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1 Sobre as licitações e contratos das agências reguladoras, indica-se a leitura da doutrina de nossa autoria publicada no ILC nº 81, novembro/2000

, p. 916. 2 Hely Lopes Meirelles subdivide agentes públicos em: agentes políticos, agentes administrativos, agentes honoríficos, agentes delegados e agentes credenciados ( Direito Administrativo Brasileiro, 25ª edição. São Paulo: Malheiros, 2000, p. 70). 3 Os agentes políticos são os que atuam na organização política do Estado. São agentes políticos os chefes do Executivo e respectivos vices, seus ministros e secretários, bem como os membros do legislativo, das três esferas de Governo (União, Estados e Municípios). A forma de escolha desses agentes políticos é a eleição, a não ser nos casos dos ministros e secretários, escolhidos e nomeados pelo Chefe do Executivo. 4 Os particulares em colaboração com a Administração são aqueles que exercem de alguma forma uma função pública, nem que seja em momento episódico, como nos casos dos requisitados para prestação de atividade pública (jurados, apuradores de votos, recrutas para o serviço militar obrigatório, etc), ou aqueles em que são contratados seus serviços (arquiteto para fazer determinado projeto), ou os concessionários/permissionários de serviços públicos. 5 MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo, 13ª edição. São Paulo: Malheiros, 2001, p. 230. 6 Os servidores das pessoas governamentais de direito privado são os empregados das empresas estatais (empresas públicas e sociedades de economia mista) e as fundações de Direito Privado instituídas pelo Poder Público, sob regime celetista, obrigatoriamente. 7 MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo, 13ª edição. São Paulo: Malheiros, 2001, p. 235-236. 8 CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo, 6ª edição. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2000, p. 436. 9 SOUTO, Marcos Juruena Villela. Desestatização – privatização, concessões e terceirizações, 3ª ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2000, p. 283. 10 MELLO, Celso Antonio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo, 13ª edição. São Paulo: Malheiros, 2001, p. 239. 11 CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo, 6ª edição. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2000, p. 436. 12 TÁCITO, Caio. Temas de direito público. Rio de Janeiro: Renovar, 1997, p. 1487. Leia mais: http://jus.com.br/revista/texto/3342/vinculo-dos-servidores-com-o-estadoestatutarios-e-celetistas-a-emenda-constitucional-no-19-98-e-o-regime-juridicounico/2#ixzz1p5dRTrVq

______. Princípios da administração: o essencial em teoria da administração. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. DINIZ, Paulo de Matos Ferreira. Coletânea Administração Pública. Lei n o 8.666/93. Atualizada com Tratamento Didático, Ed. Brasília Jurídica. 2. ed. 1998. Com atualização via Internet a partir de 2001. Volume n. 2. MARCONE, Mariana de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: Procedimentos Básicos, Pesquisa Bibliográfica/ Projeto e Relatório,

MATIAS – PEREIRA. 7 ed. José. A reforma gerencial do Estado brasileiro no contexto das grandes tendencias mundiais. Manual de Gestão Pública Contemporânea. Prestes. 5. 2008. 2008. São Paulo: Atlas. Fernando C.Publicações e trabalhos científicos. 173-179./out. São Paulo: Thompson. SILVA. C. PIMENTA. São Paulo: Atlas. . Revista de Administração Pública. 1998. 2008. set. v. C. VASCONCELLOS. São Paulo: Pearson Hall. 2 reimpr. Teorias da Administração. 32. Teoria geral da administração. p. 2006. MOTTA. Gouveia. Rio de janeiro. n. Reinaldo Oliveira. Isabella F.