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ABRIL/2006

NBR 10897

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
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Proteção contra incêndio por chuveiros automáticos

Copyright © 2000, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Origem: NBR 10897:1990 e NFPA 13:1999 CB 24 - Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio CE 24:302.02 Fire protection - Automatic sprinkler systems - Installation – Procedure Descriptors: Automatic sprinkler - Fire extinction Esta Norma foi baseada na(s) NFPA 13:1999 Esta Norma cancela e substituí a(s) NBR 10897:1990

Palavra(s)-chave: Chuveiro automático. Extinção de incêndio 90 páginas

Sumário Prefácio 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Condições gerais 5 Componentes e materiais 6 Requisitos dos sistemas 7 Requisitos de instalação 8 Métodos de cálculos 9 Plantas e cálculos 10 Aceitação de sistemas ANEXOS A Classificação das ocupações – Exemplos B Abastecimento de Água para Sistemas de Chuveiros C Inspeção rotineira e manutenção de sistema de chuveiros Prefácio A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ONS circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados.

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NBR 10897:2004

Esta norma contém os anexos A e C de caráter informativo, e Anexo B de caráter normativo. 1 Objetivo Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para projeto e instalação de chuveiros automáticos, incluindo as características de suprimento de água, seleção de chuveiros automáticos, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e acessórios envolvidos em instalações prediais. Esta norma não é aplicável ao projeto e instalação de chuveiros automáticos em áreas de armazenagem nem em áreas de riscos especiais. Nenhum dos requisitos desta Norma é intencionado a restringir o desenvolvimento, ou a utilização de novas tecnologias ou medidas alternativas, desde que estas não diminuam o nível de segurança estabelecido. 2 Referência normativa Quando citadas neste documento, as normas a seguir devem ser consideradas parte integrante do mesmo. A edição indicada na lista a seguir é a vigente no momento da preparação deste documento. Como todas as normas estão sujeitas a revisão, recomenda-se o uso da edição mais recente. A ABNT pode fornecer informações sobre normas em vigor em um dado momento. NBR NM ISO 7-1:2000 - Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca - Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação; NBR 5410:2004 - Instalações elétricas de baixa tensão - Procedimento; NBR 5647-1:2004 - Sistemas para adução e distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 - Parte 1: Requisitos gerais; NBR 5647-2:1999 - Sistemas para adução e distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 - Parte 2: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 1,0 Mpa; NBR 5647-3:1999 - Sistemas para adução e distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 - Parte 3: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,75 Mpa; NBR 5647-4:1999 - Sistemas para adução e distribuição de água - Tubos e conexões de PVC 6,3 com junta elástica e com diâmetros nominais até DN 100 - Parte 4: Requisitos específicos para tubos com pressão nominal PN 0,60 Mpa; NBR 5580:2002 – Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos - Especificação; NBR 5883:1982 - Solda branda – Especificação; NBR 5590:1995 - Tubos de aço-carbono com ou sem costura, pretos ou galvanizados por imersão a quente, para condução de fluidos - Especificação; NBR 6125: 1992 - Chuveiros automáticos para extinção de incêndio - Método de Ensaio; NBR 6135: 1992 - Chuveiros automáticos para extinção de incêndio - Especificação; NBR 6401/80 - Instalações de centrais de ar condicionado para conforto. Parâmetros básicos de projeto - Procedimento; NBR 6925: 1995 - Conexão de ferro fundido maleável classes 150 e 300, com rosca NPT para tubulação - Especificação; NBR 6943:2000 - Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NM-ISO 7-1, para tubulações - Especificação; NBR 7663: 1991 - Tubo de ferro fundido dúctil centrifugado, para canalizações sob pressão - Especificação; NBR 7669/82 - Conexões de ferro fundido cinzento - Padronização; NBR 7674: 1982 - Junta elástica para tubos e conexões de ferro fundido dúctil - Especificação; NBR 7675: 1988 - Conexões de ferro fundido dúctil - Especificação; NBR 7677/82 - Junta mecânica para conexões de ferro fundido dúctil - Especificação; NBR 9441/98 - Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio - Procedimento; NBR 10898/99 - Sistema de iluminação de emergência - Procedimento; NBR 11720: 1994 - Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar - Especificação; NBR 11836/92 - Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio - Especificação; NBR 12693/93 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio - Procedimento; NBR 12912: 1993 - Rosca NPT para tubos – Dimensões; NBR 13206: 2004 - Tubo de cobre leve, médio e pesado sem costura, para condução de água e outros fluidos - Requisitos; 24:302.04-001/94 - Instalações hidráulicas contra incêndio, sob comando hidrantes e mangotinhos - Procedimento;

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ANSI/NFPA 11A/1999 - Standard for medium and high expansion foam systems; ANSI/NFPA 13/1999 - Standard for the installation of chuveiro automático systems; ANSI/NFPA 24/2002 - Standard for the installation of private fire service mains and their appurtenances; ANSI/NFPA 25/2002 - Standard for the Inspection, Testing, and Maintenance of Water-Based Fire Protection Systems; ANSI/NFPA 30/2003 - Flammable and combustible liquids code; ANSI/NFPA 51B/2003 - Standard for Fire Prevention During Welding, Cutting, and Other Hot Work; ANSI/NFPA 58/2004 – Liquefied Petroleum Gas Code; ANSI/NFPA 80A/2001 - Recomended practice for protection of buildings from exterior fire exposure; ANSI/NFPA 88B/1997 - Standard for repair garages; ANSI/NFPA 91/2004 - Standard for Exhaust Systems for Air Conveying of Vapors, Gases, Mists, and Noncombustible Particulate Solids; ANSI/NFPA 204/2002 - Standard for smoke and heat venting; ANSI/NFPA 505/2002 - Fire Safety Standard for Powered Industrial Trucks Including Type Designations, Areas of Use, Conversions, Maintenance, and Operation; ANSI/NFPA 600/2000 – Standard on Industrial Fire Brigades; ANSI/NFPA 601/2000 - Standard for security services in fire loss prevention; ANSI/UL 1821-2003 – Thermoplastic Sprinkler Pipe and Fittings for Fire Protection Service; ASTM F 437-99 Standard Specification for Threaded Chlorinated Poly(Vinyl Chloride) (CPVC) Plastic Pipe Fittings, Schedule 80; ASTM F 438-02 Standard Specification for Socket-Type Chlorinated Poly(Vinyl Chloride) (CPVC) Plastic Pipe Fittings, Schedule 40; ASTM F 439-02 Standard Specification for Chlorinated Poly(Vinyl Chloride) (CPVC) Plastic Pipe Fittings, Schedule 80; ASTM F 442-99 Standard Specification for Chlorinated Poly(Vinyl Chloride) (CPVC) Plastic Pipe (SDR-PR); AWS B2.1, Specification for Qualification of Welding Procedures and Welders for Piping and Tubing;

3 Definições Para efeitos desta Norma são adotadas as definições de : 3.1 aprovado: Aceito pela autoridade competente 3.2 autoridade competente: Órgão, repartição pública ou privada, pessoa jurídica ou física investida de autoridade pela legislação vigente para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de combate a incêndio, baseada em legislação específica local. 3.3 compartimento: Um espaço completamente enclausurado por paredes e teto. O compartimento pode ter aberturas para um espaço vizinho desde que a distância da verga da abertura seja no mínimo 200 mm. 3.4 controle de incêndio: Limitação do tamanho de um incêndio pela descarga de água, de modo a reduzir a taxa de liberação de calor e pré-umedecer materiais combustíveis adjacentes e controlar a temperatura dos gases no teto para evitar danos estruturais. 3.5 dobramento de tubo: toda e qualquer ação que implique na alteração permanente da linearidade original do tubo. 3.6 extinção ou supressão de incêndio: Redução drástica da taxa de liberação de calor de um incêndio e prevenção de seu ressurgimento pela aplicação direta de quantidade suficiente de água através da coluna de gases ascendentes gerados pelo fogo até atingir a superfície incendiada do material combustível. 3.7 forro de painéis fusíveis: Um tipo de forro instalado sob o sistema de chuveiros, composto por painéis (testados e aprovados) sensíveis ao calor, translúcidos ou opacos, que se desprendem de seu suporte e caem ao chão quando expostos ao calor. 3.8 material de combustibilidade limitada: Um material de construção que não atende à definição de material incombustível, ou seja, tem um valor de calor potencial de no máximo 8140 kJ/kg (ver NFPA 359, Standard Test Method for Potential Heat of Building Materials),e atende aos itens (a) ou (b): Materiais sujeitos a aumento de combustibilidade ou de

cozinhar. em um único plano. Standard Test Method for Behavior of Materials in a Vertical Tube Furnace at 750°C. sustentar combustão ou liberar vapores inflamáveis quando sujeitos a fogo ou calor.4 NBR 10897:2004 velocidade de propagação de chama acima dos limites aqui estabelecidos. quartos em alojamentos. na forma e espessura utilizadas.2 mm com velocidade de propagação de chama de no máximo 50. não devem entrar em ignição.3 m. quartos de dormir em asilos e unidades de moradia similares.16. fechada por paredes e teto. de prestar serviços especializados de execução.16. 3.17. seja por tempo de uso. afetando fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros. legalmente habilitada. medida do piso à parte inferior do teto (ou telhado). São permitidas aberturas para um espaço vizinho desde que a distância da verga da abertura até o teto seja no mínimo 200 mm.16 tipos de tetos: 3. consiste de um sistema integrado de tubulações aéreas e subterrâneas alimentado por uma ou mais fontes de abastecimento automático de água. a definição de unidade de moradia inclui quartos de hotel. As aberturas nos elementos devem constituir pelo menos 70 por cento de sua área. não tenham uma velocidade de propagação de chama maior que 25 nem evidência de combustão progressiva contínua. 3.3 tetos inclinados: Tetos cuja inclinação seja superior a 9 . 3. e que não tenham uma velocidade de propagação de chama maior que 25 nem evidência de combustão progressiva contínua. com teto desobstruído e área de piso de no máximo 75 m2. Os tetos desobstruídos têm elementos estruturais horizontais vazados. e sob as condições esperadas de uso.16. tal como uma residência unifamiliar que ofereça condições permanentes para habitar. e a profundidade dos elementos não deve exceder a menor dimensão das aberturas.16. nervuras ou outros elementos não impedem o fluxo de calor e a distribuição de água. segundo as leis vigentes. saliências ou depressões significativas. normalmente junto ao teto.16.12 pressão de trabalho do sistema: A máxima pressão estática (sem vazão) ou dinâmica esperada que é aplicada aos componentes do sistema.1 ação-prévia: Sistema que utiliza chuveiros automáticos. e de composição tal que.4 tetos lisos: Tetos contínuos. b) Materiais.13 responsável técnico: Pessoa física ou jurídica responsável.17 Tipos de Sistemas de Chuveiros Automáticos 3.15 unidade de moradia: Um ou mais aposentos organizados para a moradia de uma ou mais pessoas.9 material incombustível: Materiais que. o o . devem ser considerados materiais combustíveis. caso a superfície seja exposta por corte em qualquer plano. 3.6 tetos planos: Tetos contínuos. 3. São também considerados desobstruídos todos os tetos onde o espaçamento entre elementos estruturais exceder 2. 3. fixados a uma tubulação que contém ar. estruturas ou áreas.1 tetos desobstruídos: Tetos cujas vigas. instalada em edifícios.2 tetos horizontais: Tetos cuja inclinação não seja superior ou igual 9 . Materiais aprovados no ensaio ASTM E 136.5 tetos obstruídos: Tetos cujas vigas. na forma em que são usados. Neste sistema. que goza do direito.14 sistemas de chuveiros: Para fins de proteção contra incêndio. que pode ou não estar sob pressão. 3. nervuras ou outros elementos impedem o fluxo de calor e a distribuição de água. a) Materiais que tenham base estrutural feita de material incombustível e uma camada superior de espessura máxima de 3. Cada coluna de alimentação de um sistema de chuveiros automáticos deve contar com um dispositivo de acionamento de alarme. 3. os ramais não são conectados entre si. O sistema é normalmente ativado pelo calor do fogo e descarrega água sobre a área de incêndio. medidos entre eixos. são considerados materiais incombustíveis.17.16. À parte do sistema de chuveiros automáticos acima do piso consiste de uma rede de tubulações dimensionada por tabelas ou por cálculo hidráulico. portanto não afetando fisicamente a capacidade de controle ou extinção de incêndio pelos chuveiros. umidade ou outras condições atmosféricas. excetuando-se golpes de pressão esporádicos. conjugado a um sistema suplementar de detecção instalado na mesma área dos chuveiros automáticos. queimar. 3. Para esta norma.2 anel fechado: Sistema de chuveiros no qual tubulações subgerais múltiplas são conectadas de modo a permitir que a água siga mais do que uma rota de escoamento até chegar a um chuveiro em operação.10 pé direito: Altura livre de um andar de um edifício. conforme Figura 1. 3. 3. sem irregularidades. A válvula que controla cada coluna de alimentação do sistema deve ser instalada na própria coluna ou na tubulação que a abastece. 3. à qual são conectados chuveiros segundo um padrão regular. apartamentos.11 pequenas salas: Uma sala classificada como de risco leve. 3. que não atendam a (a). 3. dormir e realizar práticas de higiene. 3. projeto e manutenção da instalação do sistema de proteção contra incêndio de uma edificação.

3 anticongelamento: Sistema de chuveiros automáticos de tubulação molhada que utiliza chuveiros conectados a uma tubulação que contém uma solução anticongelamento conectada a uma fonte de abastecimento de água. horizontal ou vertical. . fixados a uma tubulação conectada a uma fonte de abastecimento de água por uma válvula. de maneira que a água seja descarregada imediatamente pelos chuveiros automáticos quando abertos pelo calor de um incêndio.8 tubo molhado: Sistema de chuveiros automáticos fixados a uma tubulação que contém água e conectada a uma fonte de abastecimento.18 Componentes do Sistema 3.18.18.17.17.4 dilúvio: Sistema que utiliza chuveiros abertos.6 sistema calculado por tabela: Sistema de chuveiros cujos diâmetros de tubulação são selecionados em tabelas preparadas conforme a classificação da ocupação. 3. localizado entre a fonte de abastecimento de água e as tubulações gerais e subgerais.1 acoplamentos flexíveis de tubos: Acoplamento ou conexão que permite deslocamento axial. 3. 3. 3. contando com uma válvula de controle (diretamente na coluna ou no tubo que a alimenta) e um dispositivo de alarme de vazão de água. rotação e movimento angular de pelo menos 1 grau do tubo sem que isso cause danos ao mesmo. seguida de água. O movimento angular pode ser menor que 1o o mas não inferior a 0.17.5 para tubulações com diâmetros de DN 200 ou maiores. permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica.NBR 10897:2004 5 Figura 1: Sistema tipo anel fechado 3. Um chuveiro em operação recebe água pelas duas extremidades do ramal enquanto outros ramais auxiliam a transportar água entre as tubulações subgerais (Figura 2). e no qual um dado número de chuveiros pode ser alimentado por diâmetros específicos de tubulação. A solução anticongelamento é descarregada.18. em milímetros por minuto (mm/min). distribuída com um grau razoável de uniformidade sobre uma área específica. 3. de modo a fornecer a densidade de descarga de água necessária. que é aberta pela operação de um sistema de detecção instalado na mesma área dos chuveiros automáticos.17. ou a pressão mínima de descarga ou vazão por chuveiro exigida. 3.2 chuveiro automático: Um dispositivo para extinção ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termo-sensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela.17. a água flui através da tubulação e é descarregada por todos os chuveiros. 3.4 coluna principal de alimentação do sistema (riser): Tubo não subterrâneo.5 grelha: Sistema de chuveiros no qual as tubulações subgerais são conectadas a ramais múltiplos.18. Ao ser aberta a válvula. imediatamente após a abertura dos chuveiros automáticos pelo calor de um incêndio. 3.3 coluna de alimentação: As tubulações verticais de alimentação de um sistema de chuveiros.7 sistema projetado por cálculo hidráulico: Um sistema de chuveiros no qual os diâmetros de tubulação são selecionados com base na perda de carga.17. Figura 2: Sistema tipo grelha 3.

3.21 chuveiros – quanto ao tipo de acionamento: Os seguintes chuveiros são utilizados conforme o tipo de acionamento. 3.23. Uma medida da sensibilidade térmica é o índice de tempo de resposta (RTI) medido sob condições padronizadas de teste.2 chuveiro embutido: Chuveiro decorativo cujo corpo. 3.2 chuveiro de estilo antigo: Chuveiro que direciona 40% a 60%o da água para o teto e que é instalado com o defletor pendente ou de pé.7 tubulações gerais: Tubos que alimentam as tubulações subgerais.23 chuveiros – quanto à velocidade de operação. 3. utilizado para controle de alguns tipos de incêndios graves.5 difusores: Dispositivo para uso em aplicações que requerem formas especiais de distribuição de água.21. 3. 3.22.4 chuveiro de resposta imediata (QR2)): Tipo de chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios.23. 3. 3.5 dispositivo de supervisão: Dispositivo para a supervisão das condições operacionais dos sistemas de chuveiros automáticos. ou parte dele. 3. 1) 2) ESFR: Early Suppression and Fast Response QR: Quick-response . na maneira como instalado em um chuveiro específico.1 chuveiro automático: Chuveiro que possui elemento acionador termo-sensível. ½ 3.19 fator K: Fator que define a capacidade de vazão do chuveiro automático 3.22. 3.18. 3. 3.2 chuveiros de resposta padrão: possuem elementos termos-sensíveis com RTI igual ou maior a 80 (metros-segundos) .23.6 ramais: Os tubos aos quais os chuveiros são fixados.24 chuveiros – quanto à orientação de instalação: Os chuveiros a seguir são definidos conforme a sua orientação de instalação.18.23.20 sensibilidade térmica: Medida da velocidade de operação de um elemento termo-sensível. 3.22.22.5 chuveiro de resposta imediata e cobertura estendida: Tipo de chuveiro de resposta rápida projetados para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão.2 chuveiro aberto: Chuveiro que não possui elementos acionadores ou termos-sensíveis. 3. sprays direcionais ou outras características incomuns.3 chuveiro de extinção precoce e resposta rápida (ESFR1)): Tipo de chuveiro de resposta rápida utilizado para extinção (e não simplesmente controle) de alguns tipos de incêndios graves. Os seguintes chuveiros são utilizados conforme a velocidade de operação.1 chuveiro em pé: Chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para cima.23.1 chuveiro de cobertura extensiva: Tipo de chuveiro projetado para cobrir uma área maior do que a área de cobertura de chuveiros padrão. descarregando água sobre a área de incêndio.22.18. 3. 3. 3.24. para o teto.23. que se rompe ao atingir uma temperatura pré-determinada.8 tubulações subgerais: Tubos que alimentam os ramais. é montado dentro de um invólucro embutido.24.6 chuveiro especial: Chuveiro ensaiado e certificado para uma aplicação específica. 3.3 chuveiro de gotas grandes: Tipo de chuveiro capaz de produzir gotas grandes de água.22 chuveiros – quanto à distribuição de água: Os seguintes chuveiros são utilizados conforme o padrão de distribuição de água.6 NBR 10897:2004 3.21. 3. ou nenhuma. 3. 3. 3.1 chuveiros de resposta rápida: possuem elementos termos-sensíveis com RTI igual ou menor a 50 (metrossegundos)1/2. diretamente ou com conexões.4 chuveiro tipo spray: Chuveiro cujo defletor direciona a água para baixo. exceto a rosca. lançando uma quantidade mínima de água.18. contra o defletor.

4.25. 3.1 Ocupações de risco leve Compreendem as ocupações ou parte das ocupações onde a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga incêndio) é baixa tendendo a moderada e onde é esperada baixa a média taxa de liberação de calor.25 chuveiros – quanto às condições especiais de uso: Os seguintes chuveiros são utilizados conforme a aplicação ou ambiente especial.25.3 chuveiro flush: Chuveiro decorativo cujo corpo.1.2.24.1 Os componentes do sistema devem estar em conformidade com normas brasileiras ou na falta destas.3.4 chuveiro lateral: Chuveiro com defletor especial projetado para descarregar água para longe da parede mais próxima a ele. incluindo a rosca. 3.1 Grupo I Compreendem as ocupações ou parte de ocupações onde a combustibilidade do conteúdo é baixa e a quantidade de materiais combustíveis é moderada. 3. 4 Tipos de Ocupações O Anexo A apresenta exemplos de ocupações aplicáveis a esta norma. 4.NBR 10897:2004 7 3. em um formato parecido com um quarto de esfera.3 chuveiro seco: Chuveiro fixado a um niple de extensão que é provido de um selo na extremidade de entrada para permitir que a água ingresse em seu interior somente em caso de operação do chuveiro.2 Ocupações de risco ordinário 4. 5. contra o defletor.3. 3. 3. A altura de armazenagem não excede a 2.1.24. 4.6 chuveiro pendente: Chuveiro projetado para ser instalado em uma posição na qual o jato de água é direcionado para baixo. Um pequeno volume de água é direcionado à parede atrás do chuveiro.1 Generalidades 5. 5.3 Ocupações de risco extraordinário 4.3 Os componentes do sistema devem estar classificados para a máxima pressão de trabalho à qual serão empregados. Neste grupo as ocupações não possuem líquidos combustíveis e inflamáveis.1 chuveiro ornamental/decorativo: Chuveiro pintado ou revestido com camada metálica pelo fabricante. porém nunca inferior a 1200 kPa.24.2 chuveiro resistente à corrosão: Chuveiros fabricados com materiais resistentes à corrosão. é montado acima do plano inferior do teto. A altura de armazenagem não excede a 3.2 Grupo II Compreendem as ocupações com moderada ou substancial quantidade de líquidos combustíveis ou inflamáveis. produzindo alta taxa de liberação de calor.2 Grupo II Compreendem as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo é de moderada a alta. Ao ser ativado.1 Grupo I Compreendem as ocupações ou parte de ocupações onde a quantidade e a combustibilidade do conteúdo é muito alta.5 chuveiro oculto: Chuveiro embutido coberto por uma placa que é liberada antes do funcionamento do chuveiro. 3. podendo haver a presença de pós e outros materiais que provocam incêndios de rápido desenvolvimento.1. 4. ou parte dele.24. 4.25. .7 m e incêndios com moderada a alta taxa de liberação de calor são esperados.4 m e incêndios com moderada taxa de liberação de calor são esperados. ou com revestimentos especiais.2 Recomenda-se que os componentes dos sistemas de chuveiros automáticos sejam avaliados com relação à conformidade aos requisitos estabelecidos nas normas. 5 Componentes e materiais 5.2. 3. para serem utilizados em atmosferas agressivas. com normas internacionalmente reconhecidas. o defletor se prolonga para baixo do plano inferior do teto.

a tubulação pode ser identificada com anéis pintados em vermelho. Todas as referências no texto desta norma estão indicadas em L/min/ vbar . a cada 5 m de distância. Tabela 1 – Identificação das características de descarga dos chuveiros automáticos Fator Nominal K L/min/bar 1/2 20 27 40 61 80 115 161 202 242 282 323 363 403 5.2.3.8 NBR 10897:2004 5. com revestimentos de cores específicas e pela cor dos braços.2 Exceto no caso de chuveiros decorativos e de chuveiros resistentes à corrosão.2.6 22. 5.9 2.2 Os valores de fator K.2 5.2.2.8 4.0 16.4 1.1.2 14.2.2.3 Fator K de descarga 5.2 28.4 Temperatura 5.0 11. classificação e código de cores dos chuveiros automáticos Máxima Temperatura no Teto (oC) 38 66 107 149 Limites de Temperatura (oC) 57 – 77 79 – 107 121 – 149 163 – 191 Classificação da Temperatura ORDINÁRIO INTERMEDIÁRIO ALTO EXTRA ALTO Código de Cores INCOLOR OU PRETO BRANCO AZUL VERMELHO Cor do Líquido do Bulbo de Vidro VERMELHO OU LARANJA AMARELO OU VERDE AZUL ROXO .8 19.0 Diâmetro Nominal da Rosca mm (pol) DN15 (½) DN15 (½) DN15 (½) DN15 (½) DN15 (½) DN15 (½) ou DN20 (¾) DN15 (½) ou DN20 (¾) DN20 (¾) DN20 (¾) DN25 (1) DN25 (1) DN25 (1) DN25 (1) Tabela 2 – Limites de temperatura. onde Q é a vazão e P a pressão.2.1 As temperaturas nominais de operação dos chuveiros automáticos são indicadas na Tabela 2.4 Os trechos aparentes da instalação do sistema de chuveiros automáticos devem ser identificados com a cor vermelha. 5.2 Chuveiros automáticos 5.6 8.2.1 Somente chuveiros não previamente utilizados devem ser instalados.1 O fator K é determinado pela fórmula K= Q / vP. gpm/psi ½ 1.4 25. conforme Tabela 2. 5.3. relativos à descarga do chuveiro em função de seu diâmetro de orifício devem obedecer à Tabela 1.4. os chuveiros automáticos de liga fusível devem ter seus braços pintados e os de bulbo de vidro devem ter o líquido colorido.4. 5. Opcionalmente.20 m de largura. com 0.2 Os chuveiros automáticos devem ser conforme as normas NBR 6125 e NBR 6135. Os chuveiros resistentes à corrosão podem ser identificados de três maneiras: com um ponto no topo do defletor. 5.

2 Tubos de cobre Tubos de cobre (sem costura) devem ser conforme: NBR 13206.3.1 Devem ser mantidos chuveiros sobressalentes para substituição imediata em caso de operação ou dano. incluindo. e qualquer chuveiro revestido só pode ser substituído por outro de mesmas características. 5.2. 5.2. para ocupações de risco leve.2 Uma chave especial para retirada e instalação dos chuveiros deve estar disponível junto aos mesmos.2 Tubos de aço soldados ou unidos com sulco laminado.4 Dobramento em tubos de condução Não se recomenda o dobramento em tubos de aço e cobre e outros tipos de materiais. devem ser conforme: NBR 5580 classe leve.sch 10. 5. 5. 5.5 Revestimentos especiais 204 – 246 260 – 302 343 EXTRA EXTRA ALTO ULTRA ALTO ULTRA ALTO VERDE LARANJA LARANJA PRETO PRETO PRETO 5.3. b)12 chuveiros.3.2 Os revestimentos anticorrosivos devem ser aplicados exclusivamente pelos fabricantes dos chuveiros.3 Tubos de condução não enterrados Os tubos utilizados nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender as indicações estabelecidas a seguir.classe normal.6. ASTM A 135 .2. 5.1 Tubos de aço 5. incluindo diâmetro do orifício.21 MPa e em temperaturas ambientes até 65oC. 5. no mínimo.classe leve. . para pressões até 2.07 MPa.3 Tubos de aço unidos por conexões rosqueadas.2.1 Chuveiros resistentes à corrosão devem ser instalados em locais onde haja a presença de vapores corrosivos. para sistemas com 300 a 1000 chuveiros. 5.6 Canoplas e invólucros 5.5. NBR 5590 . 5. 5.2.3.5.NBR 10897:2004 9 191 246 329 5.7 Proteções Os chuveiros automáticos instalados em locais sujeitos a danos mecânicos devem ser providos com proteções. devem ser conforme: NBR 5580 . para sistemas com mais de 1000 chuveiros.2. no mínimo.6. a tubos de CPVC – poli (cloreto de vinila) clorado unidos por conexões soldadas conforme a ASTM F442 e ANSI/UL 1821. NBR 5590.4 Qualquer acabamento ornamental do chuveiro deve ser executado pelo fabricante.2. mas não se limitando.2 Canoplas e invólucros usados com chuveiros automáticos embutidos ou não aparentes devem ser fornecidos em conjunto com os chuveiros. ASTM A135.2. 5.2.8. temperatura nominal de operação e distribuição de água.2. Esses chuveiros devem possuir as mesmas características dos que se encontram instalados e devem ser mantidos em local cuja temperatura não supere a 38oC.3.2. com relação a sua aplicabilidade em sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos. devendo ser composto da seguinte forma: a)6 chuveiros.8. NBR 5590 .5.2. 5.1 Canoplas e invólucros não metálicos devem ser fornecidos pelo fabricante do chuveiro. para sistemas com até 300 chuveiros.3.1.3.07 MPa.5. c)24 chuveiros no mínimo.classe normal. 5.8.8 Estoque de chuveiros sobressalentes 5.1 Tubos de aço (com ou sem costura) devem ser conforme: NBR 5580.1. 5.1.3 O estoque de chuveiros sobressalentes deve incluir todos os modelos instalados. o chuveiro não deve ser pintado. 5.2. até pressões de 1.3 A menos que indicado pelo fabricante.3 Outros tipos de materiais Outros tipos de tubos podem ser utilizados desde que comprovadamente testados e reconhecidos por laboratórios de entidades ou instituições de reconhecida competência técnica. 5. para pressões até 2. umidade ou outras condições ambientais capazes de provocar danos.

. 5. b)materiais resultantes das aberturas nos tubos devem ser retirados e descartados. 5. deve ser aplicado zarcão ou primer.4. 5. c)cortes de abertura nos tubos devem ser lixados e todas as saliências internas e resíduos de solda retirados. Uniões que não sejam do tipo rosqueadas. 5.5.4. g)acessórios de suporte e fixação de tubulação (tirantes. nos diâmetros necessários.2 O tipo e classe de tubos. 5. trafego ou veículos. e)chapas de aço não devem ser soldadas na terminação de tubos ou conexões.5.5. d)conexões não devem traspassar para região interna dos tubos.2.2. incluindo carregamento de compactação do solo. devem ser empregadas conexões apropriadas.2 Tubos e conexões de aço para solda 5.1 Tubos e conexões rosqueadas 5.1 As roscas dos tubos e conexões rosqueadas devem estar em conformidade com NBR 12912 e NBR NM ISO 7-1. 5.4 Tubos de condução enterrados 5. etc.5.5 Conexões 5.2 Vedantes podem ser utilizados. não sejam disponíveis no mercado nacional. e susceptibilidade do tubo a outras condições externas.4. devem ser observados os seguintes procedimentos: a)devem ser executados furos nos tubos com diâmetros iguais aos internos das conexões antes destas serem soldadas.5. desde que.4 Onde for empregado o processo de soldagem.1. 5. NBR 6925. porcas.1. São permitidas buchas de redução nos casos em que as luvas de redução.5. deverão ser do tipo especificamente indicados para uso em sistemas de chuveiros automáticos. condições do solo. h)na mudança de diâmetros nominais das tubulações.4. pressão máxima de serviço.2.5. bem como proteções adicionais para uma instalação específica deve ser determinada considerando-se sua resistência ao fogo.4. 5.2 Conexões do tipo uniões rosqueadas não devem ser usadas em tubulações de diâmetro maior do que 51 mm (2 polegadas).3 Luvas de redução devem ser usadas sempre que houver alguma mudança no diâmetro da tubulação. etc.) não devem ser utilizados na soldagem de tubos ou conexões. c)Cobre: NBR 11720.4. b)Aço para solda: ANSI B 16. corrosão.2 Tubos de aço com diâmetros inferiores a DN65 (2 ½ “) não podem receber derivações através de soldagem. utilizados nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender as indicações estabelecidas nas seguintes normas: a)NBR 7663 e ISO 2531 b)NBR 5580 e NBR 5590 c)NBR 7674 d)NBR 7675 PN-10 e ISO 2531 PN-10 e)NBR 5647 f) NBR 13206 5.3 Os tubos de aço podem ser soldados topo a topo desde que biselados.2. grampos.1 As conexões utilizadas nos sistemas de chuveiros automáticos devem atender as indicações estabelecidas a seguir: a)Ferro fundido maleável: NBR 6943.4.1 Tubos de condução enterrados. condições de legislação onde o tubo será instalado.5.4. f) conexões não devem ser modificadas.4. ASTM F439 e ANSI/UL1821.5.5.10 NBR 10897:2004 5. garantam a vedação quando aplicados somente na rosca externa.9. No caso de utilização de fibras vegetais.5. d)CPVC – poli (cloreto de vinila) clorado: ASTM F437.5. ASTM F438.1 Recomenda-se que os métodos para solda em tubos e conexões estejam conforme a AWS B2.4.1.4 Acoplamento de tubos e conexões 5. 5.

4. independentemente da temperatura de ativação dos chuveiros automáticos.4.4. 5. limitações de instalação e devidamente aprovadas pela autoridade competente. 5.4 Materiais de adição para solda devem estar de acordo com NBR 5883. a conexão de ensaio de cada setor pode ser situada em qualquer ponto do setor (ver Figura 4). de diâmetro nominal igual ao do chuveiro de menor orifício utilizado no sistema.7.6.4.5.5.5.1 Todas as válvulas que controlam as ligações entre sistemas de alimentação de água para combate a incêndio e tubulações de sistemas de chuveiros automáticos devem ser do tipo “indicadora”. onde possa ser observada a descarga de água.1 O orifício pode ser obtido com um chuveiro cujo defletor tenha sido removido. 5.1.6 Válvulas 5.2 A conexão deve ser situada no ponto mais hidraulicamente desfavorável de cada instalação.5.6. desde que a temperatura dos chuveiros automáticos não ultrapasse 100oC.7 É proibido o uso de solda ou corte por maçarico para reparos ou alterações no sistema de chuveiros automáticos. 5. Essas válvulas devem ser construídas de tal maneira que não possam ser fechadas.4.4 Acoplamento de tubos e conexões de cobre 5.1.3 Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco leve e ordinário Grupo I.3 Métodos de acoplamento por encaixe 5. 5.1 Tubos acoplados com conexões encaixadas devem ser executados por uma combinação aprovada de anéis de vedação e sulcos. 5.NBR 10897:2004 11 5.7 Conexões de ensaio (drenos de fim de linha) 5. 5.2 Conexões encaixadas incluindo juntas utilizadas em sistemas de tubulação seca devem ser adequadas para este fim. dotada de válvula globo e de um bocal com orifício não-corrosivo.2 Soldagem capilar pode ser utilizada em sistemas de tubos molhados em áreas de risco leve. levando-se em consideração a posição da válvula de alarme ou chave detectora de fluxo d’água principal (ver Figura 3).4.08001.4.4. chave de fluxo). 5. desde a posição totalmente aberta.7.7.1 A união de tubos de cobre deve ser feita por conexões utilizando-se brasagem capilar.3 Em edificações de múltiplos pavimentos ou em instalações divididas em setores controlados cada um por uma chave detectora de fluxo d’água secundária. 5. 5. 5.6 Outros meios de conexão Outros métodos de acoplamento para utilização em instalações de chuveiros automáticos podem ser utilizados e instalados de acordo com suas instruções específicas.5.1. obedecendo ainda as seguintes condições: 5.2 Todas as válvulas de teste.4.5 O acoplamento de tubos (NBR13206) e conexões de cobre (NBR11720) devem ser conforme o PJ44:000.4. . se utilizados. dreno e controle de vazão devem ser providas de placas de identificação de plástico rígido ou metal à prova de corrosão ou intempéries.4.1 5.4. considerando a máxima velocidade possível de operação.5.5.4. desde que a tubulação esteja sobre o forro.4 A conexão deve ser situada em local de fácil acesso.3.7.4. Devem ser observadas qualificações do processo de solda e dos soldadores de acordo com a norma AWS B2.5. Essas placas de identificação devem ser fixadas por meio de fios ou correntes resistentes a corrosão ou outro meio aprovado. 5. não devem ser do tipo corrosivo.5.5.5.5. 5. em menos de 5 segundos.2.4.4. 5.5 Acoplamento para tubos e conexões de CPVC Os tubos e conexões de CPVC com seu respectivo adesivo devem atender aos requisitos exigidos pela ANSI/UL 1821.7.3. A conexão deve ser composta por uma tubulação de diâmetro nominal mínimo de 25 mm. cuja principal função é testar o funcionamento dos alarmes de fluxo de água (gongo. Os sulcos devem possuir dimensões compatíveis com as conexões. 5.5 Qualificações e registros Os procedimentos de solda devem ser preparados e qualificados pelo instalador ou fabricante antes da realização de qualquer processo de soldagem.4.1 Cada sistema de chuveiros deve ser provido de uma conexão de ensaio.1.4.5. Materiais de adição para brasagem.

5. ensaio e alarme 5.2 Deve possuir duas entradas de água de DN65.60 m e máxima de 1.8 Tomada (conexão) de recalque para uso exclusivo do Corpo de Bombeiros 5.12 NBR 10897:2004 Figura 3 – Conexão de ensaio no ponto mais desfavorável do sistema Figura 4 – Conexão setorial de dreno. 5.1 A conexão de recalque para o sistema de chuveiros automáticos deve ser instalada conforme as Figuras 5 e 6.8. a uma altura mínima de 0.3 A tomada de recalque deve ser localizada na fachada principal ou muro da divisa com a rua.8.00 m em relação ao piso conforme Figura 5. providas de adaptadores e tampões tipo engate rápido. .8.

Figura 6: Tomada de recalque em caixa de alvenaria 5.4 Se for comprovado tecnicamente ser impossível atender ao exigido em 5. 5. conforme figura 6.8.NBR 10897:2004 13 Figura 5: Tomada de recalque na fachada da edificação 5. estes podem substituir a tomada de recalque. desde que sejam duplos. O alarme sonoro deve ser acionado no máximo 5 minutos após o início do fluxo e deve continuar até a interrupção do mesmo. como indicador de “Recalque”.8.8. a tomada de recalque pode ser localizada dentro de uma caixa de alvenaria. com tampa metálica.5 Quando a rede de alimentação for comum para chuveiros automáticos e hidrantes e existir acesso fácil e direto aos hidrantes externos. . e deve ser ativado pelo fluxo de água equivalente ao fluxo em um chuveiro de menor orifício instalado no sistema.9 Alarmes de fluxo de água 5.1 O alarme de fluxo de água deve ser específico para sistemas de chuveiros automáticos.3.9.

2. devem ser instaladas apenas em sistemas de tubo molhado. cobre e CPVC devem ser conforme Tabela 5 abaixo: .2.10 Suportes 5.2 Sistemas de Pré-ação e Dilúvio: os equipamentos de alarme para sistemas de pré-ação e dilúvio devem ser constituídos de alarmes acionados independentemente pelo sistema de detecção e pelo fluxo de água. um sinalizador visual tipo estroboscópico deve ser utilizado.1 Sistemas de Tubulação Molhada: o equipamento de alarme para um sistema de tubulação molhada deve ser constituído de uma válvula de retenção e alarme ou outro detector de fluxo. Tabela 4 – Diâmetro do suporte em “U” em função dos tubos TUBULAÇÃO DN Até 50 De 65 a 150 De 200 DIÂMETRO DO SUPORTE “U” (mm) 8.7 5.5 Toda tubulação dos gongos hidráulicos deve ser feita com material resistente à corrosão e em diâmetro não inferior à DN20 (¾”).10. tetos e estruturas do telhado de um prédio.9.10. quando os suportes forem formados por elementos de chapas metálicas ou por concreto com resistência suficientes para suportá-los.2.7 16. pelo menos 20 decibéis acima do ruído normal da área considerada.3 As chaves de alarme de fluxo de água tipo palheta.9. 5.10. a não ser em casos especiais. Caso o nível de ruído da área considerada não permita o cumprimento deste item.2. dimensionados segundo as cargas especificadas em 5.10. 5.6 Os acessórios para operação de alarmes elétricos devem ser instalados conforme NBR 5410. 5.5 12.2 e de diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 3 abaixo.9.9. 5.10.2. 5.0 5.4 O dispositivo de alarme deve ser mecânico ou elétrico de forma a emitir um sinal audível.10.1 Devem ser utilizados apenas materiais ferrosos na fabricação de suportes.4 Quando a tubulação for instalada abaixo de dutos de ar.7 A distância máxima entre suportes para tubos de aço. 5.7 O dreno do dispositivo de alarme deve ser dimensionado de modo a não haver transbordamento.3 As tubulações não devem ser sustentadas pelas telhas de um telhado. dimensionados segundo as cargas especificadas em 5.2 As tubulações do sistema de chuveiros automáticos devem ser convenientemente suportadas por colunas.9.9.5 12.14 NBR 10897:2004 5.6 Os suporte em “U” devem ser de ferro redondo.5 Os tirantes dos suportes devem ser de ferro redondo. 5.2 e de diâmetro nunca inferior aos indicados na Tabela 4 abaixo. 5.2. vigas.2 Detectores de fluxo de água 5. 5. considerados os requisitos estabelecidos no item 5.10.9. 5. levando-se em consideração que os suportes devem sustentar 5 (cinco) vezes a massa do tubo cheio d’água mais 100 kg em cada ponto de fixação. Tabela 3: Diâmetro dos tirantes em função dos tubos TUBULAÇÃO DN Até 100 De 125 a 200 De 250 a 300 DIÂMETRO DO TIRANTE DO SUPORTE (mm) 9.0 9.2. devem ser sustentadas pela estrutura da edificação ou pelos suportes dos dutos. paredes.2.2.10.10. desde que sejam capazes de resistir a carga especificada no item 5. 5.10.10. com retardo automático.9.

8 Para os tubos de CPVC. sendo que o chuveiro deverá estar instalado no centro das distâncias mencionadas.65 32 1¼ 3. 5.7 m. exceto nos casos a seguir. quando houver 1 (um) chuveiro automático instalado entre 2 (dois) suportes.10m para tubos DN20.65 40 1½ 4.75 3. conforme mostra a Figura 7.10. Figura 8: Distância máxima entre chuveiros da ponta de ramais e suportes.60 80 3 4. não sendo necessária a colocação de suportes em cada trecho da tubulação.60 N/A N/A 4.10.60 200 8 4.NBR 10897:2004 15 Tabela 5 – Distância máxima entre suportes (m) Diâmetro Nominal mm (in.60 65 2½ 4. 5.60 150 6 4.4 A distância máxima permitida entre o chuveiro da ponta dos ramais e o suporte mais próximo não deve exceder 0.60 100 4 4.05 2. a distância entre suportes não devem exceder 3.65 2.50m e 2.10.45 1. exceto rosqueado de parede delgada Tubo de aço rosqueado de parede delgada Tubo de cobre CPVC 20 3/4 N/A 25 1 3.9 Deve ser instalado 1 (um) suporte entre 2 (dois) chuveiros automáticos. .9. Figura 7: Comprimento máximo das derivações 5.60 N/A N/A 4.2 m para tubos de aço DN25 e DN32. 5.3 A distância mínima permitida entre os chuveiros instalados na posição em pé e os suportes é de 8 cm. 1.60 N/A 5.90 m e 1.05 2.70 3. a tubulação deve ser prolongada além do chuveiro dos ramais até ultrapassar a terça ou viga mais próxima e sustentar os chuveiros conforme Figura 8.45 3. DN25.) Tubo de aço.65 2.60 m.65 3. respectivamente. 5.10.10.60 125 5 4.90m.80 3.60 50 2 4.00 3. respectivamente.60 N/A 2. DN32 e acima de DN40.65 3.10.30 m e para tubos de aço até DN25 e comprimento máximo de 0.80 m. a distância máxima permitida entre os suportes não deve exceder a 0.65 2.60 90 3½ 4.65 3.65 3.65 3.20m.45 1.60 N/A N/A 4.9.65 3. 1. para tubos de cobre até DN25 e comprimento máximo de 0.2 Em derivações.9.1 Quando o espaçamento entre chuveiros for inferior a 1.60 N/A N/A 4.15 3.05 N/A 4. Quando estes limites forem excedidos.9.

5.10.10. somente 1 (um) suporte intermediário na subgeral pode ser suprimido. respectivamente. 0.5 Quando o comprimento do primeiro tubo dos ramais junto a subgeral medir até 1. onde são instalados 3 (três) ou mais ramais. conforme Figuras 10 e 11. conforme Figura 8.16 NBR 10897:2004 5. onde são instalados 2 (dois) ramais. DN25 e acima de DN32.10.20m e 0.6 Para tubos de CPVC.10. o suporte não é necessário.10.9. exceto nos casos a seguir: 5. a distância máxima permitida entre o chuveiro da ponta dos ramais e o suporte mais próximo não deve exceder a 0.9.30m para tubos de DN20. desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal diretamente fixado na terça mais próxima e paralela a subgeral. um suporte entre cada 2 (dois) ramais. diretamente fixado na terça mais próxima e paralela a subgeral.1 Nos vãos formados entre tesouras ou vigas.10. Figura 10: Posição de suportes entre tesouras ou vigas – situação B . o suporte intermediário da subgeral pode ser suprimido. 5. desde que seja colocado um suporte no primeiro trecho de tubo de cada ramal. Figura 9: Posição de suportes entre tesouras ou vigas – situação A 5.80 m.2 Nos vãos formados entre tesouras ou vigas.15m.10 Nas subgerais devem ser instalados. no mínimo. conforme Figura 9.10.

10. empregando um suporte comum neste ponto e suprimindo-se o suporte intermediário entre os ramais. próximo à extremidade superior de modo a aliviar a carga nas conexões e acessórios.2.13 Na subida principal deve ser colocado no mínimo 1 (um) suporte próximo à extremidade superior.60 m de tubulação. desde que construídos de maneira a atender os requisitos de 5.12 Nas subidas ou descidas devem ser colocado no mínimo 1 (um) suporte em cada nível. 5.NBR 10897:2004 17 Figura 11: Posição de suportes entre tesouras ou vigas – situação C 5. 5.10.14 Nas Figuras 12 e 13 são mostrados tipos de suportes normalmente empregados em sistemas de chuveiros.10. 5. de modo a aliviar a carga sobre as conexões e válvulas de alarme. a menos que a subgeral seja prolongada até a próxima tesoura ou viga. deve ser colocado um suporte preso a m ferro-cantoneira.3 No final de uma subgeral. . 5.10.10. Outros tipos podem ser empregados.10. fixado nas terças em ambos os extremos.11 Nas tubulações gerais devem ser colocado no mínimo 1 (um) suporte a cada 4.10.

18 NBR 10897:2004 Figura 12: Suportes .

NBR 10897:2004 19 Figura 13: Suportes .

5. 6. 6. A contagem deve ser iniciada à pressão normal de ar no sistema. 6.2.2 Os detectores e tubulações aéreas devem ser supervisionados automaticamente em sistemas com mais de 20 chuveiros.5.3 Supervisão 6. de calor. cada válvula de ação prévia deve controlar no máximo 2800 litros.4 mm (¼ pol. 6.1.2.5. a válvula de alívio deve abrir 70 KPa acima da pressão máxima do sistema. 6. de radiação por infravermelho e ultravioleta. 6. e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos.2. 6.1 Sistemas de Tubo Molhado. pneumáticos.2 Os abrigos de válvulas devem ser iluminados e ventilados.2. a menos que o sistema tenha sido dimensionado para descarregar água pela conexão de teste de fim de linha em não mais que 60 segundos. 6.2.3 Detecção Podem ser usados sistemas hidráulicos (por exemplo: chuveiros automáticos).2 Manômetros Os manômetros devem ter no mínimo o dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados.5.2. desde que a fonte de abastecimento de água seja adequada. 6.2. b)Sistema sem Bloqueio: Um sistema sem bloqueio permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores ou dos chuveiros automáticos. .5 Sistemas de ação prévia 6. e devem ser instalados de modo a poderem ser removidos.4. imediatamente acima da válvula de retenção e alarme.1.2. pneumático ou mecânico.2.2.1 No máximo 1000 chuveiros automáticos devem ser controlados por uma única válvula de ação prévia. tanto elétrica quanto mecânica. um manômetro deve ser instalado acima e outro abaixo de cada válvula.14 MPa.2 Sistemas de ação prévia e sistemas dilúvio 6.2.2. dependendo do tipo de risco a ser protegido. Preferencialmente esta válvula deve ser instalada na coluna principal de alimentação.1.2.3.21 MPa. 6. 6.2. se refere ao monitoramento constante da pressão de ar e do equipamento de detecção para garantir a integridade do sistema. Os sistemas de ação prévia sem bloqueio e com bloqueio duplo devem manter uma pressão mínima de ar de supervisão de 50 kPa.2 Dimensões do sistema 6. detectores convencionais de fumaça.4 Localização e proteção de válvulas de controle do sistema 6.3 Sistemas Auxiliares É permitida a utilização de sistemas de tubo molhado para a alimentação de sistemas auxiliares do tipo ação prévia ou dilúvio. c)Sistema com Bloqueio Duplo: Um sistema com bloqueio duplo permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos quando da operação dos detectores e dos chuveiros automáticos.2. nos seguintes locais: a) b) A montante e a jusante da válvula de ação prévia e a montante da válvula dilúvio.2. independentemente dos detectores e dos chuveiros.1 As válvulas de controle e a tubulação devem ser protegidas contra danos mecânicos.5.20 NBR 10897:2004 6 Requisitos dos Sistemas 6.2 Nos casos em que a pressão máxima do sistema for maior que 1.) regulada para operar a no máximo 1. 6. 6. Os manômetros devem ter no mínimo o dobro da pressão do sistema no ponto em que forem instalados.2 Válvulas de Alívio 6.5.1.4. 6.1 Um sistema de tubo molhado em forma de grelha deve ter uma válvula de alívio de no mínimo 6.3. após operação do sistema de detecção e no momento em que a conexão de teste de fim de linha for totalmente aberta.1.1 A válvula automática de controle deve também poder ser operada manualmente.1 Os sistemas de ação prévia devem ser de um dos seguintes tipos: a)Sistema com Bloqueio Simples: Um sistema com bloqueio simples permite a entrada de água na tubulação de chuveiros automáticos após a operação dos detectores.1 Manômetros Quando forem utilizadas válvulas de retenção e alarme ou válvulas de retenção.2 Nos casos dos sistemas de ação prévia com bloqueio duplo. O acionamento manual pode ser feito com auxílio de dispositivo hidráulico.2. Na linha de abastecimento de ar para as válvulas de ação prévia e dilúvio.1 A supervisão.5.2.

no mesmo ramal.3. .2.5.6.3. Como alternativa.2. um chuveiro adicional deve ser instalado na fachada adjacente. independentemente da temperatura do local. 6.2.2 Quando aprovadas pela autoridade competente. A tubulação entre as duas válvulas de retenção deve ter um dreno.2.4 Componentes do sistema 6.2. 6.2 Chuveiros do tipo seco podem ser usados desde que testados e aprovados para este fim.4 Chuveiros em pé 6.3.3.3.5 Configuração do sistema Sistemas de Ação Prévia com bloqueio duplo não devem ser do tipo grelha. 6. 6. Esta válvula não é necessária quando os chuveiros forem abertos e a alimentação de água for feita por cima.3.3. as extremidades dos dois ramais devem ser conectadas e devem ser instaladas válvulas de retenção de modo que o último chuveiro de uma fachada opere juntamente com os chuveiros da outra .2. tais como bombas ou conexões de recalque.3.5. 6. 6.3.2. Quando acionados automaticamente. e caso os ramais tenham válvulas de controle independentes para cada fachada.4.2 Abastecimento e controle de água 6.3 Chuveiros pendentes instalados com curvas de retorno podem ser usados quando os chuveiros e as curvas de retorno estiverem localizados fora da área sujeita a congelamento. os chuveiros abertos devem ser controlados por detectores projetados para esta aplicação específica. 6. 6. 6. Os chuveiros de tipo aberto controlados manualmente devem ser utilizados somente quando houver pessoal capacitado para operar o sistema.2.3 Sistemas de chuveiros para proteção contra incêndios externos 6.1 Os chuveiros para proteção contra incêndios externos devem ter abastecimento de água semelhante ao utilizado para sistemas de chuveiros internos.4 Nos casos em que o abastecimento for feito por conexões de recalque.2.NBR 10897:2004 21 6.2 Os chuveiros devem ser de tipo aberto ou automático.3 Controle 6.5.3. 6.2 Os sistemas dilúvio devem ser projetados por cálculo hidráulico.2 Válvulas de retenção Quando os chuveiros forem instalados em duas fachadas adjacentes de um edifício com o objetivo de protegê-lo contra incêndios externos de origem independente e distinta.6.4.1 Aplicações Sistemas de proteção contra incêndios externos podem ser usados em edificações que tenham ou não seu interior protegido por um sistema de chuveiros automáticos.3.ver Figuras 14 e 15.3.2.4.5.1 Os sistemas de detecção de sistemas dilúvio devem ser supervisionados automaticamente.4.3.2. estas não devem ser afetadas pelo incêndio causador da exposição. outras fontes de abastecimento. os sistemas de ação prévia devem utilizar chuveiros em pé.5. 6.4.5.4 Chuveiros laterais podem ser usados desde que instalados de modo a não permitir que a água fique retida no chuveiro 6. 6. 6.1 Para evitar o acúmulo de água em áreas sujeitas a congelamento e também para evitar o acúmulo de sedimentos.6 Sistemas dilúvio 6.2.2. podem ser usadas. 6.3 A fonte de abastecimento deve ser capaz de alimentar simultaneamente todos os chuveiros externos durante um período de no mínimo 60 minutos.3.4.1 Válvulas de drenagem Cada sistema de chuveiros externos deve ter uma válvula de drenagem independente instalada à jusante de cada válvula de controle.1 Cada sistema de chuveiros externos deve ter uma válvula de controle independente.

6.4. um filtro deve ser instalado na tubulação de alimentação dos chuveiros.Arranjo típico das válvulas de retenção. exceto nos casos em que possa ser demonstrado que uma cobertura adequada pode ser conseguida com outros tipos de chuveiros.Arranjo alternativo das válvulas de retenção.4.4 Sistemas para câmaras frigoríficas e outros ambientes refrigerados Os requisitos deste item se aplicam somente a ambientes refrigerados cuja temperatura seja inferior a 0°C. paredes laterais ou cumeeiras devem ser instalados. deve ser instalado um tubo que possa ser removido facilmente próximo à parede.22 NBR 10897:2004 Figura 14 .1. devendo operar como um único sistema. Chuveiros automáticos de orifícios pequenos ou grandes podem ser usados. 6. 6. o sistema não deve ser subdividido entre as duas fachadas.3.1 Nos locais em que a tubulação entrar em um ambiente refrigerado através de uma parede ou piso. 6.4.6 Chuveiros Somente chuveiros apropriados para uso em janelas. com o objetivo de evitar a formação de gelo dentro da tubulação.3. Não é necessário enviar o sinal de alarme para uma área com presença humana permanente quando o sistema for equipado com alarme local de baixa pressão de ar e tenha um dispositivo que automaticamente mantenha a pressão de ar. 6.3. O comprimento removível de tubo deve ter no mínimo 800 mm conforme Figura 16.2 Um alarme que indique baixa pressão de ar deve ser conectado a uma área com presença humana permanente. 6.3 Disposição do sistema Quando uma exposição afeta duas fachadas do edifício protegido.1. . Figura 15 .5 Filtros Quando forem usados chuveiros com fator K nominal menor que 40. dentro do espaço refrigerado.

para reduzir o teor de umidade do ar.3 Tubulações gerais.6 Uma válvula de retenção com um orifício de 2. .4.7 A tubulação de ar que entra no ambiente refrigerado deve ser equipada com duas linhas de fornecimento facilmente removíveis com comprimento mínimo de 1. 6. 6. subgerais e ramais instalados em ambientes refrigerados devem ter inclinação de 4 mm por metro.4 O ar utilizado nos sistemas deve ser extraído da sala que tiver a temperatura mais baixa.) conforme indicado na Figura 17.4.4.1.1. para a realização de teste operacional do sistema. Figura 16: Sistemas de chuveiros em área refrigerada usada para minimizar a formação de gelo. Somente uma linha de fornecimento de ar deve ser mantida aberta por vez para fornecer ar de sistema. Isso não se aplica nos casos em que for usado nitrogênio em cilindros em vez de ar comprimido. Não é necessário usar as duas linhas quando for usado nitrogênio em cilindros em vez de ar comprimido. do lado de fora do ambiente refrigerado. Cada linha de abastecimento deve ter válvulas de controle localizadas na área não-refrigerada. 6. 6.NBR 10897:2004 23 6.1.9 m e DN25 mínimo (1 pol.4.5 Uma válvula de controle do tipo indicadora deve ser instalada em cada coluna de alimentação.4 mm (3/32 pol.4.) na portinhola deve ser instalada na coluna de alimentação do sistema.1.1.

7.1 O espaçamento. 7 Requisitos de Instalação 7. painéis removíveis ou tampas. localização e posicionamento dos chuveiros devem ser baseados nas seguintes premissas: a) A edificação deve ser totalmente protegida por chuveiros automáticos.24 NBR 10897:2004 Figura 17: Sistema de chuveiros em área refrigerada usada para minimizar as chances de formação de gelo.2 Áreas máximas de proteção 7. exceto em áreas onde a proteção não é exigida por esta norma. b) O espaçamento dos chuveiros não pode exceder a maior área de cobertura permitida por chuveiro.1 A área máxima de um pavimento a ser protegido por uma coluna principal de alimentação deve ser: a) Risco leve — 4800 m2 b) Risco ordinário — 4800 m c) Risco extraordinário: 1) Sistema calculado por tabela — 2300 m 2 2 2) Sistema projetado por cálculo hidráulico — 3700 m2 . c) O posicionamento dos chuveiros deve ser tal que permita o desempenho satisfatório com relação ao tempo de ativação e distribuição. 7. inspeção e manutenção. Os acessórios não podem estar obstruídos permanentemente por paredes.2. Esses acessórios não precisam necessariamente estar em local aberto.1 Requisitos gerais 7. colunas ou similares.1.1.2 As válvulas e manômetros do sistema devem estar acessíveis para operação. dutos. podendo ser instalados em abrigos com portas.

2. 7.3.2 A área ocupada por mezaninos não deve ser considerada no cálculo da área total permitida.1. 7.2 Deve ser permitido o uso de chuveiros de resposta normal quando forem feitas modificações ou adições a sistemas existentes cujos chuveiros sejam de resposta normal.3. . 7.5. ou 750 mm acima de uma tubulação de vapor não isolada ou de outras fontes de calor radiante.2. 7.3.3 Nos casos em que um único sistema for utilizado para proteger simultaneamente uma área de risco extraordinário e uma área de risco leve ou ordinário. 7. 7.2.2.3.3.1 Chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão 7. 7.NBR 10897:2004 25 7.2 Temperatura 7. Chuveiros em equipamentos comerciais de cozinha e ventilação Clarabóias (vidro ou plástico) Sótãos . a escolha dos chuveiros deve ser feita de acordo com os valores de temperatura máxima de teto especificados na Tabela 2. 7. todos os chuveiros que fizerem parte da mesma área de incêndio devem ser substituídos. 7.3.2 Chuveiros de resposta rápida não são permitidos em ocupações de risco extra se o sistema for calculado pelo método de área-densidade.2 Os seguintes critérios devem ser seguidos para a escolha de chuveiros com temperatura diferente da temperatura ordinária: Tabela 6: Classificação de Temperatura de Chuveiros em Locais Específicos Localização Temperatura de Operação Os chuveiros localizados lateralmente a até 300 mm.3 Em caso de alteração de ocupação que acarrete em alteração de temperatura.2.4 Aplicação de tipos de chuveiros A seleção do tipo de chuveiro a ser utilizado deve ser feita conforme indicado neste item.3 Uso de chuveiros 7. 7.3. os chuveiros devem ser alterados apropriadamente.3.3 Sensibilidade Térmica (velocidade de resposta) 7.1 Chuveiros de temperatura normal (57oC à 77oC) devem ser preferencialmente usados em todos os edifícios.1 Nos casos em que as temperaturas máximas no teto forem superiores a 38°C.1 Chuveiros em ocupações de risco leve devem do tipo de resposta rápida.2.3.3.1.ventilados Sótãos – sem ventilação Vitrines – ventiladas Vitrines – sem ventilação Intermediária Alta Alta.4. ou extra-alta dependendo da temperatura presente no equipamento Intermediária Normal Intermediária Normal Intermediária Nota: Pode ser necessário realizar uma medição no local para confirmação da temperatura.3. 7.1 Chuveiros em pé devem ser instalados com os braços paralelos aos ramais.3.2. 7.2 Chuveiros de temperatura intermediária e temperatura alta podem ser usados em ocupações de risco ordinário e de risco extraordinário.3. a área de risco extraordinário não deve exceder à área especificada acima e a área total de cobertura não deve exceder 4800 m2.1 Chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão devem ser permitidos em todas os tipos de riscos e tipos de construção.3.4. O seu posicionamento e espaçamento devem ser feitos conforme descrito em 7.3 Quando sistemas existentes em riscos leves forem convertidos para o uso de chuveiros de resposta rápida.4. 7. Os chuveiros localizados a até 2 m de uma válvula de purga de baixa pressão que descarregue livremente em um grande ambiente.1.1.

1 Geral Os parâmetros de posicionamento. sem obstruções. b) 7. lisos. 7. dentro de treliças metálicas cujos elementos tenham seção transversal máxima de 25 mm.2 Chuveiros laterais de cobertura padrão Chuveiros laterais de cobertura padrão podem ser instalados somente em ocupações de risco leve com tetos lisos e planos.6. Escolha a maior dentre as duas dimensões: o dobro da distância até a parede ou obstrução. ou a distância até o próximo chuveiro.3.4. Escolha a maior dentre as duas dimensões: o dobro da distância até a parede ou obstrução.1. Essa dimensão será definida como S.9. ou que tenham espaçamento maior que 2. a menos que haja parâmetros mais restritivos nos itens 7. com uma inclinação máxima de 17%.1 A área de cobertura do chuveiro deve ser estabelecida pela multiplicação da dimensão S pela dimensão L. Entre ramais: Determine a distância perpendicular até o chuveiro no ramal adjacente (ou até a parede ou obstrução no caso do último ramal) em cada lado do ramal na qual o chuveiro em questão está posicionado. 7. localização e espaçamento constantes deste item são aplicáveis a todos os chuveiros.8 e 7. em pé ou pendentes. conforme figuras 18 e 19. poderão ser usados em ocupações de risco ordinário com tetos lisos e planos quando especificamente testados e aprovados para tal fim. localização.5. 7.7.3 Chuveiros de cobertura estendida 7. Essa dimensão será definida como L. ou seja: As = S x L . 7. Figura 18: Área de cobertura .5. Excepcionalmente. espaçamento e uso de chuveiros 7.3 m entre si.2.5 Regras gerais de posicionamento.3.2 Área de cobertura por chuveiro 7.5. ou a distância até o próximo chuveiro.5.4.1 Determinação da área de cobertura A área de cobertura por chuveiro (As) será determinada da seguinte maneira: a) Ao longo dos ramais: Determine a distância entre chuveiros (ou até a parede ou obstrução no caso do último chuveiro no ramal) à montante ou à jusante.1 O uso de chuveiros de cobertura estendida deve ser limitado a locais cujos tetos sejam planos. 7.26 NBR 10897:2004 7.4. 7.4.2.2 É permitido o uso de chuveiros de cobertura estendida.

7.exemplo 7. 7.11) a área de cobertura de cada chuveiro deve ser a área da sala dividida pelo número de chuveiros na sala.2 Área máxima de cobertura Á área máxima de cobertura permitida para um chuveiro (As) está indicada no item específica sobre o tipo ou estilo de chuveiro.5.1.6. 7.6.1 A área de cobertura de cada chuveiro (As) deve ser determinada conforme 7.5.1 Determinação da área de cobertura 7.NBR 10897:2004 27 Figura 19: Área de cobertura .3. 7.5. A distância da parede até o chuveiro deve ser medida perpendicularmente à parede. impedindo sua abertura (skipping).3.6.5.3.1 Chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão devem atender a todas as exigências de 7.1.5. A distância máxima deve ser medida ao longo da inclinação do telhado. 7.5. A distância máxima permitida entre chuveiros deve estar de acordo com o valor indicado no item específico para o tipo ou estilo de chuveiro. 7.6.2 Orientação do Defletor.2 Distância máxima até as paredes A distância dos chuveiros até as paredes não deve exceder metade da distância máxima permitida entre chuveiros.2.1.6.6 Chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão 7.3 Espaçamento de chuveiros 7.4 Posição do defletor 7.5. . telhados ou à inclinação de escadas.5.4.2 Em pequenas salas (ver definição no item 3.2.2.2. exceto quando modificadas conforme 7.5. Os defletores dos chuveiros deve ser alinhados paralelamente a tetos.3 Distância mínima até as paredes A distância mínima permitida entre um chuveiro e a parede deve estar de acordo com o valor indicado no item específico para o tipo ou estilo de chuveiro. 7.5. A distância da parede até o chuveiro deve ser medida perpendicularmente à parede.4 Distância mínima entre chuveiros A distância mínima entre chuveiros deve ser mantida para evitar que os chuveiros em funcionamento molhem chuveiros adjacentes ainda fechados.1 Distância máxima entre chuveiros A distância máxima permitida entre chuveiros deve ser baseada na distância entre chuveiros no mesmo ramal ou em ramais adjacentes. 7.2 Áreas de proteção por chuveiro (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) 7.5.2.6.1.1 Distância entre defletor e teto As distâncias entre o defletor do chuveiro e o teto devem ser escolhidas com base no tipo de chuveiro e tipo de construção.4. 7.3. A distância mínima permitida entre chuveiros deve estar de acordo com o valor indicado no item específico para o tipo ou estilo de chuveiro.

3 Espaçamento de chuveiros (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) 7. a distância máxima horizontal entre um chuveiro e qualquer ponto do piso protegido por aquele chuveiro não deve exceder ¾ da distância máxima permitida entre chuveiros.3.6 4. Combustível obstruído Combustível com elementos estruturais distanciados a menos de 0. desde que a distância máxima perpendicular não seja excedida (ver figura 20).2.6.6. conforme indicado nas Tabelas 7. 8 ou 9.3.6 18.2 Nos casos em que as paredes formem ângulos ou sejam irregulares.6 20. 8 ou 9.2 Distância máxima até as paredes 7.6.6.1 A distância de um chuveiro à parede não deve exceder metade da distância permitida entre chuveiros. Em nenhum caso a área deve ser superior a 21 m2.6.3. 8 ou 9. 7.7 m de qualquer parede.2 Área máxima de cobertura A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro (As) deve estar de acordo com o valor indicado nas Tabelas 7.6 . Tabela 7: Áreas de cobertura e espaçamento máximo para riscos leves (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) Área de Cobertura Espaçamento (máximo) Tipo de Teto Não combustível obstruído e não obstruído.3.6. 7.28 NBR 10897:2004 7.2.3. os chuveiros podem ser posicionados a até 2. Figura 20: Distância máxima até as paredes 7.1 Tabela 8: Áreas de cobertura e espaçamento máximo para riscos ordinários (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) Área de Cobertura Espaçamento (máximo) Tipo de Teto Todos Método de Cálculo Todos m2 12.90 m Método de Cálculo Calculado por tabela Cálculo hidráulico Todos Todos m 2 m 4.9 15.6 4.2. A distância do chuveiro à parede deve ser medida perpendicularmente à parede.6 4.1 Distância máxima entre chuveiros A distância máxima permitida entre chuveiros deve atender às Tabelas 7. As limitações de espaçamento contidas em 7.1 Em pequenas salas. 7. Combustível não obstruído.2.1 m 4.6 12.6.2.6.3 e as limitações de área da Tabela 7 não devem ser excedidas.

7 4.6.7 3.6.3. e a no máximo 560 mm de distância do teto.NBR 10897:2004 29 Tabela 9: Áreas de cobertura e espaçamento máximo para riscos extra (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) Área de Cobertura Tipo de Teto Todos Todos Todos Método de Cálculo Calculado por Tabela Cálculo hidráulico com densidade =10.2. a distância entre o defletor do chuveiro e o teto deve ser no mínimo 25 mm e no máximo de 300 mm.4 Distância mínima entre chuveiros A distância mínima entre chuveiros deve ser 1.8 m. Ver Figura 23. Ver Figura 22.1 Sob tetos sem obstruções.6. Figura 21 – Posicionamento de chuveiro em pé de cobertura padrão.4.4 Posição do defletor (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) 7. sob teto obstruído.3 Distância mínima até as paredes A distância mínima de um chuveiro até uma parede deve ser 100 mm. 7.6.6.1.2. o defletor do chuveiro deve ser posicionado entre 25 mm e 150 mm abaixo da superfície inferior do elemento estrutural.6.4.3. b) O defletor pode ser instalado entre 25 mm e 300 mm do teto desde que haja um chuveiro em cada vão formado por dois elementos estruturais.2 Sob tetos com obstruções.3 Sob superfícies curvas.6.1.1 Distância entre defletor e tetos/forros 7. 7.1 sejam respeitadas e o defletor fique a no máximo 560 mm de distância do teto.6.1. a distância horizontal deve ser medida no piso.5.1 7. 7. 7. Ver Figura 21.3 12.2 mm/min m 2 Espaçamento (máximo) m 3. .4.6.6 8.4 9. 7.3.4.2 mm/min Cálculo hidráulico com densidade <10. a partir da parede ou da interseção da superfície curva com o piso até o chuveiro mais próximo. e não deve ser maior que metade da distância permitida entre chuveiros.1 Esta exigência não precisa ser atendida nos seguintes casos: a) O defletor pode ser instalado no mesmo nível ou acima da superfície inferior do elemento estrutural caso as distâncias laterais recomendadas em 7.

3 A distância máxima entre o teto e o defletor de um chuveiro instalado sob ou próximo a uma cumeeira deve ser 0.1.9 m medidos ao longo do telhado. 7.ver Figura 26. com origem na cumeeira.4.9 m. os chuveiros no ponto mais elevado não devem exceder a distância de 0. 7.4.ver Figuras 24 e 25.5 Quando o telhado for muito inclinado.6.1. Figura 24: Chuveiros sob telhados inclinados com o chuveiro diretamente sob a cumeeira. ramais acompanham a .4.30 NBR 10897:2004 Figura 22 – Posicionamento de chuveiro em pé de cobertura padrão sob teto obstruído com defletor acima da superfície inferior do elemento estrutural Figura 23 – Posicionamento de chuveiro em pé de cobertura padrão sob teto obstruído em cada vão formado pelos elementos estruturais 7. a distância entre os defletores e a cumeeira pode ser aumentada para manter a distância livre horizontal mínima de 0.4 Sob telhados do tipo shed.6. medida perpendicularmente .1.6 m .6.

6. Figura 26: Distância livre horizontal na cumeeira de telhados inclinados. 7.2.6.1 Os chuveiros devem ser posicionados conforme Tabela 10 e Figura 27.4.4. 7.3 Obstruções menores que 760mm. 7.5.6.6.1 Os defletores devem estar alinhados paralelamente a tetos.6. 7.7 % são considerados planos para a aplicação desta regra. 7.NBR 10897:2004 31 inclinação do telhado. e que estejam encostadas em uma parede.2. telhados ou à inclinação de escadas.5 Obstruções à descarga dos chuveiros (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) 7.6.6.2 m de largura. . Figura 25: Chuveiros sob telhados inclinados. ramais acompanham a inclinação do telhado.5.4. 7.5.2 O defletor do chuveiro deve estar na posição horizontal quando instalado sob a cumeeira.2 Os chuveiros podem ser instalados em lados opostos de obstruções menores que 1. podem ser protegidas de acordo com a Figura 27.3 Telhados com inclinações que não excedam a 16.6.4. desde que a distância entre o eixo longitudinal da obstrução e os chuveiros não exceda metade da distância máxima permitida entre chuveiros.2 Orientação do defletor 7.2. e os chuveiros podem ser instalados com os defletores na posição horizontal.

32 NBR 10897:2004 Tabela 10: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções na descarga (em pé e pendentes de cobertura padrão) Altura Máxima do Defletor Acima Distância entre Chuveiros e da Parte Inferior da Obstrução Lateral da Obstrução (A) (mm) (B) 0 menor que 300 mm =300 mm e <450 mm =450 mm e <600 mm =600 mm e <750 mm =750 mm e <900 mm =900 mm e <1050 mm =1050 mm e <1200 mm =1200 mm e <1350 mm =1350 mm e <1500 mm Maior que 1500 mm Nota: Para (A) e (B) ver Figura 27. Figura 28: Obstruções junto à parede (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão). . 65 90 140 190 240 305 355 420 460 Figura 27: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções à descarga (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão).

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7.6.5.4 Obstruções contínuas ou descontínuas localizadas a 460 mm ou menos abaixo do defletor, que evitem a formação completa da descarga em formato de guarda-chuva, devem cumprir com a Tabela 10 e Figura 27. 7.6.5.5 Os chuveiros devem ser posicionados a uma distância A três vezes maior do que a maior dimensão da obstrução (C ou D), desde que não atenda a Tabela 10 (ver Figura 29). 7.6.5.6 Em ocupações de risco leve e ordinário, somente devem ser consideradas as obstruções devido a elementos estruturais. 7.6.5.7 Os chuveiros podem ser instalados em lados opostos da obstrução desde que a distância do eixo central da obstrução até os chuveiros não exceda metade da distância permitida entre chuveiros. 7.6.5.8 Quando a obstrução for causada por treliças com espaçamento entre si de 0,50 m ou maior, os chuveiros podem ser localizados à metade da distância entre a obstrução criada pela treliça, desde que todos os seus elementos não tenham largura nominal maior que 100 mm. 7.6.5.9 Os chuveiros podem ser instalados diretamente acima do banzo inferior de uma treliça ou corda de uma tesoura, ou ainda diretamente acima de uma viga, desde que a largura desses elementos estruturais não ultrapasse 200 mm e o defletor do chuveiro esteja no mínimo a 150 mm acima desses elementos. A distância dos chuveiros até uma diagonal da tesoura ou treliça deve ser no mínimo 3 vezes a largura da diagonal.

Figura 29: Distância mínima a uma obstrução (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão). 7.6.5.10 Obstruções verticais suspensas ou sobre o piso A distância entre chuveiros e obstruções tais como divisórias em áreas de risco leve deve atender a Tabela 11 e Figura 29. Tabela 11: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) Distância Horizontal (A) 150 mm menos =150 mm <225 mm =225 mm e < 300 mm =300 mm e < 375 mm =375 mm e < 450 mm =450 mm e < 600 mm =600 mm e < 750 mm Mais que 750 mm Nota: Para (A) e (B), ver Figura 30. Distância Vertical Mínima abaixo do Defletor (mm) (B) 75 100 150 200 240 310 390 450

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Figura 30: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros em pé e pendentes de cobertura padrão) 7.6.5.11 Obstruções que impedem que a descarga do chuveiro atinja o risco Este item deve ser atendido quando houver obstruções contínuas ou descontínuas que interrompam a descarga d’água em um plano horizontal localizado mais de 460 mm abaixo do defletor do chuveiro, impedindo que a água atinja o risco a ser protegido. Em riscos leves e ordinários, as exigências devem ser aplicadas para obstruções localizadas a 460 mm ou menos abaixo do chuveiro. 7.6.5.11.1 Os chuveiros devem ser instalados sob obstruções fixas com largura maior que 1 m tais como dutos, pisos tipo grelha e mesas de corte. 7.6.5.11.2 Chuveiros instalados sob pisos tipo grelha devem ser protegidos contra a descarga dos chuveiros localizados em nível superior (com chapa metálica, por exemplo). 7.7 Chuveiros laterais de cobertura padrão 7.7.1 Geral Chuveiros laterais de cobertura padrão devem atender a todas as exigências do item 7.5, exceto quando modificadas em 7.7. 7.7.2 Área de proteção por chuveiro (chuveiros laterais de cobertura padrão) 7.7.2.1 Determinação da área de cobertura 7.7.2.1.1 A área de cobertura de cada chuveiro (As) deve ser determinada da seguinte maneira: a) Ao longo da parede. Determine a distância entre chuveiros ao longo da parede (ou até a parede, no caso do ultimo chuveiro no ramal) a montante e a jusante. Escolha a maior dentre as duas dimensões: o dobro da distância até a parede final ou a distância até o próximo chuveiro. Essa dimensão é definida como S. b) De um lado a outro do quarto. Determine a distância do chuveiro até a parede oposta ao chuveiro ou até o ponto médio do quarto, quando houver chuveiros em duas paredes opostas (ver 7.7.3.1). Essa dimensão é definida como L. 7.7.2.1.2 A área de cobertura do chuveiro será o resultado da multiplicação de S por L (A= S x L). 7.7.2.2 Área máxima de cobertura A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro (As) deve estar de acordo com o valor indicado na Tabela 12. A 2 área máxima de cobertura nunca deverá exceder 60 m . Tabela 12: Áreas de proteção e espaçamento máximo (chuveiros laterais de cobertura padrão) Risco Leve Risco Ordinário Acabamento Combustível Acabamento Incombustível ou de Combustibilidade Limitada 4,3 m 4,3 m 18,2 m
2

Acabamento Combustível

Acabamento Incombustível ou de Combustibilidade Limitada 3m 3m

Distância máxima ao longo da parede (S) Largura Máxima do Quarto (L) Área de Proteção Máxima

4,3 m 3,7 cm 11,2 m
2

3m 3m 7,4 m
2

9,3 m2

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7.7.3 Espaçamento de chuveiros (chuveiros laterais de cobertura padrão) 7.7.3.1 Distância máxima entre chuveiros 7.7.3.1.1 A distância máxima permitida entre chuveiros deve ser medida ao longo do ramal, acompanhando sua inclinação, se houver. 7.7.3.1.2 Os chuveiros laterais de cobertura padrão devem ser instalados ao longo de uma única parede de acordo com os valores máximos de espaçamento listados na Tabela 12. 7.7.3.1.3 Quando a largura do quarto for superior à largura máxima permitida (até 7,3 m para risco leve ou 6,1 m para risco ordinário) os chuveiros laterais devem ser instalados em duas paredes opostas com o espaçamento exigido pela Tabela 12, desde que nenhum chuveiro esteja localizado dentro da área máxima de cobertura de outro chuveiro. 7.7.3.2 Distância máxima até as paredes A distância (d) máxima entre um chuveiro na extremidade do ramal e a parede perpendicular à parede do ramal (ver Figura 31) deve ser a metade da distância permitida entre chuveiros conforme indicado nas Tabela 12. 7.7.3.3 Distância mínima até as paredes A distância (d) mínima entre um chuveiro na extremidade do ramal e a parede perpendicular à parede do ramal (ver Figura 31) deve ser de 100 mm. Essa distância deve ser medida perpendicularmente à parede.

Figura 31 – Distância até parede (vista em planta) 7.7.3.4 Distância mínima entre chuveiros A distância mínima entre chuveiros deve ser 1,8 m. 7.7.4 Posição do Defletor com relação a tetos e paredes (chuveiros laterais de cobertura padrão) 7.7.4.1 Distância entre defletor e tetos/forros e distância até paredes (ver Figura 32) 7.7.4.1.1 A distância entre o defletor de um chuveiro lateral e o teto deve ser no máximo 150 mm e no mínimo 100 mm. 7.7.4.1.2 Os defletores de chuveiros laterais devem estar entre 100 e 150 mm de distância das paredes nas quais estão montados. 7.7.4.1.3 Quando forem usadas molduras para acabamento da instalação de chuveiros laterais, estas não devem ter mais que 200 mm de largura ou projeção a partir da parede. Os acabamentos podem ser maiores que 200 mm quando chuveiros adicionais forem instalados abaixo do mesmo.

Figura 32 – Instalação de sprinkler lateral 7.7.4.2 Orientação do defletor 7.7.4.2.1 Os defletores devem ser alinhados paralelamente a tetos ou telhados.

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7.7.4.2.2 Quando instalados sob um teto inclinado, os chuveiros laterais devem ser localizados no ponto mais alto da inclinação e posicionados para descarregar para baixo, ao longo da inclinação. 7.7.5 Obstruções à descarga dos chuveiros (chuveiros laterais de cobertura padrão) 7.7.5.1 Objetivo 7.7.5.1.1 O posicionamento dos chuveiros deve ser feito com o objetivo de minimizar obstruções à descarga. Caso não seja possível, devem ser instalados chuveiros adicionais para garantir a cobertura adequada do risco. 7.7.5.1.2 Chuveiros laterais de cobertura padrão devem ser instalados no mínimo a 1,2 m de distância de luminárias ou obstruções semelhantes. As obstruções localizadas a mais de 1,2 m de distância do chuveiro devem estar em conformidade com a Tabela 13 e Figura 33. Tabela 13: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções (chuveiros laterais) Distância dos Chuveiros Laterais à Distância Máxima do Defletor Acima da Lateral da Obstrução (A) Parte Inferior da Obstrução (mm) (B) Menor que 1200 mm =1200 mm e <1500 mm =1500 mm e <1700 mm =1700 mm e <1850 mm =1850 mm e <2000mm =2000mm e <2150 mm =2150 mm e <2300 mm =2300 mm e <2450 mm =2450 mm e <2600 mm Maior que 2600 mm Nota: Para (A) e (B) ver Figura 33 0 25 50 75 100 150 175 225 275 350

Figura 33: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções (chuveiros laterais de cobertura padrão)

7.7.5.1.3 As obstruções na mesma parede onde estão instalados os chuveiros devem estar de acordo com a Tabela 14 e Figura 34.

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Tabela 14: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções ao longo da parede(chuveiros laterais de cobertura padrão) Distância dos Chuveiros Laterais à lateral da Obstrução (A) Menor que 150 mm =150 mm e <300 mm =300 mm e <450 mm =450 mm e <600 mm =600 mm e <750 mm =750 mm e <900 mm =900 mm e <1050 mm =1050 mm e <1200 mm =1200 mm e <1350 mm =1350 mm e <1500 mm =1500 mm e <1650 mm =1650 mm e <1800 mm =1800 mm e <1950 mm =1950 mm e <2100 mm =2100 mm e <2250 mm Note: Para (A) e (B), ver Figura 34. Distância Máxima Permitida do Defletor acima da parte inferior da Obstrução (mm) (B) 25 50 75 115 145 175 200 231 250 285 319 350 375 106 438

Figura 34: Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções ao longo da parede (chuveiro lateral de cobertura padrão). 7.7.5.2 Obstruções à descarga do chuveiro 7.7.5.2.1 Obstruções contínuas ou descontínuas localizadas a 460 mm ou menos abaixo do defletor, que evitem a formação completa da descarga em formato de guarda-chuva, devem cumprir com este item, independentemente das regras deste item, as obstruções sólidas contínuas devem também atender as exigências de 7.7.5.1.2. 7.7.5.2.2 Os chuveiros devem ser posicionados a uma distância A três vezes maior do que a maior dimensão da obstrução C ou D, até o máximo de 610 mm (por exemplo: vigas, colunas, tubos e luminárias). Chuveiros laterais devem ser posicionados conforme Figura 35, (quando houver obstruções).

2.7. Tabela 15: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros laterais de cobertura padrão) Distância Horizontal (A) 150 mm ou menos =150 mm <225 mm =225 mm e < 300 mm =300 mm e < 375 mm =375 mm e < 450 mm =450 mm e < 600 mm =600 mm e < 750 mm Mais que 750 mm Distância Vertical Mínima abaixo do Defletor (mm) (B) 75 100 150 200 240 310 390 450 Nota: Para (A) e (B). ver Figura 36 .3 Obstruções verticais suspensas ou sobre o piso A distância entre chuveiros e obstruções tais como divisórias em áreas de risco leve deve atender a Tabela 15 e a Figura 36. 7.5.38 NBR 10897:2004 Figura 35: Distância mínima até a obstrução (chuveiro lateral de cobertura padrão).

9 — — 6.7.9 — — N/A Risco Ordinário Área de Proteção (m 2) 37.8 Chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida 7.9 4. 7.2 24 18. Tabela 16 Áreas de cobertura e espaçamento máximo (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) Risco Leve Área de Proteção Teto Sem obstruções (m 2) 37.2 30.8.1 Determinação da área de cobertura A área de cobertura (As) de chuveiros de cobertura estendida não deve ser menor do que aquela recomendada pelo fabricante.5 4.1 5. exceto quando modificadas em 7.3 3.5 13.3. As áreas de proteção devem ser quadradas.7.7 6.1 Este item deve ser atendido quando houver obstruções contínuas ou descontínuas que interrompam a descarga de água em um plano horizontal localizado a mais de 460 mm abaixo do defletor do chuveiro.1 Geral Chuveiros de cobertura estendida pendentes e em pé devem atender a todas as exigências do item 7.1 5.3 3.8.7 37.1 5.3.5.2 Áreas de proteção por chuveiro (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) 7.8.2 24 18.1 5.5.5 13. 7.7 N/A Distância (m) — — — 4.8.NBR 10897:2004 39 Figura 36: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros laterais).3 3.5. impedindo que a água atinja o risco a ser protegido.5 13.7 N/A .7 N/A Distância (m) 6.5 4. conforme mostrado na Tabela 16. 7.7 — — — 18.3 Obstruções que impedem que a descarga do chuveiro atinja o risco 7.2 24 — — Incombustível Obstruído (quando especificamente testado para este fim) 37.2 30.2 30.5.5 4.7 — — — 4.9 4. pisos tipo grelha e mesas de corte.2 m tais como dutos.7 N/A Risco Extra Área de Proteção (m 2) — — — 18.5 13.7.2 Chuveiros devem ser instalados sob obstruções fixas com largura maior que 1.2 30.2.5 4.3 3.2 24 — — Combustível Desobstruído N/A Distância (m) 6. 7.

4.8.2 Distância máxima até as paredes 7.5.8.1 Objetivo 7.5 Obstrução à descarga dos chuveiros (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) 7. a distância entre o defletor e o teto deve ser no mínimo 25 mm e no máximo 300 mm. 7.5.2 Sob tetos com obstruções.5.8. A distância da parede ao chuveiro deve ser medida perpendicularmente à parede.5.3.5.4 Posição do defletor (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) 7.1 sejam respeitadas.2. a distância máxima horizontal entre um chuveiro e qualquer ponto do piso protegido por aquele chuveiro não deve exceder ¾ da distância máxima permitida entre chuveiros.8. 7.4.6. 7. podem ser protegidas de acordo com a Figura 38.2 Orientação do defletor Os defletores dos chuveiros devem ser alinhados paralelamente a tetos e telhados.3 Distância mínima até as paredes A distância mínima de um chuveiro até uma parede deverá ser 100 mm.3 Espaçamento de chuveiros (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) 7.2 m de largura desde que a distância entre o eixo longitudinal da obstrução e os chuveiros não exceda metade da distância máxima permitida entre chuveiros.8. 7. embutidos ou flush) podem ter o elemento de operação acima do forro e o defletor localizado mais próximo do forro quando instalado conforme a recomendação do fabricante.1 Os chuveiros devem ser posicionados conforme 7.4. 7. 7.2 Obstruções menores que 760mm e que estejam encostadas em uma parede. o defletor do chuveiro deve estar entre os planos horizontais localizados entre 25 mm e 150 mm abaixo dos elementos estruturais e a uma distância máxima de 560 mm abaixo do teto/telhado.1.2.8. os defletores podem estar no mesmo nível ou acima da superfície inferior de elemento estrutural.1 Os chuveiros podem ser instalados em lados opostos de obstruções menores que 1.8.4 Distância mínima entre chuveiros A distância mínima entre chuveiros deve ser 1.40 NBR 10897:2004 7.3.6.1. Tabela 17 Posicionamento de chuveiros para evitar obstruções na descarga (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) Distância entre Chuveiros e Lateral da Distância Máxima do Defletor Acima do Obstrução (A) Nível Inferior da Obstrução (mm) (B) Menor que 300 mm =300 mm e <450 mm 0 0 . 7.1.2 Área máxima de cobertura A máxima área de cobertura permitida para um chuveiro (As) deve estar de acordo com o valor indicado nas Tabela 16.8.3.2. 7.9 m.1.4 Chuveiros instalados nos vãos entre as obstruções podem estar a um mínimo de 25 mm e um máximo de 300 mm abaixo do teto.1.8.1 Sob tetos lisos.1.1 Distância máxima entre chuveiros A distância máxima permitida entre chuveiros deve atender a Tabela 16.8.2 Nos casos em que as paredes formam ângulos ou sejam irregulares. 7.8.8.8.4.8.8. 7.1. 7. 7.1 A distância dos chuveiros até paredes não deve exceder metade da distância permitida entre chuveiros conforme indicado na Tabela 16.8. Ver Figura 20.8.4. Tabela 17 e Figura 37.3.5. desde que a distância máxima perpendicular não seja excedida.8.3.4.3.2. medida perpendicularmente.1 Distância entre defletor e tetos/forros 7.3 Caso as distâncias laterais recomendadas em 7.8.8.8.8 m. Ver Figuras 24 e 25.1.5 A distância máxima entre o teto e o defletor de um chuveiro instalado sob ou próximo a uma cumeeira deverá ser 0. A máxima área de cobertura de qualquer chuveiro não deve exceder 37. 7. 7.1.1.2 m2. Chuveiros específicos para forros (ocultos.4.

.NBR 10897:2004 41 =450 mm e <600 mm =600 mm e <750 mm =750 mm e <900 mm =900 mm e <1050 mm =1050 mm e <1200 mm =1200 mm e <1350 mm =1350 mm e <1500 mm =1500 mm e <1650 mm =1650 mm e <1800 mm =1800 mm e <1950 mm =1950 mm e <2100 mm =2100 mm Nota: Para (A) e (B). ver Figura 37 25 25 25 75 75 125 175 175 175 225 275 350 Figura 37: Posicionamento dos chuveiros para evitar obstruções à descarga (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida). Figura 38: Obstruções junto à parede (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida).

.5. que evitem a formação completa da descarga em formato de guarda-chuva. deve atender a Tabela 18 e Figura 40.5.2. desde que a largura desses elementos estruturais não ultrapassem 200 mm e o defletor do chuveiro esteja no mínimo a 150 mm acima desses elementos. 7.2.2.8.2. 7.42 NBR 10897:2004 7.5. devem cumprir a Tabela 17.8.2 Quando a obstrução for causada por treliças com espaçamento entre si de 0.5.50 m ou maior.5. tais como divisórias em áreas de risco leve.8. 7.8.2.8. ou ainda diretamente acima de uma viga.2.2.8.2 Os chuveiros devem ser posicionados a uma distância A quatro vezes maior do que a maior dimensão da obstrução C ou D (Ver Figura 39).5.3 Obstruções verticais suspensas ou sobre o piso.8.1 Os chuveiros podem ser instalados em lados opostos da obstrução desde que a distância do eixo central da obstrução até os chuveiros não exceda metade da distância permitida entre chuveiros.5.2. ver Figura 40. A distância dos chuveiros até uma diagonal da tesoura ou treliça deve ser no mínimo quatro vezes a largura da diagonal. A distância entre chuveiros e obstruções. 7.2 Obstruções à descarga do chuveiro 7. os chuveiros podem ser localizados à metade da distância entre a obstrução criada pela treliça desde que todos os seus elementos não tenham largura nominal maior que 100 mm. Tabela 18: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) Distância Horizontal (A) 150 mm ou menos =150 mm <225 mm =225 mm e < 300 mm =300 mm e < 375 mm =375 mm e < 450 mm =450 mm e < 600 mm =600 mm e < 750 mm Mais que 750 mm Distância Vertical Mínima abaixo do Defletor (mm) (B) 75 100 150 200 240 310 390 450 Nota: Para (A) e (B).3 Os chuveiros podem ser instalados diretamente acima do banzo inferior de uma treliça ou corda de uma tesoura. Figura 39 Distância mínima até a obstrução (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida). 7.1 Obstruções contínuas ou descontínuas localizadas a 460 mm ou menos abaixo do defletor.2.

exceto nos casos em que o shaft for inacessível.NBR 10897:2004 43 Figura 40: Obstruções suspensas ou sobre o piso (chuveiros em pé e pendentes de cobertura estendida) 7.Quando um shaft for acessível e tiver superfícies incombustíveis. c) Quando forem usados materiais rígidos e as superfcies expostas tenham um coeficiente de propagação de chama de 25 ou menos e o material tenha demonstrado não propagar o fogo da maneira como foi instalado no local.1 Chuveiros devem ser instalados sob todas as escadas combustíveis. um chuveiro deve ser instalado a cada dois pavimentos.9. Caso a água desses chuveiros não consiga atingir alguns pontos do shaft.9. 7. 7.2 Shafts 7.1 Espaços encobertos 7. por exemplo). devem ser protegidos por chuveiros. devem ser instalados chuveiros no topo do poço da escada e sob o primeiro lance na parte inferior do poço.2 Em escadas enclausuradas. estes devem ser protegidos por chuveiros adicionais.1 Todos os espaços encobertos fechados. pisos tipo grelha e mesas de corte.9. de construção combustível.9 Situações Especiais 7. impedindo que a água atinja o risco a ser protegido. . 7.5.3. exceto nos seguintes casos: a) Espaços fechados preenchidos completamente com isolamento incombustível.8. d) Espaços fechados incombustíveis que tenham isolamento combustível exposto.3.5.1.2.9. deve ser instalado um chuveiro próximo ao fundo.3 Obstruções que impedem que a descarga do chuveiro atinja o risco Este item deve ser atendido quando houver obstruções contínuas ou descontínuas que interrompam a descarga d’água em um plano horizontal localizado mais de 460 mm abaixo do defletor do chuveiro.9. 7.2 Chuveiros instalados em espaços encobertos que não podem ser usados para armazenagem ou outros usos devem ser projetados para risco leve.8. parcial ou totalmente. quando a escada e as paredes que a circundam são incombustíveis. 7.3.9. quando o conteúdo de calor da 2 face externa e do substrato do isolamento não exceder 11.9.1 Um chuveiro deve ser instalado no topo de shafts.2.400 kJ/m .9.2 Chuveiros instalados sob pisos tipo grelha devem ser protegidos contra a descarga dos chuveiros localizados em nível superior (com chapa metálica.3 Escadas 7.5.1. 7. incombustível ou de incombustibilidade limitada. 7.9.8. 7. Caso a área sob qualquer lance de escadas seja usado para armazenagem.2 Quando os shafts tiverem superfícies combustíveis. b) Espaços fechados sobre pequenas salas isoladas com área de até 4.1 Chuveiros devem ser instalados sob obstruções fixas com largura maior que 1. este deve ser protegido por chuveiros.2 m tais como dutos.3.6 m 2.

9. manuseado ou armazenado no piso acima do espaço.5 Poços e casas de máquinas de elevadores 7. c.2 Toldos e telhados externos sob os quais há armazenagem de materiais combustíveis.) O piso sobre o espaço deve ser estanque. Conexões de fácil remoção devem ser instaladas na extremidade de cada tubulação subgeral. 7.5.9. 7.8 m. devem ter profundidade de pelo menos 460 mm.3. e devem ser de material inconmbustível ou de combustibilidade limitada. 7. átrios e estruturas similares. e entre 150 mm e 300 mm de distância da cortina. 7.1 Toldos e telhados externos.9. 7.9. 7.9.) O espaço não deve ser acessível para armazenagem. 7. Os chuveiros devem ser espaçados a no máximo 1.9.9. 7.9.9.4 Aberturas verticais 7.5. escadas comuns ou outras aberturas devem ser protegidas por chuveiros e cortinas guardavento (draft-curtains).9.) O espaço não deve conter equipamentos como correias transportadoras e aquecedores que utilizem combustíveis líquidos ou gasosos.9.9.6 Espaços sob plataformas de carga externas Quando combustível. e deve ser protegido contra o acúmulo de lixo trazido pelo vento.3 Não é necessário instalar chuveiros e cortinas guarda-vento ao redor de grandes aberturas como as encontradas em shopping centers. a no máximo 600 mm acima do piso do poço.9. incombustível.9. 7. exceto quando todas as condições a abaixo forem satisfeitas: a.3 Os chuveiros no topo do poço do elevador devem ser em pé ou pendentes.3 Chuveiros devem ser instalados em cada pavimento de escadas enclausuradas quando duas ou mais portas se abrem deste pavimento para áreas de fogo independentes. o espaço sob plataformas externas de cargas deve ser protegido por chuveiros. devem er proteção por chuveiros.9.7.9. exceto quando este for fechado. . b.8 Limpeza interna da rede de chuveiros Todos os sistemas de chuveiros devem poder ser limpos internamente quando necessário.1 Chuveiros laterais devem ser instalados no fundo de cada poço de elevador. Todas as subgerais devem terminar em um tubo DN32 ou maior.4. independentemente do tipo de construção e largura.1 As curvas de retorno não são necessárias em sistemas dilúvio nem quando forem usados chuveiros pendentes secos. 7.2 As cortinas devem ser instaladas imediatamente ao lado da abertura.2 Chuveiros automáticos em salas de máquinas de elevadores ou no topo de poços devem ser de temperatura normal ou intermediária.9 Curvas de retorno Curvas de retorno devem ser usadas quando chuveiros pendentes forem alimentados por água crua ou outra fonte que contenha impurezas. Todos os ramais em sistemas do tipo grelha devem ser dispostos de modo a facilitar a limpeza interna. d.9.4. As curvas de retorno devem ser conectadas ao topo dos ramais para evitar o acúmulo de sedimento (Ver Figura 41). e não contiver fluidos hidráulicos combustíveis. de construção combustível e com largura maior que 1.4.) Nenhum líquido combustível ou inflamável deve ser processado. 7.7 Toldos e coberturas de plataformas externas 7.2 m.1 Escadas rolantes. devem ter proteção por chuveiros.44 NBR 10897:2004 7.7. 7. no lado externo à abertura. quando todos os níveis adjacentes forem protegidos por chuveiros automáticos e quando todas as aberturas tiverem dimensões horizontais maiores que 6 m e áreas de 93 m2 ou maiores.5.

1 As ocupações. A classificação é a seguinte: a) Risco leve.2. por algum tempo. o sistema de chuveiros da ocupação de maior demanda de água deve se estender 4. ou partes delas. quantidade prevista de liberação de calor.NBR 10897:2004 45 Figura 41: Curva de Retorno. .2 Ocupações adjacentes Quando houver dois ou mais tipos de ocupação adjacentes. 8. e caso essas ocupações não sejam isoladas fisicamente por barreiras ou divisórias capazes de impedir. b) Risco Ordinário (Grupos 1 e 2).3 Classificação de ocupações 8. o dimensionamento deve ser feito por cálculo hidráulico.4. 8 Métodos de cálculos 8. Para riscos extraordinários. 8. que o calor do fogo em uma área abra os chuveiros automáticos na(s) área(s) adjacente(s). O método de cálculo hidráulico deve ser utilizado para todos os sistemas novos. devem ser classificadas de acordo com a quantidade e combustibilidade do conteúdo. c) Risco Extra (Grupos 1 e 2).3.5. conforme os parâmetros de pressão e vazão devem ser baseados nos métodos de cálculo hidráulico conforme 8.4 Demanda de água – método de cálculo por tabela 8. 8.4.1 Métodos utilizados Os sistemas de chuveiros podem ser dimensionados pelos métodos do cálculo por tabela ou por cálculo hidráulico. potencial total de liberação de energia e presença de líquidos inflamáveis e combustíveis.1 A Tabela 19 deve ser usada para a determinação das quantidades mínimas de água exigidas para riscos leves e ordinários protegidos por sistemas dimensionados por tabela. Os casos onde o cálculo por tabela é aceito estão em 8.5 m além de seu perímetro.

8.3 A duração menor indicada na Tabela 19 é aceitável somente quando houver um alarme acionado por vazão de água conectado a uma central de alarmes remota. a perda de carga devido às válvulas deve ser considerada ao se determinar a pressão residual aceitável no nível mais alto dos chuveiros.4.4.2.4.4 Pressão residual 8. 8. 8. A demanda de água dos chuveiros pode ser calculada utilizando-se as curvas de densidade/área da Figura 42 quando for usado o método densidade/área ou o método baseado no recinto.métodos de cálculo hidráulico 8.4.2 Curvas de densidade/área.1 A demanda mínima de água de um sistema de chuveiros projetado por cálculo hidráulico deve ser determinada somando-se a demanda de hidrantes da Tabela 20 à demanda dos chuveiros determinada em 8.5.46 NBR 10897:2004 Tabela 19: Demanda de água para sistemas calculados por tabela Vazão na Base da Coluna Principal do Sistema (Incluindo Demanda de Hidrantes) (L/min) 1900-2850 3200-5650 Tipo de Ocupação Risco Leve Risco Ordinário Pressão Residual Mínima Exigida (kPa) 100 140 Duração (minutos) 30-60 60-90 8. o método de cálculo por tabela pode ser usado em sistemas com área superior a 465 m2 quando a vazão exigida pela Tabela 19 estiver disponível no chuveiro mais elevado.5. 190 ou 380 0. ou em ampliações ou modificações de sistemas existentes calculados por tabela. Tabela 20: Demanda de hidrantes e duração do abastecimento de água para sistemas projetados por cálculo hidráulico Demanda Combinada de Hidrantes Internos e Externos (L/min) 380 950 1900 Tipo de Ocupação Risco Leve Risco Ordinário Risco Extra Hidrantes Internos (L/min) 0. de modo que não haja áreas abertas maiores que 280 m2 no caso de riscos leves.5 Demanda de água .4.2 Quando forem usadas válvulas de retenção em sistemas calculados por tabela. . a uma pressão residual mínima de 340 kPa.5. Excepcionalmente.2 O método de cálculo por tabela só pode ser utilizado em novas instalações com área máxima de 465 m2. 190 ou 380 Duração (minutos) 30 60-90 90-120 8.4. 8. 190 ou 380 0. 8. ou quando as áreas potenciais de incêndio forem limitadas pelo tamanho do edifício ou por compartimentação.4.5 Os valores mais baixos de vazão da Tabela 19 somente podem ser usados quando o edifício for de construção incombustível.4.1 As pressões residuais indicadas na Tabela 19 devem ser atingidas na cota do chuveiro mais alto. ou 370 m2 no caso de riscos ordinários.

as seguintes condições devem ser aplicadas: 1. os cálculos devem satisfazer um ponto da curva de densidade/área selecionada. 8. Quando for instalado um único hidrante interno. no ponto de conexão. c) A demanda de água de cortinas d’água deve ser somada à demanda dos chuveiros do teto.5. ou b) Ser a soma das demandas de cada tipo de risco ao valor calculado da área de operação daquele risco. 2. 8. como dutos. deve ser usada a densidade para 230 m 2. Ao utilizar a Figura 42. Quando forem instalados vários hidrantes internos.2. e) Quando houver hidrantes internos. a demanda de 380 L/min deve ser acrescentada à demanda dos chuveiros. quando a área de operação dos chuveiros for menor que 140 m2.5 Método densidade/área 8. escolhendo-se o ponto mais próximo da coluna de alimentação do sistema.5.2 Chuveiros 8. b) Em riscos extra. 8.5. e desde que nenhum deles seja adjacente.5. ou c) Em sistemas com vários tipos de riscos.5.1 As densidades e áreas da Figura 42 devem ser usadas somente com chuveiros tipo spray. g) Os valores de duração menores indicados na Tabela 20 podem ser usados somente quando houver um alarme acionado por vazão de água conectado a uma central de alarmes remota. as seguintes restrições são aplicáveis: a) Em riscos leves e ordinários.5.3 Demanda de hidrantes em áreas com várias classificações de risco Em sistemas em vários tipos de riscos. não sendo necessário atender todos os pontos dessa curva. A demanda deve ser somada em incrementos de 190 L/min. .4 Restrições Independentemente de qual dos dois métodos for usado.2. 3. As demandas devem ser balanceadas de acordo com a maior pressão. a demanda de 190 L/min deve ser acrescentada à demanda dos chuveiros. a demanda dos hidrantes deve atender a uma das seguintes condições: a) Ser a demanda para o risco mais alto. a demanda deve ser a demanda de hidrantes do risco principal. f) A demanda de água dos hidrantes externos deve ser somada à demanda dos chuveiros e dos hidrantes internos no ponto de conexão com a rede pública ou em um hidrante externo. 8.5. deve ser usada a densidade para 140 m2. com cada incremento sendo acrescentado à pressão exigida pelo sistema de chuveiros naquele ponto.5. d) A demanda de água dos chuveiros instalados em espaços encobertos ou sob obstruções. não precisa ser adicionada à demanda do teto.2 Chuveiros de resposta rápida não podem ser usados em ocupações de risco extra. a partir do hidrante interno mais remoto.5.NBR 10897:2004 47 FIGURA 42: Curvas de densidade/área.1 Demanda de água A demanda de água dos chuveiros deve ser determinada pelas curvas de densidade/área da Figura 42. quando a área de operação dos chuveiros for menor que 230 m2.5.5. desde que os riscos mais graves estejam localizados somente em recintos com área máxima de 40 m2. 8.

conforme especificado na Figura 42.1 Quando chuveiros de resposta rápida. 8. b) Ocupações de risco leve ou ordinário. 8.3.5. a área de projeto mínima deve ser aquela que corresponde à máxima densidade para o risco na Figura 42. Para sistemas de ação prévia com bloqueio duplo. sem alteração da densidade.5. 8.2 A densidade deve ser selecionada da Figura 42.5.5. 8. incluindo chuveiros de cobertura estendida de resposta rápida. a área de operação do sistema poderá ser reduzida sem alteração da densidade indicada na Figura 43. 8. 8.5. a área de operação dos chuveiros poderá ser reduzida em 25 por cento. escolhendo-se a maior dentre as duas.5.5.7 por cento. será permitido o uso de chuveiros de resposta normal.2 O número de chuveiros na área de operação nunca deve ser menor que cinco.3.5.5. forem usados em tetos com inclinação maior que 16.6 Método de cálculo por recinto 8. ou a área protegida por cinco chuveiros. 8.4 Tetos inclinados A área de operação do sistema deve ser aumentada em 30 por cento.5.5. 8.5. com base na área de operação escolhida originalmente na Figura 42.5 Os sistemas de chuveiros de cobertura estendida devem ser projetados com base na vazão mínima correspondente à densidade para a menor área de operação. sem alteração da densidade.5.5. Figura 43 Redução da área de operação devido a chuveiros de resposta rápida. a área de operação deve ser aumentada em 30 por cento. .3 Chuveiros de resposta rápida 8.2.5 Sistemas de ação prévia com bloqueio duplo. sem alteração da densidade.2.1 O fornecimento de água para chuveiros deve ser baseado no recinto que apresentar a maior demanda.5. incluindo chuveiros de cobertura estendida e chuveiros de resposta rápida.3. Quando forem usados chuveiros de temperatura alta em ocupações de risco extra. c) Pé direito máximo de 6.5. quando especificamente certificados.4 Quando forem instalados chuveiros de resposta rápida. 8. correspondendo ao tamanho do recinto.5. quando todas as seguintes condições forem satisfeitas: a) Sistema de tubo molhado.2.3 Quando forem usados chuveiros de resposta rápida em tetos inclinados.4 Para chuveiros de cobertura estendida.7 Ajustes múltiplos Quando for necessário aplicar mais de um ajuste à área de operação. 8.6 Chuveiros de temperatura alta. 8.5 Quando as circunstâncias exigirem o uso de chuveiros diferentes dos de temperatura normal. a máxima altura do telhado deve ser usada para a determinação da porcentagem de redução da área de operação.5.5. 8. forem usados na totalidade ou em parte de um sistema que tenha a mesma base de cálculo hidráulico.5.5.5.3.3. quando chuveiros tipo spray.5.5.48 NBR 10897:2004 8. até o limite de 190 m 2.1 m.5. 8. em ocupações de risco ordinário Grupo 1 e 2. todos os chuveiros no mesmo compartimento deverão ser de resposta rápida.6.5.5.5.6. estes devem ser cumulativos.3 Chuveiros laterais podem ser usados em ocupações de risco leve e.5.

8.5. o número de chuveiros utilizados no cálculo deve ser igual ao número de chuveiros no trecho correspondente ao trecho paralelo aos ramais na área determinada por 9.6 Quando o método de cálculo por recinto for utilizado e a área sob consideração for um corredor protegido por uma fileira de chuveiros provido de aberturas protegidas de acordo com 8.1.3 Para utilizar o método de cálculo por recinto.NBR 10897:2004 49 8. e devem mostrar os itens da lista a seguir que se referem ao projeto do sistema: a) Identificação do proprietário ou responsável pelo uso b) c) d) e) f) g) h) i) Localização. com uma planta por pavimentotipo. 8. quando necessário para maior clareza. 8. 8.2 Quando a fonte de abastecimento de água alimentar outros sistemas de proteção contra incêndio. de modo a fornecer uma pressão mínima de 0.9.9.1 Quando uma área for protegida por uma única fileira de chuveiros. Os chuveiros escolhidos do recinto e dos espaços comunicantes devem ser aqueles que produzam a maior demanda hidráulica.7 Áreas especiais de cálculo. .6. incluindo tipo de teto e método de proteção de tubulação não metálica.5. Classificação de risco de cada área ou cômodo.5 As aberturas devem ter as seguintes proteções mínimas: a) Risco leve -Portas de fechamento automático.5. com todos os chuveiros operando defronte à exposição. Indicação do norte. sótãos e banheiros. 8.5. incluindo informações sobre elementos estruturais. todos os recintos devem ser fechados com paredes com resistência ao fogo equivalente à duração do fornecimento de água indicado na Tabela 20.1 A tubulação deve ser dimensionada por cálculo hidráulico.4 Se o recinto for menor que a menor área indicada na curva aplicável da Figura 42.6. 8.5.9. o cálculo deve incluir a operação desse chuveiro.7. ela deve ser capaz de atender à demanda total desses sistemas e do sistema contra incêndios externos.6.9.Portas automáticas ou de fechamento forçado com resistência ao fogo compatível à das paredes.2 Quando as cortinas d’água utilizarem chuveiros automáticos.5.1 Os chuveiros em cortinas d’água devem ser projetados por cálculo hidráulico para descarregar 37 L/min por metro linear de cortina d’água.1. Localização e dimensões de espaços encobertos. c) Risco ordinário e extra . com descarga mínima de 55 L/min por chuveiro. ou diagrama esquemático. closets.4.6.5.7 Quando a área sob consideração for um corredor protegido por uma fileira de chuveiros em uma ocupação de risco leve.8 Proteção contra incêndios externos 8.5 bar a qualquer chuveiro.4 (a) e (b).5.8.Quando as aberturas não forem protegidas. 8.9 Cortinas d’água 8.1 As plantas de trabalho devem ser feitas em escala.5. as demandas de água da cortina e do sistema projetado por cálculo hidráulico devem ser somadas e balanceadas com base na demanda da área calculada. a área de cálculo deve incluir todos os chuveiros do corredor até o número máximo de sete.8.4 O cálculo hidráulico deve incluir uma área de operação escolhida de modo a incluir os chuveiros de teto adjacentes à cortina d’água.6. 8.5. devem ser aplicadas as restrições descritas em 8.5. o cálculo deve incluir os chuveiros no recinto e dois chuveiros nos espaços comunicantes mais próximos a cada abertura desprotegida. 8.5.5. 8.3 Caso seja possível que um mesmo incêndio abra os chuveiros da cortina d’água e os da área de operação de um sistema projetado por cálculo hidráulico. sem resistência mínima ao fogo. 8. Localização de divisórias. Caso o espaço comunicante tenha somente um chuveiro.6. em folhas de tamanho uniforme.7.8 Quando a área sob consideração for um corredor protegido por uma fileira de chuveiros. a área de cálculo deve incluir todos os chuveiros do corredor até o número máximo de cinco.1 Plantas de trabalho e memória descritiva 9.6. a área de operação deve incluir todos os chuveiros na fileira até o número máximo de sete. e as aberturas não forem protegidas.5. 9 Plantas e Cálculos 9.5. b) Risco leve sem proteção de aberturas . 8.5. Vista em corte da altura total.5. 8. Todos os ambientes pequenos nos quais não serão instalados chuveiros.5.5. o número máximo de chuveiros que precisa ser calculado é cinco. incluindo endereço.1. Localização de paredes corta-fogo.

Tipos de conexões e uniões. cc) Em sistemas projetados por cálculo hidráulico. Pressão residual. e nome do fornecedor. hidrantes. a área de aplicação de água e vazão necessária para hidrantes internos e externos. bb) Em caso de ampliação ou modificação do sistema existente.2 Informações sobre o abastecimento de água 9. m) Área total protegida por cada sistema em cada pavimento. drenos e conexões de teste. Informação sobre válvulas de retenção (fabricante. . Vazão. modelo.2 Informações sobre tratamento de água. ee) Nome e endereço do instalador. desde que interligados ao sistema de chuveiros automáticos. todas as aberturas desprotegidas das paredes em todo o pavimento protegido. Diâmetros nominais e comprimentos dos tubos. Hora. Número total de chuveiros em cada sistema de ação prévia ou sistema dilúvio. nn) Diâmetro. incluindo pressão e cota. canhões monitores e equipamentos similares. a informação hidráulica deve constar da legenda da planta. ii) jj) Cotas relativas dos chuveiros. Pessoa que realizou o teste ou forneceu os dados. fator K nominal e número de identificação dos chuveiros. assim como de válvulas e outros acessórios. Todas as válvulas de controle. em local isolado e protegido. diâmetro e tipo). modelo e diâmetro de válvulas de alarme. Fabricante. braçadeiras e métodos de fixação de chuveiros. As seguintes informações devem ser incluídas: a) Localização e cotas dos manômetros de teste utilizados para medir as pressões estática e residual. Dimensões. Tipo de tubo e espessura de parede. As informações a seguir devem ser incluídas quando exigido: a) Tipo de condição que exige tratamento. localização e materiais da rede externa de água. gg) A quantidade mínima de aplicação de água (densidade). aa) Informação sobre pontos da tubulação que serão utilizados para lavagem interna da tubulação. Temperatura de operação e localização de chuveiros de alta temperatura. quando aplicável. ff) Indicação nas plantas dos pontos de referência hidráulicos utilizados nas folhas de cálculo hidráulico. 9. Número de chuveiros ligados a cada coluna de alimentação. equipamentos. Tipo e localização das campainhas de alarme. Pressão estática. incluindo descrições. em cada pavimento. Se for usado o método de cálculo por recinto. deve ser indicada uma parte suficientemente grande do sistema existente para que todas as condições sejam claramente demonstradas.2. incluindo pressão e cota. tipo. Diâmetro e localização das colunas de sistemas de hidrantes internos. O instalador deve especificar nas plantas todas as seções que serão pré-montadas.1. dd) Uma representação gráfica da escala usada em todas as plantas. localização e disposição da tubulação de recalque para bombeiros. 9. Se haverá gabinetes de mangueiras e equipamentos. e localização de todas as soldas e curvas. e se as saídas serão equipadas com válvulas gaveta independentes. modelo e diâmetro de válvulas de ação prévia ou dilúvio. com relação ao ponto de referência da(s) coluna(s) do(s) sistema(s).2. tubulações ou conexões. b) c) d) e) f) g) h) i) Local de vazão.2 Os documentos devem também incluir instruções de instalação do fabricante para qualquer equipamento especial. Fabricante. é necessário dimensionar somente um ramal típico. ll) mm)Diâmetro e localização de hidrantes. mostrando diâmetro e número de saídas. 9. Data. hh) A quantidade total de água e a pressão exigida indicada em um ponto de referência comum de cada sistema. e os tipos de conexões que serão usadas. válvulas de retenção. Tipos e localização de suportes. mangotinhos. ou pontos de referência. tipo. tipo. Outras fontes de água.50 NBR 10897:2004 j) k) l) n) o) p) q) r) s) t) u) v) x) y) z) Fontes de abastecimento de água. aplicações e limitações de quaisquer chuveiros. pontos de conexão e de fontes de abastecimento. quando aplicável.1 Informações sobre a capacidade do abastecimento de água. kk) Regulagem (set point) das válvulas redutoras de pressão. Quando os ramais forem similares. Localização e dimensões dos niples de elevação. w) Fabricante.

se incluídas nos cálculos. 3) Área por chuveiro. Carga de elevação entre pontos de referência. em m2. Limitações (dimensão. 9.3. m2. 2) Densidade mínima de água. Pontos de referência hidráulica.3. Pressão requerida em cada ponto de referência. h) i) Demanda total calculada. planilhas detalhadas e um gráfico. Nome do proprietário ou responsável pelo uso. 9. Perda de carga total entre pontos de referência. b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) Descrição do chuveiro e constante de descarga (K). . Parâmetros de projeto do sistema. 9. c) Detalhes do plano de tratamento. Carga de velocidade e pressão normal.3 As planilhas de cálculo devem conter as seguintes informações: a) Número de página. n) o) Diagrama que deve acompanhar cálculos de sistemas tipo grelha para indicar vazões e direções de fluxo nos ramais com chuveiros operando na área remota (ver Figura 44).2 A folha de resumo deve conter as seguintes informações.3. ou para esclarecer informações prestadas. Nome do responsável técnico.3 Formulários de cálculos hidráulicos 9. incluindo a demanda de hidrantes internos e externos. Diâmetros dos tubos. quando os cálculos não se iniciarem no chuveiro.NBR 10897:2004 51 b) Tipo de tratamento necessário para resolver o problema. Comprimentos equivalentes de conexões e equipamentos. Risco Ordinário Grupo 1). m) Anotações indicando pontos de partida ou referências a outras páginas. cortina d’água e chuveiros contra incêndios externos. vazão e pressão) apresentadas por chuveiros de cobertura estendida ou outros chuveiros especiais. em mm/min. quando aplicável: a) Data. b) c) d) e) f) g) Endereço da instalação. Cálculo do fator K combinado de chuveiros em derivações. L/min. Vazão. conforme descrito a seguir: 1) Área de operação do sistema. Comprimentos dos tubos. Perda de carga na tubulação de tubo. quando aplicável.1 Os cálculos hidráulicos devem ser feitos em formulários que consistam de uma folha de resumo. Descrição do risco (ex: Risco leve. Nome do órgão responsável pela aprovação.

4. 9.2 Os tubos de material ferroso não podem ter diâmetro nominal menor que DN25.52 NBR 10897:2004 Figura 44 – Exemplo de indicação de área hidráulica mais remota – sistema tipo grelha 9. e os de cobre ou de materiais não metálicos não podem ter diâmetro menor que DN20.85  Qm  5 J = 605   C 1. sejam estes novos sistemas ou ampliações de sistemas existentes.1 As regras referentes a sistemas dimensionados por tabela não se aplicam a sistemas dimensionados por cálculo hidráulico. quantidade de chuveiros por ramal e o número de ramais por tubulação subgeral devem ser limitados somente pela quantidade de água disponível.1 Fórmulas de Perda de Carga.1 A perda de carga em tubos deve ser determinada com base na fórmula de Hazen-Williams: 1. exceto pelo fato de que todos os sistemas continuam a ter limitação de área.4.85) e deve incluir: a) Curva de abastecimento de água. b) c) Demanda do sistema de chuveiros. 9.5 Fórmulas 9.85 d 4.4. 9.4. A carga de velocidade deve ser determinada com base na seguinte fórmula: . 9. Demanda de hidrantes (quando aplicável).4 Procedimentos de cálculos hidráulicos 9.4 O espaçamento entre chuveiros e todas as outras regras cobertas nesta e em outras normas aplicáveis devem ser observadas. 9.3.5.4 Uma representação gráfica do cálculo hidráulico completo deve ser traçada em papel monolog (Q1.3 O diâmetro de tubos.4.4.4.87  10   m onde (unidades SI): J = perda de carga por atrito em kPa/m Qm = vazão em L/min C = fator de Hazen-Williams dm = diâmetro interno real em mm 9.1. 9.5.5.1.4.2 Fórmula de carga de velocidade.

4. 9.NBR 10897:2004 53 Pv = onde: Pv = pressão de velocidade kPa Q = vazão em L/min D = diâmetro interno em mm 225 Q 2 D4 9.7 Procedimento de cálculo 9.4. tubos.6 Comprimentos equivalentes de válvulas e conexões Valores de perda de carga ou comprimentos equivalentes de conexões. . filtros e outros equipamentos podem ser obtidos junto ao fabricante ou.1.1 As pressões nos pontos de união hidráulica devem ser balanceadas com tolerância de 3 kPa.5. devem ser transportadas no cálculo. e as vazões totais ajustadas.1. 9. na falta destes.5.1. Ver Figuras 45 e 46.1.4.7.3 O balanceamento da pressão pode ser feito com o uso de um fator K desenvolvido para ramais ou partes de sistemas usando Kp = Q/(p)0. em literatura técnica aplicável.4 Pontos de união hidráulica 9.4.5.4.5.4. com base nos critérios do Capítulo 8. 9.3 Fórmula de Pressão Normal.2 A maior pressão no ponto de união.5.4. válvulas de alarme.5. A pressão normal (Pn) deve ser determinada com base na seguinte fórmula: Pn = Pt − Pv onde: Pn = pressão normal Pt = pressão total em kPa Pv = carga de velocidade em kPa 9.4. 9. válvulas dilúvio.1.4.4.1 A área de operação de todos os sistemas deve ser a área de maior demanda hidráulica.4.

54 NBR 10897:2004 Figura 45 – Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica .

4.7. que deve permitir a inclusão de chuveiros em ambos os lados da tubulação subgeral.1 Método densidade/área 9.2 vezes o valor da raiz quadrada da área de operação dos chuveiros. a área de operação deve ser ampliada para incluir chuveiros em ramais adjacentes alimentados pela mesma tubulação subgeral.NBR 10897:2004 55 Figura 46 – Exemplos de áreas de maior demanda hidráulica 9. a área de operação deve ser retangular e o comprimento de seu lado paralelo aos ramais deve ser equivalente a pelo menos 1. Em sistemas cujos ramais tenham número insuficiente de chuveiros para cumprir a regra do fator 1. ver Figura 47.1 Quando o projeto é baseado no método área-densidade.1.1.4.2.7. . Qualquer fração de chuveiro deve ser arredondada até o próximo número inteiro.1.

6). 9.1.2.4.7. que apresentem a maior demanda hidráulica (Ver 8.56 NBR 10897:2004 Figura 47 – Determinação do número de chuveiros 9. os cálculos devem considerar o recinto e os espaços comunicantes.2 Método de cálculo por recinto. ver Figura 48. nos mesmos ramais.4.1 Em sistemas tipo grelha.5.7. se houver.4.7.2. com relação às áreas imediatamente adjacentes em ambos os lados. o projetista deve verificar que a área de maior demanda hidráulica está sendo utilizada. .2 No mínimo dois cálculos adicionais devem ser submetidos para demonstrar a máxima perda de carga da área de operação. a menos que o cálculo tenha sido realizado por programas de computador. 9.4. que confirme que a área de operação selecionada é a de maior perda de carga. Quando o projeto é feito com pelo método de cálculo por recinto.7.2 Sistemas tipo grelha 9.

5 Perda de carga A perda de carga em tubos deve ser calculada pela fórmula de Hazen-Williams. d) O tê no topo de um niple de elevação deve ser incluído no ramal.7. 9.4.NBR 10897:2004 57 Figura 48 – Exemplo de determinação de área mais remota em sistema tipo grelha 9. O tê na base de um niple de elevação deve ser incluído no niple de elevação. tanto os ramais quanto a fonte de abastecimento de água devem ser capazes de suprir a maior demanda de água. chaves de fluxo em tubos DN50 ou menores.4. e calcular as variações de elevação que afetam a descarga dos chuveiros. conexões e equipamentos tais como válvulas. b) Drenos não devem ser incluídos no cálculo hidráulico. Tabela 21 Valores C de Hazen-Williams Tubo Ferro fundido ou dúctil. O cálculo deve ser feito a partir do chuveiro mais remoto. e no restante do sistema dimensionado por cálculo hidráulico.3.2.7. A densidade deve ser calculada com base na área de operação do chuveiro.3.4. c) Calcular as perdas em tês e cruzetas quando há mudança de direção de fluxo. f) Calcular a perda em cotovelos de redução com base no comprimento equivalente da extremidade de menor diâmetro.4.4 Chuveiros na área de operação Cada chuveiro na área de operação. A área coberta por um chuveiro é o produto da distância horizontal entre chuveiros em um ramal e entre chuveiros em ramais adjacentes.3 Densidades de projeto 9. conforme 7.4.7. inclusive os sistemas dilúvio) Galvanizado (todos) Plástico (certificado) todos Ferro fundido ou dúctil com revestimento de cimento Cobre ou aço inox Fibrocimento Concreto *Nota: válidos para tubos novos C* 100 100 120 120 150 140 150 140 140 .7. g) Usar o comprimento equivalente para cotovelo padrão em todas as curvas abruptas de 90 graus. i) A perda de carga da conexão ligada diretamente ao chuveiro não deve ser considerada.5.5. O tê ou cruzeta na intersecção de uma subgeral com uma geral deve ser incluído na subgeral.1 A tubulação do sistema deve ser dimensionada por cálculo hidráulico utilizando-se as densidades e áreas de operação recomendadas em 8.2 Quando forem instalados chuveiros acima e abaixo de um teto ou forro. A pressão calculada em cada chuveiro deve ser usada para determinar a vazão desse chuveiro. deve ter uma vazão no mínimo igual à mínima densidade estipulada multiplicada pela área de operação do chuveiro. inclusive os de ação prévia) Aço preto (sistemas molhados. com base no comprimento equivalente do segmento de tubo ao qual a conexão pertence.7. e) Não incluir a perda de carga de um tê ou cruzeta quando não houver mudança de direção do fluxo. sem revestimento Aço preto (sistemas secos. h) Usar o comprimento equivalente para cotovelo longo em todas as curvas longas de 90 graus. 9. ou quando mais de duas áreas forem alimentadas por um único conjunto de ramais. filtros. da seguinte maneira: a) Incluir tubos.5. com valores de C da Tabela 21. 9. j) Perdas de carga através de válvulas redutoras de pressão devem ser incluídas com base na condição de pressão normal na entrada.

4. respectivamente.4. e o décimo chuveiro deve ser alimentado por um tubo DN65. no máximo. O cálculo da vazão de um chuveiro deve considerar o fator K nominal.2 Diâmetro das colunas de alimentação Cada coluna de alimentação deve ser dimensionada para suprir todos os chuveiros ligados a ela em um determinado pavimento. respectivamente.7. Quando Pn for usada. As tubulações gerais e colunas de alimentação devem ter o diâmetro necessário para alimentar o número total de chuveiros. Sistemas em áreas de risco extra Grupos 1 e 2. as tabelas de dimensionamento podem ser utilizadas para ampliações e modificações de sistemas existentes que foram originalmente calculados por esse método. os ramais podem ter até dez chuveiros.7. 9.6 Placas de orifício Placas de orifício ou chuveiros com diferentes diâmetros de orifício não devem ser usados para balanceamento do sistema.5.5 Tabelas de dimensionamento Para sistemas novos. calculada pela diferença entre a carga de velocidade e a pressão total. Entretanto. b) Dez chuveiros: os dois últimos segmentos de tubo do ramal devem ter diâmetros DN25 e DN35. grandes aberturas em pisos.1 Ramais Os ramais devem ter. o dimensionamento com tabelas só pode ser utilizado se a área do sistema for inferior a 465 m2.9 Pressão máxima de operação Em áreas de risco extra.2 Diâmetros de tubos Os diâmetros de tubos devem atender à Tabela 22. 9. 9. Excepcionalmente. 9. onde aplicável.8 Pressão mínima de operação A mínima pressão de operação de qualquer chuveiro deve ser 48 kPa.3 Pisos vazados. 9. mezaninos e grandes plataformas Edificações com pisos vazados ou com grandes aberturas desprotegidas devem ser tratados como uma só área com relação a diâmetros de tubos.4 Tabelas para riscos leves 9.5.7. 9. a) Nove chuveiros: os dois últimos segmentos de tubo do ramal devem ter diâmetros DN25 e DN35. 9.5.5.5.58 NBR 10897:2004 9.7.5.4. desde que as seguintes alterações sejam feitas. 9. e os outros diâmetros devem ser de tamanho padrão.7 Pressões O cálculo da vazão em um orifício pode utilizar a pressão total (Pt) ou a pressão normal (Pn). a máxima pressão de operação de qualquer chuveiro deve ser 1210 kPa. Sistemas que utilizem tubulações que não de aço ou cobre. Áreas não compartimentadas que necessitem de um número maior de chuveiros do que o especificado para tubos DN90 devem ser calculadas para risco ordinário. 9.4.4. Sistemas de proteção contra incêndios externos.1 Os seguintes sistemas devem ser sempre projetados por cálculo hidráulico: a) b) c) d) Sistemas com chuveiros de fator K nominal diferente de 80. oito chuveiros em cada lado da tubulação subgeral. deve sê-lo em todos os ramais e subgerais. . a menos que testes específicos recomendem uma pressão mínima de operação mais alta para a aplicação em questão.4.

em ambos os lados da tubulação subgeral. .Dimensionamento para riscos leves Aço DN20 DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 DN90 DN100 2 chuveiros 3 chuveiros 5 chuveiros 10 chuveiros 30 chuveiros 60 chuveiros 100 chuveiros Ver 7.Chuveiro com niple de elevação conectado a ramal na área inferior.NBR 10897:2004 59 Tabela 22 . 50 e 51. utilizando o maior número de chuveiros que houver em quaisquer dois níveis adjacentes.3 Chuveiros acima e abaixo de tetos/forros Quando houver chuveiros instalados acima e abaixo de tetos ou forros.2 DN20 DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 DN90 DN100 Cobre 2 chuveiros 3 chuveiros 5 chuveiros 12 chuveiros 40 chuveiros 65 chuveiros 115 chuveiros Ver 7. O dimensionamento dos tubos com diâmetro até DN65 deve ser feito conforme o indicado na Tabela 23. e caso esses chuveiros sejam alimentados por um mesmo conjunto de ramais ou por ramais independentes alimentados pela mesma tubulação subgeral. FIGURA 50 . FIGURA 49 Ramais alimentando chuveiros acima e abaixo de teto/forro.4.2 9.5. conforme as Figuras 49. cada ramal não deve ter mais que oito chuveiros acima e oito chuveiros abaixo do teto/forro.

2 DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 DN90 DN100 DN125 DN150 DN200 Cobre 2 chuveiros 3 chuveiros 5 chuveiros 12 chuveiros 25 chuveiros 45 chuveiros 75 chuveiros 115 chuveiros 180 chuveiros 300 chuveiros Ver 7. 9. b) Dez chuveiros: os dois últimos segmentos de tubo do ramal devem ter diâmetros DN25 e DN35. escolhendo-se a solução que exigir o tubo de maior diâmetro. e os outros diâmetros devem ser de tamanho padrão.60 NBR 10897:2004 FIGURA 51 .Número de chuveiros acima e abaixo de teto ou forro (risco leve) Aço DN20 DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 2 chuveiros 3 chuveiros 7 chuveiros 15 chuveiros 50 chuveiros DN20 DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 Cobre 2 chuveiros 3 chuveiros 7 chuveiros 18 chuveiros 65 chuveiros 9. Excepcionalmente.5. Tabela 23 .Ramais que alimentam chuveiros acima.4.5. 9. entre e abaixo de teto/forro.2 . respectivamente. oito chuveiros em cada lado da tubulação subgeral.5.2 Diâmetros de tubos 9. respectivamente.4 Quando o número total de chuveiros acima e abaixo do teto/forro for maior que o número especificado na Tabela 23 para tubos de DN65.5.5 Tabelas para riscos ordinários 9.5. os ramais podem ter até dez chuveiros.5.5.5. Tabela 24 Dimensionamento para riscos ordinários DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 DN90 DN100 DN125 DN150 DN200 Aço 2 chuveiros 3 chuveiros 5 chuveiros 10 chuveiros 20 chuveiros 40 chuveiros 65 chuveiros 100 chuveiros 160 chuveiros 275 chuveiros Ver 7. no máximo. o tubo que alimenta esses chuveiros deve ser aumentado para DN80 e dimensionado a partir de então conforme a Tabela 22 para o número de chuveiros acima e abaixo do teto/forro. e o décimo chuveiro deve ser alimentado por um tubo DN65. desde que as seguintes alterações sejam feitas a) Nove chuveiros: os dois últimos segmentos de tubo do ramal devem ter diâmetros DN25 e DN35.1 Ramais Os ramais devem ter.3 Os diâmetros de tubos devem atender à Tabela 24.

10.distâncias maiores que 3.5. ou conforme a Tabela 26.2. 9. 50 e 51. e devem manter essa pressão por duas horas.6 Sistemas dilúvio Os sistemas de chuveiros abertos e sistemas dilúvio devem ser projetados por cálculo hidráulico de acordo com as normas aplicáveis.2.8 Quando a distância entre os chuveiros que protegem a área ocupada for maior que 3.5. levando-se em conta somente os chuveiros que protegem a área ocupada. informando-lhes data e hora de realização dos testes. Tabela 26 . o tubo que alimenta esses chuveiros deve ser aumentado para DN90 e dimensionado a partir de então conforme a Tabela 22 ou a Tabela 24 para o número de chuveiros acima e abaixo do teto/forro.Número de chuveiros acima e abaixo de um teto ou forro (risco ordinário) DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 Aço 2 chuveiros 4 chuveiros 7 chuveiros 15 chuveiros 30 chuveiros 60 chuveiros DN25 DN32 DN40 DN50 DN65 DN80 Cobre 2 chuveiros 4 chuveiros 7 chuveiros 18 chuveiros 40 chuveiros 65 chuveiros 9. em ambos os lados da tubulação subgeral.1 Aprovação de sistemas de chuveiros automáticos e de tubulações do sistema de combate a incêndios privados É responsabilidade do instalador: a) notificar a autoridade competente e o representante legal do proprietário.7 m.4 Quando a distância entre chuveiros em um ramal for maior que 3.7 Quando o número total de chuveiros acima e abaixo do teto/forro for maior que número especificado na Tabela 26 para tubos de DN80.5.1 Testes hidrostáticos 10.1 Toda a tubulação e acessórios passíveis de serem submetidos à pressão de trabalho do sistema devem ser testadas hidrostaticamente à pressão de 1380 kPa. ou quando a distância entre ramais for maior que 3.2.5.5. escolhendo-se a solução que exigir o tubo de maior diâmetro. a . 9. o dimensionamento dos ramais deve ser feito conforme a Tabela 25.6 Os ramais e subgerais que alimentam chuveiros instalados totalmente acima ou totalmente abaixo de tetos ou forros devem ser dimensionados de acordo com a Tabela 24 ou com a Tabela 25. O dimensionamento de tubos com diâmetro até DN80 deve ser feito conforme mostrado na Tabela 26.7 m. 10. Partes do sistema normalmente sujeitas a pressões de trabalho superiores a 1040 Kpa serão testadas a uma pressão de 350 kPa acima da pressão de trabalho do sistema.5.7 m.5. Os sistemas em áreas de risco extra devem ser dimensionados por cálculo hidráulico.2 Em caso de alteração ou ampliação de um sistema existente que afete 20 ou menos chuveiros. Tabela 25 Número de chuveiros . utilizando o maior número de chuveiros que houver em quaisquer dois níveis adjacentes.5 Chuveiros acima e abaixo de tetos/forros Quando houver chuveiros instalados acima e abaixo de tetos ou forros.NBR 10897:2004 61 9. sem perdas. Caso a alteração ou ampliação afete mais de 20 chuveiros.1.2 Testes de aceitação.5. cada ramal não deve ter mais que oito chuveiros acima e oito chuveiros abaixo de cada teto. o teste hidrostático deve ser feito à pressão de trabalho do sistema.1. 10. ou quando a distância entre ramais for maior que 3. conforme as Figuras 49. b) executar todos os testes requeridos. e caso esses chuveiros forem alimentados por um mesmo conjunto de ramais ou por ramais independentes alimentados pela mesma tubulação subgeral.7 m Aço Cobre DN65 15 chuveiros DN65 20 chuveiros DN80 30 chuveiros DN80 35 chuveiros DN90 60 chuveiros DN90 65 chuveiros Nota: Outros diâmetros podem ser encontrados na Tabela 24 9. 10 Aceitação de sistemas 10. escolhendo-se a solução que exigir o tubo de maior diâmetro. o número de chuveiros para um determinado diâmetro de tubo deve estar de acordo com a Tabela 25.6 Ocupações de Risco Extra. 9.5.7 m. 9.5.5.

sob pressão do sistema. 10. c) Demanda de vazão e pressão residual na base da coluna de alimentação.2.3. na entrada e na saída. Cada hidrante interligado à rede de chuveiros automáticos deve ser completamente aberto e fechado. Esses flanges devem ser numerados. O teste deve gerar um alarme audível. e) Demanda da rede de hidrantes.2 Dilúvio A operação automática da válvula de dilúvio ou de ação prévia deve ser testada de acordo com o manual do fabricante. O instalador deve identificar o sistema de chuveiros dimensionado por cálculo hidráulico com uma placa metálica ou de plástico rígido. também devem ser testadas. durante 2 horas. Os resultados devem incluir a pressão estática e residual. A vazão mínima deve ser a demanda do sistema. Os resultados do teste de fluxo de cada válvula redutora deverão ser registrados no Certificado de Teste e Materiais do Instalador. ou válvula de dilúvio que controla a área do projeto hidráulico correspondente.3.3. 10. substâncias corrosivas como silicato de sódio ou seus derivados.62 NBR 10897:2004 nova parte do sistema deve ser isolada e testada à pressão de 1380 kPa.2 Flanges cegos Os flanges cegos devem ser sinalizados de modo a serem facilmente percebidos quando instalados. 10. deve ser testados no dreno de fim de linha. Quando houver bombas de incêndios.1 Detectores de fluxo O teste dos dispositivos de detecção de fluxo d'água. incluindo a demanda do sistema de hidrantes. .1.2. e o instalador deve possuir um método de registro que assegure sua remoção ao término dos trabalhos.2.3 Aditivos. 10.3 Dreno principal A válvula do dreno principal deve ser aberta e assim permanecer até que a pressão do sistema seja estabilizada.2.3. à prova de intempéries.4 Teste operacional. A placa deve incluir as seguintes informações: a) Localização da(s) área(s) de operação do sistema.3.2.3. As pressões estática e residual devem ser registradas no certificado de teste do instalador. b) Densidades de descarga sobre a(s) área(s) projetada(s). fixada com arame resistente à corrosão. permanentemente marcada.4 O trecho de tubulação entre o registro de recalque do Corpo de Bombeiros e a válvula de retenção na tubulação de recalque deve ser hidraulicamente testado nas mesmas condições do restante do sistema. quando presentes. e altura e configuração para máximo armazenamento permitido. Operações de controle remoto e manual. 2. assim como a vazão. além da demanda de chuveiros. 10.2. tal teste deve ser feito com estas em funcionamento. salmoura ou outras substâncias químicas não devem ser usadas durante o teste hidrostático dos sistemas ou para estancar vazamentos. válvula de ação prévia. 10.3 Testes operacionais de sistemas 10. no mínimo. 10. incluindo os circuitos de alarme. 10. Modificações que não possam ser isoladas não precisam ser testadas à pressão superior à pressão de trabalho do sistema. O objetivo do teste é verificar se a válvula regula adequadamente a pressão de saída sob condição normal e de máxima pressão. Todas as válvulas de controle deverão ser completamente fechadas e abertas sob pressão do sistema para assegurar uma adequada operação.1. Essa placa deve ser colocada na válvula de governo. que deve parar quando cessar o fluxo de água. corrente ou outro material aprovado.6 Válvulas de retenção As válvulas de retenção devem sem testadas para assegurar o seu adequado funcionamento.2. d) Classificação de ocupação ou classificação de mercadoria.3 Placa de identificação de sistema dimensionado por cálculo hidráulico. 10. iniciado até 5 minutos após a abertura do dreno.2. 10.5 Válvula redutora de pressão As válvulas redutoras de pressão devem ser testadas após a conclusão da instalação para assegurar seu funcionamento adequado com e sem fluxo.2. se aplicável.

NBR 10897:2004 63 Anexo A (informativo) Tabela A-1 – Exemplos de classificação de ocupações A classificação deste anexo inclui ocupações que têm uso e condições similares às seguintes: CLASSIFICAÇÃO EXEMPLOS Igrejas Clubes Escolas públicas e privadas (1o. incluindo processamento de dados Residências e apartamentos Áreas de refeição em restaurantes Teatros e auditórios. exceto palcos e proscênios Edifícios de administração pública Sótãos não utilizados Estacionamentos de veículos e showrooms Padarias Fabricação de bebidas (refrigerantes. 2o e 3o graus) Hospitais com ambulatórios e cirurgia Hotéis Institucionais Bibliotecas e salas de leituras. sucos) Fábricas de conservas Processamento e fabricação de produtos lácteos Fábricas de produtos eletrônicos Fabricação de vidro e produtos de vidro Lavanderias Áreas de serviço de restaurantes Moinhos de grãos Fábricas de produtos químicos – comuns Confeitarias Destilarias Instalações para lavagem a seco Fábricas de ração animal Estábulos Fabricação de produtos de couro Bibliotecas – áreas de prateleiras altas Áreas de usinagem Indústria metalúrgica Lojas Fábricas de papel e celulose Processamento de papel Píeres e embarcadouros Correios Gráficas Oficinas mecânicas Áreas de aplicação de resinas Palcos Indústrias têxteis Fabricação de pneus Fabricação de produtos de tabaco Processamento de madeira Montagem de produtos de madeira Risco Leve Risco Ordinário . exceto salas com prateleiras altas Museus Asilos e casas de repouso Escritórios.Grupo 1 Risco Ordinário – Grupo 2 CONTINUA .

elaboração de misturas. etc. formulação. cardagem. moagem e vulcanização de borracha Serrarias Processos da Indústria Têxtil: escolha da matéria-prima. Estofamento de móveis com espumas plásticas Saturação com asfalto Aplicação de líquidos inflamáveis por spray Pintura por flow coating Manufatura de casas pré-fabricadas ou componentes pré-fabricados para construção (quando a estrutura final estiver presente e tenha interiores combustíveis) Tratamento térmico em tanques de óleo abertos Processamento de plásticos Limpeza com solventes Pintura e envernizamento por imersão Risco Extra Ordinário – Grupo 2 . abertura de fardos. batedores.64 NBR 10897:2004 Anexo A (informativo) Tabela A-1 – Exemplos de classificação de ocupações (continuação) CLASSIFICAÇÃO Risco Extra Ordinário – Grupo 1 EXEMPLOS Hangares Áreas de uso de fluidos hidráulicos combustíveis Fundições Extrusão de metais Fabricação de compensados e aglomerados Gráficas [que utilizem tintas com ponto de fulgor menor que 100°F (38°C)] Recuperação. secagem.

NBR 10897:2004 65 Tabela A-2 – Ocupações de risco especial A seguir são relacionadas algumas normas internacionais de proteção contra incêndios em riscos especiais. Exemplos de normas NORMA NFPA 30 DENOMINAÇÃO Flammable and Combustible Liquids Code (Código para Produção. Processo. Manuseio e Depósitos de Produtos Combustíveis/ Inflamáveis em forma de Aerossóis) • • • • • • • NFPA 36 Solvent Extraction Plants (Fabrica de extração de óleo vegetal com solventes) NFPA 40 Storage and Handling of Cellullose Nitrate Film (Código para Processo. Processo. Manuseio e Depósitos de líquidos combustíveis e inflamáveis) EQUIPAMENTOS/LOCAIS PROTEGIDOS • • • • • • • NFPA 30 B Code for the Manufacture and Storage of Aerosol Products (Código para Produção. Manuseio e Depósitos de Filmes de Nitrato de Celulose) • • Salas de Bombas Áreas de Carregamento Áreas de Processo Prateleiras Armazéns Áreas paletizadas Tanques Salas de Bombas e Carregamento Misturadores Cabines de Pintura / Estufas / Exaustão Tanques Prateleiras Áreas paletizadas Armazéns Preparação Equipamentos e estrutura do processo de extração Armazéns Áreas de manuseio Armários Impressoras Laboratórios Prédios Laboratório Armazéns Áreas Manipulação Salas Computadores • • • • • NFPA 45 Fire Protection for Laboratories Using Chemicals (Proteção contra Incêndios em Laboratórios de Manuseio de Produtos Químicos) • • • • NFPA 75 Protection of Information Technology Equipment (Proteção contra Incêndios em Equipamentos de Processamento de informações de Tecnologia) • NFPA 82 Incinerators and Waste and Linen Handling Systems and Equipment (Proteção contra Incêndios em Equipamentos e Sistema de manuseio de incineradores de lixo) • • • Calhas/Dutos metálicos de alimentação Salas de descarga de calhas/dutos Armazéns .

Handling and Storage of Titanium (Código para Produção. Processo. Handling and Processing of Magnesium (Código para Produção. Processing.66 NBR 10897:2004 • NFPA 96 Ventilation Control and Fire Protection of Commercial Cooking Operations (Controle da Ventilação e Proteção contra Incêndios em Operações de Preparação de Refeições em escala Comercial) NFPA 214 Water-Cooling Towers (Proteção contra Incêndios em Torres de Resfriamento) NFPA 232 Protection of Records (Proteção contra Incêndios em Arquivos Eletrônicos) NFPA 409 Aircraft Hangars (Proteção contra Incêndios em Hangares de fabricação e manutenção de Aviões) • • • • NFPA 416 Construction and Protection of Airport Terminal Buildings (Construção e Proteção contra Incêndios em Prédios de Terminais de Aeroportos) NFPA 480 Storage. Processing. Handling and Storage of Zirconium (Código para Produção. Processo. Processo. Manuseio e Depósitos com Zircônio) • • • • • • • • • • • • Compactadores Dutos de Exaustão Torres de resfriamento Motores Salas de arquivos Armazéns Áreas serviço/manutenção Mezaninos Escritórios Terminal Armazéns Oficinas Armazéns Oficinas Armazéns Oficinas Unidades separação zircônio-háfnio . Manuseio e Depósitos com Magnésio) NFPA 481 Production. Manuseio e Depósitos com Titânio) NFPA 482 Production.

B-1. B-1. no mínimo.3. B-1. a fim de não permitir a entrada de luz solar e/ou materiais estranhos que possam contaminar a água.3. rios. as tomadas de água para estes devem ser laterais ou levadas a níveis mais altos.3. com uma ou mais bombas de incêndio.3. a capacidade efetiva deve ter seu volume aumentado em 1/3 e a reposição ser processada no mínimo à razão de 75 L/min.1 Todo sistema de chuveiros deve possuir pelo menos um abastecimento de água exclusivo e de operação automática. 15 anos. açudes. B-1. conforme ilustram os exemplos das Figuras B-1(a). piscinas. rios.2 Os abastecimentos de água para um sistema de chuveiros podem ser proporcionados das seguintes formas: a) reservatório elevado.10 O reservatório deve ser totalmente fechado. B-1.0 L/min por m3 de reserva.3. bem como nos chuveiros mais desfavoráveis. com o ponto de tomada de água instalado no fundo do reservatório e a uma altura suficiente para fornecer as vazões e pressões mínimas requeridas nas válvulas de governo e alarme. B-1. Tabela B-1 .3. B-1.1 O reservatório deve conter uma capacidade efetiva. de modo a não prejudicar o bom funcionamento do sistema de chuveiros. açudes.5 Para o cálculo da capacidade efetiva deve ser considerado como altura a distância entre o topo do tubo da tomada e o nível da água destinada exclusivamente ao sistema de chuveiros. B-1. b) reservatório com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo.3. com o ponto de tomada de sucção da bomba de incêndio localizado junto ao fundo deste reservatório.NBR 10897:2004 67 Anexo B (normativo) Abastecimento de água para sistemas de chuveiros B-1 Tanques e Reservatórios B-1. B-1. represas. de modo que a capacidade efetiva para os chuveiros seja sempre mantida com exclusividade.8 Todo tubo de descida do reservatório elevado para o sistema de chuveiros deve ser provido de válvula de retenção e válvula gaveta.3. piscinas.3 Deve dispor de indicador de nível ou sistema de alarme de nível baixo de água. represas.1 Deve conter a capacidade efetiva.4.11 Devem ser previstos sistemas de drenagem e ladrão convenientemente dimensionados.4 Deve ser mantido limpo. livre de objetos estranhos. B-1. B-1. um volume de água reservado para os sistemas de chuveiros.3.7 A reposição da capacidade efetiva deve ser efetuada à razão de 1. Caso contrário.3. com uma ou mais bombas de incêndio B-1. B-1.4 Reservatório com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo. lagos e lagoas.9 O reservatório deve ser construído de maneira que dispense seu esvaziamento para limpeza por um período de.3.Dimensões para cálculo da capacidade efetiva Unid.3 Reservatório elevado B-1. lagos e lagoas.6 A capacidade efetiva deve ser mantida automática e permanentemente.: mm Diâmetro nominal do tubo de sucção 65 80 100 150 200 250 Dimensão “A” 250 310 370 500 620 750 Dimensão “B” 80 80 100 100 150 150 . B-1.2 Quando o reservatório para o sistema de chuveiros fornecer água para outros serviços. ou seja. B-1(b) e B-1(c) e Tabela B-1. c) tanque de pressão.

B-1. B-1. para as correspondentes largura “W” e vazão “Q”. B-1. lago ou lagoa. B-2(b) e B-2(c) e Tabela B-2.10 Cada bomba de incêndio deve possuir câmara de sucção com sua respectiva câmara de decantação. e B-1.4. B-1.4.4.13 Antes de entrar na câmara de decantação. B-1. B-1. quando uma estiver em operação.17 O diâmetro do conduto de alimentação nos casos do exemplo da Figura B-2(c).18 Ainda no caso do exemplo da Figura B-2(c).4.3.4. a parte da tubulação submersa em relação ao menor nível da água conhecido e a distância em relação ao fundo devem ser idênticas às indicadas nos exemplos das Figuras B-1(a).4.3.9. a entrada do conduto de alimentação deve possuir um ralo e estar submerso no mínimo um diâmetro abaixo do menor nível da conhecido do açude.68 Q Onde: D = diâmetro interno do conduto.4. não pode ser inferior ao indicado na Tabela B-2. 0. pode-se considerar a dimensão “A” da Tabela B-1. a água deve passar através de uma grade de arame ou uma placa de metal perfurado.4 Quando o tubo de sucção “D” dispuser de um dispositivo antivórtice.19 O reservatório com fundo elevado ou com fundo ao nível do solo devem atender os aos requisitos B-1. a profundidade “d” da água em canais abertos ou adufas (incluindo a adufa entre a câmara de decantação e a câmara de sucção).4.4.68 NBR 10897:2004 B-1. B-1.12 A câmara de decantação deve possuir largura e profundidade iguais às da câmara de sucção e um comprimento no mínimo igual a 4. B-1. respeitando-se também as distâncias mínimas com relação ao diâmetro “D” do tubo de sucção. localizada abaixo do nível da água e com uma área agregada de aberturas de no mínimo 150 mm2 para cada L/min da vazão “Q”. sendo o nível “X” medido em relação à face superior do dispositivo. B-1. B-1(b) e B-1(c). B-1. o reservatório deve dispor de poço de sucção. A grade deve ser suficientemente resistente para suportar a pressão exercida pela água em caso de obstrução. onde “h” é a profundidade da câmara de decantação.4. B-1.4. não se deve utilizar dispositivos antivórtice. como mostrado em traço e ponto nos exemplos das Figuras B-1(a). lagos ou lagoas. deve ser considerado como altura a distância entre o nível normal da água e o nível “X” da água.16 No caso do exemplo da Figura B-2(c).3. B-1.4. As aberturas do ralo devem impedir a passagem de uma esfera de 25 mm de diâmetro. B-1. a outra esteja separada para limpeza. o conduto de alimentação deve possuir uma inclinação mínima constante de 0. B-1.4.4. B-1. B1. B-1.4.3.4vh.6 Sempre que possível. represas. B-1(b) e B-1(c) e com as dimensões mínimas “A” e “B” da Tabela B-1.11 As dimensões da câmara de sucção. represa.2. B-1(b) e B-1(c).4.4.11. independentemente. devem ser adotadas as dimensões indicadas nos exemplos das Figuras B-2(a).4.3. em mm Q = máxima vazão da bomba de incêndio.3 O nível "X” é calculado como o mais baixo nível antes de ser criado um vórtice com a bomba em plena carga e é determinado pela distância “A” das Figuras B-1(a). deve ser determinado pela seguinte fórmula: D = 21. a posição da tubulação de sucção da bomba em relação às paredes da câmara.3. como açudes.6.9 A altura total dos canais abertos ou adufas deve ser tal que comporte o nível mais alto da água conhecido da fonte. B-1.7 Quando a sucção da bomba de incêndio for feita de reservatórios alimentados por fontes de água praticamente inesgotáveis. rios.2 Para cálculo da capacidade efetiva.5 No caso do exemplo da Figura B-1 (b).3. B-1. rio.357 .8% no sentido da câmara de decantação. B-1. em L/min B-1.4.15 Deve ser feita previsão para que o poço de sucção possa ser isolado periodicamente para limpeza e manutenção. B-1.7.8 Nos casos dos exemplos das Figuras B-2(a) e B-2(b).3.14 Devem ser previstas duas grades para que. conforme os exemplos das Figuras B-1(a). B-1(b) e B-1(c). abaixo do menor nível da água conhecido da fonte.

NBR 10897:2004 69 Tabela B-2 – Níveis de água e larguras mínimas para canais e adufas em função da vazão de alimentação Profundidade 250 W (mm) 88 125 167 215 307 334 410 500 564 750 1113 1167 1500 2000 4500 Q máx (L/min) 280 497 807 1197 2064 2342 3157 4185 4953 7261 12054 12792 17379 24395 60302 W (mm) 82 112 143 176 235 250 291 334 361 429 527 539 600 667 819 1000 500 Q máx (L/min) 522 891 1383 1960 3159 3506 4482 5592 6340 8307 11415 11816 13903 16271 21949 29173 W (mm) 78 106 134 163 210 223 254 286 306 353 417 425 462 500 581 667 2000 1000 Q máx (L/min) 993 1687 2593 3631 5647 6255 7825 9577 10749 13670 18066 18635 21411 24395 21142 38916 203320 Figura B-1 (a) .

70 NBR 10897:2004 Figura B-1 (b) Figura B-1 (c) Figura B-2 (a) – Exemplo de alimentação por adufa .

6 Não podem ser empregados como abastecimento de água de outros equipamentos que não o sistema de chuveiros e mangueiras ligadas à tubulação do sistema de chuveiros. aplicando-se uma das fórmulas a seguir.5.5 Devem ser providos de alarme que indique automaticamente baixo nível de água e baixa pressão de ar. devem estar em edificação protegida por chuveiros ou isolada por parede corta-fogo. quando necessário.5. através de circuito elétrico independente da bomba e do compressor de ar. quando instalados a menos de 6 m de outro risco. localizadas o mais próximo possível do tanque. .5.5.NBR 10897:2004 71 Figura B-2 (b) – Exemplo de alimentação por canal Figura B-2 (c) – Exemplo de alimentação por conduto B-1.1 Devem ser instalados em locais de fácil acesso.5 Tanques de pressão B-1. B-1. b) Pressão mínima requerida pelo chuveiro mais desfavorável do local a ser protegido.5.2 Devem ser providos de um indicador de nível de água e dois manômetros para indicar a pressão interna.4 As tubulações para reabastecer o tanque com água e ar devem ser providas de válvulas de bloqueio e de válvulas de retenção. que deve ser no mínimo de 1/3. c) Posição do tanque em relação ao chuveiro mais desfavorável do local a ser protegido.10 A capacidade efetiva de água a ser mantida no tanque deve ser a necessária para atender a demanda do sistema.7 Diariamente devem ser verificados e anotados o nível da água e a pressão de ar no tanque.11 A pressão mínima de ar a ser mantida no tanque depende da: a) Proporção do volume de ar em relação ao volume total do tanque. B-1. B-1.3 Deve haver meios de reabastecer automática e permanentemente com água e ar dos tanques.5. B-1. B-1.5. no momento em que o esvaziamento do tanque se completar. B-1.5. Esta válvula deve ser dotada meios que impeçam alterações na sua regulagem por pessoas não autorizadas. B-1.5. verificando-se a cada três anos seu estado interno e externo e efetuando-se limpeza e pintura. não devem estar sujeitos a danos e. B-1.5. B-1.5. durante o tempo especificado para o risco a ser protegido. B-1.8 Devem ser providos de válvula de segurança que possa ser testada periodicamente sem alteração de sua regulagem.9 Devem ser mantidos em boas condições.

(Ver exemplo na Figura B-3 (c) para o caso de uma bomba de incêndio e uma bomba jockey) B-2. Admite-se também que a linha de centro do eixo da bomba situe-se até 2.12 A pressão do ar no tanque deve ser calculada segundo a posição deste em relação aos chuveiros. sem vazão. deve ser instalada uma bomba de pressurização (bomba jockey).2 m3/h).8 No caso de bombas acionadas por motores diesel. B-2.11 As bombas centrífugas são consideradas sob condição de sucção positiva (afogadas).1 Devem ser dos tipos: a) centrífuga horizontal de sucção frontal. c) centrífuga e/ou turbina vertical.4 O sistema utilizado para automatização da bomba deve ser executado de maneira que.3 Devem ser dotadas de dispositivo para partida automática pela queda de pressão hidráulica na rede do sistema de chuveiros. em metros R = Volume de ar no tanque/Volume total no tanque B-2 Bombas B-2.10 Estas bombas devem ser instaladas sob condição de sucção positiva (afogadas). Neste caso.5 Para manter o sistema de chuveiros sob uma pressão hidráulica de supervisão. B-2. B-2.72 NBR 10897:2004 B-1.6 O controle de partida e parada automática da bomba de pressurização. em uma faixa pré-estabelecida. bem como o de partida automática da bomba principal. pressão mínima de 70 kPa Nota: Deve-se. considerando a vazão máxima para a classe de risco da instalação. é obrigatória a colocação da válvula de pé no extremo do tubo de sucção da bomba (ver Figuras B-3 (a) e (b)). B-2. o conjunto deve ser instalado em local protegido por chuveiros. B-2. no local das bombas. não deve ser em qualquer hipótese inferior à mínima recomendada pelo fornecedor do conjunto motobomba. assumindo-se 100 kPa P2 = pressão mínima requerida pelo chuveiro mais alto no momento em que o esvaziamento do tanque se completar -empregando chuveiro de diâmetro nominal 10 mm. acrescentar às pressões a perda de pressão na tubulação e em todas as válvulas entre a saída do tanque e as válvulas de alarme e a chave detectora de fluxo d'água. b) centrífuga horizontal de carcaça bipartida.2 Devem ser diretamente acopladas por meio de luva elástica a motores elétricos ou motores diesel. B-2. B-2. sem interposição de correias ou correntes. B-2. para garantir a partida imediata dos motores. desde que esta distância não represente mais de 1/3 da capacidade efetiva do reservatório. aplicando-se uma das fórmulas a seguir: a) no caso de o fundo do tanque estar situado acima do chuveiro mais alto: P= (P1 + P2 ) − P R 1 b) no caso de o fundo do tanque estar situado abaixo do chuveiro mais alto: P= Onde: (P1 + P2 + 0. compensando pequenos e eventuais vazamentos na canalização.7 A bomba de pressurização deve manter a rede do sistema de chuveiros sob uma pressão imediatamente superior à pressão máxima da bomba principal.00 m acima do nível “X” da água. devem ser feitos por meio de pressostatos instalados na linha de descarga da bomba principal e ligados aos comandos das chaves de partida dos motores daquelas bombas.1H ) − P R 1 P = pressão de ar a ser mantida no tanque P1 = pressão atmosférica no local.9 As casas de bombas devem ser construídas preferencialmente como risco isolado e a temperatura ambiente. Este acréscimo é de no mínimo 30 kPa. H = diferença de altura entre o chuveiro mais desfavorável e o fundo do tanque. e para evitar a operação indevida da bomba principal. quando a linha de centro do eixo da bomba situar-se abaixo do nível “X” da água. o desligamento seja obtido somente por controle manual. em cada caso. após a partida do motor. . B-2. e sua demanda nominal não superior a 20 L/min (1. pressão mínima de 190 kPa -empregando chuveiro de diâmetro nominal 19 mm.5.

NBR 10897:2004 73 Figura B-3(a) – Bomba centrífuga horizontal sob sucção positiva (Exemplo) Figura B-3 (b) – Bomba centrífuga horizontal sob sucção positiva (Exemplo) .

em m. B-2. deve ser considerada a bomba sob condição de sucção positiva.11 e B-2. quando a bomba estiver operando na sua capacidade máxima (150% de sua vazão nominal).74 NBR 10897:2004 Figura B-3 (c) – Cavalete de pressurização da bomba principal e bomba de pressurização (jockey). dos tubos.3 kPa ou simplesmente 100 kPa Pv = pressão de vapor do líquido na temperatura de bombeamento.10 m para cada 100 m de altitude acima do nível do mar. .12 Não é requerida válvula de pé no extremo do tubo de aspiração de bombas.4.14 As bombas são consideradas sob condição de sucção negativa quando não atenderem aos requisitos mínimos de B-2.13 Se a sucção da bomba for feita de reservatório alimentado por fontes de água praticamente inesgotáveis descritas em B-1. em kPa d = densidade de água na temperatura de bombeamento = 1 kg/cm 3 hs = altura estática. b) quando a sucção da bomba for feita de reservatório alimentado por fontes de água praticamente inesgotáveis e a linha de centro do eixo da bomba se encontrar a mais de 0.7 e mostradas nas Figuras B-2(a). sob a condição de sucção positiva. em m. válvulas e conexões da linha de sucção Nota: O diâmetro nominal da tubulação de sucção não deve ser inferior aos indicados na Tabela B-3. B-2. nos casos seguintes: a) quando menos de 1/6 da capacidade efetiva do reservatório se encontrar abaixo da linha de centro do eixo da bomba.85 m abaixo do menor nível de água conhecido “X” da fonte. O NPSH disponível deve ser reduzido em 0. O NPSH absoluto na entrada da bomba deve ser calculado aplicando-se a fórmula seguinte: a)sob condição de sucção positiva (afogada): NPSH = 10 − (P − PV ) + (hs − h f ) d 10 − (P − PV ) − (hs − h f ) d b)sob condição de sucção negativa: NPSH = Onde: P = pressão atmosférica absoluta que atua na superfície do líquido = 103.80 m absolutos para bombas centrífugas horizontais. B-2. que o nível da água está acima ou abaixo da linha de centro do flange de sucção da bomba hf = perda de carga total. o NPSH (Net Positive Suction Head) disponível na entrada da bomba deve ser de no mínimo 5.85 m abaixo do nível mínimo conhecido da água na fonte. (b) e (c).12. (Exemplo para caso de uma bomba de incêndio e uma bomba de pressurização) B-2. quando a linha de centro do eixo da bomba situar-se a mais de 0. sendo a energia do NPSH acima da pressão de vapor do líquido requerida pela linha de centro do rotor da bomba.15 O dimensionamento da tubulação de sucção deve ser tal que.

B-2.18 Quando é instalada mais de uma bomba. a uma vazão suficiente para evitar seu superaquecimento. aspirando de reservatórios independentes. Figura B-4 . A interligação deve ter um diâmetro igual aos das tubulações de sucção.17 Deve ser colocada válvula gaveta indicadora ou válvula borboleta indicadora no tubo de sucção. para que a bomba sob condição de sucção positiva possa ser removida.Dimensões nominais Diâmetro nominal mínimo das tubulações (mm) Capacidade nominal da bomba (L/min) Sucção 65 80 100 1135 100 1514 100 1703 125 1892 125 2839 150 3785 200 4731 200 5677 200 7570 250 9462 250 11355 300 13247 300 15140 350 17032 400 18925 400 Descarga 65 80 100 100 100 125 125 150 150 200 200 250 250 300 300 300 350 350 Válvula de alívio 50 50 50 65 80 80 80 100 100 150 150 150 150 200 200 200 200 200 Descarga da válvula 65 65 65 100 125 125 125 150 200 200 200 250 250 300 300 350 350 350 Medidor de vazão (rotâmetro) 80 80 100 125 100 100 125 125 150 150 200 200 200 200 250 250 250 250 Cabeçote de ensaio Número de Tubo de válvulas de alimentação hidrantes 65 1 -65 65 80 80 100 100 100 150 150 200 200 200 250 259 300 300 300 300 1 -65 1 -65 1 -65 2-65 2-65 2-65 3-65 4-65 6-65 6-65 6-65 8-65 12-65 12-65 16-65 16-65 12-65 B-2. podendo estas ser interligadas. desde que sejam colocadas válvulas de bloqueio em cada uma destas tubulações.16 Deve ser previsto fluxo contínuo de água. uma antes da entrada da bomba e outra na interligação propriamente dita. sendo uma próxima à ligação com o reservatório.NBR 10897:2004 75 Tabela B-3 . cada bomba deve ter sua tubulação de sucção. conforme a Figura B-4. através de bomba. quando esta estiver em funcionamento. B-2.

a 150% da vazão nominal da bomba. B-2. c) tê flangeado com saída para válvula de alívio. e: a) a válvula de alívio deve ser instalada entre a redução concêntrica na descarga da bomba e a válvula de retenção para que possa ser facilmente retirada para reparos.76 NBR 10897:2004 B-2. de forma que o excesso de pressão seja descarregado livremente. . esta deve manter uma pressão mínima de 65% de sua pressão nominal.23 Conforme a Figura B-5. d) a água proveniente da válvula de alívio pode retornar ao reservatório. f) válvula-gaveta ou borboleta ligada na tubulação de recalque ao sistema. B-2.20 Na Tabela B-3 figuram os diâmetros nominais mínimos das tubulações principais para bombas segundo suas capacidades nominais. d) válvula de retenção.22 Na linha de descarga da bomba devem ser instaladas as peças seguintes: a) manômetro. no caso de bomba acoplada a motor de rotação variável.sem vazão. b) a válvula de alívio deve ser regulada para abrir imediata e automaticamente ao menor indício de excesso de pressão que a rede do sistema de chuveiros possa suportar. desde que a tubulação seja conduzida até o topo dele. . b) bombas centrífugas horizontais de carcaça bi-partida: . onde a válvula deve ser instalada. e) tê flangeado com saída para o cabeçote de ensaio ou medidor de vazão. na qual é colocada uma válvula-gaveta ou borboleta. c) o excesso de pressão aliviado pela válvula deve ser descarregado de forma visível.19 Bombas acopladas a motores de rotação variável devem ser providas de válvulas de alívio. a pressão máxima da bomba não deve ultrapassar 20% acima da sua pressão nominal. as características de vazão e pressão das bombas devem atender às exigências seguintes: a) bombas centrífugas horizontais de sucção frontal e turbinas verticais: .sem vazão. esta deve manter uma pressão mínima de 65% de sua pressão nominal. a pressão máxima da bomba não deve ultrapassar 40% acima de sua pressão nominal. . Na saída da válvula de alívio não deve existir acúmulo de água. f) os diâmetros nominais da válvula de alívio e da tubulação de descarga para receber a água proveniente da válvula não devem ser inferiores aos indicados na Tabela B-3. b) redução concêntrica ligada diretamente na descarga da bomba.a 150% da vazão nominal da bomba. B-2. e) não podem ser instaladas válvulas de bloqueio na entrada ou na descarga da válvula de alívio. deve ser instalada tubulação de diâmetro nominal imediatamente maior. tipo mola. Caso a tubulação de descarga empregue mais de uma curva. sem provocar respingos que venham a molhar o piso da casa de bombas.

NBR 10897:2004 77 Figura B-5 – Demonstração gráfica das curvas características das bombas Figura B-6 – Gráfico para a curva da bomba conforme dados de ensaio .

2 O circuito elétrico. B-3. deve ocorrer quando a pressão na tubulação geral baixar a um valor nunca inferior a 80% da pressão da bomba.3.25.31 Anualmente deve ser efetuado um ensaio de desempenho das bombas. o desligamento geral de energia das demais instalações da propriedade. além da bomba de pressurização mencionada em B-2. -partida em manual ou painel desligado. B-2. B-3. através do dispositivo mencionado em B-2. reproduzindo a queda de pressão mencionada em B-2.24 A bomba deve operar na sua capacidade nominal dentro de 30 s após a partida. d)vazão nominal. -falha no sistema (agrupadas em um único sinal as falhas previstas em B-6.1 A rede elétrica para todas as instalações da propriedade deve ser dimensionada para atender também aos conjuntos de bombas do sistema de chuveiros. B-2.26 Devem existir.32 Cada bomba deve possuir uma placa de identificação com as indicações seguintes: a)nome do fabricante.30 Semanalmente devem ser efetuados ensaios de funcionamento das bombas registradas em livro próprio. B-3. sem prejuízo da garantia de funcionamento dos citados conjuntos.28 A parte inferior da câmara de compensação deve ser conectada na tubulação de descarga da bomba. desde que esta seja independente. g)diâmetro ? do rotor. f)rotação. pode ser instalada próxima à descarga da bomba uma câmara de compensação.27 Para evitar que a bomba entre em operação automática pela queda de pressão causada por pequenos e eventuais vazamentos ou por diferenças de temperatura na canalização.78 NBR 10897:2004 B-2. e ser dimensionados para que possam trabalhar simultaneamente a plena carga. estes podem ser ligados na mesma fonte de energia. sem vazão. -falta de fase ou falta de corrente de comando. o painel deve efetuar esta sinalização de forma acústica e visual. meios manuais para dar partida no motor. b)número de série. deve ser instalado em local de vigilância permanente um painel de sinalização óptica e acústica com as indicações seguintes: a) bomba(s) elétrica(s): -bomba funcionando. Na falha de qualquer das fontes. A energia elétrica de um dos dois conjuntos deve ser proveniente de duas fontes diferentes e independentes (ver B-3.25 A partida automática da bomba. e)pressão nominal.29 Para supervisão constante das bombas. c)bomba de pressurização: -bomba funcionando (somente óptica). com tensão suficiente para acionar os conjuntos de bombas a plena carga.12). h) potência elétrica. -partida em posição manual ou painel desligado. antes das chaves de proteção e partida. de forma a permitir que estes conjuntos trabalhem a plena carga com toda a rede de atividade.5 Em caso de abastecimento de água com dois conjuntos de bombas elétricas. a outra deve ser acionada manualmente.5. através de uma chave reversora instalada no painel. B-2. sem prejuízo de seu funcionamento. no local da bomba. através de um tubo provido de válvula de bloqueio e meios de drenagem. B-2.4). . Em caso de falhas de uma das fontes. após a válvula de retenção. deve estar sempre energizado. B-2. levando-se em consideração o valor da corrente de partida. c)modelo.3 e B-2. B-2. para permitir. B-3 Bombas acionadas por motores elétricos B-3. B-2. de forma a permitir o desligamento geral da energia elétrica das demais instalações da propriedade. b) bomba(s) diesel: -bomba funcionando.3 A fonte de energia elétrica pode ser pública ou privada. B-3. e ter disjuntor independente.4 A energia elétrica deve ser proveniente de duas fontes diferentes e independentes. B-2.

2 (h) deve retornar automaticamente à posição de partida. o qual deve voltar sempre à posição normal. devem ser introduzidos meios de evitar que a água. para limitar a pressão e valores especificados pelo fornecedor do conjunto moto-bomba. penetre no interior do motor. . e) potência. em qualquer hipótese. d) número de série. Quando o acionamento da bomba auxiliar for feito através de correias. b) tipo. após sua utilização. partida com emprego de meios de preaquecimento ou de ar comprimido. através de uma válvula redutora de pressão. durante 6 h ininterruptas. as quais devem ser múltiplas pelas razões descritas em b). resfriamento por meio de ar ou água. podendo operar a plena carga dentro de 15 s após o recebimento do sinal de partida. as restantes possam manter a bomba em funcionamento. para cada 24 h.6 Quando o escapamento do motor eleva-se acima deste. A saída da água de resfriamento deve passar no mínimo a 150 mm acima do bloco do motor e terminar em um ponto onde possa ser observada a sua descarga. inferior à mínima recomendada pelo fornecedor do conjunto moto-bomba para garantir sua partida imediata.NBR 10897:2004 79 B-3. f) rotação g) tensão. B-3. estas devem ser múltiplas para que. i) freqüência.7 O motor elétrico deve possuir uma placa de identificação com as seguintes indicações: a) nome do fabricante. aspiração natural do ar para combustão. B-4. se necessário. condição de operar a plena carga.6 Os cabos aéreos de energia elétrica não devem passar a menos de 6. exceto por ar comprimido. resultante de qualquer condensação da umidade. Devem-se também seguir as recomendações do fornecedor do conjunto moto-bomba quanto ao aquecimento da água e óleo do motor. no local onde for instalado. seja qual for a carga.2 O motor diesel deve atender aos requisitos seguintes: a) b) c) d) e) f) g) h) injeção direta por bomba injetora. B-4.0 m de qualquer abertura de locais não protegidos por chuveiros. não B-4. condição de partir com uma temperatura ambiente de 7°C. h) corrente.3 São aceitáveis os sistemas de refrigeração seguintes: a) por injeção direta de água da bomba para o bloco do motor. conduzido para o lado externo da casa de bomba e isolado convenientemente.1 O motor diesel deve estar situado em local cuja temperatura do ambiente não seja. por meio de ventoinha ou ventilador. vindo a água fria diretamente da bomba através de válvula redutora de pressão. o qual deve manter a rotação nominal dentro dos limites de 10%. B-4. sendo o ventilador acionado diretamente pelo motor ou por correias. as quais devem ser múltiplas pelas razões descritas em b).7 O dispositivo obrigatório de parada manual descrito em B-4.4 A entrada de ar para combustão deve ser provida de filtro. dispor de controlador de rotação. dispor de meio de operação manual. de acordo com a especificação do fornecedor do conjunto moto-bomba.5 O escapamento do motor deve ser provido de silencioso de acordo com as especificações do fornecedor do conjunto moto-bomba. em caso de rompimento de até a metade delas. c) modelo. B-4 Bombas acionadas por motores diesel B-4. por meio de radiador próprio do motor. acionados diretamente pelo motor ou por correias. ou por meio de seu próprio turbocompressor. isto é. B-4. b) c) d) B-4. por trocador de calor. A saída do trocador de calor deve ser projetada de modo que sua descarga possa ser observada. para mais ou menos. à posição que impeça nova partida automática. A água no circuito fechado do motor deve circular por meio de bomba auxiliar acionada pelo próprio motor.

requerido em B-4. se existirem baterias separadas para o arranque manual. A capacidade das baterias deve ser suficiente para efetuar 10 operações de arranque de 15 s. por meio de motor elétrico de arranque. b) dois conjuntos de elementos e gaxetas. B-4.14 Devem existir dois métodos para efetuar o arranque do motor: a) automático.8. B-4. separadas por períodos de repouso de 15 s. B-4. d) número de série. b) manual. f) rotação. cada uma. podendo ser de partida direta. B-4.18 O motor deve ser fornecido com as peças sobressalentes seguintes: a) dois conjuntos de elementos e gaxetas. B-4.11 Na tubulação de alimentação da bomba injetora não podem ser empregados tubos e conexões de material plástico. b) filtro na tubulação de alimentação da bomba injetora. e conter um volume de combustível que mantenha o conjunto moto-bomba operando a plena carga durante 8 h. e) dois bicos injetores. Por ocasião do ensaio deve ser observado o bom funcionamento do sistema de alimentação do combustível e do sistema de resfriamento. O carregador de baterias deve ter capacidade suficiente para recarregar simultaneamente todos os conjuntos de baterias existentes no local. b) tipo.9 Quando existir mais de um motor diesel.17 Para atender à manutenção do motor. d) drenos de ar no sistema de alimentação de combustível.8 O tanque de combustível do motor deve ser montado com o fundo acima da bomba injetora. para filtros de óleo lubrificante. d) um jogo completo de juntas para o motor. . c) meios para evitar a entrada de impurezas na tubulação de alimentação da bomba injetora. ou pelo mesmo motor de arranque do motor diesel. conforme estabelecido em B-2. se o tamanho do motor permitir. B-4. devidamente aterrado. para filtros de óleo combustível. cada um deve ter seu próprio tanque de combustível com a respectiva tubulação de alimentação para bomba injetora.30. ser provido de indicador de nível. e) potência. As baterias devem ser recarregadas sem que haja necessidade de serem removidas de sua posição normal. este deve sempre estar acompanhado de um conjunto padrão de ferramentas. com sistema de flutuação. com as indicações seguintes: a) nome do fabricante.1 O painel de comando para proteção e partida automática do motor elétrico da bomba deve ser selecionado de acordo com a potência em HP do motor. sem recarga.15 A recarga das baterias deve ser feita automaticamente por carregador próprio e exclusivo.19 O motor diesel deve possuir uma placa de identificação. c) modelo. por manivela. O arranque automático deve operar quando ocorrer a queda de pressão hidráulica na tubulação geral de alimentação do sistema de chuveiros e deve possuir um dispositivo para repetir o arranque quando o motor não entrar em funcionamento imediatamente.80 NBR 10897:2004 B-4. deve ser efetuado de modo que o conjunto motobomba funcione durante 30 min no mínimo. guarnições e mangueiras. B-4. Devem existir ainda meios para verificar o estado de carga das baterias. partida em estrela-triângulo ou compensador de partida.16 O ensaio semanal do motor. c) dois conjuntos de correias (quando empregadas). no mínimo. B-4. B-4. B-5 Painel de comando para bombas acionadas por motores elétricos B-5.13 Além do volume de combustível no tanque.10 As conexões da tubulação de alimentação da bomba injetora não podem ser soldadas.12 O sistema de alimentação de combustível do motor deve ser provido de: a) tampão para efetuar limpeza no tanque. B-4. com energia fornecida por baterias com recarga automática. B-4. deve existir na propriedade uma reserva adicional de combustível dentro dos mesmos requisitos.

B-5. quando a tensão elétrica voltar ao seu valor normal.14 Os fusíveis que protegem o circuito elétrico da chave de proteção e partida automática do conjunto da bomba devem ser dimensionados de modo a: a) proteger os cabos de ligação do motor.15 No caso de falha de fase ou baixa tensão. como mencionado em B-2. sem que ocorra abertura do disjuntor.3 A partida automática deve possuir um ciclo de tentativas e pausas de partida.14. que são interligados com o painel de comando. B-5. porém.13 Na porta do painel.11 A tensão de comando do painel não deve exceder 220 V.2 O sistema de partida deve ser do tipo magnético. B-5. 81 B-5. com respectiva ferramenta para remoção e colocação dos fusíveis. e) deve permitir a partida normal do motor. separados por 5 períodos de repouso de no máximo 15 s. B-5. B-6. NH ou disjuntores adequados. permitindo a partida automática e manual do motor com cada jogo de baterias. quando únicas. bem como as réguas de bornes. d) lista de materiais. isto é permitido para efeito de sinalização. b) diagrama da régua de bornes numerada. b) sensor de sobrecorrente do tipo magnético. B-5.16 Não é permitido o uso de relês térmicos no circuito elétrico da chave de proteção e partida automática do conjunto da bomba. B-5. B-5. B-5.NBR 10897:2004 B-5.9 Os motores elétricos com corrente nominal até 200 ampéres devem ser protegidos por fusíveis NH ou disjuntores. B-5.5 O painel deve ser fornecido. Estas lâmpadas devem ser em pares ou. no mínimo. A corrente elétrica de partida . a chave de proteção e partida automática do conjunto da bomba deve desligar-se e retornar automaticamente à posição normal.3 e B-2. deve tocar automaticamente quando surgir um novo evento. junto à chave de proteção e partida automática do conjunto da bomba. A proteção elétrica deve ser feita por fusíveis DIAZED.10 Os disjuntores devem ter as seguintes características elétricas: a) valor de corrente nominal maior que 115% da corrente nominal do motor a plena carga. b) interromper a corrente elétrica a tempo de impedir que circunstâncias anormais possam danificar o motor.6. a proteção deve ser feita somente por disjuntores. deve existir junto ao painel no mínimo um jogo de fusíveis de reserva. B-6.6 Todos os fios e cabos devem ser alinhados de acordo com o diagrama elétrico fornecido. de filamentos duplos. de forma acústica e óptica. Acima deste valor. B-5. e convenientemente protegido contra respingos provenientes desta. d) capacidade de ruptura maior que o valor da corrente de curto-circuito estabelecida no circuito onde é utilizado. falha de partida.2 Deve ter dispositivo de partida automática pela queda da pressão hidráulica na rede do sistema de chuveiros. acusada por pressostato instalado na linha de descarga da bomba.4 O painel deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba.7 Todos os bornes devem ser identificados de acordo com o diagrama elétrico fornecido.8 O alarme acústico do painel não deve ter chave “liga-desliga”. c) dispositivo de abertura em caso de curto-circuito. o painel de comando deve interromper qualquer tentativa adicional de partida e sinalizar.2 a B-6. B-6 Painel de comando para bombas acionadas por motores diesel B-6.3 O período de aceleração do motor não deve exceder 10 s. indicando a ligação dos equipamentos externos. devem ser colocadas lâmpadas indicadoras da disponibilidade de energia elétrica. B-5. Deve ser do tipo que. fixado em 10 períodos de arranque de aproximadamente 15 s.1 Deve ser constituído de um gabinete adequado para abrigar convenientemente os dispositivos e componentes de sinalização acústica e óptica descritos em B-6. c) diagrama elétrico interno. B-5. B-5. B-6.4 A corrente elétrica para as partidas deve ser fornecida por dois jogos de baterias. Caso o motor não dê partida depois de ter completado o ciclo de “tentativas e pausas de partida”. uma vez cancelado por botão de impulso. com o seguinte: a) desenho dimensional e leiaute de componentes.12 Quando forem empregados fusíveis.

A partida manual deve permitir. em operações sucessivas do motor de arranque.14 O alarme acústico do painel não deve ter chave “liga-desliga”. uma para cada jogo de baterias.12 A face frontal do gabinete do painel de comando deve ser dotada das sinalizações ópticas para acusar as situações indicadas a seguir: a) lâmpadas sinalizadoras separadas e um alarme acústico comum para acusar defeitos causados nas condições anormais seguintes: -sistema automático desligado. -baixa pressão na rede de chuveiros (ver Nota).7 Carregador de baterias para bombas acionadas por motores diesel B-7. B-6. depois pelo outro. -nível baixo no reservatório de combustível. o motor dê partida automaticamente. B-6.8 Deve ter dispositivo de parada manual através de botoeira ligada nos circuitos automáticos. -aquecimento excessivo da água de arrefecimento. Nota: A sinalização de baixa pressão na rede de chuveiros deve surgir quando esta pressão cair 30% abaixo da pressão a ser mantida pela bomba de pressurização.82 NBR 10897:2004 deve ser fornecida por um jogo de baterias. B-6. . separadas. de tal modo que. As botoeiras devem ser montadas de modo a não sofrer interferências do pressostato mencionado em B-6.1 O carregador de baterias deve ser duplo automático. -desligamento do motor por excesso de rotação. Deve ser do tipo que. B-7. c) botoeiras separadas para as ações seguintes: .13 O painel de comando deve ser localizado o mais próximo possível do motor da bomba e convenientemente protegido contra respingos provenientes desta. deve tocar automaticamente quando surgir um novo evento. que somente desliga o motor quando as causas que derem partida neste voltarem à posição normal. Este dispositivo deve ser formado por um contator que desliga automaticamente o motor.7 Deve ter dispositivo de partida manual. com acionamento de um alarme acústico no painel de comando.5 Caso um dos jogos de baterias de B-6.parada manual.silenciador do alarme acústico. .9 Concluída a operação de parada manual do motor. para posicioná-lo nas condições seguintes: a) automático: painel em partida automática. uma vez cancelado por botão de impulso. B-6. exceto para as partidas manuais.11 O painel de comando deve ser dotado de uma chave seletora. quando solicitado novamente. B-6.3 deve ser efetuada pelo jogo de baterias que ofereça condições adequadas.teste de lâmpadas. utilizando dois contatores instalados no próprio motor. com flutuação de carga para as baterias serem carregadas no local da casa das bombas. B-6. B-6. -jogo de baterias nº 1 e/ou nº 2 descarregado.2. a seqüência de arranques de B6. -preaquecimento ligado. B. b) manual: painel em partida manual. -baixa pressão de óleo no sistema de lubrificações.2 Deve carregar simultânea e independentemente os dois jogos de baterias. ligados diretamente à alimentação das baterias do motor de arranque. quando esta atingir cerca de 20% acima da nominal. sem intervenção do painel de comando. B-6. indicando: -teste semanal acionado. a operação contínua do conjunto moto-bomba até ele ser desligado manualmente. B-6. As mudanças de um jogo para o outro devem ser automáticas. -falta de tensão de CA no carregador de baterias. também. o painel de comando deve tornar à posição de partida automática. com sinalizações distintas. b) lâmpadas sinalizadoras. -falha na partida automática do motor. B-6. se for o caso.10 Deve ter dispositivo de parada automática por excesso de rotação do motor.4 esteja inoperante ou com sua carga baixa.6 Deve ter dispositivo de partida manual através de duas botoeiras. .

sobretensão ou subtensão.3 Deve determinar o estado de carga de cada jogo de baterias. Os instrumentos devem ter precisão mínima de 5%.10 O carregador de baterias deve ser protegido por fusíveis ou disjuntores adequados. tanto na sua entrada como na sua saída.8 O carregador deve ser dimensionado para trabalhar em um ambiente de 0°C a 50°C. as situações previstas em B-2. em sua tensão nominal. B-7. que não exceda 127 V. por falta de tensão CA. B-7. em um painel de alarme remoto.29. quando houver variação de ± 15% na tensão da rede CA. através de amperímetro e voltímetro montados na face frontal do gabinete que abriga o carregador. com fonte de alimentação independente.4 O carregador de baterias.NBR 10897:2004 83 B-7. B-7. deve ser capaz de alimentar uma bateria completamente descarregada.6 O carregador deve ter dispositivo para sinalização no painel de comando da bomba quando não tiver carregado as baterias adequadamente. B-9 Capacidade efetiva dos reservatórios A capacidade efetiva deve ser calculada em função do tempo mínimo de duração de funcionamento do sistema de chuveiros para cada classe do risco de ocupação. B-7. .5 O carregador deve dar carga a uma bateria completamente descarregada de ate 100% de sua capacidade nominal.7 Durante a partida do motor. a tensão de saída do carregador não deve variar mais que 2% de seu valor nominal. B-7. B-7. o carregador não deve ser afetado pelos transientes de tensão ou sobrecorrente que surgirem. para operação de circuitos que permitam sinalizar. em um período de 24 h. B-8 Painel de sinalização e alarme remoto Os painéis de comando para bombas acionadas por motores elétricos ou diesel devem ser equipados com contatos abertos ou fechados. limitando-se à corrente para que não haja dano às placas da bateria. de forma acústica e óptica.9 Com 50% de sua corrente de saída nominal. instantânea e automaticamente. B-7.

A Tabela C-3 deve ser usada para determinar as freqüências mínimas recomendadas para inspeções. explicar dilúvio Marca Modelo Cada circuito aciona Cada circuito opera alarme de supervisão? acionador de válvula? Sim Não Sim Não Localização e pavimento Marca e modelo Pressão estática Entrada Saída Tempo máximo para acionamento __min. Todos os problemas devem ser resolvidos e o sistema colocado em serviço antes que o instalador se retire da obra. ___seg. Instruções de cuidados e manutenção Edificações atendidas pelo sistema: Marca Modelo Ano de fabricação Tamanho do orifício Quantidade Sim Sim Não Não Sim Sim Não Não Sim Não Temperatura de operação Tubos e conexões Válvula de alarme ou indicador de vazão Tipo de tubo ________________________________________________________________________ Tipo de acessórios ___________________________________________________________________ Alarme Tempo máximo para funcionamento através de dreno de fim de linha Tipo Marca Modelo min seg Funcionamento Pneumático Elétrico Sim Sim Sim Hidráulico Não Não Não Tubulação supervisionada Sim Não Detecção supervisionada Válvula operada através de comando remoto. testes e manutenção. Este registro deve ser preenchido e assinado pelas partes representadas. Instruções sobre componentes do sistema Localização do sistema Chuveiros 2. Tabela C1 . Proprietário Data Endereço Instalação em conformidade com o aceito no projeto Projeto Equipamento usado é aprovado Se não. testes e manutenção de rotina.1 Este Anexo apresenta recomendações para inspeções e testes iniciais de sistemas de chuveiros automáticos e para inspeções. explicar divergências: O responsável pelos equipamentos de combate a incêndios foi Instruído quanto à localização de válvulas de controle e sobre cuidados e manutenção dos novos equipamentos? Se não.Registro de testes e materiais para tubulação aérea REGISTRO DE TESTE E MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO AÉREA PROCEDIMENTO A conclusão dos trabalhos. inspeção e testes. manual ou combinado? Válvulas de Há facilidade de acesso para cada circuito em teste? ação prévia e Se não. explicar: Instruções Foram deixadas no local cópias dos seguintes documentos? 1. deve ser feita pelo instalador e testemunhado pelo representante do proprietário. Vazão (L/min) Teste de válvula redutora de pressão Set point Pressão residual Entrada Saída .84 NBR 10897:2004 Anexo C (informativo) Inspeção Rotineira e Manutenção dos Sistemas de Chuveiros C-1 Geral C-1. Recomenda-se o uso das Tabelas C-1 e C-2 como guias para realização dos testes dos sistemas recém-instalados.

explicar: Sim Sim Sim Sim Na qualidade de instalador da rede de chuveiros. que não deve ser maior que 0. que aberturas em tubulações foram alisadas.1 bars em 24 horas Toda tubulação hidrostaticamente testada a _______ bars por _______ horas Equipamentos funcionam adequadamente Se não. que os procedimentos de soldagem atendem os requisitos desta norma? Soldagem Atesta que a soldagem foi feita por profissional qualificado? Atesta que todos os cuidados foram tomados em acordo com o documentado quanto aos procedimentos de controle de qualidade para assegurar que todos os discos foram retirados. Todos os vazamentos da tubulação aérea devem ser estancados. ou 3. como instalador dos chuveiros. que não deve exceder 0. com válvulas de controle abertas: Nome do instalador Testemunhas Cargo Localização: Sim Não Sim Sim Sim Nº removidos: Sim Não Não Não Não Sim Sim Sim Não Não Não Cortes (discos) Placa de informações hidráulicas Observações Sim Sim Não Não Representante do proprietário (assinatura) Assinaturas Representante do instalador (assinatura) Data Cargo Data Informações adicionais e anotações: . e medir perda de pressão. que as escórias e outros resíduos de soldagem foram removidos. explicar Data de entrega operacional do sistema.4 bars acima da pressão estática maior que 10. Testar tanques de pressão com nível normal de água e de pressão de ar. que os diâmetros internos da tubulação não foram alterados? Atesta que há sistema de controle para assegurar que todos os discos de corte foram removidos Placa de informações foi instalada? Se não.7 bars e medir a perda de pressão. água salgada ou salmoura.2 bar por 2 horas. há amostra de testes? Flanges cegos Se não explicar Nº em uso: Tubulação é soldada? Se SIM: Atesta. Pneumático: Estabelecer pressão do ar de 2.6 bars por 2 horas. ou outros produtos químicos para testes dos sistemas ou interrupção de vazamentos? Testes Leitura da pressão no manômetro próximo à conexão de teste: ________ bar Leitura da pressão residual com dreno de fim de linha completamente aberto: ________ bar Tubulação subterrânea e conexões do sistema foram lavadas internamente antes da conexão com a tubulação de chuveiros Lavado pelo instalador da tubulação subterrânea Se foram usadas buchas em concreto.1 bar em 24 horas. silicato de sódio ou derivados de silicato de sódio.NBR 10897:2004 85 Descrição de teste Hidrostático: O teste hidrostático deve ser feitos a não menos que 13. você garante que não empregou aditivos e produtos químicos corrosivos.

300 L/min por DN250. Explicar Não Testes de vazão Como foi obtida a vazão? Através de qual tipo de abertura? Rede pública Reservatório Bomba de Incêndio Abertura do tubo Sim Não Bocal do hidrante Direcionamento de fluxo de acordo com a norma _________ da (companhia) Se não. até que não haja presença de material estranho nas bolsas de estopa colocadas em uma extremidade aberta da tubulação. e 13. Vazão a não menos de 1500 L/min por tubo DN100. um vazamento adicional de (150ml/min será permitido por hidrante). devem apresentar pouco ou nenhum vazamento. deve ser feita pelo instalador e testemunhado pelo representante do proprietário. explanar Como foi obtida a vazão? Através de que tipo de abertura? Rede pública Reservatório Bomba de incêndio Conexão em Y à flange Abertura do tubo . Um certificado deve ser preenchido e assinado pelas partes representadas. 6. inspeção e testes.86 NBR 10897:2004 Tabela C2 . explicar divergências Sim Sim Não Não O responsável pelos equipamentos de combate a incêndios foi instruído quanto à localização de válvulas de controle e sobre cuidados e manutenção dos novos equipamentos? Instruções Se não. fazer a limpeza com a máxima vazão possível. Se tais vazamentos ocorrerem em poucas junções. explicar Não Limpeza interna da tubulação: deixar que a água flua até que se torne clara como indicado.90 L/h por cada 100 junções.4 bars acima da pressão estática maior que 10. 3300 L/min por tubo DN150. Hidrostático: O teste hidrostático deve ser feitos a não menos que 13. a instalação deverá ser considerada insatisfatória e necessitará reparos. se possuírem acabamento adequado. Sim Vazão de nova tubulação não aparente em conformidade com a norma _______ pela (companhia) Se não.Registro de teste e materiais para tubulação subterrânea REGISTRO DE TESTE E MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO SUBTERRÂNEA PROCEDIMENTO A conclusão dos trabalhos. Descrição de teste Vazamento: gaxetas novas. independentemente do diâmetro da tubulação. Os vazamentos devem estar distribuídos por toda a tubulação. 9.300 L/min por DN300. Proprietário Data Endereço Instalação em conformidade com o aceito no projeto Equipamento usado é aprovado Projeto Se não.6 bars por 2 horas. explicar Sim Não Localização do sistema Edificações atendidas pelo sistema Tipos de tubos e classificação Tipo de junta Tubos e juntas conexões subterrâneas Tubos em conformidade com a norma ____________________ Montagem em conformidade com a norma ________________ Se não. tiras ou outros métodos de Sim acordo com a norma ___________ Se não.000 L/min por tubo DN200. A somatória de vazamentos permitidos acima pode ser incrementada em 30 ml por polegada de diâmetro de válvula por hora (30ml/25mm/hr) para cada válvula metálica isolada pela seção de teste.2 bar por 2 horas. A somatória de vazamentos em tal local não deve exceder 1. explicar Juntas e encaixes precisam de grampo de ancoragem. Se tubulações secas de hidrantes forem testadas com uma válvula principal aberta de modo que os hidrantes fiquem pressurizados. ou 3. Quando não for possível obter a vazão recomendada. Todos os problemas devem ser resolvidos e o sistema colocado em serviço antes que o instalador se retire da obra.

explicar Válvula de controle Rosca de conexões de mangueiras intercambiáveis com as do corpo de bombeiros Data em que a instalação foi entregue em funcionamento Observações Nome do instalador de chuveiros Testes testemunhados por Por representante do proprietário (assinatura) Função Assinaturas Por representante do instalador (assinatura) Função Sim Não Data Data Informações adicionais e anotações .NBR 10897:2004 87 Teste hidrostático Teste de vazamentos Hidrantes Toda tubulação subterrânea testada hidrostaticamente a Conexões ___________ bars por __________ horas Sim Não Somatória total de vazamentos medidos: ___________ L por __________horas Vazamentos permitidos: _________ L por __________horas Números instalados Tipo e marca Todos operam satisfatoriamente Sim Não Válvulas de controle totalmente abertas Sim Não Se não.

C-1-7 Um relatório deve ser emitido a cada inspeção. C-1-6 Para evitar alarmes falsos. ou conforme necessário Inspeção Teste Manutenção . e assinado por responsável técnico. as seguintes providências adicionais são sugeridas: 1) Evacuação do edifício ou parte dele afetada pelo sistema desativado. ou parte dele. indicando qual sistema. ou conforme necessário A cada 5 anos.88 NBR 10897:2004 Tabela C-3 .2 Inspeções. C-1. 2) Colocação de um ou mais vigilantes para identificar princípios de incêndio na área afetada. C-1. o responsável pela rede deve verificar se foram tomadas as seguintes providências: a) Definição da extensão e tempo de duração da desativação. e a cada 10 anos depois Após 50 anos. ou parte dele. c) Notificação da brigada de combate a incêndios. 3) Estabelecimento de um abastecimento de água temporário.Resumo de inspeções. o responsável pela rede deve verificar se foram tomadas as seguintes providências: a) Realização de todos as inspeções e testes necessários para verificar se os sistemas envolvidos estão operacionais. o local que recebe a sinalização do alarme deve ser sempre notificado antes do início dos testes e após sua conclusão. com o ART correspondente. f) Obtenção de todos os materiais e ferramentas necessários para realização do serviço da forma mais rápida possível. foi desativado.4 Todas as desativações programadas devem ser autorizadas pelo responsável pela rede de proteção contra incêndios. e) Preenchimento e uso da etiqueta de desativação. b) Notificação dos supervisores de área e brigada de combate a incêndio que o sistema foi reativado. testes e manutenção em sistemas de chuveiros automáticos ITENS Válvulas de controle (com lacre) Válvulas de controle (com cadeado ou ligadas ao sistema de alarme) Alarmes Manômetros Conexão de inspeção (dreno de fim de linha) Placa de dados Tubulação e conexões Suportes Chuveiros Chuveiros sobressalentes Registro de recalque Alarmes Dreno principal Manômetros Chaves de fluxo Chuveiros – temperatura extra-alta Chuveiros – resposta rápida Chuveiros Lavagem das redes Válvulas Investigação de obstruções C-2 Desativações da proteção C-1. ATIVIDADE FREQÜÊNCIA Semanal Mensal Trimestral Mensal Mensal Trimestral Anual Anual Anual Anual Mensalmente Trimentral/Semestral Anual 5 anos Trimestral 5 anos Após 20 anos. g) Em caso de desativação por mais de 4 horas. C-1. está desativado. b) Inspeção e determinação dos riscos nas áreas ou edifícios envolvidos. Devem ser tomadas medidas adequadas durante as desativações para garantir que os maiores riscos sejam minimizados e o tempo de duração da desativação seja limitado.3 Deve-se usar uma Etiqueta de Desativação do Sistema para indicar que o sistema. e a cada 10 anos depois 5 anos Anualmente. d) Notificação dos supervisores das áreas afetadas. Antes de ser dada a autorização.5 Quando o sistema for novamente ativado. c) Remoção e arquivamento da etiqueta de desativação de sistemas de chuveiros. testes e manutenção de sistemas de chuveiros automáticos podem resultar na desativação da proteção contra incêndios. A etiqueta deve ser fixada em cada registro de recalque do Corpo de Bombeiros e em cada válvula de controle do sistema. 4) Eliminar fontes potenciais de ignição e limitar a quantidade de combustível no local.

todos os chuveiros representados por aquela amostra devem ser substituídos.7 Válvulas C-2.1 Os chuveiros automáticos em serviço há mais de 50 anos devem ser substituídos. vazamentos.1 As tubulações e conexões devem ser inspecionadas anualmente. para verificar se está legível e adequadamente fixada à coluna principal de alimentação (riser).2 Manômetros C-3.5 Dispositivos de alarme C-2.4. operado ou em posição imprópria.NBR 10897:2004 C-2 Inspeções C-2-1 Chuveiros automáticos 89 C-2.1 Cada válvula normalmente aberta deve ser mantida por meio de lacres ou por cadeado.7.3.1.6 Placa de identificação hidráulica C-2. Chuveiros automáticos com elementos de resposta rápida que estejam em serviço há 20 anos devem ser testados.5. C-3. Os que não demonstrarem precisão com uma margem de 3% do fundo de escala. C-2. pendentes. C-2. trancadas com cadeado ou supervisionadas. C.1.2 Manômetros em sistemas de pré-ação e de dilúvio. C-2. os manômetros podem ser inspecionados mensalmente. b) Adequadamente lacradas.3 O estoque de chuveiros automáticos sobressalentes deve ser inspecionado anualmente quanto à quantidade e tipos de chuveiros corretos.3 Suportes C-2. C-3.4 Manômetros C-2.1 Deve ser inspecionada trimestralmente.4.1 Devem ser inspecionados trimestralmente para verificar se não estão danificados. Se um chuveiro da amostra não atender aos requisitos de teste. C-2. C-2.1 Os chuveiros automáticos devem estar livres de corrosão.2.1 Os suportes de tubulações devem ser inspecionados anualmente. e devem estar instalados de acordo com a posição adequada (para cima. d) Sem vazamentos aparentes. Caso aprovados.2 Obstruções à descarga de água devem ser corrigidas imediatamente.1 Devem ser substituídos a cada 5 anos ou testados a cada 5 anos por comparação com manômetros calibrados. Se a supervisão da pressão do ar estiver conectada a um local com presença constante de pessoas.6.2. C-2. devem ser novamente calibrados ou substituídos. e retestados posteriormente a cada 10 anos. ou em parede lateral). A tubulação dos chuveiros automáticos não deve estar sujeita a sobrecargas externas causadas por materiais apoiados ou pendurados nos tubos. C-2.2 As inspeções de válvula devem verificar se as mesmas estão nas seguintes condições: a) Em sua posição normal no sistema (aberta ou fechada).2 Uma amostra representativa de chuveiros é formada por um mínimo de quatro peças. . e) Identificadas. C-2. corrosão e desalinhamento.1. Devem estar em boas condições e livres de danos. Os que estiverem danificados ou soltos devem ser substituídos ou reapertados. corroído. C-2. Qualquer chuveiro deve ser substituído se estiver pintado.1 Os manômetros em sistemas de tubo molhado devem ser inspecionados mensalmente. danificado. devem ser inspecionados semanalmente para assegurar que as pressões normais do ar e da água estejam sendo mantidas.2 Tubulações e conexões C-2. materiais estranhos. ou deve ser eletricamente supervisionada.1.7. c) Acessíveis. Não devem estar danificados ou soltos. escolhendo-se o maior dos dois. ou uma amostragem representativa de uma ou mais áreas deve ser submetida a um laboratório de testes.2.1. ou 1% do número de chuveiros do sistema. os testes devem ser repetidos a cada 10 anos. se existir. para assegurar que estejam em boas condições e que a pressão do abastecimento de água esteja sendo mantida. C-3 Testes C-3-1 Chuveiros automáticos C-3. tinta e danos físicos.

O trabalho deve ser realizado por pessoal qualificado. C-4. C-4. limite de temperatura.3.3. deve-se conduzir uma investigação na tubulação geral e subgeral sempre que forem identificados indícios de que a tubulação esteja bloqueada. O sinal não deve ser resetado em nenhuma posição da válvula exceto na posição normal. modelo. devem ser testados trimestralmente.3 Investigação e prevenção de obstruções C-4.1.3.3. incluindo gongos de alarme mecânicos.1 Chuveiros automáticos C-4.076 mm ou com sacos de papel pequenos. corrosão ou temperaturas superiores a 38o C.3. C-3. C-4. pó. C-4.1.2 Os chuveiros especiais e de resposta rápida devem ser substituídos somente por peças de mesma fabricação. C-4 Manutenção C-4. exceto quando feito pelo fabricante. C. Este teste deve ser repetido toda vez que a válvula for fechada por qualquer motivo. Em válvulas com colunas indicadoras e válvulas gaveta de haste ascendente deve-se voltar um quarto de giro da posição totalmente aberta para evitar emperramento. C-4. C-4. ou receber qualquer tipo de ornamentação.4 Chuveiros automáticos em cabinas de pintura por spray podem ser protegidas dos resíduos de tinta com sacos plásticos com espessura máxima de 0.2 Válvulas C-4. C-3.4 Válvulas C.4. diâmetro do orifício.2 Os testes em alarmes de vazão de água de sistemas de tubo molhado devem ser feitos abrindo-se a conexão de testes (dreno de fim de linha).90 NBR 10897:2004 C-3-3 Alarmes C-3. dispositivos de vazão de água de tipo turbina e pressostatos que fornecem sinais audíveis ou visuais.1. tanto durante as duas primeiras voltas de um volante ou quando a haste da válvula foi movimentada um quinto da distância de sua posição normal.1 Cada válvula de controle deve ser totalmente aberta anualmente e recolocada em sua posição normal.2 Painéis supervisores das válvulas devem ser testados semestralmente. características de resposta térmica e fator K.4. Os sacos devem ser substituídos sempre que houver depósitos ou resíduos acumulados. tinta ou revestimentos. Válvulas com colunas indicadoras devem ser abertas até que seja sentida a soltura ou torção da haste.1.3 Os testes em alarmes de vazão de água em sistemas de pré-ação ou dilúvio devem ser feitos pela conexão de “bypass”.3.5 Chuveiros automáticos não devem ser alterados de nenhuma maneira.1 Para garantir que a tubulação permaneça livre de quaisquer corpos estranhos que possam causar obstrução.1 A substituição dos chuveiros deve ser feita com peças que tenham as mesmas características de desempenho e construção.1 Dispositivos de alarme de vazão de água.3.1 As hastes de operação de válvulas gaveta de haste ascendente devem ser lubrificadas anualmente. A válvula deve então ser completamente fechada e aberta novamente para testar sua operação e distribuir o lubrificante. deve-se realizar a limpeza interna completa da tubulação. . Um sinal distinto deve indicar mudança da posição normal da válvula.3. As bombas de incêndio não devem ser desligadas durante os testes.2 Caso a investigação de obstrução indique a presença de materiais em quantidade suficiente para obstruir os sistemas de chuveiros. indicando que a haste não se separou da válvula. O armário de sobressalentes deve estar em local que não exponha os chuveiros a umidade. C. C-4.2.1.3 O estoque de chuveiros automáticos sobressalentes (nunca menos de 6) deve ser proporcionalmente representativo dos tipos e temperaturas dos chuveiros utilizados.