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Unidade Operacional CISS- Jose Bento Nogueira junqueira

PINTOR DE OBRAS

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Presidente da FIEMG Olavo Machado Júnior Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica Diretor Regional do SENAI e Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Lúcio José de Figueiredo Sampaio Gerente de Educação Profissional Edmar Fernando de Alcântara Gerente de Tecnologia e Inovação José Eustáquio Drumond Gerente de Coordenação Operacional Luiz Eduardo Notini Greco

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...Sumário PREFÁCIO........................TEORIA DAS CORES..................................... IV............ORÇAMENTO....................................................... XIV.............. I.......................................................................................... PVA....................................................................SEGURANÇA.....REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...........A TINTA............. XV.............................................................................................................. IX..............................ENVERNIZAR SUPERFÍCIE DE MADEIRA................................................................................................ XIII..... XII................... X.......................ESQUEMAS DE APLICAÇÃO DE PINTURA..............................APLICAÇÃO DE TINTA LÁTEX...................CAIAÇÃO............................................................................................................................... VIII.........................................DEFEITOS DE PINTURA....... VI..................................................................PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE...................... ACRÍLICA................. III................................................................................................... VII............................................................................. V.....FERRAMENTAS UTILIZADAS PELO PINTOR....................... XI.....CARACTERÍSTICAS DAS TINTAS.... 04 05 05 06 10 12 13 14 16 19 19 22 25 35 36 37 ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 4 ................................................ II...........CÁLCULO TÉCNICO..APLICAÇÃO DE MASSA CORRIDA...

é tão importante quanto zelar pela produção de material didático. amplia-se e se multiplica a cada dia. educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência: “formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo. tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos. coleta. com iniciativa na resolução de problemas. instrutores e alunos. com conhecimentos técnicos aprofundados. aguçar a sua curiosidade. contidas nos materiais didáticos. especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção. Para o SENAI. empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada ”. cuidar do seu acervo bibliográfico. por meio dos diversos materiais didáticos. e consciente do seu papel formativo. tão importantes para sua formação continuada! Gerência de Educação e Tecnologia ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 5 . da conexão de suas escolas à rede mundial de informações – Internet . da sua infovia. pensar na chamada sociedade do conhecimento”. fazem com que as informações. na sua área tecnológica.Prefácio “Muda a forma de trabalhar. flexibilidade e criatividade. responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos conhecimentos. sabe disso. agir. nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI. Uma constante atualização se faz necessária. O SENAI deseja. Isto porque. O conhecimento. Peter Drucker O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais. sentir. maior rede privada de educação profissional do país. nos embates diários. Vivemos numa sociedade da informação. O SENAI. disseminação e uso da informação.

fungicidas e outros. Exemplos: acrílica. enquanto os inertes ou cargas (cadim. como veremos a seguir.ADITIVOS: São compostos que entram em pequena quantidade na formulação de uma tinta.CARACTERÍSTICAS DAS TINTAS 1) ESTABILIDADE O conteúdo de uma lata de tinta deve tornar-se homogêneo através de uma simples agitação manual. ligantes). Acima de tudo. dureza. influenciam na secagem e nas propriedades gerais das tintas. Entre os solventes mais comuns estão a água. empedramento. Portanto. Podem ser divididos em dois grandes grupos: ativos e ionertes. plastificantes. consistência e outras características. Caso contrário a tinta não possuí boa estabilidade devida a uma formulação deficiente ou um tempo de armazenagem excedente da validade. para facilitar a fluidez dos veículos e das tintas prontas na fase de enlatamento. de pigmentos. aguarrás. Além disso. Uma tinta pode ter vários pigmentos. vamos conhecer superficialmente o seu principal elemento. As tintas. xilol e outros. maresia e outros agentes. molhantes. coagulação.RESINAS: resinas são líquidos aglomerantes (aglutinantes. etc. Os aditivos mais comuns são os secantes. bactericidas. álcoois. É a tinta também que torna um ambiente mais bonito. Geralmente são produtos químicos sofisticados. Os pigmentos ativos conferem cor e poder de cobertura à tinta. ou seja: facilitar o empastamento dos pigmentos.I-A TINTA Como diz o velho ditado. a tinta. mica e quartzo) se encarregam de proporcionar lixabilidade. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 6 . para regular a viscosidade da pasta de moagem. 1. O usuário emprega o solvente para adequar a tinta às condições de pintura. na distribuição da luz e na higiene do local. separação de pigmentos ou formação de nata. A classificação das tintas se faz muitas vezes em função da resina utilizada na fabricação. solventes e aditivos. engrossantes. chuva. anti-sedimentantes. 3. PVA. que deixa a tinta sem sedimentação.PIGMENTOS: os pigmentos são partículas (pó) sólidas e insolúveis. não devem apresentar mau cheiro ou exalar vapores tóxicos . são constituídas de resinas. antiespumantes. alastramento. alquídica 2. 4. que conferem trabalhabilidade à tinta (cobrimento uniforme) e promovem a formação de um filme (camada fina) sobre a superfície. capazes de modificar significamente as propriedades da tinta. epóx. sendo responsável pela formação da película protetora na qual se converte a tinta depois de seca. além de ser um importante elemento na decoração. com alto grau de eficiência. antes de falarmos de pintura. cetonas. II. As latas não devem estar estufadas e quando abertas. o melhor artesão é aquele que conhece bem as suas ferramentas. nitrocelulósica. a tinta deve proteger as superfícies contra a ação do sol.SOLVENTES: São utilizados pelo fabricante nas diversas fases da fabricação da tinta. mais alegre. visando a facilidade de aplicação. dispersantes. O veículo é constituído por resinas.

Devem ser obedecidas as recomendações de preparação correta da superfície e da sequência (esquema) de aplicação para alcançar uma boa durabilidade. nem tão lenta. que não permita uma fácil aplicação e nivelamento. COBERTURA é a capacidade da tinta em cobrir totalmente a superfície e depende da quantidade/qualidade de resina e de pigmentos. umidade e variação de temperatura. O RENDIMENTO é uma informação valiosa sobre o custo da pintura e é expresso em: área pintada com a quantidade de 1 litro de tinta (m2 /1 = metros quadrados por litro). vento. selando. Corrige-se. considerando a quantidade total de demãos necessárias. que não permita demãos posteriores num tempo conveniente. 5) SECAGEM Não deve ser tão rápida. de maneira que o rolo ou trincha deslizem suavemente sobre a superfície. chuva. 6) LAVABILIDADE As tintas devem ser laváveis. úmido/seco) b) o material/superfície a ser protegido. maresia.DEFEITOS DE PINTURA A grande maioria das causas das falhas de pintura são ocasionadas pelo preparo incorreto da superfície ou falha na aplicação do produto. convenientemente a superfície com FUNDO PREPARADOR DE PAREDES. Deve-se tomar cuidado com temperaturas fora da temperatura ambiente e a exposição direta ao sol e ao vento. 3) RENDIMENTO E COBERTURA A quantidade de tinta necessária para pintar 1m2 de superfície varia de tinta para tinta. A durabilidade da pintura também depende da escolha correta do tipo de tinta para: a) as condições de exposição (externo/interno. resistentes a ação de detergentes e água sanitária. que foram usados na formulação. por exemplo. as tintas aplicadas podem sofrer alterações. que pode prejudicar o processo de secagem. Alguns dos defeitos mais comuns encontrados em sistemas de pintura são os seguintes: CALCINAÇÃO É o desagregamento do filme que começa a soltar em forma de pó. III . 4) FACILIDADE DE APLICAÇÃO A tinta deve espalhar-se facilmente. A durabilidade depende da qualidade e quantidade de resinas e pigmentos utilizados na fabricação da tinta. É normalmente causada pela aplicação externa de um produto que é indicado apenas para interiores ou quando a tinta é aplicada sobre superfícies muito absorventes. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 7 . raios ultravioletas.2) DURABILIDADE Expostas à ação de sol.

aplicar o FUNDO PREPARADOR DE PAREDES. o mesmo poderá ser minimizado lavando-se por igual a superfície manchada sem esfregar. Para que este problema não ocorra. sendo causadas quando o produto é aplicado sobre reboco mal curado. deve-se aguardar a cura total do reboco por 30 dias e aplicar FUNDO PREPARADOR DE PAREDES para isolar a alcalinidade. com reforço de tela de nylon. Para evitar este fenômemo. SAPONIFICAÇÃO É notada por manchas e descascamento do filme. dando-lhes o formato em “V” . FISSURAS São causadas por tempo insuficiente de carbonatação da cal ou camada muito grossa de massa fina.EFLORESCÊNCIA São manchas esbranquiçadas que aparecem sobre a película de tinta. TRINCAS DE ESTRUTURA São causadas. normalmente de chuva. que promove a destruição das tintas PVA ou o retardamento da secagem das tintas sintéticas em virtude do produto ter sido aplicado sobre superfícies não curadas ou de alcalinidade excessiva para se evitar este problema. deve-se abrir mais a trinca com uma ferramenta apropriada que permita chanfrar as trincas. é necessário aguardar a cura total do reboco por 30 dias. deve-se realizar pinturas externas só quando existir uma razoável segurança. de um modo geral. DESCASCAMENTO ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 8 . por movimentos da estrutura. Para se corrigir. Para se corrigir este problema deve-se selar a superfície com FUNDO PREPARADOR DE PAREDES. com altas concentrações de sais. corrigir com reboco e a seguir regularizar a superfície com massa e aplicar camadas de TEXTURA ACRÍLICA. convenientemente diluído. escovar. eliminar eventuais infiltrações e. destacando-se da superfície juntamente com partes do reboco. devem ser corrigidas com massa acrílica. MANCHAS CAUSADAS POR PINGOS DE CHUVA Ocorrem quando as superfícies pintadas com tintas látex recebem pingos isolados. DESAGREGAMENTO É a destruição da pintura que começa a esfarelar. confirmando-se concentrações anormais de sais. antes que a tinta esteja completamente seca.

deverão ser raspadas e o serviço refeito. a seguir. MANCHAS AMARELADAS EM PAREDES E TETOS Normalmente são causadas por deposição de gorduras. deve-se aplicar um produto impermeabilizante (verniz fenólico). MANCHAS E RETARDAMENTO DE SECAGEM QUANDO DA TINTURA OU ENVERNIZAMENTO DE MADEIRAS São causadas normalmente pela migração das resinas naturais da madeira. deve-se remover a MASSA PVA e emassar a superfície com MASSA A ÓLEO. Para se corrigir este defeito deve-se raspar e escovar as partes soltas ou mal aderidas e. A superfície com este problema deverá ser lavada com uma solução de 10% de amoníaco em água ou com detergentes com este agente. BOLHAS NA REPINTURA Ocorre quando a tinta nova amolece a película da tinta velha causando sua dilatação. Elimina-se o problema selando a madeira previamente com verniz próprio ( 1 demão) ou thiner ( 2 demãos). aplicar o FUNDO PREPARADOR DE PAREDES. No caso de infiltrações. Para corrigir. eliminar eventuais infiltrações. aplicação da primeira demão de tinta sem diluição ou incorretamente diluída ou por preparo incorreto das superfícies.É causado quando a pintura é feita sobre superfície caiada. deve-se raspar o material fracamente aderido. Para corrigir este problema. deve-se procurar tintas novas compatíveis com as anteriormente aplicadas. TRINCAS E MÁ ADERÊNCIA EM MADEIRAS Causadas normalmente pelo uso inadequado de MASSA PVA. BOLHAS EM PAREDES INTERNAS Normalmente são causadas por incorreta diluição da tinta. BOLHAS EM PAREDES EXTERNAS Normalmente ocorre por aplicação de MASSA PVA ou por infiltrações de água. uso de MASSA PVA de baixa qualidade ou aplicação de tintas em superfícies com poeira. Para se evitar o problema. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 9 . em exteriores só utilizar MASSA ACRÍLICA. após a raspagem do material. as partes afetadas. óleo ou alcatrão sobre a película de tinta. selar a superfície com FUNDO PREPARADOR DE PAREDES e.

as tintas devem apresentar boa resistência a estes microorganismos. aplicando-se demãos nas espessuras recomendadas nos boletins técnicos e aguardando-se a cura total da primeira demão. selando massas ou primers muito absorventes antes da aplicação do acabamento e mantendo o ambiente com boa circulação de ar durante o processo de secagem. MANCHAS FOSCAS DESUNIFORMES NO FILME Normalmente são causadas por contaminação da superfície. algumas tintas não devem ser aplicadas sob luz solar. deve-se estar bem familiarizado com as informações técnicas do produto que podem ser obtidas nas embalagens ou boletins técnicos. sem nenhum tipo de contaminantes. MAU ALASTRAMENTO É causado por diluição insuficiente. utilização de solvente muito rápido ou aplicação de camadas muito finas. em ambientes fechados ou com pouca circulação de ar. SECAGEM DEFICIENTE Pode ser proveniente do incorreto preparo da superfície. aplicação em ambientes úmidos ou com baixas temperaturas. que contenha óleo. graxa ou ceras. Para sanar este problema. MOFO O aparecimento de mofo. Em condições normais. superfícies excessivamente alcalinas. fungos e algas é propiciado por ambientes excessivamente úmidos e/ou quentes. e que as condições ambientais sejam adequadas para a realização do trabalho de pintura. aplicação não uniforme. Corrige-se limpando bem a superfície. utilização de solventes muito lentos. com pouca circulação de ar ou pouco iluminados. Para se evitar este problema. certifique-se de que a superfície esteja bem curada.ESCORRIMENTO Pode ser causado por excessiva diluição. má aplicação. massas ou primers excessivamente absorventes. Também neste caso. repintura sobre a primeira demão ainda úmida ou temperatura ambiente muito baixa. A menor temperatura para realizar um bom trabalho é de 10 graus celsius e a umidade relativa do ar máxima de 85%. Corrige-se. que favorecem o desenvolvimento de microorganismos que se nutrem nas superfícies onde proliferam. ENRUGAMENTO Pode ser causado por aplicação de camada muito grossa. secagem sob luz do sol ou repintura sobre a primeira demão não convenientemente seca. a solução é estudar as informações técnicas do produto. Corrige____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 10 . aplicação em camadas grossas.

diluído com diluente. b) Partes soltas ou mal aderidas devem ser eliminadas. causando o descascamento. d) As imperfeições rasas da superfície devem ser corrigidas com Massa Acrílica ( em reboco externo) ou com Massa Corrida ( em reboco interno). o que demora cerca de 28 dias. embolhamento. a) A superfície deve estar firme ( coesa ). constatando-se a existência de partículas soltas (grãos de areia). Este produto aumenta a coesão da superfície. CUIDADOS FUNDAMENTAIS PARA CASOS ESPECÍFICOS DE PINTURA Pintura sobre reboco Antes de iniciar a pintura sobre um reboco novo. g) Deve-se eliminar qualquer espécie de brilho. enxaguar a superfície. sem a qual este tende a esfarelar-se sob a película da tinta. IVPREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE Um bom trabalho de pintura começa sempre pela correta preparação da superfície. Neste caso. recomenda-se aplicar uma demão de FUNDO PREPARADOR DE PAREDES. gordura. aguarde até que o mesmo esteja seco e curado. limpa. provavelmente a pintura descascará. raspando-se ou escovando-se a superfície. saponificação. Seguir toda a instrução do fabricante do produto. sem poeira. calcinação e eflorescência. Em seguida. aqui estão alguns cuidados que devem ser rigorosamente observados. seca. f) Partes mofadas devem ser lavadas com uma solução 1:1 de água sanitária. Por isso. fato que pode ser verificado ao esfregar-se a mão sobre o reboco. fixando as partículas soltas. sabão ou mofo. e) Manchas de gordura ou graxa devem ser eliminadas com água e detergente. usando-se uma lixa de grana adequada. Se a tinta for aplicada sobre o reboco mal curado. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 11 . Reboco fraco (pouco cimento) apresentam superfícies pouco coesas.se o problema lavando a superfície com uma solução de água sanitária diluída 1:1 com água potável. na proporção de 1:1. e a seguir repintando a superfície. porque a impermeabilidade da tinta dificultará a saída da umidade e as trocas gasosas necessárias à carbonação (cura) do reboco. c) Profundas imperfeições da parede devem ser corrigidas com reboco.

b) Lixar para eliminar as farpas e dar acabamento na madeira. com a raspinha de aço. sucupira. óleos. recomenda-se: • Remover completamente a tinta antiga com removedor ( Tinta esmalte. com diluição de até 30% de diluente. Pintura sobre superfícies já pintadas Quando a pintura estiver em boas condições. e) Após a secagem. Na repintura sobre madeira é suficiente lixar a superfície se for madeira resinosa (peroba.Pintura sobre madeira Na primeira pintura sobre madeira recomenda-se: a) Raspar as superfícies muito irregulares. ou aplicar uma demão do verniz de acabamento. 2. ou utilizando um líquido desoxidante. d) Corrigir as imperfeições com Massa a Óleo. dependendo da absorção da superfície. ipê.Aplicar uma demão de Zarcão Universal e dar o acabamento. para garantir uma perfeita aderência do sistema de pintura. lixar levemente para nivelar e aplicar o acabamento. que após 20 minutos. bem diluído com aguarrás. Após a secagem. • Aplicar um primer de ancoragem. aplicar uma demão de Fundo Óxido de Ferro e dar o acabamento. Pintura sobre ferro Na primeira pintura sobre ferro recomenda-se: a) Superfícies novas. verniz e tinta a óleo) ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 12 . gorduras e outros contaminantes. deverá ser removido a superfície com aguarrás. mogno) aplicar verniz para combater a resina da madeira. c) Aplicar uma demão de Fundo Branco Fosco. Pintura sobre alumínio Recomenda-se: • Limpar a superfície com solventes para eliminar graxas. recomenda-se: *0 Fosquear *1 Retirar toda a poeira da superfície *2 Aplicar a tinta de acabamento escolhida. Na repintura. usando lixa ou escova de aço. elimina-se a ferrugem e aplica-se Zarcão Universal apenas nas partes em que a superfície metálica ficou exposta. eliminar o pó e aplicar o acabamento. lixar novamente. b) Superfícies enferrujadas: 1. sem indício de ferrugem: fazer a limpeza da superfície com aguarrás. Em superfície interna recomenda-se aplicar uma demão de Seladora para Madeira.Remover totalmente a ferrugem. Quando a pintura estiver em más condições.

feito isso iniciar o próximo lance sendo que esse poderá ser do meio para cima ou do lado da parede já emassada. aplicando-a com rolo. e) Não utilize massa corrida diluída com água. deve-se raspar/escovar toda a superfície. c) Nunca utilize a cal como fundo para pintura. d) Em superfícies externas utilize sempre verniz ou esmalte brilhante. b) Nunca aplique massa corrida em superfícies externas. de baixo para cima. 2º) Encostar a desempenadeira na parede. OBS: VER CAPÍTULO III . Os passos da aplicação da massa são: 1º ) Colocar duas ou três porções de massa na desempenadeira usando a espátula. nem aplique tinta diretamente sobre paredes caiadas.• • • • Procurar remover todo o resto de removedor da superfície através de Thinner Lixar a superfície Retirar toda a poeira Aplicar as demãos de tinta de acabamento. recomenda-se aplicar uma demão de Fundo Preparador de Paredes diluído com diluente na proporção 1:1 ou seja. RECOMENDAÇÕES GERAIS a) Antes de pintar qualquer superfície. que possam transportar poeira ou partículas em suspensão no ar.DEFEITOS DE PINTURA Pintura sobre superfícies caiadas Recomenda-se: • raspar. Ou ainda quando da ocorrência de ventos fortes. eliminando-se a cal tanto quanto possível.50 por 1. • Aplicar as demãos de tinta de acabamento. certifique-se de que ela esteja preparada de acordo com as recomendações dadas e que a tinta escolhida seja apropriada ao tipo da superfície.APLICAÇÃO DE MASSA CORRIDA Aplicar a massa corrida com a desempenadeira. terminando a parte inferior. f) Pinturas em superfícies externas devem ser evitadas em dias chuvosos ou quando houver condensação de vapor de água na superfície a ser pintada. Antes. volumes iguais. como se fosse uma tinta de fundo. Estes produtos são mais resistentes do que os foscos (Porém apresenta os defeitos da superfície). Depois. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 13 . formando um ângulo de 450 aproximadamente. a um lance de 1. V . iniciar a parte superior até o teto. lixar e escovar toda pintura à cal.50m até o meio da parede. Observação: O normal é aplicar a massa em toda a parte inferior da parede. Use Massa Acrílica nestas superfícies. retirando todo o pó da cal • aplicar FUNDO PREPARADOR DE PAREDES.

para obter o resultado desejado. que deverá ser feito com a trincha. aplicar massa corrida PVA Aplicar camadas finas de massa. 7º) Cada novo lance deve cobrir a metade da passada anterior. num recipiente maior. e mexer com um bastão de madeira quadrado ou retangular. 7) Colocar um pouco de tinta na lata menor para a pintura dos cantos. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 14 . 5º) Alisar o resto do lance manejando a desempenadeira de baixo para cima. 8º) Repetir os lances até emassar toda superfície. VI- APLICAÇÃO DE TINTA LÁTEX. Adicionar a quantidade de água indicada no rótulo da lata. Lixar com lixas finas. aplicar massa acrílica Em áreas de reboco interno. 4º) Depois de esticada a massa fazer o acerto da superfície através da desempenadeira passando-a por sobre a superfície emassada de forma mais suave.. 6º) Retirar o excesso de massa de cada lance. 9º) Deixar secar por 4 horas. formando um ângulo de 600. e a cada passada de desempenadeira retirar o excesso da desempenadeira com a espátula.3º) Esticar a massa manejando a desempenadeira debaixo para cima. Apoiá-la sobre a parte alisada com a espátula. devemos saber qual a área a ser pintada. adicionar o corante aos poucos e ir mexendo até a mistura ficar homogênea. PVA. 3) Se for preciso tingir a tinta. O acabamento será uniforme. ou se preferir pode-se utilizar uma lata de 18 litros vazia. Antes de aplicar qualquer pintura. 2) Passar a tinta para um latão. adicionando mais corante ou mais tinta. ACRÍLICA Preparar a tinta seguindo os seguintes passos: 1) Abrir a lata com abridor. 4) Aplicar a tinta em uma pequena área e esperar secar para observar a tonalidade obtida. OBSERVAÇÕES: • • • • • Em áreas externas. quantas forem necessárias. 6)Transfira a tinta para a bandeja enchendo-se até o nível das ranhuras. 5) Corrigir a tonalidade. se necessário. Observação: Se for necessário tingir a tinta ( o que deve ser sempre evitado se possível). 10º) Lixar a superfície com lixa para massa de nº 220 a 320. 11º) Escovar a superfície com escova de pêlo macio. remover totalmente o pó da parede emassada com vassoura de pêlo e pano. utilizando desempenadeira e espátula. até a tinta ficar homogênea. e preparar a tinta tingida para toda ela.

retire os respingos das paredes com estopa molhada na água • Molhar o equipamento de pintura. se necessário. • Em dias muito quentes. pois é muito difícil preparar outra quantidade com a mesma tonalidade. VII- ESQUEMAS DE APLICAÇÃO DE PINTURA ACABAMENTO ECONÔMICO PARA ÁREAS MOLHÁVEIS Exemplo: cozinhas. ou molhar o rolo na própria lata. de modo que a tinta umedeça toda a superfície do rolo. • Lavar o rolo e as trinchas. fazendo-o deslizar em sucessivos movimentos de vaivém. com a própria tinta. 2) Aplicar a tinta no resto da superfície com rolo de lã. Umedecer com água potável. bem como as bandejas de pintura com água e sabão. 7) Fazer os retoques. conforme o necessário. Se desejar acabamento mais fino. rolo de lã e trinchas antes da pintura Forrar com lona ou papelão os pisos ou áreas que possam receber respingos de tinta Utilizar a fita crepe para isolar superfície que haja ou superfícies diferentes. Superfícies: reboco curado • Massa acrílica (camadas finas) ou textura acrílica • Duas demãos de tinta acrílica com diluição de 20 a 30% de água ou se preferir. Aplicar a tinta seguindo os seguintes passos: 1) Iniciar pintando os cantos com a trincha. verniz utilizar o rolo de espuma. • Limpar com estopa molhada na água. os respingos de tinta antes que sequem. sempre que necessário para continuar a pintura.OBSERVAÇÃO: Ler as instruções impressas na lata de tinta. etc. de cima para baixo. 6) Deixar secar por 2 ou 3 horas. OBSERVAÇÕES: • Ao pintar tetos. 9) Aplicar duas ou mais demãos. Se for necessário usar corante. banheiros. 3) Molhar o rolo na tinta da bandeja. • Procurar usar cores prontas. 5)Cada passada do rolo deve cobrir metade da passada interior. umedecer previamente a superfície a ser pintada com água limpa. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 15 . resistência e durabilidade. utilizar para pinturas com tinta PVA ou acrílica o rolo de lã baixo e para esmalte. com movimentos de vaivém. OBSERVAÇÃO: Antes de fazer a textura é aconselhável aplicar uma demão de selador acrílico na superfície para uma melhor ancoragem. 4) Aplicar a tinta na superfície fazendo faixas verticais. Fazer leve pressão no rolo com movimentos uniformes de vaivém. 8) Deixar secar por 2 ou 3 horas. prepare uma quantidade de tinta suficiente para pintar toda a superfície. • Uma ou duas demãos de verniz acrílico com diluição de até 10% de água.

aplica-se duas demãos de tinta látex com diluição de 20 a 30% de água. ACABAMENTO EXTERNO ACRÍLICO LISO DE ALTO PADRÃO Superfície: Reboco ( curado ) • Aplicar massa acrílica em camadas finas quantas demãos forem necessárias. • OBSERVAÇÃO: As ferramentas usadas com fundo preparador de paredes devem ser lavadas com o mesmo solvente ou thiner. • Aplicar duas demãos de tinta látex com diluição de 20 a 30% de água. • Após a secagem do fundo preparador de paredes. • Aplicar duas demãos de tinta acrílica com diluição de 20 a 30% de água. ACABAMENTO INTERNO SOBRE REBOCO Superfície: reboco fino (curado) • Aplicar uma demão de selador incolor diluído 1:1 com água. aplicar uma demão de tinta da silicone sem diluição. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 16 . eliminando poeira.EXTERNO/INTERNO Superfície: Reboco fino/curado • Aplicar uma demão de tinta látex PVA bem diluída no mínimo 1:1 água: tinta • Aplicar duas demãos tinta látex com diluição de 20 a 30% de água. OBS: ver capítulo IV Preparação de superfícies • Aplicar uma demão de fundo preparador de paredes diluído na proporção de até 1:1 com diluente apropriado. Nos casos de alta absorção. • Raspar.EXTERNO/INTERNO Superfície: Reboco fino (curado) • Aplicar uma demão de selador pigmentado acrílico com cerca de 10% de água. • As ferramentas usadas com tinta látex devem ser lavadas com água e sabão. • Aplicar duas demãos de tinta látex com diluição de 20 a 30% de água ACABAMENTO DIRETO SOBRE BLOCOS INTERNO/EXTERNO Superfície: Blocos de concreto (junta rasa) • Aplicar uma demão de selador acrílico com cerca de 10% de água • Aplicar uma demão de textura com cerca de 20% de água • Para maior resistência e durabilidade do acabamento recomenda-se aplicar sobre a textura duas demãos de tinta acrílica (ou tinta látex de 20 a 30% de água). lixar a superfície. ou quando se deseja repelência da água. a diluição pode ser de 2:1 (água: selador incolor).ACABAMENTO CONVENCIONAL . PINTURA SOBRE SUPERFÍCIE DE CONCRETO APARENTE • Uma demão de fundo preparador de paredes com diluição de 100% • Duas demãos de verniz acrílico com diluição de até 10 a 20% de água. ACABAMENTO SOBRE REBOCO . REPINTURA SOBRE SUPERFÍCIE EM MAU ESTADO Superfície: látex velho (calcinado descascando) ou caiação. gordura ou mofo.

• Lixar a superfície emassada com lixa 200. fazer retoques com massa a óleo. • Aplicar sobre fundo preparador duas demãos de tinta acrílica diluída com 20% de água. Primeira demão com diluição de até 15% solvente. lixar somente após a segunda demão. lixar com lixa 180 ou 220 e remover a poeira. Peroba) • Aplicar fundo branco fosco diluído com solvente até 30%. Segunda demão com diluição de até 10% solvente. Mogno. limpando totalmente o pó. Se precisar. Sucupira.PINTURA EM TELHA DE CIMENTO AMIANTO • Aplicar uma demão de fundo preparador de paredes diluído na proporção de uma parte de fundo preparador por duas partes de diluente apropriado. OBSERVAÇÃO • A diluição deverá ser feita com solvente apropriado. podendo aplicar duas demãos de tinta látex diluído com 20 a 30% de água. Na parte interna é dispensada a aplicação do fundo preparador de paredes. aplicar uma demão de verniz que neutralize as resinas (Ipê. VII . ACABAMENTO EM VERNIZ BRILHANTE EM MADEIRA • Raspar a superfície a ser envernizada com raspilha de aço se a superfície estiver muito irregular ou com marcas de máquinas. ACABAMENTO ACETINADO EM MADEIRA • Se for madeira resinosa. • Aplicar a goma-laca com uma “boneca” (estopa branca e pano). 900 • Eliminar a poeira. • Aplicação da primeira demão de verniz brilhante com diluição até 1:1.CAIAÇÃO Caiação é a pintura mais barata e fácil de aplicar. quantas demãos forem necessárias. ACABAMENTO COM GOMA-LACA EM MADEIRA • Preparação da goma-laca: 150g de goma-laca diluído em 1 litro de álcool. Aplicação do acabamento: com rolo de espuma ou pincel. • Aplicar a segunda e terceira demãos de verniz brilhante com diluição de 10%. o uso do fundo preparador de paredes. • A aplicação deverá ser feita com trincha ou rolo de espuma. lixar. é indispensável na parte externa. e pintar os retoques com a mesma tinta. limpar o pó. • Remover o pó com escova de pêlo e pano embebido em solvente. ACABAMENTO INTERNO TIPO ENCERADO PARA MADEIRA Verniz Fosco • Primeira demão com diluição de até 25% • Segunda demão com diluição de até 10% • Terceira demão com diluição de até 10%. • Lixar com lixa para madeira 80 e 100. • Aplicar tinta acetinada esmalte. • Aplicar massa a óleo. OBS: Por ser uma superfície muito alcalina. gordura e umidade da madeira com lixa 100 ou 00. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 17 .

Pode ser aplicada com a cor natural da cal branca. Recomenda-se utilizar tonalidades claras pois fica mais uniforme. • Como preparar a cal para pintura: 1.Medir e despejar em um balde grande a cal e a água. 6.É uma pintura econômica. fixador e água. até a cal dissolver-se completamente. 7. desde que se utilize maior quantidade de cola animal tipo Coqueiro. na seguinte proporção: Para ½ litro de água use 25 gramas de cola 4. copas. peneira de malha fina (tipo angu). 2. um balde pequeno. • Equipamentos utilizados: Óculos de segurança.5 LITROS DE ÁGUA. cozinha. dispensando cuidados especiais.Coar a mistura passando-a através de uma peneira de malha fina ( tipo angu). ou com adição de corantes com a cor desejada.Para caso de pintura interna.Preparar em uma vasilha pequena. acrescente cloreto de magnésio na proporção: para 1Kg = 1000g usar 5g 1000/5 ou 200/1 cal/cloreto de magnésio. garagens e todas as paredes externas quando não é exigido acabamento muito fino. acrescentar ¼ de copo de óleo de linhaça para cada 5 litros de cal preparada. na seguinte proporção: PARA CADA QUILO DE CAL USE 2. Observação: Pode-se aplicar a caiação também com rolo de lã.Despejar a solução de cola na mistura de cal já preparada. indicada particularmente para muros. solução de cloreto de magnésio. para que a pintura fique mais resistente. • Ferramentas utilizadas: Bastão de madeira. óleo de linhaça. 5. dois baldes grandes. escada e broxa.Apanhar outro balde e ir transferindo a cal preparada de um balde para outro até obter uma mistura perfeita. Muito fácil de preparar na obra. Mexer com bastão de madeira até obter uma mistura perfeita. • Materiais empregados: Cal. máscara e luvas de borracha.Mexer com um bastão de madeira. Mexa novamente com o bastão de madeira. cola animal tipo Coqueiro. 3. Para caso de pintura externa. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 18 . a solução de cola animal tipo Coqueiro.

com movimentos de vaivém. de cima para baixo. Deixar a cal secar pelo menos 8 horas. 4-Repetir a operação até pintar toda a superfície. 3. 10 . até completar toda a superfície.Aplicar a primeira demão na diagonal. • Cada passada da broxa deve cobrir 2 a 3cm da passada anterior.Deixar a cal secar pelo menos 8 horas.Deixar a cal secar pelo menos 8 horas.50m • Aplicar a cal da esquerda para direita. * Terceira Demão 8.50m por 1.Aplicar a cal da esquerda para direita.Instalar a escada em um dos cantos da parede. um balde pequeno até a com movimento de vaivém.8. isto é. 2.50m por 1. 1112- Aplicar a segunda demão na horizontal. 5-Deixar a cal secar pelo menos 8 horas. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 19 .Aplicar a cal de cima para baixo.Pintar o resto da parede assim: • Calcular áreas de aproximadamente 1. começando no alto da parede. paralelamente a um dos lados da parede. cruzando com a primeira demão. com movimentos de vaivém. * Segunda Demão 6. TETO 9.Iniciar aplicando a cal no canto. Pintar áreas de 1. 7. PARA APLICAÇÃO EM PAREDES DE ALVENARIA * Primeira Demão: 1. cruzando com a primeira demão.50m até completar toda a superfície.Transferir a mistura coada para metade.

• Caso seja necessário aumentar a viscosidade da solução. novamente na diagonal. O olho humano observa objetos de seu interesse. utilize gancho individual pendurado no degrau da escada. Ao mudar a escada de posição. focando sua imagem na camada sensível à luz chamada retina. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 20 . A mistura deve ser mexida em intervalos regulares. para que o líquido preencha por igual os poros da madeira.13- Aplicar a terceira demão. adicionando mais goma-laca. para descer o balde à medida que a altura da pintura for diminuindo.Mexer com um bastãozinho ou agitar com vidro tampado até a completa diluição da goma-laca.Eliminar a poeira.Medir e despejar em vidro de boca larga com tampa 150 gramas de goma-laca e 1 litro de álcool 960 ou etílico. cruzando com a segunda demão. a percepção da cor é uma das maneiras fundamentais pelas quais tomamos consciência das coisas ao nosso redor. ATENÇÃO: • Se a goma-laca for usada para selar superfície já pintadas. transformando esta imagem ótica num estímulo nervoso enviado ao cérebro através do nervo ótico. 2. para ficar sempre homogênea. deve-se nivelar a madeira com massa para calafetar de acordo com o tipo de madeira e selar a madeira interna com goma-laca. retire do gancho o balde com a cal. dilua a cal com um pouco de água. Para compreendermos o efeito das cores. Pressionar a “boneca” sobre a madeira fazendo movimentos circulares.ENVERNIZAR SUPERFÍCIE DE MADEIRA Para envernizar superfície de madeira. precisamos entender como funciona o equipamento que utilizamos para captá-la. a superfície não deve ser lixada.Fazer uma “boneca” com um pouco de estopa coberta por um retalho de pano limpo. Se estiver pintando paredes altas.TEORIA DAS CORES Os pigmentos conferem cor à tinta. gordura e umidade da madeira. X. PREPARAÇÃO DA GOMA-LACA 1. APLICAÇÃO DE GOMA-LACA 1. IX . com um bastão de madeira retangular ou quadrado. Os objetos tornam-se visíveis para nós através da energia radiante que refletem e que é captado por nossas vistas. ATENÇÃO: • • • Se a superfície estiver absorvente demais. usando uma lixa para madeira 00 2.

e dão origem as demais. nas áreas muito extensas. será parcialmente absorvido. usado em excesso torna o ambiente frio e vazio. uma fonte de luz deve emitir um espectro luminoso entre 400 e 700 milimícrons que. usando em excesso torna o ambiente monótono. provoca bem estar e alegra o ambiente. peso e calor. são usadas três variáveis: MATIZ ( COR). Este fenômeno ocorre através de um processo conhecido como subtração de cores. são o AMARELO. LUMINOSIDADE E SATURAÇÃO. LUMINOSIDADE de uma cor é a sensação que descreve se a cor é mais clara ou mais escura. O AZUL também é uma cor calmante. Para distinguir-se e definir-se uma cor da outra. dá sensação de distância e diminuição de peso. O PRETO é uma cor sóbria. fisicamente cria a ilusão de aumento de volume.A parte da luz radiante que afeta nossas vistas é chamada de fluxo luminoso que é uma pequena fração do espectro imenso de energia radiante do universo. ou seja. As cores primárias. vitalizante. devendo ser usado com cautela. subtraindo as demais. fisicamente causa a ilusão de um ambiente refrescante. O espectro visível ao olho humano situa-se aproximadamente nos comprimentos de ondas entre 400 700 milimícrons Quando uma luz branca atravessa um prisma. encorajando à ação e ao esforço. ou seja. ao encontrar o objeto. tem como particularidade afastar os insetos. VIOLETA e LARANJA. As cores influenciam psicologicamente as pessoas em um ambiente. O VERDE tem um efeito calmante. denominadas secundárias. refletindo apenas as ondas de luz que estejam acima dos 605 milimícrons. também chamadas de cores puras. teremos a cor preta e. O LARANJA quando usado em pequenas áreas é estimulante. azul. é opressivo e irritante. O AMARELO estimula o sistema nervoso central. esta sensação é recebida porque nossa vista está captando ondas luminosas com comprimento de onda acima de 605 milimícrons. ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 21 . porém se usado em excesso torna-se irritante. Agrupando-se todas estas cores. ela se decompõe. As cores secundárias são: VERDE. séria. num fenômeno conhecido como DISPERSÃO da luz e os diversos comprimentos de ondas mostram as cores primárias e secundárias. O BRANCO é estimulante e expressivo. repousante. causa a sensação física de aumento de calor e volume. teremos as cores primárias e suas combinações. fisicamente cria a ilusão de aumento de calor e peso e diminuição de volume. AZUL e VERMELHO. fisicamente causa a impressão de leveza e distância. absorvendo. Por ser uma cor de alta luminosidade é usado com vantagens em ambientes com pouca luz natural e para sinalizações. MATIZ é a sensação que a cor nos transmite e que faz com que o observador classifique a cor como vermelha. causa fisicamente a sensação de calor e aumento de volume. usando adequadamente tende a dar vida e alegria às superfícies causando a sensação de aumento de volume. quando a superfície refletir toda esta luz. Quando uma superfície absorve toda a luz visível ao olho humano. teremos a cor branca. etc. relaxante. normalmente é usado em combinações com outras cores. clareia os ambientes e quando usado em excesso força a vista e promove o cansaço. Quando observamos um objeto vermelho. assim: O VERMELHO estimula com poderosa ação sobre o estado de ânimo. verde. para que ele ocorra.

Lilás e etc. fornos.SATURAÇÃO é a sensação que define a intensidade ou poder de tingimento de uma cor.. engrenagens. óleo combustível. Para inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade( ex: piche. Usada em avisos de advertência. E temos. estas cores são chamadas complementares. como por exemplo o SISTEMA MUNSELL. etc. etc. Para identificar partes móveis e perigosas de máquinas e equipamentos. Cinza. etc). enquanto a Preta é a que absorve todas. A cor Branca é a que reflete todas as outras. Para vácuo Para ar comprimido. Branco. Para produtos químicos não-gasosos ( ex: ácidos ) Para água. ------------Para avisos que contra indiquem o uso e a movimentação de equipamentos fora de serviço. Chamamos as cores: Anil. caixas de controles elétricos. por exemplo: Vermelho Azul Vermelho Azul Azul Violeta Violeta Laranja + Roxo + Roxo + Laranja + Vermelho + Violeta + Verde + Vermelho + Verde = Lilás = Violeta = Abóbora = Marrom = Anil = Verde-Avermelhado = Marrom-Avermelhado = Verde-Limão As chamadas cores Neutras são: Preto. em locais em que o uso do branco não for aconselhável. caldeiras. Para identificar coletores de resíduos. Bege e Gelo. para localizar coletores de resíduos e bebedouros. Com estas três variáveis é que se estabelece sistemas numéricos para CLASSIFICAÇÃO de cores. de cores quentes por darem a impressão de calor. Para gases não-liquefeitos. equipamentos suspensos que ofereçam perigo. pára-choques de veículos pesados. Chamamos de tom de uma cor a mudança obtida pela adição do Preto ou do Branco. etc). Indica “CUIDADO” no uso de comandos de partida ou fontes de energia (elevadores. Podemos obter também outras cores a partir da combinação de uma cor primária e uma secundária. Para caracterizar “SEGURANÇA”. Identifica caixas de equipamentos de socorro de urgência. Para materiais fragmentados não identificáveis pelas demais cores ( ex: minérios) Para gases ligue-feitos. Chamamos de gama de uma cor a variação de tons dentro de uma mesma cor. Para eletrodutos. Laranja. RELACIONAMOS A SEGUIR AS CORES DE ESMALTE SINTÉTICO BRILHANTE QUE ATENDEM ÀS NORMAS DO FABRICANTE CORES DE ESMALTE SINTÉTICO BRILHANTE ( 2450 ) Branco COR DE SEGURANÇA Para assinalar corredores de circulação. de cores frias por darem a impressão de repouso. Roxo. macas. ou então duas secundárias. resultando a aparência escura ou clara da cor.. originando assim uma nova tonalidade. que vai do mais claro ao mais escuro. áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência. Chamamos as cores: Vermelho. --------------- COR PARA CANALIZAÇÃO Para vapor. faces externas de polias. Para indicar “CUIDADO”. asfalto. Abóbora e etc. alcatrão. de combate a incêndio e de armazenagem. etc. inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade Preto Amarelo Ouro Laranja Verde Cinza Escuro Platina Azul Real Marrom Alumínio ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 22 . chuveiros de segurança.

gasolina. querosene. XI – SEGURANÇA PROCEDIMENTO PARA SE EVITAR ACIDENTES NO TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS FERRAMENTAS MANUAIS • Essas são as suas ferramentas de trabalho. ( óleo diesel. etc) Para equipamentos de combate a incêndio. “ CONSERVE-AS EM BOM ESTADO” . EMASSAMENTO E LIXAMENTO ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 23 .Vermelho Para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio.

Use óculos de segurança e protetor respiratório. Use iluminação com defletor para evitar luminosidade excessiva sobre seus olhos. PINTURA COM PISTOLA ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 24 . PINTURA • Mantenha o local ventilado. • Use óculos de segurança ao pintar tetos. Use andaime.• • • • Mantenha o local ventilado. • Use luvas de látex e protetor respiratório.

Use protetor respiratório e luvas de látex. as travas de segurança. PINTURA EXTERNA . PINTURA EXTERNA . a corda para fixação do cinto de segurança. Sinalize o local adequadamente. chamas ou calor excessivo. Mantenham um extintor de CO2 ou Pó Químico Seco no local.B ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 25 .• • • • • • Mantenha o local ventilado. Mantenha a lata de tinta fechada após o uso e longe do compressor. NÃO fume e nem produza centelhas. do guarda-corpo e do andaime. verifique: • • • • a fixação dos cabos do andaime.A Antes de iniciar o trabalho. o estado de conservação do piso.

• Use luvas de látex.• Mantenha o andaime suspenso. como também muitas são as doenças profissionais contraídas por pintores. • Use luvas de látex • Use cinto de segurança amarrado na corda. aprender a valorizar sua vida. É ainda importante salientar que muitos acidentes acontecem. PINTURA EXTERNA . É importante que cada um tenha a auto-estima.C • Não movimente o andaime sozinho.CÁLCULO TÉCNICO Conjunto de números naturais N(0-1-2-3-4-5-6-7-8-9-0) OPERAÇÃO COM NÚMEROS NATURAIS ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 26 . de forma a ficar rente à fachada. • Use cinto de segurança amarrado na corda. em função de não usarem os equipamentos de segurança individual. ou seja. XII. nivelado e amarrado na estrutura do prédio.

740 é igual a 4.8 = b) 604 . Exemplos: a) 24 : 4 = ou 24 4 b) 78 : 3 = c) 8. A quantidade considerada terá o valor 100%.699 : 43 = d) 31.004 = d) Em certa fábrica há 10 máquinas.004 = d) Qual é o número que somado a 3.543 + 577 + 122 = c) 13. é uma operação inversa da multiplicação.8.570 = d) Qual a diferença entre 52.292 + 1. e ao conferi-las. quantos blocos de 50 folhas posso fazer ? Porcentagem Observe a seguinte situação: Um trabalhador recebeu 100 conexões hidráulicas.195 = c) 11.931 x 3.Multiplicação: Operação que nos permite realizar a adição de parcelas iguais.1.Divisão: Operação que nos permite distribuir quantidades iguais. verificou que 3 eram defeituosas.710 folhas de papel. A relação entre as peças defeituosas e as peças recebidas pode ser indicada assim: 3/100 ou 3:100 Esta razão é chamada de PORCENTAGEM. Exemplo: Vamos supor que queremos encontrar 3% de 1500 conexões.Subtração: Operação que nos permite separar ou desmembrar quantidades. Exemplo: a) 11 + 14 = b) 7.635 .205 ? 3. teremos: 1500 X __________ __________ 100% 3% ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 27 . Exemplo: a) 11 . Aplicando a regra de três.Adição: Operação que nos permite juntar ou reunir quantidades.235 e 31. Exemplos: a) 4 x 16 = b) 203 x 476 = c) 2. Cada máquina produz 30 peças por hora.470 + 1.672 : 809 = e) Com 1. Qual a produção dessa fábrica em 6 horas ? 4.500 ? 2. É possível calcular a porcentagem de qualquer quantidade.

3% de 1500 conexões equivalem a 45 conexões. e estes dois últimos estão em centímetros. o METRO foi dividido em 10 (dez ) partes iguais. 285 cm. por isso foi necessário dividir o metro em três divisões básicas. Na terceira divisão. A diferença é que os outros dois pés direitos estão em metros. Símbolo ( mm).001m) 28 . Reconhecimento da casa da unidade de medidas (medidas que possuem vírgulas) ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento Símbolos Unidade dam m dm cm mm Valores em metro 10 metros 1 metro 1/10 de 1 metro (0.15 m.X = 15∅∅ x 3 = 45 1∅∅ Então.15 m Observe os outros dois pés direitos 285 centímetros e 315 centímetros. e cada uma destas partes foi chamada de decímetro. SISTEMA MÉTRICO DECIMAL Sub múltiplos do metro Existem medidas menores que o metro. 3.1m) 1/100 de 1 metro (0. a vírgula separou três metros dos quinze centímetros. eles não possuem vírgula. o metro foi dividido em 100 partes iguais.85 m.15 m – 0. e cada uma destas partes foi chamada de milímetro. (unidades diferentes). Símbolo (cm). o metro foi dividido em 1000 partes iguais. Nome Decâmetro Metro Decímetro 1ª divisão Centímetro 2ª divisão Milímetro 3ª divisão Exercícios: Obra ( sala de aula real) Meça. 315 cm Pôr que lemos assim? Dois metros e oitenta e cinco centímetros Três metros e quinze centímetros Podemos notar que a vírgula separou os metros dos centímetros pela mesma forma na segunda medida. Símbolo (dm). e cada uma destas partes foi chamada de centímetro.85 m – 2. Na segunda divisão. A vírgula serve para separar a parte inteira da parte decimal. Exemplos: 5. e anote as medidas em metro Parede da direita = _____________ x ____________ Pé direito da sala = _____________ x ____________ Janela = _____________ x ____________ Porta = _____________ x ____________ Quadro = ______________ x ___________ A Vírgula Imagine o pé direito das fôrmas de um edifício: 2.01m) 1/1000 de 1 metro (0. Na primeira divisão.

pela mesma forma. 15 centímetros. o número 1 representa a unidade decímetro. o 7 representa unidades de decímetros. UNIDADES dam 2. O número 2 representa a unidade dos decímetros. Exemplos: 275 centímetros.8) 0.76 dm ---------------------3) 5 dm --------------------. ele representa unidades de centímetros. OBS: Primeiro identifique a casa da unidade da medida.4637dam Medidas que não possuem vírgulas Nestas medidas a casa da unidade de medidas será a última casa da direita. Exemplo: 3.9) 0.45 mm ------------------.20 m ----------------------. sendo o número 5 a última casa da direita.90m 5. e o número 2 representa unidades de metro. Exercícios: Escreva nos espaços à direita das medidas.53 m ------------------. a casa que representa a unidade de cada medida abaixo.7) 526 cm -----------------2) 0. porque é a primeira casa a esquerda da vírgula.6) 4. Colocar os números no quadro abaixo de acordo com suas casas de valores numéricos: Km hm dam m dm cm mm 2756mm 3. O número 5 representa a unidade dos centímetros. Sendo o número 5 a última cada da direita. a casa correspondente a cada unidade.7dm 7.4) 17.A primeira casa a esquerda da vírgula será a casa da unidade de medidas.25 m.14m 325cm 37.85m ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento m dm cm mm 29 .003m 25.015 m ---------------------.756m 27.5) 0. ele está representando a unidade centímetros.653m 4. • Número 3 representa a unidade de medida.15 m ----------------------Escreva dentro de cada quadrinho. 1) 75 cm -------------------.10m 0.25m 2.

315 cm para “ m ” .90 m 0. c .5 m 235 m 11. a írgu tiplica 10m metro m cre la p sce ara os a (m) tam a d me d ir os Pa um eita u ida po ra 1m decímetro r zer ma cad o.35 m para “ cm” .5 x 10 = 235 cm OBS: Cada vez que multiplicamos por 10 a vírgula se desloca para a direita. div éric la p idim 100 (mm) os a. Transforme todas as medidas para m. (vamos descer) Multiplicamos a parte numérica 2. o a se cam u s de m não os ej a eno 1 centímetro hou a des r q ver 10 (cm) l oc ue.1m os ubim a o 1 milímetro num vírgu s. colocando cada casa em seu retângulo correspondente: Unidades do Sistema Métrico Km hm 1 2 3 4 5 6 7 8 dam m dm cm mm medidas 2. 0.e se amos não a hou unida ver d cas e de a Exemplos: 2.467 cm 0. (vamos subir) Dividimos a parte numérica . 315 : 10 = 31.01m sce 1 q d tam uerda ida p 1000 or os u u m m a 10.15 m 1.5 cm 0.5436 dam 5001 mm 0. a ara cre a es a me 0.001m zer casa e tro o.07 m 2. m ul éric a v a.15 m OBS: cada vez que dividimos por 10 a vírgula se desloca para a esquerda.35 x 10 = 23. am s 0. men o ou sej r que a d .35 m 23.334 m 23m 0.5 dm 31.23 m TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS P uni ara ca dad d e d a un e m idad edi e da.5 : 10 = 3. cas 10.5 dm 23. e tro did a unid a. de decâmetro cas esloc scem (dam) a n am o um os s.07 m 7m ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 30 . e me (dm) a.

07 dm 9 cm 1.1º dm 3243071 mm 570 mm 0. PERÍMETRO DO QUADRADO 2 2 2 2 P= L + L + L + L P= 2 + 2 + 2 + 2 ou 4 X 2 = 8m PERÍMETRO DO TRIÂNGULO P= L + L + L P= 3 + 3 + 3 = 9 m ou 3 X 3 = 9m PERÍMETRO DO RETÂNGULO P= L + L + L + L P= 4 + 4 + 2 + 2 = 12 m ou ( 2 x 4) + ( 2 x 2 ) = 12 m 3 3 3 4 2 4 2 PERÍMETRO DO CÍRCULO ∏ = 3.07 m 10.076 dam 3.5320 hm 5.60 m 6 dm 0.9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 0.15 m 35.001 m PERÍMETRO .14 3 ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 31 .

5 P= 9.5 cm2 A= 4.14 X 1.14 x 25 A= 78. ÁREA DO QUADRADO 2 2 A= lado x lado A= L x L A= 2 x 2 = 4m2 A= 4m2 ÁREA DO RETÂNGULO 2 4 ÁREA DO TRIÂNGULO A= base x altura A= b x h A= 4 x 2 A= 8 m2 A= base x altura 2 2 4.5 x 2 2 A= 4.42 cm ÁREA A medida de uma superfície é chamada de área.14 x 52 Raio 5 A= 3. A unidade-padrão das medidas de superfície é o metro quadrado.5 ÁREA DO CÍRCULO A= ∏ x r2 A= 3.5 m2 A= b x h 2 ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 32 . que se abrevia m2. r P= 2 X 3.P= 2 ∏ .

7.A área líquida. Fazer o desconto de janelas. Tendo o cuidado de acrescentar as espalas de janelas.A área bruta rebocada.O volume gasto de tinta esmalte ( janela e porta).A área do piso a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) Rodapé 1 x 7 Pé direito = 343 + 7 = 350 ( 7 = Altura rodapé) Largura interna da espalas = 7 cm Rendimento do selador = 9m2 por litro Rendimento da tinta PVA = 11 m por litro Rendimento da tinta esmalte = 12 m2 por litro Será aplicada 1 demão selador Será aplicada 2 demãos de tinta PVA Será aplicada 2 demãos de tinta esmalte Respostas em m. porta. Calcule: 1.Leia todo o Texto antes de responder qualquer questão segundo o desenho acima. Detalhes a serem observados ____________________________________________________________ Curso de Aperfeiçoamento 33 . ar condicionado. m2 para áreas. quadro verde. 2. teto e parede sem descontar janelas. 5.A quantidade de roda-pé. metragem linear Resposta em litros para os cálculos de tintas e produtos para pintura.O volume gasto de selador para parede. 4. quadro verde. ar condicionado. porta. 3. roda pé.O volume gasto de tinta PVA. 6.

05 m2 01 8.40 m2 01 176 m2 02 253 m2 02 8.900 L Fundo preparador de 14 m2 paredes Verniz acrílico incolor 13 m2 13 m2 17 m2 12 m2 Portão de chapa ferrosa Tinta esmalte Portão de chapa ferrosa Ferrolack Anti-corrosivo Calhas galvanizadas Galvoprimer .CURSO PINTOR DE OBRAS Área a ser Número pintada de demão 02 2 298 m 02 2 298 m 03 2 123 m 01 2 298 m 02 2 335 m 02 2 35 m 01 35 m2 02 35 m2 02 74.600 L Litro/m2 tinta Reboco interno Tinta PVA 11 m2 Reboco interno Forro de madeira Reboco interno Reboco externo Portas de madeira Portas de madeira Portas de madeira Piso cimentado Reboco interno fraco Tijolos cerâmicos Massa corrida PVA Verniz Neutrex Selador plástico incolor Tinta acrílica Massa a óleo Verniz Knotting Verniz Sparlack extra Tinta piso rugoso 2 m2 16 m2 11 m2 11 m2 03 m2 08 m2 16 m2 10 m2 Quartos de galões 0.32 m2 01 Tipo de superfície a ser Produto a ser usado para Rendimento Quantidade Latas de Galões pintada pintura do produto de litros de 18 litros 3.05 m2 9.

Quando as esquadrias forem lisas ( portas e janelas simples). isto é. multiplica-se o comprimento pela largura. custo do material auxiliar de pintura (lixas. 7. rolo. o resultado deve ser multiplicado por 5. vamos precisar de dois galões de 3. Quando as esquadrias forem em treliças ou venezianas. Se pretendermos aplicar 2 demãos de tinta. Para se obter a área de pintura de esquadrias de madeira ou ferro. Quando as grades e portões forem lisos e sem enfeites. o resultado deve ser multiplicado por 4. O mesmo critério é considerado para calcular o orçamento da aplicação de selador. No caso de repinturas com renovação de pintura antiga. Para se obter a área de pintura de grades e portões de ferro.50 metros de comprimento por 5 metros de largura. Para portas. multiplica-se o comprimento pela altura. é só multiplicar o custo do galão do material principal pelos resultados do cálculo do consumo das tintas. qualquer que seja a distância entre as barras. o resultado deve ser multiplicado por 3.50m X 5m = 37. o resultado deve ser multiplicado por 3. Se cada galão contém 3. Esse orçamento já prevê os materiais auxiliares (lixa. Para se obter o custo das tintas é preciso calcular a área real de pintura.ORÇAMENTO O orçamento de pintura é composto por: custo do material principal de pintura. tetos e pisos. janelas. pincel.50 m2 A área real tem 37. Exemplo: O teto que usará 75 m2 de pintura será pintado com látex PVA. pincel. Depois.600 litros.Pintor de Obras ____________________________________________________________ XIII. Caso haja necessidades de andaimes. multiplicamos a área real por 2 Assim teremos: 37. o seu custo deve ser calculado à parte e acrescentado ao orçamento total. Supondo que cada litro de tinta dê para pintar 11m2 temos: 75m2 : 11m2 = 6. etc). massa. Depois. as tintas em função da área real de pintura e número de demãos. Exemplo: O teto de uma casa tem 7. Para se calcular o consumo de tinta.50m X 2 = 75m2 de pintura. multiplica-se o resultado encontrado pelo número de demãos necessárias. multiplica-se o comprimento pela largura.50 metros quadrados. multiplica-se o comprimento pela largura.600 litros. e valor da mão-de-obra. O resultado deve ser multiplicado por 3 para compensar a pintura das duas faces e dos demais elementos do vitral. Quando as grades e portões possuírem barras retorcidas e enfeites.800 litros. etc). etc. ____________________________________________________________ Qualificação Profissional 35 . Para se obter a área de pintura de vitrais basculantes. Para o orçamento total de pinturas novas ou repinturas simples (com leves lixamentos) o custo do material principal deve ser multiplicado por 3. dividi-se a metragem das superfícies a serem pintadas pelo rendimento po galão ou litro por m2 . o custo do material principal deve ser multiplicado por 4. Para as paredes e fachadas multiplica-se o comprimento pela altura.

para emassar. 80. 120 Lixa para parede ou para taco. de marca. lã baixa. ____________________________________________________________ Qualificação Profissional 36 . 23 cm. largura de 19mm Luvas de borracha Máscara para gás com filtro apropriado Máscara para poeira Óculos com proteção lateral Metro articulado duplo Brocha de nylon.FERRAMENTAS UTILIZADAS PELO PINTOR • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Desempenadeira de aço ( grande ) Espátula de aço nº 12 (passeta). rolo com 50m. série 802 Rolo de lã de carneiro. com cabo Mini-rolo de espuma. largura 2” ( para verniz) Trincha de 2” de largura ( para tinta látex ) Pincel redondo nº 22. para raspar Espátula de aço flexível nº 12. 9 cm Mini-rolo de lã. Trincha de pêlo.Pintor de Obras ____________________________________________________________ XIV. nº 36 Escova de pêlo Raspador (raspilha) Lona plástica para forrar Fita crêpe. 15 cm Bandeja de plástico para pintura Lixa para madeira nº 00. série 571.

Pintor de Obras ____________________________________________________________ Disciplina: PINTOR DE OBRAS Montagem e Revisão: EQUIPE TÉCNICA PROFISSIONAL PAULO DE TARSO XV.FNDE UTRAMIG • TREINAMENTO ADMISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL .4 • CADERNO TÉCNICO .MATEMÁTICA PRIMEIRO GRAU • PEIXOTO.Referências Bibliográficas: • MARQUES YOLANDA .1ª EDIÇÃO DO CENTRO DE FORMAÇÃO ____________________________________________________________ Qualificação Profissional 37 . MARIA LÚCIA SIQUEIRA .A MÁGICA DE MATEMÁTICA .SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL .V • VELHO.CARTILHA DO PINTOR • MANUAL DO PINTOR DE OBRAS .MG . MARILZE LOPES E OLIVEIRA.Vol.PINTOR DE OBRAS .BOM TEMPO MATEMÁTICA .SENAI .Vol.PINTOR DE OBRAS • MANUAL DE PINTURA SUVINIL • CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TINTAS AKZO • MANUAL DE PINTURA YPIRANGA • CURSO .UTRAMIG 1994 . SILVA .CONVÊNIO MEC .