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Mosteiro de Santo Tirso Câmara Municipal promove Candidatura a Património Mundial da Humanidade

Castro Fernandes apostou na competitividade, no crescimento e no emprego. Foi com ele à frente dos destinos do concelho que Santo Tirso venceu a corrida com outros municipios e acolheu o Call Center da PT.

Castro Fernandes, presidente da câmara desde 1999, “devolveu” o rio à cidade e ao concelho.

Um concelho inteligente e competitivo
Presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, desde 1999, Castro Fernandes deixa uma marca indelével no concelho a que presidiu durante 14 anos. Engenheiro Civil de profissão, Castro Fernandes investiu no crescimento e no desenvolvimento deste concelho – recentemente integrado na Área Metropolitana do Porto, na qual é vice-presidente. Não há área de gestão onde não tenha deixado o seu cunho com fortes investimentos: na educação, o concelho tem agora um parque escolar invejável em toda a zona norte, no desporto os investimentos estão visíveis nos vários equipamentos construídos em todas as freguesias. A mobilidade e a acessibilidade de e para Santo Tirso e entre freguesias foi uma das suas grandes apostas. Enumerar as obras nesta área de gestão é um exercício difícil dada a extensa listagem. Podemos apenas, e a título de exemplo, referir, na cidade, a Rotunda de Timor Lorosae que qualificou a entrada no concelho, as obras na Estrada Nacional 204-5 e a construção da rotunda em Vila das Aves, ou ainda na sede do concelho, a beneficiação da Avenida S. Rosendo e parte da Rua Maria do Carmo Azevedo, o Largo do Hospital, os arruamentos de ligação da nova Ponte à Estrada nacional 204 e a Rua Dr. Alexandre Lima Carneiro, a beneficiação da Rua de S. Bento da Batalha, a beneficiação em Vila das Aves da Rua S. Miguel, a desclassificação das estradas nacionais 204-5 em Vila das Aves, a 310 em Rebordões, a 105-2 em Santa Cristina / Guimarei e a 209 (S. Tomé de Negrelos / Roriz), a requalificação da Estrada Municipal 644 desde a Estrada nacional 105 até à Rotunda de S. Martinho do Campo, entre muitas outras de igual importância.

como atesta a imagem reproduzida em baixo: “…Castro Fernandes mudou para sempre o conceito de viver a cidade…” .“… A requalificação urbana é um marco da gestão do atual presidente e um exemplo em Santo Tirso…” No Desporto quem negar o forte investimento de Castro Fernandes demonstra uma grande falta de atenção ao concelho. Serão poucos os autarcas que se podem orgulhar de projetarem um investimento de 10 milhões de euros. garantiu 156 milhões de euros em fundos comunitários. E não podemos esquecer a “Poesia está na Rua”. O excelente aproveitamento dos fundos comunitários por parte do autarca de Santo Tirso é reconhecido em todas as instâncias e foi já motivo de elogios a Castro Fernandes que. o Complexo Desportivo Municipal (onde se inclui o Pavilhão Desportivo Municipal e a nova e moderna piscina). Assim como a Cultura. Pela primeira vez uma intervenção foi realizada através de uma parceria entre diversas entidades do concelho. estamos em crer que a recuperação das margens do Rio Ave. O Plano Operacional de Valorização do Território tornou possível a requalificação urbanística envolvente ao edifício do Tribunal e a construção do Parque Urbano da Ribeira do Matadouro. no salão nobre da câmara. Contudo. concretizadas no âmbito da candidatura PRU. mas dando-lhe a consistência com as ações imateriais: falamos dos eventos culturais que colocaram Santo Tirso no roteiro cultural internacional: O Festival Internacional de Guitarra ou os Simpósios Internacionais de Escultura. No coração da cidade. a aplicar em 251 ha e ao longo de 3. não se limitando ao betão. e em 3 anos o concretizarem. pelo investimento que representou. e nas freguesias os diversos equipamentos são a materialização de uma aposta que é inegável. Contudo. As intervenções apresentadas em maquete naquele dia são hoje uma realidade. descobriu os fundos comunitários para o fazer.5 km de frente ribeirinha. promoveu a candidatura e hoje oferece aos munícipes e visitantes uma zona ribeirinha requalificada. pela ousadia e coragem: Castro Fernandes programou devolver o Rio Ave à cidade. é “a cereja em cima do bolo”. A requalificação urbana é um marco da gestão do atual presidente e um exemplo em Santo Tirso. foi apresentado um projeto pioneiro e marcante. desde 2007. e apesar de serem muitas as intervenções da responsabilidade do presidente da câmara que fazem de Santo Tirso um concelho inteligente e competitivo. Castro Fernandes mudou para sempre o conceito de viver a cidade. Quem visitou o concelho há 10 anos e o visita hoje afirma-o irreconhecível. Com um objetivo comum: a regeneração urbana das margens do Ave. há um investimento que ficará para a história e que nunca deixará de estar associado ao seu nome pela enorme importância. Este engenheiro civil de profissão não poupou nos investimentos necessários. A 3 de dezembro de 2010.

Castro Fernandes. O Mosteiro de Santo Tirso é uma referência nacional que desejamos que passe a ser de referência mundial”. O autarca lembra que o Mosteiro de Santo Tirso. aponta o autarca. o Passeio das Margens do Ave. Castro Fernandes relembrou.Mosteiro de Santo Tirso: CÂMARA PREPARA Candidatura a Património Mundial da humanidade A Câmara Municipal de Santo Tirso vai candidatar. que neste processo de requalificação urbana se integram ainda “o Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC) e as obras financiadas pelo POVT (Plano Operacional de Valorização do Território) do Parque Urbano da Ribeira do Matadouro e as obras de requalificação urbanística envolventes ao edifício do Tribunal”. também estes considerados Património Mundial pela UNESCO. presidente da câmara municipal. adiantou.” Em caso de aceitação desta candidatura Santo Tirso terá um monumento que poderá ser incluído em roteiros turísticos importantes para a economia do Norte de Portugal. até final de setembro. Para Castro Fernandes “este é um grande momento para Santo Tirso e o resultado de muito trabalho. sendo a sua antiguidade “anterior à nossa nacionalidade com data de 978. mas reforçou a . na qual se inclui o Parque Urbano de Rabada. decorre do facto de “Santo Tirso ter nos últimos anos concretizado importantes projetos de requalificação urbana e ambiental”. Se questionado sobre se a candidatura – que a comissão formada em abril de 2012 iniciou e pretende entregar em setembro deste ano – obrigará a algum esforço económico suplementar. designadamente a Regeneração das Margens do Ave. em 1910. apresenta com confiança as razões que levam o município a iniciar o processo de candidatura. foi classificado. de características beneditinas. ainda. como “Monumento Nacional”. Castro Fernandes garante que “não está prevista qualquer obra”. A oportunidade da candidatura. a reabilitação dos edifícios da Quinta de Fora da Escola Agrícola e o Passeio dos Frades que se integra no bem a classificar. a Fábrica de Santo Thyrso. o Mosteiro de Santo Tirso a Património Mundial da Humanidade. O presidente da CM SantoTirso salienta ainda que candidato à ON2 e à espera de contratação “está a sede do MIEC (Museu Internacional de Escultura Contemporânea) que inclui um centro interpretativo a localizar junto ao Museu Municipal Abade Pedrosa e cujo projeto de arquitetura é da autoria dos dois Pritzeker´s portugueses Álvaro Siza e Eduardo Souto Moura”. dada a proximidade com o Douro Vinhateiro e com os centros históricos de Guimarães e Porto.

Quanto ao envolvimento de outras entidades. Manuel dos Reis –. dirigidas por Frei João Turriano. diz-se no relatório trienal de 1650.ideia de que a eventual aceitação por parte da UNESCO poderá trazer “benefícios” a Santo Tirso. Com a vitória dos liberais sobre os miguelistas. uma delas. quando os frades o abandonaram. apenas. pouco a pouco. Este é um processo que deve superar questões partidárias e quezílias sociais e culturais. na zona baixa da cidade de Santo Tirso. É convicção da autarquia tirsense de que o processo de aprovação. XVII e XVIII. O terceiro claustro As obras do terceiro claustro iniciaram-se no triénio de 1638 a 1641. onde se cruzam influências do Barroco Romano e do Rococó Francês e Alemão. o Mosteiro de Santo Tirso está implantado na margem esquerda do rio Ave. E serão recolhidos depoimentos de historiadores e “outras personalidades do mundo científico”. a ser beneficiada. o 2º claustro do séc. o convento de Santo Tirso. XVII. acabado o segundo claustro no período que medeia de 1635 a 1638. “No futuro as vantagens poderão ser muitas. O primeiro passo será dado com a entrega de um dossiê à Comissão Nacional desta entidade. na verdade. no Arquivo Distrital de Braga. tantos quantos vão de 1638 a 1647 – o primeiro de D. no âmbito dos quadros comunitários de apoio de 2014/2020. Igreja de Santo Tirso e Escola Profissional Agrícola Conde de S. XVII. pouco resta do primitivo mosteiro e do seu templo de traça românica. Foi fundado por D. Sem esquecermos que a cultura tem um papel fulcral na economia das cidades”. e o primeiro e segundo de D. Está na forja a celebração de protocolos e acordos de colaboração com a Direção Regional da Cultura do Norte e Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. O conjunto de edifícios que atualmente integram o complexo edificado que compunha o mosteiro compreende a Igreja Matriz. sendo por isso anterior à nacionalidade. o 1º claustro do séc. ricamente ornamentado em talha dourada.Frei José de Santo António Ferreira Vilaça. a fábrica de cera e o hospício. com valores de excecionalidade e integridade reconhecidos por inúmeros historiadores. A sua atual composição resulta. particularmente as do novo claustro. destaque para os “proprietários e utentes” dos cerca de 135 hectares de terreno alvo de candidatura: Câmara Municipal de Santo Tirso. cabendo a este organismo apresentar candidaturas portuguesas. ou não. o edifício de dois pisos no qual estava instalada a hospedaria e a adega. Bento. progressivamente. permanecendo afecto ao culto apenas a igreja. O seu estilo. onde a água jorraria. diz Castro Fernandes. tem o risco de um dos mais notáveis entalhadores da “escola bracarense” . mas estamos confiantes. no rescaldo da guerra civil de 1832-1834. Desde os começos que a residência monástica tinha as sua ovenças. a residência conventual. em 26 de março de 1834. que o estudaram e continuam a estudar. das amplas obras realizadas no séc. Naturalmente que esta água servia para alimentar a cozinha. sobre as obras de ampliação do conjunto edificado. A inexistência. que. O seu interior. Regra geral. concentrando-a. O mosteiro de S. Sabese. Atualmente. XIV. Irmandade e Santa Casa da Misericórdia de Santo Tirso. em grande medida. Como a maior abertura a fundos comunitários. Unisco Godiniz e seu marido Abunazar Lovesendes em 978. veio a desempenhar um importante papel no âmbito da Congregação Beneditina de Portugal. parte do 3º claustro do séc. ao longo de três claustros completos e mais um quarto construído apenas parcialmente. o dormitório e as fontes. numa área de grande valor natural e paisagístico. Vamos apostar na afirmação da imagem de Santo Tirso no país e no mundo com mais captação de turismo e com uma gestão integrada e valorizada do Mosteiro”. verifica-se a expulsão das ordens religiosas do país. fizeram-se grandes obras que foram dilatando. O mosteiro foi fundado por Dona Unisco Godiniz no ano 978. e um conjunto de edifícios adjacentes como a botica. Os gastos incidiram. a maior parte das vezes. Será o reforço da identidade tirsense. unindo a população. MOSTEIRO DE SANTO TIRSO Classificado como Monumento Nacional desde 1910. Tendo adotado a regra beneditina no século XIX. “Há várias candidaturas portuguesas em apreciação e em lista de espera na Comissão Nacional. defende o presidente da Câmara Municipal. reflete um espírito inventivo e gracioso que a igreja matriz de Santo Tirso transmite em todo o seu esplendor. XVII. Assim era. Ora. Bento é vendido em hasta pública. não permite fazer uma ideia segura da empreitada e da sua execução. Frei Manuel dos Reis (1641-1644 e 1644-1647). definitivamente. não . Nos triénios de D. cada país apresenta no máximo duas candidaturas por ano ao Comité Internacional da UNESCO. houve no monte de Frádegas grandes trabalhos na prospeção de água para a casa religiosa. logo se continuaria na edificação do terceiro. do Mosteiro de Santo Tirso como Património Mundial da Humanidade. O Mosteiro de Santo Tirso foi e é um monumento fundador. dos relatórios trienais destes três abaciados. foi a do novo claustro. António Carneiro. agregador e dinamizador. e a sua filiação à Ordem Beneditina data de 1092. por parte da UNESCO demorará cerca de dois a cinco anos. Nos séculos XVI.

que se não sabe ao certo como principiou. Ao fim da sua prelazia. Desta escada saj hum arco grande que dâ no passa disso da porta da orta que já fica perfeita e lajeada de pedra todo o pauimento no dito passa disso. e para os quadros pendentes das paredes. e Cor dois de pedra muj bem laurada. Coristado. e forrouçe hum lanço da galaria do Claustro. e se forrou assi o dormitaria. as duas capelas. todo o dormitório sul. o que necessário se fazia para albergar os mais de trinta monges que constituíam a comunidade conventual do mosteiro de Santo Tirso. e floroens grandes. puzerãose mais quatro grades. a 1 de maio de 1656. alinhados num ritmo pendular para oriente. Este acontecimento causou um afflictivo sobresalto em toda a villa. Fesse huma sacada com huma jenella rasgada lançada fora com huma grade de ferro de grande custo e feitio pintada de vermelho com suas bolas grandes de metal. A destruição A destruição parcial da área claustral – 3º claustro e a área construída do 4º claustro – terá ocorrido no início do século XX. que ficaria incompleto. o de D. no seu final (1662). e se meteo a agoa na Claustra noua (Congregação de São Bento de Portugal. e communicou-se á ala direita do claustro. Pera se dourar e estofar a targe. Cx 109). Desta sacada se começa a continuar huma bem obrada escada para baixo. em concomitância com a ereção da atual igreja. cresciam a habitação e serviços monásticos. tudo foi destruído: metade de dois dormitórios – o oriental e o ocidental –. De resto. Bento. quando se começou a construir a nova igreja de Santo Tirso (1659). Um pedreiro que dormia nas dependencias do Asylo. O quarto claustro No triénio de D. E como este lanço se auia de igualar com o Refeitorio se leuantou mais por Respeito de se tomarem as aguas. agora com o começo do quarto claustro. (Estados do mosteiro. e se foj continuando a varanda do claustro athe a primeira jenella que já fica feita como ha de ser e se lancou huma linha de ferro em a varanda para maior segurança da obra. e no taboleiro que estâ no meio della huma jenella grande para fora. (…) Alguns dos materiais acabariam por ser utilizados na construção da Escola Primária Conde S. feita com toda a perfeição que a arte pede. pôde ainda dar o signal de rebate. onde são percetíveis os três claustros íntegros.. rompeu da residencia parochial.e Mestre Frei Luís de Moura. a partir da galeria norte do terceiro claustro. e se fez a cornija que corre pela parte do Claustro. com o comprimento de “30 palmos”. em Santo Tirso. como tambem o espaço que corre entre o refeitorio e hospício (…). estava já em acabamento um lanço da galeria: (…) Solhouçe. o Coristado deste mosteiro beneditino. a do Coristado e a da Horta … pouco se percebendo atualmente da grandiosidade do edifício. por se não bolir no Refeitorio. mas já por repuxo. na altura. Era um comprido edifício com três claustros e a ponto de caminhar para um quarto claustro (cerca de 170 m de comprimento) (…). Bento de Portugal. já o convento ia de posse de três claustros. angulo sudoeste.por chafariz. Enfim.(…) O mosteiro beneditino de Santo Tirso…. ao tempo do P. No triénio seguinte. se pos em todo elle Algerozes.começaria a construção do quarto claustro. D’alli irradiou para o altar erecto n’essa mesma ála. Mateus da Assunção (1653-1656) . lavrando na madeira apainelada que revestia o tecto. Cx 109). como peremptoriamente referenciou Ilídio Araújo. e se fizerão mais quatro Ginellas de madeira muj bem laurada com suas ferraiens (…). Frei Gregório de Santa Maria e Frei Mâncio dos Mártires: Fesse o Cano. O fogo. neste lanço pella parte do Claustro. carbonisando-os. Anselmo Alvo. tendo como origem um incêndio como nos relata Alberto Pimentel. a atual (1656-1659) . anotou-se no relatório a construção de uma parede de Dormitório por sobre os alicerces. accordando já muito incommodado pelo fumo.decorriam as obras no seu normal crescimento: (. que deu início às obras da nova igreja. com os arranques de um quarto perímetro claustral. designadamente a parte Norte que corresponderia ao Coristado.) Continuousse o dormitorio por diante em que se fizerão duas ceifas de todo perfeitas e acabadas. Assim o registaram os estadistas do seu abaciado Frei Leandro do Socorro e Frei Vicente dos Santos. como varanda e sacada com muita perfeição. eleitos pelos monges. e no meio huma bem obrada targe com huma imagem do gloriozo Martir Santo Tirso. Efetivamente. em 1962 . e tres linhas de ferro. por cuja Cauza se fizerão em todo o lanço duas armaçois falças de madeira de grande Custo. . que fundamentou com a apresentação de uma planta datada de 29 de janeiro de 1867. pintado tudo a oleo. e Repuxo. floroens e rozas fica feito partido com o pintor em vinte e seis mil reis que já ficão pagos. feitos para o Capítulo Geral de Tibães de maio de 1662: ADB Congregação de S. Cx 109). Fesse o tecto de hum bom e corioso forro com suas rozas. designadamente as colunas e os arcos do terceiro claustro. E. E continuava a crescer mais e mais. (Relatório Trienal de 1 de maio de 1659: ADB Congregação de S. Bento de Portugal. (…) Pelas 11 horas da noite de terça-feira 4 de fevereiro d’este anno de 1902 manifestou-se um violento incendio na parte do antigo mosteiro actualmente ocupada pelo Asylo Agricola. Assim o declaram os estadistas.

fez questão de manter o subsídio ao arrendamento. Consignado na Constituição da República Portuguesa. Foi. a aderir ao Programa Municipal de Realojamento (PMR). Os Contratos de Desenvolvimento para Habitação (CDH) constituem outra das vertentes da política de Habitação do concelho. Outra variante do apoio concelhio na área da Habitação é o Subsídio ao Arrendamento. este concelho foi o primeiro. mas porque as famílias merecem ser cuidadas. para evitar o fenómeno de “guetização”. 500 HABITAÇÕES Uma das principais preocupações da Câmara Municipal de Santo Tirso é garantir a todos os munícipes o acesso a habitação condigna. . Apesar da atual conjuntura económica que as câmaras vivem. Em clara sintonia com as diretivas nacionais sobre política habitacional. a escolha e arrendamento da sua casa em qualquer ponto do concelho. o acompanhamento social e apoio técnico de profissionais disponibilizados pela autarquia. permitindo a aquisição de imóveis a custos controlados por parte de famílias que. presidente da câmara municipal. com base nessa aposta que foram erradicadas todas as barracas e casas sem condições mínimas de habitabilidade que há alguns anos existiam no concelho e dos quais já poucos têm memória. dificilmente suportariam esse encargo.Monte Córdova Água Longa 25 MILHÕES DE EUROS INVESTIDOS NA HABITAÇÃO Areias Palmeira Foi no sentido de tentar resolver os problemas de realojamento das famílias que viviam em situação de sobrelotação que a Câmara Municipal de Santo Tirso planeou e tem vindo a implementar uma abrangente política de Habitação Social. resultado do protocolo celebrado entre a Câmara Municipal e o Instituto Nacional de Habitação (INH). que defendem uma gestão de proximidade. realojando as pessoas em empreendimentos de pequena dimensão. o Programa Municipal de Realojamento (PMR) de Santo Tirso oferece ainda aos moradores dos novos conjuntos habitacionais. a nível nacional. que permite a famílias de menores recursos financeiros. aliás. e perto do seu local de origem. que nos últimos anos representou um investimento superior a 58 milhões de euros (quando incluídos os valores totais de todos os programas desenvolvidos) e permitiu dar resposta às necessidades de mais de mil agregados familiares. Castro Fernandes. este direito esbarra muitas vezes nas dificuldades financeiras de um número considerável de famílias. sem essa ajuda. Numa altura em que Santo Tirso ainda não pertencia à Área Metropolitana do Porto. e apoiar esses agregados familiares tem sido uma das prioridades de Castro Fernandes assim que assumiu a presidência da câmara em 1999.

Tendo em conta que a fixação da habitação e a criação de novas áreas urbanas constituem um dos principais temas nas disciplinas de ordenamento do território e do planeamento urbanístico. concebeu um conjunto de medidas complementares entre si para abordar este problema bem como desenvolver todo um conjunto de ações complementares conjugadas na criação de um Programa Municipal de Realojamento. – 25 milhões de euros. mas que nem sempre encontra respostas abrangentes por parte do poder central. em parceria com o Estado. a política da Câmara de Santo Tirso em matéria de habitação social tem privilegiado uma lógica menos economicista e mais social. – 709 novas habitações. das quais 406 já se encontram concluídas. os Contratos de Desenvolvimento para a Habitação (CDH) vieram dar resposta à necessidade de aumentar a oferta de fogos a preços mais baixos do que os que são normalmente praticados no sector imobiliário. Mamede de Negrelos – 7 núcleos habitacionais e de serviços. – Investimento direto de 40 milhões de euros. Tomé de Negrelos Vilarinho Roriz S. No caso dos CDH’s. acautela-se o surgimento dos problemas normalmente decorrentes da massificação. Água Longa Reguenga – 17 núcleos habitacionais já construídos. oferecendo a uma vasta camada da população – dos casais mais jovens aos agregados de média dimensão – condições muito vantajosas para a compra de casa. através da criação de pequenos núcleos. Nessa medida. assumindo mesmo parte da responsabilidade do poder central nesta matéria. regrado apenas pelas lógicas financeiras da oferta e procura e pela exploração. em 14 freguesias. – 21 espaços comunitários e de apoio a coletividades locais.Agrela Areias Palmeira Monte Córdova Este programa prevê a construção de 470 habitações. estes preços só são possíveis graças aos substanciais apoios do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e da Câmara Municipal de Santo Tirso. o que permitiu erradicar todas as habitações precárias ou degradadas e demolir todas as barracas. tabelados por diploma governamental. Dispersando a sua oferta habitacional. . acompanhamento e aconselhamento dos beneficiários dos seus vários programas. Até ao momento são estes os números relativos aos CDH de Santo Tirso: Rebordões Sequeirô S. Não obstante o facto de a opção pelos realojamentos massivos ser bem mais tentadora do ponto de vista estritamente financeiro já que os custos associados à construção em altura e concentração seriam muito menores. de integração. a Câmara de Santo Tirso quis ir mais além e. Tomé de Negrelos S. – 500 novas habitações. CONTRATOS DE DESENVOLVIMENTO PARA HABITAÇÃO: MAIS 40 MILHÕES DE EUROS No concelho de Santo Tirso a intervenção municipal tem sido vocacionada também para a dinamização do mercado de casas para venda a custos controlados.

Castro Fernandes não se esqueceu de agradecer à ON2 e à CCDR-n “que acreditaram neste projeto e que sempre o apoiaram”.º Carlos Duarte. Castro Fernandes. Eng.2 milhões de euros abriu as portas à comunidade.Aposta urbana: Investimento de 2. é um espaço que vai proporcionar várias atividades ligadas às artes.2 milhões de euros fomenta novas saídas profissionais Nave Cultural e Industrial DE SANTO THYRSO Seminário Internacional. Estes eventos demonstraram a versatilidade e a capacidade de utilização da Nave Cultural e Industrial. Desfile de Moda – com Finalistas da ESAD & Portugal Fashion Concurso de Jovens Criadores – e Afterparty com Dj Rui Vargas marcaram arranque deste novo e importante equipamento. aquando da inauguração em outubro último. os vogais executivos da ON2. de um desfile de moda e de uma afterparty. Aquando da inauguração Castro Fernandes sublinhou ainda que “este Quarteirão Cultural e as Indústrias Criativas são um passo em frente para a economia local e para a economia de todo o Vale do Ave. Para o Presidente da Câmara Municipal. Este investimento municipal de 2.º João Marrana (em representação do Presidente da CCDR-N) e o Eng. porque é um espaço que está ao dispor de todos aqueles que queiram dignificar e inovar o concelho e a região”. Castro Fernandes inaugurou a Nave Cultural e Industrial da Fábrica de Santo Thyrso no dia 25 de outubro. . “este é um projeto âncora para o concelho. com a realização de um seminário internacional (que durou três dias e que trouxe a Santo Tirso nomes importantes da reconversão urbanística em várias parte dos mundo). à indústria e à investigação”. Associaram-se à cerimónia de inauguração (como se pode ver na fotografia que retrata o momento simbólico do descerra da bandeira).

A Nave e a recuperação da Fábrica estão associadas diretamente ao Plano de Urbanização das Margens do Ave (PUMA) que foi publicado em Diário da República em 20 de agosto de 2003. prevista para o próximo mês de julho. assumindo-a como um Quarteirão Cultural. O sucesso do iMOD e mesmo da Nave dependem do relacionamento com o tecido produtivo da região e da sua ligação às empresas e aos empresários. a Exposição “Raízes do Brasil através da Moda” em homenagem à estilista brasileira Zuzu Angel. Este espaço tem vindo a ser objeto de uma operação de reabilitação urbana reconvertendo-o num quarteirão cultural e criativo centrado em torno do têxtil. O “FAST – Festival Animé de Santo Tirso”. a Nave Cultural tem demonstrando a versatilidade do espaço. organizada em Portugal pela Câmara Municipal de Santo Tirso/Fábrica de Santo Thyrso. pela ESAD .Castro Fernandes recordou que a obra da Nave integra-se na Parceria para a Regeneração Urbana (PRU).Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos e pelo Goethe-Institut Portugal. num espaço de trabalho. São cerca de 30 000 m2 de área disponível para acolhimento de empresas e atividades. disponíveis para a concretização de alguns projetos estruturantes e indutores de transformação e qualificação territorial. É uma estratégia municipal que associa a operação de regeneração urbana na cidade de Santo Tirso – Revitalização e Qualificação das Frentes Ribeirinhas do rio Ave – à reabilitação da Fábrica de Santo Thyrso. Em cerca de meio ano de atividade. E está já em fase de conclusão a Incubadora de Moda e Design (iMOD) onde irá funcionar a pós-graduação em design de moda promovida pelo parceiro ESAD e um FAB LAB – Laboratório de Fabricação Digital que apoiará a incubadora. Relações Políticas e Económicas na Fábrica de Santo Thyrso até 27 de julho . obra em curso. Esta exposição insere-se na programação da Nave Cultural da Fábrica de Santo Thyrso. espaço de elevado valor simbólico e referência incontornável na memória coletiva de Santo Tirso e de todo Vale do Ave. Os diferentes projetos que se inserem no processo de regeneração deste “Quarteirão Cultural” pretendem torná-lo simultaneamente. A câmara tem liderado um processo de regeneração. assinalando da melhor forma a conclusão das iniciativas de comunicação da Parceria para a Regeneração Urbana das Margens do Ave. Design. o Desfile de Moda dos alunos finalistas da ESAD e do Concurso Jovens Criadores/PFN. aproveitando os instrumentos de política urbana. Simultaneamente abre a programação da inauguração da Incubadora de Moda e Design. com o patrocínio do Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Federal da Alemã. de negócios. de cultura. diversos concertos de música e várias . ao concelho e às empresas do concelho. assegurando uma programação multidisciplinar orientada para públicos diversificados. É muito importante a abertura deste espaço à cidade. antiga fábrica têxtil.uma exposição do Museu de Arquitetura da Universidade Técnica de Munique e do IFA Instituto de Relações Internacionais de Stuttgart. o MUST – Mercado Urbano de Santo Tirso.Instituto de Relações Internacionais de Stuttgart. sendo a itinerância garantida pelo IFA . destacando-se o Seminário Internacional “Quarteirões Culturais Experiências e Desafios”. do design e da moda. de fruição e de lazer. de experimentação e inovação. conjuntamente com o Parque Urbano de Rabada. que concluirá a primeira fase de reabilitação da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos de Santo Thyrso. 100 anos de Arquitetura e Design na Alemanha 1907 – 2007 ARTE. Recorde-se que a Nave Cultura e Industrial vem complementar um outro equipamento já concluído na Fábrica de Santo Thyrso: a Incubadora de Base Tecnológica (financiamento PRIME/ ON) onde já funcionam 11 empresas. o Passeio das Margens do Ave e a construção da Escola Hotel e do Centro de Educação Ambiental integrado na Escola Profissional Agrícola. RELAÇÕES POLÍTICAS E ECONÓMICAS EM EXPOSIÇÃO EM SANTO TIRSO até 27 de julho na Fábrica de Santo Thyrso Arte. a peça de Teatro com a comunidade “Na Fábrica”. DESIGN.

Am Weißenhof. a arte e o design de todo um século nas suas relações políticas e económicas. __ Visitas Até 27 de julho de 2013 Segunda a Sexta: 10:00 – 12:30 / 14:00 – 18:00 Sábado: 10:00 – 18:00 Marcações: geral@fabricasantothyrso. que também cunhou a vida cultural noutros países europeus.com. José Eduardo Rios. em sete secções estruturadas cronologicamente. uma manifestação de arquitetura moderna pioneira no século XX. Nuno Prata. A mostra poderá ser visitada até 27 de julho. ESAD Matosinhos. marcas e coleções de jovens designers e do fortalecimento da colaboração entre os designers e a indústria do têxtil e vestuário. a inaugurar no mês de julho. se estende “da almofada de sofá até ao urbanismo”. reflete. O trabalho do grémio de arquitetos. Elisabeth Völpel. Coordenação da Exposição na Fábrica de Santo Thyrso: Christoph Strieder. os sucessos e as concretizações de uma das instituições mais importantes e influentes do século XX.iniciativas no âmbito do programa da “Poesia está na Rua – 2013” em homenagem ao poeta Manuel António Pina. artistas e empresários que. completa a 1ª Fase do Quarteirão Cultural e Criativo da Fábrica de Santo Thyrso. Departamento de Projetos e Comunicação. ESAD.Instituto de Relações Internacionais de Stuttgart. incluindo tecnologias de fabricação digital. em 1959. através do apoio ao lançamento de novos negócios. os esforços. deste modo. Poderão ser efetuadas marcações através do email geral@fabricasantothyrso. espaço e meios para I&D e formação avançada na área da moda ou áreas complementares. de segunda a sexta das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00. Goethe-Institut Portugal. criação de uma marca de referência no panorama da moda nacional. IFA Península Ibérica. ESAD. Direção do Projeto: Winfried Nerdinger + Mirjana Grdanjski. em Munique. IFA Comissária da Exposição em Santo Tirso: Joana Santos. Hermann Muthesius. A exposição foi concebida para marcar o centésimo aniversário do Deutscher Werkbund e descreve.com . IFA . de 1927. A oferta alargada deste novo projeto contempla a incubação de novos negócios ou projetos criativos. em Stuttgart. Este projeto tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade e competitividade da moda portuguesa e da indústria do têxtil e vestuário de uma forma geral. Fábrica de Santo Thyrso. Marcos como a urbanização do Werkbund. bem como para o desenvolvimento de uma nova consciência relativamente aos recursos e à utilização da técnica. a fim de alcançar de novo uma cultura harmónica num mundo alterado pela industrialização e a urbanização. animação cultural e comercial e promoção da Fábrica e dos projetos residentes. em 1958. Joachim Bernauer. não são hoje praticamente reconhecidas pelo público como iniciativas do Werkbund. laboratórios de prototipagem que cobrem todas as fases do processo produtivo. com o objetivo de melhorar a qualidade de todos os produtos produzidos industrialmente. Irene Meissner. ou a primeira chamada de atenção precoce. e de Bruxelas. Margarida Carronda. e aos sábados das 10h00 às 18h00. a arquitetura. para as consequências ambientais da industrialização e da urbanização. segundo a máxima de um dos seus pais espirituais. Organização e coordenação da itinerância no estrangeiro: Inka Gressel. Ficha técnica Organização: Câmara Municipal de Santo Tirso/Fábrica de Santo Thyrso. a apresentação dos tão admirados novos conceitos habitacionais e da cultura alemã nas exposições de Paris. em 1930. A Incubadora de Moda e Design. O Deutscher Werkbund foi fundado em 1907. Goethe-Institut Portugal.

O MELHOR PARQUE ESCOLAR DA ZONA NORTE É EM SANTO TIRSO 100% de Carta Educativa implementada: 12. . no valor de 700 mil euros e o da Ermida. orçado em 908 mil euros. Tomé de Negrelos (7 milhões de euros) A população associou-se ao importante momento de inauguração deste moderno centro escolar.5 milhões de euros O investimento superior a 12 milhões de euros possibilitou dotar o concelho de sete modernos Centros Escolares. // Centro Escolar de S. estando em fase de conclusão os Centros Escolares de Sequeirô.

5 milhões de euros EB de Merouços (Santa Cristina do Couto)  Requalificação e ampliação do edifício e arranjos exteriores: 320 mil euros EB de Cantim (Reguenga) Requalificação e ampliação total do edifício: 282 mil euros EB de Cabanas (Monte Córdova) Requalificação total e ampliação do edifício: 273 mil euros JI da Rechã (S. Martinho. José (Refojos) Requalificação do edifício e arranjos exteriores: 93 mil euros EB de Ribeira (Roriz) Beneficiação e arranjos exteriores: 110 mil euros EB de Paradela (Vilarinho) Arranjos exteriores: 70 mil euros EB de S. Martinho do Campo Arranjos exteriores: 69 mil euros EB de Tarrio (Santa Cristina do Couto) Arranjos exteriores e outras beneficiações: 89 mil euros EB de Quintão (Palmeira) Arranjos exteriores e outras beneficiações: 94 mil euros EB de Quintão (Aves) Várias beneficiações: 54 mil euros EB de Cense (Aves) Construção de alpendre e outras beneficiações: 23 mil euros EB de Aldeia Nova (Rebordões) Várias beneficiações: 55 mil euros EB de Quintão (Rebordões) Várias beneficiações: 50 mil euros JI do Ribeiro (Rebordões) Beneficiações e arranjos exteriores: 65 mil euros EB de Quinchães (Monte Córdova) Várias beneficiações: 45 mil euros JI das Fontainhas (Aves) Arranjos exteriores: 58 mil euros EB de Igreja (Lama) Várias beneficiações do edifício: 54 mil euros EB de Igreja (Guimarei) Beneficiação e arranjos exteriores: 50 mil euros EB de Foral (Santo Tirso) Beneficiação e arranjos exteriores: 68 mil euros JI da Vinha (Burgães) Arranjos exteriores e outras beneficiações: 62 mil euros JI de Areias Arranjos exteriores e outras beneficiações: 40 mil euros EB de S. EB de S.REQUALIFICAÇÃO DO PARQUE ESCOLAR 2. Dinis: 16 milhões de euros (em curso) Escola Secundária D. EB de Vila das Aves Pavimento dos pavilhões desportivos: 180 mil euros Apoios Socioeducativos: 2 milhões de euros Transportes Escolares: 858 mil euros Refeições: 727 mil euros Livros e material escolar: 38 mil euros Prolongamento de horário: 210 mil euros Regime de fruta escolar: 31 mil euros Outros apoios: 146 mil euros TOTAL: 17 MIILHÕES DE EUROS REQUALIFICAÇÃO DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS Escola Secundária Tomaz Pelayo: 17 milhões de euros Escola Secundária D. Rosendo. construção de cozinha e outras beneficiações: 160 mil euros EB de Campinhos (Agrela) Beneficiação e arranjos exteriores: 94 mil euros EB de S. Mamede de Negrelos) Requalificação total do edifício: 157 mil euros EB de Lage (Vilarinho)  Arranjo do telhado. Afonso Henriques (Construção do pavilhão desportivo): 800 mil euros .

93 969 alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico 1323 (40.93 Ensino Pré-Escolar: 354 alunos Subsídios para livros e material escolar € 297. 2.º de Alunos Pré-escolar 1º Ciclo 2.93 Subsídios para alimentação € 297. o reforço das políticas de ação social educativa. mas também a oferta diversificada de recursos educativos. População Estudantil no concelho: 12171 alunos N.º Ciclo 26 2.º ciclo Investimento de € 297.º e 3.º e 3.917. 1.º e 3.SANTO TIRSO: CIDADE EDUCADORA São vários os motivos que fazem de Santo Tirso uma cidade educadora.º de Edifícios Escolares Pré-escolar 1º Ciclo Públicos Privados 5 12 7 5 0 2 0 0 Pré-escolar e 1.6%) do total de alunos são apoiados 1º Ciclo do Ensino Básico: 969 alunos Escalão A: 203 Escalão B: 151 Escalão A: 567 Escalão B: 402 . Tomé de Negrelos) Apoios socioeconómicos aos alunos mais carenciados do pré-escolar e 1. aposta na qualificação e o investimento em projetos socioeducativos.º Ciclo e Secundário 3 51% dos alunos do ensino secundário frequentam cursos profissionais Total 47 19 OUTROS APOIOS Prémios de mérito escolar: 11 mil euros Colónias de férias (2 mil crianças/idosos): 26 mil euros Expediente e limpeza: 38 mil euros Protocolos com as juntas de freguesia para manutenção das escolas: 33 mil euros Fotocopiadoras em todas as escolas: 22 mil euros Visitas de estudo: 16 mil euros Intervenção da CAID junto dos alunos das Unidades de Apoio à Multideficiência (Foral e S.º Ciclos Pré-escolar.º Ciclos 3 3 455 12171 3.º.º Ciclos Secundário Científico-humanístico Profissional Total Rede Rede Rede Total Pública Privada Solidária 957 2300 3473 1135 1004 8869 176 440 1326 350 555 2847 455 - - - - 1588 2740 4799 1485 1559 N. Não só a aposta na construção de equipamentos.917.917.

animadoras dos jardins de infância). •C  urso EFA de Técnico de Ação Educativa . .766. •  Atendimento .148.nível 3 (equivalência ao 12º ano).REFEIÇÕES ESCOLARES: 100% DE COBERTURA Investimento: € 727. ESCOLA A TEMPO INTEIRO É UMA REALIDADE EM SANTO TIRSO Prolongamento de Horário Investimento de € 210.92 Refeições dos alunos carenciados € 259.382. em parceria com a ACES).00 TRANSPORTES ESCOLARES 2188 alunos do ensino básico 535 alunos do secundário Investimento de €858. S.93 REGIME DE FRUTA ESCOLAR 100% de alunos do Pré-Escolar e 1.º Ciclo Total de alunos do 1.processos e casos (trabalhadores da CMST). auxiliares dos Jardins de infância). Miguel do Couto.080.º ciclo: 2 300 Investimento: € 22. CEI. animadoras).56 Atividades de Enriquecimento Curricular Investimento de € 594. • Plano Oficial de Contabilidade da Administração Local (trabalhadores da CMST) •F  ormação em Higiene e Segurança Alimentar das Manipuladoras de Alimentos (cozinheiras e ajudantes de cozinha dos refeitórios escolares. Mamede de Negrelos e Água Longa). • Gestão Documental Eficiente (Trabalhadores CMST).000.775.00 PROLONGAMENTO DE HORÁRIO NOS JARDINS DE INFÂNCIA • 894 crianças do pré-escolar envolvidas • 47 salas de jardim do concelho • Taxa de cobertura 94% (44 salas) • Geridos por 26 entidades (23 associações de pais e 3 juntas de freguesia – S.00 14 refeitórios concessionados a empresa € 168.85 Subsídios atribuídos às Associações de Pais (24) e 1 Junta de Freguesia (JF de Água Longa) € 300.148. • Técnicas de Socorrismo (trabalhadores da CMST.60 2723 alunos envolvidos A Câmara Municipal de Santo Tirso apoia e garante o transporte a todos os alunos a frequentar o Ensino Básico e Secundário através de empresas de transportes. • Comportamentos disfuncionais (trabalhadores CEI e auxiliares). • Gestão de Stress e Conflitos (trabalhadores da CMST. •F  ormação em Igualdade de Género (trabalhadores da CMST e de outras instituições do concelho).655.00 (financiamento do IFAP) Total de alunos do Pré-escolar: 950 Investimento: € 9. TUST e transporte da autarquia. formação • O Novo Acordo Ortográfico (trabalhadores da CMST. •F  ormações Modulares.617.

o circuito de manutenção e a nova zona de sanitários. sobretudo pela qualidade do ambiente local. . é o equipamento urbano mais usado em todo o concelho e revitalizou toda a zona ribeirinha – a par com o Passeio das Margens do Ave – é ponto de passagem obrigatória e a população de Santo Tirso usufrui de um espaço único. é uma das obras mais emblemáticas de Castro Fernandes que teve a ambição e a concretizou.NOVO INVESTIMENTO NO PARQUE URBANO DA RABADA NOVA ZONA DESPORTIVA: 1 MILHÃO E 700 MIL EUROS O Parque Urbano da Rabada.. Os parques infantis e o circuito de manutenção são a mais recente obra concluída. A CCDR-N considerou este equipamento como um exemplo de sucesso na aplicação dos dinheiros comunitários. no âmbito da Parceria de Regeneração Urbana (PRU). inaugurado em 2005. Em agosto último.. Um espaço que se tornou uma referência. foram inaugurados os parques infantis. pela qualidade do projeto e pela sua interligação com outros projetos financiados. 500 mil euros para tornar este local ainda mais aprazível. Situado na freguesia de Burgães.

. Liga o coração da cidade ao seu pulmão verde: o Parque Urbano da Rabada. O Passeio das Margens do Ave é um dos locais mais frequentados de Santo Tirso.Depois do investimento de quase dois milhões de euros. o Parque Urbano da Rabada está a ser equipado com uma grande zona desportiva que engloba a construção de vários equipamentos relacionados com a prática desportiva formativa e recreativa: campo de futebol (relva sintética) e um polidesportivo.

O presidente da câmara relembra que. Santo Tirso não teria recebido o dinheiro que permitiu requalificar a Praça General Humberto Delgado (Largo do Tribunal) e a Rua Nuno Álvares Pereira. esta intervenção incide sobre uma área com valor arquitetónico e artístico já que a autoria do projeto inicial da Praça General Humberto Delgado. foi convidada pelos autores do projeto de arquitetura e engenharia. Fernando Pires de Lima. “Inventar a Cidade – Ações Inovadoras de Desenvolvimento Urbano” que tem por objetivo qualificar os espaços da cidade e fortalecer o capital humano institucional. cultural e económico. no Porto. Castro Fernandes enfatiza o cuidado que o novo projeto teve no enquadramento e valorização deste património.46 milhões de euros Estas obras enquadraram-se na candidatura aprovada pelo POVT. . realizado há mais de 50 anos. é do arquiteto Fernando Távora. competitiva e socialmente coesa. concebido pelo Mestre Leopoldo de Almeida. a promoção da utilização pública do espaço e o desenvolvimento de práticas de cidadania e a valorização do património arquitetónico e artístico”. ilustre tirsense.No âmbito do projeto “Inventar a Cidade” nova centralidade na cidade com a conclusão da obra de “requalificação urbana de santo tirso – PRAÇA general humberto delgado e Rua D. o gabinete GNG-APB (liderado pela A requalificação urbana foi uma das grandes apostas de Castro Fernandes. promovendo o uso da cidade pelo peão. Nuno Álvares Pereira” investimento de 1. Caso a câmara não se candidatasse com este projeto específico. De facto esta obra ultrapassa em muito os aspetos do “betão”: A escultora Clara Meneres. que foi concorrencial com outras cidades. a promoção de hábitos de vida saudável. a valorização dos edifícios. realizado para acolher o busto do Prof. Recorde-se que esta obra foi executada. Pograma Operacional Valorização do Território. autora da escultura de homenagem a Willy Brandt. Castro Fernandes afirma que estamos perante uma intervenção “inovadora porque permite reordenar o trânsito viário e as áreas de estacionamento. criando-lhes uma envolvente cuidada e adaptada às pessoas de mobilidade condicionada. fazendo de Santo Tirso uma cidade inovadora. com mais qualidade de vida. ou seja. porque foi financiada por Fundos Comunitários no âmbito do Programa Operacional de Valorização do Território como uma comparticipação de 85%.

Depois de concluídos os trabalhos de instalação de todas as infraestruturas. conduziram a um resultado de que todos os tirsenses se podem orgulhar. Rosendo. Castro Fernandes deslocou-se a Vila das Aves para assinalar o arranque da segunda fase das obras de ligação da Avenida de Paradela até o Lugar de Cense.º António Perez Babo). Foi dado ao triângulo que forma a Praça e as suas vias circundantes uma maior abertura. em material vegetal. uma dedicação inexcedível. Travessa de 5 de Outubro e Rua da Lagoa. depois da zona de acesso ao parque de estacionamento do tribunal e ao Jardim de Infância. o presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso. já concluída.arquiteta Graça Nieto e pelo Eng. Toda esta área ficará também ligada à zona atualmente em requalificação da Rua 5 de Outubro. está planeada uma sessão pública com a autora. avançam agora as obras referentes à segunda fase. Depois de terem sido gastos cerca de 600 mil euros na primeira fase. Confirmada a possibilidade desta opção pelo estudo de tráfego realizado. no caso das águas residuais. promovendo uma melhor qualidade de vida para os habitantes daquela zona da freguesia. através da plataforma posterior do Palácio de Justiça. S. num investimento de mais de 540 mil euros. O desenvolvimento do traçado da via poderá servir como um melhor acesso entre Paradela e o centro da Vila das Aves. no seu dizer. Sobre esta escultura. Rosendo. resolver a situação de circulação alternativa ao troço final da Avenida de S. a empresa que detém os direitos de gestão e exploração das infraestruturas ferroviárias portuguesas. onde está também previsto a rede de distribuição pública de água e a de iluminação pública. concretizou-se uma importante continuidade entre as praças do centro da cidade. Serão executados os trabalhos de drenagem que implicam a ligação das redes de drenagem ao emissário localizado junto à margem do Rio Vizela e descarga. concebeu uma escultura verde. Este princípio. interativa e viva. aliado ao respeito e valorização do património cultural e arquitetónico. a empresa que irá executar a obra e a Refer. Esta escultora. que privou por razões familiares de muito perto com o arquiteto Fernando Távora. mas que bem cedo irão ser absorvidas nas práticas quotidianas com grandes vantagens. atualmente. passando depois ao calibre da Avenida de S. Pretendeu-se. conferindo um aspeto mais integrado aos espaços criados e retirando a função de fechada que antigamente possuía. Rosendo. para conceber um novo enquadramento para o busto do Professor Fernando Pires de Lima. Esta obra insere-se nos novos conceitos em implementação por toda a europa segundo os quais a mudança de paradigma do automóvel para o peão é o vetor principal de conceção. na intenção de reforçar o movimento dos peões. MEIO MILHÃO DE EUROS PARA A 2ª FASE DA LIGAÇÃO DE PARADELA A CENSE EM VILA DAS AVES No passado dia 9 de maio. ir-se-á executar os trabalhos de pavimentação da via. de curriculum brilhante tanto na área artística como pedagógica. e descarga do efluente no mesmo rio. cuja lógica conjunta ficou reforçada por mais esta proposta. Este trabalho implica uma complexa articulação entre a fiscalização. O estudo de tráfego serviu ainda para aferir os perfis propostos para os arruamentos envolventes procurando-se dentro do possível que o espaço pedonal fosse sempre beneficiado e ampliado. Assim a ligação viária restabelecida à Rua Comendador António Maria Lopes foi feita por uma rua de perfil transversal reduzido com uma única via e que alarga. que irá crescendo e moldando-se pela mão do homem e vontade da natureza. Nesses espaços foram previstos locais para a circulação automóvel e circulação pedonal. A opção de pedonalizar o espaço só faria sentido se tivesse continuidade no lado Norte da Praça General Humberto Delgado. . que melhor dará a conhecer a sua razão. que de início poderão causar alguma estranheza. no caso das águas pluviais. Contou e conta. A pavimentação prevê a organização espacial do espaço público proporcionado com a realização da obra. Esta obra tem ainda o mérito de reordenar uma área da cidade problemática e conflituosa dotando-a de regras. conseguida através da rotação virtual do eixo principal da Praça com o Palácio da Justiça na direção da Av. com a participação ativa dos jardineiros do município que tem demonstrado.

a abastecer em quantidade e qualidade os reservatórios construídos para servir as freguesias de: Santo Tirso e zonas limítrofes Areias. S. Para além dos dez reservatórios que entraram em serviço na 1ª Fase do Sistema Multimunicipal. Regojos de Riba de Ave. Sequeirô. a adução incluindo quando necessárias as respetivas Estações Elevatórias. . Santo Tirso decidiu integrar-se no Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água à Zona Norte do Grande Porto . Agrela e Água Longa. com a capacidade total de 2 000 m3 (800 m3 + 1200 m3). Burgães. Tomé de Negrelos.A. Tomé de Negrelos (Setor de Negrelos) de forma a cumprir a missão.Águas do Cávado. Setor de Vermoim O setor de Vermoim é constituído por um reservatório com 600 m3 de capacidade. S. e posteriormente permitirá através da construção de novas infraestruturas. 8. S.ta Cristina do Couto. nomeadamente ao Vale do Leça (Setor de Fonte de Cima). — Sistemas de abastecimento de água “em alta”: 6 MILHÕES DE EUROS Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Noroeste A Águas do Noroeste. com origem no Rio Cávado. Estas infraestruturas permitirão o abastecimento de água às freguesias de Carreira. S.40 Km Extensão das redes às freguesias de: Roriz. S. Rebordões. Reservatórios de Areias. 2.600 m3.95% de cobertura até ao final deste ano Sistemas de abastecimento de água “em baixa” Existente antes da Concessão (Ano 1999) Taxa de Cobertura Extensão de Rede Existente até (Dezembro 2011) Em Execução A executar até final de 2013 95% 33. de 29 de abril.40) 303. Burgães. Reguenga.. Vilarinho. S. Roriz. uma estação elevatória e pelas condutas adutoras de ligação. S.A.5 milhões de euros) Conjunto de adutoras. Os Reservatórios que abasteciam a cidade de Santo Tirso e Zonas Limítrofes.3 milhões de euros Clientes 8 089 Clientes 15 430 Clientes 1 800 Clientes — Sistemas de abastecimento de água “em alta” Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água à Zona Norte do Grande Porto – Águas do Cávado Infraestrutruras em serviço à data (1999) Procurando solucionar as carências de água devidas ao crescimento populacional e à melhoria das condições de vida das populações. permitindo o abastecimento a uma população de cerca 2. Estações Elevatórias de Burgães. com diâmetros entre 250 mm e 700 mm. Assim destacam-se as obras realizadas e em execução a seguir descritas: Setor de Fonte de Cima Compreende o Reservatório do Souto que eleva para o Reservatório de Fonte de Cima. Areias. mediante a fusão das sociedades Águas do Cávado. S. alargar o abastecimento a parte de Carreira. Mamede de Negrelos.A. (Setor de Vermoim). Tomé de Negrelos. Pedro Estas infraestruturas. S.4% 116 Km Freguesias abrangidas: Santo Tirso e Vila das Aves (116+187. Rebordões.2 Km Extensão das redes às freguesias de: Burgães.40=303.Martinho. a Estação de Tratamento de Água.º 41/2010. Miguel. Rebordões.8% 86. que visa a cobertura total do concelho. Martinho do Campo. e Águas do Ave. A fase inicial de investimentos do Sistema Multimunicipal abrangeram a captação. cerca de 23 Km de condutas. Pedro) e às freguesias de Carreira. Lama. Rebordões. S. Salvador do Campo.35 milhões de euros A executar 36. em Junho de 1999. adutoras e reservatórios. Lama. Sequeiro. à freguesia de S. Vila das Aves. Martinho do Campo e Roriz. foi constituída pelo Decreto-lei n. Palmeira. S. Burgães S. Palmeira. S. já tinham sido construídos pelo Município de Santo Tirso. iniciaram-se os investimentos da 2ª Fase do Sistema para extensão ao restante território do concelho de Santo Tirso. permitiram o abastecimento de água a parte da freguesia de Vilarinho. assim como ao complexo turístico “Norte-Golfe”.6 Km de condutas. Guimarei e Lamelas. Miguel do Couto. Salvador do Campo. Setor de S. Várzea do Monte. O Sistema Multimunicipal encontrava-se apto. cerca de 25. Águas do Minho e Lima. O sistema multimunicipal incluiu as seguintes obras no concelho de Santo Tirso: RAMAL DE SANTO TIRSO ORIENTAL (5. S.A. à freguesia de Vilarinho (Setor de S. Martinho do Campo. Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água que representou um investimento de 125 milhões de euros.330 habitantes. RAMAL DE SANTO TIRSO OCIDENTAL (6. S. Guimarei e Santa Cristina do Couto. Rebordões. Vila das Aves. com diâmetros entre 150 mm e 400 mm.1 milhões de euros) Conjunto de adutoras. com um reserva total de 11. S.

Ampliação do intercetor de Fontiscos. o concelho de Santo Tirso apenas dispunha de redes de saneamento nos principais núcleos urbanos. numa extensão de 55 km e três Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).2 Fase de Obra Infraestrutruras em serviço após 1999 Devido à existência do SIDVA . ETAR de Água Longa. Tomé de Negrelos. Redes construídas: 230 Quilómetros 17 000 000 euros Extensão das redes às freguesias de: Santo Tirso (4ª fase) Vila das Aves (3ª fase) S. Martinho do Campo. Intercetor do Leça 2ª fase. Guimarães e Santo Tirso e construção da 1ª Fase de obras. nomeadamente o intercetor de Rebordões. cuja entrada em funcionamento data de 25 de setembro de 1998. o prolongamento para montante do intercetor de Vizela. Foram concluídas as obras da 3ª Fase do SIDVA investimento de 21. Prolongamento do intercetor do Matadouro. ampliação do intercetor de Pousada. assumiu a conclusão das obras relativas à 2ª Fase do Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave. Setor de S.º 135/2002. localizadas no concelho de Santo Tirso. (AdA). abrangendo os principais intercetores. Intercetor da Ribeira e intercetor da Samoça. Intercetor de Palmeira. presidente da câmara. A empresa foi constituída a 14 de maio de 2002. permitiram o abastecimento de água a parte da freguesia de Negrelos. O sistema do Leça é constituído pela referida ETAR de Água Longa e pelo intercetor do Leça. com a capacidade de 1000 m3. que formalmente a empresa AdA iniciou as suas atividades no terreno. que foi sujeita a um aumento da sua capacidade. As redes de drenagem de águas pluviais funcionaram durante muitos anos como unitárias. correspondente a um aumento de instalação de 17 km de intercetores e ampliação das ETAR’s. foi um investimento de 12. No concelho de Santo Tirso. de forma a suprir as necessidades ao nível do saneamento básico “em alta”. no concelho de Santo Tirso. foi celebrado a 21 de outubro de 2003 um contrato de concessão pelo prazo de 30 anos.A. foi possível proceder ao tratamento das águas residuais urbanas provenientes dos 230 quilómetros de redes de drenagem entretanto construídas e colocadas em funcionamento. Intercetor das Aves 2. Ampliação do intercetor do Matadouro. S. transitando a responsabilidade pelos investimentos “em alta” para a empresa Águas do Ave. Intercetor de Ervosa. Pedro O reservatório de S. Intercetor de Sequeiro. do Matadouro. bem como dos sistemas que venham ainda a ser construídos. nomeadamente parte de Santo Tirso e parte de Vila das Aves. Em 1998 foram iniciadas as obras da 2. e ainda as ligações das redes de drenagem de Vila das Aves e Santo Tirso ao SIDVA. Intercetor de S. uma extensão de cerca de 80 quilómetros. Engloba a construção de vários intercetores. Foi a partir desta data.2 milhões de euros. tais como.Sistemas de drenagem de águas residuais urbanas “em baixa” Freguesias abrangidas pelas obras de Saneamento Em 1999. construído para servir a zona alta da Freguesia de Vilarinho.3 Fases de Obra Vila das Aves . Martinho do Campo (1ª fase) Freguesias de Além Rio (1ª e 2ª fases) Rebordões (1ª e 2ª e 3ª fases) S. drenando simultaneamente águas pluviais e saneamento. Pedro. no montante de 61 milhões de euros. que contemplaram a extensão de 43 km de intercetores. — SANEAMENTO . pelo Decreto-Lei n.A Criação do Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave (SIDVA) de âmbito intermunicipal abrangendo os municípios de Famalicão. investimentos realizados pelos Municípios através da AMAVE. Intercetor de Fontão. ficou pronto a entrar em funcionamento no dia 19 de fevereiro de 2013. . Intercetor das Aves 1. Tomé de Negrelos (1ª e 2ª fases) Santa Cristina do Couto (1ª e 2ª fases) Agrela (1ª fase) Água Longa (1ª fase) Estrada Nacional 105 — SANEAMENTO .Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave.Sistemas de drenagem de águas residuais urbanas “em alta” AMAVE + ÁGUAS DO AVE. Engloba ainda a ETAR de Rabada. Intercetor do Leça 1ª Fase. do Sanguinhedo.Redes construídas até 1999: 22 quilómetros 2 630 000 euros Santo Tirso . Intercetor de AllémRio. no montante de quase 18 milhões de euros.ª fase do SIDVA abrangendo no concelho de Santo Tirso a construção de vários intercetores.3 milhões de euros. Ampliação do intercetor do Sanguinhedo. infraestruturas fundamentais para permitirem drenar e tratar as águas residuais dos sistemas de drenagem atualmente em serviço nas freguesias localizadas na Bacia Hidrográfica do Rio Leça. Castro Fernandes. Dando continuidade aos investimentos realizados no SISTEMA INTEGRADO DE DESPOLUIÇÃO DO VALE DO AVE. adutoras reservatório com 1000 m3 de capacidade e respetiva estação elevatória. A ETAR de Lordelo/Aves. de Pousada. o investimento global importou em cerca de 25 milhões de euros. Setor de Negrelos Estas infraestruturas. Intercetor de Vilarinho. Intercetor das Caldinhas. embora não se localize no concelho de Santo Tirso serve uma parte das redes localizadas em Santo Tirso. S. o intercetor de S.

preparado para a prática de diversas modalidades. vedado com as dimensões de 54 m x 34 m. o apoio ao desporto associativo. o desporto informal e a criação de equipamentos desportivos em todo o concelho. o Pavilhão Desportivo Municipal.GRANDE INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS A política desportiva municipal concentra-se em várias frentes.5m entre linhas de jogo. dois campos de ténis. em particular o futebol de sete. Em Santo Tirso. o pavimento deste último é em sintético tipo sportflex. O pavimento é em relva sintética. Afonso Henriques em Vila das Aves: 802 mil euros _ Ringue do Areal em S. em relva sintética. Esta área de jogos polivalente a céu aberto (polidesportivo) custou 1. é composto por: um campo de futebol de sete. inaugurado em 2009. desde o fomento da prática desportiva. Nas freguesias as apostas também foram grandes e deixamos aqui apenas alguns exemplos: _ Construção do pavilhão desportivo da Escola Secundária D. Martinho do Campo: 300 mil euros _ Apoio à construção do Parque Desportivo com relvado sintético no Clube Desportivo das Aves: 470 mil euros Polidesportivo Municipal O Polidesportivo Municipal. o desporto escolar. e um campo de basquetebol de utilização livre. . o Complexo Desportivo Municipal e a requalificação da piscina municipal representam quase 10 milhões de investimento e revolucionaram a maneira de viver o Desporto em todo o concelho.4 milhões de euros. tipo greenfields FT55. com 24.9m x 14. Miguel do Couto: 350 mil euros _ Pavilhão Gimnodesportivo de Rebordões: 1 milhão e 600 mil euros _ Polidesportivo da Lama: 355 mil euros _ Polidesportivo da Água Longa e acessos envolventes: 357 mil euros _ Construção dos balneários em Ringe em Vila das Aves: 125 mil euros _ Remodelação e conservação do parque de jogos de Lamelas e ainda o apoio à construção do novo relvado sintético: 147 mil euros _ Ringue da Vergadela em Rebordões: 236 mil euros _ Zona Desportiva de Vilarinho: 260 mil euros _ Apoio à construção dos balneários e relvado sintético da Associação Recreativa de S.

tenha acesso a todos os serviços. Além do recinto principal de jogo e das estruturas anexas como balneários. Piscina Municipal No dia 7 de fevereiro de 2013. a Piscina Municipal de Santo Tirso passou a oferecer aos seus utilizadores muito melhores condições. bancada VIP e instalações dedicadas à imprensa. inaugurou as obras de requalificação da Piscina Municipal. que possibilitam uma oferta variada de serviços à população em geral. Com a reabertura ao público totalmente requalificada. duas quadras de ténis e um campo de basquetebol ao ar livre). hidromassagem e saunas.Pavilhão Desportivo Municipal Com uma área de 6000 m2 de construção coberta e 4200 m2 de implantação. a Piscina e o Polidesportivo (com um campo de futebol em relva sintética. o Pavilhão Desportivo Municipal já foi palco de eventos internacionais em várias modalidades desportivas e. num investimento camarário de mais de um milhão de euros. Em termos de construção civil as obras incidiram essencialmente nos balneários que foram totalmente remodelados e onde os utilizadores com mobilidade condicionada passam a dispor de melhores condições de acesso e utilização. Para melhorar a eficácia do atendimento ao público foi instalado um sistema de controlo de acessos. designadamente ao disporem de um elevador de acesso à piscina. de última geração. . Devido às suas características. com um único cartão. A nave que cobre os tanques recebeu uma cobertura nova e tecnologicamente inovadora. mais segurança e mais funcionalidade. Castro Fernandes. existem outros espaços de apoio à atividade desportiva – sala de ginástica. dadas as possibilidades de adaptação. A remodelação dos balneários permitiu ainda criar um espaço de atendimento e balneários de apoio ao Polidesportivo do Complexo Desportivo Municipal que passa a integrar o Pavilhão. de espetáculos musicais e mostras. sala de musculação. garantindo as condições necessárias à cobertura mediática de todas as atividades que aí se possam realizar. integrado com os restantes serviços do Complexo Desportivo Municipal – permite que. Mais conforto. o pavilhão tem uma capacidade de 2049 lugares sentados. presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso. posto médico e sala de imprensa. Foram ainda executados os arranjos exteriores e reforçada a iluminação pública em toda a zona envolvente.

Auditório . EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CULTURA PROJETO DE REABILITAÇÃO DOS EDIFÍCIOS DA QUINTA DE FORA DO MOSTEIRO DE S. foi apoiada por vários parceiros locais com o lema “o rio no coração da cidade”. a proposta de readaptação do sequeiro e edifício anexo a diferentes funções traduz uma outra dimensão que também é central neste projeto. como. relacionada com o incremento da dinâmica formativa na cidade. A recuperação dos edifícios da Quinta de Fora. através de um reforço e qualificação das atividades pedagógicas a desenvolver no contexto do futuro centro de interpretação ambiental. de diferentes formas. dando um novo alento à economia local e ao turismo. numa área total de 251 hectares ao longo do Rio Ave e 3. Ao reabilitar este importante conjunto edificado. Trata-se. que inclui a Casa da Eira e a Casa do Caseiro. deveremos realçar a sua importância para o desenvolvimento económico desta região. entidade que lidera a parceria de Regeneração Urbana das Margens do Ave – este projeto âncora foi alvo de um concurso público internacional de arquitetura e apresenta uma solução contida e sustentável. A degradação do espaço foi outra das preocupações que ditou a urgência desta intervenção. este é um projeto com grande relevância. impedindo de certa forma uma relação mais próxima da comunidade com o rio Ave. Falando deste projeto em particular.6 milhões de euros. 10 milhões de euros investidos e Santo Tirso reencontrou-se com o Rio Ave e as suas margens ribeirinhas. por exemplo. BENTO Casa da Eira · Centro de Interpretação Ambiental . localizado no extremo poente do Plano de Urbanização das Margens do Ave. que se liga ao Mosteiro de São Bento e à cidade através do Passeio das Margens do Ave – outra importante ação – e a reabilitação da Fábrica de Santo Thyrso cuja nave cultural e industrial foi inaugurada em outubro passado e onde já decorreram importantes eventos. Bento. como foi já referido. Fruto da vontade de três entidades – a Misericórdia de Santo Tirso enquanto proprietária dos imóveis. mais orientada para as necessidades concretas do mercado de trabalho. importa ainda dizer que as outras ações âncora da PRU são a segunda fase de construção do Parque Urbano da Rabada. de um espaço emblemático. verifica-se uma diversidade de dimensões de atuação que importa destacar. Assume como área de incidência a Escola Profissional Agrícola Conde São Bento e alguns da Quinta em que esta se encontra sedeada. Do ponto de vista cultural. .S  ala de Exposições Temporárias . recentemente apresentado e cujas obras estão já no terreno. E é neste sentido que as obras agora em curso assumem grande pertinência e coerência no contexto da estratégia de regeneração urbana que foi traçada para as Margens do Ave.5 km de frente ribeirinha. Bento – Escola Profissional Agrícola Conde S. De sublinhar e destacar ainda a dimensão ambiental. de 10 milhões de euros. Sala de Refeições · Quartos de formação O projeto de reabilitação dos Edifícios da Quinta de Fora do Mosteiro de S. Dimensões centrais do projeto Tendo em conta as diferentes componentes que integram este projeto. contribuindo ativamente para a preservação e valorização do património da Quinta de S. a DREN/Escola Agrícola responsáveis pelo projeto pedagógico e a Câmara Municipal de Santo Tirso. Habitação do caseiro Casa Escola-Hotel · Cozinha de Formação . uma sala de exposições e uma escola profissional de hotelaria. está avaliada em 1. relacionado com a própria génese da cidade de Santo Tirso mas que. Com a conclusão desta obra vai terminar o investimento material da Parceria de Regeneração Urbana (PRU) que liderada pela autarquia. Por outro lado.6 MILHÕES DE EUROS E PROMOVE ENSINO PROFISSIONAL. abrindo este espaço emblemático da cidade de Santo Tirso a toda a comunidade. Bento encerra um ciclo de investimento. económica e funcional. o primeiro festival de animação japonesa da Península Ibérica e o Seminário Internacional Quarteirões Culturais. de reconhecido valor patrimonial vai ser possível criar um centro de educação ambiental. um pequeno auditório. contudo. Esta intervenção insere-se assim na estratégia de regeneração da cidade. tem assumido ao longo das últimas décadas em papel de “tampão”. Contextualizando este equipamento que está a nascer em Santo Tirso. que a câmara municipal de Santo Tirso realizou nos últimos três anos.CÂMARA MUNICIPAL INVESTE 1.