You are on page 1of 10

SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...........................................................................................................3 2. OBJETIVOS................................................................................................................

4 3. FUNDAMENTOS TEÓRICOS.................................................................................4 4. MATERIAIS NECESSÁRIOS..................................................................................5 5. METODOLOGIA.......................................................................................................6 6. RESULTADOS E ANÁLISE DOS RESULTADOS................................................7 6.1 Experimentos.........................................................................................................7 7. CONCLUSÃO..............................................................................................................9 8. BIBLIOGRAFIA.......................................................................................................10

2

ela varia de acordo com o material e a temperatura. 3 . a dilatação linear.1. Não que as barras dos trilhos ferroviárias sejam feitas no calor. Na dilatação linear (uma dimensão). fazendo com que o espaçamento entre os trilhos aumente. líquido e gasoso). com a dilatação térmica. os trilhos se "retraem". vale lembrar também que a dilatação não é um fenômeno visível e exclusivo de metais. o comprimento de uma barra aumenta linearmente. o trilho seja retorcido. essas dilatações podem ser: • • • Dilatação linear  uma dimensão Dilatação Superficial  duas dimensões Dilatação Volumétrica  tres dimensões O presente trabalho visa abordar o processo de dilatação linear de um corpo de prova e analisar como o coeficiente de dilatação deste corpo varia em função da mudança de temperatura. Nestes moldes passamos a definir e analisar este artifício. uma vez que existem três estados físicos da matéria (sólido. e algumas de suas aplicações. já no inverno. com as baixas temperaturas. mas para evitar que. As barras dos trilhos ferroviários são feitas com um espaçamento para a dilatação não causar problemas. esta é de três tipos. INTRODUÇÃO Quanto à dilatação dos corpos.

o aumento fracional no comprimento por mudança unitária na temperatura.α. Se a temperatura de uma barra metálica de comprimento L aumenta de uma quantidade ∆L= L. Os coeficientes de expansão volumétrica γ e o de expansão linear α. 2 – Relacionar a variação de comprimento de um corpo de prova em função do comprimento inicial e da variação de temperatura ∆t.∆t . Embora α varia um pouco com a temperatura. cujo volume é V. FUNDAMENTOS TEÓRICOS: É possível afrouxar uma tampa metálica muito apertada de uma jarra de vidro. 3 – Aprender usar o Excel para ajustar uma curva e obter os parâmetros da curva desejados. estão relacionados por γ=3. o que nos mostra que α mede. a expansão volumétrica é o único parâmetro de expansão que faz algum sentido. a variação de volume é dada por ∆V=V. Os canos nas refinarias também possuem laços de expansão. colocando-a sob um jato de água quente.∆t. Se a temperatura de um sólido ou de um líquido. de modo a não se deformarem com o aumento da temperatura. 3. onde γ é o coeficiente de expansão volumétrica do sólido ou do liquido. Podemos reescrever a equação como α=∆L/L. 4 .αt (onde α é uma constante chamada de coeficiente de expansão linear. Os materiais que o dentista usa para preencher cavidades nos dentes devem ter as mesmas propriedades de expansão térmica que o do dente. aumenta de ∆t.2. para um sólido.α. Todos já vimos as juntas de dilatação nas pontes. Para os líquidos.γ . Se todas as dimensões de um sólido se expande com a temperatura. o volume deste sólido deve aumentar .) O valor de α depende do material e da faixa de temperatura. A tampa se expande mais do que o vidro da jarra com o aumento da temperatura. OBJETIVOS: 1 – Determinar o coeficiente o coeficiente de dilatação linear de um corpo de prova. para muitas aplicações praticas a temperaturas ordinárias. utilizando um dilatômetro linear.

pinça com mufa fixa. MATERIAL NECESSÁRIO: . medidor de temperatura. haste . tela de amianto. .4. escala milimetrada. fonte termica . Abaixo estão algumas figuras dos equipamentos utilizados para a realização do experimento: MULTÍMETRO DIGITAL 5 .Conjunto anel de gravezande. balão volumetrico. guia de saida. . copo de becker e pano úmido.Base principal metálica com medidor de dilatação.Corpo de prova. guia com mufa. conexões.

a cada 5º que ela baixava anotávamos o coeficiente de dilatação linear. Logo após observamos se o corpo de prova estava encostado no medidor de dilatação que deveria estar zerado.DILATÔMETRO 5. 6 . Depois fervemos a água e a colocamos dentro do dilatômetro linear. 65º. Assim que alcançamos a temperatura. e a cada determinado intervalo de tempo trocávamos a água até atingir a temperatura desejada. METODOLOGIA: Primeiramente verificamos qual era a temperatura do corpo de prova. ou seja.

distância L0 entre o centro da guia até o medidor: L0 = 500 mm Determinamos.25 0. no caso deste experimento 65ºC. RESULTADOS E ANÁLISE DOS RESULTADOS (Procedimentos) 6. Dados obtidos no experimento: TEMPERATURA(ºC) 65 60 55 50 45 40 35 30 26 ∆L (mm) 0. determinamos o seu comprimento inicial.18 0. a temperatura inicial: t0 = 26°C Dando continuidade ao experimento.28 0.22 0.1 Experimentos Utilizando o corpo de prova.6. também.12 0.31 0.29 0.06 0 Gráfico da Variação do comprimento em função da temperatura (Lx∆t) 7 . ativamos a fonte de calor e esperamos para que o corpo de prova atingisse a temperatura máxima.

α.∆t)) L0.Determinamos.66 x 10 ˉ³ * 39) L = 0.α.L0 32.06474) L = 0.∆t L = L0. a seguir.L0 8 .: Provando com resultados: ∆L = 0.∆t + L0 = L0 + L0.66 x 10 ˉ³ (65-26) ∆L = 0.5 * 1.∆t L0 + L0.α.α.∆t + L0 L = L0 (1 + (α.66 x 10ˉ³ * 39 ∆L = 0.∆t L .α.∆t + L0 = L0 (1 + (α. o ∆L sofrido pelo corpo de prova: ∆L = 0.α.37 mm ∆L = L .37 .5 (1 + (1.66 x 10ˉ³ * 39 ∆L = 0.37 = 532.α.∆t .06474) L = 0.∆t = L0 + L0.66 x 10 ˉ³ (65-26) ∆L = 0.5 * 1.03237 m ∆L = 32.α.α.L0 = L0.∆t)) ∆L = L0.5 * 1.∆t)) L0.5 (1 + 0.5 (1.03237 m ∆L = 32.5 * 1.53237 m L = 532.37 mm L = 0.37 mm Provando a igualdade das esquações: ∆L = L0.∆t OBS. L = L0 (1 + (α.

37 L0 = 500 mm Coeficiente de dilatação linear α: 1.37 – 32.L0 = 532.66 K-1 9 .

podemos estudar a dilatação linear. Dessa forma. Conforme a temperatura cresce. e como ela incide junto com o acréscimo de temperatura. principalmente um metal que além de ser um excelente condutor elétrico. esse corpo vai esfriando e vai novamente retornando ao seu estado inicial. ou seja. 10 . ele dilata e conforme a temperatura diminui. é também um bom condutor térmico.7. esse corpo também irá aumentar de tamanho. sempre fará uma superfície dilatar. CONCLUSÃO O experimento realizado nos permitiu concluir que o calor.

Acesso em: 11 out. YOUNG. SUREY. 2009. Hugh D.com.jpg>.8. Física II: Termodinâmica e Ondas.br/images/dinamica/gera_thumb.jpg>. Disponível em: <http://insightltda.php? h=336&w=351&img=20080925102950.com. ed. 2009.br/outros/mult%C3%ADmetro_%20digital. 11 . BIBLIOGRAFIA Imagem do Dilatômetro. 10. Acesso em: 11 out.canalbh. John P. 328 p. Imagem do multímetro digital: Disponível em: <http://www.