You are on page 1of 9

DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO - EDSON BRAZ DA SILVA VOL.

1

UNIDADE 03 - PRINCÍPIOS PECULIARES DO DIREITO DO TRABALHO DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. ART. 23. Todo homem tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e á proteção contra o desemprego. Todo homem, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho. Todo homem que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social. todo homem tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para proteção de seus interesses. 1. Funções dos Princípios: (Para que servem) a) Função informadora – Os princípios peculiares inspiram o legislador na edição das normas trabalhistas, dão fundamento ao ordenamento jurídico especializado no trabalho. b) Função Normativa – Na falta de normas formais, os princípios atuam como fonte supletiva de Direito do Trabalho ou como meio de integração do direito (ver art. 4º LICC e 8º CLT). c) Função Interpretadora – Nos casos de conflito de interpretação intranorma ou internormas, os princípios operam como critério orientador do juiz ou do intérprete. Obs.: “Todos os princípios devem ter alguma conexão, ilação ou harmonia entre si, já que em sua totalidade perfilam a fisionomia característica de um ramo autônomo do direito, que deve ter sua unidade e coesão interna.” (Plá Rodrigues) 2. Princípios em Espécie: No dizer de Rodrigues Pinto, o Direito do Trabalho teve origem na iteração do fato econômico e com a questão social e neles assentou seus preceitos estruturais de modo a ganhar identidade própria na tutela dos trabalhadores e marchar na direção de sua autonomia científica. a) Princípio da proteção ao hipossuficiente econômico ou princípio da proteção ao trabalhador. Esse é o chamado princípio primário do Direito do Trabalho, do qual derivaram-se os outros. Na definição de José Augusto Rodrigues Pinto, consiste em que “é imperioso amparar1

em termos reais. opta-se pela interpretação que beneficia o empregado. decidindo contra quem tinha o dever de produzir a prova e não se desincumbiu do encargo. 2ª) Considerando que a norma posterior revoga a anterior quando trata da mesma matéria de forma diferente. José Augusto Rodrigues – Curso de direito individual do trabalho : noções fundamentais de direito do trabalho.74. P.473. Por exemplo: quando a convenção coletiva de trabalho trata mais generosamente um benefício para o trabalhador que a lei. ed. então.” O Poder econômico implodiu no campo do trabalho a igualdade econômica preconizada no Direito Civil. sujeitos e Institutos do direito individual . Consiste em que existindo uma condição concretamente estabelecida pela norma da empresa preexistente. ressaltamos a existência de mais de uma norma. – São Paulo : LTr . 2) Essa regra é de direito material e não processual. O conflito existe dentro de uma mesma norma. ajustadas no contrato de trabalho ou resultantes do regulamento da empresa. ou seja: sempre que uma norma permitir mais de uma interpretação. c) Princípio da aplicação da norma mais favorável. 1 se com a proteção jurídica a debilidade econômica do empregado. o preceito fundamental que dá o traço mais vivo do Direito do Trabalho: b) Princípio do in dubio pro misero ou pro operário (Rodrigues Pinto diz ser uma regra de interpretação). o juiz deve resolver o problema com base na moderna divisão do ônus da prova. ou seja: havendo mais de uma norma de classes diferentes e de sentidos diversos aplicáveis a uma mesma situação jurídica. a igualdade jurídica entre eles. é internormas. Firmou-se. Obs:1ª) Em primeiro lugar. desde que a condição anterior já tenha sido reconhecida e se mostre mais favorável ao empregado. CLT. o conflito dá-se entre duas ou mais normas. Ex. II. é intranorma. deve prevalecer sobre a que vier a ser criada pela nova norma da empresa.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . categorias ou classes diferentes. 1995. na relação individual de 1 emprego. deve preferir-se a que favoreça ao empregado. para a aplicação do princípio da norma mais favorável é essencial que elas sejam de origens.2. 2 . Arnaldo Süssekind “é o princípio que determina a prevalência das condições mais vantajosas para o trabalhador. No caso de dúvida processual sobre a existência ou inexistência de um fato. Consiste em resolver-se um conflito de interpretações intranorma optando-se pela interpretação mais benéfica para o empregado. art. ainda que vigore ou sobrevenha norma jurídica imperativa 1 PINTO. d) Princípio da observância da condição mais benéfica. Obs: 1) Aqui temos apenas uma norma e duas ou mais interpretações.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. a fim de restabelecer. Consiste em resolver-se um conflito de interpretação internomas optando-se pela norma mais favorável ao empregado.

120 C. (frustração por ato unilateral). 10 e 448 CLT. Ver art. definida no art.. em razão da igualdade de forças. Vol. é natural a adoção de meios tendentes a preservar a sua perenidade. da CF. Ver Enunciado 51 do TST e art. que pode planejar suas rotinas de trabalho sem sobressaltos. 3 . e) Princípio da Irrenunciabilidade de Direitos. e as verificadas em sua execução.. Consiste em considerar-se que.C. Falar da renunciabilidade no Direito Civil e hoje no Penal. Sendo o contrato individual de emprego fonte de subsistência pessoal e familiar do empregado. 1997. I.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . obs:1ª Ver Enunciado 41 e 330 do TST. 114 do Código Civil. até 30/04/97/ Arnaldo Süssekind e João de Lima Teixeira Filho – São Paulo : LTr. A renúncia alcançada pode ser antecipada ou posterior à formação do direito. maior será o equilíbrio pessoal e familiar do empregado. Ver art. ver artigo 7º. 2 Instituições de direito do trabalho / Arnaldo Süssekind. Obs: Falar da estabilidade e da contradição do nosso ordenamento jurídico com esse princípio. f) Princípios da Continuidade da Relação de Emprego.. Consiste em que não se reconhece a validade ao ato voluntário pelo qual se desligue o empregado de direito reconhecido em seu favor.et al. Licençaprêmio da COMURG ou anuênios modificados para triênios ou quinquênios.7º. 2ª É excepcionado quando os empregados estão amparados pelos respectivos sindicatos. determinadoras da concepção jurídica da relação de emprego ou de outra relação de trabalho.17ª ed. atual. Ex. Quanto mais demorada for a relação de emprego.” 2 Obs: Qual o sentido de condição? Condição é na acepção técnico-jurídica. 1 prescrevendo menor nível de proteção e que com esta não sejam incompatíveis. I e XXI. Havendo também significativas vantagens para o empregador. prevalecerá a realidade dos fatos. como cláusula condicionada a evento futuro e incerto.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. havendo divergência entre as condições ajustadas no contrato de trabalho. Consiste na orientação das normas trabalhistas para emprestar ao contrato individual de emprego a maior duração possível. g) Princípio da primazia da realidade. inciso VI da CF.

§ 2º C. Art. corresponderá igual salário. bem como preservar a sua impenhorabilidade e assegurar-lhe posição privilegiada em caso de insolvência do empregador. idade. Obs:1ª) As condições ajustadas aqui referidas são determinadoras da concepção jurídica da relação. 3ª) O desdobramento do princípio da proteção não pode ensejar situação desfavorável ao empregado. j) Princípio da igualdade salarial. Consiste em que sendo idêntica a função. 1 Arnaldo Süssekind “o princípio da primazia da realidade. 129 4 . nacionalidade. para todos os efeitos legais toda contraprestação dada pelo empregador ao empregado pelos serviços prestados (ver art. Ver Orientação jurisprudencial n° 45 SDI do TST. 114. beneficiando-o com a aplicação direta do princípio da proteção. se houver divergência entre a concepção jurídica da relação e a realidade de fato da execução. em forma mais ou menos solene ou expressa. 457 e 458 CLT). em matéria trabalhista. deixa de dar-se aplicação ao princípio. na mesma localidade. Consiste em proteger o salário de descontos abusivos. respeitadas as normas de ordem pública. (Ver art. 2ª) Ocorrendo o oposto e sendo o empregado prejudicado pelo divórcio entre a concepção jurídica e a realidade fática do contrato. ou que se insere em documentos. sem distinção de sexo. CF e 5º. não permitindo a supressão dos direitos e garantias mínimos do empregado.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. 7º. (Ver. cor. Bem como no ato de preencher-se com os direitos e garantias mínimos os vazios decorrentes de nulidades parciais do contrato de emprego. importa o que ocorre na prática mais do que o que as partes pactuaram.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . em razão do qual a relação objetiva evidenciada pelos fatos define a verdadeira relação jurídica estipulada pelos 3 contratantes. Plá Rodrigues citado por Arnaldo Süssekind na mesma obra referida. Consiste em limitar-se o campo negocial das partes. l) Princípio da força atrativa do salário. formulários e instrumentos de contrato’.F). Consiste em considerar salário. h) Princípio da integralidade e da intangibilidade do salário. Assim. Obs: Falar sobre hipoteca rural e outras fraudes. a fim de considerar-se a nulidade da alteração contratual que lhe foi lesiva. 444 CLT e art. ‘Isto significa que. IV. ainda que sob capa simulada. XXXI. Salvo nos casos de convenções ou acordos coletivos. do CPC). 6º e 461 CLT). prestado ao mesmo empregador. i) Princípio das garantias mínimas do trabalhador. (ver art. 3 idem p. considera-se esta quando favorável ao empregado. Ex: insalubridade. XXX. condição social ou estado civil. 462 CLT e 649. a todo trabalho de igual valor. não correspondente à realidade”.

h) da busca do pleno emprego.art. Süssekind adverte que este princípio deve ser aplicado considerando-se que não fere a isonomia tratar-se desigualmente os desiguais. de exercício de funções e de salário por motivo de sexo. 468 CLT. b) Princípio da boa-fé nos contratos. Parágrafo único da CLT b) Princípio da irredutibilidade do salário . Princípios Gerais Aplicáveis ao Direito do Trabalho a) Princípio da razoabilidade da conduta. A concepção socializadora do Direito do Trabalho cerceou por necessidade premente a liberdade de contratar e a autonomia de vontade dos signatários do contrato de trabalho. ou estado civil (art.do valor social do trabalho. Ver art. ou de critério de admissão e de salário em razão de deficiência física(art.II. Diminuindo o campo negocial a ponto de alguns doutrinadores negarem a natureza contratual 5 . nos casos de aposentadoria. c) Princípio não locupletamento com a própria malícia. caput. bem como a distinção entre o trabalho manual. Flexibilização do Direito do Trabalho. Proíbe diferença de critério de admissão. f) da valorização do trabalho humano e justiça social . o técnico e o intelectual ou entre os respectivos profissionais. g) da função social da propriedade . o dono é quem assume os prejuízos advindos.art. 7º. 170. XXXI). 1 0bs: falar dos prejuízos p/ o empregado. idade. IV . VIII. 1º. 7º. pensões etc. a) Princípio da não-discriminação.F. e art. 5. 3.XXX).170. cor.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . c) art. d) art.da dignidade humana. III . O resultado do trabalho do empregado pertence ao empregador que assume os riscos do negócio.F.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. Princípios da C. 170. 4. m) Princípio da alteridade.art. 7º. art. VI C. Em caso de insucesso do empreendimento.1º. 3° . atinentes ao Direito do Trabalho.

98 . dizendo eles existir apenas uma relação de emprego institucional. Luiz Vicente Cernicchiaro ."Resp. Goiânia.ª 10.ª T do STJ Resp 173. PROC. não vejo que a simples distinção.MS . José Augusto Rodrigues Pinto 6 . fica à deliberação do Estado.Não pode haver distinção.DISTINÇÃO DE SEXOS .DJU-e 1 22. Hoje." (Ac un da 6. naquele concurso. 17ª ed. ORIGEM: MM. São Paulo : 1997. dos direitos de homem e mulher.99.312 . embora.Caderno 1 . “A flexibilização tem por meta o deslocamento do direito do trabalho na direção da prevalência da vontade dos grupos interessados na formação das relações jurídicas que regula sobre controle da norma estatal. PROVA DIVIDIDA. Ltr. pela própria natureza.º 9/99 .DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . tem-se a chamada "prova dividida". 1 do vínculo entre empregado e empregador. em face da isonomia.pág.j 23.Recte. EMENTA: CONCURSO PÚBLICO . Jurisprudência: ACÓRDÃO N.ª JCJ de Goiânia/GO EMENTA: HORAS EXTRAS.: TRT 18ª R – RO-3192/98 – ACÓRDÃO Nº 7921/98 – JCJ DE CERES/GO RELATOR: JUIZ LUIZ FRANCISCO GUEDES DE AMORIM 4 PINTO.11. LTr. Min. São Paulo: 1995 e Instituições de Direito do Trabalho. certas atividades sejam próprias para o homem ou mais recomendadas para a mulher. 1 – Arnaldo Süssekind e outros.administrativo .: Estado de Mato Grosso do Sul. Verificando a divergência entre as testemunhas levadas pelo Reclamante com as levadas pelo Reclamado. vol. p.NÃO VIOLAÇÃO . 262 . O acesso é facultado às carreiras militares. em si mesma. Recda. através dos chamados direitos mínimos do trabalhador”. possa afrontar o princípio da isonomia.º 1458/99 TRT/RO/0094/99 RELATORA: Juíza DORA MARIA DA COSTA REVISOR E RED. DESIGNADO: Juiz JOÃO GONÇALVES DE PINHO RECORRENTE: Otávio Severiano da Silva RECORRIDO: Empresa Gontijo de Transportes Ltda.: Francis Helen Dornelas Gimenez . Em sendo assim.ACESSO À CARREIRA MILITAR .EDSON BRAZ DA SILVA VOL.ISONOMIA .03. precisar de pessoas para atividades recomendadas para homem e não para mulher.Sexos masculino e feminino . 257). Efeitos.4 OBS: Roteiro de Aula elaborado com base no Curso de Direito Individual do Trabalho – José Augusto Rodrigues Pinto – 2ª ed. 23 de março de 1999.Rel.Concurso público . resolvendo o impasse em desfavor de quem detém o ônus da prova.ementa oficial) (IOB n.

quando negado o despedimento. mormente quando a incerteza resulta de ato de negligência praticado pela Reclamada. Configura violência ao inciso XXXVI do artigo 5º da Constituição Federal a admissibilidade de penhora de bem alvo de cédula industrial. em razão da menoridade do Reclamante. Dividida EMENTA: Prova dividida. Primeira Turma. do CPC. Diário da Justiça de 16 de Fevereiro de 1990. deve-se considerar a prova insuficiente e julgar em desfavor de quem tinha o ônus de produzi-la. o que não impede possa o magistrado entender em casos concretos. (Data do Julgamento: 12 de Maio de 1999) CÉDULA INDUSTRIAL – PENHORA DO BEM. Marco Aurélio – Informativo STF nº 118). PROVA. é do empregador. No Direito do Trabalho. Relator Ministro Néri da Silveira.: TRT 18ª R – RO –114/99 – AC.ª Juíza Rosemarie Pimpão – DJPR 30. por completo. (TRT – 9ª R – 4ª T – Ac. 1 EMENTA: PROVA – DESPEDIMENTO – PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DA RELAÇÃO DE EMPREGO. Nº 2861/99 – 9ª JCJ DE GOIÂNIA/GO RELATOR: JUIZ OCTÁVIO JOSÉ DE MAGALHÃES DRUMMOND MALDONADO EMENTA: PROVA DIVIDIDA. 165) TRABALHADOR MENOR DE QUATORZE ANOS – RELAÇÃO DE EMPREGO – PRINCÍPIOS DA PRIMAZIA DA REALIDADE E DA PROTEÇÃO Seria incompatível com os princípios da primazia da realidade e da proteção negar. I e II.940-0/PA. a nulidade do contrato pode não acarretar negação plena dos efeitos 7 .: TRT 18ª R – RO-2692/97 – ACÓRDÃO Nº 2184/98 – JCJ DE JATAÍ/GO RELATOR: JUIZ LUIZ FRANCISCO GUEDES DE AMORIM EMENTA: PROVA ORAL – PRINCÍPIO TUTELAR DO DIREITO DO TRABALHO. segundo critérios legais ditados pelos artigos 818 da CLT e 333. eficácia jurídica ao contrato celebrado entre as Partes. Havendo um equilíbrio entre motivos convergentes e divergentes. (RE N.01. (Data do Julgamento: 02 de Abril de 1998) PROC. nº 2261/98 – Rel. Apresentando-se a prova dividida.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . Precedente: Recurso Extraordinário nº 114. pois o princípio da continuidade da relação de emprego constitui presunção favorável ao empregado (EN 212 do c. O ônus de provar o término do contrato de trabalho. A formação do convencimento do juiz decorre da preponderância dos motivos convergentes a respeito dos fatos que a parte alega em juízo.000-PE – Rel.98 – pág. a decisão deverá pautar-se pela distribuição do ônus da prova.A máxima in dubio pro operario não é princípio peculiar do processo no trabalho. Min. 163. TST) (Data do Julgamento: 29 de Outubro de 1998) PROC. havendo dúvidas. que a prova oral resolva-se em favor do Reclamante.EDSON BRAZ DA SILVA VOL.

configura-se prejuízo.” (Processo TRT 19ª Região nº 2001.5. Assim. Declara-se a nulidade do ato. considerada a impossibilidade de restabelecimento do estado anterior. NULIDADE DECRETADA. Inexistindo comunicação ao Ministério Público do Trabalho de reclamação formulada por membro de comunidade indígena.878/98. valorizando a força de trabalho despendida. PREJUÍZO.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. sem prejuízo da obrigação de pagar os salários dos dias trabalhados (Orientação Jurisprudencial nº 85 da SBDI-1). ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Min. Recurso conhecido e provido. e não se obtendo a procedência total da reclamatória. Rel. É o que acontece com a contratação sem concurso pela Administração Pública. 1 jurídicos do ato. impondo-se a decretação da nulidade processual desde a primeira audiência ocorrida. Rel. Assim.0255-70. a tutela jurisdicional prestada pela Justiça do Trabalho obsta o enriquecimento sem causa. empregador que se beneficia dos serviços prestados pelo empregado menor deve arcar com os encargos correspondentes ao contrato de trabalho.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO .” (Processo TST-RR-449. NÃO INTERVENÇÃO DO ‘PARQUET’ NA INSTÂNCIA ORIGINÁRIA. RECLAMANTE ÍNDIO.59. Maria Cristina Irigoyen Peduzzi) REMESSA NECESSÁRIA. Juiz Antônio Catão) 8 .

Goiânia. 2. 54.DIREITO DO TRABALHO RESUMIDO . Texto: "O Micreiro do MIT pegou a Nike".ª edição revista e atualizada. p. Caderno de Política.Direito Individual do Trabalho. A Declaração Universal dos Direitos Humanos e seu Desdobramento no Ordenamento Constitucional Brasileiro. Goiânia. MAGANO. Manual de Direito Individual do Trabalho. Atualizada em 04/04/2003 9 . 4. GETÚLIO. Edição de 04 de março de 2001. Jornal O Popular. p. Octávio Bueno.EDSON BRAZ DA SILVA VOL. Texto: "Engenho Humano". (Valéria Getúlio é Conselheira do Regional Centro-Oeste do MNDH). 10. Valéria. Caderno de Economia. 4. Edição de 18 de fevereiro de 2001. Jornal O Popular. Volume II . Coluna de Joelmir Beting. 1 Leitura Complementar: 1. 06. p. 1993. 3. Tópico 32: Alteridade.