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FACULDADE UNIÃO DAS AMÉRICAS - UNIAMÉRICA ADRIANO MACHADO ALLAN CAMPOS DARLEI SOUZA JOÃO CLEBER DE LIMA WALDEMIR

LUCHIS

EIA - RIMA POSTO DE COMBUSTÍVEIS JS

FOZ DO IGUAÇU, 2013.

LISTA DE FIGURAS Figura 1: Localização do município de Foz do Iguaçu. ......................................... 8 Figura 2: Acesso ao empreendimento...................................................................... 9 Figura 3: Área de Influência Indireta - AII. ............................................................. 10 Figura 4: Área de Influencia Direta - AID. .............................................................. 11 Figura 5: Área Diretamente Afetada - ADA. .......................................................... 11 Figura 6: Cataratas Do Iguaçu. ................................................................................ 12 Figura 7: Templo Budista.......................................................................................... 12 Figura 8: Itaipu Binacional. ....................................................................................... 13 Figura 9: Parque das Aves. ...................................................................................... 13 Figura 10: Zoológico Bosque Guarani. ................................................................... 13 Figura 11: Cassino em Puerto Iguazu. ................................................................... 13 Figura 12: Compristas em Ciudad del Este ........................................................... 13 Figura 13: Distribuição vegetacional no Paraná. .................................................. 14 Figura 14: Bacia Hidrográfica do Hidrográfica 3. .................................................. 23 Figura 15: Perfil populacional de Foz do Iguaçu. ................................................. 24 Figura 16: Quadro Evolutivo do perfil socioeconômico do município de Foz do Iguaçu. .............................................................................................. 24

1

SUMÁRIO
1 2 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO .................................................... 4 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONSULTORA ........................................... 4 2.1 3 4 5 6 7 8 Equipe técnica ................................................................................................ 5

JUSTIFICATIVA ..................................................................................................... 5 METODOLOGIA .................................................................................................... 5 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDMENTO ................................................ 6 DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO. .......................................................... 6 LOCALIZAÇÃO ...................................................................................................... 8 CARACTERÍSTICAS GERAIS ............................................................................ 9 8.1 8.2 Escolha da área.............................................................................................. 9 Acesso ............................................................................................................. 9

9 10

DEFINIÇÕES DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA. ............................................... 10 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL ........................................................................ 12 Descrição do Município. .......................................................................... 12 Meio Biológico. .......................................................................................... 14

10.1 10.2

10.2.1 Vegetação.............................................................................................. 14 10.2.2 Fauna ..................................................................................................... 15 10.3 Meio Físico ................................................................................................ 16

10.3.1 O Clima. ................................................................................................. 16 10.3.2 Relevo. ................................................................................................... 17 10.3.3 Hidrografia ............................................................................................. 19 10.4 11 Meio Socioeconômico.............................................................................. 24

IMPACTOS AMBIENTAIS. ............................................................................. 26 Da Metodologia Avaliativa. ..................................................................... 26 Das Medidas e programas ...................................................................... 27 Dos Impactos ............................................................................................ 27 2

11.1 11.2 11.3

.... 30 12..........................1.... 30 Programa de Gestão de Funcionamento .........1 12.................2 12............................ 31 3 ............... ...... 30 12........5 Programa de Gestão de Infraestrutura................4 12...3 12..................................12 PROGRAMAS AMBIENTAIS.............. 30 Programa de Qualidade do Meio Ambiente................ ..1 Subprograma de acompanhamento de motores e maquinários .................. ............................................... . 31 Programa de Correlação de dados e transmissão de informações....... 30 Programa de Gestão da Obra........

05. Lda. Foz do Iguaçu – PR 85908-000 Waldemir Luchis Consultorias Ambientais gerais.1 IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: CEP: Representante Legal: Tipo de Atividade: Fone/Fax: Posto de Combustível J. 168 – Centro.S. nº1.br 4 .945.352. 00.216/0001-43 Avenida Brasil. Rocha Consultorias. (45) 3575-7778 rocha@rochasa.294/0024-07 Avenida Tancredo Neves. Consultoria Ambiental. Aguinaldo de Campos Rocha Comércio de Combustíveis em geral 2 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA CONSULTORA Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: CEP: Representante Legal: Tipo de Atividade: Fone/Fax: Email: Rocha SA.S. Posto J. Foz do Iguaçu-PR.com.

Foi elaborada pesquisa sobre os aspectos físicos. visitas para reconhecimento da área 5 . Tancredo Neves não apresenta. assim.624/d Setor responsável Coordenador Geral Biológico Socioeconômico Físico e infraestrutura Analise de Riscos 3 JUSTIFICATIVA A Av.567/d Crea/PR 87. abordando a forma de como será implantada sua área e o acesso a faculdade.987/d Crea/PR 98. Ambiental Eng.987/d Crea/PR 56. b) A caracterização do diagnóstico ambiental (físicos. biológicos e socioeconômicos). de Souza Allan de Campos João Kleber Waldemir Luchis Adriano Machado Formação Eng. nenhum posto de combustível ativo. Profissional Crea/PR 45. tendo em vista seu alto potencial econômico.2. nas proximidades do bairro a ser instalado tornando.1 Equipe técnica Nome Darlei S. 4 METODOLOGIA Como método para elaboração deste trabalho foi adotado como modelo de AIA (Avaliação de Impacto Ambiental) os estudos ambientais. que foram feitas através de fotos e descrição do local. Devido a essa característica possui um grande fluxo de veículos que circulam na mesma. Ambiental Eng. Sendo uma via de ligação para vários bairros além de universidades e também de ligação com a Usina Hidrelétrica de Itaipu. viável a implantação do empreendimento. em toda sua extensão. Ambiental Reg. que por sua vez contempla quatro momentos básicos: a) Caracterização do empreendimento. Outro fator a ser levado em consideração é a ausência de empreendimentos do tipo.554/d Crea/PR 67. Ambiental Eng. Ambiental Eng.

a qual se destaca no ramo do comércio de combustíveis.  Coleta de dados de campo. construção e operação – pois essas diferentes fases implicam em diferenças significativas.400m2 está situado a uma distancia aproximada de 200m do corpo hídrico Rio Almada não estando próximo à reservas 6 . caracterização e avaliação dos impactos ambientais foi levando em consideração cada fase do empreendimento . Seu projeto de desenvolvimento conta com uma ampla visão na questão ambiental.PR.para levantar os diagnostico do meio biótico e foram feitas estimativas do que mudaria com a implantação do empreendimento no local. seja na exigência de seus funcionários ou no desenvolvimento de políticas internas para a preservação do ambiente local. O empreendimento compreende uma área de 2.planejamento.S. nº17. 6 DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO. localização e intensidade.  Mapas temáticos.  Pesquisa bibliográfica. c) Para identificação. especialmente na sua temporalidade.  Organização dos dados. O presente estudo é destinado ao projeto de implantação do Posto de combustíveis J.S. d) Proposição de programas ambientais de forma mais resumida este documento segue a seguinte linha:  Levantamento de dados secundários. que se instala na Avenida Tancredo Neves. é uma empresa genuinamente iguaçuense. o qual atenderá toda a região noroeste da cidade de Foz do Iguaçu .  Visitas técnicas de campo. 5 CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDMENTO O Posto J.  Diagnóstico. uma vez que apesar de se apresentar como potencialmente poluidora apresenta uma politica de preservação ao meio ambiente.

ainda não contabilizando possíveis funcionários do serviço de borracharia.ambientais. sem intervalos ou períodos de interrupção no atendimento. escolas ou afins que venham a ser. creches. hospitais ou postos de saúde. serviço este terceirizado. o empreendimento contará com 8 funcionários atuando diretamente no posto em turnos alternados. Inicialmente. de alguma forma prejudicado por ruídos e outros tipos de poluição que afeta diretamente o desempenho de algum tipo de prestação de serviços publico ou privada. loja de conveniências e serviços de borracharia. e 5 bombas. É previsto horário de funcionamento das 06h30min até às 20h30min diariamente. exceto em casos especiais. oferecendo serviço de troca de óleo. 7 . O projeto prevê o a instalação de 4 tanques com capacidade de 15m3 cada.

Figura 1: Localização do município de Foz do Iguaçu. conforme figura 1. Fonte: PMFI. latitude 25º 28’22’’ S e longitude 54º 35’09’’O. nº1. 2013. 8 . Foz do Iguaçu-PR.7 LOCALIZAÇÃO A realização das obras para implantação do referido empreendimento se dará em área particular pertencente a Aguinaldo de Campos Rocha localizada na Avenida Tancredo Neves. Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu.

em sentido Sul e Rua Jorge Inácio Franco sentido Leste. entre as externalidades apontadas.  Ausência de empreendimentos do gênero. Figura 2: Acesso ao empreendimento.  Fluxo de veículos.8 8. devido ao porte da avenida e do. a presença de aspectos mais positivos do que de restrições. Fonte: Google Earth. 9 . disponibilidade de apoio logístico pela proximidade com a Usina de Itaipu. Sendo os principais aspectos positivos dados por:  Facilidade no acesso. 2013. condições de acessibilidade. 8.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS Escolha da área O lugar de implantação do empreendimento foi escolhido considerando diversos aspectos.2 Acesso O acesso à área do empreendimento dar-se-á pela Avenida Tancredo Neves.  Localização estratégica de acordo com a Itaipu Binacional. A opção pela indicação da área como a mais conveniente para a implantação do empreendimento veio com a decisão final da comissão técnica de apoio que no levantamento realizado considerou. tais como a inserção urbana.

Figura 3: Área de Influência Indireta .região correspondente à localidade do empreendimento instalado. Área de influência indireta Área de Influência direta 10 . Neste recorte geográfico situam-se os recursos ambientais que podem vir a sofrer impactos diretos pela implantação do empreendimento‖. é a área ―efetivamente ocupada pelo empreendimento.é a área referente ao local de implantação do empreendimento. De acordo com definição do IBAMA. com dimensões e endereço já citados (figura5). Área de influencia direta .9 DEFINIÇÕES DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA. Área de influencia indireta . neste caso região denominada Porto Belo e regiões próximas (figura 4). Área diretamente afetada .AII.toda região correspondente à cadeia administrativa da cidade de foz do Iguaçu (figura 3).

AID. Fonte: Google Earth. Área diretamente impactada. 2013. Área de Influencia direta Localização do posto (ADA) Figura 5: Área Diretamente Afetada . 2013. 11 .Figura 4: Área de Influencia Direta . Fonte: Google Earth.ADA.

e o Rio Iguaçu ao sul. Sua altitude média é de 173 metros acima do nível do mar. Figura 6: Cataratas Do Iguaçu. 2013. o Parque das Aves (figura 9). Foz do Iguaçu possui 256. pelas possibilidades de fazerem compras em Ciudad del Este (Py) e pelos cassinos em Puerto Iguazu (Ar). sendo limitado pelos municípios de Santa Terezinha de Itaipu e de São Miguel do Iguaçu (IBGE). 12 . Pessoas ainda são atraídas à Foz do Iguaçu. O território é composto de duas partes que ficaram descontínuas com a formação do Lago de Itaipu em 1982. Fonte: Mundi. O município de Foz do Iguaçu está localizado entre as coordenadas geográficas de 25° 26’ 00’’ e 25° 36’ 30’’ de latitude sul e 54° 28’ 00’’ e 54° 36’ 30’’ de longitude oeste de Greenwich. Com uma área de 618 Km². As suas fronteiras naturais com esses países são: o Rio Paraná a oeste. na fronteira com as Repúblicas do Paraguai e da Argentina.8 Km² de área rural. eleita em 2009 como uma das sete maravilhas naturais. o templo Budista (figura 8). Figura 7: Templo Budista.10 DIAGNÓSTICO AMBIENTAL 10. o Zoológico Bosque Guarani (figura 10).2 Km² de área urbana e os 546.088 habitantes. 2013. Fonte: O Autor. O município situa-se no extremo oeste do estado do Paraná. distribuídos entre os 61. Seus principais atrativos turísticos são as Cataratas do Iguaçu (figura 6). a Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional (figura 7).1 Descrição do Município.

2013. 2013. Figura 12: Compristas em Ciudad del Este Fonte: O Autor. Figura 11: Cassino em Puerto Iguazu. Fonte: Gazeta do Povo. Fonte: Flickr. Figura 10: Zoológico Bosque Guarani.Figura 8: Itaipu Binacional. 2013. Figura 9: Parque das Aves. 2013. 13 . Fonte: Cassinotur. Fonte: Gandra. 2013.

também são muito comuns. em todas as camadas da biota. onde a vegetação local trata-se de Floresta Atlântica Estacional Semidecidual. o Ingá. conforme figura 13. a Paineira. Entre as espécies mais conhecidas de árvores da Floresta Estacional Semidecidual estão a Peroba. sendo que se encontra em pleno processo de extinção e degradação sendo que os últimos remanescentes deste tipo de mata estão sob as responsabilidades do Parque Nacional Do Iguaçu. o Angico. trepadeiras e lianas. o Ipê. 10. a Canela. Destaque para as "madeiras de lei". Figura 13: Distribuição vegetacional no Paraná. Considerável ocorrência de epífitas e samambaias nos locais mais úmidos.2. Coqueiros como o Jerivá. o Jequitibá. a Sapucaia. árvores intensamente exploradas por sua madeira nobre até quase a sua exaustão. Este tipo de cobertura vegetal reserva grande quantidade de vida. que tenta preservar e manter a biodiversidade deste tipo de floresta. o Jatobá.1 Vegetação O estado do Paraná é composto por diversos tipos de vegetação. entre outras.10. o Cedro.2 Meio Biológico. a Sibipiruna. e grandes quantidades de cipós. Fonte: 14 .

Família Papilionoidea. Família dos tucanos. araras etc. Família de papagaios. (Canidae). Xenophidia. (Psittacidae). abutres etc.  As diversas Ordens pertencentes às classes de Anfíbios: variadas espécies pertencente às famílias dos Anuros (sapos rãs e pererecas). famílias de serpentes não peçonhentas (Colubridae.2 Fauna A fauna da região apresenta rica diversidade.  As variadas Classes constituintes do filo dos Invertebrados: constituem. anus. Há. mutuns. A família dos lagartos. Família de socós e garças (Ardeidae). porém as atividades antrópicas vêm causando pressão sobre a fauna e flora. o que deverá causar. Família dos corvos (Corvidae). Família de quatis e guaxinins (Procyonidae). Neste caso. Família Hesperioidea. etc. entre várias outras espécies e famílias.  Aves: Família das águias. Família de jacus. Exemplos: Família Tephritidae. isolando populações de várias espécies. ao longo do tempo. antas (família Tapiridae). especialmente aqueles críticos. Família dos tatús (Dasypodidae). basicamente. e outras). levando várias das espécies à extinção. Família dos tamanduás (Myrmecophagidae). predominantemente a família teiidae (lagarto teiu e os calangos) e jacarés (Crocodylia). Suçuarana Felis concolor. utilizados para reprodução. a família dos falcões (Falconidae). boidae. Os principais problemas relacionados à redução da fauna na região podem ser classificados em indiretos e diretos. dentre algumas podemos citar:  Pertencentes aos mamíferos: Onça Pintada Panthera onca. Família de porcos (Tayassuidae). etc. (Cracidae). (Accipitridae). Typhlopoidea).10. chacais. Família Calliphoridae. lobos. Urodela (salamandras) e Gymophia ou Apoda (cobras-cegas). Família de cachorros. Família dos cucos. 15 . etc. Família dos cervos (Cervidae). por exemplo. periquitos. Jaguatirica Leopardus pardalis.2. entre várias outras espécies de várias outras famílias. tucanetes e araçaris (Ramphastidae).  Répteis: Famílias de serpentes peçonhentas (Henophidia. (Cuculidae). de insetos essa uma população numerosa e sensível às alterações. também. Família Bothriuridae.  Redução indireta: é a destruição do habitat. Cágados e Tartarugas (cheloniidae). efeitos deletérios nestas populações. o habitat original desta região foi intensamente modificado resultando hoje numa fragmentação deste. Jabutis.

possui tipologia climática variada. As mínimas absolutas dificilmente são inferiores a 16 . para o mês mais quente e mais frio. por sua vez. O clima da região do empreendimento é do tipo Cfa e Cfb. ainda apresentando faixas equatoriais e sub-tropicais (zonas temperadas) distribuídos entre os 8% restantes do território. 10. pode-se dizer que o clima brasileiro é predominantemente tropical. O trimestre mais chuvoso (março.clima chuvoso. o que faz do Brasil um dos países detentores do ecossistema mais variado e complexo no mundo. cujas características são:   Cfa . respectivamente superiores a 22 e 19 graus. enquanto que o menos chuvoso (julho. sem estação seca. A predominância de altitudes mais baixas ao longo do território nacional acarreta em temperaturas mais elevadas. Neste caso destacam-se como principais infrações e objeto da atuação por parte do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) a caça e a pesca predatória. verões quentes e com temperaturas para Cfb – clima chuvoso sem estação seca. abril e maio) concorre com 28% do total da precipitação anual. e do lago de represamento da Hidrelétrica de Itaipu. em paisagens vegetais bastante variadas. As temperaturas médias predominantes são superiores a 20 C. dada sua vasta extensão territorial.3. O território brasileiro está dividido em faixas climáticas: 92% do território localiza-se entre a linha do Equador e o Trópico de Capricórnio. As temperaturas máximas absolutas atingem aproximadamente 40ºC (janeiro) e em qualquer mês podem ser superiores a 30ºC.92%. sendo uniforme ao longo do ano. outros fatores influentes nos diversos climas brasileiros são as condições de temperatura. respectivamente inferiores a 22 e 18 graus. A média anual da umidade relativa do ar é de 73. Redução direta: é dada pela caça de subsistência e comercial.1 O Clima. Paraná e Iguaçu.3 Meio Físico 10. o que demonstra existir uma distribuição uniforme de precipitação durante o ano. Além de sua extensão. verões brandos e com temperaturas o mês mais quente e mais frio. A região sofre influência dos dois grandes rios. de dimensões continentais. altitude. que gira entorno dos 1800 mm. Portanto. Esta grande diferenciação climática do país resulta. que provoca o aumento desta umidade. O Brasil. agosto e setembro) concorre com 21%. pressão e proximidade com o oceano.

O modelo de colinas com pequenas amplitudes altimétricas que acompanham os eixos de drenagem. 10. 10.1ºC a do mês mais frio (julho) é de 14. este planalto que tem como substrato geológico rochas eruptivas básicas. associado aos solos férteis.3.0ºC (julho). as altitudes em geral são inferiores a trezentos metros. capeadas pelos seus produtos de intemperismo (os solos laterizados avermelhados). Próximas do vale do rio Paraná. De acordo com o ATLAS DO ESTADO DO PARANÁ (1987). na confluência dos dois maiores rios.2 Relevo.7ºC. originada dos grandes e sucessivos derrames de lavas básicas. Apresenta bruscas variações de temperaturas sendo a média anual de 27.2. Devido ao declínio do Planalto de Guarapuava. apresenta-se como um grande plano inclinado na direção oeste. caracterizando o relevo da unidade como um planalto monoclinal. onde predominam vertentes levemente onduladas. em forma de degraus estruturais de lençóis de TRAPP propiciam a formação das quedas d’água existentes e um excepcional potencial hidroelétrico.2 Pedologia O substrato aflorante do município é composto por uma sucessão de cerca de cinco derrames superpostos de lavas básicas. Originados de material proveniente de rochas eruptivas básicas. 10. propicia um desenvolvimento extraordinário da agricultura. A média do mês mais quente (janeiro) é de 28.2. De acordo com HERMANN e ROSA (1990).6ºC. o solo e o subsolo dos municípios apresentam uma extensa cobertura de solos 17 . para o Oeste. As altitudes dos municípios de Santa Terezinha de Itaipu e de Foz do Iguaçu variam de cem metros no Marco das Três Fronteiras a duzentos e oitenta e cinco metros ao longo da BR 277. convexas amplas.3. que ocupa praticamente todos os espaços disponíveis.3. sendo a superfície convexa controlada por rastejamento difuso e voltadas predominantemente para o sudoeste.1 Geomorfologia O município de Foz do Iguaçu ocupa a porção oeste do Terceiro Planalto Paranaense. o declive topográfico generalizado desde a borda da escarpa da Esperança até o Canyon do rio Paraná está diretamente direcionado ao mergulho das camadas desta bacia sedimentar. tendo como limite leste a Serra da Esperança que atinge altitudes pouco superiores a mil metros.

de textura argilosa com alto grau de floculação ao longo de todo o perfil. será recoberto por vegetação rasteira destinada a jardinagem e paisagismo. Uma área de 4m² será reservada ao posso artesiano. sendo subdividida. Quando utilizados com adoção de práticas de uso e manejo adequadas. Latossolo vermelho distroférrico (antigo Latossolo Roxo).3 Divisão E Cobertura Do Solo Na Área Do Empreendimento A implantação do empreendimento compreende uma área de 2400m². e boa drenagem interna.2.     A pista de abastecimento compreende uma área de 256m² que será recoberta por piso de concreto impermeabilizado. resultando perdas de solo na superfície. da seguinte forma:  A área destinada ao estacionamento e usos diversos compreende um espaço contendo 1850m² que será recoberto por piso de blocos de concreto modelo PAVER conforme figura ―x‖. caracteriza-se como um solo mineral. excelente estrutura. de onde será captada toda água utilizada no empreendimento. localizada a uma profundidade entre quinze e vinte centímetros. sendo derivados de sedimentos colúvio-aluviais. O uso contínuo de maquinário ocasionou a formação de uma camada adensada.argilosos.. Os 150m² restantes. denominada de pé-de-grade. profundo. onde estarão situado o centro de conveniências e.. apresentam pouca influência sobre a preservação da água da bacia.3. predomina sobre as glebas de relevo plano e é levemente ondulado. destacandose pela excelente aptidão para práticas agrícolas. Estes solos se estendem por mais de 60% das terras da bacia. 10. A área comercial estará compreendida em uma área de 150m². devido à diminuta capacidade de infiltração de água neste solo. Em regiões altas predominam os latossolos roxos e nas encostas com declividade pouco acentuada predomina a terra roxa estruturada. Estão sujeitos a inundações e sedimentações por receberem águas superficiais das áreas mais altas e por situarem-se às margens dos canais de drenagem. 18 . Os solos de várzeas localizadas em regiões mais baixas e aplainadas estão relacionados ao hidromorfismo. de acordo com a utilização.

descarga à distância e respiros) de: escolas. 19 . o Homo sapiens. filtros. filtros.3 Hidrografia 10. 10. e) Localizar-se fora de áreas úmidas. creches. a água sempre foi essencial. A água é a substancia mais reciclável da natureza. edifícios.000 metros dos elementos notáveis.3.3. como existem condições propicias para a passagem de um estado para outro.4 Requisitos De Instalação a) Localizar-se à uma distância superior de 100 metros a partir do elemento notável mais próximo (tanques. hospitais. Ela faz parte essencial de todas as formas de vida dos reinos animal e vegetale encontra-se por toda parte na crosta e na atmosfera terrestre. descarga à distância e respiros) do ponto de captação de água de corpos hídricos superficiais para abastecimento público. atendendo a RESOLUÇÃO CONJUNTA IBAMA/SEMA/IAP nº 005 de 28 de Março de 2. liquido e gasoso e. salvo legislação especifica mais restritiva e os Ponto de Abastecimento – PA. Desde os primórdios da vida no planeta Terra e da história da espécie humana. c) Localizar-se à uma distância de 100 metros de áreas de preservação permanente dos corpos hídricos superficiais. (tanques. descarga à distância e respiros) de: residências. sua reciclagem é formidável (REICHARDT. b) Localizar-se à uma distância de no mínimo 15 metros a partir do elemento notável mais próximo (tanques. Na faixa de temperaturas do ar que ocorrem sobra a Terra ela se apresenta nos três estados: sólido.10. atividades públicas e comerciais de grande fluxo de pessoas. bombas. filtros.008. asilos e poços de captação de águas subterrâneas para abastecimento público. terminais rodoviários. de fontes e nascentes salvo legislação especifica mais restritiva . 2003).2.3. salvo legislação especifica mais restritiva. bombas. Qualquer forma de vida dependa da agua para sua sobrevivência e/ou seu desenvolvimento (TUNDISI.1 A água. d) Localizar-se à uma distância mínima de 1. salvo legislação especifica mais restritiva. ou áreas urbanas sujeitas a inundações por corpos hídricos superficiais. bombas. 1990).3. postos de saúde.

3.Ela exerce notável influencia sobre todas as formas de vida que se apresenta no planeta.2 milhões de Km². não suscetível de direito de propriedade‖. Em depósitos subterrâneos. podendo ser definida de varias maneiras. Característica economia: ―Recurso natural renovável. nutrir e proporcionar ao individuo o pão da vida. Santa Catarina e Rio Grande do Sul. o Aquífero Guarani. das plantas e dos minérios‖.500 Km²). abençoar. Uruguai (58. 10.000l Km²). em formações hídricas superficiais. que serve para purificar. a qual está contida no ar atmosférico. Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total). estendendo-se pelo Brasil (840. através do fruto de seu trabalho‖.3. se apresenta na natureza nos três estados físicos‖. Minas Gerais.500 Km²) e Argentina (255. pelo menos em termos de valor e uso‖. porém limitado e escasso. de grande valor econômico.  Aquífero Guarani. Característica teologia: ―Dadiva de Deus. Paraná. a depender do ponto de vista que se queira estabelecer para seu tipo de analise(FERNANDEZ e GARRIDO. além de fazer parte da constituição do solo dos animais. A região possui estreita relação com alguns aquíferos de extrema importância.000 Km²). São Paulo. é um bem público de uso comum. o Aquífero Bauru e o Aquífero Serra Geral. 2002):      Característica química: ―Composto inorgânico formado por duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio‖. abrangendo os Estados de Goiás. Está localizado na região centro-leste da América do Sul. Mato Grosso do Sul. Característica física: ―A única substancia que a temperaturas normais. entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1.2 Águas subterrâneas. Paraguai (58. 20 . Constituído pelas formações Botucatu e Pirambóia. Característica biológica: ―Substancia responsável pela existência e manutenção da vida‖. é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Característica engenharia: ―Recurso natural renovável e estocável.   Característica direito: ―No Brasil.

O Aquífero Guarani pode alcançar espessura de até 450 metros nas áreas centrais da Bacia. aumentando para Oeste. A recarga para este aquífero se dá através da precipitação pluvial sobre os solos basálticos. e também com o aquífero 21 . Grande e Paraná. até 1. com valor médio de 1. Ocorre também um grande intercâmbio de água com o aquífero Bauru.000 metros. fornece valores da transmissividade da ordem de 10 m2/dia a 100 m2/dia. e suas malhas de afluentes em toda a área de afloramento. quanto por apresentar frequentemente contatos com os basaltos da formação Serra Geral. Sua espessura varia desde poucos metros. multiplicado pela espessura do aquífero. como reservatório regulador do escoamento dessa rede fluvial.. localizado acima.0 m3 /h/m.5 m/dia que. em geral. A permeabilidade do aquífero varia bastante.08 e 50 m3/h/m. ocupando pouco mais de 40% da área do Estado e daí sua grande importância como manancial.  Aquífero Serra Geral. Os basaltos afloram numa extensão de cerca de 20. sendo sua base de drenagem os rios Paranapanema.  Aquífero Bauru: É constituído por rochas sedimentares do Grupo Bauru e Grupo Caiuá. dessa forma. espessura bastante variada tanto pelo fato de seu contato superior não ter uma superfície regular. O aquífero funciona. É um aquífero freático e sua recarga é feita diretamente pela precipitação pluvial. a produção de águas subterrâneas ocorre somente ao longo de falhas e fraturas das rochas e intercalação com rochas mais permeáveis. estendendo-se por toda a região Oeste e Central do Estado. apresentando um valor médio de 0. Tietê. Assim sendo. e ocorre de ocorrência forma extensiva e contínua em todo o Planalto Ocidental do Estado de São Paulo. suas características hidrodinâmicas ficam melhor demonstradas pelos valores de vazão específica que variam entre 0. localizadas em camadas inferiores aos sedimentos do Grupo Bauru. O Aquífero Serra Geral é formado por rochas bastante impermeáveis originadas por derrames basálticos da Formação Serra Geral e intrusões diabásicas. que vão atingir as regiões fissuradas da rocha matriz.000 km2.

cooperativas e empresas — na busca pelo desenvolvimento sustentável na Bacia Hidrográfica do Paraná 3 (figura 14) (CULTIVANDO ÁGUA BOA. ONGs. como a perda da mata nativa. esgotos e lixos. Percebeu-se então que o impacto dessa devastação era sentido não apenas nas águas. graças ao surgimento de políticas ambientais responsáveis. É uma região privilegiada. rica em recursos naturais. os passivos ambientais começaram a aparecer. agrotóxicos. resultado inclusive das políticas agrícolas em vigor no país.3. com a implantação do programa Cultivando Água Boa. 2013). também sofreu as consequências do desmatamento acelerado e da ocupação territorial desordenada.3 Cenário Hidrográfico. órgãos governamentais. associações comunitárias. Com o tempo. como toda fronteira agrícola. ano em que se formou o reservatório da Itaipu Binacional. instituições de ensino. teve início um extenso movimento envolvendo todos os atores locais — Itaipu Binacional. Desde 2003. constituído pelos arenitos Botucatu e Pirambóia. 10.3. biodiversidade. Porém. Nos últimos anos. A partir de 1982.inferior. tiveram início estudos para monitorar as condições da água de toda a bacia. 22 . a erosão do solo e a contaminação das águas com dejetos de animais. mas principalmente nas comunidades em seu entorno. ocorridos com mais intensidade a partir de 1950. o panorama da região começou a apresentar mudanças. abundância de água e excelentes solos. As principais saídas de drenagem desse aquífero basalto são os rios.

Os seus afluentes formam o sistema de drenagem natural. 2013. onde se podem destacar dez micros bacias hidrográficas sendo sete delas circunscritas ao perímetro municipal. Fonte: Cultivando água boa. O Município de Foz do Iguaçu é delimitado pelos dois maiores rios do estado do Paraná: o rio Iguaçu e o rio Paraná. Além da importância ambiental. O primeiro pelo seu conhecido potencial hidroelétrico e o segundo pelo potencial turístico. os rios Paraná e Iguaçu desempenham papel importante no desenvolvimento municipal. 23 .Figura 14: Bacia Hidrográfica do Hidrográfica 3.

FONTE: Secretaria Municipal da Fazenda (2012). houve acentuado incremento populacional.000 habitantes. O quadro de evolução do número de habitantes em Foz do Iguaçu indica que no período de 1970 a 2007. Características peculiares da explosão populacional do município ficam evidentes nos dados constantes do quadro perfil da população de Foz do Iguaçu. Fonte: Dados socioeconômicos de Foz do Iguaçu. totalizando atualmente 256. Ao final da década seguinte (1980).10. 2011. conforme figura 15. conforme figura 16.4 Meio Socioeconômico. 24 . Figura 16: Quadro Evolutivo do perfil socioeconômico do município de Foz do Iguaçu. Outro importante quadro avaliativo é quadro referente ao crescimento industrial e comercial ao logo do tempo. Figura 15: Perfil populacional de Foz do Iguaçu. com a variações flutuando de 2000 à 2010.081 mil habitantes. o município já contava com mais de 150. distribuídos entre as várias faixas etárias e com diferentes níveis escolares.

Caracterizado por uma sociedade que vai de média para baixa renda. de alta qualificação. farmácias. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os números do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros. passando de 65. mas com baixo nível cultural. porém menos numerosa. Os dados do Denatran não desconsideram.Uma análise desses números permite observar que a natureza dos problemas socioeconômicos da cidade na atualidade é consequência da rápida constituição de sua população. eventuais proprietários que registraram o veículo.756 em 2001.498 veículos até o final do ano de 2011. etc que oferecem alguma infraestrutura para os moradores.125 veículos registrados. De janeiro de 2001 a 31 de dezembro de 2011. formando os novos iguaçuenses com baixa renda e pequena qualificação profissional. os bairros que circunvizinham o empreendimento como Porto Belo. No ranking dos 100 primeiros colocados. 25 .038. atraída pelos dois últimos ciclos econômicos (construção de Itaipu e turismo de compras). creches. caminhões e outros tipos de automotores. Fora alguns pequenos estabelecimentos comerciais nenhuma atividade econômica de maior peso em uma comunidade de franco crescimento populacional e ocupação do solo. Foz do Iguaçu (WOJCIECHOWSKI. convivendo com a outra parcela. para uma frota de 132.732 de veículos. motos. segundo o órgão. essa seria a frota circulante no municipio e considera carros. Jardim Petrópolis ganham valoração imobiliária com as recentes construções de condomínios fechados para população de media para alta renda somando-se a fixação de instituições universitárias. responsáveis pela migração de uma parcela em massa. mercados. Sendo que apenas o Paraná no mesmo período está estimado com uma frota de 6. em setores como o de produção de energia elétrica e do turismo. entre eles. Jardim Marisa. o número de veículos com placas brasileiras registrados na CIRETRAN em Foz do Iguaçu e que supostamente transitam na cidade subiu 101%. por exemplo. No contexto social se apresentam escola municipal. Segundo levantamento do Departamento Nacional de Trânsito – Denatran (março. postos de saúde. 2010). 2013) a frota de veículos de Foz do Iguaçu chega a um total de 144. aparecem nove municípios do Paraná. mas deixaram de circular e não retirado do sistema de registro.

b) Negativo (-): Quando a ação resulta em danos à qualidade de um fator ou parâmetro ambiental. podendo ser: a) Construção: aparente na fase de construção do empreendimento. ou seja. uma vez executada a ação. num horizonte temporal conhecido. OBS: Impactos podem aparecer em fases mistas. os efeitos não cessam de se manifestar. b) Irreversível (I): é o impacto cujo meio ambienta consumiria mais de 100 anos para absorver e recuperar-se do impacto causado. em um período de 100 anos: a) Reversível (R): impacto que se apresenta de forma reversível. 26 .  Forma de impacto causado: a) Direto (D): Quando resulta de uma simples relação de causa e efeito. c) Permanente (P): Quando. b) Indireto (I): Quando é uma reação secundária em relação à ação ou quando é parte de uma cadeia de reações.1 Da Metodologia Avaliativa. deixa de acontecer em um período inferior a 100 anos. b) Cíclico (C): Se apresenta de forma cíclica no meio. 11. c) Desativação: aparente na fase de desativação do empreendimento.  Permanência do impacto no meio: a) Temporário (T): Quando o efeito permanece por um tempo determinado. b) Operação: aparente na fase de Operação do empreendimento. exemplo: impactos aparentes em na fase de construção e operação.  Reversibilidade do Impacto causado.  Tempo de ―surgimento‖ do impacto: a) Curto (C): Quando o efeito surge no instante em que se dá a ação.11 IMPACTOS AMBIENTAIS.  Tipo de impacto causado: a) Positivo (+): Quando a ação resulta na melhoria da qualidade de um fator ou parâmetro ambiental. Para a classificação dos impactos temos que conhecer algumas variantes onde se enquadra:  Fase do empreendimento onde o impacto se mostra.

11. b) Média (M): Refere-se aos impactos de média intensidade. 11.  Abrangência do impacto: a) Local (L): Quando a ação afeta apenas o próprio sítio e suas imediações.  Compensatórias (C): Visa a compensação dos impactos causados. É através dos programas ambientais que devem ser apresentadas as medidas. b) Regional (R): Quando o efeito se propaga por uma área e suas imediações. da forma adequada.2 Das Medidas e programas As medidas podem se apresentar nas três seguintes formas.  Magnitude do impacto: a) Alta (A): Refere-se aos impactos de alta intensidade.3 Dos Impactos Durante as fazes de construção. sempre em conformidade com as leis e atendendo a população envolvida. c) Longo (L): O efeito surge depois de um largo espaço de tempo após a ação. de acordo com os impactos e a peculiaridade de cada caso:  Mitigadoras (M): visa reduzir ou minimizar os impactos causados. todos os impactos causados pela implantação do projeto.b) Médio (M): Quando o efeito se manifesta depois de decorrido certo tempo após a ação. que devem contemplar. c) Estratégico (E): Quando é afetado um componente ou recurso ambiental de importância coletiva ou nacional. visando o melhor resultado possível. c) Baixa: (B): Refere-se aos impactos de baixa intensidade. A tabela de Impactos Ambientais Resume todos os impactos e fica disposto da seguinte forma: 27 .  Potencializadoras (P): tem por objetivo ampliar os impactos causados. operação e desativação a equipe de consultores ROCHA S/A encontrou 16 tipos de impactos afetando de diferentes formas o meio em questão.

- D I P L L B Alteração nos valores Imobiliária Op. - D R T C L B Op. Supressão da vegetação na ADA - D R T L L B Constr. - D I P L L B Aumento da poluição sonora Constr.Tabela 1: Quadro Síntese de Impactos Ambientaos Posto de Combustível Fase do Empreendimento Classificação Tipo de impacto Forma de impacto Reversibilidade Permanência Abrangência Tempo de Surgimento Magnitude Medidas (M) (C) (P) Programa Ambiental Impacto Ambiental - - + DI - R I T P C T C M L C L R E L B M A B (P) Contratação do pessoal do Bairro (P) Contratação do pessoal do Bairro (P) Melhoria na Infraestrutur a Urbana (M) Utilização de Materiais ecológicos (M) Definir horários de funcioname nto (M) Definir horários de funcioname nto (C) Plantio de árvores (M) Investimentos na infraestrutur a local - Constr. Geração de Renda Op. + D R T ML L B Constr. - I I P L L B 28 . + D R Programa de Gestão da Obra Programa de Gestão de Funcionamento Programa de Gestão de Infraestrutura Programa de Gestão de Infraestrutura Programa de Gestão da Obra Programa de Gestão de Funcionamento Programa de Gestão Ambiental Programa de Gestão de Funcionamento + D R T ML L B Aumento da Arrecadação Impostos Diminuição da permeabilida de do solo Op.

Aumento do risco de contaminação por óleo e lubrificantes - D R T L L B Op. - D I P L L B Constr. Constr. - D R T L L B Risco de contaminação do lençol freático Risco de explosões Constr. - D I T L L M Aumento da circulação na malha viária Constr. - D R T L L B Programa de Gestão de Obras Risco de contaminação do solo por vazamento de produtos Constr.Perda de Habitat Constr. Alteração na paisagem Op. - D R T L L B Programa de Gestão de Obras Programa de Qualidade do Meio Ambiente Programa de Qualidade do Meio Ambiente Programa de Gestão de Funcionamento Programa de Gestão de Obras Programa de Gestão de Obras Programa de Gestão de Funcionamento 29 Op. (M) Programa Ambiental Programa de Gestão da Obra Programa Ambiental Programa de Gestão de Obras Impactos na qualidade do ar - D R T C L B Op. - D I P M R B Constr. - I L P L L B - I L P L L B (M) . - D I P L L B (C) Apoio a organizações ambientais (M) Uso de combustível alternativo (M) Instalação de Filtros (M) inspeção nos veículos e sistemas de troca de óleos (M) Sistema de drenagem e tratamento de efluentes (M) Isolamento adequado dos reservatórios (M) Monitoramento dos reservatórios (M) Monitoramento da qualidade d’água. - D I P L R A Op. (M) Inspeção dos reservatórios (M) Definir horários de circulação de veículos.

12. 12.1 Subprograma de acompanhamento de motores e maquinários Este é um subprograma destinado às praticas de monitoramento e inspeção de motores visando a segurança de pessoas e do meio ambiente. 30 . 12. estar atendo as monitorias que deve ser desenvolvidas no empreendimento visando o cumprimento das legislações vigente e acompanhamento das medidas de segurança anteriormente instaladas. Uma vez concluídas as obras.12 PROGRAMAS AMBIENTAIS. O programa consiste em apresentar e executar medidas de prevenção a quaisquer riscos. Estre programa deve se estabelecer durante todo o funcionamento do empreendimento. Deve também. justamente. este sub programa deve ser reconfigurado como um programa independente e permanente durante toda o período de funcionamento do empreendimento.3 Programa de Gestão de Funcionamento O programa consiste na aplicação de medidas que deem enfoque à comunidade afetada. 12. tanto de acidentes pessoais como os riscos de acidentes com maquinários ou vazamentos de qualquer espécie que possa prejudicar o meio ambiente e por em risco a segurança das pessoas envolvidas.2 Programa de Gestão de Infraestrutura. Deverá ser executado periodicamente de forma não permitir acidentes ocasionados por falhas mecânicas.1.1 Programa de Gestão da Obra. pela prevenção dessas falhas. O programa consiste em buscar parcerias e apresentar medidas de forma a contribuir com o arrecadamento de impostos bem como buscar meios para proporcionar o retorno desses impostos em prol da comunidade afetada com a instalação do empreendimento. uma vez que este subprograma é responsável.

longe das poluições e degradações resultantes da instalação e operação do empreendimento.4 Programa de Qualidade do Meio Ambiente. seus resultados é pela articulação das ações entre os diferentes programas. além da participação intensa das comunidades e da sociedade como um todo. Para o sucesso de todos os programas citados. em ambos os sentidos. da água e do solo. Supervisão e Auditoria Ambiental associado a um Programa de Comunicação Social e de Educação Ambiental. de forma a atingir toda população afeta direta ou indiretamente pelo empreendimento. Este Plano é responsável pela organização e supervisão da implementação dos demais programas.5 Programa de Correlação de dados e transmissão de informações. de modo a garantir um meio estável e equilibrado. 12. 31 . Tem o objetivo de interpretar todos os dados coletados referentes aos outros programas e assegurar o fluxo de informações entre a comunidade afetada de o empreendimento. Os dados devem ser divulgados da forma mais ampla possível. Este programa consiste em medidas e analise dos parâmetros ambientais relacionados à qualidade do Ar. de forma a manter o padrão de qualidade ambiental desejada pelas comunidades da área do Projeto.12. é necessário que se desenvolva um Plano de Gestão.

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