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The Age of Anthropocene: Should We Worry? If humanity's geologic effect on the planet becomes its own epoch, is that a bad or a good thing?1 Introduction Mark Weaver Schoolchildren are taught that we are still in the Holocene, the epoch in Earth's history that began roughly 12,000 years ago at the end of the last Ice Age. But some scientists say that it's high time to enter the Anthropocene, or the Age of Man.
Last week, our colleague Andrew C. Revkin of Dot Earth reported on a conference at the Geological Society of London exploring the evidence for the Anthropocene, meaning that the human species has become a "globally potent biogeophysical force, capable of leaving a durable imprint in the geological record." RELATED Andrew C. Revkin: Embracing the Anthropocene (Dot Earth Blog) Are we really in our own geologic era? If we are, how does that change our view of the world? Updated May 20, 2011, 12:22 PM

A Idade do Antropoceno: Devemos nos preocupar? Se o efeito geológico da humanidade no planeta tornase sua própria época, isso é bom ou ruim? Introdução Mark Weaver As crianças são ensinadas que ainda estamos no Holoceno, época na história da Terra que começou há aproximadamente 12.000 anos atrás, no final da última Idade do Gelo. Mas alguns cientistas dizem que é hora de entrar no Antropoceno, ou a Idade do Homem.
Na semana passada, o nosso colega Andrew C. Revkin do Dot Earth relatou em uma conferência na Sociedade Geológica de Londres explorando a evidência para o Antropoceno , que significa que a espécie humana tornou-se um "uma potente força biogeofísica global, capaz de deixar uma impressão duradoura no registro geológico. " RELACIONADOS Andrew C. Revkin: Abraçando o Antropoceno (Dot Earth Blog) Será que estamos realmente na nossa era geológica própria? Se estamos, como isso muda a nossa visão do mundo? Atualizado em 20 de maio de 2011, 12:22 PM

Thriving on Terra Humana
Jonathan Foley, professor and McKnight Presidential chair in ecology, evolution and behavior, is the director of the Institute on the Environment (IonE) at the University of Minnesota.

Prosperando na Terra Humana
Jonathan Foley, professor e presidente da McKnight em ecologia, evolução e comportamento, é diretor do Instituto do Meio Ambiente (Ione) da Universidade de Minnesota.

The global dominance of Homo Sapiens is a recent phenomenon. For nearly all of human existence, our collective footprint was small. The planet was full of untold resources, frontiers to be discovered and room to grow. This completely changed in the last two centuries. Thanks to advances in public health, energy and agricultural technology, our population surged from 1 billion in 1800 to 7 billion today. In the past 50 years, the number of humans has more than doubled. During the same period, our consumption of resources grew to staggering new levels, fueled by increasing prosperity. The worldwide consumption of food and freshwater tripled, and the use of fossil energy sources grew fourfold. In short, we suddenly became the dominant force on the planet – whether we intended it or not. Our collective actions have transformed the physical, chemical and biological makeup of the world. Land, water and air have been fundamentally changed. Even our weather patterns are changing. Civilization has remade the planet, and there is no turning back. We cannot turn back the clock to when nature existed without us. The fate of the biosphere and our civilization are intertwined. We will thrive – or collapse – together. Our old solutions – which address only environmental conservation or short-term human gains – are no longer enough. We need innovative approaches to guide our civilization toward a sustainable future. We must also

O domínio global do Homo Sapiens é um fenômeno recente. Durante quase toda a existência humana, a nossa pegada coletiva era pequena. O planeta estava repleto de recursos desconhecidos, fronteiras a serem descobertas e espaço para crescer. Isso mudou completamente nos últimos dois séculos. Graças aos avanços na saúde pública, energia e tecnologia agrícola, a nossa população saltou de 1 bilhão em 1800 para 7 bilhões hoje. Nos últimos 50 anos, o número de seres humanos mais do que dobrou. Durante o mesmo período, o consumo de recursos cresceu a níveis surpreendentes, alimentado pela crescente prosperidade. O consumo mundial de alimentos e água doce triplicou, e o uso de fontes de energia fóssil cresceu quatro vezes. Em suma, de repente nos tornamos a força dominante no planeta – planejássemos ou não. Nossas ações coletivas têm transformado a composição física, química e biológica do mundo. Terra, água e ar foram substancialmente modificadas. Mesmo os nossos padrões climáticos estão mudando. A civilização refez o planeta, e não há como voltar atrás. Não podemos voltar no tempo para quando a natureza existia sem nós. Os destinos da biosfera e da nossa civilização estão interligados. Vamos prosperar - ou ruir juntos. Nossas velhas soluções - que abordam apenas a preservação ambiental ou ganhos humanos a curto prazo - não são mais suficientes. Precisamos de

one that recognizes us as stewards of human and planetary wellbeing. . And it is home to the only known civilization in the cosmos. Nossa obrigação moral é sustentar a nós mesmos e nosso planeta. After all.develop a new ethic and collective purpose. Earth is the only known harbor of life in the universe. Devemos também desenvolver uma nova finalidade ética e coletiva. E é o lar da única civilização conhecida no cosmos. abordagens inovadoras para orientar nossa civilização em direção a um futuro sustentável. que nos reconhece como administradores dos recursos para o bem-estar humano e planetário. a Terra é o único porto de vida conhecido no universo. Afinal. Our moral obligation is to support both ourselves and our planet.