Consideraciones sobre desarrollos en el campo de los hormigones especiales

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Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (LEME) Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre -Brasil

Há 10.000 anos . . . A vida não era fácil . . .

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Habitação. . . . Nada como o conforto do lar . . .

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Desejo Ancestral . . . A caverna dos sonhos. . .

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Ok . . . Vamos construir . . .

+
Aglomerante Agregados

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A receita variou com o tempo e os costumes . . .
Construção Inca Machu Pichu

Mud Buidings - Iemen Roman Wall

Great Piramid Giza Edificação em Adobe
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9.900 Depois: Concreto de Cimento Portland
Agregados

Material mais empregado do mundo depois da água !

Matriz

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Estruturas de Concreto

Resistência Trabalhabilidade Impermeabilidade Custo Etc...

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Ao longo do século XX: Demandas Melhoria
     

> Durabilidade < Impacto Ambiental > Res. Tração Estética (cor e aparência superficial) > Trabalhabilidade < Custo

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EMPREGO PARA FINS E USOS DIVERSOS

AVANÇOS NA TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

DEMANDAS DOS USUÁRIOS E REQUISITOS DE NORMA
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Concretos Especiais

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Definição

US ARMY:
 

Contém materiais não usuais Métodos proporcionamento alternativos Lançamento ou compactação não convencional
(requer atenção especial)

CONCRETOS NÃO CONVENCIONAIS ??? CONCRETOS DE ALTO DESEMPENHO ???

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Receitas para Produção de Concretos Especiais

Mudanças Aglomerante Mudanças Agregados Inclusão adições Inclusão elementos – formação compósitos Uso de Aditivos Químicos
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Mudanças no Aglomerante
Alterações na Composição
 

Cimento Branco Portland Estrutural Cimento Aluminoso

Emprego de Aglomerantes Secundários
  

Cinza volante Escória Granulada Alto Forno Cinza de casca de arroz

Silicatos ou Aluminatos Ativação Alcalina

Matrizes Alternativas
 

Concreto polimérico Concreto impregnado com polímero
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Agregados Não Convencionais
   

 

Cerâmicas sinterizadas Minério Ferro Escória Granulada de Alto Forno Agregados Leves (vermiculita, pedraspome, poliestireno, etc) Concreto Reciclado Resíduos (raspas de couro, fragmentos de plástico, vidro, borracha, etc)

Rigidez Custo Reatividade Potencial Contaminante Cor

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Adições ativas
  

Pozolanas (cinza volante, escória, etc) Superpozolonas (sílica ativa / metacaulim) Cal

Durabilidade Resistência Impermeabilidade Adesão Coesão Calor de Hidratação Cor

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Aditivos
      

Superplastificantes Retardadores Pega Redutores Água Incorporadores Ar Modificadores Viscosidade Pore-Blocking Etc... Pigmentos?
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Concretos Especiais Mais Empregados
 

Concretos Leves (< 1600 kg/m3) Concretos Pesados Concreto Projetado Concretos Alta Resistência Concreto Compactado a Rolo Concreto Polímero Concreto com Fibras Etc...
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Novas Tendências

Concretos Cromáticos Concreto Agregado Reciclado

Concreto Auto-Adensável
(Self-Consolidating Concrete)

Concretos Resistentes ao Fogo

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Concreto Permeável

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Concreto Condutor

1.5 % fibras de aço - 25% de cavacos de aço

0.56oC/min $0.8/m2 per snow storm

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Concreto Dobrável

  

500x mais resistente à fissuração 40% mais leve 2% microfibras Alta durabilidade

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Light Transmitting Concrete (LTC)

Fibras óticas Aron Losonczi - Hungria
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Objetivo de Pesquisa e Desenvolvimento ENTENDER ESTES NOVOS MATERIAIS PARA PREVENIR MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS!!!
       

Parametros de Calculo-Modelagem (Fc, E, Ft) Comportamento Idades Jovens (Retração, Cura, etc) Deformação Lenta Fadiga Compatibilidade Deformaçoes Estabilidade química Potencial de reciclagem Etc
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Apresentação de Algumas Pesquisas Desenvolvidas no LEME
- Concreto Branco - Concretos com Fibras

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Concreto Branco

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CONCRETO BRANCO
    

Cimento branco Fíler Agregados Adições Aditivos
RETARDADORES SUPERPLASTIFICANTES
Líquidos de cores claras são mais adequados (produtos à base de carboxilatos ou melamínicos)

Utilização das Características Cromáticas como Valorização da Forma

MUDANÇA DE PARADIGMA !!
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Cimento Branco
Rochas e argilas com quantidades reduzidas de óxidos de ferro (cromo, manganês, titânio e magnésio). Utilização de gesso tanto na forma semi-hidratada quanto na forma desidratada (< eficiência)
Produção: - Substituição do carvão por óleo ou gás.

R$ 15,00 saco de 25 kg

COMPOSTOS

FÓRMULA QUÍMICA

ABREVIAÇÃO

% NO CLÍNQUER

CPB 50 –72% 0.4 –30% 4 – 13% > 1%

Silicato tricálcico Silicato bicálcico Aluminato tricálcico Ferroaluminato tetracálcico Cal livre

3CaO.SiO2 2CaO.SiO2 3CaO.Al2O3 4CaO.Al2O3.Fe2O3 2CaO

C 3S C 2S C 3A C4AF C

50-65 15-25 6-10 3-8 0,5-1,5

Teores mais elevados de C3S e C3A. Teores extremamente baixos de C4AF Fino Resistência similar

- Temperaturas de fundição mais elevadas (>1500°C) - Utilização de bolas de níquel e molibdênio ou seixo.

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Comparação com cimento ARI (CP-V)
Carbonatação
50 45 40 35

Fc
CPV CPB1 CPB2 CPB3 CPB4

fc28 (MPa)

30 25 20 15 10 5 0 0,4 0,5 a/c 0,6

Colômbia 5,0 kg hab/ano Europa - 4,0 kg hab/ano Espanha - 10 kg hab/ano Brasil - 0,5 kg hab/ano
Taxa de absorção

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Agregados

Influem diretamente na aparência final e na coloração do concreto Areia quartzosa, calcário.

Basalto, granito, calcário.

GRAÚDO Cuidados no armazenamento – baias, evitar Papel menos relevante contato com o na cor final do concreto solo

MIÚDO

Grande influenciador da cor final do concreto.

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ADIÇÕES
FILER

CINZA VOLANTE SÍLICA ATIVA METACAULIM
FONTE A

FONTE B
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B odagergA

miluacateM avitA acilíS

%01

% 5, 7

%5

% 5, 2

%0

%01

c/a avita acilís %5 oãçida mes 06,0 15,0 24,0 02

03 53 04 54 05 55 06

Efeitos das Adições

Absorção

52

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A odagergA % 5, 7 %5 % 5, 2 %0 4 5 6 7 8 9 01 11 21 31 41 51

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Fc

Terminal “La Paloma” Igreja “Dives in Misericordia” Roma - Itália Sondika - Espanha

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Ciudad de las artes y de las ciencias

Casa da Música

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BRASIL

Ponte Estaiada Brusque Museu “Iberê Camargo” Porto Alegre - Brasil
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Museu Iberê Camargo

Projeto Arquiteto Álvaro Siza 6500 m3 de concreto branco
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Seleção do tipo e teor de adição mineral e agregado Caracterização Mecânica Estudos Durabilidade Otimização do Traço Acompanhamento Execução Análise da proteção do concreto

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Características Desejadas
 

Elevada Durabilidade (> 100 anos )

Alto teor de finos (acabamento superficial)  Teor de argamassa elevado (> 53%)  Consumo de cimento moderado (~ 400 Kg/m3)  Consistência fluída (> 150 mm)  Otimização da granulometria (Fuller)

0.47

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Ensaios Básicos

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RESISTÊNCIA MECÂNICA

f c = −3,418.graúdo − 4.608.miúdo + 0.476.sílica +
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842.441 (a/agl)
0 .111

521.415 (idade)0.012

R2 = 94,2%

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MÓDULO DE DEFORMAÇÃO

E = 3,663.graúdo + 1,372.miúdo + 0,058.sílica + 115688,3.(a / agl ) −2,347 + 5,787.(idade) 0,384
R2 = 88,9%
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Controle Cromático
•Concretos com a/agl de 0,60 provocaram maior sensação de brancura. •Percepção de um escurecimento provocado pela sílica ativa. •Percepção dos extremos em relação aos parâmetros de brancura

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luminosidade

vermelho

amarelo

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corrosão

Protótipo
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Penetração de Cloretos

6000 5500 5000

Alta
4500
Carga Passante (Coloumbs)

↓ 43%

4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 0% a/c

Moderada

↓ 30%

↓ Baixa 46%
5%

0,42 0,51 0,60

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Resistência à Corrosão

c/ sílica ativa

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COM SÍLICA ATIVA

SEM SÍLICA ATIVA
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Aderência
Carga de Ruptura (kN)
80 70 60 50 40 30 20 10 0

REFERÊNCIA À BASE DE ZINCO 1 À BASE DE ZINCO 2 À BASE EPÓXI GALVANIZADA

Ensaio Pull out

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Sistemas de Proteção
Sem proteção Sistema hidrofugante (silanos e siloxanos) Sistema impermeabilizante (verniz acrílico base água)

Aplicação com pincel Precisão de 0,1g

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Absorção de água
0,1 0,09 0,08 0,07 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 0

Taxa de absorção

Concreto Museu Padrão base silicatos Base acrílico Base silanos e siloxanos 2 Base silanos e siloxanos 1

3,00 2,50 2,00

m3

1,50 1,00 0,50 0,00 Tempo
Referência Sistema silano/siloxano Sistema silicatos

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Exposição Ambiental
Ambientes

Durabilidade Cromática!!!!!

Externo (marquise da Escola de Engenharia) Interno (laboratório) Tempo de exposição: 2 anos

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Execução:

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Mistura
- Protótipos: Betoneira tradicional - Janeiro/2004 – Auto-betoneira - Junho/2004 – Central de Concretagem

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Armaduras

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Fôrmas

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Lançamento

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Cura

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Cura

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Fuga de nata

moderado

Acabamento
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2 1

2

Fissuração
2

PAREDE 40 1
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1
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Perda de trabalhabilidade Perda de trabalhabilidade

alto

moderado

tempo/temperatura
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Cuidado: Dosagem Excessiva Superplastificante

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Medidas Corretivas
• Reduziu-se a quantidade de cimento • Gelo nas concretagens – dias quentes • Repensou-se a dosagem de aditivo modificador de hidratação • Cuidados na cura • Estudo de traço auto-adensável

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Conclusões

Viabilização da utilização se bem assimilada a tecnologia – ganho estética

Necessidade de estudos em laboratório em paralelo com a obra

Novo material x Novo Paradigma
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Por hoje chega.... de concreto....

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Agregado Concreto Reciclado

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