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SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE

2ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE
RELATÓRIO FINAL

LONDRINA, Pr 09 e10 de julho de 2004

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34 35 361. 37 38 39 40 41 42 43

TEMA I

POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE
A PNCTI/S deve pautar-se pelo “compromisso ético e social de melhoria – a curto, médio e longo prazos – das condições de saúde da população brasileira, considerando particularmente as diferenciações regionais, buscando a equidade” (1ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde, 1994). Os três princípios básicos são: • • • a busca da equidade em saúde; o respeito à vida e à dignidade das pessoas; a pluralidade metodológica.

442. O compromisso de combater a desigualdade no campo da saúde é um dos 45 princípios básicos da PNCTI/S e deve orientar todos os aspectos, todas as suas 46 escolhas, em todos os momentos. 473. 48 49 50 51 52 53 544. 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 665. 67 68 69 70 O respeito à vida e à dignidade das pessoas é o fundamento ético básico da PNCTI/S. Toda atenção deve ser dada à questão da ética na pesquisa em saúde, devendo ser registrados os avanços alcançados no âmbito da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em conjunto com os comitês institucionais de ética em pesquisa (Ceps). A obediência a esse princípio depende também da adequada capacitação de recursos humanos. É compromisso primordial da PNCTI/S assegurar o desenvolvimento e implementação de padrões elevados de ética na pesquisa em saúde. A PNCTI/S deve instituir mecanismos que assegurem o cumprimento desses padrões éticos no território nacional, para empresas públicas e privadas, nacionais e internacionais, na perspectiva da segurança e dignidade dos sujeitos de pesquisa, de acordo com a resolução CNS 196/96 e normas complementares. Deve-se ainda estimular a criação e o fortalecimento dos comitês locais de ética em pesquisa e aprimorar o sistema de revisão e aprovação ética de pesquisas envolvendo seres humanos. A responsabilidade quanto a qualquer dano à saúde dos indivíduos envolvidos deve ser exigida, assim como o fortalecimento do controle social nos comitês de ética em pesquisa (12ª Conferência Nacional de Saúde). O princípio da pluralidade refere-se à abertura da PNCTI/S a todas as abordagens metodológicas disponíveis e adequadas ao avanço do conhecimento e solução dos problemas científicos e tecnológicos pertinentes. Isso implica igualmente a valorização das diferentes áreas do conhecimento em saúde, respeitando-se suas respectivas definições de validade e rigor metodológico.

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71 EIXOS CONDUTORES DA POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E 72 INOVAÇÃO EM SAÚDE 736. 74 75 76 77 78 79 80 817. 82 83 84 85 86 87 88 898. 90 91 92 93 94 95 96 97 98 999. 100 101 102 Para que a PNCTI/S esteja em consonância com seus princípios, ela deverá pautar-se pela: (1) extensividade – capacidade de intervir nos vários pontos da cadeia do conhecimento; (2) inclusividade – inserção dos produtores, financiadores e usuários da produção técnico-científica; (3) seletividade – capacidade de indução; (4) complementaridade entre as lógicas da indução e espontaneidade; (5) competitividade – forma de seleção dos projetos técnicos e científicos; (6) mérito relativo à qualidade dos projetos; e (7) relevância social e econômica – caráter de utilidade dos conhecimentos produzidos. A extensividade inclui todos os tipos de pesquisas: a pesquisa básica que visa ao avanço do conhecimento e à ligada a aplicação, que alia a produção de conhecimentos novos à utilização na solução de problemas; a pesquisa aplicada ou tecnológica, que produz novos modos de fazer e novos produtos; e a pesquisa operacional, voltada para a solução de problemas na operação de programas de provisão de bens, serviços e ações de saúde. Estas categorias aplicam-se aos campos científicos da saúde pública, da clínica e das biociências (12ª Conferência Nacional de Saúde, 2003). A inclusividade refere-se à inserção de instituições e de atores envolvidos nas ações de CT&I/S. A PNCTI/S deve induzir, apoiar e promover a produção desenvolvida pelas universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde, empresas do setor produtivo e organizações não-governamentais. Além de considerar os produtores de conhecimentos técnico-científicos, a PNCTI/S deve incluir as instituições envolvidas no financiamento, na distribuição e no uso das informações técnico-científicas, a saber: os gestores públicos da pesquisa científica e da política de saúde, e das demais políticas públicas, os empresários do setor produtivo, e representantes da sociedade civil organizada, responsáveis pelo controle social. A seletividade diz respeito à necessidade de aumentar a capacidade indutora do sistema de fomento científico e tecnológico. Ou seja, busca direcionar o fomento com base numa escolha de prioridades, por meio da construção de uma agenda, coerente com a Política Nacional de Saúde.

10310. A complementaridade considera a necessidade de sustentar a pesquisa em 104 saúde como exercício de lógicas complementares, combinando capacidade 105 indutiva e atendimento à demanda espontânea. Dessa forma, preserva-se a 106 criatividade, inerente à atividade científica, sem perder de vista as necessidades 107 de pesquisa e desenvolvimento próprias do país. 10811. A competitividade deve orientar as ações de fomento no âmbito da PNCTI/S. A 109 competição entre diferentes projetos deve ser o requisito básico que garanta a 110 transparência nos critérios de financiamento e a racionalidade das escolhas em 111 relação às prioridades definidas. 11212. O mérito científico, tecnológico e ético são requisitos fundamentais para garantir 113 a alta qualidade das ações de P&D e CT&I financiadas pela sociedade (12ª 114 Conferência Nacional de Saúde, 2003). 3 3

e g) formação e capacitação de recursos 127 humanos. tecnologia e inovação. Como parte dessa estratégia. diversificação e garantia de continuidade de fontes de financiamento 143 para ações de P&D em saúde nas empresas. visão de futuro e construção da 132 capacitação nacional em ciência. 131 demanda conscientização e mobilização política. Requer a mobilização da totalidade da 155 capacidade instalada de pesquisa. pós-graduação 139 acadêmica e profissionalizante. 14617. tecnologia e inovação. 13616. f) difusão dos 126 avanços científicos e tecnológicos. institutos de pesquisa e instituições de ensino superior. TECNOLOGIA E 120 INOVAÇÃO EM SAÚDE 12114. As estratégias da PNCTI/S são: a) sustentação e fortalecimento do esforço 122 nacional em ciência. no 147 que se refere ao intercâmbio de tecnologias para produção de medicamentos. Os conselhos de 157 saúde. A relevância social e econômica. 148 preservativos e outros produtos para prevenção. seja no sentido do avanço do conhecimento. É necessário ainda. desenvolvimento tecnológico e inovação em 156 saúde. Esta estratégia. estimular a cooperação técnica horizontal entre países. e) aprimoramento da capacidade regulatória do Estado. pautadas pelos valores da solidariedade entre os povos e respeito 135 à soberania nacional. 2003). 2003). b) criação do sistema nacional de 123 inovação em saúde. 152 Criação do Sistema Nacional de Inovação em Saúde 15318. 116 como da aplicação dos resultados à solução de problemas. A criação desse sistema é importante para garantir a autonomia nacional e a 154 superação do atraso tecnológico. e o desenvolvimento da capacidade de gestão e realização 145 das ações de CT&I nas três esferas de governo. como condição de desenvolvimento sustentável e bem-estar. d) superação das desigualdades 125 regionais. deve-se incluir: a articulação com os órgãos 137 responsáveis pela formação de novos pesquisadores e apoio às iniciativas de 138 iniciação científica nos cursos de graduação profissional. 128 129 Sustentação e o Fortalecimento do Esforço Nacional em Ciência.11513. logística. a articulação permanente com as 144 políticas públicas. Tecnologia e Inovação em Saúde 13015. o investimento na melhoria da infra-estrutura de 140 pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde com especial atenção para os 141 hospitais de ensino. deve ser o alvo 117 principal das atividades científicas e tecnológicas (12ª Conferência Nacional de 118 Saúde. são componentes importantes dessa mobilização. para responder e se 133 antecipar às necessidades do país. A intersetorialidade e a cooperação 134 internacional. incluindo outros órgãos numa perspectiva intersetorial. nas três esferas de governo. devem incentivar e promover discussões 4 4 . a 142 ampliação. promoção. reabilitação. operacionalização e outros 150 conhecimentos necessários ao controle adequado dos principais problemas de 151 saúde da população (12ª Conferência Nacional de Saúde. c) construção da agenda de prioridades para pesquisa e 124 desenvolvimento tecnológico em saúde. 119 ESTRATÉGIAS DA POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. 149 capacitação dos trabalhadores da saúde.

2003). 2003). reagentes para diagnóstico. Os nichos com potencial elevado de sucesso são: a produção de vacinas. respeitando 201 e valorizando a biodiversidade nacional e subsidiando a produção e distribuição 202 de medicamentos essenciais (12ª Conferência Nacional de Saúde. Para o setor da indústria farmacêutica as estratégias propostas são: a) em curto 190 prazo: a definição de medicamentos-alvo com ênfase em farmoquímicos. financiamento e 178 incentivo à P&D nas empresas. Assim. política de compras. 17021. 16019. estabelecimentos de linhas de crédito para investimento em P&D. defesa da propriedade 179 intelectual. priorizar o investimento em desenvolvimento e 199 produção de medicamentos. que atendam as doenças e problemas de saúde 200 prevalentes. 16420. equipamentos e materiais. os programas de “incubação” 187 para novas empresas. É necessário ainda sempre. bem como garantir auto-suficiência nos itens 169 estratégicos para o país (12ª Conferência Nacional de Saúde. elevado grau de inovação e interesse social marcante do 171 setor saúde. Dado o alto dinamismo. 5 5 . o fortalecimento do conhecimento 186 tradicional e do potencial para gerar inovações. utilizando. o cancelamento contábil das 188 despesas correntes em P&D. É essencial consolidar o papel do Ministério da Saúde na implementação de 165 políticas de desenvolvimento do complexo produtivo da saúde. 19824. A política de 180 estímulo à inovação deve ser pautada pela seletividade.158 159 sobre as demandas em tecnologia para a saúde (12ª Conferência Nacional de Saúde. 194 b) em médio prazo: identificação de nichos tecnológicos com potencial de 195 sucesso. e os incentivos fiscais. A articulação intersetorial é necessária à integração da produção científica e 161 tecnológica com o setor produtivo. instituições de ensino superior e 167 empresas nacionais. fármacos e 175 medicamentos homeopáticos e alopáticos. maior grau de confiança 181 na parceria com as indústrias e maior interação entre serviços de saúde e 182 complexo produtivo. O Estado 176 deve ter papel destacado na promoção e regulação desse complexo industrial. 18322. 174 imunobiológicos. o 193 fortalecimento da capacidade de realização de ensaios clínicos de fitoterápicos. 2003). Os principais instrumentos da política de inovação são: o fortalecimento dos 184 mecanismos de apoio dos fundos setoriais à P&D. integrando 166 centros de pesquisa. busca-se diminuir a dependência nacional no campo 168 tecnológico e produtivo. fitomedicamentos. ele se constitui em campo privilegiado para a elaboração e 172 implementação de políticas industriais e de inovação articuladas à política de 173 saúde. privilegiando a produção de caráter nacional. crédito fiscal e deduções especiais. 18923. o 191 cadastramento das competências e disponibilidades nacionais em P&D. e c) 196 em longo prazo: invenção de novas moléculas (Fórum de Competitividade da 197 Cadeia Produtiva Farmacêutica). estímulo às parcerias e investimentos em infra-estrutura. público e privado. a 192 criação de programa de bolsas para desenvolvimento tecnológico. a formação e capacitação de 185 recursos humanos para as atividades de P&D. 177 através de ações convergentes para apoio à competitividade. Entre as ações destacam162 se a implementação de projetos cooperativos e multi-institucionais e o 163 fortalecimento da capacidade de gestão tecnológica. laboratórios oficiais.

No setor de equipamentos e materiais de consumo. 2003).20325. e o estímulo a mecanismos eficientes de transferência 210 de tecnologias para vacinas tecnologicamente avançadas. equipamentos e medicamentos. a garantia de 218 compra e outros incentivos e o fortalecimento da capacidade de realização de 219 ensaios clínicos (plataforma brasileira para ensaios clínicos). insumos e outros meios 228 auxiliares para assegurar a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências 229 físicas. É um processo técnico e político que envolve o conjunto dos atores sociais 239 comprometidos com a PNCTI/S – gestores da política de saúde. 2003). 24530. agências de 240 fomento. pesquisadores. criar parques 226 tecnológicos regionais para P&D e formação de profissionais especializados em 227 equipamentos de saúde. a modernização organizacional. 21126. o estímulo à criação de empresas nacionais de biotecnologia. A construção da agenda deve estar voltada para o esforço de prospecção. visando não apenas a 205 produção de vacinas conhecidas mas o desenvolvimento de novas vacinas. e desenvolver equipamentos. 23028. (12ª Conferência Nacional de Saúde. Deve considerar as necessidades 242 nacionais e regionais de saúde e ser capaz de aumentar a indução seletiva para 243 a produção de conhecimentos e bens materiais e processuais nas áreas 244 prioritárias para o desenvolvimento das políticas sociais. setor produtivo. o 208 estímulo aos investimentos em P&D no país pelos produtores nacionais e 209 internacionais de vacinas. no 246 sentido de adiantar-se às necessidades de novos conhecimentos exigidos pela 6 6 . a 206 elaboração e implantação de uma política de exportação para a produção 207 nacional. Para o setor de produção de vacinas as estratégias propostas são: a criação do 204 programa nacional de competitividade em vacinas. deve-se: incentivar a 223 pesquisa e o desenvolvimento de equipamentos para o setor saúde com patente 224 nacional. Ainda com relação ao sistema nacional de inovação é necessário buscar 231 parcerias com outras nações a fim de revisar o acordo internacional sobre 232 patentes de insumos. a capacitação de pessoal 215 estratégico. 2003). para garantir que os 233 avanços tecnológicos que favoreçam a vida sejam considerados como de 234 propriedade e utilidade pública (12ª Conferência Nacional de Saúde. o apoio á indústria nacional do complexo 217 produtivo da saúde. inclusive o financiamento de projetos de P&D. enfatizando os estudos sobre equipamentos e tecnologias destinados 225 aos hospitais e laboratórios e serviços de saúde do SUS. 235 236 AGENDA DE PRIORIDADES PARA PESQUISA E DESENVOLVIMENTO 237 TECNOLÓGICO EM SAÚDE 23829. gerencial e da 214 estrutura jurídico-institucional desses laboratórios. a certificação nacional e internacional das fábricas segundo os 216 princípios de biossegurança exigidos. da capacidade 220 produtiva e da capacidade regulatória do Estado e da proteção à propriedade 221 intelectual. Como passos para a realização dessas estratégias são fundamentais: a aliança 212 entre os laboratórios públicos produtores de vacinas. 22227. com a definição de nichos 213 de especialização entre eles. sociedade civil organizada (12ª 241 Conferência Nacional de Saúde.

dos usuários dos serviços e dos 290 trabalhadores do setor saúde para o aprimoramento e ampliação dessas 291 prioridades. 3) aqueles que podem ser 263 enfrentados com a melhoria do custo-efetividade das intervenções disponíveis. com o objetivo. A agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde. o atendimento às necessidades de saúde nem sempre depende da pesquisa em saúde e. Por um lado. Assim. 25331. com estímulo a estudos integrados de caráter 275 multiprofissional e interdisciplinar. 28135. ainda que baseada nas necessidades de saúde da população. Esses temas foram escolhidos por pesquisadores e gestores da área 288 de saúde. atualizados. epidemiologia. em especial. 28636. Deve incorporar pesquisas em biociências. e 264 4) aqueles que não são enfrentáveis com as intervenções disponíveis. Para lidar 265 com os três últimos grupos de problemas será necessária a contribuição da 266 pesquisa científica e tecnológica de diversa natureza. A base técnica deve incorporar as melhores ferramentas e as 255 evidências atuais. 25832. sendo necessário sistemas de informações técnico-científicas 256 e de saúde acessíveis. coadunar257 se com os princípios e eixos condutores da PNCTI/S. em demografia. não será idêntica a esta. Deve ainda. deverá ser levada em consideração pelas agências 278 de fomento científico e tecnológico. A agenda deve estar baseada nos conhecimentos científicos e tecnológicos 254 mais atuais. de 273 produzir novos conhecimentos e práticas voltados para a prevenção. eles estão sendo submetidos à consulta pública. constituindo-se em um dos critérios para 279 aprovação de projetos. conceitos. tendo em vista a relevância dos mesmos para os 280 problemas de saúde pública (12ª Conferência Nacional de Saúde. 274 e reabilitação da saúde. Atualmente. em ciências agrárias. O Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretária de Ciência. 272 engenharias. além de orientar o 277 fomento no âmbito do SUS. com o 289 objetivo de ouvir a voz. promoção. 271 clínica. em química. Portanto. em serviços de saúde. Tecnologia e 282 Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (Decit/SCTIE) vem trabalhando no 283 processo de construção da Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em 284 Saúde. nem sempre há. 27634. essa agenda. Dessa forma. em ciências sociais. dentre outras. Foi definido um conjunto de subagendas que contemplam temas prioritários de 287 pesquisa. no campo do saber e das práticas científicas e tecnológicas. as contribuições de todos os segmentos sociais 7 7 . métodos ou ferramentas adequadas para o atendimento das necessidades por meio da pesquisa. 2) aqueles que podem ser enfrentados com a melhoria 262 da eficiência das intervenções disponíveis. 27033. a agenda de 267 prioridades deverá contemplar desde a pesquisa básica até a operacional. principalmente. ter um 268 escopo abrangente e pluralista de abordagens teórico-conceituais e 269 metodológicas.247 248 249 250 251 252 transformação rápida e permanente do mundo moderno. em ciências humanas. Em qualquer país ou região podem ser identificados quatro grandes grupos de 259 problemas prioritários em saúde: 1) aqueles que podem ser enfrentados com 260 uma combinação de intervenções disponíveis e aumento da cobertura da 261 população que os utiliza. válidos e confiáveis. por outro. 2003). Essa Agenda é um dos alvos estratégicos da reformulação do papel do 285 Ministério da Saúde no ordenamento do esforço nacional de pesquisa em saúde.

envolvendo as três esferas de governo. segurança e eficiência no uso de novos processos e produtos. Esta política deve envolver pesquisadores. conforme critérios estabelecidos nas leis 8080/90 e 8142/90. 8 . Com base nas necessidades identificadas elaborar um plano de incorporação de tecnologias e de pesquisas regionais para avaliação do impacto social. que é dispor de 313 informações técnicas e científicas indispensáveis para fundamentar o processo 314 de tomada de decisão. O fomento à pesquisa 302 respeitando as vocações regionais e a elaboração de editais de apoio a pesquisa 303 que associem o fortalecimento da infra-estrutura de pesquisa e a formação de 304 recursos humanos. propõe as seguintes 318 ações para aprimoramento da capacidade regulatória do estado: 319 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 8 a) Estruturar uma política de avaliação de tecnologias em saúde. As iniciativas. A articulação entre ações do governo federal. usuários e profissionais de saúde. prestadores de serviços. trabalhadores e usuários nos resultados das ações e serviços de saúde. na formação de 300 redes de pesquisa ou na elaboração das demandas para o sistema de CT&I/S 301 são exemplos de programas mobilizadores importantes. 316 Estado e sociedade. Desta forma. gestores. 305 306 Aprimoramento da Capacidade Regulatória 30738. b) Avaliar em todos os âmbitos do sistema de saúde a necessidade de aquisição e incorporação de tecnologias e equipamentos para facilitar o desempenho no trabalho e aumentar a confiança de gestores. são outras estratégias a serem implementadas. 31739. que têm forte impacto sobre diversos campos científicos e 315 contribui para o estabelecimento de um novo patamar nas relações entre ciência. dos centros de investigação científica e de 309 desenvolvimento tecnológico e de organizações voltadas para o controle social. dos estados e dos municípios é 297 fundamental para redução dessas desigualdades. 295 Superação das Desigualdades Regionais 29637. para subsidiar a tomada de decisão acerca da incorporação crítica e independente de produtos e processos. A 12ª Conferência Nacional de Saúde. realizada em 2003.292 293 294 envolvidos no processo de consolidação do Sistema Único de Saúde serão contempladas na construção da Agenda. 310 Tal estratégia visa ampliar a capacidade de produzir conhecimentos para 311 qualificar as decisões no âmbito da gestão pública. definindo mecanismos intersetoriais que avaliem a eficácia. Ministério da Saúde e secretarias de saúde. ambiental e sobre a saúde decorrente do uso das mesmas. buscando a melhor relação custo/efetividade. em 298 implementação pelo MCT. Pode ser realizado por meio da formação de redes com a participação de órgãos 308 executivos e legislativos regulatórios. em 299 parceria com as fundações estaduais de amparo à pesquisa. será possível 312 suprir uma das maiores necessidades nas sociedades modernas.

profissionais de saúde e sociedade civil. visual e auditiva. valorizando os 367 artigos nelas publicados (12ª Conferência Nacional de Saúde. através de amplo debate com a participação das três esferas de governo. da comunidade científica. televisiva e mídia eletrônica. dos ministérios do Meio Ambiente e Agricultura entre outros. visam aprimorar a capacidade regulatória 9 9 . 366 desde que sejam de relevância para a saúde pública e o SUS. independentemente de terem sido 361 publicados pelos veículos tradicionais de divulgação científica. empresários. novas tecnologias na melhoria. buscando maior equidade regional. Eleger indicadores de avaliação e formas de difusão da produção científica 370 valorizando as publicações nacionais e outras formas de disseminação dos 371 resultados de pesquisa buscando favorecer a disseminação das informações 372 científicas para a sociedade (12ª Conferência Nacional de Saúde. divulgados com clareza para a sociedade. bem como das implicações e repercussões no campo da bioética. Difusão dos Avanços Científicos e Tecnológicos 35340. A formação e capacitação de recursos humanos. Busca apoiar as iniciativas que facilitam a divulgação científica para 354 pesquisadores. incorporar e utilizar os avanços biotecnológicos em saúde. assegurando a 362 linguagem adequada aos portadores de necessidades especiais. das empresas que desenvolvem pesquisas com transgenia. Ampliar os canais de divulgação dos resultados das pesquisas nacionais por 359 intermédio da imprensa escrita. pessoas 363 portadores de deficiências física. 36542. voltados para a 360 sociedade civil e para o controle social. 2003). admitindo somente as pesquisas com clonagem de células ou tecidos humanos com finalidades terapêuticas. 373 374 Formação e Capacitação de Recursos Humanos 37544. gestores. Ambas são estratégias importantes para o cumprimento do 357 compromisso ético e social que norteia essa política. sob qualquer circunstância. 2003). 35841. 36943. f) Opor-se à clonagem de seres humanos. com ênfase na análise. Além disso 368 incentivar divulgação e produção científica em revistas internacionais. de raça/etnia e de orientação sexual. e) Criar mecanismos e critérios rigorosos de regulação e regulamentação do uso dos transgênicos. 355 A finalidade é garantir a apropriação social ampla dos benefícios da ciência e da 356 tecnologia em saúde. de gênero. avaliar. por meio de cursos de pós376 graduação lato sensu e stricto sensu. (12ª Conferência Nacional de 364 Saúde. monitoramento e gerenciamento da biosegurança.335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 351 352 c) Incorporar após avaliação criteriosa. 2003). d) Definir. implementação e modernização do sistema de saúde. com garantia de acesso e amplo controle social. Assegurar apoio às revistas científicas editadas em língua portuguesa no Brasil.

como ferramenta indutora do desenvolvimento tecnológico. O fomento deve estar pautado nos princípios e nos eixos condutores 412 explicitados nessa política e a coordenação das atividades de P&D. vinculado a essa agência. Dentre as ações dessa política estão: a 395 manutenção e a ampliação da infra-estrutura de P&D. desenvolver a produção e o uso do conhecimento científico e tecnológico nos programas. deve estar em consonância com as estratégias da PNCTI/S. No campo da política tecnológica. Cabe ressaltar a importância de se efetivar o controle social nas instâncias de 417 fomento à pesquisa em saúde. uma vez que 389 os mecanismos de mercado não são suficientes nem para identificar as 390 necessidades nem para gerar os recursos indispensáveis à manutenção desta 391 atividade essencial. a produção de P&D. vale mencionar o papel importante da utilização da capacidade de compra 406 do Estado. a capacidade de articulação com outras agências de fomento da área 411 de CT&I. 39247. Para garantir 414 a democratização do processo de tomada de decisão. TECNOLOGIA E 38846.377 378 379 380 das instituições. a avaliação de tecnologias e a aplicação dos conhecimentos 398 técnicos produzidos. 10 10 . 2003). A 12ª Conferência Nacional de Saúde apontou a necessidade de criar incentivos 382 à iniciação em pesquisa científica e tecnológica na área de saúde nos níveis 383 municipal. 41650. e formar e capacitar os profissionais em ciência e 384 tecnologia (C&T). e a 400 institucionalização do controle social sobre as atividades de pesquisa e 401 desenvolvimento. deve ser criada uma agência de apoio a 408 pesquisa que tenha como características organizacionais. estadual e federal. flexibilidade 409 administrativa e estabilidade gerencial e financeira e. implementar a avaliação de tecnologias em saúde. 40248. como características 410 funcionais. a 404 difusão do progresso técnico e o apoio à inovação. ações e serviços de saúde. a garantia de aplicação dos mecanismos de propriedade 399 intelectual. No que se refere a esta 405 última. No âmbito do Ministério da Saúde. aperfeiçoar a gestão de CT&I/S e outras demandas decorrentes do encaminhamento desta política. deve haver um conselho 415 formado por atores sociais envolvidos na PNCTI/S. o estímulo à participação das empresas nas atividades de P&D. Em cada uma destas ações o papel do Estado é primordial. no âmbito do 413 SUS. a difusão dos produtos científicos e 397 tecnológicos. a formação de recursos 396 humanos qualificados. incluindo a análise anual dos orçamentos 418 previstos e executados pelos conselhos de saúde e a criação de Comissões 419 Temáticas de C&T em Saúde no âmbito dos Conselhos Estaduais de Saúde (12ª 420 Conferência Nacional de Saúde. dentre as ações nas quais a participação do 403 Estado é também imprescindível. 38145. incentivador do processo de inovação e orientador 394 e financiador das atividades de P&D. destacam-se: a modernização industrial. A participação do Estado na condução da PNCTI/S é fundamental. O Estado deve ter atuação destacada como regulador dos fluxos de produção e 393 incorporação de tecnologias. 40749. levando em conta a Agenda Nacional de Prioridades de 385 Pesquisa em Saúde e as necessidades regionais. 386 387 MODELO DE GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL INOVAÇÃO EM SAÚDE DE CIÊNCIA.

Além de novos recursos financeiros para o custeio das atividades de P&D. de informações gerenciais que permita 455 aprimorar as atividades de fomento e avaliação. à semelhança dos sistemas hoje 456 existentes no MCT. Há 442 ainda que se considerar o potencial de recursos financeiros que podem ser 443 gerados pela transferência de tecnologias para o setor privado. A efetividade do modelo de gestão proposto pressupõe a definição do sistema de 464 CT&I/S como um todo. Deve incluir ainda um sistema adequado de comunicação e informação científica. Além das medidas 423 destinadas a otimizar os recursos existentes será necessário buscar novas fontes 424 de receita. atualizado e dinâmico. Além disso são necessários mecanismos de comunicação 461 social voltados à divulgação de conhecimentos técnicos e científicos para a 462 sociedade em geral. além daqueles contidos nos fundos setoriais 435 do Ministério da Ciência e Tecnologia. tomando por referência as bases do financiamento da 439 seguridade social (12ª Conferência Nacional de Saúde. Outro aspecto do modelo de gestão da PNCTI/S refere-se aos recursos 422 financeiros destinados ao fomento de P&D em saúde. 458 em articulação com iniciativas existentes. é 445 necessário ainda ampliar os recursos destinados à infra-estrutura. No que se refere a novos recursos. tais como a plataforma Lattes. 45355. tais como o portal de periódicos 459 científicos da Capes e a biblioteca virtual em saúde pública da Bireme e 460 Ministério da Saúde.0% dos gastos em saúde com P&D 426 no setor. os mesmos devem ser aplicados mediante 449 estratégias de editais de concorrência entre projetos. em especial. 46357. O modelo de gestão da PNCTI/S deve contemplar um sistema de informação 454 técnico-científico. A meta recomendada pelo Global Forum for Health Research é que 425 os países em desenvolvimento destinem 2. Para aumentar a eficiência no uso dos recursos já existentes no Ministério da 429 Saúde. Com isso. com a clara definição de atribuições dos diversos órgãos 11 11 . 45756. 436 como a taxação de atividades econômicas geradoras de danos sanitários e 437 ambientais.42151. 441 que até o momento foram pautados pela lógica estritamente econômica. 42852. reitera-se a necessidade de canalizar para a agência de apoio a pesquisa 430 em saúde os recursos do Tesouro. Para garantir eficiência na 448 aplicação desses recursos. 440 propõe-se imprimir uma lógica de interesse social à atual concepção dos fundos. e instituições de pesquisa em saúde. aqueles provenientes de alíquotas de 431 empréstimos e convênios internacionais destinadas a despesas com P&D e das 432 parcelas de recursos financeiros das agências reguladoras vinculadas ao 433 Ministério da Saúde. alocadas para ações de CT&I/S. 2003). à 446 recuperação e modernização da capacidade de pesquisa dos hospitais de 447 ensino. com recurso originário do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia. do 427 Ministério de Ciência e Tecnologia. A identificação dessas fontes deverá ser inserida na discussão do 438 financiamento da saúde. 43453. Para a ampliação dos 450 investimentos nos Hospitais de Ensino é exigência criar conselho de saúde 451 expandindo o controle social garantindo a participação da comunidade 452 acadêmica e a sociedade civil organizada. 44454. é necessário identificar novas fontes.

484 51.0% dos 490 gastos em saúde com PESQUISA E DESENVOLVIMENTO P&D no setor.2% da arrecadação seja 483 aplicado em CAT. 12 12 . dos sistemas de saúde e C&T. 497 53. Ampliar recursos financeiros para o fomento de pesquisas que possibilitem a 504 participação de usuários. Implementar que os Conselhos de Saúde façam o acompanhamento 470 periódico de estudos sobre o estado geral da pesquisa no Paraná e no Brasil. 508 56. de 2.465 466 federais e estaduais. 467Eixo . Estabelecer princípios de prioridade de acordo com regiões e características 493 especificas na distribuição dos recursos para pesquisas em ciência e 494 tecnologia. garantindo que a distribuição de recursos para pesquisas 495 tecnologia e inovação em saúde seja feita a partir dos dados epidemiológicos 496 e de desenvolvimento social. Que haja maior empenho dos órgãos públicos na aplicação dos projetos. Apoiar e premiar as instituições e serviços de pessoas que utilizem o princípio 480 da complementaridade para o desenvolvimento da inovação em serviços da 481 saúde. profissionais de saúde. objetivando a 506 inovação dos serviços em saúde. Além das medidas destinadas a otimizar os recursos 488 existentes será necessário buscar novas fontes de receita. 510 57. 501 Tecnologias e Inovação em Saúde e a Agenda de Prioridades de Pesquisa 502 em Saúde. Estadual e 511 Municipal nas pesquisas de Ciência e Tecnologia. Distribuir de maneira mais eqüitativa os recursos para a pesquisa em Ciência. para a produção de conhecimento cientifico. 509 Tecnologia e Inovação em Saúde. Outro aspecto do modelo de gestão da POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA.Financiamento 468 469 47. envolvidos na formulação e implementação desta PNCTI/S. 205 482 da constituição do estado para que de fato 0. Sugere-se que a 489 meta recomendada pelo Global Fórum for Health Research . 503 54. em parceria com Instituições 505 Educacionais. garantindo 476 que as auditorias realizadas sejam de conhecimento público. 491 seja cumprida. Criar sistema de auditoria eficiente para que os recursos do MCT sejam 475 utilizados de acordo com a legislação da administração pública. técnico. pós499 graduação e residências para profissionais na área de saúde nas instituições 500 de ensino públicas. 507 55. 474 48. priorizando agenda nacional e 473 submentendo ao CEP. Garantir o financiamento de produção científica e o incentivo a 498 ampliação/implantação de cursos de nível médio. de acordo com a Política Nacional de Ciências. Tecnologia e Inovação em Saúde. 485 TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE – PNCTI/S refere-se aos recursos 486 financeiros destinados ao fomento de PESQUISA E DESENVOLVIMENTO – 487 P&D em saúde. 477 49. Incentivar a criação de fundos municipais de pesquisa para que problemas 478 locais de saúde dos SUS tenham solução 479 50. 471 identificando os campos que deverão receber apoio e financiamento de 472 Ciência. graduação. Concretizar articulações entre ações do Governo Federal. 492 52. através da Fundação Araucária . Reinvidicar ao Governo do Estado do PR o cumprimento do art.

. 549 550 551 552 553 554 555 556 66. Tecnologia e Inovação para as Fundações de amparo à 523 pesquisa. nas três esferas de governo . 518 incentivando os novos talentos e suas potencialidades envolvendo alunos do 519 ensino médio e graduação dos setores público e privado. de deficiências e de orientação sexual. Garantir e incentivar ações permanentes nas Regionais de Saúde em articulação com o setor de educação e nas escolas. o investimento na melhoria da infra-estrutura 529 da pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde com especial atenção 530 para os hospitais de ensino. sejam viabilizados tanto pelos recursos já 533 existentes como também pelo MCT e MEC. para promoção e a educação para a saúde com ênfase na prevenção de doenças e problemas de saúde localmente prioritários.Geral/Patentes 540 541 62. 13 13 . implementação e modernização do sistema de saúde. 538 539Eixo . visando alavancar a formação e capacitação de recursos 514 humanos que atuam no Sistema Único de Saúde para a área da ciência e 515 tecnologia. entidades de direito público a serem instituídas em todos os 524 Estados. Garantir o cumprimento da NOAS/2001 e 2002 com ênfase ao Litoral 548 Paranaense. institutos de pesquisa e instituições de nível 531 superior públicas e privadas. Buscar incentivos fiscais. 544 64. novas tecnologias na melhoria. Incorporar após avaliação criteriosa. 543 63. trabalhador. um mínimo 2% (dois por cento) da receita tributária 522 para Ciência. Que as universidades promovam cursos e seminários na área da saúde 545 para todos os setores e segmentos (usuário. pós-graduação 528 acadêmica e profissionalizante. Criar centros comunitários de criatividade para proporcionar o surgimento de 517 novas idéias e projetos. buscando maior equidade regional. Exigir o cumprimento dos repasses para pesquisa de Ciência. garantindo que o custeio de projetos532 atividades assistenciais de ensino. de gênero.(G4) 67. econômico-financeiro e parcerias nas esferas do 513 setor privado. Colocar em pratica o projeto nacional de informatização do SUS. Tecnologia e 521 Inovações em Saúde. 520 60. Pesquisar e informar a qualidade nutricional dos produtos transgênicos 542 através de pesquisa de campo. 525 61. com garantia de acesso e amplo controle social. 516 59. Como parte da estratégia. gestor e 546 prestador). deve-se incluir: a articulação com órgãos 526 responsáveis pela formação de novos pesquisadores e apoio as iniciativas de 527 iniciação científica nos cursos de graduação profissional. 534Exigir que as diferenças nos repasses previstos na EC-29 nas ações de 535investimentos por parte do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais de 536Saúde que não atingiram o mínimo constitucional sejam obrigatoriamente acrescidas 537ao montante da lei orçamentária do ano seguinte. 547 65. através de parcerias com o setor público e privado. de raça/etnia.512 58.

com relação à Política Nacional de CTIS. Garantir a criação de mecanismos de comunicação entre as Instituições de Ensino Superior (Sistema de Ensino) o setor produtivo e a população interessada para troca de conhecimentos e informações em saúde. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE .PNCTI/S deve incluir as instituições envolvidas no financiamento. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE . apoiar e promover a produção desenvolvida pelas Instituições de Ensino Superior . e das demais políticas públicas. Suprime 77. com acompanhamento do conselho de saúde local. 72. 71. na distribuição e no uso das informações técnico-científicas. Suprime 76. conforme resolução 322 do CNS.PNCTI/S deve induzir. 73. serviços de saúde. Implantar que em todas as escolas publicas condições técnicas e higiênicas. Rever os valores das tabelas SIA/SUS e SIH/SUS para permitir um atendimento integral e universal ao SUS. desde a graduação até a pós-graduação. Incrementar as disciplinas curriculares que abordam o SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE . 80. 70. órgãos formadores e sociedades científicas para o desenvolvimento de projetos e tecnologias inovadoras de interesse à saúde. Apoiar e financiar pesquisas que sejam de interesse do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE . empresas do setor produtivo e organizações não-governamentais e parcerias públicas e privadas. Além de considerar os produtores de conhecimentos técnico-científicos. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE . Suprime. (COLOCAR PROPOSTA EIXO FINANCIAMENTO G4) 35A Que os gestores do SUS. acelerando o processo de pesquisa e desenvolvimento. 74. responsáveis pelo controle social. os empresários do setor produtivo. educativas com o objetivo de orientar a população. 81. Dar prioridade e incentivar 14 .S . disponibilizando campo de pesquisa. Exigir que o Estado e a União invistam efetivamente em ações de saúde. incentivar e financiar campanhas publicitárias. Aprimorar a parceria com as Instituições de Ensino Superior. A inclusividade refere-se à inserção de instituições e de atores envolvidos nas ações de CIÊNCIA.SUS. Solicitar aos médicos e odontológos que no receituário seja dada preferência a medicamentos naturais e/ou genéricos devidamente registrados no M. 75. Criar. desde que a mesma seja aprovada por Comitê de Ética em Pesquisa. 79. de acordo com a Resolução 196/96.557 558 559 560 561 562 563 564 565 566 567 568 569 570 571 572 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 584 585 586 587 588 589 590 591 592 593 594 595 596 597 598 599 600 601 602 603 14 68. a POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. institutos de pesquisa. A POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. e representantes da sociedade civil organizada.CT&I/S. sanitárias e operacionais para a conservação de insumos alimentares. a saber: os gestores públicos da pesquisa científica e da política de saúde. 78. 82. Aqueles gestores que não alocaram o mínimo constitucional sejam obrigados a colocar a diferença financeira no orçamento do exercício seguinte. invistam no mínimo o percentual definido na EC29. pelo menos o mínimo constitucional anual. nos cursos da área de saúde. Agilizar a implantação da NOB /RH/ SUS. 69. de todos os níveis de governo.SUS.

Exigir e garantir dos organismos internacionais que a patente dos produtos da 611 flora e fauna brasileira . 618 88. Empresários. Agilizar e subsidiar a legalização de Patentes Nacionais facilitando as 609 pesquisas e evitando a biopirataria. e 637 indústria farmacêutica. esteja diretamente ligada a responsabilidade ao 612 governo e ao povo brasileiro. Solicitar que o Ministério de Ciência e Tecnologia e o 635 Ministério do Meio Ambiente proporcionem assistência técnica quanto ao 636 agravamento pelo lixo infectante gerado pelos vários órgãos de saúde. olericolas sendo empregados como 605 remédios caseiros na prevenção de determinadas moléstias e complemento 606 para suprir carências nutricionais 607 83. observando a mensuração de flúor 63445. 623 • Aprofundar pesquisas de impactos à saúde e meio ambiente 624 sobre a ação de produtos transgênicos 625 626Eixo . para que garantam qualidade. Exames e tratamento 633 repassado para a Vigilância Sanitária.Meio Ambiente 627 62843. Busca apoiar as iniciativas que facilitam a divulgação cientifica para 650 pesquisadores. 646 48.com especial atenção ao teor 641 de flúor. O mérito técnico científico e a relevância social devem orientar as ações 619 de fomento no âmbito da PNCTIS e devem ser os requisitos básicos 620 para projetos para que se garantam a transparência nos critérios de 621 financiamento e a racionalidade das escolhas em relação às prioridades 622 definidas. suprime) 614 87. ervas. suprime) 608 84.604 pesquisas e uso de plantas. soluções de 647 problemas na implantação de programas ou provisão de bens. 610 85. 649 49. serviços e 648 ações de saúde. serviços de saúde. Assegurar que toda a pesquisa que resultar em beneficio indispensável ao 615 bem-estar e maior longevidade e melhor qualidade de vida deve reverter de 616 forma global a toda a humanidade sem os impedimentos das atuais leis da 617 patente.Pesquisa 644 645 47. 613 86. gestores e profissionais de saúde e sociedade 15 15 . Ampliar pesquisas em epidemiologia. Elaborar um fórum Estadual e Nacional a fim de criar 629 mecanismos e critérios rigorosos de regulamentação dos resíduos hospitalares e 630 resíduos infectantes 63144. 63846. Promover maiores ações intersetoriais de vigilância e controle 639 da água. fonte. Suprime. através da incorporação e desenvolvimento de novas tecnologias de 640 estudos e pesquisas. 642 643Eixo . Exigir e criação pelo Ministério de Ciência e Tecnologia que dê 632 subsidio para o tratamento de águas de mina.

a serem desenvolvidas nos serviços de saúde por trabalhadores e usuários. 60. 51. Tecnologia e Inovação em Saúde. tecnologia e inovação em saúde. garantindo a democratização do acesso à realização de pesquisas segundo critérios estabelecidos. 53. nacional e internacional. para as demais regiões do país. pesquisas e produções científicas desenvolvidos. 63. enfatizando os estudos sobre equipamentos e tecnologias 16 . para sua realização.651 652 653 654 655 656 657 658 659 660 661 662 663 664 665 666 667 668 669 670 671 672 673 674 675 676 677 678 679 680 681 682 683 684 685 686 687 688 689 690 691 692 693 694 695 696 697 16 civil. as exigências contidas na resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. operacionalização e outros conhecimentos necessários ao controle adequado dos principais problemas de saúde da população ) 55. bem como o banco de dados de pesquisa existentes. estimular a operação de forma horizontal técnica horizontal. 56. incorporar e utilizar os avanços biotecnológicos. Que o campo da prática profissional e popular em saúde seja reconhecido como local e objeto para desenvolvimento de pesquisas cientificas . sociedades científicas e serviços. Integrar os sistemas municipal. estadual ao sistema nacional de pesquisas em ciência. com ênfase na analise. estadual e federal. 64. e que todas as pesquisas contemplem. 59. Suprime 52. Estimular a pesquisa visando beneficiar a comunidade em ações de medicina preventiva. Investir mais em pesquisa de medicamentos fitoterápicos e promover sua divulgação. Criar fóruns de discussão. 54. monitoramento e gerenciamento da biosegurança bem como das implicações e repercussões no campo da bioética. capacitação dos trabalhadores da saúde. avaliar. 61. 57. tornando públicos os resultados das mesmas. Estadual e Nacional das pesquisas em Ciência. 62. Definir estratégias para distribuição e disseminação do conhecimento. Ambas estratégias importantes para o cumprimento do compromisso ético e social que norteia essa política. Definir. Reavaliar critérios para o fomento de pesquisas em saúde. No setor de equipamentos e materiais de consumo. É necessário ainda. preservativos e outros produtos para prevenção. Criar incentivos a iniciação em pesquisa cientifica e tecnológica na área de saúde no nível municipal. 65. Promover e financiar as pesquisas em saúde em todos os níveis baseados no principio da pluralidade das necessidades da população. logística. A finalidade è garantir a apropriação social ampla dos benefícios e da ciência e da tecnologia em saúde. Desenvolver mecanismos de articulação entre instituições de ensino superior. Criar e manter os Sistemas Municipal. Suprime) 58. no que se refere a um intercâmbio de tecnologias para produção de medicamentos. Incentivar pesquisas para adequada adição de vitaminas e sais minerais e (oligoelementos) nos produtos alimentares mais consumidos. deve-se: incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de equipamentos para o setor saúde com patente nacional. desconcentrando da Região Sudeste. 50.

deve-se: incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de equipamentos para o setor saúde com patente nacional. independentemente de terem sido publicados pelos veículos tradicionais de divulgação cientifica. melhorando os aspectos nutricionais de forma a evitar os distúrbios patológicos. e desenvolver equipamentos. elevado grau de inovação e interesse social marcante do setor saúde. 72. laboratórios oficiais. 71. públicas e privadas e empresas nacionais. Dado o alto dinamismo. 73.698 699 700 701 702 703 704 705 706 707 708 709 710 711 712 713 714 715 716 717 718 719 720 721 722 723 724 725 726 727 728 729 730 731 732 733 734 735 736 737 738 739 740 741 742 743 744 17 destinados aos hospitais e laboratórios que atendam o SUS. bem como garantir auto suficiência nos itens estratégicos para o país. É essencial consolidar com o papel do Ministério da Saúde da implementação de políticas de desenvolvimento do complexo produtivo da saúde. para que se tornem mais confortáveis e seguros. assegurando a linguagem adequada e de fácil acesso aos portadores de necessidades especiais e de deficiência. Assim. Ampliar. os princípios da ética e pesquisa de acordo com a resolução 196/CNS. 67. e instituições de saúde e/ou que desenvolvam ciência. 70. integrando centros de pesquisas. Ampliar os canais de divulgação dos resultados das pesquisas nacionais por intermédio da imprensa escrita. 69. insumos e outros meios auxiliares para assegurar a acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais e deficiências. Estimular o fomento das pesquisas para saúde preventiva. Modernizar e investir em tecnologias para o desenvolvimento de EPI´s e EPC ´s.com continuidade 66. ele se constitui em campo privilegiado para a elaboração e implementação de políticas industriais e de inovação articuladas à política de saúde. fármacos e medicamentos. criar parques tecnológicos regionais para P&D e formação de profissionais especializados em equipamentos de saúde. Os nichos com potencial elevado de sucesso são: a produção de vacinas e imunobiológicos. e desenvolver equipamentos. criar parques tecnológicos para PESQUISA E DESENVOLVIMENTO – P&D e formação de profissionais especializados em equipamentos de saúde. Fomentar o desenvolvimento do setor primário na produção de alimentos naturais. insumos e outros meios auxiliares para assegurar a acessibilidade de pessoas com deficiências e portadoras de necessidades especiais. O Estado deve ter papel destacado na promoção e regulação 17 . No setor de equipamentos e materiais de consumo. busca-se diminuir a dependência nacional no campo tecnológico e produtivo. voltados para a sociedade civil e para o controle social. televisiva e mídia eletrônica. 68. que possam contribuir para o enriquecimento das dietas alimentares da população. equipamentos e materiais. principalmente os equipamentos de proteção usados pelos trabalhadores em especial a agricultores. tecnologia e inovações em saúde. nutricionais nos indivíduos. medicamentos homeopáticos. desenvolver e fomentar em todos os serviços de saúde. instituições de ensino superior médio e profissionalizante. enfatizando os estudos sobre equipamentos e tecnologias destinados aos hospitais e laboratórios (todos os serviços de saúde do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS e conveniados. fitomedicamentos. reagentes para diagnóstico.

prestador e gestor) o acesso. 82. a bolsas de incentivo para produção científica. 84. 85. 79. Garantir a qualquer pessoa (usuário. a qualificação de Recursos Humanos. Estimular a formação e aperfeiçoamento de recursos humanos especializados na manutenção de equipamentos e serviços de saúde. 86. especialização.745 desse complexo industrial. mestrado e doutorado de Ciência. Tecnologia e Inovação em Saúde em Escolas Estaduais. científico e disponibilizálo com linguagem compreensível e de fácil entendimento à toda a população. políticas de compras. Suprimida 759 76. Implementar a criação de cursos técnicos nas áreas onde haja insuficiência de profissionais para a atenção no SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE . Suprimida 758 75. 83. Tecnologia e Inovação em 760 Saúde de pessoal de nível superior e de nível médio. Criar programas de formação cientifica e profissionalizante dos trabalhadores do SUS. assim. Instituições de Ensino Superior Estaduais. Formar e capacitar profissionais em ciência e tecnologia.Formação/Capacitação em RH 756 757 74. Tecnologia e Inovação em Saúde 80. residência. 18 18 . já que são poucas as oportunidades disponíveis de capacitação para formular demandas de ciência e tecnologia em saúde a partir das necessidades e dos problemas e dos serviços de saúde. através de ações convergentes para apoio à 746 competitividade. (extensiva as entidades sociais não governamentais A política de 750 estimulo a inovação deve ser pautada pela seletividade. levando em conta a agenda nacional de prioridades de pesquisa em saúde e as necessidades regionais. maior grau de 751 confiança na parceria com as industrias e maior interação entre serviços de 752 saúde e complexo produtivo.SUS. financiamento e incentivo à PESQUISA E 747 DESENVOLVIMENTO – P&D nas empresas. 81. estimulo as parcerias e investimentos em infra749 estrutura. que atuam no suporte à 761 pesquisa.autor do projeto. Implementar capacitação permanente de Ciência. Proporcionar preços acessíveis ao material didático. técnico. Municipais. 753 754 755Eixo . defesa da 748 propriedade intelectual. buscando parcerias com a Secretaria da Educação e de Ciência e Tecnologia. Possibilitando. Estimular e participar da formulação de políticas de formação de recursos humanos e capacitação de trabalhadores em pesquisa a nível institucional. 762 763 764 765 766 767 768 769 770 771 772 773 774 775 776 777 778 779 780 781 782 783 784 785 786 787 788 77. Federais e Particulares. com Controle Social. trabalhador. Implementar programas de bolsas em nível médio. Que os trabalhadores e usuários sejam envolvidos desde a elaboração e divulgação como co. 78. Reforçar Ciência.

Organização dos Conselhos/Controle Social 90. . . Suprime 91. Criar sub-agendas que destaquem: .produção e valorização de conhecimento popular. metas e prioridades dos Governos Municipais. Suprime. Suprime) 96.drogadição. dos sistemas de saúde e C&T. ) 97. com a clara definição de atribuições dos diversos órgãos federais. (Aprovam na integra) 104. A efetividade do modelo de gestão proposto pressupõe a definição do sistema de CIÊNCIA. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE . envolvidos na formulação e implementação desta POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. com a devida regulamentação interligando os meios científicos e avaliando a melhor relação custo-benefício para a população. Realizar estudos para incorporação de tecnologia em saúde. Suprime) 98. 93. estaduais e municipais. fazendo com que o mesmo se comprometa. Contemplar em todas as sub-agendas pesquisas com enfoque psicossocial. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE . 89. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE . Suprime) 94.Saúde do adolescente.PNCTI/S deve instituir mecanismos que assegurem 19 . Tecnologia e Inovação em Saúde. Que os Conselhos de Saúde avaliem os planos. 87.Assistência farmacêutica (fitoterapia. Elaborar uma agenda de prioridades regionais conforme o perfil epidemiológico de cada município. ) 95. Que os conselhos estaduais e municipais de saúde criem Comissões. Estaduais e Federal de Ciência. com integração entre universidade e serviço.PNCTI/S assegurar o desenvolvimento e implementação de padrões elevados de ética na pesquisa em saúde. . A POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. alcoolismo e tabagismo. dispor seu conhecimento para a sociedade local. Que o Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia tenha a mesma paridade prevista na legislação que criou e regula os Conselhos de Saúde. acompanhados pelos Conselhos de Saúde. 92.CT&I/S como um todo. .PNCTI/S. Fomentar a participação de outros segmentos nos Conselhos de Ciência e Tecnologias com o intuito de colocar em prática o controle social na área da saúde. 103.789 790 791 792 793 794 795 796 797 798 799 800 801 802 803 804 805 806 807 808 809 810 811 812 813 814 815 816 817 818 819 820 821 822 823 824 825 826 827 828 829 830 831 832 833 834 19 valorizando a qualificação e formação de pesquisadores.doenças crônico-degenerativas. Suprime) 100.). sempre que necessário. Estabelecer vínculo com o profissional (relação de reciprocidade). .) 101. atenção farmacêutica etc. após sua especialização. 88. É compromisso primordial da POLÍTICA NACIONAL DE CIÊNCIA. ( 99. 102. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE .saúde da família.

promover encontros científicos bianuais entre servidores do SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS. FAO e ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS como legítimos instrumentos para limitar ou eliminar o uso de produtos perigosos. na perspectiva da segurança e dignidade dos sujeitos de pesquisa. b) proibir os produtos que já estão proibidos em outros países. As instituições envolvidas deverão: a)estabelecer uma política de diminuição do uso de agrotóxicos. para que se garantam qualidade. Ciência e Tecnologia a restrição e o banimento de substâncias tóxicas já reconhecidas e recomendadas por organizações internacionais como o OIT. A responsabilidade quanto a qualquer dano à saúde dos indivíduos envolvidos deve ser exigida. obrigando os comerciantes a apresentação destacada ou distinta destes produtos em relação aos convencionais. nacionais e internacionais. 106. Deve-se ainda estimular a criação e o fortalecimento dos comitês locais de ética em pesquisa e aprimorar o sistema de revisão e aprovação ética de pesquisas envolvendo seres humanos. permitindo a troca de experiências entre as equipes e o estabelecimento de praticas inovadores.835 836 837 838 839 840 841 842 843 844 845 846 847 848 849 850 851 852 853 854 855 856 857 858 859 860 861 862 863 864 865 866 867 868 869 870 871 872 873 874 875 876 877 878 879 880 881 20 o cumprimento desses padrões éticos no território nacional. nos pontos de venda.CNS 196/96 e normas complementares. 105. estaduais e municipais. TECNOLOGIA E INOVAÇÃO EM SAÚDE – CT&I/S) ocorram em parceria com o Ministério da Educação e Cultura de forma a implementar os currículos vigentes. Suprime 108. 20 . No âmbito dos gestores federais. avanços tecnológicos. Promover maiores ações intersetoriais de vigilância e controle da água. Manter e ampliar os avanços tecnológicos instituídos no SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – SUS. Exigir o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor quanto à rotulagem de produtos de origem transgênica ou que contenham algum elemento de origem transgênica e organismo geneticamente modificado (OGM). 110. aprimorando as soluções de informática que produzam integração e melhoria da qualidade nos serviços. outros) a fim de obtermos dados estatísticos reais para a elaboração de programas de prevenção e reabilitação afim de reduzir a incidência. 107. nos cursos de graduação profissional. de acordo com a resolução CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE . 111. Assegurar que as políticas de Ciência. causas. Tecnologia e Inovação em Saúde (CIÊNCIA.”. Adotar uma divulgação ampla e de fácil acesso para a sociedade. Solicitar ao Ministério da Saúde a realização de uma pesquisa especifica referente as deficiências (números. Promover ações informativas a população sobre os malefícios dos produtos agrotóxicos e dos benefícios da utilização dos produtos agroecológicos através dos meios de comunicação: televisão radio e jornais. Recomendar aos Ministérios da Saúde. pós-graduação acadêmica e profissionalizante. 112. Agricultura. 109. através da incorporação e desenvolvimento de novas tecnologias de estudos e pesquisas. para empresas públicas e privadas. assim como o fortalecimento do controle social nos comitês de ética em pesquisa (12ª Conferência Nacional de Saúde). 113.

3.NOVAS PROPOSTAS APRESENTADAS E NÃO VOTADAS Garantir que haja um levantamento multifatorial causal de todo afastamento funcional por licença de saúde. Garantir subsídios específicos para pesquisa em saúde mental de maneira a contribuir para a melhoria da qualidade da assistência de acordo com os princípios do SUS e que os resultados comprovadamente eficientes venham a fazer parte das políticas municipais. fatores de risco. prognósticos de maneira a contribuir com a política nacional de saúde mental. Garantir pesquisas sobre indicações de saúde mental. 2. 21 21 . estaduais e nacional de saúde mental com aplicação de recursos necessários para viabilização. acidente de trabalho e aposentadoria por doença através de um formulário padronizado a partir do qual possa subsidiar pesquisas para formulação de políticas de saúde do trabalhador.882 883 8841. prevalência. 885 886 887 888 889 890 891 892 893 894 895 896 897 G4 .

898 TEMA II 899 900III. Prioridades de Pesquisa por Subagenda 901 9021. DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS 903 904RESULTADOS DO PRIMEIRO GRUPO: 905 9061.1. DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (DST) 9071.1.1. História natural das doenças sexualmente transmissíveis relacionadas ao 908câncer 9091.1.2. Incidência e prevalência nos diferentes grupos etários e populações 910vulneráveis 911– estudos sentinelas 9121.1.3. Modelos preditivos para epidemias 9131.1.4. Desenvolvimento e validação de novos testes diagnósticos, drogas e vacinas 9141.1.5. Resistência microbiana nas doenças sexualmente transmissíveis 9151.1.6. Estudos etnográficos e sociais 9161.1.7. Fatores de transmissão em populações de risco 9171.1.8. Condições de acesso, aceitação e uso de preservativos 9181.1.9. Sexualidade e doenças sexualmente transmissíveis 9191.1.10. Estudos de relacionamento de bancos de dados 9201.1.11. Vigilância da transmissão vertical da sífilis congênita 921 9221.2. HIV E AIDS 9231.2.1. Novas drogas anti-retrovirais (ARV), vacinas e testes diagnósticos 9241.2.2. Testagem da eficácia de novas formulações, esquemas e estratégias 925terapêuticas 9261.2.3. Resistência aos anti-retrovirais 9271.2.4. Estudos em epidemiologia clínica, molecular e social em HIV-Aids 9281.2.4.1. Incidência, prevalência, mortalidade e sobrevida em grupos etários e 929populações vulneráveis – estudos sentinela 9301.2.4.2. Co-infecções 9311.2.4.3. Marcadores imunológicos 9321.2.4.4. Variabilidade genética do HIV: genotipagem, sorotipagem 9331.2.4.5. Vigilância da transmissão vertical do HIV e dos anti-retrovirais 9341.2.5. Adesão e impacto da terapia anti-retroviral 9351.2.6. Qualidade, impacto e resolutividade da assistência e atenção em saúde. 936estudos de qualidade 9371.2.7. Estudos de relacionamento de bancos de dados dos sistemas nacionais de 938informação 9391.2.8. Modelos preditivos para construção de cenários futuros 940 941 9421.3. CHAGAS 9431.3.1. Patogênese e interação parasita-hospedeiro 9441.3.2. Resistência do parasito e hospedeiro a quimioterápicos 22 22

9451.3.3. Genética do parasita e vetores, avaliação da capacidade vetorial em áreas de 946baixa transmissão: controle de vetores não domiciliares 9471.3.4. Identificação de novos alvos para drogas e antígenos diagnósticos 9481.3.5. Descoberta e desenvolvimento de novas drogas, métodos diagnósticos e 949indicadores para programas de controle 9501.3.6. Marcadores de prognóstico 9511.3.7. Impacto do tratamento e do controle na morbidade 9521.3.8. Monitoramento da efetividade de inseticidas e emergência de resistência 9531.3.9. Estratégias de controle e vigilância de triatomíneos não domiciliados e em 954áreas de transmissão residual 9551.3.10. Estudos sobre a doença de chagas prioritariamente nas regiões de maior 956prevalência e em expansão. 957 9581.4. ESQUISTOSSOMOSE 9591.4.1. Análise genômica e proteômica como alvos terapêuticos, diagnósticos e de 960vacina 9611.4.2. Desenvolvimento de teste para diagnosticar casos com pequena carga 962parasitária 9631.4.3. Diagnóstico da neuroesquistossomose 9641.4.4. Marcadores de morbidade 9651.4.5. Modelos para controle em área de baixa transmissão 9661.4.6. Inquérito nacional de prevalência da infecção e das formas clínicas 9671.4.7. Controle químico e biológico dos moluscos 9681.4.8. Estudo de novas drogas e do Praziquantel (solução para uso infantil e uso da 969droga na gravidez) 970 9711.5. HEPATITES 9721.5.1. Prevalência das hepatites e suas complicações 9731.5.2. Cinética viral, resistência medicamentosa, interações vírus-hospedeiro, novos 974vírus, modelos experimentais 9751.5.3. Co-infecção com HIV/ HTLV e polimorfismo genético 9761.5.4. Transmissão das hepatites virais prioritariamente nas regiões de maior 977prevalência e em expansão. 9781.5.5. Estratégias custo/efetivas para a prevenção, diagnóstico e permanência das 979hepatites 9801.5.6. Modelos de busca ativa de casos e sistema de informação 9811.5.7. Transporte e armazenamento de imunobiológicos 9821.5.8. Novas vacinas, esquema de vacinação em populações especiais 9831.5.9. Novos fármacos: estudos clínicos e pré-clínicos, antivirais, anti-fibróticos, 984imunomoduladores e bioequivalência 9851.5.10. Desenvolvimento e validação de novos testes: screening para hepatites 986virais, 987testes para quantificar fibrose e atividade inflamatória hepática 9881.5.11. Fatores que influenciam na resposta terapêutica, qualidade de vida, 989tratamento em populações especiais 990 9911.6. LEPTOSPIROSES 23 23

9921.6.1. Fatores de risco para transmissão peridomiciliar 9931.6.2. Fatores do parasito e do hospedeiro associados ao desenvolvimento de 994formas 995graves, especialmente os relacionados ao desenvolvimento de formas pulmonares 996hemorrágicas e do sistema nervoso central 9971.6.3. Papel de diferentes hospedeiros na transmissão da leptospirose urbana 9981.6.4. Antígenos recombinantes: diagnóstico na fase inicial da infecção, uso na 999imunovigilância e no desenvolvimento de vacinas 10001.6.5. Desenvolvimento de testes rápidos para diagnóstico na fase inicial 10011.6.6. Desenvolvimento e validação do método de ELISA para imunovigilância 10021.6.7. Avaliação do tratamento de curta duração 1003 10041.7. HANSENÍASE 10051.7.1. Identificação de alvos para diagnóstico e tratamento utilizando genômica e 1006bioinformática 10071.7.2. Estudos de patogênese incluindo reações adversas ao tratamento 10081.7.3. Desenvolvimento de drogas para tratamento mais curto da hanseníase 10091.7.4. Reavaliação da necessidade de biópsia para confirmação diagnóstica 10101.7.5. Desenvolvimento de modelos para avaliar a capacidade de transmissão dos 1011portadores 10121.7.6. Desenvolvimento de pesquisas qualitativas sobre a percepção da pessoa 1013atingida pela hanseníase, familiares, trabalhadores de saúde e sociedade sobre a 1014doença. 10151.7.7. Desenvolvimento de pesquisas de monitoramento e avaliação sobre as 1016condições de funcionamento dos antigos hospitais-colônias existentes no país, 1017contemplando a percepção das pessoas atingidas pela hanseníase. 10181.7.8. Estudo sobre as causas de abandono do tratamento. 10191.7.9. Estudos para verificação do impacto das ações desenvolvidas no país pelo 1020Programa Nacional de Eliminação da Hanseníase desenvolvido pelo Ministério da 1021Saúde MS. 10221.7.10. Desenvolvimento de novas estratégias, busca ativa de casos novos, 1023prevenção e controle para melhoria do diagnóstico e intervenção precoce. 10241.7.11. Estudo de quantitativos e qualitativos sobre a cadeia de transmissão da 1025doença. 1026 10271.8. ARBOVIROSES E ROBOVIROSES 10281.8.1. Pesquisas de vetores: animais-reservatório e controle vetorial 10291.8.2. Estudos sobre os ecossistemas ligados a arboviroses e roboviroses 10301.8.3. Quadro clínico e prognóstico das arboviroses e roboviroses 10311.8.4. Infecção, tipificação, quantificação e transformação de mosquitos em 1032laboratório 10331.8.5. Modelos experimentais de transmissão 10341.8.6. Identificação viral e desenvolvimento de métodos rápidos para diagnóstico 10351.8.7. Novos vírus causadores de doença 10361.8.8. Epidemiologia molecular dos vírus 10371.8.9. Determinação de populações de risco 10381.8.10. Fatores prognósticos de gravidade em hantavirose 24 24

10391.4.12.8.9.10.10.2. Relação patógeno-hospedeiro em tuberculose 10511. Atividade bactericida precoce “EBA” de novas drogas no tratamento da 1057tuberculose.8. Estratégias para ampliação de acesso a métodos efetivos de tratamento e 1082prevenção 10831. TUBERCULOSE 10501.3.10. Esquemas terapêuticos para casos de tuberculose resistente às drogas e 1054tratamento das formas latentes 10551.5.9.16.8.6. Seqüenciamento do genoma do Anopheles e manipulação genética para 1073controle do vetor 10741.9. Estudos sobre vigilância epidemiológica: níveis de anticorpos populacionais.10. Desenvolvimento de métodos de controle para a região amazônica 25 25 . MALÁRIA 10721.9. Bioinformática e genômica aplicada para identificação de alvos para drogas. 1047controle de roedores 1048 10491.9.6.9. incluindo aquelas para uso 1077na gravidez 10781. Causas de abandono do tratamento antituberculose 10561.14.10.1.2. Desenvolvimento de métodos diagnósticos 10411. Produção de vacinas e anti-soros contra os vírus 10451.10.10.9. Desenvolvimento de indicadores para avaliar o impacto do controle da 1084doença 10851. Descoberta de antígenos candidatos para vacina 10801. Desenvolvimento de métodos de bioinformática para identificação de 1042sítiosalvo 1043de drogas.9.3. Novas estratégias de controle para melhoria do diagnóstico e identificação 1061precoce 10621. Alvos moleculares específicos para desenvolvimento de fármacos 1059antituberculose 10601. Bioequivalência e biodisponibilidade das drogas antituberculose produzidas no 1065Brasil 10661.9.8.4.11.8. Desenvolvimento e avaliação de combinação de drogas 10791.10. Pesquisas operacionais em tuberculose nos serviços básicos de saúde do 1067SUS: 1068estratégia de Pesquisa em Sistemas de Saúde – Organização Mundial da Saúde1069OMS 1070 10711.9.9. 1075vacinas e diagnóstico 10761.10.8. Descoberta e desenvolvimento de novas drogas. Tratamento e métodos de prevenção para crianças e gestantes 10811.10.5.8.10.7.13.15. Distribuição e prevalência da doença: fatores sócio-demográficos e população 1063genotípica do patógeno 10641. Complicações secundárias ao uso da vacina 10461.8.9.9. Patologia de viroses na vigilância epidemiológica 10401.1.7. vacinas e testes diagnósticos 10441. Marcadores microbiológicos e imunológicos de cura ou recidiva: avaliação 1052precoce da resposta terapêutica de novos esquemas terapêuticos antituberculose 10531. resistente ou não: implementação e validação interlaboratorial 10581.

3.12.11.11.1. transgênicos) 11311.11. entomológicos e virológicos: observatórios de alerta 1107de dengue 11081.14.11.4. testagem de imunobiológicos.11. fatores de risco individuais 11191.1. Identificação de áreas potenciais para teste de vacinas contra dengue.1.1. Avaliação da carga de morbidade e impacto econômico social da dengue 1113em diferentes grupos populacionais e regiões do país 11141. Epidemiologia e clínica 10901.1.1.11. Novos marcadores/instrumentos para prognóstico e diagnóstico precoce do 1102processo de aumento da permeabilidade vascular 11031. circulação de 1128vírus em vetores (transmissão horizontal e vertical) 11291. Manifestações não usuais do dengue nos seus diferentes aspectos: 1118freqüência.11.2.1086 10871. bioecologia do vetor. Novas estratégias de monitoramento rápido para análises integradas de 1106dados clínico-epidemiológicos. gravidade.1.1.11. metabolismo de vetores. Novas metodologias de controle das populações de vetores: impedir a 1109circulação viral 11101.2.2.9.11.2.11.8.13.1. manutenção de circulação endêmica e evolução clínica 1092grave 10931.11. Validação dos critérios OMS para definição de caso de dengue 1099hemorrágica/ Síndrome de Choque de Dengue utilizados na vigilância 1100epidemiológica 11011.1. DENGUE 1088 10891. Estudos de competência e capacidade vetorial (Aedes aegypti e Aedes 1127albopictus): genética. interação vírus .1.11. Desenvolvimento de modelo animal para dengue hemorrágico/ Síndrome 1122do Choque do Dengue: avanço nos estudos da fisiopatogenia. Avaliação da resistência e seus mecanismos 26 26 .11. Novos métodos para construção de indicadores entomológicos/ risco 1096epidemiológico 1097 10981. Novas metodologias de monitoramento das populações de vetores: 1104subsidiar o processo de decisão-ação mediante indicadores de risco de transmissão 11051.11.10.vetor.5.2.11. Estudos de eficiência e impacto das ações que são desenvolvidas pelo 1111Programa Nacional de Controle de Dengue 11121. 1123prevenção. 1116incidência de casos e vírus circulantes 11171.1. 1124 11251.1. Perfis sorológicos para arbovírus (infecções primárias e secundárias) das 1094populações com diferentes coberturas vacinais para febre amarela 10951. Modelos preditivos do risco de transmissão da infecção pelo vírus da 1091dengue para epidemias. Novas formulações e produtos químicos (sintéticos e naturais) e biológicos 1130(semioquímicos. tratamento.11. Controle de vetores 11261. Aspectos fisiopatológicos e resposta imune (citosinas e outros 1120mediadores) associados à gravidade clínica do dengue 11211.7. 1115mediante diagnóstico da situação de imunidade de grupo (inquéritos sorológicos).11.6.3.1.2.1.11.11.1.11.11.1. inibidores de crescimento.

Avaliação da produtividade de criadouros 11371.3.9. Antígeno do vírus da dengue.11. Diferenciação de infecções primárias e secundárias 11481.4. Leishmaniose tegumentar americana 11711.3.11.11. para 1152utilização nos kits de diagnóstico 11531.2.1. bem como a partir de 1161amostras obtidas de vetores 11621. Anticorpos monoclonais no país.11. Métodos de identificação viral dentro do gênero Flavivirus.11.2.11.11. Doenças respiratórias virais e bacterianas 11751. populações humanas e controle de 1142vetores.3. Métodos quantitativos para determinação de carga viral em pacientes 11661. Leishmaniose visceral (calazar) 11721. Antigenicidade de proteínas de vírus brasileiros.12.11321. Metodologias para medidas da infestação vetorial 11351.7.11.1.12.5.6.11.3.11.2. Elaboração de indicadores do risco de transmissão 11361. tanto para IgM quanto para IgG 11501. 1163como o teste de Reação da Cadeia de Polimerase (Polimerase Chain Reaction – 1164PCR} e suas variantes 11651. dos agentes de saúde no controle da infecção 1143 11441.2.11.12.9. Febre amarela 11731. Meningites virais e bacterianas 1176 1177RESULTADOS DO SEGUNDO GRUPO: 1178 27 27 .5.3.11. Doenças gastrintestinais virais e bacterianas 11741.3.11.12. incluindo 1167iniciadores de grupo e específicos 1168 11691.2.3. Protocolos de metodologias de diferenciação de sorotipos e genótipos.11. Nacionalização de kits de diagnósticos ELISA IgM e IgG.3.3. baculovírus e possivelmente células vegetais. Diagnóstico 11451. incluindo o 1146preparo de antígenos recombinantes 11471.3. Expressão de proteínas virais recombinantes em sistemas heterólogos 1151como leveduras. dentre outros.12. Desenvolvimento e avaliação das estratégias de educação e comunicação 1139no controle da dengue 11401.3.3.11. 1141papel da educação no controle da infecção.11.2.2.12. Estudos sócio-culturais: aspectos sociais da transmissão da dengue.12.2.4.6. Avaliação de impacto do manejo ambiental no controle da dengue e 1133vigilância entomológica 11341. inclusive a partir de peptídeos sintéticos 1159obtidos por análise das amostras circulantes 11601. papel. OUTRAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS PRIORITÁRIAS 11701. 11541.11.6.11.5.3. Testes rápidos como a imunocromatografia e a reação de aglutinação de 1149látex. Epidemiologia molecular a partir de casos humanos.3.8.12. Desenvolvimento e validação de novas metodologias 11381.7.11.2.4.10.10.8. como um possível instrumental de 1155diagnóstico 11561.11. Aprimoramento das técnicas de imuno-histoquímica aplicáveis na vigilância 1157de casos fatais 11581.3.11.

ATEROTROMBOSE – doenças cerebrovasculares.8. com 1218ênfase nas técnicas de terapia celular 12192.1.15.13.1.5 Estudo de tratamento adequado e potencial de modificação da evolução da 1220doença.13.14.11791. Morbimortalidade e custo socioeconômico 12252. Fatores de risco 28 28 .2.15.13. Identificação de novos alvos para tratamento 11821.13.2.6. Estudos do risco ambiental (incluindo análise espacial). Identificação de alvos para vacina 11831. medicamentos e teste diagnóstico 1201 12021.4. Eficiência e competência vetorial e de reservatórios 11891. Estabelecimento de plataformas tecnológicas para desenvolvimento de 1200vacinas.5. doença arterial 1223coronariana e doença arterial periférica 12242. Desenvolvimento pré-clínico e clínico de novas drogas incluindo fitoterápicos.1.1. Sistema de informação e modelos de predição de epidemias 11981.15.2.14.14.15. biológico e 1190comportamental em doenças transmissíveis 1191 11921.3. Desenvolvimento de métodos precoces de diagnóstico e tratamento.13.13.1.13.14. imunológicos e teciduais 11871.3. HIPERTENSÃO ARTERIAL. Fatores de risco 12162.14.1. Mecanismos fisiopatológicos 12172. vigilância e controle 12051.2. Desenvolvimento de regras de diagnóstico e prognóstico 11991. Desenvolvimento de instrumentos de bioinformática para análise de 1196genomas 11971.2.3.14.7.13.2. Impacto de tecnologias e políticas de prevenção. 1221 12222. Morbimortalidade. custo socioeconômico e adesão ao tratamento 12152. DIABETES MELLITUS E OBESIDADE 12142.1.13. Identificação de marcadores genéticos.2. Identificação de novos alvos para diagnóstico 11811.13. Métodos de identificação e tipagem de patógenos 11951. Mecanismos de imunidade e imunopatogênese das infecções e co-infecções 11881. Novos métodos e estratégias de controle vetorial 1207 12082.4. Novos métodos de diagnóstico para as doenças transmissíveis 11941. Custo-efetividade e custo-benefício das intervenções 12061.3.1. AVALIAÇÃO DE INTERVENÇÕES E ESTRATÉGIAS EM POLÍTICAS DE 1203SAÚDE 12041. NOVOS INSTRUMENTOS 11931.5. 1184homeopáticos e vacinas 11851.6.4.1.1.9.2. Elucidação de mecanismos de resistência às drogas e inseticidas 11861.1.14. DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS 1209 1210Coordenador: Carlos Alberto Machado (SBC e SES-SP) 1211Relatores: Sérgio Sampaio e Sônia Dantas (SAS/ MS) 1212 12132. NOVOS CONHECIMENTOS 11801.

4. Efetividade das terapias disponíveis 12442.3.4.5. Estudos de intervenção.4.7. Diferenças regionais 12502.7.4.4.7.7.6. Desenvolvimento de métodos precoces de diagnóstico e tratamento.3.3.6. Detecção precoce e a evolução da doença 1255 12562.4.6.3. Fatores de risco 12512. Causa de aposentadoria precoce 12432.6.2. Impacto das doenças respiratórias nos serviços de emergência do SUS 12322.4. Morbimortalidade e custo socioeconômico 12582. NEOPLASIAS 12472.7. Construção e seleção de indicadores epidemiológicos para monitoramento e 1271vigilância dos fatores de risco. Doenças respiratórias e comprometimento da qualidade de vida. Mecanismos fisiopatológicos 12272.4.2. caso controle das doenças não 1267transmissíveis 12682.5. Letalidade 12492. DOENÇAS RESPIRATÓRIAS – asma e doença pulmonar obstrutiva crônica 12312. Prevalência em adultos 12402. em situações específicas. OSTEOARTICULAR – artrites (artroses) não especificadas e doenças da 1238coluna (especificamente lombar e cervical) 12392. Estudos de corte e.5.3.5. com 1253ênfase nas técnicas de terapia celular 12542.5.2. Mecanismos fisiopatológicos 12522. Prevalência segundo faixa etária 12332.5.5.1.5. Diagnóstico precoce e tratamento adequado e potencial de modificação da 1259evolução da doença 12602.5. com 1228ênfase nas técnicas de terapia celular 1229 12302.3. absenteísmo 1234no trabalho e na escola 12352. Estudos sobre o mecanismo da doença 1261 12622.3.2.3.4.1. Estudos de tendência temporal das doenças não transmissíveis nas diversas 1265regiões do país 12662. nas diversas regiões do país. Desafios da fisiopatologia e tratamento 1245 12462.6.1.2.3. Impacto da doença osteoarticular nos serviços de atendimento ambulatorial 12412.1. Desafios no conhecimento da etiopatogenia e tratamento 1236 12372. PRIORIDADES COMUNS AO CONJUNTO DAS DOENÇAS NÃO 1263TRANSMISSÍVEIS: 12642. Desenvolvimento de métodos precoces de diagnóstico e tratamento. morbidade e mortalidade por doenças crônicas não 1272transmissíveis 29 29 .2.7.5. NEFROPATIAS 12572.3.3.12262.6.1. Episódios recorrentes de incapacitação temporária 12422. Morbimortalidade e custo socioeconômico 12482.4. para avaliação do 1269impacto das ações de controle 12702.4.4.2.

7. Representação social 12963. Polimorfismos genéticos e fatores ambientais associados a maior risco 12822. Cultura e sociedade 12953. Saúde mental e gênero 12983.1. transplantes.1. Estudos sobre carga global da doença mental na população brasileira 13063.7.1. compostos e formulações. Desenvolvimento de novos diagnósticos.5.6.3.7.11. qualidade de vida e saúde mental 13003. Desenvolvimento e teste de modelos para estudos de adesão aos tratamentos 1274e de redes de apoio social aos portadores de doenças não transmissíveis 12752.7.3. Violência e implicações psicossociais 12993. Saúde mental e atenção básica 13183.6. Reabilitação psicossocial 13123.2.10.3. programas e serviços 12852. PROGRAMAS E SERVIÇOS 13103. celulares e moleculares 12762. Indicadores de saúde mental 13053.2. Dispositivos terapêuticos para transtornos mentais severos e persistentes 13143. Urgência e regulação da porta de entrada 30 30 . Desenvolvimento de novos medicamentos.9.8.7.1. Fatores de risco e de proteção.2.1. Descentralização e regionalização para a atenção básica 13193. Ações de promoção da saúde e prevenção dos transtornos 13163.7.1.7.14. Identificação de polimorfismos genéticos e suas interações com fatores 1286ambientais que possam estar associados a um maior risco 12872.1.9.3. cidadania e direitos de pessoas com transtorno mental 12973.8.3.6.4. estigma. Avaliação de políticas. a redução do alto custo e a dependência externa 12812.7.3.1.5. MAGNITUDE.1.7. DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS AGRAVOS EM SAÚDE 1303MENTAL 13043. visando 1280a melhoria do tratamento.13. ENFOQUE TEÓRICO-METODOLÓGICO 12943.1.3.1.3.1.5.3.3. medicinas naturais e terapias 1278complementares) 12792. SAÚDE MENTAL 1292 12933.1. Preconceito. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLITICAS.1.12.3.7. Estudos sobre as políticas públicas de saúde mental 13113. Clínica psicossocial e de inclusão social na rede de atenção 13133.1. Estudos para identificação de grupos populacionais mais vulneráveis 12882.3.3. terapêuticos e de reabilitação 1277(bioengenharia. Estudos para desenvolvimento de métodos de impacto na prevenção das 1289doenças não transmissíveis 1290 12913.2. Mecanismos fisiopatológicos. Eficácia da atenção em saúde mental por equipes disciplinares 13173.1.1.2.1.3. Ecologia social.4. Articulação entre modelos de atenção e de gestão em saúde mental 13153.10. Estudos de custo-efetividade dos métodos diagnósticos e intervenções 1283terapêuticas 12842. Ecologia social e urbana 1301 13023.2.7. terapia celular e gênica. vulnerabilidade e prognóstico de problemas 1307de saúde mental em grupos específicos da população 1308 13093.7.2.12732.

1343PROGRAMAS E SERVIÇOS 13444. reposição volêmica. terapêutica e prognóstico. INTRA E PÓS-HOSPITALAR: ENSAIOS CLÍNICOS E 1356ESTUDOS EXPERIMENTAIS 13574. DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS 13373. 1361insuficiências de múltiplos órgãos e sistemas. 13343. ACIDENTES E TRAUMA 1341 13424.3. programas.14.2. modelos e qualidade. e intoxicações por 1351agrotóxicos. emergência e atenção básica 1354 13554.15. resposta metabólica ao trauma. trauma nas gestantes. projetos e intervenções 1348relacionadas à prevenção da violência. trauma raquimedular.13.17.13203.3. homicídios entre adolescentes e jovens.1. Impacto social das doenças e das intervenções 13323. acidentes de trânsito. família e comunidade. Conhecimento das bases científicas aplicáveis ao manejo das condições 1358traumáticas. 13524.4.2.16. 1350violência sexual. eficiência da assistência psicofarmacológica 13223. Medicalização do sofrimento psíquico. Sistemas e serviços de urgência e emergência: gestão.2. 13313. Elaboração e organização de sistemas de informações epidemiológicas em 1353violência.3.1. com ênfase no 1365diagnóstico por imagem – radiologia intervencionista 1366 31 31 . 1335 13363.4.18 Estudo sobre avaliação e impacto da ausência de CAPS em municípios com 1333menos de 20. idosos e 1363crianças e toxicologia 13644. resposta inflamatória sistêmica.3. Desenvolvimento e avanços de novas tecnologias 13383.1. com ênfase na: assistência respiratória. Efetividade do diagnóstico. acidentes e trauma 13454. ESTUDOS SOBRE A ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS.3. Reforma psiquiátrica: novos atores.19 Saúde Mental. Qualidade de vida e humanização da atenção. resposta imunológica. Organização e avaliação de políticas. Projetos terapêuticos. 1346regulação de fluxo e triagem nas etapas pré. ATENDIMENTO PRÉ.2. VIOLÊNCIA.12.3. com ênfase na 1349violência familiar. desnutrição e 1360infecção no trauma.2.1.3. Novos métodos e técnicas de investigação 1339 13404. uso indevido.11. proteção 1359cerebral. eficácia. suas metodologias e estratégias de 1323participação 13243. com capacitação e 1327participação da família 13283.1.2. protocolos de tratamento operatório. Políticas de atenção à violência.3. acidentes e trauma para urgência. consumo de substâncias psicoativas e álcool.3. acidentes e traumas. estratégias de prevenção e redução de danos para 1325uso abusivo de álcool e outras drogas com ênfase em crianças e adolescente 13263.000 habitantes. intra e pós-hospitalar 13474. medicamentos e outras substâncias.1. Iatrogenia. Saúde mental e trabalho 13213.1. protocolos de tratamento não 1362operatório. AVALIAÇÃO.3. uso adequado. uso 1329abusivo de psicotrópicos e necessidade de acompanhamento e registro obrigatório 1330com justificativa técnica.1.4.4.

1. Efeitos da violência no processo de adoecimento 13754.1.4.1. Adaptação no Brasil. DST/ Aids em mulheres 14075. 13955.4. Relação entre morbimortalidade e o aborto 13925.5.2.4. ACIDENTES E 1368TRAUMA: ESTUDOS QUANTITATIVOS DE BASE POPULACIONAL E ESTUDOS 1369QUALITATIVOS 13704.1. MAGNITUDE. étnico. com ênfase no consumo de álcool 13794. comunitária.3.3.3. Riscos associados às mulheres adolescentes e jovens: uso de drogas.3.4. étnicos e segmentos sociais 13734.4.1. nos 1377diferentes grupos populacionais.4.3.4. doméstica.3. autoinfligida. HIV e adolescência 14085.1.6.3. comunitária.1. Determinantes. HIV em mulheres maiores de 50 anos 14105.1.1. gonorréia.5. Desigualdades sócio-econômicas. Infertilidade 14065.1.5.1. DINÂMICA E COMPREENSÃO DA VIOLÊNCIA.4.1. 1383 13845. Determinantes.3.1. Contracepção e concepção 14055. no trânsito.3.2.4. dos instrumentos de aferição existentes em outros 1380países 13814. Envelhecimento 14135.2. 1394doenças sexualmente transmissíveis/ HIV.3.2.1.1. auto-infligida. Reprodução e HIV 14095.1. Formas de comunicação e educação em saúde para a prevenção de violência.2.1.1. Adolescência e juventude 13935. aborto recorrente e violência 13915. SAÚDE DA MULHER 1385 13865. sexual.1.13674. violência e deficiência.2.3.1.1. Medicalização do corpo feminino nas diferentes fases da vida 13995. étnicos e segmentos sociais) 13784.2. trauma e intoxicações. psicológica.1. Qualidade de vida 32 32 .2.5.5.1.3.5. sexual. Determinantes biológicos e sócio-culturais dos problemas de saúde 1402associados ao climatério 14035.1.1.3.1.3. Determinantes da prática do sexo desprotegido 14125. Etiologia da morbimortalidade relativa aos principais tipos de violência (no 1376trabalho.2. Magnitude e tipos de violência: doméstica. nos diferentes grupos 1372populacionais. Práticas de cuidado à saúde no climatério 14045.1. HPV e câncer de colo uterino 14115. Prevalência de chlamydia.2. Transtornos alimentares 14005.1.4.1.1. no trabalho. 1371institucional.1.1. Estudos sobre os determinantes biológicos e sócio-culturais do 1390aborto. Incidência e prevalência de comportamento violento e vitimização 13744. Atenção e cuidado à saúde 13985. fatores e áreas de risco. no trânsito. 1382acidentes. institucional. repercussões e riscos da maternidade e paternidade na 1396adolescência 13975. MAGNITUDE.1. Aborto 13895. raciais e de gênero e deficiência 14015. DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS DE 1387SAÚDE DA MULHER 13885.1.1.7.

Mulheres com deficiências 14375. Ações de prevenção e controle do câncer de mama e de colo uterino 33 33 .1. Diversidade de orientações sexuais 14365. Sexualidade 14355.9.3.8.1.8. Mulheres na adolescência 14395.9. Relações de gênero. Morbidade obstétrica severa 14195.6. Prevalência de problemas de saúde e mortalidade em diferentes grupos 1427raciais e étnicos 14285.5. Saúde mental 14305.11.2.2.11.1.1. Prevalência do consumo de drogas lícitas e ilícitas 14315. na gravidez e relacionada à DST/Aids e 1450deficiência.7. infantil.2. institucional. doméstica. Acesso e qualidade da atenção à saúde das mulheres no sistema prisional 14605. Acesso e qualidade da atenção à saúde das mulheres com deficiência 14595.1.2. suicídio e violências contra a mulher 14325.8.10.3.1.10.2. Violência 14475. doméstico e a saúde 14415. Avaliação das ações de saúde da mulher na atenção básica 14585.1. Assédio moral.1. saúde e deficiência 14265.1.1. Mulheres HIV positivo 14385.1. Gênero na determinação do sofrimento psíquico e no uso e abuso de 1433substância psicoativas 14345. Determinantes biológicos e sócio-culturais das doenças 1415crônicodegenerativas e incapacidades 14165.4.1. Relações entre trabalho sexual. AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS.1.1.2.2.2.1. Prevalência da anemia falciforme 14295.1.6. rural. etnia.1.1.5.7.3.2.1. PROGRAMAS E SERVIÇOS 14535.3.2.1. Atenção ao aborto ilegal. Suicídio na gravidez 14205.1.1.7.5.6.2.2.11. Sexual.5. raça e etnia 14495.1.1.1. Atenção à saúde do adolescente 14555. incompleto e por malformação fetal 14545. Prevalência de depressão.2.3. Raça. 1445 14465. Agrotóxicos e agravos à saúde reprodutiva 14425.11.6.1.9.9.1. Mortalidade 14485. Programas de prevenção e atenção na violência sexual na adolescência 14575.10.1.2. Sexualidade 14175.3.1.1.14145.10.6.1. Fatores ergonômicos e problemas ocupacionais 14445.3.1.8.1.9. stress e agravo a saúde da mulher. Determinantes e morbimortalidade associados à utilização de tecnologias de 1424parto 14255.10.6. Implicações do processo de amamentação na qualidade de vida da mulher.2.4. Gravidez.10.4.2.8. 1451 14525.7. Trabalho e saúde 14405. Programas de educação sexual e prevenção da gravidez 14565.1.4. no trabalho e na sexualidade 14235. Poluentes ambientais e câncer de mama 14435. parto e puerpério 14185.1.1. Mortalidade materna e seus fatores de vulnerabilidade 14215. 1422com ênfase na saúde mental.2.6.5.1.

Acesso e qualidade da atenção e cuidado à saúde da mulher idosa 14685. acesso e qualidade da assistência e magnitude da 1495prematuridade e do baixo peso ao nascer 14966. Modelos de atenção ao pré-parto.27.19.2. Infância 15016. parto e pós-parto exercido por obstetras.1.2. Qualidade da assistência às urgências e emergências obstétricas 14755. Impacto das políticas de desinstitucionalização em saúde mental nas 1479mulheres 14805. Atenção à gestação de alto risco e às emergências obstétricas 14745.1.2. Avaliação das ações de redução da sífilis congênita 14645.2.1. Determinantes e magnitude da morbimortalidade fetal. SAÚDE DA CRIANÇA 1490 14916.2.9.2.1. hepatites.20. Políticas e ações para redução da mortalidade materna 14765.1.2.1.2.1.23. saúde mental e diabetes 15046.17.2.2.13.10. MAGNITUDE. Determinantes da adesão a práticas sexuais seguras e inseguras 34 34 . violência e acidentes.11.2.14615. Mecanismos básicos.1. Implantação da notificação dos casos de violência contra a mulher 14865.26.1. Efetividade das ações de controle das DST 14655.2.15.3.2. Acesso e qualidade da atenção às mulheres que fazem sexo com mulheres e 1482lésbicas 14835. obesidade. com ênfase em estudos multicêntricos 14986. Efetividade da rede intersetorial que atende mulheres em situação de 1487violência 1488 14896.3. parto e puerpério 14735.21.1.2.2.2. Atenção à saúde mental das mulheres em situação de exclusão social 14815.2. com ênfase nos decorrentes do trabalho 1505infantil 15066. perinatal. deficiência de micronutrientes 15026.3. asma brônquica. Morbidades relacionadas ao uso e não uso de tecnologias no parto 14725.25.1.1. neoplasias. DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS DE 1492SAÚDE DA CRIANÇA 14936. parto e puerpério 14715. 1469enfermeiras obstetras. Determinantes sociais.24.2. clínica e epidemiologia relacionadas a hipertensão 1503arterial.16.2. Impacto das tecnologias conceptivas e contraceptivas nas mulheres 14625.2.2. Período perinatal e primeiro ano de vida 14946. Deficiência. Transmissão vertical de doenças como sífilis. Sistema de referência e contra-referência na gravidez.1.2.3.1. Acesso e qualidade na atenção a saúde aos diferentes grupos raciais e 1477étnicos 14785. parteiras tradicionais 14705.2. Adolescência 15076.2.12.1.18. Impactos diferenciados das ações de saúde do trabalhador nas mulheres e 1484homens 14855.22.1. Acesso e qualidade das tecnologias de reprodução assistida 14635.1.28. infecção pelo HIV e 1499outras retroviroses 15006.2.14. Satisfação da(o) usuária(o) na atenção à gravidez.1. Estado nutricional: desnutrição.2. Efeitos adversos da terapia de reposição hormonal e outras formas 1466terapêuticas 14675. neonatal e 1497anomalias congênitas. hipercolesterolemia.

Promoção do aleitamento materno 15186. PROGRAMAS E SERVIÇOS 15146.3. Período perinatal e infância 15156.3.1.1. família e comunidade 15226.3. SAÚDE DO IDOSO 1544 15457.3.1.1.2.1. Desenvolvimento de tecnologias em banco de leite humano para garantir a 1536qualidade dos produtos e processos 15376.4.4.1. Adolescência 15246. Prevenção primária e secundária da diarréia.2.1. com ênfase nos aspectos 1550ambientais e familiares 15517.2.2.1.1. Modelos assistenciais do infante e da criança 15236.1.3. AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS. Impacto das campanhas de prevenção de condutas de risco e mudanças de 1525comportamento individual em projetos comunitários 15266. Promoção da saúde nas escolas. Violência.5. uso e manipulação de armas. Efetividade de novas tecnologias para atendimento a recém nascidos de alto 1534risco 15356. Período perinatal e primeiro ano de vida 15336.3. Elaboração de curva de crescimento para prematuros e cartão da criança 1538prematura 15396.1.1.3. AVALIAÇÃO. MAGNITUDE. Uso de drogas lícitas e ilícitas 15096.1.2. informação e prevenção de fatores de risco na adolescência 15286.3.1. mecanismos 1510de recuperação de adolescentes em conflito com a lei 15116. infecções respiratórias agudas 1520e desnutrição 15216.2. criminalidade. Organização da família brasileira frente ao envelhecimento 15497.2. Identificação.4.1. DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS DE 1546SAÚDE DO IDOSO 15477. Desenvolvimento de indicadores para acompanhamento 1553 35 35 .1.1. distribuição e vulnerabilidade da população idosa 15527.2.6.2.2. Avaliação dos serviços de saúde quanto às oportunidades perdidas de 1527orientação. bulimia e obesidade 1512 15136.3. acesso.3.5.2.2.4.1. Qualidade e efetividade da atenção pré-natal e ao recém-nascido de alto 1516risco 15176. Registro de eventos vitais 15196.2.3. DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS 15326. Determinantes da anorexia.2.1. Desenvolvimento de instrumentos antropométricos para uso domiciliar 15406.1.2.1.2.2.5.2.15086.1. Impacto do envelhecimento no sistema de saúde 15487.2.2.2.3.1. Determinantes do acesso precário dos adolescentes do sexo masculino aos 1529serviços de saúde 1530 15316.1. Desenvolvimento tecnológico para produção de imunobiológicos contra 1541doenças da infância 1542 15437. Determinantes das condições de vida do idoso.3.1.3.3.1.

2.1.1.1. incontinências. Avaliação da implementação da Política Nacional de Saúde do Idoso (PNSI) e 1566do cuidado ao idoso 15677.4.1. Marcadores preditores genético-moleculares de fragilidade (demência.7.2. disfunção 1583cognitiva. COMPREENSÃO DOS MECANISMOS DAS DOENÇAS ASSOCIADAS AO 1555PROCESSO DE ENVELHECIMENTO 15567.1. Pesquisas sobre transição epidemiológica demográfica e nutricional 15988.1. Mecanismos da imunidade no idoso 1562 15637. da 1574saúde suplementar e instituições asilares 15757.8. hipertensão. Identificação de ações de promoção da saúde e prevenção de agravos 15687. infecções.2. SAÚDE DOS POVOS INDÍGENAS 1594 15958.3.3.5. Desenvolvimento de estratégias para o cuidado do idoso no que se refere a: 1582fragilidade.2.1.3.Inquéritos nutricionais e alimentares para diagnóstico da desnutrição. osteoporose e outras) 15607. PROGRAMAS E 1564SERVIÇOS 15657.3.4. Desenvolvimento e avaliação de estratégias de reabilitação: gerotecnologia 1586assistiva. Desenvolvimento e avaliação de mecanismos de vigilância à saúde da 1580população idosa 15817. reabilitação funcional 15877. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS.2.4.1. Avaliação da qualidade da atenção ao idoso no sistema hospitalar do SUS. edentulismo e outros agravos da saúde 1584bucal. obtenção e utilização de 1578fármacos por idosos 15797.1. DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS 15907.15547.2.3.4.2.3. 15857.3.1.3.Inquéritos sobre as principais doenças crônicas não transmissíveis 36 36 .3. Avaliação do impacto de modelos especificados de atenção e utilização 1569dos serviços de saúde: Programa de Saúde da Família e de Agentes 1570Comunitário de Saúde 15717.3.3.1.3. acessibilidade universal. MAGNITUDE E DINÂMICA DOS PROBLEMAS RELACIONADOS À 1596SAÚDE INDÍGENA 15978. Avaliação dos programas e estratégias de orientação às famílias e aos 1576cuidadores responsáveis por idosos dependentes 15777.1. 1599obesidade e principais doenças carenciais (anemia e hipovitaminose A) 16008. instabilidade. cardiopatias e controle de peso.1. 1559doenças de Alzeimer. AVALIAÇÃO.2. doenças cardio e cerebrovasculares. Desenvolvimento e validação de instrumentos de aferição de saúde e 1591qualidade de vida dos idosos 1592 15938. diabetes melittus tipo II.3. imobilidade. desnutrição. Definição completa dos direitos de saúde do idoso 1588 15897.6. Interação genético-ambiental na predição e prevenção das doenças 1557crônicodegenerativas associadas ao envelhecimento 15587.2.3.1.1.3. Mecanismos etiopatogênicos de doenças associadas ao envelhecimento 15617. Desenvolvimento de indicadores para monitoramento de políticas 1572públicas 15737. iatrogenia. Avaliação das práticas e políticas de prescrição.

sofrimento psíquico e deficiência 16038.Determinantes dos padrões de mortalidade.2. planejamento.1.1.5.1. com ênfase no contexto da transição epidemiológica 16258. PROGRAMAS E 1641SERVIÇOS 16428.1.1. contemplando 1626saúde reprodutiva e sexual 16278.1. comprometimento 1612da segurança alimentar e desnutrição 16138. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS.2. suicídio.4. Impactos de mudanças ambientais nas condições sócio-sanitárias dos povos 1608indígenas 16098.Estudos sobre os padrões de saúde-doença de etnias de territórios contíguos 1634nas fronteiras.4.Estudos sobre os agravos decorrentes da contaminação ambiental por 1610metais 1611pesados e agrotóxicos.4. emergência de doenças parasitárias.2. funcionamento e impactos do 1643subsistema de saúde indígena 16448.1. 1639 16408.1. outras dependências químicas.1. organizações 1645conveniadas e rede de referência 16468.Avaliação do controle social e da participação comunitária indígena em 1647saúde 37 37 .16018. 1602violência.3.1.Padrões de saúde e doença de etnias em territórios de fronteira 16078.1.1.4.4.Estudos sobre morbimortalidade e fecundidade 16048.3. práticas de autocuidado e 1623de 1624cura indígena.1.Estudos sobre formas de organização socio-política dos povos indígenas e 1621suas interfaces com a saúde 16228.1.Estudos sobre os processos de urbanização da população indígena. Avaliação do modelo de gestão. Estudos sobre demografia e saúde 16288.3.1.2.1.Investigação sobre sistemas de saúde indígenas.Estudos sobre o desenvolvimento de estratégias e tecnologias de 1614saneamento 1615básico e habitações adequadas a contextos sócio-culturais diferenciados 16168.1.Estudos voltados à compreensão dos fatores demográficos relacionados ao 1631crescimento e recuperação populacional verificado em parcela substancial dos 1632povos indígenas 16338.Estudos que enfoquem a interface gênero e saúde indígena.2.1.1. fecundidade e migração direta e 1629indiretamente relacionadas à saúde 16308. Investigação das práticas sócio-culturais relacionadas a auto-atenção em 1617saúde 1618no sentido lato (reprodução social e física da comunidade) e.2.5.5.1.2.Estudos interdisciplinares sobre alcoolismo.1.2. nutricional e demográfica e 1638utilização dos serviços de saúde.1. Estudos epidemiológicos sobre os principais grupos de doenças infecciosas e 1605parasitárias endêmicas nas populações indígenas 16068.Avaliação do processo de distritalização envolvendo Funasa.1.5.4.2.1.3.3. incluindo o padrão de utilização dos serviços de saúde 16358. 1619das práticas relacionadas ao processo saúde-doença 16208.3. 1636incluindo 1637interfaces com a transição epidemiológica.5.1.2.1. no sentido estrito.

2. 16859.2.2. Avaliação do papel do Agente Comunitário de Saúde no desenvolvimento da 1690autonomia dos sujeitos coletivos 16919. discriminação e estudos longitudinais sobre curso de 1669vida 16709.2. qualidade de vida.2.1. Estudos sobre políticas de regulação da produção.Avaliação dos serviços de saúde focalizando a perspectiva do usuário 1655indígena e abordando os itinerários terapêuticos 16568.6.2.2. Avaliação de programas e projetos de alimentação e nutrição desenvolvidas 1657em 1658áreas indígenas 1659 16609. promoção e consumo de 1686alimentos. Estudos sobre conceito de saúde. Estudos sobre novas formas de gestão do estado e políticas públicas.Avaliação do sistema de informações.1. objetivando sua articulação às 1651grandes 1652bases de dados nacionais. suporte social.16488. Estudos sobre determinantes bio-psicossociais dos problemas de saúde e da 1667distribuição dos riscos.1.2.2.2.4.3. Estudos sobre políticas públicas.2.4. medicamentos e outros produtos e tecnologias com efeitos na saúde 16879.4. conforme 1673condições 1674e modos de vida de grupos populacionais específicos 1675 16769. 1668desigualdade relacional. políticas e práticas de 1665promoção da saúde e fatores de proteção e de risco 16669. Estudos sobre os efeitos adversos das práticas de prevenção e controle de 1679riscos desenvolvidos pelo sistema de saúde (iatrogenias) 16809. melhoria da qualidade de vida e promoção.1. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS.Estudos sobre formação e recrutamento de recursos humanos para saúde 1649indígena 16508. Estudos sobre a inter-relação das políticas de promoção. Estudos de validação e síntese sobre conhecimentos produzidos no país e no 1671exterior 16729.5. FATORES DE RISCO (Promoção da Saúde) 1661 16629.2.1.1. Ênfase em enfoques de redes sociais. PROGRAMAS E 1677SERVIÇOS 16789. visando incorporar os componentes geográficos e 1653especificidades étnicas 16548.1.1. Estudos sobre exposição diferenciada a situações de risco.2.3. MAGNITUDE. 1684prevenção e reabilitação da saúde. 1681intersetorialidade e a redefinição do papel do estado e sociedade na promoção 1682da saúde e da qualidade de vida 16839.5.2.1. Avaliação de práticas de promoção e reabilitação da saúde e prevenção de 1688riscos em programas de saúde 16899.1.7.2. prevenção e 1692reabilitação de saúde com outras políticas que estão sendo colocadas no âmbito 1693nacional e internacional para melhoria da qualidade de vida 1694 38 38 . DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS AGRAVOS E 1663EVENTOS 16649.3.

1. ciências sociais. com ênfase na avaliação de impacto 1741desses conhecimentos e das tecnologias deles derivados sobre a saúde humana 39 39 . estudos de cenários.4. Avaliação das estratégias de produção de dados primários sobre situação de 1735saúde: inquéritos e estudos de coorte 173610. Estudos para incorporação.4.3. EPIDEMIOLOGIA 1715 171610.4. que esta difusão 1706seja em caráter obrigatório para suprimir preconceitos. resultado de 1709pesquisa aplicada desenvolvida pela Associação Brasileira de Enfermagem 1710Nacional.3. Utilização das bases de dados secundários na análise e 1725monitoramento da situação de saúde: elaboração ou seleção de indicadores. conceitos e teorias. 1726técnicas de análise e processos de monitoramento para a análise de situação de 1727saúde e avaliação de sensibilidade.1. Estudos para desenvolvimento de novos instrumentos de aferição. estatística.6. Novos modelos e abordagens da vigilância de eventos adversos à saúde e 1721doenças emergentes: desenvolvimento de novas tecnologias para a vigilância 1722epidemiológica de problemas de saúde. 17079. especificidade e valor preditivo dos processos 1728selecionados 172910.1.3. técnicas 1737de 1738análise de dados. AVALIAÇÃO.1. entre 1724outros 10. pelo Ministério da Saúde da Classificação 1708Internacional das Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva CIPESC. que sistematiza e informatiza as ações.1. como ferramenta. 1740matemática e ciências da computação.16959. formas específicas de monitoramento.1. Desenvolvimento de metodologias de comunicação social para difusão de 1705informações e conhecimentos sobre promoção da saúde na mídia.1. 1723farmacovigilância. intervenções e resultados da 1711prática de enfermagem no país. Avaliação de desenvolvimento de tecnologias usadas nas práticas de 1697educação 1698e saúde 1699 17009. tecnologia inovadora de 1712“modelagem de processos de trabalho em saúde. Estudos sobre modelos de determinação do processo saúde-doença que 1719incorporem novas técnicas de análise e interpretação 172010.1.1.4.5.2.1. INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM SAÚDE/ SISTEMAS DE 1701INFORMAÇÃO 17029. envolvendo a interface metodológica da 1739epidemiologia com a biologia molecular. 1732desenvolvimento de formas de integração destas com as pesquisas nacionais 1733realizadas periodicamente 173410. DESENVOLVIMENTO CONCEITUAL E METODOLÓGICO DA 1717EPIDEMIOLOGIA 171810. DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS 16969. Avaliação de informações disponibilizadas para a população em promoção da 1703saúde 17049. consistência e integração de bases de dados secundários: 1730validação 1731e análise da consistência dos dados em cada e entre as diferentes bases.” 1713 171410.2.3.4. Validação. tais como: vigilância sindrômica.

3. Estudos sobre migrações decorrentes de desemprego e da re-estruturação 1763do 1764trabalho 176510.3. econômicas. ESTUDOS SOBRE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA 174410.4.7. Estudos para mensuração das desigualdades sociais. diagnóstico 1773precoce 1774e tratamento. 1785de gênero e deficiência 178610.2. de condições de vida. de Desenvolvimento 1754Humano municipal.2.1. 1770PROGRAMAS E SERVIÇOS DE SAÚDE 177110.2.8. Estudos longitudinais sobre trajetórias de vida e desigualdade em saúde 40 40 . autopercepção e representações sociais sobre saúde em diferentes 1751grupos populacionais 175210. redução de danos.4. Estudos dos impactos no perfil epidemiológico das populações decorrente de 1772intervenções (promoção.2. de exclusão social. prevenção. efetividade e eficiência de tecnologias em saúde 1779levando 1780em conta os impactos dessas tecnologias sobre o perfil de saúde e doença 178110.2. Avaliação dos indicadores compostos.3.1.4. paulista de responsabilidade social.2.2.3.2.3. saneamento básico.1742 174310. de etnia. Estudos de morbidade e mortalidade. Estudos sobre saúde global e aspectos de regulação internacional 1757decorrente de 1758deslocamentos internacionais 175910. não restritas a determinadas doenças 174510. Estudos sobre a ocorrência.6. reabilitação e controle de doenças. Estudos comparativos do impacto epidemiológico resultante da adoção de 1777diferentes modelos de atenção à saúde 177810. sobrevida e funcionalidade 174810. entre outros e 1755desenvolvimento de novos indicadores 175610. Pesquisas de novas metodologias e técnicas para a prospecção do 1766comportamento epidemiológico de problemas de saúde já existentes e das 1767probabilidades de surgimento de novos problemas 1768 176910.4. DESIGUALDADES EM SAÚDE 178410.3. tais como carga da doença.2. Avaliação de riscos associados ao uso de tecnologias em saúde 1782 178310. condicionantes e respostas sociais necessárias 1746ao 1747enfrentamento das incapacidades. Desenvolvimento teórico-conceitual sobre os processos de determinação e 1787elaboração de indicadores para mensuração de desigualdades sociais 178810.2. índices de 1753vulnerabilidade.5.1. Estudos de eficácia.4.3. Doenças novas com potencial pandêmico e situações semelhantes que 1760exigem 1761regulação internacional 176210.3. bolsa alimentação e 1775campanhas de imunização) 177610.2. Desenvolvimento e validação de instrumentos e métodos para mensuração 1749da 1750situação. AVALIAÇÃO DO IMPACTO EPIDEMIOLÓGICO DE POLÍTICAS.4.2.

Estudos para melhoria da qualidade dos sistemas de informações 1825demográficos 1826 182712. SISTEMAS E POLÍTICAS DE SAÚDE 1828 182912.2.2. Federalismo brasileiro 183212.1.4.4.1. Reforma do Estado 183412.1. Estudos de modelos demográficos para estimar probabilidades de transição.4.1.1789(posição de classe da geração parental. Estudos de cenários demográficos prospectivos que apontem tendências no 1819comportamento de segmentos populacionais. Relações entre o sistema de saúde e a seguridade social 183512.6. Avaliação da cobertura e qualidade das bases de dados 181611. mobilidade social intergeracional e 1790situação atual) 179110.2. Inquéritos sobre a prevalência das perdas fetais e condicionantes 180411. Avaliação de indicadores de mortalidade e morbidade 180611.2.1.4.1.8.1.1.9. Estudo sobre os padrões migratórios e seu impacto na saúde 180111.5.1. Desenvolvimento de metodologias para estimativa de parâmetros 1817demográficos de pequenas áreas 181811.1. Estudos longitudinais de morbidade e incapacidade 180211. Estimativas da população por idades individuais e sexo 181511. integração regional. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS.1. resultante do desenvolvimento não sustentável 179911.1. Pesquisa sobre os efeitos na saúde decorrentes do desequilíbrio entre 1798população e meio ambiente.3. Desenvolvimento de sistemas de indicadores sócio-demográficos de base 1813municipal 181411.5. acordos multilaterais 183312.1.1.2. ESTUDOS HISTÓRICO-CONCEITUAIS SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE 1830SAÚDE E SOCIEDADE 183112.2.1.1. Estudos sobre demografia do envelhecimento 180511.1.1. Inquéritos periódicos de demografia e saúde 180011. levando em conta 1808vulnerabilidade e equidade 1809 181011.4. Avaliação dos efeitos das políticas sociais sobre as desigualdades em saúde 1792 179311.2.1. Estrutura de financiamento das políticas sociais 41 41 .2.3. MAGNITUDE E COMPREENSÃO DA DINÂMICA POPULACIONAL EM 1796SUAS RELAÇÕES COM A SAÚDE 179711. DEMOGRAFIA E SAÚDE 1794 179511. Globalização.3.1. com repercussões para o 1820planejamento em saúde 182111. 1807utilizando modelos de riscos competitivos e de multi-estado. Estudo sobre a demografia da família e sua relação com a estratégia de 1822atenção 1823à saúde da família 182411.2.7.2.2. Estudos de padrões de mortalidade 180311.2.1.3. PROGRAMAS E 1811SERVIÇOS 181211.1.1.

PROGRAMAS E 1882SERVIÇOS 42 42 .1. tais como: 1843modalidades de gestão e relações público x privado. Poderes legislativo e judiciário na construção do SUS.2. regionalização.2.3. DINÂMICA E COMPREENSÃO DA GESTÂO DO TRABALHO 1876E DA EDUCAÇÃO NA SAÚDE 187713.1.3. Estudos sobre os referenciais teóricos e metodológicos da educação em 1869saúde 187013.7. Estudos sobre diferentes aspectos do sistema de saúde. 186012.8.5.2.1.2. ENFOQUE TEÓRICO-METODOLÓGICO 186813. Informação para o controle social 186112.1. Inovação nos mecanismos participativos 186212.5.1. MAGNITUDE.3. Avaliação do sistema de ciência. em âmbito federal. Conselhos de saúde: estrutura.1.3. Estudos sobre a contribuição das racionalidades médicas alternativas na 1873formação dos profissionais e na estruturação do processo de trabalho 1874 187513.3.3. Avaliação tecnológica em saúde e a incorporação de tecnologias 185112. Estudos sobre as lógicas e processos da formação de profissionais de saúde 1871pessoal. tecnologia e inovação em saúde 1852 185312. DINÂMICA E COMPREENSÃO DOS SISTEMAS E POLÍTICAS DE 1838SAÚDE 183912. Satisfação do usuário 186312.6. 1859estadual e municipal. Estudos sobre a incorporação do planejamento nas políticas de saúde. ORGANIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS. impacto na 1855prática e na gestão e dinâmica de funcionamento do sistema 185612. Estudos sobre a formulação.6. em todos os níveis 187213.3. 1844normatização e regulamentação. legitimidade.2.3.3. cobertura. Movimentos sociais em saúde 1864 186513.1. intersetorialidade.2. Estudos sobre organização básica do sistema. Conferências de saúde: caráter e impactos 185712.4.1. 1849Tecnologias de gestão em saúde 185012.3.2. GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE 1866 186713. ESTUDOS SOBRE CONTROLE SOCIAL EM SAÚDE 185412.2.3. 1845vigilância sanitária 184612.3.2.1836 183712. Estudo para construção de metodologias e parâmetros para mensurar 1878necessidades de profissionais de todos os níveis de formação e especialistas para o 1879sistema de saúde 1880 188113. 1840descentralização. com ênfase na integralidade. implementação e avaliação das políticas de 1847saúde 184812. qualidade e efetividade 184212.3. Comunicação e mídia: dimensão e papel no controle social da saúde 185812. acesso e 1841continuidade.2.4.2. regulação. representatividade. assistência e vigilância farmacêutica.2.

do ponto 1884de vista organizacional e institucional 188513. Estudos sobre o uso da política de humanização do trabalho nos serviços e 1892na formação profissional em saúde 189313. 1922 192313.3.5.3.2.8.3.3.10.15.4. Estudo sobre a abordagem da educação popular em saúde na formação e 1908educação permanente em todos os níveis 190913.6. Estudo sobre a adequação de metodologias educacionais às exigências do 1900sistema de saúde. relacionado às violências.3. AVALIAÇÃO. Estudo sobre os processos curriculares e conteúdos de promoção da saúde 191413.7.14.1.3.2.4. Estudos sobre gestão do trabalho e educação profissional em todos os 1917níveis.3. Estudo para identificação das necessidades de recursos humanos para a 1915atenção saúde do idoso 191613. a média e a alta complexidade 189113. Estudo sobre a constituição e desempenho dos novos arranjos 1905institucionais relacionados às iniciativas de educação permanente (com destaque 1906para os Pólos de Educação Permanente) 190713. Estudo sobre dos processos de regulação da formação e da educação 1910permanente 191113. 1902legislação pertinente e articulação com o setor educacional dos serviços de saúde e 1903organização comunitária .3.12. na definição de políticas.3. Estudo sobre as experiências educacionais em saúde face à estrutura.13.3.3. Desenvolvimento de metodologia de capacitação de pessoal profissionais de 1928saúde.3. com ênfase na dimensão ética e valores morais relacionados à superação 1929dos efeitos perversos dos determinantes sociais na saúde 43 43 . 190413.16. DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS 192413.3. saberes. Estudo sobre o processo de trabalho. considerando seu 1894caráter formal ou informal (precariedade do trabalho) 189513. considerando a 1890atenção básica. Estudo sobre conformação dos mercados de trabalho e do processo de 1898formação de fronteiras e integrados em nível internacional 189913.4. suas 1888especificidades relativas ao conjunto de profissões frente à incorporação de novas 1889tecnologias.188313.3.17 Estudo sobre os processos de formação pedagógica de profissionais da 1920saúde e de professores frente às inovações curriculares e a adequação de 1921metodologias educacionais as exigências sociais e técnicos para o SUS. Estudos sobre as características do vínculo trabalhista. Estudos sobre as formas de gestão do trabalho e do conhecimento. gestão de pessoas e formação de 1912pessoal em saúde mental 191313. Estudos sobre os fatores de oferta e de demanda em todos os níveis de 1886formação e de postos de trabalho 188713. de formação e desenvolvimento de recursos 1926humanos em saúde e na organização dos serviços de saúde 192713.3. práticas e formas de inserção profissional. Desenvolvimento de tecnologias para qualificação de pessoal profissionais 1925de saúde.4.3.3. sociais e técnicas 190113. acidentes e traumas e as doenças prevalentes com 1918ênfase na atenção básica. Estudo sobre o processo de regulação do trabalho e das profissões 1896específicas da saúde 189713.1.3. urgências e emergências 191913.9. Estudos sobre os processos de trabalho e formação em saúde. média complexidade.11.

1.1.1. Estudos sobre a exclusão social e os ambientes vulneráveis 194614.7. no contexto da prevenção de danos à 1940saúde e ao ambiente 194114.1. Estudos sobre as doenças emergentes e reemergentes no contexto da 1954saúde.6. Estudos relacionados a agravos e doenças decorrentes da sobrecarga de 1966trabalho e da baixa exposição a fatores de risco. transtornos neurocomportamentais.9. Estudos sobre a percepção social do impacto dos agrotóxicos no ambiente 1976e na saúde humana. Estudos sobre os riscos do trabalho em saúde. 1971poluentes.1.1.4. imunológicos. AMBIENTE.3. tóxicos persistentes. trabalho informal. TRABALHO E BIOSSEGURANÇA 1934 1935 193614.1.11. SAÚDE. orgânicos.1. perda da biodiversidade.2.3. Condições de trabalho dos 1958trabalhadores da saúde (biossegurança. Estudos sobre a substituição de processos produtivos rural e urbanos por 1944modelos de produção mais limpos e menos perigosos 194514. 197514. distúrbios decorrentes de produção 1968imaterial.1. IMPACTO DA REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA SOBRE A SAÚDE E 1937AMBIENTE 193814. cerrado e Pantanal.4.14. doenças respiratórias (asma).5.1.1. Inquérito Nacional relativo à exposição de população à substâncias 1964químicas 196514.1.13. Estudos sobre riscos transnacionais e exposição populacional 194914.1. Estudo sobre financiamento de viabilidade de armazenamento nos 1970municípios de descarte de produtos tóxicos. mentais.1. semi-árido. ergonomia.193013. Avaliação de programas 1959de prevenção em saúde do trabalhador na construção civil.1. compor eletromagnéticos e outros produtos 1972que causam grandes danos à saúde humana e ao meio ambiente. 1960escravo e violência no trabalho 196114. tais como. 1967endócrinos. Estudos relacionados às doenças decorrentes da sobrecarga pelo uso de 1974amianto e alumínio. etc). Estudos de percepção social do risco 195714. Estudos relativos a trabalho em risco elevado. Estudos sobre mudanças ambientais globais e impactos na saúde 1952(desertificação.12. 197314. Estudo sobre as modalidades de produção arcaica na transferência de 1942tecnologia e na precarização do trabalho 194314.8. dor crônica.1. Desenvolvimento e avaliação de métodos e estratégias educacionais em 1931saúde do idoso 1932 193314.1.15. 44 44 . mudança na temperatura) 195314. câncer. malformação congênita 196914. infantil.16. radioatividade. Estudos sobre as grandes endemias e a relação com os fatores ambientais 1950de risco 195114.1.17. Estudos sobre os efeitos e enfrentamento das desigualdades de poder nos 1947problemas ambientais (confronto entre Estado.1. oriundos do próprio setor 1962saúde (iatrogenias) 196314. Monitoramento e avaliação dos grandes projetos de desenvolvimento para a 1939Amazônia.10. ambiente e biossegurança 195614. empresas e trabalhadores) 194814. 1955trabalho.

aplicados à água de consumo humano 201014. biotoxinas. Desenvolvimento de matrizes de exposição para áreas agrícolas. substâncias tóxicas persistentes. avaliar os impactos e implicações da legislação 45 45 .2. organismos geneticamente modificados.3.10. Desenvolvimento de modelos de gestão dos serviços de saúde na 1996perspectiva de integração das vigilâncias 199714.5. 2023poluição sonora.2.9. saneamento e 1994promoção da saúde 199514.3. Desenvolvimento de metodologias de avaliação e gerenciamento de riscos 2015dos processos produtivos.3. que levem em consideração 2008o princípio da precaução. METODOLOGIAS E SISTEMAS 1988DE INFORMAÇÃO 198914. Desenvolvimento e avaliação de modelos de gestão em ambiente.2.3. ambiental e de 2009saúde do trabalhador.13. Desenvolvimento de protocolos clínico-assistenciais para investigação em 2013saúde ambiental e do trabalhador 201414. Desenvolvimento de modelos de incorporação da assistência à saúde do 2000trabalhador no Sistema Único de Saúde 200114.6.3.1. de consumo (antrópicos) e geogênicos 201614. resíduos dos serviços de 2020saúde. DESENVOLVIMENTO DE MODELOS.2. análise e diálogo entre sistemas informações 200214.3. Estudos para aprimoramento. industriais 2006e de passivo ambiental e de impactos na saúde 200714.2.3. 2018chorumes. vigilância ambiental. Estudos de revisão do modelo de controle de endemias atual na perspectiva 1993do manejo ambiental integrado. Avaliação das intervenções e da gestão em vigilância sanitária 1985 1986 198714. Desenvolvimento de modelos de monitoramento de risco no âmbito 1990nacional 199114. 1981ecosociosanitarios complexos que impactam a saúde 198214. Desenvolvimento de metodologias para diagnóstico e avaliação de impacto 2017ambiental sobre a saúde: agrotóxicos.1.3. relacionados à vigilância sanitária. Desenvolvimento de marcadores/ indicadores. produtos 2019veterinários e descarte de produtos farmacêuticos. Produção de tecnologias para a intervenção e remediação em áreas 2004contaminadas (passivo ambiental) 200514.3. radioatividade.4.3.3. lixões e cemitérios.7. depósitos de rejeitos industriais.3.14. Estudos de variáveis socioambientais que utilizem o território (bacias 1983hidrográficas) e ecossistemas como unidade de análise 198414.2.3. poluentes orgânicos e 2021solventes metais pesados.3. Desenvolvimento de sistemas sentinelas para prevenção de danos a saúde 2011e ambiente 201214.3. avaliação da relação saneamento e saúde.8.3.3. AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS REGULATÓRIAS DO ESTADO E 1979IMPLICAÇÕES DO CONTROLE SOCIAL NOS TRÊS NÍVEIS DE GOVERNO 198014. Estudos de modelagem para pesquisa de problemas socioambientais.3.11. Estudos sobre a difusão de informação e comunicação de riscos 200314.1977 197814. 2022campos eletromagnéticos. 1998saneamento e recursos hídricos na perspectiva da saúde 199914. domissanitários. Desenvolvimento de modalidades de aplicação de medidas de precaução 199214.15.12.

1. estudos experimentais animais e a 2050percepção social do agravo 2051 205215. Desenvolvimento de metodologias de avaliação de impacto na saúde 2028(populacional e do trabalhador) no processo de licenciamento ambiental 202914. Estudos sobre transferência tecnológica 206715. envolvendo os organismos geneticamente modificados 2032(OGMs) e seus derivados 203314. Desenvolvimento de metodologias para associação entre exposição. com 2058ênfase na: avaliação tecnológica pré-comercialização e pós-registro nos 2059serviços universitários.3. USO E OBSOLESCÊNCIA) 205715.4. soberania nacional. qualidade do ar e 2026saúde 202714.5. 2040laboratórios e biotérios 204114. 2035para permitir efetiva rotulagem e a implantação de um programa de 2036controle pós-comercialização dos produtos alimentícios 203714. água de lastro. envolvendo o 2034diagnóstico de organismos geneticamente modificados e seus derivados.3. 2056INCORPORAÇÃO.3. Desenvolvimento de procedimentos laboratoriais. Desenvolvimento de procedimentos de biossegurança com ensaios 2030préclínicos 2031e clínicos.3. 2025poluição atmosférica e saúde nas grandes metrópoles.1. Mapeamento das tecnologias no âmbito do SUS e no contexto 2068internacional. Anvisa etc) 206215.3. Desenvolvimento de sistemas integrados de segurança biológica 2038envolvendo os microrganismos emergentes.16. que levem em consideração o conjunto de evidências clínicas. análise do papel das instituições 2061(Inmetro. 2049epidemiológicas.3.1.2.19. incluindo os processos de trabalho em hospitais. Diagnóstico e avaliação da situação de saúde relacionados a produtos. Ipem.1. CICLO DE VIDA DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE (INOVAÇÃO. laboratoriais.3. eficácia.3.17.3. bem 2070como. 2046serviços e tecnologias: risco. risco e 2048agravos. Estudos sobre transferibilidade de avaliação tecnológica em saúde (ATS) 2065realizada em outros países 206615.1. Produção de metodologias de diagnósticos laboratoriais de campo e para 2043diagnóstico rápido/ varredura em biossegurança 204414.24. AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS E ECONOMIA DA SAÚDE 2053 2054 205515.20.1.2024relacionada à qualidade da água para consumo humano. Estudos para melhoria da qualidade de mensuração da variável ocupação 204214.18.21. Monitoramento das tecnologias âmbito do SUS e o contexto 2069internacional com o intuito de resguardar e/ou preservar Lei de Patentes.1. 46 46 .22. Avaliação das intervenções e da gestão em vigilância sanitária 204514. Papel do Estado na regulação de produtos e serviços de saúde. os reemergentes e os de 2039introdução intencional. interação entre o processo regulatório e as 2060necessidades do sistema de saúde. Desenvolvimento de modelos de incorporação tecnológica 2063(especificações e homologações) 206415.3.23. segurança e qualidade 204714.

Relação de elasticidade renda.2. AVALIAÇÃO ECONÔMICA E ANÁLISE DE CUSTOS EM SAÚDE 208415.2.2. Análise e desenvolvimento de metodologias para apuração de custos por 2085procedimento. avaliação de qualidade de 2081procedimentos.2. hanseníase.2. aferição e 2080calibração dos equipamentos de saúde. Estudo do custo das terapias anti-retrovirais 209815.2.2. Estudos de formação e análise de variação de preços 208915.2. por centro de responsabilidade. preço e consumo de alimentos básicos na 2114segurança alimentar 211515.1.2.2. serviços e produtos.7.7.2.2. iatrogenia do uso das tecnologias 2082 208315.18.2.2. por 2086nível de complexidade da atenção e por atividade 208715. Estudos de custo-efetividade dos métodos diagnósticos e intervenções 2109terapêuticas e custo socioeconômico das doenças não transmissíveis 211015. Estudos de custos de doenças 208815.2.9.13. por tipo de paciente. Estudos de custo-efetividade dos procedimentos terapêuticos em saúde 2090mental 209115. Validação de tecnologias e avaliação do custo-efetividade da triagem 2096neonatal 209715. Estudos de custo-benefício das ações que são desenvolvidas pelo 2103Programa Nacional de Controle da Dengue 210415. em diferentes grupos populacionais e regiões do país 210615.5.1.19.207115. Custo-efetividade de práticas clínicas na atenção perinatal e no primeiro 47 47 .10.2. Conformidade e qualidade das tecnologias em saúde pré e 2076póscomercialização.2. Estudos de custos com informação em saúde 211115. de prospecção de inovações tecnológicas 2073segundo as necessidades do SUS e sobre o sistema nacional de inovação 2074em saúde 207515.2. 2077com ênfase na: análise e desenvolvimento de 2078metodologias para certificação de conformidade – qualidade.2.8. Estudos sobre a capacidade de produção de tecnologias.2. Estudos sobre financiamento de práticas coletivas em saúde mental 209215.6. metrologia 2079e defesa do consumidor. Estudos de impacto econômico social da dengue. Estudos sobre vigilância epidemiológica e de custo-benefício 2101relacionados as arboviroses e roboviroses 210215. Produção de informação para os estudos de custo-efetividade das 2112tecnologias de saúde 211315. Estudos de performance de impacto e econômicos do programa de 2099controle do HIV/ AIDS 210015.11. Estudos sobre investimentos no complexo produtivo da saúde 209315.12.16. avaliação de materiais referenciados. competitividade 2072e auto-sustentabilidade.2.15.6.2.20.14. Estudos de custo-efetividade da atenção à saúde do idoso e das ações de 2094promoção de saúde 209515.17.4. da malária e 2105outras doenças epidêmicas. Avaliação de custo-efetividade e custo-benefício das doenças 2107transmissíveis 210815.3. Avaliação econométrica das práticas de amamentação e alimentação 2116complementar da criança 211715.1.

Diagnóstico e estudos prospectivos de gastos em saúde 2139 214015.4.3. Estudos sobre o efeito multiplicador do investimento em saúde 214715.2.1. Estudos sobre a problemática das licitações na área de saúde pública.22.5.5. Estudos sobre financiamento e alocação de recursos no sistema de saúde 2151 215215.3.3.2118ano de vida 211915. aos acidentes e ao 2122trauma no Sistema Único de Saúde (relação custo-efetividade social. Estudos de desigualdades 214415.4. Avaliação da efetividade e custo-benefício de ações de precaução e 2125biossegurança 212615. ESTUDOS DE AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA EM SAÚDE E ECONOMIA 2153DA SAÚDE APLICADOS ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE 215415.25.3.2. Custo-efetividade de ações de prevenção e tratamento da obesidade 212015. Elaboração de modelos explicativos da demanda por ações e serviços de 2164saúde 48 48 .3.5. ANÁLISE ECONÔMICA DO FINANCIAMENTO DO SETOR SAÚDE 212915.2.5. Análise do impacto das pesquisas de avaliação tecnológica e economia da 2158saúde na formulação de diretrizes. Avaliação de necessidades de serviços de saúde 216315. 2142funcionamento e financiamento 214315.4. ECONOMIA POLÍTICA DA SAÚDE 214115.21.24.2. serviços e projetos e 2135de recursos de investimento 213615.2.6. 2123análise comparativa de custos diretos e indiretos na atenção) 212415. incentivos 2149e renúncia fiscal) 215015.3.6.5.4. Avaliação de sistemas. 2131alternativas de fontes de financiamento e estratégias para maximização 2132dos recursos disponíveis.1. Estudos sobre o financiamento da atenção à violência.5.4.1.4. Análise do uso da avaliação tecnológica em saúde (ATS) e da economia 2155da saúde (ES) na incorporação de tecnologias (custo individual e 2156coletivo.2. com ênfase em: avaliação da justiça na captação de recursos. Análise comparativa dos sistemas de saúde: fundamentos. na tomada de decisão e nos resultados 2159do sistema de saúde 216015. Análise das fontes de financiamento em saúde e economia do setor 2130público.2. Critérios de alocação de recursos.3. Análise de custos econômicos e sociais da violência no Brasil 212115. efeitos oriundos da Emenda Constitucional 29 213315. estrutura. com ênfase na articulação entre custeio 2134e investimento e na alocação geográfica. 2127 212815.2.5. Análise do SUS como fator de desenvolvimento econômico e social – o 2145significado econômico dos serviços e benefícios 214615.5. em uso/ substitutivas e novas) 215715. Estudos sobre a relação público-privado (estimativa dos gastos públicos 2148envolvidos com financiamento dos seguros e planos de saúde. serviços e programas de saúde 216215.4.4.4.23.3. entre ações. Análise de impacto dos instrumentos de gestão do SUS 216115.4. Estudos de formas de remuneração para as diferentes modalidades de 2137atenção à saúde 213815.5.

7. quimioterápicos.3. Estudos em grupos étnicos e em populações específicas 220716. mercadológicos e de biossegurança 49 49 . Estudos sobre a regionalização e atualização da cesta básica de alimentos 219716.7.6. 218615.3. laboratórios oficiais. Análise de mercado.1. plantas 2185medicinais e medicamentos homeopáticos.2. escolas.1. Desenvolvimento de métodos e técnicas de avaliação de consumo 2201alimentar 220216.2.5.2.1.1. para doenças 2189crônicas.7.5. FARMACOECONOMIA 218215. abrigos e 2209presídios 221016. Avaliações econômicas de medicamentos: genéricos. 2192 219316.1. Estudos sobre alimentação institucional em creches. SEGURANÇA ALIMENTAR 219616. Desenvolvimento de tabela nacional de composição de alimentos 220816. 2169 217015. produção. no Brasil 217615.7. ESTRATÉGIAS DE ESTRUTURAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DA 2171AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA EM SAÚDE E ECONOMIA DA SAÚDE 217215. Avaliação da política nacional de assistência farmacêutica.9.5.6.6. aspectos 2211nutricionais. Estudos sobre consumo alimentar e valor nutricional da dieta de famílias 2203em linha de pobreza 220416.4.7. 219015. Desenvolvimento de métodos e indicadores de avaliação no contexto 2198familiar 219916.10.1.8. com ênfase em: estudo de viabilidade econômica de 2183medicamentos (alto custo individual e coletivo). Estudos de prospecção tecnológica em fármacos segundo as necessidades 2187do Sistema Único de Saúde 218815. Avaliação tecnológica em saúde e economia da saúde como subsídio para 2166elaboração das diretrizes clínicas 216715. Sistematização do processo de obtenção de dados primários e 2177secundários.4.6.1. Estudos sobre a produção familiar de alimentos para autoconsumo 220016.1.7. e recuperação/aproveitamento de estudos já realizados 217815.1. Estudos sobre o impacto de políticas públicas na segurança alimentar de 2205famílias socialmente vulneráveis 220616.5.1.8. Avaliação das estratégias de formação e capacitação de recursos humanos 2173em avaliação tecnológica em saúde e economia da saúde 217415.6.216515. distribuição e 2184consumo. Estudos sobre tecnologia de alimentos: controle de qualidade. Desenvolvimento de metodologias em avaliação tecnológica em saúde e 2179economia da saúde 2180 218115. Análise do impacto da formação de recursos humanos na consolidação do 2168SUS. medicamentos fitoterápicos.1.3. Estudos do uso racional dos medicamentos 219115.6.1.4. Inventário da capacidade de produção de pesquisa em avaliação 2175tecnológica em saúde e economia da saúde.1.7.1.7. ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO 2194 219516. e os utilizados na atenção básica.

Métodos de informação. 2215avaliação das atividades de promoção nos serviços de saúde 221616.1. trocas 2255eletrônicas entre sistemas 225617. métodos e indicadores de vigilância nutricional 224416.1.6. 2224 222516.1. 2239modelos preditivos. Estudos sobre condicionantes sociais e biológicos na alimentação 2217complementar do desmame 221816.2.1.1.1.2. para 2223ampla divulgação.2. CARÊNCIAS NUTRICIONAIS POR MICRONUTRIENTES (FERRO. DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO-PROTEICA 222616. ÁCIDO FÓLICO. Instrumentos. 2233modelos preditivos.Estudo sobre a proibição da amamentação por mulheres soropositivas. sistemas de informações e avaliação de políticas e 2234programas no setor saúde 2235 223616.2. Distribuição e análise cartográficas. AMAMENTAÇÃO E ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR DA CRIANÇA 221416. consistência.1. COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO EM SAÚDE 2250 225117. determinantes e fatores de risco. sistemas de informações e avaliação de políticas e 2228programas do setor saúde 2229 223016.1. INFORMAÇÃO EM SAÚDE 225217. Estudos sobre a situação de saúde e nutrição da criança na amamentação e 2219na complementação alimentar do desmame 222016. Distribuição e análise cartográficas. padrões de representação da informação 2254das bases de dados.2.5. 2231VITAMINA A.6. validade.2. complicações metabólicas e sistêmica 2241 224216. programas e políticas públicas 224616. determinantes e fatores de risco. duração e fatores condicionantes.6. DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE METODOLOGIAS 224316.2.3.6.4. IODO E OUTROS) 223216. 2238distribuição espaço temporal do consumo alimentar e atividade física. 2227modelos preditivos. Estudos etnográficos qualitativos sobre ideologias e condutas relacionadas 2221com a amamentação e alimentação da criança 222216.2.3.1. determinantes e fatores de risco. Distribuição e análise cartográficas. cobertura.4. Estudos sobre o uso da informação nos processos decisórios do Sistema 2257Único de Saúde 225817. Métodos para avaliação de ações. fluxos.5. Avaliação de gasto energético 224716. com ênfase na: qualidade. Estudos sobre amamentação: tipologias.3.1. completude.5.3. avaliação de políticas e 2240programas no setor saúde.2. SOBREPESO E OBESIDADE 223716.4.2. Avaliação da informação em saúde. Manejo clínico dos problemas nutricionais 2248 224917.2212 221316.1. sistemas de informações. aspectos tecnológicos. 2253fidedignidade. comunicação e educação 224516.6.6. Desenvolvimento de indicadores: índice de desenvolvimento em 50 50 .4.5.

1.3.2. Produção de informação para os estudos de custo-efetividade das 2292tecnologias 2293de saúde 229417. e indicadores 2263de qualidade de vida 226417.5.2. Desenvolvimento de metodologias para regionalização e 2273hierarquização de sistemas e serviços de saúde 227417.1.4.2.2.1. Estudos sobre sensibilização do profissional de saúde quanto à 2265finalidade e importância da informação em saúde 226617.2.) 229617. Estudos voltados à gestão de informação 227717.2. Desenvolvimento de metodologias para identificação unívoca do 2269usuário 227017.2259saúde – IDS (qualificação de dados). Identificação unívoca do usuário no setor de saúde suplementar 229917. Identificação de necessidade de informações complementares 228617. DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO COM BASE EM 2304COMPONENTES.1.3.5.1.3.1.1.2.3.1. 2305VOLTADOS PARA: 51 51 .3.7.4. previdências. indicadores para carga de doença. Avaliação do impacto do uso da informação e de tecnologias na 2275gestão em saúde 227617. desenvolvimento de conjunto 2260mínimo de indicadores para gestão de sistemas e serviços da saúde.1. 2295educação.2. uso e impacto das revistas científicas 2262brasileiras em saúde. 2288 228917. Estudos sobre inquéritos populacionais 228317. ESTUDOS PARA O PREENCHIMENTO DE LACUNAS NA ÁREA DE 2290INFORMAÇÃO EM SAÚDE 229117.1.1. Estudo do desenvolvimento da educação permanente em saúde com o uso 2287da informação. Gestão de informação e conhecimento no SUS 227817.1.2.2.3.1.2.6. etc.1.4.2. 2261indicadores de avaliação. Desenvolvimento de metodologias para integração operacional de 2271sistemas de informação em saúde 227217.4.3.3. Desenvolvimento de metodologias para definir parâmetros de uso e 2267análise das informações 226817. Perfil epidemiológico e de utilização de serviços e custos do setor de saúde 2297suplementar 229817.2.2.4. Necessidades e demandas de informação 227917. Integração de informações do setor de saúde suplementar com as 2300informações 2301dos demais sistemas do SUS 2302 230317. Produção de informações voltadas para a intersetorialidade (ambiente.1.2. Avaliação das experiências nacionais e internacionais sobre 2284metodologia de inquéritos populacionais 228517. Identificação de competências na área de informação e informática em 2281saúde 228217.3.4.4.1.1. Organização do processo de trabalho com a informação 228017. PADRÕES ABERTOS E SOFTWARES LIVRES.2.1.3.

INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TÉCNICA EM SAÚDE 232217. E POLÍTICAS 2341 234217.3. PROCESSOS. Estatísticas vitais 230917.1.1.4. DESENVOLVIMENTO DE MODELOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS EM 2333COMUNICAÇÃO EM SAÚDE 233417. Desenvolvimento de metodologias para interação do sistema de ciência e 2323tecnologia em saúde.3.5.2.5. estética e política da 2347linguagem 234817. Indexador.3. Diagnóstico da infra-estrutura de tecnologias de informação na área da 2312saúde 2313no Brasil. Desenvolvimento de metodologia para apropriação pelos gestores e serviços 2330de saúde dos resultados das pesquisas em saúde 2331 233217.7.2.10.3. Análises estatísticas de dados de interesse para a saúde 231117. uso e impacto da produção 2326científica em saúde 232717.9.6.8.6.3. ECONOMIA POLÍTICA DA COMUNICAÇÃO 2343 234417.3. Desenvolvimento de metodologia de linguagem para possibilitar interação 2328entre gestores e pesquisadores do sistema de saúde 232917. LINGUAGENS. Estudos sobre comunicação e conflito de lógicas: lógica sanitária e lógica 2351da população 235217.7.5.1.3.6.1. Redes de cooperação 231517.9. classificador. Desenvolvimento de indicadores de avaliação.3. Incorporação pela comunicação em saúde de novos aportes de 2335conhecimento 2336provenientes das ciências sociais e humanas 2337 233817.10.2. Modelagem de processos de trabalho em saúde 230817.1. 2340ESTRATÉGIAS.5.2.10.3. recuperador automático e genérico de conteúdos 2316em 2317saúde 2318 231917.10.4. DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIAS PARA ANÁLISE.230617.5.3.3. sistemas de informação científica em saúde e os 2324sistemas de informação em saúde 232517. COMUNICAÇÃO. GESTÃO 2339E AVALIAÇÃO DE PRODUTOS. COMUNICAÇÃO E SERVIÇOS DE SAÚDE 234917. PRÁTICAS.8. Apoio à decisão em sistemas e serviços de saúde 230717.4.5. Desenvolvimento das dimensões tecnológica. Estudos sobre formas de expressão de demandas da população 52 52 . dos sistemas de informação e sites existentes 231417. Estudos sobre a comunicação no cotidiano dos serviços de saúde 235017.9. INFORMAÇÃO PARA CONTROLE SOCIAL 2320 232117. Prontuário do paciente 231017. Desenvolvimento e incorporação de tecnologias de comunicação na saúde 234617. MÍDIAS E SAÚDE 234517.

235317.3. econômica.2.2. Estudos sobre o desenvolvimento de comunicação em Brailles. mortalidade materna. gestão do SUS. 2373graduação. FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO EM BIOÉTICA: CONTEÚDOS E MÉTODOS 237218. QUESTÕES MORAIS DO MARCO LEGAL JURÍDICOADMINISTRATIVO 2376DAS AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE 237718.1.4.4. 2387terminalidade da vida – cuidados paliativos. Estudos sobre o exercício da cidadania e direitos fundamentais 236418.1. 2382geracional e demais condicionantes de qualidade de vida. 2381etnia.1. Estudos sobre os desafios da bioética no mundo globalizado – aplicação do 2369conhecimento ao contexto brasileiro 2370 237118. de gênero. Estudos sobre os benefícios e malefícios dos processos de saúde 236518. direitos 2386reprodutivos e sexuais.3. ASPECTOS TEÓRICO-PRÁTICOS DA BIOÉTICA NO CONTEXTO 2361CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO E SANITÁRIO BRASILEIRO 2362(EPISTEMOLÓGICO. assistência farmacêutica.3.3. nas 2388intervenções e na pesquisa em doenças sexualmente transmissíveis e no 2389contexto de relações interétnicas 239018.2.1. ASPECTOS BIOÉTICOS EM PROBLEMAS PERSISTENTES 238018.10. mortalidade infantil. Estudos sobre a incorporação da bioética no ensino médio. universalidade e gratuidade no 2366Sistema 2367Único de Saúde 236818.3. pós-graduação e educação continuada dos profissionais de saúde 2374 237518. Estudos sobre os dilemas éticos relacionados ao abortamento.3.4.3. Critérios para definição de prioridades na alocação de recursos em 2392saúde 239318. BIOÉTICA E ÉTICA EM PESQUISA 2359 236018. atenção farmacêutica.1.1.5. fita-cassete. técnico. vigilância epidemiológica.1. raça.3. transplantes. nutrição e segurança 53 53 .4. Estudos sobre diversidade social. cuidado e tratamento aos diversos níveis das 2384ações e serviços de saúde 238518.4.4. Estudos para identificação dos dilemas morais na assistência à saúde 239118. Desenvolvimento de redes sócio-técnicas em saúde – subjetividades e 2354sociabilidades 235517. operacionalização e resolutividade dos serviços por parte dos 2395profissionais de saúde e grupos populacionais 239618. 2398vigilância ambiental. Estudos sobre o acesso e utilização das informações 2378 237918. 2356disquete para deficientes visuais e auditivos 2357 235818.10.4.4.2.1. adesão ao 2399tratamento. Acesso.4. METODOLÓGICO E NORMATIVO) 236318. que possam 2383implicar diferença no acesso. vigilância sanitária.2. regional.1.4. violência.1. Estudos sobre o sentido de eqüidade. Dicotomia entre programas e estratégias de atenção básica 239418.4. Estudos prospectivos sobre a bioética nas temáticas: atenção à saúde no 2397Brasil.

5. Estudos de riscos e causas de enfermidades 244119. avaliação de tecnologias em saúde 2401e auditorias 2402 240318.1.1. Desenvolvimento de testes clínicos de procedimentos diagnósticos e 54 54 .9.2400alimentar. ESTUDOS SOBRE QUESTÕES ÉTICAS NA COMUNICAÇÃO E 2416INFORMAÇÃO EM SAÚDE 241718. exclusão e cidadania 2414 241518. Relação profissional de saúde-pesquisador.4.2. 243218.6. Biotecnologias 240518.7.6. PESQUISA CLÍNICA 2436 243719.1. Estudos de avaliação de novas tecnologias e sua aplicabilidade 244519. Direito de acesso à informação 242118.8. complexo produtivo em saúde. Processo de morte e morrer 242618.2.9.5.1.5. Estudos de avaliação de desempenho de métodos diagnósticos em todas as 2442suas fases 244319. ESTUDOS SOBRE QUESTÃO ÉTICAS RELACIONADAS À SAÚDE DO 2431TRABALHADOR.8. Direito do cidadão sobre a inserção de seus dados nos sistemas de 2419informações 242018. TEMAS GERAIS 243819.1 Investigação intra-setorial e interinstitucional dos acidentes e doenças 2433relacionadas ao trabalho. Preconceitos relativos ao envelhecimento 242818.3. ESTUDOS DOS ASPECTOS BIOÉTICOS EM QUESTÕES EMERGENTES 240418.7.1.1.1.6. usuário-sujeito de pesquisa.1.1.1.7.8.2.3. ESTUDOS SOBRE FORTALECIMENTO DO CONTROLE SOCIAL NAS 2409PESQUISAS 241018.3. Estudos de avaliação de intervenções terapêuticas em todas as suas fases 244419.1.4. Estudos de freqüência de agravos (aprimoramento do atual sistema de 2439informações) 244019. 2413vulnerabilidade.8.1. ESTUDOS SOBRE QUESTÕES ÉTICAS RELACIONADAS À SAÚDE DO 2424IDOSO 242518. Comitê de Ética em Pesquisa e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa 2411(Sistema Ceps-Conep) 241218. Biossegurança 240618. Ética e privacidade da informação 241818.4.8.7. Cidadania da pessoa idosa 2429 243018.5.6.2. 2434 243519. Saúde e meio ambiente 2407 240818. Uso intensivo de tecnologia médica (obstinação terapêutica) 242718. Direito individual e direito coletivo 2422 242318.2.7.5.3.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 2476Para cada estudo finalizado.5 Estudos dos tratamentos das doenças com terapias não-hegemônicas 2461(Fitoterapia. TEMAS ESPECÍFICOS 245219. Industria e Comércio Exterior (MDIC). pesquisadores e tecnólogos. Instituto Butantan. c) entidades do Ministério da Ciência e 2484Tecnologia – Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).3. b) diversas instâncias do Ministério da Saúde – 2481Secretaria de Vigilância à Saúde (SVS). como 2447exemplo medicamentos homeopáticos e fitoterápicos.4. visando sua substituição 246019.2. 2490Durante o ciclo de Oficinas de Vacinas foi colocada em foco a importância de se 2491definir uma política voltada para os produtores oficiais e a urgência de se 2492estabelecer prioridades nacionais na área de produção e desenvolvimento 55 55 . 2463 246420.2. 2472Ele foi desenvolvido utilizando como metodologia a contratação de consultores 2473especializados 2474nacionais e internacionais que realizaram estudos diagnóstico-propositivos de 2475acordo com os termos de referência elaborados pela coordenação do projeto.2. 2480Fundação Ataulpho de Paiva.1.2. Conselho Nacional de 2485Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).2. COMPLEXO PRODUTIVO DA SAÚDE . Estudos das doenças com alto custo de tratamento.1.1.7. contando com a participação de diversos setores: a) principais produtores 2479públicos de vacinas – Biomanguinhos/Fiocruz.8. Modelagem de sistemas de informação em pesquisa 2450 245119. TECPAR. liderado pela FIOCRUZ. farmacogenética 245419. Acupuntura. Avaliação clínica dos medicamentos genéricos 245819. infecto-contagiosas. Estudos para elaboração e validação de protocolos clínicos 244919. doenças 2456crônico-degenerativas 245719. Homeopatia e Medicina Indiana) e terapias 2462complementares. Estudos sobre as intervenções avançadas: terapia celular.COMPONENTE VACINAS 2465 2466Introdução 2467O componente Vacinas da sub-agenda do Complexo produtivo da Saúde foi extraída 2468das 2469conclusões do Projeto “Inovação e Desenvolvimento Industrial em Saúde: 2470Prospecção 2471Tecnológica para a Ação 2002-2015” (Inovação em Saúde).2446terapêuticos com ênfase nos produtos oriundos da pesquisa nacional. Tecnologia e 2482Insumos Estratégicos (SCTIE). dependente de insumos 2459importados. Secretaria de Ciência. procedeu-se à discussão do mesmo em Oficinas com 2477Grupos 2478Técnicos. estiveram envolvidos cerca 2489de 200 participantes entre gestores. e f) 2488Institutos de Pesquisa e Universidades. 2483Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Estudo das doenças e agravos de alta prevalência com impacto econômico: 2455afecções do período perinatal. e) Ministério de Desenvolvimento. d) Ministério da Integração Social 2486(MI). Neste processo.2. da mulher. 2487incluindo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 244819.2. aplicações da 2453biotecnologia na prática clínica.

2. à semelhança da européia 2512• Definição de fontes de financiamento específicas 2513• Realização de seminário sobre o tema 2514 251520. buscando adquirir capacidade tecnológica e produtiva para 2494atender às necessidades do país na área. Propriedade Intelectual 2516• Incorporar o tema da Propriedade Intelectual nas estratégias de desenvolvimento. INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 56 56 . III e 2506IV) em instituições públicas 2507• Organização de infra-estrutura nacional (redes) para ensaios clínicos de acordo 2508com Boas Práticas de Pesquisas Clínicas 2509• Envolvimento da Anvisa.2493tecnológico de vacinas. Regulação 2530• Discussão da adaptação da regulamentação da Anvisa e das comissões de ética 2531em 2532relação a estudos clínicos.1. 2499 2500PRIORIDADES DE PESQUISA E DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO 2501 250220. AVALIAÇÃO E REGULAÇÃO 2503 250420.2.1. envolvendo a preocupação em infringir direitos de 2518terceiros e a introdução da rotina de quem produz e desenvolve tecnologias. A partir das prioridades estabelecidas 2495para vacinas. 2517gestão e produção de vacinas. os laboratórios oficiais deverão buscar a definição de rotas 2496tecnológicas. 2537o que exige atualmente altos investimentos 2538 253920. para não perder esta janela de oportunidade 2522• Utilizar a propriedade intelectual como um indicador efetivo para avaliar se os 2523objetivos estão sendo atingidos pela infra-estrutura de P&D e para avaliar a 2524eficiência do gerenciamento da produção 2525• Trabalhar com vacinas patenteadas a partir de acordo comercial ou licença 2526• Treinamento sobre propriedade intelectual para o pessoal. tornando mais viável o aumento da competitividade dos produtores 2536públicos a partir do cumprimento as normas de Boas Práticas de Fabricação (BPF).1. desde a investigação 2527até a comercialização 2528 252920.3.1. além de inovações que passam pela modernização da estrutura produtiva 2498e pelo ganho de competitividade. Decit e academias instituições de ensino superior e 2510pesquisa para a montagem de uma Plataforma 2511Brasileira de Ensaios Clínicos. de 2519consultar os bancos de patentes e realizar novos desenvolvimentos 2520• Realizar levantamento sobre as patentes que vencem nos próximos 2 a 3 anos 2521(geralmente biofármacos).1. pré-clínicos e registro de novas vacinas à realidade 2533nacional 2534• Reforçar o papel regulador e orientador da Anvisa e não apenas sua função 2535fiscalizadora. a coordenação das atividades do ciclo de desenvolvimento dos 2497produtos. II. Ensaios Clínicos 2505• Iniciativas para fortalecimento das atividades de ensaios clínicos (Fase I.

2552• Definição das vacinas prioritárias para desenvolvimento tecnológico e inovação em 2553curto. Atuar junto ao CNPq e demais órgãos de fomento para que os mesmos 2582 2583 reconheçam a Assistência Farmacêutica como área estratégica de pesquisa.8 Risco de acidentes cardiovasculares.5 Drogadição 257121. médio e longo prazo.2540• Utilização das vacinas atuais como plataforma para desenvolvimento de novas 2541vacinas. 57 57 .2 Poluição sonora 256821. SAÚDE DO HOMEM 256621. 2563 2564 256521. 2554• Investimento nos mecanismos de coordenação e de rede inter e intra-institucionais 2555para integrar as diversas etapas do processo de desenvolvimento dos projetos de 2556vacinas. 2547• P&D de vacinas veterinárias como plataforma tecnológica e fonte de novas 2548receitas.9 Alcoolismo 257521.11 Controle Social 2577 2578 2579NOVAS PROPOSTAS 2580GRUPO 1 2581 1.1 Desemprego 256721. 2560• Criação de alíquota de inovação. que seria a inclusão de um percentual de 2561inovação no 2562preço vendido ao Ministério da Saúde.7 Câncer de próstata 257321. 2551criando uma forma de assegurar orçamento mínimo de P&D para estes laboratórios.6 Falta no trabalho por trauma 257221. 2557• Realização de evento de integração dos pesquisadores de vacinas. 2542• Priorização da pesquisa em decorrência de prioridades públicas explícitas da 2543política 2544nacional de saúde.4 Acidente no trabalho 257021. hipertensão 257421. 2550• Apoio ao programa de desenvolvimento tecnológico para os laboratórios oficiais. 2558• Promover o desenvolvimento das etapas de seleção de adjuvantes e estudos de 2559formulação nos estudos pré-clínicos. 2549• Pesquisa de novos adjuvantes e formas de aplicação.10 Tabagismo 257621. 2545• Transferência de Tecnologia como plataforma de desenvolvimento e para a busca 2546da auto-sustentabilidade.3 Stress no trabalho 256921. destinando financiamentos para o desenvolvimento de pesquisas nesse âmbito.

eliminação daqueles sem efeitos terapêuticos ou cujo risco/beneficio de utilização não seja justificado. bem como fornecer incentivo financeiro às pesquisas de produtos farmacêuticos e correlatos. amplamente discutida com os trabalhadores da área de saúde e especialistas. Buscar junto a secretaria de agricultura e órgãos de fomento à agricultura o 2608 9. incluindo estudos clínicos que comprovam sua segurança e eficácia. Fabricação (BPF) como forma de garantia a constância e reprodutividade nas formas farmacêuticas. Agilizar análise e registro dos fitoterápicos produzidos no país para regulamentar 2606 8. acupuntura e homeopatia. a correta utilização de plantas . o setor. e reconhecidos pela OMS como fitoterapia. visando a redução do custo dos mesmos aos usuários. Estimular a industrialização de fitoterápicos segundo as Boas Práticas de 2612 10. medicinais na pratica generalizada de medicina caseira.2584 2. incentivo ao plantio e cultivo de plantas medicinais para a produção industrial. com posterior 2594 4. fazer a revisão do uso de medicamentos baseados em dados nacionais de 2596 5. elaborando normas para sua utilização. uma vez que muitos medicamentos considerados de “venda livre” possuem relação beneficio/risco questionável. revisar os registros dos medicamentos existentes no mercado. exigindo testes de bioequivalência e biodisponibilidade para todos os medicamentos produzidos no Brasil e importados efetivando um definitivo uma política de genéricos para o País. farmacovigilância. subsidiar a realização dos testes necessários ao registro dos medicamentos 2600 6. Implantar e oferecer tratamento com diferentes abordagens terapêuticas no SUS 2604 7. através da orientação farmacêutica. Garantir. estabelecer novos critérios para os registros de medicamentos. mesma dosagem e princípios ativos. produzidos pelos laboratórios oficiais como genéricos. que deverão ter 2585 2586 2588 2589 2590 2591 2592 2593 2595 2597 2598 2599 2601 2602 2603 2605 2607 2609 2610 2611 2613 2614 2615 58 por base avaliação técnica e cientifica da qualidade. considerando igualdade e essencialidade dos produtos e definindo o prazo para realização desta ação. por meio do repasse de informações sobre a identificação farmacognóstica (identificação de diferenciação entre as diferentes plantas medicinais/tóxicas) a fim de prevenir 58 2587 3.

informação e atualização dos recursos 2634 5. visando agilidade nas atividades do dia a dia: demanda por recursos humanos. especialidades não ofertadas. análise de procedimentos profissionais. 2643 concedendo licença e apoio financeiro sempre que possível. 2618 11. saúde que buscam a implantação de novas metodologias de ensino. como forma de incentivos a ciência dentro do 2647 trabalho. através de parcerias com instituições de ensino públicos e privados. para o desenvolvimento de estratégias de treinamento. Maior ênfase para que os profissionais de medicina participem dos conselhos de 2639GRUPO 2 2640 26411) Que os Gestores da Saúde não impeçam e estimulem os servidores do SUS a 2642 buscarem educação continuada nos níveis técnicos de pós-graduação. humanos que atuam na área de saúde e comunidade. Carreiras e Salários 2645 contemplando a ascensão na carreira àqueles servidores que buscam educação 2646 continuada em todos os níveis. capacitação e educação permanente para as equipes de saúde. ética profissional.2616 2617 2619 2620 2621 2623 2624 2625 2627 2628 2630 2631 2632 2633 2635 2636 2637 2638 possíveis adulterações e/ou falsificação bem como o surgimento de efeitos adversos e tóxicos decorrente de sua utilização. 2629 14. Criar programas de capacitação. 2648 2649 26501) Que os hospitais Públicos e Privados que realizam transplantes de órgãos 2651 obedeçam rigorosamente à ética proposta pela Resolução CONEP 196/96. promovendo assim a saúde do cidadão e valorizando o vinculo com o paciente. cursos de pós-graduação e capacitação com remuneração condigna. Manutenção dos incentivos oferecidos as instituições de ensino superior em 2626 13. saúde através do segmento de trabalhador. Realizar estudos aprofundados para implantação de novos serviços. visando a formação de profissionais mais capacitados e voltados para a prática multiprofissional formação acadêmica. observando a relação custo/beneficio entre a compra de serviços e implantação de serviços próprios de consorciados com outros municípios em cumprimento a legislação. 26442) Que os municípios e o Estado implantem Plano de Cargos. Tornar atrativa à equipe multidisciplinar de saúde a carreira de saúde pública. 2622 12. 59 59 .

Oferecer cursos de capacitação em pesquisas pelas universidades. justificados por critérios epidemiológicos que demonstram urgência de saúde pública. em especial as de bebida alcoólica e tabaco. apóiam e propõe: 60 60 . 5) Ampliar os recursos para pesquisas em saúde por meio de contribuições financeiras compulsórias oriundas dos setores industriais que produzem dívidas sanitárias. através de amplo debate com a participação das três esferas de governo. levando com clareza para a sociedade. 2688Considerando: 2689 2690 2691 1. assim como nos serviços de saúde do estado e municípios para avaliação dos protocolos de pesquisas que envolvam seres humanos e discussão de questões éticas envolvidas na atenção à saúde. sustentando em todos os acordos internacionais que o direito à vida e à saúde deve preceder qualquer acordo comercial. das empresas que desenvolvem pesquisas com a trasgenia e da comunidade científica. 2692Por isso e muito mais. garantindo que a 2680propriedade intelectual seja universal em beneficio do ser humano e não o lucro. O Brasil é litoral de norte a sul. Que as três esferas de governo apliquem mais verbas nas instituições de 2682ensino superior. Romper com qualquer acordo comercial imperialista. primando pela segurança de seu uso. fortalecendo a educação e saúde popular. 2681 2. para os profissionais atuantes no SUS e para os pólos de educação permanente. priorizando as públicas. de ciência e tecnologia para fabricação e estudo de medicamentos 2683naturais e para purificação das águas dos rios 2684 2685MOÇÕES 2686 2687MOÇÃO DE INCENTIVO AOS JOVENS PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS DO MAR. garantindo a demanda e o acesso aos medicamentos dela derivados. 6) Revisar a Lei de Patentes visando proteger os interesses nacionais. As ciências só acontecem através de pessoas. através da agricultura orgânica natural. Criar mecanismos e critérios rigorosos de regulação e regulamentação do uso dos transgênicos. As águas traduzem o nível de responsabilidade ecológica. os delegados presentes na segunda II CECTIS realizada em 2693Londrina nos dias 09 e 10 de julho de 2004. 7) Criar Comissões Estaduais e Comitês de Bioética visando o debate de questões éticas em conflito na sociedade. incluindo às referentes ao campo da saúde.26522) 2653 2654 2655 2656 2657 26583) 2659 2660 26614) 2662 2663 2664 2665 2666 2667 2668 2669 2670 2671 2672 2673 2674 2675 2676 2677 Garantir o estabelecimento de parcerias para a inclusão e incentivo de uma política de produção de matéria prima vegetal de espécies medicinais. sob supervisão de profissional habilitado pelo respectivo Conselho Regional de Farmácia (CRF). 3. 2. 2678GRUPO 3 2679 1.

A agilização das negociações para a implantação dos Consórcios Intermunicipais. 2722(38 assinaturas) 2723 2724 2725 2726 2727 2728 2729 2730 2731MOÇÃO SOBRE TRANSPORTE DE URGÊNCIA 2732Os delegados da “2a Conferência Estadual de Ciência e Tecnologia e Inovações em 2733Saúde – Paraná” propõem a criação de parceria entre a SESA e municípios 2734interessados para implantação de Serviço de Transporte de Urgência. . em Paranaguá. 3o). hoje com 936 pacientes carentes cadastrados. (39 2699assinaturas) 2700 2701MOÇÃO DE APOIO. e se não tomamos providências urgentes e imediatas.2694A criação de mecanismos de Valorização e contratação dos jovens profissionais de 2695ciências do mar por órgãos governamentais e incentivos a empresas privadas que 2696invistam nesses profissionais proporcionando a integração dessa área científicas 2697nas diversas equipes multiprofissionais. o desfecho será catastróficos. Também o uso abusivo de drogas. Tendo em vista a falta de responsabilidade demonstrada pelos gestores. adquiridos com recursos próprios. o qual nós cidadãos temos direito garantido na Legislação Brasileira (Lei 27098080. comprometendo a execução dos serviços e avanços tecnológicos. (52 assinaturas) 61 61 Os delegados da 2a CECTIS. através desta. em Paranaguá e litoral. que atende as pessoas portadoras de 2718necessidades especiais e dos asilos. conselheiros e delegados da ll Conferência de Ciência. 2716Sente-se “comprometido” em suas ações com a retirada de profissionais cedidos 2717através de parceria. crack e drogas injetáveis é alarmante. 27021) Nós. diagnóstico e ao tratamento do portador do vírus HIV – AIDS. hoje paralisados por ausência do 2720profissional EM PARANAGUÁ 2721. município pólo do litoral. Ambulância 2735de Serviço Avançado de Urgência. exigimos a garantia da 2704organização dos serviços em saúde. sejam 2706efetivadas através de um Gestor devidamente capacitado em Administração em 2707Saúde Pública. inclusive a neurologia. com disponibilidade de equipamento de eletro 2719Encefalograma. e em implementação de políticas e ações 2698que resultem em melhores condições de vida para toda a população. solicitam mais apoio e investimentos da Secretaria Estadual da Saúde em prevenção. Tecnologia e 2703Inovação em Saúde. (44 assinaturas). resgatando a respeitabilidade e garantindo um serviço de qualidade 2708e equidade. art. em 09/07/04. executado pelo GAPER. 09/07/04. os quais definidos pela 2705NOAS/2001 e 2002 e que a EXECUÇÃO das Políticas Públicas de Saúde. solicitam 2712.A AGILIZAÇÃO DA “IMPLANTAÇÃO INTEGRAL” dos serviços do Ambulatório de 2713Asma Grave. 2710 2711 2) Os delegados da 2a CNCTIS em 09/07/04. credenciado pelo SUS – como Centro de 2714Referência no Tratamento de Asma Grave para 07 municípios do litoral com a 2715dispensação de medicamentos.

garantindo a 2746visibilidade do trabalho e dos trabalhadores da enfermagem no país. (82 assinaturas) 62 62 . esta oportunidade para recomendar aos Conselheiros da 2748Saúde a apropriação e difusão desta pesquisa. nos dias nove e dez de julho de 2004. 2747 Aproveitam também. nos prontuários eletrônicos dos serviços 2743de saúde.2736 2737MOÇÃO DE REIVINDICAÇÃO 2738Os delegados da II Conferência Estadual de Ciências e Tecnologia e Inovação em 2739Saúde. patrimônio intelectual da Associação 2749Brasileira de Enfermagem. realizada em Londrina – Paraná. possibilitando que todas (os) enfermeiras (os) do Sistema Único de Saúde 2744passem a utilizar este instrumento de reorganização do processo de trabalho em 2745saúde e de sistematização das ações específicas desenvolvidas. 2740reivindicam ao Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde a implantação e 2741incorporação dos resultados da pesquisa Classificação Internacional das Práticas de 2742Enfermagem em Saúde Coletiva – CIPESC.