PROGRAMA DE DISCIPLINA NOME DA DISCIPLINA: TÓPICO ESPECIAL EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTADO E ATORES SOCIAIS As redes nas ciências sociais

: perspectivas teóricas e metodológicas PROFESSORA RESPONSÁVEL: CLAUDIA JOB SCHMITT

CÓDIGO: IH 1519 CRÉDITOS: 3 créditos DIA: 5a FEIRA HORÁRIO: 9:00 – 13 horas

( ) Obrigatória Mestrado CATEGORIA ( ) Fundamental Mestrado (X) Específicas de linha de pesquisa

( ) Obrigatória Doutorado ( ) Fundamental Doutorado ( ) Laboratórios de Pesquisa

OBJETIVO DA DISCIPLINA:  Discutir diferentes perspectivas de análise que trabalham com a noção/conceito de rede, seja como uma analogia heurística, seja como uma ferramenta metodológica, explorando suas aplicações no estudo de diferentes temas direta ou indiretamente relacionados à agricultura e ao mundo rural.  Explorar questões-chave do debate contemporâneo das ciências sociais situando, nesse contexto, as abordagens relacionais que se utilizam da noção/conceito de rede. EMENTA: A noção de rede é hoje amplamente utilizada, tanto no âmbito das ciências sociais como em outros contextos disciplinares. Operando como um cristalizador de múltiplos significados, tem sido pensada, simultaneamente, como uma perspectiva teórica e metodológica de análise dos processos sociais e como uma matriz técnica, capaz de articular diferentes elementos no tempo e no espaço, configurando-se como um objeto de estudo. A disciplina busca, em um primeiro momento, estabelecer os nexos existentes entre o emprego dessa noção/conceito e algumas das questões centrais que organizam o debate contemporâneo das ciências sociais, particularmente da sociologia. São discutidas, a seguir, diferentes abordagens teóricas e metodológicas sobre as redes e sua aplicação na análise e interpretação do mundo rural. Entre os temas trabalhados destacam-se: redes, atores e desenvolvimento rural; redes sociais e mercados; aplicações da análise de redes ao estudo das políticas públicas ligadas à agricultura e ao mundo rural; redes, espaço, poder e território; redes e movimentos sociais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Seção 1: Situando as redes no debate contemporâneo das ciências sociais Aula 1 (15/03): A noção de rede nas ciências sociais: uma introdução Bibliografia obrigatória

1

In: ___________. Howard S. Contributos para uma discussão do conceito de rede na teoria sociológica. Aula 2 (22/03): Das “substâncias” aos processos: abordagens relacionais nas ciências sociais e suas implicações teóricas e metodológicas Bibliografia obrigatória CORCUFF. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. As novas sociologias. Seção 1 (Falando da Sociedade) e Seção 2 (Representações da sociedade como produtos organizacionais). Sociologie des réseaux sociaux. p. J. 2009. estéticas e políticas da comunicação. 2004. Porto Alegre: Sulina. EMIRBAYER. n. jun. Karin and CICOUREL.como tudo está conectado e o que isso significa para os negócios. Linked: a nova ciência dos networks. In: KNORR-CETINA.BARABÁSI. Mustafa. 1981. IN: SCHNEIDER. São Paulo: Editora Perspectiva.and macro-sociologies. A economia das trocas simbólicas.) Os atores do desenvolvimento rural: perspectivas 2 . Novas dimensões filosóficas. n. Oficina do CES. Pierre. IN: PARENTE. van der. sept.. 17-37. (org. MUSSO. D. Heterogeneidade. Norman. p. Paris: Éditions la Découverte. Advances in social theory and methodology. Falando da sociedade: ensaios sobre as diferentes maneiras de representar o social. Karin. Revista Brasileira de Ciências Sociais. 3-25. 157-161. Manifesto for a relational sociology. American Journal of Sociology. M. 115-126. p. Laurent. MARQUES. no 271. 281-317. Une science de la vie ensemble dans le monde. Eduardo. Construções da realidade social. Albert-László. Março de 2007. Bibliografia complementar PORTUGAL. Barueri: Editora Leopardo. v. André. Introduction: the micro-sociological challenge of macro-sociology: towards a reconstruction of social theory and methodology. v. Tramas da rede. Boston/London and Henley: Routledge and Kegan Paul. La Découverte – Revue du Mauss. 2007. 2001. 22. Sílvia. 1987. V. 64. 1-42. Toward an integration of micro. Condição de classe e posição de classe. Parte 1. MERCKLÉ. Aula 3 (29/03): Abordagens micro e abordagens macro: um diálogo possível? Bibliografia obrigatória: KNORR-CETINA. n. 2009. 2011. e GAZOLLA. LONG. 1-36 BECKER. Phillippe. 24. Pierre. S. p. A. 2004. PLOEG. A filosofia da rede. ator e estrutura: para a reconstituição do conceito de estrutura. relações sociais e ciências. p. Bauru-SP: EDUSC. p. THÈVENOT. Pierre. 103. Bibliografia complementar BOURDIEU. p.2. Os mecanismos relacionais. 1997.

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Hermès. sociedade e cultura. Éric. P. PYYHTINEN. 4 . e LUCKMAN. p. 2005. 1985.497-506). Dossiê Norbert Elias. 159195. Bibliografia complementar ELIAS. Being-with: George Simmel’s sociology of association. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. 21-47) e Conclusão: a sociedade em rede. 1971. Norbert. 26. p. Jan. On individuality and social forms: selected writings. Rio de Janeiro: Zahar Editores. March 2009. Simmel et Elias. n. p. Sociologie des reseaux sociaux et psychologie sociale: Tarde. O poder da identidade. 1. The meaning structure of social networks. Peter I. p. Communication power. Manuel. Elias e Simmel. São Paulo: Paz e Terra. A era da informação: economia. Alfred. Olli. São Paulo: Paz e Terra. Oxford / New York: Oxford University Press.). 5. Chicago and Londons: The University of Chicago Press. Seção 2: Abordagens teóricas e metodológicas sobre as redes Aula 7 (03/05): A “Sociedade em Rede” de Manuel Castells Bibliografia obrigatória CASTELLS. 89-111. Capítulo 1 e Capítulo 2. Culture and Society. (org. 1970. A era da informação: economia. p. IN: ___________. 108-128. 2. Manuel. p. Bibliografia complementar: BERGER. Introdução. A construção da realidade social. (p. p. Aula 6 (19/04): A construção social da realidade FUHSE. SIMMEL. 2001. Bibliografia complementar CASTELLS. Manuel. 2009. 1994. SCHUTZ. 41-50. 27. WAIZBORT. v. 1999. CASTELLS. 41. Chapter 1 – Power in the network society. Sociological Theory.LETONTURIER. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 11-142. Thomas. Fenomenologia e relações sociais. sociedade e cultura. v. v. 10-53. 2006. Prólogo (p. Theory. n. A sociedade em rede.5173. Leopoldo. 1. Petrópolis: Vozes. A sociedade dos indivíduos. 3-71. v. Georg.

n. 53-91. Luc. 2009. Sociologie du Travail. The practice turn in contemporary theory. 43. (ver tradução em português) BOLTANSKI. L. O Império do Sentido: a humanização das ciências humanas. 1999. The New Spirit of Capitalism. E. v. Oxford-UK and Cambridge-USA: Blackwell. DOSSE. os negócios e a sociedade. Institute for Advanced Studies. Critique et pragmatique en sociologie: quelques príncipes de lecture. Bob. 427-449. John. 161-188. SAVIGNY. T. p. São Paulo: Editora Martins Fontes. 1994. Organizing modernity. et al. Paris. Bibliografia complementar BENÁTOUÏL. p. 2003. A ética protestante e o espírito do capitalismo. p. The Brave New World of Manuel Castells: what on earth (or in the ether) is going on? Development and Change. v. 1985. Introduction. Nicholas. International Journal of Politics. 281-317. 2003.CASTELLS. Rio de Janeiro: Zahar. O Novo Espírito do capitalismo. 1999. 4.. n. Pragmatic sociology as cultural sociology: beyond repertoire theory? European Journal of Social Theory. JESSOP. WATERMAN. Lancaster University. GADREY. Eve. The knowledge based economy. Manuel. 6.p.T. Culture and Society. p. Aula 9 (17/05): A teoria do Ator-Rede: uma introdução Bibliografia obrigatória LAW. Anné 2000. Peter. São Paulo: Livraria Pioneira Editora. 389-421. (Leitura comum para todos). CHIAPELLO. Introdução e Capítulo II. Reseaux. E. 56-73. CHIAPELLO. Bauru-SP: EDUSC. p. K. KNORR-CETINA. p. 30. Paper prepared for Naked Punch. GARHAM. p. Forthcoming early 2008. R. IN: SCHATZKI. A galáxia da internet: reflexões sobre a internet.. 18. THEVENOT. Laurent. Ilana F. HATCHUEL. Annales. 357-380. WEBER. CHIAPELLO. A. 02. n. François. . 2001. 130. 101. J. 5 . BOLTANSKI. Le nouvel esprit du capitalism. 62-69. Luc. 18. v. SILBER. Eve. Aula 8 (10/05): As redes e o “Novo Espírito do Capitalismo” Bibliografia obrigatória BOLTANSKI. p. 2005. La théorie de la société de l’information em tant qu’idéologie: une critique. Pragmatic regimes governing the engagement with the world. n.. London/New York: Routledge. 2001. Max. Histoire Sciences Sociales. von.

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Ponencia presentada a la sécción “Agrarian and Rural Life” de LASA. n.es/ Aula 12(06/06) – Redes e políticas públicas ADAM. Emily. 8 . Nas redes da conservação: políticas públicas e construção social das microbacias hidrográficas.net/~ckadushin/Texts/Basic% 20Network%20Concepts. MARQUES.earthlink. Redes sociais e poder no Estado brasileiro: aprendizados a partir das políticas urbanas. 2000.Tanja A.cws_home/505596/description#description Redes – Revista Hispana para el Analisis de Redes Sociales http://revista-redes. Tese (Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento). Universidade Federal do Paraná. Eduardo César. Paul A. 2005. Charles. MARTÍNEZ. RHODES. IN: CURAPP. In: KADUSHIN.com/wps/find/journaldescription.KADUSHIN. COURT. August. Consultado em julho de 2009. Julius. Charles. Martin. LASCOUMES. Boulder: Westview Press. Bibliografia complementar BORZEL. GOODIN. Hanspeter. The network approach. fev. 1999. W.pdf. In: MORAN. Chapter 20. In: SABATIER. Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento. 2007. Una aproximación desde el análisis de los “policy networks”. 21. London: Overseas Development Institute. PERKIN. José Ignacio P.org/ Social Networks. 1996. p. A. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Pierre. Vanessa. Working Paper 252.elsevier. KRIESI. 15-41. 325338. Networks and policy processes in international development . La gouvernabilité. REIN.insna. 60. February. acción colectiva y política agrícola en Bolívia y Peru. Some basic network concepts and propositions. P. 1999. 2006.rediris. Paris: PUF. Policy networks analysis. An International Journal of Structural Analysis http://www. Rendre gouvernable: de la “traduction au transcodage”: l’analyse des processus des changement dans lês réseaux d’action publique. Silke. FLEISCHFRESER. R. Michael. Introduction to social network theory. Empresários. v. Disponível no site: http://home. Sites relacionados à Análise de Redes Sociais: International Network for Social Network Analysis http://www. Curitiba: UFPR. 2004. ¿Qué tienen de especial los policy networks? Explorando el concepto y su utilidad para el estúdio de la gobernación europea. draft. Theories of policy process.

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MARSDEN. REMMERS. WHATMORE. Bibliografia complementar: BUTTEL. 41. Con cojones y maestria: un estúdio sociológico-agronómico acerca del desarollo rural endógeno y procesos de localización en la Sierra de la Contraviesa (España). van der. Agricultores familiares. John. n. PLOEG. 3-16. Camponeses e impérios alimentares: lutas por autonomia e sustentabilidade na era da globalização. mercados e valores. John. Chapecó: Argos Editora Universitária. In: PORTO. Redes. Sociologia Ruralis. Globalising food: agrarian question and global restructuring. van der. Tom. David and WATTS. J. Terry. In: WILKINSON. p. cadeias de valor global e redes de produção global. Unfolding webs: the dynamics of regional rural development. J. Poder e Território Bibliografia obrigatória: 10 . Jonathan. In: PLOEG. 107-132. In: PLOEG. Maria Stela Grossi e DWYER. Networks – a new paradigm for rural development? Journal of Rural Studies. Gaston. In: GOODMAN. 2008. In: REMMERS. GOODMAN. Sociologia Ruralis. 407-419. p. p. Rural Europe Redux? Reflections on Alternative Agro-Food Networks and Paradigm Change. 1997. p. D. 165-181. London and New York: Routledge. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 287-303. Parmalat: um exemplo europeu de um império alimentar. D. Lorraine. 2006. D. Michael. Luiz Carlos. n. Aula 14 (21/06) – Redes atores e desenvolvimento rural: entre o local e o global Bibliografia obrigatória: MURDOCH. p. Sobre la localización del desarollo rural. 319-345. John. Some reflections on the late twentieth century agrarian political economy. WILKINSON. 16. Parte II. A teoria do Ator-Rede e economia política: do atrito à convergência via redes sociais. 2004. v. p. J. 85-122. PLOEG. 2005. Aula 15 (28/06) – Redes. 2000. v. . Porto Alegre: Editora da UFRGS. Friederich H. Espaço. agroindústrias e redes de desenvolvimento rural. 2008. n. MIOR.WILKINSON. 2008. Porto Alegre: Editora da UFRGS. Jan Douwe van der et al. Assen: Var Gorcum. Gaston. David. Chapter 1. Enfoques analíticos para analisar a agricultura familiar. Towards a framework for understanding regional rural development. 44. 1. convenções. 1-28. Amsterdam: Thela Publishers Amsterdam. Sarah and THORNE. 1998. van der. Sociologia e realidade: pesquisa social no século XXI. Nourishing networks: alternative geographies of food. 2. p. 2001.

n. Outras possibilidades de temas a serem debatidos: redes e capital social. Segurança. 1. HETHERINGTON. 1998. Iván G. 2008. 17. territories and rescaling. 96. v. fev. 11 . Maria de Nazareth Baudel. população. 179191. In: ___________. n. jan. Brasília: Universidade de Brasília. 24-62. MURDOCH. LAW. Bibliografia complementar: DUPUY. The spaces of network theory. Rogério.ar/ ar/libros/brasil/cpda/estudos /quinze/nazare15. 7. 1987. no 322. SCHNEIDER. METODOLOGIA DAS AULAS: leitura e discussão de textos. p. G. Cambridge Review of International Affairs. On-line papers. São Paulo: Martins Fontes. 2004. 2009. Sérgio e TARTARUGA. Michel. SCHNEIDER. n. Ciências sociais. P. Disponível para download em: http://bibliotecavirtual. 2000. spacialities. Department of Sociology. FOUCAULT. Campo-Território: revista de geografia agrária. Aula de 11 de janeiro de 1978. Graal. A emergência de uma nova ruralidade nas sociedades modernas avançadas – o “rural” como espaço singular e ator coletivo. p. April. 35-374. 2007. Disponível em: http://www. O mito da desterritorialização: do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. exposições orais organizadas pela professora. território. V. SWYNGEDOUW. Kevin. v. p. Revista de Ciências Sociais. v. University of Lancaster. globalities. redes na antropologia. a depender das características da turma. p.4. n. 4. p. Materialities. Microfísica do poder. 2002. ruralidade e territórios: em busca de novas referências para pensar o desenvolvimento. out. v.clacso. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade . John.ac. Jonathan. Geoforum. 01 e 02. trabalho final da disciplina. Globalisation or “Glocalisation”? Networks. Série Antropologia. 23. 2004. FORMA DE AVALIAÇÃO: trabalhos escritos individuais (reflexão a partir das leituras). Sérgio. Annales de Géographie. 658 – 679.htm. P.org. 538.-dez.uk/fass/sociology /papers/law-hetherington-materialities-spatialities-globalities. 1979. Território e abordagem territorial: das referências cognitivas aos aportes aplicados à análise dos processos sociais rurais. Erik. 279-336.pdf LITTLE. 1999. WANDERLEY. Estudos Sociedade e Agricultura. n.HAESBAERT. 3-30. Rio de Janeiro: Ed. 29. seminários. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. p. 15. redes e conhecimento. Vers une théorie territoriale dês réseaux: une application au transport urbains. n. Paul. 99-117.lancs.

BIBLIOGRAFIA: 12 .

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