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EDITAL DO EXAME DE SELEÇÃO PARA INGRESSO NO CURSO DE MESTRADO EM HISTÓRIA SOCIAL | 2014 A Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História Social do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no uso de suas atribuições, torna público, para conhecimento dos interessados, que se encontram abertas as inscrições para o exame de seleção para ingresso no Curso de Mestrado em História Social, a partir do dia 29 de julho até 21 de outubro de 2013, das 10hs às 16hs, na Secretaria do Programa, no campus Largo de São Francisco, situado no Largo de São Francisco de Paula, nº 1, 2º andar, sala 205, Centro, Rio de Janeiro – RJ, CEP 20051-070, de acordo com as seguintes disposições: I - VAGAS O número máximo de vagas é 30 (trinta), não havendo nenhum comprometimento, por parte do Programa, com o preenchimento total das vagas, nem com a concessão de bolsas a todos os
aprovados.

II - REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO 1) Ser graduado em História ou em área afim em curso superior credenciado e reconhecido pelo Ministério da Educação; 2) Preencher a ficha de inscrição e anexar uma foto 3X4; 3) Apresentar fotocópia autenticada do diploma de graduação ou declaração original de conclusão do referido curso; 4) Apresentar histórico escolar do curso de graduação; 5) Apresentar fotocópias da Carteira de Identidade, do CPF, do Título Eleitoral e do Certificado Militar, quando aplicável; 6) Apresentar Curriculum Vitae Lattes atualizado, impresso e devidamente comprovado; 7) Indicar, na ficha de inscrição, entre o inglês e o francês, a língua estrangeira de sua escolha da qual fará a prova específica; 8) Apresentar 5 (cinco) vias do Projeto de Pesquisa que pretende desenvolver no Curso de Mestrado em História Social, tendo em vista o prazo máximo para conclusão em 2 (dois) anos, adequado aos temas de orientação dos professores do Programa (ver Anexo I, “Temas de Orientação dos Professores do PPGHIS”, parte integrante deste Edital). O projeto deverá ser digitado em espaço entrelinhas 1,5; fonte Times New Roman, corpo 12; papel formato A4; margens de 2,5cm e não deverá ultrapassar 15 (quinze) páginas de texto (contando com as referências bibliográficas). O projeto de pesquisa deve observar as recomendações constantes do “Roteiro para Elaboração de Projeto de Pesquisa” (ver Anexo II, parte integrante deste Edital); 9) Entregar recibo original da taxa de inscrição (depósito bancário no Banco do Brasil). O recibo original será retido pelo Programa e substituído por outro, emitido pela Coordenação, tendo em vista a necessidade de gerenciamento dos recursos pela UFRJ. A taxa de inscrição, no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), será paga no Banco do Brasil, através de depósito na conta corrente 170.500-8, agência 4201-3; 1º código identificador: 1531151523628883-7; 2º código identificador: o CPF do candidato;

0 (sete) serão eliminados. In: ROMANO. José Murilo de.0 (sete) serão eliminados. Neste caso.ed. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria. São Paulo: Global Editora. 2) Prova oral de arguição do projeto de pesquisa e do Curriculum Vitae com os candidatos aprovados na etapa anterior. A prova de língua estrangeira não será eliminatória. Enciclopédia Einaudi. . não terá direito a bolsa no primeiro ano do curso. devendo o candidato anexar aos documentos exigidos para a inscrição o comprovante que fundamenta sua solicitação. valendo para fins de prazo a data do carimbo postal. 2000. p. BARTH. Lisboa: Imprensa Nacional / Casa da Moeda. Os candidatos que não atingirem a nota mínima 7. Neste caso. O guru. São Paulo: Companhia das Letras. Da prova não deve constar qualquer elemento que permita a identificação do candidato. O candidato poderá consultar dicionário da língua escolhida. Serão aceitos certificados ou diplomas de último nível de cursos de línguas estrangeiras oficialmente reconhecidos pelas autoridades competentes. nos termos do item sete (07) do tópico II. FREYRE. Será exigida a nota mínima 7. 296-332.). 1990. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. 1995. Bronislaw. constituída de tradução de um texto. Não serão aceitos documentos enviados eletronicamente. III .BIBLIOGRAFIA PARA A PROVA ESCRITA BACZKO. OBSERVAÇÕES 1) Os residentes fora do Rio de Janeiro poderão enviar a documentação pelo correio. via Sedex. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. O candidato que não for aprovado na segunda prova será desligado do programa. IV . os documentos serão descartados. Imaginação social. deverá ser assinalada. Fredrik. Gilberto. Findo este prazo. 3) Prova de competência em leitura de uma língua estrangeira. com duração de 4 (quatro) horas. 1985. podendo ser repetida após seis meses de ingresso no Programa. Casa-grande & senzala. Ruggiero (Dir. sendo vedado o uso de dicionário com tradução para o português. Os candidatos que não atingirem a nota mínima 7. o candidato reprovado na primeira prova. 5.2 10) Todas as regras acima devem ser rigorosamente cumpridas como condição para a homologação da inscrição. no formulário de inscrição. Norbert. 2) Os candidatos não selecionados poderão reaver os documentos apresentados para a inscrição até 60 (sessenta) dias após a divulgação do resultado final. Formação da sociedade brasileira sob o regime patriarcal. vol.0 (sete). 48. a solicitação de dispensa. O processo civilizador: uma história dos costumes. o iniciador e outras variações antropológicas. CARVALHO. sem consulta. ELIAS.EXAME DE SELEÇÃO 1) Prova escrita. 2003.

0 (sete) ou superior. às 9hs30min. OBSERVAÇÃO Os pedidos de vistas e revisão de provas deverão ser encaminhados ao PPGHIS nos dois dias úteis que se seguirem à divulgação oficial dos resultados de cada etapa. LE GOFF. 2) Divulgação da relação de candidatos cujas inscrições tenham sido homologadas: 28 de outubro de 2013. 9) Divulgação do resultado final: 25 de novembro de 2013. São Paulo: Companhia das Letras. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente.0 (quatro). às 16hs. d) maior idade. São Paulo: Companhia das Letras. às 9hs30min. THOMPSON. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Mitos e mitologias políticas. . SAID. 1998. Raoul.CALENDÁRIO DO EXAME DE SELEÇÃO 1) Período de inscrição: 29 de julho a 21 de outubro de 2013.RESULTADOS 1) Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem como média final grau 7. peso 6. 1990. Edward Palmer. VI . 8) Prova de língua estrangeira: 21 de novembro de 2013. A nota da prova de língua estrangeira não será considerada para o cômputo da média final. Karl. 5) Provas orais: entre 11 e 13 de novembro de 2013. Giovanni. Rio de Janeiro: Campus / Elsevier. História e memória. a partir das 9h. projeto de pesquisa + prova oral (entrevista). Costumes em comum. peso 4. 7) Divulgação dos candidatos aprovados no projeto e na prova oral e aptos a prosseguirem para próxima etapa: 14 de novembro de 2013. 1987. 2001. A grande transformação: as origens de nossa época. às 18hs. serão utilizados os seguintes critérios de desempate: a) maior nota na prova escrita. b) maior nota no projeto de pesquisa. 2000. às 16hs.0 (seis).3 GIRARDET. por ordem alfabética. Estudos sobre a cultura popular tradicional. Jacques. LEVI. A herança imaterial: trajetória de um exorcista no Piemonte do século XVII. c) maior nota na prova oral. 3) Prova escrita: 4 de novembro de 2013. 4) Divulgação da nota dos aprovados na prova escrita: 8 de novembro de 2013. às 14hs. V . Campinas: Editora da Unicamp. São Paulo: Companhia das Letras. 2) Caso necessário. POLANYI. A média final resultará das seguintes ponderações: prova escrita. 2011. Edward.

4 VII .COMISSÃO DE SELEÇÃO Integrantes Titulares José Augusto Pádua (presidente) Andréa Casa Nova Maia Marcos Bretas Monica Lima e Souza Maria Aparecida Rezende Mota Integrantes Suplentes Beatriz Catão Cruz Santos Cacilda Machado Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Seleção. Ana Beatriz Pinheiro Sandra Helena Ribeiro Santos Fábio Paiva de Souza Secretaria do PPGHIS . 29 de julho de 2013. Rio de Janeiro.

história urbana. população. à produção e ao consumo cultural nas épocas moderna e contemporânea. família e imigração (colônia e império). 1994).5 ANEXO I Temas de Orientação dos Professores do PPGHIS Andréa Casa Nova Maia Doutora em História (UFF. às práticas de representação seiscentistas e setecentistas no Brasil. Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. Os artífices – oficiais mecânicos e Instituições. Ordens regulares e irmandades leigas. questões relacionadas ao uso da metodologia da história oral na produção de conhecimento em História do Brasil Contemporâneo. Sociedade e Política. elite política. Temas de orientação: história econômica e social da América portuguesa. regime militar) e historiografia brasileira. demografia histórica. Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. Temas de orientação: No mundo luso-brasileiro (séculos XVI-XVIII): Igreja Católica e monarquia portuguesa. Cacilda Machado
 Doutora em História (UFRJ. memória e relações de poder. Temas de orientação: questões relacionadas à história do livro e das práticas de leitura. história econômica e social do Brasil Império e história econômica e social do Império português. da arte. Sociedade e Cultura. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. 2001). 1996). Andréa Daher Doutora em História (ÉcoledesHautesÉtudes. Festas. . parentesco. Sociedade e Política. 2002). Sociedade e Política. história das representações. Linha de pesquisa: Sociedade e Economia. cerimônias e rituais. à escrita da história no século XX. 2005) Linha de pesquisa: Sociedade e Economia. Temas de orientação: história do Brasil republicano (movimentos sociais. Sociedade e Cultura. da moda e da cultura visual no Brasil contemporâneo. Práticas religiosas e sociais. Temas de orientação: história social da cultura e do trabalho no Brasil republicano. Culto dos santos. séculos XVIXVIII. Carlos Fico Doutor em História Social (USP. 2000). Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. Beatriz Catão Cruz Santos Doutora em História (UFF. Temas de orientação: escravidão. Antonio Carlos Jucá de Sampaio Doutor em História (UFF.

Temas de Orientação: história dos intelectuais na Idade Moderna. 1997). história das religiosidades populares no mundo luso-brasileiro. Temas de orientação: HistóriaAmbiental (especialmenteFlorestas e Agroecossistemas). séculos XVI-XVII. Fernando Luiz Vale Castro Doutor em História (PUC-Rio. 2007). Temas de orientação: Cultura e política nas Américas. Igreja católica no Brasil e na América ibérica. Sociedade e Cultura. história das idéias. História Regional e Territorial. 1975). 1990). História das PolíticasAmbientais. Linha de pesquisa: Sociedade e Economia. Felipe Charbel Teixeira Doutor em História (PUC-RJ. 1998). XVI-XIX. Linhas de pesquisa: Sociedade e Economia. Linhas de Pesquisa: Sociedade e Política. 1996). economia do império português. história da Companhia de Jesus. teoria da História. relações de gênero e cultura. José Augusto Pádua Doutor em Ciência Política (IUPERJ. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. séculos XVI-XVIII. raça. . Sociedade e Cultura. 2008). 1995). Sociedade e Política. Temas de orientação: história e historiografia da Cultura (século XX). elites econômicas do século XIX (Brasil). Sociedade e Cultura. história agrária do século XIX (Brasil). José Murilo de Carvalho Doutor em Ciência Política (Stanford University. Temas de orientação: história política do Brasil republicano e da América ibérica. Jessie Jane Vieira de Sousa Doutora em História Social (UFRJ. João Luís Ribeiro Fragoso Doutor em História (UFF. Historia da Ciência. história dos conceitos e dos discursos políticos (séculos XV e XVI). história das ciências. messianismos e milenarismos luso-brasileiros. Temas de orientação: economia e sociedade coloniais. diplomatas e diplomacia no Brasil e na América Latina. História das Idéiassobre a Natureza e osRecursosNaturais no Brasil. intelectuais brasileiros e latinoamericanos (séculos XIX e XX). Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. história intelectual do Renascimento. nação e abolicionismo nas Américas. Sociedade e Cultura. Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. Sociedade e Política. Sociedade e Cultura. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. séculos XVI-XIX.6 Carlos ZillerCamenietzki Doutor em Filosofia (Université de Paris IV – Sorbonne. Temas de orientação: história de Portugal (cultura e política). Jacqueline Hermann Doutora em História Social (UFF. séculos.

Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. Temas de orientação: história da arte e da arquitetura nos séculos XII a XVIII. Linha de pesquisa: Sociedade e Economia. Sociedade e Cultura. 1991). Sociedade e Política. Temas de orientação: demografia histórica da escravidão. Sociedade e Cultura. crime e agentes de controle social no Brasil dos séculos XIX e XX. questõesrelacionadasàsinterpretações do Brasilnosséculos XIX e XX. Manoela Pedroza Doutora em Ciências Sociais (Unicamp. história das religiões. Linhas de pesquisas: Sociedade e Cultura. Maria Beatriz de Mello e Souza Doutora em História da Arte (Université de Paris I. história cultural. Lise Fernanda Sedrez Doutora em História (Stanford University. 2008). história econômica e social das transformações do mundo rural brasileiro. Sociedade e Política. Linha de pesquisa: Sociedade e Cultura. movimentos sociais rurais no Brasil contemporâneo. história de desastres. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. Temas de orientação: história da América ibérica colonial (séculos XVI . históriaintelectual. história dos direitos de propriedade da terra no Brasil. Igreja Católica e religiosidade no Brasil e no mundo ibérico colonial. história moderna das Américas. Temas de orientação: história agrária e conflitos agrários no Brasil. estudosemhistória e literaturaoitocentistas.XVIII). violência. Temas de orientação: história ambiental. história social e reprodução social do campesinato brasileiro. Juliana Beatriz Almeida de Souza Doutora em História (UFF. nação. com ênfase nos séculos XIX e XX. 1996). cidadania: conceituação e construção histórica. 2002). Linhas de pesquisa: Sociedade e Economia.7 Temas de orientação: história das idéias. história das idéias (civilização. Temas de orientação: teoria e metodologia da história. Marcos Luiz Bretas da Fonseca Doutor em História (The Open University. história urbana. história das políticas ambientais. 1998). 1995). Manolo Garcia Florentino Doutor em História (UFF. Maria Aparecida Rezende Mota DoutoraemHistória Social (PPGHIS. . história social da escravidão na África e nas Américas. UFRJ. tradição. história da ciência. Temas de orientação: relações entre povo e Estado. 2005). progresso e modernidade). Linhas de pesquisa: Sociedade e Economia. história da historiografia.

Marta Mega de Andrade Doutora em História (USP. estudos historiográficos. minorias e movimentos de resistência política. Sociedade e Economia. Temas de orientação: teoria e metodologia da história. estudos de teoria e filosofia da História. Norma Côrtes Doutora em Ciência Política (IUPERJ. com ênfase na antiguidade grega. 2008) Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. Temas de orientação: historiografia das relações raciais em perspectiva comparada. cultura material e espaço social. Temas de orientação: história da África no século XIX. história da filosofia. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. Monica Lima e Souza Doutora em História Social (UFF. Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. história oral e memória. teoria e metodologia das ciências humanas e sociais. . Sociedade e Cultura. historiografia. história e sentimentos morais. Sociedade e Cultura. 1998). Linha de pesquisa: Sociedade e Política. Renato Luís do Couto Neto e Lemos Doutor em História (UFF. Monica Grin Doutora em Ciência Política (IUPERJ. Linha de pesquisa: Sociedade e Política. 2000). história da historiografia. representações pós-Auschwitz. Linha de pesquisa: Sociedade e Política. Temas de orientação: história política do Brasil contemporâneo. Temas de orientação: história política do Brasil republicano. Sociedade e Cultura. Linhas de Pesquisa: Sociedade e Política. cultura política no Rio de Janeiro contemporâneo. história das mulheres e das concepções de gênero. cultura e inteligência no Brasil republicano. 1991). VitorIzecksohn DoutoremHistória (University of New Hampshire. Temas de Orientação: história e historiografia da antiguidade grega e helenística. relações entre Brasil e África nos séculos XVIII e XIX. história das idéias: teoria e tradições intelectuais. Temas de orientação: práticas e representações da esquerda contemporânea. abolicionismo numa perspectiva atlântica. estudos sobre a participação dos militares na política. 2001). Sociedade e Cultura. 1997). Linhas de pesquisa: Sociedade e Política. história do pensamento social e político brasileiro. estudos judaicos séculos XIX e XX. imprensa e mídia. 2001). 2001). história oral. ditadura e democracia na América Latina.8 Maria Paula Nascimento Araújo Doutora em Ciência Política (IUPERJ. racismos e racialismos no mundo contemporâneo. Marieta de Moraes Ferreira Doutora em História (UFF.

ordens regulares.9 Temas de orientação: História dos Estados Unidos. história militar. festas religiosas no Império brasileiro. oratória sagrada em Portugal e nos territórios coloniais durante o Antigo Regime. Linha de Pesquisa: Sociedade e cultura. clero diocesano e associações religiosas leigas em Portugal e nos domínios ultramarinos. . manuais de devoção e tratados de perfeição espiritual na época moderna. Pensamento Político Latino-Americano. processos de construção do Estado nas Américas. Temas de orientação: práticas de religiosidade e modelos de santidade feminina na época moderna. 2001). séculos XVI-XIX. William de Souza Martins Doutor em História Social (USP.

Objetivos Trata-se de definir e apontar as metas da investigação. de referência a autor(es). que exponham um ordenamento lógico (um objetivo geral e os restantes. neste sentido. Não se trata. o objeto de pesquisa. tais como analisar. ou conceituais. especialmente em relação às balizas cronológicas. ao longo da investigação. salientando. da historiografia contemporânea (ou a outros campos das ciências sociais) – a serem mobilizados na pesquisa. discutir. É conveniente. 1. que dê conta. Instituto de História. Os objetivos devem ser apresentados em tópicos iniciados por verbos indicativos de ação. deve ser exposto. Todas as afirmações – e isto vale para qualquer item do projeto e para qualquer trabalho acadêmico – devem estar acompanhadas de argumentação própria ou. deve-se apresentar um comentário crítico acerca de obras que tratam do tema da pesquisa. Os marcos cronológicos e espaciais devem estar indicados. É conveniente. pelo leitor. de uma simples enumeração de obras. categorias e conceitos. pressupostos e conceitos especificamente relacionados a uma tendência. de forma a possibilitar uma primeira compreensão. o título do projeto. ou correntes historiográficas (ou outros campos das ciências sociais).1. da delimitação espaço-temporal e da questão central a ser investigada. do projeto. assim como as razões para tal escolha. examinar. também. Sobre o título do projeto O título deve transmitir uma idéia geral sobre o trabalho. portanto. o grau do curso pretendido (Mestrado) e o ano. isto é. a discussão das obras referentes às bases teóricas.10 ANEXO II Roteiro para elaboração de Projeto de Pesquisa Recomendação prévia Na folha de rosto devem estar indicados o nome do candidato. quando for o caso. específicos) e que cada um dos objetivos específicos corresponda a cada uma das hipóteses. brevemente. demonstrar. no interior do . 2. no infinitivo.2. aqui. expor os principais recursos teóricos – concepções. 1. formando um conjunto logicamente coerente. Não se deve incluir. ou corrente. a delimitação espacial e temporal. a escassez de trabalhos sobre o tema. a formulação do(s) problema(s) a ser(em) desenvolvido(s). ou seja. também. entre outros. caso tais informações não estejam presentes no título. Essa plataforma teórica constitui um universo de princípios. com clareza. mas de debater autores. Programa de Pós-graduação em História Social). Cabe estabelecer. ou destacando o fato de tratar-se de uma nova abordagem. situar o projeto na(s) área(s) de conhecimento histórico pertinente(s) e destacar a relevância da pesquisa. comparar. Discussão bibliográfica Em seguida. 3. a linha de pesquisa. os dados institucionais (Universidade Federal do Rio de Janeiro. Introdução 1. do grau de conhecimento do autor do projeto acerca do assunto em questão. Delimitação do objeto Neste item. no âmbito do tema mais geral da pesquisa. Perspectiva(s) teórica(s) Trata-se de problematizar teoricamente a questão a ser investigada. quando for o caso. É recomendável a presença de um subtítulo explicativo.

também. também. portanto. enunciados prévios a serem verificados. Essa tipologia é a condição para a exposição do tratamento mais apropriado ao exame das fontes.). hipótese é o que se pretende demonstrar e não o que já se tem demonstrado evidente. apresentada de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ver ABNT/NBR 6023). ou seja. gravuras. Hipóteses são.11 qual o trabalho do pesquisador se fundamenta e se desenvolve. com evidência prévia. cuja demonstração permite alcançar as várias etapas que se pretende atingir para a construção total do tratamento do problema a ser investigado. 5. 6. que não se deve confundir hipótese com pressuposto. de modo a tornar compreensível como o pesquisador vai lidar com elas. é aconselhável apresentá-las – uma hipótese central e as demais. iconográficos. desde o ponto de partida. fotografias etc. 6. com a indicação de sua localização (arquivos. sub-hipóteses – sob a forma de tópicos. frente ao problema proposto. bibliotecas. Vale notar que as fontes não são repositórios neutros. correspondência. As hipóteses complementares (ou sub-hipóteses) são enunciados de caráter particular. instituições de pesquisa. Fontes Neste item deve constar o arrolamento do material documental levantado – organizado de acordo com a tipologia indicada no tópico anterior –. Neste sentido. seções de jornais. Metodologia e fontes Por metodologia entende-se a descrição dos meios. instrumentos e atividades técnicas necessários ao tratamento do problema. Referências bibliográficas Trata-se da listagem das obras mencionadas no projeto. é necessário apresentar uma tipologia. a partir das fontes. Ressalte-se. É importante frisar que esse quadro teórico precisa ser enunciado de forma a tornar compreensível sua consistência. entrevistas. em função de sua especificidade. resultados aos quais se imagina poder chegar. coerência e compatibilidade. Obviamente. a formulação de hipóteses leva em conta a(s) perspectiva(s) teórica(s) que fundamenta(m) a argumentação. registros de óbito. sob suas diversas formas (processos jurídicos.2.). em relação ao tratamento do(s) problema(s) a ser(em) enfrentados(s) – isto é. ao objeto da pesquisa. o tema/problema central que o trabalho se propõe a desenvolver e demonstrar. panfletos. meios digitais). romances. Observe-se que a hipótese central é. orais etc. adotados a título provisório como diretrizes da investigação. Referências 6. Para isso. . exigindo um exame adequado. pinturas. explicitar a natureza dos diversos materiais (textuais. preferencialmente correspondentes aos objetivos a serem alcançados. 4.1. Hipóteses As hipóteses de uma pesquisa histórica são afirmações provisórias.