UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI

INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA

TÍTULO DO RELATÓRIO

Alunos: Aline Maria Beatriz de Souza Daniel Borges da Silva Marcus Gonçalves

Disciplina: Química Tecnológica I Professor: Lucas Franco Ferreira

Turma: CTX

Diamantina Agosto / 2011

a qual guiará a execução do experimento e o tratamento dos resultados da forma mais racional possível.1 1. o OBJETIVO pode ser incluído no Relatório antes da Introdução ou logo após esta como um tópico adicional. isto dará uma direção bem clara e precisa.) àqueles autores que são mais relevantes com relação aos avanços alcançados no tema abordado. .1 Materiais Na parte (i) deve-se listar todos os reagentes e equipamento utilizados. etc. bem como os avanços (Estado da Arte) e as peculiaridades referentes ao assunto. É recomendado que sempre se efetue uma revisão da literatura para dar os devidos créditos (citação bibliográfica: livros. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Esta seção é dividida em duas partes: (i) Materiais e (ii) Métodos. ou seja.2 Métodos A parte (ii) deve conter relatos fiéis (exatos e claros) de como foi feito realizada a experiência. 2. Este tópico é normalmente finalizado apresentando-se de forma breve o OBJETIVO da realização do experimento. artigos de periódicos. INTRODUÇÃO Este tópico deve abordar a problemática relacionada ao tema principal de forma breve e objetiva. Alternativamente. permitindo assim que qualquer pessoa com as devidas habilidades laboratoriais possa repeti-la. 2. Deve-se abordar também a motivação para a realização do experimento e as possíveis implicações fundamentais e/ou tecnológicas inerentes a sua execução. 2. inclusive a marca destes. É o lugar apropriado para contemplar as teorias referentes ao assunto do experimento. realizando tal experimento espera-se tal resultado.

.. sugestões ao mesmo e comparações com outros métodos. passo a passo. Lembre-se que a forma da redação deverá ser impessoal. . colocou-se água na proveta até aproximadamente.” A coleta de dados efetuada em replicatas ( 3 vezes) é sempre bem vinda. Feito isto. na melhor das hipóteses. elabora-se uma discussão fazendo inferências à teoria vinculada ao experimento e compara-se os dados com a literatura caso isso seja possível (dados não inéditos). 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES Este tópico contempla todo tipo de observação experimental adquirida no experimento. Note que não basta copiar o procedimento experimental contido no material referente à experiência.o volume de cada amostra foi determinado utilizando-se uma provera de 10. Todos os cálculos realizados e as equações utilizadas devem ser incluídos nesta parte do Relatório. pois. Quando for o caso. Deve-se também buscar explicação para todos os “porquês” do ocorrido. Cada amostra foi pesada. seja ela numérica (quantitativa) ou não (qualitativa). uma tabela é composta de um título.).(. isto deve ser abordado de forma lógica e coesa buscando as possíveis fontes para o ocorrido. Se houver resultados discrepantes com o esperado já relatados por outros autores..00 mL... não seja prolixo. incluindo-se. Não se deve repetir detalhes de como o experimento foi realizado. se possível. um cabeçalho. com o auxílio de um frasco lavador. como cada etapa do experimento foi realizada. isto já foi feito no tópico anterior. há sempre um imprevisto e toda a forma da redação terá de ser adequada.2 Deve-se descrever. as limitações e/ou vantagens do método utilizado devem ser discutidas.. visto que propiciará a aplicação de métodos estatísticos que aumentarão a confiabilidade dos resultados numéricos apresentados. usando voz passiva no tempo passado: “. O tratamento estatístico dos dados obtidos em replicata é sempre bem vindo nas ciências experimentais. Uma maneira rápida e eficaz para se apresentar dados num Relatório inclui o uso de Tabelas e Gráficos. Em geral. A apresentação dos resultados deve ser clara e objetiva. Inicialmente. utilizando-se uma balança de plataforma.

.43 8.20 a 7. Algumas características dos estados da matéria. Tabelas 1 e 2).860 Substância Gálio (a 29. p.: utilizando-se papel milimetrado) ou digital (utilizando-se Softwares específicos: Origin. variável independente. Estado da Matéria Compressibilidade Fluidez ou Rigidez Densidade Relativa Gasoso Líquido Sólido Alta Muito baixa Muito baixa Fluido Fluido Rígido Baixa Alta Alta Tabela 2. Matcad.876 12. CRC O uso de Gráficos resulta numa forma prática de se identificar relações do tipo causa-efeito.9 a 2.5 3. 57ª ed. Tabela 1. Valores da densidade de algumas substâncias simples mais comuns (a 20° C.).14 a 3. Cleveland (OH). Robert Cm. etc. B-5 a B-60 e F-5. se necessária. ρ/(g cm-3) 2. onde são representados os valores de cada quantidade. Matlab. 1976.494 *FONTE: WEAST. O eixo vertical (ordenada) contempla a variável dependente.878 7.6° C) Manganês Níquel (a 25°C) Paládio Tungstênio Zircônio ρ/(g cm-3) 5. é variada num certo intervalo.3 uma coluna indicadora.699 3.ex. permitindo a detecção visual de como varia uma quantidade (y).3 2.3 6. à medida que uma outra quantidade manipulável (x). Excell. isto é.54 7. a menos que outro valor seja indicado)* Substância Alumínio Bário Carbono (diamante) Carbono (grafita) Estrôncio Ferro Press. e um corpo (veja os exemplos a seguir.52 1.00 19. A construção de Gráficos pode ser feita de forma manual (p. No eixo horizontal (abscissa) é de praxe colocar a variável independente. isto é. variável dependente. (Ed) Handbook of chemistry and physics. aquela cujo valor é controlado pelo experimentador. Um gráfico na forma cartesiana possui dois eixos.

é importante que os seguintes passos sejam observados ao montá-lo: a) Deve-se utilizar na ordenada e na abscissa. d) Deve-se indicar cada ponto no gráfico empregando-se pequenos símbolos (p. quadrados. Assim. recomenda-se a distinção das diferentes tendências pelo uso de linhas distintas (contínuas. a menos que solicitado. escalas suficientemente expandidas de modo a ocupar a maior porção possível do papel.ex. Toda grandeza é igual ao produto entre um valor numérico e uma unidade.).: pontos. etc. . unir os pontos através de segmentos retilíneos (isto resulta num histograma). Para que um gráfico possa ser o mais útil possível. pode-se representar qualquer uma delas em qualquer dos eixos. A origem da escala de cada eixo não precisa necessariamente aparecer no gráfico: a escala deve ser iniciada tomando-se um valor ligeiramente abaixo do valor mínimo medido e terminando num valor um pouco acima do valor máximo medido.) entre os pontos. Se houver sobreposição de dados num mesmo gráfico. b) Deve-se indicar em cada eixo os símbolos das grandezas correspondentes e as respectivas unidades. Quando as duas quantidades são medidas experimentalmente. triângulos.0 ° C e terminar em  130° C. não se deve. e) Ao se traçar uma curva deve-se traça-la de modo a representar a tendência média dos pontos (procedimento conhecido como interpolação). Por exemplo.4 aquela cujo valor é medido experimentalmente (seu valor depende daquele fixado para a variável independente). a escala para representar tais valores deveria começar em  70. pontilhadas. etc. suponha que se tenha feito medidas de temperatura cujos valores encontram-se num intervalo que vai de 80 a 125° C. grandeza = valor numérico x unidade c) Deve-se indicar o que será representado no tráfico através de uma legenda localizada logo abaixo. tracejadas.

No entanto. 1981 No caso de ARTIGOS tem-se o seguinte exemplo: 2. Chemical and Engineering News. TÍTULO DA OBRA. CONCLUSÃO Essa seção do relatório deve corroborar com o OBJETIVO e deve ser redigida de forma breve e direta. CIDADE. 3:(1). B. Polymeric Electrical Conductors. Química Geral. . RUSSEL. EDIÇÃO. Kanatzidis. Na maioria dos casos recomenda-se o uso das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. 5. EDITORA. VOLUME. São Paulo: McGraw-Hill. M. 1990. na maioria dos casos deve-se dispor as informações bibliográficas na seguinte seqüência: AUTOR.5 4. No caso de LIVROS tem-se o seguinte exemplo: 1. A forma de citação depende do destino do relatório. Trad.G. De Divo Leonardo Sanioto et al. 36-54. PÁGINA. Não há lugar para discussões e especulações neste tópico. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS É imperativo mencionar no Relatório todas as fontes bibliográficas consultadas. J. ANO.

18. 4. 24. 31. 9. 34. 27. 12. 26. 15. 7. 16. 20. 29. Assinatura . 3. 17. 32. 5. 14. 10. 30. 33. 6. 23. 13. 11. 35. 8. 28. 25.6 ANEXO 1 ANUÊNCIA DOS DEMAIS ALUNOS DA TURMA Nome Completo 1. 21. 2. 19. 22.