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CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA

Olá pessoal! Hoje estudaremos as Súmulas e Orientações Jurisprudenciais do TST sobre o tema duração do trabalho. Pelo que observei na resolução de questões de provas da FCC, CESPE e ESAF, as bancas adoram cobrar as Súmulas sobre o trabalho noturno e os turnos ininterruptos de revezamento. Por isso, peço atenção especial a estes temas. Ok? Vamos então dar início a nossa aula de hoje! Aula 2: Duração do Trabalho: Horas extraordinárias. Turnos ininterruptos de revezamento. Intervalos Interjornada e Intrajornada. Trabalho Noturno. Horas In Itinere. 2.1. Horas Extraordinárias: Jornada extraordinária é o lapso temporal do trabalho ou disponibilidade do empregado perante o empregador que ultrapasse a jornada padrão, fixada em lei ou por cláusula contratual A Jornada constitucionalmente assegurada aos obreiros é a de 8 horas diárias e 44 horas semanais, e para os turnos ininterruptos de revezamento 6 horas diárias e 30 horas semanais. Assim, qualquer trabalho que exceda deste limite importará em prorrogação de jornada e deverá ser pago adicional de horas extras em relação às horas que excederem a estes limites. Os trabalhadores que exercem cargos de gerência com poderes de mando, desde que percebam padrão mais elevado de vencimento (40% a mais), que os demais estarão excluídos do controle de jornada, não sendo devidas horas extras, eventualmente prestadas. Os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação do horário de trabalho, o gerente e os diretores que exercem cargo de confiança, de mando, comando e gestão, dentro da empresa são excluídos do controle de jornada de trabalho. Em relação aos trabalhadores que realizam atividades externas incompatível com a fixação da jornada, tal situação deve ser anotada na CTPS e no livro ou ficha de registro de empregados.

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Porém, o simples fato de realizar serviço externo não significa que o empregado não possua horário de trabalho. Se houver possibilidade de controlar os horários de entrada e saída, mesmo que o empregado realize atividade externa estará sujeito à jornada normal de trabalho, bem como ao pagamento das horas extras eventualmente laboradas. Observem o dispositivo consolidado: Art. 62 da CLT Não são abrangidos pelo regime previsto neste capítulo: I - os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho, devendo tal condição ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social e no registro de empregados; II - os gerentes, assim considerados os exercentes de cargos de gestão, aos quais se equiparam, para efeito do disposto neste artigo, os diretores e chefes de departamento ou filial. Parágrafo único - O regime previsto neste capítulo será aplicável aos empregados mencionados no inciso II deste artigo, quando o salário do cargo de confiança, compreendendo a gratificação de função, se houver, for inferior ao valor do respectivo salário efetivo acrescido de 40% (quarenta por cento). É importante relembrar o que seja sistema de compensação e sistema de prorrogação de horas extraordinárias. Do sistema de compensação: Através do sistema de compensação o excesso de horas em um dia será compensado pela diminuição em outro dia, portanto não será devido o adicional de 50% sobre a hora normal e o limite máximo será de duas horas diárias. Em relação a este tema o que as bancas de concurso abordam muito é a questão do denominado “banco de horas”, observem as explicações: Banco de Horas: (Art. 59 § 2º da CLT) Banco de Horas é uma forma de compensação de jornada celebrada por convenção ou acordo coletivo de trabalho, na qual as horas extras laboradas não serão remuneradas.

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Por este sistema de compensação de horas o acréscimo de salário pelo labor realizado extraordinariamente poderá ser dispensado, através de Convenção ou Acordo Coletivo, quando ocorrer a compensação do excesso de horas em um dia pela correspondente diminuição em outro dia, porém não poderá exceder em um período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais previstas e nem ultrapassar o limite máximo de 10 horas diárias. Art. 59 do CLT A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho § 2º Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias DICA: É importante ressaltar que o empregado menor somente poderá prestar o trabalho extraordinário em regime de compensação ou de força maior (art. 413 da CLT). Formas de Prorrogação: As formas de prorrogação de jornada: serão mediante acordo escrito, individual ou coletivo, em número não excedente a duas horas, com o pagamento da remuneração do serviço extraordinário superior no mínimo em 50% a do normal. Art. 59 do CLT A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho. § 1º - Do acordo ou do contrato coletivo de trabalho deverá constar, obrigatoriamente, a importância da remuneração da hora suplementar, que será, pelo menos, 20% (vinte por cento) superior à da hora normal.

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§ 4º . I do TST).CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA § 2º Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se. As verbas que integram o salário são as verbas descritas no parágrafo 1º do art. de maneira que não exceda. à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. no período máximo de um ano.Os empregados sob o regime de tempo parcial não poderão prestar horas extras.Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação integral da jornada extraordinária. a comissão. (NR). que o adicional noturno integra a base de cálculo das horas prestadas no período noturno (OJ 97 da SDI-1 do TST).pontodosconcursos. por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho. fará o trabalhador jus ao pagamento das horas extras não compensadas. acordo. contrato. convenção coletiva ou sentença normativa. o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia. § 3º . a gratificação.br 4 . www.com. o abono. calculadas sobre o valor da remuneração na data da rescisão. O adicional de periculosidade integra a base de cálculo das horas extras (Súmula 132. a percentagem. mas gostaria de lembrá-los que a base de cálculo das horas extras é calculada através da soma do salário contratual com o adicional de insalubridade (OJ 47 SDI-1 do TST). também. como por exemplo. E. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em lei. na forma do parágrafo anterior. De acordo com a Súmula 264 do TST somente as verbas que integram o salário entrarão no cálculo das horas extras. 457 da CLT. Ainda estudaremos insalubridade e periculosidade. nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. etc. As principais Súmulas e Orientações Jurisprudenciais sobre o trabalho extraordinário seguem abaixo comentadas: Súmula 264 do TST A remuneração do serviço suplementar é composta do valor da hora normal.

Sendo assim. Estudaremos jornada in itinere ao final desta aula. mas gostaria que vocês já memorizassem que o tempo que o empregado levar para se deslocar do trabalho para a sua residência e vice-versa. pois a fração de 6 meses dá direito a uma indenização. pelo empregador. O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos doze meses. a supressão pelo empregador de trabalho extraordinário prestado pelo empregado com habitualidade e pelo menos por um ano assegura ao empregado o direito de receber a indenização correspondente a um mês das horas suprimidas. durante 1 ano e seis meses com habitualidade em jornada extraordinária.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 291 do TST A supressão. ele terá direito a receber duas indenizações. durante pelo menos 1 (um) ano.com. Súmula 90. Por serviço suplementar devemos entender o trabalho extraordinário. quando o local não for servido por transporte público regular e permanente será computado como serviço extraordinário.pontodosconcursos. assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. www. multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão. por exemplo. V do TST Considerando que as “horas in itinere” são computadas na jornada de trabalho. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário.br 5 . do serviço suplementar prestado com habitualidade. Quando o empregado trabalhar. quando o empregado trabalhe há mais de um ano.

Súmula 85 do TST I. pois na resolução das questões ela foi abordada e com os casos hipotéticos das questões os seus incisos serão melhor explicitados. etc. aviso prévio. sendo devido apenas o respectivo adicional. www. O acordo individual para compensação de horas é válido. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária. IV. observará o número de horas efetivamente prestadas e a ele aplica-se o valor do saláriohora da época do pagamento daquelas verbas. O mero não-atendimento das exigências legais para a compensação de jornada. Quando o pagamento diz respeito a verbas rescisórias. II. deverá ser observado o salário da época do pagamento das mesmas. Nesta hipótese. FGTS. As horas extras terão repercussões em todas as verbas. A seguir transcrevo a Súmula 85 do TST e peço que vocês leiam com bastante atenção. III. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito. acordo coletivo ou convenção coletiva. para efeito de reflexos em verbas trabalhistas. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário.pontodosconcursos. como férias. se não dilatada a jornada máxima semanal. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. A média das horas extras habitualmente prestadas será calculada sobre o valor do salário-hora da época do pagamento da verba. quanto àquelas destinadas à compensação.com.br 6 . salvo se houver norma coletiva em sentido contrário.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 347 do TST O cálculo do valor das horas extras habituais.

CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 2. cumprindo horários que permitam o funcionamento ininterrupto da empresa. Súmula 110 do TST No regime de revezamento.2. salvo negociação coletiva. O empregado sujeito ao regime de turnos ininterruptos de revezamento poderá ter a sua jornada interrompida para repouso e alimentação sem que seja descaracterizado o regime e revezamento sujeito a jornada de 6 horas diárias. Quando a jornada dos empregados sujeitos aos turnos ininterruptos de revezamento for ampliada por norma coletiva. os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não tem direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras. Os turnos ininterruptos de revezamento possuem jornada constitucionalmente prevista de seis horas. podendo ser alterada por norma coletiva. www. Art. como flexibilizou a própria Constituição. não descaracteriza o turno de revezamento com jornada de 6 (seis) horas previsto no art. inclusive com o respectivo adicional.br 7 .7º CRFB/88 Jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. 7º.pontodosconcursos. as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas. dentro de cada turno. Súmula 423 do TST Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva. XIV. com prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas. Súmula 360 do TST A interrupção do trabalho destinada a repouso e alimentação. Turnos Ininterruptos de Revezamento: O trabalho por turno é aquele em que grupos de trabalhadores se sucedem na empresa. devem ser remuneradas como extraordinárias.com. ou o intervalo para repouso semanal. da CF/1988. os empregados não farão jus ao recebimento da 7º e 8º hora como extraordinária.

308 da CLT) ¾ Operadores cinematográficos: 12 horas (art. os mesmos efeitos previstos no § 4º do art. dentro ou fora da jornada. este deverá pagálos como hora extraordinária a totalidade das horas que foram subtraídas do intervalo. 2. devendo-se pagar a integralidade das horas que foram subtraídas do intervalo.3. 66 da CLT acarreta. 245 da CLT) ¾ Telefonistas: 17 horas (art.16 (após jornada de mais de 12 horas e até 15 horas) ou 24 horas (após jornada de mais de 15 horas) de descanso (Arts. que tem a finalidade de permitir a reposição das energias gastas durante o trabalho” (Vólia Bonfim).3.1 Intervalo Interjornada: É a pausa concedida ao empregado entre o final de uma jornada diária de trabalho e o início de outra no dia seguinte. Os intervalos dividem-se em: Intervalos Interjornada e Intervalos Intrajornada.183/84) OJ 355 da SDI-1 do TST O desrespeito ao intervalo mínimo interjornadas previsto no art. por analogia. 229 da CLT) ¾ Aeronautas: 12 (após jornada de até 12 horas). Quando o intervalo mínimo de 11 horas consecutivas entre uma jornada e outra não for respeitado pelo empregador. remunerados ou não. acrescidas do respectivo adicional. www. 66 da CLT) ¾ Jornalista: 10 horas (art. 34 e 37 da Lei 7. 235. Intervalos Intrajornada e Interjornada: “Os intervalos ou períodos de descanso são lapsos temporais. 71 da CLT e na Súmula nº 110 do TST. Podem ser de: ¾ Regra geral: 11 horas consecutivas (art.br 8 .pontodosconcursos.com. parágrafo 2º da CLT) ¾ Ferroviários: 14 horas (art.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 2.

pontodosconcursos.3. entretanto. cuja duração exceda de 6 (seis) horas. jornada diária ¾ São eles: a) Quando a de trabalho exceder de 6 horas. Quando o empregador por liberalidade concede intervalos a seu empregado. se acrescidos ao final da jornada. 2. não poderá exceder de 2 (duas) horas.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 118 do TST Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho. Intervalo Intrajornada: São as pausas que ocorrem dentro da jornada diária de trabalho com a finalidade de permitir o repouso e a alimentação do trabalhador. não previstos em lei.2. será obrigatória a concessão de um intervalo para repouso e alimentação. b) Quando a jornada diária de trabalho exceder de 4 horas. é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação. será. pois através da situação hipotética descrita lá vocês poderão apreender melhor o conteúdo desta Súmula 118 do TST. obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. de no mínimo 1 hora e salvo acordo ou convenção coletiva não poderá exceder de 2 horas. ele deverá pagá-los como horas extraordinárias porque estes representam tempo à disposição do empregador.br 9 . § 2º . www. não sendo computado o intervalo na duração da jornada. § 1º . 71 da CLT Em qualquer trabalho contínuo. representam tempo à disposição da empresa. o qual será.com.Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho. remunerados como serviço extraordinário.Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. de 1 (uma) hora e. salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário. Remeterei vocês para a questão comentada de número 7 desta aula. mas não ultrapassar 6 horas. não sendo computado o intervalo na duração da jornada. Art. o intervalo intrajornada será de 15 minutos. no mínimo.

infenso à negociação coletiva. previsto neste artigo. desde que garantida a redução da jornada para. Atenção: Redação atual da OJ 342 da SDI-1 do TST: I – É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a surpressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. excepcionando-se os empregados em empresas de transporte coletivo urbano. XXII. saúde e segurança do trabalho. observem a redação anterior e a redação atual: Redação anterior: OJ 342 da SDI – 1 do TST Intervalo Intrajornada para repouso e alimentação. da CF/1998).br 10 .O limite mínimo de 1 (uma) hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministro do Trabalho quando. É importante falar que a OJ 342 da SDI-1 do TST foi alterada recentemente pelo TST. garantido por norma de ordem pública (art. garantido por norma de ordem pública (art. se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado às horas suplementares. 71 da CLT e art. É inválida a cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. empregados em empresas de transporte público coletivo urbano. no mínimo. saúde e segurança do trabalho. sete horas diárias ou quarenta e duas semanais. 7º. não for concedido pelo empregador. www. é valida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a redução do intervalo. Não concessão ou redução. § 4º . II – Ante a natureza do serviço e em virtude das condições especiais de trabalho a que são submetidos estritamente os condutores e cobradores de veículos rodoviários.com. 7º XXII da CRFB/88). mantida a mesma remuneração e concedidos intervalos para descanso menores e fracionários ao final de cada viagem. não prorrogada.pontodosconcursos.71 da CLT e art. este ficará obrigado a remunerar o período correspondente com um acréscimo de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. ouvida a Secretaria de Segurança e Higiene do Trabalho.Quando o intervalo para repouso e alimentação. não descontados da jornada.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA § 3º .

br 11 . B) Empregados que trabalhem no interior de câmaras frigoríficas: a cada 1 hora e 40 minutos de trabalho contínuo. implica o pagamento total do período correspondente. OJ Nº 307 da SDI – 1 do TST Após a edição da Lei nº 8. quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação.923. escrituração ou cálculo. Súmula 346 do TST Os digitadores. 72 da CLT. de 27 de julho de 1994. 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho (art. www. ¾ Outros exemplos de intervalos intrajornada: A) Nos serviços permanentes de mecanografia. a não-concessão total ou parcial do intervalo intrajornada mínimo. 71. equiparam-se aos trabalhadores nos serviços de mecanografia (datilografia. 20 minutos de repouso computado como de trabalho efetivo este intervalo. no mínimo. 71 da CLT).CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Outras Orientações Jurisprudenciais do TST: OJ. escrituração ou cálculo). da CLT. no cálculo de outras parcelas salariais. datilografia. razão pela qual têm direito a intervalos de descanso de 10 (dez) minutos a cada 90 (noventa) de trabalho consecutivo.923/94.pontodosconcursos. para repouso e alimentação. a cada período de 90 minutos de trabalho será concedido um intervalo de 10 minutos para repouso. não deduzidos da duração normal do trabalho. com redação introduzida pela Lei nº 8.com. repercutindo. com acréscimo de. por aplicação analógica do art. § 4º. assim. 354 da SDI-1 do TST Possui natureza salarial a parcela prevista no art.

o aumento será calculado sobre o salário mínimo geral vigente na região.br 12 . pela natureza de suas atividades. O art. conforme estabelece o art. § 3º .O acréscimo a que se refere o presente artigo. em se tratando de empresas que não mantêm. para repouso. Art. sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento).CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA C) trabalho em minas e subsolo: a cada 3 horas consecutivas para o trabalho é obrigatório parar 15 minutos. D) a mulher para amamentar o próprio filho até que este complete 6 meses de idade terá direito durante a jornada de trabalho a dois descansos especiais de 30 minutos cada um.4. pelo menos. Trabalho Noturno: É aquele prestado no período da noite fazendo o obreiro jus ao adicional respectivo. Em relação às empresas cujo trabalho noturno decorra da natureza de suas atividades. 73 da CLT estabelece o horário noturno dos trabalhadores urbanos.A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. para esse efeito. 7º IX da CRFB/88 estabelecendo que como direito dos trabalhadores a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. não www.pontodosconcursos.com. Fixa o adicional noturno em 20% sobre a hora diurna e estabelece a hora noturna reduzida em que cada hora noturna trabalhada será computada como de 52 minutos e 30 segundos e não como 1 hora. 2. trabalho noturno habitual. para os efeitos deste artigo.Considera-se noturno. sobre a hora diurna. como aquele compreendido entre 22 e 5 horas do dia seguinte. § 1º . não deduzidos da jornada normal de trabalho. o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e. § 2º . será feito tendo em vista os quantitativos pagos por trabalhos diurnos de natureza semelhante. 73 da CLT Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal. o trabalho executado entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte.

horas extras e repouso semanal remunerado. assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos. mas por enquanto gostaria que vocês guardassem que as gorjetas não servirão de base de cálculo para o adicional noturno.com.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA sendo devido quando exceder desse limite. não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso-prévio. Rural Adicional 25% 60 minutos 20 e 4h Pecuária 21 e 5 hLavoura Urbano Adicional 20% 52 m e 30 s 22 h e 5h Servidor Adicional 25% 52 m e 30 s 22 h e 5h Advogado Adicional 25% 52 m e 30 s 20h e 5h DICA: A Súmula 354 do TST será estudada nas próximas aulas. aplica-se às horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos § 5º .Nos horários mistos. cobradas pelo empregador na nota de serviço ou oferecidas espontaneamente pelos clientes. adicional noturno. Súmula 354 do TST As gorjetas.Às prorrogações do trabalho noturno aplica-se o disposto neste Capítulo DICA: A distinção entre o trabalho Noturno do empregado urbano e do empregado rural é muito abordada em provas de concursos. integram a remuneração do empregado. A seguir destaco as principais Súmulas do TST em relação ao trabalho noturno! www. § 4º .br 13 . já acrescido da percentagem.pontodosconcursos. por isso elaborei o quadro abaixo para facilitar o estudo de vocês.

já que também neste horário o trabalhador permanece sob as condições de risco.O adicional noturno pago com habitualidade integra o salário do empregado para todos os efeitos. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. www. Súmula 265 do TST A transferência para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno. II. Súmula 65 do TST O direito à hora reduzida de 52 minutos e 30 segundos aplica-se ao vigia noturno.br 14 .CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Trabalho Noturno Súmula 60 do TST Súmula 265 TST Súmula 65 do TST Súmula 60 do TST I . OJ 259 da SDI-1 do TST O adicional de periculosidade deve compor a base de cálculo do adicional noturno.com.Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta.pontodosconcursos.

b) O empregador deverá fornecer a condução.5. Assim. 58 § 2º CLT O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno. salvo quando tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público o empregador fornecer a condução”. O art. por qualquer meio de transporte. Pela leitura do art. quando o empregado for trabalhar em seu próprio carro. Exemplificando: Sérgio é empregado da empresa XXX que vende água de coco e está localizada em uma ilha no nordeste de onde extrai o côco e o engarrafa. 58 da CLT chegamos à conclusão de que dois requisitos são necessários para que este tempo de deslocamento seja computado na jornada de trabalho do empregado: a) O local de trabalho deverá ser de difícil acesso ou não servido por transporte publico regular.pontodosconcursos. www.br 15 . Para chegar até o seu local de trabalho Sérgio utiliza uma embarcação da empresa. 2. não será computado na jornada de trabalho.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA OJ 97 da SDI-1 do TST O adicional noturno integra a base de cálculo das horas extras prestadas no período noturno. Art. Horas In Itinere: Considera-se jornada in itinere o tempo de deslocamento do empregado de sua residência para o trabalho e o seu retorno do seu trabalho para a sua residência. o tempo despendido por ele até o local de trabalho (ida e volta) será computado na sua jornada de trabalho. o tempo de deslocamento mesmo que o local de trabalho seja de difícil acesso não será considerado como jornada in itinere. 58. uma vez que o acesso até a ilha é difícil e não há transporte público regular. parágrafo segundo da CLT e as Súmulas 90 e 320 tratam do tema.com. Neste caso.

II. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário. para local de difícil acesso ou não servido por transporte regular. importância pelo transporte fornecido. em condução fornecida pelo empregador até o local de difícil acesso ou não servido por transporte público regular e para o seu retorno é computável na jornada de trabalho. III. contrato. parcialmente ou não.Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa. as horas “in itinere” remuneradas limitam-se ao trecho não servido por transporte público. convenção coletiva ou sentença normativa. Relembrando as Súmulas e Orientações Jurisprudenciais: Súmula 264 do TST A remuneração do serviço suplementar é composta do valor da hora normal. www.A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera direito às horas “in itinere”.com. Súmula 320 TST O fato de o empregador cobrar.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 90 TST I. V. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em lei. acordo.A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de “horas in itinere”.br 16 .Considerando que as “horas in itinere” são computadas na jornada de trabalho. IV.O tempo despendido pelo empregado. não afasta o direito á percepção das horas in itinere.pontodosconcursos.

IV. os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não tem direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras. multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão. pelo empregador. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. Nesta hipótese. II. durante pelo menos 1 (um) ano. quanto àquelas destinadas à compensação. www. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. observará o número de horas efetivamente prestadas e a ele aplica-se o valor do salário-hora da época do pagamento daquelas verbas. O mero nãoatendimento das exigências legais para a compensação de jornada. salvo se houver norma coletiva em sentido contrário. assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal.com. para efeito de reflexos em verbas trabalhistas. Súmula 347 do TST O cálculo do valor das horas extras habituais.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 291 do TST A supressão. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária. do serviço suplementar prestado com habitualidade. Súmula 85 do TST I. se não dilatada a jornada máxima semanal.pontodosconcursos. sendo devido apenas o respectivo adicional. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito.br 17 . O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos doze meses. acordo coletivo ou convenção coletiva. Súmula 423 do TST Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva. O acordo individual para compensação de horas é válido. Súmula 90. III. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário. V do TST Considerando que as “horas in itinere” são computadas na jornada de trabalho.

OJ 355 da SDI-1 do TST O desrespeito ao intervalo mínimo interjornadas previsto no art. 7º. 66 da CLT acarreta. inclusive com o respectivo adicional. as horas trabalhadas em seguida ao repouso semanal de 24 horas. XXII.pontodosconcursos. da CF/1998). desde que garantida a redução da jornada para. garantido por norma de ordem pública (art. XIV. saúde e segurança do trabalho. Súmula 110 do TST No regime de revezamento. da CF/1988. 7º.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 360 do TST A interrupção do trabalho destinada a repouso e alimentação. devem ser remuneradas como extraordinárias. 71 da CLT e art. infenso à negociação coletiva. II – Ante a natureza do serviço e em virtude das condições especiais de trabalho a que são submetidos estritamente os condutores e cobradores de veículos rodoviários. com prejuízo do intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre jornadas. OJ 342 da SDI-1 do TST I – É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a surpressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. os mesmos efeitos previstos no § 4º do art. não previstos em lei. no mínimo. não descontados da jornada. não descaracteriza o turno de revezamento com jornada de 6 (seis) horas previsto no art. www.br 18 . dentro de cada turno. se acrescidos ao final da jornada. empregados em empresas de transporte público coletivo urbano. remunerados como serviço extraordinário. por analogia. devendo-se pagar a integralidade das horas que foram subtraídas do intervalo. 71 da CLT e na Súmula nº 110 do TST. é valida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a redução do intervalo. acrescidas do respectivo adicional. ou o intervalo para repouso semanal. Súmula 118 do TST Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho. sete horas diárias ou quarenta e duas semanais. mantida a mesma remuneração e concedidos intervalos para descanso menores e fracionários ao final de cada viagem. representam tempo à disposição da empresa. não prorrogada.com.

já que também neste horário o trabalhador permanece sob as condições de risco. da CLT.O adicional noturno pago com habitualidade integra o salário do empregado para todos os efeitos. no mínimo. OJ 259 da SDI-1 do TST O adicional de periculosidade deve compor a base de cálculo do adicional noturno. de 27 de julho de 1994. www. para repouso e alimentação. com acréscimo de. equiparam-se aos trabalhadores nos serviços de mecanografia (datilografia. Súmula 65 do TST O direito à hora reduzida de 52 minutos e 30 segundos aplica-se ao vigia noturno. § 4º. razão pela qual têm direito a intervalos de descanso de 10 (dez) minutos a cada 90 (noventa) de trabalho consecutivo. com redação introduzida pela Lei nº 8. quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação. a não-concessão total ou parcial do intervalo intrajornada mínimo. no cálculo de outras parcelas salariais.923/94.br 19 . Súmula 265 do TST A transferência para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno. implica o pagamento total do período correspondente. OJ Nº 307 da SDI – 1 do TST Após a edição da Lei nº 8. repercutindo. II.com.pontodosconcursos.Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta.923.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA OJ. assim. 71. Súmula 60 do TST I . 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho (art. 354 da SDI-1 do TST Possui natureza salarial a parcela prevista no art. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. por aplicação analógica do art. Súmula 346 do TST Os digitadores. 71 da CLT). escrituração ou cálculo). OJ 97 da SDI-1 do TST O adicional noturno integra a base de cálculo das horas extras prestadas no período noturno. 72 da CLT.

O tempo despendido pelo empregado.6. o direito ao adicional noturno e circunscreve ao período compreendido entre 22h e 5h.pontodosconcursos. não observe os requisitos da frequência. durante a semana.br 20 . e.com. por iniciar ou terminar o expediente fora do horário estabelecido.A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera direito às horas “in itinere”. V. para local de difícil acesso ou não servido por transporte regular. IV. em condução fornecida pelo empregador até o local de difícil acesso ou não servido por transporte público regular e para o seu retorno é computável na jornada de trabalho.Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa.Considerando que as “horas in itinere” são computadas na jornada de trabalho. não afasta o direito á percepção das horas in itinere. b) Na hipótese de empregados com jornada de seis horas. em razão de cumprirem turnos ininterruptos de revezamento. Súmula 320 TST O fato de o empregador cobrar.A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de “horas in itinere”. quanto às horas extras.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 90 TST I. a) Acaso o trabalhador. iniciado o expediente às 23h e encerrado às 7h 30min. deverão ser computadas a partir de 5 horas. III. parcialmente ou não. 2. faltando injustificadamente ao serviço. importância pelo transporte fornecido. II. (ESAF. www.AFT/2010) Marque a opção correta. perderá o direito ao descanso semanal e à sua respectiva remuneração. Questões de Provas: 1. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário. e da pontualidade. as horas “in itinere” remuneradas limitamse ao trecho não servido por transporte público.

isso porque a natureza do seu serviço não equivale ao conceito de turno ininterrupto de revezamento. ou por contrato coletivo de trabalho. motivo pelo qual as horas extras só poderão ser computadas a partir da 8ª(oitava diária) e 44ª (quadragésima quarta) semanal.com. 62 da CLT).na condição de “folguista”. www. não tem direito à jornada reduzida de 6 (seis) horas. e) De acordo com a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. observado o limite máximo de dez minutos diários. d) O motorista de caminhão que cumpre jornada predominantemente externa não é destinatário das regras pertinentes à limitação da jornada de trabalho. a) A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. mecânico ou eletrônico. ou o intervalo para descanso semanal.966). d) Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos. porque.AFT/2010) Assinale a opção correta.br 21 . mesmo que trabalhe em vários turnos durante a semana. mediante acordo escrito ou tácito entre empregador e empregado. há apenas a adoção de postura discricionária por parte do contratante dos serviços. c) Os estabelecimentos com mais de dez trabalhadores terão obrigatoriamente sistema de anotação da hora de entrada e de saída. descaracteriza o sistema de turnos ininterruptos de revezamento previsto na Constituição. nesse caso. (ESAF.pontodosconcursos. dentro de cada turno. ainda que sofra rígido controle de horário pelo empregador. em registro manual. a concessão do intervalo para repouso e alimentação. 2. versando sobre os empregados que não estão abrangidos pelas normas de limitação da jornada de trabalho (art. b) Os empregados sob o regime de tempo parcial poderão prestar horas extras desde que haja prévia autorização do Ministério do Trabalho. com investidura por meio de mandato legal. em número não excedente de duas. devendo haver diariamente assinalação do período de repouso. não mais se considera requisito essencial à configuração do exercício de gerência a prova do encargo de gestão. 8.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA c) Quando o empregado exerce a função de vigilante. a cargo do trabalhador. e) Observando a alteração legislativa promovida em 1994 (Lei n.

4. em caso de não-compensação das horas excedentes.com. c) É requisito de validade do acordo de compensação de jornada a previsão de que. Considerando as normas relativas à jornada de trabalho. com o respectivo empregador. a) O acordo de compensação de jornada poderia ter sido firmado tacitamente entre empregado e empregador. a situação hipotética descrita e a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho.AFT/2010) Certo empregado celebrou. (ESAF. tendo o empregado direito ao pagamento como horas extraordinárias das que ultrapassarem a duração semanal normal. diante da prestação habitual de horas extras. assinale a opção correta. o empregado horista submetido a turno ininterrupto de revezamento tem jus ao pagamento apenas do adicional das horas extraordinárias trabalhadas além da 6ª diária. b) De acordo com a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. b) A prestação habitual de horas extras descaracteriza o acordo de compensação de horário. inclusive acima do limite previsto no acordo. a) A legislação considera trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte horas semanais. www.AFT/2010) Assinale a opção correta. o que não afetaria sua validade. (ESAF. e) Em caso de força maior para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis. além do limite legal. acordo escrito de compensação de jornada.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 3.br 22 . via convenção ou acordo coletivo de trabalho. Entretanto. desde que haja previsão nesse sentido em convenção ou acordo coletivo de trabalho. o acordo foi reiteradamente descumprido.contratual ou convencional. o empregado terá direito apercebê-las com o adicional de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) do valor da hora normal de trabalho. exigindo a legislação pertinente a celebração. sem que houvesse qualquer compensação de horário. poderá o empregador exigir horas extras do empregado. inexistindo instrumento coletivo fixando jornada diferente.pontodosconcursos. d) O acordo individual de compensação de horário é inválido. após a pactuação.

o adicional noturno deve ser de no mínimo 25% podendo ser estipulado valor superior através de convenção coletiva.Para a CLT a jornada noturna urbana compreende o lapso temporal situado entre 21 horas de um dia até as 21 horas do dia seguinte. considera-sede difícil acesso o local de trabalho quando há mera insuficiência de transporte público. mas fará jus o reclamante ao pagamento de multa no valor de três salários mínimos. (FCC/TRT-Campinas/Analista judiciário/2009) Considere as seguintes assertivas a respeito do trabalho noturno: I. (D) implicará na perda do direito ao adicional noturno. é devido também o adicional quanto às horas prorrogadas. não será computado na jornada de trabalho. por qualquer meio de transporte. a remuneração do repouso semanal corresponderá à de um dia de serviço. salvo quando. d) O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno. mas fará jus o reclamante ao pagamento de multa no valor dos últimos cinco salários recebidos. semana.Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta. uma vez que a CLT veda a redução salarial. tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público. visto tratar-se de um benefício para a higidez física e mental do trabalhador.quinzena ou mês.Em regra. inclusive quando pago com habitualidade. 6. uma vez que este já se encontrava integralizado no salário do reclamante. II. tendo em vista que tem por objetivo compensar o desgaste do trabalhador que se ativa em horário biologicamente destinado a descanso. (C) implicará na perda do direito ao adicional noturno. Para esse fim. (FCC/ .pontodosconcursos.Técnico Judiciário /2008) A transferência do empregado que labora no período noturno para o período diurno de trabalho (A) não implicará na perda do direito ao adicional noturno.O adicional noturno integra a base de cálculo das horas extras prestadas no período noturno. IV.TRT-AL .br 23 . III. (E) implicará na perda do direito ao adicional noturno. detém natureza indenizatória. e) Para os empregados que trabalham por dia.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA c) O adicional noturno. 5. www. (B) não implicará na perda do direito ao adicional noturno. computadas as horas extraordinárias habitualmente prestadas.com. o empregador fornecer a condução.

é correto afirmar que (A) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. III e IV. e que Moisés possui jornada de trabalho diária de seis horas.00 pelas refeições. (FCC. (A) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao valor de 2 meses das horas suprimidas. (FCC – Analista Judiciário – TRT 23ª Região/2007) Maria trabalha na empresa Tato realizando serviço suplementar com habitualidade há 1 ano e quatro meses. (E) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário.br 24 . e) I e IV. porque representarão tempo à disposição da empresa.pontodosconcursos. b) I. II e III. c) I. Ambos receberam um comunicado de suas empregadoras avisando que a partir do mês seguinte haverá. para alimentação e repouso. (D) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. 8. 7.Técnico Judiciário/TRT – Campinas/2009) Maria é empregada da empresa KILO e Moisés é empregado da empresa LITRO. (C) Maria e Moisés terão direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. www.com. (B) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao valor de 1 mês das horas suprimidas. porque possui jornada de trabalho reduzida. Seu empregador pretende suprimir as horas extras prestadas por Maria. mas a remuneração do serviço extraordinário será reduzida pela metade em razão dos benefícios trazidos com a alimentação. um intervalo de quinze minutos para café da manhã e um intervalo de quinze minutos para o lanche da tarde. porque a alimentação regular é considerada benéfica à saúde dos obreiros.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Está correto o que se afirma somente em a) I e II. que Maria e Moisés terão um acréscimo de trinta minutos em sua jornada de trabalho. Neste caso. (B) nenhum dos empregados terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. porque a empresa LITRO está efetuando cobrança monetária das refeições fornecidas. Considerando que a empresa KILO fornecerá gratuitamente a alimentação de todas as refeições e que a empresa LITRO cobrará R$ 50. d) III e IV. além do intervalo intrajornada.

caso João trabalhe oito horas por dia. com alternância. c) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. 10. 179 O horário de trabalho de João está distribuído em turnos para cobrir todo o período de atividade da empresa onde ele trabalha. será necessário um acordo escrito de compensação de jornada. considerandose que a jornada máxima para quem labora em turno ininterrupto de revezamento. para cada empregado. (UnB/CESPE – AGU/2009) Em cada um dos itens seguintes é apresentada uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada.br 25 . de acordo com a Constituição Federal. sob pena de o empregador ter de lhe pagar duas horas extras diárias. (D) não será assegurado a Maria qualquer valor a título de indenização.pontodosconcursos. Nessa situação hipotética. que funciona ininterruptamente. uma vez que a supressão de horas extras é benéfica ao trabalhador.com. b) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. (FCC/ Analista Judiciário Execução de Mandados/ TRT 15ª região/2009) Joana laborava para a empresa X e presta habitualmente horas extras há um ano e oito meses.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA (C) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao último salário recebido. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras suprimidas multiplicado por doze. João integra equipe de trabalho sujeita a sistema de revezamento. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras suprimidas multiplicado por dois. uma vez que é vedada a redução unilateral de salário. de jornadas diurnas e noturnas. Neste caso. A empresa X pretende suprimir tais horas. 9. é de seis horas diárias. (E) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente a 50% do último salário recebido. www. com relação aos direitos dos trabalhadores quanto à duração do trabalho. e) não poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. a empregadora a) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras. d) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas e não há qualquer valor a título de indenização.

no mínimo. (FCC – Analista Judiciário – TRT/CE – 2009) Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva. II e III. calculado sobre o valor-hora das comissões recebidas no mês. acordo. (E) não têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras.-Área Adm. sendo que. (E) I e III. 60% sobre o valor da hora normal de trabalho. 12. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em lei.br 26 ./2008) No que concerne à jornada suplementar de trabalho. no mínimo. II. (B) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras.pontodosconcursos. (C) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras. no mínimo. (D) I. IV. A limitação legal da jornada suplementar a duas horas diárias exime o empregador de pagar as horas trabalhadas. acrescidas de. acrescida de. remunerado à base de comissões. (D) têm direito ao pagamento apenas de uma hora como extra. convenção coletiva ou sentença normativa. (B) II e IV. no mínimo. 50% sobre o valor da hora normal de trabalho. (C) I. 50% sobre o valor da hora normal de trabalho. Está correto o que consta APENAS em (A) II. sujeito a controle de horário. tem direito ao adicional de. no mínimo. A remuneração do serviço suplementar é composta do valor da hora normal. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada.com. para as horas destinadas à compensação. www. (FCC/TRT-SP/Técnico Judic. O empregado. acrescidas de. acrescidas de. 25% sobre o valor da hora normal de trabalho. os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento (A) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras. contrato. III.III e IV. 30% pelo trabalho em horas extras. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 11. II e IV. considere: I.

www.966). e da pontualidade. E 2. versando sobre os empregados que não estão abrangidos pelas normas de limitação da jornada de trabalho (art. E 5. o direito ao adicional noturno e circunscreve ao período compreendido entre 22h e 5h. A 10. não mais se considera requisito essencial à configuração do exercício de gerência a prova do encargo de gestão. há apenas a adoção de postura discricionária por parte do contratante dos serviços. e) Observando a alteração legislativa promovida em 1994 (Lei n. 8.br 27 . B 12. e. E 7. b) Na hipótese de empregados com jornada de seis horas. não tem direito à jornada reduzida de 6 (seis) horas. B 9. deverão ser computadas a partir de 5 horas. motivo pelo qual as horas extras só poderão ser computadas a partir da 8ª (oitava diária) e 44ª (quadragésima quarta) semanal. por iniciar ou terminar o expediente fora do horário estabelecido. D 3. iniciado o expediente às 23h e encerrado às 7h30min. em razão de cumprirem turnos ininterruptos de revezamento. isso porque a natureza do seu serviço não equivale ao conceito de turno ininterrupto de revezamento. Questões de Provas Comentadas: 1. com investidura por meio de mandato legal. D 6. a) Acaso o trabalhador.7. E 2. não observe os requisitos da frequência. 62 da CLT). (ESAF.com. faltando injustificadamente ao serviço.AFT/2010) Marque a opção correta. C 8. durante a semana. d) O motorista de caminhão que cumpre jornada predominantemente externa não é destinatário das regras pertinentes à limitação da jornada de trabalho. perderá o direito ao descanso semanal e à sua respectiva remuneração. nesse caso. ainda que sofra rígido controle de horário pelo empregador. na condição de “folguista”. porque.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Gabarito: 1. c) Quando o empregado exerce a função de vigilante.pontodosconcursos. Incorreta 11. quanto às horas extras. B 4. mesmo que trabalhe em vários turnos durante a semana.

62. da CLT. c) Os estabelecimentos com mais de dez trabalhadores terão obrigatoriamente sistema de anotação da hora de entrada e de saída. bem como com o entendimento sumulado do TST (Súmula 60 do TST). passando a doutrina a entender que a exceção legal veiculada pelo dispositivo prescinde do poder de representação. c) Incorreta. d) Incorreta. O motorista somente é dispensado do controle de jornada. da CLT. II. da CLT. 2. para que o empregado se enquadre na exceção do art. 62. Porque o art. na forma do art. em número não excedente de duas. nem se ela é ininterrupta. Quando existir um controle efetivo pelo empregador.pontodosconcursos. mas não perderá a folga. mediante acordo escrito ou tácito entre empregador e empregado. Para o enquadramento da jornada do empregado nos turnos ininterruptos de revezamento não importa a atividade em si.966/1994 alterou o art. b) Os empregados sob o regime de tempo parcial poderão prestar horas extras desde que haja prévia autorização do Ministério do Trabalho. de acordo com o art. a cargo do trabalhador. 6º da Lei 605/49 estabelece que o empregado que não tiver freqüência e pontualidade durante a semana perderá o direito à remuneração do repouso semanal remunerado. e) Correta. b) Incorreta. www. Portanto. II. no da tarde e no turno da noite é que caracterizará o trabalho em turnos ininterruptos de revezamento. basta que tenha poderes de gestão. §5º. sendo dispensado o poder de representação. mecânico ou eletrônico. O adicional noturno é aplicável às prorrogações do horário noturno. este controle deverá ser documentado mediante controle de ponto.com.br 28 . devendo haver diariamente assinalação do período de repouso. que trabalha no turno da manhã. em registro manual. 73. 62. a) A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. A alternância de turnos pelo empregado. a OJ nº 360 do TST. ou por contrato coletivo de trabalho. (ESAF.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Comentários: a) Incorreta. Neste sentido. A Lei nº 8.AFT/2010) Assinale a opção correta. da CLT. I.

b) Incorreta. www. c) Incorreta. §2º. da CLT). XIV. dentro de cada turno. não descaracteriza o turno de revezamento com jornada de 6 (seis) horas previsto no art.AFT/2010) Certo empregado celebrou. 58. sem que houvesse qualquer compensação de horário. dentro de cada turno. (art. d) Correta. assinale a opção correta. ou o intervalo para repouso semanal. §1º. §4º. 7º. da CF/1988. observado o limite máximo de dez minutos diários. caput da CLT o acordo de prorrogação de jornada deve ser necessariamente escrito. com o respectivo empregador. descaracteriza o sistema de turnos ininterruptos de revezamento previsto na Constituição. observem: Súmula 360 do TST A interrupção do trabalho destinada a repouso e alimentação. 59. 59.pontodosconcursos. A assertiva afrontou a Súmula nº 360 do TST. acordo escrito de compensação de jornada. inclusive acima do limite previsto no acordo. Entretanto. a concessão do intervalo para repouso e alimentação. diante da prestação habitual de horas extras. Considerando as normas relativas à jornada de trabalho.com.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA d) Não serão descontadas nem computadas como jornada extraordinária as variações de horário no registro de ponto não excedentes de cinco minutos. Segundo o art. e) De acordo com a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. O horário de repouso (intervalo intrajornada) deve ser apenas pré-assinalado (art. da CLT). ou o intervalo para descanso semanal. 58-A da CLT) jamais poderão prestar horas extras (art. (ESAF. após a pactuação. da CLT). Os empregados sob o regime de tempo parcial (art.a situação hipotética descrita e a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. sendo que inexiste a possibilidade de autorização do MTE para tal. Não há necessidade de que o empregado assinale diariamente o intervalo intrajornada.br 29 . 3. e) Incorreta. o acordo foi reiteradamente descumprido. 74. Comentários: a) Incorreta.

§§ 2º e 3º. o que não afetaria sua validade. d) O acordo individual de compensação de horário é inválido. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. tendo o empregado direito ao pagamento como horas extraordinárias das que ultrapassarem a duração semanal normal. Porque a Súmula 85. poderá o empregador exigir horas extras do empregado. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. d) Incorreta. b) A prestação habitual de horas extras descaracteriza o acordo de compensação de horário.com. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. conforme art. §2º. II do TST estabelece que é válido o acordo de compensação ajustado de forma individual. Súmula 85 do TST IV.br 30 .pontodosconcursos. desde que haja previsão nesse sentido em convenção ou acordo coletivo de trabalho. o empregado terá direito apercebê-las com o adicional de no mínimo 75% (setenta e cinco por cento) do valor da hora normal de trabalho. O art. www. Comentários: a) Incorreta. O acordo de compensação de jornada deve ser firmado expressamente. em caso de não-compensação das horas excedentes. da CLT estabelece que as horas não compensadas deverão ser pagas como extraordinárias. e) Em caso de força maior para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis. 59. mas não há menção a adicional superior ao mínimo legal. 59. c) É requisito de validade do acordo de compensação de jornada a previsão de que. além do limite legal. Nesta hipótese.contratual ou convencional. b) Correta. É o que diz o inciso IV da Súmula 85 do TST. exigindo a legislação pertinente a celebração via convenção ou acordo coletivo de trabalho.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA a) O acordo de compensação de jornada poderia ter sido firmado tacitamente entre empregado e empregador. que é de 50%. e por escrito. quanto àquelas destinadas à compensação. c) Incorreta. da CLT.

O acordo individual para compensação de horas é válido. (ESAF. e) Incorreta. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. II. a) A legislação considera trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a vinte horas semanais. b) De acordo com a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho. nos termos do art. Nesta hipótese. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. salvo quando.br 31 . 61.com. se não dilatada a jornada máxima semanal. caput. da CLT. independentemente de qualquer acordo prévio ou previsão em norma coletiva. acordo coletivo ou convenção coletiva. inclusive quando pago com habitualidade. 4. www. c) O adicional noturno.AFT/2010) Assinale a opção correta. sendo devido apenas o respectivo adicional. IV. o empregado horista submetido a turno ininterrupto de revezamento tem jus ao pagamento apenas do adicional das horas extraordinárias trabalhadas além da 6ª diária. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. inexistindo instrumento coletivo fixando jornada diferente. considera-sede difícil acesso o local de trabalho quando há mera insuficiência de transporte público. O mero nãoatendimento das exigências legais para a compensação de jornada. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito. por qualquer meio de transporte. quanto àquelas destinadas à compensação. o empregador fornecer a condução.pontodosconcursos. As horas extras podem ser compulsoriamente exigidas pelo empregador. detém natureza indenizatória. tendo em vista que tem por objetivo compensar o desgaste do trabalhador que se ativa em horário biologicamente destinado a descanso. Para esse fim. tratando-se de local de difícil acesso ou não servido por transporte público. não será computado na jornada de trabalho.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 85 do TST I. d) O tempo despendido pelo empregado até o local de trabalho e para o seu retorno. III. salvo se houver norma coletiva em sentido contrário.

Súmula 90 TST I. O artigo 58-A da CLT considera como trabalho a tempo parcial aquele cuja duração não poderá exceder a 25 horas semanais. III. A Súmula 90 do TST estabelece que a mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento das horas in itinere. da Lei nº 605/1949) A Súmula 172 do TST estabelece que as horas extras habitualmente prestadas serão computadas no cálculo do repouso semanal remunerado. bem como do respectivo adicional. o tempo que extrapola a jornada legal é considerado como extraordinário. www.com. (art. e) Correta. 7º.O tempo despendido pelo empregado. A OJ 275 da SDI – 1 do TST estabelece que o empregado horista que estiver submetido a turnos ininterruptos de revezamento fará jus ao pagamento das horas trabalhadas acrescidas além da sexta. IV.Considerando que as “horas in itinere” são computadas na jornada de trabalho.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA e) Para os empregados que trabalham por dia. V.Se houver transporte público regular em parte do trajeto percorrido em condução da empresa. semana. O adicional noturno tem natureza salarial e não indenizatória como menciona a assertiva.pontodosconcursos. Comentários: a) Incorreta. as horas “in itinere” remuneradas limitam-se ao trecho não servido por transporte público.A mera insuficiência de transporte público não enseja o pagamento de “horas in itinere”. a remuneração do repouso semanal corresponderá à de um dia de serviço.br 32 . II. em condução fornecida pelo empregador até o local de difícil acesso ou não servido por transporte público regular e para o seu retorno é computável na jornada de trabalho. d) Incorreta. c) Incorreta. b) Incorreta. “a”. quinzena ou mês. computadas as horas extraordinárias habitualmente prestadas.A incompatibilidade entre os horários de início e término da jornada do empregado e os do transporte público regular é circunstância que também gera direito às horas “in itinere”.

CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 5. b) I. III e IV. é devido também o adicional quanto às horas prorrogadas. (D) implicará na perda do direito ao adicional noturno. c) I.Em regra. o adicional noturno deve ser de no mínimo 25% podendo ser estipulado valor superior através de convenção coletiva. II.Técnico Judiciário /2008) A transferência do empregado que labora no período noturno para o período diurno de trabalho (A) não implicará na perda do direito ao adicional noturno. (FCC/ . (Súmula 60.Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta. II e III. e) I e IV. uma vez que este já se encontrava integralizado no salário do reclamante.br 33 . www. (B) não implicará na perda do direito ao adicional noturno. (E) implicará na perda do direito ao adicional noturno. (FCC/TRT-Campinas/Analista judiciário/2009) Considere as seguintes assertivas a respeito do trabalho noturno: I. d) III e IV.TRT-AL . 6. I. Sumula 60 do TST I . Comentários: Letra D (Súmula 265 do TST) Súmula 265 do TST A transferência para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno. II. Está correto o que se afirma somente em a) I e II. (C) implicará na perda do direito ao adicional noturno. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas.Para a CLT a jornada noturna urbana compreende o lapso temporal situado entre 21 horas de um dia até as 21 horas do dia seguinte. II do TST). uma vez que a CLT veda a redução salarial.Correta. IV.O adicional noturno integra a base de cálculo das horas extras prestadas no período noturno. mas fará jus o reclamante ao pagamento de multa no valor dos últimos cinco salários recebidos.com.pontodosconcursos.Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta. mas fará jus o reclamante ao pagamento de multa no valor de três salários mínimos. III. visto tratar-se de um benefício para a higidez física e mental do trabalhador. Comentários: Letra e.O adicional noturno pago com habitualidade integra o salário do empregado para todos os efeitos.

é correto afirmar que (A) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. Ambos receberam um comunicado de suas empregadoras avisando que a partir do mês seguinte haverá.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA II. (FCC. O adicional noturno para o empregado urbano é de 20% Art.pontodosconcursos.Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal. III. conforme estabelece o art. pelo menos.com.00 pelas refeições. sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento). 73 da CLT .A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. porque a empresa LITRO está efetuando cobrança monetária das refeições fornecidas.Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal. o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e. IV. um intervalo de quinze minutos para café da manhã e um intervalo de quinze minutos para o lanche da tarde.br 34 . § 1º . que Maria e Moisés terão um acréscimo de trinta minutos em sua jornada de trabalho. para esse efeito. e que Moisés possui jornada de trabalho diária de seis horas. Art. o trabalho executado entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte. Considerando que a empresa KILO fornecerá gratuitamente a alimentação de todas as refeições e que a empresa LITRO cobrará R$ 50. 7. o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e. para esse efeito. sobre a hora diurna. para os efeitos deste artigo. sobre a hora diurna. pelo menos.Incorreta.Correta.Incorreta. 73 da CLT. www. § 2º . além do intervalo intrajornada. Será de 22 de um dia e 5 horas do dia seguinte. para alimentação e repouso. OJ 97 da SDI-1 do TST O adicional noturno integra a base de cálculo das horas extras prestadas no período noturno. 73 da CLT .Técnico Judiciário/TRT – Campinas/2009) Maria é empregada da empresa KILO e Moisés é empregado da empresa LITRO.Considera-se noturno. sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento).

Seu empregador pretende suprimir as horas extras prestadas por Maria. (A) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao valor de 2 meses das horas suprimidas. (FCC – Analista Judiciário – TRT 23ª Região/2007) Maria trabalha na empresa Tato realizando serviço suplementar com habitualidade há 1 ano e quatro meses. Neste caso. mas a remuneração do serviço extraordinário será reduzida pela metade em razão dos benefícios trazidos com a alimentação.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA (B) nenhum dos empregados terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. 8. (C) Maria e Moisés terão direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. porque representarão tempo à disposição da empresa.pontodosconcursos. (D) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. representam tempo à disposição da empresa. se acrescidos ao final da jornada. uma vez que a supressão de horas extras é benéfica ao trabalhador. (C) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao último salário recebido. (E) somente Moisés terá direito ao recebimento de trinta minutos remunerados como serviço extraordinário. Comentários: Letra C Súmula 118 do TST Os intervalos concedidos pelo empregador na jornada de trabalho. porque possui jornada de trabalho reduzida. remunerados como serviço extraordinário. não previstos em lei. (B) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente ao valor de 1 mês das horas suprimidas.br 35 . (D) não será assegurado a Maria qualquer valor a título de indenização. (E) será assegurado a Maria o direito à indenização correspondente a 50% do último salário recebido. porque a alimentação regular é considerada benéfica à saúde dos obreiros. Comentários: Letra B www.com.

e) não poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. pelo empregador. a empregadora a) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas.com. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras. durante pelo menos 1 (um) ano. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras suprimidas multiplicado por dois. com relação aos direitos dos trabalhadores quanto à duração do trabalho. Neste caso. O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos doze meses. multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão. multiplicada pelo valor da hora extra do dia da supressão. b) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas. (UnB/CESPE – AGU/2009) Em cada um dos itens seguintes é apresentada uma situação hipotética seguida de uma assertiva a ser julgada.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA Súmula 291 do TST A supressão. pelo empregador. durante pelo menos 1 (um) ano. assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. do serviço suplementar prestado com habitualidade. do serviço suplementar prestado com habitualidade. A empresa X pretende suprimir tais horas. 9. Comentários: Letra A Súmula 291 do TST A supressão. (FCC/ Analista Judiciário Execução de Mandados/ TRT 15ª região/2009) Joana laborava para a empresa X e presta habitualmente horas extras há um ano e oito meses. O cálculo observará a média das horas suplementares efetivamente trabalhadas nos últimos doze meses. 10.pontodosconcursos. c) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas.br 36 . www. mas deverá pagar a Joana o valor de um mês das horas extras suprimidas multiplicado por doze. uma vez que é vedada a redução unilateral de salário. assegura ao empregado o direito à indenização correspondente ao valor de 1 (um) mês das horas suprimidas para cada ano ou fração igual ou superior a seis meses de prestação de serviço acima da jornada normal. d) poderá suprimir as horas extras habitualmente prestadas e não há qualquer valor a título de indenização.

7º. para os que trabalhem em turnos ininterruptos de revezamento. ele terá que pagar como hora extraordinária as horas que excederem. A limitação legal da jornada suplementar a duas horas diárias exime o empregador de pagar as horas trabalhadas. caso João trabalhe oito horas por dia. considere: I. contrato. Nessa situação hipotética. com alternância. para cada empregado. www.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA 179 O horário de trabalho de João está distribuído em turnos para cobrir todo o período de atividade da empresa onde ele trabalha. seja estabelecida por acordo ou convenção coletiva. XIV . considerandose que a jornada máxima para quem labora em turno ininterrupto de revezamento. será necessário um acordo escrito de compensação de jornada. 7º. A remuneração do serviço suplementar é composta do valor da hora normal. Caso o empregador amplie a jornada dos empregados que trabalhem em turnos ininterruptos de revezamento por acordo de compensação.pontodosconcursos.jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento. Súmula 423 do TST Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva./2008) No que concerne à jornada suplementar de trabalho. Neste caso. sob pena de o empregador ter de lhe pagar duas horas extras diárias.br 37 . a sétima e oitava hora não serão consideradas horas extraordinárias. mediante acordo ou convenção coletiva. de acordo com a Constituição Federal.com. que funciona ininterruptamente. 11. XIV da CF/88 será necessário que a jornada superior a seis horas. é de seis horas diárias. João integra equipe de trabalho sujeita a sistema de revezamento. A Súmula 423 do TST permite a ampliação da jornada para até 8 horas.-Área Adm. acordo. de jornadas diurnas e noturnas. (FCC/TRT-SP/Técnico Judic. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em lei. salvo negociação coletiva. convenção coletiva ou sentença normativa. Art. II. Comentários: (Incorreta) De acordo com o art. os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não tem direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras.

com. Está correto o que consta APENAS em (A) II. II e III. sendo devido www. caso não haja um acordo de compensação.Incorreta. no mínimo. IV. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada. II. inclusive quando encetada mediante acordo tácito. remunerado à base de comissões.Correta. integrado por parcelas de natureza salarial e acrescido do adicional previsto em lei. sendo que. acordo coletivo ou convenção coletiva. O adicional de horas extraordinárias será de no mínimo 50% de acordo com o art. tem direito ao adicional de. acordo. II. sujeito a controle de horário. O empregador terá que pagar as horas extraordinárias trabalhadas além da oitava hora.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA III. 7º. O mero nãoatendimento das exigências legais para a compensação de jornada. O acordo individual para compensação de horas é válido.Incorreta. (E) I e III. se não dilatada a jornada máxima semanal. (C) I. salvo se houver norma coletiva em sentido contrário.br 38 .pontodosconcursos. III. (B) II e IV. para as horas destinadas à compensação. contrato. calculado sobre o valor-hora das comissões recebidas no mês. 30% pelo trabalho em horas extras.Correta. não implica a repetição do pagamento das horas excedentes à jornada normal diária. IV. IV do TST) Súmula 85 do TST I. deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. III. A compensação de jornada de trabalho deve ser ajustada por acordo individual escrito. Comentários: Letra B I. (D) I. convenção coletiva ou sentença normativa. (Súmula 264 do TST) Súmula 264 do TSTA remuneração do serviço suplementar é composta do valor da hora normal. XVI da CF/88. O empregado. II e IV. (Súmula 85. III e IV.

........... no mínimo...br .pontodosconcursos.com.......... os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento não tem direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras. acrescida de..... os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento (A) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras.. 50% sobre o valor da hora normal de trabalho.CURSO ON-LINE – SÚMULAS E ORIENTAÇÕES JURISPRUDENCIAIS DO TST PROFESSORA: DÉBORAH PAIVA apenas o respectivo adicional..... Déborah Paiva 39 www.... 25% sobre o valor da hora normal de trabalho.. acrescidas de...... Súmula 423 do TST Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva. chegamos ao final da nossa aula de hoje! Até a nossa próxima aula! Muita Luz! Um bom final de semana para todos... as horas que ultrapassarem a jornada semanal normal deverão ser pagas como horas extraordinárias e. quanto àquelas destinadas à compensação.... no mínimo. 60% sobre o valor da hora normal de trabalho.... Um grande abraço........ 12. Comentários: Letra E.. acrescidas de... deverá ser pago a mais apenas o adicional por trabalho extraordinário. ........ no mínimo................... (E) não têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras.. Nesta hipótese.......... (B) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras.... acrescidas de.. A prestação de horas extras habituais descaracteriza o acordo de compensação de jornada.. no mínimo... IV.. (FCC – Analista Judiciário – TRT/CE – 2009) Estabelecida jornada superior a seis horas e limitada a oito horas por meio de regular negociação coletiva.... 50% sobre o valor da hora normal de trabalho...... Bem. (C) têm direito ao pagamento das sétima e oitava horas como extras....... (D) têm direito ao pagamento apenas de uma hora como extra....