.4.3. onde K é o coeficiente de flambagem fornecido por E.1). devem possuir ligações entre esses perfis a intervalos tais que o índice de esbeltez L/r de qualquer perfil.2.2 ou E. o que for aplicável. Caso tenhamos uma barra com o parâmetro de esbeltez MAIOR que o valor limite TROCAR A BARRA Estruturas de Aço – Prof. o índice de esbeltez deve ser calculado com o seu raio de giração mínimo.3.2 ou E.2.1.1.3. pelo menos duas chapas espaçadoras devem ser colocadas ao longo do comprimento. em contato ou com afastamento igual à espessura de chapas espaçadoras. Wellington Andrade 17 Dimensionamento de barras comprimidas Barras compostas. não deve ser superior a 200 (NBR 8800/2008 – item 5.1.1. Para cada perfil componente.2.2.1. entre duas ligações adjacentes. e L é o comprimento destravado.

3) Nc.item 5. Nc.Sd Força axial de compressão solicitante de cálculo.2.3.Rd Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 19 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Wellington Andrade 20 10 .Sd ≤ N c. Força axial de compressão resistente de cálculo. determinada conforme NBR 8800/2008 – item 5.7/4/2011 Dimensionamento de barras comprimidas Estruturas de Aço – Prof.Rd Nc.

: Estruturas de Aço – Prof.3) N c. 21 Q Ag Estruturas de Aço – Prof.Rd = χ χ*Q*A g *f y γ a1 Fator de redução associado à resistência à compressão.2 da NBR 8800/2008 (para o ELU). Fator de redução total associado à flambagem local. cujo valor deve ser obtido no Anexo F da NBR 8800/2008.3) Os coeficientes γa1 são fornecidos no item 4.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5. dado no item 5. Área bruta da seção transversal da barra. Wellington Andrade 22 11 .item 5. Wellington Andrade Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3 da NBR 8800/2008.3.8.

é dado por (NBR 8800/2008 – item 5.item 5. χ.2 da NBR 8800/2008.3.3) O fator de redução associado à resistência à compressão.item 5.3) λ0 = Ne Q*A g *f y Ne Força axial de flambagem elástica.5 χ=0.5 λ0 > 1. dado no item 5.3. Wellington Andrade 24 12 .3. Estruturas de Aço – Prof.658λo χ= 0.1): λ0 ≤ 1.3. O valor de χ pode ser também obtido da Figura 11 ou da Tabela 4 da NBR 8800/2008.0. dado no Anexo E da NBR 8800/2008. para os casos em que λ0 não supere 3.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Estruturas de Aço – Prof.877 λ02 2 λ0 Índice de esbeltez reduzido. Wellington Andrade 23 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .

item 5.Valor de χ em função do índice de esbeltez λ0 Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 26 13 .7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5.3) Tabela 4 da NBR 8800/2008 . Wellington Andrade 25 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3) Figura 11 da NBR 8800/2008 – Valor de χ em função do índice de esbeltez λ0 Estruturas de Aço – Prof.

3) Valores da força axial de flambagem elástica. Ne (NBR 8800/2008 – Anexo E): Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto (item E. Ne (NBR 8800/2008 – Anexo E): Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto (item E.1.1.item 5. Ne.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Wellington Andrade 27 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .1 da NBR 8800/2008): Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia y da seção transversal: Estruturas de Aço – Prof. de uma barra com seção transversal duplamente simétrica ou simétrica em relação a um ponto é dada por: Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia x da seção transversal: Estruturas de Aço – Prof.3) Valores da força axial de flambagem elástica.item 5.1 da NBR 8800/2008): A força axial de flambagem elástica. Wellington Andrade 28 14 .

Comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo y (o coeficiente de flambagem Ky é dado no item E.1 do Anexo E da NBR 8800/2008).2. Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo x.1. Wellington Andrade 29 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Constante de empenamento da seção transversal. Módulo de elasticidade transversal do aço. Estruturas de Aço – Prof.2.3) Kx*Lx Ix Ky*Ly Iy Kz*Lz E Cw G J r0 Comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo x (o coeficiente de flambagem Kx é dado no item E.3) Valores da força axial de flambagem elástica.item 5. Raio de giração polar da seção bruta em relação ao centro de cisalhamento. Ne (NBR 8800/2008 – Anexo E): Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto (item E.1 do Anexo E da NBR 8800/2008).2.item 5. Módulo de elasticidade do aço.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Comprimento de flambagem por torção (o coeficiente de flambagem Kz é dado no item E. Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo y. Constante de torção da seção transversal.2 do Anexo E da NBR 8800/2008). Wellington Andrade 30 15 .1 da NBR 8800/2008): Flambagem por torção em relação ao eixo longitudinal z: Estruturas de Aço – Prof.

cujo eixo y é o eixo de simetria. basta substituir x por y) Estruturas de Aço – Prof. respectivamente. é dada por: Flambagem elástica por flexão em relação ao eixo central de inércia x da seção transversal (caso o eixo x seja o eixo de simetria. Estruturas de Aço – Prof. Ne.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . de uma barra com seção transversal monossimétrica. Wellington Andrade 32 16 .3) rx e ry são os raios de giração em relação aos eixos centrais x e y.3) A força axial de flambagem elástica. em relação ao centro geométrico da seção.item 5. Wellington Andrade 31 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . respectivamente.item 5. e xo e yo são as coordenadas do centro de cisalhamento na direção dos eixos centrais x e y.

7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5. de uma barra com seção transversal assimétrica (sem nenhum eixo de simetria) é dada pela menor das raízes da seguinte equação cúbica: Estruturas de Aço – Prof. Estruturas de Aço – Prof. Força axial de flambagem elástica conforme o item E. exceto o caso de cantoneiras simples previsto no item E.item 5.1. Wellington Andrade 34 17 .3) Flambagem elástica por flexo-torção (caso o eixo x seja o eixo de simetria. Ne.1.1c) da NBR 8800/2008.1.3) Seções assimétricas. Wellington Andrade 33 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . basta substituir y por x e y0 por x0): Ney Nez Força axial de flambagem elástica conforme o item E.1.3 da NBR 8800/2008): A força axial de flambagem elástica.4 da NBR 8800/2008 (item E.1b) da NBR 8800/2008.

4 da NBR 8800/2008): Os efeitos da excentricidade da força de compressão atuante em uma cantoneira simples podem ser considerados por meio de um comprimento de flambagem equivalente.4. Wellington Andrade 36 18 .2 ou E. dado nos itens E. Estruturas de Aço – Prof.4 da NBR 8800/2008): Nesse caso.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E. c) não esteja solicitada por ações transversais intermediárias. é dada por: Ix1 Kx1*Lx1 Momento de inércia da seção transversal em relação ao eixo que passa pelo centro geométrico e é paralelo à aba conectada. b) seja conectada por solda ou por pelo menos dois parafusos na direção da solicitação.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .1. o que for aplicável. Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 35 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3 da NBR 8800/2008.1.item 5. Comprimento de flambagem equivalente.item 5. a força axial de flambagem elástica da cantoneira.4. Ne.1.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1. desde que essa cantoneira: a) seja carregada nas extremidades através da mesma aba.

que são barras individuais ou diagonais ou montantes de treliças planas com as barras adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas (ver item 5.1.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.4.item 5. Wellington Andrade 37 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .4.2 da NBR 8800/2008): Estruturas de Aço – Prof.3.1.1.1 da NBR 8800/2008) (item E. Raio de giração da seção transversal em relação ao eixo que passa pelo centro geométrico e é paralelo à aba conectada.item 5.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.4 da NBR 8800/2008): Comprimento da cantoneira. Lx1 rx1 Estruturas de Aço – Prof. tomado entre os pontos de trabalho situados nos eixos longitudinais das cordas da treliça. Wellington Andrade 38 19 .7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .4 da NBR 8800/2008): Para cantoneiras de abas iguais ou de abas desiguais conectadas pela aba de maior largura.

Wellington Andrade 40 20 .7 e conectadas na menor aba.1.item 5.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.item 5. Aumentado de be bs Estruturas de Aço – Prof.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E. Largura da menor aba da cantoneira. o produto Kx1*Lx1 não pode ser tomado inferior ao valor: Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 39 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .4 da NBR 8800/2008): Quando rmin Raio de giração mínimo da cantoneira. Largura da maior aba da cantoneira.4 da NBR 8800/2008): Nas cantoneiras de abas desiguais com relação entre as larguras das abas de até 1.

1. Largura da maior aba da cantoneira.4.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1. que são diagonais ou montantes de treliças espaciais com as barras adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas (ver item 5. Aumentado de be bs Estruturas de Aço – Prof.1 da NBR 8800/2008) (item E. Largura da menor aba da cantoneira.3. Wellington Andrade 41 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.4 da NBR 8800/2008): Para cantoneiras de abas iguais ou de abas desiguais conectadas pela aba de maior largura.item 5. Wellington Andrade 42 21 .3 da NBR 8800/2008): Estruturas de Aço – Prof.1.4.4 da NBR 8800/2008): Quando rmin Raio de giração mínimo da cantoneira.

Wellington Andrade 44 22 .3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E. o produto Kx1*Lx1 não pode ser tomado inferior ao valor: Estruturas de Aço – Prof.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1.7 e conectadas na menor aba.1.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Wellington Andrade 43 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5.item 5.4 da NBR 8800/2008): Quando Aumentado de Estruturas de Aço – Prof.4 da NBR 8800/2008): Nas cantoneiras de abas desiguais com relação entre as larguras das abas de até 1.

1.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . com relação entre as larguras das abas maior que 1.1.2 e E.1.item 5.4.item 5.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E. Wellington Andrade 46 23 . (item E.7 ou com forças transversais.4 da NBR 8800/2008): Quando Aumentado de Estruturas de Aço – Prof.4 da NBR 8800/2008). Wellington Andrade 45 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .4. devem ser tratadas como barras submetidas à combinação de força axial e momentos fletores.4.4 da NBR 8800/2008): Cantoneiras simples com ligações diferentes das descritas nos itens E.3 da NBR 8800/2008.1.3) Cantoneiras simples conectadas por uma aba (item E.1. Estruturas de Aço – Prof.

1 da NBR 8800/2008. Wellington Andrade 47 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . exceto as seções tubulares circulares.2. Wellington Andrade 48 24 . são classificados em AA (duas bordas longitudinais vinculadas) e AL (apenas uma borda longitudinal vinculada).item 5.3) Valores do fator de redução total associado à flambagem local. nas quais todos os elementos componentes da seção transversal possuem relações entre largura e espessura (relações b/t) que não superam os valores de (b/t )lim dados na Tabela F.item 5. Q (NBR 8800/2008 – Anexo F): As barras submetidas à força axial de compressão. Q (NBR 8800/2008 – Anexo F): Os elementos que fazem parte das seções transversais usuais. Estruturas de Aço – Prof. Estruturas de Aço – Prof. têm o fator de redução total Q igual a 1.1.2.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .3) Valores do fator de redução total associado à flambagem local. conforme o item 5. para efeito de flambagem local.1 da NBR 8800/2008.00.

1 da NBR 8800/2008 – Valores de (b/t)lim Estruturas de Aço – Prof.continuação Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 49 Resistência de cálculo de barras comprimidas Tabela F. Wellington Andrade 50 25 .1 da NBR 8800/2008 – Valores de (b/t)lim .7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas Tabela F.

3) As barras submetidas à força axial de compressão. Qa Estruturas de Aço – Prof. têm o fator de redução total Q dado por: Qs Fator de redução que leva em conta a flambagem local dos elementos AL. Se a seção possuir apenas elementos AL Q = Qs. cujo valor deve ser determinado como mostrado no item F.1 da NBR 8800/2008 (elementos esbeltos). Wellington Andrade 52 26 .continuação Estruturas de Aço – Prof. nas quais os elementos componentes da seção transversal possuem relações b/t maiores que os valores de (b/t )lim dados na Tabela F.3 da NBR 8800/2008. Wellington Andrade 51 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .1 da NBR 8800/2008 – Valores de (b/t)lim . Se a seção possuir apenas elementos AA Q = Qa. cujo valor deve ser determinado como mostrado no item F.item 5.item 5.2 da NBR 8800/2008. Fator de redução que leva em conta a flambagem local dos elementos AA.3) Tabela F.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .

7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Wellington Andrade 54 27 .2).1 da NBR 8800/2008): Estruturas de Aço – Prof. Se existirem dois ou mais elementos AL com fatores de redução Qs diferentes. Elementos do Grupo 3 da Tabela F. Wellington Andrade 53 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .item 5. deve-se adotar o menor destes fatores.1 da NBR 8800/2008): Estruturas de Aço – Prof.3) Elementos comprimidos AL (NBR 8800/2008 – item F.3) Elementos do Grupo 4 da Tabela F.item 5.

3) Elementos do Grupo 5 da Tabela F. Espessura do elemento (ver Tabela F. Estruturas de Aço – Prof.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .1 da NBR 8800/2008): h tw b t Altura da alma. Wellington Andrade 56 28 . Largura do elemento (ver Tabela F. Wellington Andrade 55 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .1 da NBR 8800/2008). Espessura da alma.1 da NBR 8800/2008).1 da NBR 8800/2008): Estruturas de Aço – Prof.3) Elementos do Grupo 6 da Tabela F.item 5.item 5.

1 da NBR 8800/2008. igual a 0.3) Elementos comprimidos AA (NBR 8800/2008 – item F. cuja relação entre largura e espessura ultrapassa os valores indicados na Tabela F. é definido como: Ag Aef Área bruta.1 da NBR 8800/2008).38 para mesas ou almas de seções tubulares retangulares e 0. Espessura do elemento (ver Tabela F.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Largura efetiva de um elemento comprimido AA.3. Estruturas de Aço – Prof. Wellington Andrade 57 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Wellington Andrade 58 29 .item 5. Área efetiva da seção transversal. ca σ Coeficiente.item 5.1 da NBR 8800/2008). conforme o item F.3) O fator de redução Qa das seções transversais com elementos comprimidos AA.34 para todos os outros elementos. Estruturas de Aço – Prof.3) b t bef Largura do elemento (ver Tabela F. Tensão que pode atuar no elemento analisado.2 da NBR 8800/2008.

Wellington Andrade 59 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 .0. OPCIONALMENTE. adotando Q igual a 1.3) Seções tubulares circulares (NBR 8800/2008 – item F.item 5.item 5.7/4/2011 Resistência de cálculo de barras comprimidas (NBR8800/2008 . Estruturas de Aço – Prof.3. Wellington Andrade 60 30 . de FORMA CONSERVADORA.3 da NBR 8800/2008.3) Com χ obtido conforme o item 5. Espessura da parede. o fator de redução para flambagem local da parede é dado por: Não é prevista a utilização de seções tubulares circulares com D/t superior a D t Diâmetro externo da seção tubular circular. pode-se tomar σ = fy.4) Nas seções tubulares circulares. Estruturas de Aço – Prof.