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UNIVERSIDADE JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA HUAMBO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO ANIMAL

Título. Estudo preliminar do risco do fator raça e a apresentação da Papilomatosis bovina em uma fazenda da província da Cunene, Angola.

Autor: Dr. Luis Emilio Ruíz Esponda. Professor de Genética y Mejora Animal.Dpto. Produção Animal

Huambo,2013

raças nativas e F1 resultado de cruzamentos para melhoramento genético. Realizou-se uma comparação das variáveis estado de infecção e raça para demonstrar se existirem diferenças entre a proporção dos animais doentes e as raças suscetíveis sendo aplicado uma análise de Variação múltiplo e o Test de Turkey pelo pacote STATISTIX 8. Palavras Chaves: Papilomatosis. são mais provavelmente propensos a adoecer que os animais do cruzamento F1 Simental x Nellore e o resto das raças e cruzes estudadas. Do início do surto se adoeceram 18 bovinos de idades entre 6 e 9 meses. Risco. induzindo aos camponeses à utilização de métodos empíricos e em alguns casos se mostra uma falta de ações de manejo em dita enfermidade. Portanto.) .005.As raças dos doentes foram 16 bezerros do cruzamento F1 Nellore x Brahma e 2 bezerros do cruzamento F1 Simental x Nellore. existindo diferenças significativas entre o comportamento das raças avaliadas para p<0. Pode-se concluir que o risco de infecção nesta população não é independente da raça. afeta por temporadas. A prevalência de animais doentes foi de 0. os animais do cruzamento F1 Brahma x Nellore. enfermidade de origem viral caracterizada por alteração da pele e as mucosas. Prevalência .27 em F1 Brahma x Nellore e 11. de diferentes sexos (7 machos e 11 fêmeas. Raças. Nosso objetivo foi determinar se a probabilidade de infecção individual para um animal é dependente de sua categoria racial. A papilomatosis.2 RESUMO: Em Cahama na Província da Cunene. conta com 680 animais suscetíveis. A fazenda onde apresentou o surto de papilomatosis em dezembro de 2012.7 nos F1 Simental x Nellore. Na espécie bovina possui 7 raças e cruzamentos. dentro delas se encontram raças importadas. As outras raças e espécies suscetíveis não se encontram afetados. propaga-se rapidamente. se faz freqüente a apresentação da Papilomatosis Bovina.

2003). aonde devido aos programas de melhoramento genético desenvolvidos.2002 e Freitas. vêm-se apresentando enfermidades desde outras regiões. entre as que ressaltam a Papilomatose Bovina ou que cada dia parece expandir-se mais. II. Introdução A zona do Cahama localizada na Província da Cunene. caracterizando-se por tumores localizados na pele e nas mucosas (Wosiacki et al. ruminal.Genotipos de Papillomavirus bovinos Tipo de Vírus Alterações Causadas Subgrupo A BVP I Fibropapilomas em pênis. converteu-se na atualidade em uma importante zona de melhora de gado de corte no sul de Angola.. V e VI. sendo os papilomas pedunculados (PVB Tipo II) e os papilomas planos (PVB Tipo III) os mais comuns. tetas e pele BVP II Fibropapilomas cutâneo. A literatura menciona a existência de seis Papillomavirus Bovinos devidamente identificados: PVB Tipo I.Angola. 2008). de origem viral. Tabela 1. IV. esofagiano. A Papilomatosis Cutânea Bovina é uma enfermidade infectocontagiosa.3 Estudo preliminar do risco do fator raça e a apresentação da Papilomatosis bovina em uma fazenda da província da Cunene.Esta associada ao câncer da bexiga urinária (urina vermelha) : Hematuria vesical enzootica BVP V Fibropapilomas em tetas e úbere (tipo grão de arroz) Subgrupo B BVP III Papiloma cutâneo epitelial . III. de caráter tumoral benigno e de natureza fibroepitelial. crônica. havendo referências recentes que afirmam que já existiriam 10 genótipos (Molineros .

2003). tábanos. mas isto não ocorre na grande maioria deles. dá resultados de 100% de efetividade (Simôes. Roitt. 2003). presença de . Segundo Quiroz (1991) as mamas e os órgãos genitais podem ser afetados pela enfermidade.4 BVP IV Agente etiológico responsável pelo papiloma no espaço alimentar BVP VI Papiloma epiteleal em tetas e úbere Fonte: Carter e Wice (2006) No gado bovino se identificaram dez papilomavirus diferentes em função do estudo de hibridação cruzada de DNA. 2003) e a soro terapia (Palencia et al. óvulos fertilizados in vitro e transmissão vertical da mãe ao feto(Ruiz. o ponho iodo de sódio por via intravenosa (Ruiz.. 2009. Segundo Anon (2009). A autohemoterapia por via intramuscular é também uma proposta de Magro (2003). 1991). Um estudo demonstrou que uma vacina autógena bem elaborada. Alguns animais podem apresentar uma cura espontânea (autocura). 1997). em cujo tratamento se usou o sulfato de magnésio aos 2 %. clima desfavorável. moscas. por isso geralmente se faz necessário realizar tratamentos.. a especificidade de localização e natureza da lesão que induzem (Claus et al. agulhas. que se excretam em células descamadas da epiderme de animais infectados e se transmite por contato direto com estes ou com objetos inanimados poluídos (sogas. e Brostoff (1998) afirmam que a soroterapia potencializa a resposta imunológica dos animais. Existem evidências recentes de que o vírus poderia inclusive transmitir-se por sêmen. Ferrer et al. instrumental veterinário)... sendo a via de ingresso do vírus as pequenas lesões que podem gerar-se na pele do animal são (Emhmad et al. devem ser os papilomas ou Papilomatoses que afetam a úbere ou as tetas do bovino infectado. mãos da ordenhadeira e até pela ação de vetores artrópodes (carrapatos. chãos deficitários em minerais. embriões. etc. pois geralmente quando se apresentam a estes níveis não respondem aos tratamentos conhecidos (Batista.a principal causa para a difusão da Papilomatosis deve ser o uso de raças europeias em um meio ambiente inadequado: médio tropical. 2002). 2003). O major e mais sério problema que ocasiona esta enfermidade..). O agente etiológico desta patologia são os Papillomavirus (vírus de família Papovaviridae). assim como o uso do sal e cloro de uso tópico (González. 1993 e Jubb et al. 2004).

anotando (Anon. ter estado em contato com o fator de risco (Pfeiffer. 2002). 2009). 2009).5 parasitas externos e internos. A aplicação de semi-estabulación (maior contato entre os animais). já que embora a lesão epitelial primária que induzem é benigna. 2009). Outra característica interessante é a diversidade de subtipos antigénicos e genéticos de papilomavirus que podem afetar a uma espécie e a marcada especificidade de localização que apresenta (Claus et al.que a Papilomatose ataca com preferência às raças puras e logo às mestiças . Os fatores de riscos incluem qualquer dos fatores associados com um incremento de risco de uma enfermidade que se converte em morte.. . diz que é a probabilidade de um desfavorável evento. que serão propensos a infecções de diversos tipos. incrementaram os casos do Papilomatosis. A junta de animais doentes y são. etc. Se se tiver em conta que os papilomas se encontram latentes na população bovina. pode ter lugar uma evolução para um fenótipo maligno desenvolvendo-se lesões como os carcinomas (Olson 1981). A exposição a fatores de riscos significa que um animal tem antes de adoecer-se. em presença de fatores como a luz solar. Nos últimos anos aumentou o interesse pelos papilomavirus. tal como entre prevalência estimada de infecção por cada uma das categorias(Pfeiffer. problemas sanitários (alta prevalencia do Leucosis Bovina). 1º Fleckvieh / Simmental 2º Holstein 3º Brown Swiss 4º Gersey 5º Girolandos e outros cruzes Uma definição genérica de risco. 2009). A investigação das relações entre o risco de fatores potenciais (tais como a raça de um animal) e o resultado de uma variável de interesse (tal como o estado de infecção de um animal) requer uma avaliação de uma observação de diferenças. como a introdução de animais de outras zonas (animais infectados de outros estábulos) segundo Rocha (2002). deficiências de alimentação e manejo. Suscetibilidade de Raças a Papilomatosis (Anon.2002 ) . conduz a uma inmunosupresión nos animais. a imunização contra o vírus só será temporário (Freitas.

HIPÓTESE É o risco de infecção para um animal dependeria de se o animal pertencer a uma ou outra raça? OBJETIVOS O objetivo de nosso trabalho foi determinar se a probabilidade de infecção individual para um anim al é dependente de sua categoria racial. .6 PROBLEMA Não se conhecem trabalhos de investigação que mostrem o risco da Papilomatosis com relação à raça no território de Angola.

Comprovou-se que a distribuição das lesões papilomatosas era fundamentalmente na região da cabeça e pescoço.As raças dos doentes foram 16 bezerros do cruzamento F1 Nellore x Brahma e 2 bezerros do cruzamento F1 Simental x Nellore. raças nativas e F1 resultado de cruzamentos para melhoramento genético.) . sendo utilizados nos cruzamentos dos semental da raça Nellore. Resultados e Discussão Do início do surto se adoeceram 18 bovinos de idades entre 6 e 9 meses o que os coloca na categoria de bezerros. de diferentes sexos (7 machos e 11 fêmeas. embora não se detectaram casos. está localizada Cahama na Província dá Cunene. como para seu estabulación. Os métodos estatísticos foram empregados para quantificar a probabilidade de que a diferença observada fosse o resultado de que tenha ocorrido variação. as mesmas se achavam presente fazia . A reprodução se realiza por monta direta. empregou-se a prova de X2 para provar a relação entre as duas variáveis para uma significação estatística de p<0. 2001). sindo lesões arredondadas oscilavam entre 1 e 6 cm de diâmetro. infecciosa. Estrutura racial dos animais suscetíveis ao Papilomatosis.05. Nossas observações concordam com a literatura aonde se manifesta que a Papilomatosis é uma enfermidade viral. No 1 2 3 4 5 6 7 8 9 A alimentação é a base de pasto natural pelo método de pastoreio direto. Os bovinos se mantêm agrupados por raças e cruzes tanto para o pastoreio.7 Materiais e Método A fazenda onde apresentou o surto de papilomatosis em dezembro de 2012.850 Há e conta com uma massa de 680 animais suscetíveis dentro dos que incluímos os búfalos. dentro delas se encontram raças importadas. (Tabela 1). Raças e Cruces Quantidade A Nellore 120 B Simental 22 C Brahman 93 D F1 Brahma x Nellore 58 E F1 Simentalx Nellore 17 F F1 Auctóctonas x Nellore 130 G Autóctonas 200 H Búfalos de agua 40 I Equinos 8 TOTAL 680 Tabela 1.En o resto das raças se utilizam as fêmeas como mães . Os dados se processaram por meio do pacote estatístico STATISTIX 8. Na espécie bovina possui 7 raças. que se pode transmitir entre os bovinos e são mais suscetíveis os bezerros (Roberts.Fue aplicado uma análise de Variação múltiplo e o Test do Turkey para determinar se outros fatores medidos como a idade tinham influência no risco. Realizou-se uma comparação das duas variáveis (estado de infecção e raça) empregando a informação coletada durante o estudo para demonstrar se existirem diferenças entre a proporção dos animais doentes e as raças suscetíveis elaborando uma tabela de 2x 2. Identific. sendo as vacas da Namibia e os touros do Brasil. As outras raças e espécies suscetíveis não se encontram afetados.posee uma área de 9.

originados por qualquer situação que gere episódios de estresse nos mesmos. As restantes raças e espécies suscetíveis da fazenda não se afetaram do Papilomatosis.estudió) o tratamento da papilomatosis bovina Com autovacunas e tratados com autovacuna mais aricil e tratamento local.Também alguns autores como Lloret et al. capacidade de suar. 1992). é uma entidade com etiologia variável e muitos fatores associados a sua apresentação em uma população bovina e se observarmos a Epidemiologia da enfermidade entre outras causas. de que o gado Brahman por possuir cabelo curto. até converter-se em um sério problema. não se observam lesões do Papilomatosis. grosso e sedoso.2012) e em nosso trabalho se aprecia que além disso do risco que possa representar a raza. Não todos os animais que levam o vírus terão os papilomas. (1973. como a composição de chãos da zona . alimentação e outros fatores. também fazem referência a que os bezerros adoecem quando se tatuam ou se lês colocam brincos na orelha para os propósitos de identificação. sogas. a percentagem dos animais afetados alcança de um 20-50%.(2010) . Os papilomas devem aparecer de 1 a 6 meses depois da inoculação com o vírus. O gado de menos de dois anos de idade é o mais suscetível.005 indica que existiram diferenças significativas entre o comportamento das raças avaliadas. Reátegui.O test de X2 e uma sensibilidade de p<0. sistemas de criação de bezerros) que ajudam à difusão da enfermidade.7 nos F1 Simental x Nellore. o que coincide com o Morter e Horstman (1992) quem também expõe que os bezerros são os mais suscetíveis de padecer a enfermidade. mas os cabrestos. . A Papilomatosis assinalam Carter e Wice (2006). evidentemente arenosa e com vegetação de sabana. de pigmentação escura e com dobras para uma maior área superficiais apresenta resistência natural a uma grande variedade de insetos responsáveis pela transmissão de inumeráveis enfermidades tropicais. Em nossa investigação a prevalência de animais doentes é de 0.existen fatores não medidos por nós. quando estes se encontram em pleno desenvolvimento. No que respeita à raça. Normalmente se confinam os papilomas no pescoço e região do ombro mas podem formar-se em outras áreas como as tetas e o pênis.por o que deduzimos prováveis déficit de minerais . (Roberts. É bom assinalar que nossos bezerros adoeceram com papilomatosis sem conhecer-se nenhum antecedente traumático de tatuagem ou outro tipo. concluindo que a idade ótima dos animais para adquirir mais facilmente a enfermidade é entre os 3 meses a 3 anos. relacionam a papilomatosis principalmente com casos de imunodeficiências nos animais aos que afeta. A papilomatosis infecciosa ocorre pela presença do vírus da papilomatosis.27 em F1 Brahma x Nellore e 11. esta se agrava em grande medida pelo sistema de manejo (alimentação. Houve um médio de ao redor de5 a 7 lesões como animal.8 mais de 6 meses. podem-se se estender frequentemente da orelha a outros sítios na cabeça e pescoço. sistema de criação. Pode transmitir do portador assintomático ao bezerro suscetível (Morter y Horstman. embora raramente na pele intacta. dependendo das condições do animal. . os animais Brown Swiss. pele solta. 2001) O gado é a fonte principal e o depósito natural de infecção pelo vírus. suas cruzes e os crioulos som os mais suscetíveis a contrair a enfermidade. devido a sua pelagem clara com pigmentação estranha vez se vê afetado pela queratoconjuntivitis infecciosa ou câncer do olho ou pelas demais enfermidades relacionadas com os raios solares). em troca o gado zebu é mais resistente. e instrumentos podem servir como uma fonte potencial de infecção.. com as repercussões que esta tem (Montano e Justiniano. Na maioria da raça presente na fazenda é Brahma.por o que coincidimos com as afirmações do Anon (2013).

• Aplicar programas de desparasitación. • Reforçar em medidas de bioseguridad. deverá -se submeter a todos os animais sãs e menores a 24 meses de idade a um tratamento preventivo. etc).9 Tabela 3. e naqueles animais onde a enfermidade não tenha cedido. É importante recordar que este resultado é preliminar para provar que existe uma relação causa – efeito entre as categorias raciais e a Papilomatosis. portanto. tanto para ecto como para endo parasitas. são mais provavelmente propensos a adoecer que os animais do cruzamento F1 Simental x Nellore e o resto das raças e cruzes estudados. • Durante o tratamento. agulhas. 05). • Evitar o contato de animais sãs e doentes a nível de manjedouras e bebedouros. só se devem utilizar em um solo animal.27a x Nellore F1 2 15 11. além de exercer um controle sanitário durante a reposição de gado procedente de zonas e/ou marmitas infectadas com papilomatosis para marmitas livres. evitando assim a transmissão aos sãs.Comparação do risco de infecção e a raça Estado de Infecção Raças ou + prevalência (%) Cruzes F1 Brahma 16 42 0. eliminá-los da marmita. • Como medida preventiva em lotes com animais doentes. . como ser evitar a aglomeração e estresse dos animais. o manejo do material de trabalho (sogas. devido a que podem ser fonte de contágio. CONCLUSÃO Pode-se concluir que as duas variáveis estudadas (estado de infecção e raça) estão significativamente associadas e que o risco de infecção nesta população não é independente da raça.. os animais do cruzamento F1 Brahma x Nellore . RECOMENDAÇÕES • Submeter aos animais com papilomatosis a um asilamiento rigoroso e lhes instituir o tratamento respectivo. pois provavelmente se requeira incrementar a população estudada e incorporar outros fatores como a estrutura morfo-histológica da pele das raças e cruzes estudados. a base dos produtos que tenham em consideração os tipos locais de vírus do papiloma bovino .7b Simental x Nellore Valores com letras diferentes na mesma coluna diferem significativas entre si pelo teste de Tukey (P <0.

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Bezerro F1 Brahma x Nellore com papilomas nas regiões da cabeza.cuello e dorso. Fig.2 Papilomas de aspecto de couve-flor e aplanados em F1 Brahma x Nellore .13 ANEXOS Fig 1.

Papilomas em cara interna das coxas e abdômen. . Papilomas em cara interna das coxas e abdômen. Fig 4. .14 Fig 3.

. Fig.6. Os bezerros se mantém agrupados e pastoreiam juntos .15 Fig 5 . características do chão e vegetação das áreas de pastoreio.

Fig 8. Touro Nellore utilizado na monta directa. Fig.No há separação de doentes do Papilomatosis e sãs (observe o terceiro bezerro de esquerda a direita com o Papilomatosis).16 .7. .