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Considerações finais

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7 - CONSIDERAÇÕES FINAIS
Quando se fala em Finanças Empresariais, necessariamente temos que recorrer à CONTABILIDADE. Como a própria história nos diz, até mesmo o homem das cavernas se utilizava dela para controlar o seu patrimônio por meio de controles arcáicos. E a história vem provando que a sociedade depende dos registros contábeis, quer no campo governamental, empresarial ou mesmo familiar. Ora, se até o homem das cavernas utilizava a contabilidade, por que uma empresa não se utilizaria dela como ferramenta de tomada de decisão para analisar o passado, controlar o presente e fazer orçamentos para o futuro? Foi-se o tempo em que o contador era o homem que apenas calculava os impostos e a folha de pagamento da empresa. Hoje ele é um aliado fortíssimo do empresário fornecendo relatórios que podem ser analisados e, a partir daí, elaborar uma avaliação acerca das condições financeiras da empresa. Através da Análise de Balanços, a contabilidade disseca as Demonstrações Financeiras e informa aos usuários a real situação patrimonial da empresa. Sem dúvida nenhuma, a contabilidade é uma ferramenta que auxilia muito na administração das finanças empresariais. Como se pode observar, a contabilidade é um instrumento fundamental para que se possa administrar com eficiência um empreendimento. De posse desta gama de informações contábeis, o administrador poderá planejar o futuro desejado para a sua MPE onde serão traçadas as metas e objetivos com vistas aos resultados. Este planejamento será controlado pela contabilidade através de seus registros possibilitando ao administrador tomar decisões certas em tempos hábeis. De posse das informações contábeis poder-se-á realizar uma boa ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA na empresa. O gerenciamento eficiente do Capital de Giro proporcionará à empresa melhores condições para disputar o mercado com suas concorrentes. O controle dos principais itens do Ativo Circulante, tais como as disponibilidades, estoques e contas a receber, proporcionarão maior flexibilidade à empresa diante da concorrência ou das turbulências que o mercado proporciona. O Fluxo de Caixa é um instrumento que proporcionará uma visão futurística ao administrador financeiro das entradas e saídas de recursos possibilitando que o mesmo tome decisões acerca das finanças da empresa antecipadamente, quer nas sobras de recursos ou nas faltas. O PONTO DE EQUILÍBRIO é um dos indicadores contábeis que informa ao administrador o volume necessário de vendas, no período considerado, para cobrir todas as despesas, fixas e variáveis, incluído-se o custo da mercadoria vendida ou do serviço prestado. Este indicador tem por objetivo determinar o nível de produção em termos de quantidade e ou de valor que se traduz pelo equilíbrio entre a totalidade dos custos e das receitas. Para um nível abaixo deste ponto, a empresa estará na zona de prejuízo e acima dele, na zona da lucratividade. É o mínimo que se deve alcançar com receitas para que não amargue com prejuízo. Por conseguinte, o Ponto de Equilíbrio é um dos indicadores que lhe auxiliará na administração do seu negócio. Existem vários outros indicadores contábeis de suma importância para uma boa administração de um empreendimento, tais como os Índices de Solvência, de Endividamento, de Rentabilidade, de Lucratividade, Capital de Giro, etc. Existem empresas de grande, médio e pequeno portes, como também as microempresas e os informais, que têm em comum, a participação de um mesmo segmento de mercado, mas o que elas têm de diferente são as suas estruturas operacionais. Estas estruturas operacionais é que determinarão o real PREÇO DE VENDA de seus produtos, independentemente do mercado. A que tem menor estrutura, mais enxuta, certamente conseguirá colocar uma mercadoria a um preço mais competitivo, talvez, bem abaixo do preço de mercado. Isso é semelhante à concorrência entre o camelô e um magazine. Por que o camelô consegue precificar abaixo do preço do magazine, sendo a mesma mercadoria? Porque o camelô não tem estrutura operacional e o magazine tem custos tributários, financeiros, comissões, salários, telefone, aluguel, energia elétrica, dentre tantos outros. Este tipo de concorrência está presente entre as várias empresas que compõem um mesmo segmento de mercado. Este rol de gastos pesa na hora da precificação e certamente deverá ser cuidadosamente inserido no preço de venda. Anterior

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16/08/2011 12:54