Curso – Técnico de Higiene e Segurança no trabalho Módulo – Projeto de segurança e higiene do trabalho – Planeamento Formando – Hugo Vasconcelos Formador

– João Moniz 15-04-2013

Concluído mais um módulo, este com uma duração de 50 Horas e nos facultado pelo formador João Moniz, módulo este completamente técnico e de enorme importância para qualquer Técnico de higiene e segurança no trabalho. Tínhamos como objetivo Aplicar as técnicas de planeamento de um projeto. Daí que nas aulas aprendi a ler fichas de equipamento, como também aprendi a fazer. Em que por sua vez tive que fazer o levantamento de todos os equipamentos em que vamos usar no nosso Projeto, em que vamos fazer a construção de um Hotel. As fichas de equipamento são muito importantes e todos equipamentos têm que as ter, pois é através da mesma que vamos saber as características do equipamento, os riscos que do mesmo pode vir, o que podemos fazer para evitar o risco e também os EPI’S que naquele equipamento temos que usar. Também em conformidade com as fichas de equipamento, aplicamos uma metodologia de avaliação de riscos para cada equipamento, entre muitos métodos que aprendi, apliquei o Método William Fine, pois para mim é dos métodos que tenho em meu domínio este era o que melhor se aplicava aos riscos que os equipamentos que vamos utilizar no nosso projeto, pois o mesmo dá-nos a consequência, do risco que equipamento possa ter, a exposição de quem desempenha a atividade, e a probabilidade deste mesmo risco acontecer, em que com a tabela William Fine (ferramenta de serviço), fazemos a multiplicação da CxExP, em que nos dará um valor em que recorremos á tabela e no Grau de perigosidade, classifica o risco desde do aceitável até ao muito alto sendo que se o resultado for superior a 200, a medida a tomarmos e´ suspender de imediato os trabalhos, numa situação menos complexa que na multiplicação dos valores que atribuirmos for inferior a 20 é uma situação em que não acarreta riscos daí não temos que atuar. Depois da multiplicação e de termos os o nosso grau de perigosidade, e dependente do resultado do risco vamos atribuir o fator de custo, consoante o valor esperado do custo da ação corretiva, caso a mesma seja necessária, em que depois multiplicamos pelo Grau de correção, em que atribuímos o valor consoante a redução do risco que conseguimos corrigir, nesta multiplicação nos dará um valor em que depois este valor é dividido com o valor obtido da CxExP em que por sua vez nos dará o valor final, se e´ justificável ou não justificável, em que sendo superior a 10 justifica, sendo inferior não justifica.

Este módulo foi extremamente importante para mim, pois me fez entender melhor a aplicação da metodologia (William Fine) ás fichas de equipamentos que fizemos, fichas essas que agora consigo compreender perfeitamente e a importância que as mesmas têm, na prevenção de acidentes naquele equipamento.

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