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Universidade Federal do Rio de Janeiro

Pró-Reitoria de Pessoal - PR – 4
Divisão de Saúde do Trabalhador
Comitê da Qualidade
Centro de Estudos - Seção de Programas
Especiais (SEPE)

Avaliação e Acompanhamento de Estagiários


na Divisão de Saúde do Trabalhador da
Universidade Federal do Rio de Janeiro
(DVST/UFRJ):

Organização:

CASTRO, Washington Ramos &


SILVEIRA, Gláucia Regina Motta da

Rio de Janeiro
Outubro
2004
Índice:

1 - Introdução 03

2 - Aspectos Regulamentares 05
2 . 1 - São condições imprescindíveis para a utilização desta divisão
como campo de estágio 05
2 . 2 - São atribuições da DVST e de seus servidores 06
2 . 3 - São atribuições do professor supervisor de estágio 09
2 . 4 - São atribuições dos estagiários 11

3 - Indicadores 14
3 . 1 - Critérios 15
3 . 2 - Itens 16
3 . 2 . 1 - Relacionados à Liderança 16
3 . 2 . 2 - Relacionados às Estratégias e Planos 16
3 . 2 . 3 - Relacionados aos Resultados 16

4 – Aspectos de Avaliação 17
4 . 1 – Justificativas 17
4 . 1 . 1 – Indicadores relacionados à adequação às diretrizes da
DVST 17
4 . 1 . 2 – Indicadores relacionados à capacidade de análise crítica
e proposição de práticas 17
4 . 1 . 3 – Indicadores relacionados à resposta a ações requeridas 17
4 . 1 . 4 – Indicadores relacionados à adequação aos planos de
ação da DVST 17
4 . 1 . 5 – Indicadores relacionados à posição competitiva 17
4 . 1 . 6 – Indicadores relacionados à capacidade de planificar 18
4 . 1 . 7 – Indicadores relacionados à níveis de desempenho 18
4 . 1 . 8 – Indicadores relacionados à unidade com o grupo de
estagiários 18
4 . 1 . 9 – Indicadores relacionados à Adequação aos planos de
ação do estágio 18
5 – Bibliografia 19
6 – Anexos 21

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1 . Introdução:

A Alta Administração da Divisão de Saúde do Trabalhador (DVST) /

Universidade do Brasil (UFRJ), através de sugestão de sua diretora: Vânia Glória

Alves de Oliveira, em conformidade com a proposta da Seção de Programas Especiais

(SEPE), através do Centro de Estudos e da Gerência da Qualidade (GQ), decidiu pela

elaboração de um manual de normatização e avaliação dos estagiários inseridos nas

atividades da DVST.

O presente documento, tem como objetivo normatizar as atividades de

estágio na DVST, para que esta ofereça melhores oportunidades para a aquisição de

experiências e prática para os estagiários e professores responsáveis, e também

oportunizar servidores da DVST e a própria divisão com a melhoria em sua qualidade

de atendimento e como campo de estagio através da interlocução entre ensino e prática

conseguida à partir da relação com estudantes e professores.

Este documento segue em conformidade com a meta da equipe que o

elabora e com a meta da presente direção, que é de uma administração democrática e

participativa que se norteia pelos moldes da qualidade e da promoção à saúde.

Pretendemos promover o comprometimento entre as partes interessadas, estimulando

os colaboradores a gerar novas idéias, buscar inovações e melhorias através da política

de portas abertas, caixa de sugestões e pesquisa de clima organizacional.

O processo de liderança baseado no conceito de “ativo corporativo”, no

qual o domínio de rotinas, processos, práticas e normas organizacionais são alguns dos

nossos objetivos e nestes, serão fundamentadas as atividades, das quais derivarão os

indicadores, que serão observados pelo registro documentado e atitude dos estagiários

por um lado e por outro pela observação direta daqueles funcionários que os

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acompanharão, buscando o desenvolvimento pessoal / profissional, tanto dos

estagiários como dos funcionários envolvidos em seu treinamento.

A gestão do conhecimento na DVST refere-se a criação, identificação,


integração, recuperação, compartilhamento e utilização do conhecimento dentro
da Universidade e o desenvolvimento dos servidores que atuam na Divisão é
incentivada pela auto direção, via atividades do Centro de Estudos pelo apoio a
participação em eventos, cursos de qualificação, reciclagem profissional,
atualização e capacitação, além das atividades propostas pela educação
continuada, permitindo a ascensão profissional aos cargos e funções na Divisão e
fora dela. (MANUAL DA QUALIDADE DA DVST/UFRJ, Ano2004, pag.01)

Para o desenvolvimento deste documento foram realizadas reuniões com os

profissionais envolvidos no acolhimento dos estagiários de modo a observar aspectos

particulares de cada setor e profissão as quais eles terão contato e pesquisa

bibliográfica.

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2 . Aspectos Regulamentares:

2 . 1 - São condições imprescindíveis para a utilização desta divisão como campo de

estágio:

- O interessado deve estar ou ter estado (futuro estagiário) ligado à instituição de

ensino de reconhecido mérito no ensino e formação profissional ( e autorizada

pelo MEC para tal), de maneira que o interessado esteja cursando ou tenha

terminado curso de interesse e aplicabilidade nesta divisão por período menor ou

igual a 02 (dois) anos;

- Ter o interessado no estágio, a supervisão de professor gabaritado pela instituição

de ensino que o enviou ou pela qual se formou;

- Obter autorização para estágio da direção desta divisão sob a pessoa do diretor

e/ou de comissão ou pessoa por este nomeada para tal;

- A instituição de ensino, professor/supervisor e estagiários estarem cientes e

aceitarem as normas e rotinas a serem respeitadas durante sua permanência na

DVST;

- Ter seu plano de estágio e programação de atividades avaliada e aprovada pela

direção desta divisão e/ou comissão nomeada com esta finalidade.

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2 . 2 - São atribuições da DVST e de seus servidores:

- A DVST, na figura de sua direção e/ou comissão nomeada para tal, deverá compor,

junto com o professor orientador, responsável pelo(s) estagiário(s), um programa

mínimo de atividades e tarefas, onde ao professor será designada a função de

planejar e organizar estas atividades e preparar os estagiários previamente para as

atividades que serão desenvolvidas na DVST e/ou com sua clientela;

- Cabe à DVST na figura de seu diretor e/ou comissão ou pessoa eleita para tal,

permitir ou não, regular, e administrar, de acordo com interesses da DVST o acesso

de estagiários à mesma;

- Disponibilizar ambiente agradável, propício ao aprendizado, diverso e motivador

ao estagiário;

- Acolher os estagiários da melhor maneira possível, facilitando sua entrada no

campo de estágio, ambientação com a equipe profissional e com o trabalho ali

executado;

- Orientar sempre que necessário, os estagiários nas atividades pré-determinadas por

seu professor orientador;

- Disponibilizar documentação e modelos de formulários necessários ao aprendizado

do estagiário;

- Avaliar a atuação dos estagiários, assim como seu desempenho nas atividades

propostas, de acordo com regulamentação própria e baseada em itens pré-

determinados;

- Dividir com os estagiários suas experiências profissionais, para avaliação técnica

de locais de trabalho quanto aos riscos ocupacionais, com vistas a enriquecer o

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aprendizado destes alunos e favorecer seu desenvolvimento profissional em menor

tempo possível;

- Disponibilizar o Regime Jurídico Único para consulta dos estagiários durante sua

permanência na DVST;

- Permitir que os estagiários atuem, sob supervisão direta do professor ou do

profissional momentaneamente responsável por estes, junto à clientela da DVST

em atividades a que já façam jus de acordo com seu grau de desenvolvimento no

campo de estágio (e que não ofereçam riscos à clientela, a instituição e/ou ao

estagiário ou profissional);

- Solicitar ao professor supervisor, responsável pelos estagiários orientações a

respeito das atividades planejadas e ações dos estagiários sempre que necessário;

- Comunicar à direção e ao professor supervisor qualquer problema havido e/ou

motivado pelo estagiário no exercício de seu estágio para que sejam tomadas as

providências cabíveis;

- Solicitar alterações no cronograma e no programa de atividades dos estagiários

sempre que estes não estejam em concordância com as necessidades de serviço e/ou

desta divisão;

- Realizar avaliação periódica dos programas de estágio realizados na DVST, com

vistas a avaliar ganhos, avanços e/ou perdas, objetivando com isso um constante

aperfeiçoamento da DVST como campo de estágio e também dos benefícios

trazidos ou não à DVST pelos estagiários, verificando através deste instrumento,

inclusive a pertinência da manutenção dos programas de estágio na DVST;

- Solicitar um relatório de atividades ao estagiário, que fará parte de sua avaliação

pelo Centro de Estudos;

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- Participar das “Reuniões de Estágio” juntamente com a direção da Divisão, o chefe

da SEPE, o coordenador do Centro de Estudos, o gerente da Qualidade, professores

da escola, supervisores dos estagiários e outros profissionais convidados e

- Apresentar as normas e rotinas da DVST.

- Não é atribuição do profissional, servidor da DVST o planejamento e/ou

programação das atividades dos estagiários, porém este pode contribuir desde que

haja interesse e disponibilidade de sua parte e do professor/supervisor de estágio e

também desde que as atividades estejam em concordância com o plano de estágio

proposto e aprovado anteriormente pela direção;

- É permitido à DVST, na figura de seu diretor e/ou comissão ou pessoa nomeada

para tal, autorizar estágio de interessado, que não tenha professor/ supervisor para

acompanhá-lo, desde que para isso haja prévia aprovação e autorização da

Coordenação do Centro de Estudos, pois que para tal este assumirá por inteiro as

atribuições de coordenação de estágio descritas neste documento, sendo então

nomeado por ela, um ou mais profissionais de nível superior para preceptor(es)

do(s) estagiário(s). O(s) preceptor(es) poderá(ão) exercer atividade profissional em

qualquer das seções desta divisão, de acordo com área de interesse da DVST, do

Centro de Estudos e do(s) estagiário(s).

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2 . 3 - São atribuições do professor supervisor de estágio:

- São atribuições exclusivas dos professores/ supervisores da Instituição de Ensino

responsável pelo(s) estagiário(s) o planejamento e programação das atividades

do(s) mesmo(s), sendo que estas devem estar em concordância com o plano de

estágio aprovado previamente pela direção da DVST e/ou comissão eleita pela

mesma para esta atividade.

- Preparar previamente os estagiários para a entrada na DVST, orientado-os quanto

às normas e procedimentos desta divisão, uniforme, horários de entrada e saída

etc;

- Planejar, programar previamente as atividades a serem desenvolvidas na DVST

e/ou com sua clientela, orientando o(s) estagiário(s) quanto ao que será realizado e

sob que forma que será realizada cada atividade;

- Manter a DVST informada e atualizada quanto ao plano de estágio e atividades

que se pretende realizar em suas dependências e/ou com sua clientela;

- Solicitar autorização desta divisão na pessoa de seu diretor ou, em sua ausência, do

chefe da SEPE e/ou de comissão ou pessoa designada por um dos dois , sempre que

houver a necessidade de modificações na programação do estágio;

- Interagir com a DVST, tentando sempre que possível participar de reuniões que

sejam de interesse comum;

- Emitir relatório avaliativo sobre as atividades realizadas no campo de estágio,

sobre a evolução dos estagiários após o término do estágio de cada turma ou grupo

de estudantes;

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- Participar das “Reuniões de Estagio” juntamente com a direção da Divisão, o chefe

da SEPE, o coordenador do Centro de Estudos, o gerente da Qualidade, professores

da escola, supervisores dos estagiários e outros profissionais convidados.

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2 . 4 - São atribuições dos estagiários:

- Obedecer as normas pré-estabelecidas para a entrada na DVST e desenvolvimento

de atividades em suas dependências e/ou com sua clientela, como horários,

uniformes, rotinas, etc, mantendo conduta adequada e respeitosa ao ambiente de

trabalho, profissionais e clientela com os quais conviverá no período de estágio;

- Procurar interagir com a equipe interdisciplinar, tentando manter um bom ambiente

de trabalho, livre de desentendimentos e/ou atritos;

- Atuar de acordo com os padrões, normas e rotinas desta divisão e da Instituição de

ensino de onde provém ;

- Realizar as atividades e tarefas de estágio em conformidade com o cronograma

designado pelo professor/ supervisor;

- Atuar sob supervisão direta do professor orientador ou do profissional responsável

pela atividade, junto à clientela da DVST em atividades no campo de estágio de

acordo com seu grau de desenvolvimento e que não ofereçam riscos à clientela, a

instituição e/ou ao estagiário ou profissional;

- Solicitar ao professor supervisor, responsável, orientações a respeito das atividades

planejadas e ações que desenvolverão nesta divisão;

- Comunicar necessidades de alterações no cronograma e/ou no programa de

atividades com antecedência quando necessárias, para que não haja prejuízo ao

estágio, ao serviço e/ou a esta divisão;

- Comunicar à direção e ao professor supervisor qualquer problema havido e/ou

motivado no exercício de seu estágio para que sejam tomadas as providências

cabíveis e/ou correções necessárias;

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- Conhecer, aceitar e respeitar previamente as normas e procedimentos desta divisão,

quanto aos itens uniforme, horários de entrada e de saída, responsável direto etc;

- Desenvolver as atividades programadas em conjunto com seu professor/supervisor,

evitando ao máximo distúrbios prejudiciais às rotinas e procedimentos da DVST;

- Procurar sempre manter atitude positiva, tentando somar esforços no sentido de

melhorar as ações de promoção à saúde e qualidade de vida dos trabalhadores

atendidos nesta divisão;

- Solicitar auxílio ao staff sempre que por dúvida ou má compreensão da atividade,

esta puder causar danos ao serviço e/ou à clientela em qualquer instância;

- Procurar manter-se atento às orientações do staff e às suas atividades de estágio;

- Procurar realizar seu estágio de forma a sempre trazer alguma contribuição ao

campo e clientela, podendo esta ser em forma de atendimento, execução de

atividades que possam trazer contribuições administrativas, ou outras.

- Realizar registros sobre suas atividades diárias, que deverão ser endossados, através

de assinatura, pelo profissional que o acompanhou durante o turno de estágio ;

- Realizar, ao final de seu período de estágio, a avaliação das atividades

desenvolvidas e do campo de estágio, procurando manter atitude crítica produtiva.

Esta avaliação deverá ser entregue em forma de relatório, encaminhado à

Coordenação do Centro de Estudos/SEPE, e ao professor /supervisor para que faça

parte de sua contribuição com o campo de estágio e de sua avaliação final;

- Prestar-se ao final do estagio à avaliação de seu professor/supervisor e do

profissional do staff da DVST ao qual esteve subordinado durante o período.

- Espera-se que ao final do estágio, o aluno ou o grupo de alunos estagiários de uma

mesma turma, possa(m) ter desenvolvido alguma atividade e/ou produto que de

alguma forma auxilie a DVST a se aperfeiçoar tanto administrativamente como na

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qualidade do atendimento prestado à sua clientela, podendo este ser oferecido em

forma de sugestão, em relatório para análise e avaliação da direção e/ou comissão

por esta eleita, da viabilidade de sua implementação. Sendo a proposta aprovada

para implementação na DVST, não haverá prejuízo de direitos autorais de seu(s)

autores. Sendo a proposta aprovada com ajustes e/ou modificações, a equipe da

DVST envolvida com estes ajustes e/ou modificações será automaticamente

incluída como co-autora da proposta.

3 . Indicadores:

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Em um mundo globalizado, os desafios enfrentados pelos profissionais são

crescentes e a complexidade das relações profissionais dificultam a avaliação de sua

formação e a adequação desta ao cenário atual do mercado de trabalho, em especial

àquelas gestoras, executivas, dirigentes e supervisoras como são as profissões de nível

superior .

Como conseqüência temos nesse novo cenário um aumento da competição

entre os profissionais e entre as organizações, sendo mandatória e decisiva a boa

qualificação profissional para a inserção ao mercado.

Nessa arena, o aprendizado é compulsório, os profissionais devem aprender

a satisfazer as necessidades do mercado quanto ao fornecimento de produtos e serviços em

condições de preço e qualidade cada vez melhores, procurando antecipar-se aos outros.

A DVST, vem buscando a excelência em suas atribuições e neste aspecto

busca tornar-se referência também como campo de estágio. A seguir elencamos os aspectos

que julgamos primordiais para uma adequada formação e apontamos indicadores que

utilizaremos como instrumento de avaliação dos profissionais que, durante sua formação

passem pela nossa divisão.

São objetivos do presente documento:

a) Apresentar critérios para uma boa avaliação dos estagiários;

b) Fornecer um instrumento para diagnóstico da qualidade do aprendizado e da

adequação do campo de estágio;

c) Servir como referencial avaliatório dos estagiários, do campo de estágio e da

estrutura envolvida e

d) Adequar a divisão às necessidades mercadológicas atuais.

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Como base para a construção dos critérios de excelência de avaliação de

estagiários utilizamos 3 (três) dos 8 (oito) critérios do Prêmio Nacional da Qualidade

(PNQ), a saber:

3 . 1 - Critérios:

a) liderança

b) estratégias e planos

c) resultados

Estes foram adaptados de acordo com a realidade e as necessidades da

finalidade a que se propõe, de forma a compor a “visão sistêmica” que direciona a

avaliação do desempenho dos estagiários em nossa divisão.

Embora o presente documento seja um conjunto decorrente de todas as etapas

do ciclo Plan (P) Do (D) Check (C) e Action (A), PDCA, dadas suas características está

muito ancorado nas fases de execução Do e Controle dos resultados Check.

Procuramos construir indicadores que permitam acompanhar e avaliar o

desenvolvimento individual e coletivo do estagiário, ao mesmo tempo que aponte a

evolução do desempenho da divisão e da escola envolvida e a adequação às tendências do

mercado, às metas da organização e às propostas da alta direção da DVST.

Desta forma os efeitos gerados pelas práticas da gestão de avaliação de estágio

e pela dinâmica de sua execução serão mais elementos para definição das estratégias e

planos para eventuais correções de rumo ou para reforços das ações implementadas.

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Estes 3 (três) Critérios se subdividem em 9 (nove) itens, cada um deles

possuindo seus requisitos específicos.

3 . 2 - Itens:

3 . 2 . 1 - Relacionados à Liderança

a) Adequação às diretrizes da DVST;

b) Capacidade de análise crítica e proposição de práticas e

c) Resposta a ações requeridas.

3 . 2 . 2 - Relacionados às Estratégias e Planos

a) Adequação aos planos de ação;

b) Posição competitiva e

c) Capacidade de planificar.

3 . 2 . 3 - Relacionados aos Resultados

a) Níveis de desempenho;

b) Adequação aos planos de ação e

c) Unidade com o grupo de estagiários.

4 . Aspectos de Avaliação:

4 . 1 – Justificativas:

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Os critérios e os Itens desdobrados em aspectos compõem um conjunto de

Indicadores de desempenho. Tais indicadores são valores numéricos relacionados à

aspectos avaliados e servem de parâmetro comparativo para análise.

Partindo do princípio de ser a Qualidade um fenômeno que não deriva apenas de

uma ação ou da ação de apenas um determinado elemento ou conjunto, foi necessário que

propuséssemos diversos indicadores para cada iten de avaliação, como segue:

4 . 1 . 1 – Indicadores relacionados à adequação às diretrizes da DVST:

a) Desenvolvimento das atividades propostas;


b) Desempenho das tarefas e
c) Resolutividade.

4 . 1 . 2 – Indicadores relacionados à capacidade de análise crítica e proposição de


práticas:
a) Domínio de conhecimentos da legislação;
b) Coerência nas saídas e
c) Adequação dos resultados propostos.

4 . 1 . 3 – Indicadores relacionados à resposta a ações requeridas:

a) Aperfeiçoamento contínuo;
b) Disseminação das informações e
c) Quantidade de erros.

4 . 1 . 4 – Indicadores relacionados à adequação aos planos de ação da DVST:

a) Adequação nas orientações;


b) Organização e praticidade e
c) Freqüência.

4 . 1 . 5 – Indicadores relacionados à posição competitiva:

a) Autonomia;
b) Delegação e
c)Relacionamento

4 . 1 . 6 – Indicadores relacionados à capacidade de planificar:

a) Proposição de atividades adequadas;


b) Apresentação coerente e
c) Contribuições pertinentes.

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4 . 1 . 7 – Indicadores relacionados à níveis de desempenho:

a) Evolução positiva;
b) Aperfeiçoamento das atividades e
c) Qualidade do atendimento.

4 . 1 . 8 – Indicadores relacionados à unidade com o grupo de estagiários:

a) Pró-atividade;
b) Participação e
c) Uso de recursos.

4 . 1 . 9 – Indicadores relacionados à Adequação aos planos de ação do estagio:

a) Assiduidade;
b) Apresentação e
c) Alcance das metas.

5 . Bibliografia:

DEMING, W.E. Qualidade a Revolução na Administração – Editora Marques -Saraiva,


1990, R.J, 363p.

18
DONATI, R. Qualidade Total. Piracicaba: Escola de Engenharia de Piracicaba, Editora da
Escola de Engenharia de Piracicaba, 1997, S.P, 43p

FPNQ – Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade – Primeiros passos para a


Excelência – Critérios para o bom desempenho e o diagnóstico organizacional – Ciclo
2004. Editora Brooklin Novo, Brasília.155p

FEIGNBAUN, A.V. Controle da Qualidade Total – Editora Makron Books, 1994, S.P,
379p

IBQN – Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear – Análise e Melhoria de Processos,


AMP, Revisão 4, 1994 –Impresso formato Word 97, R.J. 64p

MONTEIRO, J. A. Qualidade Total no Serviço Público – Brasília: QA&T, 1995, 157p

VIEIRA, S. Estatística para a Qualidade – R.J. Editora Campos, 1997, 472p


BUSS, P. M. Promoção e educação em saúde no âmbito da Escola de Governo em Saúde
da Escola Nacional de Saúde Pública. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 15 (Sup.
2):177-185, 1999.

BUSS, Paulo Marchiori. Promoção da Saúde e Qualidade de Vida. In: Ciência & Saúde
Coletiva. vol.5 n.1, 2000.

DEJOURS, C. Psicodinâmica do Trabalho .São Paulo : Atlas. 1994.

_____________. O Fator Humano. Rio de Janeiro: Editora FGV. 1999

MINAYO-GOMEZ, C. & THEDIM-COSTA, S. M.F., 1997. A construção do campo da


saúde do trabalhador: percurso e dilemas. Cadernos de Saúde Pública, 13(Supl.2): 21-32.

MACHADO, J. M. Processo de vigilância em saúde do trabalhador. Cadernos de Saúde


Pública, 13 (Supl. 2) :33-45.

NORIEGA, M. Organização Laboral, Exigências y Enfermidad . In: LAURELL, A . C.


(ORG.) Para a Investigación de la Salud de los Trabajadores . Washington: OPS, Série
Paltex.

SELIGMANN-SILVA, E. Desgaste Mental no Trabalho Dominado, Rio de Janeiro: Ed.


Da UFRJ/CORTEZ.

SILVEIRA, Gláucia R. M. Promoção à Saúde e Qualidade de Vida. 2003. (MIMEO)

SILVEIRA, Gláucia R. M. Trabalho e Saúde no Hospital: o caso das trabalhadoras de


enfermagem do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas/Fiocruz, 2003.
(Dissertação de Mestrado apresentada à Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz)
(MIMEO).

19
6 . Anexos:

20