FATOR K DA USLE ESTIMADO EM PASTAGEM E MATA NATIVA EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE

Piero Iori(1); Moacir de Souza Dias Júnior(2); Reginaldo Barboza da Silva(3); João Rafael Bonini Bicudo(4); Edison Aparecido Mome Filho(5)
(1) Engenheiro Agrônomo, Doutorando, Departamento de Ciência do Solo, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitário, Caixa Postal 3037, CEP: 37200-000, Lavras – MG. E-mail: pieroiori@hotmail.com; (2) Professor, Departamento de Ciência do Solo, Universidade Federal de Lavras, Campus Universitário, Caixa Postal 3037, CEP: 37200-000, Lavras – MG. Bolsista CNPq; (3) Professor, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias do Vale do Ribeira, Rua Nelson Brihi Badur nº 430, CEP 11900-000, Registro – SP; (4) Estudante de graduação em Engenharia Agronômica, Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias do Vale do Ribeira; (5) Engenheiro Agrônomo, Mestrando em Solos e Nutrição de Plantas, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz".

Resumo – O Fator erodibilidade indica o grau de suscetibilidade do solo à erosão. O objetivo deste trabalho foi estimar a Fator K do solo por sete diferentes modelos em pastagem e mata nativa em áreas de preservação permanente. Definiu-se, como área experimental, a área de proteção permanente localizada lateralmente ao rio Ribeira de Iguape, onde se buscou comparar o impacto da pastagem em três classes de solo, Cambissolo Háplico, Argissolo Amarelo e um Gleissolo Háplico. Os solos sob mata nativa apresentaram os menores valores de Fator K. Entre as classes de solo avaliadas, o Gleissolo foi a que apresentou os maiores valores de Fator K. A maioria dos modelos avaliados apresentou valores altos para as classes de Fator K. No Argissolo e Gleissolo, a pastagem foi o uso que apresentou os maiores valores de Fator K em relação à mata nativa. Palavras-Chave: equação universal de perda de solo; fator erodibilidade, modelagem; perda de solo. INTRODUÇÃO A erodibilidade do solo é comumente representada pelo Fator K (K) da Equação Universal de Perda de Solos (USLE). Arraes, et al. (2010) ressalta que a erodibilidade do solo é o efeito integrado de processos que regulam a chuva no momento que encontra o solo e a sua respectiva resistência no que tange a desagregação de partículas e consequentemente movimentos destas, indicando o grau de suscetibilidade a erosão em relação às propriedades inerentes ao solo. Em seu trabalho, Marques et al. (1997a) ressalta que a melhor maneira de determinar o Fator K é por meio da instalação de parcelas de perdas de solo no campo. Porém, este autor indica que a instalação e a manutenção dessas parcelas envolvem custos consideráveis, além de demandar vários anos de coleta de dados. Outra maneira de baseia-se na quantificação do Fator K em razão das perdas de solo e do fator de erosividade, sob condições de chuva simulada, sendo também um método oneroso. Como alternativa a este fato, vários autores desenvolveram equações/modelos visando a estimativa da erodibilidade do solo de

maneira indireta, como Wischmeier et al (1971), Denardin (1990) e Roloff & Dernadin (1994). Este método indireto de estimar a erodibilidade do solo é baseado em regressões que contenham variáveis independentes que possam ter atributos morfológicos, físicos, químicos e mineralógicos do solo ou relações destes, correlacionados com o K obtido pelos métodos padrões (Chuquipiondo, 2007). O processo erosivo é facilmente entendido por três etapas em sequência: desagregação das partículas do solo, transporte e deposição dessas partículas carreadas em locais inferiores das paisagens, como por exemplo, cursos d’água, causando o assoreamento de rios. O solo é o recurso natural mais intensamente intemperizado e frequentemente utilizado para a produção de alimentos, podendo, por isso, ter sua capacidade produtiva comprometida pela erosão, em decorrência de seu uso e manejo inadequados (Chuquipiondo, 2007). Segundo o Código Florestal (Lei n.° 4.771/65), a áreas laterais aos cursos d’água são consideradas áreas de preservação permanente (APP) que devem se manter intocadas e, caso estejam degradadas, deve-se prover a imediata recuperação. Estas áreas são importantes locais de preservação, pois, quando mantidas na sua vegetação natural ou até mesmo quando reflorestadas, ajudam a preservar e recuperar estes corpos d’água. Estas áreas quando preservadas, diminuem a erosão e consequentemente o assoreamento, que se constitui em um dos principais problemas da degradação de cursos d’água, levando, em alguns casos, a sua destruição total. Estes solos estando descobertos ou até mesmo sendo utilizado de maneira errônea, como por exemplo, para fins agrícolas e/ou para pecuária, leva na estação das chuvas a excessiva erosão destes solos, sendo a queda de barrancos muito mais frequente, tornando este quadro ainda mais crítico. Assim, a falta de boas práticas agrícolas tem induzido à compactação que, além de acelerar o processo erosivo (laminar, sulcos e voçorocas), induz ao depauperamento contínuo do solo e ao assoreamento dos rios. Portanto, este trabalho foi realizado com o objetivo de estimar o Fator K por sete diferentes modelos em áreas de preservação permanente, na sub-bacia rio Ribeira de Iguape, SP.

a área de proteção permanente localizada lateralmente ao rio Ribeira de Iguape. foi fracionada em areia fina e areia grossa. foi feita pelo teste de Scott & Knott (1974). Sendo que os maiores valores foram observados no Gleissolo. c) pastagem em Gleissolo (PGX). para efeito de comparação entre as médias. tropical úmido. No Cambissolo a mata nativa apresentou os maiores valores de K em relação à pastagem. 1965).4278 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1). Utilizando o programa estatístico Sisvar (Ferreira. Sendo que a pastagem permaneceu na classe alta de K. O teor de matéria orgânica (MO) foi obtido segundo metodologia de Embrapa (1997). portanto. a pastagem foi o uso que apresentou os maiores valores de K em comparação a mata nativa. inclusos no município de Registro. Por outro lado. optou-se por colocar a barra de erros com o erro padrão de média. Foi escolhida uma área onde se buscou comparar o impacto da pastagem em três classes de solo. O clima da região. b) pastagem em Argissolo (PPA). ou seja. as médias de K apresentaram alguma diferença entre classes de solo. já a mata nativa apresentou valores de K categorizados na classe média de K do solo. longitude 47°49’ Oeste e altitude em torno de 25 m. mapa de solos e o uso da ferramenta do índice de vegetação da diferença normalizada NDVI (Bendini & Silva. as áreas de pastagem foram superiores à mata nativa (Figura 1).0234 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1).0450 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. uso do solo e modelos de Fator K. as semelhanças entre as médias de K foram observadas no Argissolo para os modelos 1. e muito baixo para valores de K menores do que 0. entre os fatores classe de solo. como área experimental. (2002) os valores do fator erodibilidade do solo foram distribuídos nas seguintes classes: extremamente alto para o K maior do que 0. ambos para um Cambissolo sob mata nativa. 2 . não foi tão sensível em observar as diferenças entre a pastagem e a mata nativa. médio para valores de K entre 0. Em cada uso a amostragem foi realizada em malha irregular. por 20 minutos.0276 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1) e Argissolo (0.000 rpm. Foram delimitados na área experimental: a) pastagem em Cambissolo (PCX).0042 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1 e de 0.0090 e 0.0300 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. quando se trata de fazer inferências sobre as médias.0300 e 0. é possível perceber que entre os usos (pastagem e mata nativa). na profundidade de 0 a 5 cm. Estes resultados indicam o que acontece caso seja realizado a transformação de áreas sob mata nativa em pastagens. O Fator K da EUPS foi estimado utilizando-se sete diferentes equações/modelo (Quadro 1). sendo que a fração areia. quando o valor de F foi significativo.700 mm. Seguindo sugestões de Mannigel et al. para as demais classes de solo avaliadas (Argissolo e Gleissolo). A sistematização dos dados foi feita por planilhas eletrônicas desenvolvidas especificamente para o estudo. segundo Embrapa (1997). sem estação seca definida. muito alto para valores de K entre 0. com os menores valores registrados no Argissolo. os valores de K ficaram abaixo do encontrado por este mesmo autor (Cambissolo – 0. segundo Paes (2008).0347 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1 e Argissolo – 0. empregando-se solução de NaOH como dispersante químico e agitação rápida de 6. esta superioridade não refletiu em diferença significativa entre os usos. de Roloff & Dernadin (1994). e f) mata nativa em Gleissolo (MGX). a única semelhança observada para as médias de Fator K entre as classes de solo foi observada para o modelo 7 em áreas sob mata nativa. a 5%. Sendo que para todos os outros usos e modelos. 2009).0044 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1) aos valores aqui encontrados para o Gleissolo (0. De maneira geral. Foram observadas diferenças estatísticas significativas entre as três classes de solo (Figura 2). totalizando 20 pontos. trazendo sérios riscos de erosão e assoreamento de cursos d’água. d) mata nativa em Cambissolo (MCX).0150 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. porém.0 (Systat Software Inc). Argissolo Amarelo e um Gleissolo Háplico (Embrapa. De acordo com o quadro 3. Para as demais classes de solo os valores permaneceram na classe média de K do solo.0600 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. Em seu trabalho. com transição para o Cfa.0450 e 0. A construção de gráficos foi realizada por meio da versão demonstrativa do aplicativo Sigma Plot 12.XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO . (2002). 2006). principalmente em Argissolos e Gleissolos. de acordo Köppen. (2002) encontraram valores bem abaixo (0. alto para valores de K entre 0. e) mata nativa em Argissolo (MPA). A análise granulométrica foi determinada pelo método da pipeta (Day. Em relação ao Cambissolo (0. as semelhanças entre as médias de K foram observadas no Argissolo em área de mata nativa.0710 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1 com o modelo 2 e 1. Cambissolo Háplico. 4 e 7. os dados foram inicialmente avaliados pela análise de variância e teste F.0600 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. onde está localizado o rio Ribeira de Iguape e afluentes..043 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1). Verifica-se. Mannigel et al. Seguindo o mesmo quadro 3. no Cambissolo para os modelos 4 e 7 e no Gleissolo somente para o modelo 4. por ser a mais adequada. A comparação entre as médias.Resumo Expandido MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi realizado na sub-bacia Rio Ribeira de Iguape. segundo Mannigel et al. é o Af. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise de variância dos dados (Quadro 2) revelou interação tripla significativa. considerando os tratamentos de uso do solo. 2000). que o modelo 4. definida com o auxílio de imagens de fotografias aéreas e de satélites.0090 Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1. O menor e maior valor observado (Quadro 3) para o Fator K foi de 0. classe de solo e equação de estimação do Fator K como fatores de variação.0150 e 0. Definiu-se. baixo para valores de K entre 0. classificados como valores altos de K. Nos gráficos. com temperatura média anual de 21°C e precipitação pluvial média anual de 1. Entre os modelos (Quadro 4). latitude de 24°26’ Sul. A caracterização química (Al2O3 e Fe2O3) foi realizada com base nos elementos no extrato do ataque sulfúrico. no quesito suscetibilidade à erosão. respectivamente.

N. SILVA.545-567. J. H. M.. C. 81p. Fortaleza.000 Argissolo Cambissolo Gleissolo Figura 2. As semelhanças entre modelos (Figura 3) foram observadas entre os modelos 1. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. SILVA. 3. FERREIRA. Por outro. D.R.027 Vale ressaltar que. PISSARRA. Ci. SP. Valores médios de Fator K obtidos para três classes de solos em áreas de preservação permanente. P.033 Erodibilidade (t ha h ha Mj mm ) Alto 0. A maioria dos modelos avaliados apresentou valores altos para as classes de Fator K. 2000. 1965. Erodibilidade de solo estimada por meio de parâmetros físicos e químicos. 3 . Rio de Janeiro. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. a pastagem foi o uso que apresentou os maiores valores de Fator K em relação à mata nativa..000 Pasto Mata Figura 1. J. M. UFLA. Fator erodibilidade e tolerância de perda dos solos do Estado de São Paulo... A. 3. (Dissertação de Mestrado) DAY. In: BLACK. Piracicaba. os modelos 2 e 4 tiveram valores classificados como médio.030 -1 0. T. o modelo 7 com os menores valores de K registrados. L.. R. E. 2. J. CHUQUIPIONDO. por fim. BENDINI. 195p. B. M. Methods of soil analysis. BUENO. J. C. (Agronomy Monograph. Universidade Federal de Minas Gerais. N. Anais. 212p. R. Solo. M. 2. J. L. 26:849-857. -1 -1 -1 0. 1990. 2010.040 Alto 0. FERREIRA. No Argissolo e Gleissolo. 1997a. 5 e 6) apresentaram valores classificados como altos de K. MEDEIROS. MARQUES. 0. N.018 Baixo 0. provavelmente.042 Erodibilidade (t ha h ha Mj mm ) -1 -1 0. G. T. (1997b) os métodos de Denardin (1990) e de Roloff & Denardin (1994) não foram adequados para a estimativa da erodibilidade dos solos estudados em seu trabalho e que não forneceram resultados satisfatórios.. permaneceram na classe baixa de K. 306p. C. CONCLUSÕES 1. R. de. M. DOLORICE MORETI. J. Biosci. Estimativa da erodibilidade do solo para fins conservacionistas na microbacia córrego do Tijuco. I. F. 4. M. J. G.000 K1 K2 K3 K4 K5 K6 K7 Figura 3.. EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISAS AGROPECUÁRIAS. Part I. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos.. Fortaleza: UFC. 2007..024 Médio 0. Acta Scientiarum. ed. 2009. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO. V. Belo Horizonte. 66p.. Lavras. e.A. CURI. Sendo que estes quatro modelos (1. C. R. 2002. N. J. p. Manual do sistema Sisvar para análises estatísticas. A.030 Médio 0. LIMA. CURI. FERREIRA. 0. N. 2009. D.045 Erodibilidade (t ha h ha Mj mm ) -1 -1 0.024 0. 24:1335-1340. FERREIRA. P..036 Alto 0. C. Os solos sob mata nativa apresentaram os menores valores de Fator K. M. Avaliação da estimativa do potencial de erodibilidade de solos nas margens de cursos de água: estudo de caso trecho de vazão reduzida Capim Branco I Araguari Minas Gerais.. American Society of Agronomy. -1 0. Valores médios de Fator K obtidos por diferentes modelos em áreas de preservação permanente. M. devido a estes métodos terem sido gerados para subsolos. SÁ. o Gleissolo foi a que apresentou os maiores valores de Fator K. M. 1997. Entre as classes de solo avaliadas. (Tese de Doutorado) EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA. L.035 REFERÊNCIAS ARRAES.. ESALQ. Particle fractionation and particle-size analysis.025 0. bras. SILVA. LIMA.ed.030 Médio 0. S. 21:457-465..Resumo Expandido 0. 2. MANNIGEL. MARQUES.. S.. M. R. Valores médios de Fator K obtidos para dois usos do solo em áreas de preservação permanente. L.XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO . Madison. para Marques et al. 5 e 6 e entre os modelos 1 e 3. D. 1 CD-ROM. 2006. 9) DENARDIN. G. M. F. Manual de métodos de análises de solo. Estimativa da erodibilidade a partir de atributos de solos com horizonte B textural no Brasil.. ed. Uso do NDVI e modelo linear de mistura espectral na determinação de áreas de interesse para estudos do uso e ocupação do solo na sub-bacia do rio Ribeira do Iguape.. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem à Fapemig pelo apoio financeiro concedido.

0204 B 0. MO = 1. (1971) K2 = 0.0588 Bc Mata 0. 1974. PAES. M.65 x AG) + (0. Classe de solo Modelo do Fator K Uso do solo Argissolo Cambissolo Gleissolo -------------------------------Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1-----------------------------Mata 0.0042 A 0. Rápida = 2. 10.. A = teor de argila (%). U: uso do solo e M: modelo de Fator K.0259 Aa Modelo 1 Pasto 0. Imperfeitamente drenado = 6. Resumo dos resultados da análise de variância para a Fator K do solo.0259 A 0.14 + 3.0300 D 0. 1994. Quadro 4.010396 R 0. SBCS.0331 Mm K5 = 0. extraído pelo ataque sulfúrico (%). B. C = teor de carbono (%). C. não significativo. JOHNSO. em três classes de solos e dois usos do solo em áreas de preservação permanente.1 (10-4) (12 – MO) M1.0437 Mm0. Moderada = 3.0117 x S) + (0.0588 D 0. Al = é o teor de Al2 O3 da fração.0513 C 0.035 Fe – 0.0917 Mm0. 26: 189-193.0251 C 0.0118 Aa Modelo 7 Pasto 0. M = (S x AF) x [(S x AF) + AG].0308 23.0316 D 0. Valores médios de Fator K (Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1) obtidos por diferentes modelos.0251 Aa 0. CV: coeficiente de variação.0492 C 0.00024 x A)]/100.0539 C 0.0547 C 0.XXXIII CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO . terra fina seca ao ar.0194 A 0.0120 A Mata 0.0492 Bb Mata 0.0631175 DMP + 0. S: classe de solo.0322 Aa 0. Modelos Autores K1 = {[2.0322 D 0. Florianópolis.73 x C.0154 A 0. P = Coeficiente de permeabilidade.0710 D 0. Solo. Valores médios de Fator K (Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1) obtidos por diferentes modelos. Quadro 3.0526 Fe + 0. KNOTT.5 + 0.0050** 0.0191 B 0. em que Med: média dos dados.0567 Bb Mata 0. G. bras.1317 Wischmeier et al.0004** 0.0 mm (%). T. 4 . R = AG x MO/100. 1994.5 – 0.0358 B 0.0216 A 0. Muito pequena = 1.0454 Al Roloff & Dernadin (1994) K6 = 0.0539 Bb Modelo 2 Pasto 0..0042 Aa 0.15 x AF) + (0. 30:507-512.0300 Ba 0.0224 Aa Modelo 6 Pasto 0.Resumo Expandido Adequação de métodos indiretos para estimativa da erodibilidade de solos com horizonte B textural no Brasil. em três classes de solos e dois usos do solo em áreas de preservação permanente.0142** 0.0125 A Mata 0. J.006084 P + 0. A..0192 Aa 0. 2008. 1997b.0215 Bb Letra maiúscula compara usos do solo para mesma classe de solo e modelo de Fator K e letra minúscula compara classe de solo para mesmo uso do solo e modelo de Fator K. R.0195 B Cambissolo Pasto 0. ao nível de 5% de probabilidade pelo teste de Scott Knott (1974). & DENARDIN.0346 B 0. Estimativa simplificada da erodibilidade do solo.00037756 Part Denardin (1990) K3 = 0.0195 Aa 0. Biometrics.0276 Aa 0.25 (E – 2) + 2.5 K4 = 0. Muito rápida = 1.00834286 MO – 0.0271 D 0. Média a grande granular = 3.0278 C 0. Fe = é o teor de Fe2O3 da fração. Lenta = 4. S: classe de solo. S = teor de silte (%). E = Coeficiente de estrutura.0207 A 0.0004** 0.0271 Bb 0.0120 Aa 0.0547 Bb 0.0041** 0. SCOTT.5 e 2.0710 Bb 0. AF = teor de areia fina (%).. 21:447-456.0518 Bb 0. em que Med: média dos dados. DMP = [(0.0111 Aa 0.0123 Aa 0.0513 Bb Mata 0.0204 Aa 0. Muito lenta = 5.0299 Aa 0. J. Resumos.0473 C 0.0123 A 0.0009** ** F significativo no nível de 1% de probabilidade e NS.0069 Aa 0.5 – 0.0069 A Argissolo Pasto 0.00448059 P – 0. Pequena granular = 2. E.0049 P + 0. Mm = (S x 100-1 ) x [(S x 100-1) + (AF x 100-1)] Quadro 2.0299 D 0. WISCHMEIER. Florianópolis.0192 A 0.0569 C 0.0234 C 0. Me. W. p. Journal of Soil and Water Conservation.5 (P – 3)] / 100} 0. 6:107-108.0176 (AF 100-1 ) K7 = 0. B.0216 Aa Modelo 5 Pasto 0. extraído pelo ataque sulfúrico (%). CROSS.0386 B 0.0308 D 0.0308 Ab 0.0194 Aa 0.0473 Ab Mata 0.0001NS 0. Quadrado médio Atributo Me CV (%) S U M SxU SxM UxM SxUxM Fator K 0.0154 Aa 0. Modelo do Fator K Classe de solo Uso do solo 1 2 3 4 5 6 7 ---------------------------------Mg ha h ha-1 Mj-1 mm-1----------------------------------------Mata 0. Desvio padrão ou erro padrão: qual utilizar? Revista Educação Continuada: Saúde. ao nível de 5% de probabilidade pelo teste de Scott Knott (1974).0386 Ab Modelo 4 Pasto 0. média geral e CV.0283 Ba 0.0358 Ab Modelo 3 Pasto 0.1038 Mm0.3 0.0111 A 0.0215 A Letra maiúscula compara modelo de Fator K para mesma classe de solo e uso do solo. H. Accounter analysis methods for grouping means in the analysis of variants.0316 Ba 0.00116162 Al – 0.0111 (Al (A 100-1)-1 Onde: Part = teor de partículas com diâmetro entre 0.0278 Aa 0.0276 B 0. U: uso do solo e M: modelo de Fator K.0346 Ac Mata 0.150-151. Resumo dos resultados da análise de variância para o Fator K. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA. ROLOFF. Quadro 1.0234 Aa 0.0118 A Gleissolo Pasto 0. W. Ci.0518 C 0.0283 D 0. AG = teor de areia grossa (%).0191 Ba 0. coeficiente de variação. terra fina seca ao ar.0125 Aa 0. A soil erodibility nomograph for farmland and construction sites.0569 Bc 0. 1971. A.0224 A 0.0567 D 0.0207 Aa 0. CV: coeficiente de variação..00000748 M + 0.

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