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V – (CF/88) Art. 175.

Incumbe ao Poder Público, na forma da lei, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, sempre através de licitação, a prestação de serviços públicos. F – (Lei 8997/95). Art. 6º Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo contrato.§ 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso, quando: I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e, II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade. F – O serviço público não tem como requisito de adequação a gratuidade. Ao contrário, a regra é que o delegatário será remunerado por esta prestação pelos próprios usuários do serviço, por meio da cobrança de tarifas. O que a Lei 8.987/95 vem assegurar é a modicidade das tarifas, garantindo um valo acessível a todos. V – Considera-se concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente, mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo determinado (Lei 8.987/95, art. 2º, II). V - As empresas públicas e as sociedades de economia mista têm personalidade jurídica de direito privado, o que, nesse aspecto, as torna diferentes das autarquias, qualificadas como pessoas jurídicas de direito público. F – (Lei 8987/95). Art. 35. Extingue-se a concessão por: I - advento do termo contratual; II - encampação; III - caducidade; IV - rescisão; V - anulação; e VI - falência ou extinção da empresa concessionária e falecimento ou incapacidade do titular, no caso de empresa individual. F – (Lei 8987/95) Art. 9o A tarifa do serviço público concedido será fixada pelo preço da proposta vencedora da licitação e preservada pelas regras de revisão previstas nesta Lei, no edital e no contrato. (...) § 4o Em havendo alteração unilateral do contrato que afete o seu inicial equilíbrio econômico-financeiro, o poder concedente deverá restabelecê-lo, concomitantemente à alteração. V – (Decreto Lei 200/67) Art. 5º. Para os fins dessa lei, considera-se: (...) II - Empresa Pública - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital exclusivo da União, criado por lei para a exploração de atividade econômica que o Governo seja levado a exercer por força de contingência ou de conveniência administrativa podendo revestir-se de qualquer das formas admitidas em direito.

. descontando-se as multas pela má execução do serviço e eventual indenização por danos aos usuários. pelos bens revertidos à Administração e não amortizados. Letra A. de 13 de fevereiro de 1995. 06. Serviço público é toda atividade de oferecimento de utilidade ou comodidade material destinada à satisfação da coletividade em geral que o Estado assume como pertinente a seus deveres e presta por si mesmo ou por quem lhe faça as vezes. mediante ação judicial especialmente intentada para esse fim. 03. a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das sanções contratuais. na modalidade de concorrência. mediante licitação. 2º Para os fins do disposto nesta Lei. Letra E.) IX – o compartilhamento com a Administração Pública de ganhos econômicos efetivos do parceiro privado decorrentes da redução do risco de crédito dos financiamentos utilizados pelo parceiro privado. 27.. Caducidade é a extinção da concessão por inadimplemento do concessionário.) § 3o A assunção do serviço autoriza a ocupação das instalações e a utilização. 38. (Lei 8987/95) Art. (Lei 8997/95) Art. feita pelo poder concedente.. mediante licitação. 04. Extingue-se a concessão por: (.concessão de serviço público: a delegação de sua prestação. (Lei 11. no que couber. Art. Indenização posterior. A inexecução total ou parcial do contrato acarretará. 05. os serviços prestados pela concessionária não poderão ser interrompidos ou paralisados..permissão de serviço público: a delegação. da prestação de serviços públicos. 2º Para os fins do disposto nesta Lei. a título precário. até a decisão judicial transitada em julgado. O contrato de concessão poderá ser rescindido por iniciativa da concessionária. Letra E. considera-se: (. é uma sanção que deverá estar prevista no contrato.. Na hipótese prevista no caput deste artigo. por sua conta e risco e por prazo determinado. 39. Letra B.) II . Letra B. pelo poder concedente. no caso de descumprimento das normas contratuais pelo poder concedente. Ao concessionário deve ser garantido o direito ao cont/raditório e a ampla defesa. 35. Letra A. sob um regime de Direito Público.. por sua conta e risco. 08. Art. 09.) IV . (Lei 8987/95) Art.079). Letra C.02. considera-se: (. Art. Parágrafo único. feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que demonstre capacidade para seu desempenho. Item I: Art. 5º As cláusulas dos contratos de parceria público-privada atenderão ao disposto no art. de todos os bens reversíveis. e as normas convencionadas entre as partes. Letra C.987.. à pessoa jurídica ou consórcio de empresas que demonstre capacidade para seu desempenho. a critério do poder concedente. 8º As obrigações pecuniárias contraídas pela Administração Pública em contrato de parceria público-privada poderão ser garantidas mediante: . devendo também prever: (. respeitadas as disposições deste artigo.. 07. 23 da Lei no8. do art.

de 13 de fevereiro de 1995. efetuar o pagamento da contraprestação relativa a parcela fruível do serviço objeto do contrato de parceria público-privada.987. VI – outros mecanismos admitidos em lei. 167 da Constituição Federal.) § 2o Os contratos poderão prever adicionalmente: I – os requisitos e condições em que o parceiro público autorizará a transferência do controle da sociedade de propósito específico para os seus financiadores. observado o disposto no inciso IV do art. III – outorga de direitos em face da Administração Pública. devendo também prever (. III – contratação de seguro-garantia com as companhias seguradoras que não sejam controladas pelo Poder Público. II – a possibilidade de emissão de empenho em nome dos financiadores do projeto em relação às obrigações pecuniárias da Administração Pública. quando realizado durante a fase dos investimentos a cargo do parceiro privado.079) Art. nos termos do contrato. V – outros meios admitidos em lei. IV – outorga de direitos sobre bens públicos dominicais. § 2o O aporte de recursos de que trata o § 2o do art. deverá guardar proporcionalidade com as etapas efetivamente executadas.. 7o A contraprestação da Administração Pública será obrigatoriamente precedida da disponibilização do serviço objeto do contrato de parceria público-privada. de 13 de fevereiro de 1995.. não se aplicando para este efeito o previsto no inciso I do parágrafo único do art. II – cessão de créditos não tributários. 6o. Item IV: (Lei 11. . 27 da Lei no 8. no que couber.079/04) Art. III – a legitimidade dos financiadores do projeto para receber indenizações por extinção antecipada do contrato. 5º As cláusulas dos contratos de parceria público-privada atenderão ao disposto no art. com o objetivo de promover a sua reestruturação financeira e assegurar a continuidade da prestação dos serviços. V – garantias prestadas por fundo garantidor ou empresa estatal criada para essa finalidade.987. Item II: Art. bem como pagamentos efetuados pelos fundos e empresas estatais garantidores de parcerias público-privadas. 23 da Lei no 8.I – vinculação de receitas. Item III: (Lei 11. § 1o É facultado à administração pública. II – instituição ou utilização de fundos especiais previstos em lei. IV – garantia prestada por organismos internacionais ou instituições financeiras que não sejam controladas pelo Poder Público. 6º A contraprestação da Administração Pública nos contratos de parceria público-privada poderá ser feita por: I – ordem bancária.

conforme definidos em lei. § 4o É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada: I – cujo valor do contrato seja inferior a R$ 20. Letra C. de sociedade de economia mista e de fundação. Item IV: (CR/88) Art.Item V: (lei 11. 173.. têm a competência para o exercício de forma descentralizada de atividades administrativas. da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços. § 4º . 2º Parceria público-privada é o contrato administrativo de concessão. publicidade e eficiência e. Letra B.00 (vinte milhões de reais). . (Di Pietro) 12.a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas. Conceito de Administração indireta: conjunto de pessoas administrativas (autarquias. comerciais. Item II: (CR/88) Art. 173. dispondo sobre: II . Letra D. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros.000.. trabalhistas e tributários. definir as áreas de sua atuação. II – cujo período de prestação do serviço seja inferior a 5 (cinco) anos.A lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados. (lei 11. o fornecimento e instalação de equipamentos ou a execução de obra pública. a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo. Art. também. neste último caso. Item I: (CR/88) Art. 37 A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. ou III – que tenha como objeto único o fornecimento de mão-de-obra. 173. fundações. ao seguinte: (. cabendo à lei complementar. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. dos Estados. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição. 14. moralidade. mediante mútua colaboração.somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. impessoalidade. sociedades de economia mista e empresas públicas) que. vinculadas à Administração Direta. 11. 10. Item III: (CR/88) Art. 13. § 1º A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública. § 3o As concessões patrocinadas em que mais de 70% (setenta por cento) da remuneração do parceiro privado for paga pela Administração Pública dependerão de autorização legislativa específica. na modalidade patrocinada ou administrativa. 10. § 2º As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.079/04) Art.000. 173. Conceito: convênio administrativo é uma forma de ajuste entre o Poder Público e entidades públicas ou privadas para a realização de objetivos de interesse comum.) XIX . Letra A. Letra E.079/04) Art.