Redes Industriais

Aula 1: Definições Principais

Sumário
• Introdução

Topologia de redes

Tecnologia de comunicação

Algoritmo de acesso ao barramento

Automação Industrial

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Introdução
Revisão: Pirâmide da Automação
Gestão e planejamento dos recursos da empresa. Gerenciamento dos custos e da produção

PIMS / MES

Gestão

SCADA

Supervisão

Supervisão processo

operacional

do

CLP

Controladores

Equipamentos que executam o controle automático da planta Componentes de medição e atuação na planta
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Sensores, atuadores

Instrumentação

Introdução
Redes de Comunicação
• Interligação de computadores

• Integração dos computadores aos CLP’s

• Integração dos CLP’s com os instrumentos de campo

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Introdução
Redes Determinísticas
• Transmissão de dados em intervalos de tempo determinados

Redes Probabilísticas
• Não garantia da transmissão em tempo real

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Topologia de Redes
Disposição construtiva na qual os dispositivos estão conectados em redes de comunicação. Quatro tipos de topologia: • Ponto a Ponto • Barramento • Anel • Estrela

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Topologia de Redes
Ponto a Ponto
• Comunicação entre dois ou mais dispositivos conectados entre si.

• Topologia pouco utilizada pois a falha de um dispositivo interrompe a comunicação. • Aplicável principalmente em comunicações provisórias ou dedicadas.
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Topologia de Redes
Barramento
• Compartilhamento dos dispositivos através de um tronco comum

• Alto poder de expansão e não interrompe a comunicação se um dispositivo falhar
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Topologia de Redes
Anel
• Arquitetura ponto a ponto fechando o último segmento ao primeiro

• Limitação de expansão • Interrupção da comunicação para adicionar outros nós • Havendo comunicação nos 2 sentidos, um nó com falha não interfere na rede • Não oferece um ponto de gestão central da rede
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Topologia de Redes
Estrela
• Utiliza um nó central para a gestão da comunicação

• Falha nos dispositivos não interrompem a comunicação, à exceção do terminador. • Necessidade de redundância
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Tecnologia de Comunicação
Determina a forma de gerenciamento entre os pontos de comunicação da rede referente à comunicação de dados • Mestre-Escravo

• Multimestre

• Peer to Peer

• Produtor - Consumidor

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Tecnologia de Comunicação
Mestre-Escravo
• Um mestre, múltiplos escravos • Dispositivos escravos trocam dados apenas com o Mestre • Dados de E/S (Mensagens Implícitas) são predominantes neste tipo de comunicação

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Tecnologia de Comunicação
Multimestre
• Mais de um mestre • Cada mestre tem seu próprio conjunto de escravos • Dispositivos escravos apenas trocam dados com seus mestres • Dados de E/S (Mensagens Implícitas) também predominam neste tipo de comunicação

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Tecnologia de Comunicação
Peer to Peer
• Dados são enviados varias vezes para cada destino especificamente. Ação sincronizada entre os nós é muito difícil uma vez que os dados chegam aos nós em momentos diferentes • Dispositivos enquadrados numa mesma categoria livres para tomar iniciativa de comunicação • Dispositivos podem trocar dados com mais de um dispositivo ou múltiplas trocas com um mesmo dispositivo • Mensagens Explícitas (configuração) predominam neste tipo de comunicação

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Tecnologia de Comunicação
Produtor-Consumidor
• Os dados possuem um identificador único, origem e destino. • Os nós podem ser sincronizados • Nós produtores podem transmitir para nós consumidores • Economia na transmissão de dados • Transmissão determinística: tempo para entrega dos dados é independente do numero de dispositivos solicitantes. Não trabalha com varredura.

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Tecnologia de Comunicação
Produtor-Consumidor

• Mensagem #1 Referência de posição do sensor transmitida em multicast aos CTRL1, 2 e IHM • Mensagem #2 Comando de velocidade do CTRL1 transmitido simultaneamente aos 3 drives e IHM
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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Definições
• Procedimento para acessar as informações da rede Cinco tipos de topologia: • CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Colision Detection ) • Tokin Passing • Cíclica • Mudança de Estado • CTDMA (Concurrent Time Division Multiple Access)

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
CSMA/CD
• Dispositivo começa a transmitir os dados assim que detecta que o canal esta disponível • Caso os dois dispositivos tentem transmitir simultaneamente, haverá uma colisão, que pode ser detectada. Neste caso, a transmissão é abortada com tentativa de retransmissão posterior
emissor
receptor

emissor

emissor
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Algoritmo de Acesso ao Barramento
CSMA/CD
• Métodos de acesso CSMA convencionais: tempo de reação não pode ser exatamente determinado (não determinismo) • Não se sabe à priori: – se haverão colisões; – quantas colisões seguidas podem ocorrer; – o tempo (aleatório) de espera em caso de colisão.

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
CSMA/CD
Probabilidade de colisão

Tráfego x número estações
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Algoritmo de Acesso ao Barramento
CTDMA
• Baseado em alocação fixa de acesso • Alocam o meio às estações por determinados intervalos de tempo, independentemente de haver ou não necessidade de acesso • Cada dispositivo tem um tempo fixo para acessar a rede • O CTDMA regula a oportunidade de transmitir de cada nó em intervalos de tempo ajustáveis chamados NUT (Network Update Time). • Acesso determinístico

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Toking Passing
• A rede física tem topologia em anel • Token (ficha) determina o tempo que cada dispositivo tem para a transmissão • Uma vez que o dispositivo termina a transmissão, o token é liberado para outro no acessar a rede para a transmissão

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Toking Passing – Anel Físico
Padrão IEEE - Toking Ring
Estação

TAP
Interface p/ anel anel unidirecional

Token

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Toking Passing – Anel Lógico
Padrão IEEE - Toking Bus

receptor

ficha

emissor
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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Cíclica
• Dispositivos produzem dados a uma taxa configurada pelo usuário • Os dados são transferidos numa taxa adequada ao dispositivo/aplicação • Recursos podem ser preservados p/ dispositivos com alta variação • Melhor determinismo • Compatível com Mestre/Escravo, Multimestre, Peer-to-Peer e Multicast

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Algoritmo de Acesso ao Barramento
Mudança de Estado
• Dispositivos produzem dados apenas quando têm seu estado alterado • Sinal em segundo plano transmitido ciclicamente para confirmar que o dispositivo está ok. • Reduz significativamente o tráfego da rede • Recursos não são desperdiçados processando-se dados antigos

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Redes Industriais
Aula 2: Protocolos e Modelo OSI

Sumário
• Modelo de Referência OSI

Protocolos de Comunicação

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Modelo de Referência OSI
7 camadas OSI: Open System Interconnection
Camada 1: Física Camada 2: Enlace Camada 3: Rede Camada 4: Transporte Camada 5: Sessão Camada 6: Apresentação Camada 7: Aplicação
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Modelo de Referência OSI
Camadas OSI

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Modelo de Referência OSI
1) Camada Física
• Lida com a transmissão pura de bits • Níveis de tensão • Duração de um bit • Taxa de transmissão, transmissão mono ou bi-direcional • Número de pinos • Construção dos conectores

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Modelo de Referência OSI
1) Camada Física
Modos de Operação
Simplex: Só uma direção Half Duplex: Transmissão em ambas as direções não simultâneas. Full Duplex: Transmissão em ambas as direções simultâneas

Forma de Envio
Paralela: Várias linhas. Todas referenciadas a um terra comum. Bom para curtas distâncias. Serial: Uma linha composta de um par de fios. Usa diferença de potencial entre fios como sinal. Bom para longas distâncias e mais barato

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Modelo de Referência OSI
1) Camada Física
Exemplo: Interface Serial Padrão RS-232 +3V a +15V Comunicação serial até 20m Padrão RS-485, RS-422 +5V a +5V Comunicação serial até 1200m

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Modelo de Referência OSI
2) Camada de Enlace de Dados
• Tornar o meio físico livre de erros • Detecção e correção de erros • Quadros com informação + bits de verificação • Criar e reconhecer limites dos quadros

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Modelo de Referência OSI
3) Camada de Rede
• Roteamento da informação da origem ao destino • Controle de congestionamentos • Permitir conexão de redes heterogêneas: tradução de protocolo, endereçamento, conformação tamanho pacotes

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Modelo de Referência OSI
4) Camada de Transporte
• Divide mensagem em pedaços menores, envia à camada de rede e remonta no destino. Transição entre camadas de rede e sessão. • É a parte central de toda a hierarquia de protocolos. Deve realizar o transporte econômico e confiável de dados, independente da rede física ou das redes atualmente em uso. • Fluxo de mensagens: controle de fluxo, ordenação dos pacotes e geração de informação de recebimento (acknowledge), informando que o pacote foi recebido com sucesso. • Exemplo: TCP (Transmission Control Protocol)
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Modelo de Referência OSI
5) Camada de Sessão
• Determina o inicio e o final da comunicação entre dois dispositivos. • Gerenciamento de destinatário e remetente. • Ponto de sincronização: permite a retomada da transmissão de dados muito extensos (volta a transmitir do último ponto de sincronização confirmado) • Oferece mecanismos que permitem estruturar os circuitos oferecidos pelo nível de transporte

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Modelo de Referência OSI
6) Camada de Apresentação
• Formatação dos dados. • Realizar transformação adequada nos dados antes de entregar ao nível de sessão • Transformações típicas: compressão de dados e criptografia.

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Modelo de Referência OSI
7) Camada de Aplicação
• Oferece aos processos de aplicação os meios para que estes utilizem os recursos OSI • Integração dispositivo com usuário. • Define funções de gerência e mecanismos de suporte à construção de aplicações distribuídas • Ex: HTTP, IMAP, Telnet, SIP, BitTorrent, Ping, etc

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Modelo de Referência OSI
Resumo das Camadas
1) Física: Comunicação ponto-a-ponto 2) Enlace: Fornece os meios para conexão e verifica erros 3) Rede: Rotemento e controle de tráfego 4) Transporte: Qualidade na entrega e recebimento dos dados 5) Sessão: Controle da comunicação e gerenciamento da conexão 6) Apresentação: Conversão de dados 7) Aplicação: Interface com o programa usuário
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Protocolos de Comunicação
Definições
• Conjunto de regras p/ comunicação digital • Idioma da rede. Dispositivo transmissor necessita ser compreendido pelo receptor • Cada fabricante tem seus próprios padrões • Esforço internacional para padronização • Dificuldades p/ atender todas as aplicações • Tendência: Diversos padrões numa mesma fabrica

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Protocolos de Comunicação
Alguns protocolos bastante utilizados
• Modbus • CAN • Foundation Fieldbus • Profibus • Controlnet • Ethernet

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Protocolos de Comunicação
Modbus
• O protocolo ModBus foi criado em 1978 pela Modicon (hoje Schneider Automation). • ModBus é um protocolo proprietário da Schneider Automation. No entanto, a Schneider Automation optou por uma licença sem royalties e as especificações do protocolo estão disponíveis em seu web-site gratuitamente. • O protocolo visava originalmente implementar uma maneira simples de transferir dados entre controladores, sensores e atuadores usando, por exemplo, uma porta RS232.

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Protocolos de Comunicação
Modbus
• É um dos protocolos mais utilizados na industria. • ModBus é uma estrutura de troca de mensagens usada para comunicação tipo mestre/escravos entre dispositivos inteligentes. • Como o protocolo ModBus é somente uma estrutura de troca de mensagens, ele é independente da camada física subjacente. • Algumas variantes do protocolo original foram criadas posteriormente, tais como o Modbus Plus, protocolo de maior velocidade baseado em token passing.

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Protocolos de Comunicação
Modbus
• Utilizado para comunicação com e entre CLPs. • Usualmente utilizado sobre RS-232, RS-485 ou, ultimamente, Ethernet, sobre uma variedade de meios de transmissão (fibra, rádio, celular, etc.). • Arquitetura mestre/escravo, de fácil implementação e com CRC (Cyclical Redundancy Check) para verificação de dados, em modo de transmissão RTU (Remote Terminal Unit)

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Protocolos de Comunicação
CAN – Controller Area Network
• Desenvolvido pela Bosch para automóveis • Padronizado pela ISO 11898: camada física e camada de enlace • Comunicação serial até 1Mbps e até 1km. • Sinalização diferencial em par trançado • Sem endereçamento, utilização de broadcast • Base do protocolo DeviceNet – Rockwell Automation

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Protocolos de Comunicação
CAN – Controller Area Network
• Priorização de mensagens e flexibilidade de configuração • Arquitetura produtor-consumidor: DeviceNet • Detecção e sinalização de erro (CRC) • Distinção entre erros provisórios e falhas permanentes dos nós • Retransmissão automática de mensagens corrompidas

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Protocolos de Comunicação
Redes FieldBus – Barramento de Campo
• Solução de comunicação para os níveis hierárquicos mais baixos dentro da hierarquia fabril. • Interconecta dispositivos primários de automação (Sensores, atuadores, chaves, etc.) e os dispositivos de controle de nível imediatamente superior (CLP, CNC, RC, PC, etc.).

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Protocolos de Comunicação
Foundation FieldBus
Vantagens • Redução do cabeamento, painéis, borneiras, fontes alimentação, conversores e espaço na sala de controle. • Interoperabilidade • Visão expandida do processo • Opções de segurança intrínseca • Grande capacidade de diagnóstico dos instrumentos e facilidade de manutenção • Redução dos custos de engenharia, instalação e manutenção
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de

Protocolos de Comunicação
Foundation FieldBus
• Protocolo que possui dois tipos de aplicações: H1 e HSE • H1: Interconecta dispositivos de campo • HSE (High Speed Ethernet): Integração de controladores de alta velocidade, subsistemas H1, servidores e estações de trabalho

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Protocolos de Comunicação
Foundation FieldBus

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Protocolos de Comunicação
Foundation FieldBus

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Protocolos de Comunicação
Profibus – Process FieldBus
• É uma rede para a interligação de instrumentos analógicos de campo tais como transmissores de pressão, vazão, temperatura, etc.

• O Profibus possui uma grande fatia do mercado de barramentos de campo Fieldbus. • Profibus foi desenvolvido na Alemanha, inicialmente pela Siemens em conjunto com a Bosch e Klockner-Moeller em 1987. Posteriormente, grupo de 13 empresas e 5 centros de pesquisa propuseram alterações nas camadas Física e Enlace e definiram a camada de Aplicação.

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Protocolos de Comunicação
Profibus – Process FieldBus
• A camada física do PROFIBUS baseia-se no padrão EIA (Electronic Industries Association) RS-485. • Topologia barramento, utilizando como meio um par trançado blindado. • Fibras óticas podem ser utilizadas para grandes distâncias e áreas com forte interferência eletromagnética. • Permite a interligação de até 32 elementos por segmento. São permitidos até 4 segmentos, totalizando um máximo de 128 estações. • Taxas de transmissão: 9.6, 19.2, 93.75, 187.5, 500 Kbps, 1.5 Mbps, 12 Mbps.
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Protocolos de Comunicação
Profibus A camada de enlace
• O Profibus combina dois métodos determinísticos de acesso ao meio: Mestre-Escravo e Token-Passing.
anel lógico
Mestre 1 Mestre 2

token

Escravo 1

Escravo 2

Escravo 3

Escravo N

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Protocolos de Comunicação
Profibus
• PROFIBUS-DP (Decentrallised Periphery) Indicada para o chão de fábrica, onde há um volume de informações grande e há a necessidade de uma alta velocidade de comunicação para que os eventos sejam tratados num tempo adequado. • PROFIBUS-FMS (Fieldbus Message Specification) Evolução do Profibus DP e destina-se a comunicação ao nível de células (nível onde se encontram os PLCs). Pode suportar o volume de dados até o nível gerencial, mesmo que isso não seja indicado. • PROFIBUS-PA (Process Automation) Versão mais moderna do Profibus. Dados podem trafegar pela mesma linha física da alimentação, economizando cabos e custo de instalação. Alta segurança, podendo ser usado em áreas classificadas
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Protocolos de Comunicação
Profibus

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Protocolos de Comunicação
ControlNet
ControlNet International é uma organização independente criada em 1997 que mantém e distribui a especificação ControlNet e gerencia os esforços de marketing dos membros associados.

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Protocolos de Comunicação
ControlNet
• Onde usar: níveis intermediários (célula, área)

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Protocolos de Comunicação
ControlNet Camada Física
• • • • Topologias: barramento, árvore, estrela Taxa transmissão: 5 Mbps Estações endereçáveis: até 99 Distâncias: Cabo coaxial RG-6: 1.000 m com 2 nós, 500 m com 32 nós, 250 m com 48 nós (sem repetidores), máximo de 5.000 m com 5 repetidores Fibra: 3.000 m sem repetidores, até 30 km com 5 repetidores

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Protocolos de Comunicação
ControlNet Camada de Enlace
• Controle de erros no frame por CRC • Campo de dados com até 510 bytes. • MAC (Media Acces Control): CTDMA: regula a oportunidade de transmitir de cada nó em intervalos de tempo ajustáveis chamados NUT (Network Update Time). A menor NUT é de 2ms.

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Protocolos de Comunicação
ControlNet
• Informações com restrições temporais são enviadas na parte escalonada da NUT. Dados sem restrições temporais (ex.: Dados de configuração) são enviados nos intervalos restantes de tempo.

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Protocolos de Comunicação
ControlNet Camada de aplicação
– Orientação a objetos – Modos de comunicação: • Mestre/Escravo • Multi-Master • Peer-to-Peer • Produtor/consumidor – Leitura de dados: • Mudança de estado • Cíclico / Varredura

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Protocolos de Comunicação
Ethernet
• Origem: rede Ethernet (Xerox, 1976). • Ethernet original: protocolo CSMA/CD, cabo coaxial de 1000 metros de comprimento, taxa de transmissão de 3 Mbps, até 100 estações conectadas. • Xerox, DEC e Intel definiram um padrão de fato para uma rede Ethernet, com taxa de transmissão de 10 Mbps. • Parâmetros iniciais da norma: canal de 10 Mbps em banda de base, cabo coaxial de 50 ohms, comprimento máximo de 500 m. • Tem como desvantagem o método não determinista de acesso ao meio (CSMA/CD). • Topologias de barramento e estrela.
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Protocolos de Comunicação

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Protocolos de Comunicação

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Protocolos de Comunicação
Outros Protocolos
• Hart • AS-Interface • Interbus • LonWorks • OPC • Etc, etc ...

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