Líder estratégico: como se tornar um?

“Para se tornar alguém com atuação estratégica é preciso antes formar uma equipe preparada para resolver problemas e transpor obstáculos, isoladamente ou em grupo”, afirma especialista
Redação www.administradores.com , 14 de agosto de 2013 Um interesse crescente sobre os desafios de liderar tem sido observado. As empresas demandam cada vez mais ferramentas e técnicas para ajudar seus líderes a conseguir atuar estrategicamente e se desvencilhar de passar a maior parte do tempo na operação, resolvendo problemas que poderiam ser delegados aos seus colaboradores. Ao mesmo tempo em que se espera que o líder cuide das estratégias relacionadas à sua atuação, as empresas utilizam como parâmetro de avaliação de sua competência a superação das metas estabelecidas. Com o objetivo de garantir que elas se cumpram existem dois caminhos, um deles é a equipe ter experiência e condições de realizar as tarefas e a outra é o líder direcioná-la o tempo todo, cuidar pessoalmente dos eventuais obstáculos e tomar para si atividades que a equipe não consegue fazer sozinha. Justamente por precisar mostrar resultados rapidamente, o líder acaba adotando a segunda postura e assim não dispõe de tempo suficiente para capacitar as pessoas. Ainda que não intencionalmente, cria vínculos de dependência prejudiciais para todas as partes. “Para se tornar alguém com atuação estratégica é preciso antes formar uma equipe preparada para resolver problemas e transpor obstáculos, isoladamente ou em grupo. Os passos para que isso aconteça são simples. O primeiro é capacitar as pessoas tecnicamente para que todos tenham domínio e condições de corresponder com suas responsabilidades. O segundo passo é deixar claro para cada um dos membros, individualmente, o que se espera dele. O terceiro ponto seria ajudar o time a buscar soluções antes de pedir ajuda ao líder”, explica Caroline Calaça, especialista em coaching executivo e diretora da Development. Ao seguir os passos citados, o gestor pode construir uma equipe responsável e comprometida com resultados. Tendo ao seu lado pessoas aptas a tomar decisões e a encontrar soluções criativas para as dificuldades, ele poderá intervir apenas eventualmente, quando seu envolvimento for indispensável. “O tempo antes gasto em dizer às pessoas o que deveriam fazer poderá finalmente ser destinado a acompanhar as tarefas, contribuir com melhorias nos projetos, dar feedback aos liderados sobre o desempenho e olhar para o futuro para antecipar oportunidades e prevenir ameaças”, conclui Caroline. Tornar-se um líder estratégico não é tão difícil quanto parece, mas exige do gestor humildade para deixar de ser o dono das respostas, desprendimento para permitir que as pessoas façam o que deve ser feito, ainda que por um caminho diferente do que o líder acredita que deveria ser

percepção para entender quais as três ou quatro ações em sua área podem oferecer os maiores impactos nos resultados almejados pela organização.percorrido. Por último. . paciência para construir um processo consistente e passar por cada uma das fases com clareza do que virá a seguir.

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