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Trabalhador Autônomo Quem é?

Caracterização:

Trabalhador Eventual Quem é? Caracterização:

.Trabalhador Temporário Lei 6.Trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa.019 de 1974 Quem é? Art. para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou à acréscimo extraordinário de serviços. 2º .

trabalhadores.O funcionamento da empresa de trabalho temporário dependerá de registro no Departamento Nacional de Mão-de-Obra do Ministério do Trabalho e Previdência Social. temporariamente. . por elas remunerados e assistidos. cuja atividade consiste em colocar à disposição de outras empresas. 5º .Trabalhador Temporário Lei 6. devidamente qualificados.Compreende-se como empresa de trabalho temporário a pessoa física ou jurídica urbana.019 de 1974 Art. Art. 4º .

expressamente. escrito e dele deverão constar. Parágrafo único. proibindo a contratação do trabalhador pela empresa tomadora ou cliente ao fim do prazo em que tenha sido colocado à sua disposição pela empresa de trabalho temporário.019 de 1974 Art. obrigatoriamente. Será nula de pleno direito qualquer cláusula de reserva. os direitos conferidos aos trabalhadores por esta Lei. 11 . .O contrato de trabalho celebrado entre empresa de trabalho temporário e cada um dos assalariados colocados à disposição de uma empresa tomadora ou cliente será.Trabalhador Temporário Lei 6.

assim como em referência ao mesmo período. . no tocante ao tempo em que o trabalhador esteve sob suas ordens. 16 . 17 .No caso de falência da empresa de trabalho temporário. Art. pela remuneração e indenização previstas nesta Lei. a empresa tomadora ou cliente é solidariamente responsável pelo recolhimento das contribuições previdenciárias.É defeso às empresas de prestação de serviço temporário a contratação de estrangeiros com visto provisório de permanência no País.Trabalhador Temporário Lei 6.019 de 1974 Art.

Trabalhador Temporário Lei 6. sem prejuízo das sanções administrativas e penais cabíveis. mesmo a título de mediação. podendo apenas efetuar os descontos previstos em Lei. . 18 . Parágrafo único.É vedado à empresa do trabalho temporário cobrar do trabalhador qualquer importância. A infração deste artigo importa no cancelamento do registro para funcionamento da empresa de trabalho temporário.019 de 1974 Art.

Trabalhador Avulso portaria Ministerial no. Decreto no. tenha a concessão de direitos de natureza trabalhista executada por intermédio da respectiva entidade de classe. que. sem vínculo empregatício. trabalhador de estiva em carvão e minérios e trabalhador em alvarenga b) conferente de carga e descarga c) conservador de carga e descarga . 3. 63.107 de 7 de abril de 1971 trabalhador avulso é todo trabalhador.912 de 26 de dezembro de 1968 a) estivador. sindicalizado ou não.

Atestado de saúde.Atestado de boa conduta.859 de 1972 Art. Art. 1º Ao empregado doméstico. . III . assim considerado aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família no âmbito residencial destas. aplica-se o disposto nesta lei. II . a critério do empregador. 2º Para admissão ao emprego deverá o empregado doméstico apresentar: I .Empregado Doméstico Lei 5.Carteira de Trabalho e Previdência Social.

Empregado Doméstico Incluído pela Lei nº 11. vestuário. de 2006 Art. § 2o As despesas referidas no caput deste artigo não têm natureza salarial nem se incorporam à remuneração para quaisquer efeitos. e desde que essa possibilidade tenha sido expressamente acordada entre as partes. É vedado ao empregador doméstico efetuar descontos no salário do empregado por fornecimento de alimentação. . 2o-A.324. § 1o Poderão ser descontadas as despesas com moradia de que trata o caput deste artigo quando essa se referir a local diverso da residência em que ocorrer a prestação de serviço. higiene ou moradia.

Empregado Doméstico Incluído pela Lei nº 11. 1/3 (um terço) a mais que o salário normal. pelo menos.324. E FGTS?? . prestado à mesma pessoa ou família. 3o O empregado doméstico terá direito a férias anuais remuneradas de 30 (trinta) dias com. de 2006 Art. após cada período de 12 (doze) meses de trabalho.

.324. de 11 de maio de 1990. mediante requerimento do empregador.036. de que trata a Lei no 8. É facultada a inclusão do empregado doméstico no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço . 3o-A. de 2006 Art.Empregado Doméstico Incluído pela Lei nº 11.FGTS. na forma do regulamento.

998. 6o-A. 482. § 2o Considera-se justa causa para os efeitos desta Lei as hipóteses previstas no art. de que trata a Lei no 7. de forma contínua ou alternada. . por um período máximo de três meses. O empregado doméstico que for dispensado sem justa causa fará jus ao benefício do seguro-desemprego. da Consolidação das Leis do Trabalho.Empregado Doméstico Art. § 1o O benefício será concedido ao empregado inscrito no FGTS que tiver trabalhado como doméstico por um período mínimo de quinze meses nos últimos vinte e quatro meses contados da dispensa sem justa causa. com exceção das alíneas "c" e "g" e do seu parágrafo único. no valor de um salário mínimo. de 11 de janeiro de 1990.

2º Empregado rural é toda pessoa física que. presta serviços de natureza não eventual a empregador rural. . sob a dependência deste e mediante salário.Trabalhador Rural Lei 5.889 de 1973 Art. em propriedade rural ou prédio rústico.

3º . em caráter permanente ou temporário. proprietário ou não. § 1º Inclui-se na atividade econômica. para os efeitos desta Lei. a pessoa física ou jurídica. a exploração industrial em estabelecimento agrário não compreendido na Consolidação das Leis do Trabalho. . que explore atividade agro-econômica.Trabalhador Rural Lei 5.Considera-se empregador. diretamente ou através de prepostos e com auxílio de empregados. rural. referida no "caput" deste artigo.889 de 1973 Art.

ou ainda quando. .Trabalhador Rural Lei 5. serão responsáveis solidariamente nas obrigações decorrentes da relação de emprego. estiverem sob direção. mesmo guardando cada uma sua autonomia. embora tendo cada uma delas personalidade jurídica própria. controle ou administração de outra.889 de 1973 § 2º Sempre que uma ou mais empresas. integrem grupo econômico ou financeiro rural.

e por conta de terceiros. será obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação observados os usos e costumes da região. execute serviços de natureza agrária.Equipara-se ao empregador rural. . não se computando este intervalo na duração do trabalho.889 de 1973 Art. 4º . mediante utilização do trabalho de outrem. Art.Trabalhador Rural Lei 5. habitualmente. Entre duas jornadas de trabalho haverá um período mínimo de onze horas consecutivas para descanso. 5º Em qualquer trabalho contínuo de duração superior a seis horas. a pessoa física ou jurídica que. em caráter profissional.

7º .Trabalhador Rural Lei 5. e entre as vinte horas de um dia e as quatro horas do dia seguinte.889 de 1973 Art.Para os efeitos desta Lei. Parágrafo único. Todo trabalho noturno será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração normal. . considera-se trabalho noturno o executado entre as vinte e uma horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte. na atividade pecuária. na lavoura.

Trabalhador Rural Lei 5. . atendidos os preços vigentes na região. c) adiantamentos em dinheiro. só poderão ser descontadas do empregado rural as seguintes parcelas.889 de 1973 Art. calculadas sobre o salário mínimo: a) até o limite de 20% (vinte por cento) pela ocupação da morada. 9º Salvo as hipóteses de autorização legal ou decisão judiciária. b)até o limite de 25% (vinte por cento) pelo fornecimento de alimentação sadia e farta. Art. 8º Ao menor de 18 anos é vedado o trabalho noturno.

889 de 1973 Art. Parágrafo único.Trabalhador Rural Lei 5. Ao empregado rural maior de dezesseis anos é assegurado salário mínimo igual ao de empregado adulto. Ao empregado menor de dezesseis anos é assegurado salário mínimo fixado em valor correspondente à metade do salário mínimo estabelecido para o adulto. 11. .

Agricultura 21 às 5 Os direitos dos trabalhadores rurais foram igualados aos urbanos (caput.Pecuária 20 às 4 . Do art.).20% morada: .F. . e 52:30 do urbano f) Trabalho noturno: . 7º da C.25% d) Aviso prévio .Diferenças que permanecem entre o trabalhador rural e o urbano: a) Intervalo para o repouso (obedece aos usos e costumes locais).25% Alimentação – sadia. c) Adicional Noturno . farta e regional. b) Descontos.Trabalhador Rural Lei 5. .pode faltar um dia por semana e) A hora noturna é de 60 minutos do rural.889 de 1973 .

Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST O que é? Qual o requisito que falta para a sua configuração? .

de 03. DEJT divulgado em 27.1974). 30 e 31.A contratação de trabalhadores por empresa interposta é ilegal. salvo no caso de trabalho temporário (Lei nº 6.05. formando-se o vínculo diretamente com o tomador dos serviços. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) .019.Res. 174/2011. .01.Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.2011 I .

05.A contratação irregular de trabalhador. da CF/1988). .2011 II . 30 e 31. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) . II. indireta ou fundacional (art. 37. 174/2011.Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.Res. mediante empresa interposta. não gera vínculo de emprego com os órgãos da Administração Pública direta. DEJT divulgado em 27.

1983) e de conservação e limpeza. desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta.Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.Não forma vínculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância (Lei nº 7. 174/2011.102. .2011 III .06. de 20.05. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) . bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador.Res. 30 e 31. DEJT divulgado em 27.

2011 IV . por parte do empregador. desde que haja participado da relação processual e conste também do título executivo judicial. DEJT divulgado em 27.Res. implica a responsabilidade subsidiária do tomador dos serviços quanto àquelas obrigações.O inadimplemento das obrigações trabalhistas. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) . .05. 174/2011.Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. 30 e 31.

05. caso evidenciada a sua conduta culposa no cumprimento das obrigações da Lei n. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) .666.06. nas mesmas condições do item IV.º 8. especialmente na fiscalização do cumprimento das obrigações contratuais e legais da prestadora de serviço como empregadora.2011 V .1993.Res. DEJT divulgado em 27. A aludida responsabilidade não decorre de mero inadimplemento das obrigações trabalhistas assumidas pela empresa regularmente contratada. 30 e 31. 174/2011. de 21.Os entes integrantes da Administração Pública direta e indireta respondem subsidiariamente. .Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.

2011 VI – A responsabilidade subsidiária do tomador de serviços abrange todas as verbas decorrentes da condenação referentes ao período da prestação laboral.Res. .Trabalhador Terceirizado Súmula 331 do TST CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. DEJT divulgado em 27. 30 e 31. LEGALIDADE (nova redação do item IV e inseridos os itens V e VI à redação) .05. 174/2011.