Resumo Resoluções CONTRAN

RESOLUÇÃO Nº 04/98

por Rafael Osório

2007

Permitir o transporte de cargas e pessoas em veículos novos ou inacabados (chassis), antes do registro e licenciamento, adquiridos por pessoas físicas e jurídicas, por entidades públicas e privadas e os destinados aos concessionários para comercialização, desde que portem a autorização especial segundo modelo. A autorização especial, impressa em três vias - sendo duas coladas nos vidros (traseiro e dianteiro), e uma fica para a repartição expedidora - será expedida para o veículo que portar os equipamentos obrigatórios previsto pelo CONTRAN, com base na Nota Fiscal do veículo. Válida por 15 dias, apenas para o deslocamento do município de destino.

RESOLUÇÃO Nº 14/98 Em vias públicas, são obrigatórios os seguintes equipamentos: I) Veículos automotores e ônibus elétrico: 1) Pára-choques; 2) Protetores de rodas traseiras dos caminhões; 3) Espelhos retrovisores; 4) Limpador pára-brisa; 5) Lavador de pára-brisa (exceto em automóveis e camionetas produzidos antes de 1974 e em utilitários, veículos de carga, ônibus e microônibus produzidos antes de 1999); 6) Pára-sol para o condutor; 7) Faróis principais de cor amarela ou branca; 8) Faroletes de cor branca ou amarela; 9) Lanternas de posição de cor vermelha; 10) Lanternas de freio de cor vermelha; 11) Lanternas de direção: dianteiras de cor âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha; 12) Lanterna de marcha à ré de cor branca (exceto veículos fabricados antes de 1990); 13) Catadióptricos traseiros de cor vermelha (exceto veículos fabricados antes de 1990); 14) Lanterna de iluminação de placa traseira de cor branca; 15) Velocímetro; 16) Buzina; 17) Freios de estacionamento e de serviço com comandos independentes; 18) Pneus que ofereçam condições de segurança; 19) Dispositivo de sinalização de emergência; 20) Extintor de incêndio; 21) Registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, nos veículos escolares, de passageiros com mais de 10 lugares e nos de carga com capacidade máxima de tração de 19 t (exceto nos veículos de carga de fabricados antes de 1991; nos de carga perigosa, de passageiros e escolares fabricados antes de 1999, além dos veículos de transporte de passageiros ou de transporte misto, de categoria particular, que não realizem transporte remunerado de pessoas); 22) Cinto de segurança para todos os ocupantes (exceto para passageiros nos ônibus e microônibus, produzidos antes de 1999 e em transporte de passageiros em percurso com permissão para se viajar em pé); 23) Dispositivo de controle de ruído do motor;

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24) Roda sobressalente (estepe), macaco, chave de roda, chave de fenda (exceto em veículos equipados com pneus capazes de trafegar sem ar; em ônibus e microônibus que integram o sistema de transporte urbano; em caminhões de lixo e de concreto; e em carros-fortes; 25) Lanternas delimitadoras e laterais em veículos de carga de grande dimensão; 26) Cinto de segurança para a árvore de transmissão em veículos de transporte coletivo e carga; II) Reboques e semi-reboques: 1) Pára-choque traseiro; 2) Protetores rodas traseiras; 3) Lanternas de posição de cor vermelha; 4) Freios de estacionamento e de serviço, com veículos acima de 750 kg e produzidos a partir de 1997; 5) Lanternas de freio de cor vermelha; 6) Iluminação placa traseira; 7) Lanternas traseiras indicadoras de direção, de cor vermelha ou âmbar; 8) Pneus que ofereçam condições de segurança; 9) Lanternas delimitadoras e laterais em veículos de grande dimensão; Ciclomotores: 1) Espelhos retrovisores; 2) Farol de cor branca; 3) Lanterna de cor vermelha; 4) Velocímetro; 5) Buzina; 6) Pneus que ofereçam condições de segurança; Motonetas, motocicletas e triciclos: 1) Espelhos retrovisores; 2) Farol de cor branca; 3) Lanterna de cor vermelha; 4) Lanterna de freio de cor vermelha; 5) Iluminação placa traseira; 6) Indicadores luminosos de direção; 7) Velocímetro; 8) Buzina; 9) Pneus que ofereçam condições de segurança; 10) Dispositivo de controle de ruído do motor;

III)

IV)

V)

Quadricíclos: 1) Espelhos retrovisores; 2) Farol de cor branca; 3) Lanterna de cor vermelha; 4) Lanterna de freio de cor vermelha; 5) Indicadores luminosos de direção; 6) Iluminação placa traseira; 7) Velocímetro; 8) Buzina; 9) Pneus que ofereçam condições de segurança; 2

VII) Veículos produzidos a partir de 1999 deverão ter os seguintes equipamentos obrigatórios: I – espelhos retrovisores externos. triciclos e quadricíclos só poderão circular utilizando capacetes. exceto tratores. deverá ser feito de acordo com a NBR3 nº6066. fabricados de acordo com a NBR7471. NBR 7472 e NBR7473. motonetas. podendo ser do tipo abdominal nos assentos centrais. III – encosto de cabeça em todos os assentos do veiculo. 2) Lanternas de posição de cor vermelha. 4) Indicadores luminosos de direção. 2) Lanternas de posição de cor vermelha. óculos de proteção. veículos protótipos para competições e viaturas das Forças Armadas. de três pontos em todos os assentos dos automóveis. juntamente com o ano de fabricação. Além disso. No caso do transporte exceder a capacidade de lotação do banco traseiro. IV – sinto de segurança graduável. Tratores de esteiras: 1) Faróis de luz branca ou amarela. O número de identificação veicular (VIN). VI) Tratores de rodas e mistos: 1) Faróis de luz branca ou amarela. 3) Lanternas de freio de cor vermelha. o condutor deverá usar. para veículos de carga. ciclomotores. com peso total bruto superior a 4356 kg. II – registrador inalterável de velocidade e tempo.10) Dispositivo de controle de ruído do motor. será admito o transporte daquele de maior estrutura no banco dianteiro. RESOLUÇÃO Nº 20/98 Os condutores e passageiros de motocicletas. 5) Dispositivo de controle de ruído de motor. os veículos serão 3 . RESOLUÇÃO Nº 15/98 Os menores de 10 anos deverão ser transportados no banco traseiro e usar o cinto de segurança. O capacete deverá estar afixado corretamente na cabeça e caso não possua viseira transparente. obrigatoriamente. RESOLUÇÃO Nº 24/98 Resolução válida para veículos produzidos ou importados a partir de 1999. 4) Indicadores luminosos de direção. 6) Dispositivo de controle de ruído do motor. exceto nos assentos centrais. 11) Protetor de rodas traseiras. gravado no chassi ou no monobloco. 5) Pneus que ofereçam condições de segurança. 3) Lanternas de freio de cor vermelha.

gravados em chapas destrutíveis quando removidas. Regravações e eventuais substituições de plaquetas dependerão de prévia autorização da autoridade de trânsito competente. 4 . quando o veículo sofrer danos que não afetam sua estrutura e segurança. II – tipo. quando existentes. III – em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros. X – sistemas de segurança. III – carroceria ou monobloco. mediante comprovação da propriedade do veículo. IV – combustível. VIII – eixo suplementar. II – no compartimento do motor. exigindo-se o CSV e a LCMV (licença para uso da configuração de veículo ou motor expedida pelo IBAMA). para fim automotivo. VII – capacidade/potência/cilindrada. assim como os itens modificados. exceto os quebra-ventos. quando existentes. Além disso. Quando a alteração envolver qualquer um dos itens anterior (exceto alteração de cor) exigir-se-á Certificado de Segurança Veicular (CSV) expedido pelo INMETRO. Não serão permitidas modificações da suspensão e do chassi do veículo classificado como misto ou automóvel. Nos reboques e semireboques a gravação deve ser feita em pelo menos dois pontos do chassi.identificados com os caracteres VIS (número seqüencial de produção). que depois será inserido nos dados do RENAVAM. como combustível. nos seguintes compartimentos: I – coluna da porta dianteira lateral direita. Por ocasião de acidente de trânsito. Fica autorizada a permissão do GMV (Gás Metano Veicular). V – modelo/versão. VI – cor. órgãos fiscalizadores deverão especificar no BOAT (Boletim de Ocorrência de Acidentes de Trânsito) a situação do veículo envolvido em uma das seguintes categorias: I – dano de pequena monta. RESOLUÇÃO Nº 25/98 Nos veículos e motores novos ou usados. mediante prévia autorização da autoridade competente. O décimo dígito do VIN será o da identificação do modelo do produto. poderão ser realizadas as seguintes modificações: I – espécie. IX – estrutura. Os órgãos executivos de trânsito não poderão registrar veículos que estiverem em desacordo com o estabelecido. deverá aparecer VEÍCULO MODIFICADO no CRV e no Licenciamento do veículo. IV – em pelo menos dois vidros laterais.

RESOLUÇÃO Nº 49/98 Para efeito de registro.. peso bruto total e capacidade máxima de tração. lotação. letras cinza metálico e emblema do Estado ou da República. perpendicularmente ao eixo da via. licenciamento e circulação. etc. RESOLUÇÃO Nº 36/98 O condutor deverá acionar imediatamente o pisca-alerta e posicionando. RESOLUÇÃO Nº 53/98 5 . RESOLUÇÃO Nº 26/98 O transporte de carga em veículos destinados ao transporte de passageiros está autorizado desde que observadas exigências dessa Resolução. de lotação e de peso bruto total.II – dano de média monta. após a emissão do CSV. Anexo: O fabricante de caminhão e caminhão-trator fará constar além das indicações de tara. Prefeitos. o triângulo de sinalização à distância mínima de 30 m da parte traseira do veículo. fundo preto. II – do fabricante da carroceria e de outros implementos: tara e lotação. bem como daqueles que comprometam a segurança do veículo. sempre e somente nos casos em que o veículo puder ser dotado de terceiro eixo e reboque ou semi-reboque. a placa (16x35 cm). separado dos passageiros. III – dano de grande monta ou perda-total. A carga deve ser acomodada em compartimento próprio. em caráter complementar ao lançado pelo fabricante do veículo. III – do responsável pela modificação. e quando reconstituídos possam voltar a circular. os veículos de carga e transporte de passageiros produzidos a partir de setembro/98 deverão ter indicação de tara. A responsabilidade pela inscrição e conteúdo das informações técnicas será: I – do fabricante: quando se tratar de veículo acabado: todos previstos acima. sendo proibido o transporte de produtos considerados perigosos. a capacidade máxima de tração. RESOLUÇÃO Nº 32/98 Estabelece o modelo de placas para veículos de representação dos Presidentes dos Tribunais Federais. quando o veículo for afetado nos seus componentes mecânicos e estruturais. contendo. quando se tratar de veículo já licenciado que tiver sua estrutura alterada: as mesmas do item I. Quando se tratar de veículo inacabado: peso total bruto e peso bruto total combinado. Secretários. dos Governadores.

V – identificação do proprietário e do condutor. os vidros laterais traseiros. Estando presente o proprietário ou condutor no momento da apreensão. devidamente assinado. A aplicação de película não refletiva será permitida. Para requerimento da AET. o Termo será apresentado para sua assinatura (havendo recusa na assinatura. se observadas as condições seguintes: I – transmissão luminosa do conjunto vidro-película não poderá ser inferior a 75% no pára-brisa e 70% nos demais. O Termo será preenchido em três vias (uma do proprietário. II – cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV). painéis decorativos e pinturas nas áreas envidraçadas das laterais e traseiras dos veículos. com o equipamento carregado nas condições mais desfavoráveis. emitir Termo de Apreensão do Veículo. indicando nome e endereço do proprietário. o agente fará constar tal circunstância no Termo). IV – planta dimensional da combinação (dimensões. IV – os danos causado por acidente (se for o caso). II – ficam excluídos dos limites fixados anteriormente. III – o veículo deverá possuir espelhos retrovisores externos.Caberá ao agente de trânsito responsável pela apreensão do veículo. V – distribuição do peso por eixo. III – o estado geral da lataria e pintura. uma do agente e uma do órgão responsável pela custodia do veículo). que discriminará: I – os objetos que se encontrem nos veículos. na escala 1:50. que tem validade de um ano. no mínimo. desde que atendam. firmada por engenheiro. precisa-se dos seguintes documentos: I – requerimento em três vias. II – os equipamentos obrigatórios ausentes. distância entre os eixos e comprimento dos balanços). RESOLUÇÃO Nº 75/98 As Combinações de Transporte de Veículos (CTV) construídas e destinadas exclusivamente ao transporte de outros veículos. II – o veículo deverá possuir espelhos retrovisores externos. VI – dados que permitam a precisa identificação do veículo. 6 . a 50% de transmissão luminosa. se atendidas as seguintes condições: I – material deverá apresentar transparência mínima de 50% de visibilidade de dentro para fora do veículo. só poderão circular nas vias perante Autorização Especial de Trânsito (AET). RESOLUÇÃO Nº 73/98 Será permitida a aposição de inscrições ou anúncios. III – memorial de cálculo da estabilidade do equipamento com carga considerando a ação do vento.

Também será permitido o trânsito noturno. ou com carga apenas na plataforma inferior. deverão ser observados os seguintes limites: I – altura de 4. VII – os acoplamentos dos veículos rebocados deverão ser do tipo automático e estarem reforçados com correntes de aço.47 m) e veículos com reboque (22. em trechos de pista simples. IX – contar com sinalização especial na traseira do conjunto e estar provido de lanternas laterais.70 m. V – a compatibilidade do limite de capacidade máxima de tração do caminhão-trator. será permitido o trânsito noturno das combinações. dotadas de separadores físicos.00 m entre si. IV – os limites legais de peso bruto total combinado e peso por eixo.80m o trânsito será diuturno. Para concessão da AET. RESOLUÇÃO Nº 82/98 O transporte de passageiros em veículos de carga só poderá ser autorizado entre localidades de origem e destino que estiverem localizadas em um mesmo município. veículos articulados (22. VIII – os acoplamentos dos veículos articulados com pino-rei e quinta roda deverão obedecer a NBR5548. a autoridade competente estabelecerá na autorização as condições de higiene e segurança. São condições mínimas para concessão de autorização que os veículos estejam adaptados com: I – bancos com encostos fixados na carroceria. II – largura de 2. VII – apresentação comprobatória de aptidão da vistoria efetuada pelo órgão executivo rodoviário da União. II – carroceria em material de boa qualidade e resistência estrutural. Nas vias com pista dupla e duplo sentido de circulação.VI – vias por onde transitarão. municípios limítrofes. IV – prazo de validade da autorização.40 m – desde que a distância entre os eixos extremos não ultrapasse 17. Satisfeitos os requisitos. devidamente ancorada e ativada toda sinalização. definindo os seguintes elementos: I – número de passageiros. quando vazio. colocadas em intervalos de no máximo 3. II – local de origem e destino. III – cobertura com estrutura em material de resistência adequada. com o peso total bruto combinado. quando transportados veículos. RESOLUÇÃO Nº 102/99 7 . Combinações cujo comprimento for maior de 19.60 m. III – comprimentos: veículos simples (14. VI – as combinações deverão estar equipadas com sistemas de freio conjugados entre si. III – itinerário a ser percorrido. quando não houver linha regular de ônibus ou as existentes não forem suficientes para suprir as necessidades locais.40 m).00 m).

pregos. dispostos horizontalmente. Anexo: Os dispositivos deverão ser afixados (por meio de parafusos. etc. ao longo da borda inferior. fabricados até 29 de abril de 2001.) nas laterais e na traseira do veículo. pregos. Anexo: Os dispositivos deverão ser afixados (por meio de parafusos. RESOLUÇÃO Nº 110/00 Calendário para renovação do Licenciamento Anual: Algarismo final da placa Prazo final para renovação 1e2 Até setembro 3. rebites. 4 e 5 Até outubro 6. ao longo da borda inferior. rebites.5% sobre o limite de peso bruto transmitido por eixo de veículos à superfície das vias públicas. com PBT superior a 4536 kg. 7 e 8 Até novembro 9e0 Até dezembro RESOLUÇÃO Nº 128/01 Os veículos de transporte de carga com PBT superior a 4536 kg.) nas laterais e na traseira do veículo. RESOLUÇÃO Nº 104/99 Tolerância de 5% para o peso bruto total e o peso bruto total combinado. O retro-refletor deverá ter suas características atestada por uma entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em sua construção uma marca de segurança comprobatória com a gravação das palavras APROVADO DENATRAN (3x50 mm). distribuídos de forma uniforme cobrindo no mínimo 50% da extensão das bordas laterais e 80% da extensão das bordas traseiras. alternando os seguimentos de cores vermelha e 8 . sendo sua fiscalização feita somente em rodovias desprovidas de equipamentos de pesagem. somente poderão ser registrados quando possuírem dispositivo de segurança afixado de acordo com o anexo. fabricados a partir de 30 de abril de 2001. etc. RESOLUÇÃO Nº 132/02 Os veículos de transporte de carga em circulação.Fica permitida a tolerância máxima de 7. alternando os seguimentos de cores vermelha e branca. em cada seguimento de cor branca do refletor. somente poderão ser comercializados quando possuírem dispositivo de segurança afixado de acordo com o anexo.

local da infração identificado de forma descritiva ou codificado.54 R$ 127. A notificação da autuação/penalidade deve conter além do disposto no CTB e na legislação complementar.20 RESOLUÇÃO Nº 146/03 A medição de velocidade deve ser efetuada por meio de instrumento ou equipamento que registre ou indique a velocidade medida. RESOLUÇÃO Nº 136/02 Valores das multas de infração de trânsito: Gravíssima Grave Média Leve R$ 191. O retro-refletor deverá ter suas características atestada por uma entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em sua construção uma marca de segurança comprobatória com a gravação das palavras APROVADO DENATRAN (3x50 mm). IV – portátil: medidor direcionado manualmente para o veículo alvo. observados critérios da engenharia de tráfego. com ou sem registrados de imagens dos seguintes tipos: I – fixo: medidor instalado em local definido e permanente. de forma a garantir a segurança e informar aos condutores a velocidade permitida no local. a velocidade medida pelo instrumento ou equipamento medidor.13 R$ 53. A fiscalização de velocidade com medidor de tipo móvel só pode ocorrer em vias urbanas de trânsito rápido e em vias rurais sinalizadas com placa R-19 e onde não ocorra variação de velocidade em trechos menores que 5 km.69 R$ 85.33% da extensão das bordas laterais e 80% da extensão das bordas traseiras. II – conter: velocidade regulamentada para o local da via em km/h.branca. distribuídos de forma uniforme cobrindo no mínimo 33. Instrumento ou equipamento medidor de velocidade dotado de dispositivo registrador de imagem deve permitir a identificação do veículo e no mínimo: I – registrar: placa do veículo. a velocidade considerada para efeito da aplicação da penalidade e a velocidade regulamentada para a via. II – estático: medidor instalado em veículo parado ou em suporte apropriado. dispostos horizontalmente. todas expressas em km/h. II – móvel: medidor instalado em veículo em movimento. procedendo a medição ao longo da via. Anexo I: 9 . em cada seguimento de cor branca do refletor. data e hora da infração. identificação do instrumento utilizado (mediante numeração estabelecida). A fiscalização de velocidade deve ocorrer em vias com sinalização de regulamentação de velocidade máxima permitida (placa R-19). velocidade medida em km/h.

a autoridade expedirá. Anexo III: Velocidade regulamentada (km/h) V ≥ 80 V ≤ 80 Intervalo de distâncias (metro) Via urbana 400 a 500 100 a 300 Via rural 1000 a 2000 300 a 1000 RESOLUÇÃO Nº 149/03 Estabelecer procedimento para a expedição da Notificação da Autuação e da Notificação da Penalidade de advertência e de multa pelo cometimento de infrações.Modelo de estudo técnico da instalação de instrumentos ou equipamentos medidores de velocidade em trechos de vias com redução de velocidade. Anexo II: Alterado pela resolução 202/06. os de coleção e viaturas militares). seu registro será arquivado e a autoridade comunicará o fato ao proprietário. expendido a Notificação da Penalidade. Anexo: 10 . os destinados a exportação. RESOLUÇÃO Nº 152/03 Os veículos de carga com PBT superior a 4600 kg (exceto os inacabados. bem como pela pontuação delas decorrente. O Auto da Infração poderá ser lavrado pela autoridade de trânsito ou seu agente: I – por anotação em documento próprio. cópia do documento onde conste cláusula de responsabilidade por infrações cometidas na condução do veículo. para o proprietário apresentar a Defesa da Autuação. fabricados a partir de 1° de julho de 2004. os caminhões-tratores. Após verificação da regularidade do Auto de Infração. a Notificação da Autuação dirigida ao proprietário do veículo. serão contados 15 dias. Em caso de não acolhimento será aplicada a penalidade. Na impossibilidade de coleta de assinatura do condutor infrator. no prazo máximo de 30 dias. Acolhida a Defesa da Autuação. o Auto de Infração será cancelado. por ocasião de identificação. Após a notificação. somente poderão ser registrados se estiverem dotados de pára-choque traseiro que atenda as especificações do anexo. o proprietário deverá anexar ao Formulário de Identificação do Condutor Infrator. II – por registro em talão eletrônico isolado ou acoplado a equipamento de detecção de infração. III – por registro em sistema eletrônico de processamento de dados quando a infração for comprovada por equipamento de detecção provido de registrador de imagem.

sem interferência do operador. devendo voltar a posição original. quando esse se descola para frente. girando no sentido contrário à marcha do veículo. constituído de uma travessa e elementos de fixação para montagem. dos veículos que se chocarem contra a traseira dos veículos de carga. em situação transitória. fixados às longarinas ou ao elemento que desempenha as funções destas e destinado a atenuar as lesões corporais e a reduzir os danos materiais conseqüentes de colisão envolvendo a traseira deste veículo Parte do veículo constituída dos componentes necessários ao seu deslocamento e que suporta a carroçaria Elemento estrutural principal do quadro do chassi ou da carroçaria.Impedir ou reduzir a extensão de danos materiais na parte superior do compartimento de passageiros. assim que o obstáculo seja transposto 50 ± 5 mm 50 ± 5 mm Figura 1 11 . Definições: Párachoque traseiro Chassi Longarina Párachoque retrátil Dispositivo de proteção. evitando ou minimizando os traumas nas partes superiores dos corpos das vítimas. posicionado longitudinalmente no veículo Dispositivo de proteção equipado com sistema de articulação quer permite variar a distância ao solo.

Figura 2 Figura 3 RESOLUÇÃO Nº 157/04 Nenhum veículo automotor. caminhonete. II – caminhão. 12 . deverão atender as seguintes especificações: I – automóvel. microônibus. camioneta. A quantidade. reboque ou semi-reboque poderá sair de fábrica. sem estar equipado com extintor de incêndio. o tipo e a capacidade mínima dos extintores de incêndio. reboque e semi-reboque com capacidade de carga útil acima de 6 toneladas: um extintor de incêndio. com carga de pó químico seco ou gás carbônico. de 2 kg. conforme os veículos que os portem. de 4 kg. e caminhão com capacidade de carga útil em até 6 toneladas: um extintor de incêndio. de 1 kg. III – ônibus. com carga de pó químico seco ou gás carbônico. do tipo e capacidade constantes do anexo. ser licenciado e transitar nas vias abertas a circulação. reboque e semi-reboque de passageiros: um extintor de incêndio. instalado na parte dianteira do compartimento interno destinado aos passageiros. elétrico. com carga de pó químico seco ou gás carbônico.

IV – os prazos da durabilidade e da validade do teste hidrostático do extintor não devem estar vencidos. VI – local da instalação do extintor. III – presença de marca de conformidade INMETRO. caminhão. camionetas. caminhão. caminhão-trator e triciclo automotor de cabine fechada Microônibus Ônibus. utilitários. Anexo: Item 1 2 3 4 Aplicação Automóveis. fabricados até 31 de dezembro de 2004. Capacidade extintora mínima 5-B: C 10-B: C 20-B: C 5-B: C Item 1 2 3 4 Aplicação Automóveis. utilitários. fabricados a partir de 1° de janeiro de 2005. A imagem detectada pelo sistema automático não metrológico de fiscalização deve permitir a identificação do veículo. amassados e outros. RESOLUÇÃO Nº 165/04 O sistema automático não metrológico de fiscalização deve ter sua conformidade avaliada pelo INMETRO e atender os requisitos específicos mínimos para cada infração a ser detectada. com carga de pó químico de 8 kg. V – sem ferrugem. caminhão-trator e triciclo automotor de cabine fechada Microônibus Ônibus. ou dois extintores de incêndio com carga de gás carbônico de 6 kg cada. camionetas. verificando os seguintes itens: I – verificador de pressão não poderá estar na faixa vermelha. com carga de pó BC. As autoridades de trânsito deverão fiscalizar os extintores de incêndio. caminhonetes. veículos de transporte inflamável liquido ou gasoso Reboques e semi-reboques com capacidade de carga útil maior que 6 toneladas Capacidade extintora mínima 1-A: 5-B: C 2-A: 10-B: C 2-A: 20-B: C 1-A: 5-B: C Tabela 2 – Extintores. caminhonetes. RESOLUÇÃO Nº 160/04 Aprova o Anexo II do CTB.IV – veículos de carga para transporte de líquidos ou gases inflamáveis: um extintor de incêndio. com carga de pó ABC. II – integridade do lacre. alem de: 13 . como equipamento obrigatório. veículos de transporte inflamável liquido ou gasoso Reboques e semi-reboques com capacidade de carga útil maior que 6 toneladas Tabela 1 – Extintores.

IV – por solicitação do perito examinador. III – substituição do documento de habilitação obtido em país estrangeiro. desenvolvido em curso de formação para condutor. Será considerado reprovado na prova prática de direção veicular o candidato que cometer falta eliminatória ou cuja soma dos pontos negativos ultrapasse a 3. e dia e horário da infração. bem como requerer habilitação em A e B. II – obtenção da CNH: mínimo 15 horas/aula por categoria pretendida. II – exame de aptidão física e mental. Para obtenção da ACC e da CNH. RESOLUÇÃO Nº 168/04 O candidato poderá requerer simultaneamente a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) e a habilitação na categoria B. sobre a integralidade do conteúdo programático. II – renovação caso o condutor exercer serviço remunerado de transporte de bens ou pessoas. mediante numeração estabelecida. Falta Pontuação Eliminatória Reprovação -3 pontos Grave -2 pontos Média -1 ponto Leve 14 . IV – exame de direção veicular. IV – mudança de categoria: mínimo 15 horas/aula em veículo da categoria para qual esteja mudando. II – renovação da ACC e das categorias da CNH.I – registrar: placa do veículo. A avaliação psicológica será exigida quando da: I – obtenção da ACC e da CNH. III – adição e mudança de categoria. IV – substituição do documento de habilitação obtido em país estrangeiro. O exame de aptidão física e mental será exigido quando da: I – obtenção da ACC e da CNH. III – adição de categoria: mínimo 15 horas/aula em veículo da categoria na qual esteja sendo acionada. II – conter: local da infração identificado de forma descritiva ou codificado e identificação do sistema automático utilizado. III – exame escrito. o candidato devera submeter-se a realização de: I – avaliação psicológica. Carga horária de aulas práticas: I – obtenção da ACC: mínimo de 15 horas/aula.

e ao término desta. motonetas. que são: I – o primeiro número de identificação nacional: Registro Nacional. nos casos de modificação. Ficam proibidas as seguintes alterações: I – a utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites externos dos pára-lamas do veículo. bem como a expressão VEÍCULO MODIFICADO. sendo facultativa a utilização da ultima posição como dígito verificador de segurança. O documento de habilitação terá 2 números de identificação nacional e 1 número de identificação estadual. com exceção de sinistros em motocicletas e assemelhados. II – o aumento ou diminuição do diâmetro externo do conjunto pneu/roda. II – Certificado Ambiental para uso de Gás Natural em Veículos Automotores (CAGN) expedido pelo IBAMA ou aposição do número do mesmo no CSV. o uso de Gás Natural Veicular (GNV) como combustível. O número do Certificado de Segurança Veicular (CSV). o condutor poderá solicitar a definitiva. É permitido. RESOLUÇÃO Nº 201/06 As modificações em veículos devem ser precedidas de autorização da autoridade responsável pelo registro e licenciamento. Será exigido dos veículos que utilizarem GNV: I – CSV expedido por entidade licenciada ao DENATRAN e acreditada pelo INMETRO.Na Permissão para Dirigir das categorias A e B. III – a substituição do chassi ou monobloco do veículo. II – o segundo número de identificação nacional: Número de Espelho da CNH. Classificação dos veículos: Código de Marca 0xxxxx 0xxxxx 0xxxxx Tipo (02) Ciclomotor (03) Motoneta (04) Motocicleta Espécie Passageiro Passageiro Carga Passageiro Carga Carroçarias Possíveis Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma Side-Car Side-Car 15 . formado por 8 caracteres mais 1 dígito verificador de segurança. exceto ciclomotores. deve ser registrado no campo das observações do CRV e do CRLV. III – o número de identificação estadual: número do formulário do RENACH. sendo as duas primeiras posições formadas pela sigla da Unidade de Federação expedidora. composto de 11 caracteres. motocicletas e triciclos. composto de 9 caracteres mais 2 dígitos verificadores de segurança. furto/roubo ou sinistro de veículos. para fins automotivos. constará validade de um ano.

Prancha/ Mec. Aberta/ Mec. Operacional Intercambiável Operacional Aberta/ Aberta/ Fechada/ Fechada/ Cabine Dupla Cabine Cabine Dupla Cabine Prancha PortaContêiner Conversão Trio Elétrico Intercambiável Trailer 16 . Furgão Intercambiável Operacional Operacional Fechada/ Aberta/ Mec.Passageiro (05) Triciclo (06) Automóvel (07) Ônibus (08) Microônibus 0xxxxx 1xxxxx 4xxxxx 4xxxxx Carga Passageiro Especial Passageiro Passageiro Passageiro 6xxxxx ou 7xxxxx ou 8xxxxx Nenhuma Nenhuma Cabine Aberta Fechada Cabine Fechada Nenhuma Buggy Limousine Conversível Ambulância Funeral Nenhuma Nenhuma Transporte Militar Carroçaria Aberta Prancha Transporte Recreativo Carroçaria Fechada Silo Roll-On/ RollOff Trailer Transporte Recreativo Carroçaria Fechada Silo Transporte de Trabalhadores Basculante Tanque Mecanismo Operacional Ambulância Transporte de Trabalhadores Basculante Tanque Mecanismo Operacional Transporte de Presos Chassi PortaContêiner Prancha PortaContêiner Intercambiável Funeral Transporte de Presos Chassi PortaContêiner Prancha PortaContêiner Roll-On/ RollOff (10) Reboque Carga Especial Passageiro (11) SemiReboque 6xxxxx ou 7xxxxx ou 8xxxxx Prancha PortaContêiner Convencional Trio Elétrico Transporte Militar Carroçaria Aberta Prancha Carga Especial (13) Camioneta 2xxxxx Misto Especial (14) Caminhão Carga 3xxxxx Especial Ambulância Dolly Funeral Nenhuma Ambulância Funeral Carroçaria Carroçaria Tanque Silo Aberta Fechada Prancha Mecanismo Chassi PortaBasculante PortaOperacional Contêiner Contêiner Prancha PortaRoll-On/ RollBlindada Prancha Contêiner Off Conversão Tanque/ Mec.

Operacional Tanque/ Cabine Estendida Tanque/ Cabine Estendida/ Mec. Operacional Basculante/ Cabine Estendida Prancha/ Cabine Estendida Prancha/ Cabine Estendida/ Mec. Operacional Tanque/ Cabine Dupla Tanque/ Cabine Dupla/ Mec. Operacional Basculante/ Cabine Suplementar Prancha/ Cabine Suplementar Prancha/ Cabine Suplementar/ Mec. Operacional Tanque/ Cabine Suplementar Tanque/ Cabine Suplementar/ Mec. Operacional Fechada/ Cabine Estendida/ Mec. Mecanismo Operacional Funeral Fechada/ . Operacional Aberta/ Cabine Dupla/ Mec. Operacional Transporte Recreativo Bombeiro Fechada/ Mec. Operacional Basculante/ Cabine Dupla Prancha/ Cabine Dupla Prancha/ Cabine Dupla/ Mec. Operacional Ambulância Transporte Militar (17) CaminhãoTrator (18) Trator de Rodas (19) Trator de Esteiras (20) Trator Misto (21) Quadríciclo (23) Caminhonete (25) Utilitário 3xxxxx 5xxxxx 5xxxxx 5xxxxx 0xxxxx Tração Tração Tração Tração Passageiro Carga Carga Especial Misto Carroçaria Aberta Limousine Aberta/ 17 Aberta/ Cabine Estendida Aberta/ Cabine Estendida/ Mec.Suplementar Aberta/ Cabine Dupla/ Mec. Operacional Transporte de Trabalhadores Funeral Suplementar Fechada/ Cabine Suplementar/ Mec. Operacional Mecanismo Operacional Roll-On/ RollOff/ Cabine Dupla Roll-On/ RollOff/ Cabine Estendida Roll-On/ RollOff/ Cabine Suplementar Limousine Transporte de Presos Trio Elétrico Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma Nenhuma Carroçaria Furgão Fechada Aberta/ Intercambiável Ambulância Aberta/ Fechada/ 2xxxxx 2xxxxx. Operacional Aberta/ Cabine Suplementar/ Mec.

considerar o erro máximo admissível de 7%. 18 . Conceitos: I – Modificação visual que não implique em semelhança com veículos de outro modelo: modificação no pára-choque. 2. VC (km/h) VM (km/h) VC (km/h) VM (km/h) VC (km/h) VM (km/h) VC (km/h) VM (km/h) VC (km/h) VM (km/h) VC (km/h) VM (km/h) 20 27 46 53 72 79 98 105 122 131 146 157 21 28 47 54 73 80 99 106 123 132 147 158 22 29 48 55 74 81 100 107 124 133 148 159 23 30 49 56 75 82 100 108 125 134 149 160 24 31 50 57 76 83 101 109 126 135 150 161 25 32 51 58 77 84 102 110 126 136 151 162 26 33 52 59 78 85 103 111 127 137 152 163 27 34 53 60 79 86 104 112 128 138 153 164 28 35 54 61 80 87 105 113 129 139 153 165 29 36 55 62 81 88 106 114 130 140 154 166 30 37 56 63 82 89 107 115 131 141 155 167 31 38 57 64 83 90 108 116 132 142 156 168 32 39 58 65 84 91 109 117 133 143 157 169 33 40 59 66 85 92 110 118 134 144 158 170 34 41 60 67 86 93 111 119 135 145 159 171 35 42 61 68 87 94 112 120 136 146 160 172 36 43 62 69 88 95 113 121 137 147 161 173 37 44 63 70 89 96 113 122 138 148 162 174 38 45 64 71 90 97 114 123 139 149 163 175 39 46 65 72 91 98 115 124 140 150 164 176 40 47 66 73 92 99 116 125 140 151 165 177 41 48 67 74 93 100 117 126 141 152 166 178 42 49 68 75 94 101 118 127 142 153 166 179 43 50 69 76 95 102 119 128 143 154 167 180 44 51 70 77 96 103 120 129 144 155 168 181 45 52 71 78 97 104 121 130 145 156 169 182 Obs. RESOLUÇÃO Nº 202/06 Altera a tabela de valores referenciais de velocidade estabelecida pela resolução 146/03. Para velocidades medidas superiores aos indicados na tabela.: 1. grade. capô. além de modificar o artigo 218 do CTB. com arredondamento matemático para se calcular a velocidade considerada. de forma que o veículo fique com características visuais diferentes daquelas do veículo original. II – Altura original do veículo: definida pelo fabricante corresponde à distância do solo ao ponto superior extremo do veículo. Operacional Cabine Dupla Cabine Estendida Jipe Nenhuma Depende do tipo (XX) do Especial Fechada Motorcasa veículo original As espécies "competição" ou "coleção" devem ser registradas com o "tipo" e "carroçaria" originais do veículo. saias laterais e aerofólios. III – Dispositivo para transporte de carga para motonetas e motocicletas: equipamento tipo baú ou grelha. VM = velocidade medida. Operacional Cabine Estendida Aberta/ Cabine Estendida/ Mec.se PBT for menor ou igual a 3500 kg Cabine Dupla Aberta/ Cabine Dupla/ Mec. VC = velocidade considerada.

Limite Regulamentado (km/h) 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 Velocidade superior à máxima em até 20% 21 ≤ VC ≤ 24 31 ≤ VC ≤ 36 41 ≤ VC ≤ 48 51 ≤ VC ≤ 60 61 ≤ VC ≤ 72 71 ≤ VC ≤ 84 81 ≤ VC ≤ 96 91 ≤ VC ≤ 108 101 ≤ VC ≤ 120 111 ≤ VC ≤ 132 121 ≤ VC ≤ 144 Velocidade superior à máxima entre 20% e 50% 25 ≤ VC ≤ 30 37 ≤ VC ≤ 45 49 ≤ VC ≤ 60 61 ≤ VC ≤ 75 73 ≤ VC ≤ 90 85 ≤ VC ≤ 105 97 ≤ VC ≤ 120 109 ≤ VC ≤ 135 121 ≤ VC ≤ 150 133 ≤ VC ≤ 165 145 ≤ VC ≤ 180 Velocidade superior à máxima em mais de 50% VC ≥ 31 VC ≥ 46 VC ≥ 61 VC ≥ 76 VC ≥ 91 VC ≥ 106 VC ≥ 121 VC ≥ 136 VC ≥ 151 VC ≥ 166 VC ≥ 181 RESOLUÇÃO Nº 205/06 Os documentos de porte obrigatório do condutor do veículo são: I – ACC. dos exames e da perícia. Sempre que for obrigatória a aprovação em curso especializado.3 mg/litro de ar expelido. original.6 g/litro de sangue. indicados pelo órgão ou entidade de trânsito competente ou pela Polícia Judiciária. pelo agente de trânsito. Permissão para Dirigir ou CNH.CRLV. pelo menos. tóxica e de efeitos análogos. II . se dará. um dos seguintes procedimentos: I – teste de alcoolemia com concentração de álcool ≥ 0. em caso de substância entorpecente. a infração poderá ser caracterizada mediante a obtenção. o condutor deverá portar sua comprovação até que essa informação seja registrada no RENACH e incluída em campo especifico da CNH. É obrigatória a realização do exame de alcoolemia para vítimas fatais de acidente de trânsito. 19 . No caso de recusa do condutor à realização dos testes. de outras provas cerca dos notórios sinais resultantes do consumo de álcool ou de qualquer substância entorpecente apresentados pelo condutor. II – teste em aparelho de ar alveolar pulmonar (etilômetro) que resulte na concentração de álcool ≥ 0. IV – exames realizados por laboratórios especializados. RESOLUÇÃO Nº 206/06 A confirmação de que o condutor se encontra dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica. originais. III – exame clínico com laudo conclusivo e firmado pelo médico examinador da Polícia Judiciária.

20 II. 2) Lembra dos atos cometidos. 2) Olhos vermelhos. d) Orientação. 6) Dispersão. Fato: a) Data. 6) Odor de álcool no hálito. b) Aparência: 1) Sonolência. 3) Vômito. b) Marca. e) Memória. todos expressos em mg/l. c) Endereço (sempre que possível). 5) Falante. em caso positivo. 4) Ironia. Condutor: a) Nome. em caso positivo. entorpecente ou de efeito análogo. c) Local. c) Atitude: 1) Agressividade. b) Hora. III. entorpecente ou de efeito análogo. se o condutor: 1) Sabe seu endereço. Veículo: a) Placa/UF. . 4) Soluços. quando: 3) Declara ter feito uso de substância tóxica. d) Número do Auto da Infração. quando: 4) Nega ter ingerido bebida alcoólica. se o condutor: 1) Sabe onde está.A alcoolemia considerada para efeito de aplicação de penalidade é a diferença entre a medida e o valor correspondente ao seu erro máximo admitido. Informações mínimas que deverão constar no documento: I. 5) Nega ter feito uso de substância tóxica. Relato: a) Condutor: 1) Envolveu-se em acidente de trânsito. 2) Arrogância. b) Número da CNH ou identidade. 2) Sabe a data e hora. 2) Declara ter ingerido bebida alcoólica. 3) Exaltação. IV. 5) Desordem nas vestes.

g) PBTC para combinações de veículos articulados com duas unidades. V. 2) Fala alterada. III – comprimento total máximo: a) Veículos não articulados: 14.00m. exceto caminhões: 39. do tipo caminhãotrator e semi-reboque.80m.50m: 57 t.f) Capacidade motora. c) Assinatura.5 t. f) PBTC para combinações de veículos articulados com duas unidades. f) Veículos articulados com mais de duas unidades: 19. se o condutor apresenta: 1) Dificuldade de equilíbrio. d) Veículos articulados tipo caminhão-trator e semi-reboque: 18. e comprimento total superior a 16m: 48. b) Veículos com reboque ou semi-reboque. e) Veículos articulados com duas unidades do tipo caminhão ou ônibus e reboque: 19. são os seguintes: I – PBT ou PBTC. Os limites máximos de peso bruto total e peso bruto transmitido por eixo de veículo. do tipo caminhãotrator e reboque. Dados do policial ou do agente de trânsito: a) Nome. II – altura máxima: 4. respeitando os limites da capacidade máxima de tração (CMT) da unidade tratora determinada pelo fabricante: a) PBT para veículo não articulado: 29 t. e comprimento total inferior a 16m: 45 t. exames ou perícia que permitiriam certificar seu estado.50m: 45 t.80m. c) Veículos articulados de transporte coletivo de passageiros: 18. [está/ não está] sob influência de álcool.60m. c) PBTC para combinações de veículos articulados com duas unidades. e comprimento inferior a 17. e) PBTC para combinações de veículos articulados com duas unidades. com ou sem carga.60m. do tipo caminhãotrator e reboque.00m. VI. nas superfícies das vias públicas. do tipo caminhãotrator e semi-reboque com eixos distanciados. do tipo caminhãotrator e semi-reboque com eixos em tandem triplo. b) Matrícula. constatei que o condutor [nome do condutor] do veículo de placa [placa do veículo]. substância tóxica.60m. Afirmação expressa de que: De acordo com as características acima descritas.40m. e comprimento total superior a 16m: 53 t. RESOLUÇÃO Nº 210/06 As dimensões autorizadas para veículos. e comprimento ≥ 17. entorpecente ou de efeitos análogos e recusou a submeter-se aos testes. são as seguintes: I – largura máxima: 2. b) Veículos não articulados de transporte coletivo urbano de passageiros que possuam 3° eixo de apoio direcional: 15.5 t. d) PBTC para combinações de veículos articulados com duas unidades. 21 .

20m e ≤ 2. 6.20m e ≤ 2. sendo um dotado de quatro pneus e outro de dois pneus interligados por suspensão especial. determinada pelo fabricante. 3.80m. Comprimento máximo de 19. com mais de duas unidades.50m: 45 t. quando o PBTC ≤ 57 t.5 t. 2. com distância entre os eixos de no mínimo 1. for > 1. III – peso bruto por eixo isolado de quatro pneus: 10 t. RESOLUÇÃO Nº 211/06 As Combinações de Veículos de Carga (CVC). O acoplamento dos veículos rebocados deverá ser do tipo automático conforme NBR 14410/14411 e estarem reforçados com corrente ou cabos de aço de segurança. b) > 1.40m: 17 t. quando à distância entre os dois planos verticais (que contenham os centros das rodas). quando a distância entre os três planos verticais (que contenham os centros das rodas). Unidade tratora do tipo caminhão-trator. incluída unidade tratora. for > 1. d) Limites legais de peso. 5.20m: 9 t. Estar equipadas com sistema de freios conjugados entre si e com a unidade tratora atendendo o estabelecido pelo CONTRAN.40m: 13.20 metros. c) Comprimento mínimo de 25m e máximo de 30m. b) Comprimento superior a 19. Máximo de 7 eixos. e) Compatibilidade da CMT da unidade tratora. o peso bruto poderá ser até 57 toneladas.peso bruto por conjunto de dois eixos direcionais não em tandem. desde que cumpridos os seguintes requisitos: 1.20m e ≤ 2.50 metros. A AET pode ser concedida mediante os seguintes requisitos: I – para CVC: a) PBTC ≤ 74 t. for > 1. com mais de duas unidades. dotados de pneus cada: 12 t. VIII – peso bruto por conjunto de dois eixos. com PBT acima de 57 t ou com comprimento total acima de 19.00m. com o PBTC. II – peso bruto por eixo isolado de dois pneus: 6 t. O acoplamento dos veículos articulados com pino-rei e quinta roda deverão respeitar a NBR NM ISO 337. incluída a unidade tratora.80 metros e mínimo de 17. 4. f) Estar equipado com sistema de freios conjugados entre si e com a unidade tratora. IV – peso bruto por conjunto de dois eixos direcionais. quando à distância entre os dois planos verticais que contenham os centros das rodas for: a) ≤ 1. VI . g) O acoplamento dos veículos rebocados deverá ser do tipo automático conforme NBR 14410/14411 e estarem reforçados com corrente ou cabos de aço de segurança. V – peso bruto por conjunto de dois eixos direcionais em tandem. fixados pelo CONTRAN. VII – peso bruto por conjunto de três eixos em tandem. i) Para combinação de veículos de carga.h) PBT para combinações de veículos articulados com duas unidades e comprimento inferior a 17. por eixo.20m e ≤ 2. aplicável somente a semi-reboque. quando PBTC > 57 t. quando à distância entre os dois planos verticais (que contenham os centros das rodas).40m: 15 t.40m: 25.80m e máximo de 30. só poderão circular portando AET. 22 .5 t.

b) Cálculo demonstrativo da capacidade da unidade tratora de vencer rampa de 6%. que a CVC é capaz de desenvolver para aclives de 0 a 6%. c) Gráfico demonstrativo das velocidades. O trânsito de CVC será do amanhecer ao pôr do sol e sua velocidade máxima de 80 km/h. acompanhado de sua anotação de responsabilidade técnica. e que deverá conter: a) Planta dimensional da combinação. d) Capacidade de frenagem. devidamente assinado por engenheiro mecânico. Sinalização especial para CVC: 23 . Nas vias com pista dupla e duplo sentido de circulação.h) O acoplamento dos veículos articulados com pino-rei e quinta roda deverão respeitar a NBR NM ISO 337. poderá ser autorizado o trânsito diuturno. dotadas de separadores físicos e que possuam duas ou mais faixas de circulação no mesmo sentido. da composição veículo e semi-reboque. e) Desenho de arraste e varredura. acompanhado do memorial de cálculo. f) Laudo técnico de inspeção veicular elaborado e assinado pelo engenheiro mecânico. i) Possuir sinalização especial e estar provida de lanternas laterais colocadas a intervalos regulares de no máximo 3 metros entre si. II – cópia do CRLV. II – as condições de tráfego das vias públicas a serem utilizadas. Ao requerer a AET o interessado deverá apresentar: I – projeto técnico da CVC.

RESOLUÇÃO Nº 231/07 As placas dos veículos oficiais. dos organismos internacionais. para veículos de Repartições Consulares. etc. na própria placa. ciclomotores e triciclos ficam obrigados a utilizar placa traseira de identificação com película refletiva. etc. para veículos de Organismos Internacionais. 24 . d) OI. b) CD. II – veículos oficiais das UF: nome da UF. f) CI. para veículos do Corpo Diplomático. dos pertencentes a missões diplomáticas. c) CC. e) ADM. para veículos de peritos de Cooperação Internacional. os seguintes caracteres: I – veículos oficiais da União: BRASIL. deverão conter as seguintes gravações estampadas na parte central superior da placa (tarjeta): a) CMD. Motonetas. motocicletas. IV – veículos pertencentes às missões diplomáticas. ou em espaço correspondente. deverão conter gravadas nas tarjetas. para veículos do Corpo Consular. III – veículos oficiais dos Municípios: sigla da UF e nome do Município. às repartições consulares. de representação. às repartições consulares. ANEXO Cores: Cor Categoria do Veículo Placa e Tarjeta Fundo Caracteres Particular Cinza Preto Aluguel Vermelho Branco Fabricante/ Experiência Verde Branco Aprendizagem Branco Vermelho Coleção Preto Cinza Oficial Branco Preto Missão Diplomática Azul Branco Corpo Consular Azul Branco Organismo Internacional Azul Branco Corpo Diplomático Azul Branco Cooperação Internacional Azul Branco Representação Preto Dourado Dimensões das figuras abaixo são dadas em milímetros (mm). aos organismos internacionais. dos funcionários estrangeiros administrativos de carreira e dos peritos estrangeiros de cooperação internacional. para veículos de Chefes de Missão Diplomática.

Figura 4 – Placa de Veículos Automotores Figura 5 – Placa de Motocicletas e Assemelhados 25 .

SITUAÇÃO DAS RESOLUÇÕES Resolução 004 014 015 020 024 025 026 032 036 049 053 073 075 082 102 104 110 128 132 136 146 149 152 157 160 165 168 201 202 205 206 210 211 231 235 Situação Alterada pela Resolução nº 20/98 Acrescida pelas Resoluções nº 34/98. os artigos 1º. Alterada pela Resolução CONTRAN nº 235 Em vigor. (1) Art. Alterada pela Resolução nº 114/00 Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor. Revogados. 43/98. Referenda a deliberação n° 51 Em vigor. 87/99 e 44/98. (2) Art. Alterada pela Resolução nº 223 Em vigor. 6º revogado pela Resolução nº 165/04. Alterada pela Resolução CONTRAN nº 241. 2º e 4º Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor Em vigor. 3º alterado pela Deliberação nº 52/06 Em vigor. Alterada pela Resolução 87/99 Em vigor Em vigor. Em vigor a partir de 31/12/2007 Em vigor. 3º da Resolução CONTRAN nº 205. 2º alterado pela 195/06 Em vigor Em vigor. Revoga as Resoluções CONTRAN nº 45/98 e nº 783/94 Em vigor. Alterada pela Deliberação CONTRAN nº 60. Prazo do art. Revogadas as disposições em contrário.RESOLUÇÃO Nº 231/07 Cópia autenticada pela repartição de trânsito do CRLV será admitida até o vencimento de do licenciamento do veículo relativo ao exercício de 2006. 46/98 e 129/01. Altera o art. Alterada pela Resolução 156/04 Em vigor Em vigor. 26 . pela Resolução CONTRAN nº 203/06. em especial a Resolução CONTRAN nº 81/98 Em vigor Em vigor Em vigor a partir de 01/01/2008. Alterada pela Resolução 169/05 e 222/07 Alterada pela Resolução CONTRAN nº 252.