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ETEC BASILIDES DE GODOY

Curso Profissional Técnico de Nível Médio TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA

Principais Finalidades dos Equipamentos de uma Sub Estação de Energia Elétrica

Adilson Tavares Gomes da Costa

nº 01

Data: 1º Semestre de 2012 Modulo IV TG

às vezes. manobra sob oposição de fase. no caso de um curto circuito.DISJUNTORES DE ALTA TENSÃO O disjuntor é um dispositivo mecânico de manobra. sem o menor desvio das especificações. deve estar pronto para interromper uma corrente de curto-circuito. Após todo este tempo de inatividade operacional mecânica. bem como sobretensões internas. eventualmente. ele deve interromper com segurança altas correntes de curto circuito indutivas. Os disjuntores de alta tensão. conduzir e interromper correntes nas condições normais do circuito. conduzindo a corrente nominal sob condições climáticas das mais variadas proporcionando. são os principais elementos de segurança. variações de temperatura em dezenas de graus centígrados. e não deve interromper prematuramente pequenas correntes indutivas a fim de não provocar sobretensões. Convém lembrar que os disjuntores. devido a surto de manobras ou descargas atmosféricas. agentes atmosféricos agressivos a vários de seus componentes e outras condições adversas. bem como os mais eficientes e complexos aparelhos de manobra em uso nas redes elétricas. No estado aberto ou desligado a distância de isolamento entre contatos deve suportar a tensão de operação. o disjuntor deve também. pois qualquer falha de manobra resultaria em incalculáveis danos materiais e. como exemplos de situações difíceis onde o disjuntor é chamado a operar. o disjuntor deve dominar todos os casos de manobras possíveis da rede onde está instalado. No estado ligado ou fechado o disjuntor deve suportar a corrente nominal da linha sem que venha a aquecer além dos limites permissíveis. pessoais. Quando da manobra de fechamento. conduzir durante um tempo especificado e interromper correntes sob condições anormais especificadas do circuito. Quando da manobra de abertura. definem-se ambos os estados de transição de manobra de fechamento ou ligamento e manobra de abertura ou desligamento. frequentemente instalados ao tempo. permanecem meses e meses no estado estacionários ligado. capaz de estabelecer. sob todas estas condições. atingir de maneira correta a sua posição fechada e conduzir a corrente de curto circuito. Um disjuntor moderno está em condições de interromper a corrente. com um tempo de duração do arco voltaico de 5 a 20 ms. Possuem um capacidade de fechamento e ruptura que deve atender a todos os requisitos preestabelecidos de manobra sob todas as condições normais e anormais de operação. tais como as de curto circuito. assim como estabelecer. . Além das manobras com correntes de cargas. Além dos estados estacionários de fechado e aberto. Além disso existem as correntes capacitivas.

controle dos processos de fabricação. em relação a terra.Corrente Nominal – É o valor máximo da intensidade de corrente que pode circular por suas partes condutoras.Capacidade de fechamento – É a propriedade que um disjuntor tem em poder efetuar o fechamento em presença de curto-circuito.Capacidade de ruptura – É a propriedade que um disjuntor tem em poder interromper até correntes de curto-circuito.Tensão Nominal . que vai desde a seleção de matérias-primas.Deve suportar termicamente a corrente nominal de carga do sistema 4.Suportar térmica e mecanicamente a corrente de curto circuito do sistema por um determinado tempo segundo especificações do fabricante. etc) 6.Abrir e fechar um circuito no menor tempo possível.É aquela para qual o disjuntor foi construído 2.Isolar tensão do sistema. em atmosfera poluída.Do exposto depreende-se que um confiabilidade total é exigida do disjuntor de potência e esta confiabilidade deve ser consequência de um projeto racional e um controle de qualidade extremamente rigoroso.Conduzir a corrente de carga das linhas 3. passando pela revisão de entrada. requerer Disjuntores de ar comprimido . características Principais de um disjuntor: 1. sem aquecê-las. 2. não ser afetado por vibrações.Ter adequada resistência mecânica. e entre seus pólos. 5. ensaio de materiais. ser compacto. a seco. Condições de operação de um disjuntor Os disjuntores devem satisfazer as seguintes condições: 1. 3. sob quaisquer condições do meio ambiente (sob chuva. ensaios de subconjuntos. 4.

Os transformadores de corrente também chamados de T´Cs tem o seu enrolamento primário ligado em serie com o circuito de alta tensão. é desprezível.: Disjuntor a gás (SF6) Disjuntores a oléo Transformadores de corrente Os transformadores de corrente proporsionam isolamento contra alta tensão do circuito de potencia . A impedância do transformadores de corrente. vista do lado do enrolamento primário. eles também são chamados de transformadores de instrumentos e suprem os reles e medidores com quantidade proposionais aos circuito de potencia mas suficientemente reduzidas deforma que estes instrumentos podem ser fabricados relativamente pequenos do ponto de vista de isolamento. a corrente que circulara no primário dos transformadores de corrente ditada pelo circuito de potencia chamado de circuito primário . comparada com a do sistema ao qual estará instalado mesmo quando se leva em conta a carga que se coloca em seu secundário desta forma.

Tipo de vários núcleos: TC com vários enrolamentos secundários isolados separadamente e montados cada um em seu próprio núcleo. . Tipo barra: TC cujo enrolamento primário é constituído por uma barra montada permanentemente através do núcleo do transformador. Tipo com núcleo dividido: TC tipo janela em que parte do núcleo é separável ou basculante. e o secundário pode ultra passar o valor nominal. cujas espiras. enlaçam todos os secundários. Classe B: possui baixa impedância interna. isto é. isto é. formando um conjunto com um único enrolamento primário. construído com uma abertura através do núcleo por onde passa um condutor formando o circuito primário. ou espira. Tipo janela: TC sem primário próprio. aquele cuja reatância de dispersão do enrolamento secundário possui valor desprezível. Os TC’s são também classificados de acordo com a sua construção: Tipo enrolado: TC cujo enrolamento primário é constituído de uma ou mais espiras e envolve mecanicamente o núcleo do transformador. para o sistema de proteção atuar instantaneamente ou depois de alguns instantes dependendo da intensidade e duração falta.Quanto a função dos T´Cs dividem-se em dois grupos T´cs para serviços de medição: possuem maior precisão e possuem um núcleo dimensionado de tal forma que ele não sature não permitindo que a corrente no secundário ultrapasse o valor nominal e assim protege os equipamento de medição T´Cs para serviços de proteção: possuem uma menor precisão. Tipo com vários enrolamentos primários: TC com vários enrolamentos primários distintos e isolados separadamente. para facilitar o enlaçamento do condutor primário. Tipo bucha: TC tipo janela projetado para ser instalado sobre uma bucha de um equipamento elétrico. aquele cuja reatância de dispersão do enrolamento secundário possui valor apreciável. quando numa situação de falta. Os TC’s para serviço de proteção subdividem-se em duas classes Classe A: possui alta impedância interna.

mas sim. mas usando resistores. os TP’s podem ser: Transformadores indutivos (TPI): é como um transformador de força conectada uma pequena carga. para tensões entre 69kV e 138kV não existe preferência e para tensões superiores a138kV os capacitivos são dominantes. Transformadores de Potencial: Normalmente em sistemas acima de 600V. Transformadores capacitivos (TPC) ou Divisores capacitivos: são constituídos basicamente de dois capacitores cujas funções são o de divisor de tensão e de acoplar a comunicação via “carrier” ao sistema de potência. o mais fielmente possível. são um misto de dos dois anteriores. Os divisores resistivos e mistos. Divisores mistos (capacitivo e resistivo): como o próprio nome diz. Para tensões entre 600V 69kV. normalmente. através de equipamentos denominados transformadores de potencial. os transformadores indutivos são dominantes. não são utilizados em sistemas de potência.Transformadores de corrente em linhas de alta tensão. Estes equipamentos têm como finalidades isolar o circuito de baixa tensão (secundário) do circuito de alta tensão(primário) e de reproduzir os efeitos transitórios e de regime permanente aplicados ao circuito de alta-tensão. ou TP’s. as medições de tensão não são feitas diretamente da rede primária. . sendo sua aplicação nos circuitos de ensaio e pesquisa em laboratório. Divisores resistivos: são como os capacitivos. Quanto ao tipo. no circuito de baixa tensão.

operando em sua frequência nominal. os ajustes são efetuados através das regulagens de distancia entre o núcleo e a armadura móvel.etc. RELÉS DE SOBRETENSÃO Nº ANSI: 59 Conforme o próprio nome diz. considerando que em tais tipos. são relés designados á proteção ou controle contrasobretensões em circuito elétricos. Tal iniciativa de justifica. independentemente de serem Eletromecânicos ou Estáticos. 1-) Princípios de Funcionamento. foram construídas baseadas no principio da ATRAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. (por exemplo tST= 8 mseg e tEM = 15 mseg). perdas de carga. começa a existir também pequenas vantagens econômicas de custo e de manutenção (reposição de peças importadas) além do grande incentivo do programa de nacionalização contribuindo com o . Atualmente. em geral são apresentados em duas versões construtivas: a) Relés de sobretensão instantâneos (59 I)b) Relés de Sobretensão temporizados (59 T)c) As unidades INSTANTANEAS mais antigas de relés de sobretensão. tipos Plunger ou Hinged.Analogamente ao que se apresentou para os relés de corrente. bem como de atuação descontados de relés. cada vez mais presentes em sistemas elétricos. os valores das faixas de tensões de utilização. podendo supervisiona-los contra SOBRETENSÕES e/ou SUBTENSÕES. as quais podem ser originadas através de vários fatores. aberturas monopolares. tais como. existe uma tendência crescente em substituir tais tipos de relés EM pelos modelos estáticos. e que correspondem aos valores de equilíbrio desenvolvidos entre as ações MOTORA da força magnética contra a OPOSITORA da força mecânica. Os relés de sobretensão. considerando que além destes serem bem mais rápidos do que aqueles. em sua frequência nominal (60 Hz). os relés de tensão podem ser INSTÂNTANEOS ou TEMPORIZADOS.Foto de TP RELÉS DE TENSÃO São relés utilizados na proteção contra variações de tensão em circuitos elétricos. devem ser cuidadosamente analisados. Neste caso. geradores com excitação excessiva. conforme foram apresentados anteriormente. queima de fusíveis em uma só fase.

A figura VI. de baixo carregamento(VA) para os TC’s e TP’s . normalmente. através principalmente do tipo disco de indução. diz respeito aos baixos valores de carga (VA) que os relés estáticos impõem aos TP’s comparados com os equivalentes EM. estes ajustes de fabrica. Construtivamente. é necessário também estabelecer uma relação entre o tempo de desligamento do relé em função do valor de sobretensão ocorrido no sistema. por elevados valores de impedâncias enquanto que nos relés de corrente. Finalmente o que merece especial atenção ainda. Observação: em relés EM de sobretensão tipo disco de indução.19 nos mostra um exemplo de tais características. baixos valores. Fig. (ver tabela fornecida em catálogos de fabricantes de tais relés). exceto que. esta bobina de tensão apresenta TAPES de entrada que em geral varia na faixa de:   Tapes de 55 a 140 V para tensão nominal de 115 V. Em geral. considerando os efeitos. Estas imposições são imprescindíveis. tal relação é conseguida através das curvas características de operação destes relés as quais podem ser escolhidas no mesmo . sempre que possível. para se ajustar um relé se sobretensão temporizado.Da mesma forma que foi apresentado para relés de corrente. a qual permite ajustar o relé para operar em valores intermediários aqueles definidos pelos pontos representativos das varias curvas do DT. Tapes de 110 a 280 V para tensão nominal de 230 V. existe um anel para tensionamento da mola. Além do TAPE a ser escolhido.19 Características de Operação “tempo x tensão” para um relé de sobretensão Temporizado. suas bobinas são caracterizadas.d) Os relés de sobretensão temporizados são em sua maioria construídos baseados no principio da INDUÇÃO ELETROMAGNETICA. tais tipos de relés são análogos aos de corrente.desenvolvimento tecnológico moderno para fabricação de componentes de estado sólido em detrimento da tecnologia eletromecânica. VI. são tais que. deve-se ter pelo contrario. o relé deverá fechar seus contatos em qualquer curva DT na tensão do TAPE e reabri-los quando a tensão variar de + 5% daquele valor. .

são bem análogas aquelas já descritas para relés de sobretensão ou seja. o que poderá ser feito simultaneamente ao desligamento de um disjuntor. também chamados de “RELÉS DE MÍNIMA”. já foram. . podendo estar aplicadas a barramento. Fig. motores. VI. etc. circuitos. as características construtivas desses tipos de relés. em linhas gerais. Assim sendo. para níveis de tensão aplicada. RELÉS DE SUB-TENSÃO – Nº ANSI: 27 Os relés de sub-tensão. existem relés de sub-tensão que atuam : a) Instantâneos (27 I)b) Temporizados (27 I)Suas características construtivas mais comuns são: a) Tipo Atração Eletromagnético b) Tipo Disco (ou copo) de Indução c) Estáticos. disponível entre 60 a 100% VN pode-se com os devidos cuidados. ou então utilizar relés auxiliares.Diagrama de comando com relés de sobretensão temporizados. Do ponto de vista dos ajustes. equipamentos especiais. os relés de sobretensão podem possuir seus contatos conectados ao barramento DC de comando. Suas funções de proteção são as mais diversas possíveis. os princípios de funcionamento.20 . destinam-se a supervisionar as condições mínimas de tensão admissíveis em um determinado ponto de um sistema elétrico. então deve-se recorrer a relés com pelo menos dois contatos de saída.2-) Diagrama de Comando com Relés de Sobretensões Analogamente ao que foi visto para relés de sobrecorrentes. analisadas anteriormente. para atuação da unidade instantânea (27 I) em geral recomenda-se que a tensão de pick-up seja em torno de 60%VN enquanto que. No caso de relés de sobretensão serem programados também para atuar sobre um alarme. 3) Princípios de Funcionamento Em geral. bem como. os detalhes correspondentes a cada uma dessas características. comandados pelo contato do relé de sobretensão. programados para executarem as funções de desligamento de um disjuntor e/ou dar um alarme quando ocorrer à atuação do relé. cumpre aqui lembrar que.

Existem recomendações generalizadas de se utilizar o valor de 80% VN como valor mínimo de tensão admissível para qualquer aplicação de relés de subtensão. o fato de ser muito generalizada. requer em certos casos.fazer os controles com a unidade temporizada. diminuem à medida que a tensão decresce no ponto onde está instalado o relé. das três fases. é de importância fundamental. consultaremos e/ou verificarmos as instruções dos fabricantes de equipamentos no que diz respeito às tensões mínimas permitidas á sua operação. pois fecha assim que recebe os condutores energizados da rede elétrica Foto rele de sequencia de fase FUNCIONAMENTO . Procuramos mostrar na figura VI. Observar que os valores dos tempos de desligamentos para uma dada curva. Os fabricantes de tais relés apresentam varias faixas de tais tensões. que então deve atuar em um circuito de comando. A esse respeito. pois a atuação ocorre com a modificação da posição de um contato auxiliar. Desliga-o caso isso ocorra. evitando que a máquina funcione com falta. sendo então chamados de relé falta de fase e neutro A ligação desses componentes exige um circuito apropriado com dispositivos de controle a distância integrado (contator. esta tensão poderá ser de FASE-TERRA ou FASE-FASE. Evidentemente. Normalmente o contato que deve ser conectado em série ao circuito é o contato NA (normalmente aberto).21 um exemplo de uma característica temporizada “tempo x tensão” para um relé de subtensão. quais RELÉ FALTA DE FASE Este relé é um componente eletroeletrônico que monitora um circuito elétrico verificando a presença. por exemplo). dependendo aplicação considerada. entretanto. Alguns modelos verificam também a presença do neutro. de melhores análises a suas aplicações. ou não.

o relé de saída comuta seus contatos para a posição de repouso.raios e cuja ação permite o escape dos gases antes que haja o rompimento da porcelana. . Se duas fases da alimentação do aparelho forem invertidas. o relé de saída comuta seus contatos para a posição de trabalho. dispostos em série com os resistores não-lineares. c) Centelhador série: Constituído de um ou mais espaçadores entre eletrodos.Alimentando-se o aparelho com as três fases em sequência. Possuem elevada capacidade de condução da corrente de surto com baixas tensões residuais. É opcional no ZnO. É opcional para os para raios de ZnO. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO A figura a seguir mostra esquematicamente um para -raios instalado numa linha submetida a uma sobretensão. ao mesmo tempo que oferece alta resistência à corrente subsequente. TIPOS DE PÁRA-RAIOS • Carboneto de silício (SiC) • Óxido de zinco (ZnO) PARTES COMPONENTES DE UM PÁRA-RAIOS a) Corpo de porcelana: Constituído de porcelana vitrificada de alta resistência mecânica e dielétrica. Serve como indicador visual de defeito no para -raios. b) Resistores não-lineares: Blocos cerâmicos feitos a partir do SiC ou do ZnO. d) Desligador automático: Constituído de um elemento resistivo colocado em série com uma cápsula explosiva protegida por um corpo de baquelite. PÁRA-RAIOS À RESISTÊNCIA NÃO-LINEAR INTRODUÇÃO Equipamento destinado a proteção de sistemas elétricos contra sobretensões originadas por descargas atmosféricas (origem externa) ou por manobras de chaves seccionadoras e disjuntores (origem interna). e) Protetor contra sobre pressão: Dispositivo destinado a aliviar a pressão interna devido a falhas ocasionais do pára. fornecida pelo sistema.

T. cuja altura dos condutores ao solo seja de 1 m. que é de 350 kV.T.1% ≥ 200 kA • 0.0. • Descarga direta de raios: • 0. de 69 kV. irrompendo num ponto do solo distante 90 m de uma L.7% ≥ 100 kA . Calcular a tensão de surto resultante.INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INDUSTRIAIS Em condições normais de funcionamento a linha está isolada da terra pelo centelhador. o para -raios conduz instantâneamente (≅ 0.01 s).8 e para sistemas com neutro isolado ou aterrado através de impedância vale 1. ESCOLHA DA TENSÃO NOMINAL DO PÁRA-RAIOS É determinada em função da máxima tensão entre fases admissível no sistema e depende do fator de aterramento desse sistema: Para sistemas com neutro solidamente aterrado esse fator vale 0. CONSIDERAÇÕES SOBRE RAIOS • 90% das descargas atmosféricas seguem da nuvem para a terra. Exemplo: Considere uma descarga atmosférica cuja corrente do raio seja de 15 kA. x R kV R R x xHxIZ Este valor é bem inferior à tensão suportável de impulso (TSI) da L. Ocorrendo uma sobretensão.

• 5%≥ 60 kA • 50% ≥ 15 kA Foto de Para raio http://search.babylon.com/?q=finalidade+de+para+raios++de+alta+tens%C3%A3o&s=web &as=0&rlz=0&babsrc=HP_ss .