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AUDITORIA

Capítulo 1 CONCEITOS BÁSICOS E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA I - Origem da Auditoria – Um breve histórico (Sérgio Jund) a) No exterior Ao contrário da contabilidade, que tem no Frade Matemático Luca Paccioli o seu ícone, a história da auditoria se perdeu no tempo, e o nome do primeiro auditor talvez permaneça para sempre ignorado. Provavelmente, pode ter sido um proficiente guarda-livros, a serviço de um mercador italiano do século XV ou XVI que, pela reputação de sua sabedoria e conhecimento técnico, passou a ser consultado por outros sobre a escrituração de suas transações. Supões-se que a auditoria se estabeleceu como profissão distinta da atividade contábil para um único usuário, no momento em que o especialista em escrituração deixou de praticá-la para prestar assessoria aos demais especialistas e mercadores, transformando-se em consultor público liberal. O reconhecimento da escrituração mercantil como forma de ocupação especializada também aconteceu na Itália (Veneza), onde, em 1581, foi constituído o primeiro Colégio de Contadores, no qual a admissão do candidato tinha de completar aprendizado de seis anos como contador praticamente e submeter-se a exame. A Revolução Industrial, na Inglaterra, quando a demanda de capital e a expansão das atividades, naturalmente, criaram problemas contábeis mais complexos, mudou o eixo do desenvolvimento prático dessa disciplina para aquele país, com o aumento de volume de atividades empresariais e de complexidade nos sistemas contábeis. Os exames de auditoria, que antes eram pormenorizados, se tornaram proibitivos, devido a seu elevado custo. Além disso, chegou-se à conclusão de que o objetivo de detectarem-se erros e falhas poderia ser atingido mais efetivamente através de um adequado sistema de controle interno. Assim, o papel do auditor mudou, passando da busca de erros e confirmação da exatidão do balanço, para o exame do sistema e testes de evidências, de modo que se pudesse emitir um parecer sobre a fidedignidade de todas as demonstrações contábeis (DCs). Mas a real necessidade da contabilidade pública (auditoria) somente se manifestou a partir da institucionalização do investidor capitalista (não participante da administração), agora, uma classe importante e em crescimento, que passou a exigir relatórios imparciais sobre a integridade de seu investimento e dos resultados econômicos do empreendimento. O berço da moderna auditoria foi a Inglaterra, que a exportou para outros países, inclusive para o Brasil, juntamente com seus investimentos, principalmente para a construção de estradas-de-ferro e outros serviços de utilidade pública.

b) No Brasil Não existem divulgações de pesquisas sobre os primórdios da auditoria no Brasil, sendo somente certo que teve origem inglesa. Sabe-se também que a recém extinta firma de auditoria Arthur Andersen S/C e, a atualmente denominada PriceWaterhouseCoopers, já mantinham estabelecimentos no Rio de Janeiro, com outras denominações, desde 1909 e 1915, respectivamente. Apesar de formalmente organizada em 26 de março de 1957, quando formado o Instituto de Contadores Públicos no Brasil, em São Paulo, a auditoria foi oficialmente reconhecida apenas em 1968, por ato do Banco Central do Brasil. O fortalecimento da atividade, todavia, ocorreu em 1972, por regulamentações do Banco Central do Brasil, Conselho Federal de Contabilidade e pela formação de um órgão nacional para congregação e auto disciplinação dos profissionais, o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil. II – Conceituação e Objetivos da Auditoria Independente A auditoria das demonstrações contábeis constitui o conjunto de procedimentos técnicos que tem por objetivo a emissão de parecer sobre a sua adequação, consoante os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade e, no que for pertinente, a legislação específica. (Res. 820/97 § 11.1.1.1). Auditoria pode ser descrita como uma série de atividades visando verificar se um determinado fim foi atingido. O principal ramo da auditoria, a externa, pode ser definido como um exame detalhado para comprovação da veracidade dos registros e demonstrações contábeis. Existem várias formas de auditoria:

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Externa: Realizada por empresas privadas e públicas, tendo como objetivo primordial validar as Demonstrações Financeiras. Realiza, primordialmente, trabalhos de revisão contábil. Interna: Realizada por funcionários de uma empresa, com objetivo principal de verificar se as normas internas e demais deliberações emanadas pela Alta Administração da instituição estão sendo seguidas. Realizada, primordialmente, através de trabalhos de controle das operações da empresa, visando coibir fraudes e ineficiências. Tributária: Realizada por funcionários dos Governos Federal, Estadual e Municipal (os AFRF, fiscais de ICMS e fiscais da Prefeitura), visando verificar se o montante de tributos devidos pelas empresas foram corretamente apurados e pagos. É um trabalho específico, que exige muito conhecimento contábil para se iniciar os trabalhos. Trabalho: Realizada pelo Governo Federal, visando verificar se as condições mínimas de trabalho garantidas pela Legislação estão sendo atendidas. Especiais: Com finalidade específica e metodologia própria.

As auditorias externas ou independentes e internas podem ser consideradas os principais ramos da auditoria. As principais características destas duas modalidades de auditoria estão descritas a seguir: Auditoria Externa
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Realizada por empresas privadas e independentes da empresa auditada (apesar de serem pagas por elas). O seu objetivo primordial é emitir opinião sobre as Demonstrações Financeiras da empresa auditada. A sua opinião é emitida através de documentos padronizados denominados Parecer. No Brasil, atualmente somente são obrigadas a realizar auditoria, as empresas de capital aberto (ações negociadas em bolsas de valores ou mercado de balcão). A Comissão de Valores Mobiliários é o órgão federal responsável pela fiscalização do mercado de capitais e pelas auditorias atuantes neste mercado. Entretanto, para se captar empréstimos em bancos, para atender exigências de fornecedores, para se vender participações societárias ou para verificar a exatidão das Demonstrações Financeiras de controladas em outros países; é necessária a realização de auditorias externas. O foco é no exame contábil das Demonstrações Financeiras, não opinando sobre os controles internos das empresas auditadas, apenas examinando exames visando garantir a não ocorrência de erros materiais. Cobre um maior número de áreas de trabalho do que a auditoria interna, mas com menos detalhamento nos procedimentos em cada uma delas em relação aos exames da auditoria interna. Auditoria Interna

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Realizada por departamento da própria empresa, que responde hierarquicamente apenas ao dono ou presidente. É o braço direito destes. O seu objetivo primordial é verificar se as deliberações e normas estão sendo seguidas, se não estão ocorrendo fraudes ou desempenho insatisfatório dos funcionários. A sua opinião é emitida em relatórios internos sigilosos, preparados especialmente para o presidente ou dono. Não existe obrigatoriedade por parte de nenhuma empresa. É uma opção individual de cada grupo econômico. O foco principal é na análise dos controles internos, emitindo opinião sobre estes e recomendando aprimoramentos sempre que aplicável. Os conceitos básicos da auditoria externa são:

Controles internos: garantem a confiabilidade das transações e registros efetuados pela empresa. A auditoria interna tem por objetivo garantir sua perfeição, enquanto a externa apenas efetua testes visando garantir que a não ocorrência de erro materiais. Materialidade: a auditoria externa não emite opinião sobre a perfeição dos registros contábeis e sim, sobre a não ocorrência de erros contábeis relevantes ou

Para a auditoria em geral. contabilidade exata e evita fraudes / erros. No primeiro caso.3). letra a e b).1. . Aspecto financeiro: previne fraudes. Aspecto fiscal: resguarda o patrimônio de contingências fiscais. III – Erro x Fraude. através da implementação e manutenção de adequado sistema contábil e de controle interno. Relevância seria o erro que faria com que o usuário externo mudaria de opinião sobre a empresa analisada. Para o Fisco: contabilidade exata e obediência à legislação fiscal e Para a Sociedade: fortalece a economia nacional. na elaboração de registros e DCs. Fraude – ato intencional de omissão ou manipulação de transações. registros e DCs.  materiais. documentos. Aspecto patrimonial: melhor controle do patrimônio. as contas são testadas através do exame da documentação-suporte contábil. 820/97 § 11. a independência e a qualificação técnica. Aspecto técnico: melhor precisão das informações. As vantagens proporcionadas pela auditoria podem ser assim resumidas:     Para a Administração: controles internos eficientes. as contas são testadas através do exame da documentação diretamente da área operacional responsável. (Res. resultante de desatenção ou má interpretação de fatos. Direção Técnica: Os ativos e despesas são testados para supervaliação e as receitas e passivos serão testadas para subavaliação.1. Para os Investidores: contabilidade exata e maior nível de informações financeiras. enquanto no segundo caso. Aspecto econômico: maior exatidão do resultado apurado e Aspecto ético: resguarda a moralidade. Os exames são realizados em uma amostra representativa de cada contas e apenas naquelas relevantes. Responsabilidade da administração – Responsável pela prevenção e identificação de fraudes e erros. Erro – ato não intencional.4. Amostragem: A auditoria não efetua testes de todos os itens de cada uma das contas contábeis. os principais conceitos são a ética. O tamanho da amostra é definida dependendo do grau de confiabilidades dos controles internos da empresa e do exame superficial do comportamento das contas contábeis. As contribuições da auditoria sobre o patrimônio são:        Aspecto administrativo: reduz a ineficiência e negligência dos empregados e administradores. (Res. 820/97 § 11.4.

cuja função principal é verificar se as normas internas vem sendo cumpridas. é uma pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos. 3. deveria ser subordinado à presidência da empresa.Responsabilidade do auditor – Não é responsável pela prevenção de fraudes ou erros. Fixar princípios de contabilidade. mas como executa auditoria operacional e contábil.4) Ao detectar erros relevantes ou fraudes o auditor deve comunicá-los à administração da entidade e sugerir medidas corretivas.1. 820/97 § 11.2). Representam entidades de classes dos Contadores Instituto dos Auditores Internos do Brasil Finalidade Fiscalizar e normatizar o mercado de capitais no Brasil.1. para ter o maior grau de independência. pode sofrer pressões quando da execução de seus trabalhos. CRC e CFC 4. Daí surge a figura do auditor interno.Com o aumento da complexidade das operações de uma empresa. Assim. caso elas não sejam adotadas. Promover o desenvolvimento da auditoria interna. CVM 2. (IT 03 do § 11. Registrar e fiscalizar o exercício da profissão. aumentou a necessidade de normas e procedimentos internos. deve ter uma certa independência dentro da entidade.A auditoria externa é realizada por um profissional independente da empresa auditada. Paralelamente o auditor interno executa auditoria contábil. (Res. Audibra VI – Por que as empresas são auditadas? Auditoria externa Auditoria Interna . Entretanto. V – Órgãos relacionados com os auditores Órgão 1. O auditor interno é empregado da empresa. o auditor deve planejar seu trabalho de forma a detectar fraudes e erros que impliquem efeitos relevantes nas demonstrações contábeis. informando sobre os possíveis efeitos no seu parecer. Ibracon Descrição Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. Se for subordinado ao departamento contábil ou administrativo. Auditoria Externa .4. O objetivo do auditor externo é emitir uma opinião (parecer) sobre as demonstrações contábeis (DCs). Instituto dos Auditores Independentes. IV – Auditoria Interna x Auditoria Externa (independente). Auditoria Interna . elaborar normas e procedimentos de auditoria e perícias contábeis e emitir normas de contabilidade.

Ao opinar sobre as demonstrações contábeis.Independente de todos os assuntos relacionados com o seu trabalho.Operadoras de planos de saúde e seguro saúde . o auditor deve ser imparcial.Art.Determinação da administração.P/ efeito de fusão. e .Imposição estatutária . a) Independência O auditor deve aplicar o máximo de cuidado e zelo na realização dos trabalhos. suas coligadas. incorporação. 70 da CF/88 – Empresas e órgãos da administração pública. com competência técnico-profissional. sem limites de grau.Imposição de bancos para ceder empréstimos .Regime de previdência dos servidores . Está impedido de executar trabalho de auditoria independente o auditor que tenha tido. no período a que se refere a auditoria ou durante a execução dos serviços. . controladoras ou integrantes do mesmo grupo econômico: 1. cisão e consolidação VII – Normas de auditoria relativas à pessoa do auditor (Resolução CFC 821/97) A auditoria deve ser executada por pessoa: .Imposição de fornecedor p/ financiar compra de MP .Registrada no CRC. BACEN SUSEP ANS SPC MPAS Outros .Responsável. . sócios ou com empregados que tenham ingerência na sua administração ou nos negócios. .Instituições financeiras e equiparadas . O auditor deve recusar os serviços sempre que reconhecer não estar adequadamente capacitado para desenvolvê-los. acionistas.Fundos de previdência complementar . em linha colateral até o 3º grau e por afinidade até o 2º grau.Seguradoras .Sociedades anônimas de capital aberto .CVM . com administradores. controladas. vínculo conjugal ou de parentesco consangüíneo em linha reta. em relação à entidade auditada. ou que sejam responsáveis por sua contabilidade.

administrador ou colaborador assalariado. e 4. considerando os seguintes fatores: 1. inclusive referências às leis e aos regulamentos aplicáveis ao caso. habitual ou permanente. 2. 1. fixando. a relevância. b) Honorários O auditor deve estabelecer e documentar seus honorários mediante avaliação dos serviços. na forma que vier a ser definida pelos órgãos reguladores e fiscalizadores. a qualificação técnica dos profissionais que irão participar da execução dos serviços. nos dois últimos anos. 2. que também contenham: 1. as condições de pagamento dos honorários. o número de horas estimadas para a realização dos serviços. ainda que esta relação seja indireta. Os honorários deverão constar de carta-proposta ou documento equivalente. 3. função ou cargo incompatível com a atividade de auditoria independente. interesse financeiro direto. ou substancial interesse financeiro indireto. e 3. A inobservância de qualquer dos itens acima constitui infração ao Código de Ética do Contabilista. 2. como serão cobrados os custos de viagens e estadas.2. que o trabalho será efetuado segundo as Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis e as presentes normas. qualquer outra situação de conflito de interesses no exercício da auditoria independente. a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. o vulto. o prazo estimado para a realização dos serviços. compreendida a intermediação de negócios de qualquer tipo e a realização de empreendimentos conjuntos. e o custo dos serviços a executar. imediato ou mediato. . participação direta ou indireta como acionista ou sócio. 2. 2. os relatórios a serem emitidos. o lugar em que os serviços serão prestados. a complexidade. a descrição dos serviços a serem realizados. elaborados antes do início da execução do trabalho. relação de trabalho como empregado. 1. se for o caso. e 3. 1.

dividindo-se em: (Res. Além disto. abrangência – se todas as transações estão registradas. a empresa deveria parar suas atividades para a verificação. 820/97 § 11.1. e abrangem testes de: (Res.Balanço Patrimonial. classificados e descritos de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade. exatidão e validade do sistema contábil. o auditor deve objetivar as seguintes conclusões: (Res.Substantivos: verificar a suficiência. . . 176. .  testes de transações e saldos.2.DRE. apresentação e divulgação – se os itens estão avaliados. divulgados. e  procedimentos de revisão analítica. mensuração.DVA.000 duplicatas. mas na prática se torna inexeqüível. 3.2. Segundo o Art.2. A empresa auditada é responsável por elaborar as DCs. Devendo verificar se o saldo de clientes está correto. Não é racional parar a atividade da empresa para fazer a auditoria. 820/97 § 11.404/76 (para Cias abertas). Na aplicação dos testes substantivos. Conjunto de técnicas que o auditor utiliza para obter evidências suficientes e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as DCs. . e 1.VIII – DCs que o auditor deve emitir seu parecer. . ao examinar a conta clientes. .Observância: verificar a existência. O custo e o tempo gasto desta operação seriam muito altos. 2. (Res.3). IX – Procedimentos de auditoria. da Lei 6. Por isto é utilizada a auditoria por testes.1.3). são as seguintes: . existência – se o componente patrimonial existe em certa data. será que ele deve examinar (testar) todas as duplicatas? O ideal seria a verificação total.2. I.4). direitos e obrigações – se efetivamente existentes em certa data. 1. que significa o exame de .Fluxo de Cx. 4. 820/97 § 11. inclusive pela implementação e manutenção do sistema contábil e de controle interno.2 e § 11. ocorrência – se a transação de fato ocorreu.1.Notas explicativas.DMPL.6.1). verifica que ela é composta de 20. .1. 820/97 § 11.6. X – Auditoria por testes (Bernardo Cherman) Suponha que o auditor. efetividade e continuidade do sistema de controles internos.

A pratica tem demonstrado que as contas devedoras devem ser testadas para superavaliação e as contas credoras para subavaliação. 820/97 § 11. aplicações financeiras. .Bancos (dinheiro em conta corrente. estoque em poder de terceiros e outros). registros e documentos. para validar a receita de vendas.  Inspeção (Marcelo Cavalcanti: Contagem física e Inspeção de Documentos) Corresponde ao exame de ativos. no caso de NF emitidas por terceiros. pedindo a confirmação do saldo constante nos registros contábeis da empresa. um envelope resposta endereçado à empresa de auditoria. o auditor está aplicando o procedimento de inspeção. para: . Dessa forma.6). direitos a receber e obrigações (inclusive causas judiciais). . A extensão dos testes será determinada pelo auditor.Fornecedores (duplicatas a pagar). ao conferir a existência física de estoques. . na determinação da extensão dos testes. ou validar a despesa.uma porcentagem dos documentos de modo que o auditor possa formar uma opinião correta do valor do saldo de clientes.Advogados (causas judiciais). através de confirmação com terceiros. Ele levará em consideração. XI – Direção dos testes (Marcelo Cavalcanti) O saldo de uma conta do BP ou da DRE pode estar errado para mais (superavaliação) ou para menos (subavaliação). para validar o número que consta no Balanço Patrimonial. As cartas podem ser enviadas. informações sobre os bens em propriedade de terceiros. Subavaliação Documento => Registro Intermediário => Razão geral. A porcentagem de testes deverá ser fixada pelo auditor de modo que ele tenha segurança quanto a sua opinião sobre o valor do saldo da conta. XII – Tipos de procedimentos de auditoria (Res. O raciocínio é o mesmo quando o auditor estiver analisando a autenticidade de algumas notas fiscais (NF). Geralmente o auditor inclui no interior da carta. e .  Investigação e confirmação (Marcelo Cavalcanti: Confirmação com terceiros) Consiste em obter. elaborada em papel timbrado da empresa auditada. empréstimos e outros).2. no caso de NF emitidas pela empresa. Qual é a porcentagem recomendada? Não existe uma regra. com menor risco possível. a organização e procedimentos internos da empresa (controles internos).Clientes (duplicatas a receber. Superavaliação Razão geral => Registro Intermediário => Documento.

Em determinadas situações. Desta forma. até alcançar conclusões satisfatórias. Normalmente as empresas de auditoria utilizam a positiva. o auditor deve considerar: (Res. Isso é feito por meio da observação feita pelo auditor enquanto os empregados trabalham. Por exemplo: se o auditor quer verificar se existe segurança no almoxarifado ou na tesouraria (se o controle interno está em efetivo funcionamento). e juros e variação cambial de empréstimos / financiamentos. Ex: valorização de estoque. qualquer atipicidade auxiliará o auditor a definir quais são as áreas que merecem uma atenção especial na realização dos testes. com novos procedimentos de auditoria. provisões de IRPJ e CSL. se qualquer pessoa tem acesso à tesouraria ou se a entrada é restrita. 820/97 § 11. 2. Se não obtiver informações suficientes. especialmente quando o auditor está levantando o sistema de controle interno. saberá se as mercadorias ao chegar na empresa são conferidas.  Observação É o acompanhamento durante a realização. depreciação.2. na confirmação negativa é pedida resposta somente no caso de divergência. 820/97 § 11. Desta forma. (Res. os empregados adotam os procedimentos estabelecidos nos manuais da empresa. deve efetuar verificações adicionais. podemos imaginar o exemplo de 2 empresas. confiabilidade e comparabilidade.6. Epa! Como pode uma empresa prestadora de serviços ter o CMV como item mais expressivo? Isso é um indicador de anormalidade. ou quando a conta Despesas gerais tem saldo muito alto (o que significa despesas gerais???). amortização.6. sua relevância. ao analisar a empresa prestadora de serviços. Enquanto. . Ao analisar a DRE. a disponibilidade de informações. JCP.6). também. a natureza da entidade e o conhecimento adquirido nas auditorias anteriores. Como exemplo. o auditor constatou que o CMV (Custo de Mercadorias Vendidas) na empresa comercial é bastante expressivo. 1. percebeu que o CMV responde por parcela significativa dos gastos.5). Acontece. Contudo. o objetivo dos procedimentos e o grau de confiabilidade dos resultados alcançáveis. uma prestadora de serviços e outra revendedora de mercadorias.A confirmação pode ser positiva ou negativa. Na confirmação positiva é solicitada resposta da carta ao auditor independentemente do resultado desta. na prática. Nada anormal para uma empresa que compra e vende mercadorias.  Revisão Analítica É feita por meio de índices. etc. Cálculos (Marcelo Cavalcanti: Conferência de cálculos) Conferência da exatidão numérica. análises e comparações.  Na aplicação dos procedimentos de revisão analítica. é necessário verificar se.2. basta que fique próximo a esses departamentos acompanhando tudo que acontece. Consiste em análises críticas das demonstrações contábeis com o objetivo de delinear tendências ou situações anormais. O auditor aplica esse procedimento quando está conferindo o cálculo. e 3. quando há variações muito expressivas de um exercício social para o outro.

quando então ele verificaria que o percentual encontrado é diferente de 8%. como exemplos). ou ainda. As circularizações positivas podem ser segregadas em brancas e pretas. enquanto na preta é enviado o valor registrado para a confirmação. onde a inexistência de resposta presume a confirmação das informações contidas na correspondência enviada. Estas evidências têm que ser suficientes. mas o seu objetivo não é este. Em resumo. reorganizar o processo produtivo ou demitir pessoas ineficientes. documentais. o auditor pode encontrar fraudes ou erros. Entretanto. testemunhais e por confirmação por terceiros (as circularizações). A diferença entre elas é que as positivas exigem resposta do circularizado. o que não acontece com as negativas. O principal objetivo dos testes é obter evidências que suportem o seu relatório. analíticas (análise de cálculo e controles financeiros. Seu objetivo é emitir um parecer sobre as DCs. que é o estabelecido pela legislação. Cuidado: A auditoria externa não é realizada para detectar fraudes. As circularizações podem ser positivas e negativas. erros ou para interferir na administração da empresa. o auditor selecionou alguns itens e os testou. um valor indevidamente debitado nessa conta e não selecionado para teste só seria identificado se o auditor comparasse o total das despesas do ano de salários com o saldo da conta de despesa de FGTS. pertinentes. tendo constatado que eles estavam corretos. por exemplo). as técnicas de auditoria são descritas a seguir:  Circularização  Exame de documentos originais  Conferência de somas e cálculos  Exame dos lançamentos contábeis  Entrevistas  Exame de livros e registros auxiliares  Correlação entre as informações obtidas  Observações das atividades. fidedignas e podem ser classificadas em físicas (ativos e obras. no decorrer do processo de auditoria.Exemplificando: auditando a conta de despesa de FGTS. Naturalmente. Os procedimentos básicos de auditoria para os testes de observância e substantivos são:   Inspeção (testes com documentos) Observação (inventários) . As brancas são aquelas onde somente existem perguntas na circularização.

testes de compras e verificação de saldos obsoletos. realizar o procedimento alternativo de verificar os recebimento subseqüentes. Entretanto. Os testes substantivos têm por objetivo verificar a existência dos saldos registrados.3 TESTES E PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA EXTERNA Segue um breve resumo dos testes básicos das principais áreas das Demonstrações Financeiras: CAIXA: Contagem física e confronto do resultado com o razão.   Investigação/Confirmação (circularizações) Cálculo (testes de empréstimos ou PL) Revisão Analítica (planejamento). verificar movimentação financeira e extrato bancário. Outros procedimentos são a análise da movimentação dos estoques. deve estimar a provisão necessária para fazer frente a perdas desta natureza e confrontar com o total contabilizado. a conciliação bancária é testada. CLIENTES: O principal procedimento também é a circularização. IV. este procedimento somente faz sentido com a análise do custo unitário registrado na data. a certificação de que as transações registradas realmente ocorreram. de forma a possibilitar a análise da razoabilidade do nível de inadimplência. ESTOQUES: O principal procedimento é o inventário físico dos saldos existentes no final do ano. APLICAÇÕES FINANCEIRAS: O principal procedimento é a circularização (confirmação direta através de carta) dos principais bancos onde a empresa auditada possui estes ativos. Para as aplicações de renda variável. Adicionalmente. Com base neste histórico. com seleção realizada para os principais clientes (maiores saldos contábeis). verificar valor de mercado das aplicações financeiras. O teste para esta análise consiste em checar a exatidão dos registros de diversos itens por amostragem. . Geralmente não é relevante. Caso seja menor do que o valor contabilizado. Para c/c bancárias. pedir documentação suporte das aplicações (contratos e extratos de aplicação) e realizar os cálculos pró-rata. Caso não se obtenha sucesso na circularização. PROVISÃO PARA DEVEDORES DUVIDOSOS: A auditoria deve solicitar e validar o histórico de perdas com inadimplência da empresa. Um dos grandes problemas existentes no Brasil é o fato das empresas contabilizarem estas provisões conforme determina a Legislação Fiscal. da verificação que os registros abrangeram todas as transações ocorridas e se a mensuração/apresentação/divulgação das informações estão em consonância com as boas normas. Se as respostas apresentarem divergências relevantes. deve-se efetuar conciliação das respostas junto as aberturas analíticas de clientes e analisar a documentação-suporte das divergências. deverá possui provisão para desvalorização constituída. Para as respostas não recebidas. Um procedimento alternativo de auditoria é a análise do relatório comercial que detalha as contas a receber por idade de vencimento.

se possível. considerar a diferença como ajuste contábil às Demonstrações Financeiras. preparar movimentação e testar as variáveis. Em caso de apuração de divergências relativamente importantes. preparar conciliação por nota fiscal e solicitar que a contabilidade analise os documentos divergentes. para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. efetuar circularização. somente testar se for relevante. MÚTUOS: O procedimento padrão é circularização. com análise da documentação-suporte. Conferir os saldos iniciais com os saldos já validados das Demonstrações Financeiras do ano anterior. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir:       Confrontar relação analítica operacional com o total do razão. circularização. Neste caso. auditar (indagações.OUTROS ATIVOS CIRCULANTES: O principal procedimento é análise da expectativa real de realização. efetuar o procedimento alternativo para a área. IMOBILIZADO: Preparar movimentação anual e validar variáveis. ATIVO INTANGÍVEL: Testes semelhantes ao ativo imobilizado. Este procedimento consiste em verificar todos os pagamentos efetuados ao fornecedor analisado. Para as circularizações não respondidas. relativo ao período posterior a data-base auditada. Validar os cálculos das despesas com depreciação. selecionados diretamente da relação analítica operacional. FORNECEDORES: A direção técnica do teste é. INVESTIMENTOS: Para aqueles avaliados pelo método de custo. Após a entrega da análise. Após a entrega desta conciliação. considerar o saldo validado. através da análise da documentação-suporte. Realizar inventários físicos. As adições serão alvo de testes de detalhe com seleção através de amostragem (privilegiando os maiores itens). com verificação da correção das taxas utilizadas. Estes pagamentos seriam analisados diretamente no setor operacional. como para qualquer passivo. caso seja detectada a necessidade. Os saldos finais do investimento são validados pela análise da DMPL das investidas. Após esta . análise da documentaçãosuporte e análise dos pagamentos efetuados) a conciliação não seja entregue. IMPOSTOS DIFERIDOS: Avaliar fundamentação de sua constituição e sua expectativa real de realização. Os resultados de equity são validados através da checagem dos resultados das coligadas/controladas em conjunto com os percentuais de participações. Para as respostas com saldo com diferenças relativamente relevantes para o saldo do razão. Para as repostas com saldo igual ou com diferença relativamente irrelevante para o saldo contábil. auditar a conciliação. Preparar e enviar circularização para os fornecedores mais tradicionais. através da documentação-suporte e. análise da documentação-suporte e da contabilização. Todas as informações utilizadas devem ser confirmadas por circularização. solicitar a empresa auditada a conciliação e análise das divergências. Para as baixas. Para os investimentos avaliados por equivalência patrimonial. com diferença apenas para a natureza distinta dos ativos.

com objetivo de se verificar a razoabilidade do saldo registrado. No entanto. Um ponto importante a ser lembrado neste resumo é a importância de se obter uma listagem da área operacional contemplando todos os bancos que a empresa possui ou já possuiu algum relacionamento. efetuar o procedimento alternativo para a área. empréstimos nacionais. Este procedimento consiste em solicitar todos os contratos de empréstimos da instituição bancária e preparar uma movimentação financeira dos empréstimos captados junto a este banco. A idéia é que se a empresa possuir algum . uma vez que toda a eficiência da circularização depende da completeza desta listagem. Para as respostas com saldo com diferenças relativamente relevantes para o saldo do razão. empréstimos externos. Preparar e enviar circularização para todos as instituições bancárias que a empresa opera ou já possui relações anteriormente. é extremamente provável que se consiga realizar os procedimentos principais de auditoria (circularização) devido ao forte relacionamento comercial existente entre os bancos e os seus devedores. É difícil um banco se escusar de responder as cartas de circularização de auditoria. como ACC (Adiantamento de Contrato de Câmbio). A fonte independente neste caso é o Departamento Financeiro. Existem particularidades de registro contábil para cada uma destas modalidades. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir:        Confrontar relação analítica operacional com o total do razão. verificação da entrada de numerário na captação. para esta área em específico. para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. auditar a conciliação. Para as respostas com saldo igual ou com diferença relativamente irrelevante para o saldo contábil. principalmente se a empresa auditada reiterar o pedido em caso de morosidade. solicitar a empresa auditada a conciliação e análise das divergências. como é natural em operações distintas. EMPRÉSTIMOS: Este grupo contábil possui uma diversidade grande de modalidades. debêntures. Os documentos devem ser selecionados diretamente na área operacional. como para qualquer passivo. considerar o saldo validado. selecionados diretamente da relação analítica operacional. entre outros. Para as circularizações não respondidas. mútuos (empréstimos com empresas ligadas). já que o fornecedor nacional dificilmente concede prazos longos). Neste processo de análise estão contemplados análise quanto aspectos como cálculo dos juros. Após a entrega da análise. é obrigatório a verificação da existência de valores a serem registrados no longo prazo (principalmente saldos estrangeiros. entre outros. Apesar de não ser tão comum neste grupamento contábil por sua característica de acompanhamento do ciclo operacional. É preciso rigor na obtenção e rigor desta listagem. verificação de pagamentos. questionar diretamente a contabilidade e solicitar análise da divergência. Em caso de apuração de divergências relativamente importantes. financiamentos com operações de SWAP e HEDGE. seria totalizados todos os pagamentos com competência do período analisado e confrontados como total contabilizado deste passivo. A direção técnica do teste é.verificação. Estas diversas contabilizações foram explanadas brevemente em sala de aula e são importantes para o entendimento perfeito da cadeira de auditoria.

Salários a pagar    Confrontar relação analítica operacional da Folha de Pagamento com o total do razão. A)Encargos Sociais     Confrontar controles operacionais com o razão. INSS Funcionário. para subavaliação (começar o teste pela fonte independente. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir: 1. fazer revisão analítica para validar as despesas desta natureza na DRE. entre outras contas de menor expressão. confrontar o total de funcionários da Folha de pagamento com o total constantes nas fichas de controle do DP. INSS Retido. diretamente no mês já validado da Folha de Pagamento. IRRF. ela irá possuir condições de captá-lo em uma instituição bancária já conhecida e que já possui confiança comercial na empresa. A fonte independente neste caso é o Departamento Pessoal. Cabe ressaltar que o entendimento destas contabilizações é o ponto de partida essencial para o aprendizado desta área de auditoria. Em sala de aula. Efetuar teste de detalhe na folha de pagamento: selecionar um número aletório de funcionários. Provisão para 13 Salário. IRRF) e confrontar o total calculado com o total líquido da Folha. Provisão de Férias. FGTS. estas divergências significam ajustes contábeis. A direção técnica do teste é. se a auditoria circularizar todas os bancos em que a empresa já possui algum tipo de relacionamento no passado. a análise do usuário externo destas Demonstrações Financeiras. Após a validação da Folha neste teste de detalhe. como para qualquer passivo. Para este procedimento. Verificar registro na DRE e somar ao IRRF Funcionário com objetivo de se validar o passivo. Efetuar teste através de cálculo global dos valores devidos de INSS mensal. Em caso de apuração de divergências relativamente importantes. A princípio. Após um mês estar validado. Um passo obrigatório na área é a correta segregação dos valores classificados a curto e a longo prazo. este risco específico estaria mitigado. através da verificação da existência de valores a serem registrados no longo prazo. verificar o pagamento em extrato bancário. é necessário se verificar todas as guais pagas e autenticadas. calcular as variáveis do salário destes funcionários (principalmente horas extras. Sendo assim. INSS Empresa. Uma possível incorreção neste procedimento pode distorcer.empréstimo não contabilizado. de sobremaneira. solicitar a empresa auditada a conciliação e análise das divergências. FOLHA DE PAGAMENTO: Este grupo contábil possui uma diversidade grande de contas relacionadas: Salários a pagar. O total de despesas pode ser validado através de cálculos globais B)Provisão para 13 Salário . foram detalhados os registros e cálculos necessários para o correto registro destas principais contas.

O saldo da DRE deve ser aproximadamente igual a última Folha de pagamento. Vale ressaltar que o ICMS é cobrado por unidade produtiva ou comercial das empresas. calcular provisão devida levando em consideração o adicional legal de 1/3. Caso existam diferenças entre os totais do Livro Fiscal e o razão. validar os valores apurados de ICMS a recolher e a recuperar através de procedimentos como: amostragem . entre outros. salários atrasados. sendo que uma controla e calcula o saldo a recuperar e a outra página calcula o saldo a recolher. Após esta confrontação do razão com o Livro Fiscal. Cofins e ISS não possuem esta característica e são provisionados no passivo no valor igual ao registro em despesas (com exceção do PIS vigente em 2003). com o seu fato gerador ocorrendo na simples movimentação de mercadorias entre filiais de uma empresa. os valores isentos de tributação. Questionar diferenças. Nestas folhas de controle estão evidenciados as vendas e compras tributáveis. parcelas destes encargos em atraso sem provisionamento de multa e juros. Imposto de renda e Contribuição social. é necessário a verificação dos saldos de todas as filiais da empresa efetuando a comparação com seus respectivos saldos de razão. C)Provisão de Férias   Confrontar relação analítica operacional com o total do saldo provisionado na Contabilidade. A direção técnica do teste é. Sendo assim. O principal ponto a ser lembrado em relação ao ICMS é a sua característica de compensação do saldo pago na compra de mercadorias. o saldo passivo é líquido dos valores a recuperar.  Não deve possuir saldo no balanço. verificar salário bruto. Outros pontos desta área merecem atenção especial: existência de parcelamento de encargos sociais. como para qualquer passivo. Em relação a Imposto de renda e Contribuição social. Já o PIS. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir: A)ICMS a pagar     Confrontar total existente no Livro Fiscal e o total registrado no razão. para se verificar o saldo de uma empresa em um Livro Fiscal de ICMS. estes tributos serão discutidos no próximo tópico. basta comparar os saldos. as alíquotas incidentes e os avlores a recuperar oriundos de compra de imobilizado. são necessárias uma revisão detalhada da base técnica contábil destes tributos. Caso esta esteja validada. Este Livro Fiscal é segregado em duas páginas por unidade e mês de apuração. para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. PIS. de forma a possuir o perfeito entendimento desta área de auditoria. questionar imediatamente a contabilidade e auditar a conciliação efetuada. IMPOSTOS: Os principais impostos usualmente identificados neste grupo contábil são ISS. Cofins. já com a presunção de ajuste contábil. salvo péssima situação financeira da empresa auditada. ICMS. Selecionar um número aleatório de funcionários para teste de detalhe: verificar último recibo de férias gozado. Assim como as outras áreas. Desta forma.

para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. Presumido e Real. Verificar guias pagas e correta contabilização dos Impostos antecipados. Confrontar o total apurado pelo Setor Fiscal e o razão. Sendo assim. verificaremos o real valor do passivo da empresa. D)PIS a Recolher   Semelhante ao Cofins. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir:     Confrontar total existente no LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real) com o total registrado no razão. Revisar apuração fiscal. A direção técnica do teste é. A validação dos saldos é através de cálculo global e amostragem de notas fiscais de venda com objetivo de validar a confecção do Livro Fiscal. .   de notas fiscais visando verificar a exatidão de classificação entre produtos tributáveis e isentos. Após a nova lei de 2003. Efetuar teste global em consonância com a Legislação vigente. Verificar as guias pagas. Indagação imediata das divergências a Contabilidade. Como os municípios possuem diferentes alíquotas deste tributo. caso sejam detectados erros relevantes. sua alíquota respectiva e a guia paga. como para qualquer passivo. é necessária a abertura do saldo a recolher por município. convocar especialistas tributários para uma avaliação mais precisa. Em caso de apuração de erros relevantes nesta auditoria. IMPOSTO DE RENDA: As formas de apuração deste imposto são: Arbitrado. sendo que o ISS é devido por município da empresa onde foi prestado o serviço. um especialista deve ser convocado para a continuidade dos testes. Verificar contabilização. Este cálculo do valor do passivo ou ativo é complementado obrigatoriamente com a verificação da quitação de todas as guias fiscais. As formas de pagamento se limitam a duas: Presumido ou Real. B)ISS a Recolher    Confrontação do Livro Fiscal com o saldo do razão. cálculos globais aplicando a alíquota vigente no saldo tributável e apuração do saldo líquido a pagar ou recuperar. se necessário. Rever a base de cálculo. O teste do valor a recuperar do ativo imobilizado tem sido alterado de acordo com as alterações nas Legislações estaduais pertinentes. C)Cofins a Recolher    É calculado sobre o faturamento (com alguns ajustes) e as receitas operacionais (com algumas deduções). Assim como o ICMS. semelhante ao ICMS.

lucros acumulados. onde são verificados a sua competência e. não pode ultrapassar 10% do total do grupamento contábil a que pertence. Para aqueles com baixo risco. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir:  Verificar a exatidão da Mutação do PL. RECEITA DE VENDAS: A base contábil mais importante para o entendimento da contabilização de receitas é o estudo do Princípio contábil do reconhecimento de receitas. OUTRAS CONTAS A PAGAR: Este grupo contábil possui uma diversidade grande de contas relacionadas: Mútuos (saldos entre empresas do mesmo grupo econômico). Os principais procedimentos estão descritos a seguir:  Para esta área. Para todos os saldos onde o procedimento de circularização for possível e eficiente. como para qualquer passivo. este é o procedimento prioritário (adiantamentos. Seria muito demorado para se analisar um . não efetuar quaisquer procedimentos adicionais. devido ao grande número de transações realizadas durante o exercício para a grande maioria das empresas existentes. para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. Existem ainda casos especiais de reconhecimento em momentos diversos. quantificar em nota explicativa. para sub-avaliação (começar o teste pela fonte independente. analisar documentação-suporte diretamente na área operacional. externa ou interna) Os principais testes para a área estão descritos a seguir:     Teste do Passivo Omitido: verificação de todos os pagamentos acima de uma valor estipulado pelo auditor (10% da materialidade. capital social e ações em tesouraria. Atentar que um grupo com denominação genérica como esse. como para qualquer passivo. PATRIMÔNIO LÍQUIDO: A base contábil e a confecção e entendimento da Mutação do PL e seus vários componentes: reservas de lucro. com procedimentos como: análise de atas. registro correto destes cálculos. caso aplicável. por exemplo). reavaliação e de capital. efetuar provisão contábil. A direção técnica do teste é. Para as provisões. obter relação no Departamento Jurídico. não é eficiente a realização de testes de detalhes. Para saldos genéricos. Para aqueles com risco médio. cálculos legais das reservas. cálculo dos dividendos. correto registro de ajustes de exercícios anteriores. Revisar registros dos impostos diferidos. Para os processos com alto risco de perda. as receitas são geralmente reconhecidas na transferência do bem ou prestação de serviços. a sua correta contabilização no exercício sob exame de auditoria. É imprescindível para se obter uma segurança geral para a correção material de todo o saldo passivo. Em resumo. Circularizar todos os advogados externos e internos. provisões e outras contas a pagar. A direção técnica do teste é. contendo todos os processos em aberto. mútuos). adiantamentos de clientes. como no caos das atividades de construção naval e civil.

Assim. basicamente. no entanto. Caso as margens tenham sofrido variações de difícil explicação em uma análise abrangente. preço de venda praticado. Os principais procedimentos estão descritos a seguir:   Em relação a abatimentos. Para tornar o teste objetivo. Caso o teste apresente diferenças fundamentadas e não explicadas. PIS. DEDUÇÕES DE VENDAS: Neste grupamento existem as contas de abatimentos.    grande número de documentos que. A completa separação técnica e prática das diferentes formas de registro na indústria e no comércio também é muito importante. o melhor procedimento é o acompanhamento da evolução do percentual de devolução. em acompanhamento da margem pratica destes abatimentos. Para este teste global. O desejável é a realização de cálculos globais visando validar todo o relevante saldo da conta de uma só vez e abrangendo todo o saldo na análise. documentação comprobatória da efetiva entrega do bem ao comprador. entender o ambiente de negócios onde a empresa atua. condições gerais de venda. as perspectivas do mercado como um todo e da empresa em específico e todos os fatores que podem refletir no faturamento. Este cálculo global consiste. tanto sistemas quanto métodos. o mais eficiente deve ser um cálculo global sobre o volume de vendas. que exige sólidos conhecimentos contábeis e da empresa em específico por parte do auditor responsável. estender os testes de detalhe (caso se deseje corroborar um parecer de incorreção no faturamento contábil) para análise dirigido de grande parte das notas fiscais (se possível) atentando para data de registro. realizar uma estimativa preliminar. devoluções de vendas e impostos sobre vendas (ICMS. CUSTO DAS VENDAS: A base contábil mais importante é entender as principais formas de custeios. Basicamente na DRE. Este acompanhamento aliado com um conhecimento das práticas comerciais da empresa no exercício auditado. entendendo profundamente as causas das variações específicas nesta variável vital para qualquer empresa. pode significar deterioração técnica ou manipulação das vendas (conforme discutido em sala de aula). Com base nestes dados conseguidos na fonte independente (Departamento Comercial). conseguir inicialmente as informações de quantidades produzidas. Caso existam percentuais elevados ou crescentes. não se obteria segurança quanto a correção dos saldos. fazem com que o auditor consiga fazer uma avaliação razoável quanto ao valor contabilizado. Os principais procedimentos estão descritos a seguir:   O saldo de CMV já está validado pelos testes correlatos do estoque da empresa. Para devoluções de vendas. apenas significariam uma pequena fração do total a ser analisado. Cofins. caso flutuações anormais sejam . solicitaria a abertura do razão e se selecionaria os registros mais relevantes para análise da documentação suporte. Na prática é um teste difícil. Nesta opção. explicações sobre as principais flutuações de preços e margens de lucro bruto e regiões de venda. Assim. a opção seria realizar teste de detalhe sobre o saldo. se faz uma análise aprofundada das margens de lucro bruto. corroborar com informações do mercado e confrontar com o razão. ISS). questionar diretamente os setores envolvidos. No caso de se encontrar divergências relevantes.

administrativas e comerciais: quase sempre testados através de testes de detalhes. Avaliar possibilidade de circularização. as contas de equivalência patrimonial. . suas atas e. Gerais. já que o Grupo contempla receitas e despesas. como já descrito anteriormente. PIS e Cofins devem ser diretamente validados pelos testes já descritos no Passivo. Este grupo possui diversas contabilizações complexas. o correto é buscar o total entendimento através de questionamentos diretos no Departamento Comercial. despesas de pessoal. Este saldo já está validado pelos testes correlatos das contas financeiras de balanço da empresa. basicamente. análise documental e quaisquer outros testes específicos para atender o problema identificado. Em sala de aula ocorreram discussões sobre as diferentes formas de registro e funcionamento das contas relacionadas. gerais e administrativas e comerciais. avaliar documentação suporte diretamente na área operacional. se for preciso. Usualmente é usado a simples análise de margem sobre vendas. ganhos extraordinários de impostos (judiciais). de forma extremamente semelhante a testes de adições de ao imobilizado e compras do estoque.  constatadas. reflexo natural das complexas operações do mercado financeiro. testar diretamente correlacionado com o Passivo. Neste grupamento existem. Os principais procedimentos estão descritos a seguir:     Para as receitas. ISS. RESULTADO FINANCEIRO: As duas direções técnicas são utilizadas. o correto seria cálculo global diretamente no Livro Fiscal. Para ICMS. circularização direta. Para despesas de pessoal. DESPESAS OPERACIONAIS: As duas direções técnicas são utilizadas. Equity: Calcular o valor correto através das Demonstrações Financeiras da coligada/controlada. já que o Grupo contempla receitas e despesas.

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3. 6. especificamente contratados pela empresa para tal. (FTE / RS) Os auditores internos têm como característica entre outras que: a) não são diretamente vinculados às empresas. O objetivo geral da auditoria interna é atender: a) à administração da empresa. e) orientar a direção da empresa para que seus produtos tenham melhor aceitação pelos clientes. (Auditor / RS) A atividade fundamental do auditor independente é: a) orientar o diretor financeiro da empresa auditada. d) por um (ou mais) diretores executivos da empresa. 5. e) por um (ou mais) profissionais independentes. c) não precisa se preocupar com a exatidão das demonstrações contábeis. (Auditor / RS) A auditoria externa é realizada: a) pelo diretor presidente da empresa auditada. b) por um (ou mais) empregados da assessoria da empresa. d) conferir a conta caixa. . c) devem colaborar com a administração da empresa no acompanhamento e análise das normas internas executadas. 2. b) expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis. especialmente designados.EXERCÍCIOS – CONCEITOS BÁSICOS 1. A principal finalidade de uma auditoria contábil é: a) elaboração das DCs. e) apuração correta do lucro do exercício. d) à gerência financeira da empresa. 4. (FTE / RS) Ao verificar as demonstrações contábeis de uma empresa. e) não se preocupam com os controles internos. b) não pode dar à administração sugestões relacionadas com as demonstrações contábeis. b) confirmação dos registros e DCs. que usam suas informações contábeis. o auditor deve considerar que ele: a) é o responsável pelas demonstrações contábeis em si. c) localizar fraudes que estejam ocorrendo nas empresas auditadas. e) à gerência comercial da empresa. c) conferência física dos elementos do ativo. transmitindo a outras entidades interessadas. que confiam integralmente em seus relatórios por serem auditores completamente independentes. b) aos acionistas da empresa. tais como bancos e fornecedores. mas apenas com a sua apresentação. c) pelo empregado responsável pelo caixa da empresa. cujas demonstrações contábeis examinam. d) se situam a meio caminho entre a empresa e outros interessados. b) têm os pareceres que eles fornecem a seus clientes com respeito a fidelidade de suas demonstrações contábeis. d) elaboração e avaliação dos registros. c) à auditoria externa da empresa.

9. d) Ao detectar a fraude o auditor tem a obrigação de comunicar a administração da entidade auditada e sempre ressalvar o seu parecer. Ato não-intencional resultante de omissão. respectivamente: a) Ato não-intencional de registrar documentos oficiais corretamente. ( ) i. ( ) g. refletem. ou não. ( ) d. e) não deve fazer crítica. de efeitos relevantes nas demonstrações contábeis da entidade auditada. . Marque com “X” os motivos que levam uma empresa a contratar o serviço de um auditor externo: ( ) a. c) Ato não-intencional de evidenciar a manipulação de transações. adequadamente. registros e DCs. Ato intencional resultante de omissão. desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e DCs. melhorar o processo de produção. desatenção ou interpretação de fatos de forma correta na elaboração de registros e DCs. independentemente dos valores monetários envolvidos. b) Ato não-intencional de omissão ou manipulação de transações. as definições de fraude e erro são. ( ) c. Ato intencional resultante de omissão.d) é o responsável apenas por seu próprio parecer sobre as demonstrações contábeis elaboradas pela administração. incorporação. Ato não-intencional resultante de omissão. ( ) f. os fenômenos patrimoniais que elas objetivam refletir. procurando apontar apenas os aspectos positivos. c) O auditor é responsável pela detecção de fraudes ou erros incorridos. atender às exigências estatutárias. cisão ou consolidação. registros e DCs. e) Ato intencional de omissão ou manipulação de transações. arranjar novos mercados para seus produtos. desatenção ou interpretação correta de fatos na elaboração de registros e DCs. ( ) e. ( ) b. para efeito de fusão. promover melhor política de administração de pessoal. desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e DCs. imposição de um fornecedor para financiar a compra de matéria-prima. adulteração de documentos. Segundo as normas de auditoria. registros e DCs. e) A sugestão de medidas corretivas de fraudes ou erros não é responsabilidade do auditor. o Conselho Federal de Contabilidade entende que: a) O auditor é responsável pela prevenção de fraudes ou erros. d) Ato intencional de registrar as transações de forma adequada os fatos contábeis e a elaboração das DCs. bem como elaborar DCs de forma correta. ( ) h. devendo agir com muita educação e cautela. b) O auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros relevantes nas demonstrações contábeis. aumentar os lucros. adulteração de documentos. detectar todas as irregularidades ocorridas. tendo em vista que as demonstrações contábeis constituem afirmações feitas pela administração da empresa. Ao definir a responsabilidade do auditor independente de demonstrações contábeis quanto a fraudes e erros. adulteração de documentos. 8. Ato intencional resultante de omissão. desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e DCs. bastando ressalvar seu parecer. 7. obrigação através de dispositivos legais.

na categoria de contador: a) 10 anos c) 5 anos e) 2. Investimentos em controladas ( ) z.10. Financiamento obtidos ( ) p. COFINS a recuperar ( ) l. Financiamentos concedidos ( ) d. FGTS a recolher ( ) h. PDD ou PCLD ( ) e. Receitas financeiras ( ) s. Relacione a coluna da esquerda com a da direita. Debêntures a pagar ( ) c. Provisão para desvalorização de estoque ( ) w. Caixa ( ) o. d) Consolidação ( ) A empresa transfere parcela de seu patrimônio para outra sociedade. Capital social ( ) t. Para fins de registro do auditor. Coloque “Sup” nas contas que são testadas para superavaliação e “Sub” nas contas que são testadas para subavaliação (teste principal). Despesa antecipada de seguro ( ) y. Despesas de comissão ( ) r. Adiantamento a fornecedores ( ) x. IPI a pagar ( ) f. a CVM faz a seguinte exigência em termos mínimos de número de anos de experiência na execução de serviços de auditoria contados a partir da data do registro em Conselho Regional de Contabilidade. Relacione a coluna da esquerda com a da direita: a) Incorporação ( ) União de duas ou mais empresas para formar uma nova sociedade. . b) Fusão ( ) Agrupamento de DCs de duas ou mais empresas. Depreciação acumulada 14. IPI a recuperar ( ) i. Ações em tesouraria ( ) u. Provisão para férias ( ) n. a) Auditor interno ( ) Controle interno bom b) Auditor externo ( ) Empregado da empresa auditada c) CVM ( ) Órgão fiscalizador do mercado de capitais do Brasil d) CRC ( ) Controle interno ruim e) Audibra ( ) Não é empregado da empresa auditada f) Ibracon ( ) Órgão de registro dos contadores g) Maior volume de testes ( ) Instituto dos Auditores Independentes h) Menor volume de testes ( ) Instituto dos Auditores Internos 12. c) Cisão ( ) Uma empresa é absorvida por outra.5 anos b) 8 anos d) 3 anos 11. Despesas pré-operacionais ( ) m. Receitas não operacionais ( ) v. Vendas no mercado externo ( ) q. Aplicações em debêntures ( ) b. Bancos ( ) g. 13. ( ) a. Assinale com “V”a frase verdadeira e com “F” a frase falsa. PIS a recolher ( ) k. Um dos itens que diferencia o auditor interno do externo é: a) forma de avaliar o controle interno c) forma de se portar na empresa b) volume de testes d) forma de preparar os papéis de trabalho 15. Salários a pagar ( ) j.

As demonstrações contábeis são elaboradas sob a responsabilidade: a) do auditor independente d) do contador b) da administração e) do conselho fiscal c) do auditor interno 19. O relatório do conselho de administração faz parte das demonstrações financeiras. Demonstração do Resultado do Exercício e DOAR. porém de forma limitada. exercício que também será auditado. DVA e Demonstração do Fluxo de Caixa. ( ) b. As contas credoras (passivo e receitas) são testadas para subavaliação. No teste de superavaliação. b) realizar normalmente a auditoria. o auditor parte do razão geral para o documento. e) Balanço Patrimonial. Balanço Social e DOAR. O objetivo principal do auditor externo ou independente é emitir um relatóriocomentário descrevendo os problemas constatados durante o exame de auditoria. 16. DVA e Demonstração do Fluxo de Caixa. ( ) d. Balanço Social e Demonstração do Resultado do Exercício. se os estoques forem relevantes. objeto da opinião de auditores independentes de acordo com a legislação societária: a) Balanço Social. d) Demonstração do Resultado do Exercício. ( ) f. pois o seu irmão não é mais diretor. Um auditor designado para realizar auditoria em uma determinada empresa é irmão de um dos ex-diretores dessa empresa. c) ressalvar as circunstâncias de parentesco no parecer. As contas devedoras (ativo e despesas) são testadas para subavaliação. Estabelecer a forma adequada de realização dos trabalhos e controlar o tempo despendido em sua realização são vantagens fornecidas ao auditor. b) deve ser compartilhada com auditor interno. e) é do auditor independente. enquanto no teste de subavaliação. ( ) e. através: a) da planilha de controle de horas (Time Sheet) b) da revisão dos papéis de trabalho c) do memorando descritivo d) do relatório de auditoria e) do programa de auditoria 20. 18. (AFRF) Assinale a opção que contenha demonstrações divulgadas pelas companhias abertas no Brasil e que devem ser. o procedimento é o inverso.( ) a. . Seu irmão deixou a diretoria no início do ano anterior. c) é do auditor interno. O auditor deve: a) realizar normalmente a auditoria. pois sua competência profissional e experiência garantirão a imparcialidade. para as quais o auditor tem de emitir seu parecer. ( ) c. a responsabilidade do parecer: a) deve ser compartilhada com a administração da empresa. b) Balanço Patrimonial. d) é única e exclusiva do auditor independente. receita ou despesa pode estar superavaliado ou subavaliado. O saldo de qualquer conta de ativo. 17. passivo. obrigatoriamente. (AFRF) Quando um auditor independente utiliza relatórios elaborados pelos auditores internos para concluir seus trabalhos nas áreas de estoque e imobilizado. c) Balanço Patrimonial.

cuidado e zelo. ao estabelecer e documentar seus honorários. De acordo com a NBC P – 1 Normas Profissionais de Auditor Independente. c) avaliação do controle interno. estabelece as seguintes normas: a) competência técnico-profissional. d) competência técnico-profissional. o auditor incorre em infringência ao Código de Ética do Contabilista. d) omite a data de validade da proposta comercial de prestação de serviços. quando: a) determina a forma como os custos de viagens e estadas serão reembolsados. independência. A NBC P – 1 Normas Profissionais de Auditor Independente do CFC. supervisão e imparcialidade. e) declarar-se impedido. 21. cuidado e zelo. cuidado e zelo. entre outras. 22. b) competência técnico-profissional.d) declarar-se impedido. c) fixa honorários com base em estimativa de horas por serem gastas. elementos comprobatórios. e) competência técnico-profissional. cuidado e planejamento. b) omite os tipos de relatórios de auditoria previstos por serem emitidos. pois as circunstâncias ferem a norma da independência. . independência. dependência. pois as circunstâncias ferem a norma da competência profissional. independência. e) define os prazos para realização dos serviços de auditoria contratados.

7. continuidade. 2. a) existência. e) extensão. b) de revisão analítica e substantivos. efetividade. c) substantivos e de cálculo. O objetivo dos testes de observância (ou aderência) é: . c) aumentar o nível planejado de risco de detecção. irregularidade e descontinuidade. inexistência. d) de confirmação e de observância. materialidade. A evidência de auditoria mais apropriada para o auditor certificar-se da existência física de um bem é: a) Inspeção física c) Nota fiscal de compra e) Registro contábil b) Declaração administrador d) Bons controles internos 4. Tais procedimentos abrangem os seguintes testes: a) substantivos e de observância. Os procedimentos de auditoria são um conjunto de técnicas que permitem ao auditor obter evidências ou provas suficientes e adequadas para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações contábeis auditadas. d) inspeção e revisão analítica. Os testes substantivos de auditoria dividem-se nas seguintes categorias: a) testes de eventos subseqüentes e testes de transações e saldos b) testes de observância e testes de circularização de saldos c) testes de amostragem estatística e procedimentos de revisão analítica d) testes de observância e testes de amostragem estatística e) testes de transações e saldos e procedimentos de revisão analítica 8. d) diminuir o nível de risco inerente da área em questão. e) observação e revisão analítica. b) investigação e confirmação. assinale a que não corresponde a um procedimento de auditoria: a) inspeção e conferência de cálculos.EXERCÍCIOS – PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA 1. b) diminuir a extensão dos testes substantivos. c) análise do fluxo de caixa. Na aplicação dos testes de observância. e) aumentar o nível planejado de testes substantivos. b) deficiência. ____________ e ____________ de controles internos. eficiência. c) validade. o auditor deve verificar a _________. A conclusão quanto à ocorrência efetiva de uma transação contábil é um dos objetivos do auditor para a aplicação dos: a) testes de cálculos d) testes substantivos b) testes de observância e) testes de procedimentos c) testes de abrangência 6. Das opções abaixo. 5. continuidade. d) aplicabilidade. relevância. lógica. e) de inspeção e revisão analítica. 3. Ao constatar a ineficácia de determinados procedimentos de controle o auditor deve: a) aumentar a extensão dos testes de controle.

investigação minuciosa. Dinheiro em caixa ( ) j. Despesas de salário ( ) e. solicitando informações dos saldos em aberto existentes nessas empresas em uma determinada data. (AFRF) A confirmação de terceiros implica a obtenção de declaração formal e isenta de pessoas independentes à Cia. continuidade. Apropriação de despesas antecipadas de seguro ( ) p. análise comparativa. Compra de ativo imobilizado ( ) d. “CT” para Confirmação com Terceiros. e) cálculos. b) determinar a adequação de afirmações significativas nas demonstrações contábeis. 10. Pagamentos de empréstimos ( ) c. expressão monetária. Depreciação do ano ( ) q. revisão analítica. entidade. circularização. b) exame dos documentos originais. Duplicatas a receber ( ) f. avaliações críticas de transações. Avaliação de estoques ( ) n.a) observar se os empregados são observadores e competentes b) aderir ao PDV (Plano de Demissão Voluntária) c) investigar se as despesas estão sendo devidamente autorizadas d) comprovar se as compras são habilitadas para pagamento e) verificar se o sistema levantado é o que está sendo utilizado na prática 9. c) determinar a adequação das metas significativas previstas nas demonstrações contábeis. Estoques armazenados na empresa ( ) l. Assinale a opção na qual todos os itens relacionados são procedimentos de auditoria geralmente aceitos: a) exame físico. Compras de matéria-prima ( ) o. investigação e confirmação. ( ) a. revisão analítica. Estoques em poder de terceiros ( ) m. cuja resposta deva ser enviada diretamente aos seus auditores independentes. indagação e avaliação de críticas e cifras. ocorre um procedimento de: a) cálculo d) revisão analítica b) observação e) inspeção c) investigação e confirmação 13. Quais dos procedimentos abaixo não estão relacionados com os exames de confirmação? . A administração de uma entidade envia uma carta às diversas instituições financeiras com as quais se relaciona comercialmente. c) exame da escrituração. Despesas de limpeza ( ) g. Fornecedores a pagar ( ) b. “CC” para Conferência de Cálculos e “ID” para Inspeção de Documentação-suporte. Dinheiro em banco ( ) i. inspeção. conciliações de saldos e inspeções físicas. 12. d) investigação e confirmação. d) avaliar a fidedignidade dos controles mantidos pela administração através de testes documentais. Coloque “IF” para Inspeção Física. observação. Bens do ativo imobilizado ( ) h. inspeção e custo histórico como base de valor. Despesa de propaganda 11. cálculos. verificações matemáticas. Nesse caso. Os testes substantivos têm por finalidade: a) avaliar a eficácia dos controles internos mantidos pela administração da empresa.

a) seleção criteriosa dos itens. 19. d) Análise de variação de preços de produtos entregues pelos fornecedores. b) a existência física do bem da empresa. o auditor efetua a conferência da exatidão de rendimentos de aplicações financeiras de longo prazo considerando as receitas auferidas destas aplicações de acordo com o regime de competência. O pedido de confirmação (circularização) no qual o auditor solicita que o destinatário responda apenas se a informação está errada é usualmente denominado na atividade de auditoria independente: a) Positivo c) Em branco e) Com divergência b) Em preto d) Negativo 16. denomina-se: a) Revisão analítica d) Conferência de cálculo b) Observação e) Inspeção c) Investigação e confirmação . Assinale a opção em que o procedimento de revisão analítica não está associado a clientes. 14. e) Alterações nos preços unitários e taxas de desconto para clientes especiais. nos casos julgados apropriados pelo auditor. A circularização de clientes é um procedimento básico de: a) inspeção d) contingenciamento b) observação e) controle c) investigação e confirmação 17. c) Margem bruta por produto ou por localidade de seus postos de vendas. b) Análise do nível de devoluções e abatimentos por clientes individualmente. 15. d) a existência de duplicatas descontadas. quocientes e outros meios. c) procedimento alternativo de verificação para as respostas de confirmação não recebidas. O procedimento de auditoria de verificação do comportamento de valores relevantes. e) o saldo apresentado pela empresa no cliente. visando identificar tendências ou situações anormais. Esse procedimento de auditoria é denominado: a) inspeção c) observação e) investigação e confirmação b) cálculo d) revisão analítica 18. por serem examinados através do procedimento da confirmação. mediante índices. c) a existência física do documento gerador do fato. b) controle dos pedidos de confirmação por serem despachados aos destinatários. A circularização é um procedimento de auditoria que aplicado à área de contas a receber confirma: a) os cálculos efetuados pelo auditor. e) confirmações obtidas pessoalmente. a) Análise de flutuações de volume ou na quantidade de vendas por produto. d) as respostas do pedido de confirmação devem ser endereçadas à empresa auditada. Normalmente.

. c) contabilize o valor parcial da ação sem uma nota explicativa. Nesta carta. b) contabilize o valor parcial da ação e adicione uma nota explicativa. a posição do auditor é que a empresa: a) contabilize o valor total da ação e adicione uma nota explicativa. e) não contabilize o valor da ação e adicione uma nota explicativa. o advogado mencionava apenas uma ação trabalhista movida por um exfuncionário (autor) contra a empresa auditada (réu). no valor de R$ 500 mil (valor relevante para empresa auditada) e segundo informações do advogado é provável que a empresa auditada perca a ação.20) O auditor independente. Baseado no julgamento do advogado. d) não contabilize o valor da ação e não inclua nota explicativa. durante o exame das demonstrações contábeis. recebeu uma carta de circularização do advogado que presta serviço para empresa auditada.

de de 20 Ao Banco: __________________ Agência: _______________ Endereço: _______________________________________ Atenção: ____________________________ Confirmação de saldos para fins de auditoria Prezados senhores: Por solicitação de nossos auditores WMA Auditores Independentes pedimos a gentileza de informar. Atenciosamente. a posição em 31 de dezembro de 2005.Sas.Rio de Janeiro . Sempre que possível. Almirante Barroso.Confirmação bancária (Resposta) À WMA Auditores Independentes Av.Rio de Janeiro . dos saldos de nossas operações com V. Fulano (Gerente de Auditoria) . favor anexar à sua resposta extratos ou demonstrativos de nossas posições. custódia. Queiram encaminhar sua resposta diretamente aos nossos auditores.Centro . nº 52 . utilizando-se do envelope resposta anexo.17º andar CEP: 20031-000 .RJ A/C: Sr.MODELOS DE CARTA DE CIRCULARIZAÇÃO MODELO 1 . nº 52 . Fulano (Gerente de Auditoria). ou à Av.RJ. Almirante Barroso. CEP 20031-000 ou pelo fax nº (21) 2544-1338 aos cuidados do Sr. inclusive cobranças.Confirmação bancária (PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA AUDITADA) . Solicitamos incluir em sua resposta todas as operações registradas. descontos. no quadro anexo.17º andar . (Nome e cargo do responsável pela empresa auditada) Anexos: Demonstrativo Envelope-resposta Anexo . câmbio e outros.

De: (nome do banco que está sendo circularizado) Data-base : 31/12/2005 Prezados senhores: Para fins de auditoria. Contas correntes Número da conta Saldo R$ 2. Descontos Tipo Promissórias Duplicatas Outras Vencimento final Valor R$ Moeda Saldo ME Saldo R$ 5. fornecemos abaixo as informações solicitadas por nosso cliente NOME DA EMPRESA AUDITADA. 1. Aplicações financeiras Datas Aplicação Resgate Valor R$ Aplicação Resgate Tipo 3. Câmbio Tipo ACC ACE Outros 4. Empréstimos e Financiamentos Datas Saldo R$ Tipo Adiantamento Conta garantida Capital de giro Descrição Nº Moeda base das contrato Início Vencimento R$/UFIR/US$ Principal Encargos garantias .

Custódia Tipo Títulos de aplicação financeira Ações Ouro Outros Saldo R$ (Carimbo) Assinatura . Cobranças Tipo Simples Vinculada Caucionada Saldo R$ 7.Repasse ME Repasse MN 6.

Sas. o especial obséquio de confirmarem ou contestarem diretamente aos nossos Auditores WMA Auditores Independentes. CEP 20031-000 ou pelo fax nº (21) 2544-1338 aos cuidados do Sr.MODELO 2 .Centro . Fulano (Gerente de Auditoria).Sas. de de 20 Ao Cliente: _________________________________________ Endereço: _______________________________________ Atenção: ____________________________ Confirmação de saldos para fins de auditoria Prezados senhores: Para fins de auditoria. conforme detalhado no anexo. solicitamos a V.Confirmação de contas a receber de clientes (PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA AUDITADA) . Favor encaminhar a resposta diretamente aos nossos auditores. Solicitamos também. nº 52 . demonstrar ao lado de cada título. Almirante Barroso.Rio de Janeiro . (Nome e cargo do responsável pela empresa auditada) Anexos: Demonstrativo Envelope-resposta . caso o mesmo já tenha sido liquidado por V.17º andar . subscrevemo-nos. utilizando-se do envelope resposta anexo. ou Av. Atenciosamente. a exatidão do saldo da sua conta constante em nossos registros em 31 de dezembro de 2005.RJ. a data do seu pagamento. Antecipadamente gratos pela sua valiosa cooperação.

nº 52 . Duplicata/ nota fiscal nº Vencimento R$ Anotações Saldo a seu favor Assinatura do cliente . Fulano (Gerente de Auditoria) De: (Nome da empresa informante .RJ A/C: Sr.17º andar CEP: 20031-000 .Rio de Janeiro .Confirmação de contas a receber de clientes (Resposta) . de de 20 À WMA Auditores Independentes Av.Anexo .cliente) Confirmamos o saldo de nossa conta mantida com a EMPRESA AUDITADA em 31 de dezembro de 2005. Almirante Barroso.

Almirante Barroso.Há possibilidade de que a perda ocorra.(s) quanto ao desfecho da lide. Solicitamos a V. ou à Av. mas não é remota. Fulano (Gerente de Auditoria).Sa. Suas respostas devem incluir os assuntos existentes em 31 de dezembro de 2005 e aqueles surgidos no período compreendido entre aquela data e a data de sua resposta.Rio de Janeiro .Sas. (2) Detalhes de quaisquer outras demandas. que estão procedendo ao exame das nossas demonstrações financeiras.Sa. corrigidos monetariamente.MODELO 3 . o especial obséquio de fornecerem.17º andar .Confirmação de advogados (PAPEL TIMBRADO DA EMPRESA AUDITADA) .Existe grande risco de perda.(s) o obséquio de fornecer-lhes as seguintes informações: (1) Uma relação mencionando a natureza e a situação atual de qualquer litígio ou demanda judicial de nosso interesse e a opinião de V. possível ou remota e indicação do montante do principal e encargos. o valor efetivo ou estimado dos honorários e dos custos processuais que serão devidos em caso de sucumbência. CEP 20031-000 ou pelo fax nº (21) 2544-1338 aos cuidados do Sr. Classificação de riscos envolvidos: Provável . Queira(m) informar. de de 20 Ao Advogado:________________________________ _______ Endereço: _______________________________________ Atenção: ____________________________ Informações para fins de auditoria Prezados Senhores: Pela presente. nº 52 . Remota . diretamente aos nossos auditores WMA Auditores Independentes utilizando-se do envelope-resposta anexo.Centro . solicitamos a V. . também. sua classificação de risco em provável.O risco de ocorrência da perda é pequeno. Possível . reclamações ou responsabilidade contingentes (por exemplo: assuntos em que exista a possibilidade de um desfecho que poderá afetar significativamente a posição financeira e os resultados operacionais desta Empresa). as informações relacionadas abaixo.RJ.

WMA Auditores Independentes. nossos auditores. Atenciosamente.(s) tenha(m) conhecimento e que. esperam receber a resposta de V. (4) Ações e reclamações ainda não em trâmite na justiça.Sa. De acordo com a data programada para o término do exame. por ser de interesse dos usuários de tais demonstrações.(s) até 12 de janeiro de 2006. em sua opinião. (Nome e cargo do responsável pela empresa auditada) . firmamo-nos. Qualquer outra informação de natureza semelhante da qual V. deva ser divulgada em nossas demonstrações financeiras. Agradecendo antecipadamente sua atenção.Sa.3.

. e .1). . II – Princípios de controles internos (Marcelo Cavalcanti).treinamento de pessoal.Rotinas internas: definir no manual de organização todas as suas rotinas internas.controle de qualidade. e evidências de execução de procedimentos (assinatura e carimbos). . métodos ou rotinas com objetivo de: . . . e .Acesso aos ativos: limitar o acesso de pessoas e estabelecer controles físicos sobre os ativos.estudos de tempos e movimentos.Segregação de funções: estabelecer que uma mesma pessoa não pode ter acesso aos ativos e aos registros contábeis. São exemplos de controles administrativos (relacionados com a eficiência operacional): . Os dois primeiros objetivos referem-se aos controles internos contábeis e o último aos controles internos administrativos.análises de variações entre os valores orçados e os incorridos. .2.Produzir dados contábeis confiáveis.Proteger os ativos. .Ajudar a administração na condução ordenada dos negócios da empresa.Responsabilidades: estabelecer. .sistema de conferência.5.Capítulo 2 CONTROLES INTERNOS – CONCEITOS E AVALIAÇÃO I – Definição do sistema contábil e de controles internos. as atribuições dos empregados e setores internos da entidade.análises estatísticas de lucratividade. promoção da confiabilidade e tempestividade dos seus registros e demonstrações contábeis. . e da sua eficácia operacional. 820/97 § 11.auditoria interna. . São exemplos controles contábeis: . Ex: formulários (internos e externos) e instruções para preenchimento. e . aprovação e autorização.controles físicos sobre ativos. Definição de Marcelo Cavalcanti: É o conjunto de procedimentos. (Res.segregação de funções. de preferência por escrito. . Compreende o plano de organização e o conjunto integrado de métodos e procedimentos adotados pela entidade na proteção do seu patrimônio.

Ex: Estabelecer limites de alçada (compras ou vendas).  1.2). e  os procedimentos de controle adotados pela administração da entidade. . por seus valores corretos e dentro do período de competência. para efeitos internos e externos. oportunidade e extensão da aplicação dos procedimentos de auditoria. 1. se existente. 820/97 § 11. porém.2. a natureza da documentação.Confronto dos ativos com os registros: estabelecer procedimentos de forma que seus ativos sejam confrontados com registros contábeis periodicamente. 2. 1. (Res.2.2. os sistemas de informação contábil.5 e § 11. III – Avaliação do Sistema Contábil e de Controles Internos O auditor deve efetuar o estudo e a avaliação do Sistema Contábil e de Controles Internos da entidade.Auditoria interna: verificar se os empregados estão cumprindo as normas e avaliar a necessidade de alteração do controles internos. 820/97 § 11.. considerando: (Res. em face dos sistemas de informatização adotados pela entidade. as áreas de risco da auditoria.  A avaliação do ambiente de controle existente deve considerar: a definição de funções de toda a administração.Amarrações do sistema: estabelecer que somente os registros autorizados sejam registrados. 2.  o ambiente de controle existente na entidade. A avaliação do Sistema Contábil e de Controles Internos pelo auditor deve considerar os seguintes aspectos: (Res.5.5.3). as políticas de pessoal e a segregação de funções. A administração da entidade é responsável pelo Sistema Contábil e de Controles Internos. e o sistema de controle da administração. A avaliação dos procedimentos de controle deve considerar: . 2.6).Custo do controle x benefícios: o custo do controle não deve ser superior aos benefícios proporcionados por ele. § 11. 3.2. 2. o grau de descentralização de decisão. a estrutura organizacional da entidade e os métodos de delegação de autoridade e responsabilidade. o tamanho e a complexidade das atividades da entidade. o auditor deve efetuar sugestões objetivas para seu aprimoramento. o processo decisório adotado na entidade.2.5.5. como base para determinar a natureza. e 3. decorrentes de constatações feitas no decorrer do seu trabalho. . 1.5. se existente.4. 820/97 § 11. 3. o grau de envolvimento da auditoria interna. adotado pela administração da entidade. incluindo as atribuições da auditoria interna. .

Se o empregado desviasse o dinheiro antes .empregados não são adequadamente instruídos com relação às normas internas. Embora a empresa tenha um excelente sistema de controle interno.1. alteração. e . para fins internos ou externos. As informações são obtidas das através de: . 2. o sistema de aprovação e a guarda de documentos. São registradas pelos auditores em: . a elaboração. V – Limitações dos controles internos (Marcelo Cavalcanti). 5.inspeção física de documentos. a revisão e a aprovação de conciliações de contas. Esse desfalque seria descoberto confrontandose a conta clientes com a conta caixa.manuais internos.Temporário: empregado apossa-se de um bem da empresa e não altera os registros contábeis. 1. os controles adotados sobre as contas que registram as principais transações da entidade.conluio de empregados.questionários. a adoção de sistemas de informação computadorizados e os controles adotados na sua implantação. a comparação dos dados realizados com os dados projetados. e 6. estoques etc. 4. a comparação de dados internos com fontes externas de informação. O empregado desvia dinheiro de uma duplicata recebida de clientes após o registro contábil do recebimento. Esse desfalque poderia ser descoberto através do confronto dos ativos com os registros contábeis.fluxograma.entrevistas com empregados. o auditor externo deve efetuar procedimentos mínimos de auditoria. . os procedimentos de inspeções físicas periódicas em ativos da entidade. 1. . 2. VI – Desfalques temporários e permanentes (Marcelo Cavalcanti). 3. São principalmente com relação a: . . mas não altera os registros contábeis. e . 3. e .empregados negligentes na execução de tarefas. a limitação do acesso físico a ativos e registros. a sistemática revisão da exatidão aritmética dos registros. .memorandos. as normas para a elaboração de DCs e quaisquer outros informes contábeis e administrativos. IV – Levantamento do sistema de controle interno. Exemplos:   O empregado desvia um bem qualquer da empresa (dinheiro em caixa. acesso a arquivos e geração de relatórios.).

Cuidado: O Sistema Contábil e de Controles Internos é de responsabilidade da administração e não do auditor interno ou externo. o desfalque poderia ser descoberto mediante confirmação com cliente. . O empregado desvia um determinado ativo e debita despesa no resultado. .do registro contábil. Exemplos:   O empregado responsável pelos recebimentos de clientes e pelos registros contábeis de vendas e recebimentos: ele desvia um recebimento de vendas a prazo e baixa a duplicata correspondente contra receita de vendas no resultado.Permanente: empregado apossa-se de um bem da empresa e altera os registros contábeis.

d) apenas a afirmação III é correta. tendo em vista que o auditor tem acesso aos extratos bancários da empresa auditada. b) do auditor interno d) do setor contábil 6. Coloque “CC” para Controle Contábil e “CA” para Controle Administrativo: ( ) a. treinamento de pessoal ( ) e. o auditor terá que emitir parecer com ressalva. a) Controle das atividades c) Risco de auditoria e) Avaliação de risco b) Informação e comunicação d) Monitoração . estudos de tempos e movimentos ( ) b. Quanto aos procedimentos de auditoria pode-se afirmar que: I. controle de contratos de compras assinados. 2. controles físicos sobre os ativos ( ) g. Não há necessidade de enviar cartas de solicitação de saldos aos bancos. mas. Indique o componente abaixo que não está relacionado com a estrutura de controle interno de uma entidade. b) apenas a afirmação I é correta.C. e) apenas as afirmações II e III são corretas. análises das variações entre valores orçados e realizados ( ) d. segregação de funções ( ) c. auditoria interna 5. a) todas as afirmações são incorretas. III.F. (ICMS / RJ) O trabalho do auditor interno tem por finalidade: a) a verificação da fidelidade das informações b) servir ao interesse de terceiros c) emitir parecer d) avaliar o cumprimento das normas e procedimentos internos e) absoluta imparcialidade e total independência no trabalho 4. ainda não realizados economicamente ( ) h. Os testes de auditoria são realizados por amostragem. Caso os fornecedores da empresa auditada não respondam às cartas de solicitação de saldos. II. O sistema contábil e de controles internos é de responsabilidade: a) do auditor externo c) da administração da empresa e) do C. O principal objetivo do auditor independente na avaliação do controle interno é: a) observar se os empregados são competentes c) verificar se não houve roubo b) estabelecer o volume de testes de auditoria d) determinar se a empresa é lucrativa 3. c) apenas a afirmação II é correta. sistema de conferência ( ) f. sendo que o tamanho da amostra depende da avaliação do controle interno da empresa pelo auditor.EXERCÍCIOS – CONTROLES INTERNOS 1.

7. Quando um auditor eleva o nível de risco de controle, porque determinados procedimentos de controle do cliente mostraram-se ineficientes, ele deve: a) aumentar o nível de risco inerente. d) efetuar testes alternativos de controle. b) estender os testes de controle. e) aumentar o nível de testes substantivos. c) aumentar o nível de risco de detecção. 8. A implantação e a implementação de uma estrutura de controles internos efetiva mediante a definição de atividades de controles para todos os níveis de negócios da instituição; o estabelecimento dos objetivos e procedimentos pertinentes aos mesmos; e a verificação sistemática da adoção e do cumprimento desses procedimentos são de responsabilidade da(o): a) CVM c) Diretoria da Instituição e) CFC b) Auditoria externa d) BACEN 9. No processo de avaliação do sistema contábil e de controles internos, o auditor pode constatar necessidades de aprimoramentos. Nessa circunstância, o auditor independente: a) não deve fazer sugestões de maneira formal, tão-somente verbal b) pode efetuar sugestões relevantes para o aprimoramento do sistema c) está impedido de efetuar sugestões de qualquer espécie d) não pode efetuar sugestões, sob pena de perder a independência e) deve efetuar sugestões objetivas para tais aprimoramentos 10. A estrutura organizacional da entidade e os métodos de delegação de autoridade e responsabilidade devem ser considerados pelo auditor independente na: a) avaliação dos procedimentos de controle b) avaliação da continuidade operacional c) avaliação do ambiente de controle d) verificação das transações com partes relacionadas e) verificação das contingências trabalhistas 11. O conceito de responsabilidade para fins do controle interno representa: a) a conferência de todos os cálculos b) limitar o acesso de funcionários aos ativos da empresa c) estabelecer os fluxos internos de documentos d) definir as atribuições de cada funcionário 12. Representa um dos objetivos do princípio de responsabilidade: a) identificar funcionários omissos na execução de seus deveres b) tornar mais racional a linhas de produção da fábrica c) determinar as necessidades internas de treinamento de pessoal d) captar maior volume de recursos junto ao mercado financeiro 13. A aprovação da aquisição de um bem representa: a) evidenciar que o bem chegou na empresa b) autorizar o gasto com a compra do bem c) indicar que a nota fiscal do fornecedor concorda com a ordem de compra d) programar a nota fiscal do fornecedor para pagamento 14. O procedimento de cotar preços junto aos fornecedores é efetuado pela seguinte área:

a) recepção c) compras b) controladoria d) financeiro

15. O procedimento de certificar a prestação de um serviço representa: a) evidenciar que o serviço foi efetivamente prestado b) processar a aquisição c) liberara a nota fiscal do fornecedor para pagamento d) indicar a data que a nota fiscal do fornecedor deverá ser paga 16. O processo de habilitar a nota fiscal do fornecedor para pagamento representa: a) conferir fisicamente os bens b) atestar que o serviço foi prestado c) conferir a nota fiscal do fornecedor e confrontá-la coma ordem de compra ou contrato d) estimar a data de pagamento da nota fiscal do fornecedor 17. O procedimento de programação financeira representa: a) conferir fisicamente o bem b) processar a aquisição c) liberar a nota fiscal do fornecedor para pagamento d) providenciar e/ou reservar recursos para o pagamento da nota fiscal do fornecedor 18. (AFRF) Na auditoria das demonstrações contábeis, o auditor deve efetuar o estudo e avaliação do sistema contábil e de controles internos da entidade, com a finalidade principal de: a) determinar a natureza, oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria b) verificar se os sistemas funcionam da forma como estão previstos c) proporcionar a emissão de relatórios de recomendação de melhorias requeridas d) constatar pontos fracos e ineficiências que possam gerar fraudes e erros e) proporcionar conhecimentos básicos sobre a empresa e sua organização 19. (ICMS / RS) Para fins de controle interno, a segregação de funções consiste: a) em estabelecer que um mesmo empregado não pode ser responsável pelas compras e pelas finanças da empresa b) em estabelecer que um mesmo empregado não pode ser responsável pelas compras e pelas contas a pagar da empresa c) em estabelecer que um mesmo empregado não pode ser responsável pelas finanças e pelas contas a pagar da empresa d) em estabelecer que um mesmo empregado não pode ter acesso aos ativos e aos registros contábeis da empresa e) no ato de segregar empregados com um grau de qualificação e habilidade para o cargo que ocupam na empresa 20. Indique com “T” se o desfalque for temporário e com “P” se for permanente. ( ) a. O empregado inclui um empregado fictício na folha de pagamentos, apodera-se do envelope de salário desse empregado e posteriormente faz o lançamento contábil da folha de pagamento (débito de despesa de salário e crédito em bancos).

( ) b. O empregado, responsável pelo pagamento aos fornecedores, efetua um desfalque na empresa, apagando o nome do fornecedor beneficiário do cheque e colocando seu nome. ( ) c. O empregado, responsável pela custódia dos talonários de cheques em branco, efetua um desfalque na empresa, falsificando as assinaturas (são exigidas duas assinaturas) em um cheque. ( ) d. O empregado rouba matéria-prima e faz lançamento contábil debitando a conta de despesa de material de escritório e creditando a conta de matéria-prima.

21. Em relação aos princípios de controles internos, relacione a coluna da esquerda com a da direita: a) Responsabilidades b) Rotinas internas () () limitar o acesso de pessoas e estabelecer controles físicos sobre os bens. estabelecer procedimentos de forma que seus ativos sejam confrontados com registros contábeis periodicamente. estabelecer, de preferência por escrito, as atribuições dos empregados e setores internos da entidade. estabelecer que uma mesma pessoa não pode ter acesso aos ativos e aos registros contábeis. estabelecer que somente os registros autorizados sejam registrados, por seus valores corretos e dentro do período de competência. verificar se os empregados estão cumprindo as normas e avaliar a necessidade de alteração do controles internos. o custo do controle não deve ser superior aos benefícios proporcionados por ele. definir no manual de organização todas as suas rotinas internas. Ex: formulários

c) Acesso aos ativos

()

d) Segregação de funções e) Confronto dos ativos com os registros f) Amarrações do sistema

() ()

()

g) Auditoria interna h) Custo do controle x benefícios

() ()

manual. DCs ou outros documentos fornecidos pela entidade.1. desde que avalie sua consistência e se satisfaça com sua forma e conteúdo.cópias de documentos importantes.cartas de confirmação de terceiros (circularização). organizados e arquivados de forma sistemática e racional. e .7 e IT 02). Quando o auditor utilizar análises. a natureza. 820/97 § 11.Programa de auditoria: Orientar e controlar execução dos exames de auditoria. III – Documentação da auditoria (Res. É o conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coligidas pelo auditor que constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião. Finalidade: .ajudar no trabalho da próxima auditoria. bem como o julgamento do auditor e as conclusões alcançadas. . . .facilitar a revisão.3.Capítulo 3 PAPÉIS DE TRABALHO – CONCEITOS E TÉCNICAS DE PREPARAÇÃO I – Definição de papéis de trabalho (PT ou WP). oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria. . deve certificar-se da sua exatidão. o auditor pode usar quaisquer documentos preparados ou fornecidos pela entidade. 820/97 § 11. e . compreendendo a documentação do planejamento. (Res.2.evitar que sejam omitidos procedimentos importantes. .Outros papéis de trabalho: . Isto é. Papéis de trabalho (PTs) – documentar todos os elementos significativos dos exames realizados e que evidenciam ter sido a auditoria executada de acordo com as normas. Os PTs devem:  ter abrangência e detalhes para o entendimento e o suporte da auditoria executada. .  ser elaborados.fundamentar sua opinião (principal).1).padronizar os procedimentos de auditoria de uma organização. II – Tipos de papéis de trabalho. .outros meios. e . .meios eletrônicos.servir de prova.servir como avaliação dos auditores. . . Preparados de forma: .Papéis elaborados pelo auditor: Registrar os procedimentos previstos no programa. em caso de justiça.

informações sobre o setor de atividades. informações sobre a estrutura organizacional e legal da entidade. por parte do auditor. cópias de documentos legais. cópias das demonstrações contábeis. registro da natureza. conclusões do auditor acerca de aspectos significativos. movimentação e saldos de contas. . análises de tendências. evidências do entendimento. 5. oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria e seus resultados. 3. 9. IV – Natureza dos papéis de trabalho. incluindo programas de auditoria e quaisquer mudanças nesses programas. coeficientes. além de outros. assinadas pela administração da entidade e pelo contabilista responsável. cartas de responsabilidade da administração. do sistema contábil e de controle interno. 2. índices e outros indicadores significativos. Corrente . . 12. 10. e sua concordância quanto à sua eficácia e adequação. 7. análises de transações. 4. 13. contratos e atas. evidências de avaliação e conclusões do auditor e revisão sobre o trabalho da auditoria interna. Permanente . incluindo o modo como foram resolvidas ou tratadas questões não-usuais.São os que contêm informações relacionadas com a organização e atividades da empresa. evidências de que o trabalho executado pela equipe técnica foi supervisionado e revisado. .Utilizados em mais de um exercício social.Utilizados em apenas um exercício social.Os papéis de trabalho. 8. incluem: 1. ambiente econômico e legal em que a entidade opera. indicação de quem executou e revisou os procedimentos de auditoria e de quando o fez. 6. e 14. V – Técnicas de elaboração de papéis de trabalho. e do parecer e relatórios do auditor. quocientes. evidências do processo de planejamento. 11.São os que contêm as informações relacionadas com o tipo de auditoria em execução.

. não as divulgando. .2).1). ser postos à disposição da entidade. (Res. .teste (Ex: recálculo de depreciação). por escrito.As principais técnicas são:  se manual.2 e IT 02).Reclassificação: quando não ocorre uma variação do patrimônio da empresa. sob nenhuma circunstância. VII – Folha de ajuste. .área do balanço (Ex: imobilizado).6. .conclusões alcançadas. (Res. .3). O auditor. 820/97 § 11. 821/97 § 1. deve ser escriturado a lápis (preto).5. salvo quando houver obrigação legal de fazê-lo. . contendo.o nome da empresa auditada. 821/97 § 1. Papel de trabalho onde o auditor elabora lançamentos extracontábeis. .codificação.6.Propriedade: exclusiva do auditor. a partir da data de emissão de seu parecer.Ajuste: quando ocorre uma variação do patrimônio da empresa.3.1.assinatura da pessoa que preparou e do revisor. O auditor deve assegurar o sigilo relativamente às informações obtidas durante o seu trabalho na entidade auditada. O auditor somente deverá divulgar a terceiros informações sobre a entidade auditada ou sobre o trabalho por ele realizado caso seja autorizado. (Res.descrição dos procedimentos efetuados. (Res. . deverá fornecer as informações que forem julgadas necessárias ao trabalho do auditor independente que o suceder. . sem autorização expressa da entidade. 821/97 § 1. as quais serviram de base para a emissão do último parecer de auditoria por ele emitido. pela administração da entidade. quando previamente autorizado por escrito. com poderes para tanto.a data-base de exame. de forma clara e objetiva. VI – Propriedade e período de guarda dos papéis de trabalho. pela entidade auditada. sob pena de infringir o sigilo profissional. e .objetivo do papel de trabalho. . Partes ou excertos destes podem. a critério do auditor. a fim de que as DCs reflitam adequadamente a situação da companhia. responsável por sua guarda e sigilo.Período de guarda: cinco anos.  comentários concisos e com redação clara e compreensível.  deve conter: . os limites das informações a serem fornecidas. .

.Exemplo: Resumo das diferenças encontradas durante o serviço de auditoria.

são de sua propriedade exclusiva. c) 5 anos a partir da data da emissão de seu parecer.EXERCÍCIOS – PAPÉIS DE TRABALHO 1. pois registram dados confidenciais relativos a suas atividades b) do auditor e da empresa auditada c) pública d) exclusiva e confidencial do auditor e) da diretoria da empresa auditada 2. f) 5 anos em relação aos pareceres sem ressalva ou com ressalva e de 3 anos em relação aos pareceres adversos ou com abstenção de opinião. em muitos casos a descrição dessas provas. e) 3 anos em relação aos pareceres adversos ou com abstenção de opinião. (Auditor / RS) Por PAPÉIS DE TRABALHO entende-se o conjunto de formulários e documentos que contém as informações e apontamentos coligidos pelo auditor. que constituem o testemunho do trabalho executado e fundamento da opinião expressa pelo auditor independente. contados a partir da data da publicação de seu parecer. Na primeira linha da parte superior dos papéis de trabalho deve constar: a) a data-base do exame d) os comentários b) o nome da empresa auditada e) as observações c) as explicações dos tiques . e têm como principal objetivo: a) servir de elemento de prova para registro no departamento contábil b) acumular as provas necessárias para dar suporte ao parecer do auditor c) evitar desperdícios e erros d) controle dos compromissos assumidos pelo auditor e) cobrar os honorários 5. contados a partir da data da publicação de seu parecer. as provas por ele realizadas e. (ICMS / RS) O auditor independente deve conservar em boa guarda toda a documentação. Os PAPÉIS DE TRABALHO são de propriedade: a) da empresa auditada. relatórios e pareceres. A finalidade principal dos papéis de trabalho é: a) fornecer dados para a empresa elaborar as demonstrações contábeis b) ajudar o auditor independente no preparo das demonstrações contábeis e do relatório da administração c) registrar as evidências obtidas durante a execução do serviço de auditoria d) auxiliar a empresa na maximização de seus lucros 3. papéis de trabalho. b) 3 anos a partir da data da publicação de seu parecer. 4. d) 5 anos a partir da data da publicação de seu parecer. no decurso do exame. correspondência. relacionados com os serviços realizados pelo prazo de: a) 3 anos a partir da data da emissão de seu parecer. (CRC – RJ/99) Os papéis de trabalho consistem no conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coletadas pelo auditor externo.

Os papéis de trabalho permanentes são utilizados em: a) um exercício social d) mais de um exercício social b) dois exercícios sociais e) quatro exercícios sociais c) três exercícios sociais 9. 12. O objetivo principal de codificar e referenciar os papéis de trabalho é: a) levantar pontos para o relatório-comentado d) avaliar os auditores b) estabelecer o planejamento de auditoria e) dificultar o entendimento c) facilitar de imediato a identificação das informações 8. Assim sendo: a) devem ser entregues à empresa auditada. exceto: a) informações sobre a estrutura organizacional e legal da entidade. durante uma auditoria. Você está. consultando o exame do patrimônio líquido do exercício auditado da Empresa. c) servir de base para avaliação individual do desempenho do auditor. Está. 7.6. d) evidências de avaliação dos saldos bancários dos acionistas. Consiste em uma das vantagens de utilização de símbolos (ticks). movimentação e saldos de contas. nos papéis de trabalho do auditor: a) facilitar o estudo e a avaliação dos controles internos. c) evidências de avaliação dos riscos de auditoria. Os papéis de trabalho são o conjunto de documentos que evidenciam o trabalho do auditor independente. para justificar o parecer emitido e os honorários cobrados. d) determinar se o serviço foi realizado de forma adequada e eficaz. consultando um papel de trabalho: a) corrente d) do patrimônio líquido b) permanente e) das DCs c) de revisão analítica 11. a fim de obter detalhes de saldos de contas. . São exemplos de papéis de trabalho permanentes. e) análise de transações. b) facilidade de revisão e eliminação de repetição de explicações. ao término do trabalho. exceto: a) relação com assinatura dos principais diretores b) contrato social da entidade c) estatuto social d) exame do contas a pagar do exercício auditado e) descrição dos negócios 10. Representa um dos objetivos do programa de auditoria: a) aumentar a lucratividade da empresa auditada b) padronizar os procedimentos dos auditores de uma mesma empresa de auditoria c) melhor a disposição física das máquinas na fábrica d) estabelecer uma estrutura organizacional mais adequada para a empresa auditada 13. e) servir de fonte de informações para consultas. b) devem ser entregues à CVM para revisão e aprovação. portanto. Além de outros mais específicos. b) cópias ou excertos de documentos legais. os papéis de trabalho devem incluir.

( ) a. (AFRF) Assinale a opção que não se relaciona com os papéis de trabalho utilizados pelo auditor no transcorrer dos seus trabalhos: a) os papéis de trabalho são o conjunto de documentos e apontamentos do auditor. são de propriedade da empresa auditada. b) os papéis de trabalho devem incluir todos os dados pertinentes. 17. II e III e) I. sem erros de matemática e objetivos. IV – Cópias de contratos bancários de financiamentos a longo prazo V – Análise da declaração de imposto de renda da pessoa jurídica. corretos e elaborados de forma sistemática e racional. Patrimônio líquido ( ) d. e) não são de propriedade do auditor. claros e corretos. III e V b) I. IV e V 15. mas ficam à disposição da CVM.c) são de sua propriedade. Com base nesta afirmação. 16. claros. d) são de propriedade da empresa auditada. inclusive os irrelevantes. Assinale a opção que contém os itens que correspondem aos papéis de trabalho do auditor que devem corretamente fazer parte da pasta corrente. limpos. sendo também responsável pela sua guarda e sigilo. para adequação da provisão do imposto de renda. (AFRF) Os papéis de trabalho devem seguir um padrão definido e claro. c) os papéis de trabalho devem ser limpos. por serem confidenciais. assinale a opção que não se constitui numa regra básica que deve ser observada na elaboração dos papéis de trabalho. seguradoras e contas mantidas no exterior. II e IV c) III. Caixa e bancos ( ) b. fornecedores. Contas a receber ( ) c. II – Anotações do inventário físico de estoques. claros e evidenciar a obediência às normas de auditoria. III – Confirmações de saldos referentes a bancos. e) os papéis de trabalho contém informações e provas coligidas pelo auditor. 14. d) os papéis de trabalho devem ser concisos. d) os papéis de trabalho devem ser mantidos em arquivo por 5 anos. claros. e) os papéis de trabalho devem ser limpos. Indique com “C” se o papel de trabalho for Corrente e com “P” se for Permanente. (Auditor / RS) Examine atentamente os itens abaixo e cumpra a instrução dada logo a seguir: I – Anotações da comparação dos balanços dos últimos 3 anos para acompanhar a tendência de dados da empresa. IV e V d) II. b) os papéis de trabalho. advogados. c) os papéis de trabalho constituem a evidência do trabalho executado pelo auditor. e ainda sem erros matemáticos. a) os papéis de trabalho devem ser limpos. Revisão analítica . Estatuto social ( ) e. mas ficam à disposição da CVM e da Receita Federal. a) I.

são de propriedade da empresa auditada. ( ) d. O auditor elabora lançamentos extracontábeis e os registra no papel de trabalho das demonstrações contábeis. a fim de que estas reflitam adequadamente a situação da companhia. pelo prazo de 5 anos. Para as frases abaixo relacionadas. Cópia do Manual de Contabilidade ( ) h. ( ) f. A provisão para devedores duvidosos estava insuficiente. por serem confidenciais. ( ) a. 19. os papéis de trabalho. ( ) h. As vendas dos últimos dias do final de ano foram contabilizadas no exercício social seguinte. A empresa não contabilizou os juros devidos referentes às aplicações financeiras de curtíssimo prazo. indique com “A” se o lançamento for de ajuste e com “R” se for de reclassificação. podem ser classificados em permanentes ou correntes. ( ) e. julgue os itens seguintes: ( ) a. A empresa superavaliou a provisão para o imposto de renda. (Estilo – UNB) Os papéis de trabalho são o conjunto de documentos e apontamentos com informações e provas coligidas pelo auditor que constituem a evidência do trabalho executado e o fundamento de sua opinião.( ) f. . ( ) c. ( ) d. ( ) g. ( ) b. Uma despesa de manutenção de máquinas foi classificada no balanço patrimonial. segundo as informações que contêm. ( ) b. Acerca deste assunto. Uma despesa com encargos sociais foi registrada erroneamente no grupo de despesas não operacionais. ( ) c. contados a partir da data de emissão do parecer. Cópia de contratos de financiamentos a longo prazo ( ) g. As matérias-primas foram classificadas indevidamente no grupo do ativo imobilizado. Os juros a pagar sobre empréstimos em moeda estrangeira foram classificados na conta de fornecedores a pagar. o estatuto ou contrato social são exemplos de papéis de trabalho correntes. Descrição dos negócios em que a empresa auditada atua 18. para fins de fiscalização do exercício profissional. devem ser guardados.

Assim que o tiroteio começa.2). o auditor decidir que deve mudar algum procedimento ou seguir outra linha de trabalho. a fim de que este cumpra integralmente as suas finalidades dentro das normas científicas da contabilidade e da técnica de auditoria”. especialmente os seguintes: 1. Dwight Eisenhower I – Definição de planejamento de auditoria. 820/97 § 11. deve ter uma certa flexibilidade se. O planejamento deve considerar todos os fatores relevantes na execução dos trabalhos. os fatores econômicos. a fim de determinarem-se a natureza. O auditor deve planejar seu trabalho consoante as Normas Profissionais do Auditor Independente e de acordo com os prazos e demais compromissos contratualmente assumidos com a entidade. De acordo com Lopes de Sá: “Plano de auditoria ou planejamento de auditoria significa tarefa preliminar traçada pelo auditor que se caracteriza pela previsão dos trabalhos que devem ser executados em cada serviço.2. oportunidade e extensão dos procedimentos de auditoria. o conhecimento detalhado das práticas contábeis adotadas pela entidade e as alterações procedidas em relação ao exercício anterior. 4. as práticas operacionais da entidade e o nível geral de competência de sua administração.1). . 820/97 § 11. a existência de entidades associadas.1. 1. II – Fatores relevantes na execução dos trabalhos (Res. (Res. quer pela complexidade de suas atividades. O planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre as atividades. para as diversas contas do balanço patrimonial e da demonstração de resultado.Capítulo 4 PLANEJAMENTO DE AUDITORIA "Antes da batalha o planejamento é tudo. o conhecimento detalhado do sistema contábil e de controles internos da entidade e seu grau de confiabilidade.1. quer pelo volume de transações. a natureza. O plano. filiais e partes relacionadas.2.2. planos são inúteis". durante a execução dos trabalhos. ainda. O planejamento deve considerar a execução em primeiro lugar das áreas de controle interno e revisão analítica. a legislação aplicável. os riscos de auditoria e a identificação das áreas importantes da entidade. 3. 2.3). (Res. 820/97 § 11.1. a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados.

2. exame da adequação dos saldos de encerramento do exercício anterior com os saldos de abertura do exercício atual. deve prever a orientação e a supervisão do auditor.2. detalhando a natureza.1. especialistas e auditores internos. Quando for realizada uma auditoria pela primeira vez na entidade.5.1. 3. identificação de fatos relevantes que possam afetar as atividades da entidade e sua situação patrimonial e financeira. 6.1. verificação se as práticas contábeis adotadas no exercício atual são uniformes com as adotadas no exercício anterior.8). O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programas de trabalho por escrito. IV – Inexistência de auditoria anterior ou DCs examinadas por outros auditores (Res. a necessidade de atender prazos estabelecidos por entidades reguladoras ou fiscalizadoras e para a entidade prestar informações aos demais usuários externos.Documentação do planejamento (Res. e 7. relatórios e outros informes a serem entregues à entidade. 820/97 § 11. o conteúdo e a oportunidade dos pareceres. que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos executados.4 até 11. o planejamento deve contemplar os seguintes procedimentos: 1. O planejamento da auditoria. revelados ou não revelados. identificação de relevantes eventos subseqüentes ao exercício anterior. a natureza.2. de alguma maneira. . obtenção de evidências suficientes de que os saldos de abertura do exercício não contenham representações errôneas ou inconsistentes que. 820/97 § 11. 2. de forma a servir como guia e meio de controle de sua execução. 4. e 5. ou quando as demonstrações contábeis do exercício anterior tenham sido examinadas por outro auditor. distorçam as demonstrações contábeis do exercício atual. o uso dos trabalhos de outros auditores independentes. oportunidade e extensão dos procedimentos que serão aplicados. quando incluir a designação de equipe técnica. III . O planejamento e os programas de trabalho devem ser revisados e atualizados sempre que novos fatos o recomendarem.9).

explicações das variações (orçado x real).V – Como adquirir conhecimentos sobre a empresa auditada (Marcelo Cavalcanti) O auditor deve analisar as seguintes áreas: Financeira: .principais investimentos. Contábil . .estoques obsoletos ou com baixa rotatividade. . . .alterações no contrato social ou estatuto. .único fornecedor.aquisições e baixas de bens do imobilizado. . .processos judiciais.elaboração das DCs.existência de contas em atraso (recebimento e pagamentos). .políticas de garantias de produtos. avaliação e remuneração.situação do orçamento (orçado x real). Operações e PCP: .situação dos livros fiscais. Suprimentos (compras): . . .projeções até o final do exercício social.estrutura organizacional. . Vendas: .planejamento de inventário físico. Orçamentária: .adoção dos princípios contábeis.dificuldade de importação. treinamento.sistema de compras. . .se as análises das contas estão sendo preparadas.limite de aprovação das vendas (análise de crédito).comportamento do fluxo de caixa. . . .máquinas paradas e obsoletas.market-share da empresa e de seus produtos.limite de alçada das compras. Pessoal: . Fiscal e Legal: . . .política de propaganda.políticas de admissão. .

levantamento e avaliação do sistema de controle. .atualização da pasta permanente.testes de compras de bens do ativo imobilizado.resumo de atas.VI – Áreas que o auditor poderia efetuar procedimentos de auditoria na visita preliminar. . .revisão analítica das DCs intermediárias. . e . . .testes das receitas e despesas acumuladas até a data da visita preliminar.

c) processo fiscal contra a empresa. 6. 2. O planejamento de auditoria deve considerar todos os fatores relevantes na execução dos trabalhos. c) uso do trabalho de especialistas. 3. ( ) b. Nas áreas onde o controle interno é ruim. O estudo da área orçamentária poderia levar o auditor a detectar o seguinte problema: a) ausência de um efetivo controle sobre as despesas. ( ) e. b) despesas muito acima do previsto. Um bom sistema de controle interno reduziria o risco da existência de um erro nas demonstrações contábeis. o auditor externo deve ponderar menor número de horas e melhor qualidade. c) verificar se a diretoria é competente. Levantar os problemas da empresa de imediato é um dos objetivos que levam o auditor externo a planejar maior volume de horas nas auditorias preliminares. filiais e partes relacionadas.EXERCÍCIOS – PLANEJAMENTO 1. ( ) d. d) prevenção de fraude e erro. d) aumentar o market-share. 5. poderia ser detectado o seguinte: a) problemas de liquidez da empresa. b) necessidade da constituição de uma provisão de juros para atender a dívidas em atraso com fornecedores. b) aumentar a lucratividade da empresa. d) atraso no preparo das análises de contas. ( ) g. b) existência de entidades associadas. O auditor externo faz maior volume de testes nas áreas onde a revisão analítica indica uma situação normal. ( ) a. Marque com “V” a frase verdadeira e com “F” a frase falsa. o auditor externo faz menor volume de testes. ( ) c. Um dos objetivos principais do planejamento de auditoria é: a) conhecer a empresa a ser auditada. 4. ( ) f. Pela leitura da pasta permanente. No estudo da área contábil. . As empresas normalmente encerram o exercício social em julho de cada ano. c) política para conseguir novos mercados para os produtos da empresa não é adequada. e) grau de confiança dos sistemas de controles internos. Assinale a opção que não se constitui em fator relevante para o planejamento de auditoria: a) riscos de auditoria. c) mudança no estatuto da empresa. No planejamento de auditoria. principais contratos e práticas contábeis da empresa auditada. d) existência de máquinas obsoletas. o auditor pode obter conhecimento sobre a forma de organização. b) empréstimos a longo prazo classificados no passivo circulante. d) erro de correção monetária sobre ativo permanente. O estudo da área financeira poderia determinar o seguinte tipo de problema: a) baixa qualidade dos produtos vendidos.

A apreciação da área de operações da empresa poderia levar o auditor a perceber o seguinte problema: a) alta variação na taxa de câmbio e o conseqüente aumento do endividamento da empresa. os programas de trabalho devem ser detalhados. A análise da área legal poderia levar o auditor a detectar o seguinte problema: a) mudança do controle acionário da empresa e a necessidade de divulgação em nota explicativa. c) o gerente financeiro não é competente. b) a percentagem do custo das vendas em relação às vendas melhorou em comparação com o exercício social anterior. O estudo da área de vendas poderia levar o auditor a detectar o seguinte problema: a) falta de conservação do meio ambiente. d) a empresa não está cumprindo as exigências de segurança. d) a empresa não de adaptou à nova legislação do imposto de renda. oportunidade e extensão. em relação ao planejamento de auditoria. b) variação anormal entre as compras orçadas e as incorridas. poderia ser detectado o seguinte problema: a) os fiscais da Receita Federal multaram a empresa. 9. d) os empregados não estão sendo treinados adequadamente. c) falta de escrituração do livro de apuração do lucro real. b) falta de provisão para planos de demissões voluntárias de empregados. 8. 12. detalhando o que for necessário à compreensão dos procedimentos que serão aplicados. julgue os itens seguintes: ( ) a. b) a empresa está perdendo mercado de seus produtos para outros concorrentes. No estudo da área fiscal poderia deixar em evidência o seguinte problema: a) a empresa mudou o método de avaliar estoques. o auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programas de trabalho por escrito. b) os produtos vendidos não estão passando pelo controle de qualidade. . c) os clientes não estão pagando suas contas em dia. c) atraso na escrituração do livro de atas de reunião da diretoria. No estudo da área de pessoal. b) mudança na estrutura organizacional da empresa. c) paralisação da fábrica em função da falta de matéria-prima. d) modificação do plano de contas da empresa.7. em termos de natureza. de forma a servirem como guia e meio de controle de sua execução. 11. c) o fiscal de ICM multou a empresa. 13. d) produtos acabados obsoletos. 10. A pesquisa na área de contabilidade poderia indicar o seguinte problema: a) a taxa de depreciação de novos bens não está adequada. (Estilo UNB) De conformidade com NBC T 11 – Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis. d) a receita incorrida está bem abaixo da prevista. ( ) b.

conhecimento detalhado das práticas contábeis adotadas pela entidade e as alterações procedidas em relação ao exercício anterior. ( ) l. ( ) g. ( ) b. deve prever a orientação e a supervisão do auditor. filiais e partes relacionadas. A utilização de equipe técnica deve ser prevista de maneira a fornecer razoável segurança de que o trabalho venha a ser executado por pessoa com capacitação profissional. quando incluir a designação de equipe técnica. O planejamento da auditoria. ( ) d.( ) c. ( ) e. ( ) d. negócios e práticas operacionais da entidade a auditar. os investimentos que a entidade está planejando fazer e as fontes de recursos para financiá-los. quer pela complexidade de suas atividades. ( ) f. para fins internos ou externos. requeridos nas circunstâncias. a necessidade de atender prazos estabelecidos por entidades reguladoras ou fiscalizadoras e para a entidade prestar informações aos demais usuários externos. independência e treinamento. a natureza. o conhecimento detalhado do sistema contábil e de controles internos da entidade e seu grau de confiabilidade. Os fatores relevantes que o planejamento deve considerar na execução dos trabalhos de auditoria incluem: ( ) a. a oportunidade e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem aplicados. o nível de qualidade da matéria-prima. ( ) m. os riscos de auditoria e a identificação das áreas importantes da entidade. ( ) c. ( ) h. que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos executados. a existência de entidades associadas. ( ) e. ( ) j. . O planejamento de auditoria e os programas de trabalho não podem ser revisados e atualizados mesmo que novos fatos o recomendarem. do pessoal e dos produtos finais da entidade. responsabilidade pela prevenção de fraude e erro. quer pelo volume de transações. ( ) i. especialistas e auditores internos. O auditor contábil deve planejar seu trabalho. o uso dos trabalhos de outros auditores independentes. as normas para elaboração de DCs e quaisquer outros informes contábeis e administrativos. as fontes de recursos para investimento que a entidade está planejando fazer. o que pressupõe adequado nível de conhecimento acerca do ramo de atividade. 14.

as limitações de acesso físico a ativos e registros contábeis e/ou administrativos. EXERCÍCIOS – RISCO DE AUDITORIA . 820/97 § 11. preparação de demonstrações contábeis e demais informes adicionais. (Res. as modificações e o acesso aos sistemas de informação computadorizada. as comparações e as análises dos resultados financeiros com dados históricos e/ou projetados.2. III – Determinação do risco de auditoria (Res. bem como acesso a arquivos de dados e possibilidade de inclusão ou exclusão de dados.  Risco de controle: é a possibilidade do saldo de uma conta (classe ou transação) estar errado e não ser detectado pelo sistema de controle interno.  Risco de detecção: é a possibilidade do saldo de uma conta (classe ou transação) estar errado e não ser detectado ou levar o auditor a concluir pela sua inexistência. as políticas de pessoal e a segregação de funções. compreendendo: 1.2.1). para conciliação de contas. de normas para inventário. especialmente quanto a limites de autoridade e responsabilidade.3). a fixação. a saber:  Risco inerente: é a possibilidade de ocorrência de erros ou irregularidades relevantes antes de conhecer-se a eficácia dos sistemas de controle. a estrutura organizacional e os métodos de administração adotados.Capítulo 5 RISCOS DE AUDITORIA I – Definição de risco de auditoria É a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas.3. o sistema de aprovação e o registro de transações.2. II – Tipos de riscos Os riscos podem ser tipificados em três amplas categorias. 1. as implantações. normalmente relacionado com a atividade fim da entidade.3. Para determinar o risco da auditoria.2). 3. 3. 4.3. (Res. a função e o envolvimento dos administradores nas atividades da entidade. 820/97 § 11. 820/97 § 11. o auditor deve avaliar o ambiente de controle da entidade. 2. considerando a relevância em dois níveis: geral (considerando as DCs) e específico (considerando as contas separadamente). e 5. pela administração. A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de planejamento dos trabalhos. 2.

c) risco de planejamento. o auditor deve: a) aumentar o risco inerente. Quando um auditor eleva o nível de risco de controle. risco de supervisão e risco de execução. b) do trabalho. (ATM/CE) Os três componentes básicos do Risco de Auditoria são: a) risco de amostragem. 3. risco de sistemas e risco de parecer. d) risco do ambiente. d) reduzir risco de controle. e) aumentar o risco de controle. classifica-se como risco: a) inerente. c) aumentar risco de detecção. 4. e) aumentar o nível de testes substantivos. e) risco inerente. c) aumentar o nível de risco de detecção.1. risco de erro e risco de omissão. Quando os produtos que estão sendo vendidos pela empresa auditada estão sujeitos a alterações significativas de preços. d) de controle. risco dos procedimentos e risco de materialidade. b) estender os testes de controle. e) do negócio. porque determinados procedimentos de controle do cliente mostraram-se ineficientes. A possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas é denominada: a) Risco de detecção b) Risco de auditoria c) Risco inerente d) Risco de controle e) Risco sistêmico 2. risco de controle e risco de detecção. O risco de sistemas contábeis e de controles internos deixarem de prevenir e/ou detectar uma distorção no saldo de uma conta que pode ser relevante. c) de detecção. b) risco de fraude. d) efetuar testes alternativos de controle. b) reduzir o risco inerente. o auditor deve: a) aumentar o nível de risco inerente. 5. .

fornecedor essencial ou financiador estratégico. sem possibilidade de renovação pelos credores. e 10. 4. 8. dificuldades de manter mão-de-obra essencial para a manutenção da atividade. 3. dificuldades de acertos com credores. perda de mercado. e inversões para o aumento da capacidade produtiva. indicadores financeiros: passivo a descoberto.Capítulo 6 CONTINUIDADE NORMAL DAS ATIVIDADES DA ENTIDADE (Res. 7. retração ou descontinuidade na distribuição de resultados. 5.2. licença. 820/97 § 11. 2.8). perda de elementos-chave na administração sem modificações ou substituições imediatas. e deve ser complementada quando da execução de seus exames. 9. quando do planejamento dos seus trabalhos. 2. 6. excessiva participação de empréstimos de curto prazo.o auditor deve aplicar os procedimentos adicionais necessários para a formação de juízo embasado e definitivo sobre a matéria. incapacidade de obter financiamentos para o desenvolvimento de novos negócios ou produtos. franquia. e 3. sem a possibilidade de alongamento das dívidas ou capacidade de amortização. Evidência de normalidade – 1(um) ano após a data-base de encerramento do exercício das DCs é suficiente para a caracterização dessa continuidade. e mencionar em parágrafo de ênfase no parecer os efeitos da situação na continuidade operacional. de modo que os usuários tenham informação sobre a mesma. . prejuízos substanciais de operação e de forma contínua. especialmente quanto à realização dos ativos. 1. 1. indicadores de operação: 1. Evidências de riscos na continuidade normal das atividades da entidade. o auditor deverá:   avaliar os possíveis efeitos nas DCs. incapacidade de devedores na data do vencimento. Deve merecer especial atenção do auditor. ao analisar os riscos de auditoria. índices financeiros adversos de forma contínua. posição negativa do capital circulante líquido (CCL). alterações ou renegociações com credores. Indícios de dúvida da continuidade . 2. Pressupostos adotados pelo auditor na análise da continuidade (não exaustivos): 1. empréstimos com prazo fixo e vencimentos imediatos.

2 . e 3 . regulamentares e estatutárias.2. e) 1 mês após a data da assembléia de acionistas.não-cumprimento de normas legais. O Conselho Federal de Contabilidade entende que a continuidade normal das atividades da entidade auditada fica evidente: a) 6 meses após a data das demonstrações contábeis. d) 1 ano após a data da emissão do parecer. b) 6 meses após a data da emissão do parecer.mudanças das políticas governamentais que afetam a entidade. c) 1 ano após a data das demonstrações contábeis. outras indicações: 1 . . EXERCÍCIOS – CONTINUIDADE 1.contingências capazes de não serem cumpridas pela entidade.

     Evidencia variações significativas . . procedimentos e métodos utilizados pela entidade. os seguintes: a coerência destas com o comportamento da entidade em períodos anteriores.11).provisão para perdas com processos fiscais (cível.o auditor deve verificar se houve o ajuste nos procedimentos. . Tal procedimento inclui.Capítulo 7 ESTIMATIVAS CONTÁBEIS (Res. trabalhista e fiscal). e) contador. c) auditor interno.provisão para garantias de produtos. além da análise da fundamentação matemático-estatística dos procedimentos utilizados pela entidade na quantificação das estimativas. 820/97 § 11. EXERCÍCIOS – ESTIMATIVAS CONTÁBEIS 1. d) acionista. no estabelecimento de estimativas que resultem em provisões. quando estas forem relevantes. e se assegurar da razoabilidade das estimativas. os planos futuros da entidade.comparação entre as estimativas de períodos anteriores e os valores reais destas . Atenção: Estimativas contábeis – Responsabilidade da administração. na determinação do valor adequado a ser registrado nas demonstrações contábeis são de responsabilidade do: a) administrador. e a conjuntura econômica e suas projeções.2. O auditor deve se assegurar quanto à sua razoabilidade. b) auditor independente. As estimativas contábeis são de responsabilidade da administração da entidade e se baseiam em fatores objetivos e subjetivos. O auditor deve:  ter conhecimentos suficientes sobre os controles. as práticas correntes em entidades semelhantes. As estimativas contábeis que requerem o seu julgamento. Exemplos: . individualmente consideradas. requerendo o seu julgamento na determinação do valor adequado a ser registrado nas DCs. de forma a permitir estimativas mais apropriadas no período em exame.

que possam demandar ajustes nas DCs ou a divulgação de informações nas notas explicativas. Os procedimentos para identificar transações e eventos que podem requerer ajuste ou divulgação nas DCs devem ser executados tão próximo da data do parecer do auditor quanto for praticável. de carta de responsabilidade. mencionando-os como ressalva ou em parágrafo de ênfase. considerar. em seu parecer. e  ocorrência ou probabilidade de ocorrência de eventos que ponham em dúvida a adequação das práticas contábeis usadas . d) indagação ou ampliação das indagações anteriores aos advogados da entidade a respeito de litígios e reclamações.Capítulo 8 TRANSAÇÕES E EVENTOS SUBSEQÜENTES (Res. 820/97 § 11. cisão ou liquidação de atividades. considerar três situações de eventos subseqüentes:   1ª situação) Os ocorridos entre a data do término do exercício social e a data da emissão do parecer.  emissão de debêntures ou ações novas ou acordo de fusão. os efeitos decorrentes de transações e eventos subseqüentes relevantes ao exame das DCs. b) leitura de atas realizadas após o fim do período.  destruição de ativos. c) leitura das DCs intermediárias posteriores àquelas. e normalmente incluem o seguinte: a) revisão dos procedimentos que a administração estabeleceu para assegurar que eventos subseqüentes sejam identificados. por fogo ou inundação. Os exemplos de assuntos a serem indagados incluem:  assunção de novos compromissos.  ajustes contábeis inusitados.  evolução subseqüente de contingências e assuntos de maior risco de auditoria. da parte dela. com a mesma data do parecer do auditor. por exemplo. e e) indagação à administração sobre se ocorreu qualquer evento subseqüente que possa afetar as DCs e obtenção. ainda que parcialmente. incorporação.  vendas de ativos. quando não ajustadas ou reveladas adequadamente.2. O auditor deve:  aplicar procedimentos específicos em relação aos eventos ocorridos entre as datas do balanço e a do seu parecer.13). empréstimos ou garantias concedidas.  desapropriação por parte do governo.

3ª situação) Os ocorridos após a divulgação das demonstrações contábeis. o auditor tomar conhecimento de fato anterior à data do seu parecer e que. após a divulgação das DCs. após a data do parecer do auditor. 2ª situação) Os ocorridos depois do término do trabalho de campo.04).04). o auditor deve decidir se as DCs precisam de revisão. se fosse conhecido naquela data. Quando. como na hipótese de dúvida sobre a continuidade normal das atividades da entidade. discutir o assunto com a administração e tomar as medidas apropriadas às circunstâncias.IT . (NBC T 11 . ele deve decidir se elas devem ser ajustadas. com a conseqüente emissão do parecer. (NBC T 11 . o auditor tomar conhecimento de um fato que possa afetar de maneira relevante as DCs. mas antes da divulgação das DCs. Quando. poderia tê-lo levado a emitir o documento com conteúdo diverso do que foi.04). Após a divulgação das DCs. o auditor não tem responsabilidade de fazer qualquer indagação sobre essas demonstrações. (Ex: reemissão do parecer e DCs). . a administração é responsável por informar ao auditor fatos que possam afetar as DCs.IT .nas DCs. Durante o período entre as datas do parecer do auditor e a de divulgação das DCs. (NBC T 11 . e O auditor não é responsável pela execução de procedimentos ou indagações sobre as DCs após a data do seu parecer. e a data da divulgação das demonstrações contábeis. discutir o assunto com a administração e tomar as medidas apropriadas às circunstâncias.IT .

Um cliente da Cia Auditada entrou em falência em função da fábrica ter sido inundada por um rio em janeiro de 2005. em função de ter recebido apenas pequena parte das duplicatas desse cliente. Como conseqüência. c) Exame dos pagamentos realizados no período auditado. um cliente da Cia Auditada pediu concordata. a Cia Auditada incorreu em prejuízo substancial pelo não-recebimento das duplicatas desse cliente. Como conseqüência. Em fevereiro de 2005. Na constatação de omissão de eventos subseqüentes relevantes identificados pelo auditor. que não estava provisionada. d) recomendar à empresa que omita os ajustes. Em janeiro de 2005. Identifique um procedimento de auditoria para evidenciação de um evento subseqüente. Coloque no parêntese a letra “A” para o evento subseqüente que exige ajuste e “N” para o que exige divulgação por meio de nota explicativa (a Cia Auditada levantou o balanço em 31-12-2004 e o término do trabalho em campo dos Auditores foi em 0103-2005). Em virtude deste fato. 3. o maior acionista da Cia Auditada decidiu vender as suas ações para um grupo de empresas.EXERCÍCIOS – EVENTOS SUBSEQUENTES 1. b) emitir parecer com parágrafo de ênfase ou ressalva. 2. a Cia Auditada decidiu comprar uma outra empresa. a Cia Auditada teve perdas cambiais de valor relevante. ( ) a. . e) emitir parecer sem ressalva. o profissional deve: a) elaborar notas explicativas justificando. a administração da companhia não provisionou ou registrou na contabilidade esse processo. ( ) b. ( ) c. devido ao fato de que no último ano seus produtos não tiveram boa aceitação no mercado. Nas demonstrações financeiras levantadas em 3112-2004. o governo decidiu desvalorizar o real em 50% em relação ao dólar americano. c) ajustar as contas com os procedimentos recomendados. houve uma mudança do controle acionário da companhia. em função da atualização das dívidas em moeda estrangeira. d) Exame de devoluções de vendas realizadas no período seguinte ao auditado. a Cia Auditada incorreu em perdas substanciais. a) Circularização do saldo de contas a receber do período findo auditado. e) Teste de adições de imobilizado realizado durante o período auditado. Em janeiro de 2005. nas demonstrações contábeis da empresa auditada. ( ) e. Conseqüentemente. A Cia Auditada perdeu um processo fiscal em janeiro de 2005 e teve que pagar uma quantia bastante significativa. ( ) f. embora a opinião dos seus advogados naquela época era de provável perda da ação. ( ) d. Em janeiro de 2005. b) Inventário físico dos saldos de abertura e final do período auditado. O auditor deve considerar em seu parecer os efeitos de transações e eventos subseqüentes relevantes ocorridos: a) entre as datas do balanço e a de convocação da assembléia de acionistas b) entre as datas do balanço e a de publicação nos jornais c) entre as datas do balanço e a de emissão do seu parecer d) somente até 30 dias após a data de encerramento do balanço e) somente até a data de conclusão dos exames de passivos 4. que se tornou uma sociedade controlada.

a Cia Auditada incorreu em custos substanciais de garantias. constituída no balanço patrimonial sob exame. ( ) h. em função de defeitos técnicos de uma linha de produtos vendidos em dezembro de 2004. Em janeiro de 2005. não levou em consideração esse tipo de acontecimento. Em fevereiro de 2005. a Cia Auditada utilizou indevidamente uma patente de terceiros e como conseqüência foi multada. a Cia Auditada incorreu em perdas substanciais em decorrência de um incêndio no edifício administrativo.( ) g. Em janeiro de 2005. ( ) i. . Cabe informar que a provisão para garantias. a Cia Auditada obteve um relevante empréstimo a longo prazo para ampliação de suas instalações fabris. ( ) j. Em janeiro de 2005.

2. com os advogados e/ou a administração da entidade.15).Capítulo 9 CONTINGÊNCIAS – ATIVAS E PASSIVAS (Res. com a administração da entidade. 820/97 § 11. obtenção de carta dos advogados da entidade quanto à existência de contingências na época da execução dos trabalhos finais de auditoria. bem como de lançamentos de tributos em disputa . discussão. das políticas e procedimentos adotados para identificar. avaliar e contabilizar as contingências passivas. Contingências ativas: O auditor deve adotar os mesmos procedimentos. 2. das perspectivas no desfecho das contingências e da adequação das perdas contingentes provisionadas.foram identificadas e consideradas pela administração da entidade na elaboração das DCs. Procedimentos que devem ser executados pelo auditor: 1.decorrentes de processos judiciais. discussão. O auditor deve adotar procedimentos para assegurar-se que todas as contingências passivas relevantes . reivindicações e reclamações. e 3. bem como das divulgações a serem feitas nas demonstrações contábeis. .

de acordo normas de brasileiras de auditoria.opinião sobre as DCs => auditor. . . .1.Capítulo 10 PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES I – Definição de parecer É onde o auditor comunica sua conclusão sobre as DCs. e . O parecer é composto de: .as NEs contém todas as informações que permitam a correta interpretação das DCs. . 820/97 § 11. . nestas normas denominado auditor. . de forma geral.1. O parecer é de exclusiva responsabilidade de contador registrado no Conselho Regional de Contabilidade. inclusive o nome e o registro da empresa de auditoria. . .Parecer sem ressalva ou limpo: quando atendem as seguintes circunstâncias: . .4).2º parágrafo: (extensão do seu trabalho) .local e data: a data deve corresponder ao dia de conclusão de seus trabalhos.destinatário: destinado à diretoria. Nesses casos.1º parágrafo: (objeto do seu trabalho) . (NBC T 11.as DCs foram elaboradas de acordo com princípios de contabilidade e práticas contábeis adotadas no Brasil. .segregação de responsabilidades: .Parecer com ressalva: discordância das circunstâncias acima de magnitude que não requeira abstenção de opinião ou parecer adverso. Caso tenha havido alterações em procedimentos contábeis. os procedimentos adotados.descreve. adequadamente apurados e revelados nas DCs.DCs => administração.título do parecer: Parecer dos auditores independentes.IT 05). II – Tipo de pareceres do auditor . não é requerida nenhuma referência no parecer.opinião: expressa claramente sua opinião. . ao conselho de administração ou aos acionistas. (Res. .assinatura: o auditor deve assinar e indicar o nº do CRC. os efeitos delas devem ser.as DCs examinadas.a data-base em que foram examinadas.

A abstenção de opinião não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar. .em nota explicativa. por não ter comprovação suficiente para fundamentá-la. qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações.no próprio parágrafo. mas com redação específica. . mas com redação específica.DCs em desacordo com princípios de contabilidade: . .DCs do exercício anterior não auditada ou auditada por outros auditores. ou .Parecer adverso: possui informações suficientes de que as DCs não estão adequadamente representadas.6.o parágrafo da opinião é alterado para fazer referencia a ressalva. 820/97 § 11. (Res. tanto as distorções provocadas.E.parecer com ênfase (relevante) ou abstenção de opinião (bastante relevante).parecer com ressalva. .Abstenção de opinião: o auditor não emite opinião sobre as DCs. A transação é tão importante que não justifica a emissão de um parecer com ressalvas.. no parecer. III – Circunstâncias que impedem a emissão do parecer diferente do padrão . com a utilização das expressões “exceto por” ou “exceto quanto”. .parecer com ressalva (relevante) ou abstenção de opinião (bastante relevante).parecer sem ressalvas.parecer sem ressalvas. .em outro parágrafo.parecer com ressalva (relevante) ou adverso (bastante relevante).deve obedecer ao modelo do parecer sem ressalva. . No seu julgamento deve considerar. . podendo ser: . quanto a apresentação inadequada ou substancialmente incompleta das DCs.múltiplas e complexas incertezas relevantes que afetem um número significativo de rubricas das DCs.limitação significativa na extensão do exame.Incertezas quanto ao efeito de eventos futuros: realização de ativos. .Divisão de responsabilidade: Parte do exame efetuada por outros auditores. ou . . . continuidade das operações e resolução de processos legais ou trabalhistas.Exposições informativas inadequadas: falta de informações em N.2).3. referindo-se aos efeitos do assunto objeto da ressalva.Limitação na extensão do exame: . . . Normalmente ocorre em função de: . .

VI – Relatório-comentado (relatório de recomendações) O auditor deve emitir um relatório visando: . .14). Conter o total do Ativo. PL e resultado das DCs auditadas. Data da carta: mesma data do parecer sobre as DCs.melhoramento das práticas contábeis e administrativas.3. . V – Carta de responsabilidade da administração (Res.1 e § 1. e .1.2). a) Do auditor interno A responsabilidade do auditor independente não será modificada.aprimoramento dos controles internos.1. isto constituirá uma limitação no escopo do exame do auditor. sem vínculo empregatício. IV .7. 820/97 § 11.redução de custos. mantendo integral a sua responsabilidade profissional.2. quando tal fato for mencionado em seu parecer. b) De especialista O auditor independente pode utilizar especialistas legalmente habilitados como forma de contribuir para a realização de seu trabalho. o parecer permanece na condição de parecer sem ressalva.Na hipótese do emprego de parágrafo de ênfase. 820/97 § 11. O auditor deve obter carta que evidencie a responsabilidade da administração quanto às informações e dados e à preparação e apresentação das DCs auditadas. A responsabilidade do auditor independente fica restrita à sua competência profissional.Responsabilidade pela utilização do trabalho: (Res. Se a administração transmitiu uma informação verbal. contribuir para a realização dos trabalhos. 821/97 § 1. quando o especialista legalmente habilitado for contratado pela entidade auditada. No caso da administração se recusar a fornecer a Carta de Responsabilidade ao auditor independente.2). (Res. para executar serviços que tenham efeitos relevantes nas demonstrações contábeis. isto constituirá uma limitação no escopo do seu exame. mas se recusa a confirmá-la por escrito. mesmo quando o auditor interno.

d) adverso. b) gerente de contabilidade. exceto quanto e contrário. e) contínuo. d) assinatura do auditor e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade. indique o item abaixo que não é essencial para o parecer: a) indicação das demonstrações contábeis examinadas e períodos pertinentes. correspondente ao dia efetivo de sua emissão e assinatura. limpo e contrário. d) encerramento do exercício social da Cia. onde o auditor tenha efetuado seu exame em base de testes e tenha encontrado erros irrelevantes. será do tipo: a) com negativa de opinião. e) do auditor independente. O parecer de auditoria adequado para certificar o exame de uma demonstração financeira. exceto quanto e adverso. 6. positivo. b) sem ressalva. b) a definição de responsabilidade. Com base nesta afirmação. e) parcial. c) data do parecer. d) do auditor interno. b) data do parecer. (AFRF) O auditor. b) do contador da entidade auditada. b) parecer sem ressalva. que podem ser acionistas conselheiros de administração ou diretores. 5. O parecer do auditor independente inclui: a) os procedimentos de auditoria executados. com ressalva. e) parecer negativo. e) conclusão da circularização de bancos c) quando o contador aprontou as demonstrações financeiras. c) parecer com abstenção de opinião. d) gerente de controles. com ressalva e sem ressalva. O Parecer dos Auditores Independentes classifica-se segundo a natureza da opinião que contém em: a) parecer sem ressalva. d) os problemas administrativos observados. ao expressar sua opinião (emitindo um parecer) assume responsabilidades inclusive de ordem pública. Destinação do relatório do auditor: a) diretoria ou acionistas. 2. 4. 3. d) parecer sujeito a. e) destinatários. .EXERCÍCIOS – PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES 1. c) com ressalva. com ressalva. 7. c) os problemas de controle internos constatados. limpo. b) término dos trabalhos de auditoria. A elaboração do parecer é de responsabilidade: a) da administração. c) do conselho fiscal. c) gerente administrativo. correspondente ao dia da conclusão dos trabalhos dos auditores. Data do parecer do auditor: a) início dos trabalhos de auditoria. com abstenção de opinião e adverso. exceto por.

d) abstenção de opinião. c) adverso. b) com parágrafo de ênfase. c) adverso e negativa de parecer. em 31 de dezembro de 2004 e de 2003. d) com abstenção de opinião. Pareceres possíveis no caso de um limite do escopo do exame: a) com ressalvas e negativa de parecer. b) quatro. c) com ressalvas e adverso. 12. Funcionários da produção comercializavam os produtos com distribuidores de medicamentos que os revendiam aos consumidores finais. c) adverso. d) negativa de parecer. c) adverso. endereçado ao Conselho de Administração da empresa WMA. b) com ressalvas. e não destruía os respectivos lotes inservíveis. o resultado de suas operações. e) sete. fabricante de medicamentos. do anticoncepcional “BO”.. detectou que lotes de alguns medicamentos foram adulterados. 13. o resultado das operações e as origens e aplicações de recursos da companhia: a) sem ressalvas ou limpo. constatou-se que o erro se iniciava no departamento de controle de produção que analisava as amostras do produto. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil”. podemos concluir que: . d) negativa de parecer. Ao contratar a empresa de auditoria externa Estou de Olho S/C.A. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente.8. O “BO” teve alterada sua posologia. a) três. d) sem ressalvas e adverso.. O trecho acima foi retirado de um “Parecer de Auditores Independentes”. De acordo com o fato descrito. d) seis. entre outros. b) com ressalvas. em todos os aspectos relevantes. na qual foi acrescentada um percentual significativo de farinha. 10. e) adverso c) com ressalva 15. 9. a posição patrimonial e financeira da WMA Industria e Comércio S. Pareceres possíveis no caso de as demonstrações contábeis não estarem de acordo com os princípios de contabilidades geralmente aceitos: a) adverso e negativa de parecer. 14. O laboratório Mommy C. 11. Parecer que evidencia que o auditor não colheu elementos comprobatórios suficientes para formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis: a) sem ressalvas ou limpo. Ele é um parecer: a) sem ressalvas ou limpo. para fins de detectar onde ocorreu a falha. c) cinco. “Em nossa opinião. b) com ressalvas e negativa de parecer. Parecer dado no caso de falta de divulgação de uma informação importante: a) sem ressalvas ou limpo. d) sem ressalvas e adverso. Parecer que indica que as demonstrações contábeis não refletem a posição patrimonial e financeira. b) com ressalvas e adverso. b) com ressalvas. Indique o número de parágrafos contidos em um parecer de auditoria com duas ressalvas e um parágrafo de ênfase. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas.

c) destacar este fato em seu parecer.000 mulheres. d) errôneo. b) emitir parecer com parágrafo de ênfase.a) o parecer dos auditores será emitido com ressalva b) o parecer dos auditores será emitido com abstenção de opinião c) o parecer dos auditores será emitido com ressalva e uma abstenção de opinião d) o parecer dos auditores será emitido com um parágrafo de ênfase e) por tratar-se de um serviço especial.12. e) não considerar este fato em seu parecer. d) emitir parecer com abstenção de opinião. deveriam emitir um parecer para as demonstrações contábeis de 31. Ainda com relação à questão anterior.000. c) não concordamos.00. da seguinte informação: a) restrições estatutárias sobre dividendos. (AFRF) A opinião do auditor independente não deverá conter ressalva. d) errôneo. c) contratos relevantes de compromissos de compras. O exame das demonstrações contábeis de sociedades controladas e/ou coligadas. com parágrafo de ênfase 17. b) exceto. 19. e) planejamento estratégico para o próximo exercício. em 1ª Instância. b) exceto. 20.000. e sabendo-se que algumas mulheres engravidaram por conta do anticoncepcional “BO”. 18. Expressão utilizada no parecer com ressalva no caso de princípio contábil indevido: a) sujeito a.00: a) com ressalva b) limpo.X9. os auditores da Estou de Olho S/C. cujo patrimônio líquido registrava R$200. e ainda que o produto foi consumido por 120. no caso de omissão de apresentação. d) transações e saldo com sociedades coligadas. Com relação aos pareceres de auditoria pode-se afirmar que: . a Justiça concedeu ganhos individuais de R$80. e que. relevantes por outros auditores independentes. c) não concordamos. porém considerando um trabalho tradicional de auditoria externa. Expressão utilizada no parecer com ressalva no caso de falta de divulgação de fato importante: a) sujeito a. implica a seguinte obrigação para o auditor da sociedade controladora: a) ressalvar o seu parecer por este fato. se houvesse provisão c) com abstenção de opinião. 21. não há que se falar em emissão de parecer 16. dada a impossibilidade de mensurar a incerteza d) adverso e) sem ressalva. b) existência de acordo de acionistas e suas bases.

A empresa Coca-Cola utiliza insumos para fins de preparo de seu principal refrigerante. III.A. EUA.. d) abstenção de opinião. c) adverso. b) há um caso clássico de limitação de escopo. que enseja um parecer adverso. 22. As demonstrações financeiras poderão ser afetadas por incertezas com relação a eventos futuros. somente faturava parte de suas mercadorias vendidas e que boa parte das mercadorias compradas entravam sem documentação hábil. e) todas as afirmações estão corretas. adverso. saldos estes bastante relevantes. a) com ressalva. com ressalva. sabendo que o auditor não tem acesso àquela fórmula. . c) apenas as afirmações I e II estão corretas. não conseguiu compor o saldo das contas de financiamentos concedidos. para fins de avaliação da fórmula do xarope. Ao analisar a relevância dos números.. pois os resultados finais serão conhecidos somente no futuro. II. b) adverso. c) há um caso clássico de limitação de escopo. b) apenas a afirmação II está correta. Limite no escopo da auditoria. IV. (AFRF) Dadas as situações a seguir.. nem das contas de investimentos. na respectiva ordem. identifique. sem ressalva e com ressalva. abstenção de opinião.A. O auditor. quais os tipos de parecer de auditoria mais adequados a cada situação: I. e) abstenção de opinião. O auditor constatou que a empresa Alpha S.A. ao avaliar as demonstrações contábeis da empresa Omega S.A. II. com ressalva e adverso. O auditor. O auditor constatou que a empresa Beta S. podemos afirmar que: a) há um caso clássico de limitação de escopo. efetuando a contabilização somente no pagamento do empréstimo. sem ressalva e adverso. que enseja um parecer com ressalva.A. d) apenas as afirmações II e III estão corretas. não estava reconhecendo os juros e as variações monetárias de seus contratos de financiamentos junto ao Banco Empresta Tudo S. a) todas as afirmações estão incorretas. cuja fórmula está guardada em um cofre de banco. III. cujos resultados finais não são suscetíveis de uma avaliação razoável na data da emissão do parecer. percebeu que os mesmos não afetavam as demonstrações contábeis. sem ressalva e abstenção de opinião. Nesse caso o auditor deve emitir um parecer sem ressalvas. encontrou divergências no cálculo da provisão para contingências trabalhistas. 23. com ressalva. que enseja um parecer com abstenção de opinião. d) o fato não representa qualquer desvio para fins de auditoria. demonstrações financeiras em desacordo com os princípios fundamentais de contabilidade e falta de divulgação de informações em nota explicativa são motivos que levam o auditor a não emitir relatório sem ressalvas. sem ressalva.I. Para fins de emissão do Parecer dos Auditores independentes acerca das DCs da empresa. ao executar os trabalhos na empresa Gama S. e) a empresa de auditoria deverá contratar um especialista. abstenção de opinião e sem ressalva. O auditor deve dar negativa de parecer quando ele não obtém elementos comprobatórios suficientes para formar sua opinião sobre as demonstrações financeiras. localizado na cidade de Atlanta.

assinale. d) apenas a afirmação III está correta. e considerando as informações recebidas. Nenhuma duplicata vencida é dedutível do Lucro Real. este fato.000 (-) Duplicatas descontadas (2. a) limite de escopo nos exames realizados. a lei societária e os princípios fundamentais de contabilidade. A Cia não tem investimentos em participações societárias permanentes. III. c) apenas a afirmação II está correta. (BNDES) Julgue as afirmações a seguir. Os dados acima. cujo desfecho poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade. nos testes realizados. dentre os fundamentos abaixo. essa incerteza. e) apenas as afirmações II e III estão corretas. ele comprovou. não constitui motivo para que ele emita um parecer com ressalva. V. e) incertezas quanto ao efeito de eventos futuros nas demonstrações contábeis. d) falta de uniformidade na aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade.000) III. Pode-se dizer que: a) todas as afirmações estão incorretas. 25. O lucro líquido do exercício. I. com base nas normas de auditoria independente das demonstrações contábeis aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. IV. decorrentes de constatações feitas no decorrer do seu trabalho. em 10%.500. apurado em 31/12/2002. b) apenas a afirmação I está correta.800.000. isoladamente.24. foi de 26. representam todas as iniciativas da empresa com relação à carteira de duplicatas a receber. que a companhia vem enfrentando dificuldades crescentes nos níveis de inadimplência. Sabendo que o Auditor emitiu um parecer com ressalva. o auditor deve empregar um parágrafo de ênfase em seu parecer. feitas sempre pelo mesmo Auditor. (Petrobrás BR) No 4º ano de auditoria externa das demonstrações contábeis da Companhia Teles S/A. o Auditor fez anotações referentes aos aspectos abaixo: I. fazendo referência à nota explicativa que deve descrever. Se o Auditor tiver uma discordância com a administração da entidade a respeito do conteúdo ou forma de apresentação das demonstrações contábeis. b) parte do exame efetuado por outros auditores independentes. Como o sistema contábil e de controles internos é de responsabilidade exclusiva da administração da entidade. elaborados em 31/12 /2002. Quando ocorrer incerteza em relação a fato relevante. transcritos no PT. localizadas em 2002. . pela Companhia. aquele que embasou o auditor para emitir tal tipo de parecer. II.000. Constam no Balanço de 31/12/2002 os seguintes registros: Duplicatas a receber 15. No conjunto de seus papéis de trabalho (PT). nos termos da lei fiscal. da melhor forma possível. c) demonstrações contábeis em desacordo com os princípios fundamentais de contabilidade. o auditor está desobrigado de efetuar sugestões objetivas para seu aprimoramento. II.

os necessários esclarecimentos que permitam a correta interpretação das demonstrações contábeis. Em qualquer das hipóteses de incerteza. o auditor da empresa controladora.Adptado) Analise os dados abaixo referente a auditoria do exercício de 2004. b) parágrafo de ênfase ou abstenção de opinião. Ao utilizar os trabalhos já efetuados pela auditoria interna em seus testes substantivos. (Petrobrás . sob forma de parágrafo de ênfase. a curva declinante de venda de um determinado produto ou segmento de mercado. se o auditor independente julgar que o volume de testes não é suficiente. Quando outros auditores independentes emitirem parecer de auditoria de empresas controladas e coligadas relevantes. A incerteza pode ocorrer por diversos motivos. os necessários esclarecimentos que permitam a correta interpretação das demonstrações contábeis. 30. b) incluir no seu parecer. b) emitir um ressalva de limitação de escopo em seu parecer de auditoria. d) abster-se de opinião dos valores consolidados auditados por outros auditores. d) incluir no seu parecer. em seu exame de consolidação. 27. 28. sob forma de parágrafo de ênfase.  15/02/2005 – o auditor terminou o trabalho de campo. caso a mesma seja relevante. c) incluir nas notas explicativas. c) desconsiderar os trabalhos dos auditores das empresas controladas/coligadas. também podemos destacar as contingências fiscais. como por exemplo. o auditor deve expressar um(a): a) parecer com ressalva ou com abstenção de opinião. d) parecer de incerteza ou com abstenção de opinião. e) basear-se exclusivamente no parecer dos outros auditores independentes. os necessários esclarecimentos que permitam a correta interpretação das demonstrações contábeis. caberá ao auditor: a) incluir no seu parecer.  05/11/2004 – o auditor concluiu os trabalhos de análise dos controles internos e revisão analítica. A data considerada para a emissão do parecer é: a) 10/06/2004 c) 10/01/2005 e) 20/02/2005 b) 05/11/2004 d) 15/02/2005 29.  15/10/2004 – o auditor fez a visita de ínterim à empresa auditada. deve: a) revisar os papéis de trabalho de auditores das empresas controladas/coligadas. sob forma de ressalva.  10/06/2004 – o auditor concluiu o planejamento de auditoria. se for o caso. modificando a natureza do mesmo. c) negativa de opinião ou com parágrafo de ênfase.  20/02/2005 – o auditor elaborou e imprimiu o parecer da auditoria realizada. os necessários esclarecimentos que permitam a correta interpretação das demonstrações contábeis. O fato de a administração se recusar a fornecer uma declaração que o auditor considere necessária constitui uma limitação de alcance. Nesse caso. entre outras. trabalhistas. e) parecer com ressalva ou com parágrafo de ênfase. ele deve: .  10/01/2005 – o auditor retornou à empresa para efetuar os procedimentos remanescentes de auditoria referente ao encerramento do exercício.26.  22/02/2005 – o parecer foi revisado e assinado.

cujo efeito não possa ser razoavelmente estimado. Após uma série de respostas de advogados da empresa auditada. e) N.A. com ressalva e abstenção de opinião. O parecer-padrão de auditoria é composto por parágrafos que informam a: a) identificação da responsabilidade dos administradores e do auditor – a opinião sobre as demonstrações contábeis – o reporte aos acionistas. d) efetuar testes adicionais necessários. e) incluir uma nota explicativa. com ressalva e adverso. possível e remota.a) ressalvar o parecer de auditoria. negativo e omissão de opinião. Quando os processos forem classificados como prováveis. d) adverso. 33. e) regularidade. 31. b) sem ressalva ou com abstenção de opinião. e) identificação das demonstrações contábeis e à definição das responsabilidades da administração e do auditor – extensão dos trabalhos – opinião sobres às demonstrações contábeis. b) abster-se de emitir uma opinião de auditoria. No âmbito do serviço público. b) com parágrafo de ênfase. b) identificação da responsabilidade do auditor e a opinião sobre as demonstrações contábeis – o reporte aos acionistas. c) extensão e execução do trabalho – a responsabilidade dos administradores – a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis. o auditor segregou os processos judiciais movidos contra a empresa em três categorias de chance de insucesso. . 32. d) identificação das demonstrações contábeis – a responsabilidade dos auditores – a opinião dos auditores.R. o auditor deve emitir um parecer: a) sem ressalva. a saber: provável. c) com ressalva. as normas relativas à opinião do auditor estabelecem os seguintes tipos de parecer ou certificado: a) pleno. d) sem ressalva. regularidade com ressalva e de irregularidade. c) positivo. c) requisitar novos testes à auditoria interna.

um saldo de R$ 1. apresentamos esse relatório. Recomendamos que sejam acompanhadas as folgas de caixa. sobre problemas que vieram a nosso conhecimento durante o decurso normal dos trabalhos de auditoria.MODELO DE RELATÓRIO DE RECOMENDAÇÕES À Diretoria da Empresa ABC Rio de Janeiro . Examinamos as demonstrações contábeis da Empresa ABC para o exercício findo em 31 de dezembro de 19X1. Como parte de nosso exame. a empresa teria tido um rendimento adicional de R$ 6.000 sem ser movimentado nos últimos 6 meses. na conta corrente do Banco do Brasil S.RJ “CONFIDENCIAL” 31 de março de 19X2 Atenção: Sr. Cabe informar que nosso trabalho foi efetuado de acordo com as normas de auditoria geralmente aceitas. com o objetivo de emitir um parecer sobre as referidas demonstrações contábeis. em 31 de dezembro de 19X1. Caso esse numerário tivesse sido aplicado a uma taxa de mercado. .000. para o período de tempo referente a sua não-utilização. este relatório não abrange todos os problemas que possivelmente seriam detectados por uma revisão especial ou de maior profundidade. com comentários e sugestões. Fulano Prezados Senhores.000. EXEMPLO: Caixa e Bancos Existia. no sentido de que os recursos em excesso às necessidades normais sejam devidamente aplicados. conseqüentemente. e.A.

Em nossa opinião.MODELOS DE PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES MODELO 1 – Sem ressalva PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC.N.º de registro cadastral no CRC . a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. o resultado de suas operações. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. (b) a constatação. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . com base em testes. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. Rio de Janeiro. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. em todos os aspectos relevantes.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. considerando a relevância dos saldos. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. e as respectivas demonstrações do resultado. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. elaborados sob a responsabilidade de sua administração.

em todos os aspectos relevantes. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. (b) a constatação. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações consolidadas de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. Examinamos os balanços patrimoniais consolidados da Empresa ABC e suas controladas. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas.MODELO 2 – Sem ressalva (consolidado) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC.º de registro cadastral no CRC . os resultados consolidados de suas operações. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC e suas controladas em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. Rio de Janeiro. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. considerando a relevância dos saldos. e as respectivas demonstrações do resultado. com base em testes. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade.N. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. Em nossa opinião. elaborados sob a responsabilidade de sua administração. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade.

de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.A. e as respectivas demonstrações do resultado. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. Em nossa opinião.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. e nossa opinião. considerando a relevância dos saldos. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. elaborados sob a responsabilidade de sua administração. (b) a constatação. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. o resultado de suas operações. em todos os aspectos relevantes.. com base em nossos exames e no parecer de outros auditores independentes.N. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . foram examinadas por outros auditores independentes. no que diz respeito aos valores dos investimentos e dos resultados decorrentes dessa controlada está baseado no parecer desses auditores.MODELO 3 – Sem ressalva (divisão de responsabilidades) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. relativas aos exercícios findos em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. Rio de Janeiro. As demonstrações contábeis da controlada WMA S. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC.º de registro cadastral no CRC . das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. com base em testes. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.

Os administradores e advogados são de opinião que as provisões constituídas são suficientes para cobrir eventuais perdas no desfecho desses processos. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. com base em testes. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Em nossa opinião. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. Rio de Janeiro. elaborados sob a responsabilidade de sua administração. o resultado de suas operações. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. Conforme mencionado na nota explicativa nº 10. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . em todos os aspectos relevantes.º de registro cadastral no CRC . considerando a relevância dos saldos.MODELO 4 – Sem ressalva (c/ parágrafo de ênfase – incerteza) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. a companhia está envolvida em diversos processos fiscais e trabalhistas. e as respectivas demonstrações do resultado.N. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. (b) a constatação. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0.

sem ressalva (ou indicar as correspondentes ressalvas). o resultado de suas operações. não emitimos opinião sobre elas. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. datado de 10 de março de 19X1. (b) a constatação. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. Rio de Janeiro. DCs do exercício anterior não auditada Não examinamos. levantado em 31 de dezembro de 19X1. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 19X0.MODELO 5 – Sem ressalva (DCs do exercício anterior não auditada ou auditada por outros auditores) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes ao exercício findo naquela data. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.º de registro cadastral no CRC . Em nossa opinião. Examinamos o balanço patrimonial da Empresa ABC. cujos valores são apresentados para fins comparativos. e. as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1º representam adequadamente. conseqüentemente. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1. que emitiram parecer. elaborados sob a responsabilidade de sua administração.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. DCs do exercício anterior auditada por outros auditores As demonstrações contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 19X0 foram examinadas por auditores independentes. com base em testes. Nosso exame foi conduzido de acordo com as normas de auditoria e compreendeu: (a) o planejamento dos trabalhos. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. em todos os aspectos relevantes. considerando a relevância dos saldos. nem foram examinadas por outros auditores independentes. e as respectivas demonstrações do resultado.N. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador .

das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. o resultado de suas operações. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. em todos os aspectos relevantes. com base em testes. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. elaborados sob a responsabilidade de sua administração.º de registro cadastral no CRC .MODELO 6 – Com ressalva (falta de informações) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. Em nossa opinião. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. exceto pela falta de divulgação da informação mencionada no parágrafo anterior. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC. (b) a constatação. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. O terreno e os edifícios da fábrica da companhia foram dados em 19X1 em garantia de financiamento a longo prazo. Rio de Janeiro. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas. considerando a relevância dos saldos. e as respectivas demonstrações do resultado.N.

(b) a constatação. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. o resultado de suas operações. elaborados sob a responsabilidade de sua administração. considerando a relevância dos saldos.º de registro cadastral no CRC . a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. com base em testes. Se essa provisão tivesse sido contabilizada. respectivamente. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. exceto quanto à falta de constituição da provisão para o imposto de renda sobre o lucro.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N.N. em 19X1 e 19X0. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. comentada no parágrafo anterior. Rio de Janeiro. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. em todos os aspectos relevantes. Em nossa opinião. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente. Em nossa opinião. os quais requerem que essa provisão seja registrada no mesmo ano em que o lucro foi computado no resultado do exercício. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. essa prática não está de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . A provisão para o imposto de renda sobre o lucro é contabilizada pela companhia apenas quando da realização desse lucro para fins fiscais. o lucro líquido estaria menor em R$ 22.000. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas.000 e R$ 19. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC. e as respectivas demonstrações do resultado. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.MODELO 7 – Com ressalva (em desacordo c/ os princípios contábeis) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas.

conseqüentemente. mencionados no parágrafo 3º. registrados no balanço patrimonial pela importância de R$ 100. as demonstrações contábeis do exercício findo em 31 de dezembro de 19X0. nem foi possível firmar juízo sobre a existência dos estoques por meio de procedimentos alternativos de auditoria. nosso exame foi conduzido de acordo com as normas de auditoria e compreendeu: (a) o planejamento dos trabalhos. Examinamos o balanço patrimonial da Empresa ABC. Exceto pelo mencionado no parágrafo 3º.000. não emitimos opinião sobre elas. considerando a relevância dos saldos. e. cujos valores são apresentados para fins comparativos. não bastará parecer com ressalva. nem foram examinadas por outros auditores independentes.N. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. não acompanhamos os inventários físicos dos estoques naquela data. agora. elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Em nossa opinião.º de registro cadastral no CRC Ainda com base no exemplo do item anterior. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. com base em testes. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. em todos os aspectos relevantes. Pelo fato de termos sido contratados pela Empresa ABC após 31 de dezembro de 19X1. que os estoques tivessem valor muito significativo e com efeitos potenciais relevantes em relação às demonstrações contábeis. (b) a constatação. exceto pelos efeitos de possíveis ajustes que poderiam resultar da aplicação dos procedimentos de auditoria omitidos. o resultado de suas operações. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. Não examinamos.MODELO 8 – Com ressalva (Limitação de escopo do exame) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. . e as respectivas demonstrações do resultado. as demonstrações contábeis referidas no parágrafo 1º representam adequadamente. sendo necessária abstenção de opinião. levantado em 31 de dezembro de 19X1. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes ao exercício findo naquela data. mas supondo. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. Rio de Janeiro. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador .

elaboradas sob a responsabilidade de sua administração. e por isso não expressamos. nem foi possível firmarmos opinião sobre a existência dos estoques por meio de procedimentos alternativos de auditoria.º de registro cadastral no CRC . conforme mencionado no parágrafo 2. Pelo fato de termos sido contratados pela Empresa ABC após 31 de dezembro de 19X1.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N.000. opinião sobre as demonstrações contábeis da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . Fomos contratados para auditar as demonstrações contábeis da Empresa ABC relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 19X1.MODELO 9 – Abstenção de opinião PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. referidas no parágrafo 1. a extensão do nosso exame não foi suficiente para nos possibilitar expressar.N. não acompanhamos as contagens físicas dos estoques naquela data. registrados no balanço patrimonial pela importância de R$ 500. Rio de Janeiro. Devido à relevância dos procedimentos omitidos.

a extensão do nosso exame não foi suficiente para nos possibilitar expressar. não nos foi possível formular opinião sobre as depreciações de máquinas. Como conseqüência.MODELO 10 – Abstenção de opinião PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. equipamentos e veículos que constam no balanço em 31 de dezembro de 19X1. opinião sobre as demonstrações contábeis da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1. já que a empresa não mantém registros subsidiários ou documentos comprobatórios de seus valores. e por isso não expressamos.N. conforme mencionado nos parágrafos 2 e 3. elaboradas sob a responsabilidade de sua administração. Conseqüentemente. Rio de Janeiro.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. referidas no parágrafo 1. Não foi possível determinar o custo corrigido do ativo imobilizado. não solicitamos aos clientes que confirmassem seus débitos para com a empresa.500 e avaliar o saldo da provisão para créditos de liquidação duvidosa. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . Fomos contratados para auditar as demonstrações contábeis da Empresa ABC relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 19X1. Devido à imposição da administração. não pudemos confirmar o saldo de duplicatas a receber no total de R$ 83.º de registro cadastral no CRC . Devido à relevância dos procedimentos omitidos.

elaborados sob a responsabilidade de sua administração. em 19X1 e 19X0. Se a variação cambial tivesse sido contabilizada.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. essa prática está em desacordo com os princípios fundamentais de contabilidade. respectivamente. ou seja. levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. com base em testes. o resultado de suas operações. Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC. das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas.000 e R$ 59. em todos os aspectos relevantes. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . no ano em que houve a mudança na taxa de câmbio.N.MODELO 11 – Adverso PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas da Empresa ABC. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. Em nossa opinião. o lucro líquido estaria a menor em R$ 57. (b) a constatação. e as respectivas demonstrações do resultado. os quais requerem que a variação cambial seja registrada no regime de competência. Em nossa opinião. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas.000. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. Rio de Janeiro. considerando a relevância dos saldos. as demonstrações contábeis acima referidas não representam adequadamente. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade. devido à relevância dos efeitos do assunto comentado no parágrafo anterior. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. A variação cambial sobre os empréstimos em moeda estrangeira está sendo contabilizada pela companhia somente por ocasião do pagamento ao credor no exterior.º de registro cadastral no CRC .

o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade.º de registro no CRC Nome da empresa de auditoria N. das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados. com base em nossos exames e no parecer do atuário independente. de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. com base em testes. e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade. é fundamentada em parecer do referido atuário.Atuário) PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES À Diretoria da Empresa ABC .N. correspondentes aos exercícios findos naquelas datas.MODELO 12 – Sem ressalva (divisão de responsabilidades .Sociedade de Previdência Privada Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC . As reservas técnicas e os fundos foram determinados com base em cálculos atuariais efetuados por atuário independente. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos. os resultados de suas operações e as modificações na sua posição financeira. correspondentes aos exercícios findos naquelas datas. Em nossa opinião. (b) a constatação. bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. no que se relaciona a essas reservas e fundos.º de registro cadastral no CRC . as demonstrações financeiras acima referidas representam. considerando a relevância dos saldos. adequadamente. 05 de março de 19X2 Assinatura Nome do auditor-responsável técnico Contador . elaborados sob responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras. em todos os aspectos relevantes. conforme mencionado no parágrafo anterior.Sociedade de Previdência Privada em 31 de dezembro de 19X1 e 19X0. Nossa opinião.Sociedade de Previdência Privada levantados em 31 de dezembro de 19X1 e 19X0 e as respectivas demonstrações de resultados e dos fluxos financeiros. Rio de Janeiro. a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC .

EXEMPLO DE CARTA DE RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO (cidade) (dia) (mês) (ano) .............................., ........... de .......................... de .............. A (nome do auditor) (endereço do escritório que vai emitir o parecer) Prezados Senhores: REF.: Carta de Responsabilidade da Administração da (nome da entidade), referente às Demonstrações Contábeis levantadas em (data) ................................. A presente refere-se aos exames procedidos por V. Sas. nas demonstrações contábeis de nossa entidade, correspondentes ao exercício (ou período – quando se tratar de menos de 12 meses) findo em .......... de ......................... de ............. e está sendo emitida em atendimento às exigências das Normas de Auditoria Independente, aprovadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nesse sentido, estamos confirmando a V. Sas. as seguintes informações: 1. O sistema contábil e de controles internos adotados pela entidade no período são de nossa responsabilidade, sendo adequados ao tipo de atividade e volume de transações que tem nossa entidade. 2. Confirmamos que todas as transações efetuadas no período pela nossa entidade foram devidamente registradas na contabilidade de acordo com a legislação vigente. 3. A entidade tem cumprido todas as disposições de seus contratos que poderiam, em caso de descumprimento, ter um efeito relevante sobre as demonstrações contábeis. 4. Nossa administração cumpriu todas as normas e regulamentos a que a entidade está sujeita e não houve qualquer comunicação referente à inobservância de exigências de autoridades regulamentadoras com respeito a aspectos financeiros. 5. Foram adequadamente contabilizados e divulgados nas demonstrações contábeis: a) transações e saldos com “partes relacionadas”; b) prejuízos ou lucros decorrentes de compromissos de compra e venda; c) acordos para a recompra de ativos anteriormente vendidos; d) ativos dados em garantia. 6. Não temos planos ou intenções que possam afetar substancialmente o valor ou a classificação de ativos e passivos constantes das demonstrações contábeis.

7. Que todos os livros, registros contábeis, documentação comprobatória e todas as atas das reuniões dos Acionistas (ou Sócios, Associados e Diretores), foram colocados à sua disposição. 8. Não existem irregularidades pendentes envolvendo a administração ou empregados que possam ter efeito significativo sobre as demonstrações contábeis. 9. A entidade não tem ônus ou gravames sobre os seus ativos que não os mencionados na nota explicativa n° .......... 10. As estimativas foram contabilizadas com base em dados consistentes confirmados por nossos assessores jurídicos (ou outros assessores, quando necessário). 11. Não há quaisquer contingências fiscais, trabalhistas, previdenciárias, comerciais e legais que possam afetar a situação financeira e patrimonial da entidade e influir significativamente na sua avaliação como empreendimento em continuidade. OU As contingências fiscais, trabalhistas, previdenciárias, comerciais e legais, que reconhecemos existir nesta data são: a) b) c) O não reconhecimento destas contingências está fundamentado no parecer de nossos assessores jurídicos, cuja cópia já entregamos a V. Sas. 12. Não é de nosso conhecimento qualquer evento subseqüente à data do encerramento do exercício até a presente data, que possa afetar de forma relevante a posição patrimonial e financeira, bem como o resultado do período. 13. Não há nenhum fato conhecido que possa impedir a continuidade normal das atividades da entidade. 14. Julgamos que os seguros contratados foram efetuados em valores suficientes para cobrir eventuais sinistros que possam ocorrer, impedindo a continuidade normal dos negócios sociais. 15. Outros esclarecimentos (se houver). Atenciosamente,

DIRETOR (ES) CONTABILISTA (Nome e cargo) (Nome e n° de registro no CRC)

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Finalmente.Capítulo 11 CONTROLE DE AUDITORIA GOVERNAMENTAL COM ENFOQUE EM AUDITORIA OPERACIONAL Controle e Auditoria Governamental enfocando Auditoria Operacional é a questão desenvolvida neste trabalho. destacando-se: as autorizações. obriga cada vez mais. e como os seus clientes o vê. Coordenação Geral de . programas e metas. As etapas da Auditoria Operacional: Planejamento. O modelo desenvolvido pelo TCU enfatiza a etapa do planejamento denominado Visão Geral. Torna-se ainda mais difícil. mostra como o Controle Interno tem contribuído para o país. em âmbito estadual e de auditoria interna. A auditoria operacional fundamenta-se no trabalho realizado nos setores público e privado. além de informar os passos sobre a auditoria operacional no Controle Interno e Externo evidencia um caminho para a tomada de decisão tanto do auditor como de seu dirigente. eficiência e economicidade). condições. este trabalho. em sua maioria.General Accouting Office”). foram obtidas através da Área de Auditoria da Secretaria Federal de Controle. 4º e 5º da MP nº 1. estimulada e promovida pelo Instituto Americano de Contadores Públicos Certificados (“AICPA”). metas (eficácia. Execução e Relatório não diferem da auditoria convencional. economicidade e legalidade na administração de seus recursos. devido ao envolvimento na pesquisa. a entidade de auditoria governamental no Congresso Norte Americano e outras proeminentes organizações. As exigências e as pressões em favor do cidadão. origem dos recursos financeiros estatais e o efetivo da soberania de todas as Nações. Os resultados da auditoria operacional terão que ser suficientemente fundamentados para sustentarem as conclusões do auditor. a transparência da gestão e/ou administração dos bens públicos. efeitos e recomendações. com muita propriedade. por ser esse quem paga os impostos. Destaca-se das finalidades do Controle Interno o apoio ao Controle Externo no exercício de sua missão institucional e define-o conforme os art. Ressalta-se que. tendo em vista os modernos e complexos órgãos e empresas que estão sob o Controle Governamental.Introdução A questão Controle e Auditoria Governamental com Enfoque em Auditoria Operacional é desenvolvida. de l2/03/96. apesar de ser um assunto bastante complexo.348. Muitos progressos alcançados podem ser creditados à Controladoria Geral dos Estados Unidos (“GAO . as informações aqui apresentadas. neste trabalho. e da eficiência. Pela auditoria operacional tem-se uma avaliação da eficácia da entidade em cumprir seus objetivos. I .

2. 5. Association of Government Accountants. 2. SAUDI/TCU. 2. na execução da auditoria operacional.Auditoria da CISET/MARE. Apresentar subsídios para o aperfeiçoamento dos procedimentos administrativos e controles internos das unidades da administração direta e entidades supervisionadas. financeira e patrimonial nas unidades da administração direta e entidades supervisionadas da administração federal. Avaliar o desempenho administrativo e operacional das unidades da administração direta e entidades supervisionadas. 4. bem como. a experiência do autor em auditoria governamental. delegação de competência e controle. Verificar o controle e a utilização dos bens e valores sob uso e guarda dos administradores ou gestores. CISET/MME. quanto à economicidade. 1. bem como a aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. coordenação. financeira e patrimonial. 3. A finalidade das Secretarias de Controle Interno dos Ministérios Civis . também. Verificar e avaliar os sistemas de informações e a utilização dos recursos computacionais das unidades da administração direta e entidades supervisionadas. 6. 1. 3. A execução dos planos. projetos e atividades que envolvam recursos públicos. Examinar a regularidade e avaliar a eficiência da gestão administrativa e dos resultados alcançados. acordos. 5. II – Objetivos operacionais da auditoria governamental 1. através das seguintes atividades básicas: 1. Avaliar a execução dos programas de governo. Observar o cumprimento. pelos órgãos e entidades. ajustes e outros instrumentos congêneres. Dar suporte ao exercício pleno da supervisão ministerial. sua dispensa ou inexigibilidade. Examinar e avaliar as transferências e a aplicação dos recursos orçamentários e financeiros das unidades da administração direta e entidades supervisionadas. programas. convênios. 6. Comprovar a legalidade e legitimidade e avaliar os resultados. Os instrumentos e sistemas de guarda e conservação dos bens e do patrimônio sob responsabilidade das unidades da administração direta e entidades supervisionadas. eficiência e eficácia da gestão orçamentária. dos princípios fundamentais de planejamento. Os sistemas administrativo e operacional de controle interno utilizados na gestão orçamentária. 2. Os contratos firmados por gestores públicos com entidades privadas para prestação de serviços.CISET’s em: “apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional” é difundida. dos contratos. e 7. Constituem objeto do exame de auditoria: 1. Os processos de licitação. Examinar a observância da legislação federal específica e normas correlatas. 4. execução de obras e fornecimento de materiais. . A aplicação dos recursos transferidos pelo Tesouro Nacional a entidades públicas ou privadas. descentralização.

operacional e contábil.Aqueles que. recursos e sistemas de controles administrativo. verificação do cumprimento da legislação pertinente. 2. Serviços sociais autônomos. 4. 5. 1. Empresas subsidiárias.7. estipendiados ou não pelos cofres públicos. . bens e materiais da União pelos quais sejam responsáveis. Empresas públicas. inclusive em virtude de incorporação ao patrimônio público. 7. 4.Entidades supervisionadas da administração indireta: 1. Mediante prestação de contas: 1. Sociedades de economia mista. e 5. segurança física do ambiente e das instalações do Centro de Processamento de Dados (CPD).Unidades da administração direta. . gerirem ou guardarem dinheiros. Pessoas. nos termos de seus tratados constitutivos. e que. em especial os relacionados com a contratação de empréstimos internos ou externos e com a concessão de avais. 2. 2.Os responsáveis por entidades ou organizações. 2.Os dirigentes das entidades supervisionadas da administração indireta. 3. 3. . extravio ou estrago de valores. por ação ou omissão. . 4. suas entradas (inputs) e informações de saída (outputs). . subtração. Os atos administrativos que resultem direitos e obrigações para o Poder Público. 2. objetivando constatar: 1. coligadas ou quaisquer outras de cujo capital o poder público tenha o controle direto ou indireto.Aqueles que arrecadarem. Conselhos federais de fiscalização das profissões liberais. 1. A arrecadação e a restituição de receitas de tributos federais. Mediante tomada de contas: 1. e 9. e 3. . 5. Estão sujeitos à auditoria: 1. Empresas supranacionais de cujo capital social a União participe de forma direta ou indireta. . 6. eficiência na utilização dos diversos computadores (HARDWARE) existentes na entidade. que se utilizem de contribuições para fins sociais. nos diferentes níveis de responsabilidade. ou que por eles respondam. Fundos especiais e fundos setoriais de investimentos. Fundações públicas. derem causa a perda. recebam subvenções ou transferências à conta do Tesouro. 1. 8. programas de trabalho. 8. . valores e bens da União. 3. entidades supervisionadas. Os sistemas eletrônicos de processamento de dados. 4. controladas. segurança lógica e a confidencialidade nos sistemas (SOFTWARE) desenvolvidos em computadores de diversos portes. 3. III – Abrangência de atuação A abrangência de atuação da auditoria inclui as atividades de gestão das unidades da administração direta. eficácia dos serviços prestados pela área de informática. 3. Autarquias.Os ordenadores de despesas das unidades da administração direta. de direito público ou privado. 2.

2. Todos os recursos originários da lei orçamentária anual. 2. 3. 4. efetuarem trabalhos em entidades ou projetos. verificar a execução de contratos. 2. os seguintes aspectos: 1.Verificação do cumprimento da legislação pertinente. IV – Formas de auditoria governamental 1. com atribuição de auditoria. .Verificação da existência física de bens e outros valores. sob a coordenação do órgão seccional. bem como a aplicação de recursos descentralizados. entre outros. a probidade na aplicação dos dinheiros públicos e na guarda ou administração de valores e outros bens da União ou a ela confiados. .Exame das peças que instruem os processos de tomada ou prestação de contas. . regional ou setorial do Sistema.objetiva acompanhar.Análise da realização físico-financeira em face dos objetivos e metas estabelecidos.quando realizadas por firmas ou empresas privadas de auditoria. .objetiva emitir opinião com vistas a certificar a regularidade das contas.quando realizadas pelas respectivas unidades de auditoria interna das entidades em exame. sob a orientação do órgão seccional.Exame da documentação comprobatória dos atos e fatos administrativos. regionais ou setoriais do sistema. e 5. de créditos adicionais. sob a supervisão do órgão seccional.Verificação da eficiência dos sistemas de controles administrativo e contábil. entre outros. Integradas . regional ou setorial do Sistema. e . Diretas . os seguintes aspectos: 1.quando realizadas por mais de uma unidade de auditoria do Sistema de Controle Interno . regional ou setorial. inclusive fundos especiais. assim como as receitas próprias e as aplicações da administração federal direta ou indireta. .SCI. em exercício nos órgãos seccionais. para. 5.quando realizadas com a utilização de Analistas de Finanças e Controle . devido a situações excepcionais. de operações de crédito da União.Verificação da documentação instrutiva e comprobatória.10. . desenvolverem trabalhos específicos na própria entidade auditada ou numa terceira. Recursos 4. 4.Análise dos demonstrativos e dos relatórios de acompanhamento produzidos com vistas à avaliação dos resultados alcançados e a eficiência gerencial.quando realizadas com a utilização de auditores de uma entidade para. contratadas em caráter supletivo. Indiretas . 3. Auditoria de Programas . . convênios. quanto à propriedade dos gastos realizados.Auditor. Subsidiárias . Auditoria de Gestão . acordos ou ajustes. Compartilhadas . 3. em conjunto com Auditor do órgão seccional. compreendendo. V – Tipos de auditoria governamental 1. compreendendo. . examinar e avaliar a execução de programas e projetos governamentais específicos. 2.

Análise da adequação dos instrumentos de gestão -contratos. mediante procedimentos específicos. adequadamente. 4. pois programas de última geração estão ao alcance. sendo realizadas para atender determinação do Presidente da República. de natureza incomum ou extraordinária. projetos e atividades desenvolvidas pelo gestor. bem como pela apresentação de sugestões para seu aprimoramento. inclusive quanto à legalidade e diretrizes estabelecidas. Auditoria Contábil . A escolha do tema deve ao fato de ser um assunto atual e de significância relevante para todo segmento constituído. bem como a economicidade e eficiência dos controles internos existentes para a gestão dos recursos públicos. Ministros de Estado ou por solicitação de outras autoridades.3.objetiva assegurar a adequação. a situação econômico-financeira do patrimônio. pertinentes ao controle do patrimônio de um órgão ou entidade.objetiva o exame de fatos ou situações consideradas relevantes.é a técnica que. . tanto de pessoas físicas como de entidades constituídas. Sua filosofia de abordagem dos fatos é de apoio. ajustes e outros congêneres -para consecução dos planos. privacidade dos dados e informações oriundas dos sistemas eletrônicos de processamento de dados. avaliando a eficácia dos seus resultados em relação aos recursos materiais. Auditoria Operacional . tanto no ramo privado como público. objetiva obter elementos comprobatórios suficientes que permitam opinar se os registros contábeis foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se as demonstrações deles originárias refletem. Outro fator que estimulou a dissertar sobre o tema está relacionado à sabotagem eletrônica que constantemente verifica-se nas empresas de diversos segmentos. 6. na maioria . humanos e tecnológicos disponíveis. sendo a sua presença indispensável para uma comunicação rápida e com resultados obtidos num menor espaço de tempo. 5. observando as diretrizes estabelecidas e a legislação específica. Auditoria Especial . Auditoria de Sistema . convênios. Capítulo 12 AUDITORIA EM COMPUTADORES Introdução A expansão mundial por meios eletrônicos não pode ser contestada. Salienta também que as fraudes informatizadas. utilizada no exame dos registros e documentos e na coleta de informações e confirmações. programas. os resultados do período administrativo examinado e as demais situações nelas demonstradas. 4. pela avaliação do atendimento às diretrizes e normas.atua nas áreas inter-relacionadas do órgão/entidade. acordos.

não como uma posição ideológica. quem não se adaptar ao novo padrão econômico. Portanto. querem contribuir no enorme esforço para continuada evolução tecnológica. os quais passam a ser centro gravitacional da força de trabalho em lugar do trabalhador tradicional. Sob o novo padrão. sendo a tecnologia o ponto que possibilita.17). No âmbito dessas considerações. Isso permite mudar a produção em massa pela produção em lotes. individualidade. por meio da difusão dessa nova tecnologia pelo planeta. necessitam suplantar idéias e práticas das comunidades em que tenham influencia. evidenciando a necessidade de parcerias com governos. instituições de ensino público e privado. impulsionada pela informatização. de motivação. além de programas de treinamento e educação internos. p. Desenvolvimento Tecnológico Na atualidade. o valor da transformação industrial tende a incorporar relativamente mais informações que valores energéticos e de matérias. as empresas investem na formação de profissionais para uma melhor adaptação às mudanças exigidas pelo novo sistema econômico.das vezes. . exigindo das empresas um esforço contínuo no desenvolvimento e capacitação dessa mão-de-obra. de um padrão caracterizado pela energia barata. o trabalho enfoca o desenvolvimento tecnológico e a automação das empresas e as fraudes informatizadas. Desta forma.” (GIL. transmissão de informações robotizadas. Assim. observa-se que em uma economia cada vez mais globalizada. mediante equipamentos programáveis e de controle. A sociedade globalizada é o ambiente em que todos buscam participação ativa em processos de mudanças. destaca-se como a grande impulsionadora deste processo de modernização a informática. uso e venda da informatização está crescendo muito mais rápido do que o valor criado pela produção de mercadorias e serviços tradicionais. ocorrem também profundas mudanças com os trabalhadores do conhecimento. estará fadado a obsolência. o novo padrão de desenvolvimento imposto pela globalização é condicionado pelas novas tecnologias nucleadas pela informação. têm a conivência de elementos ligados diretamente à empresa. 1999a. constata-se que: “As tecnologias da informação são a essência da economia atual e todas as empresas em todas as atividades econômicas dependerão da informatização para criar e controlar seu destino e. baixo custo de processamento. por um sistema rígido e escalas maciças de produção. Nesse contexto. o valor econômico da geração. com o fim de promover a “satisfação” de seus empregados. negócios são os fatores do trinômio norteador do ambiente profissional em transformação. mas como uma necessidade inerente ao próprio processo. propiciando estruturas produtivas mais flexíveis e de menor escala. inclusive com a utilização de métodos de reconhecimento e ou recompensa. a superação da rigidez dos planos tradicionais. pode-se dizer que: “Globalização. Desta maneira. Em relação ao mercado de trabalho. redefinindo a questão da modernização. para outro padrão baseado em menor consumo de energia.

como também nas entidades governamentais. para o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (1999) fica nítido que a segurança é. Portanto. conteúdo de informação e serviços. assim. p. é relevante salientar que com a automação das empresas ampliaram-se os riscos de fraude e pirataria e de conivência. quebra de segurança lógica. hoje um dos maiores problemas enfrentados pelas indústrias e redes bancárias.47). Verifica-se. essas são praticadas por pessoas que detêm conhecimento técnico de informática. A prática de fraudes informatizadas mais freqüentes está relacionada aos seguintes fatores:  Ampliação da quantidade de profissionais polivalentes que atuam em várias áreas distintas das organizações. Constantemente os meios de comunicação dão ênfase a sabotagem ocorrida não apenas nas empresas privadas. ou captação. de inteligência. Fragilidade do sistema dos controles lógicos da empresa. 1999b. . 1993. 1995). Fraudes informatizadas Pode-se dizer que as fraudes informatizadas e a pirataria são os principais problemas que afetam as organizações de um modo geral.Colocam que o valor de qualquer produto pode ser aumentado pela inclusão nele. a segurança no contexto da informática é primordial a qualquer empresa que visa expandir e ampliar-se no mercado. praticada por profissional interno ou externo à organização. Além disso. em razão da mesma precisar diminuir seus custos e prazos para a efetivação de suas atividades operacionais. quebra de confidencialidade com uso não autorizado. que ocorrem nos meios automatizados das organizações. “Nos dias atuais. p. No que se refere às fraudes informatizadas.” (TORRES. em termos de modificação.” (DAVIS.1).” (GIL. que a auditoria de computador representa um instrumento imprescindível para auxiliar a identificação das falhas (provocadas). tais profissionais investem continuamente na busca de saberes não apenas específicos como também globais. cabendo destacar que o posicionamento estratégico de qualquer organização passa a depender do uso da tecnologia de informação como componente estratégico vital. processos e resultados) empresarial.  Desta forma. causando sérios prejuízos as suas performances. Automação das Empresas No entanto. que sem dúvidas alguma se constitui em uma ameaça concreta ao excelente desempenho das empresas. a fraude sem dúvida alguma: “Tem o caráter intencional e prejudicial. em virtude de possuir mais conhecimento ou informações. contra ativo intangível (ideais.

entendese por que as empresas estão tomando precauções. em face dos recursos computacionais e da necessidade de adaptação de funcionários/clientes. Na atualidade. Essa modalidade de auditoria é essencial à saúde da empresa. do uso de computadores em todas as fases do negócio. em virtude dos agentes fraudadores repetirem sua estratégia ilícita. Dessa forma. assim. fica explícito que: “A deficiência empresarial é uma realidade. estimulada e necessita intrinsecamente criar tecnologia e pessoal qualificado para poder acompanhar o ritmo alucinante do impacto da informática nas entidades. No entanto. por isso. não é mais possível a sobrevivência das empresas se. a auditoria de computador somente trará benefícios à empresa. Destaca-se que os atos dolosos de pirataria ampliaram de forma significativa após automação das empresas. é necessário que os colaboradores envolvidos no processo sejam qualificados e que estejam em real sintonia com os objetivos da instituição.33). estar em constante evolução nas empresas.” (GIL. deixam evidências que algo de errado está ocorrendo na organização. ou seja. pois possibilitará a mesma diagnosticar se está ou não ocorrendo atos alheios aos seus interesses. 1999b. a auditoria de computador é de extrema relevância. fornecedores. p. é bom lembrar que fraude só ocorre nas empresas que não têm uma segurança eficiente em informática. Em relação à pirataria. evitando. por meio de fraudes eletrônicas. Assim. procurar mecanismos para dar sustentabilidade aos programas informatizados utilizado pelas mesmas. Para tanto. caracterizado que a segurança em informática é considerada um dos principais focos relacionados a segurança dos negócios em função da participação da tecnologia de informática. de sistemas de informações e de processamento eletrônico de dados. Neste aspecto. não estiver em sintonia com a informática. com os . essa modalidade de fraude sem dúvida alguma constitui a maior ameaça aos negócios das empresas para esse novo milênio. bem como. os quais buscam informações com maior rapidez e eficácia. pois possibilitará a organização prevenir ou diagnosticar qualquer ato doloso cometido contra a mesma. visando impedir que suas descobertas sejam alvos de pirataria. Neste contexto. diz-se que o desenvolvimento tecnológico expandi-se por intermédio das necessidades cada vez crescente dos povos. Considerações finais Em conformidade com os dados relatados neste trabalho. Desta forma. a auditoria de sistema é chamada. Ficando assim. o auditor de computador precisa de conhecimentos abrangentes sobre as áreas de auditoria. comunidades etc. a ocorrência de dissabores.Constata-se que a fraude somente se torna visível. Desta maneira. porventura. Outro aspecto positivo da auditoria de computador é o de possibilitar a identificação dos profissionais que são coniventes com as fraudes e piratarias. pois possibilitará a empresa encontrar o(s) responsável (eis) pela(s) fraude(s).

propósitos maiores de evitar o máximo possível ocorrência danosa provocada nos meio eletrônicos. .