Universidade Federal de Uberlândia Física Experimental I: GQL 002 Professor: Cristiano Guarany

Associação de molas

Equipe: Jehorgyelly Nunes Fenandes Laís Cristina Ferreira Sousa Marcela Nunes Ferreira Monike Mara Rodrigues Tricya Teles Barros

2011

.Universidade Federal de Uberlândia Terceira Turma de Licenciatura em Química – QB Experimento: Difração e Interferência Equipe: Jehorgyelly Nunes Fenandes Laís Cristina Ferreira Sousa Marcela Nunes Ferreira Monike Mara Rodrigues Tricya Teles Barros Experimento realizado dia 19/04/2011.

INDICE .

RESUMO .

Essas emissões são conhecidas. é emitida quando os átomos de um elemento sofrem uma transição para um estado quântico de menor energia. por radiações ou ondas eletromagnéticas. a intensidade da onda resultante naquele ponto pode ser m a i o r o u me n o r q u e a intensidade de qualquer uma das duas ondas. e c o m o t a l . P a r a i s s o e l e d e mo n s t r o u q u e a l u z s o f r e interferência de ondas luminosas. a teoria de Huyguens era matematicamente mais simples e permanece útil até hoje. Difração é o desvio ou espalhamento de ondas que encontram um objeto (um obstáculo ou uma abertura) em seu caminho. quanto destrutiva. A interferência pode ser tanto construtiva. desenvolvida mais tarde. e estão contidas em uma grande faixa. . geradas a partir de duas fontes. o s á t o m o s agem em conjunto para produzir uma luz com várias características especiais. que está dividida de acordo com algumas características físicas peculiares. A luz do laser como de uma lâmpada comum. ( HA L L I DA Y. genericamente. Em um l a s e r . a l u z s o f r e i n t e r f e r ê n c i a e difração. Para a difração acontecer o tamanho do objeto deve ser da ordem de grandeza do comprimento das ondas incidente. a difração geralmente não é o b s e r va d a e o o b j e t o projeta uma sombra bem definida. quando o comprimento for muito menor do que o tamanho do objeto. (HALLIDAY. RE S NI CK & KRANE. 2004) U m a ve z a p r e s e n t a n d o p r o p r i e d a d e s o n d u l a t ó r i a s . 2005). t e m algumas características que a identificam plenamente. de mesma característica. E m 1 8 0 1 . se sobrepõem em um ponto do espaço. Embora muito menos completa que a teoria eletromagnética de Maxwell. RESNICK & WALKER. Um exemplo de fonte de luz é o laser. em 1678.INTRODUÇÃO A primeira pessoa a apresentar uma teoria ondulatória convincente para a luz foi o físico holandês Christian Huyguens. O efeito de interferência ocorre quando ondas distintas. A l u z p o d e s e r d e s c r i t a c o m o u ma e m i s s ã o e l e t r o ma g n é t i c a . quando a resultante da intensidade é maior que as intensidades individuais. Th o ma s Y o u n g p r o vo u q u e a l u z é u ma o n d a . a o c o n t r á r i o d o q u e p e n s a va m mu i t o s c i e n t i s t a s d a é p o c a . quando a resultante de intensidade é menor que as intensidades individuais. p o r é m ao contrário do que acontece em outras fontes l u mi n o s a s .

(HALLIDAY RESNICKWALKER. é coerente. 2004) .A luz de um laser é monocromática ( tem comprimento de onda bem definido). direcional (diverge menos do que o feixe de luz produzido por uma lâmpada comum) e pode ser focalizada em uma região muito pequena.

OBJETIVO .

PARTE EXPERIMENTAL Material utilizado: Paquímetro (Mitutoyo) Trena (Stanley) Laser (Power Stupply Peywe λ=632.8nm) Papel Sulfite Anteparo Método .

RESULTADOS E DICUSSÕES .

CONCLUSÃO .

KRANE. 55-56. 63-64. 228-230 HALLIDAY. Física 4. Jearl. Robert. LTC. 2004. 76. 6. p. 182-184 . 145. David. 52. LTC. Rio deJaneiro. p. ed. Fundamentos da Física. RESNICK. RESNICK. Kenneth S. ed.Rio de Janeiro. 2005.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HALLIDAY. David. WALKER. 87. 5. Robert.

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