iWork Manual do Utilizador de Fórmulas e Funções

KKApple Inc.
© 2009 Apple Inc. Todos os direitos reservados. Ao abrigo das leis de direitos de autor, este manual não pode ser copiado, na íntegra ou parcialmente, sem autorização por escrito da Apple. Os seus direitos ao software são regidos pelo contrato de licença de software que acompanha este software. O logotipo da Apple é uma marca comercial da Apple Inc., registada nos EUA e noutros países. A utilização do logótipo de “teclado” da Apple (Opção + Shift + K) para fins comerciais sem a autorização prévia por escrito da Apple pode constituir violação de marca comercial e concorrência desleal, violando as leis locais vigentes. Foram efectuados todos os esforços para garantir que as informações contidas neste manual são exactas. A Apple não é responsável por erros de impressão ou de escrita. Apple 1 Infinite Loop Cupertino, CA 95014-2084 408-996-1010 www.apple.com Apple, o logotipo da Apple, iWork, Keynote, Mac, Mac OS, Numbers e Pages são marcas comerciais da Apple Inc., registadas nos EUA e noutros países.

Adobe e Acrobat são marcas comerciais ou marcas registadas da Adobe Systems Incorporated nos EUA e/ ou noutros países. Outros nomes de produtos e de empresas mencionados são marcas comerciais das respectivas empresas. A referência a produtos de outros fabricantes é apenas para fins informativos e não indica aprovação ou recomendação. A Apple não assume qualquer responsabilidade em relação ao desempenho ou utilização desses produtos. PO019-1588 08/2009

Conteúdo

13 15 15 17 18 19 20 21 22 24 25 25 27 29 30 30 30 31 32 33 33 35 35 35 36 38 43 43 45 45 47

Prefácio:  Bem-vindo ao Fórmulas e funções do iWork Capítulo 1:  Como utilizar fórmulas em tabelas
Os elementos de fórmulas Como realizar cálculos instantâneos no Numbers Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas Como criar as suas próprias fórmulas Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas Como adicionar funções a fórmulas Como lidar com erros e avisos em fórmulas Como remover fórmulas Como fazer referência a células em fórmulas Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas Como distinguir referências absolutas e relativas de células Como utilizar operadores em fórmulas Os operadores aritméticos Os operadores de comparação O operador de cadeias e os caracteres universais Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos valores calculados Como visualizar todas as fórmulas de uma folha de cálculo Como procurar e substituir elementos de fórmulas

Capítulo 2:  Perspectiva geral das funções do iWork
Uma introdução às funções Informação acerca das funções Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções Tipos de valores Lista de categorias de funções Como colar a partir de exemplos na Ajuda

Capítulo 3:  Funções de data e hora
Lista de funções de data e hora AGORA
3



48 49 50 51 52 53 53 54 55 56 57 58 59 59 60 61 62 62 63 64 65 66 67 67 68 68 69 70 71 71 72 73 75 75 76 77 78 79 80 81 82

ANO DATA DATADIF DATAM DATA.VALOR DIA DIAS360 DIASEMANA DIATRABALHOTOTAL DIAÚTIL FIMMÊS FRACÇÃOANO HOJE HORA MÊS MINUTO NOMEDIA NOMEMÊS NÚMSEMANA SEGUNDO TEMPO VALOR.TEMPO

Capítulo 4:  Funções de duração
Lista de funções de duração CONVERTDUR DUR2DIAS DUR2HORAS DUR2MILISSEGUNDOS DUR2MINUTOS DUR2SEGUNDOS DUR2SEMANAS DURAÇÃO

Capítulo 5:  Funções de engenharia
Lista de funções de engenharia BASE.EM.NUM BESSELJ BESSELY BINADEC BINAHEX BINAOCT CONVERTER

4

Conteúdo

83 83 83 83 84 84 84 84 85 85 85 85 86 86 87 88 89 90 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 99 103 104 105 107 108 110 111 113 114 115 117 118 119

Unidades de conversão suportadas Peso e massa Distância Duração Velocidade Pressão Força Energia Potência Magnetismo Temperatura Líquidos Prefixos métricos DECABIN DECAHEX DECAOCT DEGRAU DELTA FUNCERRO FUNCERROCOMPL HEXABIN HEXADEC HEXAOCT NUMABASE OCTABIN OCTADEC OCTAHEX

Capítulo 6:  Funções financeiras
Lista de funções financeiras AMORT AMORTD BD BDD BDV CUPDIAS CUPDIASINLIQ CUPDIASPRÓX CUPNÚM DESC DURAÇÃOTÍTULO DURAÇÃOTÍTULOM EFECTIVA

Conteúdo

5

120 122 123 125 127 128 129 131 132 134 136 137 139 141 142 144 145 146 148 150 151 153 156 157 160 160 161 162 163 164 165 165 166 167 168 170 171

É.PGTO IPGTO JUROSACUM JUROSACUMV LUCRO LUCRODESC LUCROVENC NOMINAL NPER PGTO PGTOCAPACUM PGTOJURACUM PPGTO PREÇO PREÇODESC PREÇOVENC RECEBIDO TAXA TAXAJUROS TIR TLIM VA VAL VF

Capítulo 7:  Funções lógicas e de informação
Lista de funções lógicas e de informação E É.CÉL.VAZIA É.ERRO ÉÍMPAR ÉPAR FALSO NÃO OU SE SE.ERRO VERDADEIRO

172 Capítulo 8:  Funções numéricas 172 Lista de funções numéricas 175 ABS 176 ALEATÓRIO

6

Conteúdo

176 177 178 179 180 182 183 184 184 185 186 187 188 189 189 190 191 192 193 193 195 195 196 197 198 198 199 200 201 201 202 203 204 205 207 208 208 209

ALEATÓRIOENTRE ARRED ARRED.DEFEITO ARRED.EXCESSO ARRED.PARA.BAIXO ARRED.PARA.CIMA COMBIN EXP FACTDUPLO FACTORIAL ÍMPAR INT LN LOG LOG10 MARRED MDC MMC MULTINOMIAL PAR PI POTÊNCIA PRODUTO QUOCIENTE RAIZPI RAIZQ RESTO ROMANO SINAL SOMA SOMARPRODUTO SOMARQUAD SOMA.SE SOMA.SE.S SOMAX2DY2 SOMAX2SY2 SOMAXMY2 TRUNCAR

211 Capítulo 9:  Funções de referência 211 Lista de funções de referência 212 ÁREAS 213 COL

Conteúdo

7

NEG DIST.VAL CONTAR.BINOM DECLIVE DESV.SE CONTAR.ACUM.CHI DISTEXPON DISTF DISTGAMA DIST.BIN.INV CLASSIFICAÇÃO CONFIANÇA CONTAR CONTAR.214 214 216 217 219 219 222 223 223 224 225 227 228 229 231 231 236 237 239 240 241 242 244 245 246 247 248 249 250 251 253 255 257 258 259 260 260 261 262 263 264 265 COLS CORRESP DESLOCAMENTO ENDEREÇO HIPERLIGAÇÃO ÍNDICE INDIRECTO LIN LINS PROC PROCH PROCV SELECCIONAR TRANSPOR Capítulo 10:  Funções estatísticas Lista de funções estatísticas BETA.S CONTAR.NORMALLOG 8 Conteúdo .VAZIO CORREL COVAR CRIT.SE.NORM DIST.MÉDIO DESVPAD DESVPADA DESVPADAP DESVPADP DESVQ DISTBETA DIST.

SE.HARMÓNICA MÉDIA.S MENOR MÍNIMO MÍNIMOA MODO NORMALIZAR ORDEM.NORMP INVT LNGAMA MAIOR MÁXIMO MÁXIMOA MED MÉDIA MÉDIAA MÉDIA.PERCENTUAL PERCENTIL PERMUTAR POISSON PREVISÃO PROB PROJ.SE MÉDIA.CHI INVF INVGAMA INVLOG INV.CHI TTEST VAR VARA VARP VARPA Conteúdo 9 .LIN Estatísticas adicionais QUARTIL TESTE.GEOMÉTRICA MÉDIA.265 266 267 268 270 271 271 272 273 274 274 275 276 276 277 278 279 280 281 282 283 283 285 287 288 288 289 290 291 292 293 294 295 296 298 300 301 302 304 305 306 308 309 DIST.NORMP DISTRBINOM DISTT FREQUÊNCIA INTERCEPTAR INV.NORM INV.

MAIÚSCULA LIMPAR LOCALIZAR MAIÚSCULAS MINÚSCULAS MOEDA NÚM.CARACT PROCURAR REPETIR SEG.TEXTO SUBST SUBSTITUIR T VALOR Capítulo 12:  Funções trigonométricas Lista de funções trigonométricas ACOS ACOSH ASEN ASENH ATAN ATAN2 ATANH COS COSH GRAUS RADIANOS SEN SENH TAN 10 Conteúdo .311 ZTEST 312 312 314 315 316 316 317 318 318 319 320 321 322 323 323 324 325 325 327 327 328 329 330 331 332 332 333 334 334 335 336 337 338 338 339 340 341 342 343 343 Capítulo 11:  Funções de texto Lista de funções de texto CARÁCT CÓDIGO COMPACTAR CONCATENAR DIREITA ESQUERDA EXACTO FIXO INICIAL.

344 TANH 346 346 347 356 357 358 359 361 363 367 367 368 368 371 Capítulo 13:  Exemplos e tópicos adicionais Exemplos e tópicos adicionais incluídos Argumentos comuns utilizados em funções financeiras Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar Cash-flows e intervalos de tempo regulares Cash-flows e intervalos de tempo irregulares Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns? Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo Mais sobre arredondamentos Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto Como adicionar comentários com base no conteúdo de células Interrupção de software em caso de divisão por zero Como especificar condições e utilizar caracteres universais Exemplo dos resultados de um inquérito Conteúdo 11 .

.

digite apenas o sinal de igual numa célula de tabela vazia para abrir o “Editor de fórmulas” .  Prefácio 13 . financeiros. Para além deste manual. O “Navegador de funções” integrado permite-lhe conhecer rapidamente as funções e adicioná-las a uma fórmula. Este guia do utilizador proporciona instruções detalhadas para ajudá-lo a escrever fórmulas e a utilizar funções. Para começar. de engenharia e outros. Depois seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de funções. poderá obter ajuda noutros recursos disponíveis.Bem-vindo ao Fórmulas e funções do iWork O iWork inclui mais de duzentas e cinquenta funções que pode utilizar para simplificar cálculos estatísticos.

Ajuda no ecrã A ajuda no ecrã contém todas as informações deste manual num formato fácil de procurar. no Numbers e no Pages. no Numbers e no Pages.apple. Ao abrir uma aplicação do iWork pela primeira vez. que está sempre disponível no seu computador.com/pt/support/iwork. Pode abrir a “Ajuda sobre fórmulas e funções do iWork” a partir do menu Ajuda em qualquer aplicação do iWork. Website do iWork Conheça as últimas novidades e informações acerca do iWork em www. seleccione Ajuda > Ajuda sobre fórmulas e funções do iWork. aparece uma mensagem com uma hiperligação para estes tutoriais na Internet. 14 Prefácio    Bem-vindo ao Fórmulas e funções do iWork . Tutoriais em vídeo online Os tutoriais de vídeo online em www. Pages ou o Keynote abertos.apple. Website de Suporte Encontre informações detalhadas para resolução de problemas em www. Com o Numbers. É possível visualizar estes tutoriais em vídeo a qualquer momento ao seleccionar Ajuda > Tutoriais de vídeo no Keynote. Para visualizar uma etiqueta de ajuda.com/pt/iwork. Etiquetas de ajuda As aplicações do iWork dispõem de etiquetas de ajuda (breves descrições) para a maior parte dos itens no ecrã. mantenha o cursor sobre um item durante alguns segundos.apple.com/pt/iwork/tutorials consistem em vídeos de procedimentos sobre como realizar tarefas comuns no Keynote.

de comparação ou de cadeia. Uma fórmula executa cálculos utilizando valores específicos por si fornecidos. e o símbolo = compara dois valores para determinar se são iguais. 16:  Uma constante numérica. a soma apresentada na célula da fórmula é automaticamente actualizada. +:  Um operador aritmético que adiciona o valor que o precede com o valor que o segue. Os valores podem ser números ou texto (constantes) que insere na fórmula. Uma célula que contém uma fórmula é designada de célula de fórmula. É possível. inserir uma fórmula na célula inferior de uma coluna que some os números de todas as células acima dela. Também podem ser valores que residem em células que identifica na fórmula utilizado referências de células. Os elementos de fórmulas Uma fórmula executa um cálculo e apresenta o resultado na célula em que colocou a fórmula.Como utilizar fórmulas em tabelas 1 Este capítulo descreve como efectuar cálculos em células de tabelas utilizando fórmulas. Os símbolos são utilizados nas fórmulas para indicar a operação que deseja utilizar. =A2 + 16:  Uma fórmula que utiliza um operador para adicionar dois valores.  15 . A2:  Uma referência de célula. o símbolo + adiciona valores. =:  Precede sempre uma fórmula. Por exemplo. Se qualquer dos valores das células acima da célula da fórmula for alterado. A2 refere-se à segunda célula da primeira coluna. por exemplo. As fórmulas utilizam operadores e funções para efectuar cálculos com os valores que fornece: ÂÂ Os operadores são símbolos que iniciam operações aritméticas.

introduza os argumentos necessários à função. Os argumentos especificam os valores utilizados pela função quando executa as respectivas operações. estatística e outros contextos adicionar referências de células de diferentes tipos a uma fórmula no Numbers Ajuda > Ajuda sobre fórmulas e funções do iWork Ajuda > Guia do utilizador de fórmulas e funções do iWork “Como fazer referência a células em fórmulas” (página 25) “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” (página 27) “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” (página 29) 16 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . Para utilizar uma função. insira o nome da mesma e. o valor máximo. de engenharia. A2:A10:  Uma referência de células que faz referência aos valores das células A2 à A10. o Numbers” (página 17) valor mínimo. a média. entre parênteses a seguir ao nome. como SOMA e MÉDIA. o valor mínimo. =SOMA(A2:A10):  Uma formula que utiliza a função SOMA para adicionar os valores num intervalo de células (nove células da primeira coluna). o valor máximo e a contagem de valores de células seleccionadas e opcionalmente guardar a fórmula utilizada para obter estes valores no Numbers adicionar rapidamente uma fórmula que apresenta a soma. a contagem ou o produto de valores em células seleccionadas utilizar ferramentas e técnicas para criar e modificar as suas fórmulas no Numbers “Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas” (página 18) “Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas” (página 20) “Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas” (página 21) “Como adicionar funções a fórmulas” (página 22) “Como remover fórmulas” (página 25) utilizar ferramentas e técnicas para criar e “Como adicionar e editar fórmulas com o editor modificar as suas fórmulas no Pages e no Keynote de fórmulas” (página 20) utilizar as centenas de funções do iWork e rever exemplos que ilustram formas de aplicar as funções nas áreas financeira. a média. Para saber como Ir para “Como realizar cálculos instantâneos no mostrar instantaneamente a soma.ÂÂ As funções são operações com nomes predefinidos.

seleccione células diferentes. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 17 . máx:  apresenta o valor numérico maior das células seleccionadas. contagem:  apresenta o número de valores numéricos e valores de datas/horas em células seleccionadas. soma:  apresenta a soma de valores numéricos das células seleccionadas. Os resultados na parte inferior esquerda baseiam-se em valores contidos nestas duas células seleccionadas. Os resultados de cálculos com os valores dessas células são instantaneamente apresentados no canto esquerdo da janela. As células vazias e as células que contenham outros tipos de valores não são utilizadas nos cálculos. méd:  apresenta a média de valores numéricos das células seleccionadas. 2 Para efectuar outro conjunto de cálculos instantâneos.Para saber como utilizar operadores em fórmulas Ir para “Os operadores aritméticos” (página 30) “Os operadores de comparação” (página 30) “O operador de cadeias e os caracteres universais” (página 31) “Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos valores calculados” (página 32) “Como visualizar todas as fórmulas de uma folha de cálculo” (página 33) “Como procurar e substituir elementos de fórmulas” (página 33) copiar ou mover fórmulas ou os respectivos valores de cálculo entre células de tabelas procurar fórmulas e elementos de fórmulas no Numbers Como realizar cálculos instantâneos no Numbers Na parte inferior esquerda da janela do Numbers. é possível visualizar os resultados de cálculos comuns utilizando valores de duas ou mais células de tabela seleccionadas. Não têm de ser adjacentes. mín:  apresenta o valor numérico menor das células seleccionadas. Para efectuar cálculos instantâneos: 1 Seleccione uma ou mais células de uma tabela.

Eis algumas formas de adicionar uma fórmula rápida: mm Para utilizar os valores seleccionados numa coluna ou linha. isto é feito utilizando o menu instantâneo Função na barra de ferramentas. ou um dos outros itens na parte inferior esquerda para uma célula vazia. Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas Uma forma fácil de realizar um cálculo básico utilizando valores num intervalo de células adjacentes numa tabela é seleccionar as células e depois adicionar uma fórmula rápida. seleccione as células. No Numbers. É também possível seleccionar Inserção > Função e utilizar o submenu apresentado. Desloque simplesmente soma. Produto:  multiplica todos os valores numéricos das células seleccionadas. No Pages e no Keynote. seleccione Inserção > Função. pode adicioná-lo como fórmula a uma célula de tabela vazia. Média:  calcula a média dos valores numéricos das células seleccionadas. No Numbers. Soma:  calcula a soma dos valores numéricos das células seleccionadas. A célula não tem de estar na mesma tabela que as células utilizadas nos cálculos.Se considerar um determinado cálculo muito útil e quiser integrá-lo numa tabela. 18 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . Contagem:  determina o número de valores numéricos e valores de datas/horas em células seleccionadas. Se não houver nenhuma célula vazia. e utilize o submenu apresentado. o resultado é colocado na primeira célula vazia por baixo das células seleccionadas. utiliza-se o menu instantâneo Função no painel Formato do “Inspector de tabelas” . As células vazias e as células com tipos de valores não mencionados são ignoradas. Máxima:  determina o valor numérico maior das células seleccionadas. méd. Clicar na célula fará aparecer a fórmula. Mínima:  determina o valor numérico menor das células seleccionadas. Se as células estiverem na mesma coluna. clique em Função na barra de ferramentas e seleccione um cálculo no menu instantâneo. No Keynote ou no Pages. é adicionada uma linha para apresentar o resultado.

Clicar na célula fará aparecer a fórmula. o resultado é colocado na primeira célula vazia à direita das células seleccionadas. Em seguida. clique em Função na barra de ferramentas e seleccione um cálculo no menu instantâneo. mm Para utilizar todos os valores nas células de corpo de uma coluna. primeiro clique na célula de cabeçalho da coluna ou no separador de referência. Se não houver nenhuma célula vazia. utilize as ferramentas de fórmulas para adicionar fórmulas. se desejar obter maior controlo. No Keynote ou no Pages. mm Para utilizar todos os valores numa linha. Em seguida. primeiro clique na célula de cabeçalho da linha ou no separador de referência. e utilize o submenu apresentado. no Numbers. Se não houver uma linha de rodapé. no Numbers. é adicionada uma. é adicionada uma coluna para apresentar o resultado. e utilize o submenu apresentado.Se as células estiverem na mesma linha. No Keynote ou no Pages. clique em Função na barra de ferramentas e seleccione um cálculo no menu instantâneo. O resultado aparece numa linha de rodapé. seleccione Inserção > Função. Como criar as suas próprias fórmulas Embora possa utilizar várias técnicas de atalho para adicionar fórmulas que executam cálculos simples (consulte “Como realizar cálculos instantâneos no Numbers” na página 17 e “Como utilizar fórmulas rápidas predefinidas” na página 18). Clicar na célula fará aparecer a fórmula. Clicar na célula fará aparecer a fórmula. seleccione Inserção > Função. Para saber como utilizar o “Editor de fórmulas” para trabalhar com uma fórmula utilizar a barra de fórmulas redimensionável para trabalhar com uma fórmula no Numbers utilizar o “Navegador de funções” para rapidamente adicionar funções a fórmulas ao utilizar o “Editor de fórmulas” ou a barra de fórmulas detectar uma fórmula errada Ir para “Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas” (página 20) “Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas” (página 21) “Como adicionar funções a fórmulas” (página 22) “Como lidar com erros e avisos em fórmulas” (página 24) Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 19 . O resultado aparece numa nova coluna.

seleccione uma célula da tabela. ÂÂ Apenas no Numbers. mm Para mover o “Editor de fórmulas” . No Pages e no Keynote. posicione o ponto de inserção e siga as instruções em “Como fazer referência a células em fórmulas” na página 25. O operador de Subtracção. Todas as fórmulas devem começar pelo sinal de igual. mas é possível movê-lo. ÂÂ No Numbers. O “Editor de fórmulas” abre-se por cima da célula seleccionada. É possível utilizar as teclas de seta para mover o ponto de inserção em redor do campo de texto. mantenha o cursor sobre a parte esquerda do “Editor de fórmulas” até que este se altere para uma mão. mm Para criar a sua fórmula. ÂÂ No Numbers. Referência a células pelos respectivos nomes. faça duplo clique numa célula da tabela que contenha uma fórmula. Consulte “Como utilizar operadores em fórmulas” na página 30 para conhecer os operadores que pode utilizar. Nota:  Se a sua fórmula requerer um operador e não tiver adicionado um. seleccione a tabela e depois faça duplo clique numa célula da tabela que contenha uma fórmula. ÂÂ Seleccione uma célula que contenha uma fórmula e depois prima Opção + Return. funções ou constantes a uma fórmula. À medida que adiciona referências de células. se necessário. seleccione o “Editor de fórmulas” no menu instantâneo Função no painel Formato do “Inspector de tabelas” . o operador + é inserido automaticamente. Eis algumas formas de trabalhar com o “Editor de fórmulas”: mm Para abrir o “Editor de fórmulas” . eles aparecem deste modo no “Editor de fórmulas” . seleccione uma célula da tabela e depois escolha Inserção > Função > Editor de fórmulas. No Keynote e no Pages. proceda da seguinte forma: ÂÂ Para adicionar um operador ou uma constante ao campo de texto. clique em Função na barra de ferramentas e seleccione “Editor de fórmulas” no menu instantâneo. e depois desloque-o. posicione o ponto de inserção e escreva. efectue uma das seguintes operações: ÂÂ Seleccione uma célula da tabela e depois digite o sinal de igual (=).Como adicionar e editar fórmulas com o editor de fórmulas O “Editor de fórmulas” pode ser utilizado como uma alternativa à edição de uma fórmula directamente na barra de fórmulas (consulte “Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas” na página 21). operadores. ÂÂ Para adicionar referências de células ao campo de texto. O “Editor de fórmulas” tem um campo de texto que contém a sua fórmula. 20 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . Referência a uma série de três células. A função Soma. Seleccione o operador + e digite um operador diferente.

o operador + é inserido automaticamente. proceda da seguinte forma: ÂÂ Para adicionar um operador ou uma constante. Todas as fórmulas devem começar pelo sinal de igual. Seleccione o operador + e digite um operador diferente. ÂÂ Para adicionar funções à fórmula. Referência a células pelos respectivos nomes. Como adicionar e editar fórmulas com a barra de fórmulas No Numbers. seleccione o elemento e prima a tecla Delete. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 21 . Se a sua fórmula requerer um operador e não tiver adicionado um. funções ou constantes a uma fórmula. Referência a uma série de três células.ÂÂ Para adicionar funções ao campo de texto. posicione o ponto de inserção e siga as instruções em “Como adicionar funções a fórmulas” na página 22. É possível utilizar as teclas de seta para mover o ponto de inserção. coloque o ponto de inserção na barra de fórmulas e escreva. eles aparecem deste modo. se necessário. operadores. À medida que adiciona referências de células. seleccione a célula e adicione ou altere elementos da fórmula na barra de fórmulas. Eis algumas formas de trabalhar com a barra de fórmulas: mm Para adicionar ou editar uma fórmula. mm Para aumentar ou diminuir o tamanho com que os elementos da fórmula são apresentados na barra de fórmulas. permite-lhe criar e modificar fórmulas numa célula seleccionada. A função Soma. É também possível clicar fora da tabela. prima Enter ou clique no botão Aceitar no “Editor de fórmulas” . mm Para aceitar as alterações. O operador de Subtracção. Para fechar o editor de fórmulas e não aceitar as alterações efectuadas. posicione o ponto de inserção e siga as instruções em “Como fazer referência a células em fórmulas” na página 25. ÂÂ Para adicionar referências de células à fórmula. seleccione uma opção do menu instantâneo “Tamanho do texto das fórmulas” por cima da barra de fórmulas. prima Return. prima a tecla Esc ou clique no botão Cancelar no “Editor de fórmulas” . mm Para adicionar elementos à sua fórmula. mm Para remover um elemento do campo de texto. posicione o ponto de inserção e siga as instruções em “Como adicionar funções a fórmulas” na página 22. Consulte “Como utilizar operadores em fórmulas” na página 30 para conhecer os operadores que pode utilizar. que se encontra por baixo da barra de formatação. a barra de fórmulas.

ou faça duplo clique no controlo de redimensionamento para ajustar automaticamente a fórmula. bem como para consultar numerosos exemplos que ilustram como utilizá-las. probabilidades.. que se encontra no extremo direito da barra de fórmulas. desloque o controlo de redimensionamento. Como adicionar funções a fórmulas Uma função é uma operação predefinida e com nome próprio (como SOMA e MÉDIA) que é possível utilizar para efectuar um cálculo. Existem várias categorias de funções. seleccione Ajuda > Ajuda sobre fórmulas e funções do iWork. Uma função pode constituir um de vários elementos numa fórmula ou até pode ser o único elemento de uma fórmula. É também possível clicar fora da barra de fórmulas. Para obter mais informações sobre todas as categorias de funções do iWork e as respectivas funções. a funções estatísticas que calculam médias. mm Para guardar alterações. desde funções financeiras que calculam taxas de juro. mm Para remover um elemento da fórmula. 22 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . etc. valores de investimento.Para aumentar ou diminuir a altura da barra de fórmulas. Para evitar guardar alterações que tenha feito. etc. clique no botão Cancelar por cima da barra de fórmulas. prima Return. para cima e para baixo. ou Ajuda > Guia do utilizador de fórmulas e funções do iWork. seleccione o elemento e prima a tecla Delete. prima Enter ou clique no botão Aceitar por cima da barra de fórmulas. desvios padrão.

Seleccione o operador + e digite um operador diferente. Para utilizar o “Navegador de funções” para adicionar uma função: 1 No “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers). para abrir o “Navegador de funções” . Painel direito:  apresenta uma lista de funções individuais. Seleccione uma função para ver a respectiva informação. coloque o ponto de inserção no local em que deseja adicionar a função. o operador + é inserido automaticamente.Embora seja possível digitar uma função no campo de texto do “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers). se necessário. Para procurar uma função. Seleccione uma função para visualizar informação acerca dela e para opcionalmente adicioná-la a uma fórmula. Para inserir a função seleccionada. A categoria Todas apresenta uma lista de todas as funções por ordem alfabética. Painel esquerdo:  apresenta uma lista de categorias de funções. seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de funções. 2 No Pages ou no Keynote. Seleccione uma categoria para visualizar funções dessa categoria. A maioria das categorias representam famílias de funções relacionadas. o “Navegador de funções” oferece-lhe uma forma muito conveniente de adicionar uma função a uma fórmula. Nota:  Se a sua fórmula requerer um operador antes ou depois de uma função e não tiver adicionado um. Seleccione uma categoria para ver as funções incluídas nessa categoria. Painel inferior:  apresenta informação detalhada acerca da função seleccionada. A categoria Últimas apresenta a lista das últimas dez funções inseridas com o navegador de funções. proceda de uma das seguintes formas para abrir o “Navegador de funções”: Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 23 . No Numbers.

o Numbers ou o Pages apresenta um ícone na célula. 3 Seleccione uma categoria de funções. Para especificar um valor para substituir qualquer marcador de posição de argumento:  Clique no marcador de posição de argumento e digite uma constante ou insira uma referência de célula (consulte “Como fazer referência a células em fórmulas” na página 25 para obter instruções). ÂÂ Seleccione Visualização > Mostrar navegador de funções. Como lidar com erros e avisos em fórmulas Quando a fórmula de uma célula da tabela está incompleta. A ajuda do argumento "emissão" aparece quando coloca o cursor por cima do marcador de posição. Para rever uma breve descrição do valor de um argumento:  Mantenha o cursor sobre o marcador de posição do argumento. ÂÂ Seleccione Inserção > Função > Mostrar navegador de funções. Clique para ver uma lista de valores válidos. Também pode consultar informação acerca do argumento na janela do navegador de funções. contém referências de células inválidas ou tem outras incorrecções. Os marcadores de posição dos argumentos opcionais aparecem a cinzento-claro. seleccione “Ajuda das funções” .ÂÂ Clique no botão do “Navegador de funções” na barra de fórmulas. seleccione um valor no menu instantâneo. Se o marcador de posição do argumento for cinzento claro. Para especificar um valor para substituir um marcador de posição de um argumento que tenha um triângulo de visualização:  Clique no triângulo de visualização e. Para obter ajuda para a função. seguidamente. 4 Seleccione uma função ao fazer duplo clique nela ou ao seleccioná-la e clicar em "Inserir função". Um triângulo azul na parte superior esquerda de uma célula indica um ou mais avisos. 24 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . Para visualizar mensagens de erros e avisos: mm Clique no ícone. ou quando uma operação de importação cria uma condição de erro numa célula. a introdução de um valor é facultativa. 5 No “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers). substitua cada marcador de posição de argumento na função inserida por um valor. mantenha o cursor sobre o valor. Um triângulo vermelho no meio de uma célula significa que ocorreu um erro de fórmula. Para rever informação acerca de um valor no menu instantâneo. ÂÂ Clique no botão Função na barra de ferramentas e seleccione "Mostrar navegador de funções".

é possível remover rapidamente a fórmula. No Numbers. as células podem estar na mesma tabela que a célula da fórmula ou podem estar noutra tabela na mesma folha ou noutra diferente. No Numbers. 2 Prima a tecla Delete. No Numbers. Esta opção não está disponível no Keynote nem no Pages. no topo de cada coluna ou à esquerda de cada linha. seleccione Visualização > Mostrar lista de fórmulas. se uma célula da tabela estiver seleccionada. os separadores de referência têm o seguinte aspecto: Os separadores de referência são as caixas cinzentas. No Numbers. “A”) ou os números das linhas (por exemplo. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 25 . O aspecto dos separadores de referência no Keynote e no Pages é semelhante ao do Numbers. que contêm as letras das colunas (por exemplo. São os números das linhas e os cabeçalhos das colunas. seleccione Numbers > Preferências. seleccione “Mostrar avisos se células vazias forem referidas em fórmulas” . Como fazer referência a células em fórmulas Todas as tabelas têm separadores de referência.Uma janela de mensagem resume cada condição de erro e de aviso associada à célula. No Keynote e no Pages. no painel Geral. por exemplo. os separadores de referência estão visíveis sempre que a tabela estiver destacada. Se pretender que o Numbers emita um aviso se uma célula referida numa fórmula estiver vazia. os separadores de referência só aparecem quando está seleccionada uma fórmula numa célula da tabela. Utilizam-se referências de células para identificar células cujos valores pretende utilizar em fórmulas. Como remover fórmulas Se não pretende utilizar mais uma fórmula associada a uma célula. “3”). Para remover uma fórmula de uma célula: 1 Seleccione a célula. e. se precisar de rever fórmulas numa folha de cálculo antes de decidir o que apagar.

B:C refere-se a todas as células da segunda e da terceira coluna. Eis um sumário dos formatos que pode utilizar para referências de células. 2006 faz referência a todas as células das colunas receitas e Despesas. caso contrário. se deseja fazer referência a uma única célula ou a uma gama de células. por ex. é necessário o nome da tabela seguido de dois pontos duas vezes (::) e depois a identificação da célula todas as células de uma linha todas as células de uma coluna todas as células num intervalo de linhas todas as células num intervalo de colunas No Numbers. utilizando a anotação dos separadores de referência para identificar as células O nome da linha ou número da linha:número da linha O nome ou a letra da coluna Dois pontos (:) entre o nome ou o número da primeira e da última linha do intervalo Dois pontos (:) entre o nome ou a letra da primeira e da última coluna do intervalo Se o nome da célula for único na folha de cálculo. 2:6 refere-se a todas as células de cinco linhas. B2:B5 refere-se a quatro células da segunda coluna. Tabela 2::B5 refere-se à célula B5 da tabela com o nome Tabela 2. uma célula noutra tabela da mesma folha 1:1 refere-se a todas as células da primeira linha. C refere-se a todas as células da terceira coluna. então só é necessário o nome da célula. se a tabela da célula tem cabeçalhos. 26 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . uma célula numa tabela com várias linhas e colunas de cabeçalho O nome do cabeçalho das colunas ou linhas a que deseja fazer referência um intervalo de células Dois pontos (:) entre a primeira e a última célula do intervalo. Tabela 2::2006 Matrícula referese a uma célula pelo nome.As referências de células têm formatos diferentes. Se 2006 for um cabeçalho que abrange duas colunas (Receitas e Despesas). Para fazer referência a qualquer célula na tabela que contém a fórmula Utilizar estes formato A letra do separador de referência seguida do número do separador de referência da célula Exemplo C55 faz referência à linha 55 da terceira coluna. em função de factores como. O nome da coluna seguido do uma célula numa tabela que tenha uma linha de cabeçalho e nome da linha uma coluna de cabeçalho 2006 Receitas faz referência a uma célula cuja linha de cabeçalho contém 2006 e a coluna de cabeçalho contém Receitas..

Eis algumas formas de inserir referências de células: mm Para utilizar um atalho de teclado para introduzir uma referência de célula. o nome da tabela. Para obter informações sobre como inserir referências de células numa fórmula. se “Gato” aparecer noutra célula de cabeçalho na folha de cálculo. utilizando atalhos do rato e teclado. então só é necessário o nome da célula. se uma tabela tiver duas linhas de cabeçalho e B1 contiver “Cão” e B2 contiver “Gato” . prima a tecla Opção e depois use as teclas de seta para seleccionar a célula. coloque o ponto de inserção no “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers) e proceda de uma das seguintes formas: ÂÂ Para fazer referência a uma única célula. é necessário o nome da folha de cálculo seguido de dois pontos duas vezes (::). Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 27 . ÂÂ Para fazer referência a um intervalo de células. uma célula numa tabela de outra folha Utilizar estes formato Se o nome da célula for único na folha de cálculo. quando gravar uma fórmula que utiliza “Cão” . será gravado “Gato” .Para fazer referência a No Numbers. que são importantes quando precisa de copiar um mover uma fórmula. por fim. quando referencia uma célula num cabeçalho com várias linhas ou várias colunas. até a última célula do intervalo ser seleccionada. No Numbers. verificará o seguinte: ÂÂ É utilizado o nome na célula de cabeçalho mais próxima da célula a que se refere. mais dois pontos duas vezes e. mantém-se “Cão” . ÂÂ Contudo. consulte abaixo “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas. Por exemplo. Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas Pode introduzir manualmente referências de célula numa fórmula ou pode inserir referências de célula. prima as teclas Shift + Opção e mantenha-as premidas depois de seleccionar a primeira célula do intervalo. é possível omitir o nome de uma tabela ou folha se a célula ou as células referenciadas tiverem nomes únicos na folha de cálculo. a identificação da célula Exemplo Folha 2::Tabela 2::2006 Matrícula refere-se a uma célula numa tabela com o nome Tabela 2 numa folha com o nome Folha 2. No Numbers.” Consulte “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na página 29 para obter informações sobre formas absolutas e relativas de referências de células. caso contrário.

clique no triângulo de visualização da referência inserida e seleccione uma opção do menu instantâneo. a não ser que a opção “Usar nomes das células de cabeçalho como referência” esteja desseleccionada no painel Geral das preferências do Numbers. a referência de célula inserida utiliza nomes em vez das anotações dos separadores de referência se as células referenciadas tiverem cabeçalhos. Consulte “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na página 29 para obter mais informações. para baixo. clique na referência inserida e prima Comando + K para percorrer as opções. para a esquerda ou a direita para seleccionar ou alterar a dimensão do intervalo de células. coloque o ponto de inserção no “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers) e proceda de uma das seguintes formas na tabela em que se encontra a célula da fórmula ou. numa tabela diferente na mesma folha ou noutra diferente: ÂÂ Para fazer referência a uma única célula. ÂÂ Para especificar atributos absolutos ou relativos de uma referência de célula. 28 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . a referência de célula inserida utiliza nomes em vez das anotações dos separadores de referência. coloque o ponto de inserção no “Editor de fórmulas” ou na barra de fórmulas (apenas no Numbers) e introduza a referência da célula utilizando um dos formatos referidos em “Como fazer referência a células em fórmulas” na página 25. para fazer referência a células de outra tabela na mesma folha ou noutra diferente. e utilize as teclas de seta para seleccionar a célula ou o intervalo de células (utilizando Shift + Opção) que pretende. ÂÂ Para fazer referência a um intervalo de células. mm Se quiser utilizar o rato para introduzir uma referência de célula. clique no separador de referência da coluna ou da linha. mas solte a tecla Comando. continue a manter premida a tecla Opção. mm Para digitar uma referência de célula. No Numbers. apenas no Numbers. Consulte “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na página 29 para obter mais informações.ÂÂ No Numbers. seleccione a tabela premindo Opção + Comando + Page Down para descer ao longo das tabelas ou Opção + Comando + Page Up para subir ao longo das tabelas. clique na célula. Depois de estar seleccionada a tabela pretendida. ÂÂ Para fazer referência a todas as células de uma coluna ou linha. clique numa célula dentro do intervalo e desloque o rato para cima. No Keynote e no Pages. ÂÂ Para especificar atributos absolutos ou relativos de uma referência de célula depois de a inserir.

se uma fórmula que contenha a referência $A1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5 ou em D5. Utiliza-se o símbolo do dólar ($) para atribuir a condição absoluta a um componente de linha ou coluna. seleccione Numbers > Preferências e anule a selecção da opção “Usar nomes das células de cabeçalho como referência” no painel Geral. Por exemplo. de uma tabela (apenas no Numbers) ou de uma folha (apenas no Numbers). Se uma referência de célula for relativa (A1):  Quando se move a fórmula. Eis como especificar a condição absoluta dos componentes de uma referência de célula: mm Digite a referência da célula utilizando uma das convenções acima descritas. Por exemplo. mm Clique no triângulo de visualização de uma referência de célula e seleccione uma opção do menu instantâneo. se uma fórmula que contenha a referência A$1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em D5. Se o componente de linha de uma referência de célula for absoluto (A$1):  O componente da coluna é relativo e pode alterar-se para manter a respectiva posição relativa à célula da fórmula.Ao digitar uma referência de célula que inclua o nome de uma célula de cabeçalho (todas as aplicações). a referência de célula na C5 ou D5 mantém-se $A$1. a referência de célula na D5 passa a ser B$1. Por exemplo. Por exemplo. Se os componentes de linha e coluna de uma referência de célula forem absolutos ($A$1):  Quando se copia a fórmula. Como distinguir referências absolutas e relativas de células Utilize formas absolutas e relativas de uma referência de célula para indicar a célula que pretende associada à referência caso copie ou mova a fórmula. Para desactivar as sugestões de nomes no Numbers. mm Seleccione uma referência de célula e prima Comando + K para percorrer as opções. a referência da célula não se altera. Pode seleccionar um nome da lista ou continuar a digitar. se a fórmula for cortada ou copiada e depois colada. Contudo. Se o componente de coluna de uma referência de célula for absoluto ($A1):  O componente da linha é relativo e pode alterar-se para manter a respectiva posição relativa à célula da fórmula. se uma fórmula que contenha a referência $A$1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5 ou em D5. permanece inalterada. se uma fórmula que contenha a referência A1 estiver na célula C4 e copiar a fórmula e colá-la em C5. a referência de célula altera-se. a referência de célula na C5 e na D5 torna-se $A2. a referência de célula na C5 passa a ser A2. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 29 . depois de digitar 3 caracteres. surge uma lista de sugestões instantâneas se os caracteres digitados corresponderem a um ou mais nomes da sua folha de cálculo. de modo a manter a mesma posição em relação à célula da fórmula.

a fórmula A2 + B2 tem como resultado 22. Consulte “Os operadores aritméticos” na página 30 para obter mais informações. os valores VERDADEIRO ou FALSO. Os operadores de comparação É possível utilizar operadores de comparação para comparar dois valores em fórmulas. As operações de comparação devolvem sempre.2. apresentado com o formato 20%. Os operadores de comparação também podem ser utilizados para criar as condições utilizadas por algumas funções. Por exemplo. se em A2 estiver 20 e em B2 estiver 2. ÂÂ Os operadores de comparação comparam dois valores e devolvem VERDADEIRO ou FALSO. A2% tem como resultado 0. Os operadores aritméticos É possível utilizar operadores aritméticos para executar operações aritméticas em fórmulas. e devolvem resultados numéricos. como resultado. Se pretender Adicionar dois valores Subtrair um valor a outro valor Multiplicar dois valores Dividir um valor por outro valor Elevar um valor a outro valor Calcular uma percentagem Utilize este operador aritmético + (sinal de mais) – (sinal de menos) * (asterisco) / (barra inclinada para a frente) ^ (acento circunflexo) % (sinal de percentagem) Por exemplo. Consulte “Os operadores de comparação” na página 30 para obter mais informações. A utilização de uma cadeia com um operador aritmético devolve um erro. A2 ^ B2 tem como resultado 400. A2 – B2 tem como resultado 18. A2 / B2 tem como resultado 10. Consulte “condição” na tabela “ Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções” na página 36 30 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . A2 * B2 tem como resultado 40. 3 + “saudação” não é uma operação aritmética correcta. como adição e subtracção.Como utilizar operadores em fórmulas Utilize operadores em fórmulas para efectuar operações aritméticas e comparar valores: ÂÂ Os operadores aritméticos efectuam operações aritméticas.

a fórmula A2 = B2 devolve FALSO. É possível comparar VERDADEIRO e FALSO entre si. que compara dois valores e depois executa outras operações em função do resultado VERDADEIRO ou FALSO da comparação. A2 <> B2 devolve VERDADEIRO. VERDADEIRO = 1 devolve FALSO e VERDADEIRO = “AlgumTexto” devolve FALSO. Por exemplo. A2 > B2 devolve VERDADEIRO. ou Ajuda > Guia do utilizador de fórmulas e funções do iWork. A2 >= B2 devolve VERDADEIRO. As cadeias são maiores do que números. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 31 . Para obter mais informações sobre este tópico. “saudação” > 5 devolve VERDADEIRO.Caso pretenda determinar se Dois valores são iguais Dois valores não são iguais O primeiro valor é superior ao segundo valor O primeiro valor é inferior ao segundo valor O primeiro valor é superior ou igual ao segundo valor O primeiro valor é inferior ou igual ao segundo valor Utilize este operador de comparação = <> > < >= <= Por exemplo. A2 <= B2 devolve FALSO. A2 < B2 devolve FALSO.“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” O operador de cadeias e os caracteres universais O operador de cadeias pode ser utilizado em fórmulas e os caracteres universais podem ser utilizados em condições. mas não com números ou cadeias. seleccione Ajuda > Ajuda sobre fórmulas e funções do iWork. dado que VERDADEIRO é interpretado como 1 e FALSO é interpretado como 0. se em A2 estiver 20 e em B2 estiver 2. As operações de comparações são sobretudo utilizadas em funções como a IF. VERDADEIRO > FALSO e FALSO < VERDADEIRO.

Se pretender Concatenar cadeias ou o conteúdo de células Utilize este operador de cadeias ou carácter universal & Por exemplo “abc”&”def” tem como resultado “abcdef” “abc”&A1 tem como resultado “abc2” se a célula A1 contiver 2. A fórmula =A1 aparece na célula X1. Fazer corresponder um único carácter ? Fazer corresponder qualquer número de caracteres * Fazer corresponder literalmente um carácter universal ~ Para obter mais informações sobre como utilizar os caracteres universais em condições. No Numbers. vá a Edição > Copiar. consulte “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368. mas não a fórmula. seleccione a célula. Por exemplo. se a fórmula =A1 estiver na célula D1 e desejar mover a mesma fórmula para a célula X1. seleccione a célula cujo valor deseja manter e depois vá a Edição > Colar valores. vá a Edição > Marcar para mover. seleccione D1. se a tabela for grande e desejar mover a fórmula para uma célula que não esteja à vista. “~?” irá fazer corresponder o ponto de interrogação. seleccione a célula. A1&A2 tem como resultado “12” se a célula A1 contiver 1 e a célula A2 contiver 2. mm Para copiar ou mover uma célula com uma fórmula ou uma célula referida por uma fórmula. seleccione a outra célula e depois vá a Edição > Mover. 32 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . “*ed” irá fazer corresponder uma cadeia de qualquer comprimento que termine por “ed” . “ea?” irá fazer corresponder qualquer cadeia que comece por “ea” e contenha exactamente um carácter adicional. em vez de o utilizar para fazer corresponder um único carácter qualquer. Como copiar ou mover fórmulas e os respectivos valores calculados Eis algumas técnicas para copiar e mover células associadas a uma fórmula: mm Para copiar o valor calculado numa célula de fórmula. seleccione Edição > “Marcar para mover” . siga as instruções em “Como copiar e mover células” na Ajuda do Numbers ou no Manual de Utilizador do Numbers. seleccione X1 e depois vá a Edição > Mover.

caso necessário.Se copiar ou mover uma célula de fórmula:  Altere as referências de células conforme descrito em “Como distinguir referências absolutas e relativas de células” na página 29. seleccione Visualização > “Mostrar lista de fórmulas” ou clique no botão da lista de fórmulas. digite o elemento no campo de pesquisa e prima a tecla Return. se uma referência à célula A1 fizer parte de uma fórmula e mover A1 para D95. através da janela "Procurar e substituir". mm Para editar a fórmula. Resultados:  apresenta o valor actual calculado pela fórmula. Se mover uma célula referida numa fórmula:  A referência da célula na fórmula é automaticamente actualizada. A tabela é apresentada sobre a janela da lista de fórmulas com a célula da fórmula seleccionada. desloque a alça de selecção no canto superior direito para cima ou para baixo. é possível procurar elementos em todas as fórmulas de uma folha de cálculo para encontrá-los e eventualmente alterá-los. Fórmula:  mostra a fórmula. faça duplo clique sobre ela. Como visualizar todas as fórmulas de uma folha de cálculo No Numbers. Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas 33 . Por exemplo. clique na fórmula. na barra de ferramentas. mm Para alterar as dimensões da janela da lista de fórmulas. mm Para encontrar fórmulas que contenham um determinado elemento. Como procurar e substituir elementos de fórmulas No Numbers. para ver uma lista de todas as fórmulas numa folha de cálculo. Em: identifica a folha e a tabela em que se encontra a fórmula. Eis algumas formas de usar a janela da lista de fórmulas: mm Para identificar a célula que contém uma fórmula. a referência de célula na fórmula passa a ser D95.

mm Seleccione Visualização > “Mostrar lista de fórmulas” e depois clique em “Procurar e substituir” . Substituir tudo:  Clique nesta opção para substituir todas as ocorrências do conteúdo do campo Procurar pelo conteúdo do campo Substituir. operador.). Onde:  Seleccione "Apenas fórmulas" neste menu instantâneo.Eis algumas formas de abrir a janela “Procurar e substituir”: mm Seleccione Edição > Procurar > Mostrar pesquisa e depois clique em “Procurar e substituir” . Palavras completas:  Seleccione esta opção para encontrar apenas elementos cujo conteúdo completo corresponde ao que se encontra no campo Procurar. Seguinte ou Anterior:  Clique nestas opções para procurar a ocorrência anterior ou seguinte do que se encontra no campo Procurar. o editor de fórmulas abre-se e mostra a fórmula que contém a ocorrência do elemento. Quando um elemento é encontrado. Correspondência exacta:  Seleccione esta opção para encontrar apenas elementos cujas maiúsculas e minúsculas correspondem exactamente ao que se encontra no campo Procurar. função. Substituir por:  Digite opcionalmente o que deseja utilizar para substituir o que se encontra no campo Procurar. 34 Capítulo 1    Como utilizar fórmulas em tabelas . mesmo depois de já ter sido procurado em toda folha de cálculo. Procurar: Digite o elemento da fórmula que pretende encontrar (referência de célula. Substituir e procurar:  Clique nesta opção para substituir a ocorrência actual do conteúdo do campo Procurar e para procurar a ocorrência seguinte. Substituir por:  Clique nesta opção para substituir a ocorrência actual do conteúdo do campo Procurar pelo conteúdo do campo Substituir. Repetir pesquisa (voltar ao principio):  Seleccione esta opção para continuar a procurar o conteúdo do campo Procurar. etc.

As funções estão listadas por ordem alfabética dentro de cada categoria.  35 . por ex. na “Lista de categorias de funções” na página 43.. manipulam cadeias de texto ou apresentam a data e a hora actuais. Cada função tem um nome seguido de um ou mais argumentos entre parênteses. Por exemplo. Informação acerca das funções Para mais informações sobre Sintaxe utilizada nas definições de funções Tipos de argumentos utilizados por funções Categorias de funções. obtêm valores de células com base numa pesquisa. por ordem alfabética. As descrições também incluem informação adicional e exemplos de cada função.Perspectiva geral das funções do iWork 2 O presente capítulo apresenta as funções disponíveis no iWork. tais como a duração e estatística Ir para “Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções” na página 36 “Tipos de valores” na página 38 “Lista de categorias de funções” na página 43. O número e a descrição dos argumentos estão incluídos na função. Os argumentos são utilizados para fornecer os valores que a função precisa para ser executada. operações matemáticas ou financeiras. O iWork disponibiliza funções que efectuam. a seguinte fórmula contém uma função com o nome SOMA com um único argumento (uma gama de células) que adiciona os valores na coluna A. Uma introdução às funções Uma função é uma operação com nome predefinido que pode incluir numa fórmula para efectuar um cálculo ou tratar dados numa célula de tabela. linhas 2 a 10: =SOMA(A2:A10) O número e o tipo de argumentos variam de função para função.

Termo ou símbolo texto em maiúsculas Significado Os nomes das funções são apresentados em maiúsculas. Os argumentos das funções são inseridos entre parênteses. Porém.Para mais informações sobre Argumentos comuns a várias funções financeiras Exemplos e tópicos suplementares Ir para “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Exemplos e tópicos adicionais incluídos” na página 346 Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções As funções são descritas através de termos e elementos sintácticos específicos. o iWork possa inserir automaticamente o parêntese final. Uma tabela é uma sequência de valores utilizados por uma função ou que resultam de uma função. uma “data/hora” ou uma “cadeia” . Os argumentos têm um tipo de valor. Os parênteses são necessários embora. como um “número” . Quaisquer limitações são descritas na definição do argumento. O texto em itálico indica que tem de substituir o nome do argumento por um valor a ser utilizado pela função para cálculo de um resultado. separe os argumentos com um ponto e vírgula em vez de usar vírgulas. Um argumento seguido de reticências pode ser repetido todas as vezes necessárias. Se as suas preferências de Idiomas e Texto (no Mac OS X versão 10.6 ou posterior) ou no painel de preferências Internacional (nas versões anteriores do Max OS X) estiverem configuradas para utilizar a vírgula como separador decimal. em circunstâncias limitadas. As descrições da sintaxe de funções utilizam vírgulas para separar argumentos. o nome de uma função pode ser introduzido mediante qualquer combinação de maiúsculas e minúsculas. parênteses texto em itálico vírgulas e pontos e vírgulas reticências (…) tabela 36 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork . Os tipos de valores são apresentados em “Tipos de valores” na página 38.

2. consulte “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368. função de tabela expressão booleana constante argumento modal condição Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork 37 . Por exemplo. 5. Uma condição é uma expressão que pode incluir operadores de comparação. em que o resultado da função é uma tabela de valores e não um único valor. Estas funções são frequentemente utilizadas para fornecerem valores a outra função. Normalmente os argumentos modais especificam alguma coisa sobre o tipo de cálculo que a função deve executar ou sobre o tipo de dados que deverá resultar da função. Uma expressão booleana é uma expressão que é avaliada com o valor booleano TRUE (verdadeiro) ou FALSE (falso). {1. Se um argumento modal tiver um valor predefinido. “8/20/2010”}. o operador de cadeias “&” e referências. Por exemplo. Uma constante é um valor especificado directamente dentro da fórmula que não contém quaisquer referências ou chamadas de funções. “3/15/2009” .Termo ou símbolo constante de tabela Significado Uma constante de tabela é um conjunto de valores delimitado por chavetas ({}) e é directamente digitado dentro da função. São poucas as funções descritas como “funções de tabela” . "s"). “cat” e “s” são constantes. 7} ou {“12/31/2008” . O conteúdo da condição tem de originar que o resultado de comparar a condição com outro valor resulte no valor booleano TRUE (verdadeiro) ou FALSE (falso). Para mais informações e exemplos. constantes. Um argumento modal consiste num argumento que pode ter um de vários valores possíveis especificados. na fórmula =CONCATENAR("cat". este é especificado na descrição do argumento.

As funções também têm como resultado um valor de um determinado tipo. poderá ser um valor booleano.Tipos de valores O argumento de uma função tem um tipo. Um argumento especificado como colecção pode ser uma referência a uma única gama de células de tabela. valor de data/hora. que especifica o tipo de informação que o argumento pode conter. Geralmente é o resultado de uma expressão booleana. Tipo de valor qualquer Descrição Se um argumento for especificado como “qualquer” . A utilização de um valor booleano é muito comum para determinar a expressão que deverá resultar de uma função SE. Um argumento especificado como colecção terá um atributo adicional que define o tipo de valores que pode conter. valor numérico ou valor de cadeia. a uma constante de tabela ou a uma tabela resultante de uma função de tabela. Booleano colecção 38 Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork . Um valor booleano é um valor TRUE (1) ou FALSE (0) ou uma referência a uma célula contendo ou tendo como resultado um valor TRUE (verdadeiro) ou FALSE (falso). mas um valor booleano pode ser directamente especificado como argumento de uma função ou como conteúdo de uma célula. valor de duração.

Tipo de valor data/hora

Descrição Trata-se de um valor de data/hora ou de uma referência a uma célula que contenha um valor de data/hora em qualquer dos formatos suportados pelo iWork. Caso um valor de data/ hora seja digitado dentro de uma função, este deve ser colocado entre aspas. É possível optar por apresentar apenas uma data ou uma hora numa célula, porém, todos os valores de data/ hora contêm uma data e uma hora. Apesar de ser possível introduzir as datas directamente como cadeias (por exemplo, “31/12/2010”), utilizar a função DATA garante que a data será interpretada de forma consistente, independentemente do formato de data seleccionado nas Preferências do Sistema (pesquise “formato de data” na janela das Preferências do Sistema).

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

39

Tipo de valor duração

Descrição Uma duração é um período de tempo ou uma referência a uma célula que contenha um período de tempo. Os valores de duração consistem em semanas (s ou semana), dias (d ou dias), horas (h ou horas), minutos (m ou minutos), segundos (s ou segundos) e milissegundos (ms ou milissegundos). Um valor de duração pode ser introduzido em um de dois formatos. O primeiro formato consiste num número seguido de um período de tempo (tal como h para horas), opcionalmente seguido de um espaço, e repete-se para outros períodos de tempo. É possível utilizar quer a abreviatura para especificação do período, como “h” , quer o nome completo, como “horas” . Por exemplo, 12h 5d 3m representa uma duração de 12 horas, 5 dias e 3 minutos. Os períodos de tempo não têm de ser introduzidos por ordem nem são necessários espaços. 5d 5h é o mesmo que 5h5d. Se digitados directamente dentro de uma fórmula, a cadeia deve ser delimitada por aspas, como em "12h 5d 3m". Uma duração também pode ser introduzida como uma série de números delimitados por dois pontos. Se este for o formato utilizado, é necessário incluir o argumento dos segundos, que deve terminar com um número decimal seguido pelo número de milissegundos, que pode ser 0, se o valor de duração puder ser confundido com um valor de data/hora. Por exemplo, 12:15:30.0 representaria uma duração de 12 horas, 15 minutos e 30 segundos, enquanto que 12:15:30 representaria 12:15:30 da manhã. 5:00.0 representaria uma duração de exactamente 5 minutos. Se o valor for digitado directamente dentro de uma função, a cadeia deve ser delimitada por aspas como “12:15:30.0” ou "5:00.0". Se a célula estiver formatada para apresentar a duração de determinada forma, as unidades de duração são aplicadas em relação à apresentação da duração e os milissegundos não precisam de ser especificados. Uma lista consiste numa sequência de valores separados por vírgulas. Por exemplo, =SELECCIONAR(3, "1º", "segundo", 7, "último"). Em alguns casos, a lista está inserida num par de parênteses adicional. Por exemplo, =ÁREAS((B1:B5, C10:C12)).

lista

40

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

Tipo de valor modal

Descrição Um valor modal é um valor único, frequentemente um número, que representa um modo específico de um argumento modal. “Argumento modal” é definido em “ Termos e elementos sintácticos utilizados nas definições de funções” na página 36. Um valor numérico é um número, uma expressão numérica ou uma referência a uma célula contendo uma expressão numérica. Se os valores aceitáveis de um número forem limitados (por exemplo, o número tem de ser superior a 0), este facto é incluído na descrição do argumento. Um valor de intervalo consiste numa referência a um único intervalo ou gama de células (podendo ser uma única célula). Um valor de intervalo terá um atributo adicional que define o tipo de valores que deve conter. Este será incluído na descrição do argumento.

numérico

valor de intervalo

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

41

Tipo de valor referência

Descrição Trata-se de uma referência a uma única célula ou a um intervalo de células. Se o intervalo for mais do que uma célula, as células de início e de fim são separadas por dois pontos. Por exemplo, =CONTAGEM(A3:D7). A não ser que o nome da célula seja único em todas as tabelas, a referência deverá conter o nome da tabela, caso seja feita a uma célula de outra tabela. Por exemplo, =Tabela 2::B2. Note que o nome da tabela e a referência da célula são separadas por dois pontos duplos (::). Se a tabela estiver noutra folha, o nome da folha também tem de ser incluído, a não ser que o nome da célula seja único em todas as folhas. Por exemplo, =SOMA(Folha 2::Tabela 1::C2:G2). O nome da folha, o nome da tabela e a referência da célula são separados por dois pontos duplos. Algumas funções que aceitam intervalos podem operar em intervalos que abrangem várias tabelas. Imagine que tem um ficheiro aberto com uma folha que contém três tabelas (Tabela 1, Tabela 2, Tabela 3). Imagine ainda que a célula C2 de cada tabela contém o número 1. A fórmula que abrange várias tabelas =SOMA(Tabela 1:Tabela 2 :: C2) iria somar a célula C2 de todas as tabelas entre a Tabela 1 e a Tabela 2. Portanto, o resultado seria 2. Se deslocar a Tabela 3 de modo a aparecer entre a Tabela 1 e Tabela 2 na barra lateral, o resultado da função será 3, uma vez que agora está a somar a célula C2 das três tabelas (a Tabela 3 está entre a Tabela 1 e a Tabela 2). Uma cadeia é zero ou mais caracteres, ou uma referência a uma célula contendo um ou mais caracteres. Os caracteres podem consistir em quaisquer caracteres passíveis de serem impressos, incluindo números. Caso um valor de cadeia seja digitado dentro de uma fórmula, este tem de ser colocado entre aspas. Se o valor de cadeia for de alguma forma limitado (por exemplo, a cadeia tem de representar uma data), tal é incluído na descrição do argumento.

cadeia

42

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

Lista de categorias de funções

Existem várias categorias de funções. Por exemplo, algumas funções efectuam cálculos com valores de data/hora, as funções lógicas têm um resultado booleano (VERDADEIRO ou FALSO) e outras funções efectuam cálculos financeiros. Cada categoria de funções é tratada num capítulo separado. “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Lista de funções de duração” na página 67 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Lista de funções de referência” na página 211 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Lista de funções de texto” na página 312 “Lista de funções trigonométricas” na página 332

Como colar a partir de exemplos na Ajuda

Muitos dos exemplos na Ajuda podem ser copiados e colados directamente numa tabela ou, no Numbers, numa tela em branco. Existem dois grupos de exemplos que podem ser copiados da Ajuda e colados numa tabela. O primeiro consiste em exemplos individuais incluídos na Ajuda. Todos esses exemplos começam com um sinal de igual (=). Na Ajuda para a função HORA, existem dois exemplos desses.

Para utilizar um destes exemplos, seleccione o texto que começa com o sinal de igual até ao final do exemplo.

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

43

Assim que esse texto estiver realçado, é possível copiá-lo e depois colá-lo em qualquer célula de uma tabela. Uma alternativa ao método de copiar e colar consiste em deslocar a selecção do exemplo e largá-la em qualquer célula de uma tabela. O segundo tipo de exemplo que pode ser copiado são os exemplos de tabelas incluídos na Ajuda. Este é o exemplo de tabela da Ajuda para JUROSACUM.

Para utilizar uma tabela de exemplo, seleccione todas as células da tabela de exemplo, incluindo a primeira linha.

Assim que esse texto estiver realçado, é possível copiá-lo e depois colá-lo em qualquer célula de uma tabela ou, no Numbers, numa tela em branco. O método de deslocar e largar não pode ser utilizado neste tipo de exemplo.

44

Capítulo 2    Perspectiva geral das funções do iWork

Funções de data e hora

3

As funções de data e hora permitem-lhe trabalhar mais facilmente com datas e horas por forma a resolver problemas, tais como descobrir o número de dias úteis entre duas datas ou o nome do dia da semana em que cairá uma data. Lista de funções de data e hora
Função “AGORA” (página 47) “ANO” (página 48) “DATA” (página 49)

O iWork inclui estas funções de data e hora para utilização com tabelas.
Descrição A função AGORA tem como resultado o valor de data/hora actual do relógio do sistema. A função ANO tem como resultado o ano de um determinado valor de data/hora. A função DATA combina valores separados para o ano, o mês e o dia e tem como resultado um valor de data/hora. Apesar de ser possível introduzir as datas directamente como cadeias (por exemplo, “31/12/2010”), utilizar a função DATA garante que a data será interpretada de forma consistente, independentemente do formato de data especificado nas Preferências do Sistema (pesquise “formato de data” na janela das Preferências do Sistema).



45

A função DIA tem como resultado o dia do mês correspondente a um determinado valor de data/ hora. meses ou anos entre duas datas. A hora é definida para as 12:00. A função DIAS360 tem como resultado o número de dias entre duas datas com base em doze meses de 30 dias e um ano de 360 dias. A função DIAÚTIL tem como resultado a data correspondente ao número de dias úteis indicado antes ou depois de uma determinada data. A função DIASEMANA tem como resultado um número que é o dia da semana de uma determinada data. Os dias úteis excluem os fins-de-semana e quaisquer outras datas especificadas. “DATA. Esta função é fornecida para compatibilidade com outros programas de folha de cálculo. A função HOJE tem como resultado a data actual do sistema. A função DATAM tem como resultado uma data correspondente a um número de meses antes ou depois de uma determinada data. A função DATA. A função FRACÇÃOANO encontra a fracção de um ano representada pelo número de dias inteiros entre duas datas.VALOR” (página 52) “DIA” (página 53) “DIAS360” (página 53) “DIASEMANA” (página 54) “DIATRABALHOTOTAL” (página 55) “DIAÚTIL” (página 56) “FIMMÊS” (página 57) “FRACÇÃOANO” (página 58) “HOJE” (página 59) “HORA” (página 59) 46 Capítulo 3    Funções de data e hora .Função “DATADIF” (página 50) “DATAM” (página 51) Descrição A função DATADIF tem como resultado o número de dias. A função DIATRABALHOTOTAL tem como resultado o número de dias úteis entre duas datas.VALOR converte uma cadeia de texto de data e apresenta como resultado um valor de data/hora. Os dias úteis excluem os fins-de-semana e quaisquer outras datas especificamente excluídas. A função FIMMÊS tem como resultado uma data que corresponde ao último dia do mês um número de meses antes ou depois de uma determinada data. A função HORA tem como resultado a hora de um determinado valor de data/hora.

consulte: “HOJE” na página 59 “Lista de funções de data e hora” na página 45 Capítulo 3    Funções de data e hora 47 . A função SEGUNDO tem como resultado os segundos de um determinado valor de data/hora. O dia 1 é Domingo.Função “MÊS” (página 60) “MINUTO” (página 61) “NOMEDIA” (página 62) Descrição A função MÊS tem como resultado o mês de um determinado valor de data/hora.TEMPO tem como resultado o tempo de um determinado valor de data/hora ou de uma cadeia de texto como fracção decimal de um dia de 24 horas. A função TEMPO converte valores separados para horas. minutos e segundos num valor de data/ hora. Exemplo =AGORA() tem como resultado 4 de Outubro de 2008 10:47. Porém. se o seu ficheiro for actualizado a 4 de Outubro de 2008 às 10:47. A função MINUTO tem como resultado os minutos de um determinado valor de data/hora. A função VALOR. O mês 1 é Janeiro. A função NÚMSEMANA tem como resultado o número da semana do ano de uma determinada data. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. A função NOMEMÊS tem como resultado o nome do mês de um número. tem de incluir os parênteses: =AGORA(). Notas de utilização ÂÂ A função AGORA não tem argumentos. “NOMEMÊS” (página 62) “NÚMSEMANA” (página 63) “SEGUNDO” (página 64) “TEMPO” (página 65) “ VALOR. A função NOMEDIA tem como resultado o nome do dia da semana de um valor de data/hora ou um número.TEMPO” (página 66) AGORA AGORA() A função AGORA tem como resultado o valor de data/hora actual do relógio do sistema.

=ANO(AGORA()) tem como resultado 2009. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. A parte da hora é ignorada por esta função. data é um valor de data/hora. ANO(data) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. consulte: “DIA” na página 53 “HORA” na página 59 “MINUTO” na página 61 “MÊS” na página 60 “SEGUNDO” na página 64 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 48 Capítulo 3    Funções de data e hora . se calculado a 4 de Junho de 2009.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ANO A função ANO tem como resultado o ano de um determinado valor de data/hora. Exemplos =ANO("6 de Abril de 2008") tem como resultado 2008.

=DATA(A1. DATA(ano. mês é um número e deve estar no intervalo de 1 a 12. dia) ÂÂ ano:  O ano a incluir no valor devolvido. dia é um valor numérico e deve estar no intervalo entre 1 e o número de dias do mês. 14) tem como resultado 14 de Fev. mês. O valor não é convertido. A3) tem como resultado 10 de Nov. sendo a data apresentada de acordo com o formato actual da célula. A2) tem como resultado 11 de Out. de 2014. 2. Se especificar 10. A3. ÂÂ dia:  O dia a incluir no valor devolvido. ÂÂ mês:  O mês a incluir no valor devolvido. “31/12/2010”). A2. o mês e o dia e tem como resultado um valor de data/hora. consulte: “DURAÇÃO” na página 73 “TEMPO” na página 65 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 3    Funções de data e hora 49 . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. utilizar a função DATA garante que a data será interpretada de forma consistente. ano é um valor numérico. a A2 contiver 11 e a A3 contiver 10: =DATA(A1. é utilizado o ano 10 e não 1910 ou 2010. =DATA(2012. de 2014.DATA A função DATA combina valores separados para o ano. de 2012. Exemplos Se a célula A1 contiver 2014. Apesar de ser possível introduzir as datas directamente como cadeias (por exemplo. independentemente do formato de data especificado nas Preferências do Sistema (pesquise “formato de data” na janela das Preferências do Sistema).

=DATADIF(A1. =DATADIF(A1. A2. o número de anos entre 6 de Abril de 1988 e 30 de Outubro de 2006. “D”:  Contar o número de dias entre as datas de início e de fim. data-fim é um valor de data/hora. ignorando o ano. =DATADIF(A1. data-inicial é um valor de data/hora. "AM") & " meses e " & DATADIF("06/04/1988” . "MD") & " dias" tem como resultado a idade actual de alguém nascido no dia 6 de Abril de 1988. AGORA(). “AD”:  Contar o número de dias entre as datas de início e de fim. o número de dias entre 6 de Abril e o dia 30 do Outubro seguinte no mesmo ano. Se o mês/dia de início for depois do mês/dia do fim. ÂÂ data-fim:  A data final. o número de dias entre 6 de Abril de 1988 e 30 de Outubro de 2006. =DATADIF(A1. ÂÂ método-calc:  Especifica como indicar a diferença horária e como tratar as datas em anos ou meses diferentes. =DATADIF("06/04/1988” . “MD”:  Contar os dias entre as datas de início e de fim.DATADIF A função DATADIF tem como resultado o número de dias. "AD") tem como resultado 207. O mês da data-fim é considerado o mês da data-inicial. " & DATADIF("06/04/1988” . Se o dia de início for depois do dia de fim. “A”:  Contar o número de anos entre as datas de início e de fim. Se o mês/dia de início for depois do mês/ dia do fim. as datas são tratadas como se fossem no mesmo ano. o número de dias entre o sexto dia de um mês e o trigésimo dia do mesmo mês. as datas são tratadas como se fossem em anos consecutivos. data-fim. a contagem começa a partir do dia de fim como se fosse no mês anterior. método-calc) ÂÂ data-inicial:  A data de início. O ano da data-fim é utilizado para procurar anos bissextos. meses ou anos entre duas datas. DATADIF(data-inicial. o número de meses entre Abril e o Outubro seguinte no mesmo ano. AGORA(). "M") tem como resultado 222. 50 Capítulo 3    Funções de data e hora . A2. o número de meses inteiros entre 6 de Abril de 1988 e 30 de Outubro de 2006. A2. A2. =DATADIF(A1. Exemplos Se a célula A1 contiver o valor de data/hora 6/4/88 e a A2 contiver o valor de data/hora 30/10/06: =DATADIF(A1. "A") tem como resultado 18. “M”:  Contar o número de meses entre as datas de início e de fim. A2. Se o mês/dia de início for antes do mês/dia do fim. "AM") tem como resultado 6. AGORA(). "MD") tem como resultado 24. "D") tem como resultado 6781. as datas são tratadas como se fossem no mesmo ano. ignorando o ano. "A") & " anos. as datas são tratadas como se fossem em anos consecutivos. Se o mês/dia de início for antes do mês/dia do fim. “AM”:  Contar o número de meses completos entre as datas de início e de fim. ignorando os meses e os anos. A2.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. mês-deslocação) ÂÂ data-inicial:  A data de início. mês- deslocação é um valor numérico. DATAM(data-inicial. consulte: “DIAS360” na página 53 “DIATRABALHOTOTAL” na página 55 “AGORA” na página 47 “FRACÇÃOANO” na página 58 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DATAM A função DATAM tem como resultado uma data correspondente a um número de meses antes ou depois de uma determinada data. data-inicial é um valor de data/hora. -24) tem como resultado 15/1/1998. a data 24 meses antes. consulte: “FIMMÊS” na página 57 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 3    Funções de data e hora 51 . ÂÂ mês-deslocação:  O número de meses antes ou depois da data de início. 1) tem como resultado 15/2/2000. =DATAM("15/1/2000". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. a data um mês depois. Exemplos =DATAM("15/1/2000". Um mês-deslocação negativo é utilizado para especificar um número de meses antes da data inicial e um mês-deslocação positivo é utilizado para especificar um número de meses após a data inicial.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. DATA. de 1979. consulte: “DATA” na página 49 “TEMPO” na página 65 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 52 Capítulo 3    Funções de data e hora .VALOR A função DATA. O valor devolvido é formatado de acordo com o formato da célula actual. Se o texto-data não for uma data válida. se for referenciado noutras fórmulas. o resultado é um erro.VALOR(C1) tem como resultado 16 de Out. texto-data é um valor de cadeia.VALOR(“29/12/1974”) tem como resultado 29 de Dez. Exemplos Se a célula B1 contiver o valor de data/hora 2 de Agosto de 1979 06:30:00 e a célula C1 contiver a cadeia 16/10/2008: =DATEVALUE(B1) tem como resultado 2 de Agosto de 1979. Tem de ser uma data especificada entre aspas ou um valor de data/hora.VALOR(texto-data) ÂÂ texto-data:  A cadeia de data a ser convertida. Uma célula formatada como Automático usa o formato de data especificado nas Preferências do Sistema (pesquise “formato de data” na janela das Preferências do Sistema).“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DATA.VALOR converte uma cadeia de texto de data e apresenta como resultado um valor de data/hora. e é tratado como valor de data. de 2008. =DATA. =DATA. Esta função é fornecida para compatibilidade com outros programas de folha de cálculo.

usar-método-euro) ÂÂ data-inicial:  A data de início. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. data-fim é um valor de data/hora. data-inicial é um valor de data/hora.DIA A função DIA tem como resultado o dia do mês de um determinado valor de data/ hora. consulte: “NOMEDIA” na página 62 “HORA” na página 59 “MINUTO” na página 61 “MÊS” na página 60 “SEGUNDO” na página 64 “ANO” na página 48 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIAS360 A função DIAS360 tem como resultado o número de dias entre duas datas com base em doze meses de 30 dias e um ano de 360 dias. data é um valor de data/hora. =DIA(“12/5/2009”) tem como resultado 12. DIAS360(data-inicial. data-fim. Capítulo 3    Funções de data e hora 53 . Exemplos =DIA("6/4/88 11:59:22 PM") tem como resultado 6. A parte da hora é ignorada por esta função. ÂÂ data-fim:  A data final. DIA(data) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função.

=DIAS360("27/2/2008". Método EURO (1 ou VERDADEIRO):  Use o método europeu para as datas que calham no dia 31 do mês. =DIAS360("27/2/2008". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos =DIAS360("20/12/2008". 54 Capítulo 3    Funções de data e hora . FALSE ou ignorado):  Use o método NASD para as datas que calham no dia 31 do mês. A parte da hora é ignorada por esta função. consulte: “DATADIF” na página 50 “DIATRABALHOTOTAL” na página 55 “FRACÇÃOANO” na página 58 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIASEMANA A função DIASEMANA tem como resultado um número que é o dia da semana de uma determinada data.1) tem como resultado 393d. "31/3/2009") tem como resultado 101d. "31/3/2009". "31/3/2009". Domingo é 1 (1 ou ignorado):  Domingo é o primeiro dia (1º dia) da semana e sábado é o 7º.ÂÂ usar-método-euro:  Um valor opcional que especifica se deve ser usado o método NASD ou o método europeu de anotação de datas para as datas que calham no dia 31 do mês. Método NASD (0.0) tem como resultado 394d. DIASEMANA(data. ÂÂ primeiro-dia:  Um valor opcional que especifica como os dias são numerados. data é um valor de data/hora. uma vez que é utilizado o método de cálculo europeu. primeiro-dia) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função.

Capítulo 3    Funções de data e hora 55 . 1988". 1988". 1988") tem como resultado o mesmo valor que o exemplo anterior (o esquema de numeração 1 é utilizado se não for especificado qualquer argumento relativo ao esquema de numeração). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. data-fim. o terceiro dia se iniciar a contagem com a segunda-feira como dia 1). 3) tem como resultado 2 (quarta-feira. 2) tem como resultado 3 (quarta-feira. excluir-datas) ÂÂ data-inicial:  A data de início. dia número 2 se iniciar a contagem com a segunda-feira como dia 0). =DIASEMANA("6 de Abr. Os dias úteis excluem os fins-de-semana e quaisquer outras datas especificadas. 1) tem como resultado 4 (quarta-feira. Segunda-feira é 0 (3):  Segunda-feira é o primeiro dia (dia 0) da semana e domingo é o 6º. ÂÂ data-fim:  A data final. data-inicial é um valor de data/hora. Exemplos =DIASEMANA("6 de Abr. data-fim é um valor de data/hora. excluir-datas é uma colecção contendo valores de data/hora. consulte: “NOMEDIA” na página 62 “NOMEMÊS” na página 62 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIATRABALHOTOTAL A função DIATRABALHOTOTAL tem como resultado o número de dias úteis entre duas datas. =DIASEMANA("6 de Abr. ÂÂ excluir-datas:  Uma colecção opcional de datas que deveriam ser excluídas da contagem. DIATRABALHOTOTAL(data-inicial. o quarto dia se iniciar a contagem com o domingo como dia 1).Segunda-feira é 1 (2):  Segunda-feira é o primeiro dia (1º dia) da semana e domingo é o 7º. =DIASEMANA("6 de Abr. 1988".

56 Capítulo 3    Funções de data e hora . o dia útil 20 dias depois de 01/11/2009. 20. excluir-datas) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. Os dias úteis excluem os fins-desemana e quaisquer outras datas especificamente excluídas. excluindo fins-de-semana e os dois feriados especificamente excluídos. excluindo os fins-de-semana e dois feriados especificamente excluídos. ÂÂ excluir-datas:  Uma colecção opcional de datas que deveriam ser excluídas da contagem."26/11/2009"}) tem como resultado 19d. excluir-datas é uma colecção contendo valores de data/hora. É positivo se a data desejada for posterior a data e negativo se a data desejada for anterior a data. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. "30/11/2009". A parte da hora é ignorada por esta função. DIAÚTIL(data. data é um valor de data/hora.Exemplo =DIATRABALHOTOTAL("01/11/2009"."26/11/2009"}) tem como resultado 1 de Dez. {"11/11/2009". dias-úteis. ÂÂ dias-úteis:  O número de dias úteis antes ou depois de determinada data. o número de dias úteis. dias úteis é um valor numérico. consulte: “DATADIF” na página 50 “DIAS360” na página 53 “DIAÚTIL” na página 56 “FRACÇÃOANO” na página 58 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIAÚTIL A função DIAÚTIL tem como resultado a data correspondente ao número de dias úteis indicado antes ou depois de uma determinada data. Exemplo =DIAÚTIL("01/11/2009". {"11/11/2009". de 2009.

Exemplos =FIMMÊS("15/5/2010". 5) tem como resultado 31 de Out. de 2009. o último dia do mês. 5 meses depois de Maio de 2010. -5) tem como resultado 31 de Dez. FIMMÊS(data-inicial. consulte: “DATAM” na página 51 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 3    Funções de data e hora 57 . consulte: “DIATRABALHOTOTAL” na página 55 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FIMMÊS A função FIMMÊS tem como resultado uma data que corresponde ao último dia do mês um número de meses antes ou depois de uma determinada data.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. data-inicial é um valor de data/hora. 5 meses antes de Maio de 2010. mês-deslocação) ÂÂ data-inicial:  A data de início. de 2010. mês- deslocação é um valor numérico. o último dia do mês. ÂÂ mês-deslocação:  O número de meses antes ou depois da data de início. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Um mês-deslocação negativo é utilizado para especificar um número de meses antes da data inicial e um mês-deslocação positivo é utilizado para especificar um número de meses após a data inicial. =FIMMÊS("5/15/2010".

com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). reais/365 (3):  Dias reais por mês. =FRACÇÃOANO("15/12/2009". 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. FRACÇÃOANO(data-inicial. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. em ano de 365 dias. "30/06/2010".1) tem como resultado 0. "30/06/2010". =FRACÇÃOANO("15/12/2009". =FRACÇÃOANO("12/15/2009". Exemplos =FRACÇÃOANO("15/12/2009".FRACÇÃOANO A função FRACÇÃOANO encontra a fracção de um ano representada pelo número de dias inteiros entre duas datas.2) tem como resultado 0. "6/30/2010". ÂÂ data-fim:  A data final. em ano de 360 dias. =FRACÇÃOANO("15/12/2009". dias reais por ano.4) tem como resultado 0. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês.541666667. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. "30/06/2010". data-fim é um valor de data/hora. reais/reais (1):  Dias reais por mês. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.0) tem como resultado 0. data-fim. anos de 360 dias. reais/360 (2):  Dias reais por mês. "30/06/2010". consulte: “DATADIF” na página 50 “DIAS360” na página 53 “DIATRABALHOTOTAL” na página 55 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 58 Capítulo 3    Funções de data e hora .539726027. base-dias) ÂÂ data-inicial:  A data de início.539726027.547222222.3) tem como resultado 0. data-inicial é um valor de data/hora.541666667. anos de 360 dias.

=HORA("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 11. Porém. se calculada a 6 de Abril de 2008. 23 corresponde às 11:00 da noite). hora é um valor de data/hora. A hora é definida para as 12:00. A parte da data é ignorada por esta função. tem de incluir os parênteses: =HOJE(). Notas de utilização ÂÂ A hora apresentada como resultado está no formato de 24 horas (0 corresponde à meia-noite. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos =HORA(AGORA()) tem como resultado a hora actual do dia.HOJE HOJE() A função HOJE tem como resultado a data actual do sistema. Notas de utilização ÂÂ A função HOJE não tem argumentos. HORA(hora) ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. Exemplo =HOJE() tem como resultado 6 de Abril de 2008. ÂÂ A data apresentada é actualizada todas as vezes que abre ou modifica o ficheiro. Capítulo 3    Funções de data e hora 59 . ÂÂ É possível utilizar a função AGORA para obter a data e a hora actuais e para formatar a célula de forma a que apresente ambas. consulte: “AGORA” na página 47 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 HORA A função HORA tem como resultado a hora de um determinado valor de data/hora.

data é um valor de data/hora. consulte: “DIA” na página 53 “HORA” na página 59 “MINUTO” na página 61 “NOMEMÊS” na página 62 “SEGUNDO” na página 64 “ANO” na página 48 “Lista de funções de data e hora” na página 45 60 Capítulo 3    Funções de data e hora . A parte da hora é ignorada por esta função. consulte: “DIA” na página 53 “MINUTO” na página 61 “MÊS” na página 60 “SEGUNDO” na página 64 “ANO” na página 48 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÊS A função MÊS tem como resultado o mês de um determinado valor de data/hora. MÊS(data) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. 1988 11:59:22 AM") tem como resultado 4. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplo =MÊS("6 de Abril.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplo =MINUTO("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 59.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MINUTO A função MINUTO tem como resultado os minutos de um determinado valor de data/ hora. hora é um valor de data/hora. consulte: “DIA” na página 53 “HORA” na página 59 “MÊS” na página 60 “SEGUNDO” na página 64 “ANO” na página 48 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 3    Funções de data e hora 61 . A parte da data é ignorada por esta função. MINUTO(hora) ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função.

Se o mês-num tiver casas decimais. mês-num é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 12. O dia 1 é Domingo. a C1 contiver a cadeia 16/10/2008 e a D1 contiver 6: =NOMEDIA(B1) tem como resultado Quinta-feira. consulte: “DIA” na página 53 “NOMEMÊS” na página 62 “DIASEMANA” na página 54 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 NOMEMÊS A função NOMEMÊS tem como resultado o nome do mês de um número.NOMEDIA A função NOMEDIA tem como resultado o nome do dia da semana de um valor de data/hora ou um número. Se o num-dia tiver casas decimais. estas são ignoradas. =NOMEDIA(C1) tem como resultado Quinta-feira. =NOMEDIA(D1) tem como resultado Sexta-feira. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 62 Capítulo 3    Funções de data e hora . NOMEMÊS(mês-num) ÂÂ mês-num:  O mês desejado. num-dia é um valor de data/hora ou um valor numérico no intervalo de 1 a 7. Exemplos Se a célula B1 contiver o valor de data/hora 2 de Agosto de 1979 06:30:00. estas são ignoradas. NOMEDIA(num-dia) ÂÂ num-dia:  O dia da semana desejado. O mês 1 é Janeiro. =NOMEDIA(“29/12/1974”) tem como resultado Domingo.

=NOMEMÊS(6) tem como resultado Junho.Exemplos =NOMEMÊS(9) tem como resultado Setembro. NÚMSEMANA(data. data é um valor de data/hora. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplo =NÚMSEMANA("12/07/2009".1) tem como resultado 29. A parte da hora é ignorada por esta função. consulte: “NOMEDIA” na página 62 “MÊS” na página 60 “DIASEMANA” na página 54 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 NÚMSEMANA A função NÚMSEMANA tem como resultado o número da semana do ano de uma determinada data. =NÚMSEMANA("12/07/2009". Domingo é 1 (1 ou ignorado):  Domingo é o primeiro dia (1º dia) da semana e sábado é o 7º. Segunda-feira é 1 (2):  Segunda-feira é o primeiro dia (1º dia) da semana e domingo é o 7º. ÂÂ primeiro-dia:  Um valor opcional que especifica se as semanas devem começar por domingo ou segunda-feira. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.2) tem como resultado 28. primeiro-dia) ÂÂ data:  A data que deve ser usada pela função. consulte: Capítulo 3    Funções de data e hora 63 .

SEGUNDO(hora) ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função.“DIA” na página 53 “HORA” na página 59 “MINUTO” na página 61 “MÊS” na página 60 “SEGUNDO” na página 64 “ANO” na página 48 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SEGUNDO A função SEGUNDO tem como resultado os segundos de um determinado valor de data/hora. hora é um valor de data/hora. Exemplo =SEGUNDO("6/4/88 11:59:22 AM") tem como resultado 22. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “DIA” na página 53 “HORA” na página 59 “MINUTO” na página 61 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 64 Capítulo 3    Funções de data e hora . A parte da data é ignorada por esta função.

60 e 60 respectivamente. os minutos e os segundos somarem mais do que 24 horas. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =TEMPO(16. Exemplos =TEMPO(12. ÂÂ minutos:  O número de minutos a incluir no valor devolvido. 0. minutos e segundos num valor de data/hora. TEMPO(horas. 0. minutos e segundos superiores a 24. horas é um valor numérico. segundos é um valor numérico. =TEMPO(60. estas são ignoradas. 0) tem como resultado 15:00. 0) tem como resultado 4:00. =TEMPO(0. 900. 0) tem como resultado 12:00.25. estas são ignoradas. 0) tem como resultado 12:00. são repetidamente subtraídas 24 horas até o valor ser inferior a 24 horas. ÂÂ segundos:  O número de segundos a incluir no valor devolvido.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TEMPO A função TEMPO converte valores separados para horas. =TEMPO(4. Se em minutos existirem casas decimais. Se em horas existirem casas decimais. segundos) ÂÂ horas:  O número de horas a incluir no valor devolvido. minutos. 0. 45. 30) tem como resultado 16:45. Notas de utilização ÂÂ É possível especificar valores de horas.VALOR” na página 52 “DURAÇÃO” na página 73 “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 3    Funções de data e hora 65 . Se em segundos existirem casas decimais. consulte: “DATA” na página 49 “DATA. Se as horas. estas são ignoradas. minutos é um valor numérico.

=VALOR. VALOR.VALOR.TEMPO("12:00:59") tem como resultado 0. Exemplos =VALOR. =VALOR. consulte: “Lista de funções de data e hora” na página 45 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 66 Capítulo 3    Funções de data e hora . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.5007 (arredondado a 4 casas decimais).TEMPO(hora) ÂÂ hora:  A hora que deve ser usada pela função. hora é um valor de data/hora.5 (o meio-dia representa uma metade do dia).TEMPO("21:00") tem como resultado 0.875 (21 horas ou 21:00 divididas por 24).TEMPO A função VALOR. A parte da data é ignorada por esta função.TEMPO("6/4/88 12:00") tem como resultado 0.TEMPO tem como resultado o tempo de um determinado valor de data/hora ou de uma cadeia de texto como fracção decimal de um dia de 24 horas.

A função DURAÇÃO combina valores separados para semanas. dias. um valor de duração. horas. Lista de funções de duração Função “CONVERTDUR” (página 68) O iWork disponibiliza estas funções de duração para utilização com tabelas. A função DUR2DIAS converte um valor de duração num número de dias. minutos. segundos e milissegundos e apresenta. dias e semanas. “DUR2DIAS” (página 68) “DUR2HORAS” (página 69) “DUR2MILISSEGUNDOS” (página 70) “DUR2MINUTOS” (página 71) “DUR2SEGUNDOS” (página 71) “DUR2SEMANAS” (página 72) “DURAÇÃO” (página 73)  67 .Funções de duração 4 As funções de duração permitem-lhe trabalhar mais facilmente com períodos de tempo (durações) ao fazerem a conversão entre diferentes períodos de tempo. A função DUR2MINUTOS converte um valor de duração num número de minutos. ou o valor indicado. A função DUR2MILISSEGUNDOS converte um valor de duração num número de milissegundos. Esta função é incluída para compatibilidade com outras aplicações de folhas de cálculo. se for um valor de duração. A função DUR2SEGUNDOS converte um valor de duração num número de segundos. como horas. Descrição A função CONVERTDUR avalia um determinado valor e tem como resultado ou o número de dias representado. A função DUR2HORAS converte um valor de duração num número de horas. como resultado. A função DUR2SEMANAS converte um valor de duração num número de semanas.

5417302. =CONVERTDUR(12) tem como resultado 12. se for um valor de duração. É removida em qualquer cópia do ficheiro guardada como documento do Numbers ’08 ou do Excel. ÂÂ Esta função pode ser inserida automaticamente quando um documento do Numbers ’08 é actualizado ou quando um documento do Excel ou do Appleworks é importado. 68 Capítulo 4    Funções de duração . CONVERTDUR(qualquer-valor) ÂÂ qualquer-valor:  Um valor.09027784. o resultado é o valor inalterado. Esta função é incluída para compatibilidade com outras aplicações de folhas de cálculo. o equivalente a uma semana em dias. Exemplos =CONVERTDUR("1s") tem como resultado 7.500") tem como resultado 70. Notas de utilização ÂÂ Se qualquer-valor for um valor de duração. DUR2DIAS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. =CONVERTDUR("abc") tem como resultado “abc” . Exemplos =DUR2DIAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 17. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =DUR2DIAS("10:0:13:00:05. uma vez que não é um valor de duração. qualquer-valor fica igual. o resultado é igual ao da função DUR2DIAS. qualquer-valor pode conter qualquer tipo de valor. consulte: “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DUR2DIAS A função DUR2DIAS converte um valor de duração num número de dias. caso contrário.CONVERTDUR A função CONVERTDUR avalia um determinado valor e tem como resultado ou o número de dias representado. ou o valor indicado. duração é um valor de duração.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.500") tem como resultado 1693. duração é um valor de duração.1666681. consulte: “DUR2HORAS” na página 69 “DUR2MILISSEGUNDOS” na página 70 “DUR2MINUTOS” na página 71 “DUR2SEGUNDOS” na página 71 “DUR2SEMANAS” na página 72 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DUR2HORAS A função DUR2HORAS converte um valor de duração num número de horas. DUR2HORAS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.001528. consulte: “DUR2DIAS” na página 68 “DUR2MILISSEGUNDOS” na página 70 “DUR2MINUTOS” na página 71 “DUR2SEGUNDOS” na página 71 “DUR2SEMANAS” na página 72 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 Capítulo 4    Funções de duração 69 . Exemplos =DUR2HORAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 410. =DUR2HORAS("10:0:13:00:05.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. DUR2MILISSEGUNDOS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. Exemplos =DUR2MILISSEGUNDOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 1476600005.500") tem como resultado 6094805500. duração é um valor de duração. consulte: “DUR2DIAS” na página 68 “DUR2HORAS” na página 69 “DUR2MINUTOS” na página 71 “DUR2SEGUNDOS” na página 71 “DUR2SEMANAS” na página 72 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 70 Capítulo 4    Funções de duração .“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DUR2MILISSEGUNDOS A função DUR2MILISSEGUNDOS converte um valor de duração num número de milissegundos. =DUR2MILISSEGUNDOS("10:0:13:00:05.

005.DUR2MINUTOS A função DUR2MINUTOS converte um valor de duração num número de minutos. duração é um valor de duração. Exemplos =DUR2SEGUNDOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 1476600.091666667. consulte: “DUR2DIAS” na página 68 “DUR2HORAS” na página 69 “DUR2MILISSEGUNDOS” na página 70 “DUR2SEGUNDOS” na página 71 “DUR2SEMANAS” na página 72 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DUR2SEGUNDOS A função DUR2SEGUNDOS converte um valor de duração num número de segundos. DUR2MINUTOS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido.5. Exemplos =DUR2MINUTOS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 24610. DUR2SEGUNDOS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. Capítulo 4    Funções de duração 71 . =DUR2MINUTOS("10:0:13:00:05. =DUR2SEGUNDOS("10:0:13:00:05.0000833333.500") tem como resultado 6094805. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. duração é um valor de duração.500") tem como resultado 101580.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. duração é um valor de duração. consulte: “DUR2DIAS” na página 68 “DUR2HORAS” na página 69 “DUR2MILISSEGUNDOS” na página 70 “DUR2MINUTOS” na página 71 “DUR2SEGUNDOS” na página 71 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 72 Capítulo 4    Funções de duração . DUR2SEMANAS(duração) ÂÂ duração:  O período de tempo a ser convertido. consulte: “DUR2DIAS” na página 68 “DUR2HORAS” na página 69 “DUR2MILISSEGUNDOS” na página 70 “DUR2MINUTOS” na página 71 “DUR2SEMANAS” na página 72 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DUR2SEMANAS A função DUR2SEMANAS converte um valor de duração num número de semanas. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.500") tem como resultado 10.0773900462963. Exemplos =DUR2SEMANAS("2s 3d 2h 10m 0s 5ms") tem como resultado 2. =DUR2SEMANAS("10:0:13:00:05.44146826223545.

um valor de duração. 7.5) tem como resultado 1s 3d 12h (1 semana. Por exemplo. minutos. ÂÂ dias:  Um valor opcional que representa o número de dias. =DURAÇÃO(. DURAÇÃO(semanas. 3 dias.. 7 horas.12. 10 minutos. 15 segundos. Capítulo 4    Funções de duração 73 . milissegundos é um valor numérico. segundos. minutos. . horas é um valor numérico. Exemplos =DURAÇÃO(1) tem como resultado 1s (1 semana). dias. horas. segundos é um valor numérico. 2 dias.3505) tem como resultado 3s 2d 7h 10m 15s 350ms (3 semanas. dias. semanas é um valor numérico. ÂÂ minutos:  Um valor opcional que representa o número de minutos. =DURAÇÃO(0.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DURAÇÃO A função DURAÇÃO combina valores separados para semanas. 12 horas ou 1. 350 milissegundos). ÂÂ Os valores negativos são permitidos.1) tem como resultado 1h (1 hora). minutos é um valor numérico. como resultado. 3) teria como resultado um valor de duração de 12h 3m (12 horas e 3 minutos). segundos e milissegundos e apresenta. =DURAÇÃO(. Notas de utilização ÂÂ Um argumento que é 0 pode ser omitido. ÂÂ horas:  Um valor opcional que representa o número de horas. milissegundos) ÂÂ semanas:  Um valor que representa o número de semanas. 2. 10. Por exemplo. ÂÂ milissegundos:  Um valor opcional que representa o número de milissegundos. 15.5 semanas). =DURAÇÃO(1. dias é um valor numérico. =DURAÇÃO(3. ÂÂ segundos:  Um valor opcional que representa o número de segundos. horas. 2. -24) teria como resultado uma duração de 1 dia (2 dias menos 24 horas). mas a vírgula tem de ser incluída se forem incluídos valores posteriormente.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “DATA” na página 49 “TEMPO” na página 65 “Lista de funções de duração” na página 67 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 74 Capítulo 4    Funções de duração .

A função CONVERTER converte um número de um sistema de medição para o respectivo valor correspondente noutro sistema de medição.EM. A função BINADEC converte um número binário no número decimal correspondente.Funções de engenharia 5 As funções de engenharia permitem-lhe calcular alguns valores de engenharia comuns e fazer conversões entre diferentes bases numéricas. “DECABIN” (página 86) “DECAHEX” (página 87)  75 . A função BINAOCT converte um número binário no número octal correspondente. Lista de funções de engenharia Função “BASE.NUM” (página 76) “BESSELJ” (página 77) “BESSELY” (página 78) “BINADEC” (página 79) “BINAHEX” (página 80) “BINAOCT” (página 81) “CONVERTER” (página 82) O iWork disponibiliza estas funções de engenharia para utilização com tabelas. A função DECABIN converte um número decimal no número binário correspondente. A função BINAHEX converte um número binário no número hexadecimal correspondente. Descrição A função BASE.EM. A função BESSELY tem como resultado a função de Bessel Yn(x) com número inteiro. A função DECAHEX converte um número decimal no número hexadecimal correspondente. A função BESSELJ tem como resultado a função de Bessel Jn(x) com número inteiro.NUM converte um número da base especificada num número de base 10.

EM.NUM(converter-cadeia. convertercadeia é um valor de cadeia.NUM A função BASE. A função OCTABIN converte um número octal no número binário correspondente. A função OCTAHEX converte um número octal no número hexadecimal correspondente. A função OCTADEC converte um número octal no número decimal correspondente. A função FUNCERRO tem como resultado a função de erro integrada entre dois valores. Tem de conter apenas números e letras aplicáveis à base do número a ser convertido. A função HEXAOCT converte um número hexadecimal no número octal correspondente. base é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 36.EM. A função HEXADEC converte um número hexadecimal no número decimal correspondente. “HEXABIN” (página 92) “HEXADEC” (página 93) “HEXAOCT ” (página 94) “NUMABASE” (página 95) “OCTABIN” (página 96) “OCTADEC” (página 97) “OCTAHEX” (página 98) BASE.EM. 76 Capítulo 5    Funções de engenharia .NUM converte um número da base especificada num número de base 10. ÂÂ base:  A base actual do número a ser convertido. BASE.Função “DECAOCT” (página 88) “DEGRAU” (página 89) “DELTA” (página 90) “FUNCERRO” (página 90) “FUNCERROCOMPL” (página 91) Descrição A função DECAOCT converte um número decimal no número octal correspondente. A função HEXABIN converte um número hexadecimal no número binário correspondente. A função DELTA determina se dois valores são exactamente iguais. A função NUMABASE converte um número de base 10 num número da base especificada. A função DEGRAU determina se um valor é superior ou exactamente igual a outro valor. A função FUNCERROCOMPL tem como resultado a função FUNCERRO complementar integrada entre um determinado limite inferior e infinito. base) ÂÂ converter-cadeia:  A cadeia que representa o número a ser convertido.

valor-n é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. =BESSELJ(25. Se em valor-n existirem casas decimais. Exemplos =BASE.9) também tem como resultado 0. consulte: “BINADEC” na página 79 “HEXADEC” na página 93 “NUMABASE” na página 95 “OCTADEC” na página 97 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BESSELJ A função BESSELJ tem como resultado a função de Bessel Jn(x) com número inteiro. estas são ignoradas. BESSELJ(qualquer-valor-x. Há outras aplicações de folha de cálculo que apresentam como resultado um valor de cadeia. =BASE. 8) tem como resultado um erro.NUM("7279". Capítulo 5    Funções de engenharia 77 . Exemplos =BESSELJ(25.EM. valor-n) ÂÂ qualquer-valor-x:  O valor x no qual pretende avaliar a função.Notas de utilização ÂÂ Esta função tem como resultado um valor numérico e pode ser adequadamente utilizada numa fórmula contendo outros valores numéricos.EM. 2) tem como resultado 68. uma vez que o dígito “9” não é válido na base 8.108343081061509. =BESSELJ(-25.EM. 3) tem como resultado 0.NUM("3f". 3.108343081061509. 16) tem como resultado 63.NUM(1000100. ÂÂ valor-n:  A ordem da função. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.108343081061509. qualquer-valor-x é um valor numérico. =BASE. uma vez que quaisquer casas decimais do valor-n são ignoradas. 3) tem como resultado -0.

ÂÂ valor-n:  A ordem da função. valor-x-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 3.117924850396893. BESSELY(valor-x-pos. valor-n) ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função. =BESSELY(-25. consulte: “BESSELJ” na página 77 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 78 Capítulo 5    Funções de engenharia .Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos =BESSELY(25. Notas de utilização ÂÂ Esta forma da função de Bessel também é conhecida como função de Neumann. 3) apresenta um erro como resultado. valor-n é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. estas são ignoradas. uma vez que não são permitidos valores negativos ou zero. Se em valor-n existirem casas decimais. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =BESSELY(25. consulte: “BESSELY” na página 78 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BESSELY A função BESSELY tem como resultado a função de Bessel Yn(x) com número inteiro. 3) tem como resultado 0.117924850396893. uma vez que quaisquer casas decimais do valor-n são ignoradas.9) também tem como resultado 0.

Apenas pode conter 0s e 1s. presume-se que é 1.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BINADEC A função BINADEC converte um número binário no número decimal correspondente. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. consulte: “BINAHEX” na página 80 “BINAOCT” na página 81 “DECABIN” na página 86 “HEXADEC” na página 93 “OCTADEC” na página 97 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 5    Funções de engenharia 79 . 3) tem como resultado 039. cadeia-binária é um valor de cadeia. converter-comprimento) ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. BINADEC(cadeia-binária. Se omitido. pelo menos. =BINADEC("100111". Exemplos =BINADEC("1001") tem como resultado 9. =BINADEC(101101) tem como resultado 45. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. se necessários para ter. Se incluído. o cumprimento especificado em converter-cumprimento. em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda.

BINAHEX(cadeia-binária. em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.BINAHEX A função BINAHEX converte um número binário no número hexadecimal correspondente. =BINAHEX("100111". os números negativos serão sempre de 8 dígitos. converter-comprimento) ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. o cumprimento especificado em converter-cumprimento. consulte: “BINADEC” na página 79 “BINAOCT” na página 81 “DECAHEX” na página 87 “HEXABIN” na página 92 “OCTAHEX” na página 98 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 80 Capítulo 5    Funções de engenharia . =BINAHEX(101101) tem como resultado 2D. Se incluído. Exemplos =BINAHEX("100101") tem como resultado 25. ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. Por conseguinte. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois. cadeia-binária é um valor de cadeia. com base em 32 bits. Se omitido. 3) tem como resultado 027. Apenas pode conter 0s e 1s. se necessários para ter. pelo menos. presume-se que é 1. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32.

Por conseguinte. cadeia-binária é um valor de cadeia. =BINAOCT("100111". 3) tem como resultado 047. ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. Se omitido. com base em 32 bits. os números negativos serão sempre de 11 dígitos. BINAOCT(cadeia-binária. Se incluído. presume-se que é 1.BINAOCT A função BINAOCT converte um número binário no número octal correspondente. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. consulte: “BINAHEX” na página 80 “DECAOCT” na página 88 “HEXAOCT ” na página 94 “OCTABIN” na página 96 “BINADEC” na página 79 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 5    Funções de engenharia 81 . em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. se necessários para ter. Apenas pode conter 0s e 1s. Exemplos =BINAOCT("10011") tem como resultado 23. pelo menos. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois. converter-comprimento) ÂÂ cadeia-binária:  A cadeia que representa o número a ser convertido. o cumprimento especificado em converter-cumprimento.

"kg") tem como resultado 4.9 mililitros). Tem de ser uma das constantes especificadas. Se o valor for inserido numa célula referenciada. ÂÂ converter-de:  A unidade actual do número a ser convertido.chá".2. em vez de ser digitado directamente na função.2 milhas são aproximadamente 42.8 metros). "c. As maiúsculas/minúsculas são importantes e têm de ser estritamente seguidas. converter-num é um valor numérico. as aspas incluídas nas tabelas não são necessárias. "mi".08 quilogramas). "lbm". CONVERTER(converter-num. Notas de utilização ÂÂ Os valores possíveis para converter-de e converter-em estão contidos em tabelas que seguem os exemplos (“Unidades de conversão suportadas” na página 83). =CONVERTER (26. As tabelas estão organizadas por categoria.164.92892159375 (1 colher de chá são aproximadamente 4. ÂÂ converter-em:  A nova unidade do número a ser convertido. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.CONVERTER A função CONVERTER converte um número de um sistema de medição para o respectivo valor correspondente noutro sistema de medição. converter-em é um valor de cadeia. "ml") tem como resultado 4. consulte: “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 82 Capítulo 5    Funções de engenharia . converter-em) ÂÂ converter-num:  O número a converter. converter-de é um valor de cadeia.08233133 (9 libras são aproximadamente 4. "m") tem como resultado 42164. converter-de. Tem de ser uma das constantes especificadas. =CONVERTER(1. Exemplos =CONVERTER(9.8128 (26.

Unidades de conversão suportadas Peso e massa Medida Grama Slug Libra massa (avoirdupois) U (unidade de massa atómica) Massa em onças (avoirdupois) Constante "g” (pode ser utilizado com prefixos métricos) “sg” “lbm” "u” (pode ser utilizado com prefixos métricos) “ozm” Distância Medida Metro Milha inglesa Milha náutica Polegada Pé Jarda Angstrom Pica (1/6 pol. Postscript Pica) Constante "m” (pode ser utilizado com prefixos métricos) “mi” “Nmi” "pol” "pé” "yd” "ang” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "Pica” Duração Medida Ano Semana Dia Hora Minuto Segundo Constante "ano” "sem” "dia” "h” "mn” "s” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Capítulo 5    Funções de engenharia 83 ..

Velocidade Medida Milhas por hora Milhas por minuto Metros por hora Metros por minuto Metros por segundo Pés por minuto Pés por segundo Nó Constante "mi/h” "mi/mn” "m/h” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "m/mn” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "m/s” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "pés/mn” "pés/s” "nó” Pressão Medida Pascal Atmosfera Milímetros de mercúrio Constante "Pa” (pode ser utilizado com prefixos métricos) ”atm” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "mmHg” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Força Medida Newton Dine Libra-força Constante "N” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "din” (pode ser utilizado com prefixos métricos) “lbf” Energia Medida Joule Erg Caloria termodinâmica Caloria IT Electrão volt Cavalos-hora Constante "J” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "e” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "c” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "cal” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "eV” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "CVh” 84 Capítulo 5    Funções de engenharia .

Medida Watt-hora Pé-libra BTU Constante "Wh” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "flb” "BTU” Potência Medida Cavalos Watt Constante "CV” "W” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Magnetismo Medida Tesla Gauss Constante "T” (pode ser utilizado com prefixos métricos) "ga” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Temperatura Medida Graus Celsius Graus Fahrenheit Graus Kelvin Constante "c” "F” "K” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Líquidos Medida Colher de chá Colher de sobremesa Onça fluida Chávena Pinta EUA Pinta R. Quarto Galão Litro Constante "c.sob” "oz” "Cháv” "pt” "pt_ru” "qt” "gal” "l” (pode ser utilizado com prefixos métricos) Capítulo 5    Funções de engenharia 85 .chá” ”c.U.

Se incluído. “Wh” . se necessários para ter. “atm” . “m/s” . “s” . “e” . converter-comprimento) ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal é um valor de cadeia. o cumprimento especificado em converter-cumprimento. “eV” . “m” . “u” . pelo menos. “N” . “J” . “W” . presume-se que é 1. “m/h” . “ang” . Se omitido. ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. DECABIN(cadeia-decimal. “mmHg” . Apenas pode conter os números 0 a 9. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. “cal” .Prefixos métricos Medida hexa peta tera giga mega quilo hecto deca deci centi mili micro nano pico femto ato Constante "e” ”P” "T” "g” "M” "K” "h” "e” "d” "c” "M” "u” ou “µ” "N” ”P” "F” "a” Multiplicador 1E+18 1E+15 1E+12 1E+09 1E+06 1E+03 1E+02 1E+01 1E-01 1E-02 1E-03 1E-06 1E-09 1E-12 1E-15 1E-18 Notas de utilização ÂÂ Estes prefixos só podem ser utilizados com as constantes métricas “g” . “c” . DECABIN A função DECABIN converte um número decimal no número binário correspondente. “T” . “m/mn” . “din” . “K” e “l” . “Pa” . em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda. “ga” . 86 Capítulo 5    Funções de engenharia .

Exemplos =DECAHEX(100) tem como resultado 64. =DECABIN("1001". ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. Se incluído. o cumprimento especificado em converter-cumprimento. 12) tem como resultado 001111101001.Exemplos =DECABIN(100) tem como resultado 01100100. se necessários para ter. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se omitido. =DECAHEX("1001". Apenas pode conter os números 0 a 9. em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda. converter-comprimento) ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. 4) tem como resultado 03E9. DECAHEX(cadeia-decimal. pelo menos. Capítulo 5    Funções de engenharia 87 . converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. consulte: “BINADEC” na página 79 “DECAHEX” na página 87 “DECAOCT” na página 88 “HEXABIN” na página 92 “OCTABIN” na página 96 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DECAHEX A função DECAHEX converte um número decimal no número hexadecimal correspondente. presume-se que é 1. cadeia-decimal é um valor de cadeia.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Apenas pode conter os números 0 a 9. em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda. consulte: “BINAOCT” na página 81 “DECABIN” na página 86 “DECAHEX” na página 87 88 Capítulo 5    Funções de engenharia . o cumprimento especificado em converter-cumprimento. se necessários para ter. Se incluído. consulte: “BINAHEX” na página 80 “DECABIN” na página 86 “DECAOCT” na página 88 “HEXADEC” na página 93 “OCTAHEX” na página 98 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DECAOCT A função DECAOCT converte um número decimal no número octal correspondente. ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do número a ser devolvido. DECAOCT(cadeia-decimal. presume-se que é 1. pelo menos. Exemplos =DECAOCT(100) tem como resultado 144. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. cadeia-decimal é um valor de cadeia. =DECAOCT("1001". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se omitido. 4) tem como resultado 1751. converter-comprimento) ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido.

20) tem como resultado 1 (VERDADEIRO). =DEGRAU(4. 5) tem como resultado 0 (FALSO). o resultado é 0 (FALSO). Exemplos =DEGRAU(-4. um vez que 4 é inferior a 5. ÂÂ degrau-número:  O tamanho do degrau. -5) tem como resultado 1 (VERDADEIRO). caso contrário. Notas de utilização ÂÂ DEGRAU tem como resultado 1 (VERDADEIRO) se comparar-num for superior ou exactamente igual a degrau-número. degrau-número) ÂÂ comparar-num:  O número a comparar. consulte: “DELTA” na página 90 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 5    Funções de engenharia 89 . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =DEGRAU(5. um vez que -4 é superior a -5. o operador = utiliza a igualdade baseada na cadeia. degrau-número é um valor numérico. =DEGRAU(20. Por comparação. um vez que 20 é exactamente igual a 20. Esta função utiliza a igualdade exacta. comparar-num é um valor numérico. DEGRAU(comparar-num. um vez que 5 é superior a 4.“HEXAOCT ” na página 94 “OCTADEC” na página 97 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DEGRAU A função DEGRAU determina se um valor é superior ou exactamente igual a outro valor. 4) tem como resultado 1 (VERDADEIRO).

presume-se que seja 0. o operador = utiliza a igualdade baseada na cadeia. superior) ÂÂ inferior:  O limite inferior. Por comparação.000) tem como resultado 1 (VERDADEIRO). ÂÂ superior:  Um argumento opcional que especifica o limite superior. comparar-a é um valor numérico. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Notas de utilização ÂÂ DELTA tem como resultado 1 (VERDADEIRO) se comparar-de for exactamente igual a comparar-a. consulte: “DEGRAU” na página 89 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FUNCERRO A função FUNCERRO tem como resultado a função de erro integrada entre dois valores. DELTA(comparar-de. comparar-a) ÂÂ comparar-de:  Um número. Exemplos =DELTA(5. 5) tem como resultado 1 (VERDADEIRO). o resultado é 0 (FALSO). FUNCERRO(inferior. =DELTA(5. =DELTA(5. 5. inferior é um valor numérico. comparar-de é um valor numérico. Se superior for omitido. caso contrário. superior é um valor numérico. -5) tem como resultado 0 (FALSO). Notas de utilização ÂÂ Esta função também é conhecida como a função de erro de Gauss. Esta função utiliza a igualdade exacta. 90 Capítulo 5    Funções de engenharia . ÂÂ comparar-a:  Um número.DELTA A função DELTA determina se dois valores são exactamente iguais.

157299207050285. consulte: “FUNCERRO” na página 90 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 5    Funções de engenharia 91 .842700792949715. consulte: “FUNCERROCOMPL” na página 91 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FUNCERROCOMPL A função FUNCERROCOMPL tem como resultado a função FUNCERRO complementar integrada entre um determinado limite inferior e infinito. 1) tem como resultado 1.84270079294971. =FUNCERROCOMPL(1) tem como resultado 0. inferior é um valor numérico. FUNCERROCOMPL(inferior) ÂÂ inferior:  O limite inferior. 1) tem como resultado 0.157299207050285. Exemplos =FUNCERROCOMPL(-1) tem como resultado 1.Exemplos =FUNCERRO(0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =FUNCERRO(1.3562611692059E-64. =FUNCERROCOMPL(12) tem como resultado 1. =FUNCERRO(-1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 8) tem como resultado 0.68540158589943.

HEXABIN

A função HEXABIN converte um número hexadecimal no número binário correspondente. HEXABIN(cadeia-hex; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por conseguinte, os números negativos serão sempre de 32 dígitos.
Exemplos =HEXABIN("F"; 8) tem como resultado 00001111. =HEXABIN(“3F”) tem como resultado 0111111.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINAHEX” na página 80 “HEXADEC” na página 93 “HEXAOCT ” na página 94 “OCTABIN” na página 96 “DECABIN” na página 86 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

92

Capítulo 5    Funções de engenharia

HEXADEC

A função HEXADEC converte um número hexadecimal no número decimal correspondente. HEXADEC(cadeia-hex; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento.
Exemplos =HEXADEC("F"; 3) tem como resultado 015. =HEXDAEC(“3F”) tem como resultado 63.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINADEC” na página 79 “DECAHEX” na página 87 “HEXABIN” na página 92 “HEXAOCT ” na página 94 “OCTADEC” na página 97 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 5    Funções de engenharia

93

HEXAOCT

A função HEXAOCT converte um número hexadecimal no número octal correspondente. HEXAOCT(cadeia-hex; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-hex:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-hex é um valor de cadeia. Tem de conter apenas os números 0 a 9 e as letras A a F.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por conseguinte, os números negativos serão sempre de 11 dígitos.
Exemplos =HEXAOCT("F"; 3) tem como resultado 017. =HEXAOCT(“4E”) tem como resultado 116.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINAOCT” na página 81 “DECAOCT” na página 88 “HEXABIN” na página 92 “HEXADEC” na página 93 “OCTAHEX” na página 98 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

94

Capítulo 5    Funções de engenharia

NUMABASE

A função NUMABASE converte um número de base 10 num número da base especificada. NUMABASE(cadeia-decimal; base; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-decimal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-decimal é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 9.
ÂÂ base:  A nova base do número a ser convertido. base é um valor numérico e tem de

estar no intervalo de 1 a 36.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento.
Exemplos =NUMABASE(16; 16) tem como resultado 10. =NUMABASE(100; 32; 4) tem como resultado 0034. =NUMABASE(100;2) tem como resultado 1100100.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BASE.EM.NUM” na página 76 “DECABIN” na página 86 “DECAHEX” na página 87 “DECAOCT” na página 88 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 5    Funções de engenharia

95

OCTABIN

A função OCTABIN converte um número octal no número binário correspondente. OCTABIN(cadeia-octal; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por conseguinte, os números negativos serão sempre de 32 dígitos.
Exemplos =OCTABIN(127;8) tem como resultado 01010111. =OCTABIN(15) tem como resultado 01101.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINAOCT” na página 81 “DECABIN” na página 86 “HEXABIN” na página 92 “OCTADEC” na página 97 “OCTAHEX” na página 98 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

96

Capítulo 5    Funções de engenharia

OCTADEC

A função OCTADEC converte um número octal no número decimal correspondente. OCTADEC(cadeia-octal; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento.
Exemplos =OCTADEC(127;4) tem como resultado 0087. =OCTADEC(15) tem como resultado 13.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINADEC” na página 79 “DECAOCT” na página 88 “OCTABIN” na página 96 “OCTAHEX” na página 98 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 5    Funções de engenharia

97

OCTAHEX

A função OCTAHEX converte um número octal no número hexadecimal correspondente. OCTAHEX(cadeia-octal; converter-comprimento) ÂÂ cadeia-octal:  A cadeia que representa o número a ser convertido. cadeia-octal é um valor de cadeia. Apenas pode conter os números 0 a 7.
ÂÂ converter-comprimento:  Um valor opcional que especifica o tamanho mínimo do

número a ser devolvido. converter-comprimento é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 32. Se omitido, presume-se que é 1. Se incluído, em convertercadeia são acrescentados zeros à esquerda, se necessários para ter, pelo menos, o cumprimento especificado em converter-cumprimento. Notas de utilização ÂÂ Esta função utiliza a anotação de complemento para dois, com base em 32 bits. Por conseguinte, os números negativos serão sempre de 8 dígitos.
Exemplos =OCTAHEX(127;4) tem como resultado 0057. =OCTAHEX(15) tem como resultado 0D.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “BINAHEX” na página 80 “DECAHEX” na página 87 “HEXAOCT ” na página 94 “OCTABIN” na página 96 “OCTADEC” na página 97 “Lista de funções de engenharia” na página 75 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

98

Capítulo 5    Funções de engenharia

Funções financeiras 6 As funções financeiras permitem-lhe trabalhar mais facilmente com cash-flows. com base numa taxa de depreciação especificada. anuidades e investimentos ao resolver problemas como o montante de depreciação anual de um activo. A função BDD calcula o montante da depreciação de um activo com base numa taxa de depreciação especificada. A função BD calcula o montante da depreciação de um activo para um período especificado utilizando o método de redução fixa do saldo. “AMORTD” (página 104) “BD” (página 105) “BDD” (página 107) “BDV” (página 108) “CUPDIAS” (página 110)  99 . Descrição A função AMORT calcula o montante da depreciação de um activo para um período único utilizando o método de linha recta. A função CUPDIAS calcula o número de dias do período do cupão em que ocorre a liquidação. os juros obtidos com um investimento e o preço de mercado actual de um título. Lista de funções financeiras Função “AMORT” (página 103) O iWork disponibiliza estas funções financeiras para utilização com tabelas. activos depreciáveis. A função AMORTD calcula o montante da depreciação de um activo para um período especificado utilizando o método da soma dos dígitos dos anos. A função BDV calcula o montante da depreciação de um activo durante um intervalo de tempo seleccionado.

A função É.Função “CUPDIASINLIQ” (página 111) Descrição A função CUPDIASINLIQ calcula o número de dias entre o início do período do cupão em que ocorre a liquidação e a data de liquidação. A função DURAÇÃOTÍTULO calcula a média ponderada do valor actual dos cash-flows para um valor nominal presumido de $100. A função CUPDIASPRÓX calcula o número de dias entre a data de liquidação e o final do período do cupão em que ocorre a liquidação. A função DURAÇÃOTÍTULOM calcula a média ponderada modificada do valor actual dos cashflows para um valor nominal presumido de $100. A função CUPNÚM calcula o número de cupões a serem pagos entre a data de liquidação e a data de maturidade.PGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. “CUPDIASPRÓX” (página 113) “CUPNÚM” (página 114) “DESC” (página 115) “DURAÇÃOTÍTULO” (página 117) “DURAÇÃOTÍTULOM” (página 118) “EFECTIVA” (página 119) “É. A função EFECTIVA calcula a taxa de juro anual efectiva a partir da taxa de juro anual nominal com base no número de períodos compostos por ano. Esta função é fornecida para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo.PGTO” (página 120) “IPGTO” (página 122) 100 Capítulo 6    Funções financeiras . A função DESC calcula a taxa de desconto anual de um título que não paga juros e é vendido com desconto no seu valor de amortização. A função IPGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.

A função NOMINAL calcula a taxa de juro anual nominal a partir da taxa de juro anual efectiva com base no número de períodos compostos por ano. A função PGTO calcula o pagamento periódico fixo de um empréstimo ou de uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. A função JUROSACUMV calcula o total de juros acumulados adicionados ao preço de compra de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros apenas na maturidade. A função NPER calcula o número de períodos de pagamento de um empréstimo ou de uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. A função LUCRODESC calcula a taxa de juro anual efectiva de um título que é vendido com desconto na amortização e não paga juros. “JUROSACUMV” (página 125) “LUCRO” (página 127) “LUCRODESC” (página 128) “LUCROVENC” (página 129) “NOMINAL” (página 131) “NPER” (página 132) “PGTO” (página 134) “PGTOCAPACUM” (página 136) “PGTOJURACUM” (página 137) Capítulo 6    Funções financeiras 101 . A função PGTOCAPACUM calcula o capital cumulativo incluído em pagamentos de empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. A função PGTOJURACUM calcula os juros cumulativos incluídos em pagamentos de empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.Função “JUROSACUM” (página 123) Descrição A função JUROSACUM calcula os juros acumulados adicionados ao preço de compra de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros periódicos. A função LUCROVENC calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título cujos juros são apenas pagos na maturidade. A função LUCRO calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título que paga juros periódicos regulares.

A função PREÇO calcula o preço de um título que paga juros periódicos por cada $100 de valor nominal de amortização. A função TIR calcula a taxa interna de rentabilidade de um investimento que se baseia numa série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo regulares. A função PREÇOVENC calcula o preço de um título que paga juros apenas na maturidade por cada $100 de valor nominal de amortização. A função TAXAJUROS calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título cujos juros são apenas pagos na maturidade.Função “PPGTO” (página 139) Descrição A função PPGTO calcula a parcela de capital de um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. A função TLIM tem como resultado a taxa interna de rentabilidade modificada de um investimento que se baseia numa série de cashflows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo regulares. “PREÇO” (página 141) “PREÇODESC” (página 142) “PREÇOVENC” (página 144) “RECEBIDO” (página 145) “TAXA” (página 146) “ TAXAJUROS” (página 148) “TIR” (página 150) “ TLIM” (página 151) 102 Capítulo 6    Funções financeiras . A função PREÇODESC calcula o preço de um título que é vendido com desconto no valor de amortização e não paga juros por cada $100 de valor nominal de amortização. A função TAXA calcula a taxa de juro de um investimento. empréstimo ou anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. A taxa ganha em cash-flows positivos e a taxa paga para financiamento de cash-flows negativos podem diferir. A função RECEBIDO calcula o valor de maturidade de um título cujos juros são apenas pagos na maturidade.

resgate é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. a depreciação (amortização) por ano.000 após 6 anos. consulte: “BD” na página 105 “BDD” na página 107 “AMORTD” na página 104 Capítulo 6    Funções financeiras 103 . 5. vida) ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. “ VAL” (página 156) “VF” (página 157) AMORT A função AMORT calcula a depreciação de um activo para um período único utilizando o método de linha recta. vida é um valor numérico e tem de ser superior a 0.000 e tem um valor de resgate estimado de $1. ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. de um activo que custa originalmente $10. A função VAL calcula o valor actual líquido de um investimento com base numa série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo regulares. 1000.Função “VA” (página 153) Descrição A função VA calcula o valor actual de um investimento ou uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. A função VF calcula o valor futuro de um investimento com base numa série de cashflows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa.5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio). AMORT(custo. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. em dólares. Exemplo =AMORT(10000. É permitida uma parte decimal (fraccionada) de vida (por exemplo. resgate. ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 6) tem como resultado $1500.

000 e um valor de resgate de $1.600. É permitida uma parte decimal (fraccionada) de vida (por exemplo.000 após uma vida de 9 anos. 1000. ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. 8) tem como resultado $400. 2) tem como resultado $1. 1000. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. 9. 1000. resgate. consulte: “BD” na página 105 “BDD” na página 107 “AMORT” na página 103 104 Capítulo 6    Funções financeiras . o montante da depreciação para o segundo ano. 5.800. ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo.“BDV” na página 108 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 AMORTD A função AMORTD calcula o montante da depreciação de um activo para um período especificado utilizando o método da soma dos dígitos dos anos. resgate é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. o montante da depreciação para o oitavo ano. 9. 9. Exemplos =AMORTD(10000. vida. 1) tem como resultado $1.5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio). período-depr é um valor numérico e tem de ser superior a 0. período-depr) ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. =AMORTD(10000. vida é um valor numérico e tem de ser superior a 0. AMORTD(custo. Qualquer parte decimal (fraccionada) de período-depr é ignorada. o montante da depreciação para o primeiro ano relativamente a um activo com um custo inicial de $10. =AMORTD(10000.

custo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. um valor de resgate de $100 e uma vida útil prevista de 4 anos. Utilizando a função BD. ÂÂ meses-primeiro-ano:  Um argumento opcional que especifica o número de meses de depreciação no primeiro ano. ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. meses-primeiro-ano é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 12.000. Capítulo 6    Funções financeiras 105 . Qualquer parte decimal (fraccionada) de período-depr é ignorada.5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio). período-depr é um valor numérico e tem de ser superior a 0. BD(custo. vida é um valor numérico e tem de ser superior a 0. meses-primeiro-ano) ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. resgate.“BDV” na página 108 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BD A função BD calcula o montante da depreciação de um activo para um período especificado utilizando o método de redução fixa do saldo. 5. Imagine que o activo será depreciado em 12 meses no primeiro ano. período-depr. Qualquer parte decimal (fraccionada) de meses-primeiroano é ignorada. resgate é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. é possível construir uma tabela de depreciação que mostre a depreciação para cada ano. Exemplo 1 Como construir um plano de depreciação Imagine que acabou de comprar um activo por $1. É permitida uma parte decimal (fraccionada) de vida (por exemplo. ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. vida.

F2) =BD(B2. consulte: “BDD” na página 107 “AMORT” na página 103 “AMORTD” na página 104 “BDV” na página 108 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 106 Capítulo 6    Funções financeiras . E5. E2. C2. F2) =BD(B2.16) Terceiro ano ( devolve $138.50) E2.74) Quarto ano ( devolve $77. E3. E4. D2. F5) Depreciar 1 mês (devolve $36.75) custo 1000 =BD(B2. F4) Depreciar 3 meses =BD(B2. D2. C2. D2. F2) Exemplo 2 resgate 100 vida 4    período-depr    1 2 3 4 meses-primeiroano 12                               Depreciação para uma parte do primeiro ano Imagine que os factos são os mesmos do exemplo 1.50) =BD(B2. E6. C2. C2. C2. (devolve $328. excepto que o activo será depreciado em menos de 12 meses no primeiro ano.      Primeiro ano ( devolve $438) Segundo ano ( devolve $246. D2.50) E2. (devolve $219) E2. C2. F3) Depreciar 6 meses =BD(B2. D2.       custo 1000 resgate 100             vida 4             período-depr  1              meses-primeiroano    9 3 6 1 Depreciar 9 meses =BD(B2. D2. C2. D2. F6) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. (devolve $109. C2. D2. F2) =BD(B2.

ÂÂ período-depr:  O período para o qual pretende calcular a depreciação. resgate é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. factor-depr é um valor numérico. Se omitido. se desejada uma taxa de depreciação de uma ou uma vez e meia a depreciação em linha recta. custo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. vida é um valor numérico e tem de ser superior a 0. BDD(custo. ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. um valor de resgate de $100 e uma vida útil prevista de 4 anos.000.5 ou 150%. ÂÂ factor-depr:  Um número adicional que determina a taxa de depreciação. período-depr é um valor numérico e tem de ser superior a 0. F3) resgate 100    vida 4    período-depr    1 factor-depr:    2 =BDD(B2. F4)       2 2 Capítulo 6    Funções financeiras 107 . factor-depr) ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. resgate. Qualquer parte decimal (fraccionada) de período-depr é ignorada. E4. Exemplos Imagine que acabou de comprar um activo por $1. Por exemplo. mais rápida a depreciação.5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio). E3. C2. redução dupla do saldo (o resultado é $250) custo 1000 =BDD(B2. ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. redução dupla do saldo (o resultado é $500) Segundo ano. Quanto mais elevado o número. 5. período-depr. C2.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BDD A função BDD calcula o montante da depreciação de um activo com base numa taxa de depreciação especificada. É permitida uma parte decimal (fraccionada) de vida (por exemplo. D2. vida. Utilizando a função BDD. é possível determinar a depreciação para diferentes períodos e diferentes taxas de depreciação. D2. utilize 1.       Primeiro ano. presume-se que é 2 (200% para redução dupla do saldo).

redução dupla do saldo (o resultado é $25) custo =BDD(B2. recta (o resultado E7. 108 Capítulo 6    Funções financeiras . F5) resgate    vida    período-depr 3 factor-depr: 2 =BDD(B2.C2. E5.   Terceiro ano. consulte: “BD” na página 105 “AMORT” na página 103 “AMORTD” na página 104 “BDV” na página 108 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 BDV A função BDV (balanço decrescente variável) calcula o montante da depreciação de um activo durante um intervalo de tempo seleccionado.D2. C2. F6)       4 2 Primeiro ano. F7) é $250) Primeiro ano. C2. D2. linha =BDD(B2.E8. redução tripla do saldo (o resultado é $750)       1 1 =BDD(B2. E6. D2. C2.    F8)    3 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. D2. redução dupla do saldo (o resultado é $125) Quarto ano. com base numa taxa de depreciação especificada.

5.5 ou 150%. Exemplos Imagine que comprou um activo por $11. que tem um valor de resgate de $1. utilize 1. 1000. Por exemplo. ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. factor-depr é um valor numérico.00 e cuja uma vida útil prevista é de 5 anos.300.1. =BDV(11000.33. resgate é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. vida. =BDV(11000. ÂÂ não-mudar:  Um valor opcional que indica se a depreciação muda para método de linha recta. 1. ÂÂ vida:  O número de períodos ao longo dos quais o activo está a depreciar. mais rápida a depreciação. ÂÂ Se deseja determinar a depreciação que inclui apenas o primeiro período. 1) tem como resultado $792. 5.50. ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo.5 para uma vida depreciável de 5 anos e meio). partindo do princípio de que a depreciação em linha recta é utilizada quando superior à depreciação de redução do saldo. Se deseja incluir o primeiro período. não-mudar: (1. ÂÂ resgate:  O valor de resgate do activo. mudar (0. Notas de utilização ÂÂ começar-por deverá ser especificado como o período anterior ao primeiro período que deseja incluir no cálculo. a depreciação para o quinto (último) ano. Quanto mais elevado o número. 1000. utilize 0 para começar-por. 4.000.5 (150%). se desejada uma taxa de depreciação de uma ou uma vez e meia a depreciação em linha recta. VERDADEIRO):  Não mudar para o método de linha recta. o período- final deve ser 1. Capítulo 6    Funções financeiras 109 .000. 1. =BDV(11000. 0. Se omitido.00. 4. vida é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 5. factor-depr. a depreciação para o quinto (último) ano. 5. 5. partindo do princípio de que a depreciação de redução do saldo é utilizada todas as vezes (nãomudar é VERDADEIRO). custo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. não-mudar) ÂÂ custo:  O custo inicial do activo. a depreciação para o primeiro ano. começar-por. 5.BDV(custo. 1000. período-final é um valor numérico e tem de ser superior a = e superior a começar-por.5.5. ÂÂ factor-depr:  Um número adicional que determina a taxa de depreciação. presume-se que é 2 (200% para redução dupla do saldo). FALSO ou omitido):  Mudar para o método de linha recta nos anos em que a depreciação em linha recta ultrapassa a depreciação do saldo em baixa. começar-por é um valor numérico. 1. Pretende depreciar o activo utilizando o método de redução do saldo (balanço decrescente) 1. período-final. 0) tem como resultado $3.386. resgate. É permitida uma parte decimal (fraccionada) de vida (por exemplo. 0) tem como resultado $1.5.

30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. em ano de 365 dias. anos de 360 dias. 110 Capítulo 6    Funções financeiras . ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. reais/reais (1):  Dias reais por mês. Tem de ser posterior à liquidação.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. em ano de 360 dias. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. consulte: “BD” na página 105 “BDD” na página 107 “AMORT” na página 103 “AMORTD” na página 104 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CUPDIAS A função CUPDIAS calcula o número de dias do período do cupão em que ocorre liquidação. dias reais por ano. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. frequência. maturidade é um valor de data/hora. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. maturidade. reais/360 (2):  Dias reais por mês. liquidação é um valor de data/hora. anual (1):  Um pagamento por ano. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. CUPDIAS(liquidação. reais/365 (3):  Dias reais por mês.

CUPDIASINLIQ(liquidação. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. Capítulo 6    Funções financeiras 111 .   =CUPDIAS(B2. que começa a 1 de Abril de 2010 e termina a 30 de Junho de 2010. F2. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. liquidação é um valor de data/hora. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. Poderia utilizar a função CUPDIAS para determinar o número de dias do período do cupão com data de liquidação. G2) liquidação 4/2/2010 maturidade 12/31/2015 frequência 4 base-dias 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Tem de ser posterior à liquidação. maturidade. anual (1):  Um pagamento por ano. uma vez que existem 91 dias no período do cupão. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. Exemplo Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. anos de 360 dias.30E/360 (4):  Meses de 30 dias. C2. D2. O resultado da função é 91. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). E2. consulte: “CUPDIASINLIQ” na página 111 “CUPDIASPRÓX” na página 113 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CUPDIASINLIQ A função CUPDIASINLIQ calcula o número de dias entre o início do período do cupão em que ocorre a liquidação e a data de liquidação. frequência. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. maturidade é um valor de data/hora.

31 de Março de 2010. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. anos de 360 dias. e a data de liquidação. reais/360 (2):  Dias reais por mês. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. anos de 360 dias.   =CUPDIASINLIQ(B2. D2. Seria o número de dias incluído no cálculo dos juros acumulados que seriam adicionados ao preço de compra do título. Exemplo Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. G2) liquidação 4/2/2010 maturidade 12/31/2015 frequência 4 base-dias 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 2 de Abril de 2010. em ano de 365 dias. em ano de 360 dias. dias reais por ano. C2. E2. reais/365 (3):  Dias reais por mês. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). F2. reais/reais (1):  Dias reais por mês. Poderia utilizar a função CUPDIASINLIQ para determinar o número de dias desde a data do último pagamento do cupão até à data de liquidação. uma vez que existem 2 dias entre a data do último pagamento do cupão. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos.trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. consulte: “CUPDIAS” na página 110 “CUPDIASPRÓX” na página 113 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 112 Capítulo 6    Funções financeiras . O resultado da função é 2.

2 de Abril de 2010.   =CUPDIASPRÓX(B2. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. frequência. 30 de Junho de 2010. reais/360 (2):  Dias reais por mês. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. anos de 360 dias. reais/365 (3):  Dias reais por mês. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. Poderia utilizar a função CUPDIASPRÓX para determinar o número de dias até à data de pagamento seguinte do cupão. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. em ano de 360 dias. maturidade. F2. dias reais por ano. O resultado da função é 89. reais/reais (1):  Dias reais por mês. Exemplo Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. E2. G2) liquidação 4/2/2010 maturidade 12/31/2015 frequência 4 base-dias 1 Capítulo 6    Funções financeiras 113 . anual (1):  Um pagamento por ano. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano.CUPDIASPRÓX A função CUPDIASPRÓX calcula o número de dias entre a data de liquidação e o final do período do cupão em que ocorre a liquidação. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. uma vez que existem 89 dias entre a data de liquidação. maturidade é um valor de data/hora. em ano de 365 dias. CUPDIASPRÓX(liquidação. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. C2. D2. Tem de ser posterior à liquidação. Seria o número de dias até ao primeiro pagamento do cupão que receberia. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. e a data do próximo pagamento do cupão. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. liquidação é um valor de data/hora. anos de 360 dias.

A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. anos de 360 dias. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. 114 Capítulo 6    Funções financeiras . reais/360 (2):  Dias reais por mês. maturidade é um valor de data/hora. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. reais/365 (3):  Dias reais por mês. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. anos de 360 dias. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. em ano de 360 dias. em ano de 365 dias. frequência. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. maturidade. dias reais por ano. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. CUPNÚM(liquidação. reais/reais (1):  Dias reais por mês. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). anual (1):  Um pagamento por ano. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. consulte: “CUPDIAS” na página 110 “CUPDIASINLIQ” na página 111 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CUPNÚM A função CUPNÚM calcula o número de cupões a serem pagos entre a data de liquidação e a data de maturidade. Tem de ser posterior à liquidação.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. liquidação é um valor de data/hora.

ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título.   =CUPNÚM(B2. uma vez que existem 23 datas de pagamento do cupão trimestrais entre 2 de Abril de 2010 e 31 de Dezembro de 2015. sendo a primeira no dia 30 de Junho de 2010.. DESC(liquidação. D2. consulte: “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESC A função DESC calcula a taxa de desconto anual de um título que não paga juros e é vendido com desconto no seu valor de amortização. F2. o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal. C2. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.Exemplo Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. Frequentemente é 100. preço. Tem de ser posterior à liquidação. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. liquidação é um valor de data/hora. O resultado da função é 23. preço é um valor numérico. maturidade é um valor de data/hora. maturidade. E2. G2) liquidação 4/2/2010 maturidade 12/31/2015 frequência 4 base-dias 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. ou seja. ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. Capítulo 6    Funções financeiras 115 . amortização. Poderia utilizar a função CUPNÚM para determinar o número de cupões que seriam de esperar entre a data de liquidação e a data de maturidade do título. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos.

a função DESC é utilizada para determinar a taxa de desconto anual do título hipotético descrito pelos valores enunciados. F2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 preço 67. em ano de 365 dias. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. a taxa de desconto anual.30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. Exemplo Neste exemplo. reais/360 (2):  Dias reais por mês.64 amortização 100 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. consulte: “PREÇODESC” na página 142 “LUCRODESC” na página 128 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 116 Capítulo 6    Funções financeiras . O resultado da função é 5.   =DESC(B2. dias reais por ano. E2. anos de 360 dias. reais/reais (1):  Dias reais por mês. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).25%. em ano de 360 dias. reais/365 (3):  Dias reais por mês. D2. anos de 360 dias. C2.

lucro-anual. =DURAÇÃOTÍTULO(“4/2/2010” . Os cash-flows consistem no preço pago.05. A compra será efectuada em 2 de Abril de 2010 e a data de vencimento será em 31 Dezembro de 2015. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título.DURAÇÃOTÍTULO A função DURAÇÃOTÍTULO calcula a média ponderada do valor actual dos cash-flows para um valor nominal presumido de $100.05284. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. 0. anos de 360 dias. Capítulo 6    Funções financeiras 117 . base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. 8%). DURAÇÃOTÍTULO(liquidação. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. com base na duração de Macauley. A taxa do cupão é 5%. anos de 360 dias. lucro-anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. 8%). ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. frequência. dias reais por ano. reais/360 (2):  Dias reais por mês. taxa-anual. reais/365 (3):  Dias reais por mês. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. 1) tem como resultado aproximadamente 5.284% (o lucro foi calculado com a função LUCRO). 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. “12/31/2015” . Exemplo Imagine que está a pensar comprar um título hipotético. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. maturidade é um valor de data/hora. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. liquidação é um valor de data/hora. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).0208. anual (1):  Um pagamento por ano.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. 4. 0. maturidade. resultando num lucro de aproximadamente 5. com base nos dias reais. ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. reais/reais (1):  Dias reais por mês. juros recebidos e capital recebido na maturidade. Notas de utilização ÂÂ Esta função tem como resultado um valor conhecido como a duração de Macauley. em ano de 365 dias. 0. 0. em ano de 360 dias. o valor presente dos cash-flows futuros (a duração do título).08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. O título rende juros trimestralmente. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. Tem de ser posterior à liquidação.

0. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. lucro-anual. lucro-anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. maturidade é um valor de data/hora. anos de 360 dias. dias reais por ano. 118 Capítulo 6    Funções financeiras . ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. consulte: “DURAÇÃOTÍTULOM” na página 118 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DURAÇÃOTÍTULOM A função DURAÇÃOTÍTULOM calcula a média ponderada modificada do valor actual dos cash-flows para um valor nominal presumido de $100. frequência. anual (1):  Um pagamento por ano. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. taxa-anual. ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. 8%). trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. 0. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. basedias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. reais/reais (1):  Dias reais por mês. Tem de ser posterior à liquidação. liquidação é um valor de data/hora. maturidade.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. DURAÇÃOTÍTULOM(liquidação. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. 8%).

05284. O título rende juros trimestralmente. com base na duração de Macauley modificada. reais/365 (3):  Dias reais por mês. Exemplo Imagine que está a pensar comprar um título hipotético. 0. Os cash-flows consistem no preço pago. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias.05. consulte: “DURAÇÃOTÍTULO” na página 117 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 EFECTIVA A função EFECTIVA calcula a taxa de juro anual efectiva a partir da taxa de juro anual nominal com base no número de períodos compostos por ano. A compra será efectuada em 2 de Abril de 2010 e a data de vencimento será em 31 Dezembro de 2015. 8%). períodos-num-ano) ÂÂ taxa-nominal:  A taxa de juro nominal de um título. ÂÂ períodos-num-ano:  O número de períodos compostos por ano. Capítulo 6    Funções financeiras 119 . Notas de utilização ÂÂ Esta função tem como resultado um valor conhecido como a duração de Macauley modificada. com base nos dias reais. resultando num lucro de aproximadamente 5. juros recebidos e capital recebido na maturidade. anos de 360 dias. 0. =DURAÇÃOTÍTULOM(“4/2/2010” . “12/31/2015” . períodos-num-ano é um valor numérico e tem de ser superior a 0. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). 0.284% (o lucro foi calculado com a função LUCRO). 1) tem como resultado aproximadamente 4.9554.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. taxa-nominal é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.reais/360 (2):  Dias reais por mês. em ano de 365 dias. o valor presente dos cash-flows futuros (a duração do título). EFECTIVA(taxa-nominal. 4. A taxa do cupão é 5%. em ano de 360 dias. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

PGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de capital ou juros. a taxa de juro anual efectiva em caso de capitalização diária de 5%. consulte: “NOMINAL” na página 131 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 É.PGTO A função É. período. 4) tem como resultado aproximadamente 5. 8%). a taxa de juro anual efectiva em caso de capitalização mensal de 5%. 120 Capítulo 6    Funções financeiras . É. 12) tem como resultado aproximadamente 5.00%. valor-actual) ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título.05. =EFECTIVA(0.05. 2) tem como resultado aproximadamente 5. a taxa de juro anual efectiva em caso de capitalização semianual de 5%.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. =EFECTIVA(0. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos.05. taxaanual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.05.05.06%.Exemplos =EFECTIVA(0. 0.09%.12%. =EFECTIVA(0. 1) tem como resultado aproximadamente 5. períodos-num. a taxa de juro anual efectiva em caso de capitalização anual de 5%. =EFECTIVA(0. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0.13%.PGTO(taxa-anual. a taxa de juro anual efectiva em caso de capitalização trimestral de 5%. período é um número e tem de ser superior a 0. Esta função é fornecida para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. 365) tem como resultado aproximadamente 5.

Exemplo Neste exemplo. Por exemplo. a função É. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. E2) taxa-periódica =0. que representa a parcela de juros do pagamento 25 do empréstimo. Notas de utilização ÂÂ A função IPGTO tem funcionalidades adicionais e deve ser utilizada em vez da É. D2.PGTO é utilizada para determinar a parcela de juros do primeiro pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25).PGTO(B2.ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade.06/12 período 25 períodos-num =10*12 valor-actual 200000 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.PGTO. consulte: “IPGTO” na página 122 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 121 .67.   =É. valor-actual é um valor numérico. tendo em conta os factos apresentados relativos ao empréstimo. O resultado da função é aproximadamente –$791. C2. No tempo 0. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).

Exemplo Neste exemplo.IPGTO A função IPGTO calcula a parcela de juros relativa a um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. presume-se que é 0. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo.41. fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período. são devidos no início de cada período (1). 0. ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa). Por exemplo. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. que é o predefinido. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). período. tendo em conta os factos apresentados relativos ao empréstimo. após o pagamento final. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de capital ou juros. poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo). representando a parcela de juros do pagamento 25 do empréstimo. valor-actual é um valor numérico. Se omitido. Por exemplo. período é um número e tem de ser superior a 0. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. 122 Capítulo 6    Funções financeiras . ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. IPGTO(taxa-periódica. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. No tempo 0. O resultado da função é aproximadamente –$922. períodos-num. e outros tipos de pagamentos. ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva). valor-futuro é um valor numérico. valor-actual. 8%). a função IPGTO é utilizada para determinar a parcela de juros do primeiro pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25). valor-futuro. no final do período de investimento. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período.

primeiro é um valor de data/ hora e tem de estar a seguir a emissão. liquidação é um valor de data/hora. C2. emissão é um valor de data/ hora e das datas indicadas. nominal. consulte: “PGTOJURACUM” na página 137 “PGTOCAPACUM” na página 136 “PGTO” na página 134 “PPGTO” na página 139 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 JUROSACUM A função JUROSACUM calcula os juros acumulados adicionados ao preço de compra de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros periódicos. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. ÂÂ liquidação:  A data de liquidação.  =IPGTO(B2. 0. G2) taxa-periódica =0. ÂÂ primeiro:  A data do primeiro pagamento dos juros. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. Capítulo 6    Funções financeiras 123 .08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. primeiro. taxa-anual. frequência. tem de ser a primeira a ocorrer. liquidação. 8%). E2. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. base-dias) ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. D2. JUROSACUM(emissão. F2.06/12 período 25 períodos-num =10*12 valor-actual 200000 valor-futuro -100000 a-pagamento 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

G2. D2. H2) emissão 12/14/2008 primeiro 07/01/2009 liquidação 05/01/2009 taxa-anual 0. reais/reais (1):  Dias reais por mês. que representa os juros acumulados entre a data de emissão e a data de liquidação. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. F2. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. Parte-se do princípio de que a data de liquidação é antes da primeira data do cupão. em ano de 365 dias. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. Se liquidação for depois de primeiro. anos de 360 dias.   JUROSACUM (B2. Poderia utilizar a função JUROSACUM para determinar o montante de juros acumulados que seria adicionado ao preço de compra/venda. ÂÂ Utilize a função JUROSACUM para um título que pague juros apenas na maturidade. reais/365 (3):  Dias reais por mês. E2. dias reais por ano. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. a função tem como resultado os juros acumulados desde a emissão. presume-se que nominal seja 1000. reais/360 (2):  Dias reais por mês.ÂÂ nominal:  O valor nominal ou de maturidade do título. Exemplo 1 Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. Notas de utilização ÂÂ Se liquidação for antes de primeiro. anos de 360 dias. em ano de 360 dias. mas sem valor).06.10 nominal 1000 frequência 2 base-dias 0 124 Capítulo 6    Funções financeiras . C2. A função determina o valor de $38. anual (1):  Um pagamento por ano. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. nominal é um valor numérico. Se omitido (vírgula. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. a função tem como resultado os juros acumulados desde a data de pagamento do cupão imediatamente antes da liquidação.

C2. base-dias) ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. que representa os juros acumulados entre a data de pagamento do cupão imediatamente anterior e a data de liquidação. D2. nominal. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. liquidação é um valor de data/hora. emissão é um valor de data/ hora e das datas indicadas.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. JUROSACUMV(emissão. tem de ser a primeira a ocorrer. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. E2. G2. F2. O resultado da função é aproximadamente $20.10 nominal 1000 frequência 2 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Poderia utilizar a função JUROSACUM para determinar o montante de juros acumulados que seria adicionado ao preço de compra/venda. ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. Parte-se do princípio de que a data de liquidação é depois da primeira data do cupão.   JUROSACUM (B2. liquidação. taxa-anual. 8%). taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. 0. H2) emissão 12/14/2008 primeiro 07/01/2009 liquidação 09/15/2009 taxa-anual 0. Capítulo 6    Funções financeiras 125 .Exemplo 2 Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados.56. consulte: “JUROSACUMV” na página 125 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 JUROSACUMV A função JUROSACUMV calcula o total de juros acumulados adicionados ao preço de compra de um título e pagos ao vendedor quando o título paga juros apenas na maturidade.

reais/reais (1):  Dias reais por mês. em ano de 365 dias. D2. reais/360 (2):  Dias reais por mês. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. que representa os juros acumulados entre a data de emissão e a data de liquidação. presume-se que nominal seja 1000. O resultado da função é aproximadamente $138. Notas de utilização ÂÂ Utilize a função JUROSACUMV para um título que pague juros periódicos. em ano de 360 dias.10 nominal 1000 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se omitido (vírgula. Exemplo Imagine que está a considerar comprar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. F2) emissão 12/14/2007 liquidação 05/01/2009 taxa-anual 0.06. reais/365 (3):  Dias reais por mês. consulte: “JUROSACUM” na página 123 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 126 Capítulo 6    Funções financeiras . dias reais por ano. nominal é um valor numérico. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. Poderia utilizar a função JUROSACUMV para determinar o montante de juros acumulados que seria adicionado ao preço de compra/venda. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).ÂÂ nominal:  O valor nominal ou de maturidade do título.   JUROSACUMV(B2. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. mas sem valor). anos de 360 dias. E2. anos de 360 dias. C2. Este título paga juros apenas na maturidade.

com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). anos de 360 dias. o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal.25%. Exemplo Neste exemplo. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Tem de ser um valor de tipo data/hora. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.065 preço 106. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. 0. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. dias reais por ano. em ano de 365 dias.. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. amortização.50 amortização 100 frequência 2 base-dias 0 =LUCRO (B2. Frequentemente é 100. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. Tem de ser posterior à liquidação.   liquidação maturidade 06/30/2015 taxa-anual 0. F2. anos de 360 dias.LUCRO A função LUCRO calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título que paga juros periódicos regulares. maturidade. anual (1):  Um pagamento por ano. preço. a função LUCRO é utilizada para determinar o lucro anual do título hipotético descrito pelos valores enunciados. frequência. E2. ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. liquidação é um valor de data/hora. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. reais/reais (1):  Dias reais por mês. O título paga juros periódicos. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. ou seja. D2. O resultado da função é aproximadamente 5. reais/365 (3):  Dias reais por mês. taxa-anual. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. preço é um valor numérico. 05/01/2009 C2. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. LUCRO(liquidação. H2) Capítulo 6    Funções financeiras 127 . ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. em ano de 360 dias. reais/360 (2):  Dias reais por mês.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. 8%). amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. G2.

ou seja. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título.. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. LUCRODESC(liquidação. consulte: “PREÇO” na página 141 “LUCRODESC” na página 128 “LUCROVENC” na página 129 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LUCRODESC A função LUCRODESC calcula a taxa de juro anual efectiva de um título que é vendido com desconto na amortização e não paga juros. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal. Frequentemente é 100. liquidação é um valor de data/hora. em ano de 365 dias. preço. preço é um valor numérico. ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. Tem de ser um valor de tipo data/hora. anos de 360 dias. amortização. amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. em ano de 360 dias. 128 Capítulo 6    Funções financeiras . 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. dias reais por ano. Tem de ser posterior à liquidação. reais/365 (3):  Dias reais por mês. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. maturidade. reais/reais (1):  Dias reais por mês. reais/360 (2):  Dias reais por mês.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. anos de 360 dias. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos.

37%. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. tem de ser a primeira a ocorrer. consulte: “PREÇODESC” na página 142 “LUCRO” na página 127 “LUCROVENC” na página 129 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LUCROVENC A função LUCROVENC calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título cujos juros apenas são pagos na maturidade. preço. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. 8%).Exemplo Neste exemplo. emissão. Capítulo 6    Funções financeiras 129 . emissão é um valor de data/ hora e das datas indicadas. O título não paga juros e é vendido com desconto. que representa o lucro anual a um preço de aproximadamente $65. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. LUCROVENC(liquidação. taxa-anual.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo.98 amortização 100 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. O resultado da função é aproximadamente 8. Tem de ser posterior à liquidação. maturidade. F2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 preço 65. E2. a função LUCRODESC é utilizada para determinar o lucro anual efectivo do título hipotético descrito pelos valores enunciados. liquidação é um valor de data/hora. 0. Tem de ser um valor de tipo data/hora. C2.98 por $100 de valor nominal.   =LUCRODESC (B2. D2. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção.

F2. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. em ano de 360 dias. reais/365 (3):  Dias reais por mês. anos de 360 dias.002 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.   =LUCROVENC (B2. consulte: “PREÇOVENC” na página 144 “LUCRO” na página 127 “LUCRODESC” na página 128 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 130 Capítulo 6    Funções financeiras .565%. E2. O resultado da função é 6. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. em ano de 365 dias. O título paga juros apenas na maturidade.065 preço 99. dias reais por ano. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). a função LUCROVENC é utilizada para determinar o lucro anual efectivo do título hipotético descrito pelos valores enunciados. reais/reais (1):  Dias reais por mês. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos.ÂÂ preço:  O custo do título por $100 de valor nominal. anos de 360 dias. preço é um valor numérico. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. Exemplo Neste exemplo. C2. D2. G2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 emissão 12/14/2008 taxa-anual 0. reais/360 (2):  Dias reais por mês.

2) tem como resultado aproximadamente 5. a taxa de juros nominal anual.12% se tiver baseado numa capitalização mensal. 4) tem como resultado aproximadamente 5.00%.0512. =NOMINAL(0. Exemplos =NOMINAL(0.00% se tiver baseado numa capitalização anual. se a taxa efectiva de 5.0500. ÂÂ períodos-num-ano:  O número de períodos compostos por ano. 365) tem como resultado aproximadamente 5. se a taxa efectiva de 5. se a taxa efectiva de 5.0509. a taxa de juros nominal anual.13% se tiver baseado numa capitalização diária.NOMINAL A função NOMINAL calcula a taxa de juro anual nominal a partir da taxa de juro anual efectiva com base no número de períodos compostos por ano. se a taxa efectiva de 5. =NOMINAL(0. períodos-num-ano é um valor numérico e tem de ser superior a 0.0506. 8%). períodos-num-ano) ÂÂ taxa-juro-efectiva:  A taxa de juro efectiva de um título. 1) tem como resultado aproximadamente 5.00%.0513.00%. taxa-juro-efectiva é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.09% se tiver baseado numa capitalização trimestral. =NOMINAL(0.06% se tiver baseado numa capitalização semianual. NOMINAL(taxa-juro-efectiva. 0. a taxa de juros nominal anual.00%. 12) tem como resultado aproximadamente 5. a taxa de juros nominal anual. consulte: “EFECTIVA” na página 119 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 131 . se a taxa efectiva de 5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.00%. a taxa de juros nominal anual.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. =NOMINAL(0.

um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva). A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. valor-futuro é um valor numérico. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. especificado como número negativo. poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo). valor-futuro. no final do período de investimento. valor-actual. 132 Capítulo 6    Funções financeiras . pagamento. ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. poderia ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo). pagamento é um valor numérico. ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa). Em cada período. Por exemplo. NPER(taxa-periódica. que é o predefinido. 0. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. são devidos no início de cada período (1). um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. após o pagamento final.NPER A função NPER calcula o número de períodos de pagamento de um empréstimo ou de uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. Por exemplo. a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período. Por exemplo. No tempo 0. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. e outros tipos de pagamentos.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. valor-actual é um valor numérico. 8%).

000) a uma taxa anual de 7%. Com a função NPER.000 para colocar numa conta poupança hoje e pode fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês.000 de parte na altura em que a sua filha entrar na universidade. que é $200. seriam aproximadamente 181 períodos ou 15 anos e 1 mês.500.000 para dar hoje como entrada e pode efectuar um pagamento mensal de $1. C2.07/12 pagamento -1500 valor-actual 170000 valor-futuro 0 a-pagamento 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. C2. D2.5%. E2. O seu tio mostra-se disposto a emprestar-lhe a diferença entre o preço de venda da cabana. Com base nas suposições apresentadas. é possível determinar o número de períodos em que precisaria de efectuar o pagamento de $200. F2) taxa-periódica =0. Com a função NPER. F2) taxa-periódica =0. é possível determinar o número de meses que seriam necessários para pagar o empréstimo ao seu tio. Tem $30. Prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4.045/12 pagamento -200 valor-actual -50000 valor-futuro 150000 a-pagamento 1 Exemplo 2 Imagine que está a planear comprar a cabana de montanha do seu tio. Tem $50.000.   =NPER(B2. E2. Pensa que será necessário ter $150.   =NPER(B2. consulte: “VF” na página 157 “PGTO” na página 134 “VA” na página 153 “TAXA” na página 146 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 6    Funções financeiras 133 . e a entrada (tomaria então como empréstimo $170. Com base nas suposições apresentadas. sendo os juros pagos mensalmente.Exemplo 1 Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. seriam aproximadamente 184 períodos ou 15 anos e 4 mês. D2.

PGTO(taxa-periódica. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. Se omitido. poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo). valor-actual. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa). Por exemplo. valor-futuro é um valor numérico. valor-futuro. no final do período de investimento. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). Por exemplo. que é o predefinido. são devidos no início de cada período (1). valor-actual é um valor numérico. após o pagamento final. 0. ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PGTO A função PGTO calcula o pagamento periódico fixo de um empréstimo ou de uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. e outros tipos de pagamentos. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. períodos-num. 8%). 134 Capítulo 6    Funções financeiras . começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. presume-se que é 0.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva). A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. No tempo 0. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo.

consulte: “VF” na página 157 “IPGTO” na página 122 “NPER” na página 132 “PPGTO” na página 139 “VA” na página 153 “TAXA” na página 146 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 135 . C2. a função PGTO é utilizada para determinar o pagamento fixo tendo em conta os factos apresentados relativos ao empréstimo.Exemplo Neste exemplo.06/12 períodos-num =10*12 valor-actual 200000 valor-futuro -100000 a-pagamento 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. E2. F2) taxa-periódica =0. A função determina o valor de –$1. D2.610.   =PGTO(B2.21. que representa o pagamento fixo (negativo porque trata-se de um cash outflow) que teria de fazer por este empréstimo.

valor-actual. períodos-num. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.313. ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. O resultado da função é $6. O montante de capital pago no primeiro ano é apenas cerca de 18% do montante de capital pago no último ano.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo.06 e $38. No tempo 0. uma taxa de juro de 6% e um prazo de 30 anos. começar-por é um valor numérico. período-final. período-final é um valor numérico e tem de ser superior a = e superior a começar-por.000. 8%). um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Este exemplo demonstra o quão elevado poderá ser nos primeiros anos. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0.PGTOCAPACUM A função PGTOCAPACUM calcula o capital cumulativo incluído em pagamentos de empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa.75 respectivamente. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). 0. 136 Capítulo 6    Funções financeiras . fim (0):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.754. Imagine uma hipoteca com um empréstimo inicial no valor de $550. ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. A função PGTOCAPACUM pode ser utilizada para calcular os juros para qualquer período. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. começar-por. Exemplos Normalmente considera-se que o montante da redução do capital de um empréstimo é mais elevado nos últimos anos do que nos primeiros. Na seguinte tabela. PGTOCAPACUM(taxa-periódica. a função PGTOCAPACUM foi utilizada para determinar o capital pago no primeiro ano (pagamentos 1 até 12) e no último ano (pagamentos 349 até 360) do prazo do empréstimo. ÂÂ a-pagamento:  Especifica se os pagamentos devem ser efectuados no início ou no final de cada período. cum-a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. valor-actual é um valor numérico. ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo. Por exemplo.

consulte: “PGTOJURACUM” na página 137 “IPGTO” na página 122 “PGTO” na página 134 “PPGTO” na página 139 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PGTOJURACUM A função PGTOJURACUM calcula os juros cumulativos incluídos em pagamentos de empréstimos e anuidades durante um intervalo de tempo seleccionado com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. valor-actual.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. C2. F3. 8%). PGTOJURACUM(taxa-periódica. 0. E2. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. G2) PGTOCAPACUM    (B2. C2. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. D2.  taxa-periódica períodos-num 360 valor-actual =550000 começar-por 1 período-final 12 a-pagamento 0 PGTOCAPACUM =0. começar-por. F2. E3. D2. Capítulo 6    Funções financeiras 137 . a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período.06/12 (B2. períodos-num. período-final. G2)       349 360    Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.

Na seguinte tabela. C2. ÂÂ a-pagamento:  Especifica se os pagamentos devem ser efectuados no início ou no final de cada período. G2)       349 360    138 Capítulo 6    Funções financeiras . Exemplos Normalmente considera-se que o montante de juros pago num empréstimo é mais elevado nos primeiros anos. a função tem como resultado os juros acumulados desde a emissão. uma taxa de juro de 6% e um prazo de 30 anos. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. Se liquidação for depois de primeiro.06/12 (B2. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período.27 e $1.ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. valor-actual é um valor numérico.   taxa-periódica períodos-num 360 valor-actual =550000 começar-por 1 período-final 12 a-pagamento 0 PGTOJURACUM =0. Imagine uma hipoteca com um empréstimo inicial no valor de $550. A função PGTOJURACUM pode ser utilizada para calcular os juros para qualquer período. em comparação com os últimos anos. começar-por é um valor numérico. F2. ÂÂ Utilize a função JUROSACUM para um título que pague juros apenas na maturidade. F3. ÂÂ começar-por:  Primeiro período a incluir no cálculo. G2) PGTOJURACUM    (B2. Notas de utilização ÂÂ Se liquidação for antes de primeiro. E3. E2. O montante de juros pago no primeiro ano é mais do que 26 vezes superior aos juros pagos no último ano. a função PGTOJURACUM foi utilizada para determinar os juros do primeiro ano (pagamentos 1 até 12) e do último ano (pagamentos 349 até 360) do prazo do empréstimo. D2.58 respectivamente. D2. a função tem como resultado os juros acumulados desde a data de pagamento do cupão imediatamente antes da liquidação. O resultado da função é $32. Por exemplo.816. ÂÂ período-final:  Último período a incluir no cálculo. C2.256. No tempo 0. período-final é um valor numérico e tem de ser superior a = e superior a começar-por. Este exemplo demonstra o quão elevados poderão ser nos primeiros anos. fim (0):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.000. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).

valor-actual é um valor numérico. ÂÂ período:  O período de pagamento para o qual pretende calcular a quantia de capital ou juros. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. PPGTO(taxa-periódica. valor-actual.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo).Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “PGTOCAPACUM” na página 136 “IPGTO” na página 122 “PGTO” na página 134 “PPGTO” na página 139 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PPGTO A função PPGTO calcula a parcela de capital de um pagamento especificado de um empréstimo ou de uma anuidade com base em pagamentos periódicos fixos e numa taxa de juro fixa. ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. períodos-num. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. 8%). a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. Por exemplo. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. 0. Capítulo 6    Funções financeiras 139 . período. valor-futuro. período é um número e tem de ser superior a 0. No tempo 0.

ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva). que é o predefinido. O resultado da função é aproximadamente –$687. fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período. no final do período de investimento. ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa).06/12 D2. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. após o pagamento final. E2. valor-futuro é um valor numérico. C2. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda.80. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. =0. G2) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “PGTOJURACUM” na página 137 “PGTOCAPACUM” na página 136 “IPGTO” na página 122 “PGTO” na página 134 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 140 Capítulo 6    Funções financeiras . tendo em conta os factos apresentados relativos ao empréstimo. poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo). Exemplo Neste exemplo. que representa a parcela de capital do pagamento 25. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. são devidos no início de cada período (1). F2. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). Por exemplo. presume-se que é 0. a função PPGTO é utilizada para determinar a parcela de capital do primeiro pagamento do terceiro ano do prazo de empréstimo (pagamento 25).   taxa-periódica período 25 períodos-num =10*12 valor-actual 200000 valor-futuro -100000 a-pagamento 0 =PPGTO(B2. e outros tipos de pagamentos. Se omitido.

dias reais por ano.. ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. em ano de 360 dias. Tem de ser posterior à liquidação.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PREÇO A função PREÇO calcula o preço de um título que paga juros periódicos por cada $100 de valor nominal de amortização. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. 0. Frequentemente é 100. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. 0. trimestral (4):  Quatro pagamentos por ano. anual (1):  Um pagamento por ano.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. PREÇO(liquidação. maturidade é um valor de data/hora. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. Capítulo 6    Funções financeiras 141 . lucro-anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal. anos de 360 dias. ou seja. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. taxa-anual. reais/365 (3):  Dias reais por mês. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. ÂÂ frequência:  O número de pagamentos de cupões por ano. 8%). amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. em ano de 365 dias. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. 8%). amortização. anos de 360 dias. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). maturidade. basedias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. semianual (2):  Dois pagamentos por ano. ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. reais/360 (2):  Dias reais por mês. frequência. reais/reais (1):  Dias reais por mês. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. liquidação é um valor de data/hora. lucro-anual.

G2. Tem de ser posterior à liquidação. que representa o preço por $100 de valor nominal. H2) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. liquidação é um valor de data/hora. E2.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo.Exemplo Neste exemplo. lucro-anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. O título paga juros periódicos. PREÇODESC(liquidação.   liquidação maturidade 06/30/2015 taxa-anual 0.0525 amortização 100 frequência 2 base-dias 0 =PREÇO (B2.50. ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. amortização. maturidade.065 lucro-anual 0. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. 142 Capítulo 6    Funções financeiras . D2. maturidade é um valor de data/hora. consulte: “PREÇODESC” na página 142 “PREÇOVENC” na página 144 “LUCRO” na página 127 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PREÇODESC A função PREÇODESC calcula o preço de um título que é vendido com desconto no valor de amortização e não paga juros por cada $100 de valor nominal de amortização. F2. 8%). 05/01/2009 C2. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. a função PREÇO é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. A função determina o valor de –$106. lucro-anual. 0.

a função PREÇODESC é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. ou seja. dias reais por ano. reais/360 (2):  Dias reais por mês. o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal. em ano de 360 dias. reais/reais (1):  Dias reais por mês. E2.0552 amortização 100 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. que representa o preço por cada $100 de valor nominal. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). Exemplo Neste exemplo. consulte: “PREÇO” na página 141 “PREÇOVENC” na página 144 “LUCRODESC” na página 128 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 143 .. O título não paga juros e é vendido com desconto. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. O resultado da função é aproximadamente –$65. F2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 desconto 0.98. C2. anos de 360 dias. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. anos de 360 dias. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. D2.ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. em ano de 365 dias.   =PREÇODESC (B2. reais/365 (3):  Dias reais por mês. amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. Frequentemente é 100.

base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação.   =PREÇOVENC (B2. A função determina o valor de –$99.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. anos de 360 dias. maturidade é um valor de data/hora. dias reais por ano.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. O título paga juros apenas na maturidade. emissão. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. em ano de 360 dias. emissão é um valor de data/ hora e das datas indicadas. taxa-anual. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). D2. 8%). C2. anos de 360 dias. em ano de 365 dias. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. reais/365 (3):  Dias reais por mês.06565 base-dias 0 144 Capítulo 6    Funções financeiras . ÂÂ lucro-anual:  O lucro anual do título. reais/360 (2):  Dias reais por mês. PREÇOVENC(liquidação. F2. liquidação é um valor de data/hora. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. ÂÂ emissão:  A data em que o título foi primeiro emitido. 0. G2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 emissão 12/14/2008 taxa-anual 0. a função PREÇOVENC é utilizada para determinar o preço de compra ao negociar o título hipotético descrito pelos valores enunciados. 8%). Exemplo Neste exemplo. E2. que representa o preço por cada $100 de valor nominal. lucro-anual.065 lucro-anual 0.002. maturidade. reais/reais (1):  Dias reais por mês. 0. Tem de ser posterior à liquidação. lucro-anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.PREÇOVENC A função PREÇOVENC calcula o preço de um título que paga juros apenas na maturidade por cada $100 de valor nominal de amortização. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. tem de ser a primeira a ocorrer. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias.

quantia-investir. liquidação é um valor de data/hora. 0. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias. consulte: “PREÇO” na página 141 “PREÇODESC” na página 142 “LUCROVENC” na página 129 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 RECEBIDO A função RECEBIDO calcula o valor de maturidade de um título cujos juros são apenas pagos na maturidade. reais/360 (2):  Dias reais por mês. anos de 360 dias. reais/reais (1):  Dias reais por mês.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. ÂÂ taxa-anual:  A taxa anual do cupão ou taxa de juro anual indicada do título. com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu). ÂÂ quantia-investir:  A quantia investida no título. taxa-anual.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. RECEBIDO(liquidação. anos de 360 dias. em ano de 365 dias. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. 8%). Capítulo 6    Funções financeiras 145 . dias reais por ano. maturidade é um valor de data/hora. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. reais/365 (3):  Dias reais por mês. quantia-investir é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. maturidade. em ano de 360 dias. Tem de ser posterior à liquidação. taxa- anual é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.

F2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 quantia-investir 990. o montante a ser recebido na maturidade. incluindo o capital e os juros. 146 Capítulo 6    Funções financeiras .651.02 taxa-anual 0.065 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. valor-futuro.   =RECEBIDO (B2.Exemplo Neste exemplo. a função RECEBIDO é utilizada para determinar o montante recebido na maturidade do título hipotético descrito pelos valores enunciados. E2. estimativa) ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. O título paga juros apenas na maturidade. a-pagamento. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. valor-actual.83. O resultado da função é $1. Em cada período. Por exemplo. consulte: “ TAXAJUROS” na página 148 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TAXA A função TAXA calcula a taxa de juro de um investimento. pagamento. ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. TAXA(períodos-num. C2. poderia ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo). pagamento é um valor numérico. empréstimo ou anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. D2.

377% por mês. Com a função TAXA. a taxa resultante da função é de aproximadamente 0. experimente um valor negativo pequeno. Se isto não der um resultado. G2) períodos-num =15*12 pagamento -200 valor-actual -50000 valor-futuro 150000 a-pagamento 1 estimativa =0. Se omitida. ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que representa o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva). A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa).000 na altura em que a sua filha entrar na universidade. Exemplo Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. Ela acabou de fazer 3 anos e espera que ela entre na universidade dentro de 15 anos. Com base nas suposições fornecidas. que é o predefinido.ÂÂ valor-actual:  O valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. E2. é possível determinar a taxa que tem de obter na conta poupança de modo a atingir $150. ÂÂ estimativa:  Um argumento opcional que especifica a estimativa inicial da taxa de rentabilidade. Por exemplo. C2. após o pagamento final.   =TAXA(B2. valor-futuro é um valor numérico. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. 0. fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). e outros tipos de pagamentos. uma vez que períodos-num era mensal. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo.000 de parte numa conta poupança na altura em que ela entrar na universidade. Pode colocar hoje de parte $50. Ao longo dos próximos 15 anos.000 e fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês.5%. sendo os juros pagos mensalmente. D2. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo). O valor mínimo permitido é -1.52% por ano. Pensa que será necessário ter $150. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. valor-actual é um valor numérico. experimente inicialmente um valor positivo maior. ou 4. No tempo 0. F2. prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4. 8%). são devidos no início de cada período (1). estimativa é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. é considerada 10%. Se o valor predefinido não resultar numa solução. no final do período de investimento. Por exemplo.1/12 Capítulo 6    Funções financeiras 147 .

o valor de amortização do título é igual ao respectivo valor nominal. ÂÂ maturidade:  A data de maturidade do título. quantia-investir é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. Frequentemente é 100. 30/360 (0 ou omitido):  Meses de 30 dias.. maturidade é um valor de data/hora. amortização. ou seja. TAXAJUROS(liquidação. amortização é o montante a receber por $100 de valor nominal. ÂÂ amortização:  O valor de amortização por cada $100 de valor nominal. A data de liquidação é normalmente um ou mais dias depois da data da transacção. ÂÂ quantia-investir:  A quantia investida no título. ÂÂ base-dias:  Um argumento opcional que especifica o número de dias por mês e o número de dias por ano utilizados nos cálculos. consulte: “VF” na página 157 “TIR” na página 150 “NPER” na página 132 “PGTO” na página 134 “VA” na página 153 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TAXAJUROS A função TAXAJUROS calcula a taxa de juro anual efectiva em relação a um título cujos juros são apenas pagos na maturidade. maturidade.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. base-dias) ÂÂ liquidação:  A data de liquidação. quantia-investir. com o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. 148 Capítulo 6    Funções financeiras . Tem de ser posterior à liquidação. liquidação é um valor de data/hora. amortização é um valor numérico e tem de ser superior a 0. anos de 360 dias.

com o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês (30/360 europeu).85%. C2. Exemplo Neste exemplo. consulte: “RECEBIDO” na página 145 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 149 . reais/360 (2):  Dias reais por mês. dias reais por ano. D2. anos de 360 dias. a função TAXAJUROS é utilizada para determinar a taxa de juro anual efectiva do título hipotético descrito pelos valores enunciados. O resultado da função é aproximadamente 10. E2. em ano de 360 dias.83 base-dias 0 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. F2) liquidação 05/01/2009 maturidade 06/30/2015 quantia-investir 990. em ano de 365 dias. 30E/360 (4):  Meses de 30 dias.02 nominal 1651. reais/365 (3):  Dias reais por mês.   =TAXAJUROS(B2.reais/reais (1):  Dias reais por mês. O título paga juros apenas na maturidade.

0.000.000.TIR A função TIR tem como resultado a taxa interna de rentabilidade de um investimento que se baseia numa série de cash-flows potencialmente irregulares (pagamentos que não precisam de ser um montante constante) que ocorrem em intervalos de tempo regulares.   =TIR(B2:H2) Depósito inicial -75000 Ano 1 -5000 Ano 2 -7000 Ano 3 -8000 Ano 4 -9000 Ano 5 -10000 Montante necessário 150000 150 Capítulo 6    Funções financeiras . use 0 para esse período. A colecção tem de incluir. respectivamente. Notas de utilização ÂÂ Se os cash-flows (fluxos monetários) periódicos forem iguais. é considerada 10%. um valor positivo e um negativo. $7.000. no final de cada um dos próximos 5 anos. considere utilizar a função VAL.000 para colocar numa conta poupança hoje e fará um reforço da conta com o bónus que receberá da entidade patronal no final de cada ano. é possível determinar a taxa que precisará de receber por montantes investidos de forma a ter $150. Com a função TIR. A receita (cash inflow) é especificada como um número positivo e uma despesa (um cash outflow) é especificada como um número negativo. Ela acabou de fazer 13 anos e espera que ela entre na universidade dentro de 5 anos. Se omitida. experimente inicialmente um valor positivo maior.000. Com base nas suposições indicadas. Se isto não der um resultado. ÂÂ estimativa:  Um argumento opcional que especifica a estimativa inicial da taxa de rentabilidade. Tem $75. Pensa que será necessário ter $150.70%. Se um período não tiver um cash-flow. $9.000 e $10. experimente um valor negativo pequeno. pelo menos. $8. estimativa) ÂÂ intervalo-flows:  Uma colecção que contém os valores de cash-flow. a taxa seria 5. intervalo-flows é uma colecção que contém valores numéricos. prevê que seja possível colocar de parte $5.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. Exemplo 1 Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. O valor mínimo permitido é -1. Se o valor predefinido não resultar numa solução. Tendo em conta que espera um aumento do bónus em cada ano. 8%). Os cash-flows têm de ser especificados por ordem cronológica e em intervalos regulares (por exemplo. TIR(intervalo-flows. todos os meses). estimativa é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo.000 de parte para a educação da sua filha na altura em que ela entrar na universidade.000.

000 respectivamente. Com a função TIR. consulte: “ TLIM” na página 151 “ VAL” na página 156 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TLIM A função TLIM tem como resultado a taxa interna de rentabilidade modificada de um investimento que se baseia numa série de cash-flows potencialmente irregulares (pagamentos que não precisam de ser um montante constante) que ocorrem em intervalos de tempo regulares.24%. a empresa espera vender e está previsto os investidores receberem $100. é possível determinar a taxa prevista de retorno com este investimento.000. Dado que a parceria está ainda a desenvolver o produto. No quarto e quinto ano.Exemplo 2 Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. No final do sexto ano.000. a parceria prevê ser autofinanciada. No terceiro ano.   =TIR(B2:H2) Depósito inicial -50000 Ano 1 -25000 Ano 2 -10000 Ano 3 0 Ano 4 10000 Ano 5 30000 Produto das vendas 100000 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Com base nas suposições indicadas. a taxa seria de 10. é necessário investir adicionalmente $25. O investimento inicial necessário é $50. Capítulo 6    Funções financeiras 151 . A taxa ganha em cash-flows positivos e a taxa paga para financiamento de cash-flows negativos podem diferir.000 e $30. está previsto os investidores receberem $10. mas sem retorno de qualquer dinheiro aos investidores.000 e $10.000 no final do primeiro e do segundo ano respectivamente.

  Depósito inicial Ano 1 -25000 Ano 2 -10000 Ano 3 0  Ano 4 10000 Ano 5 30000 Produto das vendas 100000 =TLIM (B2:H2. Por exemplo. A receita (cash inflow) é especificada como um número positivo e uma despesa (um cash outflow) é especificada como um número negativo.0425) 152 Capítulo 6    Funções financeiras . A colecção tem de incluir. taxa-finanças. todos os meses). -50000 0. Se não existir qualquer cash-flow num determinado período.000.25% em poupanças de curto prazo (taxa-reinvestir). Com base nas suposições indicadas. a taxa seria de aproximadamente 9.000 e $10.TLIM(intervalo-flows.000 respectivamente. taxa-finanças é um valor numérico que é introduzido como valor decimal (por exemplo. ÂÂ taxa-reinvestir:  Taxa à qual o cash-flow positivo (inflow) pode ser reinvestido. Dado que a parceria está ainda a desenvolver o produto. está previsto os investidores receberem $10. ÂÂ taxa-finanças:  Taxa de juros paga por cash-flow negativo (outflow). Com a função TIR. poderá ser utilizada a taxa de investimento a curto prazo de uma empresa. 0. pelo menos. Por exemplo. taxa-reinvestir) ÂÂ intervalo-flows:  Uma colecção que contém os valores de cash-flow. mas sem retorno de qualquer dinheiro aos investidores. a parceria prevê ser autofinanciada. 8%) e representa a taxa à qual os montantes investidos (cash-flows negativos) podem ser financiados.000. poderá ser utilizado o custo de capital de uma empresa. Os cash-flows têm de ser especificados por ordem cronológica e em intervalos regulares (por exemplo. utilize 0.75%. é possível determinar a taxa prevista de retorno com este investimento. um valor positivo e um negativo.09.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo.000 no final do primeiro e do segundo ano respectivamente. Se um período não tiver um cash-flow. intervalo-flows é uma colecção que contém valores numéricos. 0. use 0 para esse período.000 e $30. 8%) e representa a taxa à qual os montantes recebidos (cash-flows positivos) podem ser reinvestidos. No quarto e quinto ano. é necessário investir adicionalmente $25. Exemplo 1 Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. taxa- reinvestir é um valor numérico que é introduzido como valor decimal (por exemplo. O investimento inicial necessário é $50.00% (taxa-finanças) e pode ganhar 4. a empresa espera vender e está previsto os investidores receberem $100. Notas de utilização ÂÂ Os cash-flows devem ter intervalos regulares.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. Imagine que pode actualmente pode tomar dinheiro de empréstimo a 9. No final do sexto ano. No terceiro ano. 0.

-25000. 0. períodos-num. consulte: “TIR” na página 150 “ VAL” na página 156 “VA” na página 153 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 VA A função VA calcula o valor actual de um investimento ou uma anuidade com base numa série de cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. A função TLIM seria então a seguinte. VA(taxa-periódica. valor-futuro. 8%). 100000}. =TLIM({-50000.Exemplo 2 Imagine os mesmos factores do exemplo 1 mas.0425) tem como resultado aproximadamente 9. 0. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. 30000. em vez de colocar os cash-flows em células individuais. 0. especifica os cash-flows como uma constante de tabela.09. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. -10000. 10000.75%. períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. Capítulo 6    Funções financeiras 153 . 0. a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. pagamento.

227.ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. Exemplo 1 Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha. são devidos no início de cada período (1). um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. e outros tipos de pagamentos. valor em dinheiro. Por exemplo. prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4. ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período. o valor-futuro pode ser omitido. é necessário incluir o valor-futuro. pagamento é um valor numérico. se períodos-num representar meses e a taxa de juros anual for 8%.5%. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. Com a função VA. Pode fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês. que é o predefinido. ou o balanço residual do empréstimo (quantia negativa). poderia ser um pagamento concentrado devido num empréstimo (negativo) ou o valor residual de um contrato de anuidade (positivo).08 dividido por 12).88. é possível determinar o montante que deve ser depositado nesta conta poupança hoje de modo que o valor na conta poupança atinja $150. fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período. após o pagamento final.00667 ou 0. Pensa que será necessário ter $150. Ao longo dos próximos 15 anos. ÂÂ Se o pagamento for especificado e não existir um valor de investimento. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. 154 Capítulo 6    Funções financeiras . valor-futuro é um valor numérico.667% (0. Por exemplo. a função tem como resultado –$50. Por exemplo. a taxa-periódica tem de ser especificada como 0. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. sendo este o montante que tem de ser hoje depositado (o resultado da função é negativo porque o depósito na conta poupança hoje é um cash outflow). no final do período de investimento. Ela acabou de fazer 3 anos e espera que ela entre na universidade dentro de 15 anos. sendo os juros pagos mensalmente.000 de parte numa conta poupança na altura em que ela entrar na universidade. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). ou balanço residual do empréstimo. ÂÂ valor-futuro:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento ou restante valor em dinheiro da anuidade (quantia positiva).000 na altura que a sua filha entre na universidade. poderia ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo). Notas de utilização ÂÂ A taxa-periódica é especificada através de um horizonte temporal de períodos-num. Com base nas suposições indicadas. Em cada período. ÂÂ Se o pagamento for omitido.

E2. Com base nas suposições fornecidas. partindo do princípio de que deseja uma taxa de juro pelo menos tão atractiva como aquela que espera obter na sua conta com taxa indexada ao mercado monetário. C2.852. A oportunidade é investir hoje num título emitido abaixo do valor nominal. D2. Com a função VA. é possível determinar o montante máximo que deveria estar disposto a pagar hoje por este título emitido abaixo do valor nominal.25%. C2. O título emitido abaixo do valor nominal vence em 14 anos e tem um valor de amortização de $100. não tendo depois nada a pagar ou a receber até à maturidade (vencimento) do título. F2) taxa-periódica 0. F2) taxa-periódica =0.   =VA(B2. consulte: “VF” na página 157 “TIR” na página 150 “NPER” na página 132 “PGTO” na página 134 “TAXA” na página 146 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 155 .000.045/12 períodos-num =15*12 pagamento -200 valor-futuro 150000 a-pagamento 1 Exemplo 2 Neste exemplo. poderia deixar o seu dinheiro numa conta poupança indexada ao mercado monetário em que teria um lucro anual previsto de 5.0525 períodos-num 14 pagamento 0 valor-futuro 100000 a-pagamento 1 Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Como alternativa. seria –$48. E2.92 (o resultado da função é um valor negativo uma vez que se trata de um cash outflow).  =VA(B2. surge-lhe uma oportunidade de investimento. D2.

a VAL seria de $50. No final do sexto ano. se os cash-flows forem mensais e a taxa de desconto anual for 8%. ÂÂ Se os cash-flows forem irregulares. utilize a função TIR.   =VAL(B2. cash-flow.00667 ou 0. esta oportunidade corresponde ao seu objectivo de 10%. cash-flow…) ÂÂ taxa-periódica-desconto:  A taxa de desconto por período.000.VAL A função VAL calcula o valor actual líquido de um investimento com base numa série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo regulares. 10%.000 e $10. No quarto e quinto ano. a taxa-periódica-desconto tem de ser especificada como 0. Os cash-flows devem ter intervalos regulares. ÂÂ cash-flow…:  Incluir opcionalmente um ou mais cash-flows adicionais. Com a função VAL. se o investimento inicial necessário for igual ou inferior a este valor. Com base nas suposições indicadas.08 dividido por 12).000 no final do primeiro e do segundo ano respectivamente. 0. está previsto os investidores receberem $10. Exemplo Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento numa parceria. Dado que a parceria está ainda a desenvolver o produto. Para investir. taxa-periódica-desconto tem de ser superior ou igual a 0. taxa-periódica-desconto é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. VAL(taxa-periódica-desconto. é necessário investir adicionalmente $25.43.000 respectivamente. Um valor positivo representa receita (cash inflow). Por exemplo. Por conseguinte.08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. mas sem retorno de qualquer dinheiro aos investidores. ÂÂ cash-flow:   O cash-flow.667% (0. 8%). a parceria prevê ser autofinanciada. deseja atingir um retorno anual de. é possível determinar o montante máximo que está disposto a investir inicialmente. Notas de utilização ÂÂ taxa-periódica-desconto é especificada com o mesmo horizonte temporal que é utilizado para os cash-flows. No terceiro ano. cash-flow é um valor numérico.913. C2:H2) taxaperiódica 0. a empresa espera vender e está previsto os investidores receberem $100. Um valor negativo representa uma despesa (cash outflow).10 Ano 1 -25000 Ano 2 -10000 Ano 3 0 Ano 4 10000 Ano 5 30000 Produto das vendas 100000 156 Capítulo 6    Funções financeiras . pelo menos.000 e $30.

ÂÂ valor-actual:  Um argumento opcional que especifica o valor do investimento inicial ou a quantia do empréstimo ou anuidade. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. a-pagamento) ÂÂ taxa-periódica:  A taxa de juro por período. Por exemplo. ÂÂ períodos-num:  O número de períodos. 0. valor-actual.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 8%). Em cada período. Por exemplo. consulte: “TIR” na página 150 “VA” na página 153 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 VF A função VF calcula o valor futuro de um investimento com base numa série de cashflows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cashflows em intervalos constantes) e numa taxa de juro fixa. poderia ser um pagamento mensal de um empréstimo (negativo) ou o pagamento periódico recebido no âmbito de uma anuidade (positivo). pagamento. pagamento é um valor numérico. taxa-periódica é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. poderia ser um montante adquirido por empréstimo (positivo) ou o pagamento inicial efectuado no âmbito de um contrato de anuidade (negativo). períodos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. períodos-num. ÂÂ pagamento:  O pagamento efectuado ou quantia recebida por período. Capítulo 6    Funções financeiras 157 .08) ou com um sinal de percentagem (por exemplo. um montante recebido é um montante positivo e um montante investido é um montante negativo. No tempo 0. VF(taxa-periódica. valor-actual é um valor numérico.

Notas de utilização ÂÂ Se pagamento for especificado e não existir qualquer investimento inicial. E2. seria melhor manter o dinheiro na conta com taxa indexada ao mercado monetário. Ela acabou de fazer 3 anos e espera que ela entre na universidade dentro de 15 anos.348. começo (1):  Os pagamentos são devidos no início de cada período. Exemplo 1 Imagine que está a planear a educação universitária da sua filha.000 num título emitido abaixo do valor nominal e nada mais. A maior parte dos pagamentos de aluguer e renda. Com base nas suposições indicadas.045/12 períodos-num =15*12 pagamento -200 valor-actual -50000 a-pagamento 1 Exemplo 2 Imagine que lhe surge uma oportunidade de investimento.000 para colocar numa conta poupança hoje e pode fazer um reforço da conta no valor de $200 no final de cada mês.000. Ao longo dos próximos 15 anos. D2. O título emitido abaixo do valor nominal vence em 14 anos e tem um valor de amortização de $100. prevê-se que a conta poupança cresça a uma taxa de juro anual de 4.0525 períodos-num 14 pagamento 0 valor-actual -50000 a-pagamento 1 158 Capítulo 6    Funções financeiras . fim (0 ou omitido):  Os pagamentos são devidos no fim de cada período.00. é possível determinar o valor futuro previsto da conta com taxa indexada ao mercado monetário. e outros tipos de pagamentos. D2. A maior parte de hipotecas e outros empréstimos requerem o primeiro pagamento no final do primeiro período (0). A oportunidade requer que invista hoje $50. F2) taxa-periódica 0. C2.03. Por conseguinte. seria $149.000 no final do período de investimento e comparar isso com o valor de amortização do título. uma vez que o respectivo valor após 14 anos ($102. sendo os juros pagos mensalmente.553. Como alternativa.348.ÂÂ a-pagamento:  Um argumento opcional que especifica se os pagamentos são devidos no início ou no fim de cada período.03) excede o valor da amortização do título ($100. são devidos no início de cada período (1). C2. que é o predefinido. se todas as suposições se revelarem conforme esperado. Uma forma de avaliar esta oportunidade seria considerar o quanto valeriam os $50. Com base nas suposições indicadas.   =VF(B2.25%. Com a função VF.   =VF(B2. é possível determinar o valor previsto da conta poupança na altura em que a sua filha entra na universidade. F2) taxa-periódica =0. poderia deixar o seu dinheiro numa conta poupança indexada ao mercado monetário em que teria um lucro anual previsto de 5.5%. seria $102. E2. Com a função VF.000). é possível omitir o valor-actual. Tem $50.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “NPER” na página 132 “ VAL” na página 156 “PGTO” na página 134 “VA” na página 153 “TAXA” na página 146 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 6    Funções financeiras 159 .

senão o resultado é FALSO. caso contrário.CÉL.Funções lógicas e de informação 7 As funções lógicas e de informação permitem-lhe mais facilmente avaliar os conteúdos de células e determinar como avaliar ou trabalhar com conteúdos de células ou resultados de fórmulas. A função FALSO apresenta como resultado o valor booleano FALSO. Lista de funções lógicas e de informação Função “E” (página 161) Descrição A função E apresenta o resultado VERDADEIRO se todos os argumentos forem verdadeiros e FALSO caso contrário. A função É.CÉL. O iWork disponibiliza estas funções lógicas e de informação para utilização com tabelas. o resultado é FALSO.ERRO” (página 163) “ÉÍMPAR” (página 164) “ÉPAR” (página 165) “FALSO” (página 165) 160 . A função ÉPAR apresenta o resultado VERDADEIRO se o valor for par (sem resto quando dividido por 2).VAZIA apresenta o resultado VERDADEIRO se a célula especificada estiver vazia. A função É. caso contrário. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. A função ÉÍMPAR apresenta o resultado VERDADEIRO se o valor for ímpar (com resto quando dividido por 2).VAZIA” (página 162) “É. o resultado é FALSO.ERRO apresenta o resultado VERDADEIRO se uma determinada expressão for avaliada como erro. o resultado é FALSO. caso contrário. “É.

Função “NÃO” (página 166) Descrição A função NÃO apresenta como resultado o oposto do valor booleano de uma expressão especificada. o resultado é FALSO. A função SE tem como resultado um de dois valores. a função E apresenta o resultado VERDADEIRO. Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 161 . A função VERDADEIRO apresenta como resultado o valor booleano VERDADEIRO. expressão-teste pode conter qualquer coisa.ERRO tem como resultado um valor por si especificado se um determinado valor for avaliado como erro. A função OU apresenta o resultado VERDADEIRO se qualquer argumento for verdadeiro. expressão-teste…) ÂÂ expressão-teste:  Uma expressão. Se todas as expressões indicadas forem avaliadas com VERDADEIRO (verdadeiras). caso contrário. Notas de utilização ÂÂ A função E é equivalente ao operador lógico de conjunção utilizado em matemática ou lógica. E(expressão-teste. Primeiro avalia cada expressão-teste. ÂÂ expressão-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais expressões. “OU” (página 167) “SE” (página 168) “SE.ERRO” (página 170) “VERDADEIRO” (página 171) E A função E apresenta o resultado TRUE se todos os argumentos forem verdadeiros e FALSE caso contrário. A função SE. desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. o resultado é FALSO. 0 é considerado como FALSE e qualquer outro número é considerado como TRUE. caso contrário. o resultado é o valor. dependendo da expressão especificada ser avaliada com um valor booleano VERDADEIRO ou FALSO. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. Se a expressão for avaliada como número. caso contrário.

caso contrário. que é interpretado como FALSO.VAZIA apresenta o resultado TRUE (verdadeiro) se a célula especificada estiver vazia. o resultado é FALSO. célula é um valor de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia. VERDADEIRO. VERDADEIRO. 1) apresenta o resultado FALSO porque um dos argumentos é o 0 numérico. VERDADEIRO) apresenta o resultado VERDADEIRO porque ambos os argumentos são verdadeiros. o resultado é FALSE (falso). =E(1.CÉL. 1. FALSO) =SE(E(B2>60. SE(B2<=100.CÉL. 0. consulte: “SE” na página 168 “NÃO” na página 166 “OU” na página 167 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 367 “Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 367 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 É. caso contrário.Exemplos =E(VERDADEIRO. FALSO). É.CÉL. B2<=100). =E(A5>60. 162 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação . As duas funções SE seguintes irão apresentar o mesmo valor como resultado: =SE(B2>60. A5<=100) apresenta o resultado VERDADEIRO se a célula A5 contiver um número no intervalo de 61 a 100.VAZIA A função É. FALSO) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.VAZIA(célula) ÂÂ célula:  Uma referência a uma única célula de tabela.

é melhor utilizar a função SE.VAZIA(B2) apresenta o resultado FALSO.CÉL. É. A função SE. senão o resultado é FALSE (falso). consulte: “SE.ERRO.ERRO” na página 170 “É. a função apresenta o resultado VERDADEIRO.Notas de utilização ÂÂ Se a célula estiver totalmente vazia. caso contrário.ERRO fornece todas as funcionalidades de É. qualquer-expressão pode conter qualquer tipo de valor. =É.VAZIA(A1) apresenta o resultado VERDADEIRO. mas permite uma interrupção do software (trap) e não apenas uma identificação do erro.ERRO(qualquer-expressão) ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. a função apresenta o resultado FALSO.ERRO apresenta o resultado TRUE (verdadeiro) se uma determinada expressão for avaliada como erro. o resultado é FALSO.CÉL. Exemplos Se a célula de tabela A1 estiver vazia e a célula B2 for igual a 100: =É.ERRO. Se a célula contiver um espaço ou um carácter que não seja passível de ser impresso. apesar de a célula parecer estar vazia. Notas de utilização ÂÂ Muitas vezes.ERRO” na página 163 “Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 367 “Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 367 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 É. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.ERRO A função É. Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 163 .

0. =ÉÍMPAR(2) tem o resultado FALSO. o resultado é FALSE (falso).ERRO(B1/D1).75) tem o resultado VERDADEIRO. então =SE(É.ERRO(B1/D1. ÉÍMPAR(num) ÂÂ num:  Um número. a função apresenta o resultado FALSE. a função apresenta o TRUE. mas apenas requer uma função.VAZIA” na página 162 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ÉÍMPAR A função ÉÍMPAR apresenta o resultado TRUE (verdadeiro) se o número indicado for ímpar (com resto quando dividido por 2).CÉL. =ÉÍMPAR(3. uma vez que a divisão por zero resulta num erro. Exemplos =ÉÍMPAR(3) tem o resultado VERDADEIRO. =SE. consulte: “SE. num é um valor numérico.Exemplos Se B1 for um valor numérico e D1 der 0.ERRO” na página 170 “É. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. caso contrário. a função dá erro. Notas de utilização ÂÂ Se num for texto.0) é equivalente ao exemplo anterior. Se num for o valor booleano FALSE (valor de 0). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se num for o valor booleano TRUE (valor de 1). consulte: “ÉPAR” na página 165 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 164 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação .B1/D1) apresenta o resultado 0.

75) tem o resultado VERDADEIRO. a função apresenta o resultado FALSE. Exemplos =ÉPAR(2) tem o resultado VERDADEIRO. Se num for o valor booleano FALSE (valor de 0). num é um valor numérico. consulte: “ÉÍMPAR” na página 164 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FALSO A função FALSO apresenta como resultado o valor booleano FALSO. caso contrário.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ÉPAR A função ÉPAR apresenta o resultado TRUE (verdadeiro) se o número indicado for par (sem resto quando dividido por 2). ÉPAR(num) ÂÂ num:  Um número. a função apresenta o resultado TRUE. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. o resultado é FALSE (falso). Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. =ÉPAR(2. Notas de utilização ÂÂ Se num for texto. Se num for o valor booleano TRUE (valor de 1). Capítulo 7    Funções lógicas e de informação 165 . a função dá erro. =ÉPAR(3) tem o resultado FALSO.

0 é considerado como FALSE e qualquer outro número é considerado como TRUE. ÂÂ Em vez de utilizar a função FALSO. NÃO(qualquer-expressão) ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =OU(A9. tem de incluir o parêntesis: =FALSO(). =E(1. Exemplos =NÃO(0) apresenta o resultado VERDADEIRO porque 0 é interpretado como FALSO. Exemplos =FALSO() tem como resultado o valor booleano FALSO.FALSO() Notas de utilização ÂÂ A função FALSO não tem argumentos. NÃO(A9)) tem sempre o resultado VERDADEIRO porque A9 ou o respectivo oposto será sempre verdadeiro. Se a expressão for avaliada como número. desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. FALSO()) tem como resultado o valor booleano FALSO. 166 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação . =NÃO(OU(FALSO. FALSO)) apresenta o resultado VERDADEIRO porque nenhum dos argumentos do OU lógico é verdadeiro. consulte: “VERDADEIRO” na página 171 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 NÃO A função NÃO apresenta como resultado o oposto do valor booleano de uma expressão especificada. Porém. qualquer-expressão pode conter qualquer coisa. é possível especificar um valor booleano de FALSO ao digitar simplesmente FALSO (ou false) numa célula ou como argumento da função.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “E” na página 161 “SE” na página 168 “OU” na página 167 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

OU

A função OU apresenta o resultado TRUE se qualquer argumento for verdadeiro; caso contrário, o resultado é FALSE. OU(qualquer-expressão; qualquer-expressão…) ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter qualquer coisa, desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a expressão for avaliada como número, 0 é considerado como FALSE e qualquer outro número é considerado como TRUE.
ÂÂ qualquer-expressão…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que

contenham valores a testar. Notas de utilização ÂÂ A função OU é equivalente à disjunção inclusiva ou disjunção lógica utilizada em matemática ou lógica. Primeiro avalia cada expressão. Se qualquer das expressões indicadas for avaliada como VERDADEIRO, a função OU apresenta o resultado VERDADEIRO; caso contrário, o resultado é FALSO.
ÂÂ Se uma expressão for numérica, o valor de 0 é interpretado como FALSO e qualquer

outro valor que não seja zero é interpretado como VERDADEIRO.
ÂÂ OU é frequentemente utilizado com a função SE quando tem de ser considerada

mais do que uma condição.
Exemplos =OU(A1+A2<100; B1+B2<100) apresenta o resultado FALSO se as somas das células indicadas foram ambas superiores ou iguais a 100 e VERDADEIRO se, pelo menos, uma das somas for inferior a 100. =OU(5; 0; 6) apresenta o resultado VERDADEIRO porque, pelo menos, um argumento não é zero.

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação

167

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “E” na página 161 “SE” na página 168 “NÃO” na página 166 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 367 “Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 367 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

SE

A função SE tem como resultado um de dois valores, dependendo da expressão especificada ser avaliada com um valor booleano TRUE (verdadeiro) ou FALSE (falso). SE(se-expressão; se-true; se-false) ÂÂ se-expressão:  Uma expressão lógica. se-expressão pode conter qualquer coisa, desde que a expressão possa ser avaliada como um booleano. Se a expressão for avaliada como número, 0 é considerado como FALSE e qualquer outro número é considerado como TRUE.
ÂÂ se-true:  O valor devolvido se a expressão for VERDADEIRO. se-true pode conter

qualquer tipo de valor. Se omitido (vírgula, mas sem valor), SE apresenta o resultado 0.
ÂÂ se-false:  Um argumento opcional que especifica o valor devolvido se a expressão

for FALSE. se-false pode conter qualquer tipo de valor. Se omitido (vírgula, mas sem valor), SE apresenta o resultado 0. Se totalmente omitido (sem vírgula depois de sefalse) e a se-expressão for avaliada como FALSO, SE apresenta o resultado FALSO. Notas de utilização ÂÂ Se o valor booleano de se-expressão for VERDADEIRO, a função tem como resultado a expressão se-true; caso contrário, o resultado é a expressão se-false.

168

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação

ÂÂ Ambos os argumentos se-true e se-false podem conter funções SE adicionais

(funções SE aninhadas).
Exemplos =SE(A5>=0; "Não negativo"; "Negativo") tem como resultado o texto "Não negativo" se a célula A5 contiver um número superior ou igual a zero ou um valor não numérico. Se a célula A5 contiver um valor inferior a 0, o resultado da função é “Negativo” . =SE(SE.ERRO(OU(ÉPAR(B4+B5),ÉÍMPAR(B4+B5), FALSE),), “Todos são números” , “Nem todos os números”) tem como resultado o texto “Todos são números” se ambas as células B4 e B5 contiverem números; caso contrário, o resultado é o texto “Nem todos são números” . Consegue-se este resultado ao testar se a soma de duas células é par ou ímpar. Se a célula não for um número, as funções PAR e ÍMPAR apresentam um erro como resultado e a função SE.ERRO apresenta o resultado FALSO; caso contrário, apresenta o resultado VERDADEIRO, uma vez que ou PAR ou ÍMPAR é VERDADEIRO. Se B4 ou B5 não for um número nem booleano, a instrução SE apresentará como resultado a expressão sefalse, “Nem todos são números”; caso contrário, o resultado é a expressão se-true “Todos são números” .

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “E” na página 161 “NÃO” na página 166 “OU” na página 167 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Interrupção de software em caso de divisão por zero” na página 368 “Como adicionar comentários com base no conteúdo de células” na página 367 “Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 367 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação

169

SE.ERRO

A função SE.ERRO tem como resultado um valor por si especificado se um determinado valor for avaliado como erro; caso contrário, o resultado é o valor. SE.ERRO(qualquer-expressão; se-erro) ÂÂ qualquer-expressão:  Uma expressão a ser testada. qualquer-expressão pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ se-erro:  o valor devolvido se qualquer-expressão der erro. se-erro pode conter

qualquer tipo de valor. Notas de utilização ÂÂ Utilize a função SE.ERRO para tratar erros numa fórmula. Por exemplo, se estiver a trabalhar com dados em que um valor válido para a célula D1 é 0, a fórmula =B1/ D1 resultaria num erro (divisão por zero). Este erro pode ser evitado ao utilizar uma fórmula como =SE.ERRO(B1/D1, 0) que apresenta como resultado a divisão efectiva se D1 não for zero; caso contrário, o resultado é 0.
Exemplos Se B1 for um valor numérico e D1 der 0, então: =SE.ERRO(B1/D1,0) apresenta o resultado 0, uma vez que a divisão por zero resulta num erro. =SE(SE.ERRO(B1/D1),0,B1/D1) é equivalente ao exemplo de SE.ERRO anterior, contudo, requer a utilização de SE e SE.ERRO. =SE(SE.ERRO(OU(ÉPAR(B4+B5),ÉÍMPAR(B4+B5), FALSE),), “Todos são números” , “Nem todos os números”) tem como resultado o texto “Todos são números” se ambas as células B4 e B5 contiverem números; caso contrário, o resultado é o texto “Nem todos são números” . Consegue-se este resultado ao testar se a soma de duas células é par ou ímpar. Se a célula não for um número, as funções PAR e ÍMPAR apresentam um erro como resultado e a função SE.ERRO apresenta o resultado FALSO; caso contrário, apresenta o resultado VERDADEIRO, uma vez que ou PAR ou ÍMPAR é VERDADEIRO. Se B4 ou B5 não for um número nem um booleano, a instrução SE apresentará como resultado a expressão se-false, “Nem todos são números”; caso contrário, o resultado é a expressão se-true “Todos são números” .

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “É.CÉL.VAZIA” na página 162 “É.ERRO” na página 163 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43
170 Capítulo 7    Funções lógicas e de informação

VERDADEIRO

A função VERDADEIRO apresenta como resultado o valor booleano VERDADEIRO. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. VERDADEIRO() Notas de utilização ÂÂ A função VERDADEIRO não tem argumentos. Porém, tem de incluir o parêntesis: =VERDADEIRO().
ÂÂ Em vez de utilizar a função VERDADEIRO, é possível especificar um valor booleano

de VERDADEIRO ao digitar simplesmente VERDADEIRO (ou true) numa célula ou no argumento de uma função.
Exemplos =VERDADEIRO() apresenta como resultado o valor booleano VERDADEIRO. =E(1; VERDADEIRO()) tem como resultado o valor booleano VERDADEIRO. =E(1; VERDADEIRO) funciona exactamente como o exemplo anterior.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “FALSO” na página 165 “Lista de funções lógicas e de informação” na página 160 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 7    Funções lógicas e de informação

171

Funções numéricas

8

As funções numéricas permitem-lhe mais facilmente calcular valores matemáticos normalmente utilizados. Lista de funções numéricas
Função “ABS” (página 175) “ALEATÓRIO” (página 176)

O iWork disponibiliza estas funções numéricas para utilização com tabelas.
Descrição A função ABS tem como resultado o valor absoluto de um número ou duração. A função ALEATÓRIO tem como resultado um número aleatório superior ou igual a 0 e inferior a 1. A função ALEATÓRIOENTRE tem como resultado um número inteiro aleatório dentro de um intervalo especificado. A função ARRED tem como resultado um número arredondado às casas especificadas. A função ARRED.DEFEITO arredonda um número por defeito para o múltiplo mais próximo do factor especificado. A função ARRED.EXCESSO arredonda um número por excesso para o múltiplo mais próximo do factor especificado.

“ALEATÓRIOENTRE” (página 176)

“ARRED” (página 177) “ARRED.DEFEITO” (página 178)

“ARRED.EXCESSO” (página 179)

172

Função “ARRED.PARA.BAIXO” (página 180)

Descrição A função ARRED.PARA.BAIXO tem como resultado um número arredondado para zero (arredondado para baixo), para o número de casas especificado. A função ARRED.PARA.CIMA tem como resultado um número arredondado para cima (afastandose do zero) para o número especificado de casas. A função COMBIN apresenta como resultado o número de combinações possíveis de um número de itens em grupos de um tamanho específico, ignorando a ordem dentro dos grupos. A função EXP apresenta como resultado e (a base dos logaritmos naturais) elevada à potência especificada. A função FACTDUPLO apresenta como resultado o factorial duplo de um número. A função FACTORIAL apresenta como resultado o factorial de um número. A função IMPAR arredonda um número por excesso para o número ímpar seguinte. A função INT tem como resultado o número inteiro mais próximo que é inferior ou igual ao número. A função LN apresenta como resultado o logaritmo natural de um número, a potência à qual e tem de ser elevado para resultar no número. A função LOG tem como resultado o logaritmo de um número, utilizando uma base especificada. A função LOG10 apresenta como resultado o logaritmo de base 10 de um número. A função MARRED arredonda um número para o múltiplo mais próximo de um factor especificado. A função MDC tem como resultado o máximo divisor comum dos números especificados. A função MMC tem como resultado o mínimo múltiplo comum dos números especificados. A função MULTINOMIAL tem como resultado a forma fechada do coeficiente multinomial dos números especificados. A função PAR arredonda um número por excesso para o número par seguinte.

“ARRED.PARA.CIMA” (página 182)

“COMBIN” (página 183)

“EXP” (página 184)

“FACTDUPLO” (página 184) “FACTORIAL” (página 185) “ÍMPAR” (página 186) “INT” (página 187)

“LN” (página 188)

“LOG” (página 189) “LOG10” (página 189) “MARRED” (página 190) “MDC” (página 191) “MMC” (página 192) “MULTINOMIAL” (página 193)

“PAR” (página 193)

Capítulo 8    Funções numéricas

173

incluindo apenas os números que satisfizerem uma condição especificada. A função SOMARQUAD tem como resultado a soma dos quadrados de uma colecção de números.S” (página 205) “SOMAX2DY2” (página 207) 174 Capítulo 8    Funções numéricas . A função SOMAX2DY2 tem como resultado a soma da diferença dos quadrados de valores correspondentes em duas colecções. “POTÊNCIA” (página 195) “PRODUTO” (página 196) “QUOCIENTE” (página 197) “RAIZPI” (página 198) “RAIZQ” (página 198) “RESTO” (página 199) “ROMANO” (página 200) “SINAL” (página 201) “SOMA” (página 201) “SOMARPRODUTO” (página 202) “SOMARQUAD” (página 203) “SOMA. A função PRODUTO tem como resultado o produto de um ou mais números. –1 quando é negativo e 0 quando é zero.SE” (página 204) “SOMA. A função SOMARPRODUTO tem como resultado a soma dos produtos de números correspondentes em uma ou mais gamas de células. A função SOMA tem como resultado a soma de uma colecção de números. a razão entre o perímetro de uma circunferência e o respectivo diâmetro. A função ROMANO converte um número para a numeração romana. A função RAIZQ apresenta como resultado a raiz quadrada de um número. A função SOMA.SE tem como resultado a soma de uma colecção de números. A função POTÊNCIA tem como resultado um número elevado a uma potência. A função RAIZPI tem como resultado a raiz quadrada de um número multiplicado por π (pi). A função QUOCIENTE tem como resultado o quociente inteiro de dois números. A função RESTO tem como resultado o resto de uma divisão.SE. A função SOMA. A função SINAL apresenta o resultado 1 quando determinado número é positivo.Função “PI” (página 195) Descrição A função PI tem como resultado o valor aproximado de π (pi).S tem como resultado a soma das células de uma colecção em que os valores de teste correspondem às condições indicadas.SE.

se a célula A1 estiver vazia. “SOMAXMY2” (página 208) “TRUNCAR” (página 209) ABS A função ABS tem como resultado o valor absoluto de um número ou duração. A função SOMAXMY2 tem como resultado a soma dos quadrados das diferenças entre valores correspondentes em duas colecções. dur-num é um número ou um valor de duração. ABS(dur-num) ÂÂ dur-num:  Um número ou valor de duração. =ABS(A1) tem como resultado 0. se a célula A1 contiver 5. A função TRUNCAR trunca um número para o número especificado de dígitos. =ABS(0) tem como resultado 0. =ABS(5-8) tem como resultado 3. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos =ABS(A1) tem como resultado 5. =ABS(8-5) tem como resultado 3. Notas de utilização ÂÂ O resultado da função ABS ou é um número positivo ou é 0.Função “SOMAX2SY2” (página 208) Descrição A função SOMAX2SY2 tem como resultado a soma dos quadrados de valores correspondentes em duas colecções. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 175 .

176 Capítulo 8    Funções numéricas . Notas de utilização ÂÂ Sempre que alterar um valor na tabela. superior) ÂÂ inferior:  O limite inferior. Exemplo =ALEATÓRIO() tem como resultado. inferior é um valor numérico. 0. ÂÂ superior:  O limite superior.217538648284972. Notas de utilização ÂÂ A função ALEATÓRIO não tem argumentos. Porém.ALEATÓRIO ALEATÓRIO() A função ALEATÓRIO tem como resultado um número aleatório superior ou igual a 0 e inferior a 1. é gerado um novo número aleatório superior ou igual a 0 e inferior a 1. 6. 0.4684193600 para quatro cálculos novos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 10) tem como resultado.0296026556752622 e 0. 8. superior é um valor numérico. consulte: “ALEATÓRIOENTRE” na página 176 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ALEATÓRIOENTRE A função ALEATÓRIOENTRE tem como resultado um número inteiro aleatório dentro de um intervalo especificado. é gerado um novo número aleatório entre os limites superior e inferior. por exemplo. por exemplo. tem de incluir o parêntesis: =ALEATÓRIO().6137690856. ALEATÓRIOENTRE(inferior. Exemplo =ALEATÓRIOENTRE(1. 0. 3 e 5 para cinco cálculos novos. ÂÂ Sempre que alterar um valor na tabela. 2.

DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 Capítulo 8    Funções numéricas 177 .49. =ARRED(1.222. 0) tem como resultado 1. =ARRED(1111. num-a-arredondar é um valor numérico. 0) tem como resultado -3. Um número negativo especifica dígitos à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do número). =ARRED(-2. dígitos é um valor numérico. ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter. 3) tem como resultado 1.8.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED. consulte: “ARRED. 0) tem como resultado -2. =ARRED(-2. relativamente à casa decimal.235. Um número positivo representa dígitos (casas decimais) a incluir à direita da vírgula.23456.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ARRED(num-a-arredondar. Exemplos =ARRED(1. 0) tem como resultado 2.50. -2) tem como resultado 1100. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.2. =ARRED(1. dígitos) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. consulte: “ALEATÓRIO” na página 176 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ARRED A função ARRED tem como resultado um número arredondado às casas especificadas.

DEFEITO(5. -1) tem como resultado 0. =ARRED. =ARRED.25.25.DEFEITO(-0.5) tem como resultado 7.DEFEITO arredonda um número por defeito para o múltiplo mais próximo do factor especificado.DEFEITO(73. 1) tem como resultado 0.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ARRED.PARA.DEFEITO(9. Tem de ter o mesmo sinal que num-a-arredondar.DEFEITO(0.25. =ARRED. 10) tem como resultado 70. 2.“MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED. num-a-arredondar é um valor numérico. factor é um valor numérico.PARA. 2) tem como resultado 4. factor) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado.5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =ARRED. ARRED.DEFEITO(1.DEFEITO A função ARRED.BAIXO” na página 180 “ARRED.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 178 Capítulo 8    Funções numéricas . ÂÂ factor:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo. Exemplos =ARRED.DEFEITO(num-a-arredondar. consulte: “ARRED. 1) tem como resultado 1. =ARRED.

=ARRED. 10) tem como resultado 80.BAIXO” na página 180 “ARRED. 1) tem como resultado 2. consulte: Capítulo 8    Funções numéricas 179 . =ARRED. -1) tem como resultado -2. 2) tem como resultado 6. =ARRED. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.EXCESSO arredonda um número por excesso para o múltiplo mais próximo do factor especificado.25.PARA. =ARRED.EXCESSO(1.25.“INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED.EXCESSO(0. factor-múltiplos) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado.PARA.EXCESSO(-1. ARRED.25.5.EXCESSO(5. num-a-arredondar é um valor numérico. =ARRED. 1) tem como resultado 1.EXCESSO(num-a-arredondar. 2.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ARRED.5) tem como resultado 7. factor-múltiplos é um valor numérico e tem de ter o mesmo sinal que num-aarredondar. ÂÂ factor-múltiplos:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo.EXCESSO(7. Exemplos =ARRED.EXCESSO(73.EXCESSO A função ARRED.

PARA.BAIXO(num-a-arredondar. Um número positivo representa dígitos (casas decimais) a incluir à direita da vírgula.BAIXO A função ARRED.PARA.BAIXO tem como resultado um número arredondado para zero (arredondado para baixo). num-a-arredondar é um valor numérico. dígitos é um valor numérico. 180 Capítulo 8    Funções numéricas .BAIXO” na página 180 “ARRED.“PAR” na página 193 “ARRED.PARA. ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter.PARA. dígitos) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. ARRED.PARA. relativamente à casa decimal. para o número de casas especificado.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ARRED. Um número negativo especifica dígitos à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do número).

BAIXO(1.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED.2. =ARRED.BAIXO(1.PARA. 3) tem como resultado 1.BAIXO(-2.PARA.222. 0) tem como resultado -2.23456.PARA.PARA. =ARRED.50. -2) tem como resultado 1100. consulte: “ARRED.PARA. =ARRED. =ARRED.49. 0) tem como resultado 1.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 181 .8.BAIXO(-2.234. 0) tem como resultado 1.PARA.BAIXO(1. =ARRED.Exemplos =ARRED. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.BAIXO(1111. 0) tem como resultado -2.PARA.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED.

=ARRED.CIMA(num-a-arredondar.PARA.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED. dígitos é um valor numérico.8. 0) tem como resultado -3. Exemplos =ARRED. =ARRED.23456.CIMA(-2.PARA. 0) tem como resultado -3.PARA. =ARRED. consulte: “ARRED. -2) tem como resultado 1200.PARA.CIMA(-2. 0) tem como resultado 2. 0) tem como resultado 2.PARA.PARA. ÂÂ dígitos:  O número de dígitos que pretende manter.50.CIMA(1111.BAIXO” na página 180 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 182 Capítulo 8    Funções numéricas . =ARRED. dígitos) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. =ARRED.235.PARA.49.CIMA tem como resultado um número arredondado para cima (afastando-se do zero) para o número especificado de casas. ARRED.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED. relativamente à casa decimal.PARA. Um número negativo especifica dígitos à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do número).PARA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.222.CIMA A função ARRED.2.ARRED.CIMA(1. Um número positivo representa dígitos (casas decimais) a incluir à direita da vírgula. 3) tem como resultado 1. num-a-arredondar é um valor numérico.CIMA(1.CIMA(1.PARA.

A ordem dos itens num grupo é ignorada nas combinações. Por exemplo.3) tem como resultado 3. tamanho- grupo é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. =COMBIN(3. ignorando a ordem dentro dos grupos. esta é ignorada. 1) são a mesma combinação. mas não nas permutações. utilize a função PERMUTAR. Notas de utilização ÂÂ As combinações não são o mesmo que permutações. COMBIN(elementos-total. 3) têm como resultado 10. 2) tem como resultado 3. Se elementos-total tiver uma parte decimal (fraccionada). mas são duas permutações únicas. elementos-total é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. 2. 3) e (3.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COMBIN A função COMBIN apresenta como resultado o número de combinações possíveis de um número de itens em grupos de um tamanho específico. tamanho-grupo) ÂÂ elementos-total:  O número total de elementos.2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se tamanho-grupo tiver uma parte decimal (fraccionada). ÂÂ tamanho-grupo:  O número de elementos combinados em cada grupo. esta é ignorada. consulte: “PERMUTAR” na página 293 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 183 . o número de grupos únicos que pode criar se iniciar com 3 itens e os agrupar 2 de cada vez. Exemplos =COMBIN(3. 2. Se quiser o número de permutações e não o número de combinações. As partes fraccionadas não são consideradas. (1. 2) e =COMBIN(5. 2. =COMBIN(5.

Notas de utilização ÂÂ Para um número inteiro par. consulte: “LN” na página 188 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FACTDUPLO A função FACTDUPLO apresenta como resultado o factorial duplo de um número. EXP(expoente) ÂÂ expoente:  A potência à qual pretende elevar e. EXP(LN(x)) pode não ter como resultado exactamente x. Para um número inteiro ímpar. Qualquer parte decimal (fraccionada) de num-fact é ignorada. FACTDUPLO(num-fact) ÂÂ num-fact:  Um número. Os valores no intervalo de -1 a 1 têm como resultado 1. num-fact é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a -1. mas devido ao arredondamento do ponto flutuante. Notas de utilização ÂÂ EXP e LN são matematicamente inversos sobre o domínio em que LN é definido.EXP A função EXP apresenta como resultado e (a base dos logaritmos naturais) elevada à potência especificada.71828182845905. expoente é um valor numérico. uma aproximação de e. 184 Capítulo 8    Funções numéricas . o factorial duplo é o produto de todos os números inteiros ímpares inferiores ou iguais ao número inteiro indicado e superiores ou iguais a 1. Exemplo =EXP(1) tem como resultado 2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. o factorial duplo é o produto de todos os números inteiros pares inferiores ou iguais ao número inteiro indicado e superiores ou iguais a 2.

num-fact é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. =FACTDUPLO(7) tem como resultado 105. 4. sendo calculado o factorial de 4. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.7) tem como resultado 8. FACTORIAL(num-fact) ÂÂ num-fact:  Um número. o número não pode ser negativo. pois todos os números entre -1 e 1 têm como resultado 1. Qualquer parte decimal (fraccionada) de num-fact é ignorada. consulte: “FACTDUPLO” na página 184 “MULTINOMIAL” na página 193 Capítulo 8    Funções numéricas 185 . =FACTDUPLO(4. o produto de 1. 5 e 7. o produto de 2 e 4. A fracção não é considerada. =FACTDUPLO(10) tem como resultado 3840. =FACTORIAL(0) tem como resultado 1. 6.Exemplos =FACTDUPLO(4) tem como resultado 8. =FACTDUPLO(1) tem como resultado 1. =FACTDUPLO(-1) tem como resultado 1. o produto de 2. o produto de 2 e 4. 8 e 10.5) tem como resultado 24. =FACTORIAL(-1) tem como resultado um erro. 3. Exemplos =FACTORIAL(5) tem como resultado 120 ou 1 * 2 * 3 * 4 * 5. pois todos os números entre -1 e 1 têm como resultado 1. =FACTORIAL(4. A parte decimal é ignorada. consulte: “FACTORIAL” na página 185 “MULTINOMIAL” na página 193 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FACTORIAL A função FACTORIAL apresenta como resultado o factorial de um número. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

5) tem como resultado 3. =ÍMPAR(0) tem como resultado 1.“Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ÍMPAR A função IMPAR arredonda um número por excesso para o número ímpar seguinte. ÍMPAR(num-a-arredondar) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 186 Capítulo 8    Funções numéricas . =ÍMPAR(-2. Notas de utilização ÂÂ Para arredondar para um número par. utilize a função PAR. =ÍMPAR(2.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ARRED” na página 177 “ARRED. Exemplos =ÍMPAR(1) tem como resultado 1. =ÍMPAR(2) tem como resultado 3.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED.PARA. consulte: “ARRED. num-a-arredondar é um valor numérico.PARA.5) tem como resultado -3.BAIXO” na página 180 “ARRED. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

consulte: “ARRED.23456) tem como resultado 1. =INT(1.PARA.49) tem como resultado 1.“Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INT A função INT tem como resultado o número inteiro mais próximo que é inferior ou igual ao número.222) tem como resultado 1111.BAIXO” na página 180 “ARRED. =INT(-2. num-a-arredondar é um valor numérico. =INT(1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.8) tem como resultado -3.PARA. Exemplos =INT(1. =INT(1111.2) tem como resultado -3.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 Capítulo 8    Funções numéricas 187 .50) tem como resultado 1.DEFEITO” na página 178 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED. =INT(-2. INT(num-a-arredondar) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado.

num-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. a potência à qual e tem de ser elevado para produzir 2. consulte: “EXP” na página 184 “LOG” na página 189 “INVLOG” na página 273 “DIST.“Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LN A função LN apresenta como resultado o logaritmo natural de um número.NORMALLOG” na página 265 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 188 Capítulo 8    Funções numéricas . mas devido ao arredondamento do ponto flutuante. LN(num-pos) ÂÂ num-pos:  Um número positivo. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.71828) tem como resultado aproximadamente 1. =LN(EXP(x)) pode não ter como resultado exactamente x. Exemplo =LN(2. Notas de utilização ÂÂ EXP e LN são matematicamente inversos sobre o domínio em que LN é definido.71828. a potência à qual e tem de ser elevado para resultar no número.

num-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. =LOG(5. Se a base for omitida. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. sendo apresentado um erro. base) ÂÂ num-pos:  Um número positivo.5) tem como resultado 4. utilize a função LOG. ÂÂ base:  Um valor opcional que especifica a base do logaritmo. Capítulo 8    Funções numéricas 189 . LOG10(num-pos) ÂÂ num-pos:  Um número positivo. 1. base é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Exemplos =LOG(8. LOG(num-pos. =LOG(100.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LOG A função LOG tem como resultado o logaritmo de um número. utilizando uma base especificada. presume-se que seja 10. Notas de utilização ÂÂ Para encontrar o logaritmo para outra base que não a 10. o resultado será uma divisão por zero. 10) e LOG(100) têm como resultado 2. 2) tem como resultado 3. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. Se base for 1. consulte: “LOG10” na página 189 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LOG10 A função LOG10 apresenta como resultado o logaritmo de base 10 de um número.0625.

=MARRED(-4. ÂÂ factor:  O número a utilizar para determinar o múltiplo mais próximo. =MARRED(4. 3) tem como resultado 6. 3) tem como resultado 3. =MARRED(4. factor é um valor numérico. 3) tem como resultado 3. =LOG10(100) tem como resultado 2. Tem de ter o mesmo sinal que num-a-arredondar.4999. =MARRED(4. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =LOG10(10) tem como resultado 1. Exemplos =MARRED(2. =LOG10(1000) tem como resultado 3. consulte: “LN” na página 188 “LOG” na página 189 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MARRED A função MARRED arredonda um número para o múltiplo mais próximo de um factor especificado.EXCESSO” na página 179 190 Capítulo 8    Funções numéricas . 3) tem como resultado 3.Exemplos =LOG10(1) tem como resultado 0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.5. factor) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. 3) tem como resultado um erro. num-a-arredondar é um valor numérico.5. consulte: “ARRED. MARRED(num-a-arredondar.

estas são ignoradas. 10) tem como resultado 2. valor-num é um valor numérico.PARA. Exemplos =MDC(8. o máximo divisor comum consiste no maior número inteiro pelo qual é possível dividir cada um dos números sem resto. valor-num…) ÂÂ valor-num:  Um número.BAIXO” na página 180 “ARRED. Capítulo 8    Funções numéricas 191 . Notas de utilização ÂÂ Por vezes designado máximo factor comum. ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.“PAR” na página 193 “ARRED.PARA. 102. 51) tem como resultado 17. 105) tem como resultado 3. Se existirem casas decimais. =MDC(99. =MDC(34. MDC(valor-num.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MDC A função MDC tem como resultado o máximo divisor comum dos números especificados.

=MMC(34. MMC(valor-num. =MMC(30.25. consulte: “MMC” na página 192 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MMC A função MMC tem como resultado o mínimo múltiplo comum dos números especificados. valor-num…) ÂÂ valor-num:  Um número. 3) tem como resultado 6.5) tem como resultado 120 (as partes fraccionadas são ignoradas). -3) apresenta um erro (não são permitidos números negativos).333.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 40. 68) tem como resultado 68. =MMC(30. consulte: “MDC” na página 191 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 192 Capítulo 8    Funções numéricas . o mínimo múltiplo comum é o número inteiro mais pequeno que é múltiplo dos números especificados. valor-num é um valor numérico. 60. =MMC(2. Notas de utilização ÂÂ Por vezes designado menor múltiplo comum. 60) tem como resultado 120. 40. Exemplos =MMC(2. ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números.

O factorial da soma de 4. O produto dos factoriais de 1. MULTINOMIAL(num-não-neg. A razão de 2:2 é 1. consulte: “FACTORIAL” na página 185 “FACTDUPLO” na página 184 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PAR A função PAR arredonda um número por excesso para o número par seguinte. A razão de 720:12 é 60. =MULTINOMIAL(4. 6) tem como resultado 630630. ÂÂ num-não-neg…:  Incluir opcionalmente um ou mais números. PAR(num-a-arredondar) ÂÂ num-a-arredondar:  O número a ser arredondado. num-a-arredondar é um valor numérico. num-não-neg…) ÂÂ num-não-neg:  Um número.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MULTINOMIAL A função MULTINOMIAL tem como resultado o coeficiente multinomial dos números especificados. 2 e 3 é 720. =MULTINOMIAL(1. Exemplos =MULTINOMIAL(2) tem como resultado 1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 5 e 6 é 1.30767E+12:2073600 é 630630. O produto de 1 e 2 é 2. 5. num-não-neg é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. 2 e 3 é 12. 2. 5 e 6 é 2073600. 3) tem como resultado 60. Capítulo 8    Funções numéricas 193 . O factorial de 2 é 2. Isto é conseguido determinando a razão do factorial da soma dos números indicados para o produto dos factoriais dos números indicados. A razão de 1. O produto dos factoriais de 4.30767E+12. O factorial da soma de 1.

=PAR(2.BAIXO” na página 180 “ARRED.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED. =PAR(2) tem como resultado 2.EXCESSO” na página 179 “ARRED.5) tem como resultado 4. Exemplos =PAR(1) tem como resultado 2.PARA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.5) tem como resultado -4. utilize a função ÍMPAR.CIMA” na página 182 “TRUNCAR” na página 209 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 194 Capítulo 8    Funções numéricas . consulte: “ARRED. =PAR(0) tem como resultado 0.Notas de utilização ÂÂ Para arredondar para um número ímpar.PARA. =PAR(-2.

PI() Notas de utilização ÂÂ A função PI não tem argumentos. a razão entre o perímetro de uma circunferência e o respectivo diâmetro. ÂÂ expoente:  A potência à qual se pretende elevar o número especificado. o seno de π/2 radianos ou 90 graus. ÂÂ PI têm uma precisão de até 15 casas decimais. expoente) ÂÂ number:  Um número. expoente é um valor numérico. consulte: “COS” na página 338 “SEN” na página 342 “TAN” na página 343 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 POTÊNCIA A função POTÊNCIA tem como resultado um número elevado a uma potência. Capítulo 8    Funções numéricas 195 . tem de incluir o parêntesis: =PI(). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.PI A função PI tem como resultado o valor aproximado de π (pi). POTÊNCIA(number. y) tem o mesmo resultado que =x^y. Notas de utilização ÂÂ A função POTÊNCIA produz o mesmo resultado que o operador ^:  =POTÊNCIA(x.14159265358979. number é um valor numérico. Exemplos =PI() tem como resultado 3. =SEN(PI()/2) tem como resultado 1. Porém.

5. Notas de utilização ÂÂ As células vazias incluídas nos valores são ignoradas e não afectam o resultado. valor-num…) ÂÂ valor-num:  Um número. 4) tem como resultado 8. 3) tem como resultado 8. 4.125. 5) tem como resultado 50.5.Exemplos =POTÊNCIA(2. ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =PRODUTO(0. Exemplos =PRODUTO(2. consulte: “SOMA” na página 201 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 196 Capítulo 8    Funções numéricas . 10) tem como resultado 1024. =POTÊNCIA(100. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PRODUTO A função PRODUTO tem como resultado o produto de um ou mais números. =POTÊNCIA(0. 0. PRODUTO(valor-num. 3) tem como resultado 0.5) tem como resultado 10. valor-num é um valor numérico. =POTÊNCIA(2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.5.

Se o sinal do dividendo e do divisor for igual. A parte fraccionada (ou resto) é ignorada. 6) tem como resultado 0. divisor é um valor numérico. 2) tem como resultado 2. 2) tem como resultado 3. 2) tem como resultado -2. dividendo é um valor numérico. =QUOCIENTE(5. Exemplos =QUOCIENTE(5. divisor) ÂÂ dividendo:  Um número a ser dividido por outro número. QUOCIENTE(dividendo. Notas de utilização ÂÂ Se o dividendo ou o divisor for negativo (não ambos).“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 QUOCIENTE A função QUOCIENTE tem como resultado o quociente inteiro de dois números. o resultado será negativo. 2) tem como resultado 2. sendo apresentado um erro. Se 0. =QUOCIENTE(6. =QUOCIENTE(-5.99. ÂÂ divisor:  Um número a dividir noutro número. consulte: “RESTO” na página 199 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 197 . =QUOCIENTE(5. o resultado será uma divisão por zero. ÂÂ No resultado é apenas apresentada a parte inteira do quociente. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. o resultado será positivo.

consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 RAIZQ A função RAIZQ apresenta como resultado a raiz quadrada de um número. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =RAIZPI(8) tem como resultado 5.96332729760601. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.25) tem como resultado 3. number é um valor numérico. =RAIZQ(12.013256549262. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 198 Capítulo 8    Funções numéricas . Exemplos =RAIZPI(5) tem como resultado 3. RAIZQ(num) ÂÂ num:  Um número. Exemplos =RAIZQ(16) tem como resultado 4. num-não-neg é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0.25.5. a raiz quadrada de 12.RAIZPI A função RAIZPI tem como resultado a raiz quadrada de um número depois de ter sido multiplicado por π (pi). RAIZPI(número-não-neg) ÂÂ número-não-neg:  Um número não negativo.

ÂÂ Ao calcular o RESTO(a. sendo apresentado um erro. 2) tem como resultado 0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “QUOCIENTE” na página 197 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 199 .25.75) tem como resultado 0. divisor é um valor numérico. Se 0. =RESTO(8. tal como a = bk + r. =RESTO(7. em que r está entre 0 e b. =RESTO(-8. dividendo é um valor numérico. =RESTO(7. RESTO dá um número r. 3) tem como resultado 2. Exemplos =RESTO(6. ÂÂ RESTO(a. 3) tem como resultado 0.5. o resultado será uma divisão por zero. 3) tem como resultado 1. 3) tem como resultado 1. Notas de utilização ÂÂ O sinal do resultado é igual ao do divisor.5. ÂÂ divisor:  Um número a dividir noutro número.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 RESTO A função RESTO tem como resultado o resto de uma divisão. b) é equivalente a a–b*INT(a/b). =RESTO(4. sendo k um número inteiro. divisor) ÂÂ dividendo:  Um número a ser dividido por outro número. b). RESTO(dividendo. 0.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =ROMANO(999. =ROMANO(999. 999 pode ser representado por IM. 999 é escrito CMXCIX. Quando um número mais pequeno precede um número maior. Por exemplo. Por exemplo. 999 pode ser representado por LMVLIV. Por exemplo. o mais pequeno tem de ser uma potência de 10 e só pode preceder um número que não seja mais de 10 vezes maior. Quando um número mais pequeno precede um número maior. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 200 Capítulo 8    Funções numéricas . Por exemplo. Sempre que um número mais pequeno preceda um número maior para indicar subtracção. 999 pode ser representado por VMIV. a regra de tamanho relativo é expandida em quatro números. Quando um número mais pequeno precede um número maior. 2) tem como resultado XMIX. atenuar quatro graus (4 ou FALSO):  Atenuar a regra clássica quatro graus. este não tem de ser uma potência de 10 e a regra de tamanho relativo é expandida em um número. num-árabe é um valor numérico no intervalo de 0 a 3999. =ROMANO(999. a regra de tamanho relativo é expandida em dois números. 999 pode ser representado por XMIX. =ROMANO(999) tem como resultado CMXCIX. 1) tem como resultado LMVLIV. Exemplos =ROMANO(12) tem como resultado XII. mas não por IM. atenuar dois graus (2):  Atenuar a regra clássica dois graus. a regra de tamanho relativo é expandida em três números. ou omitido):  Use as regras clássicas mais estritas. Por exemplo. atenuar três graus (3):  Atenuar a regra clássica três graus. mas não por XMIX. ÂÂ romanos:  Um valor opcional que determina o nível de aplicação das regras clássicas de formação de números romanos. Quando um número mais pequeno precede um número maior. 3) tem como resultado VMIV. ROMANO(num-árabe. e não LMVLIV. atenuar um grau (1):  Atenuar a regra clássica estrita um grau. estrito (0 ou VERDADEIRO. romanos) ÂÂ num-árabe:  O número árabe que pretende converter. mas não por VMIV.ROMANO A função ROMANO converte um número para a numeração romana.

quaisquer valores numéricos são considerados números de dias e todos os números e valores de duração são adicionados ao valor de data/hora. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMA A função SOMA tem como resultado a soma de uma colecção de números. Notas de utilização ÂÂ Há um caso em que todos os valores não têm de ser do mesmo tipo. têm de ser todos do mesmo tipo. Capítulo 8    Funções numéricas 201 . Se exactamente um valor de data/hora for incluído. se a célula A4 contiver -2. Exemplos =SINAL(2) tem como resultado 1. SINAL(num) ÂÂ num:  Um número. dur-data-num é um valor numérico. =SINAL(A4) tem como resultado -1. =SINAL(0) tem como resultado 0. -1 quando é negativo e 0 quando é zero. ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. SOMA(dur-data-num.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SINAL A função SINAL apresenta o resultado 1 quando o número do argumento é positivo. Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. um valor de data/hora ou um valor de duração. =SINAL(-2) tem como resultado -1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. number é um valor numérico.

ÂÂ Os valores podem estar em células individuais ou ser directamente incluídos como argumentos na função. As gamas têm de ter todas as mesmas dimensões.ÂÂ Os valor de data/hora não podem ser adicionados juntos. Exemplos =SOMARPRODUTO(3. 2}. SOMARPRODUTO(âmbito. 202 Capítulo 8    Funções numéricas . =SOMA(A1:A4. Notas de utilização ÂÂ A função SOMARPRODUTO multiplica os números correspondentes em cada cama e depois soma cada um dos produtos. âmbito…) ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. Se apenas for especificada uma gama (âmbito). sendo apenas permitido um valor de data/hora (conforme acima explicado). consulte: “PRODUTO” na página 196 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMARPRODUTO A função SOMARPRODUTO tem como resultado a soma dos produtos de números correspondentes em uma ou mais gamas de células. Exemplos =SOMA(A1:A4) adiciona os números de quatro células. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. âmbito é uma referência a uma única gama de células contendo valores de qualquer tipo. =SOMA(A1:D4) adiciona os números de uma tabela quadrada de dezasseis células. 4}) = 3 + 8 = 11. ÂÂ âmbito…:  Incluir opcionalmente uma ou mais gamas de células. 100) adiciona os números de quatro células mais 100. =SOMARPRODUTO({1. SOMARPRODUTO tem como resultado a soma da gama. {3. 4) tem como resultado 12. Se no âmbito forem incluídos valores de cadeia ou booleanos. estes são ignorados.

valor-num é um valor numérico. =SOMARQUAD(A1:A4) adiciona os quadrados da lista de quatro números. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMARQUAD A função SOMARQUAD tem como resultado a soma dos quadrados de uma colecção de números. valor-num…) ÂÂ valor-num:  Um número. Notas de utilização ÂÂ Os números podem estar em células individuais. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 203 . SOMARQUAD(valor-num. =SOMARQUAD(A1:A4. ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 4)) tem como resultado 5. 4) tem como resultado 25. 100) adiciona os quadrados dos números em quatro células mais 100. =RAIZQ(SOMARQUAD(3. =SOMARQUAD(A1:D4) adiciona os quadrados de 16 números numa tabela de células quadrada. gamas de células ou ser directamente incluídos como argumentos na função. Exemplos =SOMARQUAD(3. utilizando o teorema de Pitágoras para encontrar o comprimento da hipotenusa de um triângulo com lados 3 e 4.

SOMA. ÂÂ Embora os valores-teste possam conter qualquer tipo de valor. SOMA. incluindo apenas os números que satisfizerem uma condição especificada. ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado é um dos valores lógicos TRUE ou FALSE. Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =SOMA.SE(valores-teste. o valor predefinido é valores-teste. SOMA(1)) totalizam ambas todas as ocorrência de 1 no intervalo.SE tem como resultado a soma de uma colecção de números. valores-teste deverá normalmente apenas conter valores numéricos ou de duração. valores-teste é uma colecção que contém qualquer tipo de valores.SE(B1:D1. B1:B8) tem como resultado 100.SE(A1:A8. "=c". D5:F7) tem como resultado 27. condição.S” na página 285 204 Capítulo 8    Funções numéricas . =SOMA. "<5") tem como resultado 10.SE. "<5".SE(D1:F3.SE” na página 283 “MÉDIA. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE. 1) ou SOMA.SE A função SOMA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Deve ter as mesmas dimensões que valores-teste. ÂÂ valores-somar:  Uma colecção opcional que contém os números a serem utilizados para calcular uma adição.SE(B1:D1. =SOMA. Notas de utilização ÂÂ Se valores-somar for omitido.SE(A1:A8. ÂÂ Se valores-somar for omitido. de data/hora ou de duração. consulte: “MÉDIA. =SOMA. valores-somar) ÂÂ valores-teste:  A colecção que contém os valores a serem testados. deverá conter normalmente valores do mesmo tipo. valores-somar é uma colecção com valores numéricos.

S” na página 242 “SOMA.S A função SOMA. Tem de haver uma condição a seguir a cada colecção de valores-teste e. Capítulo 8    Funções numéricas 205 . Este padrão de valores-teste. condição pode ser repetido todas as vezes necessárias. ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado é um dos valores lógicos TRUE ou FALSE. ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham valores a testar. valores-teste. condição…) ÂÂ valores-somar:  Uma colecção que contém os valores a serem utilizados para calcular uma adição. valores-teste….SE” na página 241 “CONTAR. condição. de data/ hora ou de duração. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma expressão de condição.SES tem como resultado a soma das células de uma colecção em que os valores de teste correspondem às condições indicadas. valores-teste é uma colecção que contém qualquer tipo de valor. valores-somar é uma colecção com valores numéricos.SE.S” na página 205 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMA. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa.S(valores-somar. portanto. SOMA. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE.SE. ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste.SE. ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. esta função terá sempre um número ímpar de argumentos.“CONTAR.SE. uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO.

=SOMA."<=12/17/2010") o número de toneladas da mercadoria entregue na mesma semana que foi classificado com “2.SE” na página 204 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 206 Capítulo 8    Funções numéricas .C2:C13. Cada carga é pesada."<=12/17/2010") tem como resultado 23.SE” na página 283 “MÉDIA.C2:C13. consulte: “MÉDIA.” Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.SE. a célula ou o valor correspondente (a mesma posição dentro do intervalo ou da tabela) é comparado com a condição. Exemplos A seguinte tabela mostra parte de um registo de entregas de uma determinada mercadoria. Se todas as condições forem satisfeitas.S” na página 242 “SOMA. ÂÂ Todas as tabelas t~em de ter o mesmo tamanho.SE” na página 241 “CONTAR.C2:C13.C2:C13. o número de toneladas da mercadoria entregue na semana de 17 de Dezembro que foi classificado com “1.SE.S” na página 285 “CONTAR.B2:B13.">=12/13/2010". classificada com 1 ou 2 e é anotada a data de entrega.SE.SE.S(A2:A13.">=12/13/2010"."=2".Notas de utilização ÂÂ Em cada um dos pares de valores de teste e condição."=1".” =SOMA.B2:B13. a célula ou o valor correspondente em valores-somar é incluído na soma.S(A2:A13.

ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. SOMAX2DY2(conj-valores-1. conj-valores-2) ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. A fórmula para a primeira diferença é A12 – B12. Exemplo Tendo em conta a seguinte tabela: =SOMAX2DY2(A1:A6. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 8    Funções numéricas 207 .B1:B6) tem como resultado –158. conj-valores-2 é uma colecção que contém valores numéricos. conj-valores-1 é uma colecção que contém valores numéricos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMAX2DY2 A função SOMAX2DY2 tem como resultado a soma da diferença dos quadrados de valores correspondentes em duas colecções. a soma das diferenças dos quadrados dos valores na coluna A e dos quadrados dos valores na coluna B.

A fórmula para a primeira soma é A12 + B12. conj-valores-1 é uma colecção que contém valores numéricos. conj-valores-2) ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. SOMAX2SY2(conj-valores-1. ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. conj-valores-2) ÂÂ conj-valores-1:  A primeira colecção de valores. conj-valores-2 é uma colecção que contém valores numéricos. a soma dos quadrados dos valores na coluna A e dos quadrados dos valores na coluna B. ÂÂ conj-valores-2:  A segunda colecção de valores. 208 Capítulo 8    Funções numéricas . conj-valores-2 é uma colecção que contém valores numéricos.SOMAX2SY2 A função SOMAX2SY2 tem como resultado a soma dos quadrados de valores correspondentes em duas colecções. conj-valores-1 é uma colecção que contém valores numéricos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. SOMAXMY2(conj-valores-1. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SOMAXMY2 A função SOMAXMY2 tem como resultado a soma dos quadrados das diferenças entre valores correspondentes em duas colecções. Exemplo Tendo em conta a seguinte tabela: =SOMAX2SY2(A1:A6.B1:B6) tem como resultado 640.

relativamente à casa decimal. number é um valor numérico. ÂÂ dígitos:  Um valor opcional que especifica o número de dígitos que pretende manter. Notas de utilização ÂÂ Se dígitos for omitido. dígitos) ÂÂ number:  Um número. Capítulo 8    Funções numéricas 209 .Exemplo Tendo em conta a seguinte tabela: =SOMAXMY2(A1:A6.B1:B6) tem como resultado 196. Um número negativo especifica dígitos à esquerda da vírgula para substituir com zeros (o número de zeros no final do número). a soma dos quadrados dos valores na coluna A e dos quadrados dos valores na coluna B. consulte: “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TRUNCAR A função TRUNCAR trunca um número para o número especificado de dígitos. Um número positivo representa dígitos (casas decimais) a incluir à direita da vírgula. A fórmula para a primeira soma (A1 – B1)2. TRUNCAR(number. presume-se que seja 0. dígitos é um valor numérico. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.49. 0) tem como resultado -2. consulte: “ARRED.234.DEFEITO” na página 178 “INT” na página 187 “MARRED” na página 190 “ÍMPAR” na página 186 “ARRED” na página 177 “ARRED.222. 3) tem como resultado 1. =TRUNCAR(1.23456. 0) tem como resultado -2.EXCESSO” na página 179 “PAR” na página 193 “ARRED.CIMA” na página 182 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Lista de funções numéricas” na página 172 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 210 Capítulo 8    Funções numéricas .8.PARA.PARA.Exemplos =TRUNCAR(1. -2) tem como resultado 1100. =TRUNCAR(-2. =TRUNCAR(-2. =TRUNCAR(1.50. =TRUNCAR(1111.BAIXO” na página 180 “ARRED.2. 0) tem como resultado 1. 0) tem como resultado 1.

coluna e tabela. “CORRESP” (página 214) “DESLOCAMENTO” (página 216) “ENDEREÇO” (página 217)  211 . Lista de funções de referência Função “ÁREAS” (página 212) “COL” (página 213) “COLS” (página 214) O iWork disponibiliza estas funções de referência para utilização com tabelas. A função CORRESP tem como resultado a posição de um valor dentro de uma gama. Descrição A função ÁREAS tem como resultado o número de gamas referenciadas pela função. A função COL tem como resultado o número da coluna que contém uma célula especificada. A função COLS tem como resultado o número de colunas incluídas numa gama de células especificada.Funções de referência 9 As funções de referência permitem-lhe encontrar mais facilmente dados dentro de tabelas e obter dados de células. A função DESLOCAMENTO tem como resultado uma gama de células que é o número especificado de linhas e colunas à parte da célula de base especificada. A função ENDEREÇO constrói uma cadeia de endereço de uma célula a partir de identificadores separados de linha.

ÁREAS(áreas) ÂÂ áreas:  As áreas que a função deve contar. A função PROCV tem como resultado um valor de um intervalo de colunas ao utilizar a coluna de valores da esquerda para seleccionar uma linha e um número de coluna para seleccionar uma coluna nessa linha. A função INDIRECTO tem como resultado os conteúdos de uma célula ou gama referenciada por um endereço especificado como cadeia. “ÍNDICE” (página 219) “INDIRECTO” (página 222) “LIN” (página 223) “LINS” (página 223) “PROC” (página 224) “PROCH” (página 225) “PROCV” (página 227) “SELECCIONAR” (página 228) “TRANSPOR” (página 229) ÁREAS A função ÁREAS tem como resultado o número de gamas referenciadas pela função. o valor na célula com a mesma posição relativa numa segunda gama. áreas é um valor de lista. A função PROCH tem como resultado um valor de um intervalo de linhas ao utilizar a linha superior de valores para seleccionar uma coluna e um número de linha para seleccionar uma linha dentro dessa coluna. A função ÍNDICE tem como resultado o valor na célula que se encontra na intersecção da linha e coluna especificadas dentro de uma gama de células. A função TRANSPOR tem como resultado um intervalo vertical de células como intervalo horizontal de células.Função “HIPERLIGAÇÃO” (página 219) Descrição A função HIPERLIGAÇÃO cria uma hiperligação em que se pode clicar para abrir uma página web ou uma nova mensagem de e-mail. por exemplo. ou vice-versa. Ou é uma única gama ou mais do que uma gama separada por vírgulas e delimitada por um conjunto adicional de parêntesis. C10:C12)). A função LINS tem como resultado o número de linhas incluídas numa gama de células especificada. ÁREAS((B1:B5. A função PROC encontra uma correspondência para um valor a procurar numa gama e apresenta. A função LIN tem como resultado o número da linha que contém uma célula especificada. A função SELECCIONAR tem como resultado um valor de uma colecção de valores com base num valor de índice especificado. 212 Capítulo 9    Funções de referência . como resultado.

COL(célula) ÂÂ célula:  Uma referência opcional a uma única célula de tabela. =ÁREAS(C2:C8 B6:E6) tem como resultado 1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =ÁREAS((A1:F8. =COL() tem como resultado o número da coluna da célula que contém a função. célula é um valor de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia. consulte: “ÍNDICE” na página 219 “LIN” na página 223 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 9    Funções de referência 213 . =ÁREAS((A1:C1. A5:C5)) tem como resultado 3. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se célula for omitida. o número de coluna absoluto da coluna B. como em =COL(). A10:F18)) tem como resultado 2. a função tem como resultado o número da coluna da célula que contém a fórmula. A3:C3.Exemplos = ÁREAS(A1:F8) tem como resultado 1. Exemplos =COL(B7) tem como resultado 2. consulte: “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COL A função COL tem como resultado o número da coluna que contém uma célula especificada.

âmbito é uma referência a uma única gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo. 214 Capítulo 9    Funções de referência . =COLS(5:5) tem como resultado o número total de colunas da linha 5. C e D). consulte: “LINS” na página 223 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CORRESP A função CORRESP tem como resultado a posição de um valor dentro de uma gama. procurar pode conter qualquer tipo de valor. ÂÂ método-correspondência:  Um valor opcional que especifica como é efectuada a correspondência de valores. Notas de utilização ÂÂ Se seleccionar uma linha de tabela inteira para âmbito. COLS(âmbito) ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. COLS tem como resultado o número total de colunas da linha. onde-procurar. onde- procurar é uma colecção que contém qualquer tipo de valores. Exemplos =COLS(B3:D10) tem como resultado 3. CORRESP(procurar. o número de colunas na gama (colunas B. ÂÂ onde-procurar:  A colecção que contém os valores a serem procurados. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. método-correspondência) ÂÂ procurar:  O valor a procurar.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COLS A função COLUNAS tem como resultado o número de colunas incluídas numa gama de células especificada.. que muda quando altera o tamanho da tabela.

E1:E5. ÂÂ A numeração das células começa com 1 na célula de cima ou da esquerda para gamas verticais ou horizontais respectivamente. =CORRESP(35. As pesquisas são efectuadas de cima para baixo ou da esquerda para a direita. E1:E5. ÂÂ Ao procurar texto. consulte: “PROC” na página 224 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções de referência” na página 211 Capítulo 9    Funções de referência 215 . Notas de utilização ÂÂ A função CORRESP funciona apenas numa gama que faça parte de uma única linha ou coluna.C1:C5. E1:E5. 0) apresenta um erro (não é possível encontrar uma correspondência exacta). -1) tem como resultado 1 (40 é o menor valor superior ou igual a 35). não é possível utilizá-la para procurar numa colecção em duas dimensões. encontrar valor (0):  Encontrar a primeira célula com um valor que coincida exactamente com o valor a procurar. =CORRESP("lorem". =CORRESP(40. Não é possível utilizar caracteres universais em procurar. Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =CORRESP(40. aparece na terceira célula do intervalo). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. É possível utilizar caracteres universais em procurar. 1) tem como resultado 3 (30 é o maior valor inferior ou igual a 35). A1:A5) tem como resultado 4. encontrar valor mais baixo (–1):  Encontrar a célula com o valor mais baixo que seja maior que ou igual ao valor a procurar. a diferença entre maiúsculas e minúsculas é ignorada. C1:C5) tem como resultado 1 (“lorem” aparece na primeira célula do intervalo).encontrar valor maior (1 ou omitido):  Encontrar a célula com o valor maior que seja menor que ou igual ao valor a procurar. E1:E5) tem como resultado 1. =CORRESP(35. =CORRESP(35. que termina com um “x” . Não é possível utilizar caracteres universais em procurar.0) tem como resultado 3 (“lorex” . =CORRESP("*x".

DESLOCAMENTO(base. o número de linhas e o número de colunas.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESLOCAMENTO A função DESLOCAMENTO tem como resultado uma gama de células que é o número especificado de linhas e colunas à parte da célula de base especificada.A3)). ÂÂ deslocamento-linha:  O número de linhas da célula-base à célula de destino. linhas. Um número negativo significa que a célula de destino está numa linha acima da base.colunas é um valor numérico. 0 significa que a célula de destino está na mesma linha que a célula-base. respectivamente. 216 Capítulo 9    Funções de referência . deslocamento-linha é um valor numérico. a célula-base. Um número negativo significa que a célula de destino está numa coluna à esquerda da base. coluna-deslocação é um valor numérico. Por exemplo. Seria possível encontrar a soma com =SOMA(DESLOCAMENTO(INDIRECTO(A1).0. ÂÂ colunas:  Um valor opcional que especifica o número de colunas a devolver partindo da localização de deslocamento. base é um valor de referência. A2 e A3. cuja soma deseja ter. deslocamento-linha. ÂÂ coluna-deslocação:  O número de colunas da célula-base à célula de destino. ÂÂ linhas:  Um valor opcional que especifica o número de linhas a devolver partindo da localização de deslocamento.linhas é um valor numérico. Notas de utilização ÂÂ A função DESLOCAMENTO pode ter como resultado uma tabela para utilização noutra função.A 2. coluna-deslocação. colunas) ÂÂ base:  O endereço da célula a partir da qual as deslocações são medidas.0. imagine que introduziu em A1. 0 significa que a célula de destino está na mesma coluna que a célula-base.

uma vez que nas 3 linhas e 1 coluna do resultado (o intervalo E7:E9) há uma única intersecção com B7 (a célula E8. uma vez que nas 3 linhas e 1 coluna do resultado (o intervalo D7:D9) não há uma única intersecção com B6 (não há nenhuma).3.3.0.0. =DESLOCAMENTO(D7. ENDEREÇO(linha. coluna e tabela.1) introduzido na célula B6 resulta em erro.0. que contém 4). 3. 2. 2 na célula D8. 4 na célula E7. estilo-endereço. o valor em F33. 3 na célula D9. -1) tem como resultado o valor na célula à esquerda de G33. uma vez que nas 3 linhas e 1 coluna do resultado (o intervalo D7:D9) há uma única intersecção com B8 (a célula D8. coluna é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 1 a 256. 5) tem como resultado o valor na célula F6. Imagine que introduziu 1 na célula D7. uma vez que nas 3 linhas e 1 coluna do resultado (o intervalo D7:D9) não há uma única intersecção com B6 (há três). as cinco linhas e cinco colunas que começam duas linhas à direita e três colunas abaixo da célula A7.3. 5. 5)) tem como resultado a soma dos valores nas células D9 a H13. coluna.0. linha é um valor numérico e tem de estar no intervalo 1 a 65. =DESLOCAMENTO(G33.1) introduzido na célula D4 resulta em erro.1. =SOMA(DESLOCAMENTO(A7.0.535. que contém 2).1) introduzido na célula B7 resulta em 4.3. =DESLOCAMENTO(D7.2 =DESLOCAMENTO(D7:D9. Capítulo 9    Funções de referência 217 . 5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. tipo-endereço. 5 na célula E8 e 6 na célula E9.Exemplos =DESLOCAMENTO(A1. consulte: “COL” na página 213 “LIN” na página 223 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ENDEREÇO A função ENDEREÇO constrói uma cadeia de endereço de uma célula a partir de identificadores separados de linha. ÂÂ coluna:  O número de coluna do endereço. a célula cinco colunas à direita e cinco linhas abaixo da célula A1. 0.0. =DESLOCAMENTO(D7.1) introduzido na célula B8 resulta em 2.0. tabela) ÂÂ linha:  O número de linha do endereço.

2) cria o endereço E$3. todos relativos (4):  As referências de linha e coluna são relativas. tabela é um valor de cadeia. A1 (VERDADEIRO. Notas de utilização ÂÂ Um estilo de endereço de R1C1 não é suportado. ÂÂ estilo-endereço:  Um valor opcional que especifica o estilo do endereço. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. sendo este argumento modal apenas fornecido para compatibilidade com outros programas de folhas de cálculo. 5) cria o endereço $E$3. "Folha 2 ::  Tabela 1") cria o endereço Folha 2 ::  Tabela 1 ::  $C$3. coluna absoluta (3):  As referências a linhas são relativas e as referências a colunas são absolutas. =ENDEREÇO(3.ÂÂ tipo-endereço:  Um valor opcional que especifica se os números das linhas e das colunas são relativos ou absolutos. Exemplos =ENDEREÇO(3.. =ENDEREÇO(3. presume-se que a tabela seja a actual na folha actual (ou seja. linha absoluta. todos absolutos (1 ou omitido):  As referências de linha e coluna são absolutas. R1C1 (FALSO):  O formato do endereço não é suportado e devolve um erro. 5. ÂÂ tabela:  Um valor opcional que especifica o nome da tabela. =ENDEREÇO(3. Se a tabela estiver noutra folha. coluna relativa (2):  As referências de linha são absolutas e as de coluna são relativas. o nome da folha também tem de ser incluído. a tabela em que se encontra a função ENDEREÇO). 5. linha relativa. consulte: “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 218 Capítulo 9    Funções de referência . 1 ou omitido):  O formato de endereço deve usar letras para as colunas e números para as linhas. =ENDEREÇO(3. 3) cria o endereço $E3. Se omitida. 3. . 5. 4) cria o endereço E3.

Capítulo 9    Funções de referência 219 . índice-linha. ÍNDICE(âmbito. ÂÂ encadear-texto:  Um valor opcional que especifica o texto que aparece na ligação da célula que pode ser clicada. índice-área) ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. que abre o navegador predefinido na página inicial da Apple. âmbito pode conter valores de qualquer tipo. o URL é utilizado como encadear-texto. âmbito é uma única gama ou mais do que uma gama separada por vírgulas e delimitada por um conjunto adicional de parêntesis. consulte: “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ÍNDICE A função ÍNDICE tem como resultado o valor na célula que se encontra na intersecção da linha e coluna especificadas dentro de uma gama de células ou de uma tabela.HIPERLIGAÇÃO A função HIPERLIGAÇÃO cria uma hiperligação em que se pode clicar para abrir uma página web ou uma nova mensagem de e-mail. índice-linha é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual ao número de linhas no âmbito.apple. “Apple”) cria uma hiperligação com o texto Apple. encadear-texto é um valor de cadeia. ÂÂ índice-linha:  O número de linha do valor a ser devolvido. ((B1:B5.com com a linha de assunto Pedido de orçamento. HIPERLIGAÇÃO(URL. Por exemplo. Se omitido. "Obter orçamento") cria uma hiperligação com o texto Obter orçamento que abre a aplicação de e-mail predefinida para enviar uma nova mensagem para janedoe@example. encadear-texto) ÂÂ URL:  Um localizador standard de recursos universais.com?subject=Pedido de orçamento". =HIPERLIGAÇÃO("mailto:janedoe@example. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. coluna-índice. C10:C12)). Exemplos =HIPERLIGAÇÃO(“http://www. URL é um valor de cadeia que deverá conter uma cadeia de localizador de recursos universais adequadamente formatada.com/pt” .

índice-linha não pode ser omitido e. =ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5. Por exemplo =SOMA(ÍNDICE(B2:D5. 3)) tem como resultado a soma dos valores na terceira coluna (células D2 a D5). ÂÂ índice-área:  Um valor opcional que especifica o número de área do valor a ser devolvido. 3) tem como resultado o valor encontrado na intersecção da segunda linha com a terceira coluna (o valor da célula D3). mas o outro argumento pode ser omitido. ÂÂ Excepto quando ÍNDICE é especificado conforme descrito no terceiro caso supramencionado. é necessário índice-linha ou coluna-índice. . $B$8:$E$8).B7:D10). =MÉDIA(ÍNDICE(B2:D5. 2. Notas de utilização ÂÂ O ÍNDICE pode ter como resultado o valor numa intersecção especificada de uma gama de valores em duas dimensões. Se omitido. índice-área é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de áreas no âmbito. 2. =ÍNDICE(B2:D7. 3. ÂÂ A localização no intervalo ou na tabela é especificado ao indicar o número de linhas para baixo e o número de coluna para a direita em relação à célula do canto superior esquerdo do intervalo ou da tabela. 5) teria como resultado o quinto valor da tabela. se coluna-índice for omitida. Por exemplo.ÂÂ coluna-índice:  Um valor opcional que especifica o número de coluna do valor a ser devolvido. Por exemplo. Deste modo. imagine que as células B2:E7 contêm os valores. 220 Capítulo 9    Funções de referência . =ÍNDICE((B2:D5. ÂÂ A função ÍNDICE pode ter como resultado (ou “apresentar”) o valor de uma tabela resultante de uma função de tabela (uma função cujo resultado é uma tabela de valores e não um único valor). De igual modo. presume-se que seja 1. utiliza-se 1. De igual modo. 1) teria como resultado o primeiro valor da tabela obtido pela função FREQUÊNCIA indicada. 2)) tem como resultado a média dos valores da segunda linha (células B3 a D3). 2) tem como resultado o valor na intersecção da segunda coluna com a terceira linha na segunda área (o valor da célula D8). =ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5. coluna-índice é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual ao número de colunas no âmbito. $B$8:$E$8). ÂÂ A função ÍNDICE pode devolver uma tabela de uma linha ou uma coluna para outra função. ÂÂ É possível especificar mais do que uma área ao delimitar os intervalos com um par adicional de parêntesis. A função FREQUÊNCIA tem como resultado uma tabela de valores baseada em intervalos especificados.

=SOMA(ÍNDICE(B2:D5. 3. consulte: “COL” na página 213 “INDIRECTO” na página 222 “DESLOCAMENTO” na página 216 “LIN” na página 223 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 9    Funções de referência 221 .2)) tem como resultado 12. 3)) tem como resultado 90. . a média dos valores da segunda linha (células B3 a D3).Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =ÍNDICE(B2:D5. o valor da segunda linha e terceira coluna da segunda área (célula D8). =ÍNDICE((B2:D5.3) tem como resultado 22. 2.2. 2) tem como resultado "f” . =MÉDIA(ÍNDICE(B2:D5.B7:D10). o valor da segunda linha e terceira coluna (célula D3). a soma dos valores na terceira coluna (células D2 a D5). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

ÂÂ Um estilo de endereço de R1C1 não é suportado. ÂÂ estilo-endereço:  Um valor opcional que especifica o estilo do endereço. ou seja. =SOMA(INDIRECTO(A1:C5. consulte: “ÍNDICE” na página 219 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 222 Capítulo 9    Funções de referência . 1 ou omitido):  O formato de endereço deve usar letras para as colunas e números para as linhas. estilo-endereço) ÂÂ cadeia-endereço:  Uma cadeia que representa um endereço de célula. “A1:C5” não apenas uma referência a uma única célula. cadeiaendereço é um valor de cadeia. sendo este argumento modal apenas fornecido para compatibilidade com outros programas de folhas de cálculo. os conteúdos da célula A1. Notas de utilização . Por exemplo. 1)) tem como resultado a soma dos valores nas células referenciadas pelos endereços nas células A1 a C5. a função INDIRECTO tem como resultado uma tabela que pode ser utilizada como argumento noutra função ou directamente lida utilizando a função ÍNDICE. A1 (VERDADEIRO. ÂÂ O endereço indicado pode ser uma referência a um intervalo. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. INDIRECTO(cadeia-endereço. Exemplo Se a célula A1 contiver 99 e a A20 contiver A1: =INDIRECTO(A20) tem como resultado 99. R1C1 (FALSO):  O formato do endereço não é suportado e devolve um erro. Se utilizada deste modo.INDIRECTO A função INDIRECTO tem como resultado os conteúdos de uma célula ou gama referenciada por um endereço especificado como cadeia.

LINS(âmbito) ÂÂ âmbito:  Uma gama de células. Exemplos =LIN(B7) tem como resultado 7. Capítulo 9    Funções de referência 223 . LINS tem como resultado o número total de linhas da coluna. que muda quando altera o tamanho da tabela. a função tem como resultado o número da linha da célula que contém a fórmula. Se célula for omitida. célula é um valor de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia. como em =LIN(). =LIN() tem como resultado o número de linha absoluto da célula que contém a função.LIN A função LINHA tem como resultado o número da linha que contém uma célula especificada. LIN(célula) ÂÂ célula:  Uma referência opcional a uma única célula de tabela. Notas de utilização ÂÂ Se seleccionar uma coluna de tabela inteira para âmbito. consulte: “COL” na página 213 “ÍNDICE” na página 219 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LINS A função LINHAS tem como resultado o número de linhas incluídas numa gama de células especificada. âmbito é uma referência a uma única gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo. o número da linha 7. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

Exemplos =LINS(A11:D20) tem como resultado 10. ÂÂ valores-resultado:  Uma colecção opcional que contém o valor a ser devolvido com base na pesquisa. o número de linhas de 11 a 20. a que contiver mais células. valores-resultado) ÂÂ procurar:  O valor a procurar. Notas de utilização ÂÂ Quer onde-procurar quer valores-resultado são normalmente incluídos e são especificados ou como colunas múltiplas. o valor na célula com a mesma posição relativa numa segunda gama. =LINS(D:D) tem como resultado o número total de linhas da coluna D. a linha mais em cima e a coluna mais à esquerda. ou como linhas múltiplas. 224 Capítulo 9    Funções de referência . ÂÂ Se onde-procurar tiver duas dimensões e valores-resultado for especificado. onde-procurar pode ser especificado como colunas múltiplas e linhas múltiplas (em duas dimensões) e valores-resultado pode ser omitido. PROC(procurar. é pesquisada e o resultado é o valor correspondente de valores-resultado. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ onde-procurar:  A colecção que contém os valores a serem procurados. valor-procurar pode conter qualquer tipo de valor. valores-resultado é uma colecção que contém qualquer tipo de valores. mas não ambas (em uma dimensão). para compatibilidade com outras aplicações de folha de cálculo. consulte: “COLS” na página 214 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROC A função PROC encontra uma correspondência para um valor a procurar numa gama e apresenta.. onde- procurar é uma colecção que contém qualquer tipo de valores. onde-procurar. Porém. como resultado.

Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =PROC("C". PROCH(procurar. intervalo-linhas. Capítulo 9    Funções de referência 225 . D2:F2) tem como resultado 50. A1:F1.” Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.ÂÂ Se onde-procurar tiver duas dimensões e valores-resultado for omitido. o valor na última linha que corresponde a “D. ÂÂ intervalo-linhas:  Uma gama de células. procurar pode conter qualquer tipo de valor. A2:F2) tem como resultado 30.A1:F2) tem como resultado 40. consulte: “PROCH” na página 225 “CORRESP” na página 214 “PROCV” na página 227 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROCH A função PROCH tem como resultado um valor de um intervalo de linhas ao utilizar a linha superior de valores para seleccionar uma coluna e um número de linha para seleccionar uma linha dentro dessa coluna. correspondência-aprox) ÂÂ procurar:  O valor a procurar. o resultado é o valor correspondente na última linha (se o número de colunas incluído no intervalo for maior) ou coluna (se o número de linhas incluído no intervalo for maior). A2:F2. A1:F1) tem como resultado D. linha-devolver. =PROC("B". =PROC("D". =PROC(40. âmbito é uma referência a uma única gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo. A1:C1.

3. É possível utilizar caracteres universais em procurar. 2) tem como resultado “lorem” . Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =PROCH(20. 2) tem como resultado “dolor” . a função resulta num erro. A2:E4. coincide exactamente (FALSO ou 0):  Se os valores não coincidirem exactamente. =PROCH(“C”. =PROCH(“C”. =PROCH(39. Por conseguinte. FALSO) tem como resultado um erro porque não é possível encontrar o valor (não existe uma correspondência exacta). =PROCH(“M”. 2) tem como resultado “5” . Não é possível utilizar caracteres universais em procurar. que seja menor do que o valor a procurar. o valor da linha especificada nessa coluna é devolvido pela função. Salvo se for necessária uma correspondência exacta. seleccionar a coluna com o valor de linha superior maior. Se for exigida uma correspondência exacta e nenhum dos valores da linha superior corresponder ao valor a procurar. VERDADEIRO) tem como resultado “1” . =PROCH(“C”. A1:E4. ÂÂ correspondência-aprox:  Um valor opcional que especifica se é ou não necessário que dois valores coincidam exactamente. 2) tem como resultado “E” . A2:E3. correspondência aproximada (VERDADEIRO. 2) tem como resultado “E” . consulte: “PROC” na página 224 “CORRESP” na página 214 226 Capítulo 9    Funções de referência . A2:E4. =PROCH(“blandit”. linha-devolver é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de linhas no intervalo especificado. que seja menor que o valor a procurar. é seleccionada a coluna contendo o valor de linha superior maior.ÂÂ linha-devolver:  O número de linha a partir do qual devolver o valor. 3. A1:E4.. Notas de utilização ÂÂ PROCH compara um valor a procurar com os valores da linha superior de um intervalo especificado. A2:E4. A3:E4. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. devolver um erro. 1 ou omitido):  Se os valores não coincidirem exactamente.

âmbito é uma referência a uma única gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo. A coluna mais à esquerda do intervalo é a coluna 1. Capítulo 9    Funções de referência 227 . ÂÂ colunas-intervalo:  Uma gama de células. coluna-devolver é um valor numérico. Notas de utilização ÂÂ PROCV compara um valor a procurar com os valores da coluna mais à esquerda de um intervalo especificado. o valor da coluna especificada nessa linha é devolvido pela função. valor-procurar pode conter qualquer tipo de valor. 1 ou omitido):  Se os valores não coincidirem exactamente. coincide exactamente (FALSO ou 0):  Se os valores não coincidirem exactamente. Por conseguinte. ÂÂ coluna-devolver:  Um número que especifica o número de coluna relativo da célula da qual o valor deve ser devolvido. é seleccionada a linha contendo o valor de coluna da esquerda maior. ÂÂ correspondência-aprox:  Um valor opcional que determina se é ou não necessário que dois valores coincidam exactamente.. seleccionar a coluna com o valor de linha superior maior. a função resulta num erro.“PROCV” na página 227 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROCV A função PROCV tem como resultado um valor de um intervalo de colunas ao utilizar a coluna de valores da esquerda para seleccionar uma linha e um número de coluna para seleccionar uma coluna nessa linha. devolver um erro. Salvo se for necessária uma correspondência exacta. que seja menor que o valor a procurar. PROCV(procurar. correspondência aproximada (VERDADEIRO. correspondência-aprox) ÂÂ procurar:  O valor a procurar. É possível utilizar caracteres universais em procurar. colunas-intervalo. que seja menor do que o valor a procurar. Se for exigida uma correspondência exacta e nenhum dos valores da coluna mais à esquerda corresponder ao valor a procurar. coluna-devolver. Não é possível utilizar caracteres universais em procurar.

2) tem como resultado E. B2:E6. 2) tem como resultado E. valor…) ÂÂ índice:  O índice do valor a ser devolvido. valor. valor pode conter qualquer tipo de valor. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “PROCH” na página 225 “PROC” na página 224 “CORRESP” na página 214 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SELECCIONAR A função SELECCIONAR tem como resultado um valor de uma colecção de valores com base num valor de índice especificado. =PROCV(21. 228 Capítulo 9    Funções de referência . =PROCV(“M”. =PROCV(21.Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =PROCV(20. 2) tem como resultado 5. B2:E6. D2:E6. B2:E6. 2. FALSO) resulta num erro porque nenhum dos valores da coluna da esquerda corresponde exactamente a 21. 2) tem como resultado dolor. C2:E6. índice é um valor numérico e tem de ser superior a 0. SELECCIONAR(índice. =PROCV(“blandit”. ÂÂ valor:  Um valor.

"segundo". o terceiro valor da lista. 7. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. o quarto valor da lista. ou vice-versa. =SELECCIONAR(3. "Sexta". Exemplos =SELECCIONAR(4. "Segunda". âmbitotabela é uma colecção que contém qualquer tipo de valor. "Quinta". consulte: “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TRANSPOR A função TRANSPOR tem como resultado um intervalo vertical de células como intervalo horizontal de células. "Quarta". "Sábado". TRANSPOR(âmbito-tabela) ÂÂ âmbito-tabela:  A colecção que contém os valores a serem transportados. "último") tem como resultado 7. Os valores nesta tabela podem ser determinados (“lidos”) com a função ÍNDICE. "1º". "Domingo") tem como resultado Quinta. Notas de utilização ÂÂ A função TRANSPOR tem como resultado uma tabela com valores transpostos.ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: Linha/Coluna 1 2 3 Tecla A 5 11 37 Tecla B 15 96 56 Tecla C 10 29 23 Tecla D 9 11 1 Tecla E 7 23 12 Capítulo 9    Funções de referência 229 . Esta tabela irá conter um número de linhas igual ao número de colunas na gama original e um número de colunas igual ao número de linhas da gama original. "Terça".

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3). coluna 1 do intervalo transposto (era a linha 1. coluna 3 do intervalo transposto (era a linha 3. o valor na linha 4.1) tem como resultado 5.4. coluna A do intervalo original). o valor na linha 3. coluna 2 do intervalo transposto (era a linha 2.1. =ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3).1. coluna 3 do intervalo transposto (era a linha 3.1) tem como resultado 15.2.=ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3). coluna 2 do intervalo transposto (era a linha 2. coluna A do intervalo original).3) tem como resultado 37. o valor na linha 1.3. =ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3). coluna 1 do intervalo transposto (era a linha 1. coluna C do intervalo original). coluna D do intervalo original).1.2) tem como resultado 29. o valor na linha 1. o valor na linha 1.3) tem como resultado 1. =ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3). o valor na linha 2. consulte: “Lista de funções de referência” na página 211 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 230 Capítulo 9    Funções de referência . coluna 2 do intervalo original).2) tem como resultado 11. coluna A do intervalo original). =ÍNDICE(TRANSPOR($A$1:$E$3).

A função CONTAR tem como resultado o número de argumentos que contêm números.INV tem como resultado o inverso do valor indicado de probabilidade de distribuição beta cumulativa. A função CONTAR.SE tem como resultado o número de células de uma gama que satisfazem uma determinada condição.SE.ACUM. “CLASSIFICAÇÃO” (página 237) “CONFIANÇA” (página 239) “CONTAR” (página 240) “CONTAR. Lista de funções estatísticas Função “BETA. A função CLASSIFICAÇÃO tem como resultado a classificação de um número dentro de um intervalo de números. A função CONFIANÇA tem como resultado um valor para criação de um intervalo de confiança estatística de uma amostra de população com um desvio padrão conhecido. A função CONTAR.SE” (página 241) “CONTAR. expressões numéricas ou datas. Descrição A função BETA.S” (página 242)  231 .ACUM.INV” (página 236) O iWork disponibiliza estas funções estatísticas para utilização com tabelas.SE.Funções estatísticas 10 As funções estatísticas permitem-lhe manipular e analisar com maior facilidade colecções de dados utilizando uma variedade de medidas e técnicas estatísticas.S tem como resultado o número de células em uma ou mais gamas que satisfazem determinadas condições (uma condição por gama).

uma medida de dispersão.VAZIO” (página 245) Descrição A função CONTAR. A função CRIT.VAL tem como resultado o número de argumentos que não estão vazios. A função DESVQ tem como resultado a soma dos quadrados de desvios de uma colecção de números. de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos.VAZIO tem como resultado o número de células de uma gama que estão vazias. uma medida de dispersão.BINOM tem como resultado o menor valor para o qual a distribuição binomial cumulativa é maior ou igual a um determinado valor. com base na variância (verdadeira) da população. A função DESVPAD tem como resultado o desvio padrão. “CORREL” (página 246) “COVAR” (página 247) “CRIT. A função DESV.Função “CONTAR. A função DECLIVE tem como resultado o declive da recta que melhor se ajusta à colecção utilizando a análise de regressão linear. A função DESVPADAP tem como resultado o desvio padrão. A função CONTAR.VAL” (página 244) “CONTAR. a partir da respectiva média aritmética. uma medida de dispersão.MÉDIO tem como resultado a média da diferença de uma colecção de números em relação à respectiva média aritmética.MÉDIO” (página 250) “DESVPAD” (página 251) “DESVPADA” (página 253) “DESVPADAP” (página 255) “DESVPADP” (página 257) “DESVQ” (página 258) 232 Capítulo 10    Funções estatísticas . com base na variância da amostra (não enviesada). A função CORREL tem como resultado a correlação entre duas colecções utilizando a análise de regressão linear. A função DESVPADA tem como resultado o desvio padrão. uma medida de dispersão. de uma colecção de valores com base na respectiva variância da amostra (não enviesada).BINOM” (página 248) “DECLIVE” (página 249) “DESV. de uma colecção de valores com base na respectiva variância (verdadeira) da população. de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. A função COVAR tem como resultado a covariância de duas colecções. A função DESVPADP tem como resultado o desvio padrão.

NEG tem como resultado a distribuição binomial negativa. A função DISTEXPON tem como resultado a distribuição exponencial da forma especificada.CHI tem como resultado o inverso da probabilidade unilateral da distribuição chiquadrado.NORMP tem como resultado a distribuição normal padrão.CHI tem como resultado a probabilidade unilateral da distribuição chiquadrado. “DISTEXPON” (página 261) “DISTF” (página 262) “DISTGAMA” (página 263) “DIST.CHI” (página 271) “INVF” (página 271) “INVGAMA” (página 272) Capítulo 10    Funções estatísticas 233 . A função DIST. A função DISTF tem como resultado a distribuição da probabilidade F. A função INVGAMA tem como resultado o inverso da distribuição gama cumulativa. A função DISTGAMA tem como resultado a distribuição gama na forma especificada.Função “DISTBETA” (página 259) “DIST.NORMP” (página 265) “DISTRBINOM” (página 266) “DISTT” (página 267) “FREQUÊNCIA” (página 268) “INTERCEPTAR” (página 270) “INV. A função DIST. A função DIST. A função DISTRBINOM tem como resultado a probabilidade de distribuição binomial de termo individual da forma especificada. A função INV.BIN.CHI” (página 260) Descrição A função DISTBETA tem como resultado o valor de probabilidade de distribuição beta cumulativa.NORMALLOG” (página 265) “DIST.NORM tem como resultado a distribuição normal da forma da função especificada. A função INVF tem como resultado o inverso da distribuição da probabilidade F. A função DIST. A função FREQUÊNCIA tem como resultado uma tabela que mostra a frequência com que valores de dados ocorrem numa gama de valores de intervalo.BIN.NORMALLOG tem como resultado a distribuição normallog. A função DIST.NORM” (página 264) “DIST. A função INTERCEPTAR tem como resultado a intercepção y da recta que melhor se ajusta à colecção através da análise de regressão linear. A função DISTT tem como resultado a probabilidade da distribuição t de Student.NEG” (página 260) “DIST.

O valor maior é classificado com o número 1. A função INV.HARMÓNICA” (página 283) 234 Capítulo 10    Funções estatísticas .NORM” (página 274) “INV.GEOMÉTRICA tem como resultado a média geométrica. A função MÁXIMO tem como resultado o maior número de uma colecção. A função INVT tem como resultado o valor t (uma função da probabilidade e dos graus de liberdade) da distribuição t de Student. A função MÉDIA. “INV.NORM tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal. A função MED tem como resultado o valor da mediana de uma colecção de números. A função MAIOR tem como resultado o valor n-ésimo maior dentro de uma colecção.NORMP” (página 274) “INVT” (página 275) “LNGAMA” (página 276) “MAIOR” (página 276) “MÁXIMO” (página 277) “MÁXIMOA” (página 278) “MED” (página 279) “MÉDIA” (página 280) “MÉDIAA” (página 281) “MÉDIA. A função MÉDIAA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de valores. incluindo valores de texto e booleanos. A mediana é o valor em que metade dos números da colecção é inferior à mediana e a outra metade é superior. A função LNGAMA tem como resultado o logaritmo natural da função gama.Função “INVLOG” (página 273) Descrição A função INVLOG tem como resultado o inverso da função de distribuição cumulativa normallog de x. A função MÉDIA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de números.GEOMÉTRICA” (página 282) “MÉDIA.HARMÓNICA tem como resultado a média harmónica. A função MÉDIA.NORMP tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal padrão. G(x). A função INV. A função MÁXIMOA tem como resultado o maior número de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos.

A função PERMUTAR tem como resultado o número de permutações para um determinado número de objectos que podem ser seleccionados a partir de um número total de objectos. O valor menor é classificado com o número 1.SE tem como resultado a média aritmética das células de uma gama que satisfazem uma determinada condição.PERCENTUAL” (página 291) “PERCENTIL” (página 292) “PERMUTAR” (página 293) “POISSON” (página 294) Capítulo 10    Funções estatísticas 235 . A função MINA tem como resultado o menor número de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. A função MENOR tem como resultado o n-ésimo valor menor num intervalo.SE.SE” (página 283) Descrição A função MÉDIA. A função MODO tem como resultado o valor que ocorre com maior frequência numa colecção de números.PERCENTUAL tem como resultado a ordem de um valor numa colecção como percentagem da colecção. A função MÉDIA. A função MÍNIMO tem como resultado o menor número de uma colecção. A função ORDEM. A função POISSON tem como resultado a probabilidade de ocorrência de um número específico de eventos.SE. utilizando a distribuição de Poisson.S tem como resultado a média aritmética das células de uma colecção que satisfazem todas as condições indicadas.S” (página 285) “MENOR” (página 287) “MÍNIMO” (página 288) “MÍNIMOA” (página 288) “MODO” (página 289) “NORMALIZAR” (página 290) “ORDEM.Função “MÉDIA. A função NORMALIZAR tem como resultado um valor normalizado a partir da distribuição caracterizada por uma determinada média e um determinado desvio padrão. A função PERCENTIL tem como resultado o valor numa colecção que corresponde a um determinado percentil. “MÉDIA.

CHI” (página 302) “TTEST” (página 304) “VAR” (página 305) “VARA” (página 306) “VARP” (página 308) “VARPA” (página 309) “ZTEST ” (página 311) BETA.LIN tem como resultado uma tabela das estatísticas de uma linha recta que melhor se ajusta aos dados indicados utilizando o método dos "quadrados mínimos". A função PROJ.LIN” (página 298) “QUARTIL” (página 301) “ TESTE.INV A função BETA.CHI tem como resultado o valor da distribuição chi-quadrado do dado indicado. A função VARA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra. uma medida de dispersão. A função PROB tem como resultado a probabilidade de um intervalo de valores. A função TESTE.INV tem como resultado o inverso do valor indicado de probabilidade de distribuição beta cumulativa. uma medida de dispersão. A função VARP tem como resultado a variância (verdadeira) da população. uma medida de dispersão. A função QUARTIL tem como resultado o valor do quartil especificado de uma determinada colecção. de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou booleanos. utilizando a análise de regressão linear.Função “PREVISÃO” (página 295) Descrição A função PREVISÃO tem como resultado o valor y previsto para um determinado valor x com base em valores de amostra. 236 Capítulo 10    Funções estatísticas . de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou booleanos. de uma colecção de valores. A função VARPA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra. “PROB” (página 296) “PROJ. A função VAR tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra. uma medida de dispersão. A função ZTEST tem como resultado o valor da probabilidade unilateral do teste Z.ACUM. se conhecer as probabilidades dos valores individuais. com base na função de distribuição t. de uma colecção de valores. A função TTEST tem como resultado a probabilidade associada a um teste t de Student.ACUM.

2) tem como resultado 0. ÂÂ x-superior:  Um limite superior opcional para a probabilidade ou valor x especificado. consulte: “DISTBETA” na página 259 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CLASSIFICAÇÃO A função CLASSIFICAÇÃO tem como resultado a classificação de um número dentro de um intervalo de números. ÂÂ x-inferior:  Um limite inferior opcional para a probabilidade ou valor x especificado.797918471982869. x-superior) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição.ACUM.INV(0.BETA.ACUM. alfa é um valor numérico e tem de ser superior a 0.INV(0. 0. Se omitido. x-superior é um valor numérico e tem de ser superior ou igual à probabilidade ou valor x especificado. CLASSIFICAÇÃO(dur-data-num. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.5. =BETA. Se omitido.ACUM. 0. dur-data-num é um valor numérico. utiliza-se 1. 2. 1. um valor de data/hora ou um valor de duração. x-inferior. Capítulo 10    Funções estatísticas 237 . beta. x-inferior é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual à probabilidade ou valor x especificado. 2) tem como resultado 0. =BETA.99.3. maior-é-alto) ÂÂ dur-data-num:  Um valor.9. utiliza-se 0. beta é um valor numérico e tem de ser superior a 0.ACUM.INV(probabilidade. 1) tem como resultado 0. ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. alfa. conj-dur-data-num. 1. 2.1.391600211318183. 0.INV(0. Exemplos =BETA. 2. 2. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição.

2 e depois 4. A1:E4. (Organizámos assim os dados para o exemplo. o resultado é um erro. =CLASSIFICAÇÃO(92. Notas de utilização ÂÂ Os valores iguais incluídos na colecção são classificados em conjunto. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos. A1:E4. dado que 30 é a pontuação cumulativa mais baixa do teste e optámos por classificar o valor menor primeiro. Exemplos Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus 20 alunos. 1) tem como resultado 1. FALSE ou omitido):  Atribuir a classificação 1 ao valor maior da colecção. A1:E4. maior é baixo (0. originalmente estariam provavelmente em 20 linhas separadas. ÂÂ Se o valor especificado não corresponder a qualquer dos valores da colecção. 92. dado que existe um "empate" para o segundo lugar. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =CLASSIFICAÇÃO(91. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. mas têm impacto no resultado. 1) tem como resultado 4. dado que 92 é a segunda pontuação cumulativa mais alta do teste e optámos por classificar o valor maior primeiro. 0) tem como resultado 2.ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. 92 e depois 91 e a classificação é 1. 2.) =CLASSIFICAÇÃO(30. ÂÂ maior-é-alto:  Um valor opcional que especifica se a classificação 1 se aplica ao valor maior ou ao valor mais pequeno da colecção. de data ou de duração. consulte: “MAIOR” na página 276 “MENOR” na página 287 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 238 Capítulo 10    Funções estatísticas . A ordem é 100. maior é alto (1 ou VERDADEIRO):  Atribuir a classificação 1 ao valor mais baixo da colecção.

=CONFIANÇA(0. alfa é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. desvpad.05.52.52. Exemplos =CONFIANÇA(0.62. 40) tem como resultado 0. 30) tem como resultado 0.36. a média da população situa-se no intervalo de 99.38–100. tamanho-amostra é um valor numérico e tem de ser superior a 0.05. =CONFIANÇA(0.62. 1. ÂÂ tamanho-amostra:  O tamanho da amostra. 10) tem como resultado 0.05. tamanho-amostra) ÂÂ alfa:  A probabilidade de o verdadeiro valor da população estar fora do intervalo. =CONFIANÇA(0. 1. 1. Notas de utilização ÂÂ A estimativa de confiança presume que os valores da amostra estão distribuídos normalmente. desvpad é um valor numérico e tem de ser superior a 0.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CONFIANÇA A função CONFIANÇA tem como resultado um valor para criação de um intervalo de confiança estatística de uma amostra de população com um desvio padrão conhecido.05. então com 90% de confiança. então com 95% de confiança. ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. =CONFIANÇA(0. 20) tem como resultado 0.1. a média da população situa-se no intervalo de 99. consulte: “DESVPAD” na página 251 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 239 . 10) tem como resultado 0.31.48–100. Se a média dos valores da amostra for 100.44. 1. Ao subtrair o intervalo de confiança de 1 obtém o alfa. 1. Se a média dos valores da amostra for 100. CONFIANÇA(alfa. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

qualquer célula que não esteja vazia). dado que três células estão vazias. =CONTAR(2. a função SOMA tem como resultado 1 número e os últimos dois argumentos são texto. existem 2 números na gama A5:E5. CONTAR(valor. SOMA(A1:E1). 3. dado nenhum dos argumentos são numéricos.SE” na página 241 “CONTAR. “b”) tem como resultado 5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =CONTAR(A4:E4) tem como resultado 0. 5 argumentos numéricos). não valores numéricos (no total. Exemplos A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR.CONTAR A função CONTAGEM tem como resultado o número de argumentos que contêm números. consulte: “CONTAR. Notas de utilização ÂÂ Para contar qualquer célula que contenha qualquer tipo de valor (ou seja.VAZIO” na página 245 “CONTAR.S” na página 242 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 240 Capítulo 10    Funções estatísticas . dado que as últimas duas células não são numéricas. valor…) ÂÂ valor:  Um valor. mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de CONTAR inclui no resultado da função.VAL” na página 244 “CONTAR. “A”. =CONTAR(A1:E1) tem como resultado 5.VAL. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. A informação não é significativa. dado que os argumentos são valores lógicos VERDADEIRO ou FALSO. dado que os argumentos 2 e 3 são números. que não são contabilizados como numéricos. utilize a função CONTAR. =CONTAR(A2:E2) tem como resultado 0. =CONTAR(A5:E5) tem como resultado 2. expressões numéricas ou datas. dado que todos os argumentos são numéricos. =CONTAR(A3:E3) tem como resultado 3. A5:E5. valor pode conter qualquer tipo de valor.SE.

SE. Notas de utilização ÂÂ Cada valor de tabela-teste e comparado com a condição. dado que todas as células da gama têm um valor superior a zero. =CONTAR. A informação não é significativa. dado que a cadeia de teste “amet” aparece duas vezes na gama.SE A função CONTAR. “>0”) tem como resultado 5. “=*t”) tem como resultado 4. =CONTAR. CONTAR.SE(A1:E5.SE tem como resultado o número de células de uma gama que satisfazem uma determinada condição.SE(A3:E3.SE(A1:E5. tabela-teste é uma colecção que pode conter qualquer tipo de valor.SE(A1:E1. =CONTAR. é incluído na contagem. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em tabela-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE.SE(tabela-teste. incluindo CONTAR.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CONTAR. “=amet”) tem como resultado 2. consulte: Capítulo 10    Funções estatísticas 241 . dado que a terminação de cadeia com a letra “t” aparece quatro vezes na gama. dado que os três números são superiores a 100 e os dois valores de texto são ignorados na comparação. Exemplos A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR. Se o valor satisfizer o teste condicional. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ">=100”) tem como resultado 3. ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. condição) ÂÂ tabela-teste:  A colecção que contém os valores a serem testados. mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de CONTAR inclui no resultado da função. =CONTAR. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa.

ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO.SES tem como resultado o número de células em uma ou mais gamas que satisfazem determinadas condições (uma condição por gama).SE. valores-teste…. valores-teste é uma colecção que contém qualquer tipo de valor. Notas de utilização ÂÂ Cada valor em valores-teste é comparado com a condição correspondente. condição. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE.S A função CONTAR.SE. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa.S(valores-teste. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma expressão de condição. condição pode ser repetido todas as vezes necessárias. esta função terá sempre um número ímpar de argumentos.SE. ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham valores a testar. 242 Capítulo 10    Funções estatísticas . portanto. condição…) ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. CONTAR. Este padrão de valores-teste. Tem de haver uma condição a seguir a cada colecção de valores-teste e.S” na página 242 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CONTAR. a contagem aumenta em 1.VAL” na página 244 “CONTAR. Se os valores correspondentes em cada colecção satisfizerem os testes condicionais correspondentes.“CONTAR” na página 240 “CONTAR. uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO.VAZIO” na página 245 “CONTAR. ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste.

SE.B2:B13. consulte: “CONTAR” na página 240 “CONTAR. =CONTAR. =CONTAR."=M".VAZIO” na página 245 “CONTAR.SE. o número de pessoas do sexo feminino (identificadas com um “F” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade.S(A2:A13.VAL” na página 244 “CONTAR.S(A2:A13."=M".SE.B2:B13."=F") tem como resultado 3."=M") tem como resultado 2."<40". o número de pessoas do sexo masculino (identificadas com um “M” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade. =CONTAR.S(A2:A13."<40".Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =CONTAR.B2:B13. o número de pessoas do sexo masculino casadas (identificadas com um “M” na coluna C) com menos de quarenta anos de idade. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.S(A2:A13.C2:C13."<40".B2:B13.SE.C2:C13."<40". o número de pessoas do sexo masculino solteiras (identificadas com um “S” na coluna C) com menos de quarenta anos de idade."=S") tem como resultado 2."=M") tem como resultado 4.SE” na página 241 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 243 .

S” na página 242 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 244 Capítulo 10    Funções estatísticas .VAL(A2:E2) tem como resultado 5.VAL A função CONTAR. dado que todas as células contêm um argumento (incluindo valores de texto e numéricos). =CONTAR. =CONTAR. =CONTAR. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. dado que os argumentos 2 e 3 são números. CONTAR.CONTAR. dado que todas as células contêm um argumento (todos numéricos).SE” na página 241 “CONTAR. valor pode conter qualquer tipo de valor.VAL(A1:E1) tem como resultado 5. valor…) ÂÂ valor:  Um valor.VAL(A3:E3) tem como resultado 5. 7 argumentos). incluindo CONTAR. a função SOMA tem como resultado 1 número e “A” e “b” são expressões textuais(no total.VAL(2. =CONTAR. existem 2 células que não estão vazias na gama A5:E5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 3.VAL(A4:E4) tem como resultado 5. “A”.VAL tem como resultado o número de argumentos que não estão vazios. SOMA(A1:E1). Exemplos A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR.SE.VAL(A5:E5) tem como resultado 2. utilize a função CONTAR. =CONTAR. “b”) tem como resultado 7. consulte: “CONTAR” na página 240 “CONTAR. dado que três células estão vazias. A informação não é significativa.VAZIO” na página 245 “CONTAR. Notas de utilização ÂÂ Para contar apenas células ou argumento que contêm números ou datas.VAL. =CONTAR. dado que todas as células contêm um argumento (VERDADEIRO ou FALSO). A5:E5. dado que todas as células contêm um argumento (todos texto).VAL(valor. mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de CONTAR inclui no resultado da função.

VAZIO(A6:E6) tem como resultado 5. CONTAR. =CONTAR. dado que não existem células vazias na gama.VAZIO(A1:E1.SE. A5:E5) tem como resultado um erro. dado que existem apenas células vazias na gama. =CONTAR. mas ilustra o tipo de argumentos que cada variação de CONTAR inclui no resultado da função.VAL” na página 244 “CONTAR.VAZIO(A2:E2) tem como resultado 0.VAZIO(A1:E1) tem como resultado 0.VAZIO apenas aceita uma gama como argumento.VAZIO(âmbito) ÂÂ âmbito:  Uma gama de células.S” na página 242 Capítulo 10    Funções estatísticas 245 . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos A tabela deste exemplo é utilizada para ilustrar todas as variações da função CONTAR. dado que não existem células vazias na gama. dado que existem três células vazias na gama. =CONTAR. consulte: “CONTAR” na página 240 “CONTAR. =CONTAR. =CONTAR.VAZIO.SE” na página 241 “CONTAR. dado que CONTAR. dado que existe um total de 8 células vazias na gama. =CONTAR. incluindo CONTAR.VAZIO A função CONTAR.“Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CONTAR.VAZIO(A1:E6) tem como resultado 8 . A informação não é significativa.VAZIO tem como resultado o número de células de uma gama que estão vazias. âmbito é uma referência a uma única gama de células que poderá conter valores de qualquer tipo.VAZIO(A5:E5) tem como resultado 3.

estes são ignorados.“Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CORREL A função CORREL tem como resultado a correlação entre duas colecções utilizando a análise de regressão linear. Notas de utilização ÂÂ valores-y e valores-x têm de ter as mesmas dimensões. valores-y é uma colecção com valores numéricos. 246 Capítulo 10    Funções estatísticas . de data/hora ou de duração. valores-x) ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). ÂÂ Se forem incluídos valores de texto ou booleanos nas colecções. CORREL(valores-y. de data/hora ou de duração. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. valores-x é uma colecção com valores numéricos.

a função CORREL é utilizada para determinar o quão próxima é a relação do preço do fuelóleo (coluna A) com a temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato.Exemplo Neste exemplo. consulte: “COVAR” na página 247 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COVAR A função COVAR tem como resultado a co-variância de duas colecções. =CORREL(A2:A11.9076. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. indicando uma correlação próxima (à medida que o preço aumentou. COVAR(valores-amostra-1. valores-amostra-1 é uma colecção que contém valores numéricos. Capítulo 10    Funções estatísticas 247 . o termóstato baixou). valores-amostra-2 é uma colecção que contém valores numéricos. valores-amostra-2) ÂÂ valores-amostra-1:  A colecção que contém a primeira colecção de valores de amostra. Notas de utilização ÂÂ As duas tabelas têm de ter as mesmas dimensões. B2:B11) tem como resultado aproximadamente -0. ÂÂ valores-amostra-2:  A colecção que contém a segunda colecção de valores de amostra.

a co-variância é igual à variância da população.BINOM A função CRIT. estes são ignorados.ÂÂ Se forem incluídos valores de texto ou booleanos nas tabelas.BINOM(tentativas. Exemplo Neste exemplo. tentativas é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.BINOM tem como resultado o menor valor para o qual a distribuição binomial cumulativa é maior ou igual a um determinado valor. a função COVAR é utilizada para determinar o quão próxima é a relação do preço do fuelóleo (coluna A) com a temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato. =COVAR(A2:A11. indicando uma correlação (à medida que o preço aumentou. consulte: “CORREL” na página 246 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CRIT. o termóstato baixou) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.6202. ÂÂ Se ambas as colecções forem idênticas. prob-sucesso. 248 Capítulo 10    Funções estatísticas . alfa) ÂÂ tentativas:  O número total de tentativas ou testes. CRIT. B2:B11) tem como resultado aproximadamente -1.

BINOM(97.25. valores-x é uma colecção com valores numéricos. 0. Exemplo =CRIT. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. Ao subtrair o intervalo de confiança de 1 obtém o alfa. prob-sucesso é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo.05.BINOM(97. 0. ÂÂ alfa:  A probabilidade de o verdadeiro valor da população estar fora do intervalo. 0.05) tem como resultado 17. Capítulo 10    Funções estatísticas 249 . ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). 0.25. sendo que cada tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 25% e um intervalo de confiança 90% (10% alfa). de data/hora ou de duração. com base em 97 tentativas. 0. valores-x) ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes).05) tem como resultado 2.BINOM(97.NEG” na página 260 “PERMUTAR” na página 293 “PROB” na página 296 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DECLIVE A função DECLIVE tem como resultado o declive da recta que melhor se ajusta à colecção utilizando a análise de regressão linear.1) tem como resultado 19. valores-y é uma colecção com valores numéricos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. alfa é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual a 1. DECLIVE(valores-y. com base em 97 tentativas. com base em 97 tentativas. de data/hora ou de duração.BIN. =CRIT. sendo que cada tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 25% e um intervalo de confiança 95% (5% alfa). 0.ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste. sendo que cada tentativa tem uma probabilidade e sucesso de 5% e um intervalo de confiança 95% (5% alfa). consulte: “DISTRBINOM” na página 266 “DIST. =CRIT.

A2:A11) é avaliado com aproximadamente -3. indicando uma recta de melhor ajuste com declive descendente (à medida que o preço aumentou.Notas de utilização ÂÂ As duas colecções têm de ter o mesmo tamanho ou a função dá erro. com base no preço do fuelóleo (a variável independente). ÂÂ Se. =DECLIVE(B2:B11. por exemplo. ÂÂ Para encontrar a intercepção y da recta de melhor ajuste. o rendimento do combustível seria uma variável dependente e a velocidade de condução seria a variável independente.MÉDIO A função MÉDIA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de números. utilize a função INTERCEPTAR. tivesse dados relativos à velocidade de condução de um veículo e ao respectivo rendimento do combustível a cada velocidade. consulte: “INTERCEPTAR” na página 270 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESV.2337. Exemplo Neste exemplo. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. a função DECLIVE é utilizada para determinar o declive da recta que melhor se ajusta à temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato (a variável dependente). o termóstato baixou). 250 Capítulo 10    Funções estatísticas .

o resultado é um valor de duração. consulte: “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESVPAD A função DESVPAD tem como resultado o desvio padrão. A diferença (valor absoluto) entre a média e cada número é somada e dividida pelo número de números. 2.MÉDIO(2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. um valor de data/hora ou um valor de duração. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. têm de ser todos do mesmo tipo.DESV. =DESV. 4) tem como resultado 0. 2. DESVPAD(dur-data-num. ÂÂ Se dur-data-num contiver valores de data/hora. Capítulo 10    Funções estatísticas 251 . 4) tem como resultado 1.MÉDIO divide a soma dos números pelo número de números para obter a média. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. Notas de utilização ÂÂ A função DESV. 2. de uma colecção de valores com base na respectiva variância da amostra (não enviesada). ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Exemplos =DESV. uma medida de dispersão. Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. 3. dur-data-num é um valor numérico. 2. um valor de data/hora ou um valor de duração. 3. ÂÂ dur-data-num…:  Um ou mais valores adicionais (é necessário um mínimo de dois valores). dur-data-num é um valor numérico. 4. 4. 4. 4. Notas de utilização ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPAD quando os valores especificados representam apenas uma amostra de uma população maior.MÉDIO(2.6666667. Todos os valores dur-data-num têm de ser do mesmo tipo.MÉDIO(dur-data-num. 4. 3. utilize a função DESVPADP. Se os valores que está a analisar representarem uma colecção ou população inteira. 3. 2.

o teste 2 teve a dispersão mais elevada. seguido de perto pelo teste 1.   Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5   Teste 1 75 100 40 80 90 =DESVPAD(B2:B6) Teste 2 82 90 80 35 98 =DESVPAD(C2:C6) Teste 3 90 95 78 95 75 Teste 4 78 88 90 98 97 Teste 5 84 90 85 92 88 =DESVPAD(F2:F6) =DESVPAD(D2:D6) =DESVPAD(E2:E6) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplo Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. 8. Os outros três testes tiveram uma baixa dispersão.5026. consulte: “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 252 Capítulo 10    Funções estatísticas . ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VAR.3466.8035. Portanto. 9. 24.5357.0747 e 3. Os resultados das funções DESVPAD são aproximadamente 22. Seleccionou arbitrariamente cinco alunos para representarem a população total de estudantes (note que este é apenas um exemplo. utilize a função DESVPADA. poderia utilizar a função DESVPAD para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações.ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos. Utilizando os dados da amostra. isto provavelmente não seria estatisticamente válido).

Não pode misturar números. ÂÂ DESVPADA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto. uma medida de dispersão. As células vazias são ignoradas. Notas de utilização ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADA quando os valores especificados representam apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar representarem uma colecção ou população inteira. ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARA. de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. 0 ao valor booleano FALSO e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. Capítulo 10    Funções estatísticas 253 . datas e valores de duração. com base na variância da amostra (não enviesada). valor pode conter qualquer tipo de valor. Não pode misturar números.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESVPADA A função DESVPADA tem como resultado o desvio padrão. utilize a função DESVPADAP. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. ÂÂ valor…:  Um ou mais valores adicionais (é necessário um mínimo de dois valores). valor…) ÂÂ valor:  Um valor. utilize a função DESVPAD. DESVPADA(valor. datas e valores de duração.

a dispersão medida pela função DESVPADA da amostra de temperaturas máximas diárias.Exemplo Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino. Califórnia. Os dados dos primeiros dias são apresentados na tabela seguinte e são utilizados como amostra da população de temperaturas máximas e mínimas (note que este é apenas um exemplo. não seria estatisticamente válido). manteve registo dos dias em que ligou o ar condicionado no seu apartamento. consulte: “DESVPAD” na página 251 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 254 Capítulo 10    Funções estatísticas . Para além disso. Excede a gama real de temperaturas máximas de 15 graus porque é atribuído um valor de zero à temperatura “indisponível” . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. O sensor regista as temperaturas máxima e mínima diária.8271. =DESVPADA(B2:B13) tem como resultado 24.

utilize a função DESVPADP. ÂÂ DESVPADAP atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto. ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARPA. valor…) ÂÂ valor:  Um valor. Se os valores que está a analisar representarem apenas uma amostra de uma população maior. 0 ao valor booleano FALSO e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos. datas e valores de duração. As células vazias são ignoradas. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. DESVPADAP(valor. de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. utilize a função DESVPADA. com base na variância (verdadeira) da população. Não pode misturar números. Capítulo 10    Funções estatísticas 255 .“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESVPADAP A função DESVPADAP tem como resultado o desvio padrão. Notas de utilização ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADAP quando os valores especificados representam a colecção ou população inteira. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. uma medida de dispersão. valor pode conter qualquer tipo de valor.

consulte: “DESVPAD” na página 251 “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 256 Capítulo 10    Funções estatísticas . Para além disso. Excede a gama real de temperaturas máximas de 15 graus porque é atribuído um valor de zero à temperatura “indisponível” . Califórnia. O sensor falhou após alguns dias e seguinte tabela representa a população de temperaturas máximas e mínimas. =DESVPADAP(B2:B13) tem como resultado 23.7702. O sensor regista as temperaturas máxima e mínima diária.Exemplo Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino. a dispersão medida pela função DESVPADAP da amostra de temperaturas máximas diárias. manteve registo dos dias em que ligou o ar condicionado no seu apartamento. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

DESVPADP(dur-data-num. Portanto.   Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5   Teste 1 75 100 40 80 75 =DESVPADP(B2:B6) Teste 2 82 90 80 35 82 =DESVPADP(C2:C6) Teste 3 90 95 78 95 90 Teste 4 78 88 90 98 78 Teste 5 84 90 85 92 84 =DESVPADP(D2:D6) =DESVPADP(E2:E6) =DESVPADP(F2:F6) Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.9454. Se os valores que está a analisar representarem apenas uma amostra de uma população maior. Utilizando os dados desta população. utilize a função DESVPAD. utilize a função DESVPADAP. 7. ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos. poderia utilizar a função DESVPADP para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações. uma medida de dispersão. de uma colecção de valores com base na respectiva variância (verdadeira) da população. Os outros três testes tiveram uma baixa dispersão. Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. 21. Notas de utilização ÂÂ É adequado utilizar a função DESVPADP quando os valores especificados representam a colecção ou população inteira. 8. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor.9933. ÂÂ O desvio padrão é a raiz quadrada da variância devolvida pela função VARP. consulte: “DESVPAD” na página 251 Capítulo 10    Funções estatísticas 257 . ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Os resultados das funções DESVPADP são aproximadamente 20. Tem uma turma muito pequena e isto representa a população total de alunos. seguido de perto pelo teste 1. o teste 2 teve a dispersão mais elevada.3961.2222 e 2. têm de ser todos do mesmo tipo.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESVPADP A função DESVPADP tem como resultado o desvio padrão.49994. um valor de data/hora ou um valor de duração. Exemplo Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. dur-data-num é um valor numérico.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 9) tem como resultado 196. valor-num…) ÂÂ valor-num:  Um número. 19. valor-num é um valor numérico. sendo o total apresentado como resultado. a partir da respectiva média aritmética. consulte: “DESVPAD” “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 258 Capítulo 10    Funções estatísticas . ÂÂ valor-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais números. 8. 7. DESVQ(valor-num. A diferença (valor absoluto) entre a média e cada número é elevada ao quadrado e somada. Exemplo =DESVQ(1. 3.833333333333.“DESVPADA” na página 253 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DESVQ A função DESVQ tem como resultado a soma dos quadrados de desvios de uma colecção de números. Notas de utilização ÂÂ A função DESVQ divide a soma dos números pelo número de números para obter a média aritmética.

alfa. ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. =DISTBETA(1. Se omitido. Se omitido. x-superior é um valor numérico e tem de ser superior ou igual à probabilidade ou valor x especificado.221453287197232.5. 2) tem como resultado 0. 0. beta. alfa é um valor numérico e tem de ser superior a 0. beta é um valor numérico e tem de ser superior a 0. ÂÂ x-inferior:  Um limite inferior opcional para a probabilidade ou valor x especificado.INV” na página 236 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 259 . x-superior) ÂÂ valor-x:  O valor x no qual pretende avaliar a função. valor-x é um valor numérico e tem de estar no intervalo de 0 a 1. 2. DISTBETA(valor-x. 0. ÂÂ x-superior:  Um limite superior opcional para a probabilidade ou valor x especificado. 1) tem como resultado 1. 0. 2) tem como resultado 0. x-inferior. consulte: “BETA. =DISTBETA(0. 2.3. Exemplos =DISTBETA(0. x-inferior é um valor numérico e tem de ser inferior ou igual à probabilidade ou valor x especificado. 1.1.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTBETA A função DISTBETA tem como resultado o valor de probabilidade de distribuição beta cumulativa. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.ACUM. 2. 1. utiliza-se 0. ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição.00725. 2. utiliza-se 1.

prob-sucesso) ÂÂ num-f:  O número de falhas. prob-sucesso é um valor numérico que tem de ser superior a 0 e inferior a 1.NEG(num-f. num-sucessos.BIN.NEG tem como resultado a distribuição binomial negativa.20913174716192.BIN.DIST. DIST. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. num-sucessos.BIN. num-sucessos é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.NEG A função DIST.CHI tem como resultado a probabilidade unilateral da distribuição chiquadrado.BINOM” na página 248 “PERMUTAR” na página 293 “PROB” na página 296 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIST. 0. consulte: “DISTRBINOM” na página 266 “CRIT. 260 Capítulo 10    Funções estatísticas . Exemplo =DIST.BIN.NEG tem como resultado a probabilidade de existência de um número especificado de falhas. ÂÂ num-sucessos:  O número de tentativas ou testes bem sucedidos. num-f é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. num-f.95) tem como resultado 0. A probabilidade constante de sucesso é prob-sucesso.CHI A função DIST.BIN. ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste.NEG(3. antes do número especificado de sucessos. Notas de utilização ÂÂ A função DIST. 68.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. graus-liberdade é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de distribuição cumulativa.CHI(valor-x-não-neg. forma da densidade de probabilidade (FALSE ou 0):  Devolve o valor da forma da função de densidade de probabilidade. 1) tem como resultado 0.0253473186774683.CHI(10. consulte: “INV.CHI” na página 271 “ TESTE.0820849986238988. graus-liberdade) ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. valor-x-não-neg é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0. =DIST. DISTEXPON(valor-x-não-neg. Exemplos =DIST. lambda. ÂÂ lambda:  O valor do parâmetro. ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais. valor-x-não-neg é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.CHI” na página 302 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTEXPON A função DISTEXPON tem como resultado a distribuição exponencial da forma especificada. lambda é um valor numérico e tem de ser superior a 0. ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade. 10) tem como resultado 0. tipo-forma) ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função.CHI(5. =DIST.440493285065212. Capítulo 10    Funções estatísticas 261 . 2) tem como resultado 0.DIST.CHI(5.

Exemplos =DISTF(0. Se existirem casas decimais.000670925255805024 (forma da densidade de probabilidade). 1) tem como resultado 0. =DISTF(0. 2. grau-lib- numerador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1.NORMALLOG” na página 265 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTF A função DISTF tem como resultado a distribuição da probabilidade F. consulte: 262 Capítulo 10    Funções estatísticas .77.999664537372097 (forma da distribuição cumulativa). 1) tem como resultado 0. DISTF(valor-x-não-neg.472763488223567. 1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. estas são ignoradas. 1. grau-lib-denominador) ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função.627455805138159. 2. consulte: “DIST. Se existirem casas decimais.Exemplos =DISTEXPON(4. valor-x-não-neg é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0. 1) tem como resultado 0. grau- lib-denominador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. estas são ignoradas. =DISTF(0. =DISTEXPON(4. ÂÂ grau-lib-numerador:  Os graus de liberdade a incluir como numerador.541479597634413.77. 2.77. 2) tem como resultado 0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. grau-lib-numerador. 0) tem como resultado 0. Notas de utilização ÂÂ A distribuição F também é conhecida como a distribuição F de Snedecor ou distribuição Fisher-Snedecor. ÂÂ grau-lib-denominador:  Os graus de liberdade a incluir como denominador.

DISTGAMA(valor-x-não-neg. beta é um valor numérico e tem de ser superior a 0. alfa é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 2. 1.8. Exemplos =DISTGAMA(0.329679953964361 (a forma da distribuição cumulativa). forma da densidade de probabilidade (FALSE ou 0):  Devolve o valor da forma da função de densidade de probabilidade. ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais. =DISTGAMA(0. valor-x-não-neg é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0. tipo-forma) ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função. alfa. beta. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 1) tem como resultado 0. ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição.“INVF” na página 271 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTGAMA A função DISTGAMA tem como resultado a distribuição gama na forma especificada. consulte: “INVGAMA” na página 272 “LNGAMA” na página 276 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 10    Funções estatísticas 263 . 2.33516002301782 (a forma da densidade de probabilidade). forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de distribuição cumulativa.8. 0) tem como resultado 0. 1. ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição.

NORM” na página 274 “DIST.00316618063319199. a função DIST. 15.NORM tem como resultado a distribuição normal da forma da função especificada.NORM(num. forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de distribuição cumulativa. média é um valor numérico que representa a taxa média aritmética conhecida de ocorrência de um evento. num é um valor numérico.NORM A função DIST. média. =DIST. forma da densidade de probabilidade (FALSE ou 0):  Devolve o valor da forma da função de densidade de probabilidade.5.5. a forma da distribuição cumulativa. desvpad for 1 e tipo-forma for VERDADEIRO.NORMP. desvpad.NORM(22. 0) tem como resultado 0. a forma da densidade de probabilidade. tipo-forma) ÂÂ num:  O número a ser avaliado. consulte: “INV. Exemplos =DIST. ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. 2.997444869669572.NORM apresenta como resultado o mesmo valor que a distribuição cumulativa normal padrão devolvida pela função DIST.NORM(22. 2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Notas de utilização ÂÂ Se a média for 0. ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais.NORMP” na página 265 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 264 Capítulo 10    Funções estatísticas . 1) tem como resultado 0.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIST. 15. desvpad é um valor numérico e tem de ser superior a 0. ÂÂ média:  A média da distribuição. DIST.

média. DIST. desvpad é um valor numérico e tem de ser Exemplo =DIST. desvpad) ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIST.NORMALLOG A função DIST. valor-x-pos é um valor numérico que tem de ser superior a 0.NORMP(num) ÂÂ num:  Um número. ou seja.NORMALLOG(valor-x-pos.NORMALLOG(0. ln(x). 2.187899237956868. consulte: “LN” na página 188 “INVLOG” na página 273 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIST. Notas de utilização ÂÂ Uma distribuição normal padrão tem uma média aritmética de 0 e um desvio padrão de 1. Capítulo 10    Funções estatísticas 265 . superior a 0. média é um valor numérico e é a média aritmética de ln(x). ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. o logaritmo natural de x.NORMP A função DIST. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.7.NORMALLOG tem como resultado a distribuição normallog.NORMP tem como resultado a distribuição normal padrão.2) tem como resultado 0.78. DIST. num é um valor numérico. ÂÂ média:  A média do logaritmo natural. 1.

forma da massa de probabilidade (FALSE ou 0):  Devolve o valor da forma da função massa de probabilidade (que há exactamente o número especificado de êxitos ou eventos). consulte: “DIST. 266 Capítulo 10    Funções estatísticas . prob-sucesso é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1. num-sucessos é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual a tentativas. tipo-forma) ÂÂ num-sucessos:  O número de tentativas ou testes bem sucedidos. tentativas. ou menos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais. prob-sucesso. DISTRBINOM(num-sucessos.NORMP(4. terá lugar).NORMP” na página 274 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTRBINOM A função DISTRBINOM tem como resultado a probabilidade de distribuição binomial de termo individual da forma especificada. tentativas é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0. ÂÂ tentativas:  O número total de tentativas ou testes.999991460094529. ÂÂ prob-sucesso:  A probabilidade de êxito de cada tentativa ou teste.NORM” na página 264 “INV. forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de distribuição cumulativa (que o número especificado de êxitos ou eventos.Exemplo =DIST.3) tem como resultado 0.

Exemplos =DISTRBINOM(3. graus-liberdade é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1.201402522366024 (forma da massa de probabilidade). pontas) ÂÂ valor-x-não-neg:  O valor no qual pretende avaliar a função.04. 0. graus-liberdade. 98.NEG” na página 260 “PERMUTAR” na página 293 “PROB” na página 296 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DISTT A função DISTT tem como resultado a probabilidade da distribuição t de Student. ÂÂ pontas:  Se o valor a devolver é unilateral ou bilateral. bilateral (2):  Devolver o valor de uma distribuição bilateral. 1) tem como resultado 0.BIN. =DISTRBINOM(3. valor-x-não-neg é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0.04.BINOM” na página 248 “DIST. consulte: “CRIT.445507210083272 (forma da distribuição cumulativa). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Capítulo 10    Funções estatísticas 267 . unilateral (1):  Devolver o valor de uma distribuição unilateral. 0. 98. ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade.Notas de utilização ÂÂ A função DISTRBINOM é adequada para problemas com um número fixo de tentativas independentes que têm uma probabilidade constante de sucesso e em que os resultados de uma tentativa apenas são êxito ou falha. 0) tem como resultado 0. DISTT(valor-x-não-neg.

excepto o último. 2.Exemplos =DISTT(4. ÂÂ valores-intervalo:  Uma colecção que contém os valores de intervalo. Todos os valores devem ser do mesmo tipo que os valores da colecção valores-dados.0285954792089682. valoresdados é uma colecção que contém valores numéricos e de data/hora. para uma distribuição bilateral. 268 Capítulo 10    Funções estatísticas . =DISTT(4. 2. O valor de frequência final será a contagem dos valores de dados superiores ao valor de intervalo maior. Todos os valores devem ser do mesmo tipo. A tabela de intervalo é mais fácil de perceber se estiver ordenada de forma ascendente. para uma distribuição unilateral. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Notas de utilização ÂÂ A FREQUÊNCIA determina o número de valores em valores-dados que se inserem em cada intervalo. Todos os outros valores de frequência. FREQUÊNCIA(valores-dados. 2) tem como resultado 0. valores-intervalo) ÂÂ valores-dados:  Uma colecção contendo os valores que serão avaliados. 1) tem como resultado 0. consulte: “INVT” na página 275 “TTEST” na página 304 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FREQUÊNCIA A função FREQUÊNCIA tem como resultado uma tabela que mostra a frequência com que valores de dados ocorrem numa gama de valores de intervalo.0571909584179364. valores- intervalo é uma colecção que contém valores numéricos ou de data/hora. A primeira frequência será a contagem dos valores inferiores ou iguais ao valor de intervalo mais baixo. serão a contagem dos valores superiores ao valor de intervalo imediatamente abaixo e inferiores ou iguais ao valor de intervalo actual.

=ÍNDICE(FREQUÊNCIA($A$1:$F$5. Exemplo Imagine que a tabela seguinte contém as pontuações de 30 estudantes que recentemente fizeram um teste por si apresentado. Para facilitar a construção das fórmulas. B9) tem como resultado 5. Os valores resultantes para as classificações “D” a “A” são 3. Imagine ainda que a pontuação mínima de aprovação é 65 e que as pontuações mais baixas para outras classificações são as indicadas. Lembre-se de que haverá mais um intervalo do que valores-intervalo. consulte: “ÍNDICE” na página 219 “PERCENTIL” na página 292 “ORDEM. $B$8:$E$8). Esta fórmula pode ser introduzida na célula B10 e depois expandida até à célula F10. o número de estudantes que obtiveram um “F” (pontuação igual ou inferior a 65).ÂÂ Os valores que resultam da função encontram-se numa tabela. 8 e 6 respectivamente. Pode inserir a função FREQUÊNCIA dentro da função ÍNDICE: =ÍNDICE(FREQUÊNCIA(valores-dados. um “F” é representado por 1 e um “A” por 5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Um método de leitura dos valores numa tabela é utilizar a função ÍNDICE. 8. x) em que x é o intervalo desejado. valoresintervalo).PERCENTUAL” na página 291 “QUARTIL” na página 301 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 269 .

consulte: “DECLIVE” na página 249 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 270 Capítulo 10    Funções estatísticas . ÂÂ números-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). Exemplo Neste exemplo. números-x) ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). acima do valor hipotético mais elevado uma vez que a recta de melhor ajuste tem um declive decrescente (à medida que o preço aumentou. Notas de utilização ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho. a função INTERCEPTAR é utilizada para determinar a intercepção y da recta que melhor se ajusta à temperatura que este proprietário hipotético de uma casa definiu no termóstato (a variável dependente). a temperatura do termóstato foi reduzida). valores-y é uma colecção com valores numéricos. ÂÂ Para encontrar o declive da recta de melhor ajuste. INTERCEPTAR(valores-y. =INTERCEPTAR(B2:B11. A2:A11) apresenta como resultado aproximadamente 78. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. de data/hora ou de duração. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. utilize a função DECLIVE. números-x é uma colecção que contém valores numéricos.INTERCEPTAR A função INTERCEPÇÃO tem como resultado a intercepção y da recta que melhor se ajusta à colecção através da análise de regressão linear. com base no preço do fuelóleo (a variável independente).

CHI(probabilidade. ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade.9871791721053. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. prob é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior ou igual a 1.CHI tem como resultado o inverso da probabilidade unilateral da distribuição chi-quadrado. Se existirem casas decimais. grau-lib- numerador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. graus-liberdade) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. grau-lib-denominador) ÂÂ prob:  Uma probabilidade associada com a distribuição. INVF(prob.454936423119572.CHI A função INV.CHI” na página 302 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INVF A função INVF tem como resultado o inverso da distribuição da probabilidade F.38629436111989. 10) tem como resultado 15.CHI(0.CHI” na página 260 “ TESTE.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INV. =INV. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. grau-lib-numerador. Capítulo 10    Funções estatísticas 271 .CHI(0. 2) tem como resultado 1. ÂÂ grau-lib-numerador:  Os graus de liberdade a incluir como numerador.1. Exemplos =INV. consulte: “DIST. =INV. graus-liberdade é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1.5. 1) tem como resultado 0. estas são ignoradas. INV.CHI(0.5.

2188758248682. Exemplos =INVGAMA(0. ÂÂ beta:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. 1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.111709428782599. alfa é um valor numérico e tem de ser superior a 0. consulte: “DISTGAMA” na página 263 “LNGAMA” na página 276 272 Capítulo 10    Funções estatísticas .77.99430834700212. 2) tem como resultado 0. alfa. beta é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 1) tem como resultado 0.77. grau- lib-denominador é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. ÂÂ alfa:  Um dos parâmetros de forma da distribuição. Exemplos =INVF(0. 2. Se existirem casas decimais. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “DISTF” na página 262 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INVGAMA A função INVGAMA tem como resultado o inverso da distribuição gama cumulativa.8. 1) tem como resultado 2. =INVF(0. INVGAMA(probabilidade.77.34331253162422. 2) tem como resultado 3. 2. =INVF(0.ÂÂ grau-lib-denominador:  Os graus de liberdade a incluir como denominador. beta) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. estas são ignoradas. 1.8. =INVGAMA(0. 1) tem como resultado 0. 1. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1.142784612191674.

média.NORMALLOG” na página 265 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 273 .7. ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população.9289150377259. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ou seja. INVLOG(probabilidade. Exemplo =INVLOG(0. superior a 0. 1. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. desvpad é um valor numérico e tem de ser Notas de utilização ÂÂ A função INVLOG é adequada quando o logaritmo de x é normalmente distribuído. ln(x).2) tem como resultado 29.78. ÂÂ média:  A média do logaritmo natural. média é um valor numérico e é a média aritmética de ln(x). consulte: “LN” na página 188 “DIST. desvpad) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. 2. o logaritmo natural de x.“Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INVLOG A função INVLOG tem como resultado o inverso da função de distribuição cumulativa normallog de x.

média é um valor numérico que representa a taxa média aritmética conhecida de ocorrência de um evento. ÂÂ média:  A média da distribuição.NORMP tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal padrão. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. Notas de utilização ÂÂ Se a média for 0 e o desvpad for 1. INV. ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população.NORM(0.0663203000915. 2.NORM A função INV. consulte: “DIST.NORM tem como resultado o inverso da distribuição cumulativa normal. a função INV.5) tem como resultado 18.NORMP” na página 274 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INV. Exemplo =INV. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. 15.89.NORMP. desvpad é um valor numérico e tem de ser superior a 0.NORMP(probabilidade) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição.NORM apresenta como resultado o mesmo valor que o inverso da distribuição cumulativa normal padrão devolvida pela função INV.NORMP A função INV. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. média. desvpad) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição.NORM” na página 264 “INV. 274 Capítulo 10    Funções estatísticas . INV.INV.NORM(probabilidade.

ÂÂ graus-liberdade:  Graus de liberdade.22652812003661.NORMP” na página 265 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INVT A função INVT tem como resultado o valor t (uma função da probabilidade e dos graus de liberdade) da distribuição t de Student.88. graus-liberdade é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. INVT(probabilidade. probabilidade é um valor numérico e tem de ser superior a 0 e inferior a 1. 2) tem como resultado 0. Exemplo =INV.170940864689457. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “INV.NORM” na página 274 “DIST.89) tem como resultado 1.Notas de utilização ÂÂ Uma distribuição normal padrão tem uma média aritmética de 0 e um desvio padrão de 1. consulte: “DISTT” na página 267 “TTEST” na página 304 “Lista de funções estatísticas” na página 231 Capítulo 10    Funções estatísticas 275 . Exemplo =INVT(0. graus-liberdade) ÂÂ probabilidade:  Uma probabilidade associada com a distribuição. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.NORMP(0.

MAIOR(conj-dur-data-num. Exemplos =LNGAMA(0. valor-x-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. =LNGAMA(0.051658003497744. classificação) ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores.13144836880416. G(x). de data ou de duração. consulte: “DISTGAMA” na página 263 “INVGAMA” na página 272 “LN” na página 188 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MAIOR A função MAIOR tem como resultado o valor n-ésimo maior dentro de uma colecção. O valor maior é classificado com o número 1.92) tem como resultado 0. 276 Capítulo 10    Funções estatísticas . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.29) tem como resultado 1. LNGAMA(valor-x-pos) ÂÂ valor-x-pos:  O valor x positivo no qual pretende avaliar a função.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LNGAMA A função LNGAMA tem como resultado o logaritmo natural da função gama. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo.

(Organizámos assim os dados para o exemplo. Capítulo 10    Funções estatísticas 277 . classificação é um valor numérico e tem de estar no intervalo entre 1 e o número de valores na colecção. também a terceira maior pontuação cumulativa do teste. depois 86). a maior pontuação cumulativa do teste (célula B2). Notas de utilização ÂÂ A classificação 1 apresenta o maior número de uma colecção. pois aparece duas vezes (células B2 e C2).ÂÂ classificação:  Um número que representa a classificação de tamanho do valor que pretende obter. originalmente estariam provavelmente em 20 linhas separadas. =MAIOR(A1:E4. Os valores incluídos na tabela que tenham o mesmo tamanho são classificados em conjunto. 2 o segundo maior e assim sucessivamente. 90.) =MAIOR(A1:E4. a terceira maior pontuação cumulativa do teste (a ordem é 100 . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 6) tem como resultado 86. =MAIOR(A1:E4. mas têm impacto no resultado. 91. =MAIOR(A1:E4. Exemplos Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus 20 alunos. 92. 2) tem como resultado 92. 1) tem como resultado 100. 3) tem como resultado 92. consulte: “CLASSIFICAÇÃO” na página 237 “MENOR” na página 287 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÁXIMO A função MÁXIMO tem como resultado o maior número de uma colecção. 92. a segunda maior pontuação cumulativa do teste (célula B2 ou célula C2).

MÁXIMO(valor. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Notas de utilização ÂÂ Aos valores de texto e ao FALSO lógico é atribuído um valor de 0 e ao VERDADEIRO lógico é atribuído um valor de 1. Exemplos =MÁXIMO(5. 4. consulte: “MAIOR” na página 276 “MÁXIMOA” na página 278 “MÍNIMO” na página 288 “MENOR” na página 287 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÁXIMOA A função MÁXIMOA tem como resultado o maior número de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. 6) tem como resultado 6. MÁXIMOA(valor. Notas de utilização ÂÂ Se valor não for avaliado como data ou número. valor pode conter qualquer tipo de valor. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. =MÁXIMO(1. Não pode misturar números. 5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 2. 5. 3. utilize a função MÁXIMOA. não é incluído no resultado. 278 Capítulo 10    Funções estatísticas . 5. ÂÂ Para determinar o maior de qualquer tipo de valor numa colecção. valor…) ÂÂ valor:  Um valor. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. datas e valores de duração. valor pode conter qualquer tipo de valor. 5) tem como resultado 5. valor…) ÂÂ valor:  Um valor.

Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 5. 5. 5. 3. 2. 4) tem como resultado 4. -10 e hello.5. ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. utilize a função MÁXIMO. 5) tem como resultado 3. =MED(5. 3. dur-data-num é um valor numérico. o resultado é 0. 5. 2. 4. consulte: “MÁXIMO” na página 277 “MÍNIMOA” na página 288 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MED A função MED tem como resultado o valor da mediana de uma colecção de números. um valor de data/hora ou um valor de duração. 4. têm de ser todos do mesmo tipo. 2.ÂÂ Para determinar o maior valor de uma colecção que apenas contém números ou datas. Notas de utilização ÂÂ Se o conjunto tiver um número par de valores. A mediana é o valor em que metade dos números do conjunto é inferior à mediana e a outra metade é superior. MED(dur-data-num. a função MED tem como resultado a média dos dois valores do meio. em que A1:C1 contém -1. Capítulo 10    Funções estatísticas 279 . 3. 6) tem como resultado 3. Exemplos =MÁXIMOA(1. =MED(1. =MÁXIMOA(A1:C1). 6) tem como resultado 5. Exemplos =MED(1.

MÉDIA(dur-data-num. ÂÂ Qualquer valor de cadeia ou booleano incluído numa célula referenciada é ignorado. ÂÂ Uma referência incluída na função como argumento pode ser de uma única célula ou de uma gama de células.S” na página 285 280 Capítulo 10    Funções estatísticas . consulte: “MÉDIAA” na página 281 “MÉDIA. 2. dur-data-num é um valor numérico.SE. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. têm de ser todos do mesmo tipo.SE” na página 283 “MÉDIA. 3. 4. utilize a função MÉDIAA. 4. ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MODO” na página 289 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÉDIA A função MÉDIA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de números. 6. 6) tem como resultado 5. Se desejar incluir na média valores de cadeia ou booleanos. 6. 4. dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. 3. 2. 4. 4. =MÉDIA(2. 4) tem como resultado 3. 3.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. um valor de data/hora ou um valor de duração. 2. Notas de utilização  ÂÂ A função MÉDIA divide a soma dos números pelo número de números. 3. Exemplos =MÉDIA(4.

b. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. valor…) ÂÂ valor:  Um valor. 10. a.25 se as células A1 a A4 contiverem FALSO. Compare com =MÉDIA(A1:A4). FALSO. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. incluindo valores de texto e booleanos. que ignora completamente os valores de texto numa soma de 10. Não pode misturar números. VERDADEIRO. uma contagem de 2 e uma média de 5. datas e valores de duração.5 se as células A1 a A4 contiverem 4. consulte: “MÉDIA” na página 280 Capítulo 10    Funções estatísticas 281 . Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.“Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÉDIAA A função MÉDIAA tem como resultado a média aritmética de uma colecção de valores. O valor de texto conta como zero e VERDADEIRO conta como 1 numa soma de 16 e uma contagem de 4. a. =MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 4 se as células A1 a A4 contiverem 5. Notas de utilização ÂÂ A qualquer valor de cadeia incluído numa célula referenciada é atribuído o valor de 0. Exemplos =MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 2. Cada FALSO conta como zero e VERDADEIRO conta como 1 numa soma de 1 e uma contagem de 4. ÂÂ Uma referência incluída na função como argumento pode ser de uma única célula ou de uma gama de células. MÉDIAA(valor. ÂÂ Para uma colecção contendo apenas números. a função MÉDIAA apresenta o mesmo resultado que a função MÉDIA. A um False booleano é atribuído um valor de 0 e a um VERDADEIRO booleano é atribuído um valor de 1. valor pode conter qualquer tipo de valor. 6. =MÉDIAA(A1:A4) tem como resultado 0. que ignora células que não contêm números. FALSO. Os valores de texto são contabilizados como zeros na soma de 10 e incluídos na contagem de valores (4). VERDADEIRO.

num-pos…) ÂÂ num-pos:  Um número positivo.SE.GEOMÉTRICA tem como resultado a média geométrica. 3. Notas de utilização ÂÂ A MÉDIA. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 2.HARMÓNICA” na página 283 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 282 Capítulo 10    Funções estatísticas . 6.GEOMÉTRICA(5.SE” na página 283 “MÉDIA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ num-pos…:  Incluir opcionalmente um ou mais números positivos. MÉDIA.“MÉDIA.S” na página 285 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÉDIA. Exemplo =MÉDIA. 7.GEOMÉTRICA A função MÉDIA.GEOMÉTRICA multiplica os argumentos para obter um produto e depois retira do produto a raiz que é igual ao número de argumentos.GEOMÉTRICA(num-pos.50130264578853. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MÉDIA. 22) tem como resultado 5.

Exemplo =MÉDIA. 3.HARMÓNICA(5.SE(valores-teste. 7. 22) tem como resultado 4. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE. MÉDIA.32179607109448. condição. 6. ÂÂ num-pos…:  Incluir opcionalmente um ou mais números positivos. valores-teste é uma colecção que contém qualquer tipo de valor. 2.GEOMÉTRICA” na página 282 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÉDIA.SE tem como resultado a média aritmética das células de uma gama que satisfazem uma determinada condição.MÉDIA. Capítulo 10    Funções estatísticas 283 . MÉDIA.HARMÓNICA A função MÉDIA. valores-média) ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. num-pos…) ÂÂ num-pos:  Um número positivo. Notas de utilização ÂÂ A média harmónica é a recíproca da média aritméticas das recíprocas.HARMÓNICA(num-pos.HARMÓNICA tem como resultado a média harmónica.SE A função MÉDIA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. num-pos é um valor numérico e tem de ser superior a 0. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MÉDIA.

D2:D13) tem como resultado 75200.ÂÂ valores-média:  Uma colecção opcional que contém os valores a serem utilizados para calcular uma média. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MÉDIAA” na página 281 “MÉDIA. ">=40". valores-teste apenas pode conter números. expressões numéricas ou valores booleanos. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. D2:D13) tem como resultado 55800. Notas de utilização ÂÂ Cada valor é comparado com a condição.SE(A2:A13. D2:D13) tem como resultado aproximadamente 57429. D2:D13) tem como resultado 62200.SE(B2:B13. “<40”. o rendimento médio das pessoas com 40 ou mais anos de idade.SE(A2:A13. expressões numéricas ou valores booleanos. =MÉDIA. =MÉDIA. ÂÂ valores-média e valores-teste (se especificado) têm de ter o mesmo tamanho. o rendimento médio das pessoas solteiras (identificadas com um “S” na coluna C). ÂÂ Se valores-média for omitido ou for o mesmo que valores-teste.SE. ÂÂ Se valores-média for omitido. “=F”. =MÉDIA. "S". o rendimento médio das pessoas de sexo feminino (identificadas com um “F” na coluna B). o valor correspondente em valores-média é incluído na média. o rendimento médio das pessoas com menos de 40 anos de idade. Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =MÉDIA. valores-média é uma referência a uma única gama de células ou a uma tabela que poderá conter apenas números.S” na página 285 284 Capítulo 10    Funções estatísticas . Se o valor satisfizer o teste condicional.SE(C2:C13. valores-teste é utilizado para valores-média.

valores-teste…. Capítulo 10    Funções estatísticas 285 . valores-teste é uma colecção que contém qualquer tipo de valor. Cada colecção destas tem de ser imediatamente seguida por uma expressão de condição. ÂÂ condição…:  Se for incluída uma colecção opcional de valores-teste. desde que o resultado da comparação da condição com um valor em valores-teste possa ser expresso como um valor booleano de TRUE ou FALSE. condição… ) ÂÂ valores-média:  Uma colecção que contém os valores a serem utilizados para calcular uma média. esta função terá sempre um número ímpar de argumentos. valores-média é uma referência a uma única gama de células ou a uma tabela que poderá conter apenas números. o valor correspondente em valoresmédia é incluído na média.SE. ÂÂ valores-teste:  Uma colecção de valores a serem testados. o valor correspondente (a mesma posição dentro do intervalo ou da tabela) é comparado com o teste condicional. ÂÂ condição:  Uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO. Tem de haver uma condição a seguir a cada colecção de valores-teste e. Este padrão de valores-teste. MÉDIA. expressões numéricas ou valores booleanos. condição é uma expressão que pode conter qualquer coisa. Se todos os testes condicionais forem satisfeitos. Notas de utilização  ÂÂ Em cada um dos pares de valores-teste e condição. ÂÂ Os valores-média e todas as colecções de valores-teste têm de ter o mesmo tamanho. ÂÂ valores-teste…:  Incluir opcionalmente uma ou mais colecções que contenham valores a testar. condição pode ser repetido todas as vezes necessárias.S(valores-média.“Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÉDIA. valores-teste. condição. uma expressão cujo resultado lógico é VERDADEIRO ou FALSO.S A função MÉDIA. portanto.SES tem como resultado a média aritmética das células numa determinada gama em que uma ou mais gamas satisfazem uma ou mais condições relacionadas.SE.

"<40".B2:B13.SE."=S") tem como resultado 57000. o rendimento médio das pessoas do sexo masculino casadas (identificadas com um “M” na coluna C) com menos de quarenta anos de idade.Exemplos Tendo em conta a seguinte tabela: =MÉDIA.S(D2:D13.S(D2:D13.SE."=M"."=F") tem como resultado aproximadamente 59333. o rendimento médio das pessoas do sexo feminino (identificadas com um “F” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade."<40".SE."=M") tem como resultado 55000."=M".C2:C13."=M") tem como resultado 56000. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MÉDIAA” na página 281 “MÉDIA. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.SE.A2:A13.B2:B13.A2:A13. =MÉDIA.B2:B13. =MÉDIA.S(D2:D13. o rendimento médio das pessoas do sexo masculino (identificadas com um “M” na coluna B) com menos de quarenta anos de idade.S(D2:D13."<40". =MÉDIA. o rendimento médio das pessoas do sexo masculino solteiras (identificadas com um “S” na coluna C) com menos de quarenta anos de idade."<40".A2:A13.A2:A13.SE” na página 283 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 286 Capítulo 10    Funções estatísticas .B2:B13.C2:C13.

2 o segundo menor e assim sucessivamente. 1) tem como resultado 30. ÂÂ classificação:  Um número que representa a classificação de tamanho do valor que pretende obter. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos. de data ou de duração. Os valores incluídos na colecção que tenham o mesmo tamanho são classificados em conjunto. MENOR(conj-dur-data-num. =MENOR(A1:E4. 2) tem como resultado 51. consulte: “MAIOR” na página 276 “CLASSIFICAÇÃO” na página 237 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 10    Funções estatísticas 287 .MENOR A função MENOR tem como resultado o n-ésimo valor menor num intervalo. Notas de utilização ÂÂ A classificação 1 apresenta o menor número de uma colecção. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. classificação) ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. 70. a segunda menor pontuação cumulativa do teste (célula E1). a menor pontuação cumulativa do teste (célula A1). (Organizámos assim os dados para o exemplo. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.) =MENOR(A1:E4. mas têm impacto no resultado. 51. 6) tem como resultado 75. originalmente estariam provavelmente em 20 linhas separadas. classificação é um valor numérico e tem de estar no intervalo entre 1 e o número de valores na colecção. a sexta menor pontuação cumulativa do teste (a ordem é 30. Exemplos Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus 20 alunos. =MENOR(A1:E4. 75 e depois 75 novamente. O valor menor é classificado com o número 1. 68. pelo que 75 é a quinta e a sexta menor pontuação cumulativa do teste).

5) tem como resultado 1. Exemplos =MÍNIMO(5. 6) tem como resultado 5. não é incluído no resultado. 5. Notas de utilização ÂÂ Se valor não for avaliado como data ou número. valor…) ÂÂ valor:  Um valor. =MÍNIMO(1. 2. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ Para determinar o menor de qualquer tipo de valor numa colecção. consulte: “MAIOR” na página 276 “MÁXIMO” na página 277 “MÍNIMOA” na página 288 “MENOR” na página 287 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÍNIMOA A função MINA tem como resultado o menor número de uma colecção de valores que pode incluir valores de texto ou booleanos. 4.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MÍNIMO A função MIN tem como resultado o menor número de uma colecção. MÍNIMO(valor. 5. 3. 5. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. valor pode conter qualquer tipo de valor. 288 Capítulo 10    Funções estatísticas . utilize a função MÍNIMOA.

valor…) ÂÂ valor:  Um valor. Não pode misturar números. Exemplos =MÍNIMOA(1. Se for especificado mais do que um valor dur-data-num. ÂÂ Para determinar o menor valor de uma colecção que apenas contém números ou datas. consulte: “MÁXIMOA” na página 278 “MÍNIMO” na página 288 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MODO A função MODO tem como resultado o valor que ocorre com maior frequência numa colecção de números. utilize a função MÍNIMO. valor pode conter qualquer tipo de valor. =MÍNIMOA(A1:C1). dur-data-num…) ÂÂ dur-data-num:  Um valor. em que A1:C1 contém 1. Notas de utilização ÂÂ Aos valores de texto e ao FALSO lógico é atribuído um valor de 0 e ao VERDADEIRO lógico é atribuído um valor de 1. MODO(dur-data-num. 10 e hello. 3. o resultado é -10. 2. Capítulo 10    Funções estatísticas 289 . datas e valores de duração. 4) tem como resultado 1. o resultado é 0. em que A1:C1 contém -1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ dur-data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores.MÍNIMOA(valor. ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm de ser do mesmo tipo. um valor de data/hora ou um valor de duração. -10 e hello. têm de ser todos do mesmo tipo. dur-data-num é um valor numérico. =MÍNIMOA(A1:C1).

ÂÂ desvpad:  O desvio padrão da população. desvpad é um valor numérico e tem de ser superior a 0. 4. ÂÂ Se nenhum dos valores tiver mais do que uma ocorrência.28571428571429. 4. 2. =MODO(1. consulte: “MÉDIA” na página 280 “MED” na página 279 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 NORMALIZAR A função NORMALIZAR tem como resultado um valor normalizado a partir da distribuição caracterizada por uma determinada média e um determinado desvio padrão. média é um valor numérico que representa a taxa média aritmética conhecida de ocorrência de um evento. 5. 6. =MODO(6. 15. 5. 2) tem como resultado 6.1) tem como resultado –4. 2. NORMALIZAR(num. desvpad) ÂÂ num:  O número a ser avaliado. 6) tem como resultado 5. 2. a função apresenta um erro. a função MODO apresenta como resultado primeiro destes números. Exemplos =MODO(5. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.Notas de utilização ÂÂ Caso mais do que um número tenha o número máximo de ocorrências nos argumentos. 6. 5. 290 Capítulo 10    Funções estatísticas . 4. 6) tem como resultado 2. 5) apresenta um erro. =MODO(2. 2. num é um valor numérico. média. 3. ÂÂ média:  A média da distribuição. Exemplo =NORMALIZAR(6.

dur-data-num é um valor numérico. ÂÂ dur-data-num:  Um valor.PERCENTUAL pode ser utilizada para avaliar a posição relativa de um valor dentro de uma colecção. Capítulo 10    Funções estatísticas 291 . Notas de utilização ÂÂ A função ORDEM.NORM” na página 264 “INV. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. Se omitido. utiliza-se o valor predefinido de 3 (x.NORMP” na página 265 “INV. dur-data-num.PERCENTUAL(conj-dur-data-num. significado) ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. ORDEM. É calculada mediante determinação da posição de um número específico numa colecção.PERCENTUAL do número especificado é 50%. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos.PERCENTUAL A função ORDEM.NORM” na página 274 “DIST. a ORDEM. de data ou de duração. um valor de data/hora ou um valor de duração. se numa determinada colecção existirem dez valores inferiores a um número especificado e dez valores superiores. ÂÂ significado:  Um valor opcional que especifica o número de dígitos à direita da casa decimal.xxx%). Por exemplo.NORMP” na página 274 “ZTEST ” na página 311 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ORDEM. consulte: “DIST.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.PERCENTUAL tem como resultado a ordem de um valor numa colecção como percentagem da colecção. significado é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.

8. 0. ÂÂ percentil-valor:  O valor do percentil que pretende encontrar. mas têm impacto no resultado.PERCENTUAL({5. entre 0 e 1.25) ou delimitado com um sinal de percentagem (por exemplo. consulte: “FREQUÊNCIA” na página 268 “PERCENTIL” na página 292 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PERCENTIL A função PERCENTIL tem como resultado o valor numa colecção que corresponde a um determinado percentil. 3. percentil-valor) ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. PERCENTIL(conj-dur-data-num. 14}. 25%). 292 Capítulo 10    Funções estatísticas . 11. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 7. 10) tem como resultado 0.813.Exemplo =ORDEM. Tem de ser superior ou igual a 0 e inferior ou igual a 1. de data ou de duração. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. 6. 9. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos. 2. Notas de utilização ÂÂ Os valores incluídos na tabela que tenham o mesmo tamanho são classificados em conjunto. percentil- valor é um valor numérico e é introduzido como valor decimal (por exemplo. dado que existem sete valores inferiores a 10 e apenas dois superiores.

º percentil). 0.90) tem como resultado 92.) =PERCENTIL(A1:E4. PERMUTAR(objectos-num.50) tem como resultado 83. =PERCENTIL(A1:E4. 0. 2/3) tem como resultado 85.º percentil).Exemplos Imagine que a seguinte tabela contém as pontuações cumulativas do teste deste semestre dos seus 20 alunos. a pontuação cumulativa mínima do teste a estar nos primeiros 10% da turma (90. originalmente estariam provavelmente em 20 linhas separadas. objectos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. elementos-num) ÂÂ objectos-num:  O número total de objectos. (Organizámos assim os dados para o exemplo. a pontuação cumulativa mínima do teste a estar no primeiro terço da turma (2/3 ou aproximadamente 67. a pontuação cumulativa mínima do teste a estar na primeira metade da turma (o 50. Capítulo 10    Funções estatísticas 293 . consulte: “FREQUÊNCIA” na página 268 “ORDEM.PERCENTUAL” na página 291 “QUARTIL” na página 301 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PERMUTAR A função PERMUT tem como resultado o número de permutações para um determinado número de objectos que podem ser seleccionados a partir de um número total de objectos. =PERCENTIL(A1:E4.º percentil). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

terá lugar). 5) tem como resultado 6375600. ou menos. eventos é um valor numérico.NEG” na página 260 “PROB” na página 296 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 POISSON A função POISSON tem como resultado a probabilidade de ocorrência de um número específico de eventos. POISSON(eventos. elementos-num é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 0. =PERMUTAR(10. ÂÂ tipo-forma:  Um valor que indica a forma das funções exponenciais. média é um valor numérico que representa a taxa média aritmética conhecida de ocorrência de um evento. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ média:  A média da distribuição.ÂÂ elementos-num:  O número de objectos a serem seleccionados do número total de objectos em cada permutação. Exemplos =PERMUTAR(25. tipo-forma) ÂÂ eventos:  O número de eventos (entradas) para as quais pretende calcular probabilidades. =PERMUTAR(5. 3) tem como resultado 720. forma cumulativa (VERDADEIRO ou 1):  Devolve o valor da forma da função de distribuição cumulativa (que o número especificado de êxitos ou eventos. 2) tem como resultado 20. utilizando a distribuição de Poisson.BINOM” na página 248 “DIST. média. consulte: “DISTRBINOM” na página 266 “CRIT.BIN. 294 Capítulo 10    Funções estatísticas .

Capítulo 10    Funções estatísticas 295 . valores-y é uma colecção com valores numéricos.forma da massa de probabilidade (FALSE ou 0):  Devolve o valor da forma da função massa de probabilidade (que há exactamente o número especificado de êxitos ou eventos). Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. ÂÂ valores-x:  A colecção que contém os valores x (independentes). valores-y. Todos os valores têm de ser do mesmo tipo. ÂÂ valores-y:  A colecção que contém os valores y (dependentes). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. PREVISÃO(dur-data-num-x. FALSO) tem como resultado 0. valores-x é uma colecção com valores numéricos.112599. 10. um valor de data/hora ou um valor de duração. consulte: “DISTEXPON” na página 261 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PREVISÃO A função PREVISÃO tem como resultado o valor y previsto para um determinado x com base em valores de amostra utilizando a análise de regressão linear. ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho. valores-x) ÂÂ dur-data-num-x:  O valor x para o qual a função deve devolver um valor y previsto. de data/hora ou de duração. de data/hora ou de duração. Exemplo Para uma média de 10 e uma taxa de entrada de 8: =POISSON(. Notas de utilização ÂÂ Todos os argumentos têm de ser do mesmo tipo. dur-data-num-x é um valor numérico.

superior) ÂÂ conj-num:  Uma colecção de números. 296 Capítulo 10    Funções estatísticas . A3:F3. conj-num é uma colecção que contém valores numéricos. Exemplo Tendo em conta a seguinte tabela: =PREVISÃO(9. se conhecer as probabilidades dos valores individuais. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. o rendimento do combustível seria uma variável dependente (y) e a velocidade de condução seria a variável independente (x). PROB(conj-num. consulte: “CORREL” na página 246 “COVAR” na página 247 “INTERCEPTAR” na página 270 “DECLIVE” na página 249 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROB A função PROB tem como resultado a probabilidade de um intervalo de valores. ÂÂ Pode utilizar as funções DECLIVE e INTERCEPTAR para encontrar a equação utilizada para calcular os valores de previsão. probabilidade-valores. A2:F2) tem como resultado 19. inferior.ÂÂ Se. por exemplo. tivesse dados relativos à velocidade de condução de um veículo e ao respectivo rendimento do combustível a cada velocidade.

20. Se a tabela contiver texto. conforme apresentado na coluna C.1 (10%). inferior é um valor numérico. estudos demonstraram que as pessoas não seleccionam número aleatórios. 4. a probabilidade de o valor ser 4. a probabilidade de o valor ser 4. =PROB(A1:A10. C1:C10. 6. =PROB(A1:A10.28. a função PROB tem como resultado a probabilidade do único número igual ao limite inferior especificado. Porém. a probabilidade de o valor ser superior a 5 (6 ou 10). 6) tem como resultado 0. Se superior for omitido. A maior parte das pessoas diria que a probabilidade de estar a pensar num determinado número é de 0. =PROB(A1:A10. a probabilidade de o valor ser 7. com base na investigação que determinou que os números não são aleatoriamente seleccionados. 5 ou 6. C1:C10. C1:C10. consulte: Capítulo 10    Funções estatísticas 297 .ÂÂ probabilidade-valores:  A colecção que contém os valores de probabilidade.30. partindo do princípio de que as opções são completamente aleatórias. com base na investigação que determinou que os números não são aleatoriamente seleccionados . partindo do princípio de que as opções são completamente aleatórias. 5 ou 6. superior é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a inferior. este é ignorado. Quaisquer valores de cadeia são ignorados. =PROB(A1:A10.50. Imagine que um estudo demonstrou que é mais provável pessoas com as suas características seleccionarem determinados números em vez de outros. A soma das probabilidades devem somar 1. Exemplos Imagine que está a pensar num número de 1 a 10 para outra pessoa adivinhar. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ inferior:  O limite inferior. uma vez que existem dez opções possíveis. 7) tem como resultado 0. 10) tem como resultado 0. Estas probabilidades revistas estão na coluna E. ÂÂ As duas tabelas têm de ter o mesmo tamanho. ÂÂ superior:  Um limite superior opcional. 6) tem como resultado 0. C1:C10. 4. Notas de utilização ÂÂ A função PROB soma as probabilidades associadas a todos os valores da colecção superiores ou iguais ao valor do limite inferior especificado e inferiores ou iguais ao valor do limite superior especificado. probabilidade-valores é uma colecção que contém valores numéricos.

BINOM” na página 248 “DIST. valores-yconhecidos é uma colecção que contém valores numéricos.LIN(valores-y-conhecidos. maisestatísticas) ÂÂ valores-y-conhecidos:  A colecção que contém os valores y conhecidos. valores-y-conhecidos pode ter qualquer tamanho. 298 Capítulo 10    Funções estatísticas . valores-x-conhecidos é uma colecção que contém valores numéricos. devem ter o mesmo tamanho que os valoresy-conhecidos.LIN A função PROJ. valores-x-conhecidos. se especificados. Se existir mais do que um conjunto de valores x conhecidos. Normal (1.LIN tem como resultado uma tabela das estatísticas de uma linha recta que melhor se ajusta aos dados indicados utilizando o método dos “quadrados mínimos” . Se omitido. Se existir mais do que uma colecção de valores x conhecidos. presume-se que seja o conjunto {1. ÂÂ valores-x-conhecidos:  Uma colecção opcional que contém os valores de x conhecidos. não ambas. 2. Se existir apenas uma colecção de valores x conhecidos.NEG” na página 260 “PERMUTAR” na página 293 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROJ. VERDADEIRO ou omitido):  O valor de intercepção y (constante b) deve ser calculado normalmente. ÂÂ intercepção-y-difzero:  Um valor opcional que especifica como o valor de intercepção y (constante b) deve ser calculado. cada linha/coluna de valores-x-conhecidos é considerada como sendo um conjunto e o tamanho de cada linha/coluna tem de ser igual ao tamanho da linha/coluna dos valores-y-conhecidos.BIN. Se apenas existir um conjunto de valores x conhecidos. PROJ. 3…} do mesmo tamanho que valores-y-conhecidos.“DISTRBINOM” na página 266 “CRIT. os valores-x-conhecidos. intercepção-y-difzero. valores-y-conhecidos pode ser ou uma coluna com os valores ou uma linha com os valores.

0). 1) tem como resultado 0. Contém os declives de linha (um valor para cada linha/coluna de valores x) em ordem inversa (o primeiro valor diz respeito à última linha/coluna de valores x) e depois o valor de b. que é b. consulte: Capítulo 10    Funções estatísticas 299 . C2:C6. C2:C6.LIN(A2:A6. VERDADEIRO):  Devolver estatísticas de regressão adicionais na tabela devolvida. FALSE ou omitido):  Não devolver estatísticas de regressão adicionais na tabela devolvida. 0). Se não forem devolvidas estatísticas adicionais (estatísticas é FALSO). um “F” é representado por 1 e um “A” por 5. Exemplos Imagine que a tabela seguinte contém as pontuações de 30 estudantes que recentemente fizeram um teste por si apresentado. estatísticas). a intercepção.752707581227437.0342960288808646. ÂÂ mais-estatísticas:  Um valor opcional que especifica se deve ou não ser devolvida informação estatística adicional. O número de colunas é igual ao número de conjuntos de valores-x-conhecidos mais 1. x) em que y e x são o índice de coluna e linha do valor desejado. Consulte “Estatísticas adicionais” na página 300 para conhecer os conteúdos da tabela.LIN na função ÍNDICE: =ÍNDICE(PROJ. =ÍNDICE(PROJ. Pode integrar a função PROJ. Imagine ainda que a pontuação mínima de aprovação é 65 e que as pontuações mais baixas para outras classificações são as indicadas. Para facilitar a construção das fórmulas.forçar valor 0 (0. const-b. valores-xconhecidos. FALSO):  O valor de intercepção y (constante b) deve ser forçado a ser 0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Notas de utilização ÂÂ Os valores que resultam da função encontram-se numa tabela. 2) tem como resultado 0. a tabela apresenta cinco linhas. Se forem devolvidas estatísticas adicionais (estatísticas é VERDADEIRO). 1.LIN(valores-y-conhecidos. estatísticas adicionais (1. a tabela devolvida apresenta uma linha. 1. =ÍNDICE(PROJ. sem estatísticas adicionais (0.LIN(A2:A6. Um método de leitura dos valores numa tabela é utilizar a função ÍNDICE. a intercepção. que corresponde ao declive da recta de melhor ajuste. y.

para além dos valores y conhecidos.LIN pode incluir informação estatística adicional na tabela devolvida pela função. Os valores são devolvidos por ordem. Os valores são devolvidos em ordem inversa. o valor para o quinto conjunto aparece em primeiro lugar na tabela devolvida. ou seja. imagine que existem cinco conjuntos de valores x conhecidos. Com base nestas suposições. err-pdr b:  O erro padrão associado ao valor da intercepção y (b). se existirem cinco conjuntos de valores x conhecidos. a tabela devolvida pela função PROJ. PROJ. err-pdr x:  O erro padrão para o coeficiente associado a este conjunto de valores x conhecidos. É o oposto da forma como os valores de declive são devolvidos. b:  A intercepção y para os valores x conhecidos. ou seja. Para fins da seguinte exposição. o valor para o primeiro conjunto aparece em primeiro lugar na tabela.“Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Estatísticas adicionais A presente secção apresenta as estatísticas adicionais que podem ser devolvidas pela função PROJ.LIN seria a seguinte (em que o número a seguir a um x indica o conjunto de valores x a que o item se refere): Linha/Coluna 1 2 3 4 5 1 declive x5 err-pdr x1 coeficiente-det estat-F sq-reg 2 declive x4 err-pdr x2 err-pdr y graus-deliberdade sq-resid 3 declive x3 err-pdr x3       4 declive x2 err-pdr x4       5 declive x1 err-pdr x5       6 b (intercepção y) err-pdr b       Definições dos argumentos declive x:  O declive da linha relacionada com este conjunto de valores x conhecidos. se existirem cinco conjuntos de valores x conhecidos.LIN. Imagine ainda que os valores x conhecidos estão em cinco linhas de tabela ou em cinco colunas de tabela. 300 Capítulo 10    Funções estatísticas .

QUARTIL A função QUARTIL tem como resultado o valor do quartil especificado de uma determinada colecção de dados. graus-de-liberdade:  Os graus de liberdade.º percentil) maior (4):  Devolve o valor maior. Se existissem mais ou menos do que cinco. ÂÂ quarto-num:  Especifica o trimestre (quarto de ano) desejado. ÂÂ O exemplo presume a existência de cinco conjuntos de valores x conhecidos. Esta estatística compara valores y estimados e reais. o número de colunas na tabela devolvida alterar-se-ia em conformidade (é sempre igual ao número de conjuntos de valores x conhecidos mais 1). mais pequeno (0):  Devolve o valor mais pequeno. sq-resid:  A soma de quadrados residual. Se for 1. QUARTIL(conj-num. conj-num é uma colecção que contém valores numéricos. primeiro (1):  Devolve o primeiro quartil (25. LIN. quarto-num) ÂÂ conj-num:  Uma colecção de números. mas o número de linhas manter-se-ia constante. Em qualquer dos casos. segundo (2):  Devolve o segundo quartil (50. a tabela devolvida é apenas igual à primeira linha. Capítulo 10    Funções estatísticas 301 . a tabela devolvida é ordenada por linhas conforme ilustrado na tabela. não existe correlação e a equação de regressão indicada não ajuda a prever um valor y. Se o coeficiente de determinação for 0. Utilize a estatística dos graus de liberdade para melhor determinar o nível de confiança. estat-F:  O valor de F observado.º percentil) terceiro (3):  Devolve o terceiro quartil (75.º percentil). err-pdr y:  O erro padrão associado à estimativa do valor y. A isso chama-se “correlação perfeita” .coeficiente-det:  O coeficiente de determinação. Notas de utilização ÂÂ Não é importante se os valores x conhecidos e os valores y conhecidos são linhas ou colunas. ÂÂ Se não forem especificadas estatísticas adicionais nos argumentos da função PROJ. sq-reg:  A soma de quadrados da regressão. não existe diferença entre o valor y estimado e o valor y real. O valor de F observado pode ser utilizado para determinar melhor se a relação observada entre as variáveis dependentes e independentes ocorre por acaso.

7. 7.º percentil ou primeiro quartil. 11. 3. =QUARTIL({5. 14}. o 50. 302 Capítulo 10    Funções estatísticas . MED e MÁXIMO têm como resultado o mesmo valor que QUARTIL quando quarto-num é igual a 0. 6. o 75.CHI tem como resultado o valor da distribuição chi-quadrado do dado indicado. 14}. 3. o 25. valores-esperados é uma colecção que contém valores numéricos. 2. 2. consulte: “FREQUÊNCIA” na página 268 “MÁXIMO” na página 277 “MED” na página 279 “MÍNIMO” na página 288 “PERCENTIL” na página 292 “ORDEM. =QUARTIL({5. 11. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 11.CHI(valores-reais. 2. valores-esperados) ÂÂ valores-reais:  A colecção que contém os valores reais.CHI A função TESTE. 3) tem como resultado 9. 8. 2) tem como resultado 7. 3. 11. 9. 6. 8.Notas de utilização ÂÂ MIN. 9.º percentil ou segundo quartil. 6. 0) tem como resultado 14. =QUARTIL({5. 9. ÂÂ valores-esperados:  A colecção que contém os valores esperados. 14}. 7. 14}.PERCENTUAL” na página 291 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TESTE. 2. 3. 3. 6. 7. Exemplos =QUARTIL({5. 7. 1) tem como resultado 5. 9. 6. 9. 14}. 2. =QUARTIL({5. o valor menor.º percentil ou terceiro quartil. 8. o valor maior. 2 e 4 respectivamente. TESTE. 8. 8. valores-reais é uma colecção que contém valores numéricos. 11. 0) tem como resultado 2.

Notas de utilização ÂÂ Os graus de liberdade relacionados com o valor do resultado são o número de linhas em valores-reais menos 1.
ÂÂ Cada valor esperado é calculado ao multiplicar a soma da linha pela soma da coluna

e dividir pelo total geral.
Exemplo Tendo em conta a seguinte tabela:

=TESTE.CHI(A2:B6,A9:B13) tem como resultado 5,91020074984668E-236. Cada valor esperado é calculado ao multiplicar a soma da linha pela soma da coluna e dividir pelo total geral. A fórmula para o primeiro valor esperado (célula A9) é =SOMA(A$2:B$2)*SOMA($A2:$A6)/ SOMA($A$2:$B$6). Esta fórmula pode expandida até à célula B9 e depois A9:B9 expandidas até A13:B13 para completar os valores esperados. A fórmula resultante para o valor esperado final (célula B13) é =SOMA(B$2:C$2)*SOMA($A6:$A11)/SOMA($A$2:$B$6).

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “DIST.CHI” na página 260 “INV.CHI” na página 271 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

Capítulo 10    Funções estatísticas

303

TTEST

A função TTEST tem como resultado a probabilidade associada a um teste t de Student, com base na função de distribuição t. TTEST(valores-amostra-1; valores-amostra-2; pontas; teste-tipo) ÂÂ valores-amostra-1:  A colecção que contém a primeira colecção de valores de amostra. valores-amostra-1 é uma colecção que contém números.
ÂÂ valores-amostra-2:  A colecção que contém a segunda colecção de valores de

amostra. valores-amostra-2 é uma colecção que contém valores numéricos.
ÂÂ pontas:  Se o valor a devolver é unilateral ou bilateral.

unilateral (1):  Devolve o valor de uma distribuição unilateral. bilateral (2):  Devolve o valor de uma distribuição bilateral.
ÂÂ teste-tipo:  O tipo de t-teste a efectuar.

ligado (1):  Efectuar um teste emparelhado. duas-amostras igual (2):  Efectuar um teste de divergência igual de duas amostras (homocedástico). duas-amostras desigual (3):  Efectuar um teste de divergência desigual de duas amostras (heterocedástico).
Exemplos =TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 1) tem como resultado 0,418946725989974, para um teste emparelhado unilateral. =TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 2; 1) tem como resultado 0,837893451979947, para um teste emparelhado bilateral. =TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 2) tem como resultado 0,440983897602811, para um teste igual de duas amostras unilateral. =TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 2; 2) tem como resultado 0,881967795205622, para um teste igual de duas amostras bilateral. =TTEST({57; 75; 66; 98; 92; 80}; {87; 65; 45; 95; 88; 79}; 1; 3) tem como resultado 0,441031763311189, para um teste desigual de duas amostras unilateral.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “DISTT” na página 267 “INVT” na página 275 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15

304

Capítulo 10    Funções estatísticas

“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VAR

A função VAR tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma medida de dispersão, de uma colecção de valores. VAR(data-num; data-num…) ÂÂ data-num:  Um valor. data-num é um valor numérico ou um valor de data/hora.
ÂÂ data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado mais do

que um valor dur-data-num, têm de ser todos do mesmo tipo. Notas de utilização ÂÂ A função VAR encontra a variância (não enviesada) da amostra ao dividir a soma dos quadrados dos desvios dos pontos de dados por um inferior ao número de valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VAR quando os valores especificados representam

apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função VARP.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VARA. ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VAR é devolvida pela função

DESVPAD.
Exemplos Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Seleccionou arbitrariamente cinco alunos para representarem a população total de estudantes (note que este é apenas um exemplo; isto provavelmente não seria estatisticamente válido). Utilizando os dados da amostra, poderia utilizar a função VAR para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações. Os resultados das funções VAR são aproximadamente 520,00, 602,00, 90,30, 65,20 e 11,20. Portanto, o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três testes tiveram uma baixa dispersão.   Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5   Teste 1 75 100 40 80 75 =VAR(B2:B6) Teste 2 82 90 80 35 82 =VAR(C2:C6) Teste 3 90 95 78 95 90 =VAR(D2:D6) Teste 4 78 88 90 98 78 =VAR(E2:E6) Teste 5 84 90 85 92 84 =VAR(F2:F6)

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:

Capítulo 10    Funções estatísticas

305

“DESVPAD” na página 251 “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VARA

A função VARA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma medida de dispersão, de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou booleanos. VARA(valor; valor…) ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm

de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração. Notas de utilização ÂÂ A função VARA encontra a variância (não enviesada) da amostra ao dividir a soma dos quadrados dos desvios dos pontos de dados por um inferior ao número de valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARA quando os valores especificados representam

apenas uma amostra de uma população maior. Se os valores que está a analisar representarem uma colecção ou população inteira, utilize a função VARPA.
ÂÂ VARA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano FALSO

e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias são ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VAR.
306 Capítulo 10    Funções estatísticas

ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARA é devolvida pela função

DESVPADA.
Exemplo Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino, Califórnia. O sensor regista as temperaturas máxima e mínima diária. Para além disso, manteve registo dos dias em que ligou o ar condicionado no seu apartamento. Os dados dos primeiros dias são apresentados na tabela seguinte e são utilizados como amostra da população de temperaturas máximas e mínimas (note que este é apenas um exemplo; não seria estatisticamente válido).

=VARA(B2:B13) tem como resultado 616,3864, a dispersão medida pela função VARA da amostra de temperaturas máximas diárias.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte: “DESVPAD” na página 251 “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARP” na página 308 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15

Capítulo 10    Funções estatísticas

307

“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VARP

A função VARP tem como resultado a variância (verdadeira) da população, uma medida de dispersão, de uma colecção de valores. VARP(data-num; data-num…) ÂÂ data-num:  Um valor. data-num é um valor numérico ou um valor de data/hora.
ÂÂ data-num…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Se for especificado mais do

que um valor data-num, têm de ser todos do mesmo tipo. Notas de utilização ÂÂ A função VARP encontra a variância da população, ou verdadeira (em oposição à variação da amostra, ou não enviesada) ao dividir a soma dos quadrados dos desvios dos pontos de dados pelo número de valores.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARP quando os valores especificados representam

a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar representarem apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função VAR.
ÂÂ Se desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VARP. ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARP é devolvida pela função

DESVPADP.
Exemplo Imagine que entregou cinco testes a um grupo de alunos. Tem uma turma muito pequena e isto representa a população total de alunos. Utilizando os dados desta população, poderia utilizar a função VARP para determinar qual dos testes teve a maior dispersão de pontuações. Os resultados das funções VARP são aproximadamente 416,00, 481,60, 72,24, 52,16 e 8,96. Portanto, o teste 2 teve a dispersão mais elevada, seguido de perto pelo teste 1. Os outros três testes tiveram uma baixa dispersão.   Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5   Teste 1 75 100 40 80 75 =VARP(B2:B6) Teste 2 82 90 80 35 82 =VARP(C2:C6) Teste 3 90 95 78 95 90 =VARP(D2:D6) Teste 4 78 88 90 98 78 =VARP(E2:E6) Teste 5 84 90 85 92 84 =VARP(F2:F6)

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional, consulte:
308 Capítulo 10    Funções estatísticas

“DESVPAD” na página 251 “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARPA” na página 309 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43

VARPA

A função VARPA tem como resultado a variância (não enviesada) da amostra, uma medida de dispersão, de uma colecção de valores que inclui valores de texto ou booleanos. VARPA(valor; valor…) ÂÂ valor:  Um valor. valor pode conter qualquer tipo de valor.
ÂÂ valor…:  Incluir opcionalmente um ou mais valores. Todos os valores numéricos têm

de ser do mesmo tipo. Não pode misturar números, datas e valores de duração. Notas de utilização ÂÂ A função VARPA encontra a variância da população, ou verdadeira (em oposição à variação da amostra, ou não enviesada) ao dividir a soma dos quadrados dos desvios dos pontos de dados.
ÂÂ É adequado utilizar a função VARPA quando os valores especificados representam

a colecção ou população inteira. Se os valores que está a analisar representarem apenas uma amostra de uma população maior, utilize a função VARA.
ÂÂ VARPA atribui um valor de 0 a qualquer valor de texto, 0 ao valor booleano FALSO

e 1 ao valor booleano VERDADEIRO e inclui-os no cálculo. As células vazias são ignoradas. Se não desejar incluir no cálculo valores de texto ou booleanos, utilize a função VAR.
Capítulo 10    Funções estatísticas 309

ÂÂ A raiz quadrada da variância devolvida pela função VARPA é devolvida pela função DESVPADAP.0208. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. O sensor falhou após alguns dias e seguinte tabela representa a população de temperaturas máximas e mínimas. consulte: “DESVPAD” na página 251 “DESVPADA” na página 253 “DESVPADP” na página 257 “DESVPADAP” na página 255 “VAR” na página 305 “VARA” na página 306 “VARP” na página 308 “Exemplo dos resultados de um inquérito” na página 371 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 310 Capítulo 10    Funções estatísticas . a dispersão medida pela função VARPA da amostra de temperaturas máximas diárias. Para além disso. manteve registo dos dias em que ligou o ar condicionado no seu apartamento. =VARPA(B2:B13) tem como resultado 565. Exemplo Imagine que instalou um sensor de temperatura em Cupertino. Califórnia. O sensor regista as temperaturas máxima e mínima diária.

desvpad é um valor numérico e tem de ser superior a 0. dur-data-num é um valor numérico. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ Se desvpad for omitido. 9) tem como resultado 0. 98. 70.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ZTEST A função ZTEST tem como resultado o valor da probabilidade unilateral do teste Z. desvpad) ÂÂ conj-dur-data-num:  Uma colecção de valores. utiliza-se o desvio padrão presumido da amostra. 92. um valor de data/hora ou um valor de duração.dur-data-num é o valor a testar. dur-data-num.0147281928162857. ÂÂ dur-data-num:  Um valor. 80}. Notas de utilização ÂÂ O teste Z é um teste estatístico que determina se a diferença entre a média de uma amostra e a média da população é suficientemente grande para ser estatisticamente significativa. de data ou de duração. O teste Z é utilizado sobretudo em testes normalizados. ÂÂ desvpad:  Um valor opcional para o desvio padrão da população. Exemplo =ZTEST({57. 66. ZTEST(conj-dur-data-num. conj-dur-data-num é uma colecção com valores numéricos. 75. consulte: “NORMALIZAR” na página 290 “Lista de funções estatísticas” na página 231 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 10    Funções estatísticas 311 . Todos os valores têm de ser do mesmo tipo.

“CÓDIGO” (página 315) “COMPACTAR” (página 316) “CONCATENAR” (página 316) “DIREITA” (página 317) “ESQUERDA” (página 318) 312 . Lista de funções de texto Função “CARÁCT” (página 314) O iWork disponibiliza estas funções de texto para utilização com tabelas.Funções de texto 11 As funções de texto permitem-lhe trabalhar mais facilmente com cadeias de caracteres. A função CONCATENAR junta (concatena) cadeias. A função COMPACTAR tem como resultado uma cadeia com base numa determinada cadeia. A função DIREITA tem como resultado uma cadeia que consiste no número indicado de caracteres a partir do extremo direito de uma cadeia especificada. A função ESQUERDA tem como resultado uma cadeia que consiste no número especificado de caracteres a partir do extremo esquerdo de uma determinada cadeia. A função CÓDIGO tem como resultado o número do código Unicode decimal do primeiro carácter de uma cadeia especificada. Descrição A função CARÁCT tem como resultado o carácter que corresponde a um código de carácter Unicode decimal. depois de remover os espaços extra.

independentemente do tamanho dos caracteres na cadeia especificada.TEXTO” (página 327) Capítulo 11    Funções de texto 313 .Função “EXACTO” (página 318) Descrição A função EXACTO tem como resultado VERDADEIRO se as cadeias dos argumentos forem idênticas quanto a maiúsculas/minúsculas e ao conteúdo. A função REPETIR tem como resultado uma cadeia que contém uma determinada cadeia repetida um número de vezes especificado.CARACT” (página 325) “PROCURAR” (página 325) “REPETIR” (página 327) “SEG. A função NÚM. independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada. ignora o tamanho das letras e permite caracteres universais. A função LOCALIZAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de outra. independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada. A função SEG.MAIÚSCULA tem como resultado uma cadeia em que a primeira letra de cada palavra é maiúscula e todos os restantes caracteres estão em minúsculas. A função MAIÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em maiúsculas. a partir da posição especificada. A função FIXO arredonda um número a um número especificado de casas decimais e depois apresenta o resultado como valor de cadeia. A função LIMPAR remove do texto a maior parte dos caracteres comuns que não é possível imprimir (códigos de caracteres Unicode 0–31). A função MINÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em minúsculas.TEXTO tem como resultado uma cadeia que consiste no número indicado de caracteres de uma cadeia. A função INICIAL.MAIÚSCULA” (página 320) “LIMPAR” (página 321) “LOCALIZAR” (página 322) “MAIÚSCULAS” (página 323) “MINÚSCULAS” (página 323) “MOEDA” (página 324) “NÚM.CARACT tem como resultado o número de caracteres numa cadeia. A função MOEDA tem como resultado uma cadeia com a formatação de montante numa moeda a partir de um determinado número. A função PROCURAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de outra. “FIXO” (página 319) “INICIAL.

ÂÂ É possível utilizar a janela “Caracteres especiais” . Notas de utilização ÂÂ Nem todos os números Unicode estão associados a caracteres que possam ser impressos. =CÓDIGO("b") tem como resultado 98.535 e não igual a 127. “SUBSTITUIR” (página 329) “T” (página 330) “ VALOR” (página 331) CARÁCT A função CARÁCT tem como resultado o carácter que corresponde a um código de carácter Unicode decimal.6) tem como resultado "b".Função “SUBST” (página 328) Descrição A função SUBST tem como resultado uma cadeia em que os caracteres especificados de uma determinada cadeia foram substituídos por uma nova cadeia. código-número é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 32. Note que o carácter 32 é o carácter de espaço. A função VALOR tem como resultado um valor numérico mesmo que o argumento esteja formatado como texto. CARÁCT(código-número) ÂÂ código-número:  Um número para o qual pretende devolver o carácter Unicode correspondente. A função T tem como resultado o texto contido numa célula. A parte decimal do número é ignorada. estas são ignoradas. inferior ou igual a 65. Exemplos =CARÁCT(98. que é representado pelo código 98. ÂÂ A função CÓDIGO tem como resultado o código numérico de um carácter específico. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. para visualizar conjuntos completos de caracteres e os respectivos códigos. A função SUBSTITUIR tem como resultado uma cadeia em que um número especificado de caracteres de uma determinada cadeia foi substituído por uma nova cadeia. Se existirem casas decimais. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: 314 Capítulo 11    Funções de texto . disponível no menu Edição.

para visualizar conjuntos completos de caracteres e os respectivos códigos. ÂÂ É possível utilizar a função CARÁCT para fazer o oposto da função CÓDIGO:  converter um código numérico num carácter de texto. o código do carácter “A” maiúsculo. Notas de utilização ÂÂ É possível utilizar a janela “Caracteres especiais” . consulte: “CARÁCT” na página 314 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 11    Funções de texto 315 . o valor Unicode decimal do primeiro carácter.“CÓDIGO” na página 315 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CÓDIGO A função CÓDIGO tem como resultado o número do código Unicode decimal do primeiro carácter numa cadeia especificada. código-cadeia é um valor de cadeia. =CÓDIGO(“三二一”) tem como resultado 19. =CARÁCT(97) tem como resultado “a” . Apenas é utilizado o primeiro carácter. =CÓDIGO(“abc”) tem como resultado 97 para o “a” minúsculo. =CÓDIGO(A3) tem como resultado 102 para o “f” minúsculo. Exemplos =CÓDIGO(“A”) tem como resultado 65. CÓDIGO(código-cadeia) ÂÂ código-cadeia:  A cadeia a partir da qual deve ser devolvido o valor Unicode.977. disponível no menu Edição. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.

=CONCATENAR("a". deixando apenas espaços individuais entre palavras. cadeia é um valor de cadeia. "c") tem como resultado "abc". =CONCATENAR(B1. "b". “.COMPACTAR A função COMPACTAR tem como resultado uma cadeia com base numa determinada cadeia. Notas de utilização ÂÂ Em alternativa à função CONCATENAR. Exemplo =COMPACTAR(" espaços espaços espaços ") tem como resultado "espaços espaços espaços" (os espaços inicial e final foram removidos). ="a"&"b"&"c" tem como resultado "abc". “. Lorem” . A1) tem como resultado “Ipsum. Notas de utilização ÂÂ A função COMPACTAR remove todos os espaços antes do primeiro carácter. origem-cadeia é um valor de cadeia. CONCATENAR(cadeia. depois de remover os espaços extra. 316 Capítulo 11    Funções de texto . COMPACTAR(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. Exemplos Se a célula A1 contiver Lorem e a célula B1 contiver Ipsum. cadeia…) ÂÂ cadeia:  Uma cadeia. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 CONCATENAR A função CONCATENAR junta (concatena) cadeias. ÂÂ cadeia…:  Incluir opcionalmente uma ou mais cadeias. é possível utilizar o operador de cadeia & para concatenar cadeias. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. todos os espaços depois do último carácter e todos os espaços duplos entre caracteres.

tamanho-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. DIREITA(origem-cadeia. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 DIREITA A função DIREITA tem como resultado uma cadeia que consiste no número especificado de caracteres a partir do extremo direito de uma determinada cadeia.TEXTO” na página 327 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 11    Funções de texto 317 . Notas de utilização ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia. 2) tem como resultado "ês". Exemplos =DIREITA("um dois três". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ tamanho-cadeia:  Um argumento opcional que especifica o tamanho desejado da cadeia devolvida. =DIREITA("abc") tem como resultado "c". consulte: “ESQUERDA” na página 318 “SEG. a cadeia devolvida é igual a origem-cadeia.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. tamanho-cadeia é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. origem-cadeia é um valor de cadeia.

ESQUERDA(origem-cadeia. tamanho-cadeia é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. ÂÂ tamanho-cadeia:  Um argumento opcional que especifica o tamanho desejado da cadeia devolvida.ESQUERDA A função ESQUERDA tem como resultado uma cadeia que consiste no número especificado de caracteres a partir do extremo esquerdo de uma determinada cadeia. origem-cadeia é um valor de cadeia. EXACTO(cadeia-1. cadeia-2) ÂÂ cadeia-1:  A primeira cadeia. a cadeia devolvida é igual a origem-cadeia. 2) tem como resultado "um". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 318 Capítulo 11    Funções de texto . tamanho-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia.TEXTO” na página 327 “DIREITA” na página 317 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 EXACTO A função EXACTO tem como resultado TRUE (verdadeiro) se as cadeias dos argumentos forem idênticas quanto a maiúsculas/minúsculas e ao conteúdo. cadeia-1 é um valor de cadeia. =ESQUERDA("abc") tem como resultado "a". Notas de utilização ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia. ÂÂ cadeia-2:  A segunda cadeia. Exemplos =ESQUERDA("uma duas três". cadeia-2 é um valor de cadeia. consulte: “SEG.

Exemplos =EXACTO("toledo". Se o número mais significativo a ser eliminado for 5 ou superior. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ÂÂ casas:  Um argumento opcional que indica o número de casas. à direita ou à esquerda da vírgula. FIXO(num. Um número negativo indica que o arredondamento deve ocorrer à esquerda da vírgula (por exemplo. o resultado é arredondado. dado que todos os caracteres e o respectivo tamanho são idênticos. "toledo") apresenta o resultado VERDADEIRO. é utilizado o arredondamento aritmético padrão. onde o número deve ser arredondado. Ao arredondar para o número especificado de casas. =EXACTO("Toledo". arredondar às centenas ou aos milhares). num é um valor numérico. casas é um valor numérico. 0 ou omitido):  Incluir separadores de posição no resultado. ÂÂ sem-vírgulas:  Um argumento opcional que indica se devem ou não ser usados separadores de posição em toda a porção do número resultante. utilizar vírgulas (FALSO. consulte: “LOCALIZAR” na página 322 “PROCURAR” na página 325 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 FIXO A função FIXAR arredonda um número a um número especificado de casas decimais e depois apresenta o resultado como valor de cadeia. Capítulo 11    Funções de texto 319 . sem vírgulas (TRUE ou 1):  Não incluir separadores de posição no resultado. sem-vírgulas) ÂÂ num:  O número a ser utilizado. dado que o tamanho dos caracteres de ambas as cadeias não é idêntico. "toledo") apresenta o resultado FALSO. casas.

origem-cadeia é um valor de cadeia. -1) tem como resultado "10". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =FIXO(4.Exemplos =FIXO(6789. =FIXO(12. é tratado como primeira letra de uma palavra.4.5.MAIÚSCULA("lorem's ip-sum") tem como resultado "Lorem's Ip-Sum". 2) tem como resultado "6. Notas de utilização ÂÂ Qualquer carácter a seguir a um carácter não alfabético. qualquer letra a seguir a um hífen aparece em letra maiúscula. =INICIAL. com excepção do apóstrofo (‘). -1) tem como resultado "0".123.12". 0) tem como resultado "12".MAIÚSCULA("lorem ipsum") tem como resultado "Lorem Ipsum". consulte: 320 Capítulo 11    Funções de texto .MAIÚSCULA("1a23 b456") tem como resultado "1A23 B456". =FIXO(12.123. 1) tem como resultado "6789. consulte: “MOEDA” na página 324 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 INICIAL. =FIXO(6789. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =INICIAL. INICIAL.1". =FIXO(5.800". Exemplos =INICIAL. =FIXO(6789.MAIÚSCULA(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. por exemplo. 1.123.789. Deste modo. 0) tem como resultado "13".MAIÚSCULA A função INICIAL.MAIÚSCULA tem como resultado uma cadeia em que a primeira letra de cada palavra é maiúscula e todos os restantes caracteres estão em minúsculas. independentemente do tamanho dos caracteres na cadeia especificada. -2) tem como resultado "6.

129. espaços.  Pode tentar utilizar a função LIMPAR para remover os caracteres inesperados: =LIMPAR(A1) tem como resultado “a b c d e f” . ÂÂ É possível utilizar a função COMPACTAR para remover espaços extra do texto. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 141. LIMPAR(texto) ÂÂ texto:  O texto do qual pretende remover caracteres que não são imprimidos. caixas e outros caracteres inesperados. mas o que vê é “a b c ? ?d e f” . Notas de utilização ÂÂ Isto pode ser útil se copiar texto de outra aplicação que contenha pontos de interrogação indesejados.“MINÚSCULAS” na página 323 “MAIÚSCULAS” na página 323 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LIMPAR A função LIMPAR remove do texto a maior parte dos caracteres comuns que não é possível imprimir (códigos de caracteres Unicode 0–31).31 antes de utilizar a função LIMPAR. ÂÂ Existem alguns caracteres menos comuns que não são impressos e que não são removidos pela função LIMPAR (códigos de carácter 127. Para os remover. texto pode conter qualquer tipo de valor. pode utilizar a função SUBST para os substituir por um código no intervalo 0 . Exemplo Imagine que copia o que acredita ser o texto "a b c d e f" de outra aplicação e cola-o na célula A1. 143. 144 e 157). consulte: “SUBST” na página 328 “COMPACTAR” na página 316 “Lista de funções de texto” na página 312 Capítulo 11    Funções de texto 321 .

Para utilizar caracteres universais ou para ignorar a diferença entre maiúsculas e minúsculas na sua pesquisa. consulte: “EXACTO” na página 318 “PROCURAR” na página 325 “Lista de funções de texto” na página 312 322 Capítulo 11    Funções de texto . presume-se que seja 1. Notas ÂÂ A pesquisa distingue maiúsculas e minúsculas e os espaços são contados. ÂÂ pos-início:  Um argumento opcional que especifica o ponto. pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de caracteres em origem-cadeia. no qual a acção deve iniciar-se. o "p" em "poderá"). 6) tem como resultado 9 ("e" de "poderá" é o primeiro "e" localizado depois do carácter 6. origem-cadeia é um valor de cadeia.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 LOCALIZAR A função LOCALIZAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de outra. Exemplos =LOCALIZAR("e". e não no início. ÂÂ Especificar a pos-início permite-lhe iniciar a pesquisa de procurar-cadeia dentro. utilize a função PROCURAR. LOCALIZAR(procurar-cadeia. "onde poderá estar". =LOCALIZAR("e". Se a pos-início for omitida. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. de origem-cadeia. origem-cadeia. "onde poderá estar") tem como resultado 4 ("e" é o quarto carácter da cadeia "onde poderá estar"). procurar-cadeia é um valor de cadeia. Não são permitidos caracteres universais. dentro da cadeia especificada. Isto é especialmente útil se origem-cadeia puder conter vários exemplos de procurar-cadeia e quiser determinar a posição de início de outro que não o primeiro exemplo. ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. pos-início) ÂÂ procurar-cadeia:  A cadeia a procurar.

origem-cadeia é um valor de cadeia. independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada. MAIÚSCULAS(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. Capítulo 11    Funções de texto 323 .MAIÚSCULA” na página 320 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MINÚSCULAS A função MINÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em minúsculas. =MAIÚSCULAS("primeiro") tem como resultado "PRIMEIRO". independentemente do tamanho das letras da cadeia especificada. origem-cadeia é um valor de cadeia. MINÚSCULAS(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “MINÚSCULAS” na página 323 “INICIAL.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MAIÚSCULAS A função MAIÚSCULAS tem como resultado uma cadeia toda em maiúsculas. Exemplos =MAIÚSCULAS("a b c") tem como resultado "A B C".

=MOEDA(-12. =MOEDA(2323.Exemplos =MINÚSCULAS("MAIÚSCULAS") tem como resultado "maiúsculas".13. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =MINÚSCULAS("MiStuRadaS") tem como resultado "misturadas". 3) tem como resultado $12. ÂÂ casas:  Um argumento opcional que especifica o número de casas. =MINÚSCULAS("minúsculas") tem como resultado "minúsculas". -1) tem como resultado $120.MAIÚSCULA” na página 320 “MAIÚSCULAS” na página 323 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 MOEDA A função MOEDA tem como resultado uma cadeia com a formatação de montante numa moeda a partir de um determinado número. casas) ÂÂ num:  O número a ser utilizado.323.124) tem como resultado $2. com parêntesis a indicar um montante negativo.554.000. Um número negativo indica que o arredondamento deve ocorrer à esquerda da vírgula (por exemplo. =MOEDA(99. 0) tem como resultado $100. se o número mais significativo a ser eliminado for 5 ou superior. à direita ou à esquerda da vírgula. arredondar às centenas ou aos milhares). MOEDA(num.12.125) tem como resultado $2. consulte: “INICIAL. onde o número deve ser arredondado. o resultado é arredondado. =MOEDA(123. é utilizado o arredondamento aritmético padrão. Exemplos =MOEDA(2323. casas é um valor numérico. 324 Capítulo 11    Funções de texto . num é um valor numérico. =MOEDA(12.000).323. Ao arredondar para o número especificado de casas. 3) tem como resultado ($12.

CARACT(" abc def ") tem como resultado 9. Capítulo 11    Funções de texto 325 . números e caracteres especiais. origem-cadeia é um valor de cadeia. a soma das seis letras mais os espaços iniciais. NÚM. =NÚM.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.CARACT("12345") tem como resultado 5. Notas de utilização ÂÂ Na contagem são incluídos todos os espaços. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Exemplos =NÚM. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 PROCURAR A função PROCURAR tem como resultado a posição de início de uma cadeia dentro de outra.CARACT tem como resultado o número de caracteres numa cadeia. ignora o tamanho das letras e permite caracteres universais.CARACT A função NÚM.CARACT(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. os espaços finais e os espaços de separação. consulte: “FIXO” na página 319 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 NÚM.

origem-cadeia é um valor de cadeia. uma vez que “ers” não existe.  Para ter em consideração a diferença entre maiúsculas e minúsculas. =PROCURAR("ra". Em procurar-cadeia. dentro da cadeia especificada. presume-se que seja 1. =PROCURAR("*ers” . de origem-cadeia. a primeira ocorrência da cadeia "ra" começa no terceiro carácter de "abracadabra". "abracadabra". "abracadabra") tem como resultado 3. uma vez que o til significa que o carácter seguinte (o ponto de interrogação) deve ser interpretado literalmente. e não no início.  Especificar a pos-início permite-lhe iniciar a pesquisa de procurar-cadeia dentro. =PROCURAR(“t*s”.º carácter. “Caracteres”) tem como resultado 6. dado que o asterisco no início da cadeia de pesquisa corresponde a todos os caracteres antes de “eres” . 5) tem como resultado 10. e o ponto de interrogação é o 9. =PROCURAR(“*eres”. não como um carácter. a posição da primeira ocorrência da cadeia "ra" quando começa a procurar a partir da posição 5. origem-cadeia.  pos-início:  Um argumento opcional que especifica o ponto. ”Caracteres”) tem como resultado 1. dado que o ponto de interrogação corresponde ao carácter imediatamente antes de “eres” . utilize um * (asterisco) para corresponder a vários caracteres ou um ? (ponto de interrogação) para corresponder a qualquer carácter único em origem-cadeia. "Carácter? n. utilize a função LOCALIZAR. consulte: “EXACTO” na página 318 “LOCALIZAR” na página 322 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 326 Capítulo 11    Funções de texto .PROCURAR(procurar-cadeia. dado que o asterisco corresponde a todos os caracteres entre o “t” e o “s” . Isto é especialmente útil se origem-cadeia puder conter vários exemplos de procurar-cadeia e quiser determinar a posição de início de outro que não o primeiro exemplo. pos-início)  procurar-cadeia:  A cadeia a procurar. pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de caracteres em origem-cadeia.  origem-cadeia:  Uma cadeia. =PROCURAR(“?eres” . Se a pos-início for omitida. Notas de utilização  São permitidos caracteres universais em procurar-cadeia. no qual a acção deve iniciar-se. =PROCURAR(“~?”. procurar-cadeia é um valor de cadeia. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. “Caracteres”) dá erro. “Caracteres”) tem como resultado 6. Exemplos =PROCURAR("ra".º”) tem como resultado 9.

tamanho-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. Exemplos =REPETIR("*". origem-cadeia é um valor de cadeia. no qual a acção deve iniciar-se. ÂÂ pos-início:  O ponto. Capítulo 11    Funções de texto 327 . 3) tem como resultado "hahaha". Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. pos-início. 5) tem como resultado "*****". origem-cadeia é um valor de cadeia. a partir da posição especificada. ÂÂ número-repetições:  O número de vezes que determinada cadeia deve ser repetida.“Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 REPETIR A função REPETIR tem como resultado uma cadeia que contém uma determinada cadeia repetida um número de vezes especificado. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SEG.TEXTO tem como resultado uma cadeia que consiste no número indicado de caracteres de uma cadeia. dentro da cadeia especificada. REPETIR(origem-cadeia. =REPETIR("ha". número-repetições) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1 e inferior ou igual ao número de caracteres em origem-cadeia.TEXTO A função SEG. número-repetições é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 0. SEG.TEXTO(origem-cadeia.

TEXTO("lorem ipsum dolor sit amet". Notas de utilização ÂÂ Se tamanho-cadeia for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia. 7. é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. cadeia-existente é um valor de cadeia. tamanho-cadeia é um valor numérico e tem de ser superior ou igual a 1. consulte: “ESQUERDA” na página 318 “DIREITA” na página 317 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SUBST A função SUBST tem como resultado uma cadeia em que os caracteres especificados de uma determinada cadeia foram substituídos por uma nova cadeia. começando na pos-início. 4.TEXTO("encurtar". ou omitido. ÂÂ cadeia-nova:  O texto usado para substituir a secção de uma dada cadeia que tenha sido substituída. Se omitido. 20) tem como resultado "rtar". =SEG. ÂÂ cadeia-existente:  A cadeia dentro de determinada cadeia que vai ser substituída. SUBST(origem-cadeia. Exemplos =SEG. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. 5.) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. Se superior ao número de vezes que cadeia-existente aparece dentro de origem-cadeia. todas as ocorrências de cadeiaexistente dentro de origem-cadeia serão substituídas por cadeia-nova. a cadeia devolvida é igual a origem-cadeia. =SEG. ocorrência.TEXTO("1234567890". 5) tem como resultado "ipsum". não irá ocorrer nenhuma substituição. ocorrência. 3) tem como resultado "456". Não tem de ter o mesmo tamanho que o texto substituído. 328 Capítulo 11    Funções de texto .ÂÂ tamanho-cadeia:  O tamanho desejado da cadeia devolvida. cadeia-nova. origem-cadeia é um valor de cadeia. cadeia-existente. ÂÂ ocorrência:  Um valor opcional que especifica a ocorrência que deve ser substituída. cadeia-nova é um valor de cadeia.

cadeia-nova) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. pos-início. a cadeia devolvida é igual a cadeianova. "B") tem como resultado "a a B B B c". =SUBST("a a b b b c". palavras inteiras ou cadeias de caracteres dentro de palavras. "b". 2) tem como resultado "a A b b b c". origem-cadeia é um valor de cadeia. "a". Se pos-início for superior ao número de caracteres em origem-cadeia. Capítulo 11    Funções de texto 329 . "b". consulte: “SUBSTITUIR” na página 329 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SUBSTITUIR A função SUBSTITUIR tem como resultado uma cadeia em que um número especificado de caracteres de uma determinada cadeia foi substituído por uma nova cadeia. tamanho-substituir. 2) tem como resultado "aaabbccc". pos-início é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. =SUBST("a a b b b c". tamanho-substituir é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1.Notas de utilização ÂÂ É possível substituir caracteres individuais. cadeia-nova é um valor de cadeia. "B") tem como resultado "a B c d e f". Não tem de ter o mesmo tamanho que o texto substituído. dentro da cadeia especificada. ÂÂ cadeia-nova:  O texto usado para substituir a secção de uma dada cadeia que tenha sido substituída. "bc". SUBSTITUIR(origem-cadeia. cadeia-nova é adicionada ao fim de origem-cadeia. "A". ÂÂ pos-início:  O ponto. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. no qual a acção deve iniciar-se. "BC". =SUBST("aaabbccc". Exemplos =SUBST("a b c d e f". Se tamanho-substituir for superior ou igual ao tamanho de origem-cadeia. ÂÂ tamanho-substituir:  O número de caracteres a substituir.

16. consulte: “SUBST” na página 328 “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 T A função T tem como resultado o texto contido numa célula. a função T têm como resultado uma cadeia vazia. Notas de utilização ÂÂ Se a célula não contiver uma cadeia. 11. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. T(célula) ÂÂ célula:  Uma referência a uma única célula de tabela. célula é um valor de referência a uma única célula que pode conter qualquer valor ou estar vazia.Exemplo =SUBSTITUIR("formulários do concorrente recebidos". Exemplos Se a célula A1 contiver "texto" e a célula B1 estiver vazia: =T(A1) tem como resultado "texto" =T(B1) tem como resultado nada. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 330 Capítulo 11    Funções de texto . Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. "Rui") tem como resultado "formulários do Rui recebidos".

Notas de utilização ÂÂ Nunca terá de utilizar a função VALOR numa tabela nova. não 100. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. VALOR(origem-cadeia) ÂÂ origem-cadeia:  Uma cadeia. 2)) tem como resultado o número 53. origem-cadeia é um valor de cadeia. terá como resultado 100. consulte: “Lista de funções de texto” na página 312 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 11    Funções de texto 331 . ÂÂ Apenas o texto formatado é convertido. ÂÂ Se o argumento não puder ser devolvido como valor numérico (não contém um número). uma vez que os números em texto são automaticamente convertidos. o valor do texto formatado. se a cadeia $100.00). Por exemplo.001. a função apresenta um erro. Esta função é incluída para compatibilidade com tabelas importadas de outras aplicações de folha de cálculo. =VALOR(DIREITA("O ano 1953". Exemplos =VALOR("22") tem como resultado o número 22. Se a função VALOR tiver a referência desta célula.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 VALOR A função VALOR tem como resultado um valor numérico mesmo que o argumento esteja formatado como texto.001 for digitada numa célula. a formatação predefinida apenas apresentará duas casas decimais ($100.

A função ATANH tem como resultado a tangente hiperbólica inversa de um número. A função COSH tem como resultado o co-seno hiperbólico de um número. A função ASENH tem como resultado o seno hiperbólico inverso de um número. A função ATAN2 tem como resultado o ângulo. Lista de funções trigonométricas Função “ACOS” (página 333) “ACOSH” (página 334) O iWork disponibiliza estas funções trigonométricas para utilização com tabelas. A função ASEN tem como resultado o arco seno (o seno inverso) de um número. A função ACOSH tem como resultado o co-seno hiperbólico inverso (arco co-seno hiperbólico) de um número. “ASEN” (página 334) “ASENH” (página 335) “ATAN” (página 336) “ATAN2” (página 337) “ATANH” (página 338) “COS” (página 338) “COSH” (página 339) 332 .Funções trigonométricas 12 As funções trigonométricas permitem-lhe trabalhar mais facilmente com ângulos e os respectivos componentes. da linha que passa pela origem e o ponto especificado. A função COS tem como resultado o co-seno de um ângulo expresso em radianos. A função ATAN tem como resultado a tangente inversa (arco tangente) de um número. relativo ao eixo x positivo. Descrição A função ACOS tem como resultado o co-seno inverso (arco co-seno) de um número.

A função RADIANOS tem como resultado o número de radianos de um ângulo expresso em graus.5. consulte: “ACOSH” na página 334 “COS” na página 338 “COSH” na página 339 “GRAUS” na página 340 Capítulo 12    Funções trigonométricas 333 . Exemplos =ACOS(RAIZQ(2)/2) tem como resultado 0. Notas de utilização ÂÂ A função ACOS tem como resultado um ângulo correspondente a um valor de coseno. a medida em graus de um ângulo com um co-seno de 0. =GRAUS(ACOS(num)). insira esta função na função GRAUS. A função TANH tem como resultado a tangente hiperbólica do número especificado. “SEN” (página 342) “SENH” (página 343) “TAN” (página 343) “ TANH” (página 344) ACOS A função ACOS tem como resultado o co-seno inverso (arco co-seno) de um número. =GRAUS(ACOS(0.54030230586814) tem como resultado 1. num é um valor numérico no intervalo de –1 a 1. ou seja. em vez de radianos.Função “GRAUS” (página 340) “RADIANOS” (página 341) Descrição A função GRAUS tem como resultado o número de graus de um ângulo expresso em radianos. A função SENH tem como resultado o seno hiperbólico do número especificado. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. que é aproximadamente π/4. O ângulo resultante é expresso em radianos no intervalo de 0 a π (pi). =ACOS(0.785398163397448.5)) tem como resultado 60. ACOS(num) ÂÂ num:  Um número. A função SEN tem como resultado o seno de um ângulo expresso em radianos. Para ver o ângulo resultante em graus. A função TAN tem como resultado a tangente de um ângulo expresso em radianos.

consulte: “ACOS” na página 333 “COS” na página 338 “COSH” na página 339 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ASEN A função ASEN tem como resultado o arco seno (o seno inverso) de um número. =ACOSH(COSH(5)) tem como resultado 5.0676619957778) tem como resultado 3.“Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ACOSH A função ACOSH tem como resultado o co-seno hiperbólico inverso (arco co-seno hiperbólico) de um número. ACOSH(num) ÂÂ num:  Um número. 334 Capítulo 12    Funções trigonométricas . num é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. num é um valor numérico que tem de ser superior ou igual a 1. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. ASEN(num) ÂÂ num:  Um número. Exemplos =ACOSH(10.

=GRAUS(ASEN(0.5.3 graus) do ângulo que tem um seno de 0. consulte: “ASEN” na página 334 Capítulo 12    Funções trigonométricas 335 . em vez de radianos. Exemplos =ASEN(0.5)) tem como resultado 30.2899171971277) tem como resultado 4. a medida em radianos (aproximadamente 57. Exemplos =ASENH(27. O resultado é expresso em radianos no intervalo de -pi/2 a +pi/2. num é um valor numérico. ASENH(num) ÂÂ num:  Um número. insira esta função na função GRAUS. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =GRAUS(ASEN(num)).841470985) tem como resultado 1.8411470984807897. ou seja. =ASENH(SENH(1)) tem como resultado 1.Notas de utilização ÂÂ A função ASEN tem como resultado o ângulo correspondente a um seno. Para ver o ângulo resultante em graus. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. consulte: “ASENH” na página 335 “GRAUS” na página 340 “SEN” na página 342 “SENH” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ASENH A função ASENH tem como resultado o seno hiperbólico inverso de um número. a medida em graus de um ângulo com um seno de 0.

ou seja. Para ver o ângulo resultante em graus. consulte: “ATAN2” na página 337 “ATANH” na página 338 “GRAUS” na página 340 “TAN” na página 343 “ TANH” na página 344 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 336 Capítulo 12    Funções trigonométricas . em vez de radianos. Exemplos =ATAN(1) tem como resultado a medida do ângulo de 0. =GRAUS(ATAN(1)) tem como resultado 45.“SEN” na página 342 “SENH” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ATAN A função ATAN tem como resultado a tangente inversa (arco tangente) de um número. ATAN(num) ÂÂ num:  Um número. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =GRAUS(ATAN(num)). que tem uma tangente de 1. num é um valor numérico. insira esta função na função GRAUS. Notas de utilização ÂÂ A função ATAN tem como resultado o ângulo correspondente a uma tangente. expresso em radianos no intervalo de -pi/2 a +pi/2.785398163 radianos (45 graus).

Para ver o ângulo resultante em graus. Notas de utilização ÂÂ O ângulo é expresso em radianos no intervalo de -pi a +pi. relativo ao eixo x positivo. 1). 1) tem como resultado 0. Exemplos =ATAN2(1. ATAN2(ponto-x. da linha que passa pela origem e o ponto especificado. consulte: “ATAN” na página 336 “ATANH” na página 338 “GRAUS” na página 340 “TAN” na página 343 “ TANH” na página 344 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 Capítulo 12    Funções trigonométricas 337 . 5)) tem como resultado 45. ÂÂ ponto-y:  A coordenada y do ponto por onde a linha passa. ponto-y é um valor numérico. ou seja. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. em vez de radianos. o ângulo de um segmento de linha da origem ao ponto (1. insira esta função na função GRAUS. ponto-x é um valor numérico.“Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ATAN2 A função ATAN2 tem como resultado o ângulo.78539816 radianos (45 graus). ponto-y) ÂÂ ponto-x:  A coordenada x do ponto por onde a linha passa. =GRAUS(ATAN2(5. ponto-y)). =GRAUS(ATAN2(ponto-x.

338 Capítulo 12    Funções trigonométricas . utilize a função GRAUS (para converter radianos em graus) com esta função. normalmente está no intervalo –π a +π (–pi a +pi). ângulo-radiano é um valor numérico. Notas de utilização ÂÂ Para obter um ângulo em graus. num é um valor numérico que tem de ser superior a -1 e inferior a 1. Exemplos =ATANH(0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.995054753686731) tem como resultado 3. ou seja. =ATANH(TANH(2)) tem como resultado 2.“Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 ATANH A função ATANH tem como resultado a tangente hiperbólica inversa de um número. consulte: “ATAN” na página 336 “ATAN2” na página 337 “TAN” na página 343 “ TANH” na página 344 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COS A função COS tem como resultado o co-seno de um ângulo expresso em radianos. ATANH(num) ÂÂ num:  Um número. expresso em radianos. COS(ângulo-radiano) ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo. =GRAUS(COS(ângulo-radiano)). Embora possa ser qualquer valor.

consulte: “ACOS” na página 333 “ACOSH” na página 334 “COSH” na página 339 “GRAUS” na página 340 “SEN” na página 342 “TAN” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 COSH A função COSH tem como resultado o co-seno hiperbólico de um número.013. =COSH(1) tem como resultado 1.5. =COSH(5) tem como resultado 74. =COS(PI()) tem como resultado -1. π/3 radianos (60 graus).543. consulte: Capítulo 12    Funções trigonométricas 339 . num é um valor numérico. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.3 graus).21. COSH(num) ÂÂ num:  Um número. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.Exemplos =COS(1) tem como resultado 0. =COS(PI()/3) tem como resultado 0. =COSH(10) tem como resultado 11. =COS(RADIANOS(60)) tem como resultado 0. o coseno de radianos π (180 graus).233.540302306. o co-seno de 1 radiano (aproximadamente 57.5. Exemplos =COSH(0) tem como resultado 1. o co-seno de 60 graus.

que é aproximadamente o número de graus por radiano.2957795130823. ângulo-radiano é um valor numérico. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. expresso em radianos. normalmente está no intervalo –2π a +2π (–2pi a +2pi). =GRAUS(1) tem como resultado 57. Exemplos =GRAUS(PI()) tem como resultado 180 (radianos π = 180 graus). consulte: “ACOS” na página 333 “ASEN” na página 334 “ATAN” na página 336 “ATAN2” na página 337 “COS” na página 338 “SEN” na página 342 “TAN” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 340 Capítulo 12    Funções trigonométricas . GRAUS(ângulo-radiano) ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo.“ACOS” na página 333 “ACOSH” na página 334 “COS” na página 338 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 GRAUS A função GRAUS tem como resultado o número de graus de um ângulo expresso em radianos. Embora possa ser qualquer valor.

consulte: “ACOS” na página 333 “ASEN” na página 334 “ATAN” na página 336 “ATAN2” na página 337 “COS” na página 338 “SEN” na página 342 “TAN” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 Capítulo 12    Funções trigonométricas 341 .5708 radianos). Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. normalmente está no intervalo de -360 a +360.2957795130823) tem como resultado 1 (1 radiano é aproximadamente 57. Introduza o argumento expresso em graus nessa função.“Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 RADIANOS A função RADIANOS tem como resultado o número de radianos de um ângulo expresso em graus. Embora possa ser qualquer valor. uma vez que requerem que um ângulo seja expresso em radianos. por exemplo.296 graus). RADIANOS(ângulo-grau) ÂÂ ângulo-grau:  Um ângulo. Exemplos =RADIANOS(90) tem como resultado 1.5708 (90 graus são aproximadamente 1. expresso em graus. Notas de utilização ÂÂ Esta função é útil se pretender utilizar um ângulo expresso em graus com qualquer das funções geométricas padrão. =COS(RADIANOS(ângulo-grau). =RADIANOS(57. ângulo-grau é um valor numérico.

Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Notas de utilização ÂÂ Para obter um ângulo em graus. o seno de 30 graus. consulte: “ASEN” na página 334 “ASENH” na página 335 “COS” na página 338 “GRAUS” na página 340 “SENH” na página 343 “TAN” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 342 Capítulo 12    Funções trigonométricas . o seno de 1 radiano (aproximadamente 57. =SEN(RADIANOS(30)) tem como resultado 0. =SEN(PI()/2) tem como resultado 1.841470985. o seno de π/2 radianos (90 graus). utilize a função GRAUS (para converter radianos em graus) com esta função.3 graus). SEN(ângulo-radiano) ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo. expresso em radianos.“Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 SEN A função SEN tem como resultado o seno de um ângulo expresso em radianos. Exemplos =SEN(1) tem como resultado 0. Embora possa ser qualquer valor. ou seja. =GRAUS(SEN(ângulo-radiano)). normalmente está no intervalo –π a +π (–pi a +pi). ângulo-radiano é um valor numérico.5.

SENH A função SENH tem como resultado o seno hiperbólico do número especificado. utilize a função GRAUS (para converter radianos em graus) com esta função. =SENH(10) tem como resultado 11013. ou seja. Capítulo 12    Funções trigonométricas 343 . TAN(ângulo-radiano) ÂÂ ângulo-radiano:  Um ângulo. Exemplos =SENH(0) tem como resultado 0. normalmente está no intervalo de -pi a +pi. num é um valor numérico. SENH(num) ÂÂ num:  Um número. ângulo-radiano é um valor numérico. =SENH(1) tem como resultado 1. expresso em radianos. =SENH(5) tem como resultado 74.203. consulte: “ASEN” na página 334 “ASENH” na página 335 “SEN” na página 342 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TAN A função TAN tem como resultado a tangente de um ângulo expresso em radianos. ÂÂ Para obter um ângulo em graus. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =GRAUS(TAN(ângulo-radiano)).233.175. Notas de utilização ÂÂ A tangente é a relação entre o seno e o co-seno. Embora possa ser qualquer valor.

consulte: 344 Capítulo 12    Funções trigonométricas . consulte: “ATAN” na página 336 “ATAN2” na página 337 “ATANH” na página 338 “COS” na página 338 “GRAUS” na página 340 “SEN” na página 342 “ TANH” na página 344 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 TANH A função TANH tem como resultado a tangente hiperbólica do número especificado. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional.999999996. =TANH(5) tem como resultado 0.Exemplos =TAN(1) tem como resultado 1. =TANH(10) tem como resultado 0.557407725. =TAN(RADIANOS(45)) tem como resultado 1. num é um valor numérico. Exemplos =TANH(0) tem como resultado 0. Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. =TANH(1) tem como resultado 0.3 graus). a tangente de um ângulo de 45 graus. =TAN(3*PI()/4) tem como resultado -1. a tangente de 1 radiano (aproximadamente 57.762.999909. TANH(num) ÂÂ num:  Um número.

“ATAN” na página 336 “ATAN2” na página 337 “ATANH” na página 338 “TAN” na página 343 “Lista de funções trigonométricas” na página 332 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 “Como colar a partir de exemplos na Ajuda” na página 43 Capítulo 12    Funções trigonométricas 345 .

Exemplos e tópicos adicionais 13 Exemplos aprofundados e tópicos adicionais que ilustram a forma de trabalhar com algumas das funções mais complexas. Exemplos e tópicos adicionais incluídos A tabela seguinte indica-lhe onde encontrar exemplos aprofundados e tópicos adicionais que ilustram a forma de trabalhar com algumas das funções mais complexas. Se desejar ver um exemplo ou obter mais informações acerca de As definições e especificações de argumentos utilizados em funções financeiras As funções de valor temporal do dinheiro (VTD) As funções VTD que lidam com cash-flows periódicos fixos e taxas de juro fixas As funções VTD que lidam com cash-flows irregulares (de periodicidade variável) A função que mais poderá ser útil em resposta a uma questão financeira comum Como utilizar funções financeiras para criar uma tabela de amortização de um empréstimo As várias funções que arredondam números Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto para construir uma fórmula com maior funcionalidade Como compreender as condições e utilizar os caracteres universais com as condições Consulte esta secção “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar” na página 356 “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 357 “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 358 “Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns?” na página 359 “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361 “Mais sobre arredondamentos” na página 363 “Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto” na página 367 “Como especificar condições e utilizar caracteres universais” na página 368 346 . com exemplos do mundo real.

os pagamentos do empréstimo. arrendar por um determinado período e depois revender. Os montantes recebidos são especificados como números positivos e os montantes pagos são especificados como números negativos. que é normalmente expresso em percentagem. taxa-cupão pode ser 0 (se o título não pagar juros periódicos). quer seja uma taxa do cupão quer seja uma taxa de juro anual. Imagine que está a pensar comprar uma determinada obrigação.000 que paga juros anuais de 4. O lucro-anual seria de 0. os empréstimos e os investimentos têm cash-flows. publicidade e outros custos semelhantes seriam pagamentos (cash-flows negativos). As rendas recebidas dos inquilinos.045. normalmente com a formatação de moeda. A frequência de pagamento não interessa.045. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 347 . O seu corrector verifica os painéis dos preços e diz-lhe que a obrigação que está a considerar tem uma taxa de cupão de 3.25% e um lucro anual de 4. mas a taxa-cupão não pode ser negativa. O pagamento de compra inicial (que poderá consistir na entrada e nos custos de celebração de contrato). Um cash-flow é o montante inicialmente pago ou recebido. Os argumentos de data (emissão. cash-flow As anuidades. A taxa-cupão seria 0.5% com base no valor nominal. com base no respectivo preço actual (a obrigação está a ser transaccionada com desconto). maturidade e liquidação) não são incluídos. O lucro-anual tem de ser superior a 0. Os argumentos utilizados apenas por uma função financeira também não são incluídos. o respectivo lucro aumenta. taxa-anual Obrigações e outros títulos de dívida sujeitos a uma taxa de juro fixa têm uma taxa de juro anual ou do cupão utilizada para determinar os pagamentos periódicos dos juros. Imagine que há uma casa que gostaria de comprar. De igual modo. reparações e manutenção. Imagine que possui um título com um valor nominal de $1.000. A taxa-cupão é especificada como um número decimal que representa a taxa anual do cupão. o respectivo lucro diminui.5%. se o preço da obrigação aumentar. À medida que o preço da obrigação desce. A taxa-anual é utilizada para representar a taxa de juro anual. Outros cash-flows consistem em outras receitas ou outros pagamentos num momento específico. lucro-anual As obrigações e outros títulos de dívida emitidos abaixo do valor nominal e sujeitos a uma taxa de juro têm um lucro que é calculado através da taxa de juro do cupão e do preço actual da obrigação. benefícios fiscais obtidos por redução de outros impostos e o montante recebido na venda seriam receitas (cash-flows positivos).Se desejar ver um exemplo ou obter mais informações acerca de Consulte esta secção Como utilizar funções estatísticas para analisar os “Exemplo dos resultados de um inquérito” na resultados de um inquérito página 371 Argumentos comuns utilizados em funções financeiras Muitos argumentos são comuns a funções financeiras relacionadas. O lucro-anual é especificado como um número decimal que representa o lucro anual do título. se existir. Em algumas funções. A presente secção disponibiliza informação relativa a esses argumentos. O cash-flow é especificado como número.

O custo seria de $2. O custo é especificado como número. Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos. O custo tem de ser superior a 0. normalmente com a formatação de moeda.725. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação. O preço de compra da fotocopiadora foi $2. Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório. Determinados benefícios fiscais poderão ser deduzidos do custo.625. entrega e instalação. altura em que se prevê que o valor de revenda seja $400. incluindo imposto. incluindo impostos.custo O custo inicial do activo a ser depreciado é geralmente o preço de compra. 348 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais .

1. Depois de consultar o seu contabilista. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 349 . Imagine agora que pretende determinar os juros de uma obrigação do tesouro dos Estados Unidos. Esta é vulgarmente conhecida por convenção 30E/360. pelo que neste caso Fevereiro tem menos de 30 dias. Imagine que comprou um computador novo. o dia 31 do mês é sempre considerado como dia 30 do mesmo mês. considera permissível depreciar o computador numa base acelerada. É especificado como o número 0. portanto. 3 ou 4. Caso contrário. a base-dias também pode estar especificada em documentos relativos a um empréstimo. portanto. ÂÂ O valor 3 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e cada ano completo terá 365 dias. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/360. é considerado como dia 30. A maior parte das obrigações deste género utilizam o método 30/360 para determinação dos juros. A única diferença é que as funções que utilizam o cum-a-pagamento requerem que o argumento seja especificado e não presumem um valor. 0 (convenção 30/360) é o valor predefinido. é considerada como sendo o dia 30 do mesmo mês. ÂÂ O valor 4 especifica que cada mês completo tem 30 dias e cada ano completo tem 360 dias. a data de liquidação) for 31. Se o valor dia da data final (por exemplo. A basedias é utilizada para indicar a forma como os dias são contados para um determinado investimento ou empréstimo. Imagine que pretende determinar os juros de uma obrigação emitida por uma empresa dos EUA. Por outro lado. 2. A base-dias é frequentemente definida pela prática do mercado e pode estar relacionada com um determinado tipo de investimento. utilizando o método europeu de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. O factor-depr é especificado como número decimal ou como percentagem (com o sinal de percentagem). cada mês completo tem 30 dias e cada ano completo tem 360 dias. Decide utilizar a taxa de depreciação de 150% da depreciação em linha recta e. Esta é vulgarmente conhecida por convenção 30/360. O factor-depr é utilizado para especificar a taxa de depreciação anual desejada. caso seja omitido. pelo que a base-dias seria 1. Fevereiro é sempre considerado com tendo 30 dias. No método europeu. base-dias Existem várias convenções diferentes aplicáveis à contagem do número de dias de um mês e do número de dias de um ano para determinar os juros de um empréstimo ou investimento. a data final é considerada como sendo o primeiro dia do mês seguinte. não é ajustado. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/365.cum-a-pagamento Consulte a-pagamento. No método NASD.. o valor predefinido. este é tratado como se fosse 30. resultando em 0 dias. a taxa de depreciação acelerada (que excede a depreciação em linha recta) pode ser especificada. se o valor dia da data de início (por exemplo. ÂÂ O valor 0 especifica que. se o último dia de Fevereiro for 28. por isso. Estas obrigações geralmente pagam juros com base nos dias reais de cada mês e de cada ano. base-dias é um argumento modal. o factor-depr seria 1. para fins de calculo dos juros. a base-dias seria 0.5. ÂÂ O valor 2 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e cada ano completo terá 360 dias. Esta é vulgarmente conhecida por convenção reais/reais. utilizando o método NASD de anotação de datas que calham no dia 31 do mês. factor-depr Em algumas fórmulas. a data de maturidade) for 31 e o valor dia da data de início for anterior ao dia 30 do mesmo mês. Se o valor dia for o último dia de Fevereiro. ÂÂ O valor 1 especifica que o número de dias real será utilizado para cada mês inteiro e para cada ano.

000.625. Se quisesse determinar a depreciação do terceiro ano.13. mensal.5% com base no valor nominal numa base trimestral. Imagine que possui um título com um valor nominal de $1. correspondendo a uma taxa efectiva de aproximadamente 4.58%. A taxa-juro-efectiva seria 0. que é calculada com a taxa nominal (declarada ou cupão) e o número de pagamentos de juros por ano. per-fim Algumas funções têm como resultado o capital ou os juros de uma série de pagamentos especificados. Consulte também per-início. 13% é especificado como 0. tente inicialmente uma estimativa maior positiva. A taxa-juro-efectiva é especificada como número decimal e tem de ser superior a 0. 350 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . O período-depr é utilizado para especificar o período. se estiver prevista uma perda. incluindo imposto. Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos. altura em que se prevê que o valor de revenda seja $400. pagamentos mensais fixos de $1070. período-depr seria 3. Se quiser saber o montante total de juros pagos no terceiro ano.0458. O período-depr é especificado como número.10 como valor predefinido. O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.000. Senão não tem nenhuma ideia sobre o resultado esperado e o valor predefinido não resultar numa solução. per-final é utilizado para indicar o último pagamento a ser incluído no valor do resultado. O preço de compra da fotocopiadora foi $2.0%. estimativa algumas funções financeiras utilizam uma estimativa do resultado esperado. Se não der um resultado. trimestral ou anual) que vida.45. Por exemplo.000 que paga juros anuais de 4. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200. A estimativa é especificada como número decimal.000. representando o período de depreciação desejado e utilizando o mesmo horizonte temporal (por exemplo. A estimativa pode ser negativa. um prazo de 10 anos. Imagine que está a comprar uma casa. experimente uma estimativa negativa pequena. Consulte também a descrição de taxanominal e períodos-num-ano. Se a estimativa não for especificada. per-fim é especificado como número e tem de ser superior a 0. per-início seria 25 e per-fim seria 36. taxa-juro-efectiva as anuidades e os investimentos têm uma taxa de juro efectiva. e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. utiliza-se 0. Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório.período-depr Algumas funções têm como resultado o montante da depreciação por um período especificado. uma taxa de juro anual de 6.

Uma vez que valor-futuro é um cash-flow. os montantes recebidos são especificados como números positivos e os montantes pagos são especificados como números negativos. A frequência seria 4. ÂÂ O valor 1 indica que o investimento paga juros anualmente (uma vez por ano). tem um pagamento "concentrado". A quantia-investir seria $800. A frequência seria 2. valor-futuro Um valor futuro é um cash-flow recebido ou pago no final do período de investimento ou empréstimo ou o valor líquido restante após o pagamento final. ÂÂ O valor 2 indica que o investimento paga juros semianualmente (duas vezes por ano). O montante desse pagamento poderia ser um valor-futuro e seria negativo. valor-futuro é especificado como número. 2 ou 4. normalmente com a formatação de moeda. ao fim de 10 anos. quantia-investir é especificado como um número. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 351 . ÂÂ O valor 4 indica que o investimento paga juros trimestralmente (quatro vezes por ano). arrendar por um determinado período e depois revender. frequência é o número 1. Imagine agora que aluga um veículo em regime de locação financeira (leasing) e que o contrato contém um cláusula que lhe permite comprar o veículo por um preço especificado no final do período de locação. Imagine que está a avaliar uma obrigação emitida por empresa que paga juros trimestralmente. O preço de venda futura estimado poderia ser um valor-futuro e seria positivo. A quantia-investir tem de ser superior a 0. normalmente com a formatação de moeda. Imagine agora que está a avaliar uma obrigação emitida pelo Estado que paga juros semianualmente. Imagine ainda que tem um empréstimo hipotecário que. O pagamento "concentrado" poderia ser um valor-futuro e seria negativo. Imagine que compra uma obrigação por $800. A frequência é utilizada para indicar a frequência de pagamento dos juros. quantia-investir O montante inicial investido numa obrigação é especificado com o argumento quantia-investir. Imagine que há uma casa que gostaria de comprar.frequência Um investimento pode pagar juros numa base periódica.

5% com base no valor nominal numa base trimestral. mensal.0%. Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório.045. taxa-nominal As anuidades e os investimentos têm uma taxa de juro nominal.vida Os activos são depreciados por um período específico. A vida é especificada como número.000. conhecido como a vida depreciável ou a vida útil prevista. períodos-num seria 20 (4 períodos de capitalização trimestrais por 5 anos). O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação.625. a vida útil prevista do activo seria utilizada para depreciação. períodos-num O número de períodos (períodos-num) é o número total de períodos de um cash-flow que se repete. correspondendo a uma taxa efectiva de aproximadamente 4. Consulte também a descrição de taxa-juroefectiva e períodos-num-ano.000 que paga juros anuais de 4. enquanto que para outros fins (tal como a preparação da declaração fiscal) a vida depreciável poderá ser especificada pela lei ou a prática. Prevê-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos. para fins de contabilidade. A taxa-nominal é especificada como número decimal e tem de ser superior a 0.000.000. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200. um prazo de 10 anos.58%. períodos-num seria 120 (12 pagamentos mensais em 10 anos). que é calculada com a taxa de juro efectiva e o número de períodos compostos por ano. vida tem de ser superior a 0. altura em que se prevê que o valor de revenda seja $400. Imagine que está a comprar uma casa. A vida é 4. pagamentos mensais fixos e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. Imagine que possui um título com um valor nominal de $1. ou o prazo de um empréstimo ou o período de investimento. uma taxa de juro anual de 6. Normalmente. períodos-num é especificado como número. A taxa-nominal seria 0. trimestral ou anual) que os argumentos relacionados utilizados pela função. O preço de compra da fotocopiadora foi $2. utilizando o mesmo horizonte temporal (por exemplo. incluindo imposto. 352 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . Imagine agora que investe as suas poupanças num certificado de depósito com um prazo de 5 anos e capitalização trimestral dos juros.

arrendar por um determinado período e depois revender. um prazo de 10 anos. os montantes recebidos são especificados como números positivos e os montantes pagos são especificados como números negativos.0%. O pagamento da renda recebido mensalmente poderia ser um pagamento e seria positivo. nominal é frequentemente um número como 100.períodos-num-ano O cálculo da taxa de juro nominal e efectiva baseia-se no número de períodos de capitalização de juros por ano. pagamentos mensais fixos de $1070.000. períodos-num-ano seria 4. período Determinadas funções apresentam como resultado um valor de capital ou de juro por um determinado período. pagamento é especificado como número. período é especificado como número e tem de ser superior a 0. Imagine que há uma casa que gostaria de comprar. período seria 25.000. nominal O valor nominal de um título é geralmente o respectivo valor facial ou de maturidade. Se quisesse determinar a taxa de juro efectiva. O prospecto da obrigação diz que cada obrigação será emitida com um valor facial e de maturidade de $1. $1. dado que os pagamentos são mensais. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200.000. uma taxa de juro anual de 6. Imagine que comprou um certificado de depósito que paga juros anualmente. nominal é especificado como número. normalmente com a formatação de moeda. pagamento Um pagamento é um cash-flow periódico e fixo recebido ou pago por um período de investimento ou de empréstimo. 1.000 ou 1. e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. Imagine que está a comprar uma casa. Consulte também a descrição de taxa-juro-efectiva e taxa-nominal. O montante do pagamento mensal da hipoteca poderia ser um pagamento e seria negativo.000.000. período é utilizado para indicar o período desejado.45. Se quisesse saber o montante de juros incluído no primeiro pagamento do terceiro ano. períodos-num-ano é utilizado para especificar o número de períodos. Imagine que está a pensar comprar uma obrigação emitida por empresa. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 353 .000 seria o valor nominal da obrigação. mas não inclui normalmente outros montantes. Uma vez que pagamento é um cash-flow. normalmente com a formatação de moeda. períodos-num-ano é especificado como número e tem de ser superior a 0. pagamento frequentemente inclui capital e juros. com capitalização trimestral.

Uma vez que valor-actual é um cash-flow. o preço de compra pedido e o preço estimado da revenda futura. Esta é a taxa-periódica. arrendar por um determinado período e depois revender. determina os cash-flows previstos mensalmente da empresa.18 / 12 dado que os cash-flows especificados são mensais). 8%). Imagine agora que investe as suas poupanças num certificado de depósito com um prazo de 5 anos.000.0125 (a taxa anual dividida por 4 para corresponder aos períodos de capitalização trimestrais). mensal.667% (0. 354 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . 0. os montantes recebidos são especificados como números positivos e os montantes pagos são especificados como números negativos. Imagine que está a avaliar a possível compra de uma empresa.000. se os cash-flows forem mensais e a taxa de desconto anual for 8%. taxa-periódica-desconto é especificado como número decimal (por exemplo. A taxa-periódica é especificada como número decimal no mesmo horizonte temporal (por exemplo.005 (taxa anual dividida por 12 para corresponder ao pagamento mensal). O pagamento de compra inicial (que poderá consistir na entrada e nos custos de celebração de contrato) poderia ser um valor-actual e seria negativo. A taxa-periódica seria 0. Decide. ao trabalhar com uma série de cash-flows. pelo menos. O montante inicial de capital de um empréstimo para uma casa também poderia ser um valor-actual e seria positivo.5% e capitalização trimestral dos juros. um prazo de 10 anos. taxa-periódica seria 0. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200.taxa-periódica-desconto A taxa de desconto é a taxa de juro que representa o lucro desejado utilizado para valorizar (ou descontar) uma série de cash-flows. com base em oportunidades de investimento alternativas e no risco. Imagine que há uma casa que gostaria de comprar. É especificado com o mesmo horizonte temporal que é utilizado para os cash-flows. No âmbito da avaliação que está a efectuar.00667 ou 0. pagamentos mensais fixos e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. ao lucro de uma taxa de juro anual de 18%. valor-actual Um valor actual é um cash-flow recebido ou pago no início de um período de investimento ou de empréstimo. ou um empréstimo. Imagine que está a comprar uma casa. uma taxa de juro anual de 6. Por exemplo.015 (0.08 dividido por 12). taxa-periódica-desconto seria 0.0%. com uma taxa de juro anual nominal de 4. trimestral ou anual) que os outros argumentos (períodos-num ou pagamento). valor-actual é especificado como número. a taxa-periódica-desconto tem de ser especificada como 0. normalmente com a formatação de moeda. taxa-periódica Em alguns casos.08) ou delimitado por um sinal de percentagem (por exemplo. que não irá investir se os cash-flows líquidos não corresponderem. é possível que seja necessário conhecer a taxa de juro em cada período. um investimento.

amortização é especificado como um número que representa o valor a receber por $100 de valor nominal (valor de amortização / valor nominal * 100).000 se amortizado um ano mais cedo. incluindo imposto. O preço de compra da fotocopiadora foi $2. Este é o valor de resgate. um caso comum. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 355 . O vendedor cobrou $100 pela entrega e instalação. Frequentemente. O resgate é especificado como número. porque o valor nominal e o valor de amortização são iguais. normalmente com a formatação de moeda.50 ($1. altura em que se prevê que o valor de revenda seja $400. Imagine que compra uma nova fotocopiadora digital para o seu escritório.000.000.000 * 100).50 ($965. a amortização é 100. Imagine ainda que o emissor deste título se oferece para amortizar o título antes da maturidade e ofereceu $1.000. O preço é especificado como um número que representa o valor pago por $100 de valor nominal (preço de compra / valor nominal * 100).000.preço O preço de compra é o montante pago para comprar uma obrigação ou outro título de dívida emitido abaixo do valor nominal e sujeito a uma taxa de juro.000 / $1. amortização As obrigações e outros títulos de dívida emitidos abaixo do valor nominal e sujeitos a uma taxa de juro normalmente têm um valor de amortização declarado.000 * 100). O preço tem de ser superior a 0.000 quando comprou o título. A amortização seria 102. O resgate é $400. mas não pode ser negativo.000 / $1. O valor tem de ser superior a 0. Se pagou $965. o que significa que o valor de amortização do título é igual ao valor nominal. A amortização seria 100 ($1.625.000 * 100). o preço seria 96. Imagine que possui um título com valor nominal de $1. O resgate pode ser 0. O preço de compra não inclui juros acumulados comprados com o título.025.000.025.000.000. resgate Os activos muitas vezes têm um valor remanescente no final da vida depreciável ou da vida útil prevista. Imagine que possui um título com o valor nominal de $1.000 na maturidade. excluindo quaisquer juros acumulados. Espera-se que a fotocopiadora seja utilizada durante 4 anos.000 pelo qual irá receber $1.000. Este é o montante a receber aquando da maturidade do título de dívida.000 / $1.

ou VTD. Imagine agora que é proprietário de um apartamento que arrenda e exige que o inquilino pague a renda no primeiro dia do mês. pagamentos mensais fixos de $1070.0%.000.45. Pode ser o número 0 ou 1. dado que este pagamento está a ser feito pelo inquilino no início do período mensal.000. um prazo de 10 anos. intervalos de tempo irregulares ou ambos. em intervalos de tempo regulares e com taxas de juro fixas. per-início seria 25 e per-fim seria 36. Imagine que está a comprar uma casa. Imagine que está a comprar uma casa. um prazo de 10 anos. “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 358 apresenta as funções VTD utilizadas com cash-flows irregulares. a-pagamento Os pagamentos geralmente ocorrem no início ou no final de um período. Consulte também per-fim.0%. pagamentos mensais fixos e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. Os problemas de valor temporal do dinheiro. envolvem cash-flows ao longo do tempo e taxas de juros. per-início é utilizado para indicar o primeiro pagamento a ser incluído no valor do resultado. a-pagamento seria 1. Se quiser saber o montante total de juros pagos no terceiro ano. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200.000. a-pagamento é utilizado para indicar se o pagamento ocorre no início ou no final de um período.000. a-pagamento é um argumento modal. e um saldo a ser refinanciado na maturidade de $100. 356 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . O é o valor predefinido.per-início Algumas funções têm como resultado o capital ou os juros de uma série de pagamentos especificados. ÂÂ O valor 0 especifica que o pagamento é tratado como sendo recebido ou efectuado no final de cada período. “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 357 apresenta as funções VTD utilizadas com cash-flows regulares. per-início é especificado como número e tem de ser superior a 0.. a-pagamento seria 0 (o predefinido) uma vez que os pagamentos são feitos no final do mês. uma taxa de juro anual de 6. Como seleccionar as funções de valor temporal do dinheiro a utilizar Esta secção fornece informação adicional relativa às funções utilizadas para resolver problemas de valor temporal do dinheiro. que função seria utilizada para calcular os juros de uma conta poupança) e as funções que poderiam ser utilizadas para resolução do problema. a presente secção encontra-se dividida em várias partes. uma taxa de juro anual de 6. O corretor hipotecário oferece-lhe um empréstimo com saldo inicial de $200. “Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns?” na página 359 descreve vários problemas comuns de VTD (por ex. ÂÂ O valor 1 especifica que o pagamento é tratado como sendo recebido ou efectuado no início de cada período.

Determina o argumento valor-futuro. períodos-num. valor“VA” (página 153) é a função a utilizar se pretender determinar o valor actual de uma série futuro. Determina o argumento pagamento. considerando os outros factores como a taxa de juro. valorfuturo. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 357 . valoractual. Determina o argumento valor-actual. taxa-periódica. “TAXA” (página 146) é a função a utilizar se pretender determinar a taxa de juro periódica de um empréstimo ou uma anuidade. valor-actual. a-pagamento. considerando os outros factores como a taxa de juro. a-pagamento taxa-periódica. a-pagamento de cash-flows (o que vale hoje). pagamento. pagamento. valor-actual. valor“PGTO” (página 134) é a função a utilizar se pretender determinar o montante do pagamento futuro. com base nos outros factores como o número de períodos do empréstimo ou da anuidade. pagamento. estimativa Conforme ilustrado por esta tabela. períodos-num. períodos-num. valorfuturo. Para além disso.Cash-flows e intervalos de tempo regulares As principais funções utilizadas com cash-flows periódicos regulares (pagamentos de um montante constante e todos os cash-flows com intervalos regulares) e taxas de juros fixas estão inter-relacionados. Argumentos utilizados pela função taxa-periódica. “IPGTO” (página 122) e “PPGTO” (página 139) podem determinar os componentes de juros e de capital de um determinado pagamento de empréstimo ou anuidade e “PGTOJURACUM” (página 137) e “PGTOCAPACUM” (página 136) podem determinar os componentes de juros e de capital de uma série consecutiva de pagamentos de empréstimos ou anuidades. considerando os outros factores como a taxa de juro. períodos-num. valor-actual. a-pagamento que seria necessário num empréstimo ou recebido numa anuidade. Determina o argumento taxa-periódica. Determina o argumento períodosnum. Função e respectivo fim “VF” (página 157) é a função a utilizar se pretender determinar o valor futuro de uma série de cash-flows (o irá valer num determinado momento futuro). considerando os outros factores como a taxa de juro. estas funções VTD determinam e apresentam como resultado o valor de um dos cinco argumentos principais quando o problema a resolver envolve cash-flows periódicos regulares e taxas de juro fixas. pagamento. a-pagamento taxa-periódica. “NPER” (página 132) é a função a utilizar se pretender determinar o número de períodos que seriam necessários para pagar um empréstimo ou o número de períodos em que receberia uma anuidade.

estimativa intervalo-flows é um intervalo especificado de cash-flows que poderá incluir implicitamente um pagamento. valoractual e valor-futuro. Outros problemas têm cash-flows com intervalos de tempo irregulares em que os cash-flows não ocorrem necessariamente em intervalos de tempo regulares. Função e respectivo fim “TIR” (página 150) é a função a utilizar se pretender determinar uma taxa periódica de modo que o valor actual líquido de uma série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorre em intervalos de tempo regulares seja igual a 0. taxa-finanças e taxa-reinvestir são casos específicos de taxa-periódica. taxa-reinvestir intervalo-flows é um intervalo especificado de cash-flows que poderá incluir implicitamente um pagamento. cash-flow… cash-flow. cash-flow… é uma série especificada de um ou mais cash-flows que poderá implicitamente incluir um pagamento. A função TLIM determina o argumento taxa-periódica. A função TLIM é diferente da TIR porque permite que cash-flows positivos e negativos sejam descontados a uma taxa diferente. consulte: “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 358 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 Cash-flows e intervalos de tempo irregulares Alguns problemas de VTD envolvem cash-flows fixos periódicos irregulares em que os cash-flows ocorrem em intervalos de tempo regulares. taxa-periódica. cash-flow. este é normalmente designado valor actual líquido. Argumentos utilizados pela função intervalo-flows.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. um valor-actual e um valor-futuro. um valor-actual e um valor-futuro. A função VAL determina o argumento valor-actual. Esta é normalmente designada taxa interna de rendibilidade modificada. intervalo-flows. Esta é normalmente designada taxa interna de rendibilidade. taxa-finanças. mas o montante é variável. “ VAL” é a função a utilizar se pretender determinar o valor actual de uma série de cashflows potencialmente irregulares que ocorrem em intervalos de tempo regulares. “ TLIM” (página 151) é a função a utilizar se pretender determinar uma taxa periódica de modo que o valor actual líquido de uma série de cash-flows potencialmente irregulares que ocorre em intervalos de tempo regulares seja igual a 0. A função TIR determina o argumento taxa-periódica. 358 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais .

Para utilizações mais complexas das funções financeiras. consulte “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 357. “Cash-flows e intervalos de tempo irregulares” na página 358 e “Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo” na página 361. Note que o pagamento será 0. Note que valor-actual será o montante depositado no início e poderá ser 0.Tópicos relacionados Para visualizar funções relacionadas e informação adicional. Se quiser saber Poupanças É possível que esta função seja útil    A taxa de juro efectiva de um investimento ou de “EFECTIVA” (página 119) uma conta poupança com juros periódicos Quanto é que um certificado de depósito valerá na maturidade A taxa de juros nominal de um certificado de depósito em que o emissor tenha publicitado a “taxa efectiva” Quantos anos serão necessários para poupar um montante específico.    “PGTOJURACUM” (página 137) “PGTOCAPACUM” (página 136) Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 359 . “PGTO” (página 134). “NOMINAL” (página 131) “NPER” (página 132). consulte: “Cash-flows e intervalos de tempo regulares” na página 357 “Argumentos comuns utilizados em funções financeiras” na página 347 “Lista de funções financeiras” na página 99 “Tipos de valores” na página 38 “Os elementos de fórmulas” na página 15 “Como utilizar o teclado e o rato para criar e editar fórmulas” na página 27 Que função deve utilizar para resolver questões financeiras comuns? A presente secção descreve algumas questões comuns que poderá querer resolver e indica a função financeira que será eventualmente útil para a sua resolução. tendo em conta depósitos mensais numa conta poupança Quanto deve poupar mensalmente para alcançar um objectivo de poupança num determinado número de anos Empréstimos O montante de juros pago num empréstimo durante três anos O montante de capital pago num empréstimo durante três anos “VF” (página 157). Note que valor-actual será o montante depositado no início e poderá ser 0. As questões visam problemas financeiros do dia a dia.

mas a obrigação tem uma taxa de cupão). “LUCRODESC” (página 128) e “LUCROVENC” (página 129)    “BD” (página 105) “BDD” (página 107) 360 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . uma obrigação vendida com desconto que não paga juros ou uma obrigação que paga juros apenas na maturidade Depreciação O montante periódico de depreciação de um activo utilizando o método de redução fixa do saldo A depreciação periódica de um activo utilizando um método de redução do saldo (balanço decrescente) como a “redução dupla do saldo ” “ TAXAJUROS” (página 148) “PREÇO” (página 141). “PREÇODESC” (página 142) e “PREÇOVENC” (página 144) “RECEBIDO” (página 145) “LUCRO” (página 127). mas a obrigação tem uma taxa de cupão) O preço de compra previsto de um obrigação que paga juros periódicos.º pagamento “IPGTO” (página 122) de um empréstimo O montante de capital incluído no 36. uma obrigação vendida com desconto que não paga juros ou uma obrigação que paga juros apenas na maturidade O montante recebido por uma obrigação que paga juros apenas na maturidade (sem pagamentos periódicos.º pagamento de um empréstimo Investimentos em obrigações O montante de juros que será necessário adicionar ao preço de compra de uma obrigação O número de pagamentos de cupão entre a compra da obrigação e a respectiva maturidade “PPGTO” (página 139)    “JUROSACUM” (página 123) ou “JUROSACUMV” (página 125) “CUPNÚM” (página 114) A taxa de desconto anual de uma obrigação que “DESC” (página 115) é vendida com desconto no valor de amortização e não paga juros (frequentemente conhecida como “obrigação de cupão zero”) A taxa de juro anual efectiva de uma obrigação que paga juros apenas na maturidade (sem pagamentos periódicos. incluindo juros A taxa de juro anual efectiva de um obrigação que paga juros periódicos.Se quiser saber É possível que esta função seja útil O montante de juros incluído no 36.

PPGTO e PGTO para construir uma tabela de amortização de um empréstimo. As informações obtidas através das funções IPGTO. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 361 . PPGTO e PGTO estão relacionadas.Se quiser saber A depreciação periódica de um activo utilizando o método de linha recta A depreciação periódica de um activo utilizando o método da soma dos dígitos dos anos É possível que esta função seja útil “AMORT” (página 103) “AMORTD” (página 104) A depreciação total ao longo de um determinado “BDV” (página 108) período de um activo depreciado através de um método de redução do saldo (balanço decrescente) Exemplo de uma tabela de amortização de um empréstimo Este exemplo utiliza as funções IPGTO. Tal é ilustrado no exemplo.

Como construir a tabela de amortização Imagine que deseja construir uma tabela de amortização para todos os períodos de um empréstimo com um montante de capital inicial de $50. uma taxa de juro anual de 7% e pagamento do saldo devido no final do prazo de $30.000. respectivamente. A primeira parte da tabela de amortização (mostrando as fórmulas) poderia ser construída deste modo: Explicações do conteúdo das células A célula B6 utiliza a função PGTO para calcular o montante de cada pagamento mensal. Note que a função IPGTO é igual a PGTO . 362 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . As células C9 e D9 utilizam as fórmulas IPGTO e PPGTO.IPGTO.PPGTO e. um prazo de 2 anos. por sua vez. C9 + D9) conforme apresentado em F9.000. para calcular a parcela de juros e de capital em cada pagamento mensal. PPGTO é igual a PGTO . Note que será o total de juros e capital para cada mês (por exemplo.

apresentado na célula E32. utilizando as fórmulas apresentadas na tabela anterior. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 363 . Esta secção compara essas funções. Eis a tabela completa com toda a amortização. o intervalo C9:F9 seria seleccionado para expandir até C32:F32 para completar as fórmulas. seria necessário seleccionar as células A10:A11 e expandir a selecção até à A32 para incluir todos os 24 períodos do empréstimo hipotético.000. Note ainda que o capital final restante. Depois. Mais sobre arredondamentos O iWork suporta muitas funções diferentes que arredondam números. conforme especificado no pagamento "concentrado" na célula B4. é $30. Comentários finais Note que os resultados de IPGTO (coluna C) e PPGTO (coluna D) são adicionados mensalmente ao PGTO calculado na célula B6 (conforme apresentado na coluna F).A tabela de amortização completa Para completar a tabela.

4) tem como resultado 2 e =PAR(0.EXCESSO” (página 179) Comentários O arredondamento ocorre por passos. 1) resulta em 0 e =ARRED. 3) tem como resultado 6. por isso. EXCESSO (-0.EXCESSO(4. o múltiplo mais próximo de 10.4) tem como resultado -3. =ARRED.EXCESSO(0. por exemplo.Para Arredondar um número por excesso. o múltiplo mais próximo de 3 ao arredondar por excesso. O arredondamento é feito para o número mais próximo que não é divisível por dois. =MARRED(4.4) tem como resultado -1. que arredonda por excesso para o múltiplo mais próximo.DEFEITO(0.4) tem como resultado -2. O arredondamento é por defeito. para o múltiplo mais próximo de um determinado número Utilize esta função “ARRED. por exemplo. O arredondamento é por excesso.4) tem como resultado 3 e =ÍMPAR(-1.4. “INT” (página 187) Arredondar um número para o múltiplo mais próximo de um determinado número “MARRED” (página 190) Arredondar por excesso para o número ímpar mais próximo “ÍMPAR” (página 186) 364 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . o múltiplo mais próximo de 10. =ARRED. Esta função é diferente de ARRED. O arredondamento é feito para o múltiplo mais próximo do número indicado.4) tem como resultado 0 e =INT(-0. -1) também resulta em 0.4. =PAR(0.4. por isso. =INT(0. -1) resulta em -1. O arredondamento é feito para o número inteiro mais próximo que é inferior ou igual ao número indicado. 1) resulta em 1 e =ARRED. Portanto. para o múltiplo mais próximo de um determinado número “ARRED. que é 6. 3) tem como resultado 3 uma vez que 4 é mais próximo de 3 do que o múltiplo de 3 seguinte.DEFEITO (-0.4.EXCESSO. O arredondamento é por excesso. O arredondamento é feito para o número mais próximo divisível por dois. O arredondamento é por excesso. por isso. Arredondar por excesso para o número par mais próximo “PAR” (página 193) Arredondar um número por defeito. .DEFEITO” (página 178) Arredondar um número para o número inteiro mais próximo que é inferior ou igual ao número indicado. Portanto. =ARRED. =ÍMPAR(1. O arredondamento ocorre por passos. por isso.

-2) tem como resultado 1. -2) tem como resultado 1. Portanto. dado que o arredondamento é por defeito.PARA. O número é arredondado de acordo com estas especificações. Portanto. BAIXO” (página 180) Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 365 .Para Arredondar um número para o número de casas especificado Utilize esta função “ARRED” (página 177) Comentários Um número positivo indica o número de dígitos (casas decimais) à direita da vírgula a incluir no número arredondado. -2) tem como resultado 1. -2) tem como resultado 1. por isso.100.100 e =ARRED(1155. -2) também tem como resultado -1. Um número negativo indica o número de dígitos à esquerda da vírgula para substituir por zeros (o número de zeros no final do número).100 e =ARRED(1155. O número é arredondado de acordo com estas especificações. -2) tem como resultado -1. Um número negativo indica o número de dígitos à esquerda da vírgula para substituir por zeros (o número de zeros no final do número). Arredondar um número para baixo (por defeito). =ARRED(-1125. =ARRED(-1125. O arredondamento é por excesso. =ARRED(1125. -2) tem como resultado -1.200. =ARRED(1125.100 e =ARRED(-1155.200.100 e =ARRED(-1155. para o número especificado de casas “ARRED.100. Um número positivo indica o número de dígitos (casas decimais) à direita da vírgula a incluir no número arredondado. -2) tem como resultado -1.

Um número negativo indica o número de dígitos à esquerda da vírgula para substituir por zeros (o número de zeros no final do número).200 e =ARRED(-1155. dado que o arredondamento é por excesso. -2) tem como resultado 1.CIMA” (página 182) Um número positivo indica o número de dígitos (casas decimais) à direita da vírgula a incluir no número arredondado. -2) também tem como resultado 1. -2) também tem como resultado -1. Truncar um número no número de casas especificado 366 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . “TRUNCAR” (página 209) Um número positivo indica o número de dígitos (casas decimais) à direita da vírgula a incluir no número.PARA. -2) tem como resultado 1.200. Portanto.Para Arredondar um número para cima (por excesso). O número é arredondado de acordo com estas especificações. Os dígitos extra são removidos do número.100 e =TRUNCAR(1155.100. Portanto. =ARRED(-1125.200. =ARRED(1125. para o número especificado de casas Utilize esta função Comentários “ARRED.200 e =ARRED(1155. -2) tem como resultado 1. -2) tem como resultado -1. Um número negativo indica o número de dígitos à esquerda da vírgula para substituir por zeros (o número de zeros no final do número). =TRUNCAR(1125.

Imagine que é professor universitário e um dos seus assistentes lhe entregou uma tabela com os nomes dos alunos e os resultados que obtiveram num exame que fizeram recentemente.CÉL. especialmente quando combinada com outra função lógica com a OU e a E. VAZIA(B2)” será VERDADEIRO se não houver pontuação. Embora as funções lógicas sejam utilizadas de forma independente. E. B2<0. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 367 . imagine que o nome do primeiro aluno está na célula A2 e a primeira pontuação do teste está na célula B2.CÉL. uma nota de chumbo. por conseguinte. o que significa que o dado é de alguma forma inválido. O resultado da segunda expressão será VERDADEIRO se a pontuação for negativa e o da terceira expressão será VERDADEIRO se a pontuação do teste for superior a 100. Para fins das expressões abaixo. Expressão 3 =B2<=60 verifica se há chumbos. Ao juntar. poderá rapidamente ver a informação desejada na tabela. mas deve vir a uma sessão de estudo especial (pontuação no intervalo 61–75). Se a pontuação do teste estiver entre 61 e 75. ÂÂ O aluno chumbou no exame (pontuação igual ou inferior a 60). ÂÂ Há um erro (pontuação negativa. A primeira expressão OU “É.CÉL. A função OU apresentará o resultado VERDADEIRO se qualquer das condições for VERDADEIRO. os dados são válidos. Ao dividir isto em duas partes. Pretende identificar rapidamente as seguintes situações: ÂÂ O aluno passou. A presente secção inclui exemplos mais complexos que ilustram como a utilização de funções lógicas e de informação numa única fórmula pode ser muito útil. as funções abaixo irão determinar cada uma das situações que pretende verificar. A função SE é muito útil. Esta expressão terá o resultado VERDADEIRO se a pontuação for igual ou inferior a 60.VAZIA para adicionar comentários a uma tabela com base nos conteúdos das células existentes. Expressão 1 =E(B2>60. as funções de informação são raramente utilizadas por si só. pontuação superior a 100 ou sem pontuação) nos dados. Caso contrário.Como utilizar funções lógicas e de informação em conjunto As funções lógicas e de informação são frequentemente utilizadas em conjunto numa fórmula. o resultado será FALSO. B2>100) verifica dados inválidos.VAZIA(B2). A função OU apresentará o resultado FALSO se nenhuma das condições for VERDADEIRO e. Caso contrário. OU e É. B2<=75) verifica uma pontuação baixa. E terá como resultado VERDADEIRO o que significa que o aluno deve vir a uma sessão de estudo especial. o resultado é FALSO. Expressão 2 =OU(É. Como adicionar comentários com base no conteúdo de células Este exemplo utiliza as funções SE.

SE(OU(É. =SE(É. Outras funções. Interrupção de software em caso de divisão por zero Por vezes é impossível construir uma tabela que evite a divisão por zero. porque faz com que a função ignore células que não satisfazem os requisitos. Por exemplo. “Precisa de sessão de estudo”. o segundo SE. o resultado é um valor de erro. “Dados inválidos”. SE(B2<=60. prossegue para o argumento FALSO. Como especificar condições e utilizar caracteres universais Algumas funções. “”))) Se a expressão de teste (igual à expressão 1 acima) no primeiro SE for avaliada com VERDADEIRO. operam apenas nas células do intervalo que satisfazem uma condição. “<5”). O segundo argumento da SOMA. que normalmente não é o resultado desejado. A divisão por zero é um erro. prossegue para o argumento FALSO. Exemplos Imagine que a célula D2 e E2 têm cada uma um número. B2<0. Se a expressão de teste (igual à expressão 3 acima) do terceiro SE for avaliada com VERDADEIRO. mas evitar um erro de divisão por zero. caso contrário. pode utilizar =SOMA.0. se ocorrer um divisão por zero. Este exemplo mostra três métodos para evitar esse erro. caso contrário. É possível que E2 contenha 0.SE(B. Pretende dividir D2 por E2.0) apresenta 0 como resultado se ocorrer um erro. a função tem como resultado “Dados inválidos”. caso contrário. o terceiro SE.D2/E2) testa directamente a célula E2 para ver se é 0.ERRO(D2/E2). O três métodos seguintes terão como resultado 0 se a célula E2 for igual a zero. Porém. Se a expressão de teste (igual à expressão 2 acima) do segundo SE for avaliada com VERDADEIRO.0.VAZIA(B2). a expressão tem como resultado uma expressão vazia (“”).SE chamase uma condição. =SE(E2=0. pode querer somar todos os números na coluna B que sejam inferiores a 5.D2/E2) efectua um teste lógico para ver se D2/E2 é VERDADEIRO.SE. a função tem como resultado “Precisa de sessão de estudo”. Para tal. como a SOMA. 368 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais .Juntar tudo numa função SE =SE(E(B2>60. É possível que o resultado se apresente conforme a seguinte tabela. =SE. B2<=75). ”Chumbou”. a função tem como resultado “Chumbou”. como a SOMA. devolvem o resultado de D2/E2.ERRO(D2/E2. caso contrário. B2>100).CÉL. operam em intervalos inteiros.

SE MÉDIA.SE(B.SE CONTAR.SE(B.SE(B2:E7.Há dois tipos de funções que utilizam condições.">=15") soma as células. “<=7” . pode utilizar =CONTAR. Os números 6 a 14 inclusive não seriam incluídos. O primeiro tipo são as funções cujos nomes terminam em . “>=7”) soma as células na coluna B que contêm um valor superior ou igual a 7. utiliza uma expressão que deve ser avaliada como TRUE ou FALSE). no intervalo B2:E7. mas não pode realizar condições numéricas. no intervalo A3:B12. tais como “>5” . que contêm um valor inferior ou igual a 5 ou superior ou igual a 15. =SOMA. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 369 . Estas funções podem fazer comparações numéricas nas suas condições."<=5")+SOMA. que contêm um valor superior a 4. Exemplo =CONTAR. ou “<>2” .SE SOMA. Por exemplo. para contar o número de células na coluna B que começam pela letra “a” . Estas funções por vezes permitem a utilização de caracteres universais.SES PROCH CORRESP PROCV Permite comparações numéricas sim sim sim sim sim sim não não não Aceita caracteres universais sim sim sim sim sim sim se for especificada correspondência exacta se for especificada correspondência exacta se for especificada correspondência exacta A presente secção contém exemplos que ilustram condições com e sem caracteres especiais. que não utiliza nenhuma condição.SE ou . Expressão ">4” significa corresponder a qualquer número superior a 4.  Estas funções também aceitam caracteres universais ao especificar condições. Função MÉDIA. "<=5” em combinação com “>=15” significa corresponder a qualquer número inferior ou igual a 5 ou superior ou igual a 15.SES CONTAR. SE(A3:B12. tais como PROCH. “>4”) apresenta como resultado uma contagem do número de células. =SOMA. “a*”) O segundo grupo de funções utiliza condições. ">=7” significa corresponder a qualquer número superior ou igual a 7.SES (excepto a função SE. em vez disso.SES SOMA.SE(A3:B12.

“?iz”) apresenta como único carácter seguido por “iz” . “ & E2 tem como resultado os conteúdos das células B2 e E2 separados por uma vírgula e um espaço. com qualquer número de caracteres (incluindo nenhum) seguido por “ra” e depois um único carácter. que contêm um valor que começa com um carácter seguido por “iz” como “fiz” e “giz” . =CONTAR.SE(B2:E7. resultado uma contagem do número de células. “*is”) apresenta como resultado uma contagem do número de células. "~?” significa corresponder ao ponto de interrogação (?). que contêm um valor que termina com “is” como “quis” e “Paris” . uma vez que o ponto de interrogação é o 20. =B2&” . B2) tem como resultado 19 se a célula B2 contiver “Isto é uma pergunta? Sim. “amarrar” . =PROCURAR(“~?”. “Kiss” não é uma correspondência.Expressão "*is” significa qualquer valor que termine com “is” . “~*”) apresenta como resultado uma contagem do número de células na coluna E que contêm o carácter de asterisco. O carácter til (~) significa que o carácter seguinte deve ser tido literalmente em conta e não como se fosse um carácter universal. 370 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . que contêm um valor que começa seguido por “ra” e depois um único carácter. =CONTAR. Tal corresponde a palavras como “tiras” . no intervalo B2:E7.SE(B2:E7. “&E2 tem como resultado “Último. “*ra?”) tem como resultado “*ra?” significa corresponder a qualquer valor que começa com qualquer número de caracteres uma contagem do número de células. "~*” significa corresponder ao asterisco (*). B2 & “.SE(B2:E7. “taras” e “coral” . Primeiro” se B2 contiver “Último” e E2 contiver “Primeiro” .” . “triz” ou “feliz” não são uma correspondência. O carácter til (~) significa que o carácter seguinte deve ser tido literalmente em conta e não como se fosse um carácter universal. no intervalo B2:E7. "?iz” significa qualquer valor que comece com um =CONTAR. é. no intervalo B2:E7.SE(E. Não corresponde a “corais” (tem dois caracteres depois de “ra”) nem a “tara” (não tem qualquer carácter depois de “ra”). Exemplo =CONTAR.º carácter da cadeia. O asterisco (*) corresponde a qualquer número de caracteres.

A seguinte tabela apresenta os resultados. Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 371 . Não se esqueça de que o exemplo é propositadamente pequeno. 100 ou mais inquiridos e talvez muitas mais perguntas. os resultados podem parecer óbvios. Porém. os resultados não seriam óbvios. é possível reunir informação sobre os resultados do inquérito. se tivesse 50. A cada inquérito foi atribuído um número antes de ser enviado. em vez de 1 a 5. O inquérito era curto (apenas cinco perguntas) e teve um número muito limitado de inquiridos (10). A tabela teria então o seguinte aspecto: Através desta tabela de dados e de algumas das funções estatísticas disponíveis no iWork. Baseia-se num inquérito hipotético. A resposta a cada pergunta foi dada numa escala de 1 a 5 (talvez o intervalo de “nunca” a “sempre”) ou a pergunta não foi respondida.Exemplo dos resultados de um inquérito Este exemplo reúne as ilustrações utilizadas nas funções estatísticas. As perguntas cuja resposta se encontra fora do intervalo (incorrecta) ou que não foram respondidas são indicadas com uma célula em branco na tabela. imagine que o número de controlo do inquérito incluía um prefixo alfabético e que a escala era de A a E. por isso. Para ilustrar algumas das funções.

=CONTAR(A2:A11) ou =CONTAR.VAL(B2:B11) 372 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . é verificada a seguinte questão:  se um inquirido respondeu à pergunta 1 com um valor mais elevado (ou mais baixo) do que a média das respostas à pergunta 1.1732) Determina o número total de inquéritos devolvidos (10). CONTAR. Determina o número total de respostas à primeira pergunta (9).VAL para calcular os resultados. as respostas não estão particularmente bem correlacionadas (-0. Se. A correlação é a medida de como duas variáveis (neste caso. Uma vez que todos os dados são numéricos. o inquérito tivesse utilizado a escala de A a E. porém. Ao expandir esta fórmula ao longo da linha. em vez de 1 a 5. Especificamente.VAL(A2:A11) =CONTAR(B2:B11) ou =CONTAR. seria necessário utilizar a função CONTAR.VAL em vez da função CONTAGEM. o inquirido também respondeu à pergunta 2 com um valor mais elevado (ou mais baixo) do que a média das respostas à pergunta 2? Neste caso. VAL devolve os mesmos resultados. Note que se o identificador de controlo do inquérito não for numérico. tem de utilizar a função CONTAR. poderia determinar o número total de respostas a cada pergunta.Função e argumentos =CORREL(B2:B11. C2:C11) Descrição do resultado Determina a correlação entre a pergunta 1 e a pergunta 2 através da análise de regressão linear. respostas a perguntas do inquérito) se alteram em conjunto.

Caso o inquérito tivesse utilizado a escala A a E. veria que a pergunta 3 (coluna D) teve 3 respostas inválidas ou inexistentes. teria utilizado a função =CONTAR. uma vez que exige argumentos numéricos. Se expandisse esta fórmula ao longo da linha. a pergunta 1). Determina o número de inquiridos que atribuíram 5 a uma determinada pergunta (neste caso. respostas a perguntas do inquérito) se alteram em conjunto. “=E”) Determina a co-variância das perguntas 1 e 2. A co-variância é a medida de como duas variáveis (neste caso.SE(B2:B11.SE(B2:B11. Se expandisse esta fórmula ao longo da linha. Especificamente. ficaria a saber que apenas as perguntas 1 e 4 obtiveram 5 como resposta de algum inquirido. Tal poderia fazer com que olhasse para esta pergunta do inquérito para ver se foi controversa ou pouco valorizada. que representam respostas inválidas ou inexistentes. dado que nenhuma outra pergunta teve mais do que 1 resposta incorrecta ou inexistente.Função e argumentos =CONTAR. o inquirido também respondeu à pergunta 2 com um valor mais elevado (ou mais baixo) do que a média das respostas à pergunta 2? Nota:  a função COVAR não funcionaria com a tabela se a escala utilizada fosse de A a E.VAZIO(B2:B11) Descrição do resultado Determina o número de células vazias. =CONTAR. é verificada a seguinte questão:  se um inquirido respondeu à pergunta 1 com um valor mais elevado (ou mais baixo) do que a média das respostas à pergunta 1. “=5”) =COVAR(B2:B11. C2:C11) Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais 373 .

e não uma amostra. seria utilizada a função VARP em vez da função VAR. =VAR(B2:B11) ou =VARP(B2:B11) 374 Capítulo 13    Exemplos e tópicos adicionais . Se os resultados representassem as respostas da população inteira estudada.Função e argumentos =DESVPAD(B2:B11) ou =DESVPADP(B2:B11) Descrição do resultado Determina o desvio padrão. veria que as respostas à pergunta 3 tiveram o desvio padrão mais elevado. Se expandisse esta fórmula ao longo da linha. Note que DESVPAD é a raiz quadrada de VAR. das respostas à pergunta 1. Determina a variância. Note que VAR é a raiz quadrada de DESVPAD. uma medida de dispersão. e não uma amostra. veria que as respostas à pergunta 5 tiveram a variância mais baixa. Se expandisse esta fórmula ao longo da linha. uma medida de dispersão. das respostas à pergunta 1. seria utilizada a função DESVPADP em vez da função DESVPAD. Se os resultados representassem as respostas da população inteira estudada.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful