You are on page 1of 13

Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado Curso de Economia

DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA DEMANDA DE SEGUROS AUTOMOTIVOS NA CIDADE DE SÃO PAULO

Frederico Lanzoni 0001008 Piero Cifali 07021223

São Paulo Maio de 2010

Frederico Lanzoni e Piero Cifali DETERMINANTES DO CRESCIMENTO DA DEMANDA DE SEGUROS AUTOMOTIVOS NA CIDADE DE SÃO PAULO Projeto de Monografia apresentado ao professor José Carlos Domingos da Silva como pré-requisito para a aprovação na disciplina Monografia I da graduação do curso de economia. FECAP SÃO PAULO 2 .

............................................Maio de 2010 Sumário I – Introdução................................................06 III – Justificativa...............................................................................................................................10 VII – Referências bibliográficas..................................................................................................12 3 .....07 IV – Metodologia..............04 II – Objetivo...........................................................................................................................................

pois demonstrar que a pratica da contratação das modalidades de seguro no Brasil não ser difundida. com o nome “Zurich Financial vê crescimento de seguros para IPOs” no dia 29/1/2010. Ainda de acordo com a matéria da Reuters. em 2009. o volume representou quase 9% do PIB e na África do Sul. 1 4 . correspondeu a 3% no Produto Interno Bruto (PIB). a professora de finanças e pesquisadora do Insper São Paulo. o que novamente inspira a pesquisa a tentar desvendar se essa realidade tem mudado com o tempo ou se ainda hoje o País não se voltou a esse setor. Matéria citada na Reuters Brasil. se utiliza da seguinte frase: "Não temos a cultura do seguro. Angela Menezes. mostra diversos indicativos que essa cultura está mudando com a estabilização econômica brasileira. Nesta matéria. quarta maior seguradora da Europa. enquanto em países como os Estados Unidos. o setor foi responsável por 15% do PIB no ano passado. sobre o potencial de crescimento dos seguros no Brasil. Algumas matérias em especifico chamam a atenção por citarem diversas vezes o crescimento da demanda de seguros automotivos no Brasil.INTRODUÇÃO O tema seguro tem ficado em evidência em diversas mídias nacionais. o que faz acreditar que o tema tem sido de grande importância para empresas nacionais e internacionais. crescimento este que a empresa de notícia Reuters1 acabou noticiando como um fator de grande relevância para aberturas de IPO ("Initial Public Offering") no Brasil. Alguns dados importantes são citados no jornal Estado de São Paulo na matéria “Brasil começa a despertar para o seguro” do dia 12 de abril de 2010. fato esse que é ratificado pela Agência Estado (AE)2 com a matéria divulgada em 11/04/2010 que cita a relação da estabilidade da economia com a facilitação do acesso das diversas classes econômicas nacionais aos seguros diversos. 2 Agência de reportagem do jornal Estado de SP.I . a classe média tem vislumbrado os desejos de crescimento da empresa Zurich para America Latina. O mais comum entre os brasileiros é o de automóveis". onde o setor. em valor de mercado do mundo que hoje tem suas operações no Brasil. A matéria “Brasileiro começa a despertar para o seguro” feita pela AE relata fatos relevantes para consolidar a importância do trabalho. O fator de crescimento da demanda por seguros automotivos de acordo com a matéria da Reuters tem sido um fator relevante para o aumento do prêmio de risco de empresas como a Zurich.

o que por hipótese pode ser um fator relevante no Brasil. Daniel L. pode ser obtido pela diferença entre a riqueza inicial e o valor esperado da riqueza caso não faça o seguro: w − Pjusto = πc1 + (1 − π )c2  → Pjusto = w − [πc1 + (1 − π )c2 ]. Alguns fatores não podem ser mensurados. Na linha do pensamento microeconômico. 22% de vida. e os outros 23% são pulverizados entre as dezenas de modalidades oferecidas. Segundo Pindyck e Rubinfeld3 (2010:147). Edson Jardim.. Fica evidente que fatores como estes citados geram grande impacto na decisão adquirir ou não um seguro. caso decida correr a loteria (não fazer o seguro). o grau de aversão ao risco tem relação direta com a natureza dos riscos envolvidos e do nível de renda do usuário. 20% de saúde. 5 . nesse contexto é de vital importância que o trabalho procure demonstrar quais variáveis têm influência direta com o crescimento de seguro no Brasil. Robert S. o que faria o consumidor optar assumir o risco de um eventual roubo ou risco em geral a contratar o seguro segundo Pindyck (2010:146 a 148). e Rubinfeld. já outros fatores como "Incêndio ou roubo em casa. por exemplo. c o estado da natureza e π 3 4 a probabilidade de ocorrer o evento (loteria)). fica melhor analisar tal evidência. todavia têm impacto direto nas análises. Ou seja. Como citado pela professora e pesquisadora da Insper Angela Menezes e o diretor da consultoria atuarial Triaxes. "A não ser para carro. diz respeito ao valor do prêmio (seguro) estar acima do valor que a demanda entenda preço atuarialmente justo4. w é a riqueza. 35% dos vendidos são para carros. mas é de grande valia que o leitor tenha em mente. porque roubos são freqüentes e porque o brasileiro ama carro".Um dado muito importante fornecido pela AE é que no Brasil do total de seguros oferecidos pelo mercado nacional. (2010: 147). completam. uma vez que o crescimento do poder de compra do consumido possibilite que a uma determinada faixa de salário a aquisição do seguro seja viável. O preço de um seguro é justo se o valor de seu prêmio é tal que a riqueza final do indivíduo após o seu pagamento é igual à sua riqueza esperada. ninguém pensa". Pindyck. Um ponto que não será abordado no trabalho. uma vez que segundo Neumann and Morgenstern (1944). há a condição teórica de mensurar a utilidade esperada de cada individuo e a partir dali mensurar se ele é ou não indiferente ao risco. todavia não serão mensurados no trabalho mesmo tendo suas devidas importâncias.

trás a idéia de como alguns fatores macroeconômicos têm ligação direta ao crescimento do setor. tentando com isso trazer a sociedades fatores relevantes de analise. aumento da demanda de seguro paulistano. com o respaldo da teoria econômica. porém apesar de ser explicado em linhas gerais. variáveis tem impacto na demanda de seguros observando de acordo com o contexto em que se encontra a economia nacional. o propósito do presente estudo do trabalho será o de estimar uma função de demanda por seguros e verificar quais fatores tem impacto no aumento na demanda de seguros em São Paulo. 4) Fazer uma projeção da demanda para os próximos três anos através do modelo econométrico tentando identificar a tendência de crescimento da adesão do seguro no Estado de São Paulo. Sendo assim. O trabalho também contemplará alguns artigos que visam solidificar a importância do seguro no mercado brasileiro. verificando os aspectos que influenciaram o aumento dessa demanda. onde um deles. por quais motivos essas automóveis no Brasil de 2000 a 2009. 6 .Nesse contexto o trabalho tem como o objetivo tentar mensurar quais variáveis tiveram impacto no crescimento de seguros automotivos em São Paulo. II . Para ir de encontro à nossa proposta. será abordado somente o capítulo 5 que aborda a estimativa do potencial setorial e os resultados obtidos no período. o trabalho se dividirá em quatro partes: 1) 2) 3) Analisar a história recente do desenvolvimento do setor de seguros de Avaliar quantitativamente quais variáveis tem impacto direto no Explicar.OBJETIVO O objetivo proposto nesse trabalho é identificar as causas do crescimento da demanda de seguros automotivos no mercado paulista. 2005). “Mercado de seguros no Brasil – Situação atual e Perspectivas” (Francisco Galiza. de 2000 até 2009.

Ganhou três premiações do setor (2006. em 2008. Órgão do governo brasileiro responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguros.III . especializada em seguros. segundo a SUSESP5 desde 2004 até hoje. desde seguros de R$ 2 para ofertar a uma nova classe de consumidores que se consolida com o crescimento da economia brasileira até garantias para assegurar que os milionários contratos que serão assinados para viabilizar a realização dos dois jogos esportivos mundiais. Segundo matéria redigida por Denise Bueno6 “o Brasil é um forte candidato a galgar cinco posições no ranking mundial das maiores economias do mundo. revista Elas&Lucros. e ainda há uma expectativa de que em 2010 esse crescimento seja de 20% este ano. 1996 e 1998. com a estabilização da moeda brasileira.categoria jornal econômico. sendo um dos panoramas setoriais mais vendidos pela Gazeta Mercantil em suas duas edições. lançado pela editora Suma Econômica. o mercado de seguros no Brasil demonstrou crescimento de cerca de 12% ao ano. escreveu o estudo “A História dos Seguros no Brasil e no mundo” com mais de 1 mil páginas. previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Atualmente faz matérias especiais para o jornal Valor Econômico. Já participou de inúmeros seminários e congressos no Brasil e no exterior. É colunista da revista Apólice. a Copa Mundial em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Em alguns deles atuou como palestrante e mediadora. Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. Isto quer dizer que haverá negócios para todos os segmentos da indústria de seguros. 6 Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. como melhor jornalista de seguros e previdência e também levou o troféu da segunda edição do Prêmio Allianz de Jornalismo em matéria de seguros . as seguradoras faturaram quase R$ 100 bilhões. Também passou pela revista Exame e jornal DCI. resseguros. Em 2009.Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. 7 . É co-autora do livro “A História de Seguros no Brasil”. 2007 e 2008).” A seguradora Sulamérica juntamente com o IBGE e a SUSEP emitiu dados considerados de enorme relevância para entender o motivo que caracteriza essa pesquisa. 5 Superintendência de Seguros Privados . todavia esse perfil vem mudando.JUSTIFICATIVA O setor de seguros no Brasil nunca foi considerado estratégico pelas empresas e sociedade. Escreveu artigos diariamente sobre seguros. Um evento realizado pela revista britânica Reactions trouxe dados interessantes aonde o setor vem crescendo a taxas de dois dígitos desde 1994. Após um ano em Londres.

Tabela 1 .4 7.9 10.9 3.1 Prêmios de Seguro Nominal (%) Real (%) (1) 17. (1) Valores ajustados pela inflação com base no IPCA.1 7.5 12.3 6.0 13.6 11. a média mundial de penetração dos prêmios de seguros no PIB é de 7.Relação entre crescimento de prêmios de seguros e PIB.2 15. Apesar de ser observado um crescimento significativo do setor de seguros.6 15.1 9.3 2.5 3. 8 .7 5.2) 9.9 (3.2 5.7 2.0) 13.0 0.9 8.7 1.4 14.3 4.4 5.1 21.7 7.1 5.4 8.2 2.5% em 2007. FENASEG e IBGE.6 (4.7 0. como pode ser observado na tabela abaixo. Período 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Taxa de Crescimento do PIB (%) 2. a Sulámerica Seguros e Previdência acredita que ainda não foi atingido o pleno potencial em comparação aos setores de seguros de países desenvolvidos. Segundo dados divulgados pelo Sigma Report em 2008.3 1.2 3.2 Fonte: SUSESP. Gráfico 1 – Penetração de seguros: prêmios como % do PIB em 2008.4 0.7 4.1 6.

2 9.2% 13. de Mercado 27.0% 2008 15.6% 100.1% 21. Outros dados Complementares são apresentados abaixo.5 48.041. Principais Segmentos Automóveis Outros ramos elementares Saúde Vida Total Exercício Findo em 31 de dezembro 2006 Part.0 28.551.111.987.4 30.8 17.0 10.6 11.017.6% 20. Tabela 2 – Setores de seguros e suas participações e prêmios no mercado brasileiro de 2006 a 2008.6 55.217.137.7% 21. A tabela abaixo demonstra o volume total de prêmios de seguros. sem considerar os prêmios de VGBL.5% 14.4 43. (iii) saúde e (iv) vida (incluindo tanto apólices de seguros de vida quanto de acidentes pessoais. 9 .8 Part.9% 29.9% 100.4 9.022.283.5 12.535.309.5% 30.687.7% 20. (ii) outros ramos elementares.1 12.402. bem como suas respectivas participações de mercado nos períodos indicados.1 20.5% 20. dos cinco maiores grupos de seguros do Brasil. A tabela abaixo detalha os prêmios de seguros nos períodos indicados. e excluindo o VGBL). exceto porcentagens) 13.Fonte: Sigma Report #3/2009 (Swiss Re) Segundo pesquisa realizada pela Sulamérica a receita de seguros no Brasil é proveniente da venda de apólices de seguros de (i) automóveis.0% 10.00% Fonte: SUSEP e ANS. de Mercado 27.5 Part.586.264. de Mercado 2007 (em milhões de R$.8% 100.

0 6.426. de Mercado 2008 Part. acreditamos que o mercado retém um potencial significativo de crescimento e relevante importância no mercado nacional o que abre condições para que a pesquisa nesse setor seja de vital importante para o mercado nacional.4% 5. Segundo a SUSEP.5% 37.7 16.0 100.0 15.1 10.7% do volume total de prêmios de seguros.8 7. Segundo matéria divulgada pela empresa Sulamérica Seguros e previdência em 2008.1 21.5% 5. em 2008 o Estado de São Paulo foi responsável por 46.277. Tabela 4 – Parcelas correspondentes de prêmios de 2006 a 2008 no Brasil.3 3.355.3 6.598.0% Fonte: SUSEP e ANS.1 14.7 18.2% 100.7 6.7 13.161.1 6. Minas Gerais (7. seguido pelos Estados do Rio de Janeiro (10.1%.4 4.8 43. de Prêmios Mercado (em milhões de R$. Principais Estados São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Rio Grande do Sul Paraná Outros Total Fonte: SUSEP e ANS.7 10.0% 4. Exercício Findo em 31 de dezembro 2006 (%) 2007 (%) 2008 (%) 50.3 48.0% 13.7 100.7 2.4 46.1%) e Rio Grande do Sul (7.4% 6.2% 40.3 6.5 14.136.4% 7.687. 10 .441.0% 7.6 Prêmios 8.2 6.002.987.0 100.5 3.0% 6.3 15.6 48. exceto porcentagens) 19.0 5. a maior parcela de prêmios de seguros no Brasil (aproximadamente 65.9% 37.976.6 18. onde está concentrado o maior PIB do país).4 6.579.4 19.3% 9.333.711.8 7.5% 100.0 22. Grupos de seguro Exercício findo em 31 de dezembro 2007 Prêmios Part.6% 8.8 8.031.1 22.489.6% 7.1%).Tabela 3 – Seguradoras e seus prêmios e participações no Brasil de 2009 a 2008.1 2006 Part. de acordo com a SUSEP) foi gerada na região sudeste.848.0% Bradesco Seguros SulAmérica Itaú Unibanco AIG Porto Seguro Mapfre Outros Total 8.1% 100.6% 13.8 2.412.402.4 55. de Mercado 18.704.0%).591.6% 10.1 5.0 Por fim.

Os dados serão utilizados de forma mensal entre o período de 2000 e 2009. crescimento mensal da população em São Paulo. β 3 x3i = concessão de crédito no mercado paulista. pretende-se averiguar os efeitos das variáveis explicativas do modelo sobre a variável dependente. Algumas variáveis serão avaliadas para observar qual sua significância em termos estatísticos no modelo. faz-se uma análise prévia histórica do setor de seguros nacional e posteriormente utilizando um instrumental econométrico tentando com isso verificar as variáveis que impactaram esse crescimento. a demanda por de automóveis no estado de São Paulo. Os dados serão retirados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da SUSEP. β 2 x2i = valor do prêmio no mercado de São Paulo. entre elas a renda. nesse caso. onde posteriormente necessitarão de tratamento e serão deflacionados pelo índice mensal de preços ao consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). preço do seguro e outras variáveis que serão explicadas e desenvolvidas no decorrer da monografia. Serão estes transformados através de índice para facilitar a padronização dos dados e alguns gráficos serão colocados para demonstrar o comportamento de cada variável no decorrer do tempo. prêmio. β 4 x4i = crescimento mensal da população em São Paulo. β 5 x5i = preço do seguro.METODOLOGIA O trabalho usará como base um modelo econométrico a ser estimado pelo método dos mínimos quadrados ordinários. β1 x1i = valor da renda da população de São Paulo. O modelo econométrico com suas variáveis será: Yi = β 0 + β 1 x1i + β 2 x 2i + β 3 x3i + β 4 x 4i + β 5 x5i + µ i Yi = demanda por seguros de automóveis no estado de São Paulo. 11 . onde. Para tanto. concessão de crédito.IV .

com. J.html>.V . MORGENSTEM.BIBLIOGRAFIA AGÊNCIA ESTADO.. PINDYCK. 2010: Disponível em: <http://www. 2010. Theory of games and economic behavior: Princeton .pdf>. Acesso em 15 de abril de 2010..Princeton University Press. O. São Paulo.7ª edição – São Paulo: Prentice Hall Brasil.ratingdeseguros.br/sulamericari/web/conteudo_pt.globo. 2010. São Paulo. Denise.com/economia/mat/2010/01/29/zurich-financial-ve-crescimento-emseguro-para-ipos-915733830. FRANCISCO G.diariodopara. 2009.com. Robert S. Brasileiro começa a despertar para o seguro. Artigo de mestrado de Economia pela Fundação Getulio Vargas (FGV).Disponível em: <http://oglobo. Microeconomia .br/2010/03/industria-de-seguros-no-brasil-tem-um-novoperfil/>. 1944. GALIZA. Zurich Financial vê crescimento de seguros para IPOs. São Paulo. BUENO. Acesso em 09 de abril de 2010.br/pdfs/artigo218c.sonhoseguro.. São Paulo. Disponível em: <http://www. V.asp?idioma=0&tipo=10622&cont a=28>. Acesso em 5 de maio de 2010. Acesso em 11 de abril de 2010. 12 .O mercado de seguros.br/N-85531brasileiro+comeca+a+despertar+para+o+seguro.com. RUBINFELD Daniel L.Situação Atual e Perspectivas. Disponível em: <http://www. Agosto de 2005: Disponível em: <http://www. SULAMÉRICA . Mercado de seguros no Brasil . Acesso em 16 de março de 2010.com.asp>. O mercado de seguros no Brasil: Um setor em expansão e suas características principais: Agosto 1997.mzweb. Indústria de seguros no Brasil desenha novo perfil. AGÊNCIA ESTADO. NEUMANN. Francisco.

Cronograma Datas provisórias de entrega Aquisição dos dados Elaboração do modelo econométrico Rodar as regressões econométricas Analisar e escrever os resultados 31/07/2010 15/08/2010 31/08/2010 15/09/2010 Pode ser um pouco mais demorado Revisão bibliográfica Revisão ortográfica 15/10/2010 30/10/2010 13 .