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ou{nrc p.nnapúnuce, m sÉnn

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4. Diversos
n ilDÂçIo PELR0 0. rv
Cópia cxtraídads cscrlturr lavredgda fl. 69 a fl, ?2 do livro de ecn.o crituras divercae 321-C do t.o Cartório Notarial de Lisboa, Inrlltulglo dc fundeglo No dia l0 do mtr de Mrço dc 1992,no 1.o C.rtório Notarial de Lirboa, pcrrnie min, liccrrchdo Domingor Vleente Jrnelro, notdrio-sdjunto do mcsmo Cartório, compaÍeccrarn,pelar 17 horar e 30 minutoe, o cngcnbciroVaccoManuel Abrrncher do Canto Mo. niz, casado,nrturel de Bonfim, Porto, residentc São Jolo do em Estoril, Estorü, Cascais, Rur dc Eça de Qucirós, l5E, 2.0, cgna querdo,o Dr. Pcdro Manucl Ferrclredc Seürs Antlo, casado,netural dc Sto Sebasdlo Pcdrcln, Lkbor, rerldente Llrboe, na da em Calçadadas Lajes, lotc 21, 2,o, A, Edlfício Concorde,e Joré Manucl da Silva Ooaçalvco, nsturel d.. Catdardr Raiúa, recesado, sidcntena Costa da Caparlca,Almgde, na Avcnide do Mrr, 37, rés. do<hão, direito, qu, como mcrnbrorda rcspcctivrdlrcog{o,da qual são, respcctivamcltc, prcsidcntc, sccrctárlo c tesourciÍo, outorgrm em rcprcscntaçâoda Socicdadcdas Crsas de Apolo à Inflnç'la de Lisboa(SCAIL) (antcriormcntc denominrdaSocledode Caragde das Asilo da Inflncla Desvalida Lisboa, (SCAID), associaçlo sodc de lidaricdadcsocial, com codcem Lirboa, na Travessa Torel, l, do pcssoa colcctivan,o 50ü77t262, rcgidapclos6tatuto! constantcs da escriturade 30 de Julho dc 1992,lawada s íls. 90 v.o c raguintco do livro n.o ll-J dc sscriturac divcrsas 22.o Cartório Not&rial dc do por Lisboa,publicados, cxtrrcto, como verifiquei,no Dürlo do R* pública,3.'séric, n,o 208, de E dc Sctcmbro 1982, dc com rcgirto definitivo no Centro Rcglonrl dc ScaurençrSocialde Lisboa, efcctuado em 27 dc Agosto dc 1987,no livro n,o 2 das aerocirçõcr dc solidaricdade socialda ürecçf,o'Geralda Segurança Social,com poquc deresexpressos resultam deliberaÉcslomadas,por unanimide praôcntc e rcprcrcntadoe,cm rcunilo dade dos votor dooascociador de assembldageral extraordin{ria da mcsmarrsociaçlo realizadaen 26 de Dezembro último, conrtanteda rcspcctiva acta, e qualidades, que vcrifiquei em faceda fotocópia*crtidão dc acta associativa da geral de 20 dç Dezembro 1990c também reuniãoda asseÍnbleia de dc decleraçãocmitide pclo Cçntro ReSiond dc Segurança Social de Lisboa. Veriflquei r idcnüdede por dor outorgantcc cx,ibição bilhetes dor dc idcntidadc,rcspcctivamantc n.o'713598,de 2 de Março de 1992, 471ú91, de 2l da Junbo dc 1991,e 4752890, 25 dc Sacmbro dc de 1984,todos do Centro dc ldcntificaçãoCivil e Crlminal, E por elesfoi dito: de SoQuc a associação solidarHade soclal que aqui rcprcsentam, cicdade das Carrs dc Apoio à lnflncia de Lisbor (SCAIL), é a instituidora dc uma fundaçãode solidariedsde socisl que, sob a dcnominado dc Fundação Pcdro IV, terá a sua scdccm Llsboa, na D. Travessa Torcl, l, frcaucsiada Pena, com o propósitodc dqr do expressãoorpnizada ao dcvcr moÍãl dc solidaricdadee de justiça entrc os indivíduos,tcndo os seguintes objectivosprincipais: a) Apoio a crianças a jovcns; c à) Apoio à integraçiiosocial e comunitária; c) Protccçãodos cidadãosna vclhicc e invalidez c cm todas ar si tuações falra ou diminuiçãodos meiosdc subsistência dc cadc ou pacidadepara o trabalho; Promoçãoe protccçãoda saúde,nomcadam€ntc d) auavésda presprcvcntiva, taçãodc cuidados modicina de curativas dc rcabílitação; e) Promoção da educaçlo e da formaçôo profisrional; dc nomeadamente hab! a /) Rcsoluçâo problemashabitacionais, taçôoprotcgidapara idososc outros estratoc populaçãovulncrávcl; de g) Promover iniciativasde caráç1er cultural; á) Promoveracçõcs concrctasna árca social de cooperação com os paíscsafricanosdc língua oficial portugucsa; r) Conccdcrbolsasc subsídios. Secundsrimc[te, e Fundaçío promoveráa valorizaçãodo rcu património; Que, por escritura, em non€ da asrociaçãosua rcprcscntadae cm exccuçãodas dclibersçõcsrcferidas, dcclaram irutituídâ a referida Fundaçâo D. Pedro IV (titular do cartão provisório de pcssoacolecdvan,o n1151&7), dotsdr coÍr o património constituldopclo conjunto dc bcns,propricdade arsocirção institúdora, móveisc imô ü veis, no valor atribuÍdo global dc 120126l2t &, objecto de üm documentocomplcrncntar dcsta escrituracom o n.o l, elaboradonoe tcrmosdo n.o 2 do artigo 78.o do Códigodo Notariado,quc sc arquiva. e dc cujo conteúdotêra pcrfcito conhccimento, Ìrns que a associação instituidora transmitc c afecta, ncste rcto, I título gratuito, à sobrcditafundado, cm plcna propriedrde; Qüs or oftrtutor dr Fundeçlo orr lsrtitutdt, e tcndo cm vlsta a oblcnçlo do rcu roconhcclncnto, nol tcrmor lcgair, slo os constantcs dc um outro documcnto complcdìcrtrr de*a cscritura, com o nos n.o 2, debondo pdr urodrçlo inrtltuidora, igualmcntc tcrmos do n.o 2 do rrtlo ?t,o do Cód[o do Notariado,que tambémse arquive, e dc çujo contaldo ttm Inteiro conhccimenlo; Quc, dndr nor Scrmordrr dcllberaçõerunlnimcmcntc tomadas, das I extloçlo ü urocirclo tnrtltuldon Sociçdade Casasdc Apoio ò laflnclr & Lbbor (SCAIL) c r Intcjraçlo de todo o seu património nr orr inrtltuídr Fundrçlo D. Pedro lV é sob condiçãodo rcconhccimcntolcld dr ncrmr Pundrçeo, Arrlmo outor3rrem. Arqulvr'rc: a) Fotocóplr dc rctr uroclulvr dc 26 dc Dezcmbroúltimo; ô) Fotoúph dc rcu urodrtlvr dc 20 dc Dczembrode 1990; da c) Fotocóplaoqu r lodlcrclo dor rcruaic ascociados instituidora; d) Fotocóptr dc dcclrndo cmrn.d do Ccntro ReSionaldc Scgurrnçe Soctrl; c) Documcoto complcuootrr com o n.o l; , Docunôlto compbú€ntü com o n.o 2; t) PÍojccto dc otrtutor rprovrdor ern asrcmblciagcral, Erlbiu-rc: a), à), c), df c r), fotocópb com o tcor das dcscriçôcsc inscr! 9õcr prcdirir cm vltor, cmltldrl, r€pcctiv.mcnte, cm 27 c 24 de lanciro, 4 c a da Fcvcrclro a tl &e hosiro, toda! do ano corÍcntc; relativasaos imóll c Ò Cúcrnatt prcdlrll uÍbrút, coDfcridâs, n.o vefr der vcrbs n.a 127ç 18 do documentocomplcmentar l, de cmitid.t cm 3l do DctcÍlbro dc 1937pela Rcpartição Finanças (comprodot l.o c 2,o Brirror Fbcú dc Llrboa' respectivamcnte vsÍdo, port|trto, r oíiÍtoclr dor prédioc antesdc l95l)i á) CcÍddfo eü[dr cm 6 dc Fcverdro findo no 20.o Bairro Fiscal dc LLbor, coru fotocóplr mcr. ds dcclaraçãoali aprcscntada crn 6 dc Junho dc 1990,prn cfcitor dc inrcriçlo na matriz do prédlo objccto dr vcrbr n.o 125 do cltrdo docrmcnto complcmentari r) Crdcrnctr predld urbrne, conferide, rclrüva ao imóvd da verba n.o 12ó do docgmcuto complcmcntar, cmltlda cm 19 de Março de 1974pclr ncprrttCo Ocltrd dc Fiunçar de Lisboa, de qual consta, dorljrudammtc, quc o prédlo fol lnrcrito na mrtriz antcsdc l95l; r) Ccrtlüo ífucel cmftldr oot 17 dp Jenclro último pela RcpartiCo d. Flü!çú do t9.o EdÍlo Flgl dc LLbor, om fotocópb ancxa dc crdcrncr prodld urbrnr, da qrd trtrrbéÍtrcouta, dccignadamcnte, a inrcrlçlo il n trlr ürtã d! l95l do imóvcl da vcrba n.o 124do rcfcrido documonto oonpkr€Írrrr: ,) Ccrtiflc.do dc rdmlrdbtüdrdc da dcnominaçãoadoptada, emitido cm 18 dc Sctcmbrodc l99t pclo Rc8i6toNacionalde Pcssoas Colcctivrc. Dor cihdor documcntorfircalr conrtamtambémos valorespatrimonirir dor imôvú rcfaidor, simultânea Foi fcita 8ot outoÍltlta, em voz alta e na prcscnça do de todor, a lcltun dcrtr ercritura c e cxplicação seuconteúdo, complcmentares. bem como r dos citrdos documentos (Aseinotutts lWívels.) -O Notírio, Domingos VicenteJaneiro. Documcntocoruphnrcntrr cleboredonos t rmos do n.o 2 do arrigo ?8.o do Código do Noteriado.

hrdçlo

0. PodmlV

I Prrlmbulo
A Socicdrde ds! Cas8sde Apoio à Infância dc Lisboa (SCAIL), instituiç{o partioilu dc rclidariededesocial, criada por D. Pedro IV cm Mrio dc 1t34, quc dËcttvolvc . lua acçãono distrito de Lisdas boa, vivc sctualm€ntcum pcríodo de expcnsÃo suasactividades sociaic. Em 1990alrriou o rGu objscto socisl ro apoio a jovens, à protecçío do cidrdlo nt vclhicc c Invelidcz, à habitrção protcgida para (artigo 2'o dos esidososc outroc Büìrlos dc populrçlo vulnerável trtutos), Atnvér do DccÍsto-Irl tr.o lEt/91. dc 14 dc Maio, reconhece-se quc a inctitui(Ëo podcrí dcrcmpcnhar uma função social mais divcrsiÍïcrde, darcodo pÍomoycÍ a adrptedo dos seusestatutose da rapcctiva denominedo (anigo 5,').

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DTÁRIo DA REPÚBLISA - III $ÉRIE

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A criação,por pâne da SCAIL, de uma fundaçãode solidariedadesocialconstitui,apósampla reflcxão,a forma mais adcquada à referidasoliciuçãolegal, bem como aos actuaisobjcúivos da instituiçâo de promovcr uma completac significativadivcrsificação c cxtensão todo o Paísdas actividades acçãosocialaté ao prea de scnteprosscgúdas, dudo assima Fundaçãoa crhr continuidade, divcrsificaçãode actividadese expanslo nacionel à acçõo rocial até agora dcsenvolúdapela SCAIL.

2 - As tabclasde comparticipação utentcssereoehboradas dos em conformidade com as normaslcgaisaplicávcire com os acordos que sejamcclcbrados dc coopcração com os scrviços oÍiciais compctcntcs.

CAPÍTULO II Do petrlmónlo e rceultrs
ARTIGO 6.' 0 patrimónioda Fundação constituldo pclosbcnscxpÍessameote é afcctospcla fundadoraà ínstituição,quc constamdc documcntocomplcmcntarancxoa cstes catatutos claboradonos lcrmosdo n.o I do artigo 78.o do Código do Notarirdo c pelosdcmaisbcns e valorcc que vcnham a adquirir por qualqucr tÍtulo. ARTICO 7.o Constituemrcccitasda Fundaçâo: a) Os rcndimcntosdos bcns dc capitaispróprios c de participação no capital dc sociedadcs; D) Os rendimenlos hcranças, de legadose doaçõcs; c) Os rcndimcntosdos scrviçose as comptrticip8çõçsdos utentes; e @ Quairquerdonativos,rcccitas o produto de festrsc subscÍiçõ6; e) Os subsÍdios Estado c dc outros organismos do oficiais.

II Estatulos CAPÍTULO I Dr denominrção, naturezre flns
ARTIGO I.O I - A Fundação D. Pedro IV, adiante designada por Fundaçlo, é uma fundação de solidariedade social, instituÍda por Iniciativa da Sociedadc das Casas de Apoio à Infância dc Lisboa (SCAIL), instituição criada por D. Pedro IV em E de Maio dc lB34 com o objcctivo de, face ao disposto no artigo 5.o do Dccreto-Lei n.o lgl/91, de 14 de Maio, promover uma ampla diversificação das actividades dc acção social até ao presente prosseguidas pcla SCAIL. 2 - A Fundação tcm a sua scde na Travessa do Torel, l, fregucsia da Pena, concclho de Lisboa, 3 - O conselho de administração da Fundação poderá mudar a sua scdc para outro local da cidadc de Lisboa. ARTICO 2.O l - Com o pÍopósito de dar cxpressão organizada ao dever mo. ral dc solidariedade e de justiça cntre os indivjduos, a Fundação tcm os seguintesobjectivos principais: a) Apoio a crianças e a jovens; à) Apoio à integração social e comunitária; c) Protecção dos cidadãos na velhicc e invalidcz c em todas as situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou dc capacidade para o trabalho; d) Promoçâo e protec{ão da saúd€, nomeadarnente através da prestação de cudidados dc medicina preventiva, curativa c dc reabiütação; e) Promoção da educação c da formação profissional; /) Resolução de problemas habitacionais, nomeadamentc a habitação protegìda para idosos c ourros cstratoc dc poputação wlnerávcl; g) Promover iniciativas de carácter cultural; á) Promover acções concretas na árca social dç coopcração com os países africanos de língua oficial portugucsa; r) Conceder bolsas e subsidios. 2 - Secundariamente,a Fundação promoverá a vaìorizagão do seu património. ARTIGO 3.' Para a realização dos seus objectivos a Fundação pÍopõe-sc: a) Criar c ou manter infantários, jardins-de-infância e actividades de tempos livres; à) Criar e manter scrviços dc apoio domiciliário, tares para idosos, ceDtros de dia e residências familiares; c) Promover e ou participar na criação de instituiçõcs ou sociedades cujo objectivo social scja a educaçâo c a formação profissional numa perspectiva de integração social; d) Promover a criação e a manutenção das unidades orgânicas necessáriasà protecção da saúde, à promoção de iniciativas de carácter cultural e à promoção de acçôes na área social com os países africanos de língua oficial portugucsa. ARTICO 4.O I - O scu âmbito dc acção é nacional, podendo abrir dclcgações em todo o terÍitório. 2 - A organização e o funcionamento dos diversos scctores de actividade constarâo dc regulamentos internos elaborados pelo conselho dc administrcção. ARTICO 5,' I - Os serviços prestados p:la instituição seÍâo gratuitos ou Íemunerados em regimc de porcioÍr:cmo, dc acordo com a situaçlo económico-financeira dos utentes apurada an inguérito a quc sc dcverá sempre proceder.

CAPÍTULO III Dos corpos gcrcntcs SEcçÃo I OSciglc gmb
ARTIGO 8.O A gerência instituiçãoé cxcrcidapelo consclhodc administrada ção e pclo consclhofiscal. ARTIC,O9.o I * O excrclcio qualqucrcargonos corpocgcÍcntcs gratuito, de é mas podc justificar o pagamento das dcspcsas delc dcrivadrs. 2 - Quandoo volumc do movimentofinanceiroou a complcxidadc da gerênciada Fundaçãocxija a prcsançaprolongada dc um dos ou mais mernbros dos corposgercntcs, cstcspoderãoscr remunerados. ARTIGO 1O.O Não podcm ser novamentcdcsignadospara os corpos tcÍcntes as pcssoas que, mediante procdso judicial, tenhamsido removidas dos cargos directivosda Fundaçâo, de outra instiruiçÀo particularde ou solidariedadc social,ou tenhamsido declaradas por responsávcis irrcgularidades comeddes exercÍciodas suesfunçõcs. no ARTIGO II.' Não é permitidoaos mcmbrosdos corpocgeÍentes desempenho o simultâneode mais de um cergo na Fundaçlo. ARTTCOt2.o Em casode vecaturadc maioriados lugarce qualqucrdos cordc pos gerentes,deveráproccdcr-scao prccnchimcntodas vagar veriÍicadgsno prazo dc um mês. ARTIGO I3.O pelosÍtspcclivc prcsidcnI - Os corposgerentcs convocados são tcs e ú poderndelibcrarcom 8 prcsença maioria dos srüs titularrs. da 2 - As delibcraÉessão tomadaspor maioria de votos dos titularcs prcsantes, tcndo o prcsidcntc,além do scu voto, o direito a voto de dcscrnpatc, 3 - As votaçõcc rcspeitantcs assuntos incidtnciapcssoll dos I dc por seusmembrosscrão feitas obrigaroriamentc cscrutíniosccrcto. ARTTGO14." I - Os mcrnbros corposgercntcs dos não podcmabster-sc vodc tar nas deliberações tomadascm rcuniõcsa que estejampresentes pclasfaltas ou irregularie sáo responsávcis, e criminelmentc, civil dadcscomctidasno cxcrcíciodas suesfunçõcs.

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ARTICO 2I."

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2 - Além doc motivos previstosna lei, os mcmbrosdos corpos se: lcÍcntçs Íicam oroncrrdos de responsabilidadc c) Nlo tivÉrstr tomado panc na respectiveresoluçãoe a reprovrrcm com dcclenção na acta da scssão imedian cm que se encontrcm prG.cntcs; na á) Tivcrcm votadocontÍa cssaresolução o fizcremconsignar e rctr rcrpcctiva. ARTIGO I5.O - Or mcmbror dos corposgpÍcntcs não podemvour cín arsuntur I quo dlrcctrmantelher digam respcitoou nos quais scjam interessadesccndcntes equiparados. c dor or rcrpCivor cônjugee,ascendcntes, nito podemcontratar dir€c{a 2 - Os membrosdos corposgersntes ou indircclamcntc@m a Fundação,salvo sc do contrato resultarmanifcto bcncfíciopúa a Fundação. t - Or fundamcstos das deliberações sobre os contratosreferidor no númcro antcrior deverâoconstardas actasdas reuniõcsdo rüp€tivo corpo Scrcntc. ARTIGO 16." Drs rcuniõcsdoscorposgcrentcs scrãosempÍclavradas actas,quc pelos mcmbrospÍcsentes. serlo obrigntoriamcntc assinadas

quandocr(ista, coadjuvaro traI - Compete vice-pÍesidcntc, ao bdho do presidc,ntc substitúlo nas suasfaltas e impedimentos. e 2 - Quando não cxista o caÍgo de ücc-presidcntc,as suas funpelo de çõcsseÍõodescmpcnhadas vogal do conselho administração que o presidente designar, ARTICO 22.o Competeaos vogaiscxcrccras funçõesque o consclhode administraçãolhcs atribuir. ARTIGO 23." reuniráuma vezem cadamêse scrnO conselho adrninistração dc por convocação presidcnte. pÍc quc for convenientc, do ARTICO 24.O as e | - Para obrigar a Fundaçtosão neçcssárias bastentes assinaturasconjuntasdc três membrosdo conselhode administração, quando cste exista. ou do presidentc do vicc-presidcnte, e de 2 * Nos actos dc mcro orpcdientcbastaráa assinatura um mernbrodo conselhodc administracào.

SEcçÃoII llo cqrdp de r&úimçe
ARTICO l7.o por I - O consclho administraçãoconstituído trêsou cinco de é mcmbÍoE,que distribuirão cntre si os cargosde presidcnte,vice-prcidcntc (sc o houver)c vogal ou vogais. ARTIOO 18." I - Or manbros do conselho administraçâo dcsignados de tricsão pendmcnrc pclo consdhodc administração e crssantg tomam posse do nntc o presidcntc conselhodc administração exercÍcio. em por 2 - Ar vagasquc ocoÍrcrcmscrâoprecnchidas dcsignação do pcrantco respcctivo prce conrelhode administração tomam posse sidcntc. 3 - No impcdimento qualquermembroc €nquantoo impedide mcnto sc vcrificar, estescrásubstituidopor designaçâo conselho do presidentc, dc rdminictrrçàoc a po6se scráconferidapelo respectivo poderádernitir,por maioria,um | - O consclho administração de doc ccus membros,sob propostado pÍesidcnte, ARTIGO I9.' Compctc ao consclho de administraçãogerir a Fundação e rçrcrcnú-la, incumbindolhe, dcsignadamente: e) Concraizartodrs as iniciativas neccssáriasrealização obà dos da Jccdvoc Fundaçãoe dos direitos dos beneficiários; pareccrdo consclhofìscal ô) Elrborar anualmentc submeter e a bem como o orçamentoe o pÍoo t€lrróÍio c contasdc gerência, jrrme de acçào para o ano seguinte; dos bem c) ArscauÍaÍ a organizaçâo o funcionamento serviços. e como a cscrituração dos livros, nos tcrmos da lci; d) Oryrniar o quadro do pcssoale contratar e gerir o pessoal dr Fundrçlo; a c) Rcprcscntar Fundaçâoern juizo ou fora dele; e íl 7*lar pelo ctmprimentoda lci, dos estatutos das deliberações dc órglos da Fundaçào; f) Adquirir, rlicnar ou onerarquaisqueÍbens,outorgando,para ao o efcito, no8 contÍatosncccssórios cumprim€ntodos seusobjectivor cstatuúrios. ARTIGO 20.O Competcem apecial ao presidcnte: oricntandoe fisda a) Superintcndona administração Fundação, scrviços; celizendooB respectivos do dc ô) Coovocr c prcsidiràs reuniões conselho administração, das dirfindo oc rcrpcclivostrabalhos,e promovera exccução suas dclibcrrçõcc; normaisde expedicnte outros que cae os c) Despachar assuntos do últimosà confirmação urgcntc,sujcitando estes rcçemdc colução conrelhona primcira rcunião seguinte; cm r d) Reprercntar Fundação juízo ou fora dcle, podendodclcgrÍ €m outÍo mcmbrodo conselho administração cm mandaou de tlrb: c) Aninrr c rubrlçrr ()6 tcÍmos de abcrtura c enctÍÍamçnto e ru' brlcu o liwo dc actasdo consslhode rdministraçio.

SEcçÃo IU Do onnìo fird
ARTIGO 25." O conselhofiscal é constituídopor um númeroimpar de membros, até ll, sendoum prcsidente, a 3 vicc-presidentcs resI c os tantesvogais. ART!60 26.. I - Os membrosdo conselhofiscal são designados trienalmcnte pelo conselhodc administração e cessante tomam posseperanteo prcsidente consclhode administraÇâo. do por que ocorrerem do 2 - As vagas serãoprecnchidas designação perante prcsidente deste de c o çonsclho administração tomam possc órgão, dc 3 - No impcdimento qualqucrmembro,e enquantoo impedipor designação conselho do menlo sc verificar,esteserásubstituÍdo desteórgão. dc administÍaçiioc toma possep€Íanteo prcsidente ARTTCO 27.o Compcteao conselhofiscal: e da a sobrea escrituraçãodocumentos Funa) Exerccr fiscalização dação semprcquc o julguc convenientc; por nas represcnlar um dos scusmembros à) AssisriÍou fazer-sc que o julgue convesempre reuniões conselho administraçâo do de nicnte: c) Dar parecersobreo rclatório, contase oÍçamcntoe sobretoquc o órgâo cxecutivosubmeter sua aprcciação. à dos os assunlos ARTTCO28." os O conselhofiscal podc solicitarao conselhode adminislração que considere necessários cumprimentodas suasatriao elcmentos para discussão, extraordinárias buiçôes; bem como propor rcuniões cuja importânciao jusassuntos com aqucleórgâode detcrminados tifiquc. ARTIGO 29.' por que O conrlho fiscalreunirásempÍe o julgar mnveniente, conumâ vez em cada trivocaçãodo presidente obrigatoriamente, e, mcsrre,

CAPÍTULO IV Do conselhoconsultlvo
ARTTCO30." por ou singulares é | - 0 consclho consultivo constituído pessoas da das mérito nasáreas acrividades Funcom reconhccido colcctivas, dação. um consultivotcrá um presidentc, ou dois vice2 - O conselho -prcsidcntcsc um eocÍetóÍio. 3 - A congtftuiçlo do consclhoconsultivo é da rcsponsabilidade do consclhodc adminirtração.

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DIÁRIO DA REPÚBLTCA _ IN SÉRIE

N.o I14ARTICO 34.C

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ARTTCO3l.o I - Compete conselho gobrctodosos ao pronunciar-cc consultivo que assuntos lhe sejamsubmetidos pelo consclhodc administraçâo. 2 - O conselho conoultivorcunirá por convocação seu piesido dente, a solicitaçãodo conselhodc administrrgão, - O presidente consclhoconsultivoé dcsipado pclo consc_ 3 do lho d_e por administração, um perÍododc tempo õolncidentc com o mandalodesteúltimo órgão.

Os _presentes eslatutospoderãoser modificados por propostado consclhodc administração entidadccompet€ntc à para o rcconhecimentoda Fundação, por iniciativa ou desta entidade com o acordo expresso daquclc consclho. ARTIGO 35.O Os primeiroscorposgerentes, bem como o presidentc conse. do lho consultivo,serâodcsignados asscmbleia pela geralda fundadora, sob pÍoposn da direcçàoda fundadora,quc scrdrcprocntada por três membros direcção SCAIL no acto de ccrliura dc coniüda da tuiçào da Fundação. ARTICO 36.0 A Fundaçâo succde SCAIL, por cxtinçãodcsta,na titularidade à jurÍdicas c patrimoniais. dc todas as suasrclações ARTICO 37,' Os casos omissos serâoresolvidos pclo consclho administraçào, dc de acordocom a .Ìcgislação vigor. cm (Assinaturcsilegíveis.) Domingos VicenteJaneiro. Vai conformeo respectivo original. l.o CartórioNorarialde Lisboa,28dc Abrit de 1992. -O Ajug-2-t032 dante, (Assinatura ilegível.)

CAPÍTULO V Disposlções dlvcrsrs
ARTIGO 32.O A Fundaçâo, no exercício des suas actividadcs, respeitarÁ a acçâo orientadora e tutelar do Estado, nos termos da lcgisiação aplicável, e cooperará com outras instituições paÍticularcs è com os icrviçoi oficiais competenre-s para obter o mals alto grau dc justiça, dc ünefícios sociais e de aproveitamento dc recrirsos. ARTIGO 33.O .No caso de extinçâo da Fundação, competirá ao consclho de administraçào tomaÍ, quanto aos bens c às pessoas,as medidas necessárias à salvaguarda dos objectívos socirii prosseguidos pela Funda_ ção, em conformidade com as disposições tegaii aplicdveis.

@ DIÁRIoDA REPUBTICA
Depósito bgl n.n EEI6/65 ISSN 087G998X

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