03/09/13

Capítulo IX | Defensiva

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SUSPENSÃO

Luiz Fonseca
Direção Defensiva
Treinamento, Consultoria e Auditoria em Direção Defensiva
Cursos voltados ao público em geral, pessoa física ou jurídica, na condução segura do veículo, com atendimento em local próprio ou in company.

(11) 5561-4599 (11) 3657-8947
AMORTECEDORES
direcao@defensiva.com.br

São peças que absorvem o movimento da suspensão, evitando que o veículo pule após passar sobre algum obstáculo. Baseado em dutos restritos de óleo que correm internamente em baixa velocidade , impede a livre corrida da suspensão para cima e para baixo .
MOLAS

SIPAT
A Defensiva promove cursos, palestras, workshops e outras dinâmicas para Empresas. Promova a Direção Defensiva e faça do seu evento um sucesso n a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho !
S aib a mais

Absorvem a movimentação da suspensão, permitindo que as rodas subam e desçam livremente.
BUCHAS E BORRACHAS

Permitem a movimentação da suspensão absorvendo os choques, ruídos e movimentações.
BRAÇOS ARTICULADOS

Vídeos

São barras e bandejas que prendem as rodas à estrutura do veículo sem impedir sua movimentação.
RODAGEM RODAS

Vídeos instrutiv os para uma direç ão mais segura.

Estruturas metálicas ( em aço estampado ou liga leve ) que suportam os pneus. São fabricadas em variados tamanhos para
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Simulador
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03/09/13 Capítulo IX | Defensiva suportar tipos diferentes de pneus. Outros recursos normalmente usado servem como apoio aos sistemas de freios mas só estes efetivamente diminuem a velocidade do veículo . São os sistemas para diminuição de velocidade do seu veículo. FREIOS A TAMBOR Primeiro sistema confiável de freios.. Os pneus exigiriam um capítulo à parte.com. Muito pouco eficientes e confiáveis. consiste de uma grande “panela” afixada à roda do veículo com sapatas internas em amianto ( também chamadas de lonas de freio ) que pressionam a panela ( também chamada de tambor).. logo deixaram de ser utilizados. Você terá uma quantidade enorme de informações muito úteis ! FREIOS Situaç ões reais de trânsito c om toda a seguranç a. O estado de conservação do sistema é de suma importância já que envolve o item mais importante da segurança do veículo . Saiba mais.br/?page_id=844 2/8 . com mantas de lona e de aço para oferecer estrutura. FREIOS POR CINTA Os primeiros sistemas de freio consistiam de cintas de couro aplicadas a tambores fixados nas rodas dos veículos. PNEUS Estruturas de compostos de borrachas e carvão. mas vou indicar-lhes a procura no site da Pirelli a home page chamada “Universidade dos Pneus ”. FREIOS A DISCO defensiva.

defensiva. FREIOS AUTO AJUSTÁVEIS Os sistemas mais modernos de freios têm ajuste automático para que mantenham sempre a mesma eficiência. DISTRIBUIDOR O distribuidor é um aparelho que distribui a faísca para cada cilindro na hora da explosão. outro transformador de carga elétrica. inicialmente em aviação. sistema de fechamento centralizado ( trio elétrico ). seu peso se transfere para a frente. quando ligamos nosso veículo. um aparelho antigo de geração de centelha por contato ou pode ser uma ignição eletrônica. Recebendo a descarga elétrica da bobina.03/09/13 Capítulo IX | Defensiva Sistema mais moderno desenvolvido nos anos 60. Os indícios de que ele não funciona bem são notados quando começam a queimar lâmpadas e aparelhos do carro e não há problemas com a fiação do mesmo. Ela pode ser por platinado. Sem ele o veículo não funciona. Além das facilidades como vidro elétrico. IGNIÇÃO A ignição é o sistema que gera e envia centelhas às velas de ignição do seu veículo.com. consiste de um disco de aço e uma pinça que pressiona duas pastilhas de liga de amianto contra o mesmo. é utilizado na dianteira da grande maioria dos veículos de hoje. o sistema elétrico participa de funções básicas do motor como ignição do combustível dentro do motor e na partida. banco elétrico. SISTEMA ELÉTRICO Os veículo contam com sistemas elétricos de apoio ao seu funcionamento. REGULADOR DE VOLTAGEM É o aparelho que mantém a eletricidade do veículo sempre na mesma voltagem. Muito mais confiável e eficiente que o freio a tambor.br/?page_id=844 3/8 . Incluem também sensores para indicar no painel do veículo a hora da substituição das peças de desgaste ( pastilhas ou lonas ) . deixando a cargo do freio dianteiro aproximadamente 70 % do trabalho de frenagem. Os freios a tambor são ainda utilizados na traseira dos veículos por uma questão de equilíbrio e economia: Quando o freio de um veículo é acionado. gerada por um capacitor que acumula carga até o momento de disparar a centelha. o distribuidor define qual o cilindro que receberá a faisca de modo a manter a seqüência de explosões do motor ordenada.

Isso diminui sensivelmente o espaço utilizado para frear e a chance do carro defensiva. Uma vez que uma lâmpada de um circuito se queima. e tudo o mais que não é acionado mecanicamente pelo próprio motor. FIAÇÃO É o conjunto de fios que distribui a eletricidade por todo o veículo. alarme. existirá um curto circuito no sistema elétrico. Fornece energia elétrica para todo o veículo. É acionado quando viramos a chave do carro na hora da partida.br/?page_id=844 4/8 . aquecedor. Troque as lâmpadas queimadas logo que queimarem. Como itens de segurança devem ser bem cuidadas não só porque são úteis. o outro lado do circuito sofre uma sobrecarga e a tendência da outra lâmpada é de se queimar em seguida. o fusível se queima e precisa ser trocado. ou melhor. até que o motor “pegue”.03/09/13 Capítulo IX | Defensiva MOTOR DE PARTIDA Normalmente ligado ao volante do motor. Um acumulador de eletricidade feito de placa de chumbo embebidas em uma solução líquida ácida. Também conhecido como “chicote” quando reunidos vários fios levando eletricidade a um ponto qualquer do veículo. evita que as rodas parem. formando um campo elétrico que mantém cargas elétricas. LÂMPADAS As lâmpadas de seu veículo têm um equilíbrio muito importante.com. travem na hora de freadas mais bruscas. som. Quando há um excesso de carga. tanto na hora da partida como para as lâmpadas. impedindo o funcionamento de um determinado acessório. é um motor elétrico que usa a bateria para fazer o motor rodar até que a queima de combustível comece. ou seja. BATERIA É uma grande “pilha”. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA FREIOS ABS ( ANTI BLOCKING SYSTEM ) Conhecido pela abreviatura de ANTI BLOCK SISTEM. É importante ter sempre fusíveis de reserva para emergências. Caso ele seja trocado e volte a queimar. precisa ser muito bem cuidada para que não se interrompa. limpador de pára-brisas. FUSÍVEIS São interruptores de circuito que impedem a queima de aparelhos e lâmpadas quando há qualquer problema com a eletricidade do veículo.

os fabricantes desenvolveram sensores e controles que “lêem” se as rodas estão destracionando e aliviam a força que é aplicada a elas. atingindo os ocupantes de maneira muito intensa. Pensando nisso. Sem ele. impactos de menor proporção seriam fatais. podendo causar um descontrole na direção do veículo. pelo impacto dos ocupantes contra o próprio veículo. Quando aceleramos demais em uma estrada de terra. desenvolveramse barras de proteção que em alguns veículos não estão instaladas apenas nas laterais. as rodas derrapam. mas em outros pontos vulneráveis dos mesmos. BARRAS DE PROTEÇÃO Foi recentemente constatado que as laterais dos veículos se apresentavam vulneráveis em acidentes.03/09/13 Capítulo IX | Defensiva se desgovernar. evitando desperdícios e descontroles. CINTO DE SEGURANÇA Item de grande importância. CÉLULA DE SOBREVIVÊNCIA O conceito moderno de absorção de choques pelo monobloco ( carroceria ) incluiu um método de fabricação onde o habitáculo do veículo é preservado sempre que há uma colisão. TABELA DE DEFEITOS Esta é uma tabela simples para a qual eu gostaria de contar com a colaboração de vocês no sentido de enviarem sugestões para a ampliação da mesma. Aumenta inclusive a dirigibilidade. Com isso. o impacto é absorvido pelo esmagamento da estrutura só até o habitáculo. Ainda com poucos ítens. Desta maneira. o cinto de segurança é hoje obrigatório porque oferece uma segurança excepcionalmente eficiente para os ocupantes de um veículo que se acidenta. ela já tem ajudado aos motoristas acharem a solução mais apropriada para seus problemas ! SINTOMA F R EIO S A PR ESENTA M UM SO M METÁ LIC O defensiva. fixando bem o motorista ao banco do veículo e deixando livres braços e pernas para um maior controle sobre o mesmo.com. CONTROLE DE TRAÇÃO A potência do motor por vezes leva as rodas que tracionam (que fazem força ) as girar em falso. por exemplo. preservando a integridade física dos ocupantes.br/?page_id=844 DEFEITO PA STILHA S O U SA PA TA S DE F R EIO S SOLUÇÃO SUBSTITUIR PA STILHA S O U 5/8 . só se transfere ás rodas o que for por elas transmitido ao solo sem derrapagens. Com base nesta constatação.

NUNC A DEIXE PR ESSÃ O MENO R A NÉIS Q UEBR A DO S O U SEM EF ÍC IÊNC IA . A PR IMEIR A MA R C HA NÃ O ENTR A Q UA NDO TENTA MO S R EDUZIR SÓ ENGA TA R A PR IMEIR A MA R C HA Q UA NDO O VEÍC ULO ESTIVER PA R A DO O U Q UA SE PA R A DO MA NTER SEMPR E O S PNEUS NA PR ESSÃ O INDIC A DA PELA F Á BR IC A O U A C IMA . A C ELER A R A TÉ O F UNDO E DA R A PA R TIDA A TÉ Q UE O VEÍC ULO LIGUE ou ESPER A R 10 MINUTO S 6/8 defensiva. A TÉ O MÁ XIMO ESC R ITO NO PNEU. C A SO NEC ESSÁ R IO . SUBSTITUIR O S DISC O S O U PA NELA S DE F R EIO .03/09/13 Capítulo IX | Defensiva (O UVIMO S BA R ULHO DE META L R A SPA NDO ) A C A BA R A M SA PA TA S E VER IF IC A R SE HO UVE DA NO S A O DISC O /TA MBO R . SUBSTITUIR J UNTA S HO MO C INÉTIC A S O VEÍC ULO PUXA PA R A UM LA DO E “DA NÇ A ” MO LE NA PISTA Q UA NDO VIR A MO S A DIR EÇ Ã O O VEÍC ULO A NDA SO LTA NDO UMA F UMA Ç A BR A NC A ESPESSA PELO ESC A PA MENTO Ó LEO SENDO Q UEIMA DO J UNTO C O M O C O MBUSTÍVEL Q UA NDO A NDA MO S C O M O VO LA NTE TO DO PA R A O LA DO . C O MEÇ A A A NDA R MA S F IC A MUITO A C ELER A DO A C HA VE DO VEÍC ULO NÃ O VIR A PA R A Q UE PO SSA MO S DA R A PA R TIDA TR O C A R C O NJ UNTO DE EMBR EA GEM ( PLA TÔ .com. NÃ O DEIXA R F A LTA R Ó LEO . C HEC A R O SISTEMA DE F R EIO S. O MO TO R VIR A MA S NÃ O “PEGA ” E C O MEÇ A A C HEIR A R C O MBUSTÍVEL. SUBSTITUIR O C ILINDR O MESTR E O U O S C ILINDR O S DE R O DA . ou a inda . C A SO NEC ESSÁ R IO . MO TO R C A NSA DO O U J UNTA DE C A BEÇ O TE Q UEIMA DA . F IC A Q UA SE IMPO SSÍVEL VIR A R A C HA VE PO R Q UE A PR Ó PR IA TR A VA SEGUR A A C HA VE. EMBR EA GEM DESGA STA DA ou ESPELHA DA SO LTA MO S A EMBR EA GEM E O VEÍC ULO NÃ O C O MEÇ A A A NDA R . J UNTA HO MO C INÉTIC A C O M PR O BLEMA S VEÍC ULO A F O GA DO PUXA R TO DO O A F O GA DO R . O VEÍC ULO C O MEÇ A A “ESTA LA R ” Q UA NDO TENTA MO S LIGA R O VEÍC ULO .br/?page_id=844 . O MEC A NISMO DE SINC R O NIZA Ç Ã O DA S MA R C HA S É PR EC Á R IO Q UA NDO R EDUZIMO S PA R A PR IMEIR A PNEU(S) VA ZIO (S) O U F UR A DO (S) DESENC O STA R O VO LA NTE DA TR A VA PA R A Q UE A MESMA NÃ O IMPEÇ A E TO R C ER A C HA VE. SUBSTITUIR PEÇ A S DA NIF IC A DA S E O F LUIDO DE F R EIO S PEDA L DE F R EIO “A BA IXA ” Q UA NDO O SEGUR A MO S PISA DO A LGUM DO S C ILINDR O S ( MESTR E ou DE R O DA ) C O M VA ZA MENTO ou ENTR A DA DE A R . DISC O E R O LA MENTO ) O U DESMO NTA R E LIXA R DISC O S Q UA NDO A DIR EÇ Ã O ESTÁ TR A VA DA . A R NO C IR C UITO DE F R EIO .

S. SEMPR E Q UE UM PNEU F O R C O NSER TA DO . C A LIBR Á -LO S SEGUNDO O MA NUA L DO PR O PR IETÁ R IO . EDUSP CET – S.com. PR INC IPA LMENTE NA S MA NO BR A S O VO LA NTE DO VEÍC ULO PUXA PA R A UM LA DO Q UA NDO A NDA MO S EM UM LUGA R PLA NO R O DA S F O R A DE BA LA NC EA MENTO PNEUS MUR C HO S O U DIR EÇ Ã O DESA LINHA DA O U PNEU F UR A DO O U ESTR UTUR A TO R TA DIR EÇ Ã O DESA LINHA DA . (1988) – “Psicologia do Trânsito: Conceitos e Processos Básicos”. UMA DETER MINA DA MA R C HA “A R R A NHA ” Q UA NDO TENTA MO S ENGA TA R BA TER IA F R A C A O U DESC A R R EGA DA C A R R EGA R A BA TER IA EM C A R GA LENTA . DMV – Department of Motor Vehicles – California Driver Handbook ( 1998 ) DL 600 (REV. 3/98) U.A. 321 – São Paulo.com. PNEU F UR A DO SUBSTITUIR .br 7/8 . MOTORCYCLE SAFETY FOUNDATION (1979 ) – “MOTORCYCLE RIDER COURSE” – LIBRARY OF CONGRESS. © Copyright Luiz Henrique Fonseca. Nenhuma cópia pode ser feita e distribuída a outros sem que você cite a fonte. Todos os direitos registrados e reservados.A. A BA TER IA DUR A A TÉ TR ÊS A NO S SINC R O NIZA DO R DA MA R C HA Q UEBR A DO O U EMBR EA GEM MA L PISA DA LEVA R O VEÍC ULO PA R A O MEC Â NIC O C O NSER TA R O C Â MBIO ou PISA R MELHO R A EMBR EA GEM BA LA NC EA R R O DA S. U. Q UA NDO C O NSEGUE A LGUM SINA L. U. S.03/09/13 Capítulo IX | Defensiva E DA R A PA R TIDA Q UA NDO VIR A MO S A C HA VE DO VEÍC ULO .S. Todos os defensiva. Sam (1996) – “In Control” (vídeo) .br/?page_id=844 ↑ Fale Conosco : direcao@defensiva.Paulo (1990) – “Direção Defensiva” ( apostila) Bondurant. multivision . C A SO A BA TER IA ESTEJ A ESTR A GA DA .A.A. Rozestraten. Blackmore.P. U. – CEP 04638-110 Telefone e Fax: (11) 5561-4599 ou 3657-8947 © 2013 Luiz Henrique Fonseca .S.S.A. ESTR UTUR A DO VEÍC ULO TO R TA . BA LA NC EA R A R O DA NO VA MENTE. LEVA R PA R A A LINHA R . John (1998) – “High Performance Driving” MBI Publishing Company. Lembre-se: Você pode imprimir e utilizar este material apenas para uso PESSOAL OU DIDÁTICO. Reinier J. SUBSTITUÍ-LA . inc. Rua Bolívar. O VO LA NTE “BA LA NÇ A ”Q UA NDO MA NTEMO S UMA DETER MINA DA VELO C IDA DE O VO LA NTE F IC A PESA DO DEMA IS. DEMO NSTR A F R A Q UEZA . Bob. ELE NÃ O DÁ A PA R TIDA . . VENDE-LO ! BIBLIOGRAFIA Posey.

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