You are on page 1of 60
APOSTILA DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ELABORADO POR: HELINALDO CORREA DA
APOSTILA DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ELABORADO POR: HELINALDO CORREA DA

APOSTILA DE CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS

ELABORADO POR:

HELINALDO CORREA DA CONCEIÇÃO GRADUAÇÃO EM ANDAMENTO EM ODONTOLOGIA UEA CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA PELA ABO

DO RIO GRANDE DO SUL

Manaus

2014

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA PELA ABO DO RIO GRANDE DO SUL Manaus 2014 Helinaldo Correa
CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA PELA ABO DO RIO GRANDE DO SUL Manaus 2014 Helinaldo Correa

Helinaldo Correa da Conceição

Página 1

Sumário Nervo Trigêmeo ------------------------------------------------------------------------------ Semiologia
Sumário Nervo Trigêmeo ------------------------------------------------------------------------------ Semiologia

Sumário

Nervo Trigêmeo ------------------------------------------------------------------------------

Semiologia ------------------------------------------------------------------------------------

Helinaldo Correa da Conceição Página 2
Helinaldo Correa da Conceição Página 2

Helinaldo Correa da Conceição

Página 2

CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA O NERVO TRIGÊMEO (V) É assim denominado por possuir três ramos calibrosos

CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA

O NERVO TRIGÊMEO (V)

CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA O NERVO TRIGÊMEO (V) É assim denominado por possuir três ramos calibrosos distribuídos

É assim denominado por possuir três ramos calibrosos distribuídos por áreas extensas da face, tanto superficiais como profundas.

Nervos:

extensas da face, tanto superficiais como profundas. Nervos: Oftálmico Maxilar=> forame redondo Mandibular=>

Oftálmico

face, tanto superficiais como profundas. Nervos: Oftálmico Maxilar=> forame redondo Mandibular=> forame oval

Maxilar=> forame redondo

Mandibular=> forame oval

cai em concurso‼‼‼!

Gânglio Trigeminal=> É a maior massa ganglionar do nosso corpo. É o único gânglio localizado no interior do crânio, protegido por um recesso formado por uma camada dupla de dura-máter, além de pia-máter e aracnoide.

O gânglio trigeminal=> Localiza-se na fossa média do crânio, alojado em uma

depressão encontrada próximo ao ápice da parte petrosa do osso temporal, chamada impressão trigeminal.

No gânglio trigeminal=> Encontram-se os neurônios responsáveis pela sensibilidade exteroceptiva (dor, temperatura, tato e pressão) da maioria das estruturas da face e sensibilidade proprioceptiva, advinda da articulação temporomandibular.

proprioceptiva, advinda da articulação temporomandibular. Nevio maxilar y sus ramas(Rs, Ramas; N, Nervio). (Datos de

Nevio maxilar y sus ramas(Rs, Ramas; N, Nervio). (Datos de Liebgott B: The anatomical basis of dentistry, 2ª. Ed., St. Louis, 2001, Mosby.)

B: The anatomical basis of dentistry, 2ª. Ed., St. Louis, 2001, Mosby.) Helinaldo Correa da Conceição
B: The anatomical basis of dentistry, 2ª. Ed., St. Louis, 2001, Mosby.) Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 3

Semiologia Semiologia : estudo dos sinais e sintomas . Sintoma : manifestação subjetiva. Sinal :

Semiologia

Semiologia Semiologia : estudo dos sinais e sintomas . Sintoma : manifestação subjetiva. Sinal : manifestação

Semiologia: estudo dos sinais e sintomas. Sintoma: manifestação subjetiva. Sinal: manifestação objetiva. Sinal patognomônico: exclusivo de uma doença e indica de maneira absoluta sua existência, especificando-lhe o diagnóstico. Quadro clínico ou sintomatologia: é o conjunto de sinais e sintomas. Síndrome: conjunto de sinais e sintomas comuns a uma determinada doença. Pródromo: conjunto de sintomas que antecedem o surgimento do quadro clínico de uma doença. Semiotécnica (manobras de diagnóstico): técnica de colheita dos sinais e sintomas. Inspeção: visão a olho nu. Palpação: tato ou compressão. Percursão: batidas (ato de percutir). Auscultação: ouvir sons ou ruídos produzidos no organismo. Propedêutica clínica: interpretação dos dados da semiotécnica. Diagnóstico: identificação e conhecimento da doença através da observação de seus sinais e sintomas. Prognóstico: conhecimento sobre a evolução da doença. Tratamento ou terapêutica: conjunto de medidas utilizadas para resolução da doença ou agravo. Proservação: período após o tratamento em que o paciente é acompanhado.

Anamnese

Identificação: nome, idade (data de nascimento), sexo, raça, estado civil, procedência, endereço, profissão. Documentação! Queixa principal: razão principal da visita do paciente. Características: sucinta, com as palavras do paciente. Pode incluir: dor, ferida, queimação, sangramento, amolecimento de dentes, distúrbios de erupção dos dentes, boca seca ou excesso de saliva, inchaço, gosto ruim, mau hálito, dormência, estética, dificuldade para falar, dificuldade para mastigar, e outras. História da doença atual: história da queixa principal, desde seu início, fatos modificadores, tratamentos já realizados, até o momento do exame. Pode incluir: início, duração, intensidade, alívio ou agravamento, o que o paciente tentou fazer para tratar, fatos ou situações que o paciente relaciona ao início da doença. História pregressa: toda a história de saúde do paciente. História médica: doenças agudas ou crônicas, internações, cirurgias, uso de medicação, alergias, gestação, tabagismo, alcoolismo, e outros hábitos. História odontológica: tratamentos realizados, uso prévio de anestesia local, cicatrização de feridas bucais, sangramentos, doenças recorrentes (herpes, aftas), hábitos de higiene e outros hábitos bucais. História familiar: distúrbios de saúde de ascendentes ou descendentes do paciente, história de contatos no convívio sócio familiar com pacientes doentes. Exame físico geral: estado geral do paciente (BEG, debilitado), biótipo, marcha, postura, palidez, cianose, icterícia, tumefações visíveis, pressão arterial, frequência cardíaca, regularidade e força do pulso, fácies. Exame físico loco-regional:

Extrabucal: face, olhos, nariz, ouvido, pescoço, linfonodos, musculatura cervico-facial.

: face, olhos, nariz, ouvido, pescoço, linfonodos, musculatura cervico-facial. Helinaldo Correa da Conceição Página 4
: face, olhos, nariz, ouvido, pescoço, linfonodos, musculatura cervico-facial. Helinaldo Correa da Conceição Página 4

Helinaldo Correa da Conceição

Página 4

Intrabucal : pele e semimucosa dos lábios, mucosas labial, alveolar, jugal, soalho bucal, ventre da
Intrabucal : pele e semimucosa dos lábios, mucosas labial, alveolar, jugal, soalho bucal, ventre da

Intrabucal: pele e semimucosa dos lábios, mucosas labial, alveolar, jugal, soalho bucal, ventre da língua, dorso e bordas laterais da língua, gengiva e rebordo alveolar, palato duro, palato mole e pilares tonsilares, orofaringe. (BORAKS, 2011)

Quem não sabe o que procura não interpreta o que acha.

Claude Bernard

o que procura não interpreta o que acha. Claude Bernard R e s o l u

Resolução 29/02 e 43/02 do CFO → cirurgião dentista que está na área cirúrgica pode realizar requisição de exames, desde que contribuam para o diagnóstico ou tratamento proposto para o paciente. Ex: se há desconfiança de que o paciente é soropositivo, pode-se solicitar o exame sem problemas.

Como

será

feito:

Receituário

próprio

ou

impressos

fornecidos

pelos

laboratórios (carimbo e assinatura de quem está requisitando).

(carimbo e assinatura de quem está requisitando). Manaus, 31 de Maio de 2013 Solicito ao paciente

Manaus, 31 de Maio de 2013

Solicito ao paciente Helinaldo Corrêa da Conceição os seguintes exames laboratoriais pré-operatórios:

1-

Hemograma completo;

2-

Exames de coagulação;

3-

Glicemia;

4-

Uréia e creatinina;

5-

Urina.

3- Glicemia; 4- Uréia e creatinina; 5- Urina. Helinaldo Correa da Conceição Página 5
3- Glicemia; 4- Uréia e creatinina; 5- Urina. Helinaldo Correa da Conceição Página 5

Helinaldo Correa da Conceição

Página 5

Dr: Flaviano Ferreira CRO 3421 Rua Padre Torquato, Bairro São Domingos Sávio, 676. Hemograma completo

Dr: Flaviano Ferreira

CRO 3421

Rua Padre Torquato, Bairro São Domingos Sávio, 676.

3421 Rua Padre Torquato, Bairro São Domingos Sávio, 676. Hemograma completo A.Contagem de hemácias e índices

Hemograma completo

A.Contagem de hemácias e índices hematimétricos

Este teste, também chamado de contagem de eritrócitos, é parte de uma contagem completa de sangue. É também usado para detectar a quantidade de hemácias em um microlitro (milímetro cúbico) de sangue total. Os índices hematimétricos fornecem importantes informações sobre o tamanho, concentração de hemoglobina e peso da hemoglobina de uma hemácia média.

Objetivos

•Fornecer dados para o cálculo do volume corpuscular médio e da hemoglobina corpuscular média, que revelam o tamanho da hemácia e o conteúdo de hemoglobina.

•Dar suporte a outros testes hematológicos para o diagnóstico ou monitoração de anemia ou policitemia.

•Auxiliar no diagnóstico e classificação das anemias.

Preparação do paciente

Jejum de 4 horas.

Valores de referência

Método: automatizado com eventual estudo morfológico em esfregaços corados.

Os valores normais de hemácias variam, dependendo do tipo de amostra e da idade e sexo do paciente, da seguinte maneira:

Homens adultos: 4,6 a 6,2 milhões de hemácias/ml de sangue venoso

Mulheres adultas: 4,2 a 5,4 milhões de hemácias/ml de sangue venoso

Crianças: 3,8 a 5,5 milhões de hemácias/ml de sangue venoso

de sangue venoso Crianças: 3,8 a 5,5 milhões de hemácias/ml de sangue venoso Helinaldo Correa da
de sangue venoso Crianças: 3,8 a 5,5 milhões de hemácias/ml de sangue venoso Helinaldo Correa da

Helinaldo Correa da Conceição

Página 6

Bebês a termo: 4,4 a 5,8 milhões de hemácias/ml de sangue capilar ao nascimento, diminuindo
Bebês a termo: 4,4 a 5,8 milhões de hemácias/ml de sangue capilar ao nascimento, diminuindo

Bebês a termo: 4,4 a 5,8 milhões de hemácias/ml de sangue capilar ao nascimento, diminuindo para 3,8 milhões de hemácias/ml na idade de 2 meses, e aumentando lentamente daí em diante.

Os índices hematimétricos testados incluem volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina corpuscular média (HCM) e concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM).

VCM: 84 a 99mm3.

HCM: 26 a 32 pg.

CHCM: 31 a 36 g/dl.

Achados anormais

Uma contagem elevada de hemácias pode indicar policitemia absoluta ou relativa. Uma contagem deprimida de hemácias pode indicar anemia, sobrecarga de líquido ou hemorragia além de 24 horas. Teste adicionais, como, por exemplo, exame de célula colorida, hematócritos, hemoglobina, índices hematimétricos e estudos de glóbulos brancos são necessários para confirmar o diagnóstico.

Baixos VCM e CHCM indicam anemias microcíticas hipocrômicas causadas por anemia por deficiência de ferro, anemia sideroblástica ou talassemia. Um VCM alto sugere anemias macrocíticas causadas por anemias megaloblásticas, devido à deficiência de ácido fólico ou vitamina B 12, desordens congênitas de DNA ou reticulocitose. Em razão do VCM refletir volume médio de muitas células, um valor dentro da faixa normal pode ocorrer em pacientes cujo tamanho de glóbulos vermelhos varia, e inclui células microcíticas e macrocíticas.

B.Hemoglobina Total

Este teste é usado para medir a quantidade de hemoglobina (Hb) encontrada em um decilitro (100 ml) de sangue total. Usualmente ele é parte de um hemograma completo.

A concentração de hemoglobina correlaciona-se estreitamente com a contagem de hemácias.

Objetivos

Medir a gravidade de anemia ou policitemia e monitorar a resposta à terapia.

•Obter dados para o cálculo da hemoglobina corpuscular média e concentração de hemoglobina corpuscular média.

Valores de referência

Método: automatizado

de hemoglobina corpuscular média. Valores de referência Método: automatizado Helinaldo Correa da Conceição Página 7
de hemoglobina corpuscular média. Valores de referência Método: automatizado Helinaldo Correa da Conceição Página 7

Helinaldo Correa da Conceição

Página 7

As concentrações de Hb variam, dependendo do tipo de amostra retirada (amostras de sangue capilar
As concentrações de Hb variam, dependendo do tipo de amostra retirada (amostras de sangue capilar

As concentrações de Hb variam, dependendo do tipo de amostra retirada (amostras de sangue capilar para bebês e amostras de sangue venoso para todos os demais) e da idade e sexo do paciente, da seguinte maneira:

Recém-nascidos: 14 a 20 g/dl

1

semana de idade: 15 a 23 g/dl

6

meses de idade: 11 a 14 g/dl

Crianças de 6 meses a 18 anos: 12 a 16 g/dl

Homens: 14 a 18 g/dl

Mulheres: 12 a 16 g/dl.

Achados anormais

Baixas concentrações de Hb podem indicar anemia, hemorragia recente ou retenção de líquido causando hemodiluição.

Hb elevada sugere hemoconcentração originária de policitemia ou desidratação.

C.Hematócrito

O exame de hematócrito (Ht) pode ser efetuado separadamente ou como parte de um

hemograma completo. Ele mede a porcentagem por volume de hemácias contidas em uma amostra de sangue total – por exemplo, 40% de Ht indica 40 ml de hemácias contidas em uma amostra de 100ml. Essa concentração é obtida centrifugando-se o sangue total anti-coagulado em um tubo capilar, de forma que as hemácias sejam firmemente concentradas sem hemólise.

Objetivos

•Auxiliar no diagnóstico de policitemia, anemia ou estados anormais de hidratação.

•Auxiliar no cálculo de dois índices de hemácias: VCM e CHCM

Valores de referência

Método: automatizado.

O Ht é normalmente medido eletronicamente. Os resultados são até 3% mais baixos do

que as medições manuais, que aprisionam o plasma na coluna de hemácias concentradas. Os valores de referência variam dependendo do tipo de amostra, do laboratório que estiver efetuando o teste e do sexo e idade do paciente, como segue:

Recém-nascidos: 42% a 60% de Ht

e do sexo e idade do paciente, como segue: Recém-nascidos: 42% a 60% de Ht Helinaldo
e do sexo e idade do paciente, como segue: Recém-nascidos: 42% a 60% de Ht Helinaldo

Helinaldo Correa da Conceição

Página 8

1 semana de idade: 47% a 65% de Ht 6 meses de idade: 33% a

1

semana de idade: 47% a 65% de Ht

6

meses de idade: 33% a 39% de Ht

Crianças de 6 meses a 18 anos: 35% a 45% de Ht

Homens: 42% a 54% de Ht

Mulheres: 36% a 46% de Ht.

Achados anormais

42% a 54% de Ht Mulheres: 36% a 46% de Ht. Achados anormais Um Ht baixo

Um Ht baixo sugere anemia, hemodiluição ou uma perda maciça de sangue. Um Ht alto indica policitemia ou hemoconcentração devido à perda sangüínea ou desidratação.

D.Contagem de Leucócitos

Uma contagem de glóbulos brancos, também chamada de contagem de leucócitos, é parte de uma contagem completa de sangue. Ela indica a quantidade de leucócitos em um microlitro (milímetro cúbico) de sangue total. As contagens de leucócitos podem variar até em 2.000, em qualquer dia em particular, em função de exercício desgastante, tensão ou digestão. A contagem de leucócitos pode aumentar ou diminuir significativamente em determinadas doenças, porém é diagnosticamente útil somente quando o diferencial de glóbulos brancos e o estado clínico do paciente são levados em consideração.

Objetivos

Determinar infecção ou inflamação.

•Determinar a necessidade de testes adicionais, como, por exemplo, o diferencial de leucócitos ou a biópsia de medula óssea.

•Monitorar a resposta à quimioterapia, radioterapia ou outros tipos de terapia.

Valores de referência

Método: automatizado, com eventual estudo morfológico em esfregaços corados.

A contagem de leucócitos varia de 4.000 a 10.000/ml.

Achados anormais

Uma contagem elevada de leucócitos (leucocitose) com freqüência assinala uma infecção, como, por exemplo, um abscesso, meningite, apendicite ou amigdalite. Uma contagem alta de leucócitos pode também resultar de leucemia e necrose tecidual devido à queimaduras, infarto do miocárdio ou gangrena.

e necrose tecidual devido à queimaduras, infarto do miocárdio ou gangrena. Helinaldo Correa da Conceição Página
e necrose tecidual devido à queimaduras, infarto do miocárdio ou gangrena. Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 9

Uma contagem diminuída de leucócitos (leucopenia) indica depressão da medula óssea, que pode resultar de
Uma contagem diminuída de leucócitos (leucopenia) indica depressão da medula óssea, que pode resultar de

Uma contagem diminuída de leucócitos (leucopenia) indica depressão da medula óssea, que pode resultar de infecções virais ou de reações tóxicas, como, por exemplo, as que acompanham o tratamento com antineoplásicos, ingestão de mercúrio ou outros metais pesados, ou exposição ao benzeno ou arsênicos. A leucopenia caracteristicamente acompanha influenza, febre tifóide, sarampo, hepatite infecciosa, mononucleose e rubéola.

E.Diferencial de Leucócitos

O diferencial de leucócitos é usado para avaliar a distribuição e morfologia dos glóbulos brancos, fornecendo informação mais específica sobre o sistema imune do paciente do que a contagem de leucócitos isoladamente.

Os glóbulos brancos são classificados de acordo com os cinco tipos principais – neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos – sendo determinada a porcentagem de cada tipo. A contagem diferencial é o valor percentual de cada tipo de glóbulo branco no sangue. O número absoluto de cada tipo de glóbulo branco é obtido por meio da multiplicação do valor percentual de cada tipo pela contagem total de glóbulos brancos.

Os altos níveis desses glóbulos brancos estão associados com diversas respostas imunes e anormalidades. Algumas vezes é solicitada uma contagem de eosinófilos como um teste de acompanhamento, quando é relatado um nível elevado ou deprimido de eosinófilos.

Objetivos

•Avaliar a capacidade para resistir e superar infecções.

•Detectar e identificar diversos tipos de leucemia.

•Determinar o estágio e gravidade de uma infecção.

•Detectar reações alérgicas.

•Avaliar a gravidade de reações alérgicas (contagem de eosinófilos).

•Detectar infecções parasíticas.

•Servir de suporte para o diagnóstico de outras doenças.

EUCOCITOSE ASSOCIADA À CÉLULAS BRANCAS :

Neutrófilos - Infecções bacterianas, Infarto Agudo, Isquemia, Uremia, Diabetes, Gota, Leucemia mielocítica e Hemorragias Eosinófilos - Alergias, Parasitoses, Doenças da Pele e Hemopatias. Basófilos - Mielofibrose, Dermatites, Colite e Leucemia crônica. Linfócitos - Infecções agudas, Crônicas (Tuberculose, Sífilis) e Mononucleose (grande número de linfócitos atípicos).

Sífilis) e Mononucleose (grande número de linfócitos atípicos). Helinaldo Correa da Conceição Página 10
Sífilis) e Mononucleose (grande número de linfócitos atípicos). Helinaldo Correa da Conceição Página 10

Helinaldo Correa da Conceição

Página 10

Monócitos - Tuberculose, Protozooses ( Malária e Tripanosomose ), Leucemias agudas, Lúpus Eritematoso Sistêmico e
Monócitos - Tuberculose, Protozooses ( Malária e Tripanosomose ), Leucemias agudas, Lúpus Eritematoso Sistêmico e

Monócitos - Tuberculose, Protozooses ( Malária e Tripanosomose ), Leucemias agudas, Lúpus Eritematoso Sistêmico e Artrite Reumatóide Plasmócitos - Rubéola, Sarampo, Mononucleose, Sarampo, Mieloma e Leucemia Plasmocítica. Bastonetes - Infecções Agudas gerais (Viroses, por exemplo)

PLAQUETAS

Valores de referência

Método: automatizado, com eventual estudo morfológico em esfregaços corados.

De forma a assegurar um diagnóstico preciso, os resultados de testes diferenciais devem ser interpretados em relação à contagem de glóbulos brancos totais (4.000 a 10.000/ml). Para adultos, os valores absolutos e porcentagens normais incluem o seguinte:

Basófilos: 0 a 200/ml; 0 a 2%

Eosinófilos: 40 a 500/ml; 1 a 5%

Linfócitos: 880 a 4.000/ml; 22 a 40%

Monócitos: 120 a 1.000/ml; 3 a 10%

Neutrófilos: 1.800 a 7.500/ml; 45 a 75%.

Para crianças, os valores absolutos e porcentagens normais podem diferir. As porcentagens são as seguintes:

Basófilos: 0 a 2%

Eosinófilos: 1 a 5%

Linfócitos: 45 a 75%

Monócitos: 3 a 10%

Neutrófilos: 22 a 40%.

Achados anormais

Os padrões diferenciais anormais fornecem evidência para uma ampla faixa de estados de doença e outras condições.

F.Contagem de Plaquetas

As plaquetas ou trombóticos promovem a coagulação, ou seja, a formação de um coágulo hemostático em locais de comprometimento vascular.

a formação de um coágulo hemostático em locais de comprometimento vascular. Helinaldo Correa da Conceição Página
a formação de um coágulo hemostático em locais de comprometimento vascular. Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 11

A contagem de plaquetas é o plaquetária. As contagens precisas são vitais. mais importante teste
A contagem de plaquetas é o plaquetária. As contagens precisas são vitais. mais importante teste

A contagem de plaquetas é o

plaquetária. As contagens precisas são vitais.

mais importante teste de rastreamento da função

Objetivos

Avaliar a produção ou utilização de plaquetas.

• Avaliar os efeitos da quimioterapia ou radioterapia na produção de plaquetas.

• Diagnosticar ou monitorar trombocitose ou trombocitopenia.

• Confirmar uma estimativa visual da quantidade e morfologia da plaqueta a partir de um filme sangüíneo colorido.

Valores de referência

Método: automatizado, com eventual estudo morfológico com esfregaços corados.

As contagens normais de plaquetas variam entre 130.000 a 370.000/ml.

Achados anormais

Uma contagem diminuída de plaquetas (trombocitopenia) pode resultar de medula óssea aplástica ou hipoplástica; uma doença infiltrativa de medula óssea, como, por exemplo, carcinoma ou leucemia; hipoplasia megacariocítica; trombopoiese infecciosa proveniente de deficiência de ácido fólico ou vitamina B 12; acúmulo de plaquetas em um baço aumentado; destruição aumentada de plaquetas devido à drogas ou desordens imunes; coagulação intravascular disseminada; síndrome de Bernard-Soulier; ou lesões mecânicas às plaquetas.

Uma contagem aumentada de plaquetas (trombocitose) pode resultar de hemorragias, desordens infecciosas; câncer; anemia por deficiência de ferro; cirurgia recente, gravidez, ou esplenectomia e desordens inflamatórias. Em tais casos, a contagem de plaquetas retorna ao normal após o paciente recuperar-se da desordem primária. Todavia, a contagem permanece elevada em trombocitemia primária, mielofibrose com metaplasia mielóide, policitemia vera e leucemia mielóide crônica. Em tais desordens, as plaquetas podem estar disfuncionais, resultando em sangramento.

Exames correlatos (ao hemograma completo)

VHS, reticulócitos, mielograma, etc.

NERVOS E TÉCNICAS ANESTÉSICAS

Posicionamento correto da cadeira odontológica de acordo com o procedimento cirúrgico; para os dentes maxilares encosto da cadeira paralela ao solo.

Maxila

para os dentes maxilares encosto da cadeira paralela ao solo. Maxila Helinaldo Correa da Conceição Página
para os dentes maxilares encosto da cadeira paralela ao solo. Maxila Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 12

Mandíbula Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo ; Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12%
Mandíbula Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo ; Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12%

Mandíbula

Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo;

Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo ; Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12% (bochecho por
Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo ; Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12% (bochecho por

Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12% (bochecho por 1 minuto)

Anti-sepsia extraoral com clorexidina a 2% ou povidine-iodo; nessa etapa é importante lembrar- se dos cuidados com o uso do antisséptico na região orbitária, sob pena de lesões oculares graves! Brocas cirúrgicas da série 700 ( 701, 702 e 703) haste longa.

Regras:

1. Bisel voltado para o osso

2. Punção seguida de aspiração

3. Introdução parcial da agulha

4. Deposito do anestésico lentamente

5. Qualquer intercorrência, suspender o procedimento.

6. Retirar a agulha sempre no mesmo sentido da punção

o procedimento. 6. Retirar a agulha sempre no mesmo sentido da punção Helinaldo Correa da Conceição
o procedimento. 6. Retirar a agulha sempre no mesmo sentido da punção Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 13

Montagem da Mesa operatória  Começamos da esquerda para a direita Espelho bucal=> Sonda exploradora=>
Montagem da Mesa operatória  Começamos da esquerda para a direita Espelho bucal=> Sonda exploradora=>
Montagem da Mesa operatória  Começamos da esquerda para a direita Espelho bucal=> Sonda exploradora=>

Montagem da Mesa operatória

Começamos da esquerda para a direita

Mesa operatória  Começamos da esquerda para a direita Espelho bucal=> Sonda exploradora=> Pinça clinica

Espelho bucal=> Sonda exploradora=> Pinça clinica => Seringa carpule=> cabo de bisturi nº 3(lâmina 15)=> Sindesmótomo e descolador de Molt=>pinça hemostática => afastador de Minessota=>elevadores ou alavancas retas e curvas=>Fórceps=>lima para osso=>cureta=>pinça goiva ou Alveolótomo=>cubas=>Sugador Cirúrgico=>Seringa para irrigação=>Tubetes Anestésicos=>Gaze=>porta agulha=>tesoura para sutura=> pinça anatômica=> Fio de sutura.

agulha=>tesoura para sutura=> pinça anatômica=> Fio de sutura. Helinaldo Correa da Conceição Página 14
agulha=>tesoura para sutura=> pinça anatômica=> Fio de sutura. Helinaldo Correa da Conceição Página 14

Helinaldo Correa da Conceição

Página 14

Helinaldo Correa da Conceição Página 15
Helinaldo Correa da Conceição Página 15
Helinaldo Correa da Conceição Página 15
Helinaldo Correa da Conceição Página 15
Helinaldo Correa da Conceição Página 15
Helinaldo Correa da Conceição Página 15

Helinaldo Correa da Conceição

Página 15

NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP) Área anestesiada : 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP) Área anestesiada : 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP) Área anestesiada : 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP) Área anestesiada : 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e

NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP)

Área anestesiada: 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e palatina) molares superiores, processo alveolar (osso), gengiva vestibular, periodonto e membrana mucosa vestibular adjacente da região.

vestibular, periodonto e membrana mucosa vestibular adjacente da região. Helinaldo Correa da Conceição Página 16
vestibular, periodonto e membrana mucosa vestibular adjacente da região. Helinaldo Correa da Conceição Página 16

Helinaldo Correa da Conceição

Página 16

Local para punção : Fundo de sulco vestibular a 45°, na direção do dente a
Local para punção : Fundo de sulco vestibular a 45°, na direção do dente a

Local para punção: Fundo de sulco vestibular a 45°, na direção do dente a ser anestesiado.

Agulha curta de calibre 25.

Deitado

Boca parcialmente aberta

Bennette descreve o posicionamento do dedo indicador no fundo do vestíbulo maxilar em direção posterior à área de pré – molares até atingir o processo zigomático maxilar como orientação para a penetração da agulha durante a técnica anestésica.

Para a anestesia do lado direito, o operador deverá coloca-se do lado direito do cliente em posição ergonômica de 8 horas. Para a anestesia do lado esquerdo, o operador posiciona-se do lado direito do paciente, e o seu braço esquerdo é passado sobre a cabeça do paciente de modo que a área possa ser palpada com o indicador esquerdo, assumindo então, uma posição de 10 horas. O paciente deverá esta posicionado de forma que o plano oclusal da arcada superior forme um ângulo de 45º com o solo.

NERVO ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO (NASM)

Área anestesiada: Pré – molares superiores e mais raiz mesio vestibular do 1º molar superior, gengiva vestibular, periodonto e processo alveolar.

Local para punção: Fundo de sulco vestíbular, a 45° na direção do dente a ser anestesiado.

Deitado

Agulha curta

Operador na posição de 10 horas.

NERVO ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR (NASA)

Área anestesiada: Incisivos e caninos superiores, mucosa vestibular, periodonto, lábio superior e processo alveolar.

Local para punção: Prega mucojugal acima do ápice do canino superior.

Deitado

Operador da posição de (9 a 10 horas)

OBs: Técnica anestésica usada

Operador da posição de (9 a 10 horas) OBs : Técnica anestésica usada Helinaldo Correa da
Operador da posição de (9 a 10 horas) OBs : Técnica anestésica usada Helinaldo Correa da

Helinaldo Correa da Conceição

Página 17

Bloqueio de campo= Técnica infiltrativa ou ainda supraperiosteal onde a solução anestésica é infiltrada próxima
Bloqueio de campo= Técnica infiltrativa ou ainda supraperiosteal onde a solução anestésica é infiltrada próxima

Bloqueio de campo= Técnica infiltrativa ou ainda supraperiosteal onde a solução anestésica é infiltrada próxima dos ramos terminais maiores de forma que a área anestesiada será circunscrita.

NERVO INFRA – ORBITÁRIO

anestesiada será circunscrita. NERVO INFRA – ORBITÁRIO SÓ INERVAM MUCOSA 1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional
anestesiada será circunscrita. NERVO INFRA – ORBITÁRIO SÓ INERVAM MUCOSA 1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional
anestesiada será circunscrita. NERVO INFRA – ORBITÁRIO SÓ INERVAM MUCOSA 1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional

SÓ INERVAM MUCOSA

1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional

– ORBITÁRIO SÓ INERVAM MUCOSA 1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional Helinaldo Correa da Conceição Página 18
– ORBITÁRIO SÓ INERVAM MUCOSA 1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional Helinaldo Correa da Conceição Página 18

Helinaldo Correa da Conceição

Página 18

Área anestesiada (subperióstica) : Fibromucosa palatina de canino a canino (distal) Local para punção :
Área anestesiada (subperióstica) : Fibromucosa palatina de canino a canino (distal) Local para punção :

Área anestesiada (subperióstica): Fibromucosa palatina de canino a canino (distal)

Local para punção: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45°

: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 2. PALATINO MAIOR Helinaldo Correa
: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 2. PALATINO MAIOR Helinaldo Correa
: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 2. PALATINO MAIOR Helinaldo Correa

2. PALATINO MAIOR

: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 2. PALATINO MAIOR Helinaldo Correa
: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 2. PALATINO MAIOR Helinaldo Correa

Helinaldo Correa da Conceição

Página 19

Área anestesiada : mucosa palatina da região distal de canino a molares superiores de uma
Área anestesiada : mucosa palatina da região distal de canino a molares superiores de uma

Área anestesiada: mucosa palatina da região distal de canino a molares superiores de uma hemiarcada

Local para punção: metade da distancia da linha média em direção ao dente a ser anestesiada ou próxima do forame palatino maior. Boca Aberta Posição de (9 a 10 horas) Observe: a agulha com a seringa sempre do lado oposto.

Observe: a agulha com a seringa sempre do lado oposto. Morpheus 3. PALATINO MENOR Área anestesiada

Morpheus

a agulha com a seringa sempre do lado oposto. Morpheus 3. PALATINO MENOR Área anestesiada :
a agulha com a seringa sempre do lado oposto. Morpheus 3. PALATINO MENOR Área anestesiada :

3. PALATINO MENOR

Área anestesiada: palato mole, mucosa posterior.

Local para punção:

MENOR Área anestesiada : palato mole, mucosa posterior. Local para punção: Helinaldo Correa da Conceição Página
MENOR Área anestesiada : palato mole, mucosa posterior. Local para punção: Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 20

Mandibular emerge do forame oval pterigomandibular NERVO ALVEOLAR INFERIOR (NAI) Área anestesiada : Dente de

Mandibular emerge do forame oval pterigomandibular

NERVO ALVEOLAR INFERIOR (NAI)

forame oval pterigomandibular NERVO ALVEOLAR INFERIOR (NAI) Área anestesiada : Dente de toda uma hemiarcada inferior,

Área anestesiada: Dente de toda uma hemiarcada inferior, corpo da mandíbula, porção inferior do ramo mucoperiósteo vestibular, membrana mucosa anterior ao 1° molar inferior (nervo mentoniano), 2/3 anterior da língua e assoalho da cavidade oral, tecidos moles e periósteo lingual (nervo lingual).

Local para punção: Deslizar o dedo indicador sobre o plano oclusal dos dentes inferiores, até a região do trígono retromolar, alcançando a porção anterior do ramo da mandíbula, o dedo ficará 1 cm do plano oclusal, este então é deslocado para a lateralidade tensionando o tecido, baseando – se pela metade da unha, faz a punção. O corpo da seringa ficará deposto do lado oposto, entre os pré-molares, faz o refluxo e injeta lentamente por 2 min o anestésico (agulha longa).

TÉCNICAS DE ANESTESIA

Técnica direta nada mais é que levar a agulha diretamente ao alveolar inferior, fazendo uma pulsão direta no alveolar inferior. *mais utilizada

Técnica indireta ou também chamada de técnica das 3 posições é o tipo de técnica que você consegue bloquear o nervo lingual, bucal e alveolar inferior mudando a posição da agulha sem retirar do tecido e com apenas uma pulsão. *mais utilizada

OBs: Técnica anestésica usada: Bloqueio regional ou de nervo. O anestésico local é depositado próximo a um tronco nervoso principal, usualmente distante do local de intervenção operatória.

Referência Anatômica: Rafe pterigomandibular

Trígono retromolar

Oclusal dos dentes posteriores

Linha obliqua externa

Comissura labial

Oclusal dos dentes posteriores Linha obliqua externa Comissura labial Helinaldo Correa da Conceição Página 21
Oclusal dos dentes posteriores Linha obliqua externa Comissura labial Helinaldo Correa da Conceição Página 21

Helinaldo Correa da Conceição

Página 21

NERVO BUCAL=> Complemento anestésico do NAI . Área anestesiada : Gengiva vestibular na região dos
NERVO BUCAL=> Complemento anestésico do NAI . Área anestesiada : Gengiva vestibular na região dos

NERVO BUCAL=> Complemento anestésico do NAI.

NERVO BUCAL=> Complemento anestésico do NAI . Área anestesiada : Gengiva vestibular na região dos molares

Área anestesiada: Gengiva vestibular na região dos molares inferiores.

Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior e mucosa jugal, agulha pouco introduzida, próxima ao dente a ser anestesiado.

NERVO LINGUAL

Área anestesiada: 2/3 (sensitiva) anteriores da língua e assoalho da cavidade oral, tecidos moles e periósteo lingual.

Local para punção: Linha obliqua da mandíbula (milo – hióidea)

NERVO MENTONIANO (só inerva mucosa)

Área anestesiada: Gengiva vestibular de incisivos, caninos e pré-molares (tecido mole), mucosa labial e pele do mento.

Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo na região do ápice entre os pré – molares inferiores (infiltrativa na mucosa lingual, na direção do dente a ser extraído).

NERVO INCISIVO

Área anestesiada: Dentes caninos e incisivos inferiores, através dos canais recorrentes incisais.

caninos e incisivos inferiores, através dos canais recorrentes incisais. Helinaldo Correa da Conceição Página 22
caninos e incisivos inferiores, através dos canais recorrentes incisais. Helinaldo Correa da Conceição Página 22

Helinaldo Correa da Conceição

Página 22

Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior na direção do dente que se quer
Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior na direção do dente que se quer

Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior na direção do dente que se quer anestesiar.

PÓS – TUBER=> NASP

Agulha longa

Boca entre aberta

Paciente deitado

Área anestesiada: 3°, 2° e raiz mesio vestibular do 1° molar superior; mucosa vestibular e periodonto.

Ex: Terceiros molares superiores inclusos.

Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo, acima do 2° molar superior (distal) a 45° em relação aos planos horizontal, frontal e sagital.

Referencia anatômica:

Tuberosidade da maxila

Processo zigomático

Prega muco vestibular acima do 2° molar superior

INFRA - ORBITÁRIO => NASM + NASA

Área anestesiada: Inerva o 2° PMS até incisivo central, periodonto, mucosa gengival, asa do nariz e pálpebra inferior, mucosa labial.

Agulha longa

Ex: Remoção de caninos, cistos

Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo, entre os ápices dos pré – molares superior, 1 cm ao lado da asa do nariz e na direção da pupila, com a agulha paralela ao longo eixo do dente. Palpar o forame infraorbitário.

Referências Anatômicas

1cm ao lado da asa do nariz

Direção da pupila

1° PMS e 2º PMS (entre esses dentes)

Forame e eminência infra-orbitária

PMS e 2º PMS (entre esses dentes)  Forame e eminência infra-orbitária Helinaldo Correa da Conceição
PMS e 2º PMS (entre esses dentes)  Forame e eminência infra-orbitária Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 23

Para a Mandíbula:  Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo.  Técnica =
Para a Mandíbula:  Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo.  Técnica =
Para a Mandíbula:  Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo.  Técnica =
Para a Mandíbula:  Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo.  Técnica =

Para a Mandíbula:

Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo.

Técnica = Bloqueio de nervo regional

Para a maxila:

Paciente deitado paralelo ao solo em posição supina.

Técnica = supraperiosteal e bloqueio regional.

Fusão: é a união de dois dentes ou mais, esta união pode ser completa formando um único dente. Pode ocorrer união das coroas e raízes.

Concrescência: é a união de 2 dentes ou mais, somente pelo cemento dentário.

Dilaceração: encurvamento acentuado de uma raiz

pelo cemento dentário.  Dilaceração : encurvamento acentuado de uma raiz Helinaldo Correa da Conceição Página
pelo cemento dentário.  Dilaceração : encurvamento acentuado de uma raiz Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 24

 Reabsorção radicular: pode ser total ou parcial  Hipercementose : é a excessiva formação
 Reabsorção radicular: pode ser total ou parcial  Hipercementose : é a excessiva formação

Reabsorção radicular: pode ser total ou parcial

Hipercementose: é a excessiva formação de cemento dentário na superfície da raiz em qualquer de suas partes.

NÚMERO DOS FÓRCEPIS E SUAS INDICAÇÕES:

Fórceps => Função de luxar o dente e extraí – lo do alvéolo.

150 - Pré a pré -molares superiores

lo do alvéolo.  150 - Pré a pré -molares superiores  151 - Pré a

151 - Pré a pré -molares inferiores e restos radiculares inferiores.

a pré -molares inferiores e restos radiculares inferiores.  16 – (chifre de touro) Molares inferiores

16 – (chifre de touro) Molares inferiores de ambos os lados adaptada na região de furca (coroa destruída).

os lados adaptada na região de furca (coroa destruída).  17 – Molares inferiores de ambos

17 – Molares inferiores de ambos os lados adaptada na região cervical (coroa pouco destruída)

lados adaptada na região cervical (coroa pouco destruída)  18L - Molares superiores esquerdo Helinaldo Correa

18L - Molares superiores esquerdo

cervical (coroa pouco destruída)  18L - Molares superiores esquerdo Helinaldo Correa da Conceição Página 25
cervical (coroa pouco destruída)  18L - Molares superiores esquerdo Helinaldo Correa da Conceição Página 25
cervical (coroa pouco destruída)  18L - Molares superiores esquerdo Helinaldo Correa da Conceição Página 25

Helinaldo Correa da Conceição

Página 25

 18R - Molares superiores direito  65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores

18R - Molares superiores direito

 18R - Molares superiores direito  65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores 
 18R - Molares superiores direito  65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores 

65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores

65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores  1 – Canino a Canino tanto inferiores

1 – Canino a Canino tanto inferiores quanto superiores

1 – Canino a Canino tanto inferiores quanto superiores  68 – Raízes de dente inferiores.

68 – Raízes de dente inferiores.

quanto superiores  68 – Raízes de dente inferiores.  Alveolótomo Reto = Pinça Goiva de

Alveolótomo Reto = Pinça Goiva de Luer Reto = Osteótomo => Usada em dentes anteriores Remover espículas ósseas.

Usada em dentes anteriores Remover espículas ósseas.  Alveolótomo Curvo = Pinça Goiva de Luer Curvo

Alveolótomo Curvo = Pinça Goiva de Luer Curvo => Usado em dentes posteriores principalmente para remover espículas ósseas.

Usado em dentes posteriores principalmente para remover espículas ósseas. Helinaldo Correa da Conceição Página 26
Usado em dentes posteriores principalmente para remover espículas ósseas. Helinaldo Correa da Conceição Página 26
Usado em dentes posteriores principalmente para remover espículas ósseas. Helinaldo Correa da Conceição Página 26

Helinaldo Correa da Conceição

Página 26

 Lima para osso => Alisamento do rebordo alveolar do tecido ósseo.  Pinça de
 Lima para osso => Alisamento do rebordo alveolar do tecido ósseo.  Pinça de

Lima para osso => Alisamento do rebordo alveolar do tecido ósseo.

=> Alisamento do rebordo alveolar do tecido ósseo.  Pinça de Campo = Pinça Backhaus =>

Pinça de Campo = Pinça Backhaus => Prender o sugador cirúrgico ao campo fenestrado do paciente evitando que caia.

ao campo fenestrado do paciente evitando que caia.  Porta Agulha de Mayo Hegar 17 cm

Porta Agulha de Mayo Hegar 17 cm

evitando que caia.  Porta Agulha de Mayo Hegar 17 cm  Seringa Carpule com refluxo

Seringa Carpule com refluxo

Agulha de Mayo Hegar 17 cm  Seringa Carpule com refluxo  Pinça clinica para Algodão

Pinça clinica para Algodão

Carpule com refluxo  Pinça clinica para Algodão Pinça dente de rato 16 cm Helinaldo Correa

Pinça dente de rato 16 cm

com refluxo  Pinça clinica para Algodão Pinça dente de rato 16 cm Helinaldo Correa da
com refluxo  Pinça clinica para Algodão Pinça dente de rato 16 cm Helinaldo Correa da

Helinaldo Correa da Conceição

Página 27

Pinça de Dissecção 16cm Tesoura de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura
Pinça de Dissecção 16cm Tesoura de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura
Pinça de Dissecção 16cm Tesoura de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura

Pinça de Dissecção 16cm

Pinça de Dissecção 16cm Tesoura de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de

Tesoura de Spencer (pequena)

Pinça de Dissecção 16cm Tesoura de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de

Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm

de Spencer (pequena) Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm 

Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm

de Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm  Cureta de Lucas Helinaldo

Cureta de Lucas

Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm  Cureta de Lucas Helinaldo Correa
Mayo-Stille curva 14 cm Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm  Cureta de Lucas Helinaldo Correa

Helinaldo Correa da Conceição

Página 28

 Descolador de Molt nº 9 Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes –
 Descolador de Molt nº 9 Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes –
 Descolador de Molt nº 9 Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes –

Descolador de Molt nº 9

 Descolador de Molt nº 9 Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes – desinserção

Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes – desinserção das fibras gengivais

Cabo de Bisturi nº3

desinserção das fibras gengivais  Cabo de Bisturi nº3 Jogo de Extrator Apical de Seldin: Reto

Jogo de Extrator Apical de Seldin: Reto n o . 2, Angulado Esquerdo 1L, Angulado Direito 1R

Reto n o . 2, Angulado Esquerdo 1L, Angulado Direito 1R Seldin Reto  expansão e

Seldin Reto

expansão e dilatação do alvéolo

rompimento do ligamento periodontal

expansão e dilatação do alvéolo  rompimento do ligamento periodontal Helinaldo Correa da Conceição Página 29
expansão e dilatação do alvéolo  rompimento do ligamento periodontal Helinaldo Correa da Conceição Página 29

Helinaldo Correa da Conceição

Página 29

Extrator Apical de Seldin: 304 Afastador de Minesota Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm Pinças Halsted-(mosquito)

Extrator Apical de Seldin: 304

Extrator Apical de Seldin: 304 Afastador de Minesota Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm Pinças Halsted-(mosquito)

Afastador de Minesota

Extrator Apical de Seldin: 304 Afastador de Minesota Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm Pinças Halsted-(mosquito)

Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm

de Minesota Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm Pinças Halsted-(mosquito) curva12, 5 cm Cuba de inox

Pinças Halsted-(mosquito) curva12, 5 cm

reta 12,5 cm Pinças Halsted-(mosquito) curva12, 5 cm Cuba de inox pequena para soro fisiológico Broca

Cuba de inox pequena para soro fisiológico

curva12, 5 cm Cuba de inox pequena para soro fisiológico Broca Cirúrgica – Zecrya ou broca
curva12, 5 cm Cuba de inox pequena para soro fisiológico Broca Cirúrgica – Zecrya ou broca

Broca Cirúrgica – Zecrya ou broca haste longa, N O . 702 e Broca Esférica tipo carbite pescoço longo, no. 6 ou 8

longa, N O . 702 e Broca Esférica tipo carbite pescoço longo, no. 6 ou 8
longa, N O . 702 e Broca Esférica tipo carbite pescoço longo, no. 6 ou 8

Helinaldo Correa da Conceição

Página 30

 Laminas de bisturi Nº 10 = pele Nº 11 = Drenar abscesso intra e
 Laminas de bisturi Nº 10 = pele Nº 11 = Drenar abscesso intra e

Laminas de bisturi

Nº 10 = pele

 Laminas de bisturi Nº 10 = pele Nº 11 = Drenar abscesso intra e extraoral

Nº 11 = Drenar abscesso intra e extraoral dentoalveolar.

Nº 12 = Região distal do 3º molar.

Nº 15 = É a mais utilizada na odontologia intra bucal e pele.

Nº 15 C = Usada para implante.

intra bucal e pele. Nº 15 C = Usada para implante. Características de cada modelo: Nº

Características de cada modelo:

Nº 10

A lâmina Nº 10 com a sua curva de ponta é uma das mais tradicionais formas de lâmina e é usada geralmente para fazer pequenas incisões na pele e músculo. A Nº 10

é usada geralmente para fazer pequenas incisões na pele e músculo. A Nº 10 Helinaldo Correa
é usada geralmente para fazer pequenas incisões na pele e músculo. A Nº 10 Helinaldo Correa

Helinaldo Correa da Conceição

Página 31

é muitas vezes utilizada em cirúrgias mais especializadas, como para a colheita da artéria radial
é muitas vezes utilizada em cirúrgias mais especializadas, como para a colheita da artéria radial

é muitas vezes utilizada em cirúrgias mais especializadas, como para a colheita da artéria radial durante uma operação de revascularização do miocárdio, durante a abertura do brônquio, cirúrgia torácica e para correção de hérnia inguinal.

Nº 11

A Nº 11 é uma lâmina afiada triângular alongada ao longo da borda hipotenusa e com

uma ponta forte, o que a torna ideal para incisões. Utilizada em procedimentos diversos, tais como a criação de incisões para drenos torácicos, a abertura das artérias coronárias, a abertura da aorta e remover as calcificações nas válvulas aórtica ou

mitral.

Nº 12

A Nº 12 é uma ponta pequena, lâminas afiadas em forma crescente ao longo da borda

interna da curva. Às vezes, é utilizada como um cortador de sutura, mas também para arteriotomias (incisão cirúrgica de uma artéria), cirúrgias de parótida (glândula salivar facial), cortes de mucosa em uma septoplastia (reparação de septo nasal) e procedimentos durante a fissura palatina, ureterolithotomies (remoção do cálculo por incisão do ureter) e pyelolithotomies (incisão cirúrgica da pelve renal de um rim para a remoção de uma pedra nos rins - também conhecido como pelviolithotomy).

Nº 12D

A 12D, por vezes referido como 12B no mercado dos EUA, é uma lâmina de dois gumes Nº 12. Lâmina afiada em ambos os lados da curva em forma crescente. Ela é usada extensivamente dentro das técnicas de cirúrgia dentária.

Nº 15

A lâmina Nº 15 têm um perfil curvo, pequeno corte e é a ideal mais popular forma de

lâmina para fazer incisões curtas e precisas. É utilizada em uma variedade de procedimentos cirúrgicos, incluindo a excisão de uma lesão na pele ou cisto sebáceo recorrente e para a abertura de artérias coronárias.

Nº 15C

cisto sebáceo recorrente e para a abertura de artérias coronárias. Nº 15C Helinaldo Correa da Conceição
cisto sebáceo recorrente e para a abertura de artérias coronárias. Nº 15C Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 32

Com um a mais, a borda mais extensa do que a lâmina de corte Nº
Com um a mais, a borda mais extensa do que a lâmina de corte Nº

Com um a mais, a borda mais extensa do que a lâmina de corte Nº 15 tradicional, a

15C oferece um alcance adicional para o dentista realizar procedimentos periodontais.

Obs: Segurar o cabo de bisturi em forma de empunhadura, ou seja, em forma de caneta modificada.

Observe‼! Os fórceps 65 e 69 ficam reservados para raízes superiores e o fórceps 151 para as raízes da arcada inferior.

TIPOS DE INCISÃO:

- Partch = semilunar

inferior. TIPOS DE INCISÃO:  - Partch = semilunar Alan Leandro UFCE Regiões apicais (fácil deslocamento,

Alan Leandro UFCE

Regiões apicais (fácil deslocamento, acesso restrito a região apical). Este tipo de incisão não nos dar uma boa visibilidade. Ex: Lesão periapical (osteotomias até encontrar a raiz) o 1 pré - molar superior possui duas raízes uma vestibular e uma palatina (acesso melhor na vestibular), normalmente quando as coroas estão destruídas geralmente se fraturam uma das raízes.

- Envelope

geralmente se fraturam uma das raízes.  - Envelope Alan Leandro UFCE (Neste caso não há

Alan Leandro UFCE

(Neste caso não há incisão relaxante ou obliqua, então neste caso a sindesmotomia seria no sulco gengival ao redor da margem gengival do dente que será extraído). Um ou mais dentes adjacentes ao que queremos remover. Os limites são: dente, osso alveolar e os retalhos que são feitos.

remover. Os limites são: dente, osso alveolar e os retalhos que são feitos. Helinaldo Correa da
remover. Os limites são: dente, osso alveolar e os retalhos que são feitos. Helinaldo Correa da

Helinaldo Correa da Conceição

Página 33

 - Wassmund = trapezoidal Alan Leandro UFCE É destinada a áreas apicais e maiores,

- Wassmund = trapezoidal

 - Wassmund = trapezoidal Alan Leandro UFCE É destinada a áreas apicais e maiores, não

Alan Leandro UFCE

 - Wassmund = trapezoidal Alan Leandro UFCE É destinada a áreas apicais e maiores, não

É destinada a áreas apicais e maiores, não restritas a um dente apenas, pode ter envolvimento de dois dentes. Podemos deixar no mínimo uma distância do sulco gengival 4 a 5 mm dor margem gengival. Temos uma incisão horizontal e duas relaxantes. Essa incisão só é praticada em gengiva inserida, nunca em gengiva livre. Ex: É indicada para pacientes que possuem prótese fixa.

Nunca devem ser convergentes e sim, divergentes. O motivo seria a

vascularização. A porção livre deverá ser menor do que a base. Nunca inter –

papilar e sim, para papilar.

- Newmann = triangular

– papilar e sim, para papilar.  - Newmann = triangular Alan Leandro UFCE Retalho com

Alan Leandro UFCE

Retalho com duas relaxantes e intra - sulculares

Dois dentes adjacentes ou mais

Evitar estruturas nobres

Região posterior

Rebordo e relaxantes

ou mais Evitar estruturas nobres Região posterior Rebordo e relaxantes Helinaldo Correa da Conceição Página 34
ou mais Evitar estruturas nobres Região posterior Rebordo e relaxantes Helinaldo Correa da Conceição Página 34

Helinaldo Correa da Conceição

Página 34

 - Newmann modificada Retalho com uma relaxante e intra – sulcular Canino a Canino

- Newmann modificada

Retalho com uma relaxante e intra – sulcular

Canino a Canino

A base não deverá esta sobre osso

sulcular Canino a Canino A base não deverá esta sobre osso Hematoma => Acúmulo de aumento

Hematoma => Acúmulo de aumento de volume, acúmulo de sangue no espaço subcutâneo ou submucoso.

Equimose => Não ocorre aumento de volume, somente a mancha profundamente arroxeada.

Características do retalho

Deve ser demarcado por incisão cirúrgica

Deve possuir suprimento sanguíneo próprio

Permitir acesso aos tecidos subjacentes

Pode ser recolocado na posição original

Pode ser mantido por sutura

Observe! 7 dias para remover a sutura.

Manobras básicas de cirurgias

Assepsia (campos, EPIS, Instrumental)

Antissepsia (Extra oral clorexidina a 4% e intra oral 0,12%)

Diérese (incisão e afastamento do tecido)

Exérese (remoção do material)

Hemostasia (controle do sangramento)

Síntese (sutura)

Diérese

Consiste em dividir (separar tecido ou planos anatômicos, para abordar uma região ou órgão)

1)

Tipos

a)

punção

b)

incisão

Mais utilizado

c)

divulsão

divulsão

d)

descolamento

b) incisão Mais utilizado c) divulsão d) descolamento Helinaldo Correa da Conceição Página 35
b) incisão Mais utilizado c) divulsão d) descolamento Helinaldo Correa da Conceição Página 35

Helinaldo Correa da Conceição

Página 35

e) curetagem a) Punção => Perfurar o tecido. Ex: biópsia/ diagnóstico diferencial Pode ser: -

e) curetagem

a) Punção=> Perfurar o tecido.

Ex: biópsia/ diagnóstico diferencial

Pode ser:

- Aspirativa

- Anestésica

A punção mais utilizada pelos dentistas é a anestésica

A punção mais utilizada pelos dentistas é a anestésica b) Incisão => Cortar o tecido (são

b) Incisão=> Cortar o tecido (são praticadas sobre a mucosa bucal ou sobre a pele,

podendo ser também efetuado com bisturis e também tesoura).

Evitar estruturas anatômicas importantes.

Ex: Nervo bucal e Nervo Mentoniano

Importante

1)Conhecimento sobre os pontos de apoio.

2)

Utilizar lâminas novas e afiadas

3)

Incisão firme, continua com bordas irregulares (nítidas e atraumáticas)

4)

Devem ser relativamente amplas

5)

Posicionar as margens da ferida sobre osso saudável e intacto.

Bisturi número 15 + cabo número 3 (mais utilizado na odontologia UEA)

Empunhadura do bisturi:

Forma de caneta mais utilizada, mas usada em incisões pequenas e delicadas. O bisturi é apoiado pelo dedo indicador, polegar e médio ficando perpendicular ao tecido.

Princípios de incisão:

- Intra – bucal

- Extra – bucal

Intra – bucal são de 2 ordens:

incisão: - Intra – bucal - Extra – bucal Intra – bucal são de 2 ordens:
incisão: - Intra – bucal - Extra – bucal Intra – bucal são de 2 ordens:

Helinaldo Correa da Conceição

Página 36

1) Apoiado em osso Ex: Mucosa apoiada no processo alveolar. 2) Mucosa não – apoiada

1) Apoiado em osso

Ex: Mucosa apoiada no processo alveolar.

2) Mucosa não – apoiada em osso

Ex: Bochecha, Lábio.

Devem ser:

não – apoiada em osso Ex: Bochecha, Lábio. Devem ser:  Amplas  Campo operatório visível

Amplas

Campo operatório visível

Boa irrigação do retalho para que seja favorecida uma boa e rápido cicatrização.

Contra indicado incisões econômicas.

CUIDADOS ‼!

Com incisões verticais (relaxantes) na face lingual na altura dos molares para evitar a lesão do nervo lingual. Incisões vestibulares ao nível dos ápices dos pré – molares inferiores, para evitar lesionar o feixe vasculo – nervoso mentoniano (de grande reabsorção do rebordo alveolar esse feixe esta bem próximo da crista – alveolar). Mais indicada incisão do tipo envelope. Evitar também incisões verticais (relaxantes no palato, pois pode lesionar artéria palatina maior).

Retalho => Porção de tecido limitado por incisão.

Retalho total = periósteo junto com o tecido.

Retalho dividido = periósteo fica junto ao osso.

Tipos de incisão:

Sulcular

Incisões no sulco gengival

Verticais Relaxantes

Pode ser feito por bisturi (frio) ou elétrico (incisa e cauteriza)

Envelope

Incisões sulco gengival, sem a presença de incisão relaxante.

Formato de uma incisão

Extremidade não incisada (fixa) bem maior que o ápice, porque facilita a vascularização ou irrigação, caso contrário ocorre necrose.

facilita a vascularização ou irrigação, caso contrário ocorre necrose. Helinaldo Correa da Conceição Página 37
facilita a vascularização ou irrigação, caso contrário ocorre necrose. Helinaldo Correa da Conceição Página 37

Helinaldo Correa da Conceição

Página 37

c) Divulsão=> Cortar antes com o bisturi, separar os tecidos sem seccionar, cortar. Divulsiona sem
c) Divulsão=> Cortar antes com o bisturi, separar os tecidos sem seccionar, cortar. Divulsiona sem

c) Divulsão=> Cortar antes com o bisturi, separar os tecidos sem seccionar, cortar.

Divulsiona sem cortar os tecidos, apenas separa. Utiliza – se tesoura de ponta romba (Metzembaum).

d) Deslocamento=> Desloca o periósteo (Alguns autores acham que é um tipo de

divulsão).

e) Curetagem=> Consiste em remover um órgão ou parte dele (resultado final da

cirurgia). Ex: Na exodontia remover cisto, granuloma etc.

f) Hemostasia=> Cessamento da hemorragia, consiste em um conjunto de manobras

para prevenir, coibir ou deter sangramentos.

Digital (compressão)

Pinçagem

Ligadura (nó ao redor do vaso)

Tamponamento

Termocoagulação (bisturi elétrico)

Substâncias vasoconstritoras (adrenalina baixa o sangramento)

Compressão do local com gaze, preferência com os dedos ( 5 a 10 min) no local sangrante.

g) Síntese=> Sutura

MANOBRAS DE SÍNTESE

Objetivo:

Fazer a mobilização dos tecidos

Reduzir os espaços anatômicos mortos

Facilitar o processo de cicatrização

Classificação dos fios

Absorvíveis = até 60 dias

Não - absorvíveis = Por mais de 60 dias

Fios absorvíveis => origem animal (veiculado em álcool)

Categute simples/ cromado

Ácido poliglicólico (Dexon ou PGA) = usado em Medicina

Ácido poligaláctico (Vicryl)

Polidioxanona (Maxon, PDS)

Não – Absorvíveis

poligaláctico (Vicryl) • Polidioxanona (Maxon, PDS) Não – Absorvíveis Helinaldo Correa da Conceição Página 38
poligaláctico (Vicryl) • Polidioxanona (Maxon, PDS) Não – Absorvíveis Helinaldo Correa da Conceição Página 38

Helinaldo Correa da Conceição

Página 38

 Seda ( usado na uea )  Algodão  Poliéster  Nylon  Polipropileno

Seda (usado na uea)

Algodão

Poliéster

Nylon

Polipropileno (Prolene)

Princípios para confecção de sutura

O ideal é de 2 a 5 mm de distância

2 volta no sentido horário fio de seda

1 volta no sentido anti- horário fio de seda

2 volta no sentido horário fio de Nylon

1 volta no sentido anti- horário fio de Nylon

Em U

 1 volta no sentido anti- horário fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua

Em X

1 volta no sentido anti- horário fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua Simples

Simples

no sentido anti- horário fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua Simples ou sutura

Contínua Simples ou sutura de Kurschner

fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua Simples ou sutura de Kurschner Helinaldo Correa
fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua Simples ou sutura de Kurschner Helinaldo Correa
fio de Nylon Em U Em X Simples Contínua Simples ou sutura de Kurschner Helinaldo Correa

Helinaldo Correa da Conceição

Página 39

Sutura ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin. Sutura em barra Grega Nó cirúrgico
Sutura ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin. Sutura em barra Grega Nó cirúrgico
Sutura ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin. Sutura em barra Grega Nó cirúrgico

Sutura ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin.

ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin. Sutura em barra Grega Nó cirúrgico composto por

Sutura em barra Grega

Retrógrada, festonada ou de Reverdin. Sutura em barra Grega Nó cirúrgico composto por 3 seminós 1°-

Nó cirúrgico composto por 3 seminós

1°- Contenção

2º- Fixação

3°- Segurança

LAVAGEM DAS MÃOS

3 seminós 1°- Contenção 2º- Fixação 3°- Segurança LAVAGEM DAS MÃOS Helinaldo Correa da Conceição Página
3 seminós 1°- Contenção 2º- Fixação 3°- Segurança LAVAGEM DAS MÃOS Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 40

Fonte: www.h1n1online.com/ /higienizacao-da-maos.html acessado em 8/04/2013 12:13 PRILOCAÍNA 3% +FELIPRESSINA
Fonte: www.h1n1online.com/ /higienizacao-da-maos.html acessado em 8/04/2013 12:13 PRILOCAÍNA 3% +FELIPRESSINA
Fonte: www.h1n1online.com/ /higienizacao-da-maos.html acessado em 8/04/2013 12:13 PRILOCAÍNA 3% +FELIPRESSINA

Fonte: www.h1n1online.com/

/higienizacao-da-maos.html

acessado em 8/04/2013 12:13

PRILOCAÍNA 3% +FELIPRESSINA

FELIPRESSINA

Atua sobre os receptores V1 da vasopressina presentes no músculo liso da parede dos vasos sanguíneos, sendo esta ação muito mais acentuada na microcirculação venosa que na arteriolar.

A Prilocaína pode ser usada em paciente diabético compensado, pois esse vasoconstritor não induz alterações de pressão arterial.

pois esse vasoconstritor não induz alterações de pressão arterial. Helinaldo Correa da Conceição Página 41
pois esse vasoconstritor não induz alterações de pressão arterial. Helinaldo Correa da Conceição Página 41

Helinaldo Correa da Conceição

Página 41

 Paciente com alterações cardiovasculares controlados, pois a Prilocaína não causa alteração de pressão. 
 Paciente com alterações cardiovasculares controlados, pois a Prilocaína não causa alteração de pressão. 

Paciente com alterações cardiovasculares controlados, pois a Prilocaína não causa alteração de pressão.

Prilocaína pode ser usada em hipertenso que já se encontra em tratamento médico, pois não produz efeito cardiovascular.

GESTANTE PRILOCAÍNA

Apresenta perfil farmacológico semelhante ao da lidocaína, contudo, causa menos vasodilatação, o que permite um maior tempo de duração do efeito anestésico na ausência de vasoconstritor. Também apresenta menor toxicidade para o sistema nervoso central, porque se distribui melhor por todos os tecidos, o que diminui a penetração neste sistema. Seu metabólito, produzido no fígado, apresenta um radical de orto-toluidina, com conhecida capacidade de produzir meta-hemoglobinemia (FARIA, MARZOLA, 2001). A hemoglobina fetal é um tanto diferente da hemoglobina do adulto e, sem dúvida, o feto e os neonatos não apresentam bateria enzimática adequada para fazer a conversão desta meta- hemoglobina em hemoglobina. Assim, seu uso em gestantes deveria ser evitado, apenas por precaução, uma vez que não se dispõe de dados clínicos adequados sobre a segurança do anestésico para o feto, mas sabe-se que a dosagem empregada nos tubetes para uso odontológico é praticamente insignificante (FARIA, MARZOLA, 2001). Também é antidiurético.

A FELIPRESSINA deve ser evitada devido a sua semelhança com o hormônio ocitocina (responsável pela contração uterina), e a fenilefrina, devido à lentidão de sua biotransformação, permanecendo assim por mais tempo na corrente circulatória materno-fetal (CORRÊAet al., 2003).

ARTICAÍNA 4% + EPINEFRINA (ADRENALINA) 1:100 000

ARTICAÍNA

A metemoglobinemia é um efeito colateral potencial da administração de grandes doses de articaína. Tal relação foi observada depois da administração intravenosa para fins de anestesia regional; ainda não foram descritos casos em que a articaína foi administrada do modo e nos volumes habituais em procedimentos odontológicos.

LIDOCAÍNA 2% + EPINEFRINA (ADRENALINA) 1:1000 000

Esse anestésico é o mais recomendado para gestantes, já que não está associado a nenhum fator que possa contraindicá-lo. É seguro durante a gestação desde que se utilize a lidocaína a 2% com adrenalina 1: 100.000 com limite máximo de 2 tubetes por sessão (dose mínima efetiva), uma vez que o feto não consegue metabolizar a droga anestésica eficientemente (ROOD, 1981). A adrenalina é o vasoconstritor mais potente e mais utilizado na Odontologia2 e atua diretamente nos receptores α- e β-adrenérgicos. Pequenas doses de adrenalina dilatam os vasos que irrigam os músculos esqueléticos, onde predominam os receptores β 2 . Doses grandes estimulam os receptores α, produzindo vasoconstrição. Do ponto de vista

estimulam os receptores α, produzindo vasoconstri ção. Do ponto de vista Helinaldo Correa da Conceição Página
estimulam os receptores α, produzindo vasoconstri ção. Do ponto de vista Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 42

clínico, essa diferença de ação sobre os receptores α ou β d etermina a hemostasia
clínico, essa diferença de ação sobre os receptores α ou β d etermina a hemostasia

clínico, essa diferença de ação sobre os receptores α ou β determina a hemostasia alcançada durante os procedimentos cirúrgicos. A injeção direta do anestésico com adrenalina no local da cirurgia resulta em altas concentrações teciduais da substância, estimulando predominantemente os receptores α, obtendo a hemostasia desejada. As funções de um agente vasoconstritor são: diminuir a circulação local, evitar a rápida absorção do anestésico, prolongar a sua ação, diminuir sua toxicidade e promover hemostasia, assegurando um período de latência e duração suficientemente longos6, aumentando sua eficiência e segurança4. Assim, a importância de um vasoconstritor é indiscutível. Entretanto, estudos mostraram que os anestésicos contendo vasoconstritor, como a adrenalina, podem causar efeitos colaterais indesejáveis em pacientes com discrasias cardiovasculares, como aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Alguns autores afirmaram ainda que a administração de 1 a 2 tubetes odontológicos com diluição de adrenalina a 1:100.000 aumenta a pressão arterial sistólica, a frequência cardíaca, causa aumento no rendimento cardíaco, no ritmo cardíaco e na taxa cardíaca. Apesar desses efeitos colaterais relacionados à utilização dos vasoconstritores, a realização de procedimentos odontológicos com anestesia inadequada certamente resultaria em estresse e dor ao paciente, estimulando a produção endógena das catecolaminas em doses acima daquelas utilizadas durante os procedimentos. Além disso, estudos demonstraram que pacientes que receberam adrenalina em pequenas doses tiveram uma redução na pressão arterial. Chernow et al.20 relataram que anestésicos locais contendo adrenalina geralmente são bem suportados por pacientes com discrasia cardiovascular de grau leve a moderado. Cuidado! Aumenta o açúcar no sangue diabete tipo I e II (A adrenalina tem a ação farmacológica oposta a insulina, logo é considerada um hormônio hiperglicêmico) Diabetes tipo I=> Caracterizada pela ausência da produção de insulina. Os pacientes geralmente exibem hiperglicemia grave e cetoacidose. A doença é tipicamente diagnosticada na infância e os pacientes necessitam de injeções exógenas de insulina para sobreviver. Diabetes tipo II=> É mais difícil de diagnosticar. Geralmente ocorre em adultos mais velhos e obesos. Apesar de a hiperglicemia estar presente, a cetoacidose raramente se desenvolve. Além disso, os pacientes podem ser capazes de produzir certa quantidade de insulina endógena. Sintomas do diabetes:

Polidpsia

Poliúria

Polifagia

Perda de peso

Xerostomia

A doença de Von Willebrand (DvW) é a doença hereditária da coagulação com maior prevalência, atingindo cerca de 1% da população geral1,2 e manifesta-se clinicamente em cerca de 125 indivíduos por milhão (aproximadamente o dobro da prevalência da hemofilia A)3. O seu diagnóstico deve ser considerado sempre que surge um doente com história de hemorragias mucocutâneas repetidas, especialmente se associadas a um padrão familiar.

Observe:

repetidas, especialmente se associadas a um padrão familiar. Observe: Helinaldo Correa da Conceição Página 43
repetidas, especialmente se associadas a um padrão familiar. Observe: Helinaldo Correa da Conceição Página 43

Helinaldo Correa da Conceição

Página 43

ASA I – Paciente saudável com saúde normal; ASA II - Paciente com doença sistêmica
ASA I – Paciente saudável com saúde normal; ASA II - Paciente com doença sistêmica

ASA I – Paciente saudável com saúde normal;

ASA II - Paciente com doença sistêmica moderada ou fator de risco de saúde

insignificante;

ASA III – Paciente com doença sistêmica grave não incapacitante; ASA IV – Paciente com doença sistêmica grave que é constante a ameaça á vida; ASA V - Paciente moribundo cuja expectativa de vida não é esperada nas próximas 24 h sem intervenção cirúrgica; ASA VI – Morte cerebral.

Doenças metabólicas não controladas

diabete

doença cárdio-vascular

discrasias sanguíneas

doença hepática

A hipertensão representa a elevação da pressão arterial sistólica e/ou diastólica. O

diagnóstico de hipertensão é feito quando a pressão arterial sistólica atinge valor igual ou superior a 140 mm Hg e a pressão diastólica um valor igual ou superior a 90 mm Hg. Acredita-se que a patogenia da hipertensão essencial resida:

a) no rim e no seu papel de regular o volume vascular através da eliminação de sal e

água;

b) no sistema renina-angiotensina-aldosterona através dos seus efeitos sobre o tono vascular sanguíneo, regulação do fluxo sanguíneo renal e metabolismo de sais; e c) no sistema nervoso simpático, que regula o tono dos vasos de resistência. As medicações utilizadas no tratamento da hipertensão exercem seus efeitos através de um ou mais desses mecanismos reguladores, e podem ser classificadas em diuréticos, agonistas alfa-2 de ação central, vasodilatadores diretos, antagonistas dos canais de cálcio, inibidores da

ECA e antagonistas dos receptores de angiotensina-2.

Paciente alérgico ao paracetamol e a dipirona sódica o que fazemos?

A opção é pelo Ibuprofeno, que em doses mais baixas apresenta atividade analgésica

similar à da dipirona. Adultos: comprimidos de 200 mg , com intervalos de 6 horas. (Advil ou genérico) Crianças: solução gotas 50 mg/ml (Alivium ou genérico) Regra prática: 1 gota/kg de peso corporal, a cada 6 a 8 horas, não excedendo o máximo

de 40 gotas por dose.(Eduardo Dias, 2012)

Anti – inflamatório

Nimesulida comp. 500mg

Amoxicilina 500mg

Analgésicos

Dipirona Sódica comp. 500mg (6 comprimidos)

1

1comp.

de 12/12 horas 3 dias V O

comp. De 8/8 horas 7dias V O

1 comp. De 4/4 horas V O

de 12/12 horas 3 dias V O comp. De 8/8 horas 7dias V O 1 comp.
de 12/12 horas 3 dias V O comp. De 8/8 horas 7dias V O 1 comp.

Helinaldo Correa da Conceição

Página 44

Paracetamol comp. 500mg Paracetamol comp. 750mg(12comprimidos) Antibiótico 1 comp. De 4/4 horas V O 1

Paracetamol comp. 500mg

Paracetamol comp. 750mg(12comprimidos)

Antibiótico

500mg Paracetamol comp. 750mg(12comprimidos) Antibiótico 1 comp. De 4/4 horas V O 1 comp. De 6/6

1 comp. De 4/4 horas V O

1 comp. De 6/6 horas V O

Paciente sem históricos de alergias aos derivados de penicilina

Amoxicilina 500mg

V O

1 comp. De 8/8 horas 7dias ou 5 dias

Paciente com históricos de alergias aos derivados de penicilina

Clindamicina comp. 300mg

Azitromicina comp. 300mg

1 comp. De 8/8 horas 7 dias V O

1 comp./ dia durante 3 dias V O

Inflamação Por muito tempo, a inflamação foi considerada uma doença, e somente

a partir do século XVIII é que Hunter propôs que a mesma fosse uma resposta

benéfica. Desde Celsus (contemporâneo de Cristo) que se caracteriza a inflamação por quatro sinais "cardinais": rubor, calor, tumor e dor. Virchow, no século XIX, acrescentou um quinto sinal: a perda da função.

Aulus Cornelius Celsus Livro “De Medicina”, 30 A.C. 4 sinais cardinais da inflamação:

• rubor, tumor, calor e dor Rudolph Virchow, 1793

5º sinal: perda de função

Como fazer uma prescrição:

P/

Nome do Paciente

R/

(esse R significa receba)

Uso interno / Via Oral

Amoxicilina --------- 500mg – (9/12 cápsulas) Tomar 1 comprimido de 8 em 8 horas durante 3 dias.

(Se for mais de um medicamento, numerar) Ex:

1)Amoxicilina

2) Dipirona sódica

(Se for mais de um medicamento, numerar) Ex: 1)Amoxicilina 2) Dipirona sódica Helinaldo Correa da Conceição
(Se for mais de um medicamento, numerar) Ex: 1)Amoxicilina 2) Dipirona sódica Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 45

Manaus, data de…… de 20…… e em baixo carimbo do professor. PARACETAMOL O paracetamol (N

Manaus, data

de…… de 20……

e em baixo carimbo do professor.

PARACETAMOL

de 20…… e em baixo carimbo do professor. PARACETAMOL O paracetamol (N – acetil – ƿ

O paracetamol (N – acetil – ƿ – aminofenol) é o único derivado de anilina atualmente

em uso clínico. É amplamente promovido como sendo o agente analgésico antipirético

de escolha nos casos em que a ASPIRINA não pode ser utilizada, devido a existência

de problemas gástricos ou outras contraindicações.

A história do paracetamol data do fim do século XIX, quando a atividade antipirética

dos derivados da anilina foi descoberta e vários congêneres, incluindo o paracetamol, foram sintetizados. Dois outros derivados de anilina, a acetanilida e a fenacetina, tornaram – se populares, enquanto o paracetamol foi deixado de lado. Os químicos finalmente perceberam que o paracetamol era o metabólito ativo de ambos os fármacos, contudo, a comercialização do paracetamol teve sucesso a partir da metade do século

XX.

MECANISMO DE AÇÃO

O

paracetamol possui atividades analgésicas e antipiréticas essencialmente equivalente

às

da aspirina. Seu mecanismo de ação também parece estar associado à inibição da

síntese de PGs, embora possa haver algumas diferenças quanto ao aspectro de enzimas COX inibidas. Foi sugerido que o paracetamol pode ser mais ativo que a aspirina, embora relatos mais recentes acerca de uma nova isoforma associada ao SNC em seres humanos – a COX – 3 – não tenham sido confirmadas em pesquisas adicionais. A seletividade do paracetamol pelo SNC baseia – se amplamente nas diferenças de efeitos terapêuticos e tóxicos que apresenta com relação à aspirina, e não em evidências experimentais diretas.

Embora com relação à aspirina o paracetamol apresente efeitos anti-inflamatórios muito mais modestos, pode ser um inibidor comparativamente mais seletivo da síntese neuronal de PG. Novas evidencias recentemente sugeriram a existência de um mecanismo periférico possivelmente responsável pelos efeitos analgésicos do paracetamol. Os peróxidos liberados a partir de leucócitos e tecidos inflamados, ao se ligarem ao paracetamol, inibem sua ação, fato que pode comprometer gravemente qualquer efeito que o paracetamol possua sobre a inflamação. Outros mecanismos de ação proposto para esse fármaco não envolvem as PGs e incluem a ativação de vias serotoninérgicas espinais, bem como a inibição da óxido nítrico sintase.

Lipotimia e/ou Síncope

bem como a inibição da óxido nítrico sintase. Lipotimia e/ou Síncope Helinaldo Correa da Conceição Página
bem como a inibição da óxido nítrico sintase. Lipotimia e/ou Síncope Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 46

O termo lipotimia quer dizer pré-sincope, ou pré-desmaio, é a sensação de desmaio sem que
O termo lipotimia quer dizer pré-sincope, ou pré-desmaio, é a sensação de desmaio sem que

O termo lipotimia quer dizer pré-sincope, ou pré-desmaio, é a sensação de desmaio sem

que essa necessariamente ocorra. Já a sincope é a perda temporária e momentânea da consciência, devido a uma hipóxia cerebral como consequência de uma diminuição do fluxo sanguíneo para a cabeça, é acompanhada com frequência por palidez, hipotensão e taquicardia.

A sincope consiste na perda súbita da consciência, de curta duração, com abolição das

funções motrizes, mas permanência das funções circulatórias e respiratórias.

Podem ser provocados por hipoglicemia, fadiga, problemas cardíacos, cerebrais ou emocionais e debilidade orgânica. Além da inconsciência, a vítima pode apresentar palidez facial. A hipoglicemia severa e prolongada pode ser a causa da morte ou de lesões cerebrais irreversíveis.

Sintomas:

Sintomas como tonturas, visão turva e palidez podem antecipar um possível desmaio. Nesta situação, a vítima deve ser colocada sentada com o corpo para frente e a cabeça mais baixa que o tórax.

Como prevenir

Anamnese

Se o paciente é ansioso ou inseguro

Controlar a ansiedade

Procedimentos:

- Na fase de inconsciência, verificar respiração e pulso;

- Manter o ambiente ventilado;

- Desapertar as roupas da zona toráxica;

- Elevar membros superiores;

- Uma vez recuperada a consciência, dar água com açúcar ou só açúcar;

- Procura de médico. Observe‼‼ Colocar o cliente deitado com as pernas para cima

No texto Lei 5.081, de 24/08/1966, no artigo 6º, está escrito que o cirurgião – dentista pode “Prescrever e aplicar medicação de urgência no caso de acidentes graves que comprometem a vida e a saúde do paciente”, sendo confirmado pela Resolução CFO – 063-2005, não devendo haver a preocupação de estar praticando ato ilegal ao agir de uma situação de emergência. Assim sendo, por este conjunto de possibilidades, a classe odontológica tem que incorporar o presente tema em suas práticas diárias, a partir dos bancos acadêmicos, buscando sempre atualização ao longo de sua prática profissional. Os medicamentos que devem esta disponível pode ser divididos em Obrigatórios e Acessórios. Os medicamentos obrigatórios são:

Oxigênio

e Acessórios. Os medicamentos obrigatórios são:  Oxigênio Helinaldo Correa da Conceição Página 47
e Acessórios. Os medicamentos obrigatórios são:  Oxigênio Helinaldo Correa da Conceição Página 47

Helinaldo Correa da Conceição

Página 47

 Adrenalina 1:1000 e (ampola de 1ml), e  O dinitrato isossorbida (comprimido de 5mg),
 Adrenalina 1:1000 e (ampola de 1ml), e  O dinitrato isossorbida (comprimido de 5mg),

Adrenalina 1:1000 e (ampola de 1ml), e

O dinitrato isossorbida (comprimido de 5mg), que é um vaso constritor coronariano para uso sublingual.

Medicamentos Acessórios são:

Anticonvulsivante, como o Diazepam 10 mg (ampola de 2 ml);

Corticosteróide, como o succinato de hidrocortisona 100mg (frasco – ampola 2 ml);

Anti – histamínico, com a prometazia ( ampola de 2 ml);

Broncodilatador, como o salbutamol (aerossol); e

Glicose, em pó ou em cubos.

Hipertensão Arterial (HA)

Definição: pressão sangüínea persistentemente elevada, em repouso. Pontos de definição: acima de 160/95 mm Hg (Scully & Cawson, 1997); acima de 140/90 mm Hg (Little et al., 2002; Sooriakumaran et al., 2005); diastólica acima de 95 mm Hg (Silverman et al., 2002). Causas e classificação: 90% dos casos – hipertensão essencial ou primária (1% desenvolve hipertensão maligna) 10% dos casos – secundária a doenças renais ou endócrinas Fatores de risco: idade, raça (negros), sexo masculino, obesidade, genética. Outros fatores de risco que podem complicar ou aumentar a chance de HA:

hipercolesterolemia, tabagismo, intolerância à glicose (diabetes).

de HA: hipercolesterolemia, tabagismo, intolerância à glicose (diabetes). Helinaldo Correa da Conceição Página 48
de HA: hipercolesterolemia, tabagismo, intolerância à glicose (diabetes). Helinaldo Correa da Conceição Página 48
de HA: hipercolesterolemia, tabagismo, intolerância à glicose (diabetes). Helinaldo Correa da Conceição Página 48

Helinaldo Correa da Conceição

Página 48

Celulite É uma inflamação difusa dos tecidos moles, que não está circunscrita ou confinada a

Celulite

Celulite É uma inflamação difusa dos tecidos moles, que não está circunscrita ou confinada a uma

É uma inflamação difusa dos tecidos moles, que não está circunscrita ou confinada a

uma área, mas que, ao contrário do abscesso, tende a espalhar-se pelos espaços teciduais e ao longo dos planos faciais.

Ocorre em consequência da infecção por microrganismos. Os estreptococos

da infecção por microrganismos. Os estreptococos Hialuronidase e fibrinolisinas Atuam degradando ou

Hialuronidase e fibrinolisinas

Os estreptococos Hialuronidase e fibrinolisinas Atuam degradando ou dissolvendo Ácido hialurônico, a

Atuam degradando ou dissolvendo

e fibrinolisinas Atuam degradando ou dissolvendo Ácido hialurônico, a substância cimentante intercelular,

Ácido hialurônico, a substância cimentante intercelular, e fibrina.

Hialuronidase é o fator de disseminação de Duran-Reynals.

Histologia

Mostrará apenas uma exsudação difusa de leucócitos polimorfonucleares e linfócitos ocasionais, como muito liquido seroso e fibrina causando separação do tecido conjuntivo ou das fibras musculares.

1) Angina de Ludwig

É uma celulite grave que comumente, se inicia no espaço submandibular e envolve

secundariamente o espaço sublingual e submentoniano.

Características Clínicas

Tumefação lenhosa

Desenvolvimento rápido

Soalho da boca e consequente elevação da língua

Geralmente o paciente tem febre alta, pulso e respiração rápidos.

É observada também uma leucocitose moderada.

Tratamento

É baseado em quatro medidas:

1) Manutenção das vias aéreas

2) Incisão e drenagem

3) Antibioticoterapias

1) Manutenção das vias aéreas 2) Incisão e drenagem 3) Antibioticoterapias Helinaldo Correa da Conceição Página
1) Manutenção das vias aéreas 2) Incisão e drenagem 3) Antibioticoterapias Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 49

4) Eliminação do foco infeccioso original 2) Trombose do seio cavernoso É uma condição grave

4) Eliminação do foco infeccioso original

2) Trombose do seio cavernoso

do foco infeccioso original 2) Trombose do seio cavernoso É uma condição grave que consiste na

É uma condição grave que consiste na formação de um trombo no seio cavernoso ou em seus ramos comunicantes.

Características Clínicas

Edema das pálpebras

Paralisia dos músculos oculares externos

Lacrimejamento

Calafrios e febre

Tratamento

O dente afetado deve ser extraído

A drenagem é necessária se houver presença de flutuação

Corticoide sistêmico para pacientes que desenvolveram insuficiência hipofisária.

Não conseguimos diferenciar granuloma de cisto através de radiografias e sim, através de exames histológicos. Quando o dente esta sem coroa fazemos cirurgia, no caso de ainda ter coroa fazemos endodontia.

Granuloma periapical sente uma sensibilidade a precursão

Granuloma

Curetar para não se transformar em cisto residual.

TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOLOGIA

Enterais (uso interno) – Trato gastrointestinal

Via Oral

Via Sublingual

Via Retal

Parenterais (uso externo) – Não interagem com o trato gastrointestinal

Retal Parenterais (uso externo) – Não interagem com o trato gastrointestinal Helinaldo Correa da Conceição Página
Retal Parenterais (uso externo) – Não interagem com o trato gastrointestinal Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 50

 Via Intravenosa  Via Intramuscular  Via Subcutânea A via de administração parenteral deve

Via Intravenosa

Via Intramuscular

Via Subcutânea

Via Intravenosa  Via Intramuscular  Via Subcutânea A via de administração parenteral deve ser utilizada

A via de administração parenteral deve ser utilizada apenas pelo profissional que estiver familiarizado com ela. O aprendizado pode ser realizado em hospitais de emergência e cursos. Deve – se observar com especial atenção a validade dos medicamentos, assim como seu armazenamento em local de fácil acesso.

Via Oral => É a melhor via de administração para clientes que possuem alergias.

QUESTÕES

1) Paciente M.S.L, 25 anos e na 25° semana de gestação, procurou o dentista para exodontia do elemento 15 por causa de um foco de infecção. Ao investigar os anestésicos disponíveis para anestesia o dentista notou que possuía apenas Prilocaína com Felipressina. Diante disto achou melhor adiar a exodontia para adquirir um outro tipo de anestésico. Justifique farmacologicamente a atitude do dentista em adiar a extração.

2) Onde são encontrados os receptores β2 adrenérgicos e qual seu efeito nos vasos sanguíneos?

os receptores β2 adren érgicos e qual seu efeito nos vasos sanguíneos? Helinaldo Correa da Conceição
os receptores β2 adren érgicos e qual seu efeito nos vasos sanguíneos? Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 51

3) Qual o possível efeito da adrenalina utilizada como hemostática local em cirurgias de terceiros
3) Qual o possível efeito da adrenalina utilizada como hemostática local em cirurgias de terceiros

3) Qual o possível efeito da adrenalina utilizada como hemostática local em cirurgias de terceiros molares inferiores inclusos? Justifique.

4) Paciente J.I.G. 18 anos se submeteu a uma exodontia do elemento 15. Três dias depois ligou para o dentista dizendo que na região do palato correspondente ao dente extraído estava muito dolorido e com áreas ulceradas puntiformes. Levando em consideração que o profissional utilizou Lidocaína com Norepinefrina 1:50 000, o que pode ter acontecido com este paciente e qual a possível causa para esta complicação?

5) Por que a técnica anestésica infiltrativa esta contra indicada em áreas inflamadas ou infectadas? Justifique.

6) Assinale a opção correta

a) Bisturi n° 3 lâminas 11, 10, 12 e 13

b) Bisturi n° 4 lâminas 15, 11, 12 e 10

c) Bisturi n° 4 lâminas 10, 11, 13 e 15

d)
d)

Bisturi n° 3 lâminas 11, 15, 12 e 10

e) Bisturi n° 3 lâminas 11, 13, 15 e 12

n° 3 lâminas 11, 15, 12 e 10 e) Bisturi n° 3 lâminas 11, 13, 15
n° 3 lâminas 11, 15, 12 e 10 e) Bisturi n° 3 lâminas 11, 13, 15

Helinaldo Correa da Conceição

Página 52

7) Dê o somatório das alternativas corretas (01) O princípio da necessidade cirúrgica leva em

7) Dê o somatório das alternativas corretas

7) Dê o somatório das alternativas corretas (01) O princípio da necessidade cirúrgica leva em consideração

(01) O princípio da necessidade cirúrgica leva em consideração o estado geral do paciente na escolha do melhor momento para o ato operatório.

(05) O principio da necessidade cirúrgica leva também em consideração os procedimentos pré e tras – operatório dando ênfase no planejamento cirúrgico.

(08) As cirurgias de emergências em odontologia são aquelas feitas imediatamente onde o paciente corre risco de vida.

(15) Um exemplo de cirurgia oral menor seria redução e fixação de fraturas mandibulares. Soma

8) Dê o somatório das alternativas corretas:

(01) Numa incisão do tipo Partch, a sutura deve começar pela área do ângulo para se evitar tensão nas bordas do retalho.

(05) A incisão do tipo Wassmund está contra indicado em pacientes portadores de prótese fixa anterior.

(08) No retalho tipo Newmann tem – se uma ausência de risco de incisão em cima do defeito ósseo.

(11) A incisão do tipo Semilunar traz um acesso restrito a região apical.

SOMA

9) São instrumentos da diérese exodôntica:

a) Sindesmótomo, descolador de Molt e cureta de Lucas.

b) Sindesmótomo, descolador de Molt e bisturi.

c) Destaca periósteo, cureta de Freer e Sindesmótomo.

d) Osteótomo, lima para osso e cureta de Lucas.

e) Descolador de Molt, espátula nº 7 e Sindesmótomo.

10) É uma condição indispensável para as osteotomias utilizando instrumentos rotatórios manuais.

a) Utilização de brocas diamantadas do tipo Zecrya.

rotatórios manuais. a) Utilização de brocas diamantadas do tipo Zecrya. Helinaldo Correa da Conceição Página 53
rotatórios manuais. a) Utilização de brocas diamantadas do tipo Zecrya. Helinaldo Correa da Conceição Página 53
rotatórios manuais. a) Utilização de brocas diamantadas do tipo Zecrya. Helinaldo Correa da Conceição Página 53

Helinaldo Correa da Conceição

Página 53

b) Irrigação contínua com solução salina ou água destilada. c) Esmagamento para se evitar hemorragias.
b) Irrigação contínua com solução salina ou água destilada. c) Esmagamento para se evitar hemorragias.

b) Irrigação contínua com solução salina ou água destilada.

c) Esmagamento para se evitar hemorragias.

d) Remoção parcial do periósteo para facilitar a cicatrização posterior.

e) Utilização somente de brocas esféricas carbite nº 8.

11) Escreva ao lado de cada nervo as estruturas que inervam:

Nervo Alveolar Superior Anterior (NASA)

Nervo Alveolar Superior Posterior (NASP)

12) Para a Dentistica restauradora do elemento dental 25 devemos usar a técnica regional para bloqueio do(s) nervo(s):

a) Alveolar Superior Anterior

b) Alveolar Superior Posterior

Alveolar Superior Médioa) Alveolar Superior Anterior b) Alveolar Superior Posterior d) Nasopalatino e) Nenhuma acima 13) Para a

d) Nasopalatino

e) Nenhuma acima

13) Para a exodontia do elemento 26 devemos utilizar a seguinte técnica:

a) Pterigomandibular com complemento do nervo lingual.

Terminal infiltrativaa) Pterigomandibular com complemento do nervo lingual. c) Terminaligamentosa e pulpar d) Pterigomandibular com

c) Terminaligamentosa e pulpar

d) Pterigomandibular com complemento do nervo bucal

e) Nenhuma resposta acima

d) Pterigomandibular com complemento do nervo bucal e) Nenhuma resposta acima Helinaldo Correa da Conceição Página
d) Pterigomandibular com complemento do nervo bucal e) Nenhuma resposta acima Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 54

14) Para a exodontia do 21 devemos anestesiar pela técnica infiltrativa o (s) nervo (s)
14) Para a exodontia do 21 devemos anestesiar pela técnica infiltrativa o (s) nervo (s)

14) Para a exodontia do 21 devemos anestesiar pela técnica infiltrativa o (s) nervo (s) seguintes:

a) Nervo Alveolar Superior Anterior e Médio

b) Nervo Alveolar Superior Anterior e Nasopalatino

c) Nervo Alveolar Superior Anterior

Nervo Alveolar Superior Anterior mais terminação nervosas do nervo alveolarAnterior e Nasopalatino c) Nervo Alveolar Superior Anterior superior anterior do lado direito. e) Nenhuma resposta

superior anterior do lado direito.

e) Nenhuma resposta acima

15) Para a exodontia dos elementos 35, 36, 37 e 38, devemos aplicar a técnica pterigomandibular para silêncio operatório dos seguintes nervos:

a) Nervo Alveolar Inferior e Lingual

Nervo Alveolar Inferior, Lingual mais infiltrativa do nervo Bucaldos seguintes nervos: a) Nervo Alveolar Inferior e Lingual c) Nervo Alveolar Inferior, Lingual, mais infiltrativa

c) Nervo Alveolar Inferior, Lingual, mais infiltrativa do nervo lingual e infiltrativa do

nervo mentoniano ( na técnica de 45°)

d) Nervo Alveolar Inferior, Lingual, mais infiltrativa do nervo mentoniano e incisivo

(técnica de 45°)

16)

pterigomandibular:

Cite

os

acidentes

anatômicos

que

17) Citar os acidentes anatômicos que infraorbitária:

lhes

orientam

na

adoção

da

técnica

lhes orientam na adoção da técnica

lhes orientam na adoção da técnica lhes orientam na adoção da técnica Helinaldo Correa da Conceição
lhes orientam na adoção da técnica lhes orientam na adoção da técnica Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 55

18) Descreva a técnica para bloqueio do nervo alveolar inferior: 19) Descreva a técnica de
18) Descreva a técnica para bloqueio do nervo alveolar inferior: 19) Descreva a técnica de

18) Descreva a técnica para bloqueio do nervo alveolar inferior:

19) Descreva a técnica de bloqueio dos nervos alveolar superior anterior e médio (técnica infraorbitária):

20) Citar 5 acidentes e complicações dos anestésicos locais:

21) Para a exodontia do elemento 26 precisamos anestesiar o (s) nervo (s):

a) Nervo alveolar superior médio e nervo alveolar superior anterior

b) Nervo alveolar superior posterior e médio

c) Nervo alveolar superior posterior, nervo alveolar superior médio e nasopalatino.

d) Nervo alveolar superior posterior, nervo alveolar superior médio e nervo palatino maior.

superior posterior, nervo alveolar superior médio e nervo palatino maior. Helinaldo Correa da Conceição Página 56
superior posterior, nervo alveolar superior médio e nervo palatino maior. Helinaldo Correa da Conceição Página 56

Helinaldo Correa da Conceição

Página 56

e) Nenhuma das respostas acima 22) Para a exodontia do elemento 37 precisamos anestesiar o

e) Nenhuma das respostas acima

e) Nenhuma das respostas acima 22) Para a exodontia do elemento 37 precisamos anestesiar o (s)

22) Para a exodontia do elemento 37 precisamos anestesiar o (s) nervo (s):

a) Nervo alveolar inferior e nervo bucal

b) Nervo alveolar inferior, nervo bucal e nervo lingual

c) Nervo mentoniano e lingual

d) Infiltrativa no nervo lingual e nervo bucal

e) Nenhuma das respostas acima

22) (UFRN – 2012) A adrenalina (epinefrina) é eficaz para prevenir ou minimizar a perda de sangue durante os procedimentos cirúrgicos. Contudo, ela também produz um efeito vasodilatador rebote. O fator que explica essa desvantagem é

A) o aumento significativo da ação nos receptores α e β.

B) a diminuição da ação β e manutenção da ação α.

C) o efeito prolongado da ação α.

D) a diminuição da ação α e manutenção da ação β.

23) (UFRN – 2012) A anestesia pela técnica de Vazirani-Akinosi caracteriza-se pelo bloqueio

A) do nervo alveolar superior posterior em pacientes com abertura bucal limitada.

B) do nervo mandibular, incluindo o alveolar inferior em pacientes com abertura bucal

limitada.

C) do nervo infraorbitário por acesso extrabucal, com ou sem limitação da abertura

bucal.

D) do nervo alveolar inferior, lingual, mili-hioídeo, mentoniano, incisivo,

auricolotemporal e bucal em pacientes sem limitação da abertura bucal.

24) (UFRN – 2012) Na impossibilidade de se realizar ciclos de esterilização com altas temperaturas e na presença de umidade, se houver necessidade de reutilização de artigos críticos, a esterilização é viável e deve ser feita com

A) óxido de etileno e plasma peróxido de hidrogênio.

B) radiação ionizante e plasma peróxido de hidrogênio.

C) radiação gama e óxido de etileno.

D) formaldeído gasoso e estufa.

25) (UFRN – 2012)

sinusal, o procedimento mais adequado é

A) eliminar previamente qualquer infecção aguda ou crônica do seio maxilar.

B) usar material aloplástico no defeito ósseo.

C) realizar um retalho sob tensão.

D) eliminar o trato fistuloso, não podendo ser suturado e usado como um plano durante

o fechamento.

Para obter sucesso no fechamento cirúrgico de uma fístula buco-

o fechamento. Para obter sucesso no fechamento cirúrgico de uma fístula buco- Helinaldo Correa da Conceição
o fechamento. Para obter sucesso no fechamento cirúrgico de uma fístula buco- Helinaldo Correa da Conceição

Helinaldo Correa da Conceição

Página 57

26) (UFRN – 2012) Um paciente em choque anafilático pode apresentar manifestações clínicas que determinam
26) (UFRN – 2012) Um paciente em choque anafilático pode apresentar manifestações clínicas que determinam

26) (UFRN – 2012) Um paciente em choque anafilático pode apresentar manifestações clínicas que determinam sua morte. Os principais sistemas responsáveis por esse desfecho fatal são

A) o respiratório e o neurológico.

B) o gastrointestinal e o hematológico.

C) o respiratório e o cardiovascular.

D) o cutâneo e o respiratório.

27) (UFRN – 2012) Os anestésicos Articaína a 4% (1:100.000 epinefrina) e Lidocaína a 2% (1:100.000 epinefrina) serão utilizados em um paciente com 45 quilos. O volume correto (aproximadamente) de cada um desses anestésicos deve ser, respectivamente,

A) 4,5 e 10 ml. C) 7,9 e 9,9 ml.

B) 4,4 e 5,5 ml. D) 8 e 12 ml.

28) (UFRN – 2012)

denominado “desvio à esquerda ” Esse quadro, que pode ser desencadeado pela

Em um Leucograma, o aumento de neutrófilos imaturos é

presença de uma infecção aguda de origem bacteriana, é evidenciado pelo aumento dos:

A) mastócitos.

B) segmentados.(aumento de forma imaturo - núcleo em forma de bastão=neutrófilo)

C) linfócitos.

D) bastonetes.

29) (UFRN – 2012) É uma infecção com progressão rápida, frequentemente de fontes odontogênicas, que se manifesta ocasionalmente na cabeça e no pescoço. Pacientes diabéticos e pacientes alcoólatras têm mostrado ser um grupo de risco para esse tipo de infecção. O comprometimento médico, o atraso na cirurgia e a mediastinite estão associados com uma mortalidade aumentada. Essa descrição diz respeito à

A) hipertermia maligna.

B) trombose do seio cavernoso.

C) fasceíte necrosante.

D) angina de Ludwing.

trombose do seio cavernoso. C) fasceíte necrosante. D) angina de Ludwing. Helinaldo Correa da Conceição Página
trombose do seio cavernoso. C) fasceíte necrosante. D) angina de Ludwing. Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 58

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ANDRADE, Eduardo Dias. Emergências médicas em odontologia . 3. ed. São Paulo: Artes

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ANDRADE, Eduardo Dias. Emergências médicas em odontologia . 3. ed. São Paulo: Artes

ANDRADE, Eduardo Dias. Emergências médicas em odontologia. 3. ed. São Paulo:

Artes Médicas, 2011.

ANDRADE, Eduardo Dias. Terapêutica medicamentosa em odontologia. 2. ed. São Paulo: Artes Médicas, 1998.

HUPP, James R; ELLIS III, Edward; TUCKER, Myron R. Cirurgia oral e maxilo facial contemporânea. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,2009.

MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: Bases Anatomofuncionais para a prática odontológica 6.ed. São Paulo: Sarvier, 2008.

MALAMED, Stanley F. Manual de Anestesiologia. 5 .ed. Rio de Janeiro: Elsevier,

2005.

PEÑARROCHA DIEGO, Miguel; SANCHIS BIELSA, José Maria; MARTÍNEZ GONZÁLES, José Maria. Anestesia local em odontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.

Anestesia local em odontologia . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Helinaldo Correa da Conceição Página
Anestesia local em odontologia . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Helinaldo Correa da Conceição Página

Helinaldo Correa da Conceição

Página 59

. Helinaldo Correa da Conceição Página 60

.

. Helinaldo Correa da Conceição Página 60
. Helinaldo Correa da Conceição Página 60
. Helinaldo Correa da Conceição Página 60

Helinaldo Correa da Conceição

Página 60