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UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO Curso de Engenharia Mecatrônica

Alessandra Della Senta Nadya Kalache

DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO NO INSTITUTO SÃO VICENTE

Prof. Me. João César Okumoto Orientador

Campo Grande - MS 2008

UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO Curso de Engenharia Mecatrônica

Alessandra Della Senta Nadya Kalache

DIAGNÓSTICO ENERGÉTICO NO INSTITUTO SÃO VICENTE

Prof. Me. João César Okumoto Orientador

Monografia Graduação requisito obtenção

do

Projeto

de

submetida parcial do

como a de

para grau

Engenheiro Mecatrônico.

Campo Grande - MS 2008
ii

BANCA EXAMINADORA

_____________________________________________________ Orientador Prof. Me. João César Okumoto

_____________________________________________________ Examinador - Prof. Me. Edson Antônio Batista

_____________________________________________________ Examinador - Prof. Me. Saulo Gomes Moreira

iii

que sempre com amor e respeito me ensinaram a nunca desistir de um sonho. foi graças ao apoio e a estrutura que meus queridos pais.DEDICATÓRIA Se hoje sou Engenheira Mecatrônica. Carlos e Isolde. Dedico à eles essa vitória. me deram desde os primeiros dias de vida. Alessandra Della Senta iv .

Nadya Kalache v . que se dedicaram. na qual espelhei-me em sua espiritualidade. humanismo e sabedoria.DEDICATÓRIA Dedico este trabalho primeiramente à Deus. Aos meus pais Jorge e Zora. Em especial à minha avó Minerva Kalache. cuidaram e doaram incondicionalmente seu sangue e suor em forma de amor e trabalho por mim. pois sem Ele nada seria possível.

Luis Antônio Pereira. agradecemos a todos que de alguma forma colaboraram para a concretização deste sonho. em especial. E por fim. Eles foram os principais responsáveis pela nossa formação profissional e pessoal. que são nossos alicerces. pela sua orientação e pela oportunidade de trabalharmos junto. primeiramente. À nossa família. A todo quadro de docentes do curso de Engenharia Mecatrônica da UCDB. junto aos funcionários e estagiários contribuíram para a solidificação deste projeto de graduação. responsável administrativo e a Katherine Letícia Fernandes de Oliveira secretária do Instituto São Vicente. vi . aos nossos pais. Agradecimentos ao Sr. Aos nossos amigos que contribuíram direta ou indiretamente para a conclusão desta primeira e grande etapa de nossa carreira profissional. desde os primeiros anos de nossas vidas. A nossa gratidão ao nosso orientador Professor Mestre João César Okumoto.AGRADECIMENTOS A Deus.

horo-sazonal verde. Foi realizado um levantamento de campo para quantificar toda a carga instalada no Instituto. instalações elétricas vii . Foram realizadas análises de substituição de lâmpadas convencionais por eficientes e observou-se uma redução de 20% dos custos com iluminação. Foi simulada também a correção do fator de potência e verificou-se a necessidade da instalação de 10 kvar capacitivos. garantindo a segurança das pessoas e uso eficiente da energia elétrica.RESUMO Este trabalho tem por objetivo apresentar uma análise para redução de custos com energia elétrica no Instituto São Vicente. Foi realizada uma análise das faturas de energia e pôde-se concluir que opção atual. equipamentos eletro-eletrônicos. Os objetivos finais são a implementação de programas e propostas de conservação de energia. a utilização do grupo motor-gerador no horário de ponta. tarifação. é a mais vantajosa. Foi estudada. que reflete em uma economia por volta de 28%. diagnóstico energético. além de medições de níveis de iluminamento nos laboratórios. Foi realizada a quantificação de luminárias e outros equipamentos. Palavras-Chave: Eficiência Energética. também.

also the use of motor-generator group in peak hours. “horosazonal” tariff framing with green tariff. The tariffs analysis had allowed concluding that the current option. ensuring the safety of persons and efficient use of energy. besides measurements of illumination levels in the laboratories. electric installation viii . The quantification of light bulbs and other equipment were made. energy tariff. energy diagnosis. A data purchase was made “in loco” in order to quantify all the installed loads in the Institute. is more advantageous. Was studied. Keywords: Energy efficiency. electro-electronic equipment. The power factor optimization was also made and the installation of a 10 kvar capacitors bank is necessary. which reflects in an economy by around 28%. Analysis of replacement equipment by conventional systems were made and they presented 20% cost reduction.ABSTRACT This work aims to present an evaluation for electrical energy costs reduction at São Vicente Institute. The final goals are implement programs and proposals for conservation of energy.

.....1........... Resultados Obtidos ............................ Tarifação .......3.. 30 5. 18 CAPÍTULO 3 – Fundamentação Teórica ... Objetivos Específicos .. 28 4...............................3.................... 17 CAPÍTULO 2 – Revisão Bibliográfica .. 25 3........................ 29 4........................................1..................1...........................................................................2........ 17 1......................1....1............................................................... 38 5........SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS .2............................... Lâmpadas e Luminárias .................1........................1..... série MLM-1010.............. 29 CAPÍTULO 5 – Resultados....................................................2......................................................................................... Considerações ..........................3.......................................... 30 5.....................................................................................................3................1. Norma para Valores mínimos de Níveis de Iluminamento ..................................................................................................... Materiais e métodos ..... Luxímetro digital.... Carga instalada e consumo estimado na Casa de Retiro .................................... Objetivos Gerais ............ 24 3........................ 26 3........................ 35 5............................3.........................................................................................2.......... 37 5........1.....1..................................... Objetivos .............................. 28 4.........................................................................................1..........2......................................... Valores Tarifários .......... xi LISTA DE QUADROS ...................1................2.................................. Especificações das lâmpadas fluorescentes ........... Considerações .............. Introdução ........................... 26 CAPÍTULO 4 – Metodologia ...................... 25 3...2..2..... Levantamento das cargas instaladas .................................. 15 1... 23 3..................................1........................................................................................ Análise de estruturas tarifárias com uso de grupo motor-gerador no horário de ponta ...........3.........................................................1................. 15 1............................................ 52 ix ...............................1....................... da marca Minipa ..............................................................................1........................... xii CAPÍTULO 1 – Introdução......................1....3........ 28 4..............1.......................................1........... 38 5..................................... 30 5..... Análise de estruturas tarifárias ............................................1.............1............................................................................................................. Levantamento de campo ........2................................. 16 1.....................1...... Considerações .............2.... 17 1. 23 3................ 35 5.................................................................... Justificativa ......................1......................1....................1.........................................1...................................3...... Entrevista com os funcionários do instituto ............... Iluminação..................................

.......5.1.................................................. Carga instalada e consumo estimado nos Laboratórios.............. 85 5..........6...................5.................2... 67 5......8................................... 91 5...... 56 5...3.............. 56 5................7......... 81 5..........3........1......1...1....................................................3............... Correção do Fator de Potência ....................................3......................... Considerações .................... 103 x ..5......1...1......... Considerações ..........5.......................1............................. 5............. 67 5.....................4........3........1.............................................................................4............................. 83 5..1............................ 83 5..........Conclusão sobre o levantamento de campo total do Instituto São Vicente ............. Carga instalada e consumo estimado no Ginásio e Parte Externa ...2....... Considerações ....... Curvas de Carga ............ 92 CAPÍTULO 6 – Conclusão.........................1..........1..........................................4................................................ Erro! Indicador não definido............................................................ Proposta de substituição de lâmpadas convencionais por lâmpadas mais eficientes..... 84 5......1... 80 5............................................. 97 ANEXO I .....................3......................3.................... 99 ANEXO II ......1...................................................................1.1.. Considerações .............3.................. 95 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...............................3..1....................1..........3............................... Carga instalada e consumo estimado no Seminário ............ Níveis de Iluminamento ................................1......... 52 5.......7..... Considerações ...................1........................................... Medidas de Economia em Condicionadores de Ar ...

..................................................... 89 Figura 17 – Gráfico da Curva de Carga do dia 09/10/2008 . ... 89 Figura 18 – Gráfico da Curva de Carga do dia 17/10/2008 . 79 Figura 11 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Seminário...................................................... 79 Figura 12 – Gráfico do Carga Instalada (kW) – Instituto São Vicente. ............... 32 Figura 2 – Gráfico da Comparação entre as três estruturas tarifárias................................................. .............. 82 Figura 13 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Instituto São Vicente.................... ................... ....................... 55 Figura 7 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Ginásio e Parte Externa.... 90 Figura 20 – Gráfico da Curva de Carga do dia 19/10/2008 ..............LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Gráfico dos Custos Anuais com Energia Elétrica.. ...................................................................... ............................................. 34 Figura 3 – Gráfico da Comparação entre a estrutura tarifária horo-sazonal verde e grupo motor-gerador........................................................................... 91 Figura 21 – Banco de 5 kVAr existente ......... ..... ....................... 66 Figura 10 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Seminário....................... 55 Figura 8 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Laboratórios........ 88 Figura 16 – Gráfico da Curva de Carga do dia 22/10/2008 ....... ............................................ 37 Figura 4 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Casa de Retiro..... 66 Figura 9 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Laboratórios.............. 88 Figura 15 – Gráfico da Curva de Carga do dia 28/10/2008 .................... 82 Figura 14 – Gráfico da Curva de Carga do dia 27/10/2008 . 51 Figura 5 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Casa de Retiro........................................ 93 Figura 22 – Gráfico da Correção do Fator de Potência do dia 13/10/2008............... 90 Figura 19 – Gráfico da Curva de Carga do dia 18/10/2008 ............. 51 Figura 6 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Ginásio e Parte Externa....... ................................. ................ 93 xi ... .

......... 36 Quadro 11a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro ................... 48 Quadro 14 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar – Casa de Retiro ........ 45 Quadro 11h – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro . 47 Quadro 13 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Casa de Retiro .................................. 48 Quadro 15 – Carga instalada (kW) – Computadores e Periféricos – Casa de Retiro 49 Quadro 16a – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Casa de Retiro. ...................... 39 Quadro 11b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro ..................................... ........ ..... 32 Quadro 7 – Simulação com estrutura tarifária convencional................. ......................... 27 Quadro 5 – Histórico de faturas do Instituto São Vicente...... 33 Quadro 9 – Comparação entre as três estruturas tarifárias............................. 30 Quadro 6 – Custos Anuais com Energia Elétrica no Instituto São Vicente......... 34 Quadro 10 – Comparação entre a estrutura tarifária horo-sazonal verde e grupo motor-gerador. 40 Quadro 11c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro ......... 24 Quadro 3 – Valores mínimos...... 42 Quadro 11e – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro .... 33 Quadro 8 – Simulação com estrutura tarifária horo-sazonal azul................................................. 46 Quadro 11i – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro .................. 41 Quadro 11d – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro ............................. 43 Quadro 11f – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro .. 24 Quadro 2 – Tarifas de Ultrapassagem de Demanda ........... 49 xii ........................................................................ ............................................ 26 Quadro 4 – Especificações das lâmpadas fluorescentes...........................................................................................................LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Tarifas de Consumo (MWh) e Demanda (kW) ..................................... 44 Quadro 11g – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro ............... ........... 47 Quadro 12 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Casa de Retiro...... médios e máximos de Iluminância........... ................

................................ 64 Quadro 27b – Carga instalada (kW) – Equipamentos de Laboratório – Laboratórios ............................................. 60 Quadro 23 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar – Laboratórios ........ 63 Quadro 27a – Carga instalada (kW) – Equipamentos de Laboratório – Laboratórios ...................... 75 xiii .................. 69 Quadro 28c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário .............................................. 54 Quadro 20a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios .................. 72 Quadro 28f – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário ........................Quadro 16b – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Casa de Retiro................................................................................................ 53 Quadro 18 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Ginásio e Parte Externa ................... 62 Quadro 26 – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Laboratórios .................................... 74 Quadro 30 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Seminário . 73 Quadro 29 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Seminário ........................... 68 Quadro 28b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário................................................................................. 58 Quadro 20c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios .................................................................................... 62 Quadro 25 – Carga instalada (kW) – Motores – Laboratórios ..................................................... 65 Quadro 28a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário............................... 50 Quadro 17 – Carga instalada (kW) – Iluminação – Ginásio e Parte Externa ............................. 60 Quadro 22 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Laboratórios ............................... 70 Quadro 28d – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário...................................... 74 Quadro 31 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar– Seminário .................... 54 Quadro 19 – Carga instalada (kW) – Motores – Ginásio e Parte Externa ................ 57 Quadro 20b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios ............ 71 Quadro 28e – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário.. 59 Quadro 21 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Laboratórios ........ 61 Quadro 24 – Carga instalada (kW) – Computadores e Periféricos – Laboratórios .............

...................... 81 Quadro 36 –Economia mensal através da substituição de lâmpadas convencionais por lâmpadas mais eficientes nos Laboratórios ... 76 Quadro 34a – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Seminário ................................ 84 Quadro 37 – Níveis de Iluminamento dos Laboratórios .............................................. 77 Quadro 34b – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Seminário .................................. 76 Quadro 33 – Carga instalada (kW) – Motores – Seminário ...... 85 xiv ... 78 Quadro 35 – Carga instalada (kW) e Consumo Médio Mensal no Instituto São Vicente .............................................Quadro 32 – Carga instalada (kW) – Computadores de Periféricos – Seminário ......................................................................................................

e conservando a energia. Introdução O Diagnóstico Energético visa uma boa relação custo/benefício. 2006) Através deste trabalho será estimado o quanto de energia é consumida e de que forma está sendo utilizada. Serão estabelecidas as principais medidas e identificados os tópicos que tem prioridade. (SANTOS. Ele propõe medidas e estratégias para a conservação de energia.CAPÍTULO 1 – Introdução 1. Justamente o que as empresas têm buscado. disponibilizando recursos para outras áreas e contribuindo assim. otimizando o uso de recursos energéticos.1. para a preservação da natureza. conforme as necessidades técnicas voltadas para a eficiência energética. Preservar o meio ambiente é um dever de todos. através da introdução de novas tecnologias. diminuindo os custos e ainda contribuindo para preservação da natureza. incluindo a conscientização do uso correto da energia. ou usando ela de forma eficiente pode-se adiar a construção de novas usinas geradoras. 15 .

pois com o aumento no consumo de energia elétrica. Este projeto trata de um assunto de fundamental importância. aplicando-se medidas de eficiência energética. Como ele recebe diariamente inúmeros acadêmicos e funcionários para a utilização de sua infra-estrutura. 16 .2. têm se preocupado em tornar eficiente o seu gerenciamento. onde fica um seminário.1. Justificativa O Instituto São Vicente é a Casa dos Irmãos Salesianos. além de um ginásio esportivo onde são realizados diversos eventos. existem laboratórios que são utilizados pela Universidade Católica Dom Bosco (Fazenda Escola). torna-se imprescindível que suas instalações elétricas funcionem de forma adequada. gerenciamento de faturas de energia e possíveis adequações de contratos de demanda junto à concessionária. tais como análises técnico-econômicas para substituições de equipamentos convencionais por mais eficientes. garantindo a segurança das pessoas e o uso eficiente da energia elétrica. Observando essas reais necessidades do Instituto São Vicente será realizado um diagnóstico.

3. fundamentado em normas técnicas para o Instituto São Vicente. 1.1. onde serão propostas medidas de eficiência energética. Objetivos 1. tensões e correntes das cargas instaladas no Instituto São Vicente. Será elaborado um diagnóstico.2. 17 .3. Objetivos Gerais O propósito final deste projeto é elaborar um diagnóstico energético. visando a economia de energia elétrica. observando-se os valores de demanda (kW) e consumo (kWh). através da introdução de novas tecnologias e com a conscientização do uso correto da energia.1. Serão realizadas análises técnico-econômicas para substituições de equipamentos convencionais por mais eficientes. que poderá ainda servir como um guia para a instalação de novos equipamentos e futuras reformas.3. Objetivos Específicos Através do levantamento de campo serão obtidas informações sobre os valores de grandezas elétricas como potências. cujos objetivos é a implementação de programas e propostas de conservação de energia. Será necessário analisar as faturas de energia do Instituto a fim de apontar qual estrutura tarifária é mais adequada.

foi apresentado por BASMAGE & KARLINKE JÚNIOR (2007) um Diagnóstico Energético na Universidade Católica Dom Bosco. A necessidade de se adotar medidas de eficiência energética surgiu com a construção de novos setores na instituição. Em 2007. em Campo Grande – MS. creches. E através das informações levantadas. também. gerenciamento de faturas de energia e adequação do contrato de demanda junto à concessionária de energia. Através do levantamento de campo foi identificado o setor que mais contribuiu para o consumo de energia elétrica e o setor de maior carga da Instituição. instituições de ensino e também na iluminação pública do Município de Santa Helena – PR. Em SCHIMIDT (2004) é apresentado um estudo exploratório e qualitativo sobre o consumo de energia elétrica em prédios públicos. tanto públicas como privadas. avaliar o processo de conscientização do uso racional de energia e definir os métodos para gerenciar a energia de forma eficiente. examinar as ações de sustentabilidade na prática. Foi identificada a estrutura tarifária mais adequada e o melhor contrato de demanda para a Instituição. foi realizado um Diagnóstico Energético e foi proposto. um Programa de Gerenciamento Energético Municipal. no qual foram feitos estudos de caso e análise das instalações elétricas e das cargas instaladas. Foram realizados acompanhamentos detalhados das faturas. análises técnico-econômicas para a substituição de equipamentos por outros mais eficientes. Verificou-se que a maior economia de energia está na troca das luminárias por outras mais eficientes.CAPÍTULO 2 – Revisão Bibliográfica No Brasil. O estudo teve o intuito de se analisar o desperdício de energia elétrica. prédios e universidades e outras instituições. escolas. Após o 18 . está sendo notada a necessidade da elaboração de políticas e programas voltados para o uso de forma eficiente da energia elétrica de escolas.

voltadas para administrar a demanda de energia elétrica no interesse da concessionária de distribuição. atualização tecnológica e a divulgação das medidas de desperdício de energia junto às escolas e aos profissionais que atuam nas instalações elétricas. Através das investigações teóricas e do desenvolvimento dos projetos executados foi observado que os benefícios obtidos com o combate ao desperdício de energia ainda são poucos conhecidos e a maioria da população não tem consciência da sua importância. onde foram identificadas as necessidades de se estender o diagnóstico para o consumidor residencial e dar continuidade às campanhas de conscientização da população. Foram realizadas campanhas de conscientização na comunidade quanto ao uso racional de energia elétrica e à conservação do meio ambiente. Verificouse um gerenciamento do consumo de energia. Em GOMES (2003) foram apresentadas soluções em automação para eficiência energética. O trabalho baseia-se no Combate ao Desperdício de Energia para vários tipos de consumidores. nas universidades e na iluminação pública.diagnóstico de dispêndio de energia foram identificadas as fontes de desperdício nos prédios públicos. o que melhorou a luminosidade e a qualidade da energia elétrica. Em SILVA JÚNIOR (2005) foram apresentados a metodologia e as etapas necessárias para a realização de Diagnósticos Energéticos. Foi verificada a necessidade de ações contínuas de formação. Realizaram-se pesquisas sobre os equipamentos e dispositivos encontrados no mercado que podem ajudar na redução do consumo de 19 . São apresentadas as técnicas de Gerenciamento pelo Lado da Demanda que é um conjunto de ações planejadas. nas escolas. Foi implantado e avaliado o Programa de Gerenciamento Energético Municipal no Município de Santa Helena. usa em destaque a energia solar como uma das alternativas para a redução do consumo de energia elétrica.

comutadores fotoelétricos. Em SOUZA (2005) foi abordado o uso da energia elétrica em escolas municipais e estaduais de Itabira. Através da análise dos dados das escolas públicas de Itabira. tratando-se de projetos automatizados. identificando o uso de energia nas edificações analisadas. Foram abordados os mecanismos mais comuns utilizados na redução do consumo referentes à iluminação nos setores residencial e comercial. Foi realizada uma análise estatística dos dados do consumo de energia. No acionamento de máquinas elétricas foram apontadas suas tecnologias. sugerindo as opções de se melhorar o desempenho energético dessas edificações. Foram apresentados estudos de casos das escolas públicas com o objetivo de definir os perfis de cada rede. No condicionamento de ambientes foram abordados os sistemas como os termostatos e os controladores de climatização que são os mais empregados na economia de energia. com o objetivo de caracterizar o uso da energia nesse setor. nesta ordem de prioridade. O estudo apresenta estudos teóricos e práticos sobre o uso de energia. o número de turmas e o número de alunos. que permitem redução no consumo de energia de motores de indução trifásicos. A avaliação qualitativa das escolas indicou falta de conhecimento dos entrevistados quanto ao conforto lumínico e a respeito da influência da iluminação natural nos índices de produtividade. como chaves de partida estática e inversores de freqüência. Minas Gerais. verificou-se que os índices de desempenho energético mais representativos foram aqueles que usaram como quantidade de referência. Observou-se também que as escolas apresentam nível de iluminância 20 . como sensores de presença. O estudo descreve sobre o gerenciamento de energia e faz uma ampla explicação sobre a utilidade dos Controladores Lógicos Programáveis – CLP para um controle eficiente.energia elétrica.

Foi apresentado um estudo de caso do projeto de construção de um supermercado constituído de três pavimentos. Em ORDENES (2005) foi apresentada a metodologia utilizada e os resultados obtidos no estudo de retrofiting no sistema de iluminação de todos os ambientes da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina. Os valores de iluminância seguiram as normas em vigência. com aplicação de lâmpadas de vapor de mercúrio ou vapor de sódio alta pressão. NBR 5413 (ABNT. Com base no período de funcionamento de cada sistema de iluminação e nas tarifas. iluminação externa. 1992). analisada a alternativa mais econômica ao longo do período de 10 anos. além de conformidade com as normas técnicas. lâmpadas fluorescentes tubulares tipo HO ou vapor metálico no térreo/subsolo. Foi feita medição das cargas 21 . Na escolha das lâmpadas. Rio de Janeiro. a redistribuição dos equipamentos. 1992. sabendo que as dependências de cada grupo podem ter diferentes níveis de iluminamento. fator de potência. para a execução de um projeto luminotécnico energicamente eficiente. Foram apresentadas opções de sistemas de iluminação nos três grupos de ambientes: lâmpadas fluorescentes tubulares na sobreloja. rendimento do reator e eficiência luminosa das lâmpadas. o que permitiu realizar uma estimativa da potência instalada para iluminação. o térreo e o subsolo. foram obtidos os custos com a energia elétrica e assim. deve-se levar em consideração alguns aspectos importantes como rendimento da luminária. levou-se em consideração a zona de conforto visual. Iluminância de Interiores. Foi proposto um projeto luminotécnico com a substituição do sistema de iluminação. a setorização de circuitos e a integração do sistema com a luz natural. que são a sobreloja. Conforme ARAÚJO (2007). Foi realizado o levantamento de dados.muito abaixo da norma da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.

instaladas e foram feitas medições de iluminância nos ambientes da Biblioteca. possibilitando a economia de energia através do aproveitamento da luz natural. Através dos dados coletados.9%. se comparado com o sistema atual. elaborou-se uma proposta retrofiting. 22 . Com a estimativa da proposta de retrofiting. foi verificado que a sua implementação pode diminuir os gastos de iluminação em 45. com a substituição das lâmpadas e luminárias por outras mais eficientes. a redistribuição da posição de todas as luminárias em cada ambiente e determinou-se a divisão dos circuitos.

o que pode reduzir as despesas com a energia elétrica. Tarifação A compreensão da estrutura tarifária e dos cálculos dos valores expressos nas notas fiscais de energia elétrica é um parâmetro essencial para a tomada certa de decisão em projetos de conservação de energia. Brasília: ANEEL. 2000. apresenta um quadro rico de informações e torna-se a base de comparações para futuras mudanças. A análise que compõem esta estrutura é indispensável para uma decisão quanto ao uso eficiente da energia. com no mínimo 12 faturas. 23 . 2006) A fatura de energia é um resumo dos parâmetros de consumo que retrata a forma como ela está sendo utilizada.1. 2006) O Instituto São Vicente usa a estrutura tarifária horo-sazonal verde. A análise histórica. cuja modalidade possui tarifas diferenciadas para o consumo de energia elétrica de acordo com as horas de utilização do dia e os períodos do ano.CAPÍTULO 3 – Fundamentação Teórica 3. e tarifa única de demanda de potência. procurando medir os potenciais de energia. (Resolução Nº 456: Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica. (SANTOS. (SANTOS. conforme a AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA.) As demais definições sobre tarifação de energia elétrica encontram-se no Anexo I. 2006) A análise da estrutura tarifária permite que o instrumento contratual da energia se ajuste às necessidades do consumidor. (SANTOS.

1.3.51 192.38 132.68 39. DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL. Quadro 1 – Tarifas de Consumo (MWh) e Demanda (kW) DEMANDA (R$/kW) ESTRUTURA TARIFÁRIA Horário de Ponta Horário Fora de Horário Horário Ponta Fora de de Ponta Ponta SECA ÚMIDA SECA ÚMIDA CONVENCIONAL A4 143.98 39.45 39.19 132. Valores Tarifários De acordo com a RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 624.15 13.78 129.66 HORO-SAZONAL VERDE 1214.50 120.26 A4 CONSUMO (R$/MWh) Quadro 2 – Tarifas de Ultrapassagem de Demanda DEMANDA (R$/kW) ESTRUTURA TARIFÁRIA CONVENCIONAL A4 HORO-SAZONAL VERDE A4 HORO-SAZONAL AZUL A4 Horário de Ponta Horário Fora de Ponta 118.26 A4 HORO-SAZONAL AZUL 212.1. são apresentados no Quadro 1 os respectivos valores de energia elétrica para as tarifas de Consumo (MWh) e Demanda (kW) e no Quadro 2 os valores estabelecidos para as tarifas de ultrapassagem de demanda.70 1194.72 13.78 24 . DE 07 DE ABRIL DE 2008.72 43.50 120.

(MAMEDE. que pode ser incandescente ou de descarga. por exemplo. Lâmpadas e Luminárias As lâmpadas elétricas podem ser classificadas quanto ao processo de emissão de luz. 2001) Recomenda-se. permite a redução do consumo de energia elétrica. em média. decorativas ou aplicações onde o consumo é pequeno e com intervalos. (SANTOS. As lâmpadas fluorescentes tubulares. o rendimento luminoso e o índice de reprodução de cores. onde a qualidade de luz é primordial. 2007) 25 .2. para cada tipo de ambiente.2. uma característica de aplicação de tipos de lâmpadas e luminárias específicas. 2006) 3. garantindo assim. As lâmpadas de vapor de mercúrio são usadas geralmente em grandes áreas. associados a hábitos saudáveis. onde são verificados a vida útil. (ARAÚJO. As lâmpadas incandescentes são utilizadas para aplicações pontuais. fachadas e na iluminação pública.1. Iluminação A utilização de forma eficiente dos sistemas de iluminação. (ARAÚJO. As lâmpadas de vapor metálico são aconselhadas para a iluminação de grandes áreas. são recomendadas para locais de baixa altura (até três metros) e que exigem bom conforto visual. o nível de iluminamento adequado do recinto para se obter um bom rendimento das tarefas a serem executadas. 2007) As lâmpadas elétricas de descarga necessitam de um reator para estabilizar a corrente de ignição. e quanto ao seu desempenho. com níveis de iluminância elevados. perdas elétricas equivalentes a 25% da potência das lâmpadas e os reatores eletrônicos possuem em torno de 10%.3. Os reatores eletromagnéticos apresentam.

As

lâmpadas

fluorescentes

apresentam

vantagens

em

relação

às

incandescentes, devido ao fato de apresentarem o mesmo fluxo luminoso com potências menores, gerando, assim, uma economia de energia de até 80%, uma vida útil maior, e possuírem boas definições de cores. (ARAÚJO, 2007)

3.2.2. Norma para Valores mínimos de Níveis de Iluminamento

Podem-se observar no Quadro 3, os valores mínimos, médios e máximos de iluminância em serviço para iluminação artificial em ambientes, que variam conforme a necessidade de apuro visual, estabelecidos pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS; 1992. Iluminância de Interiores, NBR 5413 (ABNT, 1992). Rio de Janeiro.
Quadro 3 – Valores mínimos, médios e máximos de Iluminância.

Local Sala de Aula Laboratórios - Geral Laboratórios - Local Banheiro Corredor

Iluminância (lux) 200 - 300 - 500 150 - 200 - 300 300 - 500 - 750 100 - 150 - 200 75 - 100 - 150

3.2.3. Especificações das lâmpadas fluorescentes

A OSRAM oferece duas versões de lâmpadas fluorescentes tubulares: a fluorescente comum com eficiência luminosa de até 70 lm/W e a fluorescente trifósforo com maior eficiência energética, que é de até 100 lm/W. (OSRAM, 2008). As especificações são apresentadas no Quadro 4.

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Quadro 4 – Especificações das lâmpadas fluorescentes.

Lâmpada Fluorescente Tubular LW 40 W 765 Marca Vida Útil Potência Fluxo Luminoso Diâmetro Comprimento Osram 7.500 horas 40 W 2.500 lumens 33 mm 1.200mm

Lâmpada Fluorescente Tubular FO 32 W/840 Osram 7.500 horas 32 W 2.700 lumens 26 mm 1.200mm

As demais definições sobre iluminação, tipos de lâmpadas elétricas e dispositivos de controle encontram-se no Anexo II.

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CAPÍTULO 4 – Metodologia
O Diagnóstico Energético visa uma boa relação custo/benefício, otimizando o uso de recursos energéticos, diminuindo os custos. As principais metas do diagnóstico são a implementação programas e propostas de conservação de energia, através da introdução de novas tecnologias com a importância da conscientização do uso correto da energia. Para isso, foi adotada a seguinte metodologia:  Entrevistas com os responsáveis pela administração da instituição.

Entrevistas com técnicos e funcionários que operam os equipamentos eletroeletrônicos para avaliar seu funcionamento, assim como as instalações elétricas.  Levantamento de campo: identificação e quantificação de equipamentos eletro-eletrônicos; coleta de dados nominais de grandezas elétricas das cargas, como tensão, corrente, potências, fator de potência; descrição das instalações elétricas. Assim que foram finalizadas as etapas de levantamento de dados, iniciaram-se as etapas para a elaboração do diagnóstico energético, como:  Processamento dos dados levantados.  Formatação de diagnóstico com base nas informações levantadas.  Proposta de recomendações para eficientização da energia elétrica.

4.1. Materiais e métodos

4.1.1. Luxímetro digital, série MLM-1010, da marca Minipa

O luxímetro é um aparelho utilizado para medir os níveis de iluminamento dos ambientes.
28

podendo indicar alguma perturbação em seu funcionamento. pois através dela são obtidas as informações e relatos de quem trabalha no instituto e opera seus equipamentos. corrente. tensão. Levantamento das cargas instaladas A etapa do levantamento das cargas instaladas baseia-se em relacionar os equipamentos eletro-eletrônicos.2. seus dados nominais de placa como marca.3.4.1. potência. Descrever o tempo de funcionamento diário dos equipamentos. 29 . Entrevista com os funcionários do instituto A entrevista com os funcionários e responsáveis pelo instituto é considerada uma das etapas mais importantes do levantamento de informações. 4. freqüência de manutenção e o estado de conservação dos componentes.1.

080 18.1.394 21.257 19.051 2.853 2.1. Resultados Obtidos Nesta seção encontram-se resultados obtidos da análise das faturas de energia elétrica.618 1.474 12.860 Demanda Medida Fora de Ponta (kW) 92 86 64 65 73 81 87 55 64 75 79 65 74 Ponta (kW) 56 50 39 48 54 60 57 40 46 52 55 48 50 Demanda Contratada Integral UFER Fora de Ponta 33 193 447 257 305 212 171 154 99 223 157 136 2.041 17. Consumo Mês Período Fora de Ponta (kWh) 23.178 18. do levantamento de campo e as curvas de carga obtidas através da Memória de Massa.264 17.535 17.348 Ponta (kWh) 2.566 1.320 1.071 22. conforme apresenta-se no Quadro 5.118 18.995 2.133 2.279 20. Análise de estruturas tarifárias Foram analisadas as últimas 12 faturas de energia elétrica do Instituto São Vicente e identificados os valores de consumo (kWh) e demanda (kW) . Quadro 5 – Histórico de faturas do Instituto São Vicente.994 19.650 15.246 1.848 999 1.811 1. 5.1.CAPÍTULO 5 – Resultados 5.129 1.092 220.387 199 Ponta nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 Seco Úmido Úmido Úmido Úmido Úmido Seco Seco Seco Seco Seco Seco 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 90 - 5 12 37 14 7 3 1 0 1 6 1 87 8 Total Média 30 .

8 kV de tensão de alimentação) e o seu contrato de demanda é de 90 kW.92. 31 .Atualmente a Instituição está enquadrada na estrutura tarifária horo-sazonal verde A4 (atendida em 13. além de levar em consideração os períodos do ano (úmido e seco). Ressalta que nesta estrutura são faturados. são apresentados os custos anuais (de Novembro de 2007 a Outubro de 2008) com energia elétrica com um contrato de demanda de 90 kW na estrutura tarifária horo-sazonal verde (atual). Existe ainda cobrança de UFER (Unidade de Faturamento de Energia Reativa) que é o valor do faturamento. no período de faturamento. o consumo no horário de ponta e o consumo no horário fora de ponta. por posto horário. 2000) No Quadro 6 e Figura 1. distintamente. bem como de uma única tarifa de demanda de potência. correspondente ao consumo de energia reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de referência 0. A análise para a identificação de potenciais de redução será baseada nasimulação de faturamento para a estrutura tarifária convencional e horo-sazonal azul. Ressalta-se que nas simulações foram utilizados os valores de tarifas do Quadro 1. sem qualquer tributação de impostos. (ANEEL.

40 1.48 2.46 4.67 2.51 2.83 6.141.40 1.18 1.42 1.099.193.037.411.515.33 2.71 7.64 26.60 41.12 1.47 31.193.Quadro 6 – Custos Anuais com Energia Elétrica no Instituto São Vicente.022.92 24.92 1.06 5.14 2.219.01 47.45 39.196 UFER Fora de Ponta (R$) 5.82 2.932. 32 .554.010.08 34.193.19 1.199.677.40 1.40 1.30 69.06 71.29 UFER Ponta (R$) 5.902.18 3.31 6.423.50 33.51 23.90 2. Mês Consumo Fora de Ponta (R$) 3.193.147.243.346 Consumo na Ponta (R$) 2.40 1.363.662.419.82 31.079.177.059.56 5.513.40 1.45 5.34 1.193.39 96.767.40 1.728.68 375.10 1.96 2.942.24 2.01 6.39 8.06 2.19 28.852.40 1.14 9.91 2.13 6.393.61 Valor da Fatura (R$) 7.590.61 1.207.639.908.64 26.21 1.449.193.603.03 14.23 2.29 2.061.826 nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 Total Média Figura 1 – Gráfico dos Custos Anuais com Energia Elétrica.78 13.71 2.193.40 10.46 15.19 20.213.27 5.268.193.592.45 6.40 1.53 5.19 2.40 1.193.193.193.22 2.586.05 2.18 5.172.47 2.63 2.245 Demanda (R$) 1.22 2.193.

184.40 3.61 5.589.40 1.920.43 332.589.912.193.589.193.569.348.61 Demanda na Ponta (R$) 2.52 No Quadro 8.00 2.158.48 3.85 2.86 423.92 1.683.47 6.96 453.12 3.269.00 2.00 310.23 2.40 3.886.00 2.13 2.193.332.589.72 3.40 3.40 1.40 1.24 2.44 6.589.01 Valor da Fatura (R$) 7.512.569. Quadro 8 – Simulação com estrutura tarifária horo-sazonal azul.37 2.30 5.569.62 6.30 355.664.129.316.589.32 1.193.061.589.40 1.93 6.024. Mês nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 Total Média Consumo Total (R$) 3.698.589.00 2.40 3.385.418.350.347.40 3.605.589.72 2.71 2.449.40 1.00 Valor da Fatura (R$) 7.53 6.92 6.91 2.72 6.00 2.193.40 1.556.754.987.40 3.840.193.858.944.77 6.52 Consumo na Ponta (R$) 477.909.193.38 34.513.97 6.59 2.139.00 2.487.219.10 Demanda Fora de Ponta (R$) 1.576. serão apresentadas simulações para a estrutura tarifária horosazonal azul.08 6.79 384.81 3.24 6.592.289.068.20 6.82 6.00 2.729.569.589.479.842.13 2.172.07 3.00 2.753.26 6.645.099.40 1.40 14.10 6.13 394.01 2.513.880. Mês nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 Total Média Consumo Fora de Ponta (R$) 3.23 33 .193.53 2.569.420.40 3.42 6.78 77. com contratos de demanda fora de ponta de 90 kW e ponta de 60 kW.40 42.479.23 2.177.792.193.00 2.589.25 6.155.719.68 6.17 381.569.146.569.00 31.90 1.71 78.589.28 440.195.686.40 1.903.88 6.No Quadro 7 serão apresentadas simulações para a estrutura tarifária Convencional com um contrato demanda de 90 kW.12 6.569.40 1.21 2.88 2.255.40 2.18 452.51 Demanda (R$) 3.40 3.569.00 2.627.00 2.589.20 28.40 3.90 2.40 1.00 2.91 5.569.40 3.569.648.21 6.076.11 4573.427.96 3.437.193. Quadro 7 – Simulação com estrutura tarifária convencional.346.34 1.57 2.17 192.96 356.193.

82 R$ 6.01 R$ 6.18 R$ 5.21 R$ 6.411.908.512.393.513. O objetivo da comparação é definir qual estrutura tarifária é a mais viável para a Instituição Quadro 9 – Comparação entre as três estruturas tarifárias.627.71 R$ 78.24 R$ 6. Mês nov/07 dez/07 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 Total Média Horo-Sazonal Verde R$ 7.427.30 R$ 5.25 R$ 6.13 R$ 6.792.348.53 R$ 6.Serão apresentados a seguir no Quadro 9 e na Figura 2 a comparação entre as estruturas tarifárias para o Instituto São Vicente.332.42 R$ 6.28 R$ 5.289.437.852.037.479.91 R$ 5.44 R$ 6.840.886.72 R$ 6.62 R$ 6.079.52 Horo-Sazonal Azul R$ 7.010.69 Convencional R$ 7.920.30 R$ 69.729.987.06 R$ 5.316.45 R$ 6.10 R$ 6.31 R$ 6.26 R$ 6.08 R$ 6.20 R$ 6.146.12 R$ 6.68 R$ 6.255.77 R$ 6.754.753.45 R$ 5.61 R$ 5.385.78 R$ 77.479.97 R$ 6.83 R$ 6.825.92 R$ 6.243.363.93 R$ 6.23 Figura 2 – Gráfico da Comparação entre as três estruturas tarifárias.141.53 R$ 5.56 R$ 5.155.639.059.677.698.46 R$ 4.487.645.88 R$ 6. 34 .139.47 R$ 6.449.

Portanto. 40.2. Os custos com a demanda representam 16. Há.57% do valor total da fatura Adotando-se um contrato de demanda fora de ponta de 90 kW e demanda de ponta de 60 kW conclui-se que se fosse optado pela estrutura tarifária horo-sazonal azul. E através da análise do Quadro 6 e do gráfico representado pela Figura 1.5. que o consumo no horário fora de ponta é aproximadamente 10 vezes maior que o consumo no horário de ponta. pode-se notar que os custos com o consumo na ponta e o consumo fora e ponta.22%. 35 . E se comparada à estrutura convencional um aumento de 11. Através das faturas foram utilizados os valores de consumo no horário de ponta e valores de demanda para o dimensionamento de grupo motor-gerador. respectivamente. também com um contrato de demanda de 90kW.1. a estrutura contratada atualmente. um pequeno custo referente ao excesso de energia reativa (UFER) que é de 0.1.78% se comparada à estrutura tarifária atual (horo-sazonal verde). são. 5. é realmente a melhor alternativa pra o Instituto. observa-se na Figura 2 que a estrutura horo-sazonal verde.1. também. haveria um aumento no montante anual de custos com energia elétrica em torno de 11. Análise de estruturas tarifárias com uso de grupo motorgerador no horário de ponta Foi simulada a utilização de um grupo motor-gerador no horário de ponta para a análise de viabilidade econômica.1.62% e 42. Considerações Observa-se por meio dos dados do Quadro 5.23%.44% do faturamento total.

641.942. Serão apresentadas no Quadro 10 e na Figura 3. Quadro 10 – Comparação entre a estrutura tarifária horo-sazonal verde e grupo motor-gerador.219.136.67 R$ 2.75 R$ 1. é de 18 litros por hora.88 R$ 1.70 R$ 1.637.405.78 R$ 1.99 R$ 3.889.256.66 R$/kWh Dessa forma.462. Ele que possui potência para o modo Stand-By de 75 kVA e para o modo Prime de 69 kVA.21 R$ 1.433.56 R$ 1.222.817. Para fins de cálculo.42 R$ 2.86 R$ 14.66/kWh.26 R$ 1.99 R$ 1.58 R$ 2.23 36 .195.14 R$ 1.24 R$ 1. Mês/Ano Período nov-07 Seco dez-07 Úmido jan-08 Úmido fev-08 Úmido mar-08 Úmido abr-08 Úmido mai-08 Seco jun-08 Seco jul-08 Seco ago-08 Seco set-08 Seco out-08 Seco Total Consumo Ponta (kWh) 2246 1848 999 1618 1853 2051 2129 1566 1811 1995 2133 2071 22320 Horo-Sazonal Verde R$ 3.60/60 kWh = 0.10 R$ 3.428.56 R$ 1.70 R$ 2.29 R$ 1.60 (Trinta e Nove Reais e Sessenta Centavos) por hora de funcionamento do grupo motorgerador. as comparações entre a estrutura horo-sazonal verde e o uso de grupo motor-gerador para o consumo no horário de ponta dos últimos doze meses.353.067. Considerando o preço do combustível.36 R$ 1.O grupo utilizado foi da “Cummins Power Generation”.20 (Dois Reais e Vinte Centavos).864.857.68 R$ 659.316.544.99 R$ 3.67 R$ 3.049.652.63 R$ 2.97 R$ 3.44 R$ 1.820.876.86 R$ 1.171. foi considerado o modo Stand-By.531. no caso o Diesel.731.482. que gera uma potência igual a 60 kW. o custo da geração com o Diesel por kWh é obtido da seguinte forma: Custo = R$ 39. o valor médio do custo como funcionamento do gerador foi de R$ 0.353.407.98 R$ 1.145.033.20 Economia R$ 2. Logo.24 R$ 1.847.946. obtém-se o custo de geração de R$ 39.501.43 MotorGerador R$ 1.31 R$ 1. equivalente a R$ 2.34 R$ 1.64 R$ 20. a plena carga.66 R$ 1.366.56 R$ 885. e o consumo médio de combustível.50 R$ 34.347.41 R$ 1.

2007) 37 .678. 5.2. o retorno do investimento será de 33 (Trinta e Três) meses.77 (Mil e Seiscentos e Setenta e Oito Reais e Setenta e Sete Centavos). a economia média mensal será de R$ 1. Considerando que o custo inicial de aquisição do equipamento é de R$ 55. Considerações Verifica-se que caso seja utilizado o grupo motor-gerador no horário de ponta e optar-se pela estrutura tarifária horo-sazonal verde.Figura 3 – Gráfico da Comparação entre a estrutura tarifária horo-sazonal verde e grupo motorgerador.00 (Cinqüenta e Cinco Mil Reais).000.1. A utilização do grupo motor-gerador no horário de ponta é vantajosa caso não haja a disponibilidade de fornecimento de energia extra pela concessionária. (MOREIRA.1.

11h. 2008) 5. 11e. 11c. Ginásio e Parte Externa.1. de que você precisa para aumentar a produção ou suspender o uso do gerador. (ENERSUL. 15. 13. 11i.3. Levantamento de campo Foi feito o levantamento total das cargas instaladas na Casa de Retiro. 14. Trata-se de energia registrada acima do consumo de referência no horário de ponta. reduzindo os custos. 11b. 11d. à disposição de todos os clientes do Grupo A atendidos por contrato horosazonal.1. 11g.3. Laboratórios e Seminário. O cálculo dos consumos estimados é mostrado em gráfico conforme apresenta-se na Figura 5.1. Foram quantificadas as lâmpadas e demais equipamentos. 5. 16a e 16b e mostrado em gráfico conforme é apresentado na Figura 4. Esses setores fazem parte do Instituto São Vicente. 12. 38 . Carga instalada e consumo estimado na Casa de Retiro Foram quantificadas as cargas instaladas na Casa de Retiro conforme apresentam os Quadros 11a. 11f.A energia extra é uma modalidade de fornecimento de energia no horário de ponta.

000 12.200 0.050 0.250 1.600 1.100 0.200 0.015 0.100 0.100 0.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Secretaria Corredor de Entrada Sala de Administração 1 Sala de Administração 2 Deposito de Chaves Banheiro Secretaria Escada .050 0.420 0.022 0.036 0.100 0.100 0.500 20.100 0.100 1.100 0.015 0.620 4.022 0.036 0.050 0.500 6.015 0.450 0.913 24.Quarto 02 39 .000 2.060 0.200 0.015 0.600 1.800 0.000 12.050 0.130 Banheiro .015 0.020 0.060 0.660 3.Secretaria 0.000 4.500 1.500 4.010 0.015 0.020 0.500 109.000 0.700 4.500 2.Quarto 01 Quarto 02 Banheiro .060 0.100 0.100 0.060 0.100 0.Quadro 11a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Fluorescente PL 15W Fluorescente 4 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 20W Incandescente 60W Fluorescente PL 15W Fluorescente PL 15W Fluorescente Circular 22W Fluorescente 2 x 40W Corredor dos Quartos Incandescente 60W Fluorescente PL 10W Incandescente 100W Quarto 01 Fluorescente 2 x 20W Incandescente 36W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 7 5 2 1 1 1 1 1 1 Potência Nominal (kW) 0.200 0.050 0.060 0.450 0.

450 2.250 4.500 4.015 Quarto 03 0.100 0.050 0.500 2.100 0.050 0.050 0.467 Banheiro .Quarto 10 40 .500 2.620 4.060 0.500 9.250 4.Quarto 09 Quarto 10 Banheiro .100 0.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 2.050 0.500 4.050 0.100 0.050 0.050 0.700 4.100 0.500 2.050 0.500 4.100 0.100 0.100 0.000 66.250 1.060 0.100 0.500 2.036 0.Quarto 06 Quarto 07 Banheiro .050 0.050 0.200 1.050 0.Quadro 11b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 20W Incandescente 36W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 25W Fluorescente PL 10W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 36W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 Potência Nominal (kW) 0.050 0.025 0.100 0.250 2.010 0.100 0.Quarto 03 Quarto 04 Banheiro .010 0.125 0.036 0.620 4.100 0.036 0.100 0.100 0.Quarto 04 Quarto 05 Banheiro .250 1.Quarto 08 Quarto 09 Banheiro .100 0.036 0.Quarto 07 Quarto 08 Banheiro .100 0.Quarto 05 Quarto 06 Banheiro .025 0.250 1.

100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 2.500 4.100 0.Quarto 15 Quarto 16 Banheiro .250 1.100 0.060 0.100 0.100 1.200 0.050 0.050 0.100 0.015 0.100 0.100 0.Quadro 11c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 20W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 36W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente PL 15W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 2 1 2 1 1 Potência Nominal (kW) 0.500 4.500 81.100 0.020 0.050 0.100 0.000 2.500 0.100 0.015 0.Quarto 18 41 .250 1.100 0.100 0.500 9.100 0.050 0.620 4.900 4.100 0.100 0.270 Quarto 11 0.250 9.000 4.Quarto 17 Quarto 18 Banheiro .500 2.200 0.100 0.050 0.036 0.025 0.500 2.050 0.Quarto 13 Quarto 14 Banheiro .100 0.500 4.036 0.675 4.020 0.100 0.100 0.Quarto 11 Quarto 12 Banheiro .500 9.200 0.060 0.025 0.100 0.700 4.000 0.Quarto 12 Quarto 13 Banheiro .806 Banheiro .125 4.Quarto 14 Quarto 15 Banheiro .Quarto 16 Quarto 17 Banheiro .

200 1.100 0.100 0.050 0.Quarto 21 Quarto 22 Banheiro .100 0.100 0.000 4.050 0.250 9.Quarto 23 Quarto 24 Banheiro .060 0.100 0.500 4.100 0.100 0.500 2.Quadro 11d – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 2 1 2 Potência Nominal (kW) 0.Quarto 24 Quarto 25 Banheiro .250 2.060 0.250 9.Quarto 19 Quarto 20 Banheiro .100 0.200 0.060 0.200 0.060 0.125 4.200 0.100 0.500 9.050 0.700 4.500 9.945 Banheiro .100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 2.700 4.500 2.000 2.525 Quarto 19 Banheiro .100 0.100 0.050 0.500 1.000 87.Quarto 22 Quarto 23 Banheiro .100 0.050 0.Quarto 26 42 .025 0.100 0.250 4.050 0.050 0.100 0.025 0.100 0.100 0.050 0.Quarto 20 Quarto 21 0.100 0.000 4.500 2.Quarto 25 Quarto 26 Banheiro .100 0.500 4.100 0.

175 Quarto 27 0.500 2.100 0.Quarto 32 Quarto 33 Banheiro .500 2.100 0.100 0.000 3.060 0.100 0.100 0.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 4.100 0.500 1.125 4.080 0.Quadro 11e – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 15W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 2 1 1 1 1 1 Potência Nominal (kW) 0.100 0.500 0.100 0.500 86.025 0.500 2.500 4.015 0.100 0.Quarto 31 Quarto 32 Banheiro .025 0.600 9.100 0.500 4.250 9.100 0.100 0.000 4.Quarto 29 Quarto 30 Banheiro .100 0.100 0.Quarto 30 Quarto 31 Banheiro .100 0.100 0.025 0.Quarto 33 Quarto 34 Banheiro .100 0.100 0.500 1.915 Banheiro .080 0.200 0.700 4.050 0.015 0.200 0.060 0.025 0.Quarto 34 43 .100 0.100 1.700 4.125 4.100 0.060 0.500 4.675 4.Quarto 27 Quarto 28 Banheiro .100 0.050 0.060 0.100 0.100 0.500 4.500 4.100 0.Quarto 28 Quarto 29 Banheiro .

125 Quarto 35 0.025 0.060 0.050 0.100 0.100 0.100 0.500 1.500 4.100 0.100 0.060 0.060 0.000 73.500 4.100 0.100 0.025 0.100 0.700 4.100 0.100 0.Quarto 42 Quarto 44 Banheiro .Quarto 37 Quarto 38 Banheiro .Quarto 35 Quarto 36 Banheiro .500 1.100 0.025 0.080 0.100 0.Quadro 11f – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 25W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W TOTAL Qtd 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 2 Potência Nominal (kW) 0.125 4.100 0.100 0.025 0.025 0.Quarto 36 Quarto 37 Banheiro .025 0.100 0.500 4.080 0.100 0.200 1.500 9.500 4.Quarto 38 Quarto 40 Banheiro .100 0.500 2.Quarto 40 Quarto 42 Banheiro .500 4.500 2.625 Banheiro .Quarto 44 44 .125 4.060 0.250 3.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 4.600 2.100 0.500 1.100 0.100 0.100 0.100 0.700 4.025 0.125 4.

300 0.020 0.Auditório Sala 3 .100 0.135 5.020 0.100 0.200 0.100 0.020 0.100 0.020 0.500 0.000 1.900 4.500 9.020 0.Auditório 45 .020 0.300 0.Quarto 52 Quarto 53 Banheiro .900 0.850 Quarto 50 Sala .000 8.100 0.100 0.500 4.Quadro 11g – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 15W Fluorescente 20W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 10W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 10W Fluorescente 20W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 10W Fluorescente 20W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 15W TOTAL Qtd 1 2 2 1 1 2 1 2 1 1 2 1 1 1 19 3 3 3 3 9 3 Potência Nominal (kW) 0.100 0.020 0.100 0.500 0.100 0.020 0.350 0.100 0.900 4.015 0.500 18.500 114.030 0.900 0.100 0.900 0.010 0.900 4.Quarto 53 Sala de Passar Roupa Escada .045 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 4.Auditório Sala 9 .Auditório Sala 12 .100 0.100 1.900 4.020 0.Quarto 51 Quarto 52 Banheiro .100 0.100 0.900 0.100 0.100 0.010 0.Auditório Auditório Sala 2 .100 0.500 0.500 13.Auditório Sala 4 .Quarto 50 0.085 Banheiro .300 0.100 0.000 18.300 0.000 13.000 54.100 281.Quarto 50 Quarto 51 Banheiro .010 0.

660 Banheiro .400 0.009 0.000 144.Louças Banheiro .400 0.050 0.000 555.Refeitório 0.800 0.100 0.000 1.000 1.240 0.100 0.700 0.400 18.000 6.100 0.000 54.200 0.100 0.100 9.300 0.020 0.100 0.000 4.Cozinha Corredor .000 9.100 0.900 0.100 0.150 0.286 Cozinha Despensa .100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 12.000 6.100 0.200 0.Auditório Escada Auditório/Refeitório Refeitório Banheiro .300 0.000 24.100 0.Cozinha Despensa Mantimentos Sala de Despejo Sala de Equoterapia 46 .100 0.050 0.860 48.000 18.081 0.000 6.000 14.000 18.100 0.800 0.Vestiário Sala 78 Sala 84 Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 100W TOTAL Qtd 2 1 18 2 9 8 1 1 1 4 1 2 7 4 3 3 24 9 3 3 1 Potência Nominal (kW) 0.000 12.Quadro 11h – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Incandescente 100W Fluorescente PL 25W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente PL 9W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 1 x 40W Fluorescente PL 20W Corredor Externo Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Estúdio Musical Banheiros Vestiários Sala 03 .060 0.000 6.025 0.100 0.100 0.100 0.500 2.100 0.050 0.400 42.500 108.300 2.100 0.025 1.040 0.100 0.

200 0.800 15.800 15.050 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kW) 12.Quadro 11i – Carga instalada (kW) – Iluminação – Casa de Retiro Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Fluorescente PL 15W Fluorescente PL 10W Incandescente 60W Fluorescente PL 20W Fluorescente PL 15W Capela Incandescente 60W Incandescente Colorida 40W Halógena Dicróica 50W TOTAL Qtd 2 1 3 3 4 17 2 2 5 Potência Nominal (kW) 0.200 0.000 511.800 4.257 0.016 72.000 0.060 0.240 0.015 0.200 0.Cônsul Refrigerador Cônsul RU26 Água Gelada Freezer Horizontal Pequeno Geladeira .250 1.020 0.250 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 57.010 0.200 4.Capela Quadro 12 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 0.120 0.200 0.180 0.Eletrolux DFW -45 Freezer Horizontal Eletrolux 2 portas Freezer Horizontal Metal Frio 2 portas TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 0.080 0.250 0.600 0.040 0.600 74.200 0.030 0.080 0.000 72.240 0.600 120.600 57.257 0.210 Corredor .800 10.597 Refeitório Cozinha Despensa Mantimentos 47 .200 0.960 72.060 0.Quarto 50 Refrigerador Compacto 80 .000 57.100 0.015 0.250 1.255 0.300 7.900 1.015 0.250 0.200 0.776 Setor Identificação Qtde Sala .

020 Sala 12 .000 BTU Condicionador de Ar 10.200 3.800 2.970 24.200 0.840 Setor Identificação Qtde Sala de Administração 1 Sala de Administração 2 Quarto 50 Sala .800 0.750 0.800 0.800 5.800 5.800 1.Quarto 50 Quarto 51 Quarto 52 Quarto 53 Auditório Sala 9 .200 26.000 9.500 BTU Condicionador de Ar 7.500 BTU Condicionador de Ar 12.640 459.600 14.400 9.600 9.000 BTU Condicionador de Ar 18.200 0.970 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 126.Auditório Sala de Equoterapia 48 .400 11.800 0.000 BTU 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 3.000 BTU Condicionador de Ar 30.900 Consumo Mensal Estimado (kWh) 27.500 0.500 BTU Condicionador de Ar 60.200 3.200 3.400 38.Quadro 13 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 0.000 Setor Identificação Forno de MicroondasPanasonic TOTAL Qtde Cozinha 1 Quadro 14 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 3.000 BTU Condicionador de Ar 30.500 0.900 Potência Total (kW) 0.500 BTU Condicionador de Ar 7.000 27.200 3.750 0.000 BTU Condicionador de Ar 7.Auditório Condicionador de Ar 21.600 139.000 BTU Condicionador de Ar 7.600 9.200 0.900 0.000 27.000 BTU Condicionador de Ar 7.800 2.200 0.400 38.800 1.800 0.

500 126.200 0.000 24.000 3.Vestiário Sala 78 Auditório Ferro de Passar Roupa ARNO Ventilador de Piso Ventilador de Parede Ventilador de Parede Televisor Aparelho de Som Cortador de Frios Liquidificador Batedor de bife Moedor de carne Batedeira Fatiadora de salame Exaustor Máquina para cortar grama Moto Serra STIHL Ventilador de Parede TOTAL 1 1 8 4 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 2 6 1.100 0.100 0.100 0.600 6.100 0.050 Potência Total (kW) 0.000 12.175 0.175 0.200 0.243 0.900 0.290 3.200 0.000 15.100 3.100 0.000 14.060 0.000 3.368 0.100 0.693 Cozinha Quarto de Maquinários Capela 49 .500 Consumo Mensal Estimado (kWh) 36.100 0.100 0.100 0.000 3.250 7.400 0.000 7.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 36.000 136.060 0.600 14.245 0.100 0.000 54.952 Setor Identificação Qtde Sala de Passar Roupa Sala 03 .400 1.900 0.000 3.050 0.400 0.000 72.100 0.100 0.050 0.530 16.000 378.500 6.245 0.368 0.100 6.100 0.712 16.000 Setor Identificação Qtde Secretaria Sala de Administração 1 Sala de Administração 2 Estúdio Musical Sala de Equoterapia Computador Impressora Xerox Computador Impressora Laser Jet 1300n Computador Computador Computador Impressora Laser Jet 1300n TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 1 Quadro 16a – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 1.100 0.100 0.551 0.551 0.243 0.050 1.000 1.800 2.100 0.530 11.040 5.800 0.000 12.Quadro 15 – Carga instalada (kW) – Computadores e Periféricos – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 0.551 0.551 0.

000 3.000 3.100 0.000 3.000 3.100 0.100 0.100 0.000 3.100 0.000 3.000 3.000 3.000 3.000 3.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 Potência Total (kW) 0.100 0.100 0.000 3.100 0.000 3.100 0.000 Setor Identificação Qtde Quarto 02 Quarto 03 Quarto 05 Quarto 06 Quarto 07 Quarto 09 Quarto 11 Quarto 13 Quarto 14 Quarto 15 Quarto 16 Quarto 17 Quarto 19 Quarto 20 Quarto 21 Quarto 22 Quarto 23 Quarto 24 Quarto 25 Quarto 26 Quarto 27 Quarto 28 Quarto 30 Quarto 31 Quarto 32 Quarto 33 Quarto 34 Quarto 35 Quarto 36 Quarto 37 Quarto 38 Quarto 40 Quarto 44 Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso Ventilador de Piso TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 50 .000 3.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.000 3.100 0.100 0.000 3.100 0.100 0.100 0.100 0.000 3.100 0.100 0.000 3.000 3.100 0.000 3.100 0.000 3.Quadro 16b – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Casa de Retiro Potência Nominal (kW) 0.100 0.000 3.100 0.100 0.000 3.100 0.100 0.000 3.000 3.100 0.100 0.100 0.000 99.100 0.000 3.100 0.100 0.100 0.000 3.000 3.100 3.100 0.100 0.100 0.000 3.300 Consumo Mensal Estimado (kWh) 3.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.100 0.000 3.100 0.000 3.000 3.000 3.

51 .Figura 4 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Casa de Retiro. Figura 5 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Casa de Retiro.

2.1. 52 . Os condicionadores de ar quantificam uma influência de 33% das cargas instaladas e apenas 15% do consumo. Considerações Através das Figuras 4 e 5 podem-se identificar quais são as principais cargas da Casa de Retiro onde poderão ser adotadas medidas de eficiência.3. Os outros equipamentos possuem uma participação tanto nas cargas instaladas como no consumo total de energia elétrica. 5. 18 e 19 e mostrado em gráfico conforme é apresentado na Figura 6. O cálculo dos consumos estimados é mostrado em gráfico conforme apresenta-se na Figura 7. mas no consumo possui uma parcela de 17% do total.1. A iluminação contribui 37% da carga instalada.3.5. Os computadores e periféricos e aparelhos de aquecimento participam em pequena quantidade dessa totalidade. Já os aparelhos de refrigeração possuem pequena influência nas cargas instaladas. Carga instalada e consumo estimado no Ginásio e Parte Externa Foi feito a quantificação das cargas instaladas no Ginásio e Parte Externa conforme apresentam os Quadros 17. porém com um consumo de energia elétrica de 47%.1.1.

Banheiro Feminino Ginásio .Vestiário Feminino Ginásio .974 6.092 0.600 3.Quadra 7 2 2 2 2 40 7 54 5 2 6 4 0.100 0.100 0.100 0.200 0.Área Externa Ginásio .440 1.000 0.100 0.840 3.Depósito Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W TOTAL Qtd Potência Nominal (kW) 0.200 570.400 0.Banheiro Masculino Ginásio .Palco Incandescente 100W Vapor Metálico Palito Ginásio .600 10.600 3.100 0.600 108.400 30.480 53 .000 13.000 12.Quarto Ginásio .Vestiário Masculino Ginásio .132 0.600 0.046 0.100 0.200 22.600 396.322 0.550 0.100 0.660 0.Camarim Ginásio .800 7.200 0.046 0.200 0.200 3.700 5.Quadro 17 – Carga instalada (kW) – Iluminação – Ginásio e Parte Externa Lâmpada Setor Descrição Fluorescente PL 46W Fluorescente PL 46W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Lâmpada de Vapor de Mercúrio Fluorescente 2 x 40W Ginásio .100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Ginásio .

565 471.Quadro 18 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Ginásio e Parte Externa Potência Nominal (kW) 4.905 5.800 Quadro 19 – Carga instalada (kW) – Motores – Ginásio e Parte Externa Potência Nominal (kW) 0.368 1.400 8.400 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 44.312 335.Vestiário Masculino Ginásio .5 HP TOTAL 1 1 1 54 .866 Consumo Mensal Estimado (kWh) 22.593 7.957 Setor Identificação Qtde Ginásio Bomba Curral Bomba Frente Motor 1/2 cv Bomba Bomba 7.000 88.000 44.593 Potência Total (kW) 0.000 Setor Identificação Qtde Ginásio .400 4.Vestiário Feminino Chuveiro Elétrico Chuveiro Elétrico TOTAL 1 1 4.080 114.905 5.400 4.368 1.

Figura 6 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Ginásio e Parte Externa. 55 . Figura 7 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Ginásio e Parte Externa.

1. Carga instalada e consumo estimado nos Laboratórios Foram quantificadas as cargas instaladas nos laboratórios conforme apresentam os Quadros 20a. para uso de irrigação. bem como o consumo de energia elétrica. Já os aparelhos de aquecimento quantificam uma parcela considerável das cargas instaladas. 56 . O cálculo dos consumos estimados é mostrado em gráfico conforme apresenta-se na Figura 9. Nota-se que o uso final da iluminação é o que mais contribui com a carga instalada neste setor com 65% do total. mas no consumo total aparece com apenas 8%. com 50%. devido às bombas instaladas. 22. 21. Considerações Através das Figuras 6 e 7 pode-se identificar quais são as principais cargas do Ginásio e Parte Externa do Instituto e seus respectivos consumos. 25. 27a e 27b e mostrado em gráfico conforme é apresentado na Figura 8. 20c.3.5.2.3. 26. 23. Os motores possuem a menor contribuição na totalidade das cargas. porém possui um consumo significante. 20b. 5.1. cerca de 42%.3.1. 24.

300 0.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Lab.700 74.900 Corredor Externo Corredor Interno 2 Digestão e Extração Microbiologia Tecnologia de Fermentação Biblioteca Unidade de Granulometria Sala de Amostras Sala de Reuniões e de Atendimento a Alunos Sala dos Professores Sala de Aula CT AGRO Lab.500 49. de Processamento 57 .000 132.100 0.800 0.100 0.500 247.100 0.400 74.300 0.100 2.300 0.500 49.300 0. de Solos e Nutrição de Plantas Corredor Interno 1 Coordenação Lab.100 0.500 49.500 16.409.500 49.000 132.300 0.100 0.300 1.100 0.100 0.000 49.500 1.100 0.500 210.100 0.800 0.600 132.100 0.400 0.100 0.200 149. dos Solos Coordenação Fazenda-Escola 18 6 3 3 2 4 8 3 3 3 3 3 3 3 3 11 28 8 8 15 15 1.100 0.500 49.100 0.000 247.800 1.500 15.100 0.500 2.100 0. de Hidráulica Amostra de Solos Sala de Limpeza Sala de Aula Lab.200 0.100 0.300 448.100 0.800 0.700 49.500 49.100 0.300 0.500 49.300 0.600 0.300 0.800 99.Quadro 20a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios Lâmpada Setor Descrição Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 100W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W TOTAL Qtd Potência Nominal (kW) 0.100 0.100 0.300 0.800 0.

000 18.500 0.000 50.100 0.600 0.300 0.400 1.000 12.100 0.300 2.000 48. de Zootecnia Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W TOTAL 3 0.500 58 .100 0.000 9.200 14.300 0.500 49.000 10.100 0.500 0.100 0.100 0.600 0.600 0.000 396.100 0.000 823.300 0.000 30.300 49.100 0.000 24.000 6.800 0.100 0.100 0.900 49.100 0.000 6. de Desenvolvimento e Teste de Produtos Alimentícios Sala de Digestão Sala dos Professores Banheiros Preparo de Amostras e Material Lab.Quadro 20b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios Lâmpada Setor Descrição Qtd Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Lab.500 24.900 0.100 0.50 3 3 8 3 18 3 3 3 25 6 6 6 5 6 9 3 24 12 0.300 0.100 0.000 12.100 0.600 0.100 0.100 0.100 0.000 12. de Análises Físico-Química Sala B-03 Sala B-04 Sala B-05 Sala B-07 Sala B-08 Sala B-09 Sala B-11 Corredor Sala B-13 Sala B-14 Sala de Esterilização Sala B-26 Lab.300 1.300 2.100 0.800 0.100 0.000 12.000 6.

100 0.100 0.500 5.711 5. Apicultura Banheiro Ovino / Caprinocultura Fluorescente 2 x 32W Fluorescente 2 x 32W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 1 x 20W Fluorescente 2 x 40W Lâmpada Mista 2 0.520 4 2 3 2 2 7 2 2 5 1 2 1 1 2 0.280 0.Leite Lâmpada Mista Fluorescente 2 x 40W Lâmpada Mista Galpão Incandescente 100W Fluorescente Compacta TOTAL 59 .050 0.025 0.141 3.160 0.000 7.000 4.000 20.250 5.250 0.030 3.100 0.200 0.070 0.Máquinas e Implementos Agrícolas Banheiro Depósito de Cimento Lab.Quadro 20c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Laboratórios Lâmpada Setor Descrição Qtd Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Posto de Gasolina Máquinas e Implementos Agrícolas Depósito de Produtos Químicos Depósito de Ferramentas Oficina .100 0.750 91.100 0.100 0.250 5.100 0.070 0.050 0.370 Bovinocultura .100 0.800 0.100 0.500 0.200 0.160 0.600 5.160 0.000 2.500 1.500 2.700 0.300 0.015 0.200 0.000 6.000 17.200 0.250 0.

000 48.000 72.100 0.000 0.200 1.287 52.457 2.100 0.900 2.150 0.267 Quadro 22 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.200 0.400 1.800 1.120 0.200 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 16.750 0.550 1. de Processamento Lab.120 0.963 60 .400 0.887 Setor Identificação Qtde Estufa de Esterilização e Secagem Lab.200 1.750 0.200 57.600 131.457 2.600 72.120 3.200 16.500 57.343 1.400 1.736 Setor Identificação Quantidade Lab.420 2.600 2.120 0.000 6.400 0.550 1.000 42.120 0.120 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 28.Quadro 21 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.420 2.000 51.616 80. de Desenvolvimento e Teste de Produtos Alimentícios Lab.840 51.000 0.600 2.500 12.150 0.000 54.800 1.343 1.900 2.000 66. de Solos e Nutrição de Plantas Corredor Externo Microbiologia Sala de Amostras Lab. de Zootecnia Sala de Digestão Forno Elétrico Seladora a Vácuo Chapa Aquecedora Manta Aquecedora Banho Maria Banho Maria Esterilizados Chapa Aquecedora TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0. de Zootecnia Bovinocultura Leite Quiosque Refrigerador Continental Bebedouro de Pressão Refrigerador Prosdócimo R-26 Freezer 230 Cônsul Freezer Câmara Fria de 2 Portas Bebedouro de Pressão Bebedouro de Pressão TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 1 0.840 43. de Solos e Nutrição de Plantas Estufa de Esterilização e Secagem Chapa Aquecedora Aquecedor de Água Lab.200 0. de Análises Físico-Química Lab.000 508.800 51.400 0.000 10.840 496.400 0.

400 40.800 10.200 3.800 3.000 BTU Condicionador de Ar 30.200 5.200 1.800 122.354.Quadro 23 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar – Laboratórios Potência Nominal (kW) 3. de Solos e Nutrição de Plantas Coordenação Lab.200 1.400 3.000 BTU Condicionador de Ar 30.000 BTU Condicionador de Ar 12.400 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 338.600 40. de Processamento Sala dos Professores Sala B-07 Sala B-09 Condicionador de Ar 30.800 2.200 1.400 1.400 3.400 1.360 159.360 40.480 61 .000 BTU Condicionador de Ar 30.200 3.200 6.360 770.000 BTU Condicionador de Ar 12.200 5. de Análises Físico-Química Sala de Reuniões e de Atendimento a Alunos Sala dos Professores Sala de Aula CT AGRO Sala de Aula Lab.400 10.200 3.200 159.000 BTU TOTAL 3 1 1 1 3 10.200 1.000 BTU Condicionador de Ar 12.400 59. dos Solos Coordenação Fazenda-Escola Lab.000 BTU Condicionador de Ar 30.000 BTU Condicionador de Ar 12.200 3.000 BTU Condicionador de Ar 60.400 Setor Identificação Qtde Lab.800 159.000 BTU Condicionador de Ar 30.360 1 1 3 1 1 2 1 1.400 1.400 3.400 1.000 BTU Condicionador de Ar 12.000 BTU Condicionador de Ar 30.400 159.240 122.800 3.200 1 1.640 159.360 81.

Máquinas e Implementos Agrícolas Fábrica de Ração Bovinocultura Bovinocultura .260 Quadro 25 – Carga instalada (kW) – Motores – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.041 22.360 4.472 1.736 0.090 1.123 0.5 cv Ventilador Bomba 1 cv Bomba 1.736 1.5 HP Motor 1 cv Bomba 2 cv Compressor 1.471 1.736 1.120 0.500 0.678 2.130 44. dos Solos Coordenação Fazenda-Escola Lab.100 0. de Análises Físico-Química Lab.080 22.103 36.600 Setor Identificação Qtde Coordenação Lab.Leite Curral Galpão Motor 1/6 cv Motor 1/3 cv Monofásico Motor 1 1 1 Bomba 1 cv 1 0.736 0.065 Bomba 5 cv Moedor de Carne 3 cv Esmeril 2 cv Batedeira de cereais Motor 10 cv Motor 5.245 0.200 22.084.600 123.471 14.101 0.145 62 Estufa .200 0.000 110.5 cv TOTAL 1 1 1 1 2 1 1 1 1 2 1 1 1 3.472 1.138 110.000 299.120 0.750 Consumo Mensal Estimado (kWh) 3.101 0.368 0.736 1.100 0.100 0. de Análises Físico-Química Biblioteca Sala de Reuniões e de Atendimento a Alunos Sala dos Professores Computador Computador Notebook Computador Computador Impressora Laser Computador TOTAL 1 1 1 1 2 1 2 0.207 1.200 13.736 0.130 441.325 66.065 44.678 7.Quadro 24 – Carga instalada (kW) – Computadores e Periféricos – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.200 33.245 0.065 22.678 2. de Zootecnia Posto de Gasolina Máquinas e Implementos Agrícolas Depósito de Produtos Químicos Oficina .471 1.356 22.5 HP Bomba 0.720 4.736 0.000 44.500 Setor Identificação Qtde Lab.100 0.471 7.160 33.100 0.065 33.100 Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 33.200 1.060 0.123 0.750 Potência Total (kW) 0.000 44.195 44.500 0.736 1.600 22.060 0.100 0.103 3.207 1.100 0.736 22.

000 22.368 0.000 7.100 0.200 2.000 37.090 0.000 7.100 0.780 28.090 0. de Análises Físico-Química Sala B-26 Lab.100 0.600 7.400 0.360 7.100 0.400 10.378 1.800 12.000 22.100 0.380 0.500 0.100 0.100 0.189 1.000 547.000 3.000 22.015 0.100 Potência Total (kW) 0.720 22.100 0.640 0.100 0.100 0.000 22.100 0.980 99.050 0.200 0. de Análises Físico-Química 63 .368 0.500 27.000 22.000 1.015 0.050 1.010 0.100 0.100 0.000 16.010 0.050 1.300 1.378 0.200 0.100 0.000 22.Quadro 26 – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.380 0.012 0.800 0.800 0.100 0.000 36.100 0.600 4.000 8.050 0.378 0.012 0.100 0.300 Setor Identificação Qtde Aparelho de Fax Coordenação Fazenda-Escola Weather Station (Estação Meteorológica) Compressor Ventilador Exaustor Aparelho para Laminação Aparelho de Lavar Louça Lab.400 0.189 1.100 0.320 0. de Desenvolvimento e Teste de Produtos Alimentícios Fatiador Microondas Liquidificador Liquidificador Liquidificador Industrial Masseira Balança Balança BEL MARK 4100 Digestão e Extração Microbiologia Tecnologia de Fermentação Biblioteca Unidade de Granulometria Sala de Amostras Escritório Sala de Aula CT AGRO Sala de Aula Lab.000 22. de Zootecnia Exaustor Exaustor Exaustor Exaustor Exaustor Exaustor Ventilador de Teto Televisor Retroprojetor Videocassete Relógio Digital Radio Ventilador de teto Exaustor Exaustor TOTAL 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 3 10 4 Lab.560 24.500 0.126 0.100 0.100 0.286 Consumo Mensal Estimado (kWh) 2.800 0.100 0.378 1.600 20.240 16.126 0.560 0.000 0.100 0.

130 0.875 6.100 0.070 0.625 25.000 1.500 12.500 0.000 75.000 100.022 0.100 0.500 2.500 1.035 0.600 0.035 0.450 0.650 2.500 0.000 3.750 27.500 2.070 0.000 6.500 1.000 0.150 1.500 40.600 0.000 12.000 2.450 0.500 0.600 1.500 2.000 3.050 0.000 0.500 4.500 11.750 2.800 2.500 610.500 0.500 0.000 3.438 Consumo Mensal Estimado (kWh) 1.000 50.100 24.500 0.100 0.600 0.000 1.800 2.000 25.265 1.250 12.186 0.550 20.000 4.100 0.000 40.000 50.022 0.500 0.500 62.100 Potência Total (kW) 0.265 0.100 0.186 0.Quadro 27a – Carga instalada (kW) – Equipamentos de Laboratório – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.150 1.600 0. de Solos e Nutrição de Plantas Preparo de Amostras e Material Sala de Digestão 64 .000 15.950 Setor Identificação Qtde Aparelho de Diluição Aparelho de Leitura de PH Espectro Exaustor de Ácido Destilador de Nitrogênio Destilador de Água Dispersor Agitador de Tubos Agitador Magnético Bomba a Vácuo Bomba a Vácuo Balança BEL MARK 210A Balança BEL MARK 1000 Unidade de Granulometria Agitador Granulométrico Digestor Digestão e Extração Determinador de Fibra Agitador com Temperatura Capela de Fluxo Laminar Microbiologia Estufa de Culturas Lupa (Lâmpada Circular Fluorescente) Câmara de Germinação Estufa com Renovação e Circulação de ar Autoclave Vertical Esterilização Mesa Agitadora Orbital Mufa TOTAL 1 2 1 1 2 1 4 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Lab.000 0.260 0.600 1.000 0.500 4.

750 0.250 3.100 0.009 0.100 0.100 0.700 0.225 1.000 2.000 0.100 0.700 1.250 0.250 0.500 2.100 0.Quadro 27b – Carga instalada (kW) – Equipamentos de Laboratório – Laboratórios Potência Nominal (kW) 0.680 1.500 5.000 2.700 0.750 18.014 0.250 0.100 0.500 25.500 0.500 0.250 6.130 1.200 0.100 0.380 1.500 9.000 12.250 0.500 2.919 Consumo Mensal Estimado (kWh) 17.340 1. de Processamento Germinador de sementes Balança BEL MARK 4100 Agitador Mecânico Leitor de Elise Bomba a Vácuo Determinador de Umidade Centrífuga Batedeira Agitador Magnético LVT Agitador Germetec Destilador Banho Maria Benfer Espectrophotometer Microscópio Bodelin Microscópio BEL Luminária PH-METRO Balança BEL Luto de cor Estufa de Circulação de Renovação de ar Lab.300 0.500 0.700 0.050 0.500 1.700 0.252 1.060 0.000 0.180 0.100 0.200 0.500 25.350 42.500 0.500 0.500 5.014 0.500 1.380 1.350 6.100 Potência Total (kW) 0.130 1.500 18.200 0.050 0.500 7.200 0.250 42.100 0. de Processamento Germinador de sementes Balança BEL MARK 4100 TOTAL 65 .750 0.750 6.060 1. de Hidráulica Moedor Farinheira Prensa Masseira Estufa de Circulação de Renovação de ar Lab.700 0.750 0.000 27.050 0.750 0.500 372.100 14.500 27.014 1.100 0.180 0.009 0.100 0.000 0.050 0.000 0.300 0.014 1.300 42. de Análises Físico-Química Lab.100 0.250 2.500 4.975 Setor Identificação Moinho Ralador Descascador Qtde 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Lab.100 0.500 0.250 2.252 1.

66 .Figura 8 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Laboratórios. Figura 9 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Laboratórios.

com 29% do total. 30.1. 34a e 34b e mostrado em gráfico conforme é apresentado na Figura 10. 28b. 67 . que são responsáveis por 20% da carga instalada. 28f.4. Os equipamentos de Laboratório. Considerações Através das Figuras 8 e 9 pode-se identificar quais são as principais cargas instaladas nos laboratórios onde poderão ser adotadas medidas de eficiência.1.3. Os motores possuem um total de 18% da carga instalada e 11% do total do consumo médio mensal dos laboratórios. Verifica-se que o que mais contribui com a carga instalada nos laboratórios são os condicionadores de ar.1. 28e. e contribuem com uma parcela de 10% no consumo total. Carga instalada e consumo estimado no Seminário Foi feito a quantificação das cargas instaladas no seminário conforme apresentam os Quadros 28a. O consumo de energia elétrica foi maior por parte da iluminação. 28c. 28d. 32.3.3. contribuindo com 35% do consumo total de energia. devido à presença de diversos equipamentos de potência elevada. Os aparelhos de refrigeração e aquecimento contribuem somados com uma parcela de 10% do total de energia consumida. porém pouco utilizados.5. 5. O cálculo dos consumos estimados é mostrado em gráfico conforme apresenta-se na Figura 11. Os outros equipamentos possuem uma pequena parcela da carga instalada com 5% e consumo estimado com 6%. 33. 31. Os computadores e periféricos também possuem uma pequena influência no consumo total. 29.

Quadro 28a – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh)

Lavanderia Sala de Passar Lavanderia Funcionários Dormitório Banheiro 1 Banheiro 2 Depósito Aspirantes Dormitório dos Aspirantes Banheiro Sapataria Sala Musical Sala de Jogos Sala Artística Enfermaria Sacristia Fluorescente 1 x 40W Fluorescente 1 x 40W Fluorescente 1 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 3 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Fluorescente 1 x 40W Incandescente 60W Fluorescente 2 x 40W TOTAL 24 8 3 4 2 2 3 1 6 3 2 1 5 0,050 0,050 0,050 0,100 0,100 0,150 0,100 0,100 0,100 0,060 0,050 0,060 0,100 1,200 0,400 0,150 0,400 0,200 0,300 0,300 0,100 0,600 0,180 0,100 0,060 0,500 5,620 180,000 36,000 4,500 12,000 6,000 9,000 45,000 6,000 18,000 5,400 6,000 3,600 45,000 471,000 Incandescente 100W Fluorescente 30W Incandescente 100W Incandescente 100W 1 1 1 1 0,100 0,030 0,100 0,100 0,100 0,030 0,100 0,100 15,000 2,700 9,000 3,000 Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 4 x 40W 6 1 0,100 0,200 0,600 0,200 48,600 16,200

Corredor

Banheiro Despensa Refeitório

68

Quadro 28b – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh)

Aspirantes Refeitório Funcionários Biblioteca Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Fluorescente Compacta Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 3 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 3 x 40W Incandescente 100W Incandescente 100W Lâmpada Mista Padres Refeitório Padres Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 3 x 40W Fluorescente 1 x 40W Fluorescente 2 x 40W Despensa Fluorescente 1 x 40W Fluorescente 2 x 20W TOTAL 7 6 2 5 1 1 0,100 0,150 0,050 0,100 0,050 0,050 0,700 0,900 0,100 0,500 0,050 0,050 6,500 63,000 135,000 15,000 15,000 1,500 1,500 576,000 2 3 3 2 6 9 4 1 4 1 1 2 0,100 0,100 0,060 0,010 0,100 0,100 0,150 0,100 0,150 0,100 0,100 0,250 0,200 0,300 0,180 0,020 0,600 0,900 0,600 0,100 0,600 0,100 0,100 0,500 18,000 18,000 10,800 1,200 36,000 108,000 72,000 6,000 54,000 3,000 3,000 15,000

Corredor

Sala de Televisão Sala de Estudo Sala 2º Ano Sala Coordenação Sala de Informática Corredor interno

Corredor externo

Cozinha

69

Quadro 28c – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh)

Padres Fluorescente Compacta Incandescente 50W Fluorescente 3 x 16W Incandescente 50W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta TOTAL 15 2 3 2 4 3 3 1 3 4 1 3 3 1 3 3 1 3 3 1 3 0,015 0,050 0,053 0,050 0,015 0,060 0,015 0,053 0,015 0,015 0,528 0,015 0,015 0,053 0,015 0,015 0,053 0,015 0,015 0,053 0,015 0,225 0,100 0,158 0,100 0,060 0,180 0,045 0,053 0,045 0,060 0,528 0,045 0,045 0,053 0,045 0,045 0,053 0,045 0,045 0,053 0,045 2,028 3,375 3,000 4,752 3,000 9,000 10,800 0,675 0,792 0,675 9,000 79,200 4,050 0,675 0,792 0,675 0,675 0,792 0,675 0,675 0,792 0,675 134,745

Academia

Corredor

Quarto 25 Banheiro - Quarto 25 Quarto 26 (desocupado) Banheiro - Quarto 26

Quarto 23

Banheiro - Quarto 23 Quarto 21 (desocupado) Banheiro - Quarto 21 Quarto 28 (desocupado) Banheiro - Quarto 28 Quarto 20 (desocupado) Banheiro - Quarto 20

70

025 0.700 129.030 0.045 0.015 0.250 2.000 12.Quadro 28d – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Padres Copa Fluorescente 3 x 16W Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Incandescente 50W Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta TOTAL 3 4 2 8 2 2 2 2 2 5 2 3 1 3 3 1 3 5 3 0.053 0.050 0.700 11.920 2.015 0.015 0.045 0.100 0.Quarto 6 Quarto 2 Banheiro -Quarto 2 71 .015 0.799 14.256 12.030 0.200 2.053 0.053 0.100 0.920 3.Sala de Televisão Escada Corredor Sala de estudo Sala do Diretor Quarto (desocupado) Corredor Quarto 7 (desocupado) Banheiro .450 7.045 0.015 0.Quarto 7 Quarto 6 Banheiro .750 7.700 2.360 Sala de Televisão Banheiro .000 7.675 6.200 0.200 0.015 0.100 0.045 0.030 0.000 0.053 0.700 30.211 0.672 3.075 0.053 0.264 0.015 0.000 0.120 0.015 0.050 0.053 0.045 1.053 0.015 0.792 0.675 0.015 0.158 0.

675 4.500 2.050 0.058 2.Quarto 3 Sala de Estar Sala de Visita Pré-Noviço Entrada 1 7 9 1 3 1 2 3 0.732 72 .450 0.015 0.015 0.015 0.053 0.060 0.750 9.015 0.045 0.015 0.053 0.015 0.000 7.015 0.800 Quarto 5 Banheiro .700 183.045 0.053 0.045 2.053 0.045 0.Quadro 28e – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Padres Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Fluorescente 3 x 16W Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Quarto 4 Incandescente 60W Fluorescente 3 x 16W Banheiro .050 0.015 0.920 2.015 0.045 0.045 0.015 0.250 6.250 63.045 0.000 40.053 0.Quarto 02 Fluorescente PL 15W TOTAL 3 1 3 3 1 3 2 1 1 3 3 2 4 0.015 0.045 0.675 0.015 0.060 0.015 0.Quarto 4 Fluorescente Compacta Fluorescente Compacta Incandescente 50W Fluorescente Compacta Fluorescente PL 15W Fluorescente 2 x 40W Corredor da Varanda Fluorescente 2 x 20W Fluorescente PL 15W Fluorescente PL 15W Quarto 2 Incandescente 60W Fluorescente PL 25W Banheiro .050 0.500 2.700 0.025 0.Quarto 5 Quarto 3 (desocupado) Banheiro .792 0.053 0.015 0.920 2.700 1.060 0.000 7.030 0.100 0.000 1.500 9.350 3.060 0.750 7.100 0.060 6.700 0.

500 0.040 0.100 0.040 0.000 49.000 108.000 6.000 0.000 90.000 24.000 7.100 0.015 0.035 0.040 1.120 0.100 0.200 0.600 0.800 3.100 0.020 0.400 6.500 86.050 0.050 0.250 0.200 6.200 0.050 0.Quadro 28f – Carga instalada (kW) – Iluminação – Seminário Lâmpada Setor Descrição Potência Qtde Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Pré-Noviço Incandescente 50W Fluorescente 1 x 32W Capelinha Incandescente Colorida 40W Fluorescente PL 20W Banheiro .100 0.060 0.Sala 03 Sala de TV Almoxarifado Sala de Estudos Biblioteca Banheiro Biblioteca Laboratório de Informática 73 .600 2.000 869.000 18.989 112.400 5.045 0.Sala 05 Fluorescente PL 15W Fluorescente 2 x 20W Quarto PréNoviciado Fluorescente 2 x 40W Incandescente 40W Banheiro .040 0.400 0.050 0.090 0.550 0.360 0.050 0.400 24.100 1.704 0.000 12.120 0.250 150.010 Jardim Escritório .015 0.000 90.500 63.300 0.360 10.100 0.Quarto Pré-Noviciado Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Incandescente 60W Fluorescente PL 45W Fluorescente 2 x 40W Incandescente 60W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Fluorescente 2 x 40W Fluorescente 2 x 20W Fluorescente 2 x 40W TOTAL 25 20 3 2 1 10 3 1 10 11 6 2 4 2 1 12 2 4 4 0.060 0.

200 Bebedouro de Pressão TOTAL 1 0.000 72.000 Ferro de Passar Ferro de Passar Aquecedor TOTAL 1 1 1 1.150 0.000 28.400 3.100 0.000 132.200 180.200 51.150 0.900 6.290 51.250 0.150 0.100 0.120 Geladeira Continental Freezer Horizontal Freezer Horizontal Câmara Fria Geladeira 1 1 1 1 1 0.000 45.200 74 .400 265.120 1.120 0.200 24.150 43.200 1.250 0.200 1.000 24.150 0.150 0.000 670.000 4.Quadro 29 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Refrigeração – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 43.250 0.840 Setor Identificação Qtde Aspirantes Refeitório Refeitório Funcionários Padres Refeitório Padres Cozinha Despensa Sala de Televisão Pré-Noviço Corredor da Varanda Geladeira Bebedouro de Pressão 1 1 0.500 1.080 Quadro 30 – Carga instalada (kW) – Aparelhos de Aquecimento – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) Setor Identificação Qtde Lavanderia Sala de Passar Funcionários Banheiro 1 Aspirantes Dormitório dos Aspirantes Despensa Padres Quarto 4 Ferro de Passar Industrial Calandra Chuveiro Elétrico 3 1 1 1.200 72.120 0.000 4.250 0.800 43.840 406.500 18.200 1.200 1.300 6.

000 0.940 0.970 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.200 75 .360 Condicionador de Ar 10.970 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 0.800 139.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 0.970 0.800 5.200 116.000 BTU Condicionador de Ar 18.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 0.000 58.970 0.970 11.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 1.000 0.640 58.970 0.970 0.000 783.000 BTU Condicionador de Ar 10.000 BTU Condicionador de Ar 10.000 BTU TOTAL 1 1 0.970 0.970 0.200 34.000 BTU Condicionador de Ar 10.200 132.200 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.200 0.000 58.200 0.970 0.400 58.970 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 0.970 0.000 0.000 58.970 2.970 0.000 BTU 1 5.200 23.920 Condicionador de Ar 60.970 0.970 0.200 0.970 0.Quadro 31 – Carga instalada (kW) – Condicionadores de Ar– Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo estimado Mensal (kWh) Setor Identificação Qtde Aspirantes Sala de Estudo Padres Academia Quarto 25 Quarto 26 (desocupado) Quarto 23 Quarto 21 (desocupado) Quarto 28 (desocupado) Quarto 20 (desocupado) Quarto 7 (desocupado) Quarto 6 Quarto 2 Quarto 5 Quarto 3 (desocupado) Quarto 4 Sala de Visita Pré-Noviço Quarto 2 Laboratório de Informática Condicionador de Ar 10.970 0.000 BTU 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 0.520 58.970 0.970 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.970 0.970 2.970 0.970 0.000 BTU Condicionador de Ar 10.000 BTU Condicionador de Ar 10.

100 0.050 0.400 Quadro 33 – Carga instalada (kW) – Motores – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 47.100 0.736 949.100 0.000 3.000 3.050 0.800 2.050 0.700 0.100 0.100 0.100 0.000 6.000 3.942 9.100 0.160 120.621 Setor Identificação Qtde Lavanderia Sala de passar Mesa de Passar Secadora 1 CV Máquina de Lavar 50 kg Máquina de Lavar 10 kg Máquina de Lavar 30kg Centrífuga 2 CV TOTAL 1 1 1 1 1 2 0.119 1.100 0.100 0.000 6.100 0.286 1.600 0.050 0.803 317.050 0.050 0.000 Setor Identificação Qtde Aspirantes Biblioteca Sala de Estudo Sala Coordenação Sala de Informática Padres Quarto 25 Sala do Diretor Quarto 2 Pré-Noviço Escritório .100 0.000 36.050 0.Quadro 32 – Carga instalada (kW) – Computadores de Periféricos – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 6.000 6.434 246.050 0.Sala 03 Sala de Estudos Laboratório de Informática Computador Computador Impressora HP Computador Impressora HP Computador Computador Impressora HP Impressora Ericsson Computador Impressora HP Computador Impressora Laser Computador Computador TOTAL 1 1 1 1 1 6 1 1 1 1 1 1 1 1 8 0.100 0.119 2.050 0.736 2.888 137.100 0.000 48.000 3.000 144.270 1.000 3.600 79.000 3.000 6.050 0.471 0.000 6.270 1.100 0.700 0.100 0.052 Lavanderia 76 .100 0.286 1.000 6.050 0.050 0.736 2.

018 0.000 0.050 0.500 0.150 0.400 19.220 26.Sala 03 Sala de TV Biblioteca 77 .710 4.110 0.011 0.043 0.200 1.520 1.042 0.580 12.200 0.157 0.043 0.250 4.400 0.100 0.59 Sala de Televisão Sala de Estudo Sala Coordenação Sala de Informática Pré-noviço Capelinha Quarto PréNoviciado Escritório .000 5.720 0.480 0.100 0.037 0.200 0.330 0.500 5.110 6.500 4.100 0.080 0.098 0.011 0.750 96.100 0.042 0.220 0.400 0.037 0.100 0.000 6.024 0.025 0.175 0.050 0.500 0.150 0.880 2.100 0.157 0.800 2.000 12.175 0.050 0.600 360.540 48.098 0.100 0.000 7.440 1.Quadro 34a – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 13.100 0.018 0.440 2.920 Setor Identificação Qtde Lavanderia Sala de Passar Aspirantes Dormitório dos Aspirantes Sala Musical Sala de Jogos Refeitório Funcionários Ventilador Ventilador Som Teclados Musicais Rádio Ventilador de teto Televisor Televisor Televisor Vídeo Cassete Vídeo Cassete Ventilador de teto DVD Player Ventilador de teto Ventilador de piso Ventilador de teto Ventilador de Parede Ventilador de Teto Aparelho de Som Aparelho de Som Televisor DVD Player Gradiente Ventiladores de Teto Ventilador de Teto TOTAL 2 9 1 3 1 2 1 1 1 1 1 4 1 4 1 2 3 15 1 1 1 1 2 1 0.440 0.025 0.000 129.800 938.008 0.600 172.050 0.

000 14.300 0.400 1.038 0.500 10.400 0.300 0.000 1.600 0.000 0.300 0.000 4.300 27.030 0.300 1.150 1.000 9.220 0.400 0.000 3.491 0.100 0.300 1.220 0.400 0.100 0.400 0.000 0.600 169.344 Setor Padres Refeitório Padres Identificação Qtde Cozinha Despensa Academia Quarto 23 Copa Sala de Televisão Sala de estudo Sala do Diretor Quarto 4 Microondas Ilha Quente 6 Tampas Arandela Liquidificador Liquidificador Industrial Lava doura Moedor de Carne Batedeira Fatiadora de Presunto Batedor de Bife Espremedor de Laranja Esteira Rádio Ventilador de piso Televisor Cafeteira Sanduicheira Televisor Receptor SKY Ventilador de teto Ventilador de teto Televisor Receptor SKY Ventilador de piso Fax Rádio Esterilizador de ar Umidificador TOTAL 1 1 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0.100 0.000 3.000 14.360 9.200 0.000 8.300 0.000 3.050 0.000 0.000 4.400 1.016 78 .100 0.500 0.000 3.000 6.300 0.400 0.157 0.491 0.300 0.300 1.570 0.400 0.030 0.300 1.300 0.100 0.100 0.030 0.038 0.030 0.Quadro 34b – Carga instalada (kW) – Outros Equipamentos – Seminário Potência Nominal (kW) Potência Total (kW) Consumo Mensal Estimado (kWh) 27.900 0.050 0.900 3.000 2.100 0.600 0.850 0.500 6.000 4.157 0.150 1.040 0.100 0.030 0.030 0.100 0.030 0.900 0.030 0.850 0.000 1.040 10.914 0.

Figura 10 – Gráfico da Carga Instalada (kW) – Seminário. Figura 11 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Seminário. 79 .

12% e 17%. já no consumo médio mensal a iluminação contribui com 37%. porém no consumo aparece com 6% devido aos equipamentos ficarem ligado em tempo integral. Os motores são responsáveis por 15% da totalidade do consumo e o maior responsável por esse valor é o setor da lavanderia do Instituto. contribuindo com 3% de carga instalada e 2% de consumo de energia elétrica. Os computadores e periféricos possuem uma parcela mínima dessa totalidade. condicionadores de ar e outros equipamentos contribuem em partes aproximadamente iguais com a carga instalada.1. respectivamente. 80 . Os aparelhos de refrigeração possuem uma pequena influência nas cargas instaladas com apenas 1%. aparelhos de aquecimento. valor superior aos demais que possuem uma parcela de 11%.3. Considerações Através das Figuras 10 e 11 pode-se identificar quais são as principais cargas no seminário onde poderão ser adotadas medidas de eficiência.1.4.5. Nota-se que o uso final da iluminação.

582 96.437 9.5.1.599. Quadro 35 – Carga instalada (kW) e Consumo Médio Mensal no Instituto São Vicente Setor Casa de Retiro Ginásio e Parte Externa Laboratórios Seminário Total Carga Instalada Total (kW) 72.063 416.843 6.015.262 47.5.3.Conclusão sobre o levantamento de campo total do Instituto São Vicente Foi realizada uma análise das cargas instaladas e consumos médios mensais de todos os setores do Instituto São Vicente conforme apresenta-se no Quadro 35 e mostrados em gráficos conforme as Figuras 12 e 13.372 20.425.547 Consumo Mensal Estimado (kWh) 3.570 81 .640 200.171.130. a fim de apontar qual setor que mais contribui com as cargas instaladas e qual setor é o maior contribuinte no consumo mensal de energia elétrica.918 1.

Figura 12 – Gráfico do Carga Instalada (kW) – Instituto São Vicente. Figura 13 – Gráfico do Consumo Médio Mensal (kWh) – Instituto São Vicente. 82 .

com exceção do ginásio. tanto nas cargas instaladas quanto no consumo. Por exemplo. como por exemplo sensores nos corredores para acionamento de luminárias e utilização de placas de aquecimento solar para a água dos chuveiros.4. Nota-se que os laboratórios são responsáveis por cerca de 48% da carga instalada. No setor do seminário as lâmpadas existentes são. pois consomem menos e emitem um fluxo 83 . e 47% do consumo médio mensal.1. vem o setor dos seminários. Foi verificado que há a possibilidade de redução do consumo de energia elétrica utilizando-se lâmpadas mais eficientes. Considerações Através das Figuras 12 e 13 pode-se identificar quais são os setores do Instituto São Vicente responsáveis pelas cargas mais relevantes e pelo consumo médio mensal.5. conforme apresenta o Quadro 36.3. o Ginásio e a Parte Externa. Proposta de substituição de lâmpadas convencionais por lâmpadas mais eficientes Realizou-se um estudo para a substituição das lâmpadas dos laboratórios.1. na sua maioria. 5. A Casa de Retiro influencia 17% da carga instalada e 15% do consumo de energia elétrica. Em segundo lugar. com 12% da carga instalada e apenas 6% do consumo mensal.5. Já existem algumas medidas de eficientização. eficientes. substituindo-se as lâmpadas fluorescentes tubulares de 40W por lâmpadas fluorescentes trifósforo tubulares de 32W. que contribuem com 23% nas cargas instaladas e com 32% da totalidade do consumo.1. E por último.

os níveis de iluminamento não estão atendendo as normas estabelecidas pela ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 2008) Nesta substituição economiza-se. O retorno será de. conforme apresenta-se no Quadro 37. aproximadamente. Supondo-se um custo médio de R$ 7. precisa-se de um investimento de R$ 4. Iluminância de 84 . em alguns locais. Quadro 36 –Economia mensal através da substituição de lâmpadas convencionais por lâmpadas mais eficientes nos Laboratórios Local Quantidade de Lâmpadas Consumo Médio Mensal (kWh) Lâmpada Fluorescente de 40W Consumo Médio Mensal (kWh) Lâmpada Fluorescente de 32W Economia Mensal (kWh) Economia Mensal (R$) Investimento Médio (R$) Retorno (meses) Laboratórios 620 3.5.40 R$ 4. em média.1. 6 (Seis) meses. enquanto que as fluorescentes de 40W produzem 2500 lúmens.80 5.554 639 R$ 810. 1992.19 (Sete Reais e Dezenove Centavos) por lâmpada (valor para a compra e a instalação). para a troca das lâmpadas.luminoso de 2700 lúmens. considerando um valor médio de tarifa de R$1.457. 639 kWh por mês o que equivale a R$ 810. 40 (Oitocentos e Dez Reais e Quarenta Centavos) mensais.26/kWh.193 2. Notou-se que. (OSRAM.50 5.80 (Quatro Mil e Quatrocentos e Cinqüenta e Sete Reais e Oitenta Centavos). Níveis de Iluminamento Foram feitas medições dos níveis de iluminamento dos principais laboratórios no período diurno.457.

E para o corredor interno recomenda-se um nível de iluminamento de 150 lux. Quadro 37 – Níveis de Iluminamento dos Laboratórios Local Lab.Interiores. 1992). de Solos e Nutrição de Plantas Sala de Aula Corredor Interno Sala de amostras Coordenação Lab. dos Solos Sala de Digestão Lab. Medidas de Economia em Condicionadores de Ar Os aparelhos de ar condicionado representam uma carga em potencial para diminuir os custos com energia elétrica de um consumidor. Rio de Janeiro. NBR 5413 (ABNT. de Desenvolvimento e Teste de Produtos Alimentícios Preparo de Amostras e Material Microbiologia Nível de Iluminamento Medido (lux) 120 560 40 510 340 450 350 300 480* 372 250 360 89 360 390 320 680* 264 270 450 155 480* 370 280 270 197 350 134 450 250 340 350 1400* 315 174 550* - * incidência de iluminação natural Recomenda-se para o Laboratório de Solos e Nutrição de Plantas um nível de iluminamento de 300 a 500 lux. conforme os valores apresentados no Quadro 3. 85 . 5. de Análises Físico-Química Lab.1. Deve ser realizada a análise desde os investimentos iniciais necessários para a aquisição de novos equipamentos até o quanto de desperdício pode ocorrer ao longo do tempo em instalações onde não são realizadas manutenções periódicas.6.

Estudar a possibilidade de desligar o condicionador de ar uma hora antes do encerramento expediente.Dentre as ações que podem ser implementadas para melhorar o rendimento energético de sistemas de condicionamento de ar destacam-se as seguintes: Controlar as fontes externas de calor. Regular as fontes internas de calor. tirando proveito dos mesmos para aumentar ou diminuir a temperatura do ambiente. estufas. Instalar recuperadores de calor. Proceder a manutenção periódica de todo o sistema. Desligar o sistema sempre que o ambiente estiver desocupado. 86 . procedendo o isolamento de tubulações e depósitos de substâncias aquecidas. quando o processo exigir troca do ar interno por ar externo. Reduzir o fluxo de ar ao mínimo aceitável em cada área. Conscientizar os usuários da necessidade de manter fechadas as portas e janelas dos ambientes climatizados. Substituir o ar ambiente pelo ar frio da madrugada para diminuir a carga térmica da edificação. iluminação e outros. eliminando vazamento e limpando aparelhos de janela. Instalar um sistema de aeração natural para desligar o sistema de ar condicionado sempre que as condições permitirem. Regular o sistema para que ele opere em torno da maior temperatura da zona de conforto indicada pelo projetista/instalador ou índices da ABNT. como isolação e ventilação natural. resfriando o ar externo através de ar de exaustão. conforme seja o objetivo do sistema. otimizando o funcionamento de equipamentos e instalações como motores elétricos.

dias 27/10/2008. ou ainda capacitiva relacionada à presença de capacitores. 22/10/2008. 28/10/2008. foram levantadas as curvas de carga. 09/10/2008 e 17/10/2008. 15. com as potências trifásicas que são: Potência Ativa (kW).Observar a altura mínima de instalação dos aparelhos de janela. além da curvas dos dias de poucas atividades. como são apresentadas nas Figuras 14. conforme apresentam-se nas Figura 19 e 20. reatores de lâmpadas. relacionada com a magnetização de bobinas de motores. e Potência Aparente (kVA) que é a soma vetorial das potências ativa e reativa. Evitar que objetos sejam colocados em frente ao aparelho para que não ocorra o que se chama de “curto circuito do ar refrigerado”. 2003) 5.1. que ou pode ser indutiva. onde evidenciam períodos de atividades normais. como sábado. (UFMS. Para fins de análise observaram-se as curvas de carga dos dias úteis. 16. 17 e 18. 87 . e domingo.20m. integralizadas de 15 em 15 minutos.7. de segunda-feira à sexta-feira. referente à parcela de potência útil consumida. utilizada para dimensionamento de cabos e do transformador. a Potência Reativa (kvar). do próprio transformador e outros equipamentos. que é de aproximadamente 1. dia 19/10/2008. dia 18/10/2008. Curvas de Carga Através da análise da Memória de Massa do mês de Outubro de 2008.

Figura 14 – Gráfico da Curva de Carga do dia 27/10/2008 Figura 15 – Gráfico da Curva de Carga do dia 28/10/2008 88 .

Figura 16 – Gráfico da Curva de Carga do dia 22/10/2008 Figura 17 – Gráfico da Curva de Carga do dia 09/10/2008 89 .

Figura 18 – Gráfico da Curva de Carga do dia 17/10/2008 Figura 19 – Gráfico da Curva de Carga do dia 18/10/2008 90 .

o valor máximo atingido foi de 69.41 kW.7. 91 . Em nenhum instante ocorreu ultrapassagem de demanda.1. o maior valor registrado foi de 74 kVA.1.Figura 20 – Gráfico da Curva de Carga do dia 19/10/2008 5. Considerações Pode-se observar através das curvas de carga do mês de Outubro que o transformador de 150 kVA não está sobrecarregado.

convencionou-se como fator de potência para fins de cobrança de excesso de reativos valores abaixo de 0.92. 2000). Observou-se que no Instituto São Vicente já existe um banco de capacitores de 5 kvar instalado para a correção do fator de potência indutivo (Figura 21). Conforme a resolução nº 456 (ANEEL. verificou-se que há a necessidade de mais 10 kvar capacitivos para a devida correção.5.1. quanto capacitivos. reatores de lâmpadas e capacitores. Ressalta-se que no período de 23:30h às 5:30h. Analisando-se a Memória de Massa do consumidor. e é mensurada através do fator de potência. Esse tipo de energia é necessária para a magnetização de bobinas de motores. não há a necessidade de manter os bancos funcionando. Correção do Fator de Potência Através da análise das faturas verificou-se a existência de Faturamento de Energia Reativa (FER). visto que neste período são cobrados somente os registros de fator de potência indutivo (ANEEL. transformadores.8.2000). Na Figura 22 é apresentado o gráfico com os registros horários de fator de potência mais críticos sem correção e com sua devida correção. 92 . tanto para valores indutivos.

93 .Figura 21 – Banco de 5 kVAr existente Figura 22 – Gráfico da Correção do Fator de Potência do dia 13/10/2008.

valor obtido através de pesquisas de preço realizadas no comércio de Campo Grande – MS. 94 . Considerando a economia média mensal dos gastos com energia reativa de R$ 41. já sendo considerado os custos com a instalação do banco de capacitores.O investimento para a implantação. será de R$ 500.00 (Quinhentos Reais).00 (Quarenta e Um Reais). aproximadamente. o retorno do investimento com instalação do banco de capacitores de 10 kvar será de. 12 (Doze) meses.

624 kWh por mês. Foram relacionadas e quantificadas todas as luminárias e todos os outros tipos de equipamentos eletro-eletrônicos existentes no local. Foram comparadas as estruturas tarifárias do Grupo A: Convencional e Horosazonais Azul e Verde. que reflete uma economia mensal de aproximadamente 28%. Constatou-se que a estrutura tarifária atual (Horosazonal Verde) está de acordo com as necessidades do Instituto. Já existiam algumas medidas de eficientização aplicadas no local. com exceção do ginásio. observando-se os contratos de demanda. o que equivale a uma redução de custos mensais em torno 20% com o uso final iluminação. Dados como. Responsáveis pela administração e funcionários ajudaram nesses esclarecimentos. e para a 95 . como sensores nos corredores para acionar as luminárias e placas de aquecimento solar que aquecem água para todos os chuveiros. No entretanto. com 49% e 48%. Através de uma análise detalhada por setor. enquadramentos tarifários e consumo de energia reativa. Na etapa de levantamento de campo foram obtidas informações sobre todos os setores que fazem parte do Instituto.CAPÍTULO 6 – Conclusão Foram analisadas as faturas de energia elétrica do Instituto São Vicente referentes aos meses de Novembro de 2007 a Outubro de 2008. Foram propostas as substituições de lâmpadas convencionais por outras eficientes nestes setores. concluiu-se que os maiores responsáveis pela carga instalada e pelo consumo de energia elétrica são os laboratórios. Foram estudadas e sugeridas outras medidas como a utilização de um grupo motor-gerador no horário de ponta. por exemplo. existiamm outros potenciais de redução de custos com energia. respectivamente. Com isso verificou-se que seria possível uma economia média de 638. tempo de utilização por dia de cada equipamento foi necessário para a elaboração do diagnóstico.

foi proposta a implantação de um banco de capacitores de 10 kVAr para corrigir o fator de potência do consumidor 96 .diminuição do excesso de consumo de energia reativa.

Rio de Janeiro: LTC. R. Campo Grande. A.com. 2007. Iluminância de Interiores. Diagnóstico Energético elaborado pelo Laboratório de Eficiência Energética da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul à Nutrilândia Comércio de Produtos Agropecuários Ltda.R . . Projeto Luminotécnico no Contexto da Eficiência Energética . ARAÚJO. W. 6 ed. Soluções em Automação para Eficiência Energética.Estudo de Caso. Theobaldo. Instalações Elétricas Industriais. João.enersul. Disponível em http://www. Resolução nº 456: Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica. . 2001. Através da Aplicação de Medidas de Eficiência Energética. G. 97 . 2000.br/clientes/energia_extra. Rio de Janeiro: ABNT. 1992. Gerenciamento da Utilização da Energia Elétrica na Universidade Católica Dom Bosco. Acessado em: 14 de Setembro de 2008. SILVA Jr. Sidrolândia – MS. 2003. Monografia (Graduação em Engenharia Elétrica) – Escola de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Goiás. KARLINKE JÚNIOR. Fernando Marques.asp. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NISHIMURA. Fernanda Esteves. NBR 5413. S. 2003) ENERSUL – EMPRESA ENERGÉTICA DE MATO GROSSO DO SUL.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA. MAMEDE Fº. Vitória-ES. Monografia (Graduação em Engenharia Mecatrônica) – Universidade Católica Dom Bosco. MOREIRA.R. In: II Congresso Brasileiro de Eficiência Energética. Goiânia. 2007. (Abril. GOMES. Brasília: ANEEL. BASMAGE.

ORDENES. Uso da Energia em Edifícios: Estudo de Caso de Escolas Municipais e Estaduais de Itabira. 2007. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Retrofiting do Sistema de Iluminação Artificial na Biblioteca Central da UFSC. Anádia Patrícia Almeida. 3º ed. SANTOS. Implantação e Avaliação de um Programa de Gerenciamento Energético Municipal: O Caso de Santa Helena (PR).MOREIRA. OSRAM – LUZ.osram. A.H.M. SOUZA. 2004. Maceió. SILVA Jr. Roberto. SCHIMIDT. Silom. W. S. Janízaro Pereira. 2005. Dissertação (Mestrado em Engenharia Elétrica) – Universidade Federal de Juiz de Fora. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina. Conservação de energia: Eficiência Energética de Equipamentos e Instalações. Vitória-ES. Juiz de Fora. Minas Gerais.R . Itajubá: Eletrobrás/PROCEL EDUCAÇÃO e UNIFEI. LÂMPADAS.br/. In: VIII Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído. Eficiência Energética: Teoria & Prática. SILVA JUNIOR.H. Itajubá: Eletrobrás/PROCEL EDUCAÇÃO e UNIFEI. REATORES E SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO. 2005. Belo Horizonte. João Carlos.M. Combate ao Desperdício de Energia. LAMBERTS. Florianópolis.S . Utilização de Controlador de Demanda e Gerador Diesel em uma Universidade. et al.R . G. In: II Congresso Brasileiro de Eficiência Energética. 2006. A. . Acessado em: 01 de Novembro de 2008.com. 2005. A. Desenvolvimento. LARA. 2007. ARAÚJO. Martin. Disponível em: http://www. 98 . 1º ed. FAGUNDES. G. SANTOS. et al.

conforme cada caso.724 de 17 de maio de 1968). os medidores instalados operam com um intervalo de tempo de 15 minutos (Decreto n° 62. No Brasil. 2000). Brasília: ANEEL. Demanda Máxima é a demanda de maior valor verificado durante certo período. Consumidor livre: consumidor que pode optar pela compra de energia elétrica junto a qualquer fornecedor. Demanda Média é a relação entre a quantidade de energia elétrica (kWh) consumida durante certo período de tempo e o número de horas desse período. durante um intervalo de tempo especificado. ou comunhão de fato ou de direito. Carga instalada: soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. de uso e de conexão ou de adesão. solicitada ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora. que solicitar a concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL. expressa em quilowatts (kW). em condições de entrar em funcionamento.ANEXO I De acordo com a AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (Resolução Nº 456: Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica. conforme legislação e regulamentos específicos. Demanda é a média das potências elétricas ativas ou reativas. 99 . legalmente representada. tem-se as seguintes definições: Consumidor: pessoa física ou jurídica. assim vinculando-se aos contratos de fornecimento.

Energia elétrica ativa: energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia. expressa em quilowatts (kW). Fatura de energia elétrica: nota fiscal que apresenta a quantia total que deve ser paga pela prestação do serviço público de energia elétrica. verificada por medição. no ponto de entrega.Demanda Medida é a maior demanda de potência ativa. expressa em quilowatts-hora (kWh). integralizada no intervalo de 15(quinze) minutos durante o período de faturamento. referente a um período especificado. identificada de acordo com os critérios estabelecidos e considerada para fins de faturamento. Potência: quantidade de energia elétrica solicitada na unidade de tempo. Demanda Faturável é o valor da demanda de potência ativa. Potência instalada: soma das potências nominais de equipamentos elétricos de mesma espécie instalados na unidade consumidora e em condições de entrar em funcionamento. Demanda Contratada é a demanda de potência ativa a ser obrigatória e continuamente disponibilizada pela concessionária. conforme o valor e o período de vigência fixados no contrato de fornecimento e que deverá ser integralmente paga. discriminando as parcelas correspondentes. seja ou não utilizada. 100 . Potência disponibilizada: potência de que o sistema elétrico da concessionária deve dispor para atender aos equipamentos elétricos da unidade consumidora. Demanda de ultrapassagem: parcela da demanda medida que excede o valor da demanda contratada. com aplicação da respectiva tarifa. expressa em quilowatts (kW).

considerando as características do seu sistema elétrico. 101 . de acordo com a modalidade de fornecimento de energia elétrica. Período Úmido corresponde ao período de 5 (cinco) meses consecutivos. é. o período com pouca incidência de chuvas. exceção feita aos sábados. o período com grande incidência de chuvas. independentemente das horas de utilização do dia e dos períodos do ano. é. domingos. e feriados definidos por lei federal. Período Seco corresponde ao período de 7 (sete) meses consecutivos inicializando-se em maio e finalizando-se em Novembro de cada ano. Tarifa Horo-Sazonal Azul é a modalidade estruturada para aplicação de tarifas diferenciadas de consumo de energia elétrica de acordo com as horas de utilização do dia e os períodos do ano. Tarifa Convencional é caracterizada pela aplicação de tarifas de consumo de energia elétrica e/ou demanda de potencia. correspondendo os fornecimentos abrangidos pelas leituras de dezembro de um ano a abril do ano seguinte.Fator de potência é a razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa. consumidas num mesmo período especificado. Horário de ponta é o período definido pela concessionária e composto por 3(três) horas diárias consecutivas. Estrutura tarifária é o conjunto de tarifas aplicáveis aos componentes de consumo de energia elétrica e/ou à demanda de potencia ativa. geralmente. geralmente. Horário fora de ponta é o período composto pelo conjunto das horas diárias consecutivas complementares àquelas definidas no horário de ponta. bem como de tarifas diferenciadas de demanda de potência de acordo com as horas de utilização do dia.

no período de faturamento. 102 . por posto horário. Unidade de Faturamento de Energia Reativa (UFER) é o valor do faturamento.92. por posto horário. correspondente ao consumo de energia reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de referência 0.Tarifa Horo-Sazonal Verde é a modalidade estruturada para aplicação de tarifas diferenciadas de consumo de energia elétrica de acordo com as horas de utilização do dia e os períodos do ano.92 no período de faturamento. correspondente à demanda de potência reativa excedente à quantidade permitida pelo fator de potência de referência 0. bem como uma única tarifa de demanda de potência. É a estrutura adotada pelo Instituto São Vicente. Unidade de Faturamento de Demanda Reativa (UFDR) é o valor do faturamento.

tem-se as seguintes definições dos principais conceitos utilizados em luminotécnica. É expressa em lux. pode ser medida com o luxímetro.ANEXO II De acordo com (MAMEDE Fº. criando-se assim um processo contínuo e repetitivo denominado de ciclo do iodo. Iluminância é conhecida como nível de iluminamento. translúcido ou opaco. consumida por esta. parte do tungstênio se deposita no filamento. Lâmpadas elétricas podem ser classificadas quanto ao processo de emissão de luz e quanto ao seu desempenho. no qual é colocada certa quantidade de iodo. Fluxo luminoso é a potencia de radiação emitida por uma fonte luminosa em todas as direções do espaço e é avaliada pelo olho humano. em watts. Lâmpadas incandescentes são constituídas de um filamento de tungstênio enrolado geralmente em forma espiralada. João). Devido às altas temperaturas. Lâmpadas halógenas de tungstênio é um tipo especial de lâmpada incandescente em que um filamento é contido num tubo de quartzo. combinando-se com o gás presente no interior do tubo. formando o iodeto de tungstênio. Durante seu funcionamento. 103 . Sua unidade é lumens/W. regenerando-o. que evita a oxidação do filamento. o tungstênio evapora-se do filamento. que atinge a incandescência com a passagem de uma corrente elétrica. Eficiência luminosa é a relação entre o fluxo luminoso emitido por uma fonte luminosa e a potencia. cheio de gás quimicamente inerte. que corresponde ao fluxo luminoso incidente numa determinada superfície por unidade de área. e de um bulbo de vidro transparente.

onde são instalados nas extremidades dois eletrodos principais e um eletrodo auxiliar. como o argônio.000ºK e apresentam uma elevada eficiência luminosa. além do reator. Dentro do tubo são colocadas algumas gotas de mercúrio. Lâmpadas de vapor de mercúrio são constituídas de um pequeno tubo de quartzo. As lâmpadas a vapor de sódio a baixa pressão são caracterizadas por emitir uma radiação quase cromática. essa mistura proporciona um fluxo luminoso de excelente reprodução de cores. cuja finalidade é facilitar a formação da descarga inicial. Elas não podem sozinhas controlar o fluxo de corrente. juntamente com gás inerte. Lâmpadas a vapor de sódio são fabricadas em dois tipos. em torno de 200 lumens/watt e apresentar uma elevada vida útil de operação. As lâmpadas pequenas usam o reator somente para limitar a corrente.Lâmpadas fluorescentes são constituídas de um longo ou curto cilindro de vidro. As lâmpadas de vapor de sódio a alta pressão apresentam um espectro visível contínuo. Sua eficiência luminosa é de 130 lumens/watts. para limitar o valor de sua corrente. relativamente à pressão no tubo de descarga. enquanto as lâmpadas fluorescentes grandes. Sua temperatura da cor é de 4. por isso se faz necessário a ligação de reator entre suas extremidades. ligados em série com uma resistência de valor elevado. fazem o uso de um transformador para elevar a tensão. propiciando uma razoável reprodução de cor. Lâmpadas a vapor metálico é um tipo particular da lâmpada a vapor de mercúrio em que são adicionados iodeto de índio. 104 . vida longa e baixa depreciação. tálio e sódio. ter alta eficiência luminosa. cujo interior é revestido por uma camada de fósforo de diferentes tipos.

são dispositivos constituídos de um pequeno tubo de vidro dentro do qual são colocados dois eletrodos imersos em gás inerte responsável pela formação inicial do arco que permitirá estabelecer um contato direto entre os referidos eletrodos. dependendo do tipo de lâmpada utilizado. a fim de iniciar a descarga. conectado em série com um filamento de tungstênio. Ignitores são elementos utilizados em lâmpadas a vapor metálico e vapor de sódio e que atuam gerando uma serie de pulsações de tensão elevada da ordem de 1 a 5 kV. dotados de um núcleo de ferro e de um de cobre. e o circuito de partida e estabilização.Lâmpadas mistas são constituídas de um tubo de descarga a vapor de mercúrio. Reatores eletromagnéticos são de fabricação convencional. Se apresentam como uma reatância série do circuito da lâmpada. Starters . 105 . o inversor que é responsável pela conversão da tensão continua em tensão ou corrente alternada de alta freqüência. cujas paredes internas são recobertas por uma camada de fosfato de ítrio vanadato. Reatores eletrônicos são constituídos por três diferentes blocos funcionais: a fonte. que é responsável pela redução da tensão da rede de alimentação. ambos encapsulados por um bulbo ovóide. Reatores são elementos do circuito da lâmpada responsáveis pela estabilização da corrente a um nível adequado de projeto da lâmpada.