You are on page 1of 299

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil - 2006

/2007

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional e Presidente do Conselho Nacional Antidrogas Jorge Armando Felix Secretário Nacional Antidrogas Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa Secretária-Adjunta da Secretaria Nacional Antidrogas Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte

Presidência da República Gabinete de Segurança Institucional Secretaria Nacional Antidrogas

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil - 2006/2007
Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte Secretaria Nacional Antidrogas
Coordenação Geral Supervisão Técnica

Denise Bomtempo Birche de Carvalho Universidade de Brasília/UnB

Equipe do Projeto Mapeamento Andréia dos Reis Elias Andréa Lagares Neiva Daniela Carina Pascual Elizabeth Maulaz Lacerda Francisca Lucena Márcia Gomes Colen Tânia Maria Tosta da Silva Valéria do Socorro Oliveira Leal Bolsistas da Universidade de Brasília/UnB Cássia Fernandes Jamila Zgiet Rodrigues Santos Lazara Lorena de Oliveira G. Villar Nadja Achkar Petrillo de Mello Coe Paulo Rogério Gomes Sampaio Thaís Kristosch Imperatori

Equipe da Senad Alissandra Alves Rodrigues Márcia Maria Martins Lopes Marcelo Ivo Silva de Lima Revisão de Conteúdo - Senad Aldo da Costa Azevedo Deborah Domiceli da Cruz Oliveira Doralice Oliveira Gomes Janaína Bezerra Nogueira Vladimir de Andrade Stempliuk Consultoria Especial - Ipea Enid Rocha Andrade da Silva Maria do Socorro Elias de Menezes

Copyright © 2007 – Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) Palácio do Planalto, Anexo II, Ala B 201 CEP: 70.150-900 Brasília-DF www.obid.senad.gov.br / www.senad.gov.br Permitida a reprodução sem fins lucrativos, parcial ou total, por qualquer meio, desde que citada a fonte e/ou o site da internet onde pode ser encontrado o original (www.obid.senad.gov.br)

Supervisão Técnica Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte Secretaria Nacional Antidrogas Coordenação Geral Denise Bomtempo Birche de Carvalho Universidade de Brasília/UnB Equipe do Projeto Mapeamento Andréia dos Reis Elias Andréa Lagares Neiva Daniela Carina Pascual Elizabeth Maulaz Lacerda Francisca Lucena Márcia Gomes Colen Tânia Maria Tosta da Silva Valéria do Socorro Oliveira Leal Bolsistas da Universidade de Brasília/UnB Cássia Fernandes Jamila Zgiet Rodrigues Santos Lazara Lorena de Oliveira G. Villar Nadja Achkar Petrillo de Mello Coe Paulo Rogério Gomes Sampaio Thaís Kristosch Imperatori Equipe da Senad Alissandra Alves Rodrigues Márcia Maria Martins Lopes Marcelo Ivo Silva de Lima

Revisão de Conteúdo - Senad Aldo da Costa Azevedo Deborah Domiceli da Cruz Oliveira Doralice Oliveira Gomes Janaína Bezerra Nogueira Vladimir de Andrade Stempliuk Consultoria Especial - Ipea Enid Rocha Andrade da Silva Maria do Socorro Elias de Menezes Realização Universidade de Brasília (UnB) Departamento de Serviço Social Fundação Universitária de Brasília (FUBRA) Revisão dos originais Tânia Maria Tosta da Silva Revisão Final Rejane Oliveira Capa, Diagramação e Projeto Gráfico José Miguel dos Santos Impressão Kaco Gráfica e Editora Tiragem 3 mil exemplares Impresso no Brasil

Dados internacionais de catalogação na publicação (CIP) Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil - 2006/2007: Relatório. Coordenação Geral Denise Bomtempo Birche de Carvalho - Universidade de Brasília. Supervisão Técnica Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte - Senad. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas, 2007. 300 p. Nota: obra elaborada em convênio com a Universidade de Brasília (UnB) - Departamento de Serviço Social (SER) e Fundação Universitária de Brasília (FUBRA). 1. Droga - uso. 2. Droga - uso - Brasil. I. Carvalho, D. B. B. II. Duarte, P. C. V. III. Presidência da República. Secretaria Nacional Antidrogas. IV. Universidade de Brasília. V. Título CDU - 613.81:361/362(81)

Apresentação da Secretaria Nacional Antidrogas - Senad

A Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) tem a missão institucional de articular e integrar governo e sociedade para a redução da demanda de drogas no país, em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Política Nacional sobre Drogas. Assim é com satisfação que apresentamos o “Mapeamento das Instituições Governamentais e Não-governamentais de Atenção às Questões Relacionadas ao Consumo de Álcool e Outras Drogas no Brasil”. Concebido pela Senad e executado em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), contando também com a consultoria técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e com apoio financeiro da Comissão Interamericana do Controle de Abuso de Drogas, da Organização dos Estados Americanos (Cicad/OEA), este projeto surgiu do reconhecimento do importante trabalho desenvolvido pelas instituições de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas para a sociedade brasileira. Esta publicação de grande relevância oferece um panorama preciso de onde e como funcionam as instituições, suas rotinas de atendimento, a composição e qualificação dos seus recursos humanos e sua infra-estrutura física e financeira. Os resultados aqui apresentados servirão de apoio a todas as pessoas que, de alguma forma, necessitam dos serviços prestados pelas instituições mapeadas. Fornecerão também subsídios às esferas governamentais responsáveis por desenvolver e implementar políticas públicas em todo o Brasil. Acreditamos que dar vida aos dados coletados, por meio de ações que efetivamente sirvam para o atendimento das necessidades da população brasileira, é uma das melhores estratégias para expandir e fortalecer a rede nacional de serviços de apoio às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas.

Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte
Secretária-Adjunta

Paulo Roberto Yog de Miranda Uchoa
Secretário Nacional Antidrogas

.

da Organização dos Estados Americanos (Cicad/OEA) vêm oferecer aos governos. A iniciativa representa.Ipea O “Mapeamento das instituições governamentais e não. com o apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Comissão Interamericana do Controle de Abuso de Drogas. redução de danos sociais e à saúde de usuários e dependentes. Assim. Os resultados produzidos pelo Mapeamento. Esse livro-relatório fornece um amplo panorama da situação das instituições voltadas para as questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas. reinserção social. vem ao encontro de uma importante demanda de pesquisadores. serão importantes fontes para estimular o debate e a reflexão sobre os temas aqui abordados e contribuirão para melhor adequação do planejamento e da execução das atividades de prevenção do uso indevido de álcool e outras drogas na população em geral. O rigor na condução metodológica da pesquisa e a relevância dos temas desenvolvidos e analisados neste Mapeamento permitem-nos afirmar que seus resultados são uma fonte de conhecimento referencial para o desenvolvimento de novos estudos e pesquisas na área e também para subsidiar a elaboração e adequação de ações e programas governamentais. planejadores. formuladores de políticas. as principais atividades realizadas na área de prevenção ao uso de álcool e outras drogas. A publicação dos resultados do “Mapeamento das instituições governamentais e nãogovernamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil”. o reconhecimento público da importância dos serviços prestados por estas organizações. Consultora Especial Projeto Mapeamento Enid Rocha Andrade da Silva Diretor de Estudos Sociais Jorge Abrahão de Castro . Assim são estudados os tipos de tratamento oferecidos pelas instituições. tratamento.Apresentação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada . dentre outras. ao público acadêmico e à sociedade em geral um relevante serviço de produção de conhecimento especializado. militantes da causa de combate e prevenção ao uso de drogas no país.ações de prevenção. as instituições voltadas para as questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil são ainda pouco conhecidas das esferas governamentais responsáveis pela elaboração e execução da Política Nacional sobre Drogas. como a Senad. que tem.governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil” nasceu da necessidade do Governo Federal conhecer a situação e as práticas de atendimento adotadas por essas instituições. sem dúvida.governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil” realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). redução de danos e ensino e pesquisa. permitindo uma avaliação do quadro atual por meio da visão integrada das principais áreas as quais se dedicam estas instituições . os problemas mais recorrentes de atendimento. as características do público alvo e da população atendida e os principais temas relacionados ao álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa. recuperação e reinserção social. Conhecer a diversidade da forma de atuação e de atendimento prestado por estas instituições é fundamental para órgãos. e de tratamento. os resultados do “Mapeamento das instituições governamentais e não. na verdade. a atribuição de exercer orientação normativa sobre as atividades de redução da demanda de drogas no país. A despeito do papel fundamental para nossa sociedade. portanto.

.

.................................................................................... Informações institucionais.................................. ..................................................................................................................................... Conclusão.............................................. 11 12 21 22 26 39 78 Tratamento.......................................................................................................... .................................. 91 4............................ Análise descritiva das variáveis do Eixo Tratamento aos Usuários Dependentes de Álcool e outras Drogas de acordo com a natureza da instituição........................................................................................................................... 2............................................................................... 5 Conclusão.................................... Introdução.................... Recuperação e Reinserção Social..... 3......Sumário Introdução................................. Recuperação e Reinserção Social 1............ Ensino e/ou Pesquisa 1..................................................................................................................................... 5............ 86 3......................................... Conclusão.............................................. Introdução...................................................................................................... ........................... 107 5............ 85 2.......... 4......................................................... Metodologia............ 2................. Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos Socias e à Saúde............... ................. 3.............. .................. Introdução............................................ ...................................... 5.................................................................. Conclusão................................................................................ Introdução............................................... ................ 4............ Informações institucionais...................... Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas de acordo com a natureza da instituição.......... 4............................................................................................................ Informações institucionais........ 2 Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa........ 146 Redução de Danos Sociais e à Saúde 1......... Informações institucionais.............. Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Àlcool e outras Drogas.......................................................................................................................... Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Tratamento..................................... Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa de acordo com a natureza da instituição........ Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas 1... ...... Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos Sociais e à Saúde de acordo com a natureza da instituição................................................................................. 153 153 159 172 209 217 217 222 237 262 ......... 3...........................................

............................................................................ .Lista de figuras e tabelas......................................... Anexo IV ....................................................................................................................Considerações finais................. 265 Anexos Anexo I .................................................. ..........Relatório do serviço 0800............ 269 270 289 290 291 ............Plano amostral Etapa 3 ..................................... ..............................Questionário reduzido...................... Anexo III ................................ Anexo II ..Questionário ampliado.................................... Anexo V .

000 questionários. rotinas de atendimento. e ensino e pesquisa.). 11 . que responderam ao questionário ampliado e validado de cada capital.642 (82%). tratamento. composição e qualificação dos recursos humanos e infra-estrutura física e financeira. Os objetivos do mapeamento foram: • levantar informações que subsidiem a elaboração do diagnóstico da atuação das instituições governamentais e não-governamentais em relação aos seguintes aspectos: objetivos. A segunda etapa teve como meta o envio de 2.503 instituições. O projeto do mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil se desenvolveu em três etapas1. Enid Rocha Andrade da Silva (Org. 2004. composição e qualificação dos recursos humanos. Brasília: Ipea/Conanda. Foram selecionadas 10% das instituições. Nesta etapa. Foram mapeadas e cadastradas.884 (94%) questionários e validados 1. a Senad realizou o projeto “Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil” em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). por meio da articulação e integração entre governo e sociedade. rotinas de atendimento. Foram respondidos 1. com a consultoria técnica do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e com o apoio financeiro da Comissão Interamericana do Controle do Abuso de Drogas. 9. redução de danos sociais e a saúde e ensino e pesquisa. nesta etapa. infra-estrutura física e financeira.Introdução As evidências científicas nacionais e internacionais apontam para a necessidade de se tratar a questão do consumo de álcool e outras drogas com especial atenção tanto do Poder Público como da sociedade. • atualizar e ampliar o Banco de Dados disponível à população brasileira no Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID). foram avaliadas qualitativamente as informações prestadas pelos dirigentes das instituições. O direito à convivência familiar e comunitária: os abrigos para crianças e adolescentes no Brasil. A Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). 1 As etapas foram realizadas com base em SILVA. atividades. com os dirigentes das instituições. in loco. redução de danos. atividades. por correio. A primeira etapa consistiu no mapeamento das instituições governamentais e nãogovernamentais que realizam atividades de prevenção. tratamento. da Organização dos Estados Americanos (Cicad/OEA). A terceira etapa consistiu na realização de entrevistas. recuperação e reinserção social. Reconhecendo a importância das instituições que desenvolvem essas ações. órgão responsável por coordenar a Política Nacional sobre Drogas (PNAD). às instituições para conhecimento dos objetivos. vem desenvolvendo e apoiando a realização de estudos e pesquisas para aprofundar o conhecimento sobre drogas e sobre as ações desenvolvidas nas áreas de prevenção.

natureza da instituição (governamental ou não-governamental). bem como por meio da aplicação do questionário resumido (Anexo 1) contendo os seguintes dados: nome. com isso. redução de danos sociais e a saúde e ensino e pesquisa. via serviço de telemarketing2. redução de danos sociais e à saúde. Conselhos Municipais Antidrogas. centros e institutos de ensino e pesquisa. recuperação e reinserção social. Conselhos Estaduais Antidrogas/ Entorpecentes. com vistas a analisar a correspondência entre os serviços prestados e os objetivos institucionais. portanto. posteriormente. da Assistência Social. por meio da articulação e fortalecimento dos recursos existentes. ensino e pesquisa). Os cadastros foram atualizados por meio de busca ativa. O projeto do “Mapeamento das instituições governamentais e nãogovernamentais no Brasil” oportunizará. ações e atividades de redução da demanda (prevenção. as demandas e as estratégias de atendimento. 12 . grupos de auto-ajuda comunidades terapêuticas. • estabelecer parâmetros para a classificação das instituições pesquisadas quanto à natureza do atendimento. ensino e pesquisa. o público-alvo. Estaduais e Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente. 2 Esse serviço foi executado durante um mês por uma empresa de telemarketing do Distrito Federal e. • identificar a situação atual do atendimento realizado pelas instituições pesquisadas. residências terapêuticas. objetiva-se contribuir com a melhoria dos programas. devidamente treinados. Durante o período de prospecção. Conselhos Nacional. Conselhos Nacional. potencialização dos recursos existentes e. hospitais gerais. por alunos do Curso de Serviço Social da Universidade de Brasília. hospitais psiquiátricos. no sentido de mapear e ampliar os cadastros das instituições. físicos e materiais. hospitais-dia. Com este levantamento. página na internet. recuperação e reinserção social. redução de danos sociais e à saúde. ambulatórios. melhoria do acesso à população que necessita dos serviços. • possibilitar a articulação e o fortalecimento de uma rede social de atenção aos usuários e dependentes de álcool e outras drogas. procurou-se localizar associações. instituições de redução de danos. Metodologia Etapa 1 . endereço. telefone da instituição. clínicas particulares. nome do dirigente. utilizando-se como fontes: instituições já cadastradas nos estados e municípios em órgãos tais como: prefeituras. visando atualizar e ampliar o cadastro de instituições da Secretaria Nacional Antidrogas. Estaduais e Municipais de Assistência Social. tratamento. os recursos humanos. recuperação e reinserção social).• disponibilizar para o Serviço VIVA VOZ informações sobre as instituições mapeadas. Levantamento Prévio Esta etapa consistiu de levantamento de dados das instituições governamentais e nãogovernamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de drogas que desenvolviam ações de prevenção. Secretarias de Estado da Saúde. tipos de atividades desenvolvidas (prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas. e-mail da instituição e do dirigente. tratamento. tratamento.

Pesquisa quantitativa A segunda etapa do Projeto Mapeamento consistiu na aplicação do questionário ampliado3 (Anexo 2). Segurança Pública. em todo o território nacional. redução de danos sociais e à saúde e ensino e pesquisa. seguir: Os procedimentos realizados na Etapa 1 podem ser visualizados no fluxograma 1. a Etapa 2 .Objetivando mapear o maior número possível de instituições relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas foram enviadas comunicações aos prefeitos municipais. aos secretários estaduais das áreas de Educação. glossário. 13 . 2 Questionário auto-aplicável. Saúde. os eixos das atividades. acompanhado do manual de preenchimento. localizadas no país. 74 páginas. contendo questões fechadas e abertas. totalizando 83 questões. contendo mensagem da Senad. tratamento. Justiça e Cidadania e Assistência Social. objetivos da pesquisa. para complementação dos cadastros e coleta de dados quantitativos referentes à atuação das referidas instituições nas áreas de prevenção. aos dirigentes das instituições mapeadas e cadastradas na Etapa 1.

c) devolvidos pelo Correio. Com relação aos questionários devolvidos pelo Correio. os devolvidos em branco foram reaproveitados para envio às instituições cadastradas. incentivando e mobilizando os dirigentes das instituições quanto à importância do Projeto. aos dirigentes das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas. visando sanar a deficiêcia do envio e. Devido o volume de questionários enviados e a necessidade de reafirmar aos dirigentes das instituições sobre a importância do preenchimento e o do rápido retorno. pôde-se verificar que depois das ligações da equipe. Os questionários devidamente respondidos eram encaminhados para análise crítica e posterior digitação dos dados. com atendimento durante os dias úteis da semana. Para dirimir dúvidas sobre o preenchimento do referido instrumental de pesquisa foi disponibilizado um serviço 0800 (Anexo 3). caso necessário. procedia-se o reenvio dos mesmos aos destinatários. Esse serviço também foi importante no recebimento das respostas aos ofícios enviados às secretarias estaduais e prefeituras municipais. com escalas de plantões. Os procedimentos realizados na Etapa 2 podem ser visualizados no fluxograma 2. na medida em que eram mapeadas e cadastradas. fez-se mister colocar em prática um serviço diário de cobrança de retorno dos questionários. o número de questionários devolvidos por dia teve aumento significativo.000 questionários ampliados. b) devolvidos em branco.Foram enviados 2. Com esta medida. a seguir: 14 . novos contatos foram feitos com as instituições. Para o controle de recebimento dos referidos questionários foi criado um banco de dados para a realização da triagem. classificando-os como: a) respondidos.

como por exemplo.04 . dentre outras. redução de danos sociais e à saúde e ensino e pesquisa). A escolha das instituições que foram visitadas se deu por amostragem. A pesquisa qualitativa foi realizada nas 27 capitais do país. conforme anexo 4. conselhos estaduais e municipais antidrogas/entorpecentes. CAPSad.Com os questionários sendo recepcionados e analisados. objetivando avaliar qualitativamente as informações prestadas pelos mesmos no questionário ampliado (Etapa 2). capitais dos estados brasileiros e o tipo de atividade (prevenção. comunidades terapêuticas. perfazendo um total de 211 instituições. O software Sphinx é uma ferramenta para apoiar o processo de pesquisa e para análise de dados gerenciais e acadêmicos. foram submetidos à análise quantitativa e descritiva. região geográfica. clínicas particulares. 4 Código de licença: E8080-FEDU0852-6121402AX-GGNOCPI-DENISE * Chave de instalação: WUPXM-2RBRF-99QF6. Para a constituição da amostra (10%) as instituições foram divididas em grupos considerando os seguintes aspectos: a natureza da instituição (governamental e não-governamental). instituições de redução de danos. a seguir: Etapa 3 – Pesquisa qualitativa A terceira etapa do Projeto Mapeamento consistiu de visitas e realização de entrevistas com os dirigentes das instituições. universidades. Os dados obtidos. centros e institutos de pesquisas. tratamento. foi utilizado o software Sphinx 5. hospitais. Permite a realização de análises quantitativas e possibilita publicação de questionários (coleta) e relatórios (análise). A geração de relatórios para análise foi realizada de acordo com o fluxograma 3. iniciou-se a digitação dos dados. por meio dos questionários recebidos. com base na freqüência de variáveis e análise comparativa com cruzamento de dados da questão 2 (Quais as atividades realizadas pela instituição?) com a questão 15 (Qual é a natureza da instituição?). Para tanto. 15 . As instituições foram selecionadas entre as 1642 que devolveram os questionários ampliados que foram validados e tabulados no software Sphinx.

A análise qualitativa foi feita por meio das questões abertas do questionário ampliado. Os produtos resultantes do Projeto são instrumentos concretos que servirão para o fortalecimento das ações da Senad e para que as práticas de participação cidadã se realizem em função da responsabilidade compartilhada dos gerentes públicos governamentais e nãogovernamentais no processo de formulação e gestão de políticas públicas sobre álcool e outras drogas no Brasil. 16 . foi utilizada a análise de conteúdo. de acordo com o cronograma de trabalho. Para isso. A cada semana do retorno dos entrevistadores eram realizadas reuniões de avaliação e de planejamento das visitas seguintes. Durante dois meses a equipe de pesquisadores se espalhou pelas capitais brasileiras para cobrir as visitas e entrevistas institucionais programadas. durante uma semana para realizar as visitas institucionais. foram realizados contatos com os dirigentes das instituições anteriormente selecionadas. tendo como critérios: a) a natureza das instituições (governamentais e nãogovernamentais). visando agendar o dia e horário das entrevistas. As visitas se iniciaram pelo estado de São Paulo pelo fato de possuir o maior número de instituições. visando atingir os objetivos da Etapa 3. das entrevistas e dos relatórios descritivos dos pesquisadores. b) as atividades desenvolvidas em relação aos eixos da pesquisa.A equipe de entrevistadores do Projeto foi previamente treinada pela coordenação e por 2 técnicos supervisores da Senad. Nessa etapa.

PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS .

.

.......................... .......1................................................. Informações institucionais.... 21 2................. Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas de acordo com a natureza da instituição.... Público-alvo das atividades de formação de multiplicadores em prevenção..................................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ....... .................. ............. 37 4......................................................9.................. 47 4.. 48 4.....1............................... 30 3...1............................................................22 2......7.................................. 22 2............ Tipos de prevenção realizadas............. Procedência dos encaminhamentos............. Tipos de atividades realizadas..............................1........4.............................. Faixa etária da população atendida...... Público-alvo das atividades de prevenção.........................................8.........3........................... Características .................................................... Média mensal de atendimentos............................................... 44 4................... 43 4.......8..........4.................... 51 19 .........................1..........1....................... ..5.................. 25 2............................1................. Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente...........1...............5..................25 3....................... Previsão de formação de multiplicadores................................ 28 3................................................................... Tempo de funcionamento... 46 4........................................................................................................................................... Sumário 1.2......................................... Atividades de prevenção.................... ...3...... Atividades de prevenção.......8....... 35 3............... Localização da instituição....................... Fontes consultadas pelas instituições........................ Introdução.................. Formação de multiplicadores....... .......6. Modelos de prevenção......... Público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas....................................1..............................1......39 4......................... Modelos de prevenção........................7............................................................. ............6....................................................... Características da instituição de acordo com a natureza............ 23 2..............1.. 23 2..... 39 4............... .......7..........4...............5.................................................................................6............ Tipos de prevenção..10...... 22 2.... Público-alvo da formação de multiplicadores..............1..1........................................................................... 26 3.... 25 2......................................................................................................... Fontes consultadas pela instituição para realizar as atividades de prevenção ao uso indevido de drogas............................................................. 26 3...................................................2.... .... 27 3........................ 42 4.............................................................................................................. 24 2............. 40 4.......................................... Acesso da população atendida.... 31 3................................................. Articulação das instituições de prevenção com outros setores.......................................................................................... Tipos de atividades desenvolvidas...... Sexo da população atendida.....1......................................... da instituição 39 de acordo co 4.......................... 41 4..................... 34 3........................ Abrangência territorial............2............ Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas.....................................................3..........................

...........2.............. 64 4........................................................ 59 4................................................................ Idade..........................3........ 76 4......................68 4....................... ...............3......................................................2..Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 4.......................................................78 20 ...3................... Motivação.....................14.. 52 4.............. Atividade remunerada fora da instituição................ Atividades de capacitação desenvolvidas........................................... Número de profissionais...................3. 77 5..................... ..... 72 4....................................................4...... 62 4...........6......................11............1.............................................. 53 4... 63 4......2................................................... Situação de remuneração......1..... 57 4........................ Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes................... 59 4............ 66 4................................................................1.......................2....2...................................3.............. 75 4......... Tipo de capacitação externa prevista............ Recursos materiais.2...........2....................................................2.............................3............................. Sexo....3...1........................ 65 4........4................. 54 4.... Características da equipe profissional de acordo com a natureza da instituição....3..............................................5...7...... Escolaridade.............................. Conclusão....................................................2.............................2..............................3..............6........... Previsão de capacitação externa............................. Participação em conselhos.............7.....2.5....................... Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes....................................8............1....12.................... Recursos financeiros....................................13................................................................ 71 4...................................................................................................................................................................... Participação em eventos científicos e de mobilização social................. 60 4.............. 60 4... Freqüência de capacitação................. Características do dirigente de acordo com a natureza da instituição............3............................................. 68 4............................. Capacitação para os profissionais.. 73 4.................1............................................................. Total de horas dedicadas a instituição.........................................................................................................

fundamentada na filosofia da responsabilidade compartilhada. considerando os diferentes modelos. empresa –. Introdução Prevenir o uso indevido de álcool e outras drogas constitui ação de inquestionável relevância nos mais diversos contextos sociais – família. atualizadas e fundamentadas cientificamente. 2.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . No âmbito desta pesquisa. agora denominada Política Nacional sobre Drogas (PNAD). individual e coletiva. estadual e municipal. ou seja. a efetiva prevenção é fruto do comprometimento. abuso ou a dependência e os prejuízos relacionados ao consumo de álcool e outras drogas. Em 2004. Essas diretrizes passaram a existir a partir de 2001 com a aprovação da Política Nacional Antidrogas. 4.. entre elas: 1. O enfoque da intervenção deve ser específico para cada indivíduo ou grupo e considerar os problemas sociais e de saúde relacionados ao padrão de consumo. 1. da cooperação e da parceria entre os diferentes segmentos da sociedade brasileira e dos órgãos governamentais. pode-se considerar prevenção tudo aquilo que possa ser feito para evitar. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações. à integração socioeconômica e à valorização das relações familiares. O Dicionário Aurélio (1999) define prevenção como o ato ou efeito de prevenir. as ações de prevenção realizadas pelas instituições governamentais e não-governamentais relacionadas às questões de álcool e outras drogas são analisadas. ao bem-estar. A prevenção ao uso de álcool e outras drogas no Brasil não possuía até 1998 diretrizes nacionais. “evitar. tomando-se como parâmetro os enfoques a seguir descritos. 3. as mensagens utilizadas em campanhas e programas educacionais e preventivos devem ser claras. considerando 21 . visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso. com a construção de redes sociais que visem a melhoria das condições de vida e a promoção geral da saúde. A Política. impedir. apresenta no capítulo sobre prevenção orientações gerais. – Prevenção universal: dirige-se à população em geral (usuária ou não de drogas) ou a setores amplos em que não se identificam fatores de risco específicos. a prevenção deve ser executada de forma descentralizada nos municípios e adequada às peculiaridades locais e priorizando as comunidades mais vulneráveis. reduzir ou minimizar o uso. retardar. federal. orientando-se para a promoção de valores voltados à saúde física e mental. comunidade. essa Política passou por um amplo processo democrático de realinhamento. Esse modelo tem por objetivo prevenir ou retardar o uso indevido de álcool e outras drogas. – Prevenção seletiva: dirigida a grupos específicos da população. Em relação ao consumo de drogas. dispor com antecipação e chegar antes de”.. – Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas. escola. dada a complexidade da questão e os prejuízos associados ao abuso e à dependência de substâncias psicoativas. as ações preventivas devem ser pautadas em princípios éticos e pluralidade cultural.

2.3 Figura 1: Atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pelas instituições 2. Não resposta Prevenção universal: dirige-se a toda a população. norteando ações dos diversos segmentos da sociedade que atuam na área da redução da demanda de drogas no Brasil. Este capítulo irá apresentar os dados obtidos a partir da pesquisa.0 66.4 39. 1. Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento. Tipos de atividades desenvolvidas Nos 1.8 Figura 2: Tipos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas utilizados pelas instituições 22 . Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas 2.0 72.255 dirigentes e/ou responsáveis informaram realizar atividades de prevenção ao uso de álcool e outras drogas. Total N 75 834 737 % 6. como mostra a Figura 1. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total N 1 255 909 501 54 1 255 % 100. comunidade). empresa.642 questionários validados para análise. A PNAD representa um avanço na prevenção do uso indevido de álcool e outras drogas. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações. seguida da prevenção indicada (62. na medida em que define diretrizes para a implementação de programas de prevenção nos diversos contextos sociais (escola. os modelos utilizados e as fontes consultadas pelas instituições. Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas. Do mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais que realizam atividades de prevenção ao uso de álcool e outras drogas podem ser constatados os tipos de atividades desenvolvidas.9 4. A prevenção universal obteve maior número de respostas entre as opções oferecidas (66.7 788 1 255 62.1. respeitando as diferenças de gênero.8%) e a prevenção seletiva (58. vulnerabilidade.7%).Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas as especificidades do público-alvo.5 58.3 4. as diversidades culturais. Tem como objetivo prevenir ou atrasar o uso indevido de álcool e outras drogas. raça e etnia.5%). Prevenção seletiva: é dirigida a grupos específicos e visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso. Tipos de prevenção realizados Os dados da Figura 2 revelam que os três tipos de prevenção utilizados se encontram distribuídos de forma equilibrada pelas instituições. 2.

o modelo de treinamento para resistir (52.3 11.4%) e o modelo de amedrontamento (18.2%).6 60. dados de fontes oficiais dos governos federal. estão os modelos de treinamento de habilidades pessoais e sociais (62. Observou-se a prevalência do modelo de educação afetiva (71. Os modelos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas que foram menos citados pelos dirigentes das instituições são os de modificação das condições de ensino (29.6 Figura 4: Fontes consultadas pela instituição para realizar atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 23 .3.1 43.5 52. estaduais e municipais Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Não sei Outro Total N 66 868 722 848 764 867 549 25 196 1 255 % 5. constatou-se que as mais consultadas são: publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema. e legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas. 764 (60.5 67.0 29.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . a capacidade de lidar com a ansiedade.9 33. 867 (69. informações da mídia.4. Não resposta Modelo do amedrontamento Modelo da educação para o conhecimento científico Modelo de treinamento para resistir Modelo de treinamento de habilidades pessoais e sociais Modelo da pressão de grupo positiva Modelo de educação afetiva Modelo de oferecimento de alternativas Modelo de modificação das condições de ensino Modelo de educação para a saúde Outro Total N 71 230 747 656 789 416 893 628 369 631 147 1 255 % 5.5%).9%). Esse modelo estimula e valoriza a auto-estima.0 15.3 69.1%).1 71. 2.3 62. a habilidade de decidir e se relacionar em grupo.5%). 868 (69.7 18.7 Figura 3: Modelos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 2.2 50. Fontes consultadas pela instituição para realizar as atividades de prevenção ao uso indevido de drogas Em relação às fontes de consulta mais utilizadas para a realização de atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas (figura 4). Em seguida. estaduais e municipais. 722 (57.. o modelo de oferecimento de alternativas (50%) e o modelo de pressão de grupo positiva (33..9%). Não resposta Publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas Legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas Estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas Informações da mídia Dados de fontes oficiais dos governos federal.9 69.6%).3%). estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema. o modelo de educação para o conhecimento científico (59.2%) sobre os demais.3 59. 848 (67.1%). Modelos de prevenção As instituições pesquisadas utilizam simultaneamente vários modelos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas (figura 3).2 57.7 2.4 50.3%).

6 8.6 56.4%).DSTs 653 Criação/apresentação de peças de teatro 371 Aulas de teatro Distribuição de materiais educativos Distribuição de preservativos Oficinas sobre drogas Dinâmicas de grupo Produção e distribuição de livros Produção e distribuição de histórias em quadrinhos Realização de atividades esportivas e/ou jogos Estudos dirigidos Leitura de textos Apresentação de relatos pessoais Realização de fóruns.0 29. 653 (52%).7 35.7 49. 1.9 4.079 (86%). O domínio do tema e a habilidade do palestrante de interagir com o público são requisitos necessários para qualificar positivamente a atividade.4 37.1 32.4 38.7 Figura 5: Atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pelas instituições 24 .7 23. seminários. 758 (60.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 2.8 39.6 38. simpósios sobre álcool e/ou outras drogas Realização de eventos culturais. visando mudança de comportamento e até mesmo modificação de um estilo de vida precário. A literatura especializada aponta que o acesso à informação e o espaço para a reflexão constituem elementos valiosos às ações de promoção da saúde. hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). 768 (61.3 60.2%).2 30. 754 (60.2 11. N Não resposta 33 Exibição de filmes 714 Palestras sobre drogas 1 079 Palestras sobre HIV/AIDS. apresentação de relatos pessoais. Em seguida aparece a opção articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção.4 27.2 10. distribuição de materiais educativos. congressos. exibição de filmes. hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis .1%).7 49.9%).1 25.2 62.1 20.5 Atividades de prevenção Em relação às atividades de prevenção.0 52.9 86. a opção mais indicada pelos respondentes foi palestras sobre drogas. 779 (62.8 46.1%). As palestras sobre prevenção ao uso de drogas são ferramentas importantes para diminuir ou inibir o seu consumo.6 60. As atividades que também aparecem com significativo percentual de respostas são: dinâmicas de grupo. e palestras sobre HIV/Aids.0 61. Figura 5. 714 (56. turísticos e sociais Realização de eventos de mobilização comunitária Articulação com os meios de comunicação para a veiculação de informações sobre prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Realização de eventos em datas festivas e/ou comemorativas Articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção Inserção do tema drogas nas atividades curriculares e extracurriculares em escolas Realização de campanhas comunitárias de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Incentivo à participação voluntária de jovens em campanhas humanísticas e comunitárias Articulação com empresas públicas e privadas para incentivo à promoção de ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Outras atividades 104 754 316 376 768 149 59 440 411 623 758 486 299 499 586 617 779 256 469 347 480 134 % 2.

3 35.. Previsão de formação de multiplicadores A pesquisa revelou que.255 instituições que realizam prevenção.5%). N 466 258 310 200 534 508 390 387 181 % 37.9%).6 24.7.3%) informaram realizar formação de multiplicadores na área de prevenção ao uso de álcool e outras drogas.9 Não resposta Representantes de entidades governamentais Representantes de entidades não-governamentais Representantes de entidades de iniciativa privada Pais e/ou responsáveis Educadores Religiosos Líderes comunitários Líderes estudantis (Grêmio Estudantil. pais e/ou responsáveis de alunos 679 (54. alunos de ensino médio 764 (60. nas 1. N Não resposta Sim Não Total 97 707 451 1 255 % 7.8 14. 25 .1%).2 6.1%). Público-alvo das atividades de formação de multiplicadores em prevenção Os dirigentes e/ou responsáveis informaram que o público-alvo das atividades de formação de multiplicadores (figura 7) é composto.9 42.0 Figura 6: Formação de multiplicadores na área de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 2. 707 de seus dirigentes (56.8%). de acordo com a Figura 6.4 37.7 56.9 100. religiosos 390 (31. 2.4%). Diretório Central dos Estudantes) Ex-usuários de drogas 467 Conselheiros estaduais 84 Conselheiros municipais 251 Outro 137 Total 1255 Figura 7: Público-alvo das atividades de formação de multiplicadores em prevenção 2..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .1 20.1%). líderes comunitários 387 (30. Centro Acadêmico.7 20.7 15. ex-usuários de drogas 467 (37.1 30.5 40.5%).5 31.6.2%). o público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas (figura 8). alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) 796 (63. principalmente por: pais e/ou responsáveis 534 (42.0 10.8. é constituído. educadores 508 (40. Público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas De acordo com as respostas dadas pelos dirigentes no questionário. principalmente por: comunidade em geral 930 (74. em ordem decrescente.

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento.1. das 1.0 26 . 451 (35.6 43.9 31.1 74.0 100. bombeiros.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas N Não resposta Alunos do ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio Estudantes de ensino superior Professores e/ou outros profissionais da educação Pais e/ou responsáveis de alunos Comunidade em geral Profissionais de saúde Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Presidiários Profissionais de segurança pública (policiais.6 20.5 Figura 8: Público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 3.1 48.0 100. observa-se que.1 27.9 34.0 Não-governamental N % cit.2 1. Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Prevenção ao Uso Indevido de Álcool e outras Drogas de acordo com a natureza da instituição 3.9 2. Tipos de atividades realizadas De acordo com a Tabela 1.8 67.0 100.2 Total N 1 255 909 501 54 2 719 % cit.9 25.7 63.3 50.7 11. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total 28 11 8 1 48 2.0 62.1 36.3 15.3 41.4 60.6 1.9 31.1 36. 100.2 14.9 38.0 100.255 instituições que informaram realizar prevenção. Tabela 1: Natureza da instituição em relação às atividades realizadas Não resposta N % cit.2 1. 451 287 216 26 980 35.9 1. entre outros) Profissionais do sexo Populações indígenas Trabalhadores do setor privado Trabalhadores do setor público/economia mista Trabalhadores do setor informal Outro Total 62 486 796 764 430 518 679 930 453 350 391 179 192 137 37 321 253 185 144 1 255 % 4.2 14.2 55.8 Governamental N % cit.9%) são governamentais e 776 (61. 776 611 277 27 1 691 61.3 10.8% ) não-governamentais.3 54.

Total 451 % 5.1 776 Figura 10: Tipos de prevenção utilizados pelas instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 2.4%). 528 (68%). Prevenção seletiva: é dirigida a grupos específicos e visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso. 513 (66.2. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações.3 58..3%). Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações. N Não resposta 26 Prevenção universal: dirige-se a toda a população. 27 . Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas. indicada. indicada 265 (58.9 68.8%) e seletiva 263 (58. N 46 528 461 % 5. Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais 265 de uso abusivo de álcool e outras drogas.1%). Tipos de prevenção Os tipos de prevenção utilizados pelas instituições governamentais se encontram distribuídos de forma equilibrada de acordo com a Figura 9: prevenção universal 291 (58.5 58. 461 (59. e seletiva..0 59. Total 513 66. Tem como objetivo prevenir ou atrasar o uso indevido de álcool e outras drogas. 3. Prevenção seletiva: é dirigida a grupos específicos e visa identificar os fatores de 263 risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso. relativa ao cruzamento entre o tipo de prevenção realizada e a natureza das instituições (governamentais e não-governamentais).8 64.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 Figura 9: Tipos de prevenção utilizados pelas instituições governamentais A Figura 10 mostra que os tipos de prevenção utilizados pelas instituições nãogovernamentais seguem a mesma ordem das governamentais.4 Não resposta Prevenção universal: dirige-se a toda a população. Tem como objetivo prevenir ou 291 atrasar o uso indevido de álcool e outras drogas.3%). porém em proporções diferentes: prevenção universal. que uma proporção maior de instituições não-governamentais do que governamentais realizam os três tipos de prevenção.

5 14. Os modelos menos utilizados pelas instituições não-governamentais são modificações das condições de ensino. N 25 66 304 204 257 113 293 234 148 272 39 451 % 5. 234 (51.0 Não resposta Prevenção universal: dirige-se a toda a população.1 65. Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas.8 60. 28 . 257 (57%). de oferecimento de alternativas.7 461 62.6 67. nas instituições governamentais. 66 (14.6 513 65. e de educação para a saúde. N % cit. 586 (75.8 263 35. O modelo menos utilizado pelas instituições governamentais é o de amedrontamento. 425 (54.3 Total N 75 834 % cit. da educação para o conhecimento científico.6 Não resposta Modelo do amedrontamento Modelo da educação para o conhecimento científico Modelo de treinamento para resistir Modelo de treinamento de habilidades pessoais e sociais Modelo da pressão de grupo positiva Modelo de educação afetiva Modelo de oferecimento de alternativas Modelo de modificação das condições de ensino Modelo de educação para a saúde Outro Total Figura 11: Modelos de prevenção utilizados pelas instituições governamentais Na Figura 12. Modelos de prevenção Conforme Figura 11.4%).6 737 100.7 46 61.0 10 1. Total 13 1. N % cit.0 51.3 265 33.5%). As opções que apareceram em seguida foram: modelo de treinamento de habilidades pessoais e sociais.0 25.3%).6%).9 32.0 26 34. treinamento de habilidades pessoais e sociais. 160 (20. Prevenção seletiva: é dirigida a grupos específicos e visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso.3 15 1.6%). 272 (60. educação para a saúde. e oferecimento de alternativas.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 2: Natureza da instituição e tipos de prevenção Não GovernaNão-Goverrespostatal mental namental N % cit. 100. observou-se que os modelos mais utilizados são: educação para o conhecimento científico. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações.7 1 548 63. educação afetiva. 442 (57%). 293 (65%). Tem como objetivo prevenir ou atrasar o uso indevido de álcool e outras drogas.1%).4 45. 216 (27. de treinamento para resistir.1 788 100.3 8.3.8%).2 57. observa-se que o modelo mais utilizado pelas instituições nãogovernamentais é o de educação afetiva.0 3. 381 (49. 344 (44.0 100.9 528 63.6 2 434 100. 304 (67.0 41 1.3%). e o modelo de amedrontamento.9%).8%).8%).7 845 34.8 291 34. 3 4. 518 (66.

9 67.9%) pelas não-governamentais.0 100.2 69.4 75.8 1 955 27.0 100..1 234 1.6 56.8%) são referentes às instituições governamentais e 586 (65. Esses dados informam a importância do alinhamento dos modelos utilizados pelas instituições não-governamentais com as diretrizes da Política Nacional sobre Drogas.6 Nãogovernamental N 42 160 425 442 518 % cit.6 65.6 293 2.6 60.0 100.3 13.4 65.1 N 71 230 747 656 789 416 893 628 369 631 147 5 577 Total % cit.1 3 519 29 .0 66. Outro dado que deve ser levado em consideração é a percentagem de instituições que utilizam o modelo do amedrontamento.6 54.7 58.8 586 37.1 344 26.4 148 2.8 44.2 113 1.4 20.1 27. 35.0 100.8 38.2 28.0 100. 66 (28. 100.5 1.5 107 35. dentre as quais 293 (32.7 71.0 100.5 54.0 100.5 72.8 Figura 12: Modelos de prevenção utilizados pelas instituições não-governamentais A Tabela 3 mostra o cruzamento entre a natureza da instituição (governamental e nãogovernamental) e os modelos de prevenção.4 1. das quais 304 (40.6%) às não-governamentais. Das 230 respostas. 59.6 4 1.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .7 31. Em relação ao modelo de educação para o conhecimento científico. 4 5.5 49.0 Não resposta Modelo do amedrontamento Modelo da educação para o conhecimento científico Modelo de treinamento para resistir 10 Modelo de treinamento de habilidades pessoais e 14 sociais Modelo da pressão de grupo positiva 5 Modelo de educação afetiva 14 Modelo de oferecimento de alternativas 13 Modelo de modificação das condições de ensino 5 Modelo de educação para a saúde 15 Outro 1 Total 103 1.0 100. Não resposta Modelo do amedrontamento Modelo da educação para o conhecimento científico Modelo de treinamento para resistir Modelo de treinamento de habilidades pessoais e sociais Modelo da pressão de grupo positiva Modelo de educação afetiva Modelo de oferecimento de alternativas Modelo de modificação das condições de ensino Modelo de educação para a saúde Outro Total N 42 160 425 442 518 298 586 381 216 344 107 776 % 5.8 57.8 63..3 381 40.0 100.7 40.2 298 32.8 Governamental N 25 66 304 204 257 % cit. Nota-se que o modelo que obteve maior número de respostas foi o de educação afetiva com 893 marcações.0 100.6%) às não-governamentais.7 39 1. obteve-se 747 respostas.7%) são referentes às instituições governamentais e 160 (69. Tabela 3: Natureza das instituições e os modelos de prevenção adotados Não resposta % N cit.1 32.1 216 43.0 100.4 272 0.7 18 2.7%) foram dadas por instituições governamentais e 425 (56.

estaduais e municipais Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Não sei Outro Total N 43 513 394 515 480 491 320 21 150 776 % 5.2 74.4%). 491 (63. Fontes consultadas pelas instituições A Figura 13 mostra que as fontes mais consultadas. estaduais e municipais Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Não sei Outro Total Figura 13: Fontes consultadas pelas instituições governamentais para realizar atividades de prevenção ao uso de álcool e outras drogas Com relação às instituições não-governamentais.2%). informações da mídia.3 41.3 Figura 14: Fontes consultadas pelas instituições não-governamentais para realizar atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 30 . legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas.1 50.1%).2 2. 394 (50.3 0.7 70. 316 (70.5 66.1 59. 310 (68. estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas. de acordo com a Figura 14.3%). 480 (61. informações da mídia. para a realização de atividades de prevenção são: dados de fontes oficiais dos governos federal.4. 515 (66. publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas.9 10.4 61. e universidades e/ou centros de ensino e pesquisa.3%). estaduais e municipais.7 19. 335 (74. 218 (48.9%).3 68.8 66.8%). 320 (41.9 48. e universidades e/ou centros de ensino e pesquisa.9 63. publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas. 513 (66. dados de fontes oficiais dos governos federal.6 78.6%). Não resposta Publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas Legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas Estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas Informações da mídia Dados de fontes oficiais dos governos federal.3%). estaduais e municipais. legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas. 356 (78.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 3.7%).9%).1%). observouse que as fontes mais consultadas por elas são: estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas. 269 (59. entre as instituições governamentais. N 19 335 310 316 269 356 218 4 45 451 % 4.0 Não resposta Publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas Legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas Estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas Informações da mídia Dados de fontes oficiais dos governos federal.

373 (82.0 Não resposta Publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas Legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas Estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas Informações da mídia Dados de fontes oficiais dos governos federal.6 58.0 100.5%).. 19 28. 31 . e exibição de filmes.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . palestras sobre HIV/AIDS. Tabela 4: Natureza da instituição e as fontes de consulta Não resposta % N cit.9 37.0 100.5 59.7 Total N 66 868 722 848 764 867 549 25 196 4 905 % cit.8 56.6 60.0 100. 256 (56. 252 (55. Atividades de prevenção Por meio da Figura 15 pode-se inferir que as atividades de prevenção realizadas pelas instituições governamentais estão alinhadas ao texto da Política Nacional sobre Drogas. dinâmicas de grupo.2 513 394 515 480 491 320 21 150 2 927 59.8 43 65.2 GovernaNãomental governamental % N N % cit.3 2.5 2.3 2.0 100.5 2. 4 6.7%).0 2.0 100.0 2. articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção.. 309 (68.6 42.2 335 310 316 269 356 218 4 45 1 872 38. cit. 281 (62. distribuição de materiais educativos.3%).0 38.3 84. realização de eventos em datas festivas e/ ou comemorativas. Estaduais e Municipais.0 23.9%).8%). Observouse que as atividades mais prevalentes são: palestras sobre drogas.5.0 100.2 41.7 62.1 54. 239 (53%).0 0.0 76.1 39. No cruzamento entre a natureza da instituição e as fontes de consulta (Tabela 4) nota-se que as principais fontes consultadas são as publicações científicas sobre o tema e os dados oficiais dos governos Federal. estaduais e municipais Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Não sei Outro Total 3.0 100.3 35.7 16. 100. 248 (55%).1 20 18 17 15 20 11 0 1 106 2.0 100. hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis – DSTs.0 0.0 100.

dinâmicas de grupo. 32 .3 23. 483 (62.1%).4 7.5 36.6 55. seminários.0 41.7 10.6 20.6%).6 33. exibição de filmes. 569 (73.8 62. 428 (55.2%).0 82.7 55. e palestras sobre HIV/Aids. 683 (88%).4 Figura 15: Atividades de prevenção realizadas pelas instituições governamentais Entre as instituições não-governamentais (figura 16). 459 (59. distribuição de materiais educativos.8 34. articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção.3%). 504 (64.4 42.5 38.0 24. hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis .1 28.6%).Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Não resposta Exibição de filmes Palestras sobre drogas Palestras sobre HIV/AIDS.1 46. leitura de textos. 393 (50.5 42. congressos.9 53. simpósios sobre álcool e/ou outras drogas Realização de eventos culturais.1 68. apresentação de relatos pessoais.8 42.3 56. observou-se maior frequência das seguintes atividades: palestras sobre drogas.2%). hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis – DSTs. turísticos e sociais Realização de eventos de mobilização comunitária Articulação com os meios de comunicação para a veiculação de informações sobre prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Realização de eventos em datas festivas e/ou comemorativas Articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção Inserção do tema drogas nas atividades curriculares e extracurriculares em escolas Realização de campanhas comunitárias de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Incentivo à participação voluntária de jovens em campanhas humanísticas e comunitárias Articulação com empresas públicas e privadas para incentivo à promoção de ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Outras atividades N 13 239 373 248 110 32 309 193 156 252 35 18 144 99 187 175 190 128 190 209 256 281 106 165 93 152 47 % 2.DSTs Criação/apresentação de peças de teatro Aulas de teatro Distribuição de materiais educativos Distribuição de preservativos Oficinas sobre drogas Dinâmicas de grupo Produção e distribuição de livros Produção e distribuição de histórias em quadrinhos Realização de atividades esportivas e/ou jogos Estudos dirigidos Leitura de textos Apresentação de relatos pessoais Realização de fóruns.8 4. 424 (54.9%).0 31.9 7.9 22.

turísticos e sociais Realização de eventos de mobilização comunitária Articulação com os meios de comunicação para a veiculação de informações sobre prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Realização de eventos em datas festivas e/ou comemorativas Articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção Inserção do tema drogas nas atividades curriculares e extracurriculares em escolas Realização de campanhas comunitárias de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Incentivo à participação voluntária de jovens em campanhas humanísticas e comunitárias Articulação com empresas públicas e privadas para incentivo à promoção de ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Outras atividades N 17 459 683 393 255 72 428 116 214 504 111 40 284 306 424 569 286 166 297 361 350 483 145 296 249 318 85 % 2.7 38.3 5. simpósios sobre álcool e/ou outras drogas Realização de eventos culturais.6 32. A opção referente à articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção obteve 764 marcações.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . das quais 281 (36.9 14.4 38.4 54.0 Figura 16: Atividades de prevenção realizadas pelas instituições não-governamentais A Tabela 5. hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis .9 27. 33 .1%) foram feitas por instituições governamentais e 463 (62%) por não-governamentais. Não resposta Exibição de filmes Palestras sobre drogas Palestras sobre HIV/AIDS.. o que revela a preocupação das instituições em realizar atividades preventivas nas escolas.6 39.2 36.6 73. com 1.3 36.6%) referem-se às instituições governamentais e 683 (63.DSTs Criação/apresentação de peças de teatro Aulas de teatro Distribuição de materiais educativos Distribuição de preservativos Oficinas sobre drogas Dinâmicas de grupo Produção e distribuição de livros Produção e distribuição de histórias em quadrinhos Realização de atividades esportivas e/ou jogos Estudos dirigidos Leitura de textos Apresentação de relatos pessoais Realização de fóruns. referente ao cruzamento entre a natureza das instituições e as atividades de prevenção. revelou que as palestras sobre drogas são as atividades mais realizadas.1 62.1 32.9 21.056 marcações.. das quais 373 (34.1 88.6 64.9 9. congressos.3%) às nãogovernamentais.0 11.3 55.0 50.2 59.1 41.2 14.3 46.% 45. seminários.2 18.

hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis .5 36.8 1.3 100.8 64.2 68.8 66.8 55.7 2.5 Governamental N % cit 13 239 373 248 110 32 309 193 156 252 35 18 144 99 187 175 190 128 190 209 256 281 106 165 93 152 47 39.9 1.0 61.0 23. observou-se que mais da metade.6 1.1 42.5 32.1 1.5 30.5 67.4 Não resposta Exibição de filmes Palestras sobre drogas Palestras sobre HIV/AIDS.0 1.8 2.1 39.5 68. turísticos e sociais Realização de eventos de mobilização comunitária Articulação com os meios de comunicação para a veiculação de informações sobre prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Realização de eventos em datas festivas e/ou comemorativas Articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção Inserção do tema drogas nas atividades curriculares e extracurriculares em escolas Realização de campanhas comunitárias de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Incentivo à participação voluntária de jovens em campanhas humanísticas e comunitárias Articulação com empresas públicas e privadas para incentivo à promoção de ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Outras atividades 3.7 1.8 6 0 17 7 6 12 3 1 12 6 12 14 10 5 12 16 11 15 5 8 5 10 2 1.7 24.5 64.1% realiza a formação de multiplicadores (figura 17).5 34.1 35.0 29.3 63.6 0.0 1.6 30.7 2.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 5: Natureza das instituições e as atividades de prevenção Não resposta N % cit 3 9.6 56.9 65.4 33.5 61.3 63.DSTs Criação/apresentação de peças de teatro Aulas de teatro Distribuição de materiais educativos Distribuição de preservativos Oficinas sobre drogas Dinâmicas de grupo Produção e distribuição de livros Produção e distribuição de histórias em quadrinhos Realização de atividades esportivas e/ou jogos Estudos dirigidos Leitura de textos Apresentação de relatos pessoais Realização de fóruns.1 1.8 38.1 58.2 1.6.5 1. simpósios sobre álcool e/ou outras drogas Realização de eventos culturais.1 Não-governamental N % cit 17 459 683 393 255 72 428 116 214 504 111 40 284 306 424 569 286 166 297 361 350 483 145 296 249 318 85 51.4 2.5 50. 50.7 56.1 30.5 32.4 35.3 2.8 41. Formação de multiplicadores Entre as instituições governamentais.9 2.6 74.8 23.4 2.1 12 1.1 44.1 41. Não resposta Sim Não Total N 25 226 200 451 % 5.1 16 2.2 23 2.0 Figura 17: Formação de multiplicadores nas instituições governamentais 34 .7 41.7 69.2 56.5 74. congressos.1 75.8 31.8 36.3 60.0 2.7 35.0 56.1 41.2 26. seminários.6 38.6 63.1 71.7 1.5 59.7 1.7 62.6 2.

2 31.7.6%). 25 25.7 14. 177 (39. Público-alvo da formação de multiplicadores Entre as instituições governamentais..8 1 255 100. 116 (25. 147 (32. líderes comunitários.7 25.5 7. 140 (31%).6%). Centro Acadêmico. e conselheiros municipais. 469 (60.7 Figura 19: Público-alvo da formação de multiplicadores nas instituições governamentais 35 . Entre as instituições não-governamentais (figura 18).0 39. das 707 instituições que informaram realizar capacitação para a formação de multiplicadores.9 NãoTotal governamental N % cit.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . N Não resposta 202 Representantes de entidades governamentais 147 Representantes de entidades não-governamentais 120 Representantes de entidades de iniciativa privada 73 Pais e/ou responsáveis 140 Educadores 177 Religiosos 80 Líderes comunitários 116 Líderes estudantis (Grêmio Estudantil.3%) não-governamentais. representantes de entidades governamentais.7 28 2.3 451 35.8 32.0 Figura 18: Formação de multiplicadores nas instituições não-governamentais Na Tabela 6. 4 4.0 13. representantes de entidades não-governamentais.6 26.0 776 61. 226 (32%) são governamentais e 469 (66. que indica o cruzamento dos dados de formação de multiplicadores e a natureza da instituição (governamental e não-governamental).2 Governamental N % cit.0 200 44. esse número é ainda maior.2 17.8 100.7%).3 707 100.8 60.0 Não resposta Sim Não Total 3.4%) dirigentes afirmaram capacitar multiplicadores para as atividades de prevenção..8 226 32. 99 (22%).1 22.6 16.4 30.0 239 53. Diretório Central dos 63 Estudantes) Ex-usuários de drogas 79 Conselheiros estaduais 32 Conselheiros municipais 99 Outro 62 Total 451 % 44. Não resposta Sim Não Total N 68 469 239 776 % 8.7 12 2. pais e/ou responsáveis.0 469 66.1 97 100. 68 70.2%). N % cit. 120 (26.0 17. constatou-se que o público-alvo da formação de multiplicadores (figura 19) é constituído por: educadores.1 12 1.0 451 100. Tabela 6: Natureza das instituições e a formação de multiplicadores Não resposta N % cit.

ex-usuários de drogas.0 16. Não resposta Representantes de entidades governamentais Representantes de entidades não-governamentais Representantes de entidades de iniciativa privada Pais e/ou responsáveis Educadores Religiosos Líderes comunitários Líderes estudantis (Grêmio Estudantil.0 59.4%).0 69.0 100. religiosos.6 62 1.7 34.0 100.5 30.1 79 2.3 1 0. 41. educadores.0 100. 3 1.0 34.0 100. Tabela 7: Natureza das instituições e o público-alvo da formação de multiplicadores Não resposta % N cit. 323 (41.3 9.0 100.2 34.8 63.1 Governamental N 147 120 73 140 177 80 116 63 % cit.4 45.0 64.0 63.0 Representantes de entidades governamentais Representantes de entidades não-governamentais Representantes de entidades de iniciativa privada Pais e/ou responsáveis Educadores Religiosos Líderes comunitários Líderes estudantis (Grêmio Estudantil.9 24.5 5 0.1 39. Diretório Central dos Estudantes) Ex-usuários de drogas Conselheiros estaduais Conselheiros municipais Outro Total 1.3 Nãogovernamental N 108 186 126 389 323 308 267 116 383 50 150 70 2 725 % cit.1 82. 389 (50.3 N 258 310 200 534 508 390 387 181 467 84 251 137 4 173 Total % cit.8 51.8 16.0 72. Centro Acadêmico. observa-se que.9 8 1.8 99 3.5 26.0 2 5 2 2 5 58 1.0 100.6 39.0 100.9 60.6%). 308 (39. 383 (49.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas O público-alvo da formação de multiplicadores entre as instituições não-governamentais (figura 20) é composto por: pais e/ou responsáveis.0 100. seguido de educadores e ex-usuários de drogas. Diretório Central dos Estudantes) Ex-usuários de drogas Conselheiros estaduais Conselheiros municipais Outro Total N 249 108 186 126 389 323 308 267 116 383 50 150 70 776 % 32.0 100.3 33.1%).5 59.4 19.1 13.4 1 390 36 .2 50.4 32 0. 100. e representantes de entidades não-governamentais. Centro Acadêmico.9 49. 186 (24%).5 4 1.6 2 0.6 79.9 38.0 100.1 65.4 14.0 Figura 20: Público-alvo da formação de multiplicadores nas instituições não-governamentais Na Tabela 7 que mostra o cruzamento entre a natureza da instituição e o público-alvo na formação de multiplicadores.4%). 267 (34. das 534 respostas que indicam os pais e/ou responsáveis são o principal público-alvo de capacitação.0 38.7%).8 20.2 4 1. 57.1 41.7 36.0 100.4 6.0 100. líderes comunitários.

1 22..2 69.8%).6 24.0 8.8 29.6%).1 24. 37 .9 13. 226 (50. pela comunidade em geral.ª série).4%). o público-alvo das atividades de prevenção é constituído por: comunidade em geral.0 50. N 25 185 277 256 132 197 213 311 226 111 140 40 76 59 14 102 109 52 53 451 % 5. 507 (65.7 47. alunos de ensino médio.ª a 8.8 Não resposta Alunos do ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos do ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos do ensino médio Estudantes do ensino superior Professores e/ou outros profissionais da educação Pais e/ou responsáveis de alunos Comunidade em geral Profissionais de saúde Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Presidiários Profissionais de segurança pública (policiais.1 3. bombeiros.3%). 497 (64%). e pais e/ou responsáveis de alunos.5 11.ª a 8. 3.1%). 256 (56.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8.ª série).0 61. alunos de ensino fundamental (5.9 16. entre outros) Profissionais do sexo Populações indígenas Trabalhadores do setor privado Trabalhadores do setor público/economia mista Trabalhadores do setor informal Outro Total Figura 21: Público-alvo das atividades de prevenção nas instituições governamentais Entre as instituições não-governamentais (figura 22).2 11. Em seguida aparecem alunos de ensino fundamental (5.4 56. 602 (77. 455 (58. alunos de ensino médio.5 41.. 277 (61.3 43. e profissionais de saúde. em sua maioria.6 31.6%). 311 (69%). Público-alvo das atividades de prevenção A Figura 21 mostra que o público-alvo das atividades de prevenção realizadas pelas instituições governamentais é composto.

3%) foram de instituições governamentais e 137 (76.2 30. 14 (37.0 17.8%) foram de instituições governamentais e 23 (62.8 65.5%) de nãogovernamentais.6 39. entre outros) Profissionais do sexo Populações indígenas Trabalhadores do setor privado Trabalhadores do setor público/economia mista Trabalhadores do setor informal Outro Total N 33 293 507 497 292 310 455 602 219 234 248 137 115 78 23 216 140 133 89 776 % 4.8 18. das 137 respostas que indicaram profissionais do sexo.6 28.6%) foram feitas por instituições governamentais e 115 (59.9%) por não-governamentais. 59 (43. bombeiros. 40 (22. Sendo que. 76 (39. presidiários. das 37 marcações referentes a populações indígenas.1%) foram de instituições governamentais e 78 (56.2%) de não-governamentais.0 37.2 32. das 192 marcações referentes a profissionais de segurança.1 3.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Não resposta Alunos do ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos do ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos do ensino médio Estudantes do ensino superior Professores e/ou outros profissionais da educação Pais e/ou responsáveis de alunos Comunidade em geral Profissionais de saúde Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Presidiários Profissionais de segurança pública (policiais.9%) de não-governamentais.0 17.8 10.5 Figura 22: Público-alvo das atividades de prevenção nas instituições não-governamentais Na Tabela 8.1 11.0 27.3 37.3 64.6 77. profissionais do sexo e populações indígenas.7 14. observa-se que os grupos que possuem menor número de intervenções preventivas são: profissionais de segurança pública. 38 .9 58. das 179 respostas referentes a presidiários.

Tempo de funcionamento A Figura 23 demonstra que mais de 72% das instituições governamentais que informaram realizar atividades de prevenção começaram a funcionar a partir do ano de 1990.3 71.8%) entre os anos de 1990 e 1999. bombeiros.3 66.4 1. 60.8 63.1 1 0 0 3 4 0 2 108 0.1 28.7 140 35. 185 38.4 311 33.95 Desvio-padrão = 20.51 Figura 23: Ano de criação das instituições governamentais de prevenção 39 .8 43.8 5 1. Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total N % 67 14.8 256 33.0 100.0 213 31.5 59.6 0.8 31. segundo a sua natureza (governamental ou não-governamental).9 61.4 11 2.5 Governamental % N cit.0 1.1. Informações institucionais As análises a seguir são relativas às informações das instituições que desenvolvem atividades de prevenção.0 100.8 40 22.0 100.1 37.5 0.4 6 1.0 100.5 11 1.4 226 49.0 100.0 0.0 100.6 12 1.8 35.9 451 100.0 100. Características da instituição de acordo com a natureza 4.6 43.7 48. Entre essas instituições.9 1.3 Nãogovernamental N 293 507 497 292 310 455 602 219 234 248 137 115 78 23 216 140 133 89 4 621 % cit.1. 225 (49.9 59.5 132 30.9 111 31.9 18 4.% 76 59 14 102 109 52 53 2 578 39.0 Média = 1 995.1 277 34.0 100.0 64.0 100.4 3 0.7 65.0 38 8.8 2 1.2 N 486 796 764 430 518 679 930 453 350 391 179 192 137 37 321 253 185 144 7 307 Total % cit.0 100.0 100. 100.1 67.0 Alunos do ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos do ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos do ensino médio Estudantes do ensino superior Professores e/ou outros profissionais da educação Pais e/ou responsáveis de alunos Comunidade em geral Profissionais de saúde Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Presidiários Profissionais de segurança pública (policiais.4 103 22.9 63.8 225 49.0 100.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9%) informaram ter iniciado suas atividades depois do ano 2000 e 103 (22.3 63.0 0.9 62.0 100.1 11 1..0 100.0 100.8 67. Tabela 8: Natureza das instituições e o público-alvo das atividades de prevenção Não resposta % N cit..0 100.4 76.1.7 197 38. entre outros) Profissionais do sexo Populações indígenas Trabalhadores do setor privado Trabalhadores do setor público/economia mista Trabalhadores do setor informal Outro Total 4.3 55. 8 1.6 17 1.8 8 1. 4.1 36.0 100.0 100.2 67.9 56.

e não-governamentais. 225 (48.3 2.6 Figura 25: Abrangência das atividades das instituições governamentais 40 .1%). foram criadas em proporção semelhantes instituições governamentais. N % cit. com 313 (40.7 227 49. 18 19.9 776 61.7 68.3 227 29.3 421 100.0 38 25.1 15.2 28 2.3 776 100.5 313 74.1 462 100.2.84 Figura 24: Ano de criação das instituições não-governamentais de prevenção A Tabela 9 mostra o cruzamento entre a natureza das instituições que realizam atividades de prevenção (governamental ou não-governamental) e o tempo de funcionamento. 4 4.1%) dirigentes informaram que as atividades das instituições governamentais abrangem o município ou cidade.2 GovernaNãoTotal mental governamental N % cit. Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total N % 60 7.2 10 2.1.7 107 72.3%) respostas. as 107 (13.8 91 100. N Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 3 3 307 71 15 9 93 451 % 0.8 69 75.0 20. 307 (68. 227 (49. N % cit.18 Desvio-padrão = 12.7 69 8.7 3. a partir do ano 2000.0 Média = 1 993. A municipalização viabiliza a necessária capilaridade nas ações relacionadas ao enfrentamento da problemática das drogas dentro do território nacional e torna possível a participação da sociedade civil organizada nas ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas desenvolvidas no país.0 5 1. Abrangência territorial De acordo com a Figura 25. Observa-se que.0 225 48. Destacam-se também.7 0.8 1 255 100. Tabela 9: Natureza das instituições em relação aos anos de funcionamento Não resposta N % cit.0 451 35.7%).4 3 2.8 313 40.3 148 100. a maior concentração é de instituições que iniciaram suas atividades na década de 90.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Já entre as instituições não-governamentais que desenvolvem atividades de prevenção.8%) instituições que começaram a realizar suas atividades a partir da década de 80 (figura 24).0 103 24.0 Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 4.9 107 13.

9 501 35. Tabela 10: Natureza da instituição em relação à abrangência das atividades Não resposta N Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 0 4 2 5 0 2 30 % cit. Já entre as instituições não-governamentais. Em segundo lugar.4%) respostas dos dirigentes.9 451 100.6 6 1.1. Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total % 1 0.0 100.0 9 22.9 2.0 32 78..2%) se referem às instituições governamentais e 267 (93%) às não-governamentais.3 4 0.4 15 5. das 287 respostas a respeito da abrangência de todo o país.9%) que informaram ter sua localização tanto em área urbana como na rural.2 440 97.0 93 40.0 N Figura 27: Localização da instituição governamental 41 . observou-se que a abrangência das atividades em todo o país contou com 267 (34. 15 (5.3%) instituições que informaram funcionar na área rural e 4 (0.3 136 58.4 4.6%) instituições governamentais se encontram na área urbana.2 GovernaNãomental governamental % N N % cit.3.9 863 61. Tabela 10..1 17. das 41 respostas.5%) respostas dos dirigentes.0 4.0 100.7 0.0 100. 3 16.8 71 27. as instituições que abrangem todo o município ou cidade.7%).3 307 57.9 28.7 23.0 0. Localização da instituição A Figura 27 mostra que 440 (97.0 100. observa-se que.5 223 41.0 100.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 100.2 267 93.0 0. 100.7 0. em terceiro lugar. 223 (28. 9 (22%) foram de instituições governamentais e 32 (78%) de não-governamentais. 0. N 8 15 223 182 267 32 136 776 % 1. Figura 26. com 182 (23.5 34.7 15 83. cit. e.8 182 71. Em relação às instituições que abrangem outros países. Há 6 (1.5 Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total Figura 26: Abrangência das atividades das instituições não-governamentais No cruzamento entre a natureza da instituição e a abrangência das atividades.8 1.9 Total N 18 534 255 287 41 231 1 394 % cit.0 1. a abrangência de todo o estado.

3 100.9%) se encontram em área urbana e 185 (23.0 Figura 28: Localização da instituição não-governamental No cruzamento entre a natureza da instituição e sua localização percebe-se que das 1. 42 .7%) foram dadas pelas instituições governamentais e 558 (55.1 185 96.9 451 35.9 1 0.0 Figura 29: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições governamentais Já entre as instituições não-governamentais.2 GovernaNãomental governamental N % cit.2 2. Observa-se também que 26 (3.4 100. 439 (97.4%) atendem somente ao público feminino.2 0. a pesquisa revelou que o público-alvo atendido encontra-se distribuído da seguinte forma: 480 (61. N Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 7 558 185 26 776 % 0. 100.0 100. das 451 instituições governamentais.5%) somente ao público masculino e apenas 26 (3. Tabela 11: Localização da instituição quanto a sua natureza Não resposta N % cit.9 26 83. N Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 1 10 1 439 451 % 0. nota-se que 558 (71.0 100.4%) têm sua localização tanto em área urbana como na rural.8 Total N 1 007 192 31 1 255 % cit.5 1 3. 9 0.7 558 55.0 100. Figura 28.8 3.4%) por não-governamentais (Tabela 11).0 Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 4. N % cit.4 4 12.2 97.3%). Sexo da população atendida A Figura 29 mostra que.9 776 61.1. atende a ambos os sexos.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Entre as instituições não-governamentais.9 23.8%) em área rural. 440 43. a maior parte.007 respostas referentes à localização urbana.9%) atendem a ambos os sexos. 440 (43.2 28 2. 268 (34.9 71.4.4 6 3.

crianças até 11 anos de idade.7 26 96.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .7 439 47.0 9 1. Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total N % 2 0.3%) são não-governamentais.3%) instituições atendem adultos de 25 a 59 anos. a Figura 31 mostra que o público-alvo atendido pelas instituições governamentais tem uma faixa etária distribuída da seguinte forma: 379 (84%) dirigentes informaram atender a adultos jovens de 18 a 24 anos. Faixa etária da população atendida Dentre as instituições governamentais.1 Figura 31: Faixa etária do público-alvo atendido pelas instituições governamentais 43 . dentre as 280 instituições que atendem ao público masculino.7 776 61. pelas instituições não-governamentais. 268 95. Observa-se que há uma tendência das instituições governamentais a atender ambos os sexos e os serviços específicos para o público feminino são oferecidos. N Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 8 190 333 379 371 289 451 % 1.0 928 100.2 Governamental N % cit. 333 (73.8 Total N % cit. 10 3.9 776 100.0 1 255 100.0 28 2. Das 27 instituições que informaram atender ao público feminino.1%).1. e 190 (42. 371 (82.5 26 3. Tabela 12: Natureza da instituição em relação ao sexo do público-alvo Não resposta N % cit.1 73. 289 (64.9 Nãogovernamental N % cit.7 0 0.3 480 51. em sua maioria.3 268 34.0 Masculino Feminino Ambos os sexos Total 4. 268 (95.8 84.1%). adolescentes de 12 a 17 anos.0 82.7%) são não-governamentais.0 27 100.6 1 3. nota-se que.3 451 35. 280 100..8%). 2 0.4 480 61. idosos a partir de 60 anos.0 Figura 30: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais No cruzamento entre a natureza da instituição e o sexo do público-alvo.3 64..8 42.5. 26 (96.

Tabela 13: Natureza da instituição em relação a faixa etária do público-alvo Não resposta N % cit. Das 1.3 90. conforme figura 33. (figura 33).9%) não-governamentais.2 68. 530 (68. 190 46.8 10 0.3 374 55. encontra-se distribuída da seguinte forma: 147 (32.0 100. O atendimento a idosos é realizado por 669 instituições.4 Governamental N % cit.0 100. das 874 respostas. adolescentes de 12 a 17 anos. das 407 respostas referentes ao atendimento de crianças até 11 anos de idade. das quais 289 (43.0 Nãogovernamental N % cit.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas A Figura 32 mostra que a faixa etária de atendimento entre as instituições nãogovernamentais segue a mesma ordem das instituições governamentais. (tabela 13). Com referência ao atendimento feito a adolescentes de 12 a 17 anos.2%). observando-se as diferenças entre proporções: 702 (90. adultos de 25 a 59 anos.090 instituições que informaram atender adultos jovens com 18 a 24 anos.5%) instituições atendem adultos jovens de 18 a 24 anos. 371 (34.0 100.7%) foram dadas por instituições governamentais e 211 (51. Média mensal de atendimentos A capacidade média mensal de atendimento nas instituições governamentais.2 1 570 38.9 2 505 60.6 Total N 407 874 1 090 1 067 669 4 133 % cit. 333 (38.7 333 38. 6 1.0 Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 4.6.8 530 60.9 58 1.1.2%) são governamentais e 374 (55.8 371 34.0 100. idosos a partir de 60 anos. N 2 211 530 702 686 374 776 % 0.0 100. 211 51.3 27.9%) menos de 100 pessoas.2%). e 211 (27. 374 (48.3%).4 48.1%) foram de instituições governamentais e 530 (60. 44 .9 6 0.6%) dirigentes informaram atender de 100 a 499 pessoas por mês e 76 (16.8 289 43.8%) por não-governamentais.4%).6%) de não-governamentais.5 88. 190 (46.3 9 0.8%) são governamentais e 702 (64.2 Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total Figura 32: Faixa etária do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais No cruzamento entre a natureza da instituição e a faixa etária do público atendido. 100.4 686 64. crianças até 11 anos de idade.1 379 34. 686 (88.4%) não-governamentais. observa-se que.5 11 1.6 702 64.

1 6 42.5 2.9%) são governamentais e 397 (83. Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.4 79 100.6 18 47.0 1 6.0 7 43.6 5.0 16.000 e mais Total N 158 76 147 35 20 7 8 451 % 35.000 a 4.15 Desvio-padrão = 3 208.0 20 52.0 28 2.999 5.0 1 1. N 136 397 168 43 18 8 6 776 % 17. Tabela 14: Natureza da instituição em relação à média mensal de atendimentos Não resposta N % cit.0 16 100. 76 15.000 a 1. sendo que.0 451 35..71 Mín = 4 Máx = 50 000 Figura 33: Capacidade média de atendimento mensal das instituições governamentais A Figura 34 mostra que as médias de atendimento mensal nas instituições nãogovernamentais estão assim distribuídas: 397 (51.000 a 1.2 GovernaNãoTotal mental governamental N % cit.8 0 0.6 1.2%) instituições informaram realizar atendimento a menos de 100 pessoas por mês e 168 (21.5 51.9 14 100.9 32.0 8 57.7 168 53. 76 (15.8 4..999 5.9 776 61. N % cit.3 0 0.0 Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.0 0.8 8 50.8 1 255 100.2 477 100.53 Desvio-padrão = 3 892.26 Mín = 5 Máx = 80 000 Figura 34: Capacidade média de atendimento mensal das instituições não-governamentais No cruzamento entre a natureza e a média mensal de atendimentos.3 1.000 a 4.0 147 46.999 De 2. N % cit.000 a 4.3 0 0.6%) dirigentes informaram atender de 100 a 499 pessoas por mês.3 43 54.3 315 100.000 a 1.0 35 44. das 477 instituições que informaram atender menos de 100 pessoas por mês.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 4 0.4 38 100.9 397 83.6 7.2 21.000 e mais Total Média = 358.000 e mais Total 45 .2%) não-governamentais. Tabela 14.999 5. percebese que a maior parte das instituições realiza menos de 500 atendimentos mensais.0 Média = 854.4 1.8 100.8 100.999 De 2.999 De 2.0 Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.

314 34.2 71.5 36.2% (317) são governamentais e 63.0 1 003 875 216 3 058 100. Acesso da população atendida Entre as instituições governamentais.5 34.0 100.6 0. 591 (76.2 85. 554 (71. Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total N 13 591 661 554 132 776 % 1. N 20 314 336 317 81 451 % 4. e atividades realizadas na comunidade.9 661 554 132 1 951 65. 314 (69.0 Figura 36: Meio de acesso do público-alvo às instituições não-governamentais Na Tabela 15 referente ao cruzamento entre a natureza da instituição e o meio de acesso do público-alvo observa-se que das 875 instituições que informaram realizar atividades na comunidade.0 100.6 74.7 76.0 Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 1. Tabela 15: Natureza das instituições em relação aos meios de acesso do público-alvo Não resposta N % cit.5 70.2%). os principais meios de acesso à instituição são: demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição.5 591 64. 911 100.3 1 068 46 .1 63.4%).5 GovernaNãomental governamental N % cit.0 100. atividades realizadas pela instituição na comunidade.3 18. N % cit. encaminhamentos de outras instituições. 36.0 Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total Figura 35: Meio de acesso do público-alvo às instituições governamentais A Figura 36 mostra que os principais meios de acesso às instituições não-governamentais são: demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição.9 63.3%).3% (554) não-governamentais.3 61.8 Total N % cit.2 37.4 81 1. e encaminhamentos de outras instituições.4 69. 661 (85.2%).7 6 4 3 39 0.6%).5%).4 17. 6 0.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 4. 336 (74.9 336 317 33.7.1. 317 (70.

de familiares e/ou amigos dos usuários. observa-se que os encaminhamentos procedem. 254 (56.7%).0 33.0 21. 47 . nota-se que os encaminhamentos procedem. e da Justiça.1 36. principalmente.2 54.4 68.3%) às não-governamentais.7%) referem-se a instituições governamentais e 417 (59.5 Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total Figura 38: Procedências dos encaminhamentos realizados pelas instituições não-governamentais A Tabela 16 mostra que.2%). 235 (52.3%).9%).8. do Conselho Tutelar.1 34.1%).. de entidades religiosas.1 61.9 81. Procedência dos encaminhamentos Entre as instituições governamentais.1 53.7%). N 63 95 276 82 235 157 222 254 173 307 164 451 % 14.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 38. conforme Figura 37. o encaminhamento mais recorrente procede de conselhos tutelares. dos quais 276 (39. 222 (49. do Ministério Público. 504 (64. Figura 38.2 18. 678. 417 (53.3 31. de familiares e/ou amigos dos usuários de drogas. com 678 respostas.7 24.. 634 (81.7 30. 307 (68.2 56. e do Conselho Tutelar. Em terceiro lugar. posteriormente a familiares e/ou amigos dos usuários.1. 276 (61.6 64. ficaram as entidades religiosas.1%).8 49.5%) são referentes às instituições governamentais e 504 (74. da Justiça.2%). N 62 257 417 193 336 242 419 354 504 634 237 776 % 8.9 43. da rede hospitalar.9%) a não-governamentais. 4.4 Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total Figura 37: Procedências dos encaminhamentos realizados pelas instituições governamentais Já entre as instituições não-governamentais. principalmente. 419 (54%).0 45.2 52. sendo que 173 (25.

7 417 59. 290 (64. 215 (47.1 164 40.5 5 0. 243 (53. verifica-se que as principais articulações são realizadas com: Secretaria Municipal de Saúde 373 (82.7%).0 696 100. internet).4%).3 222 34.6 237 58. Ministério da Justiça.4 3 655 63.7 2 028 35.3 3 0.5 504 74. 1 0.3%).0 610 100.4%).2 242 60.8 276 39.9.0 404 100.7 47 0. Secretaria Nacional Antidrogas.9 336 58.7 235 40. meios de comunicação (rádio.0 945 100.5 157 39.9 257 72.0 678 100.3 307 32. 353 100. N % cit.4%). Articulação das instituições de prevenção com outros setores A Figura 39 mostra que as articulações realizadas na esfera federal pelas instituições governamentais ocorrem na seguinte ordem: Ministério da Saúde.0 574 100.0 173 25.8 Total N % cit.9 254 41.3%) e com Conselhos dos Direitos da Criança e dos Adolescentes. Secretaria Municipal de Educação. 48 .3 1 0.0 401 100.6 193 69.4 3 0.8 GovernaNãomental governamental N % cit. 56 (12.7 3 0.4 2 0.0%). 95 26.6 354 58.8 2 0.4 419 64.3%). 292 (64. Conselho Tutelar 308 (68. jornais.0 646 100.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 16: Natureza da instituição em relação aos encaminhamentos Não resposta N % cit.1%) e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome 33 (7. Ministério da Educação.0 277 100.5 2 0.1. 41 (9.7%). Secretaria Municipal de Assistência Social 304 (67.9%) e na esfera municipal.5 634 67.0 Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 4.9 82 29. 194 (43.0 5 730 100.1 4 0. 241 (53.7%). televisão. Na esfera estadual observase que a principal articulação realizada pelas instituições se dá com a Secretaria Estadual da Saúde.

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total

N 194 41 215 56 33 98 243 81 90 99 292 373 304 212 200 241 308 79 290 219 124 2 451

% 43,0 9,1 47,7 12,4 7,3 21,7 53,9 18,0 20,0 22,0 64,7 82,7 67,4 47,0 44,3 53,4 68,3 17,5 64,3 48,6 27,5 0,4

Figura 39: Articulação das instituições governamentais com outros setores

Entre as instituições não-governamentais, Figura 40, as articulações na esfera federal se dão, em sua maioria, com a Secretaria Nacional Antidrogas, 281(6,2%). Na esfera estadual, ocorrem principalmente com a Secretaria Estadual de Assistência Social, 202 (26,0%); e com a Secretaria Estadual de Saúde, 189 (24,4%). Na esfera municipal, destacam-se as articulações realizadas com a Secretaria Municipal de Assistência Social, 493 (63,5%); com os meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, internet), 450 (58%); com a Secretaria Municipal de Saúde, 431 (55,5%), com o Conselho Tutelar 385 (49,6%); com os Conselhos Antidrogas/Entorpecentes, 359 (46,3%); e com os Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente, 339 (43,7%).

49

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas

Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total

N 14 281 40 140 115 58 114 189 202 107 91 247 431 493 274 359 339 385 92 450 325 192 35 776

% 1,8 36,2 5,2 18,0 14,8 7,5 14,7 24,4 26,0 13,8 11,7 31,8 55,5 63,5 35,3 46,3 43,7 49,6 11,9 58,0 41,9 24,7 4,5

Figura 40: Articulação das instituições não-governamentais com outros setores

Na Tabela 17, que demonstra o cruzamento entre a natureza das instituições que realizam atividades de prevenção e suas articulações, destaca-se, na esfera federal, a articulação realizada com a Secretaria Nacional Antidrogas, pois, do total de 481 respostas referentes a essa opção, 194 (40,3%) referem-se a instituições governamentais e 281 (58,4%) a não-governamentais. Na esfera estadual, das 436 instituições que declararam realizar articulação com a Secretaria Estadual de Saúde, 243 (55,7%) são governamentais e 189 (43,3%) não-governamentais. Na esfera municipal, observa-se que a articulação com a Secretaria Municipal de Educação obteve 547 respostas, das quais 292 (53,4%) referem-se a instituições governamentais e 247 (45,2%) a não-governamentais, destacando a importância de políticas de prevenção nas ações relacionadas à educação. A opção mais marcada foi a que indica a articulação com a Secretaria Municipal de Saúde com 814 (100%) respostas, das quais 373 (45,8%) foram dadas por instituições governamentais e 431 (52,9%) por não-governamentais.

50

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

Tabela 17: Natureza das instituições em relação às articulações realizadas
Não resposta N % cit. 6 1,2 3 3,6 6 1,7 6 3,4 4 4 4 2 4 3 8 10 9 5 7 7 9 4 12 4 3 1 4,2 1,9 0,9 0,7 2,0 1,6 1,5 1,2 1,1 1,0 1,2 1,2 1,3 2,3 1,6 0,7 0,9 2,6 GovernaNãomental governamental N % cit. N % cit. 194 40,3 281 58,4 41 48,8 40 47,6 215 59,6 140 38,8 56 31,6 115 65,0 33 98 243 81 90 99 292 373 304 212 200 241 308 79 290 219 124 2 34,7 45,4 55,7 28,4 44,8 51,3 53,4 45,8 37,7 43,2 35,3 41,1 43,9 45,1 38,6 40,0 38,9 5,3 58 114 189 202 107 91 247 431 493 274 359 339 385 92 450 325 192 35 61,1 52,8 43,3 70,9 53,2 47,2 45,2 52,9 61,2 55,8 63,4 57,8 54,8 52,6 59,8 59,3 60,2 92,1 Total N % cit. 481 100,0 84 100,0 361 100,0 177 100,0 95 216 436 285 201 193 547 814 806 491 566 587 702 175 752 548 319 38 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio, televisão, jornais, internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições

4.1.10. Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente A Figura 41 mostra que, entre os dirigentes das instituições governamentais, 266 (59%) informaram ter conhecimento da existência de Conselho Antidrogas/Entorpecentes em seu município, 141 (31,3%) informaram não existir conselho e 25 (5,5%) informaram não saber de sua existência.
Não resposta Sim Não Não sei Total N % 19 4,2 266 59,0 141 31,3 25 5,5 451 100,0

Figura 41: Posição do dirigente das instituições governamentais sobre o conhecimento da existência de Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes no município

51

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas

Entre as instituições não-governamentais, (figura 42) observa-se que 459 (59,1%) dirigentes sabem da existência de Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecente em seu município, 228 (29,4%) afirmaram não existir conselho e 65 (8,4%) não sabem da existência desses conselhos.
Não resposta Sim Não Não sei Total N 24 459 228 65 776 % 3,1 59,1 29,4 8,4 100,0

Figura 42: Posição do dirigente das instituições não-governamentais sobre o conhecimento da existência de Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes no município

A Tabela 18 mostra que entre as 1.255 instituições que realizam prevenção, aproximadamente 7,17% (90) informaram não saber da existência de conselhos em seu município, destas 27,8% (25) das respostas foram dadas por instituições governamentais e 72,2% (65) por não-governamentais.
Tabela 18: Natureza da instituição em relação ao conhecimento sobre a existência do conselho antidrogas
Não resposta N % cit. 8 1,1 2 0,5 0 0,0 28 2,2 Governamental N % cit. 266 36,3 141 38,0 25 27,8 451 35,9 Nãogovernamental N % cit. 459 62,6 228 61,5 65 72,2 776 61,8 Total N 733 371 90 1 255 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0

Sim Não Não sei Total

4.1.11. Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Entre as instituições governamentais, 150 (33,3%) informaram ter registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes, ao passo que 215 (47,7%) informaram não serem registradas no mencionado conselho.
N 83 150 215 3 451 % 18,4 33,3 47,7 0,7 100,0

Não resposta Sim Não Não sei Total

Figura 43: Registro das instituições governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes

A Figura 44 retrata que 309 (39,8%) instituições não-governamentais são registradas no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes e 389 (50,1%) não possuem registro nesses conselhos. 52

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

Não resposta Sim Não Não sei Total

N 75 309 389 3 776

% 9,7 39,8 50,1 0,4 100,0

Figura 44: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes

Nota-se, na Tabela 19, que, das 1.255 instituições que realizam atividades de prevenção, 607 (48,4%) não possuem registro nos conselhos antidrogas/entorpecentes. Destas, 215 (35,4%) são instituições governamentais e 389 (64,1%) não-governamentais.
Tabela 19: Natureza da instituição em relação ao registro no conselho municipal
Não resposta N % cit. 5 1,1 3 0,5 1 14,3 28 2,2 GovernaNãomental governamental N % cit. N % cit. 150 32,3 309 66,6 215 35,4 389 64,1 3 42,9 3 42,9 451 35,9 776 61,8 Total N 464 607 7 1 255 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0

Sim Não Não sei Total

4.1.12. Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Entre as 421 instituições governamentais, Figura 45, que realizam atividades de prevenção, 172 (38,1%) informaram ter registro em Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes e 224 (49,7) não têm o registro.
Não resposta Sim Não Não Sei Total N 50 172 224 5 451 % 11,1 38,1 49,7 1,1 100,0

Figura 45: Registro das instituições governamentais no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes

A Figura 46 mostra que, das 776 instituições governamentais que realizam atividades de prevenção, 300 (38,7%) afirmaram ter registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes e 417 (53,7%) não têm o registro mencionado.

53

13.7 0.6 computadores.03 sala de aula.0 Figura 46: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes A Tabela 20 revela que 645 (51.7 5 45.05 sala de reuniões e 1.5 451 35.1 224 34.7 53.0 Sim Não Não Sei Total 4.0 100.8 Total N 476 645 11 1 255 % cit. 300 63.4%) das 1.255 instituições que realizam prevenção não possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.7%) são governamentais e 417 (64.1.5 776 61.6 100.8 4 0.0 100.12 banheiros por instituição. 4 0. destacaram-se as seguintes médias: 5. 1.0 417 64.7 5 45. 2 consultórios ou salas para atendimento individual.1 28 2.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Não resposta Sim Não Não Sei Total N 54 300 417 5 776 % 7. Tabela 20: Natureza da instituição em relação ao registro no Conselho Estadual Não resposta N % cit.7%) não-governamentais. 100. 2.0 38.37 impressoras.38 consultórios ou sala para atendimento em grupo. 224 (34. destas.0 100.6 1 9. 172 36. 54 . Recursos materiais Dos recursos materiais declarados pelos dirigentes das instituições que realizam atividades de prevenção.9 Nãogovernamental N % cit.2 Governamental N % cit. 1. 3. (tabela 21).

36 consultório ou sala para atendimento em grupo.38 0. destacam-se as médias dos seguintes recursos materiais: 3.59 0.1 impressoras e 1.26 consultórios ou salas para atendimento individual.02 0.62 3.17 0..44 5.51 0.38 0.00 1.72 4.33 Entre as instituições governamentais que realizam atividades de prevenção.87 0.35 0.97 banheiros.25 computadores por instituição governamental.99 0.76 0.11 0. 55 .05 1.12 4.81 0.33 0. 2. 2.70 0.37 0.26 3. Tabela 21: Recursos materiais existentes nas instituições Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Videocassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.21 0.75 9.19 0.78 0.97 1.03 0.60 2.75 0. entre outras) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 2504 1734 60 2495 909 5961 11842 6431 5464 1016 1088 471 1215 741 1220 1322 1295 415 978 952 782 4524 2978 321 3906 263 873 210 642 936 895 361 26 242 414 Média 2.29 0.05 1. mecânica. 2.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..71 0.97 0.

48 270 0. 1.15 Entre as instituições não-governamentais que realizam prevenção.13 refeitório.21 159 0. 1.46 1468 3.88 computadores.48 1340 2. 2.35 61 0. 1.29 sala de reunião. 1.36 26 0.26 615 1.02 666 1.67 244 0. 1.78 171 0.60 208 0.4 consultório ou sala para atendimento em grupo.31 350 0.54 84 0.38 24 0. 3. entre outras) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma Média 1019 2.31 impressoras.05 5 0.13 sala de atendimento e 1.76 20 0.01 22 0.04 461 1.24 283 0. 4.87 consultório ou sala para atendimento individual.06 341 0.97 805 1.25 946 2.69 302 0.43 banheiros por instituição não-governamental. mecânica.28 sala de aula.20 341 0.56 internet. destacam-se as seguintes médias de recursos materiais: 6. 56 .63 181 0.53 295 0.65 109 0.40 311 0.78 240 0.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 22: Recursos materiais existentes nas instituições governamentais Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Videocassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.19 217 0. 1.05 67 0.14 141 0.76 93 0.10 91 0.19 escritório.

21 657 0.02 216 0.04 2062 2. 216 (17. prevalecendo mais doações de pessoas jurídicas.71 877 1.46 923 1.41 745 0.9%) instituições governamentais. federais. Recursos financeiros A Figura 47 mostra as fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições para desenvolver suas atividades.64 565 0. 36 (2.19 493 0. e estaduais. Observa-se que 83 (6.1%).28 321 0.19 552 0.2%).Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 137 (10.72 3007 3.43 4547 5.87 1088 1.73 710 0.5%) foi a mais citada pelos dirigentes. 32 (2. Tabela 23: Recursos materiais existentes nas instituições não-governamentais Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Videocassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.31 220 0.14.85 145 0. 57 ..29 997 1. 391 (31.6%) instituições citaram “Outras fontes”.86 765 0. 39 (3. sendo assim distribuídos: recursos municipais.28 3538 4. das 451 (35. sendo que a venda de produtos.9%).40 33 0.56 165 0.13 1000 1.43 19 0.9%) respostas.66 880 1.13 5165 6. Pode-se perceber que.87 4988 6.2%).9%).66 10765 13.01 354 0.1. a maioria tem seus recursos provenientes do governo brasileiro.96 645 0. 289 (23%)..99 780 1. A fonte proveniente de receita própria obteve 61 (4.28 338 0.83 558 0. e de pessoas físicas.44 4. entre outras) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Total Média 1451 1. mecânica.88 1789 2.91 332 0.

e federal.1%).7%) de palestras e eventos. estadual.5%). 315 (25. 72 (5.8%). 58 . 157 (12. Figura 47: Fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições. assim distribuídos: 275 (21.7%) de outros serviços profissionais. sendo que as mais citadas foram: doações de pessoas físicas.7%) respostas.6%). 88 (7%) de consultas. 294 (23. 535 (42. 197 (15.3%). das 776 instituições (61.9%) são recursos de internações.8%). doação de pessoas jurídicas.4%).6%) indicaram que os recursos provêem de receita própria. 121 (9.5%). A opção Outras fontes de recursos obteve 523 (41. 395 (31. e recursos provenientes de mantenedoras. 85 (6.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Nas instituições não-governamentais. 226 (18%) de venda de produtos. recebem recursos do governo brasileiro. 455 (36. É importante observar que mais da metade das instituições não-governamentais. provenientes da esfera municipal.

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

4.2. Características dos dirigentes de acordo com a natureza da instituição 4.2.1. Idade do dirigente Em relação à idade dos dirigentes das instituições governamentais que realizam atividades de prevenção, 152 (33,7%) informaram ter de 40 a 49 anos e 111 (24,6%) de 30 a 39 anos (figura 48).
Não resposta Menos de 30 De 30 a 39 De 40 a 49 50 e mais Total N 25 50 111 152 113 451 % 5,5 11,1 24,6 33,7 25,1 100,0

Média = 42,86 Desvio-padrão = 10,46 Mín = 20 Máx = 77 Figura 48: Idade do dirigente das instituições governamentais

Entre as instituições não-governamentais que realizam prevenção, 462 (59,5%) dirigentes informaram ter idade entre 40 e 59 anos (figura 49).
N 31 1 152 462 130 776 % 4,0 0,1 19,6 59,5 16,8 100,0

Não resposta Menos de 20 De 20 a 39 De 40 a 59 60 e mais Total

Média = 48,31 Desvio-padrão = 11,66 Mín = 19 Máx = 96 Figura 49: Idade do dirigente das instituições não-governamentais

A Tabela 24 mostra o cruzamento entre a natureza da instituição que realiza prevenção e a idade do dirigente, 715 declararam ter entre 40 e 59 anos, destes 239 (33,4%) pertencem a instituições governamentais e 462 (64,6%) a não-governamentais.
Tabela 24: Natureza da instituição e a idade do dirigente
Não resposta N Menos de 20 De 20 a 39 De 40 a 59 60 e mais Total 0 3 14 3 28 % cit. 0,0 0,9 2,0 1,9 2,2 GovernaNãomental governamental % N N % cit. cit. 0 0,0 1 100,0 161 50,9 152 48,1 239 33,4 462 64,6 26 16,4 130 81,8 451 35,9 776 61,8 Total N 1 316 715 159 1 255 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

59

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas

4.2.2. Sexo do dirigente Na Figura 50, destaca-se a informação de que, dentre os dirigentes das instituições governamentais que realizam prevenção, 275 (61%) são do sexo feminino.
N 11 275 165 451 % 2,4 61,0 36,6 100,0

Não resposta Feminino Masculino Total

Figura 50: Sexo do dirigente nas instituições governamentais

Em relação ao sexo dos dirigentes das instituições não-governamentais, há predomínio do sexo masculino, com 536 (69,1%) do total de 776 (figura 51).
N Não resposta Feminino Masculino Total 6 234 536 776 % 0,8 30,2 69,1 100,0

Figura 51: Sexo do dirigente nas instituições não-governamentais

Na Tabela 25, que mostra o cruzamento entre o sexo do dirigente e a natureza da instituição, dos 713 dirigentes que informaram ser do sexo masculino, 165 (23,1%) pertencem a instituições governamentais e 536 (75,2%) a não-governamentais. Ao passo que, das 518 respostas referentes ao sexo feminino, 275 (53,1%) foram dadas pelas instituições governamentais e 234 (45,2%) pelas não-governamentais.
Tabela 25: Sexo do dirigente e a natureza da instituição
Não resposta N % cit. 9 1,7 12 1,7 28 2,2 Governamental N % cit. 275 53,1 165 23,1 451 35,9 Nãogovernamental N % cit. 234 45,2 536 75,2 776 61,8 Total N 518 713 1 255 % cit. 100,0 100,0 100,0

Feminino Masculino Total

4.2.3. Escolaridade do dirigente Nas instituições governamentais, constatou-se que a escolaridade dos dirigentes concentra-se mais em pós-graduação com 254 (56,3%) respostas, seguida da opção ensino superior completo com 183 (40,6%) respostas (figura 52).

60

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

N Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 6 2 4 2 22 42 183 254 0 0 0 451

% 1,3 0,4 0,9 0,4 4,9 9,3 40,6 56,3 0,0 0,0 0,0

Figura 52: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais

Entre as instituições não-governamentais, observou-se que os maiores índices de respostas obtidas com relação à escolaridade dos dirigentes se encontram assim distribuídos: 282 (36,3%) dirigentes com ensino superior completo, 191 (24,6%) com pós-graduação, 151 (19,5%) com ensino médio completo e 99 (12,8%) com ensino superior incompleto (figura 53).
N 11 41 36 46 151 99 282 191 0 2 5 776 % 1,4 5,3 4,6 5,9 19,5 12,8 36,3 24,6 0,0 0,3 0,6

Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total

Figura 53: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais

Na Tabela 26, referente ao cruzamento entre a natureza da instituição e a escolaridade dos dirigentes, nota-se que, das 455 respostas referentes à pós-graduação, 254 (55,8%) são de instituições governamentais e 191 (42%) de não-governamentais. E as cinco instituições cujo dirigente não sabe ler e escrever têm natureza não-governamental.

61

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas

Tabela 26: Natureza da instituição e a escolaridade do dirigente
Não resposta N % cit. 0 0,0 0 0,0 1 2,0 1 0,6 1 0,7 12 2,5 10 2,2 0 0 0,0 0 0,0 33 2,3 Governamental N % cit. 2 4,7 4 10,0 2 4,1 22 12,6 42 29,6 183 38,4 254 55,8 0 0 0,0 0 0,0 515 36,5 Nãogovernamental N % cit. 41 95,3 36 90,0 46 93,9 151 86,8 99 69,7 282 59,1 191 42,0 0 2 100,0 5 100,0 864 61,2 Total N 43 40 49 174 142 477 455 0 2 5 1 412 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Ensino fundamental (1.º grau) incompleto Ensino fundamental (1.º grau) completo Ensino médio (2.º grau) incompleto Ensino médio (2.º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total

4.2.4. Situação de remuneração do dirigente Na questão referente à remuneração do dirigente nas instituições governamentais, conforme Figura 54, constatou-se que 313 (69,4%) são remunerados, enquanto 127 (28,2%) não recebem remuneração pelo serviço prestado.
N 11 313 127 451 % 2,4 69,4 28,2 100,0

Não resposta Sim Não Total

Figura 54: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados nas instituições governamentais

Nas instituições não-governamentais, Figura 55, observa-se que 157 (20,2%) dirigentes são remunerados e 613 (79%) não recebem remuneração pelo serviço prestado na instituição.
Não resposta Sim Não Total N 6 157 613 776 % 0,8 20,2 79,0 100,0

Figura 55: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados nas instituições não-governamentais

A Tabela 27 mostra o cruzamento entre a natureza da instituição e a questão da remuneração dos dirigentes e revela que, das 479 respostas que afirmam que o dirigente recebe remuneração pelo serviço, 313 (65,3%) foram dadas pelas instituições governamentais e 157 (32,8%) por não-governamentais. Mostra também que, das 750 respostas, informando que o dirigente não é remunerado pelos serviços prestados, 127 (16,9%) são referentes a instituições governamentais e 613 (81,7%) a não-governamentais. 62

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

Tabela 27: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados e a natureza da instituição
Não resposta N % cit. 9 34,6 9 1,9 10 1,3 28 2,2 Governamental N % cit. 11 42,3 313 65,3 127 16,9 451 35,9 Nãogovernamental N % cit. 6 23,1 157 32,8 613 81,7 776 61,8 Total N % cit. 26 100,0 479 100,0 750 100,0 1 255 100,0

Não resposta Sim Não Total

4.2.5. Atividade remunerada do dirigente fora da instituição Nas instituições governamentais, 239 (53%) dirigentes informaram exercer alguma atividade remunerada fora da instituição e 201 (44,6%) informaram que não (figura 56).
N 11 239 201 451 % 2,4 53,0 44,6 100,0

Não resposta Sim Não Total

Figura 56: Remuneração do dirigente por atividade profissional fora das instituições governamentais

Já nas instituições não-governamentais, 485 (62,5%) dirigentes responderam que exercem alguma atividade profissional remunerada fora da instituição e 273 (35,2%) responderam que não (figura 57).
N 18 485 273 776 % 2,3 62,5 35,2 100,0

Não resposta Sim Não Total

Figura 57: Remuneração do dirigente por atividade profissional fora das instituições não-governamentais

A Tabela 28, referente ao cruzamento entre a natureza da instituição e a atividade remunerada exercida pelo dirigente fora da instituição, mostra que, das 734 respostas afirmativas, 239 (32,6%) foram dadas pelas instituições governamentais e 485 (66,1%) pelas não-governamentais. Das respostas negativas, 201 (41,7%) foram dadas pelas instituições governamentais e 273 (56,6%) pelas não-governamentais.

63

9 Nãogovernamental N % cit.0 482 100. 10 25.2 239 32. 39 100.0 60.0 48.0 100.75 Mín = 1 Máx = 168 Figura 59: Dedicação dos dirigentes das instituições não-governamentais em horas semanais à instituição 64 .2. 468 (60.6 Total de horas dedicadas pelos dirigentes à instituição Nas instituições governamentais.6 10 1. observou-se que 218 (48. N 27 218 203 1 2 451 % 6.3%) dirigentes trabalham menos de 40 horas e 203 (45%) dirigentes declararam dedicar à instituição de 40 a 79 horas semanais. 11 28.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 30. 18 46.0 734 100.3 45.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 28: Atividade remunerada do dirigente fora da instituição e a natureza das instituições Não resposta N % cit.19 Desvio-padrão = 30.7 451 35.2 0.2 3.52 Mín = 1 Máx = 168 Figura 58: Dedicação dos dirigentes das instituições governamentais em horas semanais à instituição Entre os dirigentes das instituições não-governamentais.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 33.1 273 56.2 Governamental N % cit.8 Total N % cit.2 485 66.4 8 1.6 776 61.0 0.27 Desvio-padrão = 17.5 3.0 Não resposta Sim Não Total 4.3%) informaram trabalhar menos de 40 horas semanais e 229 (29.5%) de 40 a 79 horas semanais.7 28 2.0 1 255 100. N 31 468 229 25 23 776 % 4.4 100. conforme Figura 58.3 29.6 201 41.

4 2 1. 65 .8 1 255 100. Motivação do dirigente Nas instituições governamentais.6%).9 52.0 776 61.0 175 75.6%). com 117 (25.0 62 45.6 17.. Tabela 29: Natureza da instituição em relação à quantidade de horas semanais dedicadas à instituição Não resposta N % cit. seguida da motivação pessoal.3 494 100. 307 (39.0 145 77.0 28 2. N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 7 79 2 117 236 41 78 47 451 % 1. 51 36.3 206 41.2 Governamental N % cit. 206 (41. está a motivação humanitária. 86 61.4 25.1 2 0. observou-se que a motivação que mais se destaca é a profissional.5 187 100.7%) foram dadas por instituições governamentais e 175 (75.7.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 9.7 451 35.7%) foram dadas por instituições governamentais e 278 (56%) pelas não-governamentais.7 72 53.9 135 100. 170 (21.1 17.3 10.9 1 0. e da motivação religiosa.4%) pelas não-governamentais. N % cit.7 40 21.4 Figura 60: Motivação dos dirigentes em relação ao trabalho nas instituições governamentais Quanto à motivação dos dirigentes das instituições não-governamentais.0 Menos de 8 De 8 a 19 De 20 a 29 De 30 a 39 40 e mais Total 4. 2 1.9%). das 494 respostas referentes à opção “40 e mais”. 315 (40.2. e das 232 respostas concernentes à opção de “20 a 29 horas”. com 236 (52.9%) respostas.9 NãoTotal governamental N % cit. observou-se que. houve maior número de respostas na opção motivação humanitária..4 232 100.7 10 2.9 139 100.4 55 23.0 278 56.3%) respostas. 55 (23. Em segundo lugar. No cruzamento entre a natureza da instituição e as horas semanais dedicadas à instituição.5 0.

5 Figura 61: Motivação dos dirigentes em relação ao trabalho nas instituições não-governamentais A Tabela 30 mostra o cruzamento entre a natureza da instituição e a motivação para trabalhar.0 100. 94 (20.8%) pelas não-governamentais. 9 34.6%).0 86 51. 117 (26. Participação do dirigente em conselhos Com relação à participação do dirigente de instituições governamentais em conselhos.8 8 16. e Conselho Municipal de Assistência Social.4 0 0.7 7 1. Figura 62.0 78 46.1%) pelas não-governamentais.7%) foram dadas pelas instituições governamentais e 315 (71.0 38 2.2 2 1.0 100.6 15.0 41 82.8.2 1 2. 10 38. das 175 marcações. 66 . Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.9 40. Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente.1 8.2.8%) pelas não-governamentais. 145 (32. Tabela 30: Natureza da instituição e a motivação do dirigente para a realização do trabalho Não resposta N % cit.2 Governamental N % cit.6 21.0 100.4 1 080 62.0 4 2. 138 (30. das 439 respostas referentes à motivação humanitária.2 Nãogovernamental N % cit.3 3 1.2 39. Quanto à opção “motivação religiosa”.0 100.9 79 20.9%). 2 (1.6 307 78.0 100. Observa-se que.8%).Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 9 307 170 315 119 8 86 66 776 % 1.3 1. os mais enumerados pelos dirigentes foram: Conselho Municipal de Saúde.2 66 58.5 170 97.7 236 65. 76 (16.1 117 26.1%) foram dadas pelas governamentais e 170 (97.0 Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 4.0 100.0 100.0 100. 100.6 8 2.6 Total N 26 391 175 439 363 50 168 113 1 725 % cit. 7 26. 236 (65%) foram dadas pelas instituições governamentais e 119 (32.2%).0 11.8 119 32.5 5 1.6 607 35.1 315 71. Das 439 respostas referentes à motivação profissional.4 47 41.

e Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.1%). Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente.5 23.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Conselho Municipal de Assistência Social.2 16..4 18.8 4.1 31.6 10. Figura 63.7 21.6 3.0 17.9 0.0 30.2 3. Conselho Municipal de Saúde.7 Figura 62: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos Entre as instituições não-governamentais.4 7. N Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 9 138 46 10 145 14 30 94 19 76 15 31 3 25 105 89 451 % 2.2 2. os conselhos mais citados foram: Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes. 144 (18.4 0.4 10.1 4.3 6.3 19.1 6.1 31. 78 (10.7 20.4%). 244 (31.4 Figura 63: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos A Tabela 31 mostra o cruzamento entre a natureza da instituição e a participação do dirigente em conselhos.4 4.4%).1 3.4 3.2 32. 189 (24.6 7. 164 (21. N Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 16 244 78 26 144 26 60 164 33 189 26 34 5 54 133 244 776 % 2.9 3..3 24.6%).1%). Observa-se que o conselho mais citado foi o Conselho Municipal 67 .7 5.

0.5 70.0 36. 1.0 3.8%) foram feitas por instituições governamentais e 244 (63.3%) por não-governamentais.0 100. 0.78 psicólogo.95 assistente social.6 46.0 100. Tabela 31: Natureza das instituições e a participação dos dirigentes em conselhos Não resposta N % cit.0 100.65 oficineiro e 0.0 100. mostrando que as instituições governamentais tendem a recorrer a esse conselho com maior freqüência que as não-governamentais.3 37.0 6 2.0 26 65.6 60 65.8 26 72.0 3.47 técnicos ou auxiliares de enfermagem.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Antidrogas/Entorpecentes.7 2.0 100.0 100.0 100. 2.55 agente de saúde.0 100.1 78 62.17 professores. 11 30.9 GovernaNãomental governamental N % cit.4 46 37. 68 .96 educador social. N % cit. 1. Características da equipe profissional de acordo com a natureza da instituição 4.2 144 48. das quais 145 (49.5 65. destacam-se a presença de 3.6 62.0 30 32.9 10 27. das quais 138 (35.0 100.0 100.0 100.5 43.0 16 44.8 164 33 189 26 34 5 54 133 244 1 476 62. 100.8 14 35. 0. Número de profissionais No total de recursos humanos das instituições que realizam atividades de prevenção.3. sendo 76 (28.7 1.0 1.0 0 0.2%) são de instituições governamentais e 144 (48.0 0.0 100.2 145 49.5 28.3 63. com 385 marcações.0 Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 4.9 55.8 244 63.8 0 0.1 0.0 100.64 estagiário ou bolsista.4 138 35.1 35.3%) feitas por instituições governamentais e 189 (70. 3.2 94 19 76 15 31 3 25 105 89 849 36.0 71. fica o Conselho Municipal de Assistência Social.0 100.1.2 3 0 4 0 2 0 3 4 8 46 1.0 100.6 3 0.3.4 26.7 62.3 36.8%) não-governamentais.3 1.5 30.51 voluntários por instituição. Em terceiro lugar. com 269 marcações.5 0. O Conselho Municipal de Saúde aparece em seguida com 295 citações.0 100.4 50.0 2 2.4%) pelas não-governamentais. 9 25.0 0 0.3 Total N 36 385 124 36 295 40 92 261 52 269 41 67 8 82 242 341 2 371 % cit.8 63.

48 0.67 3.53 3.60 oficineiro e 0.76 0.93 psicólogo.72 estagiário ou bolsista.79 2.18 1. destacamos as seguintes: 0.76 0.17 1. 2.65 pedagogo por instituição governamental. 1. 2.05 enfermeiro.15 assistente social.19 0.95 2.26 auxiliares administrativos por instituição governamental. 1.59 educador social.22 técnicos ou auxiliares de enfermagem.78 0. 0.60 agente de saúde.55 0.80 1.44 médicos. auxiliar de limpeza) Contador Dentista Educador social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta ocupacional Soma 952 693 695 1192 3351 3885 629 443 1201 998 2060 227 2213 608 239 815 4400 660 3981 2229 570 991 3103 575 Média 0. 1.45 0.10 0.. digitador) Auxiliar de serviços gerais (faxineiro.55 0.47 0. destacam-se as médias dos seguintes profissionais: 3.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..65 3. 0. Das médias abaixo de um. 1.51 0. 2.46 Nas instituições governamentais.69 professores. Tabela 32: Recursos humanos existentes nas instituições Administrador Advogado Agente de saúde Assistente social Auxiliar administrativo (secretária.19 auxiliares de serviços gerais. 1. 3. 69 .35 0.07 voluntário e 1.96 0.50 0.31 segurança ou vigia.64 0.

64 enfermeiro. 0.83 assistente social.65 2. 70 . 0.93 0. 2.61 técnicos ou auxiliares de enfermagem. 1.05 1. digitador) Auxiliar de serviços gerais (faxineiro.64 estagiário ou bolsista. Das médias abaixo de um.19 0.88 voluntários por instituição não-governamental.60 1.59 1. 3.2 educador social.41 0.48 Entre as instituições não-governamentais.4 médico e 1.46 pedagogo. 2.35 0. 1.39 1.60 1. destacam-se as seguintes médias referentes aos recursos humanos: 4. 0. destacamos: 0.11 auxiliares de serviços gerais.26 3.68 oficineiro.22 0.54 agente de saúde e 0.97 administrador entre as instituições não governamentais.37 auxiliares administrativos.14 2. auxiliar de limpeza) Contador Dentista Educador social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta ocupacional Soma 186 159 270 517 1469 1438 35 144 266 475 775 63 1102 198 57 270 482 293 1213 871 175 592 999 215 Média 0. 1.15 professores.08 0.32 0. 3.07 0.13 0.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 33: Recursos humanos das instituições governamentais Administrador Advogado Agente de saúde Assistente social Auxiliar administrativo (secretária.71 psicólogo.72 0. 0.31 2.15 3.44 0.44 0.69 1.

Digitador) Auxiliar de Serviços Gerais (faxineiro. entre as 776 instituições não-governamentais que realizam atividades de prevenção.5%) não realizam.50 0.20 0.40 0. 71 .45 4.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .37 3.75 0.0 Não resposta Sim Não Total Figura 64: Previsão de realização de capacitação para os profissionais das instituições governamentais A Figura 65 revela que.3%) realizam capacitação para os seus profissionais e 128 (16.71 0.46 3.11 0.88 0.2. Tabela 34: Recursos humanos das instituições não-governamentais Administrador Advogado Agente de saúde Assistente social Auxiliar Administrativo (Secretária.15 1.68 0.3.8 14. auxiliar de limpeza) Contador Dentista Educador Social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou Vigia Técnico ou Auxiliar de Enfermagem Terapeuta Ocupacional Total 749 529 422 647 1841 2411 584 294 928 497 1276 164 1083 398 176 528 3790 355 2447 1328 387 370 2022 352 Média 0.51 0.64 1.23 0.54 0.21 1.48 2.2 79. 615 (79.64 0...0 100. Capacitação para os profissionais Entre as 451 (100%) instituições governamentais que realizam atividades de prevenção. 360 (79. N 28 360 63 451 % 6.68 4.8%) informaram que prevêem capacitação para seus profissionais e 63 (14%) que não prevêem nenhum tipo de capacitação (figura 64).61 0.97 0.38 1.83 2.

3 16.3 79.255 instituições que realizam atividades de prevenção prevêem capacitação para os seus profissionais. 315 (69.5%) são instituições governamentais e 615 (62.3 7.4 76 100. Atividades de capacitação desenvolvidas A Figura 66 mostra que as principais atividades realizadas pelas instituições governamentais para capacitar os seus profissionais são: palestras. 228 (50. conferências. seminários.3 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. cursos de curta duração.3 987 100. N 79 261 88 315 228 151 132 35 60 451 % 17.8 13. destas. Tabela 35.5 57.0 Figura 65: Previsão de realização de capacitação para os profissionais das Instituições não-governamentais No cruzamento entre a previsão de capacitação e a natureza da instituição. seminários.6%).2 1 0. observa-se que 987 (78.0 615 62.6 33.8 451 35.9%). 15 19.8 360 36. N % cit. conferências.5 28 2. Tabela 35: Previsão de capacitação pelas instituições em relação à natureza da instituição Não resposta N % cit.7 192 100. 33 43. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total Figura 66: Atividades realizadas pelas instituições governamentais para promover a capacitação dos profissionais 72 .0 Não resposta Sim Não Total 4.0 776 61.0 128 66.9 NãoTotal governamental N % cit.3.5 100.7 12 1.8 1 255 100.9 19. 261 (57.5 29. simpósios.2 Governamental N % cit. leitura e discussão de texto.3%) não-governamentais.8 50.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Não resposta Sim Não Total N 33 615 128 776 % 4. 28 36.8%).3. 360 (36.6%) das 1.5 63 32.5 69.

5 60 35. conferências.5 Governamental N % cit.. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total Figura 67: Atividades realizadas pelas instituições não-governamentais para promover a capacitação dos profissionais A Tabela 36 mostra que do total das 1. Freqüência de capacitação A principal freqüência de capacitação entre as instituições governamentais é a eventual..1 2 0. 100.4 13. com 58 (12.5 1 349 35. 16 6. as atividades de capacitação mais frequentemente realizadas são as palestras. 73 . N 148 468 183 543 363 298 220 101 108 776 % 19.0 100.8 38.0 315 36.3%). simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 4.7 108 63.0 100.6 220 62.4 363 60.0 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. Tabela 36: Natureza da instituição em relação às atividades de capacitação Não resposta N % cit.2 5 1.4 28. das quais 36. com 52 (11.6 8 1.9%). Observa-se a seguinte distribuição das atividades de prevenção desenvolvidas pelas instituições não-governamentais: palestras.8%).5 12 1.3 23. leitura e discussão de texto 363 (46.3 132 37. seminários.5 543 62.9 468 63. simpósios 543 (70%).5%) (figura 68).2 228 38.4.0 100.0 100.2%) respostas.255 instituições que realizam prevenção.1 151 33.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .7 298 65.6 70.2% (315) correspondem a instituições governamentais e 62.4% (543) a não-governamentais.0 13. conferências.3 35 25.5 183 66.6 1 0.0 100.1 101 73.6 56 1.5 261 35.9 2 432 63. e “semanalmente”.0 100.0 46.2 Nãogovernamental N % cit.9 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. seguida da opção “mensalmente”. 79 32. seminários.0 100. conferências e simpósios com 870 respostas.1 4 1.3.7 1 0.1 60.4 7 1. com 127 (28.0 100.4 88 32. seminários. seminários.4 Total N 243 737 275 870 598 454 354 137 169 3 837 % cit.0 100. cursos de curta duração 468 (60. conferências. 148 60.

3 5. 36 (44.2 Figura 68: Freqüência de realização de capacitação dos profissionais das instituições governamentais Entre as instituições não-governamentais.7 22.8%). e mensalmente.3 3.1 8.0 12.7%) não-governamentais.1%) (figura 69).2 7. 103 (13. 94 (12.3%) foram dadas por instituições governamentais e 79 (67. verificou-se que a freqüência das capacitações ocorre da seguinte forma: eventualmente.6 5.5 10.8 13.5 28. na Tabela 37. Das 117 respostas referentes à capacitação semestral.0 10.4 8.9 5.5%) por não-governamentais.4 5.7 12. N 153 177 103 39 94 34 43 79 59 45 776 % 19.8 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total Figura 69: Freqüência de realização de capacitação dos profissionais das instituições não-governamentais Observa-se.3%). 74 . semanalmente.2 11.5 4.1 4.3%) são governamentais e 59 (55.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total N 79 127 52 21 58 24 14 36 47 37 451 % 17. 177 (22. das quais 47 (44. que a freqüência de capacitação anual foi citada por 106 instituições.

8%) não-governamentais.4 7.5 4 1.6 43 75.6 495 36.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total Figura 70: Previsão de capacitação externa para os profissionais das instituições governamentais Das 776 (100%) instituições não-governamentais..5. Figura 71.255 instituições que realizam atividades de prevenção.0 100.1 GovernaNãomental governamental N % cit.4 34 58.7 5.0 24 41.0 1 349 100.0 58 100.2 2 1.5 100.0 106 100.0 0 0.0 57 100. N % cit.6 76. 248 100.0 155 100.7 0 0. 954 (76%) prevêem capacitações externas para os seus profissionais. Previsão de capacitação externa Entre as 451 (100%) instituições governamentais.8 79 67.7 127 41.3.0 2 1.0 Figura 71: Previsão de capacitação externa para os profissionais das instituições não-governamentais A Tabela 38 revela que. 16 6. 79 31. 75 . das quais 354 (37.0 308 100.5 52 33. Não resposta Não. das 1.2 Total N % cit.1%) são instituições governamentais e 590 (61.0 2 3.0 45 53.0 117 100.9 58 37.7 94 61.5 103 66. Tabela 37: Natureza da instituição em relação à freqüência de capacitação Não resposta N % cit.0 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 4.5%) prevêem previsão de capacitação externa para os seus profissionais.9 153 61.4 28 2. 590 (76%) prevêem capacitação externa para os seus profissionais. Figura 70. N 71 26 354 451 % 15.3 0 0.7 826 61..3 59 55.0 62 100.5 47 44.3 0 0.2 177 57.8 78.0 154 100.6 14 24.4 36 30.0 Não resposta Não.7 37 44. 354 (78.5 21 33.0 2 2.0 84 100. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total N 127 59 590 776 % 16.9 39 62.

9 4.6%) são governamentais e 139 (51. simpósios. 128 (47.6 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.2 37.0 100. 71 33.8 Total N 215 86 954 1 255 % cit.1 26 354 451 30.0 33.0 100.6 39. 100. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total Figura 73: Tipo de capacitação oferecida pelas instituições não-governamentais A Tabela 39 revela que.0 Não resposta Não.2 53. N 176 574 256 426 170 139 36 776 % 22. Tipo de capacitação externa prevista Os tipos de capacitação indicados pelas instituições governamentais.6%).9 21. das 269 instituições que informaram participar de cursos de pósgraduação.9 59 590 776 68.7%) não-governamentais. das 218 instituições que informaram participar de cursos para complementar a escolaridade.4 10.9 17. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total Figura 72: Tipo de capacitação oferecida pelas instituições governamentais Como ocorreu nas instituições governamentais. 341 (75.9%). 17 7. N % cit.4%). Figura 72. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.2 1. 46 (21. 241 (53.8 61.2 28.7 74.3. N 92 341 177 241 46 128 23 451 % 20. Mostra também que. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total 4.0 127 59. e participação em cursos de aperfeiçoamento.1%) são de natureza governamental e 170 (78%) não-governamentais.0 54. 426 (54. 76 . congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.1 35. simpósios.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 38: Previsão de capacitação externa em relação à natureza da instituição Não resposta N % cit. que mais se destacaram foram: participação em eventos externos.9 1 10 28 1.4 75.0 100.6.4 5.2 GovernaNãomental governamental N % cit. 574 (74%).6 61. os principais tipos de capacitação indicados pelas instituições não-governamentais foram: participação em eventos externos.0 2. e participação em cursos de aperfeiçoamento.1 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.

8%) instituições não-governamentais participam de eventos científicos ou de mobilização social com a finalidade de apresentar/divulgar os trabalhos que desenvolvem e manter intercâmbio com outras instituições e/ou profissionais. Tabela 39: Natureza da instituição em relação ao tipo de capacitação externa Não resposta N % cit.0 1. observa-se que.7%) não-governamentais.0 Não resposta Não Sim Total Figura 74: Participação das instituições governamentais em eventos científicos ou de mobilização social A Figura 75 mostra que 557 (71. 93 (32.5 100.9 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 100.0 100.1 47.3.0 100. das 288 instituições que revelaram não participar desses eventos. Não resposta Não Sim Total N 27 192 557 776 % 3.0 100. simpósios.9 20. 77 . N 22 93 336 451 % 4.0 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.6 74. 17 6.5 24.5 Nãogovernamental N % cit. Participação em eventos científicos e de mobilização social Entre as instituições governamentais.3 341 177 241 46 128 23 1 048 36.4 63.0 100. 176 61.8 100.9 Total N 285 926 438 676 218 269 59 2 871 % cit.7.1 1.0 58. 100.0 100.3 0..0 11 5 9 2 2 0 46 1.0 61.8 40.8 574 256 426 170 139 36 1 777 62.0 51.4 35.0 100.0 78.. 92 32.3%) são governamentais e 192 (66.0 36.7 61. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.7 21. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total 4.7 0.7 71. nota-se que 336 (74.6 39.5%) participam de eventos científicos ou de mobilização social com a finalidade de apresentar/divulgar os trabalhos que desenvolvem e manter intercâmbio com outras instituições e/ou profissionais (figura 74).0 Figura 75: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos ou de mobilização social No cruzamento de dados entre a natureza da instituição e a participação de eventos de divulgação.6 Governamental N % cit.2 1.

• O modelo de prevenção mais utilizado foi o de educação afetiva com 32. 22 34.8 Total N % cit.3% das instituições que realizam atividades de prevenção informaram realizar formação de multiplicadores. Outros modelos utilizados pelas instituições governamentais foram: educação para conhecimento científico e educação para saúde.governamentais utilizam também os modelos de treinamento de habilidades e treinamento para resistir. com 34.7 557 61.4 93 32. As instituições governamentais informaram realizar tal formação junto a educadores e representantes de atividades governamentais.0 903 100.2 451 35.7 776 61. • As principais fontes consultadas pelas instituições de prevenção são publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas. Das 1255 instituições que realizam atividades de prevenção do uso indevido de álcool e outras drogas.3% por não-governamentais. seletiva e indicada.0 1 255 100.0 10 1.9% são realizadas por instituições governamentais e 63. Em segundo lugar nas instituições governamentais.2 192 66. • Embora as instituições tenham informado trabalhar. estaduais e municipais. Já as instituições não-governamentais informaram que o público-alvo da formação de multiplicadores é constituído por pais e ex-usuários de drogas. As instituições governamentais também realizam distribuição de material educativo e articulação com escolas e outras instituições de ensino.0 Não resposta Não Sim Total 5.3% por não-governamentais.6% por não-governamentais. E os dirigentes das instituições não-governamentais informaram consultar estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas. os dirigentes informaram consultar dados de fontes oficiais dos governos federal. As instituições não. com prevenção universal.6% de respostas dadas por instituições governamentais e 63.9 Nãogovernamental N % cit.3 336 37. • 56. de forma equilibrada. 27 42. realizada por 834 instituições. 64 100. 78 . • A atividade mais realizada na área de prevenção é a palestra sobre drogas. a opção mais citada foi a universal.2 Governamental N % cit. 1255 dirigentes informaram realizar atividades de prevenção. 15 23.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tabela 40: Participação em eventos científicos e de mobilização social de cordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.8% de respostas dadas por instituições governamentais e 65. As não-governamentais também informaram realizar apresentação de relatos pessoais e dinâmicas de grupo.0 288 100. 34.1 28 2. 451 instituições são governamentais e 776 não-governamentais e 28 instituições não declararam a sua natureza. Desse total.4 3 1. Conclusão • Do total de 1642 questionários respondidos.

9% (374) não-governamentais. Das 1.8% (211) por nãogovernamentais.3% de não-governamentais.4% das respostas foram dadas por dirigentes de instituições governamentais e 64. 95. Das 27 instituições que informaram atender ao público feminino 96.. sendo que 33.1% (333) foram feitas pelas instituições governamentais e 60..7% (190) foram dadas por instituições governamentais e 51. E entre as nãogovernamentais os alunos de ensino fundamental e médio e pais e/ou responsáveis de alunos. Observa-se que há uma tendência das instituições governamentais a atender ambos os sexos e os serviços específicos para o público feminino são oferecidos. em sua maioria.3% (26) são instituições não-governamentais.2% (289) são governamentais e 55. 79 . Com referência ao atendimento feito aos adolescentes de 12 a 17 anos. 46. Entre as instituições governamentais sobressaíram também como público-alvo das atividades de prevenção alunos de ensino fundamental e médio e profissionais de saúde. 34. das 874 respostas.090 instituições que informaram atender adultos jovens com 18 a 24 anos.7% (268) são de instituições não-governamentais. • Das 407 respostas referentes ao atendimento de crianças até 11 anos de idade. • O principal público-alvo das atividades de prevenção informado pelas 1255 instituições foi “comunidade em geral”.4% (702) nãogovernamentais. • Dentre as 280 instituições que atendem somente o público masculino.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8% (371) são governamentais e 64. pelas instituições não-governamentais. 38. das quais 43. O atendimento a idosos é realizado por 669 instituições.6% (530) pelas não-governamentais.

.

. RECUPERAÇÃO E REINSERÇÃO SOCIAL 81 ..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . TRATAMENTO.

.

.................................................................................9................... Sumário 1..112 4................1....................................6.................................. Tempo de funcionamento...105 Análise descritiva das 4........................................ Faixa etária da população atendida...... Tipos de instituição de tratamento de acordo com a natureza da instituição........................................ Participação da família no tratamento........................... Motivos para a busca de tratamento.................................................................... 92 3...................1.................................. Abordagens terapêuticas.....107 4............................................. Encaminhamentos visando à reinserção social. Usuários Dependentes de Álcool e outras Drogas de acordo com a natureza da instituição.......................... Requisitos para atendimento....................................................1..........10..110 4...... ................................... 90 2........................... Freqüência de visitas da família............................................................................................................ Tipos de atividades realizadas......................... Informações institucionais................ Localização da instituição de tratamento..............1................12.....................5.................... 88 2.....111 4........ 97 3.....8............. 89 2...........................................................................................................................................12................ ........... ....................... Permissão para visitas........................................................................... 90 2............. ........................ Atendimento a situações específicas.. 91 3............................................. Participação da família no tratamento................. 95 3.............................................................................. 98 3......... 89 2..1................7........101 3.............1............................ 91 3...3..9..........3............................ Acesso à população atendida....... 87 2.......6................................................. Requisitos para admissão ao tratamento............................................11...... Sexo da população atendida.........7...1......7...... Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Tratamento aos ............. Permissão para o início das visitas.............................103 3........................ 86 2...................... Encaminhamentos para reinserção social.......... Recuperação e Reinserção Social.......... Tipos de tratamento oferecidos.............................. 87 2... Tipos de Atividades desenvolvidas pelas instituições de tratamento..............................................................85 2................5....6...... Abordagens terapêuticas adotadas....................1.................................... 107 4............................................................ 91 3................... Permissão para início das visitas....... 86 2........................................................5.... 96 3.2.......................... 93 3.............4...............................................107 4.......... Atividades complementares desenvolvidas.................................11........................................................................................ 88 2.............................................................. Atendimentos a pacientes portadores de necessidades especiais e/ou outros transtornos específicos..100 3.......................4................................86 2............................ 87 2.. Características da instituição........ .................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .....108 4................................................................2................. Tipos de tratamento oferecidos.............................................................2.........8................................................... Abrangência territorial da instituição..... Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Tratamento.....................105 3.3................................. Tratamentos complementares oferecidos.......................1..............................10......................1....... Introdução.109 4............. Tipos de problemas atendidos pelas instituições................ Média mensal de atendimentos....................114 83 ..4............................................1....... Natureza das instituições.

............................2.............8.............1......................................................................145 5..3..................134 4...... Características do dirigente de acordo com a natureza da instituição............136 da equipe profissional 4............................................................. Fontes de recursos financeiros das instituições de tratamento..2....................4........................................................ recuperação e reinsercão social 4........3.................1............. Freqüência da capacitação nas instituições de tratamento.....131 4..144 4..... Atividade remunerada fora da instituição ............... Conclusão................ Previsão da capacitação externa nas instituições de tratamento...... Registro da instituição junto ao Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes.......5..... ....14....................6.................1....... Idade.........128 4..................132 4.....141 4. .. Características da equipe profissional.1.........133 4.........................129 4......2..2.................119 4...............................................................................127 Características do dirigente de 4......................................................................143 4..........2................................................12........................... Total de horas semanais dedicadas à instituição........................3... .3.......................1.......2.......130 4.......6....4.....125 4.....140 4...122 4........ Procedência dos encaminhamentos........10........................................................................................................2............1................3... Remuneração ... ................................... Escolaridade .............................136 4.......................3...................1..............3........ ................................. Motivação para trabalhar com a temática de álcool e outras drogas...............................120 4..........116 4..........9.......................127 4................2..........2..........................................................121 4........ Recursos materiais de acordo com a natureza da instituição................. Características ............13. Articulação das instituições de tratamento com outros setores............... Participação em conselhos.....115 4....1.....2...............11.1.8................ ...................... Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de tratamento........................................ Tipo de capacitação externa prevista pelas instituições de tratamento..................... 146 84 .............. .............................5........... Registro da instituição junto ao Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes.2.........7.............................. Existência do Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes na percepção do dirigente das instituições...........................................................3.......................................................Tratamento..... Participação em eventos científicos e de mobilização social............3................... Sexo.......... Quantidade dos profissionais que trabalham nas instituições de tratamento e sua formação.....

redução de danos. é garantido aos usuários de serviços de saúde mental – e. Introdução A Política Nacional sobre Drogas apresenta no capítulo sobre Tratamento. das políticas públicas e dos serviços. a exemplo de outras políticas. hospitais gerais e psiquiátricos. hospital-dia. foram identificadas e pesquisadas as instituições de tratamento. recuperação e reinserção social. Centro de Atenção Psicossocial. reinserção social e ocupacional (Unidade Básica de Saúde. grupos de auto-ajuda e ajuda mútua. Identificar essas instituições e disponibilizar as informações à população constitui-se numa ação primordial. aos que sofrem por causa de transtornos decorrentes do consumo de álcool e outras drogas – a universalidade e totalidade de acesso e direito à assistência. ambulatórios. Preconiza-se também a descentralização do modelo de atendimento. corpo de bombeiros. quando se determina a estruturação de serviços mais próximos do convívio social de seus usuários. entre outras. clínicas particulares. em consonância com a Constituição Federal e as diretrizes do SUS. Estado e sociedade vêm buscando o aprimoramento da legislação. 85 . comunidades terapêuticas.. conseqüentemente. Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas. configurando redes assistenciais mais atentas às desigualdades existentes. por meio de distribuição descentralizada e fiscalizada de recursos técnicos e financeiros. residências terapêuticas.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . como a que se segue: “Promover e garantir a articulação e integração em rede nacional das intervenções para tratamento. grupos de auto ajuda. No âmbito do projeto “mapeamento das instituições governamentais e nãogovernamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas” no Brasil. ajustando de forma equânime e democrática as ações às necessidades da população. Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPSad). Nesse sentido. recuperação e reinserção social de atenção aos usuários e dependentes de álcool e outras drogas a seguir listadas: hospitais gerais. hospitais-dia. Recuperação e Reinserção Social algumas diretrizes. clínicas especializadas.” O item acima descrito evidencia a magnitude e a complexidade da atuação nas áreas de tratamento. 1. comunidades terapêuticas. recuperação. casas de apoio e convivência e moradias assistidas) com o Sistema Único de Saúde e Sistema Único de Assistência Social para o usuário e seus familiares. hospitais psiquiátricos. No âmbito da Constituição Federal e do SUS.. serviços de emergências.

classificam-se nessa categoria.256 se referem às atividades ligadas ao tratamento.3 6.1 0.5% da amostra.2%). (NAPS) Residência terapêutica Grupo de auto-ajuda Instituição de redução de danos Outras Total 28 41 76 14 11 483 153 95 50 124 32 256 1.2 3. recuperação e reinserção social. e ensino e pesquisa. 47 (3.256 instituições que fazem tratamento. 256 % 2.9%). N Não resposta Clínica particular Hospital psiquiátrico Hospital geral Hospital-dia Comunidade terapêutica Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad) Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) / Núcleo de Atenção Psic. aparecem os Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPSad). Das 1.6 4 9.642 questionários validados.4 100 39 3.1.Tratamento. Em seguida.4 Figura 77: Classificação das instituições que realizam tratamento 86 .9 2.5 20.9 38. Tipos de atividades desenvolvidas pelas instituições de tratamento Dos 1. redução de danos sociais e à saúde 490 (39%). N Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento.2. com 124 (9. recuperação e reinsercão social 2.2 7.7 Figura 76: Atividades realizadas pelas instituições de tratamento 2. englobando as instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas. Natureza das instituições A Figura 77 mostra que a maioria das instituições de tratamento brasileiras é definida por seus dirigentes como comunidades terapêuticas. 483. Recuperação e Reinserção Social 2. e os grupos de auto-ajuda. muitas delas executam concomitantemente atividades de prevenção. ou 38. Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Tratamento.256 instituições de tratamento.4%).1 1. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total 909 1 256 490 47 1 256 % 72. com 153 (12. como pode ser observado na Figura 76.5 12. Entre as 1. 909 (72.7%). 1.

256 instituições.1% das instituições.1 4. As modalidades mais freqüentemente citadas são psicoterapias individuais.1 43 7.8 60. Isso expressa a importância dada pelas instituições ao papel da família no tratamento dos usuários/dependentes. Participação da família no tratamento Na Tabela 41 observa-se que.5 5.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 231 (18. 2.. 132 (10.7%).4. 92. 61 (4.7 92.5%).7 62. 298 (23.4%). do total de 1.2 Figura 78: Tipos de tratamento oferecidos 2. Tipos de tratamento oferecidos A Figura 78 mostra o tipo de tratamento oferecido pelas instituições. seguida de visitas diárias. semanais. 613 (48.5. 1.7%).3.8 47.7 48. e eventuais. 87 .1 21..9%) dos dirigentes afirmaram que na instituição não são permitidas visitas de famílias aos internos.2 15. de grupo.4%). 758 (60.157 instituições prevêem a participação da família no tratamento.4 7. 266 (21.7 44.8%).4 11. Permissão para visitas Pode ser observado na Figura 79 que a visita familiar com freqüência de uma vez ao mês foi a mais citada pelos dirigentes. N Não resposta Tratamento ambulatorial Internação em pronto-socorro Internação em hospital geral Internação em hospital psiquiátrico Internação em hospital-dia Internação em comunidade terapêutica Internação domiciliar Grupos de auto-ajuda Psicoterapia individual Psicoterapia familiar Psicoterapia de grupo Terapia comunitária Outro Total 26 540 93 141 193 98 596 72 561 787 613 758 253 266 1 256 % 2. Apenas 11 (0. 787 (62.9%).1 100 2.4 20. Tabela 41: Participação da família no tratamento N Não resposta Sim Não Total 47 1 157 52 1 256 % 3. e familiar. quinzenais.2%). ou seja.

4 Não resposta Desde o início da internação A partir do 7º dia da internação A partir do 15º dia da internação A partir do 30º dia da internação A partir do 60º dia da internação A partir do 90º dia da internação em diante Outro Total Figura 80: Permissão para início das visitas nas instituições de tratamento 2.º dia.5%).3%).º dia. e do 60.9 1.1%).7.5 23.Tratamento.119 (89. Tipos de problemas atendidos pelas instituições Em relação ao tipo de problema atendido pela instituição.9 14. aparecem as instituições com permissão a partir do 15. 15 (1.4 10.3 20.4 0. 1. 128 (10.2 18. recuperação e reinsercão social Não resposta Diariamente Semanalmente Quinzenalmente Mensalmente Eventualmente Outros Não são permitidas visitas Total N 250 266 231 132 298 61 18 11 1 256 % 19.7 4. uma maior freqüência de atendimentos relacionados com transtornos causados pelo uso/abuso/ dependência de álcool.084 (86. 302 (24%) dirigentes afirmam que as visitas são permitidas a partir do 30. seguidos de 261 (20.2 1. em relação à permissão para início das visitas aos usuários/dependentes internados.º dia de internação.8 5.2 24 1. Em menor proporção. e transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas.2%).9%). na Figura 81.9 Figura 79: Permissão para visitas 2. N 305 261 69 128 302 15 24 181 1 256 % 24.9 21. do 7.6.º dia de internação. verifica-se. do 90º dia 24 (1.8%) que marcaram a alternativa desde o início da internação.5 10. 69 (5. 1.2%). Permissão para o início das visitas Conforme apresentado na Figura 80. 88 .

4%).5%).5%).7 86.6 9.5 9.9. 508 (40.7 Não resposta Indicação médica formal Encaminhamento formal de profissionais de outras instituições Autorização judicial Concordância do paciente Compromisso da família no acompanhamento do tratamento Não há requisitos Outros Total Figura 82: Requisitos para admissão nas instituições de tratamento 2.. seguida do compromisso da família no acompanhamento do tratamento 798 (63. 1. indicação médica formal 596 (47..8.7 47. Requisitos para admissão ao tratamento A Figura 82 se refere aos requisitos exigidos para admissão do paciente nas instituições de tratamento.2%) respostas.9%). N 46 596 697 508 1 024 798 115 222 1 256 % 3.5 55.5%) e autorização judicial. Abordagens terapêuticas adotadas Na Figura 83.8%). 939 (74. 89 . encaminhamento formal de profissionais de outras instituições 697 (55.1 43. Não resposta Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de álcool Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas Intoxicação aguda causada por qualquer substância psicoativa Problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Problemas clínicos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Outros Total N 38 1 119 549 1 084 352 553 410 122 1 256 % 3 89. pode-se observar que as abordagens terapêuticas mais utilizadas para o tratamento do usuário foram: psicoterapia em grupo.5 63.3 28 44 32. A opção “Não há requisitos” obteve 115 (9.024 (81.4 81.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . e psicoterapia individual 928 (73.5%).5 40.2 17.7 Figura 81: Tipo de problema atendido 2. A alternativa mais citada é a concordância do paciente.

2 Figura 84: Atividades complementares realizadas pelas instituições de tratamento 2. Encaminhamentos visando a reinserção social Como mostra a Figura 85. 754 (60%).7 35. e realização de atividades físicas.1 18. 763 (60.10.9 50.12 passos Grupo de prevenção da recaída Aconselhamento motivacional Terapia ocupacional / oficinas terapêuticas Terapia comunitária Redução de danos Outras Total 40 928 939 720 603 464 637 442 553 751 823 290 308 185 1 256 % 3. Atividades complementares desenvolvidas A Figura 84 apresenta as atividades complementares de tratamento realizadas pelas instituições. Observa-se com maior freqüência: acompanhamento familiar.9 49. 964 (76.1 24. de lazer e culturais Atividades agrícolas/jardinagem Atividades de artesanato Visita domiciliar Outras Total 50 691 964 701 514 622 227 237 754 591 660 684 141 1 256 % 4 55 76.2 73. recuperação e reinsercão social N Não resposta Psicoterapia individual Psicoterapia em grupo Psicoterapia familiar Assistência médica clínica Assistência médica farmacológica Assistência médica psiquiátrica Método Minessota . de lazer e culturais.Tratamento.2 44 59.8%).3 48 36. esportivas.5 11.8 57.5 18.7 Figura 83: Abordagens terapêuticas utilizadas pelas instituições de tratamento 2.1 52.7%) instituições realizam encaminhamentos visando a reinserção social dos pacientes. esportivas. N Não resposta Acompanhamento social Acompanhamento familiar Grupo de auto-ajuda Grupo de apoio em geral Assistência religiosa Assistência jurídica Assistência previdenciária Realização de atividades físicas.8 55.11.9 74.8 40.5 14. 90 .5 54.8 65.5 23.9 60 47.

Recuperação e Reinserção social de acordo com a natureza da instituição 3. centros de saúde e Programa Saúde da Família (PSF). reinserção familiar. das 1. de lazer. Amor Exigente e Pastoral da Sobriedade. 728 (58%). Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Tratamento.256 instituições participantes 91 . Conselho de Assistência Social e Conselho Municipal Antidrogas/ Conselho Municipal de Entorpecentes.1 44. Atendimentos a pacientes portadores de necessidades especiais e/ou outros transtornos específicos Em relação ao atendimento de casos que demandam atenção específica. Senai.. assistência social e previdenciária. reinserção no mercado de trabalho e encaminhamento para agências de emprego e atendimento ao trabalhador. conselhos como Conselho Tutelar.5 11. Sesc e ambulatórios diversos. casas de recuperação ou reintegração. Já os pacientes com comprometimento psiquiátrico são atendidos por 637 (50. e serviços para providenciar documentação.4 13. conforme Figura 86.12. unidades básicas de saúde. Senac. governamental e não-governamental.7 58 46. como Alcoólicos Anônimos. postos de saúde.7 29.9 Figura 86: Situações específicas atendidas nas instituições de tratamento 3.2 50. Narcóticos Anônimos. prefeituras municipais e secretarias municipais de saúde. grupo de familiares e acompanhamento familiar. Sesi. esportivas e culturais. centros comunitários e de convivência. educação e trabalho.1 Tipos de atividades realizadas A Tabela 42 mostra a distribuição das instituições de tratamento de acordo com sua natureza.7%) instituições. visual e/ou múltiplas Outras Não são atendidos pacientes em situações específicas Total 85 605 637 728 579 559 143 174 1 256 % 6. CAPS. Percebe-se que. retorno à família. a maioria das instituições atende pacientes portadores de HIV/AIDS. 2. assistência social. Não resposta Sim Não Total N 122 763 371 1 256 % 9.5 100 Figura 85: Encaminhamentos visando a reinserção social Os encaminhamentos visando a reinserção social mais citados pelos dirigentes foram: grupos de auto-ajuda e apoio. NAPS e CAPSad.8 48.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .7 60. auditiva. atividades de recreação. grupos religiosos e igrejas. N Não resposta Pacientes com comprometimento clínico Pacientes com comprometimento psiquiátrico Pacientes portadores de HIV/AIDS Pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite Pacientes com deficiência física. cursos e oficinas profissionalizantes. programa de geração de emprego e renda. escolas.. indicação para o trabalho.

9%). A mesma figura apresenta as porcentagens das instituições que realizam tratamento e que também desenvolvem outras atividades como prevenção.5 Total N 909 1 256 490 47 2 702 % cit. N 12 1 10 8 4 9 131 91 2 12 10 124 389 % 3.1 2. Observa-se que as atividades de tratamento estão concentradas nos CAPSad. somando.Tratamento.2 Nãogovernamental N % cit.5%). ainda se encontram bastante incipientes.1 0.0%). destacam-se as comunidades terapêuticas.1%).4 1. nas instituições não-governamentais.4 0.2%) respostas.6 2. 131 (33. Hospitais-dia. com 469 (55.4%).3 2.7 23.5%. seguido dos grupos de auto-ajuda. Observa-se que os recursos governamentais da rede de atenção à população com problemas decorrentes do uso abusivo de álcool e outras drogas que visam dar suporte aos CAPSad.4 0 1. 3.3 Governamental N % cit.6 34. 287 31.2 850 262 19 1 742 67. recuperação e reinsercão social da pesquisa que realizam atividades de tratamento. 8 (2.4 64. 389 (31%) são governamentais e 850 (67.0 45.1 1 2.3 33. Logo em seguida. e Residências Terapêuticas. 4 (1. redução de danos e ensino e pesquisa. aparecem os CAPS (não incluindo álcool e drogas) e os NAPS.5 40.7%).2 Tipos de instituição de tratamento de acordo com a natureza da instituição A Figura 87 relaciona os tipos de instituição de acordo com sua natureza governamental.9 Não resposta Clínica particular Hospital psiquiátrico Hospital geral Hospital-dia Comunidade terapêutica Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad) Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) / Núcleo de Atenção Psicossocial (NAPS) Residência terapêutica Grupo de auto-ajuda Instituição de redução de danos Outra Total Figura 87: Classificação das instituições governamentais que realizam tratamento De acordo com a Figura 88. com 110 (12. 100 100 100 100 100 Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento. 2 (0. 11 1. como os Hospitais Gerais.6 31. 92 .2 17 7 0 35 1. aproximadamente. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total 3.6 389 221 28 925 31. 611 67.7% ) não-governamentais.5 3.7 53. Tabela 42: Atividades realizadas quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit. totalizando 91 (23.1 59.

12 42.6 68.2%) são governamentais e 64 (84.2 64 84.6 1 2. N % cit.8 55.9 Figura 88: Classificação das instituições não-governamentais que realizam tratamento Ao se analisar o cruzamento da classificação da instituição com a sua natureza governamental e não-governamental. 1 3.5 0.4 20 4 48 110 22 127 931 13. percebe-se que das 76 instituições de tratamento que se classificam como hospitais psiquiátricos. psicoterapia de grupo.4 7 63.3 GovernaNãomental governamental N % cit..8 4 9.6 12.4%).1%).4 30.6 95.6 1 2.7 31.6 0 2 1. conforme apresentado na Tabela 43.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .4 0.5 5.9 15 53.2 2.9 2. tratamento ambulatorial.1 10 13. As maiores porcentagens foram para os tratamentos nas modalidades de psicoterapia individual 296 (76.2 8 57.6 7.4 39 95.6 9 1.3%)..3.6 14.7 0.2 96 88. e psicoterapia familiar. 10 (13.1 6 42.3 Total N % cit.3 0 0 1.(NAPS) Residência terapêutica Grupo de auto-ajuda Instituição de redução de danos Outra Total N 15 39 64 6 7 469 20 4 48 110 22 127 850 % 1.8 49. Tipos de tratamento oferecidos Na Figura 89.1 131 91 2 12 10 124 414 85. 28 100 41 100 76 100 14 100 11 100 483 100 153 95 50 124 32 256 1 363 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Clínica particular Hospital psiquiátrico Hospital geral Hospital-dia Comunidade terapêutica Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas-CAPS-ad Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) / Núcleo de Atenção Psicossocial (NAPS) Residência terapêutica Grupo de auto-ajuda Instituição de redução de danos Outra Total 3.9 4 36.9 469 97. 289 (74.8 4.3 48.1 4. 231 (59.4 2 2. 93 .6 0 0 0 0 5 1 2 0 0 2 0 5 18 1. Tabela 43: Classificação das instituições que realizam tratamento quanto à natureza Não resposta N % cit.7 68. 280 (72%). é possível observar os tipos de tratamento mais oferecidos aos dependentes de álcool e outras drogas nas instituições de natureza governamental. Não resposta Clínica particular Hospital psiquiátrico Hospital geral Hospital-dia Comunidade terapêutica Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad) Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) / Núcleo de Atenção Psic.2%) são não-governamentais.

8 44.3 13.1 8.1 59. e psicoterapia familiar.9 14.1%). psicoterapia individual.1 Figura 90: Tipos de tratamento oferecidos pelas instituições não-governamentais de tratamento Na Tabela 44. 535 (62.6 49.8 11.3%).8%) são governamentais e apenas 49 (34.1 56. Outro tipo de tratamento que está 94 .3 24.7 Figura 89: Tipos de tratamento oferecidos pelas instituições governamentais de tratamento De acordo com a Figura 90.8 4.1 34.7 5. 375 (44. 483 (56.9 4.Tratamento. nas instituições não-governamentais os tipos de tratamento mais oferecidos foram: internação em comunidade terapêutica. ao se analisar o cruzamento do tipo de tratamento oferecido com a natureza da instituição de tratamento.8%).1 23.1 55.4 62.9 12. 417 (49.2 35 76.3 5.6 28. destaca-se entre as instituições governamentais a internação em Hospital Geral.4 23. psicoterapia de grupo.1 15.4 72 11. recuperação e reinsercão social Não resposta Tratamento ambulatorial Internação em pronto-socorro Internação em hospital geral Internação em hospital psiquiátrico Internação em hospital-dia Internação em comunidade terapêutica Internação domiciliar Grupos de auto-ajuda Psicoterapia individual Psicoterapia familiar Psicoterapia de grupo Terapia comunitária Outro Total N 11 289 52 90 93 50 55 32 136 296 231 280 43 135 389 % 2. grupos de auto-ajuda. 470 (55.1%).9%). pois das 141 instituições que realizam esse tipo de tratamento. N Não resposta Tratamento ambulatorial Internação em pronto-socorro Internação em hospital geral Internação em hospital psiquiátrico Internação em hospital-dia Internação em comunidade terapêutica Internação domiciliar Grupos de auto-ajuda Psicoterapia individual Psicoterapia familiar Psicoterapia de grupo Terapia comunitária Outro Total 14 245 40 49 96 46 535 39 417 483 375 470 205 128 850 % 1.8 74.8%) não-governamentais. 90 (63.

9 5 2 43 17 3 1.2 88.8 39 54.9 535 89. a participação da família é prevista em 343 (88.2 1 1. conforme a Figura 92.6 7 1.8 245 45.4 136 24.4 32 44.9 2 1.8 62 1.7 100 Não resposta Sim Não Total Figura 91: Participação da família no tratamento em instituições governamentais Nas instituições não-governamentais..1 135 50.0%) não-governamentais.3 483 61. Participação da família no tratamento A Figura 91 mostra a participação da família no tratamento do dependente de álcool e outras drogas em instituições governamentais. N Não resposta Sim Não Total 22 798 30 850 % 2. 798 (93.1 280 36.5 1 1. também se nota uma maior quantidade de instituições que prevêem a participação da família.7 46 46.1 93 48.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .4.9 3. Tabela 44: Tipos de tratamentos oferecidos de acordo com a natureza da instituição Não Governaresposta mental N % cit.9 Nãogovernamental N % cit.3 6 1. enquanto apenas 30 (3.2 1 793 35.4 375 61.9%).2 2 2 50 51 6 1 55 9. Considerando o total de instituições governamentais.4 90 63.7 8 1.8 96 49. N % cit.8 11 42.2 5. 43 (17%) são instituições governamentais e 205 (81.8 4 2.4 40 43 49 34.2%) e somente em 22 (5.6 93. ganhando espaço é a terapia comunitária.1 3 142 62.5 100 Figura 92: Participação da família no tratamento a usuários em instituições não-governamentais 95 .2 417 74.4 8 1.7%) não há previsão dessa participação.1 231 37.9 Total N 26 540 93 141 193 98 596 72 561 787 613 758 253 266 4 997 % cit.1 52 55.2 8 1 296 37. 14 53.2 470 62 205 81 128 48.5%) instituições que realizam tratamento não prevêem essa participação. Das 253 instituições que oferecem essa modalidade de tratamento. 1 3. N 24 343 22 389 % 6..1 289 53. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Tratamento ambulatorial Internação em pronto-socorro Internação em hospital geral Internação em hospital psiquiátrico Internação em hospital-dia Internação em comunidade terapêutica Internação domiciliar Grupos de auto-ajuda Psicoterapia individual Psicoterapia familiar Psicoterapia de grupo Terapia comunitária Outro Total 3.

Tabela 45: Participação da família no tratamento de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.5 0.4 14.0 1 157 100 30 57.0%) não-governamentais. Não resposta Diariamente Semanalmente Quinzenalmente Mensalmente Eventualmente Outros Não são permitidas visitas Total N 119 109 190 122 284 21 6 5 850 % 14.0 12.1 16 1.3 389 31.1 1.7 0.5 Figura 93: Participação da família no tratamento de acordo com a natureza da instituição Em relação às instituições não-governamentais. 22 46.4 Governamental N % cit.8 22.8 3.4 39.6%) são governamentais e 798 (69.0 17 1. 343 (29. Das 1.6 9.1 343 29.6%).6 22 42. N Não resposta Diariamente Semanalmente Quinzenalmente Mensalmente Eventualmente Outros Não são permitidas visitas Total 126 154 39 9 10 38 12 6 389 % 32. foi observada em 6 (1.Tratamento.4 33.157 instituições de tratamento que prevêem essa participação.6 10.7 52 100 850 67. recuperação e reinsercão social A Tabela 45 analisa a distribuição das respostas referentes à participação da família no tratamento de acordo com a natureza da instituição.0 2. N % cit.4 0 0. totalizando 154 (39.5%) instituições governamentais.3 2. conforme a Figura 94. 24 51.8 47 100 798 69. A alternativa não são permitidas visitas. 1 2.6 Figura 94: Freqüência de visitas da família em instituições não-governamentais de tratamento 96 .7 1 256 100 Não resposta Sim Não Total 3. Freqüência de visitas da família A Figura 93 revela que a maioria das instituições governamentais permite visitas diárias aos pacientes internados.0 NãoTotal governamental N % cit.5.4 2. as freqüências de visita familiar adotadas pela maior parte das instituições são a mensal e a semanal.

100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Diariamente Semanalmente Quinzenalmente Mensalmente Eventualmente Outros Não são permitidas visitas Total 3. 5 2 3 1.4 28.6 154 57. com 110 (28. 97 .Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9 109 41 39 16.8 4 1.9 1 0. Tabela 46: Freqüência de visitas da família de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.6 0.º dia de internação em 288 instituições (33.3 6 54..9 190 82.3 2 3.3 GovernaNãomental governamental N % cit. Permissão para início das visitas Na Figura 95 é apresentada a etapa do tratamento a partir da qual são permitidas visitas aos pacientes nas instituições de natureza governamental.8 2.4 284 95.3 2.3%) ocorrências.3%) são em instituições não-governamentais e 10 (3.1 856 67. destaca-se a permissão de visitas diárias. N % cit. em que.9%).4 Não resposta Desde o início da internação A partir do 7º dia da internação A partir do 15º dia da internação A partir do 30º dia da internação A partir do 60º dia da internação A partir do 90º dia da internação em diante Outro Total Figura 95: Permissão para início das visitas nas instituições governamentais de tratamento Nas instituições não-governamentais.4 12 66. Percebe-se a importância dada pelas instituições não-governamentais que responderam o questionário em manter o paciente afastado do contato com a família no primeiro mês de internação. Observa-se o elevado índice de não resposta.3 21 34. conforme Figura 96. A alternativa mais citada foi desde o início da internação. A Tabela 46 se refere à distribuição da freqüência permitida de visitas de familiares de acordo com a natureza da instituição. das 266 respostas obtidas¸ 154 (57. N 169 110 9 7 10 1 0 87 389 % 43. 298.4 119 47.3 9 6.1 2 0.6. 126 50.4 10 3.3 1. Percebe-se a maior ocorrência de visitas mensais. sendo que.6 Total N 250 266 231 132 298 61 18 11 1 267 % cit.7 6 33.5 5 45.9%) referem-se a instituições governamentais e 109 (41.0%) a não-governamentais.4%) em instituições governamentais. Em segundo lugar. 169 (43..8 122 92. desse total.3 38 62. 284 (95. as visitas são permitidas a partir do 30.4%).3 0 0 0 0 17 1.3 0 22.5 394 31.

1 148 56.6 4 1.6 2. tanto nas instituições governamentais como nas nãogovernamentais. recuperação e reinsercão social Não resposta Desde o início da internação A partir do 7º dia da internação A partir do 15º dia da internação A partir do 30º dia da internação A partir do 60º dia da internação A partir do 90º dia da internação em diante Outro Total N 132 148 59 119 288 14 23 92 850 % 15.7 9 13 59 85.7 10.5 17. 4 1.9 14 33.2 2 1.6 875 68.Tratamento.7.1 17 1.3 110 42.7 14 93.3 288 95.4 6.9 1. 98 .4 132 43.1 Total N % cit.3 GovernaNãomental governamental N % cit.4 1 6. 169 55. N % cit.3 0 0 23 95. Motivos para a busca de tratamento As Figuras 97 e 98 mostram que.1 92 50. 305 100 261 100 69 100 128 100 302 100 15 100 24 100 181 100 1 285 100 Não resposta Desde o início da internação A partir do 7º dia da internação A partir do 15º dia da internação A partir do 30º dia da internação A partir do 60º dia da internação A partir do 90º dia da internação em diante Outro Total 3. seguidos dos transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas.4 2 1.3 3 1. prevalecem os atendimentos decorrentes dos transtornos causados pelo uso/ abuso/dependência de álcool.3 0 0 1 4.8 393 30.8 Figura 96: Permissão para início das visitas nas instituições não-governamentais de tratamento A Tabela 47 apresenta o cruzamento das respostas referentes à etapa do tratamento a partir da qual é permitida a visita aos pacientes de acordo com a natureza da instituição.8 87 48.5 119 93 10 3.5 7 5.1 1 1. Tabela 47: Permissão para início das visitas nas instituições de tratamento de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.

6 Figura 98: Motivos para busca de atendimento nas instituições não-governamentais de tratamento Na distribuição dos motivos da busca pelo tratamento de acordo com a natureza da organização. percebe-se que.4 12. 175 (31.3%) instituições.4 91.1 Figura 97: Motivos para busca de atendimento nas instituições governamentais de tratamento Na Figura 98.5 23. observa-se que os atendimentos decorrentes dos transtornos causados pelo uso/abuso/dependência do tabaco são realizados por 368 (43. Tabela 48.9 25. N Não resposta Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de álcool Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas Intoxicação aguda causada por qualquer substância psicoativa Problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Problemas clínicos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Outros Total 20 777 368 761 203 254 215 73 850 % 2. aparecendo em terceiro lugar nas instituições não-governamentais.4 43. das 549 instituições que realizam atendimento dos transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco.7 37 75..9%) não-governamentais.3 8. 99 .9 29.3 49.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Não resposta Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de álcool Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas Intoxicação aguda causada por qualquer substância psicoativa Problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Problemas clínicos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Outros Total N 17 327 175 310 144 293 192 47 389 % 4..4 84.1 45 79.0%) não-governamentais. das 553 instituições que realizam esse atendimento.9%) são governamentais e 368 (67.3 89. 293 (53%) são governamentais e 254 (45. Em relação aos problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e outras drogas.

Requisitos para atendimento O requisito mais citado para o tratamento nas instituições governamentais (figura 32) e não-governamentais (figura 99) é a concordância do paciente. enfermeiros.8 38.9 52.6 40.6 1.6 368 761 203 254 215 73 2 671 67.4 175 310 144 293 192 47 1 505 31.1 15.2 49.7 45.8%) instituições.3 54.2 72. respectivamente.4 1. Na Figura 99 observa-se que.3 6 13 5 6 3 2 51 1.2%) e 729 (85.5 35.6 15 1. em segundo lugar.9 28. essa ocorrência é inversa. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Transtornos causados pelo uso/abuso/ dependência de álcool Transtornos causados pelo uso/abuso/ dependência de tabaco Transtornos causados pelo uso/abuso/ dependência de outras drogas Intoxicação aguda causada por qualquer substância psicoativa Problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Problemas clínicos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Outros Total 3.4%) citações.4 59. 474 (17%). em segundo lugar.7 1.5%).2 GovernaNãomental governamental N % cit.2 Total N 38 1 119 549 1 084 352 553 410 122 4 227 % cit. aparecendo. 100 .5 33.2 57. 17 44. com 596 (21.4 48.1 0.2 777 69. entre outros) Autorização judicial Concordância do paciente Compromisso da família no acompanhamento do tratamento Não há requisitos Outros Total Figura 99: Requisitos para atendimento nas instituições governamentais de tratamento Nas instituições não-governamentais.1 1. seguido do compromisso da família no acompanhamento do tratamento.2 21. o compromisso da família no acompanhamento do tratamento.6 327 29. recuperação e reinsercão social Tabela 48: Motivos para busca de atendimento de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.2 1.Tratamento.1%). nas instituições governamentais é citado o encaminhamento formal de profissionais de outras instituições.7 20 52. 1 2.9 53 46. N 21 188 212 129 281 191 59 84 389 % 5. totalizando 281 (72.0 70.8 63. 212 (54. assistentes sociais. seguido pelos encaminhamentos formais de profissionais de outras instituições. 191 (49. conforme apresentado na Figura 100. N % cit.6 Não resposta Indicação médica formal Encaminhamento formal de profissionais de outras instituições (psicólogos.8.

9 0.6 71. podem-se observar as abordagens terapêuticas mais utilizadas nas instituições governamentais e não-governamentais.. 46 100 596 100 697 100 Não resposta Indicação médica formal Encaminhamento formal de profissionais de outras instituições (psicólogos.9. enfermeiros. Tabela 49: Requisitos para atendimento nas instituições de tratamento Não resposta N % cit. entre outros) Autorização judicial Concordância do paciente Compromisso da família no acompanhamento do tratamento Não há requisitos Outros Total 5 14 11 1 2 56 1.7 47. 21 45.8 61.4 0.6 Governamental N % cit.8 46. apenas 129 (25.9 1.2 74.2 11 1.8 70. assistentes sociais.5 16 Figura 100: Requisitos para atendimento nas instituições não-governamentais de tratamento Na Tabela 49. respectivamente. entre outros) Autorização judicial 374 Concordância do paciente 729 Compromisso da família no acompanhamento do tratamento 596 Não há requisitos 55 Outros 136 Total 850 % 2. 24 52.8 44 85. 474 assistentes sociais. enfermeiros.1 374 729 596 55 136 2 785 73.3 69.7 55.4%) são governamentais e 374 (73. N Não resposta 24 Indicação médica formal 397 Encaminhamento formal de profissionais de outras instituições (psicólogos.4 Nãogovernamental N % cit.4 1.9 51. 101 .4 23.3 37.1 6. 1 2.4 27.2 397 66. Abordagens terapêuticas Nas Figuras 101 e 102.8 11 1.6%) não-governamentais.5 212 30.5 508 1 024 798 115 222 4 006 100 100 100 100 100 100 3.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 29.. observa-se que em relação às 508 instituições que citaram como requisito autorização judicial.6 474 68 Total N % cit.4 129 281 191 59 84 1 165 25.7 188 31.0 1.

sendo 42 (14.3 37. grupos de prevenção da recaída. com 553 instituições.7 28.5 15.1%) realizadas por instituições não-governamentais. Apesar da redução de danos ser a abordagem menos utilizada pelas instituições não-governamentais. e terapia comunitária que obteve 290 respostas.2 63.6 43. Outros dados relevantes mostram que o aconselhamento motivacional é oferecido por 751 instituições. 102 .12 passos Grupo de prevenção da recaída Aconselhamento motivacional Terapia ocupacional / oficinas terapêuticas Terapia comunitária Redução de danos Outras Total Figura 102: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições não-governamentais de tratamento A Tabela 50 mostra a distribuição das abordagens utilizadas pelas instituições de tratamento de acordo com a natureza da instituição. 308.8 47.0%) nãogovernamentais.0%) não-governamentais.6 38. 147 (26.5 57.8 65.6 72.1 10. 186 (24.4 64.12 passos Grupo de prevenção da recaída Aconselhamento motivacional Terapia ocupacional / oficinas terapêuticas Terapia comunitária Redução de danos Outras Total N 19 317 308 247 225 233 301 48 147 186 261 42 164 54 389 % 4.6%) governamentais e 398 (72. 164 (53.8 42.5%) realizadas por instituições governamentais e 244 (84.7 16.4 12.6 45.8 59. recuperação e reinsercão social Não resposta Psicoterapia individual Psicoterapia em grupo Psicoterapia familiar Assistência médica clínica Assistência médica farmacológica Assistência médica psiquiátrica Método Minessota .5 46.8%) governamentais e 556 (74.6 26.5 79.8 67.2 70.2 13. dentre as instituições que adotam este tipo de abordagem.9 81.9 54.2%) são governamentais e 140 (45.2 Não resposta Psicoterapia individual Psicoterapia em grupo Psicoterapia familiar Assistência médica clínica Assistência médica farmacológica Assistência médica psiquiátrica Método Minessota .9 77.9 Figura 101: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições governamentais de tratamento N 19 600 620 464 371 226 328 387 398 556 550 244 140 129 850 % 2.5%) são não-governamentais.Tratamento.

4 30.3 48 10.3 225 37.7 620 66 464 64.7 42 14.3 7 1.1 8 1.8 244 84. N Não resposta Acompanhamento social Acompanhamento familiar Grupo de auto-ajuda Grupo de apoio em geral Assistência religiosa Assistência jurídica Assistência previdenciária Realização de atividades físicas. Tabela 50: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições governamentais de tratamento quanto à natureza Não resposta N % cit.8 Figura 103: Tratamentos complementares realizados pelas instituições governamentais de tratamento 103 .3%) respostas entre as instituições governamentais e 656 (77.5 Total N 40 928 939 720 603 464 637 442 553 751 823 290 308 185 7 683 % cit.3 2 1.2 5 1.2 308 32. e o acompanhamento social.6%).0 11 1.8 15.9 147 26.2 9 1.4 68.0 550 66.6 76.3 55.5 164 53.5 129 69.4 9 1.6 186 24. esportivas. Tratamentos complementares oferecidos As Figuras 103 e 104 mostram os tipos de tratamentos complementares oferecidos pelas instituições governamentais e não-governamentais. obtendo 297 (76. são também bastante utilizados como tratamento complementar nas instituições não-governamentais. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Psicoterapia individual Psicoterapia em grupo Psicoterapia familiar Assistência médica clínica Assistência médica farmacológica Assistência médica psiquiátrica Método Minessota .3 Governamental N % cit. de lazer e culturais Atividades agrícolas/jardinagem Atividades de artesanato Visita domiciliar Outras Total 25 267 297 138 121 36 38 60 196 118 216 273 42 389 % 6.5 4 1.5 70..6 8 1.5 31.5 387 87.4 50.3 35. 19 47.7 5 032 65.4 371 61.8 247 34.2 12 1.1 9.6 398 72. 19 47.4 4 1.5 600 64.. Observa-se na Figura 104 que a visita domiciliar.2%).1 99 1. 273 (70.2 Nãogovernamental N % cit.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .1 140 45.2 54 29.3 7 1.8 261 31.2 11 1. 2 5.10.12 passos Grupo de prevenção da recaída Aconselhamento motivacional Terapia ocupacional / oficinas terapêuticas Terapia comunitária Redução de danos Outras Total 3.3 9.2 2 552 33. 267 (68. respectivamente.3 233 50.7 328 51.2%) entre as não-governamentais.2 10.5 226 48. Pode-se observar nas duas Figuras que o acompanhamento familiar é o mais oferecido.5 317 34.0 556 74.2 301 47.

8 1. 25 50.2 68.7 92.8 48.0 74.2 45.0 8 11 9 9 8 1 1 10 8 9 9 1 85 1.2 68 22.7 1.7 23.0%) instituições.4 1.0 267 297 138 121 36 38 60 196 118 216 273 42 1 827 38.3 26.4 1. 465 (54. 1 2.0 Total N 50 691 964 701 514 622 227 237 754 591 660 684 141 6 836 % cit. observa-se que.5 54.7 39. Tabela 51: Tratamento complementar realizado de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.7 51.7 25.3 1. após o acompanhamento familiar.7 65.5 Não resposta Acompanhamento social Acompanhamento familiar Grupo de auto-ajuda Grupo de apoio em geral Assistência religiosa Assistência jurídica Assistência previdenciária Realização de atividades físicas.7 78.8 74. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Acompanhamento social Acompanhamento familiar Grupo de auto-ajuda Grupo de apoio em geral Assistência religiosa Assistência jurídica Assistência previdenciária Realização de atividades físicas. 548 (64. de lazer e culturais Atividades agrícolas/jardinagem Atividades de artesanato Visita domiciliar Outras Total Figura 104: Tratamentos complementares realizados pelas instituições nãogovernamentais de tratamento Na Tabela 51.0 32.3 72.0 79. N 24 416 656 554 384 578 188 176 548 465 435 402 98 850 % 2.7 64.9 29. N % cit.2 65.7 416 656 554 384 578 188 176 548 465 435 402 98 4 924 60.1 1.2%).1 20.Tratamento.3 1. também são realizadas por mais da metade dessas instituições.5 5.4 0.9 77.9 58.6 30.2 GovernaNãomental governamental N % cit.3 0.7%) e de artesanato.8 26.9 82.0 24 48.8 16.8 19. 554 (65. observa-se a distribuição do tratamento complementar oferecido de acordo com a natureza das instituições. os tratamentos complementares mais freqüentemente oferecidos são a assistência religiosa. recuperação e reinsercão social Na Figura 104.2 1.0 20.5 72.3 11.2 47. de lazer e culturais Atividades agrícolas/jardinagem Atividades de artesanato Visita domiciliar Outras Total 104 . esportivas. 435 (51. Atividades agrícolas/jardinagem.5%).8 69. realizada por 578 (68. esportivas. entre as instituições não-governamentais. e a realização de atividades esportivas.2%).4 1. grupo de auto-ajuda.3 0.

4%) instituições governamentais encaminham os pacientes.4%) respostas. N Não resposta Sim Não Total 84 519 247 850 % 9. como pode ser observado na Figura 106.12.1 29.6 17 1. visando a sua reinserção social. Atendimento a situações específicas A Figura 107 retrata os atendimentos realizados a pacientes que apresentam outros transtornos físicos e mentais além do abuso/dependência de drogas nas instituições governamentais. 235 (30. 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Total 3.2 6 1.11. considerando-se que essa reinserção abrange não só os encaminhamentos para o mercado de trabalho. mas também a inserção do usuário/dependente na família e na sociedade. 2 1.1%) encaminham os pacientes. Observa-se que os atendimentos a pacientes com comprometimento psiquiátrico prevalecem sobre os demais..4 Governamental N % cit. visando a sua reinserção social.6 850 67.6%) são não-governamentais. 36 29.1 100 Figura 106: Encaminhamentos para a reinserção social das instituições não-governamentais de tratamento Das 763 instituições.3 100 Não resposta Sim Não Total Figura 105: Encaminhamentos para a reinserção social das instituições governamentais de tratamento Entre as instituições não-governamentais. N 36 235 118 389 % 9.8 118 31.4 30. 371.. obtendo 309 (79. Tabela 52: Encaminhamentos para reinserção social de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.3 60.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Encaminhamentos para a reinserção social Percebe-se. Já em relação ao total de instituições que não realizam reinserção social. 105 . na Figura 105. que 235 (60. que realizam atividades de reinserção social do usuário/ dependente.9 61.8 389 31 Nãogovernamental N % cit. Tabela 52. 519 (61.7 Total N 122 763 371 1 256 % cit.6 9 1.8%) são governamentais e 519 (68%) não-governamentais. 3. 118 (31.9 519 68 247 66.5 235 30.8%) são governamentais e 247 (66. 84 68.

sendo 204 (36.4 Não resposta Pacientes com comprometimento clínico Pacientes com comprometimento psiquiátrico Pacientes portadores de HIV/Aids Pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite Pacientes com deficiência física.4 61. visual e/ou múltipla Outras Não são atendidos pacientes em situações específicas Total Figura 108: Atendimento de situações específicas nas instituições não-governamentais de tratamento Observa-se.6 41.7 62.3%) não-governamentais. N 55 355 321 481 354 348 105 148 850 % 6.8 56. conforme Figura 108.4 17.5%) são governamentais e 354 (61. auditiva. Em relação a pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite.1%) não-governamentais.7%) são governamentais e 481 (66. visual e/ou múltipla Outras Não são atendidos pacientes em situações específicas Total N 26 243 309 238 217 204 38 23 389 % 6. As instituições que atendem pacientes com deficiência física.1%) não-governamentais. recuperação e reinsercão social Não resposta Pacientes com comprometimento clínico Pacientes com comprometimento psiquiátrico Pacientes portadores de HIV/AIDS Pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite Pacientes com deficiência física. visual e/ou múltiplas somam 559. auditiva.5 41.8 52. que das 728 instituições que realizam atendimentos a pacientes portadores de HIV/Aids. 217 (37.4 9. auditiva.Tratamento.6 40.5 79. observa-se um certo equilíbrio nos atendimentos a situações específicas.9 Figura 107: Atendimento de situações específicas nas instituições governamentais de tratamento Nas instituições não-governamentais.8 37.2 55. 238 (32. na Tabela 53. aparecendo em primeiro lugar atendimento a pacientes portadores de HIV/Aids com 481 (56.6%) respostas.8 5.9 12. 106 .5%) governamentais e 348 (62.

6 40. conforme Figura 110.9 23.4 100 Média = 1 995. possuem menos de oito anos de funcionamento.1 1.1. visual e/ou múltiplas Outras Não são atendidos pacientes em situações específicas Total 4 7 7 9 8 7 0 3 45 % cit.1 62. 30. 64. somando 336 (39.9 52.3 0 1. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 61.5 36.6%) respostas.7 5.1. Em seguida aparecem as instituições criadas a partir do ano 2000 ou mais.1 61. N Não resposta Anterior a 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 47 22 23 93 204 389 % 12.2 1.7 58.6 13.99 Desvio-padrão = 18.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .. Percebe-se que 204 (52. a maior ocorrência é de instituições criadas entre 1990 e 1999.3 Governamental N 26 243 309 238 217 204 38 23 1 298 % cit. Informações institucionais 4.. Esse resultado deve-se a regulamentação dos CAPS ter ocorrido a partir de 2002.1.14 Figura 109: Ano de criação das instituições governamentais de tratamento Nas instituições não-governamentais que desenvolvem atividades de tratamento.7 1.5%).1 Total N 85 605 637 728 579 559 143 174 % cit. Tabela 53: Atendimento de situações específicas de acordo com a natureza das instituições Não resposta N Não resposta Pacientes com comprometimento clínico Pacientes com comprometimento psiquiátrico Pacientes portadores de HIV/AIDS Pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite Pacientes com deficiência física.4 1. Características da instituição 4.7 37.3 73.1 5.7 1.4 66.7 50.5 26.2 37 Nãogovernamental N 55 355 321 481 354 348 105 148 2 167 % cit. 107 .4%) instituições passaram a funcionar a partir do ano 2000 ou em data mais recente.5 32. ou seja.2 48. com 235 (27. auditiva. 4. Tempo de funcionamento A Figura 109 retrata o ano em que as instituições governamentais que realizam atividades de tratamento começaram as suas atividades.7 3 510 4.4 85.2 1.

4 Figura 111: Abrangência das atividades das instituições governamentais 108 .3 22 19.6 23 16.7 8 1. em um total de 257 (66. N Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o País Abrange outros países Outra abrangência Total 3 0 257 50 13 6 99 389 % 0. 47 37.6 389 31 NãoTotal governamental N % cit.8 10.5 126 100 90 80. que passaram a funcionar a partir de 2000.41 Desvio-padrão = 13.6%) são governamentais e 235 (52.8%) não-governamentais.7 1 256 100 Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 4.4 Governamental N % cit.4 112 100 114 82.5%) são governamentais e 336 (77. 204 (45. 93 (21.6%) são não-governamentais. Das 447 instituições que estão em funcionamento há menos de oito anos.2 0 0.9 3.5 93 21.0 2 1.66 Figura 110: Ano de criação das instituições não-governamentais de tratamento A Tabela 54 mostra a distribuição do ano de criação de acordo com a natureza das instituições de tratamento.5 25. 75 59.6 13. Abrangência territorial da instituição Na Figura 111.Tratamento.5 27.3 1. recuperação e reinsercão social Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total N 75 90 114 336 235 850 % 8.8 0 66.8 17 1. N % cit.1%) instituições.1. 4 3.1 12.8 432 100 235 52. ou seja. Tabela 54: Ano de criação de acordo com a natureza das instituições de tratamento Não resposta N % cit. percebe-se que a maioria das instituições governamentais que realiza atividades de tratamento possui como área de abrangência todo o município ou cidade.6 100 Média = 1 992.5 204 45.0 139 100 336 77.4 3 0.6 447 100 850 67.4 39.2. Já das 432 instituições que foram criadas entre 1990 e 1999.

4 42. Localização da instituição de tratamento Na Figura 113.1 Nãogovernamental N % cit.3%) instituições estão localizadas na área rural.4%) se referem às instituições governamentais e 365 (95. observa-se que do total de 433 instituições cujas atividades abrangem todo o município ou cidade. das 382 respostas.3 Governamental N % cit.5 24.8 99 41.6 2 0. 378 (97.2%) não-governamentais. e somente 9 (2. 5 31.4 50 19.4 Figura 112: Abrangência das atividades das instituições não-governamentais Na Tabela 55.1.5 1 0. 3 18.4 4 1 1 2.3 428 31..8 0 0 257 59.5 31 81. 8 50.6 Total N 16 10 433 258 382 38 240 1 377 % cit.9 931 67.3 0.3 10 100 174 40.2 2.2%).4 13 3.8 18 1. 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o País Abrange outros países Outra abrangência Total 4..3 100 Figura 113: Localização da instituição governamental 109 .6 139 57.6 1. pode-se perceber que as instituições governamentais que realizam atividades de tratamento estão localizadas na área urbana.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 0 0 2 0.2 20. Tabela 55: Abrangência das atividades da instituição de tratamento de acordo com a natureza Não resposta N % cit.4 6 15. Em relação às instituições cujas atividades abrangem todo o país. A Figura 112 revela que 365 (42.5%).3 97.9 3.4%) são governamentais e 174 (40.2 365 95. 257 (59.2 207 80. se referem às não-governamentais.6 16.9%) instituições que realizam atividades de tratamento abrangem todo o País. 13 (3.3. N Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o País Abrange outros países Outra abrangência Total 5 10 174 207 365 31 139 850 % 0. N Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 1 378 9 1 389 % 0.

1 17 100 519 57. O número de instituições que presta atendimento específico aos pacientes do sexo masculino soma apenas 15 (3.7 1 256 100 Não resposta Área urbana Área rural Área Urbana e rural Total 4. que 370 (95. N Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 1 15 3 370 389 % 0.6 3 1 1 2.1 5 0.8 17 1.9 378 41.3 3.1%) instituições prestam atendimentos a ambos os sexos.5 902 100 289 96.9%) são governamentais e 519 (57.9%) e.5%) não-governamentais.1 34 4 100 Figura 114: Localização da instituição não-governamental A Tabela 56 revela que.9 61.1. Tabela 56: Localização da instituição de tratamento quanto à natureza Não resposta N % cit.4 Governamental N % cit. observa-se. recuperação e reinsercão social A Figura 114 mostra que. das 902 instituições que realizam atividades de tratamento localizadas na área urbana. 378 (41.8%) instituições se encaixam nessa categoria. na Figura 115.1%) estão localizadas na área urbana e 289 (34%) estão localizadas na área rural. N Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 8 519 289 34 850 % 0.8 95. 1 5. apenas 3 (0.9 0. quando se observa a quantidade de instituições que presta atendimento específico ao sexo feminino.4 36 100 850 67. em relação às instituições não-governamentais. N % cit. 9 (3%) se referem às instituições governamentais e 289 (96%) se referem às instituições não-governamentais.9 9 3 1 2. Sexo da população atendida Sobre o público-alvo atendido pelas instituições governamentais.1 100 Figura 115: Sexo do público alvo atendido pelas instituiçãos governamentais 110 .4. ao distribuir os dados de localização das instituições de acordo com a sua natureza.8 389 31 NãoTotal governamental N % cit. 8 47. Já das 301 instituições localizadas na área rural. 519 (61. 8 47.Tratamento.0 301 100 34 94.

7 91.6 394 95.0 1 10. N % cit. N Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 4 105 234 353 355 297 389 % 1. 100 100 100 100 100 Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 4.7%) respostas.4 4. Faixa etária da população atendida Observa-se. Em seguida. com 355 (91.2%) instituições.8 100 Figura 116: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais A Tabela 57 mostra que das 412 instituições que afirmaram prestar atendimento somente ao sexo masculino.6 3 7 40 93 370 46.1 46. o atendimento concentra-se nas faixas etárias de 25 a 59 anos e de 18 a 24 anos. respectivamente. e os adolescentes com um total de 234 (60. As instituições que indicaram prestar atendimento específico ao sexo feminino somam apenas 43.6%) não-governamentais.7 Total N 10 412 43 791 1 256 % cit..0 27 60. 8 80. Tabela 57: Sexo do público-alvo atendido pela instituição de tratamento de acordo com a natureza Não resposta N % cit.1.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . sendo 3 (7%) instituições governamentais e 40 (93%) não-governamentais.4 GovernaNãomental governamental N % cit.3 Figura 117: Faixa etária da população atendida por instituição governamental 111 .3%) e 353 (90. o público mais atendido são os idosos a partir de 60 anos de idade. percebe-se que 415 (48. nas instituições governamentais.2 90.3%) instituições. pois apenas 40 (4.0 15 3. N Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 1 394 40 415 850 % 0.0 3 0.4%) atendem somente pessoas do sexo masculino.8 17 1. 1 10. que.8 415 52.8%) prestam atendimentos a ambos os sexos e que 394 (46. Percebe-se que não há muitas instituições voltadas para o atendimento especifico das mulheres.7%) instituições realizam esse atendimento.3 76.5 389 31 850 67.7 0 0 6 0.. Nas instituições não-governamentais que realizam atividades de tratamento. na Figura 117.5. somando um total de 297 (76.6%) são governamentais e 394 (95.7 48. 15 (3. de acordo com a Figura 116.

6.1 53.8 355 31 783 68.1 486 66.4 8 1.1 16.8 9 0.1%) respostas.8 353 30.3 5 0.2 92.6%).7 Total N 13 251 728 1 152 1 147 758 4 049 % cit. 486 (57. Das 251 instituições que prestam atendimento a crianças. N % cit. 234 (32. 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 4.0 1 348 33.2%).4%) não-governamentais.1%) são governamentais e 468 (66.2 456 60. 790 (92. 8 61.6 790 68. 105 (41. 112 . respectivamente.1. compreendida entre as idades de 18 e 59 anos.5 4 30. porém. N % cit.9 92.6 Figura 118: Faixa etária da população atendida por instituição não-governamental Na Tabela 58. ocorrendo de forma inversa às governamentais. das 728 instituições que atendem adolescentes.8%) são governamentais e 144 (57.7 297 39.1 234 32.3 2 660 65. e aos adolescentes de 12 a 17 anos de idade.9 57.8%) são não-governamentais.Tratamento. Em seguida. somando. N Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 1 144 486 790 783 456 850 % 0. recuperação e reinsercão social A Figura 118 mostra que. o atendimento também está concentrado nas faixas etárias de 18 a 24 anos e de 25 a 59 anos.8 1 7. nas instituições não-governamentais.9%) e 783 (92. aparecem os atendimentos prestados aos idosos. Percebe-se que 168 (43.6 9 0. Média mensal de atendimentos A Figura 119 mostra a média mensal de atendimentos realizados pelas instituições governamentais.2 41 1. Tabela 58: Faixa etária da população atendida de acordo com a natureza da instituição Não GovernaNãoresposta mental governamental N % cit.2%) instituições governamentais que desenvolvem atividades de tratamento realizam de 100 a 499 atendimentos por mês.8 144 57. 456 (53.7 2 0. observa-se que a maioria das instituições prestam atendimento à população adulta.8 105 41.

48 Mín = 4 Máx = 10 000 Figura 119: Média mensal de atendimentos nas instituições governamentais Na Figura 120. 109 54.8%) não-governamentais. É interessante observar que.0 100 Média = 483. do total de 598 instituições que realizam menos de 100 atendimentos por mês. das 329 respostas obtidas.7 43.7% Total N 202 598 329 70 28 18 11 1 256 % cit.8% 61.3% 0. nas instituições governamentais.2 9.3% 6 33.8% 3. Tabela 59: Média mensal de atendimentos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit. Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1. nota-se que.9%) são governamentais e 32 (45..000 a 1.1% 69 11.000 a 4.000 a 1.999 De 2.3 17.000 a 4.8% 1.999 De 2.6%) às não-governamentais.7%) não-governamentais.4% 389 31% Nãogovernamental N % cit.8% 160 48.4% 0 0% 1 5.999 5.000 a 1..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 83 41. N Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.4 2.8% 100% Média = 208. 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.000 e mais Total 83 69 168 37 17 11 4 389 % 21.000 e mais Total N 109 525 160 32 11 6 7 850 % 12.5% 168 51.6% 0 0.7% 11 61.0% 525 87. nas instituições não-governamentais que realizam atividades de tratamento. de 500 a 999 atendimentos/mês.999 De 2.7% 1 0. pois de 100 a 499 atendimentos/mês.6% 850 67.53 Mín = 5 Máx = 10 000 Figura 120: Média mensal de atendimento nas instituições não-governamentais A Tabela 59 mostra que. 10 5.4% Governamental N % cit.7% 11 39. totalizando 525 (61.999 5. do total de 70 instituições.3% 7 63.96 Desvio-padrão = 968.8%) instituições. a média está concentrada em menos de 100 atendimentos por mês.6% 32 45.8% 18.1% 4 36.7% 0.0% 17 1.5%) são governamentais e 525 (87.1%) referem-se a instituições governamentais e 160 (48.000 a 4.000 e mais Total 113 .5 4.9% 17 60.999 5.60 Desvio-padrão = 778. prevalece a capacidade de atendimento acima de 100 pessoas por mês.8 1. 168 (51. 69 (11. 37 (52.3% 1 1.0% 4 0.1% 37 52.

4%) respostas.1. 3 17. nas instituições governamentais que realizam atividades de tratamento. observa-se que das 778 instituições cujo público-alvo é atingido por atividades na comunidade. nas instituições não-governamentais.6 31. N Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 6 701 764 538 165 850 % 0.7.1 Total 32 1.3%) respostas.8 778 238 3 205 100 100 100 114 .3 67. As atividades realizadas pela instituição na comunidade totalizam 235 (60.8 347 31 235 68 999 30. A opção atividades realizadas pela instituição na comunidade obteve 538 (63.5 1 054 100 764 68. respectivamente. o meio de acesso mais utilizado do público é a demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente às instituições e os encaminhamentos de outras instituições. 235 (30.9 89.9 63.7 Demanda do próprio usuário e/ou familiares 7 0. recuperação e reinsercão social 4. 6 35.5 Figura 121: Acesso à população atendida por instituições governamentais A Figura 122 mostra que. perfazendo um total de 347 (89. N Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 3 346 347 235 68 389 % 0.Tratamento.2 69.5 89.9%) respostas e o encaminhamento de outras instituições soma 701 (82. Tabela 60: Acesso à população atendida de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.6 diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na 5 0.3 19.2 28. Acesso à população atendida Na Figura 121.3 1 118 100 538 165 2 174 69.0 Governamental N % cit. sendo que a demanda do próprio usuário e/ ou familiares diretamente à instituição soma 764 (89. N % cit.3 17 100 701 66.5%).2%) são governamentais e 538 (69.2%) não-governamentais.4 17.6 comunidade Outro 5 2. Não resposta 8 47.1 Encaminhamentos de outras instituições 7 0.8 88. o meio de acesso mais utilizado é o mesmo das instituições governamentais.7 82.4 Figura 122: Acesso à população atendida por instituições não-governamentais Na Tabela 60.2 NãoTotal governamental N % cit.6 346 32.9%) instituições.2 60.2%) e 346 (88.

8%) não-governamentais.6 72.1%) e conselho tutelar 283 (72. Observa-se que a maioria dos encaminhamentos procede de familiares e/ou amigos dos usuários de drogas 322 (82.5 55. N Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho tutelar Outros conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede hospitalar Entidades religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 15 88 283 69 243 164 258 304 185 322 167 389 % 3. 258 (33.2%). N Não resposta Conselhos antidrogas/entorpecentes Conselho tutelar Outros conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede hospitalar Entidades religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 25 293 469 210 401 284 516 439 602 762 272 850 % 2. os encaminhamentos procedem com maior freqüência de familiares e/ou amigos dos usuários de drogas.6 32.2 24.1. 304 (40. Desse total.6 82. Procedência dos encaminhamentos A Figura 123 mostra de onde provêm os encaminhamentos de usuários/dependentes para tratamento em instituições governamentais. e conselho tutelar. nas instituições não-governamentais. Do total de 746 instituições que recebem encaminhamentos da rede hospitalar. 516 (60.1%) não-governamentais.2 66.1 47.7 62.9 34.9 22.8%).8 42.. 469 (55.7 51.8 17.9 Figura 123: Procedência dos encaminhamentos para as instituições governamentais Nota-se na Figura 124 que.8%) são instituições governamentais e 439 (58.0%) são instituições governamentais e 516 (66.8%).6 70. 115 .7%).7 47.2 33. entidades religiosas.6%)..8%).5 42. 4.0 Figura 124: Procedência dos encaminhamentos para as instituições não-governamentais A Tabela 61 mostra que 781 instituições recebem encaminhamentos da justiça.8 89. 602 (70.8. justiça. rede hospitalar 304 (78. 726 (89.3 78.4 60.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .

1 88 23 293 76. Apenas 2 (0.8 185 23.7 GovernaNãomental governamental N % cit.4 469 62 69 24.6%). e.9 167 2 098 37.7 3 0. 15 31.4 3 0. na esfera federal.7 2 0.4%).7 243 37. destacam-se as articulações realizadas com a Secretaria Municipal de Saúde.Tratamento.4 602 76.8 439 58.7 272 4 273 61.0 258 33 516 66. 8 16.8 32.9 3 0.5%) instituições indicaram não estabelecer nenhuma articulação. recuperação e reinsercão social Tabela 61: Procedência dos encaminhamentos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.6 Total N 48 383 757 281 647 451 781 746 790 1 090 442 6 416 % cit.1 304 40.4 6 0. na esfera municipal.4%) e Secretaria Municipal de Assistência Social.5 3 0. N % cit.0 164 36.4 284 63.7 7 0.6 210 74.5 283 37.1.6 3 45 0.1%). Conselho Tutelar 274 (70. 116 . prevalecem as articulações realizadas com o Ministério da Saúde. 344 (88. nas instituições governamentais que realizam atividades de tratamento. 257 (66.7 2 0.6 401 62.9.5 762 69.3 25 52.5 5 0. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Conselhos antidrogas/entorpecentes Conselho tutelar Outros conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede hospitalar Entidades religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 4. Articulação das instituições de tratamento com outros setores A Figura 125 retrata que.5 66.2 322 29. 263 (67. Na esfera estadual predominam as articulações realizadas com a Secretaria Estadual de Saúde.7 0.

prevalecem as articulações realizadas com a Secretaria Estadual de Assistência Social.6%) e Conselho Antidrogas/Entorpecentes. na esfera municipal..5 Figura 125: Articulação das instituições governamentais Em relação às instituições não-governamentais.3%) instituições. jornais.1 49. destacam-se as articulações realizadas com a Secretaria Municipal de Assistência Social. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total 1 128 31 236 46 19 53 263 58 71 47 207 344 257 194 161 177 274 41 215 174 112 2 389 % 0. Secretaria Municipal de Saúde.3%).4 45.9 13. 296 (34. e.4 66. meios de comunicação. N Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas . Na esfera estadual.8 0.5 55.9 8 60. 372 (43. 117 .9 18. percebe-se que há maior articulação na esfera federal com a Secretaria Nacional Antidrogas.6 67. Conselho Tutelar. 471 (55.5 70.4 10.2 88. televisão.1 53. Não estabelecem nenhuma articulação 45 (5.3 32.6 14.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . conforme Figura 126.8%).7 11.1%). 388 (45. 445 (52.4%).9 41.8%).4%).3 44. 553 (65.8 4.SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.3 12. 215 (25..7 28.

5 25.7 5.3 13.5%) são de instituições governamentais e 553 (67. das 816 respostas obtidas. As articulações com universidades e/ou centro de ensino e pesquisa são realizadas por 477 instituições. 344 (41. televisão.SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.4%) são de instituições governamentais e 218 (50.3 Figura 126: Articulações das instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 62.7% (194) governamentais e 58.8%) de não-governamentais.7%) são de instituições governamentais e 331 (64. das 428 respostas obtidas 207 (48. 177 (34.4 24. assim como ocorre com os conselhos e universidades.0%) são de instituições governamentais e 388 (58.1%) de não-governamentais. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total 16 296 31 149 120 56 97 208 215 111 87 218 471 553 280 372 331 388 84 445 309 210 45 850 % 1.9 34.1 10. Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente. Conselho Tutelar. há maior prevalência das instituições não-governamentais na realização de articulações com os seguintes órgãos: Secretaria Municipal de Saúde.8 38.6 9.0% (161) são realizadas por instituições governamentais e 69. 274 (41. Secretaria de Educação. Secretaria Municipal de Assistência Social.9 52. jornais.9 43.9%) de não-governamentais.6 17.8 3.Tratamento.6 55.5 14.9%) de não-governamentais. 118 .2 25.4 36. 257 (31.9%) são realizadas por instituições governamentais e 471 (57. sendo 40. das 510 respostas.1 32.7% (280) não-governamentais. recuperação e reinsercão social N Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas .4 65. 30. pela distribuição das articulações realizadas pelas instituições de acordo com sua natureza. das 537 respostas referentes a articulações realizadas com os conselhos antidrogas/entorpecentes. das 821 respostas obtidas.9 45. das 668 respostas obtidas.4 24.1 6.4%) por instituições não-governamentais. que. Percebe-se que.6 11.3% (372) por instituições não-governamentais.

9 54.3 0.9 2.0%) dirigentes afirmam que no seu município existe conselho municipal antidrogas/entorpecentes e 135 (34.7 0.8 1 2 2 0 3 1 3 6 6 3 4 2 6 3 9 3 1 0 1.3 1.7 7.3 56 97 208 215 111 87 218 471 553 280 372 331 388 84 445 309 210 45 73.6 65 95. Tabela 62: Articulação das instituições de acordo com a natureza Não resposta N % cit.7 0. N % cit.3 1.2 31 49.0 34.9 31.7 4. Apenas 29 (7.8 296 69 31 49.4 41.4 0.8 44 78.5 63.7 63.8 58. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições 4.1 65.0 32.3 0..5 40.7 69.6 3 0.4 67.0 34.4 0 1.3 0 GovernaNãomental governamental N % cit.8 34.6 0.9 58. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas . 8 32 5 1.5 100 Não resposta Sim Não Não sei Total Figura 127: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental 119 .SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.7 30.7 Total N 25 429 63 388 169 76 152 473 273 185 135 428 821 816 477 537 510 668 128 669 486 323 47 % cit.8 3 1.7%) disseram que não existe conselho.8 149 38.2 1 1.9 57.7 0.6 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . televisão.2 120 71 19 53 263 58 71 47 207 344 257 194 161 177 274 41 215 174 112 2 25.0 32.4 46 27.3 64.4 50.6 21.2 38.0 34.6 0..2 236 60.1 35.8 48.7 41.10. N 15 210 135 29 389 % 3.5%) afirmaram não saber se o conselho existe ou não.7 0.8 60 64.4 34.6 66.7 0. Existência do conselho municipal antidrogas/entorpecentes na percepção dos dirigentes das instituições A Figura 127 mostra que 210 (54. 1 4 16 64 128 29.1.9 55. jornais.

5 29 33 59 67 389 31 850 67.5 100 Não resposta Sim Não Não sei Total Figura 129: Registro junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentesdas instituições governamentais 120 .1.2 0 0.0%) são de instituições governamentais e 59 (67.4 30. Registro da instituição junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes A Figura 129 mostra que 117 (30%) instituições possuem registro no conselho municipal antidrogas/entorpecentes.governamental É importante observar. enquanto 59 (6.7 Total N 41 708 419 88 1 256 % cit.9 100 Não resposta Sim Não Não sei Total Figura 128: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não.2 283 67.5 210 29.4 GovernaNãomental governamental N % cit. 100 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Não sei Total 4. 15 36. Tabela 63: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.9%) dirigentes não sabem se o conselho existe ou não. recuperação e reinsercão social Na Figura 128.Tratamento.8%) dirigentes afirmaram existir conselho municipal antidrogas/entorpecentes. observa-se que 491 (57.7 491 69. 9 22 7 1 1 0. N % cit. sendo que 29 (33.0%) são de instituições não-governamentais.3 6. N 17 491 283 59 850 % 2 57. conforme Tabela 63 que 88 dirigentes afirmaram não saber se em seu município existe o conselho municipal antidrogas/entorpecentes.4 135 32. N 52 117 218 2 389 % 13.6 17 41.1 56 0.0 17 1. É importante lembrar que alguns municípios não possuem conselhos municipais antidrogas/entorpecentes.11.8 33.

7 1 256 100 Não resposta Sim Não Não sei Total 4.8 0.7 6 100 389 31 850 67.1.5 0 0 17 1. N Não resposta Sim Não Não Sei Total 35 113 237 4 389 % 9 29 60.12.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 462 100 218 33.4 GovernaNãoTotal mental governamental N % cit.3%) são governamentais e 342 (74.1 3 0.5 72 53.4 432 66.6 3 0. conforme apresentado na Figura 130. 11 8..3 4 66. percebe-se que 342 (40..2 653 100 2 33. N % cit.3 135 100 117 25.5 40.3 342 74. N Não resposta Sim Não Não sei Total 72 342 432 4 850 % 8. Registro da instituição junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Observa-se na Figura 131 que mais de 132 (29%) instituições governamentais possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.. Das instituições não-governamentais.2%) possuem registro no conselho municipal antidrogas/entorpecentes.9 1 100 Figura 131: Registro da instituição governamental junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes 121 .5 100 Figura 130: Registro junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições não-governamentais Na Tabela 64.0%) não-governamentais. N % cit. Tabela 64: Registro das instituições junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes de acordo com a natureza Não resposta N % cit. 117 (25. observa-se que das 462 instituições que possuem registro no conselho municipal antidrogas/entorpecentes. 52 38.2 50.

7 0.6%) são governamentais e 465 (66. 237 (33.61 por instituição.264. com uma média de 2.011. Em relação aos leitos. O total de enfermarias é de 4. e os de permanência noturna totalizam 16.319.7 Total N 104 437 705 10 1 256 % cit. 100 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Não Sei Total 4.7 113 25. média de 7. 57 54.8 322 73.9 54. Verifica-se que os consultórios ou salas para atendimento individual totalizam 3.0 17 1. média de 0. N 57 322 465 6 850 % 6.44 por instituição.4 0 0.7 37.0 Nãogovernamental N % cit.40 por instituição.0 389 31. os de permanência diurna somam 9. 12 11. e de oficinas diversas é de 1.099.833. 122 . observa-se que das 705 instituições que afirmaram não possuir registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.1.88 por instituição.4 Governamental N % cit. Os consultórios ou salas para atendimento em grupo somam 2. observa-se os recursos físicos e materiais disponíveis nas instituições de tratamento.7 100 Não resposta Sim Não Não Sei Total Figura 132: Registro da instituição não-governamental junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Na Tabela 65. média de 3. Recursos materiais de acordo com a natureza da instituição Na Tabela 66.Tratamento.028.5 2 0. Tabela 65: Registro da instituição junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes de acordo com a natureza Não resposta N % cit.40 por instituição. 35 33.9%) instituições não-governamentais possuem registro no conselho estadual antidrogas/entorpecentes.7 465 66 6 60 850 67.38 por instituição.5 3 0.9 237 33. média de 13. média de 1.6 4 40.0%) não-governamentais.13. recuperação e reinsercão social Na Figura 132 percebe-se que 322 (37.

o total de consultórios ou salas para atendimento individual é de 1.13 6.13 0.455 leitos. 123 .38 13.. média de 0.36 0. média de 0.26 0.02 por instituição.63 2. Tabela 66: Média de recursos materiais nas instituições de tratamento RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Vídeo cassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria. mecânica.13 0. média de 1. e as oficinas diversas totalizam 428. o total é de 1.88 0.39 0.16 por instituição. e para permanência diurna é de 1.56 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .278.15 1. e para atendimento em grupo é de 678. média de 1 por instituição.77 0.47 0.40 1.03 1.97 0.34 por instituição. as instituições governamentais possuem 541. média de 1.31 1.75 1.48 0. Em relação aos leitos para permanência noturna.14 0.03 0.42 0.94 0. média de 0.54 consultórios ou salas por instituição. entre outras) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 3 011 2 028 71 4 319 1 506 9 264 16 833 8 960 7 926 1 289 1 302 494 1 415 936 1 441 1 862 703 531 1 179 963 795 3 731 2 258 327 1 195 162 454 175 592 1 099 1 221 484 33 296 484 Média 2.40 7.44 1.04 0.06 3..24 0.255.43 por instituição. Percebe-se que nessas instituições. Quanto às enfermarias.80 0.20 7.39 A Tabela 67 mostra a quantidade de recursos físicos e materiais que as instituições governamentais possuem.61 0.97 1.39 1.95 0.

respectivamente.22 0. o total de consultórios ou salas para atendimento individual e em grupo é 1.18 0.38 por instituição. Os leitos para permanência diurna totalizam 7.689.05 por instituição.16 1.36 0.02 0.320. média de 1.87 0.27 0. As enfermarias somam 3.06 0.54 0.95 por instituição.06 por instituição.04 De acordo com a Tabela 68.474.15 0.Tratamento.02 0. entre outras) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 1 255 678 30 541 76 1 455 1 278 1 710 1 093 269 321 79 279 224 327 276 137 92 226 273 189 1 137 721 78 341 78 135 53 135 428 213 27 7 22 49 Média 1. 124 .57 0. média de 2.18 0.07 0.144. média de 5. e 1. média de 12.22 0.06 0.43 0. mecânica. e os de permanência noturna.26 0.11 0. e as oficinas diversas totalizam 655.06 1.02 1.00 0. nas instituições não-governamentais.26 0. média de 1.22 0.91 0.11 0. média de 0.52 por instituição.34 0.04 0.17 0.06 0.01 0.727.94 por instituição. recuperação e reinsercão social Tabela 67: Recursos materiais disponíveis nas instituições governamentais RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Vídeo-cassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.02 0. 15.21 0.11 0.

14.09 0.25 0. em 122 (9.75 0. assim distribuídos: recursos municipais 267 (21%). sendo que a venda de produtos. Tabela 68. e de pessoas físicas.94 1.1%) respostas. 29 (2.20 0.34 4.35 0.66 0.36 0. federais.79 0.38 1.1 %).3%).48 2.4%). Fontes de recursos financeiros das instituições de tratamento A Figura 133 mostra as fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições governamentais para desenvolver suas atividades.87 1.25 0.06 5.03 2.33 0.95 12.45 0.03 1.4%).56 0.13 5. 353 (28.52 0.05 0.54 0. em 218 (17. Recursos materiais disponíveis nas instituições não-governamentais RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Vídeo-cassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.. mecânica. Pode-se perceber que das 389 (31%) instituições governamentais.1%) tem seus recursos provenientes do governo brasileiro.72 5..02 0. foi a mais citada pelos dirigentes.3%) instituições citaram que seus recursos provêem de outras fontes de recursos.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .06 0.22 0.19 0. prevalecendo doações de pessoas jurídicas 30 (2. entre outras Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 1 727 1 320 40 3 689 1 421 7 474 15 144 7 185 6 721 1 009 969 409 1 128 705 1 094 1 575 561 429 937 679 598 2 551 1 506 244 835 81 311 119 452 655 995 451 25 271 430 Média 1.77 0.1. A fonte proveniente de receita própria obteve 76 (6.7%) instituições.36 0.80 0. e estaduais. Observa-se que 66 (5.34 0. 125 . 39 (3.90 0.

Tratamento.4%). A opção Outras fontes de recursos obteve 583 (46. estadual.9%) e recursos provenientes de mantenedoras. 126 . recuperação e reinsercão social Nas instituições não-governamentais.6%) de consultas. 149 (11.8%) instituições.0%) de palestras e eventos.1%). das 850 (61. 252 (20.4%) respostas. 188 (15. e federal 92 (7.9%).1%) recebem recursos do governo brasileiro.1%) são de venda de produtos. doação de pessoas jurídicas. sendo que as mais citadas foram: doações de pessoas físicas 528 (42%). Figura 133: Fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições. Figura 133.3%).5%) são recursos de internações. assim distribuídos: 396 (31. 351 (27. 168 (13. 454 (36.5%) indicaram que os recursos provêem de receita própria. 622 (49. 365 (29. É importante observar que mais da metade das instituições não-governamentais. 95 (7. provenientes da esfera municipal.

Dentre as 731 respostas do intervalo de idade de 40 a 59 anos. com 517 (60. Características do dirigente 4.2 0.10 Mín = 21 Máx = 77 Figura 134: Idade do dirigente das instituições governamentais Já nas instituições não-governamentais.92 Desvio-padrão = 11. 4.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8%) respostas.7%) são de instituições governamentais e 145 (84.4 9.51 Mín = 19 Máx = 96 Figura 135: Idade do dirigente das instituições não-governamentais A Tabela 69 representa a distribuição da idade do dirigente de acordo com a natureza da instituição..4 100 Não resposta Menos de 30 De 30 a 39 De 40 a 49 50 e mais Total Média = 42. 211 (28.1 100 Não resposta Menos de 20 De 20 a 39 De 40 a 59 60 e mais Total Média = 48. em um total de 136 (35%) respostas. Idade A Figura 134 mostra que a idade mínima dos dirigentes das instituições governamentais que realizam atividades de tratamento é de 21 anos e a máxima é de 77 anos. 20 (11. 127 . N 17 38 103 136 95 389 % 4. Os dirigentes que possuem de 40 a 49 anos são a maioria. Em relação aos dirigentes com mais de 60 anos. conforme Figura 135.5 35 24.1 17.83 Desvio-padrão = 10. A faixa etária de maior prevalência foi entre 40 a 59 anos. N 36 1 151 517 145 850 % 4. a Figura mostra que das 171 respostas obtidas.8 17. pode-se observar que a idade mínima do dirigente é de 19 anos e a máxima de 96 anos.1.7%) de não-governamentais.8 26.9%) são de instituições governamentais e 517 (70.8 60.2.2.8%) são de instituições não-governamentais..

7 145 84.4%) respostas.8 71.1 0 0.8 100 Figura 136: Sexo do dirigente das instituições governamentais A Figura 137 mostra que.3 36 62. observa-se que. 116 (15. N Não resposta Feminino Masculino Total 7 266 116 389 % 1.9%) são instituições governamentais e 607 (83.4%) dirigentes são do sexo masculino. na distribuição do gênero do dirigente de acordo com a natureza da instituição.0 3 1.4%) são não-governamentais.8 68. N Não resposta Feminino Masculino Total 7 236 607 850 % 0.4 6 3. enquanto os dirigentes do sexo masculino somam 116 (29. Sexo Nas instituições de tratamento de natureza governamental (figura 136). 128 .8 27.0 3 0.9 517 70.89%).6 0 0. 266 (52.Tratamento. 100 100 100 100 100 100 Não resposta Menos de 20 De 20 a 39 De 40 a 59 60 e mais Total 4.4 29.7 Total N 58 1 295 731 171 1 256 % cit. enquanto 236 (27.8 389 31.2.2 211 28. nas instituições não-governamentais de tratamento.3%) são instituições governamentais e 236 (46.7 20 11.8%) são do sexo feminino. 5 8.4 GovernaNãomental governamental N % cit.0 1 100 141 47.8 151 51.2.0 850 67. recuperação e reinsercão social Tabela 69: Idade do dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit. 730 instituições marcaram o sexo masculino.4 100 Figura 137: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais Na Tabela 70. N % cit. totalizando 266 (68. Das 509 instituições que possuem dirigentes do sexo feminino. 17 29.2%) são instituições não-governamentais. 607 (71. há maior número de dirigentes do sexo feminino.5 17 1. Destas.

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .2 389 31. 3 17..3 5.2%) dirigentes possuem pós-graduação e 158 (40. Figura 138.5%) possuem pós-graduação.2.2 0.2 36. 200 (23.4 40. Escolaridade Em relação à escolaridade dos dirigentes das instituições governamentais de tratamento.6 62.4 7 1.3 1 0.8 0.4 GovernaNãomental governamental N % cit.8 3.4%) dirigentes possuem nível superior. percebe-se que 242 (62.4 6. 165 (19.0 17 1. conforme apresenta a Figura 139. N Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 15 55 37 55 165 104 309 200 0 2 4 850 % 1.8 6. N 7 1 4 3 13 21 158 242 0 1 0 389 % 1.5 19.4 12..5 0 0.2 266 52.9 607 83.5 Figura 139: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais 129 .3 0 Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total Figura 138: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais Nas instituições não-governamentais. N % cit. 7 41.0 850 67.6 7 1.6%) possuem nível superior completo.4 116 15.3.4%) possuem ensino médio completo e 104 (12.3 236 46.4 23.2 7 41. 309 (36. Tabela 70: Sexo do dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.2 0 0.5 4.2%) possuem ensino superior incompleto. 100 100 100 100 Não resposta Feminino Masculino Total 4.7 Total N 17 509 730 1 256 % cit.

3 2 66. dos 179 dirigentes que afirmaram possuir o ensino médio completo. N % cit. 130 . recuperação e reinsercão social Ao se analisar a distribuição da escolaridade do dirigente de acordo com a natureza da instituição (Tabela 71). percebe-se que. N Não resposta Sim Não Total 9 323 57 389 % 2.9%) dirigentes são remunerados pelos serviços prestados na instituição de tratamento.Tratamento. É interessante observar que.2 55 94.2%) são de instituições governamentais e 309 (64.9 242 54. apenas 186 (21.8 946 66.2%) pertencem às não-governamentais.8 13 7. enquanto 655 (77. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 4.5 104 81.3 83 14.2 309 64.9 0 0 1 33.2 4 9.4%) são de instituições governamentais e 200 (44.3%) pertencem às instituições governamentais e 165 (92.9 158 33.9 3 0. Tabela 71: Escolaridade do dirigente de acordo com a natureza das instituições de tratamento Não resposta N % cit.4 Remuneração A Figura 140 mostra que.7%) dirigentes relatam não serem remunerados pela instituição.4 0 0 0 0 0 0 1 0. 158 (33. nas instituições governamentais que realizam atividades de tratamento. Sobre os dirigentes que possuem pós-graduação das 445 respostas obtidas.7 100 Figura 140: Remuneração do dirigente de instituição governamental Nas instituições não-governamentais que realizam tratamento.7 1 1.1%) dirigentes não recebem nenhuma remuneração pelas atividades realizadas. do total de 476 dirigentes que possuem o ensino superior completo.6 2 1.8 37 90.7 0 0 0 0 0 19 1. 242 (54.8 55 98.4 200 44. 7 26. 323 (83%) dirigentes recebem alguma remuneração pela atividade realizada e 57 (14.7 0 0 4 100 450 31.2 3 5.2 21 16. conforme mostra a Figura 141.3 GovernaNãomental governamental N % cit.2. 4 15.9 15 57.3 165 92.9%) são de instituições não-governamentais.9 Total N 26 56 41 58 179 127 476 445 0 3 4 1 415 % cit.6 9 1.9%) são de instituições nãogovernamentais. 13 (7.

4 100 Não resposta Sim Não Total Figura 143: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental 131 .4 GovernaNãomental governamental N % cit. N 17 507 326 850 % 2 59.7 Total N 23 513 720 1 256 % cit. N % cit.3%) trabalham em instituições não-governamentais.5%) dirigentes não realizam outra atividade remunerada.1 51. 655 (91.0%) são dirigentes de instituições não-governamentais e apenas 57 (7.5 100 Figura 142: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental Em relação às instituições não-governamentais de tratamento.0%) trabalham em instituições governamentais e 186 (36.0 389 31 850 67. 323 (63.5.. enquanto 326 (38. do total de 720.4%) dirigentes afirmam não exercer atividades remuneradas fora da instituição. Já em relação àqueles que afirmaram não receber remuneração.7 4 0.1 21.9 77. somando 507 (59.1 17 1..9 655 91. 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Total 4.1 9 39. também se percebe que mais da metade dos dirigentes exercem atividades remuneradas fora da instituição. 9 39. Tabela 72: Remuneração do dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.4 46.6%).1 100 Figura 141: Remuneração do dirigente de instituição não-governamental A Tabela 72 apresenta a distribuição da remuneração do dirigente de acordo com a natureza da instituição. Atividade remunerada fora da instituição pelo dirigente A Figura 142 mostra que 200 (51.8 8 1. N Não resposta Sim Não Total 8 200 181 389 % 2.3 57 7. dos 513 dirigentes que afirmaram receber alguma remuneração pelos serviços prestados na instituição.2. N Não resposta Sim Não Total 9 186 655 850 % 1. Percebe-se que.6 38.9%) são de instituições governamentais.1 323 63 186 36.4%) dirigentes de instituições governamentais de tratamento realizam atividades remuneradas fora da instituição e 181 (46. de acordo com a Figura 143. 5 21.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .

a dedicação dos dirigentes se concentra em menos de 40 horas. percebe-se que. recuperação e reinsercão social Na análise da distribuição do exercício de atividade remunerada fora da instituição pelo dirigente de acordo com a natureza da instituição. N 35 474 270 36 35 850 % 4. conforme mostra a Figura 144. que nas instituições não-governamentais.8%) respostas.18 Mín = 1 Máx = 168 Figura 145: Horas semanais dedicadas pelo dirigente à instituição não-governamental 132 . Total de horas semanais Nas instituições governamentais que oferecem atividades de tratamento.4 Governamental N % cit. do total de 714 dirigentes que afirmaram possuir alguma atividade remunerada fora da instituição.7 850 67.7 7 1 5 1 17 1. com 190 (48. aparece a dedicação de 40 a 79 horas com 270 (31.8%) respostas.0%) pertencem às instituições governamentais e 507 (71.2.7 200 28 181 35.Tratamento. N 18 178 190 1 2 389 % 4.7 507 71 326 63. 200 (28.8%). 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Total 4.4 389 31 Nãogovernamental N % cit.7 Total N 30 714 512 1 256 % cit. 17 56.05 Desvio-padrão = 34.3 0.0%) são de instituições não-governamentais. na Figura 145.1 100 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 37. ao contrário das governamentais.36 Desvio-padrão = 15. Em seguida.8 4.8 31.8 0. 474 (55. 8 26.8 48. 5 16.6.6 45. Já a resposta menos de 40 horas obteve 178 (45. Tabela 73: Exercício de atividade remunerada fora da instituição de acordo com a natureza Não resposta N % cit.1 55. o total de horas semanais dedicadas pelos dirigentes a essas instituições concentra-se entre 40 e 79 horas.2 4.8%) marcações.33 Mín = 1 Máx = 168 Figura 144: Horas semanais dedicadas pelo dirigente à instituição governamental Observa-se.5 100 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 33. conforme Tabela 73.

6 73 44. que obteve 351 (41. Motivação do dirigente para trabalhar com a temática de álcool e outras drogas A Figura 146 apresenta as motivações dos dirigentes das instituições governamentais. 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Menos de 8 De 8 a 19 De 20 a 29 De 30 a 39 40 e mais Total 4.9 170 75.3%) marcações.8 60.3 850 67.1 17 1.8 Figura 146: Motivação do dirigente de instituição governamental Nas instituições não-governamentais.8 343 63. Tabela 74: Horas semanais dedicadas pelo dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.7.6%) citações. Observa-se que a motivação que prevalece é a profissional.1 54 24 88 54 193 35. 18 31.7 0. conforme apresentado na Figura 147. a principal motivação dos dirigentes é a pessoal.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9%) e 218 (25.2 6 1.5 2 2.. aparecem as motivações humanitária e religiosa.7 Total N 57 94 175 225 163 542 1 256 % cit..7 10 17.2. Em seguida.3%) a instituições não-governamentais.5 15.6%) referem-se a dirigentes pertencentes às instituições governamentais e 343 (63. 193 (35.6 13 13.1 0 0 1 0. com 322 (37. 133 . com 236 (60.7 9. 33 57.6 389 31 Nãogovernamental N % cit.7%) respostas. 6 10.4 Governamental N % cit. Observa-se na Tabela 74.4 2 1.5 18. que das 542 marcações referentes à dedicação de 40 horas ou mais por semana.8 23 13. N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 6 61 2 73 236 39 69 38 389 % 1.9 79 84 152 86. Observa-se que a maioria dos dirigentes dessas instituições já foram usuários de drogas e consideram importante essa experiência para lidar com o tratamento. respectivamente.

9%) do Conselho Municipal de Assistência Social. observa-se que das 45 respostas obtidas.3 3 0.7%) se referem a instituições governamentais e apenas 6 (13.4% Figura 147: Motivação do dirigente de instituição não-governamental Como pode ser observado na Tabela 75. 134 .9 30.3 14.6 97. 39 (86. 6 35. com 415 respostas.6 37. Tabela 75: Motivação do dirigente de acordo com a natureza da instituição de tratamento Não resposta % N cit.6 41.8.4%) participam ou já participaram do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes. 99 (25.3 3 0.4% 8. Figura 148. 35.3 86.9 18. sendo 61 (14. recuperação e reinsercão social N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 5 351 218 322 117 6 80 71 850 % 0.3%) a instituições não-governamentais.8 0 0 1 0.6 Nãogovernamental N 5 351 218 322 117 6 80 71 1 170 % cit.2.1 68. 65 (16. Participação em conselhos Em relação à participação em conselhos.9 13. a alternativa mais citada foi a motivação pessoal.9 13.3 65.3 66.7%) relativas às instituições governamentais e 351 (84.1 Governamental N 6 61 2 73 236 39 69 38 524 % cit.7 46 34.7 0 0 19 1.9 32. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 4. 29.3 N 17 415 223 398 356 45 150 109 1 713 Total % cit. Nota-se que 96 (24.8 3 0. Em relação à motivação designação profissional alheia a sua escolha.4 84.7 3 1.7%) dirigentes nunca participaram de conselhos.6%) às nãogovernamentais.7 0.7%) do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente e 62 (15.3 53.8 0. 144 (37%) dirigentes das instituições governamentais indicaram que participam ou já participaram do Conselho Municipal de Saúde.3 25.Tratamento.8 80.7% 9.

9%).4 0. Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) conselho(s) Nunca participou de conselhos Total N 8 99 33 9 144 16 16 65 11 62 12 17 1 5 77 96 389 % 2.4 5.9 4.8 24.1 4.1 Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) conselho(s) Nunca participou de conselhos Total Figura 149: Participação dos dirigentes de instituições não-governamentais em conselhos 135 . a maior participação dos dirigentes das instituições não-governamentais é no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.1%).7 Figura 148: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos Conforme se observa na Figura 149.1 25.1%) dirigentes nunca participaram de conselhos.3 37 4. Percebe-se que 290 (34.7 2.5 9.1 2.1 16.3 19..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 169 (19.1 4.9 3.8 15. e o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente.9 6.8 3. obtendo 251 (29.5 2.9 3.1 4.2 24.0 0.. aparece o Conselho Municipal de Assistência Social 212 (24. N 16 251 83 30 171 25 58 169 36 212 26 34 3 50 136 290 850 % 1. Em seguida.4 8.9 16 34. o Conselho Municipal de Saúde.9 29. 171 (20.5 20.3 1.9%).8 19.5%) respostas.

6 35. recuperação e reinsercão social A Tabela 76 apresenta a distribuição dos dirigentes em conselhos de acordo com a natureza da instituição. média 2. sendo que 99 (28. assistente social (1.6 0 1.7 99 33 9 144 16 16 65 11 62 12 17 1 5 77 96 671 28 28. Observa-se que a participação no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes foi a alternativa com maior índice de marcação.57 profissionais por instituição.3 Nãogovernamental N % cit.38 por instituição e redutor de danos (475).988).06 por instituição. média de 2.7 75 86.61 por instituição. 6 20 3 0 0 2 0 1 1 0 2 1 0 0 3 3 6 28 0.6 24.6 76. 136 .48 por instituição.5%) referentes às instituições governamentais e 290 (74.38 por instituição.3 27.5 30.9%) a não-governamentais.742 profissionais.369). oficineiro (931).4 0 0. média de 1. 8 26. agente de saúde (603).3 25 8. 16 53. média de 0.2 Governamental N % cit.7 23. dentista (477). Em relação à participação no Conselho de Saúde. média de 0.1 71.8 33. média de 1.329). Em relação aos profissionais de saúde.4 1.5 1.6 76. totalizando 5.1.4 23.03 por instituição. observa-se que a prevalência é de técnico ou de auxiliar de enfermagem. 317 dirigentes marcaram essa opção. Deve-se observar que a opção nunca participou de conselhos obteve 392 respostas.7 2.2 1.5 Total N 30 353 116 39 317 41 75 235 47 276 39 51 4 58 216 392 2 289 % cit. 96 (24. sendo que 144 (45. média de 0. terapeuta ocupacional (760). Quantidade de profissionais que trabalham nas instituições de tratamento e sua formação A Tabela 77 apresenta o quantitativo e a média de profissionais que trabalham em instituições de tratamento aos usuários/dependentes de álcool e drogas.0%) correspondem a instituições governamentais e 251 (71.9 61 77.38 por instituição.4%) se referem a instituições governamentais e 171 (53. seguidos de médico (2.552).74 por instituição. média de 0. Tabela 76: Participação dos dirigentes em conselhos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.5 29. média de 0.2 63 74 69.0%) às não-governamentais.1 45.8 0 0 0. obtendo 353 respostas. com uma média de 4. Características da equipe profissional 4.9 53.4 22.7 66.9 76. psicólogo (2.3 0.3 71.09 por instituição. enfermeiro (1.6 0 0 5.3.3 251 83 30 171 25 58 169 36 212 26 34 3 50 136 290 1 590 71. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 4.8 66.1%) a não-governamentais.Tratamento.3.4 39 21.

79 0.368).49 por instituição. média de 0.63 0.21 2.72 por instituição.. oficineiro Auxiliar de Serviços Gerais (faxineiro.20 por instituição.77 2.74 3. assistente social (551)..57 0.61 Na Tabela 78: observa-se o quantitativo de profissionais em instituições governamentais que realizam atividades de tratamento.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .24 0. média de 0. enfermeiro (652). média de 5. digitador. médico (1. média de 3.09 1. Tabela 77: Quantidade média de trabalhadores de acordo com a categoria profissional Formação Profissional Administrador Advogado Agente de Saúde Assistente Social Auxiliar Sdministrativo (secretária. média de 0.55 0. psicólogo (1. agente de saúde (189).60 4.66 por instituição. Nota-se um baixo índice de profissionais como terapeuta ocupacional (280).38 0.06 2. e redutor de danos (162). média de 2.38 0. por ordem de prevalência: técnico ou auxiliar de enfermagem (2.38 0.33 0.72 1.55 0.42 por instituição.03 0. Entre os profissionais da área da saúde. 137 .48 1.52 por instituição. destacam-se.68 por instituição.42 por instituição.82 0.27 0. média de 1.39 3. média de 1.023). auxiliar de escritório Contador Dentista Educador Social Enfermeiro Estagiários/bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de Danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta Ocupacional Soma 990 711 603 1329 3008 4794 693 477 907 1369 1601 266 2988 694 307 931 4564 418 971 2552 475 750 5742 760 Média/ instituição 0.033).57 0.

497). média de 0.05 5. recuperação e reinsercão social Tabela 78: Quantidade média de trabalhadores de acordo com a categoria profissional nas instituições governamentais Formação Profissional instituição Administrador Advogado Agente de Saúde Assistente Social Auxiliar Administrativo (secretária.72 por instituição.79 0. média de 1. psicólogo (1.33 0.Tratamento.66 0.72 0. conforme Tabela 79. assistente social (766).597). 138 .74 0.18 3.88 por instituição.55 0.90 por instituição. média de 0.42 1.82 por instituição. média de 0.20 0.36 por instituição.76 por instituição. digitador) Auxiliar de Serviços Gerais (faxineiro.49 1. e redutor de danos (305). média de 0.38 0.77 0. oficineiro (616).26 0. média de 1. médico (1.72 Nas instituições não-governamentais. percebe-se que os maiores quantitativos de profissionais de saúde que trabalham nessas instituições são. enfermeiro (701). por ordem de prevalência: técnico ou auxiliar de enfermagem (3.72 3.639).42 2.68 1.14 1.21 0.28 por instituição. média de 4.09 0. auxiliar) Contador Dentista Educador Social Enfermeiro Estagiários/bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de Danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta Ocupacional Soma 149 130 189 551 1057 1446 34 127 53 652 677 70 1368 215 83 298 306 100 311 1033 162 410 2023 280 Média/ 0. média de 0.33 0.55 por instituição.52 0.80 2. terapeuta ocupacional (471).

7 14..26 616 0.9 81.36 337 0. percebe-se que essa capacitação é prevista em 318 (81.77 348 0. a capacitação é prevista por 660 (77.2 100 Não resposta Sim Não Total Figura 151: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais 139 . N 15 318 56 389 % 3.98 575 0.08 196 0. auxiliar) Contador Dentista Educador Social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de Danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta Ocupacional Soma Media/ instituição 831 0.55 Na Figura 150.68 411 0.41 847 1.27 3317 3.56 222 0.76 305 0.23 1597 1.00 701 0.4 100 Não resposta Sim Não Total Figura 150: Previsão de capacitação nas instituições governamentais A Figura 151 mostra que.86 316 0.77 1497 1.7%) instituições governamentais que realizam atividades de tratamento. Tabela 79: Quantidade média de trabalhadores por categoria profissional nas instituições nãogovernamentais Formação Profissional Administrador Advogado Agente de Saúde Assistente Social Auxiliar Administrativo (secretária.88 473 0.40 3639 4.37 657 0.6%). nas instituições não-governamentais que realizam atividades de tratamento.82 915 1..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .1 77.28 471 0.6 18. digitador) Auxiliar de Serviços Gerais (faxineiro.90 653 0.48 766 0.72 4130 4. N 35 660 155 850 % 4.90 1928 2.

7 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. e leitura e discussão de texto.5%). seminários. na Figura 153.6%). 238 (61. 318 (32. que as atividades de capacitação mais fornecidas pelas instituições governamentais são palestras. 574 (67. que. 100 100 100 100 Não resposta Sim Não Total 4.1 389 31.7 61. conferências. N 57 238 78 273 224 118 108 28 61 389 % 14.2 20.2 57. das 987 instituições que indicaram prever a capacitação para os seus profissionais.9%) não-governamentais.5 17 1. seminários. conferências.2%).9 56 26.8 7. na Tabela 80.3 9 0.3 35 61. nas instituições não-governamentais que realizam atividades de tratamento.4 155 73.3 27.3. como palestras. 7 12. cursos de curta duração. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total Figura 152: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais Percebe-se. recuperação e reinsercão social Observa-se.0 850 67. que.7 Total N 57 987 212 1 256 % cit. Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de tratamento Pode-se observar.Tratamento.4 GovernaNãomental governamental N % cit.9 1 0. e leitura e discussão de texto. simpósios. N % cit.2. 15 26.1%).6 30.2%) são governamentais e 660 (66. Tabela 80: Previsão de capacitação de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.2 660 66. seminários. 273 (70. 502 (59.2 15. 140 .1 70. cursos de curta duração.6%). simpósios. na Figura 152.2%). conferências. as atividades de capacitação mais oferecidas coincidem com as das instituições governamentais. 224 (57. 388 (45.4 318 32.

8 67.7 59.5 13.5 45.2 78 28.1 62. conferências. semanal.6 22 35.. sendo 224 (36.7%). seminários e/ou simpósios como atividades de capacitação.3 7 0.2%) não-governamentais. seminários.. N % cit.8%) não-governamentais. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total N 176 502 194 574 388 300 203 98 112 850 % 20.9 502 67. Freqüência da capacitação nas instituições de tratamento Como pode ser observado na Figura 154.3 23.7 67. Em relação aos cursos de curta duração.1 22.3 31. 141 .0 GovernaNãomental governamental N % cit.1%). seminários.5 273 224 118 108 28 61 1 185 31. Tabela 81: Atividades de capacitação desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.9 3 1. observa-se que. a freqüência com que as capacitações são oferecidas pelas instituições governamentais que realizam atividades de tratamento são. 273 (31.3.4 574 388 300 203 98 112 2 547 67. 51 (13.1 65.2 Figura 153: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais Na Tabela 81. e mensal.3 0.6 Total N 241 747 275 855 618 422 312 127 173 3 770 % cit.9 11. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 4.1 77.9 1 0. do total de 747 instituições que realizam essa atividade.9%) são governamentais e 502 (67.2 64. das 855 instituições que realizam palestras.9 0.3. 57 23.4 194 70.9%) são governamentais e 574 (67. 238 (31. 8 3.4%). conferências.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.2%) governamentais e 388 (62.1 8 6 4 1 1 0 38 0. conferências.2 28 34.9 36.1%) não-governamentais.8 0 1. por ordem de ocorrência: eventual. 65 (16. 122 (31.6 35. A atividade de leitura e discussão de texto é realizada por 618 instituições.7 176 73 238 31.8 71. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.

8 5.5 7.2 13.7 6. e mensal. N 182 207 111 39 102 35 43 72 66 44 850 % 21.1 4.3 5.7 7. das 176 instituições que prevêem capacitação semanalmente.1%).9%) são governamentais e 111 (63.1 8. Das 156 instituições que realizam capacitação mensalmente. 51 (32. 207 (24. 102 (12%).1 5.4%) não-governamentais. as capacitações ocorrem com a mesma freqüência das governamentais: eventual.Tratamento.2 2.4 16. 111 (13.2 31. semanal.1 6. 142 . recuperação e reinsercão social N Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 59 122 65 24 51 24 9 21 22 29 389 % 15.4 24.4 5. observa-se que.1%) não-governamentais.5 Figura 154: Freqüência das capacitações nas instituições governamentais Em relação às instituições não-governamentais. Figura 155.7%) são governamentais e 102 (65.6 12 4. 65 (36.2 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total Figura 155: Frequência das capacitações nas isntituições não-governamentais Na Tabela 82.4 13.4%).

4 100 Figura 157: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais Observa-se.9 24 36.9 84. Tabela 83: Previsão de capacitação externa de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.2 3 0.7 65 36.3%) instituições governamentais que realizam atividades de tratamento prevêem capacitação para os seus profissionais fora da instituição.3%) governamentais e 649 (65.6 22 25 29 39.7 Total N 195 76 985 1 256 % cit..4 66 75 44 59. que a capacitação externa é prevista por 649 (76. na Tabela 83. N Não resposta Não.3 Sim 8 0.1 207 62. a instituição não prevê a capacitação externa 1 1.4 Governamental N % cit.7 72 77. 100 100 100 100 143 . Não resposta 8 4. 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 4.9 850 67. sendo 328 (33. de acordo com a Figura 157. 46 23.4 35 59.7 24 40. Tabela 82: Freqüência de capacitação de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.1 39 60 102 65.. 8 3.3 Governamental N % cit.1 Não.3 43 82.1 76. que 985 instituições prevêem capacitação externa para os seus profissionais.3.4 17 1.1 3 1.9 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1.8 Total 17 1.9 649 65. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total N 141 60 649 850 % 16.7 328 33.6 15 19. Não resposta Não.7 122 36.2 426 31.3 60 78.7 Nãogovernamental N % cit.9 51 32. 59 23.4. percebe-se. 182 73.6 7.3 389 31 Nãogovernamental N % cit.9%) não-governamentais.5 901 67 Total N 249 332 176 65 156 59 52 93 88 74 1 344 % cit.7 9 17.3 100 Figura 156: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total 46 15 328 389 % 11.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 3. 141 72. Previsão da capacitação externa nas instituições de tratamento A Figura 156 revela que 328 (84.3 111 63.9 0 0 2 3.4%).3 21 22.

2%).5.5 59. conforme Figura 159.Tratamento.2 4. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total Figura 158: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais que realizam atividades de tratamento.2 23. simpósios. e participação em curso de extensão. congressos). congressos). das 239 144 . congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensinos fundamental. situando-se. participação em cursos de extensão. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total Figura 159: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições não-governamentais Na Tabela 84. 41 (10. Já em relação à participação em cursos para complementar a escolaridade.3%). somente. 177 (45. participação em cursos de aperfeiçoamento.8 4. Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições de tratamento A Figura 158 mostra que os tipos de capacitação externa mais procurados pelas instituições governamentais que realizam atividades de tratamento são: participação em eventos externos (palestras.8 Não resposta Participação em eventos externos (palestras. A atividade participação em cursos de pós-graduação é prevista por 141 (36. 622 (73. em terceiro lugar.6 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.1%) são instituições de natureza governamental e 151 (51. percebe-se que. em segundo lugar. participação em cursos de aperfeiçoamento.3. 141 (48.4 82. a preocupação com capacitação por meio de participação em cursos para complementar a escolaridade é maior do que a participação em cursos de pós-graduação. Percebe-se que. simpósios.1 10. 284 (33. observa-se que.4 55. observa-se a mesma tendência das instituições governamentais.1%).2%). ao contrário das instituições governamentais. respectivamente.5 36.5%) de natureza não-governamental.3 45.2 17.5%) instituições prevêem a participação em cursos para complementar a escolaridade. e. N 56 320 177 230 41 141 18 389 % 14. a participação em eventos externos (palestras.2%) instituições e. ou seja. recuperação e reinsercão social 4. simpósios. nas instituições não-governamentais. há um certo equilíbrio em relação à oferta desse tipo de capacitação.2%) e 151 (17. totalizando 197 (23. N 194 622 284 469 197 151 41 850 % 22. em relação aos tipos de capacitação externa oferecidos de acordo com a natureza das instituições. 320 (82. 230 (59.4%). simpósios. 469 (55. em primeiro lugar. das 293 que indicam a participam em cursos de pósgraduação.2 33.5%).8%) instituições.8 73. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.

100 100 100 100 100 100 100 100 Não resposta Participação em eventos externos (palestras. 145 .1%) não-governamental. conforme Figura 161.9 Governamental N % cit.3 0 0.5 33.1 30. enquanto 338 afirmaram não participar desses eventos.1%) instituições participam de eventos científicos e de mobilização social. sendo que 282 (32. 56 21. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensinos fundamental.2%) são governamentais e 197 (82. 9 3. N 34 237 579 850 % 4 27.1 Nãogovernamental N % cit.5 100 Figura 160: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social Nas instituições não-governamentais.4 Total N 259 950 463 706 239 % cit. instituições que prevêem esse tipo de capacitação.2 48. observa-se que 868 instituições participam de eventos científicos e de mobilização social.3.5%) são governamentais e 579 (66.1 100 Não resposta Não Sim Total Figura 161: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social Na Tabela 82.3 66. 194 74.5 8 2 7 1 1 0 28 0.8 0.9 622 284 469 197 151 41 1 958 65. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total 51.5 59 65.6 17.4 0. Participação em eventos científicos e de mobilização social A Figura 160 retrata que 282 (72. percebe-se que 579 (68.5 61. sendo 98 (29.2 32..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .4 1 0..5%) instituições governamentais que realizam atividades de tratamento participam de eventos científicos e de mobilização social para divulgação/ apresentação dos trabalhos desenvolvidos e para manter intercâmbio com outros profissionais. Tabela 84: Tipo de capacitação externa previsto de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit. simpósios.9 2 969 4.9 68.6 320 177 230 41 141 18 983 33.3 25.4 82.7 38.2 72.0%) de natureza governamental e 237 (70.5 293 69.7%) não-governamentais.6. apenas 41 (17.4%) não-governamentais. N Não resposta Não Sim Total 9 98 282 389 % 2.

1 579 66. • As instituições que indicaram prestar atendimento específico ao sexo feminino somam apenas 43. Os tipos de tratamento citados pelas instituições governamentais seguem a lógica do tratamento oferecido pelos CAPSad. Das 637 instituições que realizam atendimento a esse tipo de problema. que é oferecer atendimento diário à população que apresenta graves transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas.256 (100%) instituições que realizam atividades de tratamento.º 336. a psicoterapia individual é a mais citada.4% não-governamentais: das 728 instituições que atendem adolescentes. • Os tipos de tratamento mais utilizados são as psicoterapias individual.5%) são governamentais e 321 (50. • A maioria das instituições presta atendimento à população adulta. 7 14.4 Governamental N % cit.7 Total N 50 338 868 1 256 % cit. 9 18 98 29 282 32. 146 . • Apesar de o atendimento a pacientes com problemas psiquiátricos prevalecer nas instituições governamentais (Figura 43) e aparecer em último lugar nas instituições não-governamentais (Figura 45). 34 68 237 70. Porém. Esse dado expressa as limitações do suporte fornecido pelo Estado à população rural com problemas de álcool e/ou outras drogas. Conclusão • Das 1. os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). • Entre as instituições governamentais. evitando internações. 309 (48.7 850 67. Das 301 instituições localizadas na área rural.7% (131).4%) são não-governamentais. estas últimas representam um maior número de instituições. 33. 32. 389 (31%) são governamentais e 850 (67. Das 251 instituições que prestam atendimento a crianças. por meio da Portaria/GM n. seguida do tratamento ambulatorial. as normas e diretrizes para a organização de serviços que prestam assistência em saúde mental. seguida da psicoterapia individual. os CAPS-ad. percebe-se que. 9 (3%) são instituições governamentais e 289 (96%) não-governamentais. 41. sendo 3 (7%) governamentais e 40 (93%) não-governamentais. Esses dados estão em conformidade com a política do Ministério da Saúde que definiu.1% são governamentais e 66.7%) não-governamentais. compreendida entre as idades de 18 e 59 anos. recuperação e reinsercão social Tabela 85: Participação em eventos científicos e de mobilização social de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.5 389 31 Nãogovernamental N % cit.8% são não-governamentais. 100 100 100 100 Não resposta Não Sim Total 5.0 3 0.Tratamento. há uma maior proporção de CAPSad.2% (469). nas instituições governamentais. 55. Nas instituições nãogovernamentais. Nas instituições não-governamentais prevalecem as comunidades terapêuticas. incluindo aqui os CAPS voltados para o atendimento aos usuários de álcool e outras drogas.9 7 0. familiar e grupal. o foco é a internação em comunidades terapêuticas. • A maioria das instituições de tratamento está localizada em área urbana.8% são governamentais e 57. de 19 de fevereiro de 2002.8 17 1.

Após esses atendimentos. observou-se que.1%) não-governamentais.. • Em relação aos profissionais de saúde. prevalecem a visita domiciliar e o acompanhamento social. • Observa-se que 437 instituições possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes e 462 instituições possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes. prevalecem assistência religiosa e os grupos de auto-ajuda. • A atividade complementar para o usuário/dependente de álcool e/ou outras drogas mais oferecida pelas instituições que realizam atividades de tratamento é o acompanhamento familiar.0% (519) a instituições não-governamentais. prevalecem nas instituições governamentais. os atendimentos decorrentes de transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco. sendo 29. • O requisito para admissão dos pacientes nas instituições que realizam atividades de tratamento é a concordância do paciente. Porém. totalizando 5. Já nas instituições não-governamentais. nas instituições governamentais.57 profissionais por instituição. além do problema com o uso de substâncias psicoativas. os atendimentos a pacientes com problemas psiquiátricos e clínicos associados ao consumo de álcool e outras drogas e.8% (964).Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Além desse requisito. • Percebe-se que os atendimentos mais prestados pelas instituições de tratamento decorrem de transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de álcool e outras drogas. foram citados pelos dirigentes o encaminhamento formal de profissionais de outras instituições. sendo 30. nas instituições não-governamentais.742 profissionais. seguido do compromisso da família no acompanhamento do tratamento. 76.8% (235) referente a instituições governamentais e 68. totalizando 1.7%) governamentais e 481 (66.0% (798) de instituições não-governamentais.157. observa-se que a prevalência é de técnico ou auxiliar de enfermagem. • Nas instituições governamentais. • 728 instituições realizam atendimentos a pacientes portadores de HIV/Aids. média de 4. a maior proporção de instituições concentra-se no atendimento de portadores de HIV/Aids e pacientes com comprometimento clínico. observou-se que. 147 . e nas não-governamentais. ao se analisar de acordo com a natureza da instituição. 238 (32. apresentam algum outro transtorno psiquiátrico. tanto nas instituições governamentais quanto nas não-governamentais.6% (343) de instituições governamentais e 69.. observa-se uma proporção maior de instituições que atendem pacientes que. • A participação da família é prevista na maioria das instituições que realizam atividades de tratamento. • A maioria das instituições declarou encaminhar usuário/dependente de álcool e outras drogas para a reinserção social.

.

.

.

7..........160 3......3.........1......... ........................................... Local de realização das atividades................ Instituições que realizam atividades de Redução de Danos.............2.......................................................... projetos e/ou atividades............ Procedência dos encaminhamentos........................157 2..........178 4.. Resistência da comunidade aos programas.............................................158 3.3.......159 3.......... Quantidade de veículos disponíveis nas instituições....................................... ............... .................... Forma de contratação dos profissionais..............4..........9...........................................4........................................................................... Apoio da comunidade aos programas................................................................. Tempo de funcionamento........................................................................................................................................1................................ ...............................................168 3.....179 4.........10............................... Articulação das instituições de redução de danos com outros setores................165 3.................................... projetos e/ou atividades........11.................... Tipos de atividades desenvolvidas........ Análise descritiva d Sociais e à Saúde de acordo com a natureza da instituição............................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..........................1.................. Veículos automotores para desenvolvimento das atividades.......................... 159 3. Tipos de atividades desenvolvidas..............................1......... Perfil do redutor de danos............ Características das instituições de acordo com a natureza..........177 4.................181 4..................... 172 4..............8..... Faixa etária da população atendida...........156 2.....................................................1...........................................155 2............... Atividades realizadas..................8..........7........2..1....................................................... Sumário 1..... Apoio da comunidade aos programas. Parcerias estabelecidas..........................................155 2.................... População atendida....1............ Parcerias estabelecidas... Sexo da população atendida.............................176 4......................9.............6............................157 2...................................................184 151 ..............167 3.................................166 3.................6..... ....................................................... 153 2.. Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos ............................. ....................................... Média mensal de atendimentos..........174 4.......................... projetos e/ou atividades...............175 4............6............................. ........................153 2.....1........................... População atendida......................................... Abrangência territorial.......172 4....... Perfil do redutor de danos.1... Forma de contratação dos profissionais...1..................1............................................7.. Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos Sociais e à Saúde.................................... Acesso da população atendida...................183 4. Informações institucionais...............5..................156 2. projetos e/ou atividades...............162 3..172 4............10...1.........8..164 3.............. Local de realização das atividades..............170 4........173 4...............................................................................157 2.....5.............................................................153 2.....9.1..................................4...................... Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes..... 153 2........ ..............1...................................................................................................... Resistência da comunidade aos programas.......................2... Introdução....3.............................1........... Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente................................................. Localização da instituição.................5..11...........154 2......

...............................Redução de danos sociais e à saúde 4....2.............. Conclusão.................................. .................................207 4. Total de horas dedicadas à instituição.......2.........................2.............2................ Idade................191 4....................................................................4..3...... Número de profissionais.............................................198 4..3...............3..................................................189 4..........................194 4........................7...................... Recursos financeiros...................1........... Participação em conselhos......................................................................................................................203 4..............2.....204 4....................... Escolaridade...............3.... Características do dirigente de acordo com a natureza da instituição...................................2......... ..................................... Atividade remunerada fora da instituição.......................................2..5...4....................3................... Sexo ................................ Previsão da capacitação externa..........................197 4.... Capacitação para os profissionais..............................2....................... Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes..........192 4................................... Tipo de capacitação externa prevista.........6................196 4.....................1...................1.........3..............14......... Características da equipe profissional de acordo com a natureza da instituição........................................3......... Freqüência da capacitação......................12..............................................191 4...........5..1...........................13...............7.....................2.......................................................2.................2................................. Recursos materiais................195 4......................................................................................208 5............................................................................................... Situação de remuneração.....3......................3.. Motivação......................................................................................8..........200 4....185 4................6.... Participação em eventos científicos e de mobilização social.....................................206 4........205 4................................. 209 152 ........186 4.......................................................................193 4.3.........1......200 4......... Atividades de capacitação desenvolvidas.......

a RD entrou para a agenda pública de políticas de saúde.4 100. o perfil do redutor de danos. com o surgimento da epidemia do HIV/Aids. como medida de intervenção preventiva. 574 instituições responderam que realizam atividades de Redução de Danos (RD).0 5. 1. assistencial. Apesar de as estratégias de RD terem como objetivo a mudança dos comportamentos de risco associados ao uso de drogas. Distribuição das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos Sociais e à Saúde 2. Neste capítulo.6%). amparada pelo artigo 196 da Constituição Federal. foram introduzidas estratégias de troca de seringas e prescrição de medicamentos de substituição para usuários de drogas injetáveis. conforme se observa na Figura 162. culturais e dos agravos à saúde associados ao uso de álcool e outras drogas. em suas diretrizes. dentre outros dados relevantes neste contexto. principalmente em relações sexuais não protegidas.7 Figura 162: Atividades desenvolvidas pelas instituições 2. À época. Tipos de atividades desenvolvidas As atividades de Redução de Danos sociais e à saúde mais citadas foram aconselhamento. apresentamos um panorama das ações em Redução de Danos realizadas no país. A Política Nacional sobre Drogas (PNAD) reconhece a estratégia de Redução de Danos. N Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento. de modo integrado com outros programas de saúde pública e considerando as peculiaridades locais e regionais. Instituições que realizam atividades de Redução de Danos Do total de 1. 378 (65. as atividades desenvolvidas. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total 501 490 574 33 574 % 87. 434 (75.. estaduais e municipais financiem a formulação.1. com a realização de diversas conferências internacionais sobre o tema..9%) (figura 163). Nos anos 90. pois qualquer tipo de uso de substâncias psicoativas pode levar a comportamentos que colocam o usuário e outras pessoas em risco.642 questionários validados. Propõe. também.2. 2. de promoção da saúde e dos direitos humanos que visa diminuir o impacto dos problemas socioeconômicos. o que difundiu a estratégia por várias nações.3 85. as parcerias estabelecidas. Introdução A prática e o conceito da Redução de Danos (RD) se referem a um movimento iniciado nos anos 80.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . não devem se limitar aos riscos de infecção pela prática de compartilhamento de seringas ou outros instrumentos usados no consumo endovenoso de drogas. 153 . implementação e avaliação de programas e de ações de redução de danos sociais e à saúde. que os governos federal. e encaminhamento para a rede social e de saúde.

0 75. redutores de danos e outros profissionais.9 11.2 30.3.5 27. e na residência dos usuários.Redução de danos sociais e à saúde Não resposta Trabalho em campo Distribuição de material informativo Aconselhamento Encaminhamento para a testagem do HIV Encaminhamento para rede social e de saúde Grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço Troca de seringas Distribuição de equipamentos para injeção e limpeza Distribuição de preservativos femininos Distribuição de preservativos masculinos Distribuição de cachimbos e piteiras para uso do crack ou merla Distribuição de água Banho Alimentação Atividades culturais.8%) citações.7 Figura 163 : Tipos de atividades de Redução de Danos desenvolvidas Algumas instituições informaram que em RD estão inseridas ações de atendimento.6 51.6 19. Tétano e Gripe foram citadas como atividades de RD pelos dirigentes. na forma de capacitações para vários segmentos e profissionais. orientação e acompanhamento. assim “como a realização de encaminhamentos para a rede de saúde para testagem do vírus das Hepatites B e C e Sífilis”.8%). Febre Amarela.7 9. Local de realização das atividades A Figura 164 mostra o local onde as instituições realizam atividades de Redução de Danos. 186 (32. com 418 (72. Os dirigentes também informaram que realizam RD por meio de atividades religiosas incluindo evangelização.4 65.0 54.4). Atividades de RD. c) capacitação de enfermeiros sobre HIV/Aids. destacando as citações: na sede da instituição.2 35. 154 . por exemplo. 200 (34. por meio de trabalho de base. Atividades preventivas como imunização contra Hepatite B.3 8. b) capacitação em escolas.5 2. destacando-se: a) capacitação de multiplicadores.9 9. trabalhos espirituais e passes.0 35. artísticas e recreativas Outras atividades Total N 53 172 310 434 295 378 228 57 55 109 204 13 49 155 202 206 67 574 % 9. 2. foram citadas pelos dirigentes.0 35. nos serviços de saúde.9 39. com famílias e visitas domiciliares a usuários em situação de pré-internação.

84 (14.4 5.2 9.6%).6 35. 318 (55.8 55.5.6%).Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .5 13.0 23.6%). 155 . e com farmácias. com estabelecimentos comerciais.4 15.8 32. os dados mostram que 261 (45.2 24. 188 (32.8%).4%).5%) instituições não recebem apoio e 235 (40. 215 (37.2 21.3 Figura 164: Local onde as instituições realizam atividades de Redução de Danos 2.. Apoio da comunidade aos programas.8 34.0 21. com instituições de segurança pública.2 14.6% dos dirigentes (figura 165).4 12. sendo as principais com a rede pública de saúde. Essa questão não foi respondida por 13.2%). 201 (35%).5 14.9 37.6 16. 30 (5.5%). Parcerias estabelecidas A Tabela 86 mostra que as instituições de RD estabelecem diversas parcerias.8 15. 124 (21. Não resposta Bares Casas noturnas Festas e raves Serviços de saúde Residência de usuários Residência de lideranças da comunidade Associações de bairro Centros comunitários Grupos e organizações religiosas Presídios Ruas e locais de consumo Na sede da instituição Outro Total N 60 76 55 39 200 186 86 133 141 163 70 124 418 88 574 % 10. 97 (16.8 2..6 28.4.6 6. projetos e/ou atividades de Redução de Danos. com o sistema judiciário. com núcleos comunitários. com grupos e organizações religiosas. Tabela 86: Parceria estabelecidas pelas instituições N Não resposta Núcleos comunitários Instituições de saúde Farmácias Estabelecimentos comerciais Instituições de saúde mental Sistema judiciário Instituições de segurança pública Grupos e organizações religiosas Outra Total 93 188 318 30 84 201 124 97 215 85 574 % 16. com instituições de saúde mental.6 72.9%) responderam que recebem algum tipo de apoio.2 32. projetos e/ou atividades Com o objetivo de saber se as instituições recebem apoio da comunidade local para a execução dos programas.

4 100.9 45. N 97 166 311 574 % 16. como relacionado na Figura 167.9 16.4%) afirmaram sofrer resistências no desenvolvimento de ações de Redução de Danos sociais e à saúde por uso indevido de álcool e outras drogas.6.7 40. 235 (40.5 100. na maior parte das vezes.2%) não possuem veículos automotores para esse fim. Resistência da comunidade aos programas.0 Figura 165: Apoio da comunidade aos programas.7.9 28. N 245 235 94 574 % 42.9 54. Veículos automotores para desenvolvimento das atividades Das instituições que desenvolvem algum tipo de atividade de Redução de Danos.6 40. projetos e/ou atividades Dos 574 dirigentes das instituições que responderam sobre a resistência da comunidade. razão pela qual informaram que as atividades são realizadas.0 Não resposta Não Sim Total Figura 166: Resistência da comunidade às atividades de Redução de Danos 2. projetos e/ou atividades de Redução de Danos 2. na sede da instituição. 245 (42.2 100. 311 (54.Redução de danos sociais e à saúde Não resposta Sim Não Total N 78 235 261 574 % 13.0 Não resposta Sim Não Total Figura 167: Veículos para desenvolvimento de atividades de Redução de Danos 156 .7%) não se manifestaram sobre o assunto.9%) afirmaram não haver resistência e 94 (16. conforme Figura 166.

b) médico (neurologista. conforme Figura 168 a seguir.2 5.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3%). os resultados mostram que se trata ainda de um trabalho predominantemente voluntário. os resultados mostram uma grande diversificação de perfis. voluntários (35. incluindo o álcool (12. são profissionais da saúde (42. incluindo o álcool Ex-usuários de drogas injetáveis Ex-usuários de drogas em geral. incluindo o álcool Profissionais da saúde Voluntários Outro Total Figura 169: Perfil do redutor de danos Com relação ao detalhamento do perfil dos profissionais de saúde. 2.9. usuários de drogas (UD).2% 100.42 Desvio-padrão = 1.9 29.. Em sua maioria.8. destacando-se.9%).1%). porém. ex-usuários de drogas injetáveis (13.7 Não resposta Usuário de drogas injetáveis (UDI) Usuários de drogas (UD) em geral. Perfil do redutor de danos A Figura 169 mostra o perfil dos redutores de danos.10. para a atividade de Redução de Danos. Os redutores contratados por meio de projetos específicos correspondem a 82 (14. N 401 168 4 0 1 574 % 69.2%) respostas. e) terapeuta ocupacional.0% Não resposta Menos de 4 De 4 a 7 De 8 a 11 12 e mais Total Média = 1.42 veículo por instituição.. 139 (24. com 219 (38. não exclusivo.34 Figura 168: Quantidade de veículos por instituição 2.2%) não responderam a questão. 157 . Dos 574 dirigentes. residente). d) técnico e/ou auxiliar de enfermagem. ex-usuários de drogas em geral. 2.9 13.3 35. Quantidade de veículos disponíveis nas instituições Destaca-se a média de 1.1 30.7 15.6%).7%). c) assistente social.3%) citações. profissões e ocupações. psiquiatra. em geral. clínico. como consta da Figura 170.7 42. Forma de contratação dos profissionais Quanto à forma de contratação dos redutores de danos. incluindo álcool (30.7%). com maior recorrência: a) psicólogo.7 0.3 0.6 12.0 0. e usuários de drogas injetáveis (UDI) (5. N 139 32 74 75 176 243 205 90 574 % 24.

egressos do sistema carcerário. 158 . 80 (13.0 0.4 Figura 170: Forma de contração dos redutores de danos 2. 201 (35%). seguido de crianças e adolescentes em situação de risco social. em sua maioria. população carcerária. 161 (28%).5%). 225 (39.9%).2%).CAPS-ad Contratados por meio de projetos específicos Prestam serviços voluntários Outras Total 150 40 5 54 82 219 140 574 % 26. 314 (54.4%) citações sobre a contratação dos redutores de danos pelos Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas (CAPS ad). portadores do HIV/Aids. 63 (11%). entre outros.1 7. O índice de não resposta à questão foi de 94 (16. e transgêneros.9%) contratados pela rede básica estadual de saúde.4%) e de 92 (16%) para a categoria “não há atendimento a públicos específicos”.11. 60 (10%). objeto das ações de Redução de Danos (figura 171). freqüentadores de festas e raves. militares. como bombeiros.1%). 64 (11.7%). População atendida O perfil da população atendida. Apenas 20 (3.9 9. é. 89 (15. demonstrando a necessidade de uma atuação mais próxima desses povos. identificado como adultos em situação de risco social. policiais. 117 (20. N Não resposta Contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pelos Centros de Atenção Psicossocial para o Álcool e outras Drogas . profissionais de segurança pública.4 14. adolescentes em medida socioeducativa. 40 (7%) citações sobre os contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal.Redução de danos sociais e à saúde Os resultados mostram 54 (9.4%).3 38.5%) instituições informaram realizar ações dirigidas às populações indígenas.2 24. 5 (0. apenas. trabalhadores do sexo. como agentes comunitários de saúde e que atuam como redutores de danos e.

9 0.2 54.2 Total N 501 490 574 33 1 598 % cit. 8 1.5%) não-governamentais.0 39.0 100.1 43. militares entre outros) Freqüentadores de festas e raves Outro Não há atendimento a públicos específicos Total N 94 201 225 314 80 89 117 20 161 60 64 63 88 92 574 % 16.2 262 313 14 866 53.5 20.4 54.1%) governamentais e 277 (55. 490 instituições realizam. sendo 221 (45.4%) não-governamentais.6%) de natureza governamental e 313 (54.. atividades de tratamento.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Não resposta Adolescentes em medida socioeducativa Crianças e adolescentes em situação de risco social Adultos em situação de risco social População carcerária Egressos do sistema carcerário Trabalhadores do sexo Populações indígenas Portadores de HIV/AIDS Transgêneros Profissionais de segurança pública (bombeiros.4 1.5 42.0 100.5%) não-governamental. sendo 216 (43.4 3. Já instituições que realizam atividades de Redução de Danos e também realizam ensino e pesquisa somam 33 instituições.1 11.4 35.6 GovernaNãomental governamental N % cit.1 277 55.1%) governamentais e 262 (53.5 11. Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Redução de Danos Sociais e à Saúde de acordo com a natureza da instituição 3.0 10.9 15. policiais.0 Figura 171: População atendida por meio das atividades de Redução de Danos 3. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Total 159 .5 28.6 57.6 7 11 0 26 1.5 54.0 100.1 Atividades realizadas A Tabela 87 mostra 574 ocorrências sobre o eixo em análise.3 221 250 19 706 45. N % cit.0 100. além das atividades de Redução de Danos. Tabela 87: Atividades desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.0 Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento.7 13.6%) governamentais e 14 (42.0 1. sendo 19 (57.3%) nãogovernamentais. 216 43.3 16.0 15. sendo 250 (43. Observa-se que 501 instituições realizam atividades de Redução de Danos e atividades de prevenção ao mesmo tempo. 100..6 44.

0 14. semelhantes às instituições governamentais.0 50.6 40. 132 (52. encaminhamento para testagem do HIV. essas citaram as atividades. 180 (72. artísticas e recreativas Outras atividades Total Figura 172: Atividades de Redução de Danos desenvolvidas por instituições governamentais No caso das instituições não-governamentais (figura 173). 125 (50.8 1. distribuição de material informativo. N 15 61 147 186 141 180 125 35 36 64 132 4 24 72 94 100 28 250 % 6.4 25. 160 .4 72. e grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço.6 28. 147 (58.4 56.2.0 14.0 11.8 74. Tipos de atividades desenvolvidas Os dirigentes das instituições governamentais informaram que as atividades de Redução de Danos sociais e à saúde realizadas pelas instituições foram: aconselhamento. até a quarta posição.4 58.6 9. 186 (74. encaminhamento para a rede social e de saúde.0%).2 Não resposta Trabalho em campo Distribuição de material informativo Aconselhamento Encaminhamento para a testagem do HIV Encaminhamento para rede social e de saúde Grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço Troca de seringas Distribuição de equipamentos para injeção e limpeza Distribuição de preservativos femininos Distribuição de preservativos masculinos Distribuição de cachimbos e piteiras para uso do crack ou merla Distribuição de água Banho Alimentação Atividades culturais.0 24.4%). 141 (56.0%) (figura 172). distribuição de preservativos masculinos.8%).4%).Redução de danos sociais e à saúde 3.6 52.8 37.8%).

3 6.2 50. O mesmo ocorre com a distribuição de equipamentos para injeção e limpeza.8 Figura 173: Atividades de Redução de Danos desenvolvidas por instituições não-governamentais Vale destacar.4 13. das 172 instituições que realizam trabalho de campo. podemos levantar a hipótese de que a implantação dos Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas vem contribuindo para o desenvolvimento das atividades de RD.0 31.8 34. Do total de 13 instituições que afirmaram realizar essa atividade.4%) instituições governamentais realizam troca de seringas.7 21.0 61. Assim. Não resposta Trabalho em campo Distribuição de material informativo Aconselhamento Encaminhamento para a testagem do HIV Encaminhamento para rede social e de saúde Grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço Troca de seringas Distribuição de equipamentos para injeção e limpeza Distribuição de preservativos femininos Distribuição de preservativos masculinos Distribuição de cachimbos e piteiras para uso do crack ou merla Distribuição de água Banho Alimentação Atividades culturais..2%) são instituições não-governamentais. 61 (35.9 33. na distribuição do tipo de atividade de acordo com a natureza das instituições (tabela 88).9%) instituições não-governamentais a fazem. apenas 19 (33.2%) não-governamentais.1 2. 4 (30.5%) são instituições governamentais e 107 (62.5%) instituições governamentais realizam essa atividade e apenas 17 (30.1 5.8%) são governamentais e 9 (69. pois 36 (65.9%) instituições não-governamentais realizam essa atividade. que. enquanto 35 (61.9 7. como troca de seringas e distribuição de equipamentos para injeção e limpeza.7 47. Outra diferença entre as instituições governamentais e não-governamentais diz respeito à distribuição de cachimbos e piteiras para o uso de crack ou merla. Por outro lado.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9 32. 161 .7 25.2 76.9 11.. artísticas e recreativas Outras atividades Total N 37 107 157 240 147 191 98 19 17 43 66 9 24 81 106 103 37 313 % 11.

2 49.0 100.0 100.5 50.0 100.2 5.2 Não resposta Bares Casas noturnas Festas e raves Serviços de saúde Residência de usuários Residência de lideranças da comunidade Associações de bairro Centros comunitários Grupos e organizações religiosas Presídios Ruas e locais de consumo Na sede da instituição Outro Total Figura 174: Local de realização de atividades de Redução de Danos das instituições governamentais 162 .0 100.2 69.9 141 47.0 100.0 100.8 191 50.8 20.2 13.3.4 69.0 100.3 Nãogovernamental N % cit. 100.0 100. 147 47.4 7 1.4 6.0 100.8 36.0 100.0 Distribuição de material informativo Aconselhamento Encaminhamento para a testagem do HIV Encaminhamento para rede social e de saúde Grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço Troca de seringas Distribuição de equipamentos para injeção e limpeza Distribuição de preservativos femininos Distribuição de preservativos masculinos Distribuição de cachimbos e piteiras para uso do crack ou merla Distribuição de água Banho Alimentação Atividades culturais.4 48.8 49.0 15.3 1.8 61.0%).2 10. Local de realização de atividades A Figura 174 mostra o local onde as instituições governamentais realizam atividades de Redução de Danos.8 28. (36.9 8 1.9 39. N 19 38 26 16 122 90 26 47 58 34 22 50 185 38 250 % 7.0 46.0 100.5 98 19 17 43 66 9 24 81 106 103 37 37 1 482 43.0%).6 240 55.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 88: Atividades de Redução de Danos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.0 100.6 15.9 2.4 18.3 48.0 2.3 30. artísticas e recreativas Outras atividades Não resposta Total 3.8 7 2.0 100. Os mais citados foram: na sede da instituição.3 147 49. 157 50.7 30. 6 1. nos serviços de saúde.5 41.0 55.6 8.3 52.0 100.0 1. e na residência dos usuários 90.5 3.6 125 35 36 64 132 4 24 72 94 100 28 15 1 444 54.5 48.5 46.7 64.4 65.5 58.6 1.4 32.0 74.0 1.6 Total N 310 434 295 378 228 57 55 109 204 13 49 155 202 206 67 53 2 987 % cit.0 33. 185 (74.0 1.0 100.8%).8 23.0 Governamental N % cit. 122 (48.8 49.9 0.9 5 3 2 2 6 0 1 2 2 3 2 1 61 2.3 3.0 10.0 100.8 180 47.0 52.4 186 42.8 2.

95 (30.9 8.9%) não-governamentais. Quanto às instituições não-governamentais. Já as atividades realizadas em residências de lideranças da comunidade obtiveram 86 marcações.6 40.9%). e na residência de usuários. sendo 26 (30. pois. 34 (20. Esses resultados mostram a inserção significativa das instituições governamentais na comunidade.. 47 (35.. as não-governamentais realizam a maioria das atividades de RD em grupos e associações religiosas. 225 (71. sendo 22 (31.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 25.3 Não resposta Bares Casas noturnas Festas e raves Serviços de saúde Residência de usuários Residência de lideranças da comunidade Associações de bairro Centros comunitários Grupos e organizações religiosas Presídios Ruas e locais de consumo Na sede da instituição Outro Total Figura 175: Local de realização de atividades de Redução de Danos das instituições não-governamentais A Tabela 89 apresenta a distribuição das respostas referentes aos locais onde são realizadas as atividades de Redução de Danos de acordo com a natureza das instituições. 163 .3%) referentes às instituições governamentais e 84 (63.6%).4 18.4%) governamentais e 48 (68.2% ) de instituições governamentais e 58 (67.5 26.6%) não-governamentais.6 15. 127 (40.3 22.9 15. N 40 34 25 21 72 95 58 84 80 127 48 70 225 48 313 % 12. Em relação às atividades desenvolvidas nos serviços de saúde.7 23. nos grupos e organizações religiosas. foram encontrados os seguintes resultados principais: na sede da instituição.4%) de instituições não-governamentais. Por outro lado. das 200 instituições que marcaram essa opção.4%).9%) são governamentais e 127 (77. Figura 175. 122 (61%) são governamentais e apenas 72 (36%) não-governamentais. As atividades realizadas em associações de bairro totalizaram 133 respostas. das 163 instituições que afirmaram realizar atividades nesses grupos.0 30. Um outro dado relevante se refere à realização de atividades em presídios realizadas por 70 instituições.4 71.8 10. percebe-se que.0 6.2%) às instituições não-governamentais. podendo-se inferir sobre a necessidade de a rede básica de saúde chegar até os presídios.

3 38 43. N 36 74 167 12 23 118 50 41 54 37 250 % 14.5%).7 127 77.2 47.2 80 56.4 50 40.1 58 67.2 Governamental N % cit.5%).1 2 1. 54 (21.6 66. instituições de saúde mental.3 41 2. verifica-se por ordem de recorrência. sistema judiciário.0 100.0 90 48.5 225 53. 164 .0 95 51.9%).8 Não resposta Núcleos comunitários Instituições de saúde Farmácias Estabelecimentos comerciais Instituições de saúde mental Sistema judiciário Instituições de segurança pública Grupos e organizações religiosas Outra Total Figura 176: Parcerias realizadas pelas instituições governamentais de Redução de Danos Do total de 800 respostas das organizações não-governamentais.5%). as seguintes citações: a) grupos e organizações religiosas.8 4.8 72 36.0 100.3 185 44.0 16. instituições de saúde mental.7 38 50. núcleos comunitários. 100.3 2 1. 79 (25.6 70 56.0 26 47.5 2 2.9 48 68.3 4 7.0 1 0.6%).2 771 41.0 100.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 89: Local de realização de atividades de Redução de Danos acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.8 48 54. 118 (47. instituições de saúde. instituições de segurança pública.4 26 30. 56 (17.3 58 41.0 100.0 100.2 47 35.9 2 2.8 9.2%). 40 66. 158 (50. 58 (18.7 34 44. 74 (23.0 4 3. 74 (29.2 20.0 100.0 100.0%).6%). 144 (46.0 122 61.0 100. com 167 (66. 1 1.7 4 5.9 22 31. o destaque das parcerias das instituições governamentais recai sobre as instituições de saúde.4 29.3 16 41.2 0 0.1 6 3.0 100.4 21. e farmácias.3 2 5.4.9 Nãogovernamental N % cit.0 100.2 8 1. Do total de 612 respostas. 111 (35.0 100.2%).6 14.0 Não resposta Bares Casas noturnas Festas e raves Serviços de saúde Residência de usuários Residência de lideranças da comunidade Associações de bairro Centros comunitários Grupos e organizações religiosas Presídios Ruas e locais de consumo Na sede da instituição Outro Total 3.5 1 027 55.6%). e grupos e organizações religiosas.8 Total N 60 76 55 39 200 186 86 133 141 163 70 124 418 88 1 839 % cit. 18 (5.8%) citações.7 25 45. Parcerias estabelecidas A Figura 176 retrata as parcerias estabelecidas pelas instituições pesquisadas para a promoção das atividades de Redução de Danos sociais e à saúde.8%) citações (figura 177).1 34 20.5 3 2.5 21 53. núcleos comunitários.0 100.0 100.4 84 63. estabelecimentos comerciais.0 100. 19 31.

0 0 0.0 100. 56 60.7 74 39. sendo 54 (25.5.2 111 59.1 3 1.5 46 54. 165 .4%) foram por instituições governamentais e 111 (59.1 800 55.6 17. 100.7 56 57.0%) não-governamentais.0 Não resposta Núcleos comunitários Instituições de saúde Farmácias Estabelecimentos comerciais Instituições de saúde mental Sistema judiciário Instituições de segurança pública Grupos e organizações religiosas Outra Total 3. As parcerias realizadas com grupos e organizações religiosas totalizaram 215 respostas.4 118 58..0%) por instituições nãogovernamentais.0 100. sendo que 167 (52.6 Governamental N % cit.5 46.5 12 40.0 3 3.3 74 59.3 18 60. não recebem apoio da comunidade para a realização das atividades de Redução de Danos.9 50.. Tabela 90: Parcerias estabelecidas de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.7 50 40.7 Total N 93 188 318 30 84 201 124 97 215 85 1 435 % cit.1%) realizadas por instituições governamentais e 158 (73.4%) são governamentais e 58 (69.5 14. das 84 instituições que marcaram essa opção.0 23 27.0 144 45. 133 (53.5 612 42.7 Figura 177: Parcerias realizadas pelas instituições não-governamentais de Redução de Danos A análise comparativa entre as parcerias das instituições governamentais e nãogovernamentais (tabela 90) revela que 318 instituições realizam parcerias com instituições de saúde. Em relação às parcerias realizadas com núcleos comunitários.0 0 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 18.3 41 42.4 23 1.0 100.6 4 2.1 37 43. das 188 respostas.7 158 73.2 0 0. Apoio da comunidade aos programas.4 167 52. Não resposta Núcleos comunitários Instituições de saúde Farmácias Estabelecimentos comerciais Instituições de saúde mental Sistema judiciário Instituições de segurança pública Grupos e organizações religiosas Outra Total N 56 111 144 18 58 79 74 56 158 46 313 % 17. 36 38.0 3 1.3%) não-governamentais.5%) realizadas por instituições não-governamentais. 1 1.0 100. 23 (27.0 100.2%).0 100.0 100.2 23. 74 (39. Quanto à parceria realizada com estabelecimentos comerciais.0 100.6 Nãogovernamental N % cit.5 25.5%) são governamentais e 144 (45.6 7 2.0 79 39.0 100.4 2 2.0 58 69.0 100.3 54 25. projetos e/ou atividades Observa-se na Figura 178 que a maioria das instituições governamentais.9 35.0 5.

8 53. 100 100 100 100 Não Resposta Sim Não Total 3. na Figura 179.6%) instituições afirmaram não sofrer nenhum tipo de resistência. que 44 (17. 42 53.6 Nãogovernamental N % cit.3%) instituições não-governamentais recebem apoio da comunidade para a realização de suas atividades de Redução de Danos.0 32. até mesmo por aquelas estabelecerem mais articulações na comunidade. 82 (34.2 100. das 235 instituições que afirmaram receber apoio da comunidade para a realização das atividades de Redução de Danos.0%) não-governamentais. Tabela 91: Apoio local à Redução de Danos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.6. projetos e/ou atividades Em relação à resistência da comunidade para a realização das atividades de Redução de Danos.9 Governamental N % cit.4 17.3 100.0 Figura 179: Apoio da comunidade às atividades de Redução de Danos desenvolvidas pelas instituições não-governamentais A Tabela 91 abaixo é condizente com as análises anteriores nas quais as instituições nãogovernamentais contam com maior apoio da comunidade para a realização das suas atividades do que as governamentais. Não resposta Não Sim Total N 110 96 44 250 % 44. Resistência da comunidade aos programas.4 47.3 39.0 250 43.0 Figura 180: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas pelas instituições governamentais 166 .0 123 47. observa-se.0 Figura 178: Apoio da comunidade às atividades de Redução de Danos desenvolvidas pelas instituições governamentais Ao contrário das instituições governamentais observa-se.Redução de danos sociais e à saúde Não resposta Sim Não Total N 35 82 133 250 % 14.8 148 63. 1 1.6 100. Não resposta Sim Não Total N 42 148 123 313 % 13.5 Total N 78 235 261 574 % cit.9 82 34.0 38.0%).3 5 2.1 5 1. 35 44.1 313 54. Observa-se que. Destaca-se que a quantidade de não respostas a esta questão totalizou110 (44. que 148 (47. na Figura 180.9%) são governamentais e 148 (63.9 11 1.9 133 51.

22 (8.0%).0 100.8% 5.5 15..6% 8.8%) são governamentais e 48 (51.7 136 57.4 3 1.0% Figura 182: Perfil do redutor de danos das instituições governamentais 167 . 129 (41. O resultado confirma o preconceito e o estigma que sofrem as instituições que realizam atividades de RD. aparecem voluntários..6% 12.3%) instituições não-governamentais sofrem alguma resistência da comunidade para realizar atividades de Redução de Danos.9 44 46. Observa-se que a grande maioria é composta de profissionais de saúde. 110 44.8% 52.7.0% 16. 44 (46. a sífilis. Perfil do redutor de danos A Figura 182 retrata o perfil dos redutores de danos das instituições governamentais.3 2 2. Em seguida.9 Governamental N % cit. observa-se que. incluindo o álcool Profissionais da saúde Voluntários Outro Total 74 9 22 14 32 130 35 40 250 29.2 43. 35 (14.0%).8%). 32 (12.3 100. e os usuários de drogas em geral. controle e vigilância de doenças.9 96 40.5 Total N 245 235 94 574 % cit. ex-usuários de drogas em geral.0 Não resposta Não Sim Total 3. como o HIV/Aids.1%) não-governamentais.6 Nãogovernamental N % cit.1 313 54.0% 14.0 Não resposta Não Sim Total Figura 181: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas pelas instituições não-governamentais Na Tabela 92. O número de não resposta também foi bastante considerável.8 250 43.1 11 1.9 48 51.0 100. dentre outras.6% 3. N 129 136 48 313 % 41. 129 52. A Figura 181 mostra que 48 (15. incluindo o álcool Ex-usuários de drogas injetáveis Ex-usuários de drogas em geral. Tabela 92: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit. evidenciando a necessidade de campanhas públicas de conscientização da população sobre a importância da atividade na prevenção.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 100. incluindo o álcool. incluindo o álcool.2%). Não resposta Usuário de drogas injetáveis (UDI) Usuários de drogas (UD) em geral. 130 (52. das 94 instituições que afirmaram sofrer algum tipo de resistência. 6 2.8%). 100.

2 53.4 34.8 7. a Figura 183 mostra que a maior parte das equipes de Redução de Danos é formada por voluntários.3 80.4 15. incluindo o álcool.8 53.5 45. 100.3 61 142 109 167 47 663 81. Forma de contratação dos profissionais Observa-se na Figura 184 que a forma de contratação mais utilizada pelas instituições governamentais da equipe de Redução de Danos são.1 44.4%).8%). incluindo o álcool Ex-usuários de drogas injetáveis Ex-usuários de drogas em geral.0 100.2 0 0. apenas 32 (18. Tabela 93: Perfil do redutor de danos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.0 Não resposta Usuário de drogas injetáveis (UDI) Usuários de drogas (UD) em geral.9 52 70. voluntários. 109 (34. 74 53.2 9 28.0 100.7%) referem-se a instituições governamentais e 61 (81.0 100. Em seguida. 142 (45.7 14 32 130 35 40 356 18. incluindo o álcool (74). como seguem: ex-usuários de drogas em geral incluindo o álcool.2%) referem-se a instituições governamentais e 142 (80.0 100.4 Nãogovernamental N % cit.1%) são governamentais e 23 (71.3 16.5 3.0 0 2 4 3 3 15 0. 27 (10.3%) a não-governamentais.2%). 41 (16.7 44. 168 .0 Não resposta Usuário de drogas injetáveis (UDI) Usuários de drogas (UD) em geral. N 62 23 52 61 142 109 167 47 313 % 19. incluindo o álcool Profissionais da saúde Voluntários Outro Total 3. contratados por projetos específicos.0 100.0 100.7 18.3%) não-governamentais. das 176 marcações.2 64.1 22 29. das 32 marcações.6 19.7%) governamentais e 52 (70.9%) não-governamentais.0 100. e os profissionais de saúde. incluindo o álcool Ex-usuários de drogas injetáveis Ex-usuários de drogas em geral. Verificam-se algumas diferenças marcantes.4%). 3 2.5 17.5 52. sendo 22 (29.0 100. 62 44.0 0 0.4%). 35 (14.4 34.9 81. 33 (13. sendo que apenas 14 (18. e usuários de drogas injetáveis.1 1. usuários de drogas em geral. e contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal.8. 167 (53. ex-usuários de drogas injetáveis (75).0 1.5 Governamental N % cit.7%) a não-governamentais. incluindo o álcool Profissionais da saúde Voluntários Outro Total Figura 183: Perfil do redutor de danos das instituições não-governamentais A Tabela 93 apresenta a distribuição do perfil dos redutores de danos de acordo com a natureza da instituição. apenas 9 (28.1 Total N 139 32 74 75 176 243 205 90 1 034 % cit.Redução de danos sociais e à saúde Nas instituições não-governamentais.6 23 71.0%). aparecem ex-usuários de drogas.3 1. por ordem de recorrência: contratados pelos CAPSad.6 1.8%).

2 14.CAPS-ad Contratados por meio de projetos específicos Prestam serviços voluntários Outras Total N 76 27 2 41 33 35 79 250 % 30. N 69 13 3 11 48 183 58 313 % 22. das 82 instituições que afirmaram essa forma de contratação.0 3.2 1. Em seguida.5 18.5 Não resposta Contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pelos Centros de Atenção Psicossocial para o Álcool e outras Drogas . destacam-se os redutores de danos contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual. em sua maioria. Não resposta Contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pelos Centros de Atenção Psicossocial para o Álcool e outras Drogas .0 31..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..0%) não-governamentais. 33 (40.2%) são governamentais e 48 (58.CAPS-ad Contratados por meio de projetos específicos Prestam serviços voluntários Outras Total Figura 185: Forma de contratação dos profissionais nas instituições não-governamentais Ao se analisar a forma de contratação dos redutores de danos de acordo com a natureza da instituição (tabela 94). sendo 2 (40.3%). na Figura 185. voluntários.5 15. 169 .5%) não-governamentais. aparecem redutores de danos contratados por projetos específicos.8 0.4 10. Já em relação aos contratados por projetos específicos.0 4.3 58. 48 (15.4 13.6 Figura 184: Forma de contratação dos profissionais nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais. pois apenas 5 instituições marcaram essa opção. observa-se.8 16.0%) governamentais e 3 (60.5%). 183 (58. que os redutores de danos são.

0 75.6 36.3 0 0.0 56.2 0. 131 (41. aparecendo: adultos em situação de risco social.4 55. 84 (33. de acordo com a Figura 187. adolescentes em 170 .6%).7 1.0 10. 175 (55.9 40.6 27.4 58.4 24. 69 (27.2 10.8 5 54 82 219 140 690 100.2 11.5 13 32. 60 (24.6%) instituições atendem às populações indígenas.0 100. 5 3.4 53.4 18. Não resposta Adolescentes em medida socioeducativa Crianças e adolescentes em situação de risco social Adultos em situação de risco social População carcerária Egressos do sistema carcerário Trabalhadores do sexo Populações indígenas Portadores de HIV/AIDS Transgêneros Profissionais de segurança pública (bombeiros.0 100. Apenas 9 (3.6 16.0%).7 69 46.0 33.0 100. 133 (53.0 40 100.2 16.0 100.5 Total N % cit.5 83.6 41. 91 (36. N % cit.0 27 67. militares entre outros) Freqüentadores de festas e raves Outro Não há atendimento a públicos específicos Total N 45 84 91 133 29 41 60 9 69 28 25 26 47 39 250 % 18.0 3.6%).4%). 76 50. observa-se. portadores de HIV/Aids.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 94: Forma de contratação dos profissionais de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.0 Não resposta Contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pelos Centros de Atenção Psicossocial para o Álcool e outras Drogas . crianças e adolescentes em situação de risco social. adolescentes em medida socioeducativa.9%). que o público-alvo das ações de Redução de Danos nas instituições não-governamentais ocorrem na mesma ordem das instituições governamentais.0 GovernaNãomental governamental N % cit.5 3 11 48 183 58 385 60.4 42.CAPS-ad Contratados por meio de projetos específicos Prestam serviços voluntários Outras Total 0 2 1 1 3 12 0.6 Figura 186: Público-alvo das atividades de Redução de Danos nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.9%). crianças e adolescentes em situação de risco social. e trabalhadores do sexo. 150 100.9.5 2.6 11.0 100.8 15. População atendida A Figura 186 apresenta o público-alvo das ações de Redução de Danos nas instituições governamentais: adultos em situação de risco social.7 2 41 33 35 79 293 40.0 3.0 3.0 20.2%).1 1. policiais.

9 47 50.8 52.3 53. militares entre outros) Freqüentadores de festas e raves Outro Não há atendimento a públicos específicos Total 47 114 131 175 51 47 53 11 87 29 38 36 38 49 313 % 15. em relação à população carcerária.5%).5 12.8 45.9 3.3 Total N 94 201 225 314 80 89 117 20 161 60 64 63 88 92 1 668 % cit.9 16.1%) governamentais e 38 (54.4 36.4 131 58.9 46.0 100.6 3.7 63.0 100. policiais. sendo 25 (39. Observa-se também que 64 instituições possuem como público-alvo profissionais de segurança pública.8%)..3 59.1 11.0 100.2 GovernaNãomental governamental N % cit.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 55. 87 (27.8%) nãogovernamentais.6 1..3 15.7 91 40.7 39.0 100. 114 (36.0 100.0 1. observa-se que.1 41.3 45.1 3.0 100.8 9. medida socioeducativa.2 53.4 0. 2 2. policiais.0 3.9 55.0 100. N % cit.2 133 29 41 60 9 69 28 25 26 47 39 726 42.3 12.1 5.4 4.3 2.4%).4 41.7 Figura 187: Público-alvo das atividades de Redução de Danos nas instituições não-governamentais Na Tabela 95.1 51.0 36. 100.0 100.4 57.5 27.0 100. 45 47.0 84 41.1 3 1. portadores de HIV/Aids.0 100.0 100.0 1. sendo que 29 (36.0 Não resposta Adolescentes em medida sócio-educativa Crianças e adolescentes em situação de risco social Adultos em situação de risco social População carcerária Egressos do sistema carcerário Trabalhadores do sexo Populações indígenas Portadores de HIV/AIDS Transgêneros Profissionais de segurança pública (bombeiros.0 48.0 100.3 46.5 175 51 47 53 11 87 29 38 36 38 49 906 55.9 0.0 100.1 15.4 42.0 100.3 6 0 1 4 0 5 3 1 1 3 4 36 1. apenas 80 instituições atingem esse público-alvo.8 114 56.5 3 1. militares entre outros) Freqüentadores de festas e raves Outro Não há atendimento a públicos específicos Total 171 . N Não resposta Adolescentes em medida socioeducativa Crianças e adolescentes em situação de risco social Adultos em situação de risco social População carcerária Egressos do sistema carcerário Trabalhadores do sexo Populações indígenas Portadores de HIV/AIDS Transgêneros Profissionais de segurança pública (bombeiros. Tabela 95: Público-alvo das atividades de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.1 43.0 42.9%) não-governamentais.3 54.3%) são governamentais e 51 (63.0 54. As instituições que atendem a populações indígenas somam apenas 11 (3.0 16.4 43.

1%) marcações.0%) instituições passaram a funcionar a partir do ano 2000 ou mais.Redução de danos sociais e à saúde 4.7%) são governamentais e 95 (40. 172 .6 4.0 ão resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total Figura 189: Ano de funcionamento das instituições não-governamentais A Tabela 96 mostra a distribuição do ano de criação das instituições de Redução de Danos de acordo com sua natureza governamental ou não-governamental.1. Esse resultado deve-se à regulamentação dos CAPS ter ocorrido a partir de 2002.1 30.3%) são governamentais e 32 (72. há quantos anos as instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos estão em funcionamento.0 54.8 7. Já as instituições que estão em funcionamento a menos de 8 anos. 135 (57.4%). ou seja.0 100.6 20. Percebe-se que 135 (54.9 10.1. a maior ocorrência é de instituições criadas entre 1990 e 1999.2 14. 12 (27. nas instituições não-governamentais que desenvolvem atividades de Redução de Danos. que passaram a funcionar a partir de 2000. na Figura 188.4 36. Observa-se que das 44 instituições que funcionam desde antes de 1980.6%) não-governamentais.1 Tempo de funcionamento Pode-se observar. possuem menos de 8 anos de funcionamento. ou seja.7%) não-governamentais. N 34 12 19 50 135 250 % 13. Características das instituições de acordo com a natureza da instituição 4. do total de 234 instituições. com 113 (36.0 Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total Figura 188: Ano de funcionamento das instituições governamentais Conforme Figura 189. As instituições criadas a partir do ano 2000 ou mais.4 100. N 28 32 45 113 95 313 % 8. totalizam 95 (30. Informações institucionais 4.

N % cit.0%) instituições que realizam atividades de Redução de Danos abrangem todo o município ou cidade.. 4 6.9%) são nãogovernamentais.5 28 42..7 45 70.0 0 0.2. a grande maioria.4%) respostas. das 109 respostas. 100. Abrangência territorial Na Figura 190.1 0 0.0 100.2 0.1 Figura 191: Abrangência das atividades da instituição não-governamental Observa-se na análise da Tabela 97 que.1 135 57. 79 (72.8 4 1.4 12.4%) são governamentais e 94 (35.8 21.1. Já em relação às instituições cujas atividades abrangem todo o estado.0 100.0 100. 30 (27.0 4.6 313 54.4 4.9 30.5%) se referem às não-governamentais.0 100.6 250 43. 166 (63.7 95 40. N Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 6 94 79 92 15 66 313 % 1.0 3 1.0 25. 34 51.6 Figura 190: Abrangência das atividades da instituição governamental A Figura 191 revela que 94 (30.0 Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 4. Em seguida. 173 .7 11 1.3 32 72. do total de 262 instituições cujas atividades abrangem todo o município ou cidade. Tabela 96: Ano de funcionamento quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit.1 113 68.2 29.9 GovernaNãomental governamental N % cit.5 Total N 66 44 64 166 234 574 % cit.4 12 27.3 50 30. com 92 respostas (29.4%). totalizando 166 (66. Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o Estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total N 3 0 166 30 10 5 69 250 % 1. aparece a opção “abrange todo o país”. percebe-se que a maioria das instituições governamentais que realiza atividades de Redução de Danos abrange todo o município ou cidade.0 66.0 2.0 27.5%) se referem às instituições governamentais e.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .7 19 29.0 100.

8 0 0. 7 70.4 66 48.3.1%) não-governamentais.3 5 25. N % cit.0 166 63.5 79 72.0 2 1.0 1. das 480 instituições que realizam atividades de Redução de Danos e estão localizadas na área urbana. com 231 (73.8 23.0 100.0%) são governamentais e 231 (48. 100. Localização da instituição A maioria das instituições governamentais que realiza atividades de Redução de Danos está localizada na área urbana.0 2.2 283 43.0%). enquanto 72 (94. e somente 4 (1. 174 .6 100. 245 (98. Percebe-se que.7 352 54. 245 (51.0 100.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 97: Abrangência das atividades de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit. observa-se um número razoável de instituições localizadas na área rural 72 (23.4 100.0 100.0 0 0. N 2 231 72 8 313 % 0.0 6 100.7 92 89.0 100.9 30 27.0 15 75.0 100.8%) respostas.0 69 50. N 245 4 1 250 % 98.4 94 35. Porém.3%) são instituições governamentais. 3 30.0 Área urbana Área rural Área urbana e rural Total Figura 192: Localização da instituição governamental A Figura 193 também revela que a maioria das instituições não-governamentais também estão concentradas na área urbana.6 0.0 Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o Estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 4.6%) instituições estão localizadas na área rural.1. como pode ser observado na Figura 192.6 73.0 100.4 Total N 10 6 262 109 103 20 137 647 % cit.7%) se referem a instituições não-governamentais. apenas 4 (5.0 0 0.0 0 0.0 1 1.0%).0 Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total Figura 193: Localização da instituição não-governamental A Tabela 98 mostra a distribuição da localização de acordo com a natureza da instituição. Já das 76 instituições que se localizam na área rural.9 GovernaNãomental governamental N % cit.0 2 0.5 12 1.0 0 0.0 100.5 10 9.

175 . pacientes de ambos os sexos.9 GovernaNãomental governamental N % cit.8 67. Sexo da população atendida Observa-se na Figura 194 que as instituições governamentais atendem. percebe-se que 211 (67. sendo 1 (7. N Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 1 89 12 211 313 % 0.3%) não-governamentais.0 11 1.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . das 96 instituições que afirmaram prestar atendimento somente ao sexo masculino.0 Figura 194: Sexo da população atendida pela instituição governamental Nas instituições não-governamentais que realizam atividades de Redução de Danos. totalizando 242 respostas.4 100. Percebe-se que não há muitas instituições voltadas ao atendimento especifico às mulheres.7 1 11. pois apenas 12 (3. pois cada um tem suas peculiaridades e demandam estratégias diferentes.4 96.0 100.0 2 22. Esse dado revela que as instituições governamentais precisam ampliar os atendimentos específicos. 0 0. Apenas 1 (0..4.1..8 4 0. 100.8 0.1 8 88. 7 (7. Já o número de instituições que presta atendimento específico aos pacientes do sexo masculino soma 7 (2.8 100.8 0 0. N % cit.3 28.3%) são governamentais e 89 (92.4 3.1 4 5.0 Figura 195: Sexo do público-alvo atendido pela instituição não-governamental A Tabela 99 mostra que.4%) atendem somente pessoas do sexo masculino.9 250 43.6 313 54.7%) não-governamentais.4%) instituição atende ao sexo feminino especificamente. tanto ao público feminino quanto ao público masculino.0 100. Tabela 98: Localização da instituição de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit. em sua maioria.0 100.0 0 0.8%) instituições realizam esse atendimento.7%) governamental e 12 (92.2 245 51. N Masculino Feminino Ambos os sexos Total 7 1 242 250 % 2. de acordo com a Figura 195.8%).4%) prestam atendimentos a ambos os sexos e que 89 (28.0 Não resposta Área urbana Área rural Área Urbana e rural Total 4.0 231 48.5 Total N 9 480 76 9 574 % cit.3 72 94.0 100. As instituições que indicaram prestar atendimento específico ao sexo feminino somam apenas 13. 7 77.

7 92.0 0 0.7%).5 89 92.6 Nãogovernamental N % cit. e idosos.1%). aparecem os atendimentos prestados aos adolescentes.5. 0 0.1 55.8 Figura 196: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição governamental Já nas instituições não-governamentais.8%) instituições.6 Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total Figura 197: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição não-governamental 176 . Em seguida.5 Total N 8 96 13 457 574 % cit. 174 (55.8 31. somando um total de 192 (76. com 231 (92. como pode ser observado na Figura 197.4 76.3 1 7. nas instituições governamentais.0 100.0%) respostas.0 4 0. respectivamente. 1 12. 100.0 100.5 0 0.3 27.0 100.4%) e 230 (92. N Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 2 79 162 230 231 192 250 % 0. o público mais atendido são os idosos a partir de 60 anos de idade. 289 (92.3 211 46. porém ocorrendo de forma inversa às governamentais.9 11 1.8 92. N 1 85 215 289 282 174 313 % 0.3 90. 7 87. Faixa etária da população atendida A Figura 196 mostra que.6 64.2 68.0 100. 215 (68.0 Não resposta Masculino Feminino Ambos os sexos Total 4. respectivamente. o atendimento está concentrado nas faixas etárias de 18 a 24 anos e de 25 a 59 anos. e os adolescentes.0 92.7 242 53. somando.9 Governamental N % cit.8%) instituições.0 7 7.0 250 43. o atendimento ao público concentra-se na faixa etária de 25 a 59 anos e de 18 a 24 anos.2 313 54.6%).7 12 92.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 99: Sexo da população atendida de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit. com um total de 162 (64.1. Em seguida.3%) e 282 (90.

1 Governamental N 2 79 162 230 231 192 896 % cit. observa-se que.6 0.4%) não-governamentais.0 Figura 199: Média mensal de atendimentos nas instituições não-governamentais 177 . conforme se verifica na Figura 199.000 a 4.999 5. 100. totalizando 142 (45. Em relação aos adolescentes.000 a 1.6 44.4 2.0 100.4 54.8 9.6 0. sendo 231 (44.0 4. Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.3 N 10 165 380 522 517 369 1 963 Total % cit.0 100. 70.3 100.8 0. das 522 instituições que atendem ao público de 18 a 24 anos.8 0.5 56.4%) instituições. sendo 162 (42. 10.6 0.6%) governamentais e 215 (56.000 a 1.999 De 2. Tabela 100: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N Não resposta Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade Total 7 1 3 3 4 3 21 % cit.6 1.0 100.0 Figura 198: Média mensal de atendimentos nas instituições governamentais Já nas instituições não-governamentais.6 5.1%) são governamentais e 289 (55.9 42..0 47. Na Tabela 100.4 25.999 De 2.7%) governamentais e 282 (54.8 1.6 1.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 230 (44.. Média mensal de atendimentos Figura 198 mostra que a média mensal de atendimentos realizados pelas instituições governamentais é de 100 a 499 atendimentos por mês.000 a 4. totalizando 102 (40.6 Nãogovernamental N 1 85 215 289 282 174 1 046 % cit.0 100.6 45.6 18.6 55.0 0.0 51.000 e mais Total N 59 45 102 24 14 4 2 250 % 23.000 e mais Total N 55 142 81 20 8 6 1 313 % 17.9 6. O público de 25 a 59 anos é atendido por 517 instituições.0 100.1. Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1.5 47.1 44.0 45.999 5.7 52.5%) nãogovernamentais.9 0. a média de atendimento está concentrada em menos de 100 atendimentos por mês.8%) respostas. 20.2 53.0 100.6%) não-governamentais.8 100.6. 380 instituições afirmaram atingir esse público.0 40.

0 100.6%) respostas. perfazendo um total de 216 (86. ocorre na mesma ordem das instituições governamentais.0 100.5 8 36.5 1 33.4 86.6 Figura 200: Acesso do público-alvo às instituições governamentais O meio de acesso mais utilizado do público às instituições não-governamentais de Redução de Danos.5 Total N 123 188 183 44 22 11 3 574 % cit.4 88.3 1 0. As atividades realizadas pela instituição na comunidade totalizam 180 (72.4 6 54.0 45 23. Tabela 101: Média mensal de atendimentos de acordo com a natureza a instituição Não resposta N % cit.999 De 2.0 11 1.5 14 63.9 102 55. nas instituições governamentais.0 1 9.7. 59 48. 100.0 100. É possível observar que.7 24 54.3 313 54. do total de 188 instituições que realizam menos de 100 atendimentos por mês.9%) são governamentais e 12 (75. 178 .000 a 4. com 220 (88.0%).000 e mais Total 4.1 0 0. N Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 1 216 220 180 49 250 % 0. Em seguida.0 72.5 0 0.0 0 0.0 Não resposta Menos de 100 De 100 a 499 De 500 a 999 De 1. prevalece a capacidade de atendimento acima de 100 pessoas por mês.5%) de não-governamentais. sendo que a demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição soma 271 (86.0 19. 9 7.0%) respostas.7 250 43.0%) respostas.0 0 0. 55 44.999 atendimentos/mês. 45 (23. que obteve 11 marcações.1.7 142 75. o encaminhamento de outras instituições soma 238 (76. Acesso da população atendida A Figura 200 mostra que o meio de acesso mais utilizado do público às instituições governamentais é a demanda do próprio usuário e /ou familiares diretamente à instituição.999 5.0 100.4%) instituições.5%) não-governamentais.0 100. de acordo com a Figura 201.0 100.0 100.4 2 66.3 20 45.9 Governamental N % cit.0%) e a opção “atividades realizadas pela instituição na comunidade” obteve 219 respostas (70. aparecem os encaminhamentos de outras instituições. sendo 4 (36.000 a 1.Redução de danos sociais e à saúde A Tabela 101 mostra que.000 a 4.4%) de instituições governamentais e 6 (54.6 Nãogovernamental N % cit. com exceção de 2.5 81 44.6 4 36.

195 (78.0 Governamental N % cit.2 271 55.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 100.0 100.0 48.0 100.4%).8%) são não-governamentais.9 1.9 Figura 201: Acesso do público-alvo às instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 102.4 42.6%). Tabela 102: Acesso da população atendida de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.3 53. 180 (45.1.3 216 47.0 84.6 73. N Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 7 64 184 54 163 103 166 195 120 211 105 250 % 2.4 78. 211 (84. 184 (73.0 100.6 70.0 45.6 Total N 12 456 492 400 107 1 467 % cit.4 1 0. 1 8.4 Nãogovernamental N % cit.0 100.0 17.3 1.2 1 2 14 0.1 219 56 787 54.0 76. N Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 3 238 271 219 56 313 % 1.4 220 44. Procedência dos encaminhamentos A Figura 202 mostra que a maior parte dos encaminhamentos para as instituições que realizam atividades de Redução de Danos procedem de familiares e/ou amigos dos usuários de drogas. 8 66.0 Não resposta Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição na comunidade Outro Total 4.7 2 0.2 66.6 21..8 45.0 86.0 Figura 202: Procedência dos encaminhamentos para as instituições governamentais 179 . que das 400 instituições que realizaram atividades na comunidade.0%) são governamentais e 219 (54.8.0 238 52.8 52.0%). rede hospitalar.2 41. 3 25..8 25. e Conselho Tutelar. 100.6 65.7 180 49 666 45.

entidades religiosas. 166 (51.9%). Em relação aos encaminhamentos procedentes da Justiça. 100. Tabela 103: Procedência dos encaminhamentos de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.9%). sendo 184 (54. Justiça.0 165 45.0 100.3 86 61.7%).8 47. os encaminhamentos procedem com maior freqüência de familiares e/ou amigos dos usuários de drogas.6 1 372 180 .0 100. 150 (47.8 108 51.6 184 54.0 100.7 63. N 17 112 150 86 137 108 153 165 200 265 105 313 % 5.0 100. Do total de 361 instituições que recebem encaminhamentos da rede hospitalar. 153 (48.9 17 53.5 47.0 Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total 0.Redução de danos sociais e à saúde Observa-se na Figura 203.0 0 0. 195 (54.3 1 0.0 100.5 200 62. N % cit.3 0 0.7 1 0.0 2 0.7 153 47. que nas instituições não-governamentais.8 34.9 27.5 105 1 498 49.0 1 0.2 166 51. 8 25.9 52.9%) instituições governamentais e 150 (44.9 Total N 32 176 335 141 301 211 321 361 320 477 212 2 887 % cit.7%). 321 instituições marcaram essa opção.3 0 0.0 100.0 100.5 43.4 35.7 33.0 100.2 137 45.5 48.1 64 36.0 100.5 211 44.9 105 0.5 51. rede hospitalar.2 265 55. e Conselho Tutelar.7 120 37.7 195 54.8%) instituições não-governamentais.0 163 54. 200 (63.6 49. 265 (84.7%) são instituições não-governamentais.9%).0 100. desse total.9 84.7%) não-governamentais. 165 (52.0%) são instituições governamentais e 165 (45. sendo que.0 1 0. 7 21.2 2 17 GovernaNãomental governamental N % cit.8 54 38.5 103 48.5 Não resposta Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições Total Figura 203: Procedência dos encaminhamentos para as instituições não-governamentais A Tabela 103 mostra que 335 instituições recebem encaminhamentos do Conselho Tutelar.7%) são instituições governamentais e 153 (47.4 112 63.6 1 0.0 100.9 150 44.

jornais. na instância federal pelas instituições governamentais que desenvolvem atividade de redução de danos ocorrem.4%). 4.4 62.0 14. percebe-se que a articulação tem sido estabelecida no nível federal com a Secretaria Nacional Antidrogas.8 50.9%).8 46.0%). Não possuem nenhuma articulação 16 (5. a prevalência é de articulações realizadas com a Secretaria Estadual de Saúde. principalmente.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Articulação das instituições de Redução de Danos com outros setores A Figura 204 mostra que as articulações realizadas. 188 (60.4%) instituição indicou não possuir articulação com outra instituição. Conselho Tutelar. 188 (75. principalmente com Secretaria Municipal de Saúde.1%). prevalecem as articulações realizadas com a Secretaria Estadual de Saúde. com o Ministério da Saúde.4 63. 170 (68. N 97 26 156 37 12 35 171 42 45 37 146 222 170 142 117 127 188 31 159 133 74 1 250 % 38.2 12.7%).3%).. 181 .7%). destacam-se as articulações realizadas com Secretaria Municipal de Saúde.4 14. 143 (45.6 0. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total Figura 204: Articulação das instituições governamentais Em relação às instituições não-governamentais. meios de comunicação. 56 (62. associações comunitárias. Apenas 1 (0. 141 (45. Conselho Tutelar.8%). destacam-se as parcerias realizadas com a Secretaria Municipal de Assistência Social..2 29.4 16.1%).1. 182 (58. No nível estadual.2%). No nível estadual.4%).8 4.4 88. conforme Figura 205. 140 (44. e.1%) instituições. e no nível municipal.8 14.0%).8 58. 75. televisão. 195 (62. 222 (88.0 56. 171 (68.8 68.6 53.8 10.9. e Secretaria Municipal de Assistência Social. na esfera municipal.0 68. e Conselho Antidrogas/Entorpecentes. 106 (33.8 18.4 Secretaria Nacional Antidrogas .SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.

3%) não-governamentais.1 58. Observa-se que.2 5. sendo 117 (45.4%) não-governamentais.3 60. obtendo 361 respostas.1 45. televisão.3 44.1%) relativas a instituições governamentais e 188 (52.7 14. 182 .9%) são governamentais e 195 (46. A Secretaria Municipal de Assistência Social também é bastante articulada com as instituições.3%) governamentais e 140 (54.1 27.SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio. sendo 170 (47.Redução de danos sociais e à saúde N Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas .6 6.5 30.9 11. das 420 instituições que realizam articulação com a Secretaria Municipal de Saúde. jornais.8 16.7 26.8 12.7 37.2 24.0 62. 222 (52.9 5. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total 4 106 16 87 52 21 45 104 78 37 39 94 195 188 123 140 117 141 38 182 143 82 16 313 % 1.1 Figura 205 Articulações das instituições não-governamentais A Tabela 104 apresenta a distribuição das articulações realizadas pela instituição de acordo com sua natureza.3 33.0 12.4 33.1 39. A articulação com os Conselhos Antidrogas/Entorpecentes é realizada por 258 instituições.4 45.1%) a não-governamentais.

1 48.3 51.2 156 63.8 56.6%) dirigentes afirmam que no seu município existe Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes e 77 (30.4 0.0 100.7 52 57.0 100.3 37.6 30..5 106 52.0 Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas .0 0.6 51.0 100.1.0 0.0 GovernaNãomental governamental N % cit.2 55.0 Figura 206: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental 183 .5 37 40. Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente A Figura 206 se refere à existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente da instituição.0 100.1 12 36.6 94.4 97 47.1 53.2 48.0 44.3 52.7 87 35.8 42.4 5.0 0.3 38. N % cit.9 0.4 100.0 100.8 62.8 51.0 100.3 47.0 1.6 1 0.8 0.0 100. jornais.1 54. 100.7 0.0 100.5 1 2. N Não resposta Sim Não Não sei Total 13 139 77 21 250 % 5. 0 0.7 0.5 16 37. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições 4.9 45 104 78 37 39 94 195 188 123 140 117 141 38 182 143 82 16 56.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 1.9 47.8%) disseram que não existe conselho.2 0.0 100.5 55.1 46..0 0. Tabela 104: Articulação das instituições de acordo com a natureza das instituições Não resposta N % cit.0 54.0 100.8 52.1 52.0 35.4 0.0 100.0 100.8 8.10.2 0.0 4 36.3 2 0.0 100.2 0 0.4%) afirmaram não saber se o conselho existe ou não.4 52.7 60.2 45.8 2 2. 7 63.9 46.1 Total N 11 204 43 245 91 33 80 276 120 83 76 242 420 361 267 258 245 332 69 345 276 156 17 % cit.0 100.0 0 1 0 1 0 2 3 3 2 1 1 3 0 4 0 0 0 0.0 100.0 26 60. Apenas 21 (8.0 100.6 35 171 42 45 37 146 222 170 142 117 127 188 31 159 133 74 1 43.2 47. televisão.8 0.8 46.4 0.6 44.0 100.0 100.0 100.7 65.0 100.0 100.0 100.SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.4 21 63. Observa-se que 139 (55.

N % cit.7 8.1 30.6 100.2 139 42. 126 (50.6 185 56. 13 50.4 0.6 0 0.4%). 100.0 11 1.Redução de danos sociais e à saúde Em relação aos dirigentes das instituições não-governamentais.0 100.3 96 55.0 Figura 207: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não-governamental Observa-se na Tabela 105.0 100. percebese também que mais da metade das instituições não possui registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.2 21 43. que 174 dirigentes afirmaram não saber se em seu município existe o Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes. N 40 82 126 2 250 % 16.3 250 43.1. das instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos não possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.7 77 44.0 Não resposta Sim Não Não sei Total 4.6 313 54. 8 30. na Figura 207. nas instituições não-governamentais.0 100.0 100. É importante lembrar que alguns municípios não possuem Conselhos Municipais Antidrogas/Entorpecentes.5 Total N 26 326 174 48 574 % cit.9 GovernaNãomental governamental N % cit.0 Não resposta Sim Não Não sei Total Figura 208: Registro das instituições governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conforme apresentado na Figura 209.6 59.11.1%) dirigentes afirmaram existir Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes em seus municípios.3%) são de instituições governamentais e 96 (55.1%) instituições.8 2 0.0 5 19. totalizando 160 (51. Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes A Figura 208 mostra que a maioria.8 50. sendo que 77 (44.0 32. 184 .8 27 56.8 100. N Não resposta Sim Não Não sei Total 5 185 96 27 313 % 1. que 185 (59. Tabela 105: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit. percebe-se.6 1 0.2%) são de instituições não-governamentais.

9 Governamental N % cit.12.8 100.0 0. 40 50. 204 instituições de Redução de Danos possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 122 59.7 250 43.0 100.1 1 0. 30 38.0 160 51.8%) não-governamentais. Não resposta Sim Não Não sei Total N % 30 9.2 126 43.8 2 66.8%) instituições governamentais possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.0 11 1.3 313 54.0 100. Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Observa-se na Figura 210 que apenas 82 (32.0 Figura 209: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Na Tabela 106. observa-se que. Tabela 106: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições quanto à natureza Não resposta N % cit.0 Não resposta Sim Não Não sei Total 4.3 313 100.8 56.6 1 33. 100.7 0 0.6 Nãogovernamental N % cit.5 Total N 79 204 288 3 574 % cit.6 122 39.4 0 0.4 32. sendo que 82 (40.0 100.6 82 40.8 160 55.0 2 0.0 Figura 210: Registro da instituição governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes 185 ..1. 9 11.2%) são governamentais e 122 (59.0 100. N Não resposta Sim Não Não Sei Total 26 82 140 2 250 % 10.

Redução de danos sociais e à saúde Na Figura 211.0 Não resposta Sim Não Não Sei Total Figura 211: Registro da instituição não-governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Na Tabela 107. Recursos materiais Na Tabela 108.371. entre os recursos materiais disponíveis. 20 37.90 por instituição.0 313 54. média de 1.1 82 42.8 56.1.6 Nãogovernamental N % cit. 8 14. verifica-se que. 594.6 0 0. 186 .8%) instituições.4 35. totalizando 112 (35.1 140 43. os consultórios ou salas para atendimento individual totalizam 1.0 250 43.39 por instituição.03 por instituição.8 1 0. O total de oficinas diversas é de 515.71 por instituição.0 100.9 1. 26 48. média de 0. média de 0. Tabela 107: Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes uanto à natureza Não resposta N % cit.4 178 55. As salas de convivência totalizam 409. N 20 112 178 3 313 % 6.57 por instituição.5 2 0.0 112 57.0 100.0 11 1.9 Governamental N % cit.0 100.1%) governamentais e 112 (57.0 100. observa-se que 195 instituições que realizam atividades de Redução de Danos afirmaram possuir registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes. média de 2. e as salas de atendimento. percebe-se também um baixo número de instituições não-governamentais registradas no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.0 Não resposta Sim Não Não Sei Total 4.0 100.6 3 60. 100. média de 1.8 2 40. sendo 82 (42. e os consultórios ou salas para atendimento em grupo somam 904.5 Total N 54 195 320 5 574 % cit.13.4%) não-governamentais.

36 0.88 0..71 1.. As salas de convivência somam 131.28 A Tabela 109 mostra a quantidade de recursos físicos e materiais que as instituições governamentais possuem.66 1.94 0.90 0..94 0. média de 0. entre out.. média de 0. mecânica. Tabela 108: Quantidade média de recursos físicos e materiais nas instituições de RD RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Videocassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria. Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 1 371 904 28 1 410 532 3 965 6 290 3 309 2 871 507 541 210 607 409 594 612 359 205 529 456 347 2 099 1 116 156 884 98 303 97 274 515 421 170 13 104 158 Média 2.17 0.52 por instituição.60 3.83 por instituição.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .06 0.57 0.27 1.93 6.48 0.02 0.73 por instituição.37 1.05 2.03 1.85 por instituição.30 0.63 0. 213. média de 2. o total de consultórios ou salas para atendimento individual é de 708. média de 1. 187 .73 0. As oficinas diversas totalizam 271.91 10.54 0.39 1.53 0.17 0.76 5.92 0. média de 1.08 por instituição. e as salas de atendimento.18 0.07 0.00 0. nas instituições governamentais.79 0. e para atendimento em grupo é de 432. Percebe-se que.46 0.96 5.

58 0. nas instituições não-governamentais.00 2.96 0.45 por instituição. 188 .90 0.32 1.22 0.65 0.08 0.68 0.02 0. média de 1. média de 1.36 0. Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 708 432 21 240 43 750 695 961 596 163 202 67 179 131 213 183 110 54 145 171 139 782 490 54 224 54 91 39 81 271 131 20 5 17 30 Média 2.73 0.08 0.75 por instituição.73 0.13 1.07 por instituição..81 0. e as salas de atendimento somam 369.84 2.88 por instituição.17 3.38 0.12 De acordo com a Tabela 110. mecânica.22 0.83 1.16 0.52 0.96 0. As salas de convivência totalizam 275. e 454.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 109: Quantidade média de recursos materiais nas instituições governamentais de RD RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Videocassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.52 0. entre out. média de 0.44 0..56 3. respectivamente.22 0.07 0. As oficinas diversas totalizam 235. média de 0. o total de consultórios ou salas para atendimento individual e em grupo totalizam 647.85 0.08 0.78 3.27 0.18 por instituição.72 0. média de 2.

79 7.8%).46 1.0%). 189 . 140 (24.7%) respostas.35 0.02 3.32 2.13 0. federais.06 0. Já “Outras fontes de recursos” foi citada por 45 (7.89 0.02 0.65 4.6%). e estaduais. assim distribuídos: recursos municipais.75 0.3%).61 0.98 1. mecânica.91 0.1. sendo a venda de produtos a mais citada pelos dirigentes.94 0.07 1.45 1.20 16.14 Recursos financeiros A Figura 212 mostra de onde provêem os recursos financeiros utilizados pelas instituições de Redução de Danos para desenvolver suas atividades. entre outros.8%) dirigentes.13 1. 224 (39.07 0.19 0..18 0.45 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .36 0. 20 (3. prevalecendo mais doações de pessoas jurídicas. Nas instituições governamentais.5%) observações.40 4.39 6. Os recursos provenientes de receita própria totalizaram 50 (8.66 0. 19 (3.18 1.47 0.47 1. pode-se perceber que a maioria dos recursos provêem do governo brasileiro.5%).27 0. e de pessoas físicas. Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Soma 647 454 7 1 085 480 2 880 5 254 2 312 2 186 338 333 141 425 275 369 422 247 145 373 278 204 1 293 606 99 649 42 207 56 191 235 285 148 7 86 126 Média 2. Tabela 110: Média de recursos materiais nas instituições não-governamentais de RD RECURSOS MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula Sala de jogos Sala de TV Video cassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria.0%).53 9.79 0. 69 (12. com 26 (4.4%).88 1. 171 (29. que totalizam 250 (43..08 1.

3%) instituições recebem recursos do governo brasileiro.8%) indicaram que os recursos provêem de “Outras fontes de recursos”. 40 (7.Redução de danos sociais e à saúde Nas instituições não-governamentais. Em segundo lugar. 91 (15. assim distribuídas: 101 (17. estadual.3%).6%) são recursos de internações. doação de pessoas jurídicas. Figura 212: Recursos financeiros utilizados pelas instituições 190 . provenientes da esfera municipal. 176 (30.0%) de consultas. 68 (11. 110 (19. das 313 (54. sendo que as mais citadas foram: doações de pessoas físicas. foram citadas fontes provenientes de receita própria. 211 (36. 49 (8.8%) de palestras e eventos. e federal.8%).5%).0%). e recursos provenientes de mantenedoras.5%) instituições.7%). 69 (12. 131 (22.9%) são de venda de produtos.2%). É interessante observar que 168 (29. 59 (10.

Idade do dirigente Observa-se na Figura 213 que a idade mínima dos dirigentes das instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos é de 21 anos e a máxima é de 77 anos.59 Desvio-padrão = 12.14 Mín = 21 Máx = 96 Figura 214: Idade do dirigente das instituições não-governamentais A Tabela 111 retrata a distribuição da idade dos dirigentes das instituições de Redução de Danos de acordo com sua natureza governamental e não-governamental.3%) de instituições não-governamentais.0 100.1%) de instituições governamentais e 184 (57. N Não resposta Menos de 30 De 30 a 39 De 40 a 49 50 e mais Total 13 23 64 90 60 250 % 5.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 59 De 60 a 79 80 e mais Total Média = 48. com o total de 90 (36. 4.6 1.0 Média = 42.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . pode-se observar que a idade mínima do dirigente das instituições não-governamentais é de 21 anos e a máxima é de 96 anos. N 12 61 184 52 4 313 % 3.1. Características do dirigente de acordo com a natureza da instituição 4.. Nesse intervalo.8 16.8%) respostas. prevalecem os dirigentes com idade entre 40 a 59 anos..0%) marcações.24 Mín = 21 Máx = 77 Figura 213: Idade do dirigente das instituições governamentais Conforme Figura 214.97 Desvio-padrão = 10.5 58. Percebe-se que a maioria dos dirigentes possuem entre 40 e 59 anos. com 184 (58.2 9.8 19.2 25.6 36.3 100. prevalecem os dirigentes que possuem de 40 a 49 anos. totalizando 321 marcações. sendo 315 (42.2. Nesse intervalo. 191 .2.0 24.

0 Não resposta Feminino Masculino Total 192 .6%) não-governamentais. observa-se que.0 100.4 11 1.0 100. 81 (27. 100.1 15 22.3 87 57.0 Figura 216: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais Na Tabela 112.0 100.5 0 0. 12 40.6 313 54. Não resposta Feminino Masculino Total N 2 102 209 313 % 0.4 184 57.5 4 1.0 100. 165 (60.6 32.2.0 313 54.0%) respostas. 100. 5 16. 3 33.4 2 22.9 Governamental N % cit.1 250 43.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 59 De 60 a 79 80 e mais Total 4.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 111: Idade do dirigente quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit. ao contrário das governamentais.0 100.6 1 1. e das 271 instituições que possuem dirigentes do sexo feminino.1%) das instituições não-governamentais.4 100. das 294 respostas referentes ao sexo masculino.6 135 42.5 4 100. Tabela 112: Sexo do dirigente das instituições de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit. observa-se que nas instituições governamentais de Redução de Danos.0 11 1.6 Nãogovernamental N % cit.0 61 40.8 100.5 Total N 9 271 294 574 % cit.0 32.9%) são governamentais e 102 (37.5 Total N 30 151 321 68 4 574 % cit.9 102 37.6 66.0 100.6 209 71.0 250 43.1 0 0.0 2 0.6 81 27. Sexo do dirigente Na Figura 215.0 100.8%) respostas.3 52 76.2 165 60. com 209 (66. há maior número de dirigentes do sexo feminino totalizando 165 (66.7 3 2.9 GovernaNãomental governamental N % cit.3 4 1.6 %) são das instituições governamentais e 209 (71.6 66. 13 43.0 Figura 215: Sexo do dirigente das instituições governamentais A Figura 216 revela que a maioria dos dirigentes das instituições não-governamentais de Redução de Danos são do sexo masculino. 4 44.0 100.2. N Não resposta Feminino Masculino Total 4 165 81 250 % 1. N % cit.

120 (38.3. Percebe-se que a maioria dos dirigentes possuem pós-graduação.3 1.2 10.6 0. Em seguida.2%) são de instituições não-governamentais.2 5.0 0. 4.. aparecem os dirigentes que possuem nível superior completo.8 3. N Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 5 1 4 2 8 14 88 165 0 0 0 250 % 2.2%) respostas.0 4.3%) dirigentes possuem nível superior completo e 73 (23..3%) possuem alguma pós-graduação. totalizando 88 (35.9 7.8 8. ao se analisar a distribuição da escolaridade do dirigente de acordo com a natureza da instituição. 165 (66.2.0%). Escolaridade do dirigente A Figura 217 mostra a escolaridade do dirigente das instituições que realizam atividades de Redução de Danos.3 0.2 66.0 0.2%) são de instituições governamentais e 73 (30. percebe-se que do total de 242 dirigentes que possuem alguma pós-graduação 165 (68.3 23.0 Figura 217: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.0 0.4 1.6 Figura 218: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais Na Tabela 113. N Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 6 22 15 25 57 32 120 73 0 1 5 313 % 1. 193 .0 18.0 0.2 38.0 0.6 35. conforme apresenta a Figura 218.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .

0 1 4. portanto. 100.0 100.3 57 87.0 0 0.0 100.0 287 43.6%) dirigentes recebem alguma remuneração pela atividade realizada e 39 (15.6 15. 241 (77. enquanto a maioria.0 0 0.4.3 4 1.0 100.3 120 56.0%) dirigentes.0 100.7 0 0 0.0 0 0. N Não resposta Sim Não Total % 2 0.0 100.4 25 92. 4 26. 5 33.0 Figura 219: Remuneração do dirigente da instituição governamental Em relação às instituições não-governamentais.8 81.4 241 77.0 100.9 2 7.6 70 22.2 73 30.3 22 95.3 Total N 15 23 19 27 65 46 213 242 0 1 5 656 % cit. 194 .0 5 2.3 6 40.7 4 21. 204 (81.4 32 69. 204 (73. N Não resposta Sim Não Total 7 204 39 250 % 2. do total de 277 dirigentes que afirmaram receber alguma remuneração pelo serviço prestado.7 0 0.6 8 12.0 100. não recebe nenhuma remuneração pelas atividades realizadas.0 0 0.6 100.0 1 100.2 0 0 0 0.6%) dirigentes afirmam não receber nenhuma remuneração pelas atividades desenvolvidas na instituição. apenas 70 (22. que.0 100. o grande número de voluntários trabalhando com Redução de Danos nas instituições não-governamentais.0 GovernaNãomental governamental N % cit. Percebe-se que. N % cit.0 0 0.3 165 68.0 100. na Figura 219.1 15 78. Situação de remuneração do dirigente Pode-se observar.3%) são de instituições não-governamentais.0 13 2. nas instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos.0 Figura 220: Remuneração do dirigente da instituição não-governamental A Tabela 114 apresenta a distribuição da remuneração do dirigente de acordo com a natureza da instituição.0 0 0.8 356 54.4%) dirigentes são remunerados pelos serviços prestados na instituição. de acordo com a Figura 220.0 100.0 5 100.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 113: Escolaridade do dirigente de acor do com a natureza da instituição Não resposta N % cit. demonstrando.0 Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 4.7 14 30.0 100.6%) são de instituições governamentais e apenas 70 (25.6 88 41.0 313 100.2.

0 8 40.0 100.6 70 25.6 49.6 2 0. N Não resposta Sim Não Total 8 119 123 250 % 3.0 100. N Não resposta Sim Não Total 8 196 109 313 % 2. Tabela 115: Exercício de atividade remunerada fora da instituição quanto à natureza Não resposta N % cit. N % cit. Tabela 114: Remuneração do dirigente quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit.2 47. 7 53.2%) pertencem às instituições governamentais e 196 (61. 8 40.6%) dirigentes realizam outras atividades remuneradas fora da instituição.8 100. 100. que 119 (47.7 241 84. 4 30.6 109 46. 100.0 Figura 221: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental Em relação às instituições não-governamentais que realizam atividades de Redução de Danos.0 Figura 222: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental Observa-se na Tabela 115 que.3%) são de instituições não-governamentais.6 62.6 34.0 119 37.0 100. de acordo com a Figura 222.3 39 13.4 204 73.8 3 1. 119 (37. N % cit.0 5 1.6%).5 Total N 13 277 284 574 % cit. observa-se.6 250 43.9 GovernaNãomental governamental N % cit.5.0 100..5 Total N 20 320 234 574 % cit.0 Não resposta Sim Não Total 4.3 123 52. somando 196 (62.9 11 1.. percebe-se que mais da metade dos dirigentes exercem atividades remuneradas fora da instituição.2 100.0 100.0 100.9 GovernaNãomental governamental N % cit. 4 20.2. Atividade remunerada do dirigente fora da instituição Apesar de a grande maioria dos profissionais das instituições governamentais receberem algum tipo de remuneração.0 Não resposta Sim Não Total 195 .4 11 1.2 196 61. na Figura 221.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9 250 43.8 2 15.1 4 1.6 313 54.6 313 54. do total de 320 dirigentes que afirmaram possuir alguma atividade remunerada fora da instituição.

0 100.Redução de danos sociais e à saúde 4. totalizando 184 (58. o total de horas dedicadas pelos dirigentes a essas instituições concentra-se entre 40 e 79 horas. com 122 (48.6.9 GovernaNãomental governamental N % cit.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 37.18 Mín = 1 Máx = 168 Figura 224: Dedicação do dirigente à instituição não-governamental A Tabela 116 mostra que. 125 (51.8 29.88 Mín = 1 Máx = 168 Figura 223: Dedicação do dirigente à instituição governamental Observa-se na Figura 224 que. Tabela 116: Dedicação do dirigente à instituição quanto à natureza Não resposta N % cit.8%) respostas.1 34 40. 15 44.2. nas instituições governamentais que oferecem atividades de Redução de Danos.3 28 75. 100.5%) às não-governamentais.84 Desvio-padrão = 17.8 100.4 3 1. dos 244 dirigentes que afirmaram dedicar 40 horas ou mais ao trabalho na instituição.8 0.4 0.7 64 65.0 0 0.3 48 57.0 2 2.2 11 1.0 Não resposta Menos de 40 De 40 a 79 De 80 a 119 120 e mais Total Média = 33.2 4.2%) são dirigentes pertencentes às instituições governamentais e 116 (47.1 13 38.0 100.0 100. N % cit. N 13 184 91 10 15 313 % 4.2 58.0 0 0.7 58 75.0 100. Total de horas dedicadas pelos dirigentes à instituição A Figura 223 mostra que.7 19 24. ao contrário das governamentais. a dedicação dos dirigentes se concentra em menos de 40 horas.5 250 43.6 313 54.8 100.2 9 24.8%). 6 17.0 Não resposta Menos de 8 De 8 a 19 De 20 a 29 De 30 a 39 40 e mais Total 196 .05 Desvio-padrão = 34.5 Total N 34 37 77 98 84 244 574 % cit.0 100. nas instituições não-governamentais.0 48.6 0 0.3 34 34.0 44.0 100.2 116 47. N 15 110 122 1 2 250 % 6.1 3.5 125 51.

0 20. N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 4 40 0 50 147 23 45 27 250 % 1. pois.1%) são de instituições governamentais e 53 (26. 4. 40 (23. a principal motivação dos dirigentes é a pessoal.2 18. observa-se que. com 147 (58.2%) respostas.0 58. 197 .9 Figura 226: Motivação do dirigente da instituição não-governamental Ao analisar a distribuição da motivação do dirigente de acordo com natureza da instituição (tabela 117)... N Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 4 133 60 129 53 4 39 34 313 % 1.0 10. O mesmo ocorre com a motivação pessoal.8%) respostas.3 42. nas instituições não-governamentais.7.5 19.9 1.2 41. Motivação do dirigente A Figura 225 retrata o motivo que levou o dirigente das instituições governamentais a trabalhar com a temática de álcool e outras drogas. Observa-se que a motivação que prevalece é a profissional. 147 (72.8 9.8%) pertencem a instituições governamentais e 129 (71.7%) a não-governamentais. das 204 respostas referentes à motivação profissional.3 12.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 0.5 10. seguida da motivação humanitária.5%) respostas.2 16.0%) são de instituições não-governamentais. que obteve 129 (41. das 173 respostas referentes a essa opção.6 16.1%) são de instituições governamentais e 133 (76.9%) são de instituições não-governamentais. totalizado 133 (42. 50 (27. Em relação à motivação humanitária. dos 180 dirigentes que marcaram essa opção.2.8 Figura 225 Motivação do dirigente da instituição governamental Conforme apresentado na Figura 226.

4 2.4 7.6 5.6 0.0 0 0.8 40 23.0 27 100.9 60 100. que 94 (37.2.0 50 27. em relação à participação em conselhos. 5 38.0 60 100.1 23 85.4 Figura 227: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos 198 .6 27 43.0 803 100.0 Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 4.8 39 46. Participação do dirigente em conselhos Observa-se na Figura 227.0 1 1.6 2.0 1 0.0 0 0. 4 30.8 Total N % cit.2 2.5 336 41.8 5.0 62 100.8 133 76.6 4 2.2 22.0 180 100.0 204 100.8 28.0 84 100.8 Nãogovernamental N % cit.4 22.6 11 1.0 0 0. N Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 7 71 19 7 94 9 13 41 7 38 7 14 1 3 56 56 250 % 2.8 147 72.5 0 0.2 16.1 0 0. 13 100.6 3.4 34 54.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 117: Motivação do dirigente da instituição de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit.0 173 100.8 15.7 53 26.4 1.2 45 53.8.0 129 71.6%) dirigentes das instituições governamentais participam ou já participaram do Conselho Municipal de Saúde. 4 30.8 37.8 456 56.4 Governamental N % cit.0 4 14.

199 .8 20. sendo 94 (57.6 5. sendo 71 (42.9 22. na Figura 228.0%) de instituições governamentais e 69 (41.3 2. seguida do Conselho Municipal de Saúde. observa-se.4 9.2 23.8%) de instituições não-governamentais. 56 (34.4 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..8%) correspondentes a instituições governamentais e 95 (57.2 30. que obteve 95 (30. 166.2 6..0 4.4%) às não-governamentais.2 Figura 228: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos A Tabela 118 apresenta a distribuição da participação dos dirigentes em conselhos de acordo com a natureza da instituição.4%) marcações. Em relação à participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos. Observa-se que a participação no Conselho Municipal Antidrogas/entorpecentes foi a alternativa que obteve o maior número de respostas.7 17.6 1. Observa-se que a opção “nunca participou de conselhos” obteve 164 respostas. que essa participação é maior no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.2%) a não-governamentais.1 33. totalizando 165 marcações. N Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 7 95 29 9 69 13 21 54 7 74 6 20 2 18 63 104 313 % 2.3 2.1%) referentes às instituições governamentais e 104 (63.9 6.

0 100.8 56.3 Governamental N % cit.5 63.0 100. Verifica-se um número muito grande de outros voluntários (2.6 53.8 19 7 94 9 13 41 7 38 7 14 1 3 56 56 443 39.025).0 0.0 0. e professores (890). 7 36. média de 1. uma média de 3.8 95 57.6 43.3 Nãogovernamental N % cit.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 118: Participação dos dirigentes das instituições de Redução de Danos em conselhos quanto à natureza Não resposta N % cit. Em relação aos profissionais de saúde. Número de profissionais A Tabela 119 apresenta o quantitativo e a média de profissionais que trabalham em instituições de redução de danos sociais e à saúde no Brasil. média de 1.0 0.0 0 0 2 0 0 1 0 1 0 0 0 0 1 4 14 0.4 56.1.0 100.0 100.5 46.0 100.0 0.135).7 50.3 46. ou seja.0 1. médico (1.0 0.9 0. com uma média de 1.2 29 9 69 13 21 54 7 74 6 20 2 18 63 104 591 60.4 1.0 100. assistente social (641).0 1.55 por instituição.0 100.0 0.262).0 Não resposta Conselho Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) Conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 4.8 2.99 por instituição.3.0 0. Os redutores de danos perfazem um total de 570.3 Municipal 0 0. aparecem psicólogo (1.3 41.0 100.20 por instituição. Características da equipe profissional de acordo com a natureza da instituição 4.0 100.7 85.9 38.2 33.0 33.8 57.0 100.8 59. 7 36.0 100.2 0. 5 26.4 Total N 19 166 48 16 165 22 34 96 14 113 13 34 3 21 120 164 1 048 % cit.12 por instituição.0 100.53 por instituição. enfermeiro (625). totalizando 1.98 por instituição. média de 0.3 14. 200 .0 100.48 profissionais por instituição.8 41. Em seguida.998.0 100.8 71 42. média de 2.0 100.1 61.8 66.3. média de 3.2 42. média de 1.7 52.0 65. observa-se que a prevalência é de técnico ou auxiliar de enfermagem.3 50.4 56. 100.0 40.09 por instituição.2 58.1 42.7 34.0 100.0 0.

59 Na Tabela 120.38 por instituição.54 por instituição. psicólogo (635).38 3. Os maiores quantitativos de profissionais são: técnico ou auxiliar de enfermagem (853)..55 2. Tabela 119: Média de profissionais por categoria REDUÇÃO DE DANOS Administrador Advogado Agente de saúde Assistente Social Auxiliar administrativo (secretária.23 0.48 0. média de 1.65 3.29 por instituição...Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . e enfermeiro (323). Nota-se um baixo índice de redutor de danos (185). digitador. média de 1..20 0. Auxiliar de serviços gerais (faxineiro.99 0. 201 .21 0. Contador Dentista Educador social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta ocupacional SOMA 428 352 452 641 1364 1852 256 214 569 625 835 123 1135 301 119 508 2025 249 890 1262 570 375 1998 337 MÉDIA 0.51 profissionais por instituição. médico (626).74 profissional por instituição.45 0.52 0.43 1.75 0.98 0.. média de 2. auxiliar d.99 1.09 1. observa-se o quantitativo de profissionais que trabalha em instituições governamentais. média de 0.89 3.79 1.50 por instituição. of.37 0. média de 2.12 2.61 0.21 1.45 0.. assistente social (344).53 0. com uma média de 3.

05 2. média de 2.65 1. professor (625).48 0.Redução de danos sociais e à saúde Tabela 120: Média de profissionais das instituições governamentais por categoria REDUÇÃO DE DANOS .50 0.36 2.38 2.50 0.16 1. Os redutores de danos totalizam 377. média de 1.56 0.20 por instituição. por ordem de prevalência: técnico ou auxiliar de enfermagem (1.75 0.10 0. 202 .41 0. média de 1.41 por instituição.00 por instituição. conforme Tabela 121. média de 3.GOV Administrador Advogado Agente de saúde Assistente Social Auxiliar administrativo (secretária.42 0.56 por instituição.96 por instituição.97 0.63 Nas instituições não-governamentais. auxiliar) Contador Dentista Educador social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta ocupacional SOMA 106 120 163 344 589 688 26 86 40 323 391 41 626 126 28 189 242 63 263 635 185 243 853 157 MÉDIA 0.29 1.54 0. educador social (528).76 0.69 por instituição. psicólogo (614).97 3. digitador) Auxiliar de serviços gerais (faxineiro. média de 1.74 0.11 0. médico (489).16 2.34 0.25 1.066). média de 1. percebe-se que os maiores quantitativos de profissionais que trabalham nessas instituições são.

Capacitação para os profissionais Na Figura 229.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .5 78. digitador) Auxiliar de serviços gerais (faxineiro.6 16.55 0.92 2.59 2.41 0.02 0.73 0... Tabela 121: Média de profissionais das instituições não-governamentais por categoria REDUÇÃO DE DANOS – NGOV Administrador Advogado Agente de saúde Assistente Social Auxiliar administrativo (secretária.92 0.68 0.0 Não resposta Sim Não Total Figura 229: Previsão de capacitação nas instituições governamentais A Figura 230 mostra que.69 0. auxiliar) Contador Dentista Educador social Enfermeiro Estagiários/Bolsistas Fisioterapeuta Médico Motorista Nutricionista Oficineiro Outros voluntários Pedagogo Professor Psicólogo Redutor de danos Segurança e/ou vigia Técnico ou auxiliar de enfermagem Terapeuta ocupacional SOMA 319 230 289 287 759 1135 228 127 528 288 440 82 489 172 89 302 1779 184 625 614 377 129 1066 172 MÉDIA 1.00 1.96 5. a capacitação é prevista por 246 (78. N 10 215 25 250 % 4.0 Não resposta Sim Não Total Figura 230: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais 203 .41 3.96 1.63 0.9 100.0 86.55 4.73 0.20 0.0 10.92 1.56 0.6%) instituições.41 1. N 14 246 53 313 % 4.0%) instituições governamentais.42 3.41 0.3.0 100.28 0.2. nas instituições não-governamentais que realizam atividades de Redução de Danos.26 1. percebe-se que a capacitação para os profissionais que desenvolvem atividades de Redução de Danos é prevista em 215 (86.

cursos de curta duração.3 215 46. nas instituições não-governamentais. seminários. e leitura e discussão de texto.4 14.1 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.7 46.0 4 0. 10 33. 215 (46.2 16. seminários.8 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.4 23. seminários. 14 46.8 68.0 Não resposta Sim Não Total 4.2 35. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total Figura 232: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais 204 .3 11 1.9 Governamental N % cit.Redução de danos sociais e à saúde Pode-se observar na Tabela 122. 157 (62.9 53 67. Atividades de capacitação desenvolvidas As atividades de capacitação mais desenvolvidas pelas instituições governamentais. simpósios.8 58. 6 20. 166 (66.4 62.8%). 191 (76. conferências.0 66. N 25 166 58 191 157 93 88 18 42 250 % 10.6 250 43. Tabela 122: Previsão de capacitação de acordo com a natureza da instituição Não resposta N % cit.2 76.0 100.3. conferências. N 62 182 84 215 146 130 114 44 41 313 % 19.2%) são governamentais e 246 (52. conferências.9%) não-governamentais.0 100.6 41.6 Nãogovernamental N % cit. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total Figura 231: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais Percebe-se na Figura 232 que.4%). as atividades de capacitação mais desenvolvidas coincidem com as oferecidas pelas instituições governamentais. conforme Figura 231 são: palestras.1 26. 100. que.5 36.5 Total N 30 465 79 574 % cit.2 7.1 313 54.2 25 31.7 246 52.4%).0 100.3.9 1 1.8 37. das 465 instituições que indicaram prever a capacitação para seus profissionais.1 13.

4 4 1.3 146 47.2 Total N 94 350 144 410 306 225 203 63 83 1 878 % cit. somando 81 (25.8 2.7%).0 6. observa-se que as atividades de capacitação mais desenvolvidas são palestras.0 100.6 62 66. como pode ser observada na Figura 233.6 0 0.9%) das instituições (figura 234).0 100.0 100.0 100.4 13.3.0 100.3 84 58. Freqüência da capacitação A freqüência das capacitações oferecidas pelas instituições governamentais. que obteve 76 (30.0 100. a capacitação também acontece.2 8. e mensalmente.2 10.0 22 1. ocorre..7 93 41.0 30.6 1 018 54. conferências.0 100. 205 .0 58 40.9%). seminários e/ou simpósios.0 2 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . conferências.2 18 28.0 7.3 191 46. 34 (10. sendo 191 (46. Tabela 123: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit.3 130 57. em sua maioria. aparecem as capacitações realizadas semanalmente. 7 7. 25 26.0 8.4 182 52.5 1 1. seminários.0 3 1.8 42 50.0 100.6 44 69.4%) de não-governamentais.6 215 52.4 2 0.9 1 0.6 2 1. N Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 25 76 40 16 33 22 5 20 18 27 250 % 10.8 Figura 233: Freqüência da capacitação nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais que realizam atividades de Redução de Danos.6%) de instituições governamentais e 215 (52.4 16. 100.8 88 43.6 41 49.0 100.0 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 4.4. 46 (14. eventualmente. N % cit.2 GovernaNãomental governamental N % cit.3 114 56. Na Tabela 123. totalizando 410 marcações.0 166 47. Em seguida.4 157 51. na maioria das instituições.4 838 44.4%) marcações.. eventualmente.

9 2 2.8%) governamentais e 34 (49.4 17 38.9 14.5 46 53. Tabela 124: Freqüência de capacitação nas instituições de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit.0 100.0 0 0. das 86 instituições que prevêem capacitação semanal.9 24 57.0 100.1 81 51.0 0 0.9 0 0.0 100. observa-se que.4 87.0 100.0 Total N 95 158 86 35 69 37 14 44 42 44 624 % cit.4 1 0.5%) são governamentais e 46 (53.3.5 18 42.6 0 0. Previsão de capacitação externa A Figura 235 revela que 218 (87.Redução de danos sociais e à saúde N Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 63 81 46 18 34 15 9 24 24 17 313 % 20.0 100.0 100.8 2.0 100.5%) são não-governamentais. Houve 69 instituições que declararam realizar capacitação mensalmente.8 GovernaNãomental governamental N % cit.0 100.0 100. N 21 11 218 250 % 8.3 22 59.4 33 47.7 7.1 27 61.3%) não-governamentais.7 18 51.3 76 48.5. 100. 7 7.6 282 45.0 100.8 34 49. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total Figura 235: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais 206 .3 63 66.5 16 45.2 100. sendo 33 (47.3 20 45.4 4.0 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 4.4 Figura 234: Freqüência da capacitação nas instituições não-governamentais Na Tabela 124.2%) instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos prevêem capacitação para seus profissionais fora da instituição.8 10.5 5 35.0 0 0. 25 26.7 5.5 15 40.9 4.0 1 2. 40 (46.3 40 46.9 7.7 9 64.5 24 54.1 25. N % cit.0 0 0.7 5.2 331 53.0 11 1.0 Não resposta Não.

Tabela 125: Previsão de capacitação externa nas instituições de Redução de Danos quanto à natureza Não resposta N % cit.8%) instituições.9 Governamental N % cit.6 Nãogovernamental N % cit. A atividade “participação em cursos de pós-graduação” é prevista por 96 (38.6%) instituições prevêem a participação em cursos para complementar a escolaridade.4 0.3 231 73. 159 (63.7 51. 21 25. Tipo de capacitação externa prevista A Figura 237 mostra que os tipos de capacitação externa mais oferecidos pelas instituições governamentais de Redução de Danos são: participação em eventos externos (palestras.2 43.4 49.6%). como pode ser observado na Figura 236. 100. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total Figura 237: Tipo de capacitação externa prevista pelas instituições governamentais Pode-se observar na Figura 238 que.6 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.9 29 9.7 1. sendo 218 (48. participação em cursos de aperfeiçoamento.4 84. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.3.1%) não-governamentais.4 5..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total Figura 236: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 125 que 452 instituições prevêem capacitação externa para seus profissionais.6 1 3 11 2.6 38. Nas instituições não-governamentais. 7 8.9 11 218 250 26.6 63.6. e participação em curso de extensão.1 54..2%) governamentais e 231 (51. ocorre a mesma tendência das instituições governamentais.0 100.0 100.0 100.4%).6%).6 11. 124 (49. simpósios.4 29 231 313 70. congressos).0 Não resposta Não.0 Não resposta Não. 53 65.8 313 100. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total 4. 211 (84.4%) instituições e somente 29 (11. nas instituições não-governamentais que realizam atividades de Redução de Danos. N 31 211 124 159 29 96 14 250 % 12.5 Total N 81 41 452 574 % cit. N % 53 16. a capacitação externa é prevista por 231 (73. 207 .8 48. simpósios.

Redução de danos sociais e à saúde

Não resposta Participação em eventos externos (palestras, simpósios, congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental, médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total

N 78 227 103 162 70 62 14 313

% 24,9 72,5 32,9 51,8 22,4 19,8 4,5

Figura 238: Tipo de capacitação externa prevista pelas instituições não-governamentais

Na Tabela 126, observa-se que, em relação à capacitação referente à participação em cursos de pós-graduação, das 159 instituições que afirmaram prever essa capacitação, 96 (60,4%) são governamentais e 62 (39,0%) não-governamentais. Já em relação à participação em cursos para complementar a escolaridade, percebe-se que, das 99 instituições que prevêem esse tipo de capacitação, apenas 29 (29,3%) são governamentais e 70 (70,7%) não-governamentais.
Tabela 126: Tipo de capacitação externa prevista nas instituições quanto à natureza
Não resposta N % cit. 8 6,8 3 0,7 1 3 0 0,4 0,9 0,0 Governamental N % cit. 31 26,5 211 47,8 124 159 29 54,4 49,1 29,3 Nãogovernamental N % cit. 78 66,7 227 51,5 103 162 70 45,2 50,0 70,7 Total N 117 441 228 324 99 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Não resposta Participação em eventos externos (palestras, simpósios, congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental, médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total

1 0 16

0,6 0,0 1,1

96 14 664

60,4 50,0 47,6

62 14 716

39,0 50,0 51,3

159 28 1 396

100,0 100,0 100,0

4.3.7. Participação em eventos científicos e de mobilização social A Figura 239 retrata que 190 (76,0%) instituições governamentais que realizam atividades de Redução de Danos participam de eventos científicos e de mobilização social para divulgação/ apresentação dos trabalhos desenvolvidos e para manter intercâmbio com outros profissionais.

208

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

N Não resposta Não Sim Total 8 52 190 250

% 3,2 20,8 76,0 100,0

Figura 239: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social

A Figura 240 mostra que, nas instituições não-governamentais, 227 (72,5%) instituições participam em eventos científicos e de mobilização social.
N Não resposta Não Sim Total 9 77 227 313 % 2,9 24,6 72,5 100,0

Figura 240: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social

Na Tabela 127, observa-se que 420 instituições participam de eventos científicos e de mobilização social, sendo que 190 (45,2%) são governamentais e 227 (54,0%) não-governamentais, enquanto 132 afirmaram não participar desses eventos, sendo 52 (39,2%) de natureza governamental e 77 (58,3%) não-governamental.
Tabela 127: Participação das instituições em eventos científicos e de mobilização social quanto à natureza
Não resposta N % cit. 5 22,7 3 2,3 3 0,7 11 1,9 Governamental N % cit. 8 36,4 52 39,4 190 45,2 250 43,6 Nãogovernamental N % cit. 9 40,9 77 58,3 227 54,0 313 54,5 Total N 22 132 420 574 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0

Não resposta Não Sim Total

5. Conclusão
• Nos 1642 questionários validados para a pesquisa, 574 instituições informaram realizar atividades de Redução de Danos (RD), sendo 250 (43,6%) de natureza governamental e 313 (54,5%) não-governamental. • As atividades de Redução de Danos mais utilizadas foram aconselhamentos, encaminhamentos para rede social e de saúde, distribuição de material educativo e encaminhamentos para testagem do HIV. • Em relação ao trabalho em campo, das 172 instituições que realizam esse tipo de atividade, 35,5% (61) são instituições governamentais e 62,2% (107) são instituições não-governamentais. 209

Redução de danos sociais e à saúde

• Outra diferença entre as instituições governamentais e não-governamentais diz respeito à distribuição de cachimbos e piteiras para o uso de crack ou merla. Do total de 13 instituições que afirmaram realizar essa atividade, 30,8% (4) são governamentais e 69,2% (9) são não-governamentais. • Os Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPSad) vem contribuindo para o desenvolvimento das atividades de RD, como troca de seringas e distribuição de equipamentos para injeção e limpeza. Assim, enquanto 35 (61,4%) instituições governamentais realizam troca de seringas, apenas 19 (33,9%) instituições não-governamentais realizam essa atividade. O mesmo ocorre com a distribuição de equipamentos para injeção e limpeza, pois 36 (65,5%) instituições governamentais realizam essa atividade e apenas 17 (30,9%) instituições nãogovernamentais o fazem. • O principal local informado pelos dirigentes para a realização de atividades de RD é a sede da instituição. • O perfil da população atendida, objeto das ações de Redução de Danos, é, em sua maioria, identificado como “adultos em situação de risco social”, 314 (54,7%); seguido de “crianças e adolescentes em situação de risco social”, 225 (39,2%); “adolescentes em medida socioeducativa”, 201 (35%); portadores do HIV/Aids 161 (28%); trabalhadores do sexo, 117 (20,4%); egressos do sistema carcerário, 89 (15,5%); população carcerária, 80 (13,9%); profissionais de segurança pública, como bombeiros, policiais, militares entre outros, 64 (11,1%), freqüentadores de festas e raves, 63 (11%); e transgêneros, 60 (10%). • Quanto ao sexo da população atendida, das 96 instituições que afirmaram prestar atendimento somente ao sexo masculino, 7 (7,3%) são governamentais e 89 (92,7%) não-governamentais. As instituições que indicaram prestar atendimento específico ao sexo feminino somam apenas 13, sendo 1 (7,7%) governamental e 12 (92,3%) não-governamentais. Esse dado revela que as instituições governamentais precisam ampliar os atendimentos específicos, tanto ao público feminino quanto ao público masculino, pois cada um tem suas peculiaridades e demandam estratégias diferentes. • Com relação à faixa etária da população atendida, das 522 instituições que atendem ao público de 18 a 24 anos, 230 (44,1%) são governamentais e 289 (55,4%) não-governamentais. O público de 25 a 59 anos é atendido por 517 instituições, sendo 231 (44,7%) governamentais e 282 (54,5%) não-governamentais. Em relação aos adolescentes, 380 instituições afirmaram atingir esse público, sendo 162 (42,6%) governamentais e 215 (56,6%) não-governamentais. • A parceria mais indicada pelas instituições que realizam atividades de RD foi junto a rede pública de saúde. Porém, nas instituições não-governamentais, prevalecem as articulações realizadas com grupos e organizações religiosas. • A maioria das instituições que realizam atividades de RD, 45,5% (261), não recebem apoio da comunidade para o desenvolvimento de suas atividade, 40,9% informaram receber algum tipo de apoio. Porém, na análise das instituições quanto a sua natureza, observou-se que, nas não-governamentais, 47,3% (148) dos dirigentes informaram receber apoio da comunidade e 39,3% (123) afirmaram não receber nenhum tipo de apoio. • 54,2% (311) das instituições de RD informaram não possuir veículos para o desenvolvimento das atividades. 210

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

• Os redutores de danos são constituídos, em sua maioria, por profissionais de saúde, sendo que, nas instituições não-governamentais, prevalecem os voluntários, com 53,4% (167) marcações, e os ex-usuários de drogas, 45,4% (142). • 38,2% (219) dos dirigentes informaram que os redutores de danos desenvolvem um trabalho voluntário. Apenas 14,3% são contratados por meio de projetos específicos. Ao se analisar esta informação, de acordo com a natureza da instituições, observa-se que entre as instituições governamentais, prevalecem os profissionais contratados pelos CAPS-ad e nas não-governamentais, voluntários.

211

.

.

.....................................242 4...................... Apoio para a realização de atividades de ensino.1............. 217 2.......................... Publicações referentes à temática álcool e outras drogas.................................... Tipos de pesquisas realizadas..........................4..........225 3. ...........1.............222 3............................. Formação da equipe de profissionais.......................... Assuntos abordados nas instituições............ Modalidades de ensino oferecidas pelas instituições..... .........................217 2............... Tempo de funcionamento..227 3....... Sumário 1. Atividades de ensino oferecidas pelas instituições............................. 222 3...............235 4... Localização da instituição...... Apoio recebido pelas instituições...228 3............................ Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa de acordo com a natureza da instituição.....12............................................ Público-alvo das pesquisas.........................................6.......1..237 4...............218 2...........................2........................................................................................................3.........1........4........8..................................229 3.... Articulação das instituições de ensino e/ou pesquisa com outros setores........................ Tipo de pesquisa realizada pela instituição.......219 2............. Características da instituição........12.........10......... Distribuição de variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa................................219 2.... Abrangência territorial........... Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente..8.......... 217 2.9........ .............................................. Divulgação no Portal do OBID...................................219 2.... ...........................................243 215 ........................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .............................................................................................239 4. Formação da equipe............................................................................................................................... Tipos de atividades desenvolvidas. .........234 3.................221 2.. Tipos de atividades realizadas..... Atividades de ensino relacionadas à temática álcool e outras drogas............................ Meios utilizados para divulgação das publicações....5.............................................................................................................222 2.................2.... Assuntos abordados nas instituições de ensino...9..................................................................7............................5....................218 2...............6.....4...................................3................ Informações institucionais. Público-alvo das instituições de pesquisa..........................................223 3................................................. Modalidades de ensino oferecidas pela instituição...................................6.................237 4........................ Introdução......1.............226 3. Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa....................................10.. Publicações no OBID....................................................................5...... ........................1..... Forma de divulgação das publicações....................................11..... Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições............2.......... Publicações relativas às instituições....220 2...230 3................................7..1...........................................1............................................................................................................224 3........................................232 3....240 4......................................11........ Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes..............................221 2...........................................218 2........................1..............................238 4...........................................................................................1.................................................... 237 4...........................................222 3.............................................3......

......6.........................5.......260 4.......... Sexo..............................................................8................ Tipo de capacitação externa prevista...................................248 4........... Participação em conselhos....... ...................................7.................2.........................................3....................................................245 4.........2. Total de horas dedicadas à instituição.................................251 4...........1..........................................................252 4......... Escolaridade... ...........3...............2..................3..........253 4................................................254 4........................................................261 5....... .....8..................................................................2.................................................3..................7..........256 4........ Previsão da capacitação externa........................ Motivação do dirigente........................ Situação de remuneração................................... Conclusão...............................................................2...........2..3..... Freqüência da capacitação...........................258 4..........................................1................................1...........3..3...............................................247 4..................................................256 4............... Características dos dirigentes............... Recursos financeiros.................................. .........................................................................2......................2................................................ Participação em eventos científicos e de mobilização social...3...........................2...2.247 Características dos dirigentes 4........................262 216 .....4..........Ensino e/ou Pesquisa 4........4... Atividade remunerada fora da instituição...................................... Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes........................ Características da equipe profissional.......................259 4.. Atividades de capacitação desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição............244 4..... Idade..............................................................6........................................5.250 4........................................................ Capacitação para os profissionais ...3..................257 4......... ..........1...............2........248 4...........

centros universitários ou os institutos de pesquisa. de cursos de pósgraduação.6 vezes.2 100. carece.4 45.0%). N 54 47 33 73 73 % 74. país de dimensões continentais. dividido geograficamente em cinco regiões com características culturais.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . O Estado de São Paulo.1 Tipos de atividades desenvolvidas Do total de 1. 33 (45. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e/ou pesquisa Total Figura 241: Atividades realizadas pelas instituições de ensino e/ou pesquisa 217 . reflete a tendência da associação entre ciência/tecnologia e crescimento econômico. Distribuição de variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa 2. a existência de apoio. A diferenciação regional. A produção de trabalhos científicos brasileiros publicados em revistas indexadas cresceu 5. foi responsável por 47.3%) se referem a instituições que desenvolvem atividades de ensino e/ou pesquisa voltadas às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil. Apesar de todo esse avanço verifica-se uma concentração do desenvolvimento científico nacional na Região Sudeste. Porém o Brasil. entre outros. e os aspectos médicos e levantamentos (pesquisas epidemiológicas) os assuntos gerais mais explorados. uma vez que a área que envolve a pesquisa sobre álcool e outras drogas constitui um dos setores que necessita de constante investimento para o desenvolvimento científico e tecnológico pela sua relevância médica. Reafirmando a tendência nacional. Observa-se na Figura 241 que essas instituições também realizam outras atividades além de ensino e/ou pesquisa. ainda. de pesquisadores e de centros de excelência para a formação de estudiosos nas áreas de álcool e outras drogas. 1. 2. que são: prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas 54 (74. sociais e econômicas diversas.642 questionários respondidos.. pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) aponta que 48% das produções científicas constantes no Banco de Publicações Brasileiras sobre Abuso de Drogas Psicotrópicas provém de São Paulo e 22%. decorrente da concentração de pesquisadores. com uma população aproximada de 200 milhões de habitantes. empresas e meios de comunicação de maior influência. verifica-se que o álcool e a maconha são as drogas mais pesquisadas. Entre os conteúdos abordados. Este capítulo objetivou ampliar o conhecimento acerca da atuação das instituições nos campos do ensino e da pesquisa na área de drogas. tratamento.. apenas 73 (4. que são as universidades. a formação das equipes. do Rio de Janeiro. recuperação e reinserção social. com índices inexpressivos nas demais regiões e uma situação ainda mais desfavorecida no Norte e Nordeste brasileiros. com especial ênfase para os assuntos que são pesquisados. social e epidemiológica.2%). Introdução Ensino e pesquisa são considerados componentes social e cultural essenciais para o desenvolvimento dos países.0 64. enquanto o crescimento da produção mundial cresceu 1. É importante suprir essa deficiência. Importante assinalar que a participação brasileira no cenário científico internacional vem demonstrando crescimento. por exemplo.0 Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento. e redução de danos sociais e à saúde. apontando uma situação privilegiada da Região Sul e Sudeste do país. além de maior número de editoras. 47 (64.7 vezes nas duas últimas décadas.06% da produção científica nacional em periódicos indexados.4%).

2. N Sem resposta Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) Outro A instituição não recebe apoio de nenhum órgão Total de instituições pesquisadas 4 8 16 36 26 73 % 5. N 1 60 58 35 38 15 73 % 1. Publicações referentes à temática álcool e outras drogas Ao se questionar os dirigentes sobre as publicações realizadas por suas instituições.0 Sim Não Total de instituições pesquisadas Figura 244: Existência de publicações das instituições de ensino e/ou pesquisa 218 .9%) instituições que realizam ensino e/ou pesquisa recebem algum tipo de apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e 8 (11.6 %) instituições de ensino e/ou pesquisa em estudo declararam não receber apoio de nenhum órgão.1 20.5%). Apoio para a realização de atividades de ensino e/ou pesquisa Observa-se na Figura 243 que 16 (21.4.2%).1%) instituições.2 79.3 35.3.2 21 28.0%) recebem apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). N % 52 71.6 Figura 243: Apoio recebido pelas instituições de ensino e/ou pesquisa 2.Ensino e/ou Pesquisa 2. Percebe-se que 26 (35. 58 (79.5 11.4 82.5 47.9 49. Os assuntos referentes à redução de danos sociais e à saúde são abordados por 38 (52.8 73 100. e ao tratamento/recuperação dos dependentes químicos.0 21. foi encontrado um dado importante para o cenário científico brasileiro: das 73 instituições que participaram da pesquisa em questão.5 Sem resposta Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento/recuperação de dependentes químicos Reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Outro Total de instituições pesquisadas Figura 242: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa 2. 52 (71. Assuntos abordados nas instituições de ensino e/ou pesquisa Observa-se na Figura 242 que as instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa abordam com mais freqüência assuntos relativos à prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas. 60 (82.9 52.2%) possuem publicações (figura 244).

3%) possuem publicações no referido postal (figura 246).6. Formação da equipe Observa-se na Figura 247 que a maioria dos profissionais que compõe as instituições de ensino e/ou pesquisa estudadas possui mestrado. No Portal do OBID estão disponibilizadas pesquisas cientificas.5.2 42.4%).5 19. Divulgação no Portal do OBID A Senad possui em sua estrutura organizacional. 2.6 100. N 16 41 25 39 33 31 14 73 % 21.9%). aparecem os profissionais que possuem apenas graduação. revistas e jornais de divulgação científica. Esse dado ratifica a necessidade de articular as instituições de ensino e/ou pesquisa no Brasil com o OBID e similares. 43 (58.2 34. em sua maioria. 46 (63. 53 (72. 39 (53. o Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID). revistas científicas (nacionais e internacionais). 219 . e pós-doutorado 18 (24.3%).3 61. rádio e televisão) Meios eletrônicos / internet Outro Total de instituições pesquisadas Figura 245: Meios utilizados pela instituição de ensino e/ou pesquisa para divulgar as publicações 2. apenas 9 (12. livros.2%).0 Sem resposta Sim Não Total de instituições pesquisadas Figura 246: Existência de publicações divulgadas no portal do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID) 2. doutorado. artigos e reportagens sobre o tema. Em seguida.9 56. 44 (60.2 53..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..4 45.0 12.0%).6%). Das instituições entrevistadas. e periódicos 25 (34.2% ) (figura 245). um órgão de gestão do conhecimento que tem como missão possibilitar a reunião. revistas e jornais de divulgação científica ) Outras mídias (jornais. 41 (56. revistas. a manutenção e a análise de dados referentes a drogas lícitas e ilícitas englobando os conhecimentos sobre o consumo de álcool e de outras drogas no Brasil e no mundo.7%). especialização.7. Meios utilizados para a divulgação das publicações Os meios mais utilizados pelas instituições para a divulgação de suas pesquisas são. N 19 9 45 73 % 26.2 Sem resposta Revistas científicas (nacionais e internacionais) Periódicos Outros meios impressos (livros.

0 9.0 63. 39 (53. destacaram-se: psicólogo (44). terapeuta ocupacional (12) e biólogo (11).4%). enfermeiro (1). biólogo (6) e assistente social (2). residente de psiquiatria (20).Ensino e/ou Pesquisa Sem resposta Graduação Especialização Mestrado Doutorado Pós-Doutorado Total de instituições pesquisadas N 8 46 44 53 43 18 73 % 11. os profissionais mais citados foram: psicólogo (64).8 53.6 58. psicólogo (4). médico (2).8%). 40 (54.8 63. 2. assistente social (9) e enfermeiro (6). assistente social (6) e enfermeiro (4). foram citados os seguintes profissionais: médico (6). médico (36). e a pesquisa básica. 46 (63. estatístico (1). N Sem resposta Pesquisa básica Pesquisa clínica Pesquisa epidemiológica Outro Total 5 39 40 46 7 73 % 6.8. assistente social (19).4 54. farmacêutico (1) e pedagogo (1).0 60. enfermeiro (7). Os profissionais com especialização mais citados foram: psicólogo (67).9 24. Tipo de pesquisa realizada pela instituição Pode-se perceber na Figura 248 o tipo de pesquisa realizada pelas instituições de ensino e/ou pesquisa. No campo destinado aos profissionais com mestrado.7 Figura 247: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa que trabalha com a temática álcool e outras drogas nas instituições Ainda sobre a equipe de ensino e/ou pesquisa.0%). Os profissionais que informaram possuir doutorado foram: psicólogo (21). foram informados os seguintes profissionais em cada modalidade: No campo destinado à graduação. antropólogo (1). a pesquisa clínica. médico (19).3 72. enfermeiro (36). médico (48). biólogo (1). farmacêutico (9). Na opção pós-doutorado.6 Figura 248: Tipo de pesquisa realizada pela instituição de ensino e/ou pesquisa 220 . Destacam-se a pesquisa epidemiológica.

5 42.0 12.4 31.9. na pós-graduação lato sensu.5%).6 27.4%) instituições. como observado na Figura 249. 2.0 21.5%). N Não resposta População indígena População de rua Mulheres Transgêneros Empregados/trabalhadores Trabalhadores do sexo Presidiários(as) e/ou egressos(as) do sistema carcerário Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Alunos de ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio (1º ano ao 3º ano) Estudantes de ensino superior Outro Total de instituições pesquisadas 5 1 10 17 0 16 8 5 11 8 9 20 23 31 41 73 % 6.9 11.2 Figura 249: Público-alvo das pesquisas 2. Atividades de ensino relacionadas à temática álcool e outras drogas Observa-se na Figura 250 que.8 1.5%) respostas e o pós-doutorado com apenas 5 (6.8%) marcações.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .4 20.8 15. 31 (42.0 6. aparece o doutorado com 15 (20.1 Sem resposta Curso de aperfeiçoamento Curso de especialização Total Figura 250: Cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos pelas Instituições de ensino Já em relação à pós-graduação stricto sensu. 23 (31. Os cursos de especialização são oferecidos por 22 (30.4 30.3 0.10. N 53 20 15 5 73 % 72. o curso mais oferecido é o de aperfeiçoamento. N 38 28 22 73 % 52. e alunos do ensino médio. Em seguida. a modalidade que obteve o maior número de respostas foi o mestrado.5 56. concentra-se em estudantes do ensino superior. Público-alvo das pesquisas O público-alvo das pesquisas..3 27.1%) instituições..4 13.1 11.1 38.4%) respostas. totalizando 28 (38. oferecido por 20 (27.7 23.5 6.8 Sem resposta Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total Figura 251: Cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos pelas instituições de ensino 221 .

5 (6. o público-alvo nos cursos relacionados ao consumo de álcool e outras drogas concentra-se em profissionais da área da saúde. Em seguida. Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa Nas instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa. Tipos de atividades realizadas A Tabela 128 apresenta a prevalência das instituições de ensino e/ou pesquisa de acordo com a sua natureza.2%) instituições oferecem cursos para quaisquer interessados. independentemente da sua formação.8% 8. segurança pública. na Figura 252.0 2. de cursos semipresenciais. N 14 51 28 14 8 2 35 25 14 73 % 19.7 47. Observa-se que do total de 73 instituições que realizam essa atividade.4%). seguida da educação a distância.11.2%). 28 (38.4 19. Análise descritiva das variáveis quantitativas do Eixo Ensino e/ou Pesquisa de acordo com a natureza da instituição 3. que as instituições de ensino e/ou pesquisa oferecem em sua maioria. N 21 52 5 6 0 73 % 28.9 %). 14 (19.0%). a modalidade de curso presencial. 52 (71.Ensino e/ou Pesquisa 2. Modalidades de ensino oferecidas pela instituição Observa-se.9 38.2% 0.8%).7%) são governamentais e 33 (45.1. e.0% Não resposta Presencial Semipresencial Educação a distância Outra Total Figura 252: Modalidade(s) de ensino oferecida(s) pelas instituições 2.2 69. 222 . 6 (8. justiça.2 19. Verifica-se que 25 (34. aparecem os profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas. 35 (47. 8 (11. 37 (50. por fim.2 11.2 Sem resposta Profissionais de nível superior da área de saúde Profissionais de nível superior da área de educação Profissionais de nível superior da área da justiça Profissionais de nível superior da área de segurança pública Profissionais de nível superior da área de comunicação social Profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas Quaisquer interessados independentemente da sua formação Outro Total Figura 253: Público-alvo dos cursos oferecidos pela instituição sobre o tema álcool e outras drogas 3. 51 (69.9 34.2%). profissionais da área de educação.2%).2%) são não-governamentais.9%).2% 6.12.8% 71.

6%) são governamentais e 14 (42. N % cit. com 26 (78. 19 (57.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 1 1.0 100.1%) são governamentais e 27 (50.4 45. 26 48. totalizando 32 (86. 100.governamentais. com 30 (81. seguida do tratamento/recuperação de dependentes químicos.0 Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento.0 100. tratamento. Assuntos abordados nas instituições de ensino e/ou pesquisa Observa-se na Figura 254 que..4%) são não-governamentais. N 30 32 20 21 9 37 % 81.4%) são não.2 44.0 100.0 28 19 37 110 59. 28 (59. do total de 47 instituições.8%) instituições.7 53.1 27 50.2.4 42..0 4.6 50.8%). Tabela 128: Natureza das instituições e as atividades realizadas Não resposta N % cit. totalizando 28 (84. nas instituições governamentais.0 100. Percebe-se que a redução de danos sociais e à saúde é realizada por 21 instituições (56.5%) respostas. Em seguida. redução de danos sociais e à saúde.1 19 14 33 93 40.6%) são governamentais e 19 (40.0 0.1%) marcações.9 GovernaNãomental governamental N % cit. o assunto mais abordado é referente ao tratamento/recuperação de dependentes químicos.1 56.1 1.6 57. aparece a prevenção. 26 (48. 223 . do total de 33 instituições.8%) respostas. a Figura 255 mostra que os assuntos abordados referentem-se à prevenção.8 24. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e/ou pesquisa Total 3.0%) são não-governamentais.1 86.9 Total N 54 47 33 73 207 % cit.5 54.3 Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento/recuperação de dependentes químicos Reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Outro Total Figura 254: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa pelas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais. A mesma figura apresenta o quantitativo das instituições que realizam ensino e/ou pesquisa e que também desenvolvem atividades de prevenção: do total de 54 instituições.9 0 0 3 4 0. recuperação e reinserção social.

Ensino e/ou Pesquisa

N Não resposta Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento/recuperação de dependentes químicos Reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Outro Total 1 28 26 15 17 4 33

% 3,0 84,8 78,8 45,5 51,5 12,1

Figura 255: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa pelas instituições não-governamentais

Verifica-se na Tabela 129 uma maior participação as instituições governamentais em todos os assuntos relacionados à temática de álcool e outras drogas abordados nas instituições de ensino e/ou pesquisa.
Tabela 129: Natureza da organização e assuntos abordados por instituições de ensino e/ou pesquisas
Não resposta N % cit. 0 0,0 2 3,3 0 0 0 2 4 0,0 0,0 0,0 13,3 1,9 GovernaNãomental governamental N % cit. N % cit. 0 0,0 1 100,0 30 50,0 28 46,7 32 20 21 9 112 55,2 57,1 55,3 60,0 54,1 26 15 17 4 91 44,8 42,9 44,7 26,7 44,0 Total N 1 60 58 35 38 15 207 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Sem resposta Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento/recuperação de dependentes químicos Reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Outro Total de instituições pesquisadas

3.3. Apoio recebido pelas instituições de ensino e/ou pesquisa A Figura 256 mostra que apenas 8 (21,6%) instituições governamentais recebem apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Um número significativo de instituições, 20 (54,1%), declarou receber apoio de outros órgãos. Observa-se que 12 (32,4%) instituições afirmaram não receber apoio.
N Não resposta Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) Outro A instituição não recebe apoio de nenhum órgão Total 1 5 8 20 12 37 % 2,7 13,5 21,6 54,1 32,4

Figura 256: Apoio recebido pelas instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa

224

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

Na Figura 257, percebe-se que 7 (21,2%) instituições não-governamentais recebem apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e que 14 (42,4%) instituições não recebem apoio de nenhum órgão.
Não resposta Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) Outro A instituição não recebe apoio de nenhum órgão Total N 3 3 7 13 14 33 % 9,1 9,1 21,2 39,4 42,4

Figura 257: Apoio recebido pelas instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa

Na Tabela 130, observa-se que, do total de 26 instituições que afirmaram não receber apoio de nenhum órgão, 12 (46,2%) são governamentais e 14 (53,8%) são não- governamentais.
Tabela 130: Natureza das instituições e o apoio para ensino e/ou pesquisa
Não resposta N % cit. 0 0,0 0 0,0 1 6,3 3 0 4 8,3 0,0 4,4 GovernaNãomental governamental N % cit. N % cit. 1 25,0 3 75,0 5 62,5 3 37,5 8 50,0 7 43,8 20 12 46 55,6 46,2 51,1 13 14 40 36,1 53,8 44,4 Total N 4 8 16 36 26 90 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0

Não resposta Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES Outro A instituição não recebe apoio de nenhum órgão Total

3.4. Publicações relativas às instituições de ensino e/ou pesquisa A Figura 258 mostra que a maioria das instituições governamentais, 28 (75,7%), possui alguma publicação sobre a temática álcool e outras drogas.
N 28 9 37 % 75,7 24,3 100,0

Sim Não Total

Figura 258: Existência de publicações das instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa

É possível observar na Figura 259 que 22 (66,7%) instituições não-governamentais possuem publicações relacionadas com a temática álcool e outras drogas.

225

Ensino e/ou Pesquisa

Sim Não Total

N 22 11 33

% 66,7 33,3 100,0

Figura 259: Existência de publicações das instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa

Na Tabela 131, verifica-se que, das 52 instituições que afirmaram possuir publicações relacionadas à temática álcool e outras drogas, 28 (53,8%) são governamentais e 22 (42,3%) são não-governamentais.
Tabela 131: Natureza das instituições e a existência de publicações
Não resposta N % cit. 2 3,8 1 4,8 3 4,1 Governamental N % cit. 28 53,8 9 42,9 37 50,7 Nãogovernamental N % cit. 22 42,3 11 52,4 33 45,2 Total N 52 21 73 % cit. 100,0 100,0 100,0

Sim Não Total

3.5. Forma de divulgação das publicações A Figura 260 mostra que, nas instituições governamentais, as formas mais utilizadas para a divulgação das pesquisas relacionadas ao tema álcool e outras drogas são, por ordem de recorrência: revistas científicas, 24 (64,9%); outros meios impressos (livros, revistas e jornais), 23 (62,2%); outras mídias (jornais, revistas, rádio e televisão), 20 (54,1%), meios eletrônicos/internet, 15 (40,5%) e periódicos 10 (27,0%).
N Não resposta Revistas científicas (nacionais e internacionais) Periódicos Outros meios impressos (livros, revistas e jornais de divulgação científica ) Outras mídias (jornais, revistas, rádio e televisão) Meios eletrônicos/internet Outro Total 6 24 10 23 20 15 7 37 % 16,2 64,9 27,0 62,2 54,1 40,5 18,9

Figura 260: Forma de divulgação das publicações das instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa

As instituições não-governamentais totalizam 15 (45,5%) com divulgações realizadas em revistas científicas, periódicos, outros meios impressos, meios eletrônicos/internet. A opção “outras mídias” aparece com 13 (39,4%) marcações.

226

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ...

N Não resposta Revistas científicas (nacionais e internacionais) Periódicos Outros meios impressos (livros, revistas e jornais de divulgação científica ) Outras mídias (jornais, revistas, rádio e televisão) Meios eletrônicos/internet Outro Total 9 15 15 15 13 15 7 33

% 27,3 45,5 45,5 45,5 39,4 45,5 21,2

Figura 261: Forma de divulgação das publicações das instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa

Observa-se na Tabela 132 que as publicações divulgadas por outras mídias, como jornais, revistas, rádio, televisão, que atingem um número maior de pessoas, são realizadas por 39 instituições, sendo 20 (60,6%) governamentais e 13 (39,4%) não- governamentais.
Tabela 132: Natureza da organização e a forma de divulgação das publicações
Não resposta % N cit. 1 6,3 2 4,9 0 0,0 1 0 1 0 5 2,6 0,0 3,2 0,0 2,5 Governamental N 6 24 10 23 20 15 7 105 % cit. 37,5 58,5 40,0 59,0 60,6 48,4 50,0 52,8 Nãogovernamental N 9 15 15 15 13 15 7 89 % cit. 56,3 36,6 60,0 38,5 39,4 48,4 50,0 44,7 N Total % cit. 16 100,0 41 100,0 25 100,0 39 100,0 33 100,0 31 100,0 14 100,0 199 100,0

Não resposta Revistas científicas (nacionais e internacionais) Periódicos Outros meios impressos (livros, revistas e jornais de divulgação científica ) Outras mídias (jornais, revistas, rádio e televisão) Meios eletrônicos/internet Outro Total

3.6. Publicações no OBID Observa-se na Figura 262 que 6 (16,2%) instituições governamentais possuem publicações divulgadas no site do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID).
N Não resposta Sim Não Total 8 6 23 37 % 21,6 16,2 62,2 100,0

Figura 262: Existência de publicações de instituições governamentais divulgadas no site do OBID

227

Ensino e/ou Pesquisa

Nas instituições não-governamentais, conforme Figura 263, a quantidade de instituições que possui publicação no OBID soma 3 (9,1%).
N 11 3 19 33 % 33,3 9,1 57,6 100,0

Não resposta Sim Não Total

Figura 263: Existência de publicações de instituições não-governamentais divulgadas no site do OBID

Das 9 instituições que declararam possuir publicações no Portal do OBID, 6 (66,7%) são governamentais e 3 (33,3%) são não-governamentais (tabela 133).
Tabela 133: Natureza da organização e a existência de publicações divulgadas no Portal OBID
Não resposta N % cit. Não resposta Sim Não Total 0 0 3 3 0,0 0,0 6,7 4,1 Governamental N % cit. 8 6 23 37 42,1 66,7 51,1 50,7 Nãogovernamental N % cit. 11 3 19 33 57,9 33,3 42,2 45,2 Total N 19 9 45 73 % cit. 100,0 100,0 100,0 100,0

3.7. Formação da equipe de profissionais Nas instituições governamentais, observa-se na Figura 264 que prevalecem os profissionais que possuem mestrado, 29 (78,4%). Em seguida, aparecem os profissionais que possuem graduação, 26 (70,3%), e os profissionais com especialização e doutorado, ambos com o mesmo índice de respostas, 23 (62,2%). Apenas 10 (27,0%) profissionais possuem pós-doutorado.
N Não resposta Graduação Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total 3 26 23 29 23 10 37 % 8,1 70,3 62,2 78,4 62,2 27,0

Figura 264: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa nas instituições governamentais

A Figura 265 demonstra que, nas instituições não-governamentais, prevalecem os profissionais com mestrado e especialização, totalizando 22 (66,7%) e 20 (60,6%) marcações, respectivamente. Os profissionais que possuem apenas graduação somam 18 (54,5%) e os que possuem doutorado, 17 (51,5%). Apenas 7 (21,2%) profissionais possuem pós-doutorado. 228

8 45.0 1 5.5 7 38.6 66.6 9 4.7 51.9 56. Logo em seguida.3 29 54.9 89 42.3 2 3. com 17 (45.9%) marcações. observa-se que há um predomínio das instituições governamentais em todos os níveis de formação em relação às não.6 114 53.8 62. Tipos de pesquisas realizadas A Figura 266 mostra que o tipo de pesquisa mais realizada pelas instituições de ensino e/ ou pesquisa é a epidemiológica. conforme se apresenta na Tabela 134. e a pesquisa básica.1 20 45.2 Governamental N % cit. com 21 (56.0 100. 5 62. N Não resposta Pesquisa básica Pesquisa clínica Pesquisa epidemiológica Outro Total 4 17 21 23 5 37 % 10.0 Não resposta Graduação Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total 3.0 100.governamentais.2 13.5 21.0 100.5 22 41. 3 37.0 100.3 1 2.5 18 39. Tabela 134: Natureza das instituições e a formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa Não resposta N % cit. com 23 (62.0 100...8 Nãogovernamental N % cit.8 3 7.2 54.7 23 53. aparece a pesquisa clínica.5 Figura 266: Tipo de pesquisa realizada pelas instituições governamentais 229 . N Não resposta Graduação Especialização Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total 5 18 20 22 17 7 33 % 15. 100.8%) respostas.8.0 2 4.5 23 52.5 17 39.0 100.2 Figura 265: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa nas instituições não-governamentais Quando se analisa a formação do profissional que trabalha nas instituições de ensino e/ou pesquisa e a natureza da instituição.5 26 56. 0 0.5 10 55.2%) marcações.0 Total N 8 46 44 53 43 18 212 % cit.5 60.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .

0%). e as mulheres.0 20 51.5 23 50.5 23 50. 230 .0 100.6 69.0 17 43.3 3 2. aparece a pesquisa básica. 4 80. sendo esta realizada pelas instituições governamentais e não-governamentais na mesma proporção.7%). em seguida.6 21 52. e.2 Governamental N % cit. N Não resposta Pesquisa básica Pesquisa clínica Pesquisa epidemiológica Outro Total 1 20 19 23 1 33 % 3.4 70 51.1 0 0.0 1 14.0 0 0.0 100. Em segundo lugar.9. 15 (40.0 2 5.0 1 14. Público-alvo das instituições de pesquisa A Figura 268 apresenta o público-alvo das pesquisas realizadas pelas instituições governamentais.0 60.7 Total N 5 39 40 46 7 137 % cit. a pesquisa clínica.0 5 71. 11 (29.3 64 46.6%). Observa-se que as populações mais freqüentemente abordadas nas pesquisas são os estudantes de nível superior.0 100.7 3.7%). 100.Ensino e/ou Pesquisa Nas instituições não-governamentais.1 Nãogovernamental N % cit. 19 (57.0 100.0 Sem resposta Pesquisa básica Pesquisa clínica Pesquisa epidemiológica Outro Total de instituições pesquisadas 3.6%). 23 (50.0 100.3 19 47. também prevalecem as pesquisas epidemiológicas.6 57.5%). 20 (60. 1 20. 23 (69. 0 0. Tabela 135: Natureza da instituição e o tipo de pesquisa realizada Não resposta N % cit.0 Figura 267: Tipo de pesquisa realizada pelas instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 135 que 46 instituições declararam realizar pesquisa epidemiológica.

2 9.4%).0 18.5 Figura 269: Público-alvo das pesquisas realizadas pelas instituições não-governamentais de pesquisa 231 .0 3.0 24.6 10.5 48. alunos de ensino fundamental (5. N Não resposta População indígena População de rua Mulheres Transgêneros Empregados/trabalhadores Trabalhadores do sexo Presidiários (as) e/ou egressos (as) do sistema carcerário Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Alunos de ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio (1º ano ao 3º ano) Estudantes de ensino superior Outro Total 1 1 1 6 0 8 4 2 4 5 3 12 13 15 16 33 % 3. 12 (36.ª a 8.2 21.4 39.0 21. N Não resposta População indígena População de rua Mulheres Transgêneros Empregados/trabalhadores Trabalhadores do sexo Presidiários(as) e/ou egressos(as) do sistema carcerário Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Alunos de ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio (1º ano ao 3º ano) Estudantes de ensino superior Outro Total 4 0 9 11 0 8 4 3 7 3 6 8 9 15 23 37 % 10.3 29.6 24.ª série).2 Figura 268: Público-alvo das pesquisas realizadas pelas instituições governamentais de pesquisa Nas instituições não-governamentais.2 12. a Figura 269 demonstra que as populações mais pesquisadas são: estudantes de ensino superior.5 62.1 36.. alunos de ensino médio.5%).8 0.0 24.1 18.1 6.2 0. 15 (45..1 12.4 45.1 16.7 0.4%).8 8.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .9 8. 13 (39.3 40.0 3.1 15.

0 8 50.7 40.0 56.Ensino e/ou Pesquisa Observa-se na Tabela 136 que apenas 1 instituição.5 48. Tabela 136: Natureza da instituição e o público pesquisado Não resposta N % cit.0 44.0 100.0 0 0 0.9 2.0 7 3 6 8 9 15 23 110 63.0 3 60.4 56. sendo 9 (90.0 4. N % cit.9 40. apenas 10 instituições realizam pesquisas com esse público-alvo.0 100.0 2 40.0 0 0.5 Figura 270: Modalidades de cursos lato sensu oferecidos pelas instituições governamentais de ensino 232 .0 Não resposta População indígena População de rua Mulheres Transgêneros Empregados/trabalhadores Trabalhadores do sexo Presidiários(as) e/ou egressos(as) do sistema carcerário Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida socioeducativa Alunos de ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio (1º ano ao 3º ano) Estudantes de ensino superior Outro Total 3.10.0 100.6 37.3 60.0 39.7 6 35.0 1 10.0 100.0 100.0%) não-governamental. declarou realizar pesquisas com a população indígena.1 53.0 100.0 0.0 9 90.7 4 5 3 12 13 15 16 91 36.0 0 0. 0 0.1 48.9%) realizam curso de aperfeiçoamento e 15 (40.0 0.0 0 0. N Não resposta Curso de aperfeiçoamento Curso de especialização Total 17 17 15 37 % 45.3 3.5 66.0 0 0.0 100. pode-se observar que.5%) realizam curso de especialização relacionado com a temática de álcool e outras drogas.9 45. de natureza não-governamental.0 100.0 0.0 100.0 100.0 1 20.4 39.3 0 0 8 50. nas instituições governamentais que oferecem pós-graduação lato sensu. 100.5 33.2 4.4 Total N 5 1 10 17 0 16 8 5 11 8 9 20 23 31 41 205 % cit. Em relação à população em situação de rua.4 62.0 100.0 100. Atividades de ensino oferecidas pelas instituições Na Figura 270.0 100. 4 80.0 100.0 4 50.0%) governamentais e 1 (10. É importante observar que nenhuma instituição afirmou realizar pesquisas com transgêneros.0 4 50.0 0 0.0 1 100.0 0 0.0 GovernaNãomental governamental N % cit.0 100.0 0 0 0 0 1 1 2 4 0.0 11 64. 17 (45.

Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .6 32.4%) são referentes ao mestrado.2 Figura 271: Modalidades de cursos lato sensu oferecidos pelas instituições nãogovernamentais de ensino Em relação às instituições governamentais que oferecem pós-graduação stricto sensu (figura 272). N Não resposta Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total 25 12 10 2 37 % 67. que possui a mesma prevalência das instituições não-governamentais. 233 .. observa-se que 12 (32..2%) são relativas ao mestrado. 11 (33. 4 (12. com apenas 2 (40.3 21.0%) referem-se ao doutorado e 2 (5.0 5.2 12.3%) são relativas a curso de aperfeiçoamento e 7 (21. N Não resposta Curso de aperfeiçoamento Curso de especialização Total 18 11 7 33 % 54.4%) ao pós-doutorado.0%) marcações cada uma.4 Figura 272: Modalidades de cursos stricto sensu oferecidos pelas instituições governamentais de ensino Entre as instituições não-governamentais que oferecem pós-graduação stricto sensu. observa-se que 7 (21. verifica-se que.8 21.1 Figura 273: Modalidades de cursos stricto sensu oferecidos pelas instituições nãogovernamentais de ensino Observa-se a predominância da natureza governamental nos tipos de atividades oferecidas pelas instituições de ensino e/ou pesquisa.1%) ao doutorado e 2 (6. com exceção do doutorado.4 27. Não resposta Mestrado Doutorado Pós-doutorado Total N 26 7 4 2 33 % 78.2%) a curso de especialização.5 33.1%) ao pós-doutorado. 10 (27. Na Figura 271. entre as instituições não-governamentais que oferecem pós-graduação lato sensu.1 6.

1%) instituições.1) instituições oferecem curso a distância (figura 275).9 25 47.6 78. 12 41.0 100.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 137: Natureza das instituições e as atividades de ensino Não resposta N % cit.4 5.0 1 5.7 2 40. observa-se também que a modalidade presencial é a mais oferecida.0 49 52.1 9.9 7 36.8 49 55.0 Figura 274: Modalidades dos cursos oferecidas pelas instituições governamentais de ensino Nas instituições não-governamentais.4 17 60.8 42 51.1 17 44.7 39 41.7 1 20.0 100.0 100.4 GovernaNãomental governamental N % cit.1 0. Apenas 3 (9.3 15 68.7 9.7 36 40.0 7 35.0 100.7%) respostas.4%) marcações.0 100.9 0 0.7 11 39.7 3 7.0 10 66.11. totalizando 29 (78.1 0.0 100. Modalidades de ensino oferecidas pelas instituições A Figura 274 mostra que a modalidade de ensino mais oferecida pelas instituições governamentais é a presencial. A educação a distância é oferecida por 3 (8.7 18 47.8 1 5.0 Não resposta Pós-graduação lato sensu Pós-graduação stricto sensu 78_Ensino_atividades_lato_stricto Não resposta Curso de aperfeiçoamento Curso de especialização 78_Ensino_atividades_lato Não resposta Mestrado Doutorado Pós-doutorado 78_Ensino_atividades_stricto 3.7 4 26.3 66.0 Figura 275: Modalidades dos cursos oferecidas pelas instituições não-governamentais de ensino 234 .1 12 60.7 19 55.0 100.0 100. N Não resposta Presencial Semipresencial Educação a distância Outra Total 11 22 3 3 0 33 % 33.0 100.0 1 6. 100.4 2 3.0 3 3. N % cit.0 2 40.9 Total N 29 34 19 82 38 28 22 88 53 20 15 5 93 % cit.1 11 57.0 0 0.3 3 3.9 15 44.0 5 5. N Não resposta Presencial Semipresencial Educação a distância Outra Total 8 29 2 3 0 37 % 21.4 8.9 0 0.2 37 45. com 223 (66.4 15 51.2 26 49.0 100.0 100.0 100.2 7 31. 2 6.

N Não resposta Profissionais de nível superior da área de saúde Profissionais de nível superior da área de educação Profissionais de nível superior da área da justiça Profissionais de nível superior da área de segurança pública Profissionais de nível superior da área de comunicação social Profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas Quaisquer interessados independentemente da sua formação Outro Total 5 28 15 8 4 0 19 15 7 37 % 13.0 3 50.7%). da área de educação.4%). 8 38. Público-alvo dos cursos oferecidos pela instituição Pode-se observar na Figura 276 que o público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições governamentais é.0 0 0. Tabela 138: Natureza das instituições e a modalidades de ensino Não resposta N % cit.4 29 55.0 0 0 42 50.7%).12.9 Figura 276: Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições governamentais de ensino Nas instituições não-governamentais. A Tabela 138 retrata que apenas 6 instituições oferecem educação a distância. 23 (69.5 75.7 40.4 Total N 21 52 5 6 0 84 % cit. sendo realizada por 50.. N % cit.0 Não resposta Presencial Semipresencial Educação a distância Outra Total 3.5%) respostas. 28 (75. 2 9.8 0. 16 (48. que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas.0% (3) das instituições governamentais e não-governamentais. 19 (51. e quaisquer interessados independentemente da sua formação. estes últimos totalizando 15 (40.5%).4%).0 3 60.5 18. 13 (39..0 100. 235 .3%). 9 (27.0 51.0 0 3 3.5 1 1.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 2 40.4 40. por ordem de prevalência: profissionais de nível superior da área da saúde.0 100. 100.0 100.0 3 50.0 100. e quaisquer interessados independentemente da sua formação.6 GovernaNãomental governamental N % cit. profissionais da área de educação. observa-se na Figura 277 que a prevalência do público-alvo coincide com as instituições governamentais: profissionais de nível superior da área da saúde.8 22 42. que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas.9 0 0.0 39 46.1 11 52.5 21.6 10.0 100.

1%) de não-governamentais.0 100.0 236 . verifica-se que os profissionais mais visados pelas instituições que oferecem cursos sobre o tema álcool e outras drogas são os profissionais de saúde.0 45.0 7 50.0 Não resposta Profissionais de nível superior da área de saúde Profissionais de nível superior da área de educação Profissionais de nível superior da área da justiça Profissionais de nível superior da área de segurança pública Profissionais de nível superior da área de comunicação social Profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas Quaisquer interessados independentemente da sua formação Outro Total 1 0 3 1. sendo 28 (54.0 100.0 0.9 50.0 100.0 14 100.9%) de instituições governamentais e 23 (45. 5 35.9 87 45.1 6.6 13 46.0 100.4 8 4 0 19 57.0 100.2 Figura 277: Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições não-governamentais de ensino Na Tabela 139.0 9 36.0 25 100. N % cit.0 GovernaNãomental governamental N % cit.9 23 45.7 39.5 27.6 4.0 0.3 6 4 2 16 42.7 7 50.0 54.0 0.0 15 7 101 60. Tabela 139: Natureza da instituição e público-alvo Não resposta N % cit.1 50.1 15 53.3 21.0 0.Ensino e/ou Pesquisa N Não resposta Profissionais de nível superior da área de saúde Profissionais de nível superior da área de educação Profissionais de nível superior da área da justiça Profissionais de nível superior da área de segurança pública Profissionais de nível superior da área de comunicação social Profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas Quaisquer interessados independentemente da sua formação Outro Total 7 23 13 6 4 2 16 9 7 33 % 21.4 18.0 0 0 0 0 0.2 69.5 191 100.0 0 0.0 100.0 28 54.0 52.1 48. 2 14.0 50.3 0 0.0 100.7 Total N 14 51 28 14 8 2 35 % cit.2 12.0 0. 100. totalizando 51 respostas.

00 Desvio-padrão = 17. a maior ocorrência é também de instituições criadas entre 1990 e 1999. conforme a Figura 279.1. N Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 2 8 5 11 7 33 % 6. 8 (53.6 29.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 21... ou seja.68 Desvio-padrão = 18.39 Mín = 1 924 Máx = 2 002 Figura 279: Ano de criação das instituições não-governamentais de ensino e pesquisa A Tabela 140 mostra o cruzamento do ano de criação das instituições de ensino e/ou pesquisa e sua natureza governamental ou não-governamental.0 Média = 1 986. Características da instituição 4. somando 11 (33. Tempo de funcionamento Observa-se na Figura 278 que 11 (29. Do total de 15 instituições que estão em funcionamento há menos de 8 anos.74 Mín = 1 922 Máx = 2 006 Figura 278: Ano de criação das instituições governamentais de ensino e pesquisa Nas instituições não-governamentais.5 21.7 21. 237 . que passaram a funcionar a partir de 2000.1 24.5 13.2 15. ou seja. Informações institucionais 4.6 100.1.3%). N Não resposta Menos de 1 980 De 1 980 a 1 989 De 1 990 a 1 999 2 000 e mais Total 5 5 8 11 8 37 % 13.2 33.7%) instituições governamentais passaram a funcionar entre 1990 e 1999.7%) são não-governamentais.0 Média = 1 989. estão em funcionamento há mais de 8 anos. 4.3%) são governamentais e 7 (46.2 100.1.

0 100.2 8 57.1.0 0.3 30. o estado.3%).2 7.2. N Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 2 10 10 7 2 5 33 % 6.5 11 50. 22.0 100.2 6.0 100. 2 22.0 100.3 37 50.0 8 53.3%) governamentais e 10 (35.0 18.0 100. percebe-se que a maioria das instituições governamentais abrange todo o estado.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 140: Ano de criação de acordo com a natureza das instituições de ensino e pesquisa Não resposta N % cit.7 33 45. Abrangência territorial Na Figura 280.6 18.5 11 50.7%) não-governamentais.1 Governamental N % cit.9 48.7 Nãogovernamental N % cit.0 7 46. verifica-se que as instituições não-governamentais abrangem com a mesma proporção.5 29. N Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 0 7 18 7 5 11 37 % 0.1 30. o município ou cidade e o estado.0 4.7 8 61.1 15.7 Figura 280: Abrangência das atividades da instituição governamental Na Figura 281. observa-se que as instituições de ensino e/ou pesquisa abrangem. totalizando 28 marcações.6%) instituições.0 Não resposta Menos de 1980 De 1980 a 1989 De 1990 a 1999 2000 e mais Total 2 1 0 0 0 3 4. num total de 18 (48. em sua maioria.6 5 35.1 0. 10 (30.9 13. sendo 18 (64.2 Total N 9 14 13 22 15 73 % cit. 100.0 0.1 5 38.3 21. 5 55. 238 .2 Figura 281: Abrangência das atividades das instituições não-governamentais Na análise da Tabela 141.

Tabela 141: Abrangência das atividades da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.. Observa-se que 2 (6..0 7 41.4 GovernaNãomental governamental N % cit.0 0 0.0 3 3.0 0.0 0. em relação às instituições não-governamentais. sendo 37 (55.0 0 0.8%) não-governamentais.6 11 68. 30 (90.0 100. 0 0. N % cit.0 0 0.1%) instituições estão localizadas tanto na área urbana como na área rural.1.3. 100.0 0 0.4 Total N 3 2 17 28 14 7 16 87 % cit.8 18 64.0 100.0 100.0 0 0.0 6.0%) está localizada na área rural.0 0 0. N Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 37 0 0 37 % 100.0 100.9%) estão localizadas na área urbana e apenas 1 (3.1 100.0 5 71.0 Não resposta Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência Total 4.0 100. perfazendo 37 marcações (100%). que todas as instituições governamentais estão localizadas na área urbana.2%) governamentais e 30 (44.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 Figura 282: Localização da instituição governamental A Figura 283 mostra que.0 100.0 0 0.4 2 28.7 7 50.2 10 58.2 36 41.0 7 50.0 2 100. 3 100. N Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 30 1 2 33 % 90.0 Figura 283: Localização da instituição não-governamental A Tabela 142 revela que 67 instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa se concentram na área urbana.0 100.0 0 0.0 100. 239 .3 48 55. Localização da instituição Pode-se perceber na Figura 282.9 3.3 10 35.8 5 31.

5 5.0 100. N % cit.2%). com a mesma proporção.0 2 100.4 29.0 0 0.7 10. Ministério da Saúde e Secretaria Municipal de Saúde.1.5 32.0 32. Secretaria Nacional Antidrogas. 0 0.8 2. televisão.4 40.4 56.7 40.0 0 0.6 75.0 Não resposta Área urbana Área rural Área urbana e rural Total 4.0 100.1 29.1 GovernaNãomental governamental N % cit.8%).2 Total N 3 67 1 2 73 % cit.0 10.7 21. 28 (75. jornais. 21 (56.0 1 100.0%).0 37 50.8 40. totalizando estes últimos 19 (51.7 35. meios de comunicação. 100.0 0 0.4 0.7%).4.0 0 0. e Conselhos Antidrogas/Entorpecentes. Articulação das instituições de ensino e/ou pesquisa com outros setores Observa-se na Figura 284 que as instituições governamentais possuem mais articulações com universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa.2 51.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 142: Localização da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit. 27 (73.4%). Secretaria Estadual de Saúde.0 73.8 0 0.2 30 44.4 89.0 3 4.0 100.5 73.8 27. 3 100.0 Figura 284: Articulação das instituições governamentais 240 . N Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.0 0 0. 33 (89. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total 19 15 27 4 1 8 28 13 11 4 10 27 12 33 19 11 15 2 21 15 12 0 37 % 51.7 33 45.0 100.0 37 55.

0 Figura 285: Articulações das instituições não-governamentais Na Tabela 143.1%) são não-governamentais.8%).0 63.6%). ao cruzar as articulações realizadas pela instituição e sua natureza.9%) são governamentais e 9 (32. das 59 instituições que realizam articulações com universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa.8 45. percebe-se que há maior articulação com universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa.3 0.0 18. internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições Total 9 5 11 3 1 6 14 10 5 3 11 21 13 26 15 10 9 0 21 14 6 1 33 % 27.6 39.2 9. televisão. 26 (78. e com a Secretaria de Saúde. 241 .. Em relação às instituições não-governamentais.2 3.1 3.3 9. N Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.4 78.4 18. percebe-se que.4 30.1%) não-governamentais. conforme Figura 285. Das 28 instituições que afirmaram possuir articulação com a Secretaria Nacional Antidrogas..9%) são governamentais e 26 (44.2 42.1 33.3 27.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .5 30.6 42. jornais. 19 (67.2 33. 33 (55.3 63.3 15. 21 (63.3 15.

0 0.5 31.1 15 75.0 Não resposta Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e/ou pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio.9 4 57. Internet) Associações comunitárias Outra(s) Não há articulação com outras instituições 4.0 0 0.9%) dirigentes afirmaram que.0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0.0 0.0 6 14 10 5 3 11 21 13 26 15 10 9 0 21 14 6 1 42.1 11 28.0 100.0 100.0 48.0 27 71.0 50.0 0 0.9 9 32.0 0. N Não resposta Sim Não Não sei Total 1 24 8 4 37 % 2.9 55.0 0.0 0.0 5 25.0 0.0 0.0 44.0 0.7 64.0 51.0 0.1 47. 0 0.0 0 0.0 1 50.0 0.0 0.1.0 8 28 13 11 4 10 27 12 33 19 11 15 2 21 15 12 0 57.0 0.0 Total N 3 28 20 38 7 2 14 42 23 16 7 21 48 25 59 34 21 24 2 42 29 18 1 % cit.0 19 67.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 143: Articulação das instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.0 0 0.0 100. no seu município.5 0. N % cit.8 100.5.0 100.4 62.6 10. jornais. 3 100.6 37.0 100.3 33.0 100.9 52.0 100.3 100.0 0.0 0.0 100.0 100.0 100.5 68.9 21.1 47. Existência do Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes na percepção do dirigente A Figura 286 mostra que 24 (64.0 GovernaNãomental governamental N % cit.0 100.3 48.3 42.1 66.7 0.0 100.9 33.1 44.8 52. existe Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.0 0 0.5 100.0 100. 100.8 57.0 100.0 100.0 Figura 286: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental 242 . televisão.7 56.0 0.9 1 50.0 100.0 100.4 43.3 43.0 100.0 50.6 56.0 0.9 52.0 100.0 55.7 66.0 100.0 100.1 3 42.0 100.0 0 0.

.2 Total N 4 50 13 6 73 % cit.5 2 33.0 100.0 Não resposta Sim Não Não sei Total 3 0 0 0 3 4.0 24 48.5 4 66..8%) dirigentes afirmaram existir o Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.1 Governamental N % cit.0%) são de instituições não-governamentais.0 Figura 288: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.0 0.0 100.0 26 52.0 0.0 100.0 4.4%) instituições possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.governamental É importante observar na Tabela 144 que 50 dirigentes afirmaram existir o Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.4%) possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes. 1 25. 243 .1. Em relação às instituições não-governamentais. conforme apresentado na Figura 289. N 26 5 2 33 % 78.0%) são de instituições governamentais e 26 (52. 12 (32. percebe-se que 13 (39. na percepção do dirigente.0 100. 100.5 32. das instituições governamentais.0 5 38.8 15. 0 0.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . 75.6.3 33 45. Registro da instituição no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Verifica-se na Figura 288 que.0 8 61. Tabela 144: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município. sendo que 24 (48.2 6.0 0.4 54. N Não resposta Sim Não Não sei Total 5 12 20 0 37 % 13. É importante lembrar que alguns municípios não possuem conselhos municipais antidrogas/entorpecentes. observa-se na Figura 287 que 26 (78.1 0. quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit.1 100.0 Sim Não Não sei Total Figura 287: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não.7 37 50.7 Nãogovernamental N % cit.0 100.

0%) são governamentais e 13 (52.0 100.7. N Não resposta Sim Não Não Sei Total 4 16 17 0 37 % 10.0 17 45. 2 20.5 3.2 45.1 0 0.2%) instituições governamentais não possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.1 Governamental N % cit.0 0 0.0 100. 9 (27. Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Observa-se na Figura 290 que 16 (43.0 13 52.Ensino e/ou Pesquisa N Não resposta Sim Não Não sei Total 2 13 17 1 33 % 6. 100. 244 .1 39. Tabela 145: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições quanto à natureza Não resposta N % cit. percebe-se que.0 0 0.0 33 45.0 Figura 290: Registro da instituição governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Na Figura 291.0%) não-governamentais. 5 50. das instituições não-governamentais.0 0 0.0 12 48.9 1 100.0 Figura 289: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições não-governamentais Na Tabela 145.0 100.8 43.0 100. sendo que 12 (48. 3 30.0 3 4.7 Nãogovernamental N % cit.0 20 54.4 51.2 Total N 10 25 37 1 73 % cit. observa-se que 25 instituições possuem registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.3%) possuem registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.0 Não resposta Sim Não Não sei Total 4.1.9 0.0 37 50.0 100.0 100.

0 17 45.6 3. doação de pessoas jurídicas.1%). prevalecendo receitas provenientes de palestras e eventos.2%) marcações.0 100. assim distribuídos: recursos federais.8.1%).1.6%). 3 (4.0 100.1%).. provenientes da esfera federal.1 0 0.0%) não-governamentais. das 33 (45.9 20 54. A opção “Outras fontes de recursos” obteve 18 (24. e consultas 10 (13. em 35 (47.0 16 64. 9 (12. doações de pessoas físicas.3 60. 11 (15.0 Figura 291: Registro da instituição não-governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Na Tabela 146. N % cit.3%).0%) indicaram que os recursos provêem de receita própria. sendo que as mais citadas foram: recursos de mantenedoras.. Pode-se perceber que nas 37 (50.8%).7%) respostas.0 9 36. 30 (41. estaduais.9%).0%) governamentais e 9 (36. 5 (6.0 3 30.5%). Tabela 146: Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes quanto à natureza Não resposta N % cit. N Não resposta Sim Não Não Sei Total 3 9 20 1 33 % 9.0 37 50.9%) instituições citaram que seus recursos provêem de “Outras fontes”. 100. 245 .0 100. 3 30.1 27.0 100. e municipais.8%). e repasses de agências internacionais.9%).0 1 100. 4 40. 16 (21.2 Total N 10 25 37 1 73 % cit.7%) instituições governamentais. prevalecendo repasses de agências internacionais e recursos de mantenedoras.7%) instituições declararam receber recursos do governo brasileiro.0 0 0. Observa-se que 16 (21. estadual. 3 (4. 13 (17.0 0 0. Observa-se que 18 (24.2%) instituições.1%). 15 (20. Nas instituições não-governamentais. a maioria dos recursos origina-se do governo brasileiro.1 Não resposta Sim Não Não Sei Total GovernaNãomental governamental N % cit.7%). ambas totalizando 6 (8.0 4. observa-se que apenas 25 instituições afirmaram possuir registro no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes. sendo 16 (64. 4 (5. 19 (26.7 33 45.0 3 4.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 0 0. e municipal 7 (9.5%).0 100. Recursos financeiros A figura 292 apresenta as fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições para desenvolver suas atividades.

Ensino e/ou Pesquisa Figura 292: Fontes de recursos financeiros 246 .

.3 3 4.7 100.1 Idade do dirigente A Figura 293 retrata que a idade mínima dos dirigentes das instituições governamentais é de 31 anos e a máxima é de 65 anos.0 1 100. 2 66. 0 0.0 Não resposta Menos de 30 De 30 a 39 De 40 a 49 50 e mais Total 247 . Características dos dirigentes 4. N Menos de 30 De 30 a 39 De 40 a 49 50 e mais Total 1 4 13 15 33 % 3.9 40.7 Nãogovernamental N % cit.61 Mín = 31 Máx = 65 Figura 293: Idade do dirigente das instituições governamentais Conforme Figura 294. nas instituições não-governamentais.1 39.0 Média = 49.0 100.0 100.3 0 0.3 37 50.1 Governamental N % cit.4 5. 4.2 Total N 3 1 10 21 38 73 % cit.0 2 5.2. 100..3%) referem-se a instituições governamentais e 15 (39. 21 (55.0 0 0.9 15 39.0 12.0 Média = 49.0 100.2.7 0 0. dentre as 38 respostas referentes à opção 50 anos ou mais. pode-se observar que a idade mínima do dirigente é de 29 anos e a máxima é de 76 anos.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .0 0 0.06 Mín = 29 Máx = 76 Figura 294: Idade do dirigente das instituições não-governamentais A Tabela 147 representa o cruzamento da natureza da instituição e a idade dos dirigentes.0 100.5 29.0 100.0 6 60.5 33 45.0 13 61.09 Desvio-padrão = 11.4 18.74 Desvio-padrão = 8. Percebe-se que.1 21 55.4 45. Tabela 147: Idade do dirigente quanto à natureza da instituição Não resposta N % cit.0 4 40. 1 33.5%) a não-governamentais.0 8 38.5 100. N Não resposta Menos de 36 De 36 a 44 De 45 a 53 54 e mais Total 2 2 7 15 11 37 % 5.

pós-graduação. o total de dirigentes é de 14 (42.2 56. totalizando 36 (97. 100.4%). na Figura 295. Em relação ao sexo feminino.2%) a não-governamentais.6%) são referentes a instituições governamentais e 14 (45.0 Não resposta Feminino Masculino Total 1 1 1 3 4.Ensino e/ou Pesquisa 4. 248 .3%) de instituições não-governamentais.2.2. que há maior número de dirigentes do sexo masculino.0 14 45.2 19 46. nas instituições não-governamentais.8%) respostas.6%) dirigentes. observa-se.2 37 50. totalizando 21 (56. em sua maioria. 0 0.2%).7 Nãogovernamental N % cit. 0 0. Sexo Em relação ao sexo do dirigente das instituições governamentais. a maioria dos dirigentes é do sexo masculino.0 Feminino Masculino Total Figura 296: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais A Tabela 148 mostra o cruzamento entre o sexo do dirigente e a natureza da instituição.3 33 45.4 4.1 Governamental N % cit. N 14 19 33 % 42.6 100. Das 31 respostas referentes a dirigentes do sexo feminino. 100.0 16 51.0 100. somando 19 (57. Observa-se que as instituições de ensino e/ou pesquisa possuem 41 dirigentes do sexo masculino. N 16 21 37 % 43.2%) de instituições governamentais e 19 (46. possuem.8 100.2 2. Escolaridade do dirigente Verifica-se na Figura 297 que os dirigentes das instituições governamentais.0 3.0 100.2. Tabela 148: Sexo do dirigente das instituições de tratamento quanto à natureza Não resposta N % cit.4 57.3%). 16 (51.3. sendo 21 (51. enquanto os dirigentes do sexo feminino somam 16 (43.0 Feminino Masculino Total Figura 295: Sexo do dirigente das instituições governamentais A Figura 296 mostra que.2 Total N 1 31 41 73 % cit.6 21 51.0 100.

5%) de instituições não-governamentais.0 18..º grau) incompleto Ensino médio (2. 36 (55.0 0. a maioria.0 0.0 0.0 Figura 297: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.0 0.8 0. 249 .0 0. ou seja.3 81.0 0. 27 (81.8%) dirigentes possuem pós-graduação e 9 (27.3%) possuem o ensino superior completo.º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 0 0 0 0 0 7 36 0 0 0 37 % 0..0 0.º grau) incompleto Ensino fundamental (1.0 3.º grau) incompleto Ensino fundamental (1.3 0.9 97.0 Figura 298: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais Observa-se na Tabela 149 que 65 dirigentes das instituições declararam possuir pósgraduação. conforme apresenta a Figura 298.4%) são de instituições governamentais e 27 (41.0 0.0 27. N Ensino fundamental (1.º grau) incompleto Ensino médio (2.0 0.º grau) completo Ensino médio (2.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 1 0 0 1 0 9 27 0 0 0 33 % 3. N Ensino fundamental (1.0 0. Dessa maioria.0 0.º grau) completo Ensino médio (2.

0 100.2.0 Sim Não Total Figura 300: Remuneração do dirigente da instituição não-governamental A Tabela 150 apresenta o cruzamento entre a remuneração do dirigente e a natureza da instituição.0 0 0 0 0. 5 (21. 100. 15 (45.5 13.5 100.4.0 100.0 100.0 100. nas instituições governamentais.0 100.7%) são de instituições governamentais e 18 (78.6%) de instituições não-governamentais. Situação de remuneração do dirigente A Figura 299 mostra que.5%) dirigentes recebem alguma remuneração pela atividade realizada.0 2 3.5%) dirigentes são remunerados pelos serviços prestados na instituição.0 0 0 1 100.0 0 0 0. 0 0.0 100.3%) de instituições governamentais e 15 (30.0 1 100.2 Total N 1 1 0 0 1 0 16 65 0 0 0 84 % cit.0 0 9 56.3%) de instituições não-governamentais.4 0 0 0 43 51. N 15 18 33 % 45. conforme mostra a Figura 300. do total de 23 dirigentes.0 0 0. Em relação àqueles que afirmaram não receber remuneração.0 Não resposta Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo Pós-graduação Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever Total 4. 1 100.0 100.0 100.3 27 41.8 36 55.0 0 7 43. Observa-se que 49 dirigentes declararam receber remuneração pelos serviços prestados na instituição. 250 .0 Sim Não Total Figura 299: Remuneração do dirigente da instituição governamental Em relação à remuneração dos dirigentes das instituições não-governamentais que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 149: Escolaridade do dirigente das instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.0 100. N 32 5 37 % 86.0 100.5 0 0 0 38 45. sendo 32 (65.0 0 0 0 0.1 0 0 0 3 3. 32 (86.0 100.5 100.6 Governamental N % cit.2 Nãogovernamental N % cit.5 54. 0 0.0 0 0.

.0 100.4 3 4.7 Nãogovernamental N % cit.0 2 4.0 33 45.0 100.0 22 48.5 100.2 Total N 1 45 27 73 % cit.5%). N Sim Não Total 23 10 33 % 69. totalizando 23 (69. do total de 45 dirigentes que afirmaram possuir alguma atividade remunerada fora da instituição.9 15 55.1 Governamental N % cit. Tabela 151: Exercício de atividade remunerada fora da instituição quanto à natureza Não resposta N % cit. N % cit. 1 100.9%) pertencem às instituições governamentais e 23 (51.3 15 30.0 Sim Não Total Figura 301: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental Na Figura 302.0 100.1%) são de instituições não-governamentais.0 3 4. 100.1 GovernaNãomental governamental N % cit. 0 0.1 0 0.2. 0 0.7%) dirigentes. 0 0.0 0 0.0 100.3 37 50.0 23 51. Tabela 150: Remuneração do dirigente da instituição quanto à natureza Não resposta N % cit.0 Não resposta Sim Não Total 4. conforme observado na Figura 301.7 18 78.0 Figura 302: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental Percebe-se na análise cruzada da figura 85. 1 100.0 2 7.7 30.0 32 65.1 10 37.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .. que.2 Total N 1 49 23 73 % cit.0 Não resposta Sim Não Total 251 .5 40. N 22 15 37 % 59.5. 100.0 100.3 100.0 100. 22 (48. verifica-se um número considerável de dirigentes de instituições nãogovernamentais que realizam atividades fora da instituição.7 33 45.6 37 50.6 5 21. Atividade remunerada do dirigente fora da instituição O quantitativo de dirigentes das instituições governamentais que realiza atividades remuneradas fora da instituição totaliza 22 (59.0 0 0.

1 33.2 Total N 3 4 7 16 7 36 73 % cit.1 33 45.2 48. a dedicação dos dirigentes também é de 30 horas ou mais.61 Mín = 2 Máx = 40 Figura 304: Dedicação do dirigente à instituição não-governamental Observa-se na Tabela 152 que 34 dirigentes declararam dedicar 40 horas ou mais às instituições.3 0 0.0 Média = 32.6.1%) de instituições não-governamentais.0 0 0.19 Desvio-padrão = 13.64 Desvio-padrão = 11.6 67.1 21 58. sendo 21 (58.0 18.0 0 0. 1 33.9 8 50.0 3 42. observa-se que. Tabela 152: Dedicação do dirigente à instituição quanto à natureza Não resposta N % cit. 16 (48. Total de horas dedicadas pelos dirigentes á instituição A Figura 303 mostra que o total de horas que o dirigente das instituições governamentais dedica às instituições é de 30 horas ou mais. N Não resposta Menos de 10 De 10 a 19 De 20 a 29 30 e mais Total 1 6 2 8 16 33 % 3.0 100. Média = 26.9 13 36.0 Não resposta Menos de 8 De 8 a 19 De 20 a 29 De 30 a 39 40 e mais Total 252 .0 100.6%) respostas.7 2.3 37 50.4 21.5 100.0 4 57.1 8 50. nas instituições não-governamentais.0 100.0 2 5.44 Mín = 8 Máx = 60 Figura 303: Dedicação do dirigente à instituição governamental Na Figura 304.3 0 0.0 100.0 4 57.0 100.3 4 100. N Não resposta Menos de 10 De 10 a 19 De 20 a 29 30 e mais Total 1 1 2 8 25 37 % 2.6 3 4.Ensino e/ou Pesquisa 4.6 100.1 Governamental N % cit.0 0 0.3%) de instituições governamentais e 13 (36.2 6. totalizando 25 (67.0 3 42.7 Nãogovernamental N % cit.2.7 5. 100. 1 33.0 100.1 24.5%).

N Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 7 1 7 19 2 2 2 33 % 21. e a motivação pessoal.2%) marcações.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .1 Figura 306: Motivação do dirigente da instituição não-governamental Como pode ser observado na Tabela 153.2 83.9 0.2 57. obtendo a mesma proporção de marcações tanto dos dirigentes das instituições governamentais como das não-governamentais.8 13.0 16. 253 .7. 50.. Em seguida.6%) relativas às instituições governamentais e 19 (36. a alternativa mais citada foi a motivação profissional. Motivação A Figura 305 mostra a motivação do dirigente das instituições governamentais para trabalhar com a temática de álcool e outras drogas.0 21. sendo 31 (59.6%).8 2.7 10.2 3. com 14 marcações. aparecem a motivação humanitária.5%) referentes às não-governamentais. com 52 respostas. com 31 (83.. 4.1 6.9%). A motivação pessoal aparece em segundo lugar.5 Figura 305: Motivação do dirigente da instituição governamental A Figura 306 mostra que.0% (7).8%) respostas. a principal motivação dos dirigentes é também a profissional. nas instituições não-governamentais. totalizando 19 (57.6 6. Observa-se que a motivação que prevalece é a profissional.1 6. com 322 (37.2. ambas com 7 (21. N Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 7 0 6 31 1 4 5 37 % 18.

2 Total N 1 14 1 13 52 3 6 7 97 % cit.4 54 55.3 29. 254 .0 0.0 24.3%) respostas.0 100.7%) dirigentes nunca participaram de conselhos.0 0.0 0.7 Nãogovernamental N % cit.0 7 50.8 19 36. Nota-se que 11 (29. 0 0.5 2 66.7 2 33.8.0 3.7 0.0 1 100.0 0.0 100.2. Participação em conselhos Observa-se na Figura 307 que as participações mais citadas pelos dirigentes das instituições governamentais são mais prevalente nos Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Estadual.7 2.1 8.0 100. a maior participação mais freqüente dos dirigentes das instituições não-governamentais é no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.0 0.0 7 50.0 Não resposta Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação Total 1 0 0 0 2 0 0 0 3 4.3%).0 0.7 2. 12 (32.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 153: Motivação do dirigente da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.1 0.1 Governamental N % cit.0 7 53.8 0. a mesma proporção dos dirigentes nunca participou de conselhos. 100. 0 0.7 5 71.0 100. 100.0 0 0.0 3.7 Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) conselho(s) Nunca participou de conselhos Total Figura 307: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos Conforme se observa na Figura 308.3 2 28.0 100.0 100.0 0.0 100.1 8. 9 (24.6 1 33. N 9 12 3 3 3 0 1 1 1 0 0 0 0 9 11 37 % 24.2 31 59.3 4 66.0 0.0 100.0 6 46.4%).4 8. obtendo 10 (30.3 32.6 40 41. e Municipal.0 2.

obtendo 19 respostas.1 3. 11 (50.5%) às não-governamentais.2 30.0 0.0 24.0%) de instituições governamentais e 4 (25.4%) correspondem a instituições governamentais e 10 (52.0 6.3 12. 255 ..6%) a não-governamentais.1 0. Deve-se observar que a opção “nunca participou de conselhos” obteve 22 respostas.1 15.0 0. sendo que 9 (47.0 0.0 6.2 9.2 15. 16 dirigentes assinalaram essa opção..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Em relação à participação no Conselho Estadual de Entorpecentes.0%) de não-governamentais.0%) referentes às instituições governamentais e 10 (45. Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) conselho(s) Nunca participou de conselhos Total N 10 4 5 5 3 1 2 0 2 0 0 0 0 8 10 33 % 30.1 0. sendo 12 (75.3 Figura 308: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos A Tabela 154 apresenta o cruzamento entre a participação dos dirigentes em conselhos e a natureza da instituição. Observa-se que a participação no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes foi a alternativa com maior índice de marcação.

Capacitação para os profissionais das instituições de ensino e/ou pesquisa Na Figura 309.0 62.0 50.5 3.0 90.0 100.7 0.4 45.7 0. 35 (94.0 100. 1 100.0 Figura 309: Previsão de capacitação nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.5 44.0 100.0 10 4 5 5 3 1 2 0 2 0 0 0 0 8 10 50 52. 100.0 100.4 75.0 49.6 25.7 94.0 100.0 100. N Não resposta Sim Não Total 1 30 2 33 % 3.0 100.7 4.1 100. N Não resposta Sim Não Total 1 35 1 37 % 2.0 66.0 37.0 100.0 0.3.5 37. observa-se que a grande maioria das instituições governamentais.7 50.0 9 12 3 3 3 0 1 1 1 0 0 0 0 9 11 53 47.0 0.0 100.0 100.0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 1 1 4 0.0 Total N 1 19 16 8 8 6 1 3 1 3 0 1 0 0 18 22 107 % cit.0 100.0 0.0 0.5 46.6 4.3 0.0 100. conforme observado na Figura 310. N % cit.9 6.0 100.0 GovernaNãomental governamental N % cit.0 0.0 0.0 33.0 100.7 100.0 100.5 50. 0 0.0 100.6 2.0 33.0 0.5 50.0 0.5 62. a capacitação é prevista por 30 (90.3. Características da equipe profissional 4.0 0.0 Não resposta Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro(s) conselho(s) Nunca participou de conselhos Total 5.0 100.9%) instituições que realizam atividades de ensino e/ou pesquisa.3 100.0 Figura 310: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais 256 .0 100.0 0 0.Ensino e/ou Pesquisa Tabela 154: Participação dos dirigentes das instituições de ensino e/ou pesquisa em conselhos quanto à natureza Não resposta N % cit.6%).0 66. prevêem capacitação a seus profissionais.1.

1 27.0 Não resposta Sim Não Total 4. 1 33. seminários.3 2 3.3 37 50.1 Governamental N % cit.6%). 15 (45.5 56.8 2 66.4 86. ambas atividades totalizando 32 (86.2.3 Figura 312: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais 257 .5%). conferências. percebe-se que as atividades de capacitação mais oferecidas são: palestras. Atividades de capacitação desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição Pode-se observar.7 33 45.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . conferências.7 Nãogovernamental N % cit. Em seguida. aparecem leitura e discussão de texto.3 35 52.3 12.0 3 4. 100.5 30. na Tabela 155.6 48..5 87.2 1 33.9 39.4 40.1 60.8%) não-governamentais.1 Figura 311: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais Nas instituições não-governamentais.5%).2%) são governamentais e 30 (44. simpósios. N Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 2 32 21 32 29 19 15 4 13 37 % 5. 29 (87.3..3 30 44. e exibição de materiais audiovisuais. Observa-se. 20 (60.4 45. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 3 20 16 29 13 15 10 4 9 33 % 9. 1 33.2 Total N 3 67 3 73 % cit. conferências. seminários. cursos de curta duração.5%) marcações.5 78.9%).4 51. seminários. simpósios. das 67 instituições que indicaram prever a capacitação para seus profissionais. que as atividades de capacitação mais fornecidas pelas instituições governamentais são cursos de curta duração e palestras. conforme observado na Figura 312.0 100. 1 33. N Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.5 10. seminários. na Figura 311. que.0 100.0 100. conferências. 29 (86.0 0 0. 35 (52.8 35.8 86. Tabela 155: Previsão de capacitação nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.

das 63 instituições que realizam palestras.0 100.1 29 13 15 10 4 9 119 46. seminários.0 100. 32 (50.0%) não-governamentais.3.2%).8%) são governamentais e 29 (46. 8 (24.0 100.8 69.3 32 29 19 15 4 13 167 50.3 57.0 42. Freqüência da capacitação Como pode ser observado na Figura 313.6 2 0 1 1 0 2 10 3.0 31. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras Total 4.5 50.0 100.0 37. seminários e/ou simpósios como atividades de capacitação.4 24.Ensino e/ou Pesquisa No cruzamento das atividades de capacitação desenvolvidas na instituição com a sua natureza.3%) são governamentais e 20 (37. a maior freqüência de capacitação nas instituições governamentais é a semanal. totalizando 17 (45. Em relação aos cursos de curta duração. sendo 29 (69.0 8.3 32 59. Tabela 156: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.2 Total N 6 54 38 63 42 35 26 8 24 296 % cit.5 40. semanalmente.7 2 3.0 100.0 54.7 1 2.3. N Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 2 4 17 2 3 2 0 1 2 9 37 % 5.4 0.0 100. conferências. 100. 258 .9 3. com mais freqüência.0%) não-governamentais.8 0.0 16 42.0 100.3 21 55. A atividade de leitura e discussão de texto é realizada por 42 instituições.9 38.8 45.0%) não-governamentais.7 5.3 3.0 Não resposta Cursos de curta duração Aulas Palestras.0%) governamentais e 13 (31. e eventualmente. 3 50.4 8.7 50.4 Nãogovernamental N % cit.0 20 37.9%) marcações.2 56.0 100.1 5.0 54. 7 (21.0 100. as capacitações são oferecidas.3 Figura 313: Freqüência das capacitações nas instituições governamentais Em relação às instituições não-governamentais.4 10.9 5. do total de 54 instituições que realizam essa atividade. 1 16. conferências. 2 33. 32 (59.0 2.2%).4 Governamental N % cit.0 2.2 0. observa-se na Tabela 156 que.

1 9.1 21. observa-se que 25 instituições prevêem atividades semanais de capacitação.3.1 6.7 3.0 0.0 100.2 3.0 100.1 100.0 0 0.0 0.0 100.1 0 0..9 100.7 3 42.7 8.0 Figura 314: Freqüência das capacitações nas instituições não-governamentais Na Tabela 157.8 Governamental N % cit.0 Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 1 1 0 0 0 0 0 0 0 1 3 4.0 1 33.0 0.3 4 33.0 7 58.0 0.1 33 42. N Não resposta Não..4 2.1 9.0 100.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .3 2 40.2 42 53.0%) governamentais e 8 (32.0%) não-governamentais.3 0.0 6.0 100.3 8 32.0 12.0 100.7 3 60. quanto à natureza Não resposta N % cit.4.0 Figura 315: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais 259 .0 3 23.0 0.0 2 100.9%) instituições governamentais prevêem capacitação para seus profissionais fora da instituição. 100.8 Nãogovernamental N % cit.3 4 57.0 100.0 9 69.3 Total N 6 12 25 3 7 2 2 3 5 13 78 % cit.0 100.0 100.9 2 100. Tabela 157: Freqüência de capacitação nas instituições de ensino e/ou pesquisa.2 24. 2 33.0 2 66.3 17 68.0 1 33.0 7. 3 50.0 2 66.0 0. sendo 17 (68. 16.7 91.1 0. Previsão da capacitação externa A Figura 315 revela que 34 (91.0 100. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total 2 1 34 37 % 5. N Não resposta Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra Total 3 7 8 1 4 0 2 2 3 3 33 % 9.

33 (89. Tabela 158: Previsão de capacitação externa nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à natureza Não resposta N % cit.2 Total N 5 5 63 73 % cit. participação em cursos de extensão. N % cit. 100. 21 (63. simpósios.7 5.0 3. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total % 2 4 27 33 6. congressos). na Tabela 158. e participação em cursos de pós-graduação. Tipo de capacitação externa prevista A Figura 317 mostra que os tipos de capacitação externa mais procurados pelas instituições governamentais são: participação em eventos externos (palestras. 23 (62.2%).0 100.6%).9%) não-governamentais.8%). simpósios.5%) (figura 318). N Não resposta Participação em eventos externos (palestras.0 0 2 3 0.2%).0 Não resposta Não. 16 (48. 28 (84. observa-se que a capacitação externa é prevista por 27 (81. 2 40. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.2 4. a instituição não prevê a capacitação externa Sim Total 4. 20 (60.1 GovernaNãomental governamental N % cit.6%).0%) governamentais e 27 (42. 1 20.0 2 40. participação em cursos de aperfeiçoamento.2 62. participação em cursos de pós-graduação.0 54. que 63 instituições prevêem capacitação externa para seus profissionais.0 100.6%).3.9 45. 25 (67.4 Figura 317: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições governamentais Observa-se nas instituições não-governamentais que as atividades de capacitação externa previstas são: participação em eventos externos (palestras.Ensino e/ou Pesquisa Na Figura 316. congressos). médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total 3 33 23 25 5 28 2 37 % 8.2 67.0 1 34 37 20. e participação em cursos de extensão.0 50.7%). 28 (75. 260 .8%) instituições.5. aperfeiçoamento.0 100. N Não resposta Não.5 75.8 100. simpósios.0 Figura 316: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais Observa-se. sendo 34 (54.6 13.1 89.0 42.1 81.7 4 27 33 80.1 12.

. sendo 28 (60. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total 5 28 20 21 4 16 1 33 % 15.2 4.2 10.0 Figura 319: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social 261 .0 4.7 53.3 0.1 2 2 2 1 2 0 10 3.0 100.1 50.3.4 Total N 9 63 45 48 10 46 3 224 % cit..9%) instituições governamentais participam de eventos científicos e de mobilização social para divulgação/apresentação dos trabalhos desenvolvidos e para manter intercâmbio com outros profissionais.0 100.6 33 23 25 5 28 2 119 52.0 34. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.0 100.1 52.6 12.4 44.9%) governamentais e 16 (34. Participação em eventos científicos e de mobilização social A Figura 319 retrata que 34 (91.4 51.0 60. 1 11. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental.4 4. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra Total 4.1 28 20 21 4 16 1 95 44.9 100.3 5 55. N % cit.1 48.5 GovernaNãomental governamental N % cit.9 66.6 63.0 4.4 43.8 33. simpósios.5 3.8 60.2 84. N Não resposta Não Sim Total 2 1 34 37 % 5.6.8%) não-governamentais.3 42. 100.0 100. 3 33. simpósios.0 100.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .8 40.7 91.0 100. Tabela 159: Tipo de capacitação externa previsto nas instituições quanto à natureza Não resposta N % cit.4 2.0 Não resposta Participação em eventos externos (palestras.0 100.0 Figura 318: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições não-governamentais Na Tabela 159 observa-se que 46 instituições indicaram a opção referente à participação em cursos de pós-graduação. N Não resposta Participação em eventos externos (palestras.

24 (64. Conclusão • Nos 1. outros meios impressos.Ensino e/ou Pesquisa Das instituições não-governamentais.7%) governamentais e 31 (46.1 Governamental N % cit.4%). • Entre as instituições governamentais.0 Figura 320: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social Na Tabela 160.0 100.3 34 50. com 40 (54.6% das instituições informaram não receber apoio de nenhum órgão para realizar atividades de ensino e/ou pesquisa. 1 33. 39 (53. e a pesquisa básica. 31 (93. conforme Figura 320.7 1 33. as divulgações realizadas em revistas científicas.2% das instituições de ensino e/ou pesquisa informaram possuir publicações: 53. o assunto mais abordado é a prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas. a pesquisa clínica.7 Nãogovernamental N % cit. 262 . 100. Desses.1 93. Já entre as não. observa-se que apenas 73 instituições desenvolvem atividades referentes a ensino e/ou pesquisa.8% são governamentais e 42.8%).2 Total N 3 3 67 73 % cit.3 33 45.0%) marcações. observa-se que 67 instituições participam de eventos científicos e de mobilização social.642 questionários analisados. Tabela 160: Participação das instituições em eventos científicos e de mobilização social quanto à natureza Não resposta N % cit. periódicos.9%) participam em eventos científicos e de mobilização social. destacam-se a pesquisa epidemiológica. • 71.0 100.0 Não resposta Não Sim Total 5.7 37 50. revistas e jornais).0 100.0 3 4. sendo 37 governamentais e 33 não-governamentais. • Nas instituições governamentais.8% não-governamentais. • Entre os tipos de pesquisa realizadas pelas instituições. meios eletrônicos/internet.7 31 46.governamentais.3 0 0.9 100.3% não-governamentais. com 46 (63. Nas instituições não-governamentais aparecem. 46. a forma mais utilizada para a divulgação das pesquisas relacionadas ao tema álcool e outras drogas é por meio de revistas científicas.9%). N Não Sim Total 2 31 33 % 6. • 35.2% são instituições governamentais e 53.5%) marcações. sendo 34 (50. 0 0. 2 66.3%) não-governamentais. com 15 (45. o assunto mais abordado é o tratamento/recuperação de dependentes químicos.0 2 3. e outros meios impressos (livros.0 2 66.

0% (1) não-governamentais.. sendo 90. apenas 10 instituições realizam pesquisas com esse público-alvo. • O público-alvo das pesquisas mais citado pelos dirigentes.0% (9) governamentais e 10. sendo 60% em instituições governamentais e 35% em não-governamentais. o curso mais ofertado é o de mestrado. e os profissionais mais citados foram psicólogos. declarou realizar pesquisas com a população indígena. Nenhuma instituição afirmou realizar pesquisas com transgêneros. Apenas 1 instituição. tanto das instituições governamentais como das não-governamentais. das quais 6 são governamentais e 3 não-governamentais. médicos. por mestres. com 60. foi “estudantes do ensino superior”. há maior oferta de cursos de pós-graduação lato sensu. Em relação à população de rua. • Entre as instituições de ensino. Na pós-graduação stricto sensu. 263 .Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . o mais ofertado é o de aperfeiçoamento. • Apenas 9 instituições declararam possuir publicações no Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID).. • O principal público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições de ensino é composto de profissionais de nível superior da área da saúde.3% de não-governamentais. em sua maioria. enfermeiros e assistentes sociais. de natureza não-governamental. • A equipe de trabalho das instituições de ensino e/ou pesquisa é composta.7% de respostas das instituições governamentais e 39.

.

Em relação à reinserção social. encaminhamentos para rede social e de saúde.. seja encaminhando para grupos de auto-ajuda. Verificou-se que há uma necessidade de ampliar o atendimento ao público feminino. à abordagem e a articulação entre as instituições mapeadas. entre outros. destacando-se psicólogos. Considerações Finais O mapeamento das instituições que atuam na prevenção. recuperação. saem da sede da instituição e vão até a comunidade. A participação da família é considerada de suma importância para o tratamento dos usuários/dependentes de álcool e outras drogas. Nas instituições governamentais é interessante notar que o perfil dos profissionais que realizam atividade de redução de danos é o do profissional de saúde. A pesquisa mais utilizada pelas instituições é a epidemiológica. familiar e grupal. ficando concentrado nas comunidades terapêuticas e grupos de auto-ajuda. pois das 1. As instituições que desenvolvem atividades de redução de danos realizam com freqüência aconselhamentos. redução de danos. 35% das instituições declararam não receber apoio de nenhum órgão para desenvolver pesquisas. recuperação e reinserção social verificou-se que a maioria das instituições que prestam esse tipo de serviço aos usuários/dependentes de álcool e/ou outras drogas são não-governamentais. enfermeiros e assistentes sociais. à atenção. Os dados coletados e as informações obtidas por meio da realização deste mapeamento vão ampliar o conhecimento sobre a atuação na área de drogas. apenas 174 desenvolvem trabalho de campo. A equipe de ensino e pesquisa é composta em sua grande maioria por mestres. Mais da metade das instituições realiza formação de multiplicadores e a maioria das ações é destinada para a comunidade em geral. médicos. 265 . observou-se que a maioria das instituições visam a reinserção social do usuário/ dependente químico. Dos dados levantados e analisados alguns serão destacados a seguir. ensino e pesquisa na área de drogas possibilitou vislumbrar um panorama destas instituições no país. Nas instituições não-governamentais prevalecem os voluntários e os ex-usuários de drogas. Das 574 instituições que declararam realizar tal atividade. ou seja. cursos profissionalizantes. Mesmo com a falta de apoio para o desenvolvimento de pesquisas. Nas instituições de tratamento. mercado de trabalho. apenas 43 prestam atendimento somente ao público feminino. reinserção social. observou-se que o tema mais abordado nas instituições governamentais é tratamento/recuperação de dependentes químicos e nas instituições não-governamentais o tema prevalente é a prevenção do uso indevido de álcool e outras drogas. Em relação às instituições que realizam atividades de ensino e pesquisa..Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .255 instituições que declararam realizar atividades de tratamento. O público-alvo mais atingido pelas ações de redução de danos é o adulto em situação de risco social e a idade se concentra entre 25 e 59 anos. Os tipos de tratamento mais utilizados são as psicoterapias individual. distribuição de materiais educativos e encaminhamentos para testagem do HIV. tratamento. a grande maioria das instituições possui publicações em revistas científicas (nacionais e internacionais). o que pode contribuir com a melhoria no acesso ao atendimento. Nas instituições que realizam atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas prevalece a prevenção universal e o modelo mais utilizado é o da educação afetiva.

.

.

.

aconselhamentos). educação. recuperação (Ex: comunidades terapêuticas. 269 . Ensino e Pesquisa (pesquisa na área de drogas. 4 - Caso o dirigente não esteja no momento da ligação. serão confirmadas para subsidiar o envio do questionário completo pelo correio. é obrigatório o preenchimento do nome completo e o cargo/ função que a pessoa ocupa na instituição. É imprescindível que todos os dados da instituição estejam corretos. cursos sobre drogas). Redução de Danos (troca de seringas. Tratamento e Recuperação (comunidades terapêuticas. acompanhamentos. educação. os dados poderão ser confirmados pela pessoa que é responsável pela instituição na ausência do dirigente.. 3 - No momento da ligação. grupos de auto-ajuda com os familiares. o operador de telemarketing deverá confirmar as informações fornecidas pelo dirigente ou responsável pela instituição. grupos de auto ajuda com os familiares. acompanhamentos). ( ) Redução de danos (Ex: troca de seringas. constantes no banco de dados. informe o nome e o cargo/função da pessoa responsável pelas informações: Nome completo:_________________________________________________________________________ Cargo / funçao:_ ________________________________________________________________________ Nome da instituição:______________________________________________________________________ Nome do dirigente da instituição: _ __________________________________________________________ Endereço:______________________________________________________________________________ Município:_ ____________________________________________________________________________ UF: _ _________________________________________________________________________________ CEP:__________________________________________________________________________________ Telefone: ( )_______________________________________________________________________ Fax da instituição: ( )________________________________________________________________ E-mau da instituição: _____________________________________________________________________ E-mail do dirigente:_ _____________________________________________________________________ Página da Instituição na internet:_ ___________________________________________________________ Qual a natureza da instituição? Instituição Pública ( ( ( ) Federal ) Estadual ) Municipio ( ( Instituição Privada ) Com fins lucratvos ) Sem fins lucrativo ( ( Conselho Antidrogas / Entorpecentes ) Conselho Estadual ) Conselho Municipal Como são classificadas as atividades desenvolvidas pela instituição?Pode-se marcar mais de uma alternativa ( ) Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas (Ex: estudos. Anexo I . AA. aconselhamentos). distribuição de preservativos. internação. ( ) Reinserção Social (Ex: encaminhamentos para cursos profissionalizantes. 5 - Confira os dados fornecidos pelo dirigente ou responsável com as informações que constam na tela do computador. 2 - As informações sobre a instituição. ( ) Tratamento. Neste caso. INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS Caso o dirigente esteja ausente. As atividades devem estar dentro destas categorias: Prevenção ao uso indevido de drogas (estudos. grupos de autoajuda. oficinas. distribuição de preservativos. 6 - No campo das atividades realizadas pela instituição pode-se marcar mais de uma alternativa. oficinas. NA. CAPSad). ( ) Ensino e pesquisa (Ex: pesquisa na área de drogas. terapia ocupacional). internação. palestras). Caso haja alguma divergência faça as devidas correções..Questionário reduzido ORIENTAÇÓES PARA O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO QUE SERÁ APLICADO POR MEIO DE TELEMARKETING 1 - Será realizado um curso de capacitação com os operadores de telemarketing sobre a pesquisa e sobre a Política Nacional sobre Drogas – PNAD. cursos sobre a temática das drogas). Reinserção Social (encaminhamentos para cursos profissionalizantes.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . terapia ocupacional). palestras).

SENAD Alissandra Alves Rodrigues – Assessora Técnica – SENAD Andréa Lagares Neiva .Bolsista em Estatística 270 . Leal Pena – Digitadora Thaís Kristosch Imperatori .SENAD Paulo Rogério Gomes Sampaio .Questionário ampliado PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA – UnB INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS . Villar .Assistente Social Enid Rocha Andrade da Silva – Consultora .Consultora de Informática Márcia Gomes Colen – Secretária Tânia Maria Tosta da Silva .Bolsista em Serviço Social Lazara Lorena de Oliveira G.IPEA Maria do Socorro Elias de Menezes – Consultora .Assistente Social Andréia dos Reis Elias .Pesquisadora Valéria do Socorro O.Estagiária em Serviço Social .IPEA Daniela Carina Pena Pascual .Anexo Anexo II .Assistente Social Elizabeth Maulaz Lacerda .IH DEPARTAMENTO DE SERVIÇO SOCIAL Pesquisa Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil Equipe de Pesquisa: Márcia Maria Martins Lopes – Coordenadora Geral de Tratamento .

a SENAD está promovendo.Brasília . do Departamento de Serviço Social da Universidade e Brasília – UnB.DF. Dra. a pesquisa “Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil”. PAULO ROBERTO YOG DE MIRANDA UCHOA Secretário Nacional Antidrogas 271 .. orientado pelo princípio da responsabilidade compartilhada.GSIPR/SENAD/DPT Brasília. Essa pesquisa tem como objetivo mapear as organizações governamentais e não-governamentais que desenvolvem atividades de prevenção.SENAD e da Profa. em todo território nacional.E-mail: senad@planalto. recuperação e reinserção social. Dra. Sendo assim. sob responsabilidade técnica da Profa.gov. 17 de julho de 2006 Caro(a) Senhor(a) 1. esclarecendo que é imprescindível que todos os dados da instituição estejam corretos. mediante o preenchimento do questionário que encaminho. Atenciosamente. em anexo. 2. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL Palácio do Planalto . 3. solicito o apoio dessa Instituição. Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte.. reconhece a importância do trabalho desenvolvido pelas organizações governamentais e não governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil. A Secretaria Nacional Antidrogas – SENAD. ensino e pesquisa.br SECRETARIA NACIONAL ANTIDROGAS Ofício-Circular nº 09 . Denise Bomtempo Birche de Carvalho. 4.Sala 273 . Nesse contexto. do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.Anexo II . em parceria com a Universidade de Brasília – UnB e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA. para atender a demanda da sociedade brasileira por informações sobre os serviços existentes na área de álcool e outras drogas. tratamento. diretora de prevenção e tratamento da Secretaria Nacional Antidrogas . Telefone: (61) 3411-2154 .Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .70150-900 . redução de danos sociais e à saúde.

O questionário está organizado em cinco eixos assim distribuídos: Eixo 1 . 3. SHIN CA 09 Lote 17 Salas 7 e 8 Cep: 71 505-000 .Ensino e pesquisa sobre a temática álcool e outras drogas 2. coloque-o dentro do envelope já selado e etiquetado com o endereço do destinatário: Coordenação Geral da PESQUISA . Ao concluir o preenchimento do questionário. “Instituições” (que compreende as partes de 1 a 6) deverá ser respondido por todos os dirigentes. a ligação é gratuita de segunda à sexta-feira de 8h às 12h e das 14h às 17h. Os Eixos de números 2 a 5 deverão ser respondidos de acordo com as atividades desenvolvidas pela instituição.Mapeamento das instituições governamentais e não governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas no Brasil: Profa. Exemplo 2: Se a instituição desenvolve atividades de “Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas” e de “Tratamento aos usuários de álcool e outras drogas”. Para obter maiores informações e orientações sobre esta pesquisa ligue para o número: 0800 644-3435.Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Eixo 3 .Tratamento aos usuários de álcool e outras drogas Eixo 4 . 3468-1318 e 3468-4847 IMPORTANTE: O envelope selado não comporta peso extra.Instituições Parte 1: Informações institucionais Parte 2: Perfil do dirigente da instituição Parte 3: Perfil da instituição Parte 4: Recursos humanos Parte 5: Recursos financeiros Parte 6: Recursos físicos/materiais Eixo 2 . 5. As informações fornecidas deverão refletir a realidade clara e precisa da instituição.Lago Norte . Portanto.Brasília-DF Telefones (61) 3468-6672.INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS PARTE 1: INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS Nº do questionário Nome da instituição: Nome do dirigente da instituição: Endereço: Município: UF: CEP: Identificação da pessoa responsável pelo preenchimento e pela devolução do questionário à coordenação geral da Pesquisa: Nome completo: ____________________________________________________________________________ Cargo/função: _ _____________________________________________________________________________ Endereço: _________________________________________________________________________________ Telefone: __________________________________________________________________________________ E-mail: _ __________________________________________________________________________________ Data de preenchimento do questionário: ________/_________/_________ 272 . EIXO 1 .Redução de danos sociais e à saúde Eixo 5 . Exemplo 1: Se a instituição desenvolve atividades de “Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas”. responder as questões referentes ao Eixo 1 (partes de 1 a 6) e os Eixos 2 e 3. nele não poderão ser incluídos outros papéis. responder as questões referentes ao Eixo 1 (partes de 1 a 6) e o Eixo 2. sob risco de recusa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.Anexo ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PREENCHIMENTO DO QUESTINÁRIO 1. Dra. Denise Bomtempo Birche de Carvalho Centro de Atividades. O questionário deverá ser preenchido pelo dirigente ou responsável técnico da instituição. O Eixo 1 . 4.INSTITUIÇÕES PARTE 1 .

A reinserção social compreende as ações de estabelecimento ou resgate de uma rede social inexistente ou comprometida pelo período de abuso da(s) droga(s). respeitando as necessidades do público alvo e da comunidade. Se a instituição realiza esse tipo de atividade. Envolve uma ou mais das medidas de atenção integral à saúde: a) informação. Quais os dias e os horários de funcionamento da instituição?_________________________ _______________________________________________________________________________ 273 . educação e aconselhamento. retardar. comunidades terapêuticas. responda o EIXO: PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. vinculadas a Universidades. não conseguem ou não querem interromper o uso de produtos. Centros Universitários e Instituições de Pesquisa. Nome da instituição: ________________________________________________________________________ Nome do dirigente da instituição: ______________________________________________________________ Endereço da instituição: _ ____________________________________________________________________ Município: ________________________________________________________________________________ UF: ____________________________________________ CEP:_____________________________________ Informações complementares * Preencha obrigatoriamente estes campos. Se a instituição realiza esse tipo de atividade.. • Tratamento. faça as devidas alterações nos campos abaixo. Se a instituição realiza esse tipo de atividade. como por exemplo. responda ao EIXO: REDUÇÃO DE DANOS SOCIAIS E À SAÚDE. responda ao EIXO: ENSINO E PESQUISA SOBRE A TEMÁTICA DAS DROGAS que compreende as perguntas 69 a 83. Alcoólicos Anônimos e Narcóticos Anônimos. responda ao EIXO: TRATAMENTO AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. que compreende as perguntas de 43 a 55. Quais as atividades realizadas pela instituição? Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento. sem necessariamente intervir na oferta ou no consumo.Podem ser desenvolvidas em hospitais. Se a instituição realiza esse tipo de atividade. Visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a retardar ou impedir o seu abuso._ ____________________________________ _______________________________________________________________________________ 04. Centros de Atenção Psicossocial – CAPS-ad.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . que compreende as perguntas 36 a 42. Podem ser definidas. 03. reduzir ou minimizar o uso abuso/dependência e os prejuízos relacionados ao consumo de substâncias psicoativas. que compreende as perguntas 56 a 68. * CNPJ: (_______________________________) Não há registro no CNPJ_____________________________ * Telefone: (_____________________________________________________________________________ ) Fax da instituição: (_ _____________________________________________________________________ ) E-mail da instituição: _______________________________________________________________________ E-mail do dirigente: _ _______________________________________________________________________ Página da instituição na internet: ______________________________________________________________ 01. Descreva os principais objetivos da instituição. impedir. entre outros. visando a reconstrução das perdas ocorridas. • Ensino e Pesquisa: inclui as ações de pesquisa sobre álcool e outras drogas. conforme a classificação abaixo:· • Prevenção ao uso indevido de drogas: considera-se prevenção as ações realizadas para evitar. • Redução de Danos Sociais e à Saúde: Compreende as ações de saúde dirigidas aos usuários ou aos dependentes que não podem. Grupos de Auto-Ajuda.. tomando como parâmetro os seguintes enfoques: a) Prevenção Universal: dirige-se a população em geral. Assinale com um “X” a(s) alternativa(s) que contemple(m) as atividades realizadas pela instituição. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações. Em que ano a instituição começou a funcionar? 02. Objetivam reduzir os riscos associados. c) Prevenção Indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas. bem como a realização de cursos de pós-graduação e de curta duração sobre esta temática. recuperação e reinserção social: compreende ações de atenção a usuários e dependentes de álcool e outras drogas. Hospiais-Dia. c) disponibilização de insumos de proteção à saúde e de prevenção ao HIV/Aids e hepatites . Se necessário. Clínicas. recuperação e reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Ensino e pesquisa Esta questão admite mais de uma resposta. substâncias ou drogas que causam dependência. Confira as informações contidas na etiqueta. b) assistência social e à saúde. b) Prevenção Seletiva: dirigida a grupos específicos.

Curso: ___________________________________________________ Pós-graduação Especifique a área _ _________________________________________________ Não sabe ler Não sabe escrever Não sabe ler e escrever 08. Sexo do(a) dirigente: Feminino Masculino 07. O que levou o(a) dirigente a trabalhar na instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. Considere sempre o último curso concluído. Disponível em http:// portal. Qual a formação e a profissão do(a) dirigente?_ ____________________________________________ 10. O(a) dirigente recebe alguma remuneração pelo serviço prestado na instituição? Sim Não 11. Para responder. por vontade de ajudar os que precisam. • Motivação religiosa: por crença ou determinação religiosa. 1 Resolução CES/CNE (Câmara de Educação Superior/Conselho Nacional de Educação) nº 1.1 Ensino fundamental (1º grau) incompleto Ensino fundamental (1º grau) completo Ensino médio (2º grau) incompleto Ensino médio (2º grau) completo Ensino superior incompleto Ensino superior completo. Quantas horas por semana o(a) dirigente se dedica à instituição? Preencha o espaço com o número inteiro de horas.INSTITUIÇÕES PARTE 2 . • Solicitação/convite de amigos/conhecidos que ofereceram ou pediram sua participação no trabalho da instituição. • Motivação profissional: profissional de nível superior em busca de aprofundamento e experiência na sua área de atuação. Se este número não for fixo.Anexo EIXO 1 . empregado de empresa ou de outra organização designado para a função por determinação superior. porque a instituição está vinculada a uma entidade religiosa.gov. Idade do(a) dirigente:_________anos Considere os anos já completos. 06. Escolaridade do(a) dirigente: Esta questão admite apenas uma resposta. Os cursos de pós graduação incluem programas de mestrado e doutorado. considere as informações abaixo: • Motivação pessoal: vivência pessoal ou familiar em situações relacionadas ao consumo e a dependência de álcool e outras drogas. Há quanto tempo o(a) dirigente exerce essa função? Se o(a) dirigente já ocupou esse cargo antes. __________ ano (s) e _______ meses 09. cursos de especialização. por acreditar que todos são responsáveis pela resolução dos problemas sociais. de 3 de abril de 2001. • Designação profissional alheia à sua vontade: por cumprimento de suas obrigações como funcionário público.PERFIL DO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO 05. coloque um valor aproximado. • Motivação humanitária: por solidariedade aos seus semelhantes.br/arquivos/pdf/resolucao12001. especificar: _ _______________________________________________________________________ 12. de aperfeiçoamento e cursos designados como MBA (Máster Business Administration) ou equivalentes. por estar sensibilizado com os problemas relacionados ao uso indevido de álcool e outras drogas. e depois voltou. 274 . O(a) dirigente exerce alguma atividade profissional remunerada fora da instituição? Sim Não Se sim.pdf acessado dia 5 de junho de 2006. ficou afastado(a) por um tempo. considere apenas o último período.mec. ___________ horas semanais 13.

Especificar: _ _________________________________________________ Nunca participou de conselhos_______________________________________________________ EIXO 1 .PERFIL DA INSTITUIÇÃO 15.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . O dirigente participa ou já participou de algum conselho abaixo relacionado? Esta questão admite mais de uma resposta. Assinale as instituições com as quais a instituição interage para o melhor desenvolvimento das suas atividades. Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes Conselho Nacional Antidrogas Conselho Municipal de Saúde Conselho Estadual de Saúde Conselho Tutelar Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Municipal de Assistência Social Conselho Estadual de Assistência Social Conselho Municipal de Educação Conselho Estadual de Educação Conselho Comunitário de Segurança Outro (s) Conselho (s) . Motivação pessoal Motivação religiosa Motivação humanitária Motivação profissional Designação profissional alheia à sua escolha Solicitação/convite de amigos/conhecidos Outra motivação – Especificar: _____________________________________________________ 14. Governamental Não governamental Pública Municipal Pública Estadual Pública Federal Com fins lucrativos Sem fins lucrativos 16. Qual é a natureza da instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. internet) Associações comunitárias Outra(s) – Especificar: ____________________________________________________________ 275 . Secretaria Nacional Antidrogas – SENAD Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério da Justiça Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Saúde Secretaria Estadual de Assistência Social Secretaria Estadual de Justiça Secretaria Estadual de Segurança Pública Secretaria Municipal de Educação Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Assistência Social Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente Conselho Tutelar Conselho Comunitário de Segurança Meios de comunicação (rádio. televisão. jornais.INSTITUIÇÕES PARTE 3 .. A instituição possui articulações com: Esta questão admite mais de uma resposta..

passe para a questão 24. Em seu município existe Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes? Sim Não Não sei A instituição está registrada no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes? Sim Não A instituição está registrada no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes? Sim Não 276 . Qual(is) a(s) procedência(s) dos encaminhamentos? Esta questão admite mais de uma resposta.Anexo Não há articulação com outras instituições. Masculino Feminino Ambos os sexos 20.Especificar: _______________________________________________________________ 23. Se a alternativa “Encaminhamentos de outras instituições” não for marcada. Onde a instituição está localizada? Esta questão admite apenas uma resposta. Qual o meio de acesso do público-alvo à instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Qual a faixa etária do público-alvo atendido pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Qual é a abrangência das atividades da instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. 26. 25. Área urbana Área rural 19. Qual é o sexo do público-alvo atendido pela instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. 17. Qual a capacidade média de atendimento mensal da instituição? _______ ____pessoas atendidas no mês Nº de pessoas Não há registro da capacidade mensal de atendimento da instituição 22. Abrange somente o bairro Abrange todo o município ou cidade Abrange todo o Estado Abrange todo o país Abrange outros países Outra abrangência – Especificar: 18. Crianças: até 11 anos de idade Adolescentes: de 12 a 17 anos de idade Adultos jovens: 18 a 24 anos de idade Adultos: de 25 a 59 anos de idade Idosos: a partir de 60 anos de idade 21.Especificar: _ ___________________________________________________ Ministério Público Polícia Justiça Rede Hospitalar Entidades Religiosas Familiares e/ou amigos dos usuários de drogas Outras instituições – Especificar: ____________________________________________________ 24. Conselhos Antidrogas/Entorpecentes Conselho Tutelar Outros Conselhos . Encaminhamentos de outras instituições Demanda do próprio usuário e/ou familiares diretamente à instituição Atividades realizadas pela instituição junto à comunidade Outro .

Preencha o quadro abaixo com o número de profissionais que trabalham atualmente na instituição. provenientes de convênio/parceria ou voluntário.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . não como médico. Na última coluna coloque o total de profissionais da área independentemente do seu vínculo. Sim Não 29. trabalham na instituição dois professores contratados pela instituição e três são voluntários. conferências. simpósios Leitura e discussão de texto Exibição de materiais audiovisuais Oficinas de trabalho Dramatizações e psicodramas Outras – Especificar: ______________________________________________________________ 30.. especifique no espaço “Outro” e responda as demais colunas da mesma forma..RECURSOS HUMANOS 27. Considere o exemplo de preenchimento abaixo: Função desempenhada na isntituição Professor Nesse exemplo. Quais as atividades realizadas pela instituição para promover a capacitação dos seus profissionais? Esta questão admite mais de uma resposta. A instituição prevê capacitação para seus profissionais? Se a resposta marcada for “Não”. Cursos de curta duração Aulas Palestras. passe para a questão 32.INSTITUIÇÕES PARTE 4 . Preencha o quadro informando a quantidade de profissionais que trabalham na instituição e qual o seu vínculo: contratado pela instituição. seminários. o que totaliza 5 professores. deixe o espaço em branco. Considere a função que o profissional desempenha na instituição. Caso a instituição não possua algum dos profissionais listados. 277 . Contratado pela instituição 2 Quantidade de profissionais Convênio/ Voluntário Parceria 3 Total 5 28. EIXO 1 . independentemente de sua formação profissional. Qual é a freqüência de capacitação dos profissionais da instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. Esta questão exige respostas numéricas. Caso a instituição possua algum profissional que não foi listado. Ex: Se um médico atua como professor na instituição. conte-o como professor.

organizações não governamentais. médio e superior e educação de jovens e adultos) Participação em cursos de pós-graduação Outra .Especificar: _ _______________________________________________________ 32. Se a resposta marcada for “Sim”.Eventos de Mobilização social: podem ser identificados como campanhas.).Eventos científicos: incluem simpósios.). Não Sim . estadual (governo dos estados. fóruns. secretarias estaduais. conferências. a participação dos funcionários em atividades oferecidas por outras instituições com objetivo de aprimorar os conhecimentos dos profissionais.) ou federal (ministérios.. os recursos provenientes da mantenedora (se houver) e os recursos provenientes de entidades estrangeiras inclusive de governos estrangeiros. . seja pela contribuição de sócios ou usuários do serviço.Anexo Eventual Semanal Quinzenal Mensal Bimestral Trimestral Semestral Anual Outra – Especificar: _ ______________________________________________________________ 31.Especificar os eventos:_ ______________________________________________________ EIXO 1 . encontros acadêmicos. igrejas e pessoas físicas. como consultas. congressos) Participação em cursos de extensão Participação em cursos de aperfeiçoamento Participação em cursos para complementar a escolaridade (ensino fundamental. com o objetivo de trocar experiências e conhecimentos sobre o tema álcool e outras drogas. conforme a classificação abaixo: • Recursos públicos (Governo Brasileiro): são aqueles provenientes de algum órgão governamental brasileiro. secretarias municipais. • Outras fontes de recursos: refere-se a recursos privados provenientes de entidades que não pertencem ao governo. A instituição participa de eventos científicos ou de mobilização social com a finalidade de apresentar/divulgar os trabalhos que desenvolve e manter intercâmbio com outras instituições e/ou profissionais? Esta questão admite apenas uma resposta. além de produtos fabricados pela própria instituição. exames e internações. conselhos estaduais.RECURSOS FINANCEIROS 33. pela prestação de serviços. seja da esfera municipal (prefeituras. conselhos federais. etc.INSTITUIÇÕES PARTE 5 . Quais são as fontes dos recursos financeiros da instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. ou realização de eventos. • Geração de receita própria: refere-se a recursos gerados pela própria instituição. etc. Estão incluídos neste item as doações. como palestras e oficinas. Recursos públicos Governo Brasileiro Outras fontes de recursos Recursos públicos federais Recursos públicos estaduais Recursos públicos municipais Recursos de mantenedoras Doações de pessoa física Doações de pessoa jurídica Repasses de Ongs brasileiras Repasses de Ongs internacionais 278 . etc. podendo ser empresas. especifique os eventos que a instituição participa. Esta questão admite mais de uma resposta. A instituição prevê capacitação externa* de seus profissionais? *Entende-se por capacitação externa. a instituição não prevê a capacitação externa Sim. Não. conselhos municipais. Qual o tipo de capacitação? Participação em eventos externos (palestras. Se a resposta marcada for “Sim”. simpósios. congressos. concursos sobre o tema ou outras ações pontuais. assinale as demais alternativas que contemplam os tipos de capacitação externa previstos pela instituição.

PNUD entre outros).. Se a instituição possui outro recurso. Quais são os tipos de doações que a instituição recebe? Esta questão admite mais de uma resposta.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . UNICEF. especifique no espaço “Outro” e informe a quantidade na outra coluna.INSTITUIÇÕES PARTE 6 .. Doações em dinheiro Doações de alimentos Doações de medicamentos Doações de equipamentos de informática Doações de material de construção Doações de imóveis Doações de móveis e/ou utensílios Doações de vestuário Doações de roupas de cama. Geração de receita própria Repasses de governos estrangeiros Repasses de agências internacionais (ONU.RECURSOS FÍSICOS/MATERIAIS 35. RECURSOS FÍSICOS/MATERIAIS Consultório ou sala para atendimento individual Consultório ou sala para atendimento em grupo Laboratório de análises clínicas Enfermaria ou dormitório coletivo Apartamento/suíte Leitos para permanência diurna Leitos para permanência noturna Banheiros Chuveiros Refeitório Cozinha Auditório Escritório Sala de convivência Sala de atendimento Sala de reuniões Salas de aula QUANTIDADE 279 . Preencha o quadro com a quantidade de recursos físicos/materiais existentes atualmente na instituição. UNESCO. deixe o espaço em branco. Outro – Especificar:______________________________ Receitas provenientes de internações Receitas provenientes de consultas Receitas provenientes de outrosserviços profissionais Receitas provenientes da realização de palestras e outros eventos Receitas provenientes da venda de produtos fabricados pela própria instituição Outra(s) receita(s) – Especificar:_____________ 34. Se a instituição não possui algum dos recursos materiais ou físicos. além dos listados. mesa e/ou banho Mão-de-obra para benfeitorias nas instalações físicas da instituição Não recebe doações Outras doações – Especificar:_ _______________________________________________________ EIXO 1 .

jovens. V.htm.210/alcooledrogas/orientacoes_escola. Modelo da pressão de grupo positiva: Propõe que a própria pessoa (adolescentes. Disponível em http://72. por meio de atividades profissionalizantes. Modelo do amedrontamento: Fornece informações que enfatizam as conseqüências negativas do uso indevido de álcool e/ou outras drogas de modo dramático. acessado no dia 11 de maio de 2006. Tem como objetivo prevenir ou atrasar o uso indevido de álcool e outras drogas. Prevenção universal: dirige-se a toda população. entre outros) Horta/Jardim Capela Gráfica Sala de ginástica Quadra de esporte Outros – Especificar: EIXO 2 .62. Modelo da educação para o conhecimento científico: Propõe o fornecimento de informações sobre drogas de modo imparcial e científico. Modelo de treinamento para resistir: Desenvolve habilidades do público-alvo para resistir às pressões do grupo e da mídia para experimentação e/ou uso de álcool e/ou drogas. Modelo de treinamento de habilidades pessoais e sociais: Propõe o ensino de habilidades e competências como fator de proteção necessário para lidar melhor com as dificuldades da vida. 3 Fonte: MEYER. artísticas e culturais. Qual(is) o(s) tipo(s) de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas2 realizado(s) pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Prevenção seletiva: é dirigida a grupos específicos e visa identificar os fatores de risco associados ao uso indevido de álcool e outras drogas e atuar de forma a atrasar ou impedir o seu abuso. Paulina C. a capacidade de lidar com a ansiedade. prazer e crescimento pessoal. adultos) lidere atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas. DUARTE. A. como alternativas ao uso indevido de drogas. Curso de Prevenção ao uso de álcool e outras drogas no ambiente de trabalho: conhecer para ajudar. alarmante. 2003. Qual(is) o(s) modelo(s) de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas utilizado(s) pela instituição?3 Esta questão admite mais de uma resposta. SENAD. São Paulo. 37. mecânica. 2 280 . Guia prático para programas de prevenção de drogas.21. Marine.Anexo Sala de jogos Sala de TV Video cassete DVD Computador Impressora Copiadora Internet Data Show Retroprojetor Filmadora Máquina fotográfica Oficinas diversas (marcenaria. Também procura desenvolver competências mais gerais. Modelo de oferecimento de alternativas: Propõe possibilidades de lazer. a habilidade de decidir e relacionar-se em grupo. Modelo de educação afetiva: Visa ao desenvolvimento interpessoal das pessoas estimulando e valorizando a auto-estima. tais como lidar com a timidez ou como desenvolver amizades saudáveis. 2006. Tem por objetivo prevenir a evolução de um possível quadro de dependência e suas complicações. Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein. esportivas. Prevenção indicada: planejada para indivíduos que já apresentam os primeiros sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas.PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 36.

hepatite e/ou doenças sexualmente transmissíveis . Assinale com um “X” as fontes de consulta que fundamentam as atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas. Exibição de filmes Palestras sobre drogas Palestras sobre HIV/AIDS. simpósios sobre álcool e/ou outras drogas Realização de eventos culturais. Representantes de entidades governamentais 39. Sim Não Qual o público-alvo da(s) atividade(s) de formação de multiplicadores? Esta questão admite mais de uma resposta. Outro . 41. passe para a questão 42.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . Modelo de modificação das condições de ensino: Sugere a modificação das práticas educacionais. estaduais e municipais Universidades e/ou centros de ensino e pesquisa Não sei Outro – Especificar: ________________________________________________________ Quais são as atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. a melhoria do ambiente escolar. Modelo de educação para a saúde: Propõe a prática de vida saudável por meio de orientações para uma alimentação adequada.. congressos. para a prática de exercícios físicos e para o uso adequado de remédios. Qual(is) a(s) fonte(s) consultada(s) pela instituição para realizar as atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas? Esta questão admite mais de uma resposta. o envolvimento dos pais em atividades curriculares e a inserção do tema drogas em sala de aula.DSTs Criação/apresentação de peças de teatro Aulas de teatro Distribuição de materiais educativos Distribuição de preservativos Oficinas sobre drogas Dinâmicas de grupo Produção e distribuição de livros Produção e distribuição de histórias em quadrinhos Realização de atividades esportivas e/ou jogos Estudos dirigidos Leitura de textos Apresentação de relatos pessoais Realização de fóruns. seminários.. turísticos e sociais Realização de eventos de mobilização comunitária Articulação com os meios de comunicação para a veiculação de informações sobre prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Realização de eventos em datas festivas e/ou comemorativas Articulação com escolas e outras instituições de ensino para a realização de atividades de prevenção Inserção do tema drogas nas atividades curriculares e extracurriculares em escolas Realização de campanhas comunitárias de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Incentivo à participação voluntária de jovens em campanhas humanísticas e comunitárias Articulação com empresas públicas e privadas para incentivo à promoção de ações de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Outras atividades – Especificar: _______________________________________________ A instituição realiza formação de multiplicadores na área de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas? Se a resposta marcada for “Não”. 281 . Publicações científicas dos últimos três anos sobre o tema álcool e outras drogas Legislações nacionais e internacionais sobre o tema álcool e outras drogas Estudos e pesquisas com dados estatísticos sobre o tema álcool e outras drogas Informações da mídia Dados de fontes oficiais dos governos federal. o comprometimento da escola com a saúde dos alunos. o incentivo à responsabilidade social. como atitudes importantes na prevenção ao uso de drogas. 40. para uma vida sexual segura. para atividades não propiciadoras de estresse.Especificar: ________________________________________________________ ATIVIDADES DE PREVENÇÃO AO USO INDEVIDO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS REALIZADAS PELA INSTITUIÇÃO 38.

Diretório Central dos Estudantes) Ex-usuários de drogas Conselheiros estaduais Conselheiros municipais Outro – Especificar: ________________________________________________________ PERFIL DO PÚBLICO-ALVO DA INSTITUIÇÃO 42. Qual o público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Qual o tipo de tratamento oferecido pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Alunos do ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio Estudantes de ensino superior Professores e/ou outros profissionais da educação Pais e/ou responsáveis de alunos Comunidade em geral Profissionais de saúde Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida sócio-educativa Presidiários Profissionais de segurança pública (policiais.TRATAMENTO AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 43.Anexo Representantes de entidades não governamentais Representantes de entidades de iniciativa privada Pais e/ou responsáveis Educadores Religiosos Líderes comunitários Líderes estudantis (Grêmio Estudantil. entre outros). Clínica particular Hospital psiquiátrico Hospital geral Hospital-dia Comunidade terapêutica Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas-CAPS-ad Centro de Atenção Psicossocial-CAPS / Núcleo de Atenção Psicossocial-NAPS Residência terapêutica Grupo de auto-ajuda Instituição de redução de danos Outra – Especificar: ________________________________________________________ 44. Como se classifica a instituição? Esta questão admite apenas uma resposta. bombeiros. Centro Acadêmico. Profissionais do sexo Populações indígenas Trabalhadores do setor privado Trabalhadores do setor público/economia mista Trabalhadores do setor informal Outro – Especificar: ________________________________________________________ EIXO 3 . Tratamento ambulatorial Internação em pronto-socorro Internação em hospital geral Internação em hospital psiquiátrico Internação em hospital-dia Internação em comunidade terapêutica 282 .

Psicoterapia individual Psicoterapia em grupo Psicoterapia familiar Assistência médica clínica Assistência médica farmacológica Assistência médica psiquiátrica 49. 283 . Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de álcool Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de tabaco Transtornos causados pelo uso/abuso/dependência de outras drogas Intoxicação aguda causada por qualquer substância psicoativa Problemas psiquiátricos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Problemas clínicos associados ao consumo de álcool e/ou outras drogas Outros – Especificar: _______________________________________________________ Quais são os requisitos exigidos pela instituição para a admissão do paciente? Esta questão admite mais de uma resposta. Qual(is) a(s) abordagem(ns) terapêutica(s) utilizada(s) pela instituição no tratamento dos usuários? Esta questão admite mais de uma resposta. Desde o início da internação A partir do 7º dia da internação A partir do 15º dia da internação A partir do 30º dia da internação A partir do 60º dia da internação A partir do 90º dia da internação em diante Outro . 47. Sim Não A instituição permite visitas da família aos pacientes: Esta questão admite apenas uma resposta. passe para a questão 48.. Indicação médica formal Encaminhamento formal de profissionais de outras instituições (psicólogos. Internação domiciliar Grupos de auto-ajuda Psicoterapia individual Psicoterapia familiar Psicoterapia de grupo Terapia comunitária Outro – Especificar: ________________________________________________________ 45. Diariamente Semanalmente Quinzenalmente Mensalmente Eventualmente Não são permitidas visitas 46. entre outros) Autorização judicial Concordância do paciente Compromisso da família no acompanhamento do tratamento Não há requisitos Outros – Especificar: _______________________________________________________ ATIVIDADES DE TRATAMENTO REALIZADAS PELA INSTITUIÇÃO 50. Caso sejam permitidas visitas aos pacientes. Os atendimentos prestados pela instituição decorrem de: Esta questão admite mais de uma resposta. estas podem ser realizadas: Esta questão admite apenas uma resposta. A instituição prevê a participação da família do paciente durante o tratamento? Se a resposta marcada for “Não”.Especificar: ________________________________________________________ 48. assistentes sociais.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . enfermeiros..

visual e/ou múltiplas Outras – Especificar: _______________________________________________________ Não são atendidos pacientes em situações específicas 52. a resposta será ______ anos______ meses 15 _______ ano(s)_______ meses_______ dias Não há previsão para o tratamento Quais são as atividades complementares de tratamento realizadas pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. Qual o período médio de tratamento previsto para o usuário na instituição? Esta questão exige resposta numérica. lazer e culturais Atividades agrícolas/jardinagem Atividades de artesanato Visita domiciliar Outras – Especificar:________________________________________________________ Após a conclusão do tratamento na instituição. Se a resposta marcada for “Não”. 53.Especificar: ________________________________________________________ 51. são realizados encaminhamentos visando a reinserção social* dos pacientes? *Vide orientações página 12. Acompanhamento social Acompanhamento familiar Grupo de auto-ajuda Grupo de apoio em geral Assistência religiosa Assistência jurídica Assistência previdenciária Realização de atividades físicas. Trabalho em campo Distribuição de material informativo Aconselhamento Encaminhamento para a testagem do HIV Encaminhamento para rede social e de saúde Grupos de discussão e orientação para os usuários do serviço Troca de seringas Distribuição de equipamentos para injeção e limpeza 284 . Quais são as atividades de redução de danos realizadas pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta.Anexo Método Minessota – 12 passos Grupo de prevenção da recaída Aconselhamento motivacional Terapia ocupacional / oficinas terapêuticas Terapia comunitária Redução de danos Outras . 55._______________________________________________________________ PERFIL DO PÚBLICO-ALVO DA INSTITUIÇÃO DE TRATAMENTO A instituição atende usuários em alguma das situações específicas descritas abaixo? Esta questão admite mais de uma resposta. Pacientes com comprometimento clínico Pacientes com comprometimento psiquiátrico Pacientes portadores de HIV/AIDS Pacientes portadores de doenças sexualmente transmissíveis e/ou hepatite Pacientes com deficiência física. 54. Exemplo: Se o período médio de tratamento é de 15 dias. passe para a questão 55 Sim Não Quais são os encaminhamentos realizados visando a reinserção social? Descreva o nome das instituições/órgãos para as quais são encaminhados os pacientes atendidos pela instituição. auditiva. Os espaços devem ser preenchidos de acordo com as categorias ano(s).REDUÇÃO DE DANOS SOCIAIS E À SAÚDE 56. EIXO 4 . mês(es) e dia(s). esportivas.

especifique o número de veículos que a instituição possui. artísticas e recreativas Outras atividades . Sim: Quantos?__________________ Não A instituição oferece tratamento de dependência química aos usuários de álcool e outras drogas? Se a resposta marcada for “Sim”..Especificar:________________________________________________ 57. que compreende as perguntas de 43 a 55.Especificar: A instituição possui veículo para desenvolver as atividades de redução de danos na comunidade? Se a resposta marcada for “Sim”. Núcleos comunitários Instituições de saúde Farmácias Estabelecimentos comerciais Instituições de saúde mental Sistema judiciário Instituições de segurança pública Grupos e organizações religiosas Outra . 64. 60. 285 .. descreva em poucas palavras como ocorre essa resistência ou rejeição. Onde a instituição realiza as atividades de redução de danos? Esta questão admite mais de uma resposta. Bares Casas noturnas Festas e raves Serviços de saúde Residência de usuários Residência de lideranças da comunidade Associações de bairro Centros comunitários Grupos e organizações religiosas Presídios Ruas e locais de consumo Na sede da instituição Outro – Especificar: ________________________________________________________ Assinale as parcerias realizadas pela instituição para a promoção das atividades de redução de danos. projetos e/ou atividades de redução de danos? Se a resposta marcada for “Não”.Especificar: _________________________________________________________ A instituição recebe apoio da comunidade local para a execução dos programas. 63. Distribuição de preservativos femininos Distribuição de preservativos masculinos Distribuição de cachimbos e piteiras para uso do crack ou merla Distribuição de água Banho Alimentação Atividades culturais. Não Sim . Sim Não A instituição faz encaminhamentos de usuários para tratamento de dependência química? Sim Não 58 59. 62. Descreva em poucas palavras como a comunidade colabora para a realização das atividades de redução de danos realizadas pela instituição. 61. responda o EIXO: TRATAMENTO AOS USUÁRIOS DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS. Sim Não Explique como se dá esse apoio. A instituição enfrenta alguma forma de resistência ou rejeição ao tipo de atividade de redução de danos que realiza? Se a resposta marcada for “Sim”. Esta questão admite mais de uma resposta. passe para a questão 62.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .

Prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas Tratamento/recuperação de dependentes químicos Reinserção social Redução de danos sociais e à saúde Outro .ENSINO E PESQUISAS SOBRE A TEMÁTICA ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS 70. Quantos redutores de danos a instituição possui? _____________ redutores de danos (Nº de redutores) Qual o perfil do redutor de danos da instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. relacionados à temática álcool e outras drogas. 69.Especificar: __________________________ Prestam serviços voluntários Outras . Adolescentes em medida sócio-educativa Crianças e adolescentes em situação de risco social Adultos em situação de risco social População carcerária Egressos do sistema carcerário Trabalhadores do sexo Populações indígenas Portadores de HIV/AIDS Transgêneros Profissionais de segurança pública (bombeiros. 67. Usuário de drogas injetáveis (UDI) Usuários de drogas (UD) em geral.Anexo PERFIL DA EQUIPE DE REDUÇÃO DE DANOS 65. Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT 286 . EIXO 5 .Especificar: 66. Qual o público-alvo específico atendido pelo programa.Especificar: ________________________________________________________ PERFIL DO PÚBLICO-ALVO DAS ATIVIDADES DE REDUÇÃO DE DANOS 68. projeto e/ou atividades de redução de danos? Esta questão admite mais de uma resposta. incluindo o álcool Profissionais da saúde – Especificar: ____________________________________________ Voluntários Outro – Especificar: ________________________________________________________ Qual a forma de contratação dos profissionais que realizam atividades de redução de danos na instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. são abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa da instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. policiais. incluindo o álcool Ex-usuários de drogas injetáveis Ex-usuários de drogas em geral. militares entre outros) Freqüentadores de festas e raves Outro – Especificar: ________________________________________________________ Não há atendimento a públicos específicos Quais dos assuntos abaixo. Contratados pela Atenção Básica de Saúde Municipal e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pela Atenção Básica de Saúde Estadual e atuam como agentes comunitários de saúde/ redutores de danos Contratados pelos Centros de Atenção Psicossocial para o álcool e outras drogas – CAPS-ad Contratados por meio de projetos específicos . A instituição de ensino e/ou pesquisa recebe apoio de algum dos órgãos abaixo? Esta questão admite mais de uma resposta.

http://www. sem ter em vista o uso ou a aplicação imediata. “2”. facilitando a incorporação de princípios técnicos e científicos ao escopo de atuação da rede de serviços.saude. Qual a formação da equipe de ensino e/ou pesquisa que trabalha com a temática álcool e outras drogas? Relacione na tabela abaixo a área profissional e o número de profissionais. revistas. Pesquisa básica4: teórica ou experimental que visa contribuir de forma original ou incremental para a compreensão dos fatos e fenômenos observáveis e teorias. escrevendo na área profissional “Psicologia” e na quantidade de profissionais o nº. 72. http://portal. Tecnologia E Inovação Em Saúde. Informe no espaço abaixo as publicações sobre a temática álcool e outras drogas mais recentes.. revistas e jornais de divulgação científica ) Outras mídias (jornais. DF. 1994). (Adaptado de Organization for Economic Co-operation and Development. Outro . 5 6 287 .pdf.OBID? Sim Não PERFIL DA EQUIPE DE ENSINO/PESQUISA 75. A pesquisa epidemiológica pode ser estendida para uso rotineiro no monitoramento de problemas de saúde.Especificar: ____________________________________________________________ 77. Documento base. Grau de Formação Graduação Especialização Mestrado Doutorado 76. Por exemplo: se na instituição existem dois psicólogos que são apenas graduados. sadios ou enfermos.org. Esta questão exige três respostas. consultado em 02/5/06.gov. Conselho Nacional de Saúde. Brasília. 2ª Conferência Nacional de Ciência.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões . rádio e televisão) Meios eletrônicos/internet Outro.Especificar: ________________________________________________________ A instituição não recebe apoio de nenhum órgão 71. Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES Outro . Revistas cietíficas (nacionais e internacionais) Periódicos Outros meios impressos (livros.br/portal/arquivos/pdf/rev_epi_vol12_n1. marcar o campo graduação. Março de 2004. Pesquisa clínica5: segue métodos científicos aplicáveis aos seres humanos – denominados voluntários ou “sujeitos da pesquisa” –. 73. Qual o público-alvo específico da(s) pesquisa(s)? Esta questão admite mais de uma resposta 4 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Pesquisa epidemiológica6: Os estudos epidemiológicos permitem identificar os fatores que facilitam ou dificultam a disseminação da doença.doc. ____________________________________________________________________________ Quais os meios utilizados pela instituição para divulgar as publicações? Esta questão admite mais de uma resposta. Acessado em 30-5-06.br/CNCTIS.. Sim Não Relacione as publicações sobre a temática álcool e outras drogas. Especificar: __________________________________________________________ As publicações são e/ou já foram divulgadas no site do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas . A instituição possui publicações sobre a temática álcool e outras drogas? Se a resposta marcada for “Não” passe para a questão 75. contribuindo para a sua prevenção e/ou controle. Área profissional Quantidade de profissionais Pós-Doutorado PESQUISA Qual o tipo de pesquisa realizada pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta.sbfte. 74. Ibidem. de acordo com o objetivo da pesquisa.

Utilize o espaço para citar projetos desenvolvidos pela instituição não contemplados nas questões anteriores. bem como o seu público alvo. Pós-graduação Lato Sensu Curso de aperfeiçoamento Curso de especialização Pós-graduação Stricto Sensu Mestrado Doutorado Pós-doutorado 79. dos cursos oferecidos pela instituição sobre o tema álcool e outras drogas? Esta questão admite mais de uma resposta Profissionais de nível superior da área de saúde Profissionais de nível superior da área de educação Profissionais de nível superior da área da justiça Profissionais de nível superior da área de segurança pública Profissionais de nível superior da área de comunicação social Profissionais com curso superior que trabalham com atividades relacionadas à temática do álcool e outras drogas Quaisquer interessados independente da sua formação Outro . Indique a(s) atividade(s) de ensino relacionada(s) à temática álcool e outras drogas que a instituição oferece: Esta questão admite mais de uma resposta.Especificar: _________________________________________________________ A instituição oferece cursos de curta duração específicos sobre a temática álcool e outras drogas? Sim Não Se a resposta marcada for “Não”. ____________________________________________________________________________ OBSERVAÇÕES Este espaço poderá ser utilizado para complementar as respostas dadas às perguntas do questionário. 83. ____________________________________________________________________________ A instituição possui algum projeto ou programa inovador que deseja registrar? Esta é uma questão aberta.Especificar: _________________________________________________________ ENSINO 78. ____________________________________________________________________________ 81. Presencial Semi-presencial Educação a distância 80. 82. 288 . Especifique os cursos de curta duração oferecidos pela instituição. Qual(is) a(s) modalidade(s) de ensino oferecida(s) pela instituição? Esta questão admite mais de uma resposta. passe para a questão 83. Qual o público-alvo.Anexo População indígena População de rua Mulheres Transgêneros Empregados/trabalhadores Trabalhadores do sexo Presidiários (as) e/ou egressos (as) do sistema carcerário Crianças e adolescentes em situação de rua Adolescentes em medida sócio-educativa Alunos de ensino fundamental (1ª a 4ª série) Alunos de ensino fundamental (5ª a 8ª série) Alunos de ensino médio (1º ano ao 3º ano) Estudantes de ensino superior Outro .

secretarias estaduais e conselhos antidrogas em resposta a ofício enviado. Após confirmação dos dados dessas instituições. 289 . no período de 31 de agosto de 2006 até 29 de março de 2007. Anexo III .Relatório do serviço 0800 O projeto disponibilizou um serviço 0800 para esclarecimentos de dúvidas ou informações a respeito da pesquisa. O serviço 0800 teve por objetivo atender os municípios brasileiros para prestar esclarecimentos e informações a respeito da pesquisa. Também foram recebidas ligações das prefeituras. 636 ligações por esse serviço. informando as instituições existentes nos municípios e estados. para isso. por telefone formalizavam o cadastro da sua entidade para posterior envio do questionário.Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .. 14% foram de ligações em resposta aos ofícios e 6% de outras demandas. aproximadamente 80% foram referentes ao questionário. O 0800 também foi utilizado para atendimento de dúvidas relativas ao preenchimento do questionário. eram verificadas possíveis duplicidades de cadastros e as novas instituições eram incluídas no novo banco de dados. Foram atendidas ligações de instituições interessadas em participar da pesquisa e.. Foram registradas. Destas.

Anexo Anexo IV . Quantidade de instituições de acordo com a natureza: governamental e não-governamental NATUREZA Governamental Não-Governamental TOTAL QUANTIDADE 83 132 215 Tabela 4. Distrituição das instituições de acordo com a natureza (governamental e não governamental) por capital/estado CAPITAL/ESTADO Aracajú/SE Belém/PA Belo Horizonte/MG Boa Vista/RR Brasília/DF Campo Grande/MS Cuiabá/MT Curitiba/PR Florianópolis/SC Fortaleza/CE Goiânia/GO João Pessoa/PB Maceió/AL Manaus/AM Natal/RN Palmas/TO Porto Alegre/RS Posto Velho/RO Recife/PE Rio Branco/AC Rio de Janeiro/RJ Salvador/BA São Luís/MA São Paulo/SP Teresina/PI Vitória/ES TOTAL GERAL GOVERNAMENTAL 1 1 3 2 4 2 2 6 1 3 3 1 2 3 4 1 4 1 6 2 7 4 2 14 1 3 83 NÃO-GOVERNAMENTAL 2 2 8 1 5 7 2 10 5 4 7 1 2 3 4 3 10 1 6 3 14 4 2 17 4 5 132 290 .Informações referentes às instituições que serão visitadas na etapa qualitativa da pesquisa. ensino e pesquisa). Universo = 1600 instituições constante do banco de dados (questionário ampliado) Amostra = 215 instituições (13.Plano amostral Etapa 3 Plano de trabalho referente à meta 3 do subprojeto 1 . Tabela 1.4%) de acordo com a natureza (governamental ou não-governamental) e a atividade desenvolvida (prevenção. redução de danos sociais e à saúde. tratamento.

............................................................................................................................................................................. 46 Figura 36: Meio de acesso do público-alvo às instituições não-governamentais.................................................. ................ 58 Figura 48: Idade do dirigente das instituições governamentais.................................. 40 Figura 26: Abrangência das atividades das instituições não-governamentais....................................................... 27 Figura 11: Modelos de prevenção utilizados pelas instituições governamentais................................................................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .............................................................................................................................. 47 Figura 38: Procedências dos encaminhamentos realizados pelas instituições não-governamentais.................................................................................................................. 37 Figura 22: Público-alvo das atividades de prevenção nas instituições não-governamentais.....................................................................Lista de Figuras e Tabelas Figuras Figura 1: Atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pelas instituições... 34 Figura 18: Formação de multiplicadores nas instituições não-governamentais.................................... 42 Figura 30: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais................................................................................................................................................... 60 291 ...... 59 Figura 50: Sexo do dirigente nas instituições governamentais......................................................................................................... 59 Figura 49: Idade do dirigente das instituições não-governamentais... 35 Figura 20: Público-alvo da formação de multiplicadores nas instituições não-governamentais....................... 39 Figura 24: Ano de criação das instituições não-governamentais de prevenção............ 23 Figura 4: Fontes consultadas pela instituição para realizar atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas.............................................................................................................................................. ................................................................................................................................................................................. 44 Figura 33: Capacidade média de atendimento mensal das instituições governamentais.................................................................................... 26 Figura 9: Tipos de prevenção utilizados pelas instituições governamentais...... ............................ 40 Figura 25: Abrangência das atividades das instituições governamentais... 53 Figura 45: Registro das instituições governamentais no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes.............................. 23 Figura 5: Atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas realizadas pelas instituições............................................. 45 Figura 34: Capacidade média de atendimento mensal das instituições não-governamentais................................................................... 51 Figura 42: Posição do dirigente das instituições não-governamentais sobre o conhecimento da existência de Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes no município........................................................................................................... 33 Figura 17: Formação de multiplicadores nas instituições governamentais........................... 45 Figura 35: Meio de acesso do público-alvo às instituições governamentais.................................................... 50 Figura 41: Posição do dirigente das instituições governamentais sobre o conhecimento da existência de Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes no município.......................... 25 Figura 8: Público-alvo das atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas.................................... 52 Figura 43: Registro das instituições governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes.......................................................................................................................... 41 Figura 28: Localização da instituição não governamental............................................................................ 41 Figura 27: Localização da instituição governamental.............................................................................................................. 36 Figura 21: Público-alvo das atividades de prevenção nas instituições governamentais........................... ......... 24 Figura 6: Formação de multiplicadores na área de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas........................................................................................................................................................................................................... 43 Figura 32: Faixa etária do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais .......................................................................................... 43 Figura 31: Faixa etária do público-alvo atendido pelas instituições governamentais.................................................................................................................... 35 Figura 19: Público-alvo da formação de multiplicadores nas instituições governamentais............................................................ .......................................................................... 29 Figura 13: Fontes consultadas pelas instituições governamentais para realizar atividades de prevenção ao uso de álcool e outras drogas............. 52 Figura 44: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/ Entorpecentes...................................................................................................................... 27 Figura 10: Tipos de prevenção utilizados pelas instituições não-governamentais.......................................................................................................................... 49 Figura 40: Articulação das instituições não-governamentais com outros setores......... 46 Figura 37: Procedências dos encaminhamentos realizados pelas instituições governamentais..................... ..................................................................................................................................................................................................................................................... 38 Figura 23: Ano de criação das instituições governamentais de prevenção................................. 47 Figura 39: Articulação das instituições governamentais com outros setores..................................................................................................................................................................................... 30 Figura 15: Atividades de prevenção realizadas pelas instituições governamentais........... 54 Figura 47: Fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições ................................................................................................ 42 Figura 29: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições governamentais..................................................................................................................................................................... ........ 22 Figura 3: Modelos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas.......................... 32 Figura 16: Atividades de prevenção realizadas pelas instituições não-governamentais............... 25 Figura 7: Público-alvo das atividades de formação de multiplicadores em prevenção........................................................................... 30 Figura 14: Fontes consultadas pelas instituições não-governamentais para realizar atividades de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas......... 22 Figura 2: Tipos de prevenção ao uso indevido de álcool e outras drogas utilizados pelas instituições......................................... 28 Figura 12: Modelos de prevenção utilizados pelas instituições não-governamentais....... ..................... 53 Figura 46: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Estadual Antidrogas/ Entorpecentes.... Anexo V ............. ...........................................................................

.......................................................................................................... 106 Figura 108: Atendimento de situações específicas nas instituições não-governamentais de tratamento ................ 67 Figura 64: Previsão de realização de capacitação para os profissionais das instituições governamentais..................................................................................... 102 Figura 103: Tratamentos complementares realizados pelas instituições governamentais de tratamento.. 94 Figura 91: Participação da família no tratamento em instituições governamentais.. 76 Figura 74: Participação das instituições governamentais em eventos científicos ou de mobilização social......................................................... 62 Figura 55: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados nas instituições não-governamentais...... 91 Figura 86: Situações específicas atendidas nas instituições de tratamento... 71 Figura 65: Previsão de realização de capacitação para os profissionais das Instituições não-governamentais.................................................................... 75 Figura 72: Tipo de capacitação oferecida pelas instituições governamentais......................... 86 Figura 77: Classificação das instituições que realizam tratamento.... 61 Figura 54: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados nas instituições governamentais............................................................................................................................. 72 Figura 66: Atividades realizadas pelas instituições governamentais para promover a capacitação dos profissionais.......................................................................... 104 Figura 105: Encaminhamentos para a reinserção social das instituições governamentais de tratamento................................... 99 Figura 99: Requisitos para atendimento nas instituições governamentais de tratamento.............................................................. ............... 77 Figura 76: Atividades realizadas pelas instituições de tratamento....................................................................................................................................... 88 Figura 81: Tipo de problema atendido..... ............................................................................................................................................................................ 100 Figura 100: Requisitos para atendimento nas instituições não-governamentais de tratamento ............. 108 Figura 111: Abrangência das atividades das instituiçãões governamentais..................................................................................................... 102 Figura 102: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições não-governamentais de tratamento................................................. 95 Figura 93: Participação da família no tratamento de acordo com a natureza da instituição............................................... 90 Figura 85: Encaminhamentos visando a reinserção social............................................... 105 Figura 106: Encaminhamentos para a reinserção social das instituições não-governamentais de tratamento............................................................... 89 Figura 83: Abordagens terapêuticas utilizadas pelas instituições de tratamento........................................... 97 Figura 96: Permissão para início das visitas nas instituições não-governamentais de tratamento......................... 101 Figura 101: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições governamentais de tratamento .............................................................. ..Anexo Figura 51: Sexo do dirigente nas instituições não-governamentais......... 64 Figura 60: Motivação dos dirigentes em relação ao trabalho nas instituições governamentais................................................................................ 73 Figura 68: Freqüência de realização de capacitação dos profissionais das instituições governamentais.... 66 Figura 62: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos................................................. 96 Figura 95: Permissão para início das visitas nas instituições governamentais de tratamento............... ............ 63 Figura 57: Remuneração do dirigente por atividade profissional fora das instituições não-governamentais................................................................................. 63 Figura 58: Dedicação dos dirigentes das instituições governamentais em horas semanais à instituição.............. 62 Figura 56: Remuneração do dirigente por atividade profissional fora das instituições governamentais................................. ........ 94 Figura 90: Tipos de tratamento oferecidos pelas instituições não-governamentais de tratamento........................ ............. 74 Figura 69: Freqüência de realização de capacitação dos profissionais das instituições não-governamentais................... 92 Figura 88: Classificação das instituições não-governamentais que realizam tratamento................................................. ......................................................................... ......................................................................................................................... 93 Figura 89: Tipos de tratamento oferecidos pelas instituições governamentais de tratamento...................................... ................................................................. 105 Figura 107: Atendimento de situações específicas nas instituições governamentais de tratamento...................................................................................................... 86 Figura 78: Tipos de tratamento oferecidos...................... 108 292 ......... 72 Figura 67: Atividades realizadas pelas instituições não-governamentais para promover a capacitação dos profissionais........................................................................................ 64 Figura 59: Dedicação dos dirigentes das instituições não-governamentais em horas semanais à instituição................................ ................................................................................................................. 98 Figura 97: Motivos para busca de atendimento nas instituições governamentais de tratamento ................................................................................................................................. 107 Figura 110: Ano de criação das instituições não-governamentais de tratamento ................................................................................... 74 Figura 70: Previsão de capacitação externa para os profissionais das instituições governamentais..................... 60 Figura 52: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais........................................................................................................................................................................................... 77 Figura 75: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos ou de mobilização social.............................................. 96 Figura 94: Freqüência de visitas da família em instituições não-governamentais de tratamento .................. 95 Figura 92: Participação da família no tratamento a usuários em instituições não-governamentais..................... 65 Figura 61: Motivação dos dirigentes em relação ao trabalho nas instituições não-governamentais.. 67 Figura 63: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos................................................................. 91 Figura 87: Classificação das instituições governamentais que realizam tratamento................................................................................. 61 Figura 53: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais.............................. 99 Figura 98: Motivos para busca de atendimento nas instituições não-governamentais de tratamento .......................................................................................................................................................................................................................................... ...... 106 Figura 109: Ano de criação das instituições governamentais de tratamento.............................. ............................................................................ 76 Figura 73: Tipo de capacitação oferecida pelas instituições não-governamentais......................................................................................... 90 Figura 84: Atividades complementares realizadas pelas instituições de tratamento................................................................. .................. 88 Figura 80: Permissão para início das visitas nas instituições de tratamento......................................................................................................... 75 Figura 71: Previsão de capacitação externa para os profissionais das instituições não-governamentais...... 87 Figura 79: Permissão para visitas.......................... 89 Figura 82: Requisitos para admissão nas instituições de tratamento............................................... 103 Figura 104: Tratamentos complementares realizados pelas instituições não-governamentais de tratamento ............................

................................................................ 114 Figura 122: Acesso à população atendida por instituições não-governamentais............... ....................................................133 Figura 147: Motivação do dirigente de instituição não-governamental....................................................................................................................................................................................................................................................................... .............. 132 Figura 146: Motivação do dirigente de instituição governamental.........................................................................................117 Figura 126: Articulações das instituições não-governamentais....................................................... ......................... 139 Figura 151: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais........................................................................................governamental..................................................................................120 Figura 129: Registro junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentesdas instituições governamentais....... projetos e/ou atividades de Redução de Danos....................................................................................................................................................... .................................................................. 156 Figura 166: Resistência da comunidade às atividades de Redução de Danos..................................................................................................109 Figura 114: Localização da instituição não-governamental ............................................... 114 Figura 123: Procedência dos encaminhamentos para as instituições governamentais.................................................. 115 Figura 125: Articulação das instituições governamentais............................................................................................................. 129 Figura 140: Remuneração do dirigente de instituição governamental.. 155 Figura 165: Apoio da comunidade aos programas................................................................................................................................... 131 Figura 144: Horas semanais dedicadas pelo dirigente à instituição governamental ....................................................................................................... 121 Figura 131: Registro da instituição governamental junto ao ....................153 Figura 163 : Tipos de atividades de Redução de Danos desenvolvidas................................................ 109 Figura 113: Localização da instituição governamental......................................................................................................................................................................................................................................................... .................................................... ........................................................................158 293 ................ 142 Figura 156: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais..................................................................................................................................................... 142 Figura 155: Frequência das capacitações nas isntituições não-overnamentais............................................................................................................................................... 140 Figura 153: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais ....................................... 135 Figura 150: Previsão de capacitação nas instituições governamentais................ 145 Figura 162: Atividades desenvolvidas pelas instituições........ 139 Figura 152: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais............Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões .................................................................................................................................. 143 Figura 157: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais........... .................... 111 Figura 118: Faixa etária da população atendida por instituição não-governamental........................................................ 112 Figura 119: Média mensal de atendimentos nas instituições governamentais........................................................... 113 Figura 121: Acesso à população atendida por instituições governamentais..................................................................................... 130 Figura 141: Remuneração do dirigente de instituição não-governamental......................................................................... ................................................................................................................................................................119 Figura 128: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não....................................................................................................... 132 Figura 145: Horas semanais dedicadas pelo dirigente à instituição não-governamental................................................................................... 144 Figura 159: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições não-governamentais.................................................................................................................................................. . 135 Figura 149: Participação dos dirigentes de instituições não-governamentais em conselhos .................................................... Figura 112: Abrangência das atividades das instituições não-governamentais................................................................................................................................................................................ 110 Figura 116: Sexo do público-alvo atendido pelas instituições não-governamentais............................... ............................ 131 Figura 143: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental............... 113 Figura 120: Média mensal de atendimento nas instituições não governamentais....... 154 Figura 164: Local onde as instituições realizam atividades de Redução de Danos......... 128 Figura 138: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais........ .......... ................ 141 Figura 154: Freqüência das capacitações nas instituições governamentais .......... ................................. 131 Figura 142: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental............................................................... 115 Figura 124: Procedência dos encaminhamentos para as instituições governamentais...........................157 Figura 169: Perfil do redutor de danos.................................................................................. 127 Figura 136: Sexo do dirigente das instituições governamentais................................................................................................................. 111 Figura 117: Faixa etária da população atendida por instituição governamental............................... 143 Figura 158: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições governamentais.................................. 156 Figura 168: Quantidade de veículos por instituição...110 Figura 115: Sexo do público alvo atendido pelas instituiçãos governamentais................................................................................................................... 144 Figura 160: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social.................................. 134 Figura 148: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos............................................................................ 122 Figura 134: Idade do dirigente das instituições governamentais......................................................................................................................................128 Figura 137: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais........................................118 Figura 127: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental.......................... ............................................................................................... 129 Figura 139: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais............................................................. 122 Figura 133: Fontes de recursos financeiros utilizados pelas instituições..............157 Figura 170: Forma de contração dos redutores de danos.......................121 Figura 132: Registro da instituição não-governamental junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.................. 120 Figura 130: Registro junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições não-governamentais..... 156 Figura 167: Veículos para desenvolvimento de atividades de Redução de Danos..............................127 Figura 135: Idade do dirigente das instituições não-governamentais...................................... ................................................................ 145 Figura 161: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social.................................................................................................................................................................................................................................................................. ...................................................

...............196 Figura 226: Motivação do dirigente da instituição não-governamental....................................................................................................................................... 169 Figura 186: Público-alvo das atividades de redução de danos nas instituições governamentais............................................................................................................................................... 160 Figura 173: Atividades de Redução de Danos desenvolvidas por instituições não-governamentais................................................................................................................................................................................ 161 Figura 174: Local de realização de atividades de Redução de Danos das instituições governamentais.................................................................................................................................................................................................................................................. 185 Figura 211: Registro da instituição não-governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes........ 193 Figura 220: Remuneração do dirigente da instituição não-governamental............................ 168 Figura 184: Forma de contratação dos profissionais nas instituições governamentais.. 159 Figura 172: Atividades de Redução de Danos desenvolvidas por instituições governamentais...........................................................................................................174 Figura 193: Localização da instituição não-governamental..................................................................................................................................................................... ....... 178 Figura 201: Acesso do público-alvo às instituições não-governamentais....................................................... 197 Figura 227: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos..................................................................... 179 Figura 202: Procedência dos encaminhamentos para as instituições governamentais............................................................................. 170 Figura 187: Público-alvo das atividades de Redução de Danos nas instituições não-governamentais............................................................. ............................... ..................... 163 Figura 176: Parcerias realizadas pelas instituições governamentais de Redução de Danos.........Anexo Figura 171: População atendida por meio das atividades de Redução de Danos...................... 167 Figura 183: Perfil do redutor de danos das instituições não-governamentais...................................................... 176 Figura 197: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição não-governamental................ 166 Figura 181: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas pelas instituições não-governamentais............................................................................................................................................................................................................................................................................. 172 Figura 190: Abrangência das atividades da instituição governamental............................................ 180 Figura 204: Articulação das instituições governamentais....................... 163 Figura 175: Local de realização de atividades de Redução de Danos das instituições não-governamentais...174 Figura 194: Sexo da população atendida pela instituição governamental................................................................................................ 172 Figura 189: Ano de funcionamento das instituições não-governamentais......................................................................................................................................................................195 Figura 224: Dedicação do dirigente à instituição não-governamental....................................................................................................................................................................................183 Figura 207: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não-governamental.................................... 176 Figura 198: Média mensal de atendimentos nas instituições governamentais......................................... 175 Figura 196: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição governamental. 177 Figura 199: Média mensal de atendimentos nas instituições não-governamentais.....................................................191 Figura 216: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais........................................................184 Figura 208: Registro das instituições governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes..................................................................... 165 Figura 178: Apoio da comunidade às atividades de Redução de Danos desenvolvidas pelas instituições não-governamentais... 193 Figura 219: Remuneração do dirigente da instituição governamental....................................... 177 Figura 200: Acesso do público-alvo às instituições governamentais......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... ............................ 167 Figura 182: Perfil do redutor de danos das instituições governamentais............................................................. ........................................................................................................................................... 197 294 ................................................................................................................................................. 171 Figura 188: Ano de funcionamento das instituições governamentais.............. 173 Figura 192: Localização da instituição governamental.................................................................... 185 Figura 210: Registro da instituição governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.............................................................................................. 175 Figura 195: Sexo do público-alvo atendido pela instituição não-governamental................................................. 184 Figura 209: Registro das instituições não-governamentais no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes.........................................182 Figura 206: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental........................166 Figura 179: Apoio da comunidade às atividades de Redução de Danos desenvolvidas pelas nstituições não-governamentais............................... 196 Figura 225: Motivação do dirigente da instituição governamental............................................................... 179 Figura 203: Procedência dos encaminhamentos para as instituições não-governamentais.... ................. 194 Figura 221: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental....166 Figura 180: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas pelas instituições governamenta is.... 192 Figura 218: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais...................... 192 Figura 217: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais........................................................................................ 186 Figura 212: Recursos financeiros utilizados pelas instituições............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 169 Figura 185: Forma de contratação dos profissionais nas instituições não-governamentais........................................ ...................................................... 164 Figura 177: Parcerias realizadas pelas instituições não-governamentais de Redução de Danos.............................................................................................................................................................186 Figura 213: Idade do dirigente das instituições governamentais....................................................................................................................................................................................................186 Figura 214: Idade do dirigente das instituições não-governamentais........................................................... 173 Figura 191: Abrangência das atividades da instituição não-governamental..................................... 195 Figura 223: Dedicação do dirigente à instituição governamental.............................181 Figura 205: Articulações das instituições não governamentais.................................................. 194 Figura 222: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental........................................................ 191 Figura 215: Sexo do dirigente das instituições governamentais......................................

207 Figura 239: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social....................................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..........224 Figura 256: Apoio recebido pelas instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa.... 225 Figura 258: Existência de publicações das instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa.................................... 222 Figura 253: Público-alvo dos cursos oferecidos pela instituição sobre o tema álcool e outras drogas....219 Figura 247: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa que trabalha com a temática álcool e outras drogas nas instituições................................................................... 205 Figura 235: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais............ 208 Figura 240: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social................................................ 233 Figura 272: Modalidades de cursos stricto sensu oferecidos pelas instituições governamentais de ensino........................................................ 218 Figura 245: Meios utilizados pela instituição de ensino e/ou pesquisa para divulgar as publicações......................................................................................... 221 Figura 252: Modalidade(s) de ensino oferecida(s) pelas instituições...................................... 206 Figura 237: Tipo de capacitação externa prevista pelas instituições governamentais............................... 221 Figura 251: Cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos pelas instituições de ensino........... 229 Figura 266: Tipo de pesquisa realizada pelas instituições governamentais...................................................................220 Figura 248: Tipo de pesquisa realizada pela instituição de ensino e/ou pesquisa......................................................... .................................. 228 Figura 265: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa nas instituições não-governamentais............................................................. 206 Figura 236: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais.............. ........................................... 236 Figura 278: Ano de criação das instituições governamentais de ensino e pesquisa............. 230 Figura 268: Público-alvo das pesquisas realizadas pelas instituições governamentais de pesquisa.............. ...................................................................................................................................... 207 Figura 238: Tipo de capacitação externa prevista pelas instituições não-gornamentais................................................................ 228 Figura 264: Formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa nas instituições governamentais.......................................................... 204 Figura 233: Freqüência da capacitação nas instituições governamentais.................................................................................... 237 Figura 280: Abrangência das atividades da instituição governamental.......... 219 Figura 246: Existência de publicações divulgadas no portal do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (OBID)................... 227 Figura 262: Existência de publicações de instituições governamentais divulgadas no site do OBID.............................................................................................................................................................................................................................................................. ..................................................................................... ......................................... 234 Figura 275: Modalidades dos cursos oferecidas pelas instituições não-governamentais de ensino......... 220 Figura 249: Público-alvo das pesquisas............................................ 231 Figura 270: Modalidades de cursos lato sensu oferecidos pelas instituições governamentais de ensino...................................................................................................................................................................................................................... ......................................... 198 Figura 229: Previsão de capacitação nas instituições governamentais................................................... 209 Figura 241: Atividades realizadas pelas instituições de ensino e/ou pesquisa...... ...... 238 Figura 281: Abrangência das atividades das instituições não-governamental.......... 218 Figura 244: Existência de publicações das instituições de ensino e/ou pesquisa............................................221 Figura 250: Cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos pelas Instituições de ensino.......................................................................................................................................... 225 Figura 259: Existência de publicações das instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa.......... ........................................................................................................ ........................... 227 Figura 263: Existência de publicações de instituições não-governamentais divulgadas no site do OBID............................................................ .................................................................................................................................................................222 Figura 254: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa pelas instituições governamentais.........................................223 Figura 255: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa pelas instituições não-governamentais... 237 Figura 279: Ano de criação das instituições não-governamentais de ensino e pesquisa.................................................................................................. 224 Figura 257: Apoio recebido pelas instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa....................... 238 Figura 282: Localização da instituição governamental....... 203 Figura 232: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais.......................................... . ....................... 235 Figura 277: Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições não-governamentais de ensino................................................................................ 232 Figura 271: Modalidades de cursos lato sensu oferecidos pelas instituições não-governamentais de ensino..............239 Figura 283: Localização da instituição não-governamental................................................................................ 203 Figura 231: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais............................... 233 Figura 274: Modalidades dos cursos oferecidas pelas instituições governamentais de ensino............................................ ........... ....................................................................................................................................................... 231 Figura 269: Público-alvo das pesquisas realizadas pelas instituições não-governamentais de pesquisa.......................................... ................... ....................................................................... 199 Figura 230: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais.................................................................................................................. Figura 228: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos....................................................................................................................... 209 Figura 242: Assuntos relacionados à temática álcool e outras drogas abordados em atividades de ensino e/ou pesquisa.......................................................... ......................................................................................................... 229 Figura 267: Tipo de pesquisa realizada pelas instituições não-governamentais....................................................................239 295 ....... 226 Figura 260: Forma de divulgação das publicações das instituições governamentais de ensino e/ou pesquisa....................................... 217 Figura 243: Apoio recebido pelas instituições de ensino e/ou pesquisa........... 233 Figura 273: Modalidades de cursos stricto sensu oferecidos pelas instituições não-governamentais de ensino.......................................................................................... 234 Figura 276: Público-alvo dos cursos oferecidos pelas instituições governamentais de ensino................................. 226 Figura 261: Forma de divulgação das publicações das instituições não-governamentais de ensino e/ou pesquisa.................... 204 Figura 234: Freqüência da capacitação nas instituições não-governamentais ...................................................................................................................................... .......................................................................................................................

.............. ...................................................... .........................................................................................................................241 Figura 286: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição governamental................... 249 Figura 299: Remuneração do dirigente da instituição governamental..................................................... 40 Tabela 10: Natureza da instituição em relação à abrangência das atividades...................................... 247 Figura 295: Sexo do dirigente das instituições governamentais............ 244 Figura 290: Registro da instituição governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes.......................................... 260 Figura 318: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições não-governamentais.............................. 253 Figura 307: Participação dos dirigentes das instituições governamentais em conselhos........................................... 29 Tabela 4: Natureza da instituição e as fontes de consulta............................................................................................................................................................................ 34 Tabela 6: Natureza das instituições e a formação de multiplicadores................................................................................................................................................. ....................248 Figura 296: Sexo do dirigente das instituições não-governamentais............................................................................................................................................................. 36 Tabela 8: Natureza das instituições e o público-alvo das atividades de prevenção............. 45 Tabela 15: Natureza das instituições em relação aos meios de acesso do público-alvo............................................ ........252 Figura 304: Dedicação do dirigente à instituição não-governamental............................................ 261 Figura 319: Participação das instituições governamentais em eventos científicos e de mobilização social..................... 42 Tabela 12: Natureza da instituição em relação ao sexo do público-alvo ............ ................................................................................................................................................. 245 Figura 292: Fontes de recursos financeiros............................................................................................................ ...................................................................... 28 Tabela 3: Natureza das instituições e os modelos de prevenção adotados................................................. 35 Tabela 7: Natureza das instituições e o público-alvo da formação de multiplicadores..242 Figura 287: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente da instituição não..governamental.. 250 Figura 301: Exercício de atividade remunerada fora da instituição governamental....... 262 Tabelas Tabela 1: Natureza da instituição em relação às atividades realizadas.................................................................. 257 Figura 313: Freqüência das capacitações nas instituições governamentais...................... .... 39 Tabela 9: Natureza das instituições em relação aos anos de funcionamento........................................................................ 251 Figura 303: Dedicação do dirigente à instituição governamental.............................................................................................................. 44 Tabela 14: Natureza da instituição em relação à média mensal de atendimentos................................................................................................................................................................................... 31 Tabela 5: Natureza das instituições e as atividades de prevenção ............ 248 Figura 297: Escolaridade do dirigente das instituições governamentais......................................................... 41 Tabela 11: Localização da instituição quanto a sua natureza............................................................................ 257 Figura 312: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições não-governamentais.................. 261 Figura 320: Participação das instituições não-governamentais em eventos científicos e de mobilização social.................................................247 Figura 294: Idade do dirigente das instituições não-governamentais................................................................................................................................................................................................. ................. ................................................................ 48 Tabela 17: Natureza das instituições em relação às articulações realizadas................................................................................................................................................................................. 254 Figura 308: Participação dos dirigentes das instituições não-governamentais em conselhos..............................................................................................................................253 Figura 306: Motivação do dirigente da instituição não-governamental............................. ............................................................. 52 296 ...................................................................................................... 243 Figura 289: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições não-governamentais................................................................................................................................................... 43 Tabela 13: Natureza da instituição em relação a faixa etária do público-alvo................... 250 Figura 300: Remuneração do dirigente da instituição não-governamental. 51 Tabela 18: Natureza da instituição em relação ao conhecimento sobre a existência do conselho antidrogas.................................................................................. 256 Figura 310: Previsão de capacitação nas instituições não-governamentais............ 256 Figura 311: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições governamentais.... 258 Figura 314: Freqüência das capacitações nas instituições não-governamentais.......................................................................................................................................... ........................................................................... 249 Figura 298: Escolaridade do dirigente das instituições não-governamentais................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 260 Figura 317: Tipo de capacitação externa previsto pelas instituições governamentais.......................................................... 26 Tabela 2: Natureza da instituição e tipos de prevenção....................... 251 Figura 302: Exercício de atividade remunerada fora da instituição não-governamental..........................................................................................................................................................................................240 Figura 285: Articulações das instituições não-governamentais........................................................................Anexo Figura 284: Articulação das instituições governamentais............................................................................. 244 Figura 291: Registro da instituição não-governamental no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes............................................................................................... 46 Tabela 16: Natureza da instituição em relação aos encaminhamentos.......................................................................................................................................................................... ....................................................................................................... 259 Figura 316: Previsão de capacitação externa nas instituições não-governamentais........ 252 Figura 305: Motivação do dirigente da instituição governamental..................................................................................................................................................................... 255 Figura 309: Previsão de capacitação nas instituições governamentais.................................................. ..................................................................243 Figura 288: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições governamentais............ 259 Figura 315: Previsão de capacitação externa nas instituições governamentais............246 Figura 293: Idade do dirigente das instituições governamentais.............

.......................................................................... 70 Tabela 34: Recursos humanos das instituições não-governamentais............................................................................................... 130 Tabela 72: Remuneração do dirigente de acordo com a natureza da instituição ...................... 77 Tabela 40: Participação em eventos científicos e de mobilização social de cordo com a natureza da instituição.................. 71 Tabela 35: Previsão de capacitação pelas instituições em relação à natureza da instituição.............. ......................................... 63 Tabela 28: Atividade remunerada do dirigente fora da instituição e a natureza das instituições........................................ 92 Tabela 43: Classificação das instituições que realizam tratamento quanto à sua natureza.............120 Tabela 64: Registro das instituições junto ao Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes de acordo com a sua natureza ...................... 131 Tabela 73: Exercício de atividade remunerada fora da instituição de acordo com a natureza.................................................................................................................................................................................................................. 105 Tabela 53: Atendimento de situações específicas de acordo com a natureza das instituições............................ 132 Tabela 74: Horas semanais dedicadas pelo dirigente de acordo com a natureza da instituição ............................................................... ............................................................................................................................................................................. 62 Tabela 27: Remuneração do dirigente pelos serviços prestados e a natureza da instituição.................................................103 Tabela 51: Tratamento complementar realizado de acordo com a natureza da instituição... 113 Tabela 60: Acesso à população atendida de acordo com a natureza das instituições........................................... 129 Tabela 71: Escolaridade do dirigente de acordo com a natureza das instituições de tratamento ........... 128 Tabela 70: Sexo do dirigente de acordo com a natureza da instituição....... 133 Tabela 75: Motivação do dirigente de acordo com a natureza da instituição de tratamento........................................... 72 Tabela 36: Natureza da instituição em relação às atividades de capacitação........... 125 Tabela 69: Idade do dirigente de acordo com a natureza da instituição............................................... 111 Tabela 58: Faixa etária da população atendida de acordo com a natureza da instituição............................................. 104 Tabela 52: Encaminhamentos para reinserção social de acordo com a natureza das instituições .............................. 109 Tabela 56: Localização da instituição de tratamento quanto a sua natureza........................................................................................ 100 Tabela 49: Requisitos para atendimento nas instituições de tratamento a usuários/dependentes de álcool e outras drogas quanto à natureza ................................. 65 Tabela 30: Natureza da instituição e a motivação do dirigente para a realização do trabalho...... ..... ....................................................................... 114 Tabela 61: Procedência dos encaminhamentos de acordo com a natureza da instituição..................................................................... Recursos materiais disponíveis nas instituições não-governamentais............................................................. 93 Tabela 44: Tipos de tratamentos oferecidos de acordo com a natureza da instituição.............................................................................................................................................................................................................................................................................................. 69 Tabela 33: Recursos humanos das instituições governamentais........... ....................................................................................... 56 Tabela 23: Recursos materiais existentes nas instituições não-governamentais............................................... ....................................................................................................................... 124 Tabela 68.................................................................................................... 95 Tabela 45: Participação da família no tratamento de acordo com a natureza da instituição................................................................. ................................................................................... 110 Tabela 57: Sexo do público-alvo atendido pela instituição de tratamento de acordo com a sua natureza............................................................................................................................................................................................................................................ 116 Tabela 62: Articulação das instituições de acordo com sua natureza. 134 297 ...................................................................................................................................................................................................................................................101 Tabela 50: Abordagem terapêutica utilizada pelas instituições governamentais de tratamento a usuários de álcool e outras drogas no Brasil quanto à sua natureza.................................................... ................................................................................121 Tabela 65: Registro da instituição junto ao Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes de acordo com sua natureza ........................................................................................................................................................................ 78 Tabela 42: Atividades realizadas quanto à natureza da instituição....................................................... ........................................................................ 60 Tabela 26: Natureza da instituição e a escolaridade do dirigente .................. 59 Tabela 25: Sexo do dirigente e a natureza da instituição........................ 97 Tabela 47: Permissão para início das visitas nas instituições de tratamento de acordo com a natureza da instituição........................................ 57 Tabela 24: Natureza da instituição e a idade do dirigente................................................................................................................... 76 Tabela 39: Natureza da instituição em relação ao tipo de capacitação externa.............................................. 66 Tabela 31: Natureza das instituições e a participação dos dirigentes em conselhos............. Tabela 19: Natureza da instituição em relação ao registro no conselho municipal.....................................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ..................... 112 Tabela 59: Média mensal de atendimentos de acordo com a natureza da instituição....................................................................................................................................................... 78 Tabela 41: Participação da família no tratamento..................................................... 107 Tabela 54: Ano de criação de acordo com a natureza das instituições de tratamento ..................... 64 Tabela 29: Natureza da instituição em relação à quantidade de horas semanais dedicadas à instituição................................ ........................... 68 Tabela 32: Recursos humanos existentes nas instituições............................................................................................................................................................................................. ...................... 108 Tabela 55: Abrangência das atividades da instituição de tratamento de acordo com a sua natureza............................................. 54 Tabela 21: Recursos materiais existentes nas instituições............................. 55 Tabela 22: Recursos materiais existentes nas instituições governamentais........................... 122 Tabela 66: Média de recursos materiais nas instituições de tratamento........................................................................................................................................................... ........................... 75 Tabela 38: Previsão de capacitação externa em relação à natureza da instituição............................................................ 98 Tabela 48: Motivo para busca de atendimento de acordo com a natureza da instituição....................... ............. 123 Tabela 67: Recursos materiais disponíveis nas instituições governamentais................................................... 119 Tabela 63: Existência do conselho antidrogas/entorpecentes no município na percepção do dirigente de acordo com a natureza da instituição ........................................................................................ 73 Tabela 37: Natureza da instituição em relação à freqüência de capacitação. ...................................................................................................................................................................................... 96 Tabela 46: Freqüência de visitas da família de acordo com a natureza da instituição...................... 53 Tabela 20: Natureza da instituição em relação ao registro no Conselho Estadual...........

.......................... 228 Tabela 134: Natureza das instituições e a formação acadêmica da equipe de ensino e/ou pesquisa........................................................................................................................................................................................................... 170 Tabela 95: Público-alvo das atividades de acordo com a natureza da instituição................................... 178 Tabela 102: Acesso da população atendida de acordo com a natureza da instituição........................................................ 143 Tabela 84: Tipo de capacitação externa previsto de acordo com a natureza das instituições................................... 207 Tabela 126: Tipo de capacitação externa prevista nas instituições quanto à sua natureza................................... 165 Tabela 91: Apoio local à Redução de Danos de acordo com a natureza da instituição........................................................................................... 171 Tabela 96: Ano de funcionamento quanto à natureza da instituição............. 195 Tabela 116: Dedicação do dirigente à instituição quanto à sua natureza................................................................................................................................................... .. 136 Tabela 77: Quantidade média de trabalhadores de acordo com a categoria profissional......................................................... 164 Tabela 90: Parcerias estabelecidas de acordo com a natureza das instituições........................ 138 Tabela 79: Quantidade média de trabalhadores por categoria profissional nas instituições não-governamentais............................... 196 Tabela 117: Motivação do dirigente da instituição de Redução de Danos quanto à sua natureza........................ 139 Tabela 80 Previsão de capacitação de acordo com a natureza das instituições .................... 185 Tabela 107: Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes quanto à sua natureza...................................... 188 Tabela 110: Média de recursos materiais nas instituições não-governamentais de RD...................................................................... 187 Tabela 109: Quantidade média de recursos materiais nas instituições governamentais de RD.....................................201 Tabela 120: Média de profissionais das instituições governamentais por categoria......... 229 298 .................................................. 177 Tabela 101: Média mensal de atendimentos de acordo com a natureza a instituição................................................................ 195 Tabela 115: Exercício de atividade remunerada fora da instituição quanto à sua natureza....................................................................... 174 Tabela 98: Localização da instituição de Redução de Danos quanto à sua natureza...... 200 Tabela 119: Média de profissionais por categoria.......................................... 194 Tabela 114: Remuneração do dirigente quanto à natureza da instituição. 192 Tabela 113: Escolaridade do dirigente de acordo com a natureza da instituição .... 145 Tabela 85: Parcerias estabelecidas pelas instituições........................................................................................ 202 Tabela 121: Média de profissionais das instituições não-governamentais por categoria........ 143 Tabela 83: Previsão de capacitação externa de acordo com a natureza da instituição... ...................................................................................................... 140 Tabela 81: Atividades de capacitação desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição...........................................................................184 Tabela 106: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições quanto à sua natureza................ 208 Tabela 127: Participação das instituições em eventos científicos e de mobilização social quanto à sua natureza............................. 205 Tabela 124: Freqüência de capacitação nas instituições de Redução de Danos quanto à sua natureza...................... 204 Tabela 123: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de Redução de Danos quanto à sua natureza ........................................................................................................... ....... 180 Tabela 104: Articulação das instituições de acordo com a natureza das instituições..................................... 175 Tabela 99: Sexo da população atendida de acordo com a natureza da instituição..................................................................................................................................................................... 179 Tabela 103: Procedência dos encaminhamentos de acordo com a natureza da instituição.................. .................................................................................. 137 Tabela 78: Quantidade média de trabalhadores de acordo com a categoria profissional nas instituições governamentais................................... 183 Tabela 105: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município na percepção do dirigente de acordo com a natureza da instituição .............................................................................................................Anexo Tabela 76: Participação dos dirigentes em conselhos de acordo com a natureza da instituição.......... 203 Tabela 122: Previsão de capacitação de acordo com a natureza da instituição............................................................................................ ............................................................................ 167 Tabela 93: Perfil do redutor de danos de acordo com a natureza da instituição............................................................................. 168 Tabela 94: Forma de contratação dos profissionais de acordo com a natureza da instituição........................................... 198 Tabela 118: Participação dos dirigentes das instituições de Redução de Danos em conselhos quanto à sua natureza...................... 227 Tabela 133: Natureza da organização e a existência de publicações divulgadas no Portal do OBID............................ 206 Tabela 125: Previsão de capacitação externa nas instituições de Redução de Danos quanto à sua natureza....................................................................................... .......................... 159 Tabela 88: Atividades de Redução de Danos de acordo com a natureza da instituição........... ........................................................................................................................................................................ 141 Tabela 82: Freqüência de capacitação de acordo com a natureza das instituições........................................................ ......................................................................223 Tabela 129: Natureza da organização e assuntos abordados por instituições de ensino e/ou pesquisas.................................226 Tabela 132: Natureza da organização e a forma de divulgação das publicações...............................192 Tabela 112: Sexo do dirigente das instituições de Redução de Danos quanto à sua natureza............................. 166 Tabela 92: Resistência da comunidade às atividades de RD desenvolvidas de acordo com a natureza das instituições.............................. 162 Tabela 89: Local de realização de atividades de Redução de Danos acordo com a natureza da instituição........................................................................................................................................................................ 209 Tabela 128: Natureza das instituições e as atividades realizadas................................................................................................... 176 Tabela 100: Faixa etária do público-alvo atendido pela instituição de Redução de Danos quanto à sua natureza.. ................................146 Tabela 86: Parcerias realizadas pelas instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões relacionadas ao consumo de álcool e outras drogas para a promoção de atividades de Redução de Danos ........... 155 Tabela 87: Atividades desenvolvidas de acordo com a natureza da instituição.................................................. 225 Tabela 131: Natureza das instituições e a existência de publicações................................................................................................................................................................................................................................. 186 Tabela 108: Quantidade média de recursos físicos e materiais nas instituições de RD.................................................................. 189 Tabela 111: Idade do dirigente quanto à natureza da instituição................................................................................................ 173 Tabela 97: Abrangência das atividades de acordo com a natureza da instituição........................................................ ............................................. 224 Tabela 130: Natureza das instituições e o apoio para ensino e/ou pesquisa...........................

.................................................................. 255 Tabela 155: Previsão de capacitação nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza..................................................................................................................................... ............. 261 Tabela 160: Participação das instituições em eventos científicos e de mobilização social quanto à sua natureza ..... 237 Tabela 141: Abrangência das atividades da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto a sua natureza............................ ................... na percepção do dirigente...................... ...............230 Tabela 136: Natureza da organização e o público pesquisado.. ................... 238 Tabela 142: Localização da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza..................................................................................................... 258 Tabela 157: Freqüência de capacitação nas instituições de ensino e/ou pesquisa........................ quanto à sua natureza............. 242 Tabela 144: Existência do Conselho Antidrogas/Entorpecentes no município.................................231 Tabela 137: Natureza das instituições e as atividades de ensino............. ........... 245 Tabela 147: Idade do dirigente quanto à natureza da instituição.................. ....................................234 Tabela 138: Natureza das instituições e a modalidades de ensino...................................................... 254 Tabela 154: Participação dos dirigentes das instituições de ensino e/ou pesquisa em conselhos quanto à sua natureza................................................................ 262 299 .... 259 Tabela 158: Previsão de capacitação externa nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza........................................................................................................................................................ 250 Tabela 150: Remuneração do dirigente da instituição quanto à sua natureza....................................243 Tabela 145: Registro no Conselho Municipal Antidrogas/Entorpecentes das instituições quanto à sua natureza..... ........................................................ 260 Tabela 159: Tipo de capacitação externa previsto nas instituições quanto à sua natureza...................................... 252 Tabela 153: Motivação do dirigente da instituição de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza................. 257 Tabela 156: Atividades de capacitação desenvolvidas nas instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza................. ......... Tabela 135: Natureza da instituição e o tipo de pesquisa realizada....................................................................... .................235 Tabela 139: Natureza da organização e o público-alvo das instituições de ensino............................. 236 Tabela 140: Ano de criação de acordo com a natureza das instituições de ensino e pesquisa........................................Mapeamento das instituições governamentais e não-governamentais de atenção às questões ........................................... ................. 248 Tabela 149: Escolaridade do dirigente das instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza...................................................................................................... 251 Tabela 151: Exercício de atividade remunerada fora da instituição quanto à sua natureza................ 244 Tabela 146: Registro da instituição no Conselho Estadual Antidrogas/Entorpecentes quanto à sua natureza .......................... ................. 239 Tabela 143: Articulação das instituições de ensino e/ou pesquisa quanto à sua natureza.................................................................... 251 Tabela 152: Dedicação do dirigente à instituição quanto à sua natureza .......................................247 Tabela 148: Sexo do dirigente das instituições de tratamento quanto à sua natureza..................................................................... quanto à natureza da instituição.....................................................................................................