Síntese Histórica da Legislação Ambiental Brasileira (1500 a 2012

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(Silvia Macedo Rodrigues*) 1500 a 1930 (Colonização, Império e República Velha) Colonização 1500 - Descobrimento do Brasil – vigoram em Portugal as Ordenações Afonsinas. 1504 - Arrendamento das terras descobertas para cristãos-novos, sob o comando de Fernando de Noronha, para exploração do pau-brasil e riquezas naturais. 1521 – Ordenações Manuelinas com proibição de corte de árvores frutíferas, da caça e de determinados apetrechos e de proteção às abelhas. 1530 - Expedição Colonizadora de Martim Afonso - missão de colocar marcos indicadores de posse, doar terras, introduzir as leis gerais do reino português, nomear tabeliães e oficiais de justiça, instalar no Brasil a administração portuguesa e estabelecer locais para o ofício religioso. Através de cartas de doação, instituindo o sistema de sesmarias. 1534 – Implantação do sistema de Capitanias Hereditárias com direitos e deveres aos donatários. A comercialização do pau-brasil e de minerais é declarada monopólio da Coroa (ao proprietário, a redízima). Os direitos e obrigações ao pagamento de foros constavam em carta especial, que continha um conjunto de ordenações e prescrições de ordem constitucional, criminal, cíveis e processuais. Dentre esses direitos do proprietário, o direito à metade da décima de pescarias e ao monopólio das marinhas, moendas de águas e outros engenhos. 1549 – O primeiro Governador-Geral do Brasil, Tomé de Souza, traz toda uma estrutura de governo, leis, códigos e regulamentos: a Carta do Regimento, considerada por alguns autores como a primeira Constituição do Brasil. As leis portuguesas passam a funcionar no Brasil contendo delimitações em relação a matas a serem conservadas. 1559 – Autorizada, em carta régia aos senhores de engenho, a vinda de até 120 escravos do Congo. Com o início oficial da escravidão negra, o Governador passa a proteger mais os índios, incentivando a Companhia de Jesus e suas missões. 1576 – Decreto impõe o monopólio real sobre o sal. 1595 - Ordenações Filipinas atribuem aos Corregedores das Comarcas e aos vereadores poderes para realizações urbanísticas públicas, bem como o incentivo à plantação de árvores em terrenos baldios; proíbe a pesca e a utilização de redes em rios e lagos nos meses de procriação; proíbe, qualquer pessoa, de jogar material que possa matar os peixes, dificultar sua criação ou sujar as águas dos rios e das lagoas.

1605 - Regimento sobre o Pau-Brasil com expressa autorização para a retirada do paubrasil e de limitações para sua exploração, impondo severas penas. 1605 - Regime de contrato exclusivo da Coroa portuguesa para as atividades da pesca. 1609 - Regramento sobre cuidados com o provimento de lenha e de madeira. 1619 - Lei contra a poluição da Baía de Guanabara, decorrente da primeira atividade industrial e poluidora da baía: a extração de óleo e azeite de baleias. 1630 – Início do domínio holandês, com Maurício de Nassau, em Pernambuco. Algumas normatizações privilegiam a matéria ambiental, como: abate do cajueiro, poluição das águas, pesca, caça, passarinhagem e introdução e aclimatação de novas espécies. 1652 - Carta-régia reforça o monopólio dos recursos madeireiros. 1677 - O Regimento de Povoação de Terras Novas incrementa a exploração das minas de salitre, da pesca da baleia e da extração de ouro das minas. Prevê poderes ao Governador para tomar as terras de quem não pudesse cultivá-las. 1679 - Ordenação do Rei obriga a plantação de outras culturas além da cana-deaçúcar. 1688 - Portugal determina aos lavradores brasileiros, principalmente aos plantadores de cana-de-açúcar, o cultivo obrigatório de mandioca por cada escravo. 1695 - Ato régio garante a posse das minas de ouro e prata a seus descobridores. 1699 - Criada a 1ª Administração das Minas. 1731 - Carta régia cria monopólio de extração de diamantes. 1735 - Portaria impõe pena de morte a quem misturar outro metal ao ouro. 1760 - Alvará disciplina a proteção dos manguezais nas capitanias. 1773 - Ordem de atenção especial ao corte da madeira e conservação das matas. 1780 – Lei reitera alvará de 1607, determinando a responsabilidade do dano causado por animal ao pasto vizinho. 1785 - D. Maria I manda extinguir toda indústria têxtil no Brasil, com exceção das de pano grosso para sacarias e roupas de escravos. (Proibição abolida em 1812, por D. João VI). 1796 - Cartas-régias determinam a criação de jardins botânicos em Belém, Olinda, Salvador, Vila Rica e São Paulo. 1797 - Carta-régia de conservação das madeiras declara como propriedade da Coroa as matas e arvoredos existentes à borda da costa ou de rios, não podendo ser doadas como

Abolido o monopólio real da pesca da baleia. sem controle. como indenização. João VI. com normas rigorosas. à capitania do Rio Grande de S. 1823 . exige cuidado especial na conservação das matas e arvoredos. Em 1807. 1803 – Legislação prevê controle uso das águas e matas mineiras. no Rio de Janeiro. Final de século XVII ao século XVIII – editadas diversas legislações sobre extração de ouro. Revogado por pressões. sem resultados práticos. 1825 – Reiterada a proibição de licença a particulares para o corte do pau-brasil e outras madeiras. 1799 – Estabelecido o primeiro Regimento de Corte de Madeiras no Brasil. 1822 – Independência do Brasil 1822 – Extinção do sistema de sesmarias. nova realidade fundiária. 1824 – Constituição Política do Império do Brasil 1824 – Decisão Imperial de nº 152 determina que nas terras distribuídas a colonos estrangeiros do Rio Grande do Sul fossem preservadas as matas da borda do mar e dos rios navegáveis.Criado o jardim botânico de Belém.Carta-régia.As terras indígenas são tornadas inalienáveis por D. . mas com a obrigatoriedade de se conservarem as madeiras reais. 1802 . por outras terras do interior.Portugal baixa novas normas sobre reflorestamento. 1825 – Portaria determina remessa de sementes para reflorestamento em províncias do Rio Grande do Sul.Instalação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro e criação do Museu Histórico Nacional. Pedro. e ratificada em 1827. 1798 . 1819. no prazo de três anos. trocadas. prata e diamantes. 1826 – Assinada a Convenção Brasil-Inglaterra pela extinção do tráfico negreiro. 1808 .sesmarias e. 1817 . 1798 .Criada a Secretaria de Estado para Assuntos Imperiais (Ministério do Interior). a lei é abrandada. notadamente naquelas que tivessem pau-brasil.Proibição de corte de árvores na nascente do rio Carioca. por solicitação de José Bonifácio de Souza. as existentes. 1797 .

em Paris. banimento da Família Real. em seus distritos.Primeira Constituição Republicana dos Estados Unidos do Brasil. 1854 – Decreto nº 1. Lei de Terras. com penas severas. 1879 – 1912 – Período áureo do ciclo da borracha. 1856.1827 . algumas de cunho socioambiental. em Portaria de 11 de dezembro de 1861. de se criarem três parques nacionais: Sete Quedas. 1829 – Reafirmada proibições de roçar e derrubar matas em terras devolutas. por André Rebouças. 1872 – Lançada a idéia. com sanções contra o poluidor e adota o princípio da responsabilidade objetiva. 1830 – O primeiro Código Criminal penaliza. 1872 – Reiterada a necessidade de se reprimir os abusos de derrubadas de matas nacionais e recomendação da aplicação da Lei nº 601/1850.318. função a delegados de conservadores das matas nacionais.Instituído o primeiro serviço de tratamento de esgoto no Rio de Janeiro. 1895 – Brasil é signatário do Convênio das Egretes.Carta Régia de Lei incumbe os juízes de paz a fiscalizarem as matas. Salto do Iguaçu e Ilha de Bananal. 1828 – Lei 1º-10/28. ocupação do Acre. competência da União para legislar sobre minas e terras. 1872 – Decreto nº 4. Proíbe a exploração florestal em terras descobertas. dispõe sobre Posturas Policiais. 1891. 1844. República Velha 1889. 1889 .Decreto nº 363 manda executar lei anterior (Lei nº317/43) que previa multa e apreensão de embarcação com contrabando de pau-brasil.Proclamação da República. o corte ilegal de madeira. pela preservação de garças que povoam os rios da Amazônia.Assinada a Lei Áurea. 1827 – Primeira exportação de borracha em escala. 1850 – Editada a Lei nº 601.887 autoriza o funcionamento da primeira companhia no corte de madeiras: Companhia Florestal Paranaense. . Decreto nº 577. 1861 a 1874 – Rearborização da Floresta da Tijuca. Registra as terras ocupadas e pune o dano por derrubada e queimada de matas.

decorrentes da falta de higiene.Código Florestal – Decreto nº 23.777 estabelece orientações para o lançamento de resíduos industriais das usinas açucareiras nos rios principais.643 de 10 de julho.938/81) República Nova – Revolução de 1930 1930 a 1940 – marco histórico de produção legislativa ambiental. 1916 . Estabelece os bens tutelados e as condutas proibidas com sanções penais. saneamento e dá início ao controle da poluição por indústrias. . Lei nº 3.793. 1923 . navegação e uso industrial. 1931 . de 21 de janeiro. pela primeira vez. 1934 – Decreto nº 23. trata da questão ambiental. através dos direitos da vizinhança. 1921 – Decreto nº 4. A medida só fica consignada no papel. 1925 .Código Civil. indiretamente.Código de Águas – Decreto nº 24. cria parques. regulamenta a indústria hidrelétrica e a produção de energia. estabelece áreas de preservação.Assinado o Protocolo de Genebra que proíbe o emprego de gases asfixiantes. considerando–as como bens de interesse comum.421 cria o primeiro Serviço Florestal do Brasil.300.Criado o primeiro parque brasileiro. 1930 a 1981 (República Nova à edição da Lei 6. 1902 – Convênio internacional para proteção às aves úteis à agricultura.Decreto nº 16.071.Primeira Convenção para a Regulamentação da Pesca da Baleia. o aproveitamento das águas para irrigação.843 cria a primeira unidade de conservação brasileira no Acre. de 1º -1-1916. Define os direitos de propriedade e uso dos recursos hídricos para o abastecimento. tóxicos ou similares e meios bacteriológicos de guerra. 1918 – Fundado o Instituto Vital Brasil. 1934 – Decreto nº 24.1896 . 1934 . matéria sobre a utilização de agrotóxicos. centro de pesquisa na área de saúde. legisla sobre a exploração de florestas e o desmatamento. Limita o direito de propriedade. 1934 . dispõe sobre saúde. em São Paulo. 1902 – 1904 – Alastra-se epidemia de febre amarela e varíola. 1911 – Decreto 8. 1904 – Revolta da Vacina contra medidas de saneamento e vacinas obrigatórias.114 regula. Caracteriza as florestas e a vegetação.

Estende a competência da União aos Estados e Municípios para a proteção de monumentos históricos. em 16 de julho. 1934 . provocar a emissão de fumaça ou gás que possa ofender . fixando normas para pesca e exploração dos recursos biológicos da água.202. além dos sítios e paisagens de valor notável pela natureza ou pela intervenção humana. 1939 – Descoberta do petróleo brasileiro. arqueológico.985 define a prospecção e exploração de jazidas. 1941 – Decreto-lei nº 3.197/67).Criação do Parque Nacional de Itatiaia. 1937 – Realizado o 1º Congresso Internacional para a Proteção da Natureza com repercussão em matéria de preservação ambiental. 1940 – Decreto-lei nº 2. 1939 . 1939 – Decreto-lei nº 1.645 de 10 de julho. em 10 de novembro que dispõe sobre a competência da União para legislar sobre determinados recursos naturais e sobre a competência concorrente em razão da proteção dos monumentos artísticos e naturais. 1937 .Constituição dos Estados Unidos do Brasil.713.Código de Mineração – Decreto-lei nº 1.054/66). Inclui como patrimônio nacional os bens de valor etnográfico. Decreto nº 794. regulariza a proteção de determinados recursos naturais e estabelece a competência concorrente entre a União e os estados para a proteção das belezas naturais e monumentos de valor histórico. com previsão penal (regulamentado posteriormente pela Lei nº 5. 1940 . dispõe sobre a proteção da fauna.Lei de Contravenções Penais – LCP pune as condutas criminosas de menor teor ofensivo.Código de Pesca.583 proíbe a derrubada do cajueiro.Criação do Parque Nacional de Iguaçu e Serra dos Órgãos. visando à tutela da pesca em águas brasileiras.Lei de Proteção ao Patrimônio Histórico e Artístico Nacional é regulamentada pelo Decreto-Lei 25. 1940 – Realizada a Convenção para a Proteção da Flora. 1937 . 1938 . da Fauna e das Belezas Cênicas Naturais dos Países da América. de 19 de outubro.11.1937. de 30. os monumentos naturais. (regulamentada pelo Decreto nº 58. como sujar a via pública.1934 . 1937 – Assinado Protocolo de acordo para a Regulamentação da pesca da Baleia. 1941.medidas de polícia para a proteção de plantas e rebanhos contra moléstias de agentes nocivos. pelo Decreto nº 1. artísticos e naturais.Código de Caça – Decreto nº 24. 1937 – Instaurado o Estado Novo – outorgada a Constituição da República Federativa do Brasil.014 autoriza a fiscalização das florestas pelos governos estaduais.

004 institui a Petrobras. 1951. Uruguai e Paraguai. 1953 – Lei nº 2.877/61).Código Penal que tipifica crimes contra a saúde pública e outras hipóteses em relação à vida e à saúde das pessoas. 1946 – Constituição dos Estados Unidos do Brasil. 1942 . 1943 – Consolidação das Leis do Trabalho.Convenção Internacional e assinatura do Protocolo para a Regulamentação da Pesca da Baleia (legislada pelo Decreto nº 73.840 integra a plataforma submarina brasileira. 1944 – Decreto-lei reorganiza o Serviço Florestal.Decreto-lei nº 7.CLT. de 18 de setembro. 1946 – Decreto-lei 9. .497/74).000 quilômetros de água potável ao Sul do Brasil estendendo-se pela Argentina. com numerosas normas de proteção ao trabalhador em seu ambiente de trabalho.760 estabelece os limites dos terrenos de Marinha. Lançamento das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. medidas de proteção fitossanitária. através da Lei nº 86/47. cominando com severas sanções. A matéria ambiental. 1945 – Encerra-se a 2ª Guerra Mundial. criando o Monopólio do Petróleo brasileiro. 1948 – Assinado mais um Protocolo para a Regulamentação da Pesca da Baleia Assistência econômica da borracha natural brasileira. 1946 . de determinados recursos naturais é competência da União. Década de 1950 – Descoberto o reservatório aquífero Guarani com 45. 1945. 1947 – Criada a Comissão Executiva de Proteção à Borracha.ou molestar alguém.036. 1958 – Criada a Comissão de Energia Nuclear no Brasil. 1957 – Descoberto o urânio em São Paulo. 1958 – Convenção Internacional para Prevenção da Poluição do Mar por Óleo (regulamentada pelo Decreto nº 50. assim como o trabalho ou sossego alheio e o tratamento cruel ou o trabalho excessivo a animal. A energia nuclear é apresentada ao mundo. 1950 – Decreto nº 28. introduz a desapropriação por interesse social. regulamenta a indenização por acidente-tipo ou moléstia decorrente do ambiente de trabalho.Convenção Internacional para a Proteção de Vegetais.

Considerando como crime a destruição ou mutilação dos referidos monumentos. 1 Alguns artigos desta lei foram revogados pelas Leis 6. Dispõe sobre escavações arqueológicas.118. torna obrigatória a limpeza de açudes.Instituída a Política Nacional de Energia Nuclear pela Lei nº 4. 1960 – Lei 3. através da Lei delegada nº 10 (extinta pela Lei nº 7. elaborado pelo IBRA.132/62.891 de 31 de março. dentre eles o Parque Nacional do Xingu. .824.453/77. regulamenta alguns dispositivos do Estatuto da Terra (Lei 4. dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e a responsabilidade criminal por atos relacionados com as atividades nucleares. de Reforma Agrária. tanto sob o ponto de vista como sócio-econômico.atribuições para o IBAMA). conforme a Lei de Proteção ao Patrimônio Histórico. pela USP. 1964 .189/74 e 6. de 30 de novembro. represas ou lagos artificiais. um dos instrumentos processuais de defesa do cidadão “Qualquer cidadão será parte legítima para pleitear a anulação ou a declaração de nulidade de atos lesivos ao patrimônio. Criada a Comissão Nacional de Energia Nuclear. 1965 . na hipótese de proteção do solo e preservação dos cursos e mananciais de água.Lei nº 4.Desapropriação de terras por interesse social. OBS.Lei nº 4.Criação da SUDEPE .”. através da Lei nº 4. 1961 – Decreto nº 50. de 29 de junho. de 29 de julho.504. institui a Ação Popular. A função social da terra é consagrado na CF de 1988. bem como de reservas florestais. Nacional e Regionais. (posteriormente Parque Nacional da Tijuca). 1962 . 1961 . 1962 . Visa delimitar regiões homogêneas. de 26 de julho. A tutela ambiental.877. A Lei 6.Superintendência do Desenvolvimento da Pesca. 2 Atual Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA. Decreto-lei nº 25/37.717.Lei nº 3. Traz em seu texto o sentido da função social da terra e estabelece os Planos. 1961 – Disposição sobre o Lançamento de Resíduos Tóxicos ou Oleosos nas Águas Interiores ou Litorâneas do País.923 cria o Parque Nacional do Rio de Janeiro englobando a Floresta da Tijuca. através do Decreto nº 50. 1962 . 1959 – 1961 – Criação de cinco Parques Nacionais. Caracteriza a poluição por resíduos tóxicos ou oleosos em águas interiores ou litorâneas do país..Instituto Brasileiro de Reforma Agrária. 1959 – Criado o primeiro reator nuclear da América Latina.504/64) sobre zoneamento..924. 1959 – Assinado o Tratado de Antártida (aderido pelo Brasil em 1975). estabelece a guarda e proteção do Poder Público. dispõe sobre o Estatuto da Terra. como das características da Estrutura Agrária do país.571/78.735/89 .1958 – Convenção Sobre Pesca e Conservação de Recursos Vivos do Mar (tratado aprovado em 1969 – Decreto legislativo nº 45).2 1965 – Decreto 55. 1 1962 – Criado o Conselho Nacional de Reforma Agrária.

98 (Lei de Crimes Ambientais). de 12.08. Várias legislações passam a regulamentar. 38 a 53).771 de 15 de setembro. desportivos ou científicos. tratando entre outros. .127/68 determina o uso de aparelhos que impeçam e diminuam a poluição do ar.803 de 18.por via de ação popular.Penalidades para embarcações e terminais marítimos ou fluviais que lançarem detritos ou óleo em águas brasileiras – Lei nº 5. 38 a 53).Novo Código de Pesca é editado através do Decreto-lei 221. determina a oitiva das autoridades florestais para aprovação em loteamentos. 9. 1965 .111. MP 1. de 13. organização e funcionamento do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária. caça profissional.1976 dispõe sobre a proteção à fauna.5 1967 . de 28 de fevereiro.Proteção da Fauna Silvestre – A Lei nº 5. 1967 – Instituída pela Lei nº 5.875. 1966 .947 de 6 de abril institui as regras do Direito Agrário e dispõe sobre o sistema. complementar. torna obrigatório o emprego de madeiras preservadas pelas empresas concessionárias de serviços públicos.11. é um direito subjetivo fundamental de caráter difuso. diversos artigos4. Lei 7.99. em razão de seus arts. A matéria ambiental é tratada como nas cartas anteriores. 1965 – Lei nº 4.357/67.803 de 18. de 12/2/1988.Lei nº 4. transforma a maioria das contravenções em crimes. 1968 – Convenção Internacional da Biosfera. Lei 7.02. de 12.02. apanha. dar nova redação e. de 13.437/77). em razão de seus arts. em Paris.885-40 de 26.89.Lei nº 4. especificamente à fauna silvestre. Classifica como crime o uso.11.778.653. dispõe sobre a proteção e estímulo à pesca. 1967 . Lei 9605.89. 1968 – Código Nacional de Trânsito – Decreto nº 62. até mesmo revogar. 1967 . da pesca e industrialização de cetáceos. posteriormente. tornando-se a legislação básica de proteção aos ecossistemas florestais existentes no Brasil. A pesca pode ser efetuada com fins comerciais. 4 Lei 7.07. perseguição.605/98.08.797. transforma a maioria das contravenções em crimes. 1969 – Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em danos causados pela Poluição de Óleo (legislada pelo Decreto nº 79. comércio de espécime e produtos derivados de sua caça e a proibição de espécie exótica. 3 Lei 7.885-40 de 26.Constituição do Brasil respalda o Regime Militar. dos invertebrados aquáticos e algas. Lei 9605.318 a Política Nacional de Saneamento e o Conselho Nacional de Saneamento em harmonia com a Política Nacional de Saúde. substitui o Código Florestal de 19343.89.07. MP 1.89. fiscalização e multas.99 5 Atualmente Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária –INCRA. 1967 . de 10/10/1995 e 9.98 (Lei de Crimes Ambientais. podendo ser exercido individualmente pelo cidadão. 6 Atualizada de acordo com as alterações decorrentes das Leis nºs 7. 1965 – Lei nº 4.875.

regulamentando o comércio de espécimes e espécies. o controle da poluição e a preservação do meio ambiente.566/82. posteriormente. com exigência de Estudo do Impacto Ambiental pelo Banco Mundial.10. 1973 . 1975 .374.386 (incorporada pelo IBAMA em 1986). 1973 . cria a Secretaria Especial do Meio Ambiente.Convenção Internacional para Prevenção da Poluição por Navios (legislada pelo Decreto nº 60/95).030 de 30 de outubro.508. vinculada à Presidência da República. recebe nova denominação: Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal.. Suécia. com a Lei 8. 1975. .Convenção sobre Prevenção da Poluição Marinha de Alijamento de Resíduos7 e outras matérias e Convenção Internacional para Prevenção da Poluição por Navios8. 1973 .Secretaria do Meio Ambiente.803 de 2 de julho de 1980 veio a definir os esquema de zoneamento urbano.389. transforma-o para Ministério do Meio Ambiente. de 03. 1974 .Decreto nº 76. 1972 .1989 que criou o IBAMA .151 cria o Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento Urbano.Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção11.Controle da Poluição do Meio Ambiente provocado por Atividades Industriais.490. Aprovado pelo Decreto Legislativo 60/95 e promulgada pelo Decreto 2. A Lei 6.Criação da Superintendência da Borracha – Decreto nº 77.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. tendo como metas o desenvolvimento urbano. 9 Aprovada pelo Decreto Legislativo 89 de 5/12/104/1976972 e promulgada pelo Decreto 77. 7 8 Aprovada pelo Decreto Legislativo 10/84 e promulgada pelo Decreto 87. 9 1972 – Construção da primeira Usina Hidrelétrica no Brasil. SEMA10.649.75 dispõe sobre medidas de prevenção e controle de poluição industrial.1972 – Conferência de Estocolmo. de 1º/04/1976. Como orientação básica. de 22. Aprovada pelo Decreto Legislativo 60/95 e promulgada pelo Decreto 2. 11 12 Aprovada pelo Decreto Legislativo 54/75 e promulgada pelo Decreto 76. Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano. Em 1993.735. 1976 . de 4/3/98. no âmbito do Ministério do Interior. 1972 . de 15 de março de 1990 criou a SEMAM/PR .508. Sobradinho/MG. o objetivo de tratar da conservação do meio ambiente e do uso racional dos recursos naturais. a Lei 9. em 1998. 1972 – Criados os Parques Nacionais da Serra da Canastra e da Serra da Bocaina. dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal.Lei nº 6.623/75. de 4/3/98. Seus princípios são incorporados. dispôs sobre o controle da poluição do meio ambiente provocado por atividades industriais.413.Realizada a Convenção sobre a Proibição do Desenvolvimento e Estocagem de Armas Bacteriológicas (Biológicas). 02.Decreto-Lei nº 1. E. de 14 de agosto12. na legislação brasileira. pelo Decreto 901. compatibilizando as atividades industriais com a proteção ambiental.Decreto nº 73. 1975 . A Medida Provisória 150. Somente em 1992. 10 A SEMA foi extinta pela Lei 7. de 19 de novembro é que passa a ser considerada como Ministério do Meio Ambiente – MM.

1985 – Criação de cerca de trinta e sete áreas de preservação ambiental.Convenção sobre Proteção Física do Material Nuclear.176. 1980 .017/79 cria o regulamento de Parques Nacionais. 1979 . Regulamentada pelo Decreto 86. de 16 de dezembro.902/81. pela Lei nº 6.14 13 Acrescenta inciso ao artigo 2º da Lei 4. que dispõe sobre a criação de Áreas Especiais e Locais de Interesse Turístico.Decreto legislativo nº 74 edita regras e padrões de potabilidade da água.803/80. de 28/03/1991 e regulamentada pela Lei 9. De acordo com a lei. que estabelece os princípios e estratégias da Educação Ambiental.017/79. 1980 .985.176/81).717. . Inoculantes. de 18 de julho de 2000. 1977 .176 de 06/07/1981.Decreto nº 86.567 dispõe sobre regime especial para a exploração e aproveitamento das substâncias minerais e formas de licenciamento. altera a redação e acrescenta dispositivos à Lei 4. O parcelamento é proibido em áreas de preservação ecológica e em áreas onde a poluição representa perigo à saúde. 1979 .171 estabelece o controle e fiscalização sanitária das águas minerais destinadas ao consumo humano. regulamenta a Lei nº 6. destinados à Agricultura. que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). 1978 – Lei nº 6. 1977. 1981 . como em terrenos alagadiços.Regulamentação da Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em Danos Causados por Poluição a Óleo de 1969 – Decreto nº 84.181. 1979 – Lei nº 6. atualizada de acordo com as alterações determinadas pela Lei 8. 1978 – Lei nº 6. 1977 .Diretrizes básicas para o Zoneamento Industrial – Lei nº 6. a 1ª Conferência Intergovernamental de Educação Ambiental.513/7713. exigindo o Estudo do Impacto Ambiental. compatibilizando as atividades industriais com a proteção ambiental. cabe aos Estados e Municípios estabelecerem limites e padrões ambientais para a instalação e licenciamento de indústrias.132 de 10/09/62. Geórgia.Criação de Áreas Especiais e Locais de Interesse Turístico – Lei nº 6. Estimulantes ou Biofertilizantes.1976 – Decreto nº 78. 1981 . de 29/06/65.Realizada em Tblisi. Corretivos. 1977 .576 proíbe a derrubada da palmeira do açaí.Lei 6.Responsabilidade Civil por Danos Nucleares e Responsabilidade Criminal por atos relacionados a atividades nucleares – Lei nº 6.766 regulamenta o Parcelamento do Solo Urbano.894.513/77. dispõe sobre a Inspeção e Fiscalização da Produção e Comércio de Fertilizantes. 1979 .Criação das Áreas de Proteção Ambiental – APAs.437/77 (regulamentada pelo Decreto nº 86.Decreto nº 84. 1980 .

inclusive o Brasil. de 6 de junho de 1990. 1985 . de 18 de julho de 2000. estadual e municipal.Lei 6.O Decreto 87.938 de 31 de agosto de 1981. 1983 .561. Considerada como o marco inicial do direito ambiental brasileiro.207/83.351 regulamenta e confere atribuições ao Conselho Nacional de Meio Ambiente. 1982 . institui a Política Nacional de Meio Ambiente com diretrizes para orientação da ação dos governos na preservação da qualidade ambiental e manutenção do equilíbrio ecológico.274.15 1983 – Decreto-lei nº 2. vem a dispor sobre medidas de recuperação e proteção ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. 1983 – Decreto nº 88. Inicia-se a fase holística de proteção integral e sistêmica do meio ambiente.894/80. que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação . estimulantes ou biofertilizantes.274.934/81. corretivos.955 passa a regulamentar a Lei 6.280/90). de 06/06/1990 e a Lei 9.938/81 à Conferência Cúpula da Terra – Rio +10). 1981 .SNUC 15 Decreto revogado pelo Decreto nº 99.063 estabelece multas para os serviços de transporte rodoviário e de cargas ou produtos perigosos. alterada pela Lei 6.Estabelecimento e funcionamento de Jardins Zoológicos – Lei nº 7.173/83. “que dispõe sobre a inspeção e a fiscalização da produção e do comércio de fertilizantes. fixaram as primeiras metas para redução do uso de produtos nocivos para a camada de ozônio.Decreto 86. que inclui o conjunto de instituições governamentais que se ocupam da proteção e da gestão da qualidade ambiental.1981 a 2002 (Lei 6. 1982 – Assinada a Convenção sobre o Direito do Mar e a Zona Econômica Exclusiva (ratificada em 1988 e em vigor em 1994).Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio (regulamentada pelo Decreto nº 99. 14 Regulamentada pelo Decreto 99.Política de Reflorestamento pelo IBDF (incorporado pelo IBAMA em 1989) – Decreto nº 88. torna-se o mais importante instrumento de amadurecimento e consolidação da política ambiental no país. 1983 . Cria a sua estrutura de organização e funcionamento: SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente).336/84. . destinados à agricultura”. 43 países. 1984 .985. 1982 . em nível federal. inoculantes. e também os órgãos da Administração Pública federal e o CONAMA (Conselho Nacional de Meio Ambiente).Criação de Reservas Ecológicas e Áreas de Relevante Interesse Ecológico – Decreto nº 89.

566 cria o Fundo para Desenvolvimento Integrado do Vale do Rio Doce. compondo as partes da Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio de 1985. ao consumidor. exploração. artístico. via ação civil pública.280/90) pelo qual as nações devem tomar providências para evitar a destruição da camada de ozônio. 1987 . empresas públicas ou sociedades de economia mista.542 regulamenta a pesquisa. 1987 . responsabilidades. 1985 – Lei nº 7. 1986 – Resolução CONAMA nº 6.347.643. 1986 . sua renovação e a respectiva concessão e aprova os novos modelos para publicação de licenças. O Ministério Público passa a ter legitimação para agir como agente intermediário e em juízo.Resolução CONAMA nº 001 estabelece. 1986 .1985 – Lei nº 7.Lei nº 7. institui a Ação Civil Pública. de responsabilidade por danos causados ao meio ambiente. de 24 de julho. estabelece que as empresas industriais do setor de detergentes somente poderão produzir detergentes não poluidores (biodegradáveis). a bens e direitos de valor histórico. Municípios.Proibição de Pesca da Baleia em Águas Brasileiras – Lei nº 7. além da conceituação de impacto ambiental. 1986 – Lei nº 7. encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional.Resolução CONAMA nº 9. remoção e demolição de coisas ou bens afundados. critérios básicos e diretrizes para a Avaliação de Impacto Ambiental. 1986 – Lei nº 7.365 dispõe sobre a fabricação de detergentes não biodegradáveis. de 23 de janeiro de 1986. Estados. aprova os modelos de publicação de pedidos de licenciamento em quaisquer de suas modalidades. conforme instruções. estético e paisagístico.16.280/90). da União. 1986 . As ações podem ser ajuizadas por iniciativa de associações civis. dirimindo dúvidas e recolhendo dos presentes as s e sugestões a respeito.Convenção sobre Pronta Notificação de Acidente Nuclear (regulamentada pelo Decreto nº 99. atuar em defesa do meio ambiente. submersos. define a finalidade da Audiência Pública: de expor aos interessados o conteúdo do produto em análise e do seu referido RIMA. 16 Os Arts 3º e 7º da Resolução CONAMA 001 foram revogados pela Resolução CONAMA 237/97 .563 institui o Programa Nacional de Arborização Urbana com Árvores Frutíferas.Assinatura do Protocolo de Montreal sobre substâncias que destroem a Camada de Ozônio (regulamentada pelo Decreto nº 99. tendo em vista o disposto na Resolução CONAMA nº 1. 1985 a 1990 – Criadas cerca de cinquenta áreas de proteção ambiental. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais. 1987 . reduzindo a fabricação e o uso dos CFCs.

O meio ambiente é elevado à categoria de direito fundamental. com a indicação das cautelas necessárias e efetuadas de modo a manter a queimada sob controle.Lei 7. bem de uso comum.Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 1988 traz enormes mudanças na política social e econômica e implanta o Estado Democrático de Direito.Resolução CONAMA nº 11 resolve sobre o controle ou prevenção de incêndios em Unidades de Conservação ou nas localidades vizinhas às Unidades de Conservação.661. institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro.632 obriga o EIA-RIMA aos empreendimentos que se destinam à exploração de recursos minerais. 1988 . 1987 – Congresso Internacional em educação e Formação Ambiental em CEI. 1989 .938/81. . 1988 . em diversos outros dispositivos da matéria ambiental. regulamentando o artigo 2º. 1988 . A Constituição de 1988 promove a incorporação do meio ambiente ao texto constitucional em capítulo especial.653/88 ampliam penas para reprimir crimes contra animais e acabar com o mercado paralelo e a venda e tráfico de animais. 1988 – Decreto nº 96. o uso do mercúrio metálico e do cianeto em áreas de exploração de ouro.225 e trata. abrangendo uma faixa marítima e outra terrestre.1987 – Primeira Base Legal de Políticas Ambientais da Comunidade Europeia – repercussão na legislação brasileira na unificação de padrões ambientais e prevenção de poluição. Moscou. inciso VIII. arqueológico. paleontológico. sobre o desenvolvimento sustentável do planeta. através do art.044 regulamenta o transporte rodoviário de produtos perigosos. da Lei 6.Lei 7. a qualidade de vida e o meio ambiente – Decreto nº 97. com plano de recuperação da área degradada. 1988 . incluindo os recursos naturais.Lei nº 7. 1987 e 1988 . mar e terra. 1989 – Decreto nº 97. 1988 – Disciplinada a utilização racional do Carvão Vegetal – Decreto nº 97. No art. 1989 . o patrimônio histórico. 1987.Nosso Futuro Comum. de natureza jurídica difusa.584/87 e Lei nº 7.PNGC. 3º regulamenta a utilização do fogo como elemento de manejo ecológico.507 dispõe sobre o licenciamento de atividade mineral.Decreto 97. que define a Zona Costeira como espaço geográfico de interação do ar. Prevê o zoneamento de toda a extensão e normatizações que priorizem a proteção e a conservação dos recursos naturais. cultural e paisagístico.679 dispõe sobre a proibição de pesca e espécies em períodos de reprodução.Publicado o Relatório Brundtland da ONU . diretamente.634. precedido de Estudo de Impacto Ambiental.Controle da produção e da comercialização de substâncias que comportam risco para a vida.628.

161/89 dispõe sobre a administração do Fundo Nacional do Meio AmbienteFNMA. a produção.Lei nº 8.Assinada a Declaração de Haia de cooperação internacional para a proteção do meio ambiente mundial. 1989 . de 10 de julho. 27 do Código Florestal e dispõe sobre a prevenção e combate a incêndio florestal (regulamentada posteriormente pelo Decreto nº 2.635. o transporte. o destino final dos resíduos e embalagens. o armazenamento. a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos. Lei da Ação Civil Pública. Lei 8. cria o Fundo Nacional do Meio Ambiente.Código de Defesa do Consumidor. conferindo ao juiz uma enorme responsabilidade.Convenção da Basileia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seus Depósitos (regulamentada pelo Decreto nº 875/93). 1989 .661/98). seus componentes e afins”.735 cria o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. 1989 .Lei nº 7.Lei nº 7.Decreto nº 97. 1989 .028 confere nova redação à Lei 6.Lei 7.1989 .804 altera artigos da Lei nº 6. 1989 . o registro. de 11 de julho. 1990 . a experimentação. em situações especiais.Lei 7. 1989 . a embalagem e rotulagem. subordinado ao Ministério do Meio Ambiente.Lei nº 7. . 1989 .802.Criação do Sistema de Monitoramento Ambiental e dos Recursos Naturais pelo Decreto nº 97. a propaganda comercial. O Decreto 98.754 de 14 de abril estabelece medidas para a proteção de florestas existentes nas nascentes dos rios.875 alteram artigos do Código Florestal. fiscalizar.822.347/85. controlar e fomentar o uso racional dos recursos naturais. 1990 .079. notadamente na tutela preventiva de urgência ambiental.805 regulamenta a atividade garimpeira. regulamenta o art. o controle. dentre eles o direito difuso e amplia o campo de abrangência da Lei nº 7.803 e Lei nº 7. 1989 . a classificação. a utilização. a importação. 1989 – Lei nº 7.938/81. incluindo a manutenção. a exportação. com o objetivo de desenvolver projetos que visem o uso racional e sustentável de recursos naturais. melhoria ou recuperação da qualidade ambiental no sentido de elevar a qualidade de vida da população brasileira. conceitua direitos transindividuais. antes de consumada a lesão. “dispõe sobre a pesquisa. a comercialização. atuando para conservar.Lei 7. que demanda decisões rápidas e eficazes. 1989 . Ao IBAMA compete executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente.938/81.797.

1990 – Decreto nº 99. além de estabelecer as competências administrativas dos órgãos federais responsáveis pelos setores de agricultura. da vegetação nativa da Mata Atlântica. 1990 – Decreto nº 99. 1991 . 17 de janeiro.897. regulamenta cada um. em Genebra. 1990 . 1991 . 1990 .Realizada.816. ameaçadas de extinção.Decreto nº 133 promulga Emenda à Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagem. (Em 1994 é instituído o Programa Brasileiro de Combate às Substâncias Nocivas à Camada de Ozônio). sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas de Proteção Ambiental e sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. de 1973. dispõe sobre o entendimento dos conceitos dispostos na Lei 7.Decreto nº 99. 1990 . que dispõe.Portaria 732 de 1o de abril. 1991 . dispõe sobre a Política Agrícola Brasileira que coloca a proteção do meio ambiente entre seus objetivos e como um de seus instrumentos.171 de. saúde e meio ambiente no que diz respeito ao processo de fiscalização e inspeção de todo o ciclo dos agrotóxicos.274 de 6 de junho regulamenta a Lei nº 6. 1o. define os objetivos e as competências institucionais.802/89. seus componentes e afins e todos os temas.547 dispõe sobre a vedação do corte. de acordo com categorias discriminadas em seu Art. Conferência Mundial sobre o Clima. 1990 . Econômico do Território Nacional. 1991 – Criado o Grupo Técnico do Ozônio para estabelecer as metas brasileiras de controle. agroindustriais e de planejamento das atividades pesqueira e florestal. prevê os recursos e estabelece as ações e instrumentos da política agrícola.Decreto 98. de 11 de janeiro.914 dispõe sobre as Reservas Particulares de Patrimônio Nacional por destinação do proprietário. em Limoges.Decreto nº 98.902/81 e a Lei 6938/81. 1990 – Decreto nº 98.Lei 8. . França. respectivamente.Assinado Protocolo ao Tratamento da Antártida sobre Meio Ambiente (Decreto-lei nº 88/95). Fixa os fundamentos.540 institui a Comissão Coordenadora do Zoneamento Ecológico. IBAMA.556 protege as cavidades naturais subterrâneas. relativamente às atividades agropecuárias. 1991 a 1992 – Criação de diversas áreas de proteção ambiental.Decreto 99. e da respectiva exploração. vem a estabelecer normas para o registro das pessoas físicas e jurídicas que exercem atividades relacionadas com o setor florestal. 1991 . 1990 – Realizada a I Conferência Internacional de Direito Ambiental.1990 . dispõe sobre as Reservas Extrativistas.

1992 .723.A cidade do Rio de Janeiro abriga a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92). sobre a Lei de Acesso. a zona contígua. 1993 .Lei nº 8. um programa de ações preservadoras do meio ambiente que resume o que fazer para reverter a destruição da Terra e instalar um modelo de desenvolvimento sustentável ao longo do século XXI. 1994 – O Decreto nº 2. de 3 de fevereiro. aprova a Convenção. destacam-se a Declaração do Rio de Janeiro.Lei nº 8. de 29 de junho de 2000. redução e emissão de poluentes por veículos automotores.282 dispõe sobre a exploração das florestas primitivas da bacia amazônica. sobre os efeitos da emissão de gás carbônico.CBD.298.1992 . 1993 – Decreto nº 895 dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Defesa Civil. 1994 – Decreto nº 1. a Convenção da Biodiversidade ou Diversidade . a zona econômica exclusiva e a plataforma continental brasileira. contendo princípios fundamentais de ação. aprova a Convenção da Diversidade Biológica e o Decreto nº 1. exploração da vegetação e regeneração da Mata Atlântica. saúde e apoio às atividades produtivas para as comunidades indígenas.052. com o objetivo de analisar. aprova o regulamento das Florestas Nacionais. 17 Medida provisória 2.Quadro das nações Unidas sobre Mudanças do Clima. Dentre eles.Decreto nº 1. Projeto-de-lei. sendo seus principais objetivos: a conservação da biodiversidade.141. com o objetivo de planejar e promover a prevenção e a defesa permanente contra desastres naturais ou provocados pelo homem. o Tratado de Biodiversidade Princípios de Preservação dos Recursos Florestais e a Convenção-Quadro das Nações Unidas Sobre Mudanças do Clima. altera a Convenção da Diversidade ou Biodiversidade em alguns de seus artigos. 1993 – Lei nº 8. a Agenda 21. 1994 . 1994 – Decreto nº 1.354. de 3 de fevereiro. 1993 – Decreto nº 750 dispõe sobre o corte. seu uso sustentável e a divisão equitativa dos benefícios derivados do seu uso17. 1994 – O Decreto nº 1.490 transforma a SEMA em Ministério do Meio Ambiente – MMA.519/98 promulga a Convenção da Diversidade Biológica). estabelece ações de proteção ambiental.617 dispõe sobre o mar territorial. sendo a exploração somente permitida através de manejo sustentável. 1993 – Em vigor. o Programa Nacional da Biodiversidade (Decreto nº 2. prevê a garantia de que também as comunidades indígenas sejam beneficiadas. discutir e aprovar documentos sobre as questões ambientais. . já que detêm o conhecimento.

503. cria o Ministério do Meio Ambiente. Cria também o Sistema Nacional de Recursos Hídricos e define a água como recurso natural limitado dotado de valor econômico. 1997 – Conferência Internacional sobre Meio Ambiente e Sociedade.Política Nacional de Recursos Hídricos. utilizadas para o mesmo fim”. 1997 . 1997 .974 de 5 de janeiro. Licenciamento Ambiental revê Procedimentos e critérios utilizados no licenciamento ambiental. Lei nº 9. industrialização. 1996 – Decreto nº 1. Lei nº 9.752 cria a CTNBio e regulamenta a Lei 8. 1995 . 1996 . estabelecendo normas para o uso de técnicas de engenharia genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificado e autoriza a criação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança -CTNBio. 1996 .775 estabelece a demarcação das Terras Indígenas.OMC. bem como das fibras naturais e artificiais. nº 813. 1996 – II Conferência das Nações Unidas sobre os Assentamentos Humanos (Habitat II). 1995 . Lei nº 9. em seu preâmbulo.Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN.314/96. Define competências sobre o licenciamento ambiental dos empreendimentos e atividades. 1995 . dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal. Adota o sistema de gestão por bacia e convoca a participação de toda a sociedade. Prov.433 em 8 de janeiro.Decreto nº 1.OGM. 1995 – Med. passa a dispor em diversos artigos sobre a questão do meio ambiente e obriga a educação ambiental nas escolas de trânsito.Lei 9. incluindo artigo polêmico sobre a competência do órgão ambiental municipal e.Código de Mineração recebe nova redação.974/95. 1997 – Criação do Protocolo de Kioto com o objetivo de diminuir a emissão dos gases causadores do efeito estufa. . o paradigma do desenvolvimento sustentável. Decreto nº 1. utilização e comercialização e transporte do asbeto/ amianto e dos produtos que o contenham. são estabelecidas pela Lei 8. de qualquer origem.055 passa a “disciplinar a extração. Turquia.922.1994 – Criada a Organização Mundial do Comércio. no Anexo I lista as atividades ou empreendimentos sujeitos ao Licenciamento Ambiental. A Lei regulamenta os incisos II e V do § 1º do artigo 225 da Constituição Federal.Novo Código Nacional de Trânsito. 1997 .Resolução CONAMA nº 237.Normas para o uso de técnicas de Engenharia Genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados .

210 institui o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro. 1998 – Decreto nº 2. concluída em Londres.Lei de Crimes Ambientais – Lei nº 9.795 de 27 de abril que dispõe sobre a Educação Ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. de 1969. As queimadas são as causas de maior dano ambiental. ratificada pelo Brasil. o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob a jurisdição nacional 18 (regulamentada pelo Decreto nº 4. dispondo sobre as sanções aplicáveis às condutas lesivas ao meio ambiente. a flora. 2000 .605. ratificada pelo Brasil. 1999 . a proteção e o acesso do conhecimento tradicional associado.Decreto nº 3. 1999 .Ministério do Meio Ambiente. disciplinando seu uso. 1998 . 2000 .649. em 17. 225 da CF.515 cria o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. o patrimônio cultural e outras agressões ambientais. A Lei trata dos crimes e das infrações administrativas contra a fauna. de 12 de fevereiro. Resposta e Cooperação em Caso de Poluição por Óleo.661 cria normas de precaução relativas ao emprego do fogo em práticas agropastoris e florestais.1978. 18 Convenção internacional para a prevenção de Poluição Causada por Navios. art. regulamenta incisos do § 4º do art. 2000 – Lei nº 9.052.736-36 altera o sistema de reserva legal florestal. dispõe sobre a criação do Programa Nacional de Florestas –PNF. OPRC/90: Convenção Internacional sobre Preparo. 1999 .Medida provisória 2. ratificada pelo Brasil. dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal.1997 . de 29 de junho.840 estabelece normas para operações de embarcações pesqueiras.Realizada em Recife(PE). CLC/69: Convenção Internacional sobre Responsabilidade Civil em Danos Causados por Poluição por Óleo. 1999 – Med. o ordenamento urbano. 1998 . de 1990.Sancionada a Lei nº 9.Decreto 3. de 20 de abril.420.Decreto nº 2. além de aumentar o efeito estufa. e alíneas da Convenção sobre Diversidade Biológica e dispõe sobre o acesso ao patrimônio genético. causando a perda da biodiversidade.Decreto 2. 2000 – Decreto 3. instituído pela Lei nº 9.179 regulamenta as Infrações Ambientais e Administrativas da Lei de Crimes Ambientais.966 dispõe sobre a prevenção.02. . Provisória nº 1.136/2002). a repartição de benefícios e o acesso à tecnologia e a transferência de tecnologia para sua conservação e utilização. dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Responsabiliza administrativamente civil e penalmente as pessoas jurídicas. 1998 . a III Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD).

a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos. a importação.984. o destino final dos resíduos e embalagens. a experimentação.985. 2000 .559 suspende a exploração da espécie mogno. o controle.787/89 que cria o Fundo Nacional de Meio Ambiente. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.Lei 10. da necessidade de serem designadas autoridades administrativas e científicas nos países signatários da Convenção.137. de 21 de setembro.Lei 9. o registro. institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC.985. a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança CTNBIO. a utilização. a propaganda comercial. que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. instituindo a Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA. 2000 . dá uma nova redação aos dispositivos do Decreto 98. a exportação.Medida Provisória 2. acresce e altera dispositivos da Lei 8. de 27 de julho. 2000 – Assinado o Protocolo de Cartagena de Segurança Biológica que regula o comércio dos organismos geneticamente modificados. estabelecendo regras para a sua atuação. 2001 . regulamenta o art.607. cujo fato gerador é o exercício regular do poder de polícia conferido ao IBAMA para controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras e utilizadoras de recursos naturais. de 31 de agosto de 1981. a embalagem e rotulagem. devido ao comércio excessivo e assegurar a sobrevivência de certas espécies e. medidas adotadas no sentido de assegurar o cumprimento da Convenção.974.Decreto 3. 2000 .Decreto nº 3. 55 da Lei 9. sua estrutura administrativa e suas fontes de recursos. e dá outras providências ao criar. de 18 de julho. altera a Lei 6. a produção.Lei nº 9.165. que dispõe sobre a pesquisa.834.Decreto 3. . 2000 – Resolução CONAMA nº 267 passa a proibir o uso de substâncias controladas em anexo ao Protocolo de Montreal sobre substâncias que destroem a Camada de Ozônio. 2000 . de 5 de janeiro de 1995. que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. de 27 de dezembro. 2000 .816/90. de 18 de julho de 2000. entidade federal de implementação da Política Nacional dos Recursos Hídricos e de coordenação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. seus componentes e afins. no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia. de 5 de junho.938. 2000 . a classificação. dispõe sobre a implementação da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagem em Perigo de Extinção – CITES.524 regulamenta a Lei 7.2000 . dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Água – ANA. atualização e implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a OGM.Decreto 3.Decreto nº 3. o transporte. o armazenamento. a comercialização.550. 2000 . de 17 de julho. com a finalidade de prestar apoio técnico consultivo e de assessoramento ao Governo Federal na formulação. de 28 de dezembro.

2002. do bem-estar dos cidadãos. Cúpula da Terra. 2001.126-8 que dispõe sobre os bens. através de normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo. termo de compromisso com pessoas físicas e jurídicas pelos órgãos ambientais integrantes do SISNAMA. de 07/03/2002. 2002 – Realizada entre 26 de agosto e 4 de setembro a Cúpula sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.A Lei 10.Decreto 4. .Regulamentando a Lei 7. na parte que institui mecanismos de financiamento para o Genoma).073-33 acrescenta dispositivo à Lei nº 9. África do Sul.Lei 10.074. 2001 – MP nº 2. 2001 – Decreto nº 3. 295 dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia (regulamentada pelo Decreto nº 4. para o Programa Biotecnologia e Recursos Genéticos (Genoma).154. bem como do equilíbrio ambiental.08.339. para o Programa de Ciência e Tecnologia para o Setor Aeronáutico e para o Programa de Inovação para Competitividade.605/98.919 dispõe sobre multas para quem importar pneu usado ou reformado.Lei 10. os direitos e obrigações relativos ao acesso a componentes do patrimônio genético. 2001 .332 institui o mecanismo de financiamento para o Programa de Ciência e Tecnologia para o Agronegócio. da segurança. ou Rio+ 10. pela ONU.2001 – Decreto nº 3.982 cria o Comitê de Acompanhamento da Implementação do Plano de Ação da Cúpula Mundial de alimentação das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).257.059). sobre Agrotóxico. 2001. denominada Estatuto da Cidade. 2001 – Reeditada a MP nº 2. 2001 . em Joanesburgo. (regulamentada pelo Decreto 4. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto no Meio Ambiente de atividades e empreendimentos com Organismos Geneticamente Modificados e seus derivados.308 dispõe sobre os depósitos de rejeitos radioativos.802/89. dispõe sobre Licenciamento Ambiental. é publicado o Decreto 4. regulamenta os art. 182 e 183 da Constituição Federal.Decreto nº 3. para o Programa de Fomento à Pesquisa em Saúde. estabelece diretrizes gerais de política urbana. 2002 .2002 institui princípios e diretrizes para a implementação da Política Nacional de Biodiversidade. com o objetivo de avaliar os compromissos firmados na Rio-92. de 10 de julho. sobre a celebração de título executivo extrajudicial. 2002.945 define a composição do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético e estabelece normas para o seu funcionamento.Resolução CONAMA nº 305. 2001 – Lei nº 10.de 22.

6o.514. utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade.428. e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis.186-16 dispõe sobre o Acesso ao Patrimônio Genético.938. no âmbito do Ministério do Meio Ambiente. reestrutura a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio. 6. DE 25 de junho de 2002 . 2005. de 28 de maio de 2003.Lei nº 11. de 19 de dezembro de 1979.445.Regulamenta o inciso VII do § 1o do art. e a Medida Provisória no 2. cria o Conselho Nacional de Biossegurança – CNBS. de 11 de maio de 1990. altera as Leis nos 10. institui. 5o. IV e V do § 1o do art. na fonte geradora. Regulamenta os incisos II. revoga a Lei nº 8.795. Lei nº 11. de 21 de junho de 1993. cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal . a proteção e o acesso ao conhecimento tradicional associado.Lei nº 11. 2008 . de 22 de julho de 2008.940. de 5 de janeiro de Lei do Saneamento Básico Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico. de 5 de janeiro de 1995. e dá outras providências. 8.Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta. 9o. 2006 . estabelecendo procedimentos para o uso científico de animais – 2008. Decreto nº 5.987.683. revoga a Lei no 6.794.284. de 31 de agosto de 1981. o Serviço Florestal Brasileiro .281.05.105. 8o. de 15 de dezembro de 2003. 9. de 24 de março de 2005.Lei Arouca .Lei Nº 11.Decreto.Decreto 5. na estrutura do Ministério do Meio Ambiente. altera as Leis nos 6. de 22 de dezembro de 2006 Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata ATLÂNTICA. de 23 de agosto de 2001. 5. 10 e 16 da Lei no 10.666. dispõe sobre a Política Nacional de Biossegurança – PNB.868.191-9.Decreto 4. de 27 de abril de 1999.605. e 6. de 2 de março de 2006. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e estabelece o processo administrativo federal para a apuração dessas infrações. patrimônio nacional.974. e os art. e dá outras providências. 2007 . 7o. Dispõe sobre a Gestão de Florestas Públicas Para a Produção Sustentável. a repartição de benefícios e o acesso à tecnologia e transferência de tecnologia para sua conservação e utilização.015. de 31 de dezembro de 1973. 2004. 225 da Constituição Federal. de 12 de fevereiro de 1998. 2004 .814.Medida Provisória 2. 6.036. de 12 de dezembro de 1972.771.Lei nº 11. de 15 de setembro de 1965. de 11 de maio de 1978.Regulamenta a Lei nº 9. 4. de 25 de outubro de 2006 . de 13 de fevereiro de 1995.528. 8. 225 da Constituição Federal. 8. estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados.SFB.2004 define regras para a identificação de áreas prioritárias para a conservação. . de 8 de outubro de 2008 . que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.092 de 21.FNDF.766.

830. de 17 de outubro de 2012.2009 .305. 2012 . de 23 de dezembro de 2010. 2012 . * Silvia Macedo Rodrigues – profª da UNESA.A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. parágrafo único. O Novo Código Florestal estabelece normas gerais com o fundamento central da proteção e uso sustentável das florestas e demais formas de vegetação nativa. 2010 . dispondo sobre seus princípios. Lei nº 12. de 25 de maio. bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos. estabelece normas de caráter geral aos Programas de Regularização Ambiental. Dispõe sobre a regularização fundiária das ocupações incidentes em terras situadas em áreas da União. VI e VII da Constituição Federal e trata da competência para o licenciamento ambiental.952.Lei complementar nº 140/2011. dispõe sobre o artigo 23. incluídos os perigosos. 2012 – Decreto 7.651. no âmbito da Amazônia Legal. de 29 de dezembro de 2009 Criada a Política Nacional sobre Mudança do Clima – PNMC. às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. 2011 . e incisos III. objetivos e instrumentos. A Rio+20 foi assim conhecida porque marcou os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e contribuiu para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.187. Decreto nº 7. na cidade do Rio de Janeiro. de 25 de junho de 2009.Lei 12.Lei nº 11.404.Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. foi realizada de 13 a 22 de junho de 2012. cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa. . dispõe sobre o Sistema de Cadastro Ambiental Rural. especialista em Gestão Ambiental e Mestre em Direito. regulamenta a Lei no 12. a Rio+20. de 2 de agosto de 2010. e dá outras providências.