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ATUAÇÃO NA ACADEMIA: SUGESTÃO DE AVALIAÇÃO E PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS A PARTIR DO CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NA SAÚDE E PERFORMANCE HUMANA PROFª DRª MARIA DO SOCORRO CIRILO DE SOUSA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Vinculada ao: Laboratório de Estudos e Pesquisas do Treinamento-LEPET e Laboratório de Atividades Físicas Profª Socorro Cirilo-LAAFISC Atualmente o ambiente das academias tornou-se um dos locais mais propícios para se desenvolver baterias de testes específicas às necessidades e peculiaridades de cada praticante. Esta prática atinge tantos indivíduos que nunca participaram de prática regular de atividade física orientada quanto atletas em altos níveis de desempenho. Estes segmentos, por representarem, na sociedade contemporânea, uma parcela bastante significativa dos locais destinados ao atendimento de pessoas que estão estimuladas à prática do exercício físico exigem, em função da prescrição adequada do programa de exercícios, análise de postura estética, cineantropometria morfológica (estática) e dinâmica. Conforme Bertevello (1995, p. 21), a academia de ginástica é uma empresa de esporte voltada ao condicionamento físico, à iniciação esportiva e ao desenvolvimento saudável de seus usuários. Portanto é um trabalho voltado à saúde da população é dos atletas. O procedimento para coleta de informações para esta prescrição, no ambiente das academias, compõe-se de dez etapas, que só devem ser iniciadas a partir de um termo de consentimento assinado pelo avaliado. Sugere-se o do Ministério da Saúde 196/96 para pesquisa com seres humanos. As etapas são: ETAPA (1): ANAMNESE DE SAÚDE GERAL E NÍVEL CLÍNICO Esta primeira fase se inicia logo após o primeiro contato com a recepção na academia. Nela se devem registrar, em ficha individual computadorizada ou manual, os dados seguintes aspectos: hábitos sociais (fumar, beber, comer, etc.), e informações de histórico pessoal e familiar de. Se o indivíduo realizou exames clínicos recentementes (até 6 meses), os mesmos devem ser solicitados para apresentar no dia da coleta dos dados. Ainda nesta etapa, o avaliado deverá ser orientado quanto ao tipo de calçado e vestimenta, contrato de adesão, regulamento interno do próprio estabelecimento e normas de avaliação para sua permanência no ambiente da academia. Tais instruções devem ser agilizadas pela pessoa responsável pelo protocolo inicial quando o indivíduo ingressa na academia. Sugere-se a presença de um profissional de Educação Física na recepção para o primeiro contato com o interessado. ETAPA (2): ANAMNESE ESPORTIVA Normalmente esta etapa do roteiro de informações está na seqüência da etapa anterior. Nela são observados os níveis de prática física e inatividade, participação em atividades desportivas atuais ou em período escolar, afinidade com desporto ou exercícios físicos, idade que praticou exercícios pela primeira vez, motivos da adesão à prática física, o tipo de exercício que o incomoda, os horários, entre outros.

é importante que o indivíduo avaliado esteja apto para medidas que envolvem estética corporal e condições de execução de esforço físico sem comprometimento de sua saúde. tônus e volume muscular. presença de estrias. tipo de personalidade (extrovertida e introvertida). pois isto é função do nutricionista. profissionais e consigo mesmo. Normalmente outros fatores de ordem pessoal e que estão relacionados aos aspectos sociais. pois as disfunções estéticas expostas incidem indistintamente sobre ambos. ETAPA (5): ANÁLISE DAS CURVATURAS DA COLUNA E POSTURA Verifica-se a possibilidade de empregar uma técnica de análise da postura cujo objetivo é poder dar continuidade aos demais testes e medidas que estarão por vir. profissão atual. AFETIVO-SOCIAL E EDUCACIONAL Serão abordados aspectos sobre estado civil. Não se justifica organizar dietas nutricionais. grau de satisfação nas relações: convívios sociais. grau de escolaridade. a partir desta fase. comprometimento dos seios em relação à musculatura de suporte. mas sim o tipo de alimentação ingerida para compreender a composição corporal medida e avaliada pela etapa anterior. indicando o avaliado para um profissional da área ou simplesmente contabilizando o número de calorias diárias. esta fase requer mais sutileza e discrição por parte do profissional. reguladores e energéticos. econômicos. Portanto. Esta etapa é de fundamental importância para que o programa de exercícios seja prescrito com base na exigência calórica diária estimada pelos protocolos específicos. cinentropométrico e outros em conformidade com a etnia. visto que há diferenças no desempenho físico. ETAPA (6): ANÁLISE ESTÉTICA É nesta etapa que os aspectos genéticos são analisados. Deve-se ponderar a postura de acordo com a visão posterior. analiticamente esses aspectos devem ser considerados. podem-se adotar os protocolos de Clark (1998) e Williams (2002). superiores e demais regiões. bem como no registro dos dados para posteriores comparações. número de filhos. afetivos e educacionais são reservados a esta etapa. pois. Para exigência calórica diária estimativa (ECDE). familiares. Convém ressaltar que embora homens e mulheres sejam esteticamente diferentes já que possuem características próprias. atividade que desempenha. pois há fatores que . insuficiência venosa de membros inferiores (IVMMII). Neste ponto. ETAPA (4) : ANAMNESE DOS ASPECTOS NUTRICIONAIS Deve-se analisar a ingestão de alimentos construtores. Inicialmente é fundamental determinar a predominância étnica do avaliado. evitando situações de constrangimento para as respostas do avaliado. deve-se considerar o grau de flacidez tecidual e muscular. lateral (perfil) e anterior.2 ETAPA (3): ANAMNESE SÓCIO-ECONÔMICA. adiposidade localizada (principalmente. as regiões mais acometidas). considerando a taxa de metabolismo de repouso e basal e os cálculos estimativos de gasto calórico por exercício. com ênfase para as principais alterações da coluna vertebral. Esta etapa da avaliação requer novamente o feeling e a sutileza do avaliador em suas colocações verbais de acordo com o que foi mensurado no avaliado. por meio de procedimentos de medidas estáticas e dinâmicas (marcha com caminhada) em sentido podo-cefálico ou viceversa.

que deverá ser de 3 a 5 vezes semanais. que para muitos pode ser considerada a última. para as peculiaridades de grupos de indivíduos. Porém. para atletas. d) intensidade empregada nos exercícios. RML da musculatura abdominal. índice de tonicidade (IT). ETAPA (8): CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL E NEUROMUSCULAR Após a aplicação das etapas de origem mais estática. como no caso das varizes e microvarizes. Normalmente. pois normalmente ele se depara com os termos de saúde mais conhecidos e divulgados pela mídia. bicicleta ou esteira. devem ser empregados testes que necessitem de 1 a 6 repetições no máximo ou suspensão. Esta fase é uma das que geram mais interesse pelo avaliado para seu diagnóstico. flexibilidade. ETAPA (9) : PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS Esta penúltima fase. pois o programa deve ser composto de pelo menos uma atividade de cada grupo citado. resistência muscular localizada. alturas. específicos. registrando o maior número de repetições neste tempo. devido ao fenômeno do abandono do usuário pela academia. força. e a composição corporal com fragmentação dos componentes em: massa isenta de gordura. o teste de sentar e alcançar é ainda um dos mais solicitados. braços e peitorais que são realizados em 1 minuto. para o componente força. para os usuários. utilizam-se testes direcionados às capacidades exigidas no desporto. assegurando-se de que ele está apto para o tipo de esforço sugerido. Sugerem-se. os testes de provas de funções musculares voltadas para a saúde. de uma maneira geral. como no caso da estria. relação cintura quadril (RCQ). E. de uma forma geral. idosos e classes especiais. c) freqüência. diâmetros ósseos. percentual de gordura. b) tempo (duração) disponibilizado pelo usuário e àquele gasto para as atividades. devendo ser de origem submáxima para o ambiente das academias. principalmente a especificidade das informações coletadas sobre o indivíduo avaliado. entre 20 e 60 minutos. entre 75% e 85% . Deve-se iniciar esta etapa somente após recolher os dados suficientes das outras etapas para que seja possível submeter o indivíduo ao esforço necessário. para a mensuração da resistência cardiorespiratória. com protocolos submáximos. é sempre organizada conforme os resultados e as avaliações das etapas anteriores. se utilizam como base desta prescrição alguns aspectos: a) tipo de exercício: cardiorespiratórios. peso de gordura e somatotipia. para a resistência muscular localizada (RML). adultos. índice de conicidade (IC). neuromusculares e mistos. mas também não podem ser agravados. jovens. ETAPA (7) CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA É uma etapa em que todas as medidas básicas de circunferências corporais.3 podem não ser modificado com a prática do exercício. durante e após sua aplicação. e em relação à flexibilidade. comprimentos de segmentos. testes laboratoriais de banco (subir e descer degraus) com um tempo máximo de 4 minutos de execução. ou seja. dobras cutâneas e massa corporal são aferidas de forma que possibilitem equacionar valores capazes de gerar parâmetros para comparações a partir de critérios de normas e referências. diagnóstico clínico e informativo são empregados os testes de funções das capacidades relacionadas à saúde: resistência cardiorespiratória. principalmente dos indicadores de saúde do tipo: índice de massa corporal (IMC). peso ósseo. convém que se utilizarem instrumentos e procedimentos capazes de serem controlados antes. Portanto. para cada capacidade avaliada.

Quadro 01: Componentes e sugestões de um modelo de prescrição de exercícios Componentes Sugestão de prescrição de exercícios Freqüência 3 a 5 dias semanais. condicionamento físico Médio= iniciar com cargas de trabalho acima do nível baixo e Elevado= iniciar com maior carga de trabalho. elas são necessárias para se atingir um determinado nível de dispêndio energético. 1995). 273). CARDIORESPIRATÓRIO: ƒ Sessões de exercícios de intensidade moderada. mesmo que a aptidão aeróbia não se modifique. considerando 3 a 6 equivalentes metabólicos (METS). dança. remo. natação. subir escadas. pular cordas. esqui de cross-country. e manter esta atividade física por toda vida. com sessões mínimas de 10 minutos acumulados no transcorrer do dia. p. é uma adaptação da autora das diversas propostas de autores como a por Pollock e Wilmore (1993). estes procedimentos clínicos norteiam o programa de atividade física prescrito para a prática mais individualizada e diversificada dos exercícios específicos. Treinamento de resistência 8 a 10 exercícios (uma série de 08 a 12 repetições para cada um) capazes de condicionar os principais grupos musculares. incluindo o tronco e a parte superior do corpo. jogging. Fórum Mundial de Atividade Física e Esporte (Québec. Fonte: Pollock e Wilmore adaptado do ACSM (1993. incluir períodos de exercícios vigorosos. consumir até 2000kcal/semana. ƒ Identificar o limiar mínimo por meio do cálculo de freqüência cardíaca máxima (FCM). com base no ACSM (2003). Tipo de atividade Caminhadas.7x Idade) de . e pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) (2002). patinação e vários jogos e atividades envolvendo o endurance generalizado. As atividades devem envolver grandes grupos musculares. A base do programa de treinamento. impor mais do que a carga costumeira. 2000) de 220-idade e solicitar deste resultado de 65% a 70% da FCM ou utilizar a equação 208-(0. 368) e pela autora. variando conforme o grau de aptidão do indivíduo. para pessoas aparentemente saudáveis. ciclismo. Neste sentido. Para Sousa (2002. Duração 20 a 60 minutos contínuos ou intermitentes. conforme a proposta por Sousa (2003). Nível inicial de Baixo= iniciar com menores cargas de trabalho. para ser desenvolvido no ambiente das academias de ginástica. Pode-se detalhar a prescrição de forma mais específica para cada componente relacionado à saúde. realizados pelo menos duas vezes na semana. corridas. exercício rítmico continuado como caminhar rápido por 20 ou 30 minutos preencheria essas atividades na maioria dos adultos. de reserva. proposto por Karvonen (Powers e Howley.4 da FCM. Intensidade 60 a 90% da freqüência cardíaca máxima (FCmáx) 50 a 85% do consumo máximo de oxigênio ou da FCmáx. disposta no Quadro 01. Exercitar a maioria dos músculos do corpo. p.

ƒ . 2 a 3 vezes semanais. no mínimo. principalmente para os que estão com aptidão cardíaca baixa. que é = FCM . trote. utilizando 70% a 85% da FCM ou 60% a 80% da RFC por 20 a 30 minutos.FCRepouso). O ACSM indica de 20 a 60 minutos de atividade aeróbia contínua ou intermitente. ƒ Iniciar com a prática de 4 a 6 sessões de 5 minutos e com repouso entre estas. quadris e pernas). subir e descer degraus. são as mais recomendadas. Envolver o maior número de grupos musculares por períodos prolongados em atividade de natureza rítmica e aeróbia. é suficiente para melhorar ou manter o VO2máx. pular corda. ƒ A duração de uma sessão deve interagir com a intensidade. FORÇA E RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA OU ENDURANCE MUSCULAR: ƒ Realizar de 08 a 10 exercícios separados que treinem os principais grupos musculares (braços. A VO2R é = VO2máx . ƒ Duração que deve ser de 10 a 30 segundos para a técnica estática. marcha. Variar os exercícios considerando o prazer em realizá-los e a perícia para evitar a desistência. excluindo o tempo gasto com aquecimento (5 a 10min) e volta à calma (5 a 10 min). ƒ Freqüência de. sob o mesmo percentual. abdome. enfatizando que as atividades físicas quando variam de moderadas a vigorosas com maiores durações. exercícios aquáticos dentre outros. ƒ Intensidades que sejam mensuradas por um certo desconforto nas posições. com sessões mínimas de 10 minutos acumulados no transcorrer do dia. ƒ Quanto à freqüência de realização semanal das sessões de exercícios recomendase para o iniciante 2 vezes. ƒ Realizar exercícios de baixa intensidade e maior duração. Normalmente o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM) aconselha algo entre 55%/65% a 90% da FCM ou entre 40%/50% a 85% da reserva de captação (consumo) de oxigênio (VO2R) ou da reserva da FC (RFC.5 ƒ Tanaka (2001). ƒ A freqüência semanal está em torno de 2 a 3 vezes. corrida. FLEXIBILIDADE MÚSCULO-ESQUELÉTICA: ƒ Exercitar os principais grupos musculares e tendões utilizando as técnicas estáticas ou de neuro-proprioceptiva (FNP). Recomenda-se então que para pessoas que se exercitam com 60% a 80% da RFC ou com 70% a 85% da FCM. ciclismo. realizando os exercícios acima dos valores do limiar encontrado. pois isto é um fator que está associado à desistência por parte do praticante. costas. e para os que se exercitam no limiar mínimo é necessário mais de 3 dias/semana para alcançar o gasto calórico relacionado à aptidão. ƒ Evitar sessões que durem mais de 60 minutos. ombros.VO2 em repouso. Sugere-se realizar um teste submáximo de simples execução como teste no banco ou caminhada de uma milha. ergometria combinada de braços e pernas. dança. porém sabe-se que 3 a 5 sessões de trabalho parece ser o mais indicado para conseguir modificações cardiorespiratórias. a exemplo da caminhada. a freqüência de 3 dias/semana. tórax. contração de 6 segundos seguida de 10 a 30 segundos de alongamento assistido para a FNP e repetir de 3 a 4 vezes para cada exercício de alongamento.

ƒ O movimento deve ser executado na sua amplitude plena. sugerindo: caminhar. evitando o uso constante do transporte ou passeando com o cachorro. assistência e o feedback proporcionado. basquete. ter sempre a ajuda de um companheiro para a motivação. força e flexibilidade já citados. Nas pessoas idosas (50 a 60 anos de idade) ou indivíduos interessados em desenvolver. 200 Completa-se a prescrição sugerindo-se e orientando-se que: ƒ Movimentar-se todos os dias. ƒ Realizar as atividades aeróbias. com base no tempo total de trabalho que é realizado.Limiar calórico mínimo semanal de 1000kcal por atividade. . considerando a freqüência de. peso de gordura armazenada. RML. massa corporal teórica. prioritariamente. dançar. realizar entre 10 e 15 repetições é mais indicado. utilizando a escada ao invés do elevador. ou outro de preferência do praticante) de 3 a 5 vezes semanais. realizar o mínimo possível ou com intervalos entre o tempo que for solicitado para estas tarefas. pelo menos 3 vezes semanais. ou ainda os mais frágeis.5 X peso corporal (kg) = kcal/min.6 Realizar o mínimo de uma série de 8 a 12 repetições de cada um desses exercícios até o ponto de ocorrer a fadiga voluntária. ƒ Se possível. ƒ Controlar a realização da ação excêntrica e concêntrica do movimento. a RML. no mínimo. e avaliar os níveis obtidos a partir dos subsídios. Recomenda-se que: . agachamentos. massa corporal magra. jogar boliche e os exercícios de alongamento e fortalecimento como flexões de cotovelo. devem-se preparar programas de prescrição do exercício com objetivo de modificações da composição corporal. atividades que são executadas em academias de ginástica de forma estruturada. levantamento de peso. ƒ A duração do exercício para cada sessão pode ser fornecida como: o número de minutos de exercício. devem ser regulares para o praticante de 2 a 3 vezes semanais. sessões de ergometria. ƒ Para as atividades executadas sentadas. a diversificação destes exercícios. ƒ Pela inter-relação da intensidade e duração de treino. sem apnéia. também. nadar. pois o mesmo implicará o gasto calórico (kilocalorias). COMPOSIÇÃO CORPORAL: ƒ Utilizar-se de testes e medidas dos níveis de % de Gordura. ETAPA (10) : REAVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS ƒ . quer seja percorrendo distâncias extras em sua jornada. considerando. além dos objetivos que ora tenham sido traçados pelos parâmetros mensurados. o total de quilocalorias gastas. Utiliza-se a equação baseada no nível MET de: MET X 3. ƒ As atividades de lazer como cuidar do jardim.O dispêndio energético deve variar de 150 kcal a 400kcal por dia na atividade física ou no exercício. e o total de kcal gastas por quilograma de peso corporal. 3 vezes semanais e a intensidade. ou desfrutar dos desportos recreativos (jogar tênis. ƒ Respirar normalmente. ƒ Utilizar-se de exercícios prescritos para os componentes de aptidão cardiorespiratória. andar de bicicleta.

o que não impede que. se houver tempo disponível para o controle destas medidas. Os testes devem ser repetidos com a mesma intensidade. ou seja. o tempo entre uma avaliação e outra pode ser de um período de dois meses acima. Geralmente em programas de emagrecimento que exigem uma redução de peso significativo (acima das taxas de sobrepeso do IMC. quase sempre. em programas que objetivam força e hipertrofia. modificado em função das atividades. 26kg/m2). se possível. o programa deve ser. AFETIVO-SOCIAL E EDUCACIONAL ANAMNESE DOS ASPECTOS NUTRICIONAIS ¾ ¾ ¾ ¾ 2ª ETAPA: COLETA DE ANÁLISES ¾ ANÁLISE DAS CURVATURAS DA COLUNA E POSTURA CORPORAL ¾ ANÁLISE ESTÉTICA 3ª ETAPA: COLETA DA CINEANTROPOMETRIA ¾ CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA ¾ CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL E NEUROMUSCULAR ¾ ¾ 4ª ETAPA: FORMULAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS REAVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS . cumprese um período padrão de três a quatro meses. entre a primeira e a segunda avaliação (reavaliação). horários e avaliador. É nesta fase que se deve reforçar a importância de se cumprir o programa para dar continuidade aos benefícios alcançados. Como princípio da versatilidade. FLUXOGRAMA PARA PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS EM ACADEMIA DE GINÁSTICA A PARTIR DO CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NA SAÚDE E PERFORMANCE HUMANA 1ª ETAPA: COLETA DA ANAMNESE ANAMNESE DE SAÚDE GERAL E NÍVEL CLÍNICO ANAMNESE ESPORTIVA ANAMNESE SÓCIO-ECONÔMICA. E só após o segundo programa proposto é que se deve ajustar o número de avaliações e os exercícios que deverão compor o novo programa. Normalmente. esta reavaliação seja semanal ou mensal. todos os testes e medidas realizadas na fase do pré-teste.7 Esta é considerada o feedback do que foi proposto dentro do programa inicial de exercícios. é interessante que se avalie mensalmente a composição corporal. E como é um processo de reteste. Todavia. porém se o modelo deu certo. deve-se continuar. a permanência e o princípio da saúde serão desenvolvidos a partir dos resultados do programa cumprido. e o novo programa deve estar baseado no desempenho obtido nos resultados do reteste e no prazer do indivíduo em praticar os exercícios prescritos anteriormente. para qualquer objetivo traçado nesta etapa. É pertinente respeitar os objetivos do avaliado e as possibilidades de cumprir o que o programa propõe. bem como a interpretação e a avaliação realizada devem ser repetidas exatamente como foi na primeira situação de coleta.

T. BA: Phorte. p. Marcos Ikeda. M. 3ª Ed. H. medidas e avaliação. HOWLEY. E. WILMORE. São Paulo. HOWLEY. M. Jack.. 2003 PITANGA. Abril de 2001. C. SOUSA. 527p. V.A. Age-Predicted Maximal Heart Rate Revisited. 2ª Ed. A Prática da Avaliação Física. Título: Treinamento Desportivo: Aplicações e Implicações. condicionamento físico e desempenho esportivo. Salvador. Ativas (Atv) e Destreinadas (Dtr) a partir dos 13 Anos: Proposta de Validação.F. 2003. 2002. Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação ao Condicionamento e ao Desempenho. 1995. Rio de Janeiro. Testes. C. SOUZA.. 2002. FILHO. 6ª Edição. SP: Editora Manole. SEALS. RGS: Artmed Editora. POLLOCK. B. Tradução: Giuseppe Taranto.de F. Volume 1. São Paulo. RJ: Editora MEDSI. F. 2003. 2000. OMS / WHO WFSGI.. Avaliação e Prescrição de atividade física: guia prático. 1995.8 REFERÊNCIAS AMERICAN COLLEGE SPORTS OF MEDICINE. 1ª Edição. 269-91 SOUSA. Exercícios na Saúde e na Doença. RJ: SHAPE EDITORA E PROMOÇÕES.37 (1).ª S. 2ª Edição. 69-71 SOUSA.. Faculdade de Educação Física FEF. 2000. Volume 1. Rio de Janeiro. SE. BERTEVELLO. RJ: SHAPE. Manual do Instrutor de Condicionamento Físico para a Saúde. Nutrição para saúde.R. 2003.T. p. GIANNICHI. 2001. World Fórum on Physical Activity and Sport. Educação Física.268-293. IN: SILVA. p. 1ª Edição. IN: V SIMPÓSIO NORDESTINO DE ATIVIDADE FÍSICA & SAÚDE: ATIVIDADE FÍSICA RELACIONADA À SAÚDE E SUAS POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO. 97-116 SOUSA.F. J. Avaliação e Prescrição para Prevenção e Reabilitação. Rio de Janeiro. Manutenção da saúde através do exercício em academias de ginástica: planilha para aplicação do treinamento no âmbito de suas atividades. Qualidade no atendimento da academia. Pb: Editora Universitária.ª S. Tradução: Dr. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. B. M. 153-156. H. 1993 POWERS. WILLIAMS. Rio de Janeiro. Bibliografia: p. .: CEAV. R. Pb: Editora Universitária. D. MONAHAN. Teste de Banco com carga contínua para análise do Volume de Oxigênio (VO2) predito e analisado por tempo de esforço em pessoas Treinadas (Trd). S. M. Porto Alegre. F.Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP . J. 5ª Edição. M. C. D. E.M. 1ª Ed. 3ª Ed. E.Tese de doutoramento.ª S.. Aracaju. João Pessoa. IN: LUCENA. ISBN 85-204-1046-4. Esporte e Sociedade 1ª Edição. 1ª Edição Brasileira. 2ª Ed. Avaliação física relacionada à saúde: ponderações da prescrição do programa de exercícios na intervenção.. João Pessoa. RJ: Guanabara Koogan S. São Paulo. J. Journal of the American College of Cardiology. 2002. J. C. SP: Editora Manole. S. FRANKS. A prescrição do exercício e suas possibilidades a partir dos testes medidas e avaliações. R. G. MARINS. Unesco Cio/Ioc. C.ª S. QUÉBEC 1995. 2003. Centro editorial e áudio visual. TANAKA.K. D. Michael. SP: ÍCONE.K. G. Volume 1.

adultos. e a composição corporal com fragmentação dos componentes de: massa isenta de gordura. presença de algias. que registra a base alimentar para a exigência calórica diária estimada (ECDE) pelos protocolos específicos. Cineantropometria funcional e neuromuscular. considerando a taxa de metabolismo de repouso e basal e os cálculos estimativos de gasto calórico por exercício. tios e primos). etapa em que se aferem as medidas estáticas de circunferências. comer. Porém. Testes específicos para as peculiaridades de grupos de indivíduos. as mais aparentes. peso de gordura e somatotipia. afinidade com desportos ou exercícios físicos. pais. peso ósseo. utiliza-se testes direcionados às capacidades exigidas no desporto. jovens. como: resistência cardiorespiratória. beber. alturas. que considera aspectos estéticos e suas principais disfunções. de forma que sejam equacionados os valores capazes de gerar parâmetros para comparações a partir de critérios de normas e referências do tipo: IMC. etc. Cineantropometria morfológica. ingestão de medicamentos. diâmetros ósseos. Esta prática atinge tantos indivíduos que nunca experimentaram a prática regular de uma atividade física orientada quanto atletas em alto nível de rendimento. As etapas são: Anamnese de saúde geral e nível clínico. Programa de exercícios físicos. que para . que se refere às informações dos níveis de prática física e inatividade. Anamnese sócio-econômica. em que são abordados aspectos sociométricos. intervenções cirúrgicas. IC e ITM. considerando os avós. etapa em que são empregados os testes de funções das capacidades relacionadas à saúde. RCQ. que se inicia logo após o primeiro contato com a Equipe. na performance e desempenho humano. depressão. presença de distúrbios nos mais variados sistemas e órgãos. doenças de origem genética (hereditárias. dobras cutâneas e massa corporal. idosos e classes especiais. triglicérides). níveis de estresse. força e flexibilidade para os usuários de uma forma geral. glicose. freqüência cardíaca de repouso e valores de taxas lipídicas (colesterol. penúltima fase. principalmente.). para atletas. hábitos de sono e alimentação. lateral (perfil) e anterior. afetivo-social e educacional. Análise estética. Anamnese dos aspectos nutricionais. irritação.9 RESUMO ATUAÇÃO NA ACADEMIA: SUGESTÃO DE AVALIAÇÃO E PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS A PARTIR DO CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NA SAÚDE E PERFORMANCE HUMANA PROFª DRª MARIA DO SOCORRO CIRILO DE SOUSA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Vinculada ao: Laboratório de Estudos e Pesquisas do Treinamento-LEPET e Laboratório de Atividades Físicas Profª Socorro Cirilo-LAAFISC Atualmente o ambiente das academias tornou-se um dos locais mais propícios para se desenvolver baterias de testes específicas às necessidades e peculiaridades de cada praticante. Nela se devem registrar os aspectos: hábitos sociais (fumar. nível de pressão arterial. tensão. através de procedimentos de medidas estáticas e dinâmicas. Análise das curvaturas da coluna e postura corporal. no sentido podo-cefálico ou vice-versa. doenças atuais ou precedentes. percentual de gordura. Anamnese esportiva. alergias. comprimentos de segmentos. resistência muscular localizada. ansiedade. para verificar o emprego de uma técnica de análise da postura na visão posterior.

mas. e o novo programa deve estar baseado no desempenho obtido nos resultados do reteste e o prazer do indivíduo em praticar os exercícios prescritos anteriormente. e) Controle e acompanhamento destas atividades quanto ao custo. c) Freqüência. que deverá ser de 3 a 5 vezes semanais. b) Tempo (duração). bem como a interpretação e a avaliação realizada devem ser repetidas exatamente como na primeira situação de coleta. Reavaliação do programa de exercícios físicos.10 muitos é considerada a última devido o usuário abandonar a academia. Habitualmente. não necessitam serem vigorosos e intensos. entre 20 e 60 minutos. FLUXOGRAMA PARA PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS EM ACADEMIA DE GINÁSTICA A PARTIR DO CONHECIMENTO E INTERVENÇÃO NA SAÚDE E PERFORMANCE HUMANA 1ª ETAPA: COLETA DA ANAMNESE ¾ ¾ ¾ ¾ ANAMNESE DE SAÚDE GERAL E NÍVEL CLÍNICO ANAMNESE ESPORTIVA ANAMNESE SÓCIO-ECONÔMICA. os exercícios físicos praticados com o objetivo de aquisição ou manutenção da saúde. O tempo padrão entre teste e reteste é de pelo menos 03 (três) meses. todos os testes e medidas realizadas na fase do pré-teste. É sempre organizado conforme os resultados e as avaliações das etapas anteriores. disponibilizado pelo usuário e àquele gasto nas atividades. benefício e prazer do programa proposto. utiliza-se como base desta prescrição os fatores: a) Tipo de exercício. que de acordo com o ACSM (2002). d) Intensidade. empregada nos exercícios entre 75% e 85% da FCM. AFETIVO-SOCIAL E EDUCACIONAL ANAMNESE DOS ASPECTOS NUTRICIONAIS 2ª ETAPA: COLETA DE ANÁLISES ¾ ANÁLISE DAS CURVATURAS DA COLUNA E POSTURA CORPORAL ¾ ANÁLISE ESTÉTICA 3ª ETAPA: COLETA CINEANTROPOMETRIA DA ¾ CINEANTROPOMETRIA MORFOLÓGICA ¾ CINEANTROPOMETRIA FUNCIONAL E NEUROMUSCULAR 4ª ETAPA: FORMULAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS ¾ ¾ PRESCRIÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS REAVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS . é necessário atingir um determinado nível de dispêndio energético e. E como é um processo de reteste. variando conforme o grau de aptidão do indivíduo. leves e de intensidades moderadas. que é a última etapa em que se analisa o feedback do que foi proposto dentro do programa inicial de exercícios. para pessoas aparentemente saudáveis.

percentile of fat. surgical interventions. HHR. this first stage begins right after the first contact to the academy reception. allergies. parents. registers the alimentary base for the estimated daily caloric demand (EDCD) for the specific protocols. morphologic cineantropometric that is a stage when the measures statics of circumferences. This practice belongs to individuals that never tried the regular practice of a guided physical activity. strength. program of physical . uncles and cousins. in the human performance and acting. present or past diseases. aesthetic analysis that considers aesthetic aspects and its main dysfunctions. affective-social and educational anamnese in which aspects sociometrics is approached. heart frequency of rest and values of rates lipidics . algias presence. Here is suggested the Health Ministry one n. genetic origin diseases (hereditary). In that is observed aspects of: social habits (drinking. adults. The procedure for collection of information for the prescription in the atmosphere of the academies should be composed of ten stages. seniors and special classes individual groups. heights. socioeconomic. stage in that the tests of functions of the capacities related to the health are used: resistance cardiorespiratory. or of athletes that are in high revenue levels. functional cineantropometric and neuromuscular. analysis of the curvatures of the column and body posture. anamnese of the nutritional aspects. in the prune-cephalic sense or vice versa. bony weight. mainly the most apparent. to check the using of a posture analysis technique of the posterior. sporting anamnese referred to the levels informations of physical practice and inactivity. ingestion of medications. specific for the peculiarities of young. Althought. level of blood pressure.smoking). mainly of the indicators of health of the type: BMI. tests addressed to the capacities are used from the demanded in the desport. lengths of segments. cutaneous folds.196/96 for researches used to human. fat weight and somatotipy. for the users in a general way. of rest and feeding. lateral (profile) and previous vision. corporal mass are gauged. disturbances in the most varied systems and organs. bony diameters. that should only be started from a consent term signed by the appraised. accounting grand-parents. considering the rate of rest and basal metabolism and the estimated calculations of caloric expense for exercise. through procedures of static and dynamic measures. so that the values able to generate parameters for comparisons starting from approaches of norms and references are collated. likeness with desport or physical exercises. flexibility. and the body composition with fragmentation of the components of: exempt mass of fat. nervous system.The stages are: anamnese of general health and clinical level. for athletes. located muscular resistance.11 SUMMARY PERFORMANCE IN THE ACADEMY: THE EXERCISES PROGRAM PRESCRIPTION STARTING FROM THE KNOWLEDGE AND INTERVENTION ON THE HUMAN PERFORMANCE AND HEALTH PROF DOCTOR MARIA DO SOCORRO CIRILO DE SOUSA PHYSICAL EDUCATION DEPARTMENT OF THE FEDERAL UNIVERSITY OF PARAÍBA Linked to the: Laboratory of Studies and Researches of the Training-LEPET and Laboratory of Physical Activities Profª Socorro Cirilo-LAAFISC Now the atmosphere of the academies became one of the most favorable places to develop specific batteries of tests related to each apprentice's needs and peculiarities. CI and MTI.

available time (duration) of the user and the expense for the activities. among 75% and 85% of FCM. AFFECTIVE-SOCIAL AND EDUCATIONAL ANAMNESE NUTRITIONAL ASPECTS ANAMNESE 3RDSTAGE: CINEANTROPOMETRIC COLLECT ¾ MORFOLOGIC CINEANTROPOMETRIC ¾ FUNCTIONAL AND NEUROMUSCULAR CINEANTROPOMETRIC ¾ ¾ ¾ ¾ 2 ND STAGE: ANALISYS COLLECT COLUMN AND BODY POSTURE CURVATURES ANALYSIS ¾ AESTHETIC ANALYSIS ¾ ¾ ¾ 4TH STAGE: PHYSICAL EXERCISE PROGRAM FORMULATION PHYSICAL EXERCISES PROGRAM PHYSICAL EXERCISES PROGRAM REVALUATION . and for many. and the new program should be based on the acting obtained in the results of the second test and the individual's pleasure in practicing the exercises prescribed previously. frequency that should be of 3 to 5 weekly times. light and of moderate intensities: cardiorespiratory. for seemingly healthy people it is necessary to reach a certain level of energy expenditure and the physical exercises practiced with the acquisition or maintenance objective of the health don't need be vigorous and intense. benefit and pleasure. that in agreement with ACSM (2002). due to the academy abandonment by the user. all of the tests and measures accomplished in the previous test phase. FLUXGRAM FOR EXERCISES PROGRAM PRESCRIPTION STARTING FROM THE KNOWLEDGE AND INTERVENTION ON THE HUMAN PERFORMANCE AND HEALTH 1ST STAGE: ANAMNESE COLLECT ANAMNESE OF GENERAL HEALTH AND CLINICAL LEVEL SPORTING ANAMNESE SOCIOECONOMIC. The standard time between test and second test is of at least three months. It is always organized according to the results and the evaluations of the previous stages accordingly. but. as well as the interpretation and the accomplished evaluation should be repeated exactly as it went in to first collection situation. It is generally used as base of this prescription the factors: exercise type. the last can be considered. changing according to the degree of the individual's aptitude. spent intensity in the exercises.12 exercises. neuromusculares and mixed. between 20 and 60 minutes. reavaliacion of the program of physical exercises that is the last stage in that the feedback is analyzed than it was proposed inside of the initial program of exercises. control and accompaniment of these activities related to the proposed program cost. before last phase. And as it is a second test process.