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Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem

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DIREITO ADMINISTRATIVO – PROFESSORA AMANDA ALMOZARA
1. Princípio da Autotutela: A Administração tem o dever de zelar pela legalidade e eficiência dos seus próprios atos. É por isso que se reconhece à Administração o poderdever de anular seus próprios atos praticados com infração à lei (vício de legalidade) e a discricionariedade de revogar os atos quando inconvenientes e inoportunos (conveniência e oportunidade). Não se esqueça de ler a súmula 473 do STF. 2. Não confunda os elementos/requisitos do ato administrativo com os atributos/características do ato administrativo. São elementos: a competência, a forma, a finalidade, o motivo e o objeto. Para memorizar lembre-se do método mnemônico - COFOFIMO. São atributos: a presunção de legitimidade, a autoexecutoriedade, a imperatividade e a tipicidade. Para memorizar guarde o método mnemônico – PATI. 3. Os elementos do ato administrativo são a competência, a forma, a finalidade, o motivo e o objeto. Lembre-se que o objeto e o motivo podem ser vinculados ou discricionários (são o MÉRITO do ato administrativo), enquanto que os demais só podem ser vinculados. 4. Não confunda motivo com motivação. O motivo é o pressuposto de fato e de direito que serve de fundamento ao ato administrativo. Já a motivação é a exposição dos motivos que determinaram a prática do ato administrativo. 5. Os atos que decorrem do poder de polícia não podem ser delegados ao particular (alheio ao Aparelho Estatal), pois não pode exercer perante outro particular ato de autoridade. Todavia, pode receber delegação de atos materiais, como a instalação de um equipamento fotossensor (Radar Fotográfico). 6. Descentralização é o processo de divisão ou distribuição da função administrativa estatal entre PESSOAS JURÍDICAS CRIADAS OU AUTORIZADAS PARA ESSE FIM. Da descentralização nascem as entidades da Administração Pública indireta: autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. As autarquias são CRIADAS por lei; as demais são AUTORIZADAS por lei. Leia o artigo 37, inciso XIX da CF.

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7. Desconcentração gera a distribuição de atribuições dentro de uma ÚNICA PESSOA JURÍDICA, mantendo a vinculação hierárquica, ou seja, É REPARTIÇÃO INTERNA DE COMPETÊNCIA. A consequência da desconcentração é a criação de um órgão público que não tem personalidade jurídica própria (NÃO SÃO PESSOAS, MAS PARTES INTEGRANTES DA PESSOA ESTATAL). 8. Licitação Inexigível (Artigo 25 da Lei 8666/93): Não há competição. Licitação Dispensada (Artigo 17, I e II da Lei 8666/93): Tem possibilidade de competição, mas a lei ordena não fazer. Ato Vinculado! Licitação Dispensável (Artigo 24 da Lei 8666/93): Tem possibilidade de competição, mas a lei concede a discricionariedade de fazer ou não, ficando a decisão a cargo do administrador. 9. Licitação Fracassada: Aparecem licitantes mais todos são inabilitados ou desclassificados. Quando isso ocorre a Administração pode abrir prazo para que os licitantes regularizem suas situações. Licitação Deserta: Não há licitantes. Toda licitação deserta pode se tornar dispensada (Artigo 24 V da Lei 8666/93). 10. A concessão se extingue pelo advento do termo contratual, pela encampação, pela caducidade, pela rescisão, pela anulação e pela falência ou extinção da empresa concessionária e falecimento ou incapacidade do titular, no caso de empresa individual. Não deixe de ler os artigos 36 a 39 da Lei 8987/95 (Lei de Concessões) 11. Bem de uso comum (art. 99, I do CC): São aqueles bens públicos de uso coletivo, ou seja, todos podem utilizá-lo livremente. O artigo 103 do Código Civil prevê a possibilidade desse tipo de bem ser tarifado, atitude esta que não descaracteriza a natureza jurídica do bem. Nunca diga que a tarifação transforma o bem de uso comum do povo em bem de uso especial. 12. Bens de uso especial (art. 99, II do CC): São aqueles bens públicos afetados a uma determinada função administrativa, como o prédio de uma repartição pública. Bens dominicais ou dominiais (art. 99, III do CC): São aqueles bens públicos não estão vinculados a nenhuma finalidade pública. São patrimônios disponíveis da Administração Pública. São bens desafetados, que podem ser alienados. Todavia, fiquem atentos, todos os bens públicos são impenhoráveis e imprescritíveis (não sujeitos a usucapião).

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Mas lembre-se: caso o Chefe do Poder Executivo exorbite os limites do poder de regulamentar. tem direito à estabilidade e trabalha na Administração direta e indireta (Autarquias e Fundações).º do dec.365/41). ou seja. Já as Sociedades de Economia Mista tem a maioria de capital público (restante é privado). Não se esqueça das diferenças entre elas. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . inciso V da CF). É a desapropriação realizada sem o devido processo legal. Já o Empregado Público ocupa emprego público. As Empresas Públicas tem 100% de capital público. diante da hipótese de iminente perigo público. O Servidor Público ocupa cargo efetivo. Ambas são pessoas jurídicas de direito privado. invadindo uma área particular. tem foro na justiça federal. a garantia desaparece e sub-roga-se no preço pago a título de indenização. não tem direito à estabilidade e trabalha na Administração Indireta (Empresas Públicas ou Sociedades de Economia Mista). sem qualquer procedimento válido. 15. Como o particular esbulhado não pode entrar com uma ação reivindicatória em face do Estado. Já para a ocupação temporária basta o interesse público. como por exemplo. o Congresso Nacional poderá SUSTAR tais atos (artigo 49. A desapropriação indireta é aquele em que o Estado pratica um esbulho possessório ilegítimo. As empresas públicas e as sociedades de economia mista são autorizadas por meio de lei para prestarem um serviço público ou explorarem uma atividade econômica. 3.-lei n. se o bem estava hipotecado. é estatutário. inciso IV da CF). A desapropriação é forma originária de aquisição da propriedade. Tal atribuição recebe o nome de Poder Regulamentar (artigo 84. 18. Seria uma forma de desapropriação de fato. 14. só podem adotar a forma societária S/A e sempre tem foro na justiça estadual. Tem como objeto qualquer bem móvel ou imóvel dotado de valor patrimonial (artigo 2.4 13. só cabe ao ele o pedido de desapropriação indireta. 16. podem ser constituídas por qualquer forma societária e. A requisição é o ato pelo qual o Estado determina a utilização de bens ou serviços particulares para atender necessidades públicas urgentes e transitórias. 17. é celetista. Cabe ao Chefe do Poder Executivo editar decretos para explicitar e promover a fiel execução das leis. Rompe as anteriores relações que atingisse o bem (ônus real que atingisse o bem). quando federais. qualquer situação de necessidade vinculada a uma obra ou serviço público.

20. na modalidade risco administrativo. A responsabilidade civil do Estado é do tipo objetiva. o caso fortuito ou a força maior. A culpa não precisa ser provada pela vítima.910/32. 1º do Decreto nº 20. o nexo e o resultado danoso. Por ela. conforme prescreve o art. A posição atual fixou o entendimento de que em qualquer caso de reparação em face do Estado. tão somente. O STJ modificou sua posição com relação ao prazo prescricional a ser aplicado nas ações de reparação de dano em face do Estado.5 19. o Estado pode se eximir da responsabilidade caso prove a culpa exclusiva da vítima. exige-se que a vítima comprove. afastando a aplicação do prazo prescricional do Código Civil. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . o prazo a ser aplicado será de 5 anos. a conduta. Todavia.

Princípios Princípio do desenvolvimento sustentável: a compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a preservação da qualidade do meio ambiente. 225 e 182) (Estatuto da Cidade). Meio ambiente artificial – espaço urbano construído (cidade) (art.caráter preventivo: busca evitar a ocorrência de danos ambientais e caráter repressivo: uma vez ocorrido o dano o poluidor deve indenizar. água. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . fiscalização. Traduz a história de um povo (patrimônio artístico. Meio ambiente cultural – criado pelo homem e possui valor e sentido especial. solo. fauna e flora. XXIII da CF. histórico. biosfera. 200. –Severa punição para evitar novos danos (sem inviabilizar a atividade econômica). subsolo. Art. 216 da CF Meio ambiente do trabalho – local onde as pessoas desempenham suas atividades laborais (salubridade do meio). Princípio do poluidor-pagador . arqueológico). –Dificuldade de voltar ao “status quo ante”. sanção administrativa. –Deve-se prevenir danos mesmo diante da ausência de certeza científica. 7º. Art.6 DIREITO AMBIENTAL – PROFESSORA ROBERTA DENSA Classificação meio ambiente Meio ambiente natural – constituído pela atmosfera. –Estudo técnico de impacto ambiental. 225 e 170 da CF. VIII e art. Princípio da prevenção e da precaução –prioridade a medidas que evitem danos ao meio ambiente. –Administração: requerer licença. Art.

livros escolares e estação de rádio e televisão. Impõe-se ao poluidor o dever de arcar com as despesas de prevenção aos danos que a sua atividade possa ocasionar (ex: veículo automotor). 3º da Lei 6.795/99 (trata da educação ambiental) Competência legislativa em matéria de direito ambiental Regra: competência concorrente: possibilidade de a União. Licenciamento ambiental Haverá necessidade de licença ambiental toda vez que a atividade desenvolvida pelo particular ou pelo Estado demonstrar risco à qualidade de vida e ao meio ambiente (atividade potencialmente poluidora). § 1º. desenvolva atividade causadora de degradação ambiental (art. 225. –prioridade da reparação específica do dano ambiental. Poluição: degradação da qualidade ambiental. VI. –Informação e educação ambiental Art. O “pagamento” não precisa ser em pecúnia.7 Poluidor: pessoa física ou jurídica. –solidariedade para suportar os danos causados ao meio ambiente. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Princípio da participação –O Estado e a sociedade devem proteger e preservar o meio ambiente. 24 – Estados) (art. que direta ou indiretamente.938/81). Responsabilidade civil por danos ambientais: –responsabilidade civil objetiva. 30. Obrigação das instituições de ensino. Lei 9. Estados e DF dispor sobre o assunto e suplementar dos municípios (art.II – Municípios).

Ato discricionário: mesmo que o EIA/Rima seja desfavorável pode ser concedida a licença ambiental. Espaços Especialmente Protegidos Área de preservação permanente: beira de rio. Proponente do projeto deve arcar com os custos. Licença ambiental: estabelece condições. restrições e medidas de controle ambiental (ato administrativo). –Licença prévia (prazo de 5 anos) –Licença de instalação (prazo 6 anos) –Licença de funcionamento. pé-de-serra. lagoa. Sistema Nacional de Unidades de Conservação: Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .8 Está fundamenta no princípio da precaução/prevenção Licenciamento ambiental: complexo de etapas que compõem o procedimento administrativo o qual objetiva a concessão da licença ambiental. Se o EIA/RIMA for favorável a licença ambiental deverá ser concedida (torna-se ato administrativo vinculado). O EIA/RIMA nem sempre é obrigatório. lago. É elaborado por uma equipe técnica formada por profissionais de diversas áreas. Natureza jurídica: instrumento de caráter preventivo. Reserva Legal: percentual mínimo de vegetação que deve ser mantida em área rural. topo de moro. Estudo Prévio de Impacto Ambiental RIMA (Relatório de Impacto ao Meio Ambiente) – Torna compreensível ao público o conteúdo do EIA elaborado segundo critérios técnicos.

IV . IV .Monumento Natural. II . VI – Reserva de Desenvolvimento Sustentável. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .Floresta Nacional. 8) I . V .9 Proteção Integral (art. e VII . V .Área de Relevante Interesse Ecológico.Parque Nacional. III .Reserva Biológica.Reserva Particular do Patrimônio Natural.Refúgio de Vida Silvestre.Estação Ecológica.Área de Proteção Ambiental. Uso Sustentável (art. II . III .Reserva de Fauna. 16) I .Reserva Extrativista.

pendendo condição suspensiva.10 DIREITO CIVIL . VI . 4) São bens imóveis o solo e tudo quanto se lhe incorporar natural ou artificialmente. II . sob premente necessidade. 8) Não corre a prescrição: I . V – os partidos políticos. II .os direitos reais sobre imóveis e as ações que os asseguram. Não perdem o caráter de imóveis: I . no primeiro. forem removidas para outro local.entre os cônjuges. e transforma-se num ato jurídico perfeito.pendendo ação de evicção. durante a tutela ou curatela. 6) O negócio jurídico invalido pode receber duas sanções: a nulidade ou a anulabilidade.as associações. não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária. dos Estados ou dos Municípios. IV – as organizações religiosas. 2) Domicílio não se confunde com residência. IV contra os incapazes de que trata o art. se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.contra os ausentes do País em serviço público da União.contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas. os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis. VII . ou não fazer. na constância da sociedade conjugal. em tempo de guerra. III . fazer. mas conservando a sua unidade.os materiais provisoriamente separados de um prédio param nele se reempregarem. Consideram-se imóveis para os efeitos legais: I . ou por inexperiência.as sociedades. 7) Prescrição extingue pretensão. II . III .as fundações. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 5) Ocorre a lesão quando uma pessoa. que é a possibilidade de exigir o cumprimento de uma obrigação de dar.entre ascendentes e descendentes.não estando vencido o prazo.o direito à sucessão aberta. 3) São pessoas jurídicas de direito privado: I . 3º. durante o poder familiar. separadas do solo. IX . pois. VI .entre tutelados ou curatelados e seus tutores ou curadores. II . A primeira não se convalida no tempo e a segunda se não arguida no prazo descrito na lei se convalida. VIII . V .as empresas individuais de responsabilidade limitada.as edificações que.PROFESSOR CHRISTIANO CASSETTARI 1) Com exceção dos casos previstos em lei. a moradia deve ter ânimo definitivo.

contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.os afins em linha reta. com exclusividade. a culpa de terceiro (engavetamento de veículos).os irmãos. até o terceiro grau inclusive. VII . o regime da comunhão parcial de bens. salvo contrato escrito entre os companheiros. VI . 16) Na união estável. 13) São excludentes de responsabilidade civil. e demais colaterais. (iii) o dano. utilizando-o para sua moradia ou de sua família. tem os mesmos pressupostos.o adotado com o filho do adotante. adquirir-lhe-á o domínio integral. 11) A responsabilidade civil será objetiva quando a lei determinar ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano importar em risco aos direitos de outrem. (ii) o dolo ou a culpa. II Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . aplica-se às relações patrimoniais. 12) Caso fortuito é o evento imprevisível e a força maior o evento previsível. configurada na convivência pública. mas inevitável. sobre imóvel urbano de até 250m² (duzentos e cinquenta metros quadrados) cuja propriedade divida com ex-cônjuge ou excompanheiro que abandonou o lar. pelo menos. unilaterais ou bilaterais.11 9) Solidariedade não se presume. 15) É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher e entre pessoas do mesmo sexo. desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. 17) Não podem casar: I .as pessoas casadas. a culpa exclusiva da vítima (atravessar a rua fora da faia de pedestre). posse direta. A responsabilidade civil objetiva. 14) Aquele que exercer. depois de estabelecida a convivência conjugal. V . exceto o (ii). Ambos excluem o dever de indenizar. seja o parentesco natural ou civil. 18) Presumem-se concebidos na constância do casamento os filhos: I . (iv) o nexo causal. por 2 (dois) anos ininterruptamente e sem oposição. que independe de culpa.os ascendentes com os descendentes. III .o cônjuge sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra o seu consorte. o caso fortuito e a força maior. no que couber. ela decorre da lei ou da vontade das partes 10) São pressupostos da responsabilidade civil subjetiva: (i) a ação ou omissão do agente.nascidos cento e oitenta dias. IV .o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante. II .

havidos. separação judicial. III . V .se concorrer com descendentes só do autor da herança. decorrentes de concepção artificial homóloga. 20) A sucessão legítima defere-se na ordem seguinte: I . III . 1. tocar-lhe-á a metade do que couber a cada um daqueles. quanto aos bens adquiridos onerosamente na vigência da união estável.12 nascidos nos trezentos dias subsequentes à dissolução da sociedade conjugal. no regime da comunhão parcial.não havendo parentes sucessíveis. IV . III . por morte. 19) A companheira ou o companheiro participará da sucessão do outro. ou no da separação obrigatória de bens (art. terá direito a um terço da herança. nas condições seguintes: I . a qualquer tempo. o autor da herança não houver deixado bens particulares. II . em concorrência com o cônjuge. mesmo que falecido o marido.se concorrer com filhos comuns.aos descendentes.havidos por fecundação artificial homóloga.641 do CC). terá direito a uma quota equivalente à que por lei for atribuída ao filho. salvo se casado este com o falecido no regime da comunhão universal.se concorrer com outros parentes sucessíveis.havidos por inseminação artificial heteróloga. desde que tenha prévia autorização do marido. terá direito à totalidade da herança. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .ao cônjuge sobrevivente. II . em concorrência com o cônjuge sobrevivente.aos ascendentes. IV . ou se. nulidade e anulação do casamento. quando se tratar de embriões excedentários. IV .aos colaterais.

3º). saúde e segurança. Fornecedor: é toda pessoa física ou jurídica. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços (art. inclusive as de natureza bancária. 29). de crédito e securitária. 2º do CDC) Todo consumidor é VULNERÁVEL. exportação. exercendo atividade de produção. . construção. mediante remuneração. parágrafo único. . criação. É a vítima de acidente de consumo (art. A vulnerabilidade pode ser técnica. econômica ou informacional. ainda que indetermináveis. que haja intervindo nas relações de consumo”. 2º. . salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista (§ 2º do art.proteção da vida. que atua na cadeira produtiva.direito à modificação as cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. nacional ou estrangeira. Produto: é qualquer bem. financeira.educação. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . jurídica. Consumidor por Equiparação: o art. 17) ou as pessoas que estão expostas às práticas comerciais (art. (art. móvel ou imóvel. transformação. Direitos básicos do consumidor São direitos básicos do consumidor: . § 1º do CDC). de direito público ou privado. 3º do CDC). do CDC equipara a consumidor “a coletividade de pessoas. montagem.proteção contra publicidade enganosa ou abusiva e práticas comerciais abusivas e as cláusulas comerciais abusivas. 3º. material ou imaterial (art. .13 DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFESSORA ROBERTA DENSA A Relação Jurídica de Consumo Consumidor: “toda a pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final”.direito à informação (inclusive quanto aos tributos). importação. Serviço: é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo.

facilitação da defesa de seus direitos. manipulação. a seu favor. Responsabilidade Civil pelo FATO do produto (DEFEITO do produto ou ACIDENTE DE CONSUMO) Responsáveis: o fabricante. quando. inclusive com a inversão do ônus da prova. for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente.o acesso aos órgãos judiciários e administrativos. bem como por informações sobre a utilização e riscos. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. segundo as regras ordinárias de experiência. e o importador. e vem a colidir com outro veículo trazendo sérios danos físicos). não consegue. assegurada a proteção jurídica. levando-se em consideração as circunstância relevantes. . Danos decorrentes de: projeto. fórmulas. o construtor.  Responsabilidade Civil no CDC O Código de Defesa do Consumidor adota a regra da responsabilidade civil objetiva. administrativa e técnica aos necessitados. nacional ou estrangeiro.a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais. A responsabilidade subjetiva é adotada pelo CDC na hipótese de responsabilidade civil do profissional liberal. VÍCIO – problema apresentado pelo produto ou serviço que atinge a sua QUALIDADE (Ex: consumidor compra um veículo com ar condicionado que não funciona adequadamente). entre as quais a sua Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . a critério do juiz. montagem. DEFEITO ou VÍCIO? DEFEITO – problema apresentado pelo produto ou serviço que atinge a SEGURANÇA do consumidor (Ex: consumidor tenta acionar os freios do veículo. . individuais. o produtor. coletivos e difusos. construção. no processo civil. . Produto defeituoso: não oferece a segurança que dele legitimamente se espera.14 . fabricação.adequada e eficaz prestação de serviços públicos.

b) que. Atenção: A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa (médicos. ou c) que. o resultado e os riscos que razoavelmente dele se esperam. Comerciante: O comerciante pode ser responsabilizado pelo fato do produto. produtor ou importador). a época em que foi colocado em circulação. b) pela conservação inadequada do produto.15 apresentação. este prazo é contado a partir do momento que o consumidor faz a compra (vício aparente) ou do momento Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . entre às quais. Danos decorrentes de: defeitos relativos à prestação de serviços. construtor. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. Serviço defeituoso: não fornece a segurança que o consumidor dele pode esperar. 13 do CDC. a época em que foi fornecido. c) Ou em razão da medição. o modo de seu fornecimento. embora haja colocado o produto no mercado. ou b) que não colocou o produto no mercado. tendo prestado o serviço. Excludentes de responsabilidade: o fornecedor de serviços deverá provar: a) a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. o defeito inexiste. o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam. Prazo para ingressar com ação: 5 anos Responsabilidade civil por VÍCIO do produto Prazo para reclamar: O consumidor terá 30 dias (produtos não duráveis) ou 90 dias (produtos duráveis) para reclamar dos vícios do produto. da pesagem ou se a balança não estiver aferida oficialmente pelo órgão responsável. engenheiros. na forma do art. nas seguintes hipóteses: a) sempre que não puder ser identificado ou quando não houver identificação do fornecedor (fabricante. Responsabilidade Civil pelo FATO do serviço (DEFEITO do serviço ou ACIDENTE DE CONSUMO) Responsável: fornecedor de serviços. dentistas). Excludentes de responsabilidade: deve o fornecedor provar: a) a culpa exclusiva do consumidor. levando-se em consideração as circunstâncias relevantes. o defeito inexiste.

diminuindo-lhe o valor ou se tratar de produto essencial. monetariamente atualizada. Solução: Não sendo o vício sanado no prazo máximo de 30 dias. pode o consumidor exigir.16 do conhecimento do vício (vício oculto). O consumidor poderá exigir a troca imediata do produto sempre que.a substituição do produto por outro da mesma espécie. em perfeitas condições de uso. a substituição das partes viciadas puder comprometer a qualidade ou características do produto. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . alternativamente e à sua escolha: . inclusive o comerciante e o distribuidor. em razão da extensão do vício. Se houver garantia contratual as garantias são sempre somadas: GARANTIA CONTRATUAL + GARANTIA LEGAL.o abatimento proporcional do preço. Responsável: todos os fornecedores. Danos decorrentes de: qualidade. .a restituição imediata da quantia paga. sem prejuízo de eventuais perdas e danos. .

7. subordinado. com limites estabelecidos pelo PCO no artigo 60 CF. 5. como os individuais (art. os coletivos (art.Poder Constituinte Reformador – exercido através das emendas constitucionais. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . CF) e os solidários (arts. que requer lei regulamentadora do direito do trabalhador referente à participação nos lucros das empresas. Características: – inicial.º e 225. CF). pois é elaborada de forma extensa. Quanto à estabilidade ►rígida.A expressão “direitos e garantias fundamentais do homem” abrange diversos direitos. os relativos à nacionalidade (art.Normas constitucionais de eficácia limitada – São as normas que necessitam de complementação legislativa posterior para serem plenamente eficazes. 6 e 193 e segs. acima das leis mas abaixo da Constituição. detalhada. CF Tratado que não versa sobre Direito Humanos – status de norma infraconstitucional. CF).. Características: derivado.º.Classificação das Constituições – A Constituição brasileira de 1988 é: Quanto à forma ► escrita. 14 a 17. CF. os políticos (arts. os sociais (arts. Quanto à elaboração ► dogmática e democrática. condicionado e limitado pelo PCO. minuciosa. 2 . 5. 3. CF). CF). Tratado sobre Direitos Humanos com votação diferente de Emenda Constitucional – status de supralegalidade.17 DIREITO CONSTITUCIONAL – PROFESSOR MARCELO GALANTE 1 . XI. Quanto à extensão ► analítica ou prolixa. 4 . Exemplo: artigo 7°.Poder constituinte originário (PCO). 12. CF). incondicionado e ilimitado juridicamente. Quanto à função ► dirigente (sem deixar de ser garantia).elaboração de uma nova Constituição em substituição à anterior.º. ou seja. autônomo. 6.Poder constituinte derivado (PCD). 5 .previsto pelo PCO com o principal propósito de alterar a constituição quando necessário. 3 .Tratado sobre Direito Humanos com votação igual de Emenda Constitucional – status do tratado de Emenda Constitucional – artigo 5§3°.

§ 2. 9 . por conseguinte.Controle difuso. “a”) e arguição de descumprimento de preceito fundamental (art. a decisão retroage alcançando a inconstitucionalidade e todas as suas conseqüências desde sua origem ressalte-se – somente para as partes. § 1. em seu artigo 27. por via de ação ou concentrado . 102. se a lei ou ato normativo municipal contrariar dispositivo da Constituição Estadual.Princípio da reserva de plenário – proibição aos órgãos fracionários dos tribunais de declarar a inconstitucionalidade de leis ou atos normativos do poder público está instituída pela Constituição. 11 . III). para o exercício dessa espécie de controle de constitucionalidade: ação direta de inconstitucionalidade (art. I.São várias as formas existentes.Efeitos da decisão – No controle de constitucionalidade difuso.868/99.18 8 . I. sendo o efeito. pela Simetria Constitucional e paralelo de formas – artigo 125 §2 CF. qualquer juiz ou tribunal pertencente ao Poder Judiciário pode.Controle de constitucionalidade principal. averiguar a compatibilidade da norma com a Constituição Federal. ação declaratória de constitucionalidade (art. abstrato. da CF. existe no ordenamento jurídico a Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 102. julgado pelo Tribunal de Justiça Estadual. 10 . prevê a possibilidade do efeito ex nunc.I. ou seja. incidental ou por via de exceção: Por esse meio de controle de constitucionalidade. ação direta de inconstitucionalidade interventiva (art. “a”. por via de exceção. “a”).º). com determinada fixação da retroatividade. Exclui-se ADI no STF de lei ou ato normativo municipal em face da Constituição Federal. inter partes e com efeito ex tunc. contempladas pela Constituição. poderá haver o controle da constitucionalidade desse ato municipal por meio de um controle de âmbito estadual. Porém. 36. 103. conforme prevê o artigo 52.º). em seu artigo 97. CF. 13-Efeitos da decisão da ADI – Erga Omnes e ex tunc. a Lei 9. 12. isto é. ou mesmo ex tunc.Conforme artigo 102. A decisão proferida para as partes pode estender-se para todos (erga omnes). ao analisar um caso concreto. ação direta de inconstitucionalidade por omissão (art. Contudo. X. no STF cabe ADI de lei ou ato normativo federal ou estadual. 102. a decisão só afeta as pessoas que participam da relação processual.

a possibilidade de sustação do andamento da ação penal por crimes praticados após a diplomação. com poderes próprios das autoridades judiciais. se for o caso.19 possibilidade de modulação dos efeitos da ADI.No âmbito federal é no formato bicameral. por quaisquer de suas palavras opiniões e votos. da CF. § 1. 14 . da Lei 9. em uma primeira análise. ou seja. são encaminhadas ao Ministério Público. 18. e o Senado Federal. Assim. 16. mediante requerimento de um terço de seus membros. civil e penalmente.Comissões Parlamentares de Inquérito – Parte da função fiscalizatória do Poder Legislativo. composto por duas Casas Legislativas – a Câmara dos Deputados. prevista no artigo 58 §3° CF.Caráter de Subsidiariedade da ADPF – O artigo 4.º. Exemplos: Violação direta de lei municipal em face exclusiva da CF e discussão de lei pré-constitucional que viola CF atual. 15. conforme os incisos do artigo 53. para apuração de fato determinado e prazo certo. CF. de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1º de agosto a 22 de dezembro. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores . só seria cabível ADPF se outra ação não pudesse solucionar a questão. que. Compreende a imunidade material. sendo suas conclusões.Imunidades parlamentares – verdadeiras prerrogativas inerentes ao cargo. “caput”. como também que tal decisão seja tomada por pelo menos dois terços dos ministros do STF. este período é denominado sessão legislativa. representando os Estados membros –. CF. são constituídas pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado. E a imunidade formal. 17.882/99 disciplina que a ADPF só é admitida quando não houver outro meio eficaz de sanar a lesividade.Conselho Nacional de Justiça: criado pela EC 45/04. representando o povo. ainda.º. prevista no artigo 53. que juntas são denominadas Congresso Nacional. previsto no artigo 103-B. em conjunto ou separadamente. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . O Congresso Nacional reúne-se anualmente. na Capital Federal. com sede na capital federal. é necessário que haja razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse nacional.Poder Legislativo . porém. Para tanto. que garante ao parlamentar a impossibilidade de ser ou permanecer preso ou. é órgão pertencente ao Poder Judiciário. e que determina a inviolabilidade dos parlamentares.

após aprovação da escolha pela maioria absoluta do Senado federal. CF. depois de reiteradas decisões sobre matéria constitucional.417/06 20. admitida uma recondução.Súmula vinculante – Prevista no artigo 103-A.Competência do STF – A competência do STF é delineada pelos artigos 102 da CF. de ofício ou por provocação. estadual e municipal. aprovar súmula que. nomeados pelo Presidente da República. mediante decisão de dois terços de seus ministros. 19. na forma da lei 11. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. possibilita ao STF. Os membros do CNJ tem mandato de dois anos. como também proceder a sua revisão ou cancelamento. nas esferas federal. a partir de sua publicação na imprensa oficial.20 jamais exercerá funções jurisdicionais e somente controlará a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e o cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. È composto por quinze membros. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .

É dever do Estado assegurar a educação (ensino fundamental) obrigatório e gratuito e outras necessidades básicas ao seu desenvolvimento (art. 74) Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .21 ECA – PROFESSORA ROBERTA DENSA Princípios do ECA Princípio da proteção integral (art. . 53 e 54).Surgiu em contrapartida ao princípio do menor em situação irregular (antigo Código de Menores). Princípio da prevenção geral . Princípio condição peculiar da pessoa em desenvolvimento (art. § 3º.Dever do estado em garantir as necessidades da pessoa em desenvolvimento (educação. 227 da CF. . Princípio da brevidade (arts 112 a 128 do ECA e 227. lazer. a faixa etária a que não se recomendem (art. 3º do ECA) . para efeitos indicativos.A medida socioeducativa deverá ser breve e com o objetivo de socialização do adolescente. espiritual e social). 1º do ECA) . mental. 70).É dever do Estado regular as diversões e espetáculos públicos e classificar.Melhor interesse da criança (desenvolvimento físico.Também fundamentado no art. convivência). moral. . Princípio da prevenção especial .É dever de toda a sociedade prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente (art. V da CF). alimentação. . .O menor é sujeito especial de direitos em razão de seu processo de formação e transformação física e psíquica.

4º do ECA e art.Prerrogativa do menor em receber. Medidas de proteção Menor em situação de risco – art. 112).É vedada a divulgação de atos judiciais. Em razão de sua conduta.poderá ser ouvido em processo de adoção. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Adolescente – pessoa entre 12 e 18 anos incompletos. 143).22 Princípio da garantia prioritária .adolescente infrator: medida socioeducativa (art.criança infratora: medida protetiva (art. 98 – sempre que os direitos garantidos pela lei estiverem ameaçados ou violados por ação ou omissão: Da sociedade e do Estado. Da família. Exceção: jovem adulto – pessoa entre 18 e 21 anos de idade. 2º do ECA) Criança – pessoa de até 12 anos incompletos. com prioridade. será possível a aplicação de uma medida de proteção. Toda vez que a criança e o adolescente estiverem em situação de risco. 101). . . Princípio da sigilosidade . policiais e administrativos que digam respeito à criança e ao adolescente a que se atribua autoria de ato infracional (art. . socorro e proteção em qualquer situação (art. Destinatários (art. Podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente. 227 da CF).

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Podem ser substituídas a qualquer tempo; Devem levar em consideração o aspecto pedagógico e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Medida Socioeducativa Ato infracional – crime ou contravenção penal Penalmente inimputáveis – menores de 18 anos (art. 104) considerada a idade do adolescente à data do fato. São medidas socioeducativas: •advertência; •obrigação de reparar o dano (hipóteses de dano material); •prestação de serviços à comunidade; •liberdade assistida (art. 118 e 119); •inserção em regime de semiliberdade (art. 120); •internação; •qualquer uma das previstas no art. 101, I a VI (medida protetiva). Advertência Admoestação verbal (reduzida a termo e assinada); Para ser aplicada, basta ter a prova da materialidade e indícios de autoria; Obrigação de Reparar o Dano Aplicável nas hipóteses de ato infracional com reflexos patrimoniais; Determina a restituição da coisa ou promove o ressarcimento do dano;

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Prestação de serviços à comunidade Realização de tarefas gratuitas de interesse geral; Hospitais, escolas e outros estabelecimentos congêneres, programas comunitários e governamentais; Deverá ser analisada a aptidão do adolescente. Prazo máximo da medida: 6 meses; Jornada máxima de 8 horas semanais durante a semana ou final de semana (incluindo feriado); Não pode prejudicar a frequência à escola ou trabalho. Liberdade Assistida Finalidade de acompanhamento e orientação do adolescente; Prazo mínimo da medida: 6 meses; Orientador – pessoa capacitada que deve: a) Promover socialmente o adolescente; b) Supervisionar frequência e aproveitamento escolar; c) Orientar quanto a profissionalização; d) Apresentar relatório do caso. Semiliberdade Medida de parcial restrição de liberdade; Possibilita a realização de atividades externas independentemente de autorização judicial; É obrigatória a escolarização e profissionalização do adolescente;
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Pode ser utilizada desde o início ou como forma de transição; Não há prazo determinado para a medida, podendo ser aplicadas as regras relativas a internação. Internação Medida mais severa, que constitui restrição de liberdade ao adolescente; Somente pode ser aplicada em casos excepcionais (art. 122) e deve obedecer ao princípio da brevidade e respeito a condição de pessoa em desenvolvimento. Internação Hipóteses de aplicação (art. 122): Pratica de ato infracional cometido mediante violência ou grave a ameaça contra a pessoa; Por reiteração no cometimento de outras infrações graves; Descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta (prazo máximo de 3 meses). Regras (art. 121): Será permitida a realização de atividades externas (mediante avaliação) se o juiz não proibir expressamente na sentença; A sentença não trará prazo definido para a internação; Prazo máximo da medida: 3 anos; Reavaliação a cada 6 meses (decisão fundamentada); Liberação compulsória aos 21 anos; Em qualquer hipótese, a desinternação será precedida de autorização judicial, ouvido o MP.
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Adoção: cria vínculo de filiação. um conselho tutelar. FAMÍLIA EXTENSA = PARENTE + CONVIVE + AFINIDADE Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Deverá ter cinco membros (pessoa idônea. § único). Família extensa (ou ampliada) – se estende para além da unidade pais e filhos é formada por parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade. –Residir no município. O mandato é de quatro anos (permitida uma recondução). encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direito da criança e adolescente. Cada município terá. definidos nesta lei”. no mínimo. não jurisdicional. (art. 131 “O conselho tutelar é órgão permanente e autônomo.é aquela formada por terceiros (qualquer pessoa que não seja o pai ou a mãe) mediante determinação judicial: Guarda: regulariza a posse. Convivência Familiar Família substituta . com mais de 21 anos e que resida no município). 25. –Idade superior a 21 anos. Tais membros deverão ser escolhidos pela comunidade local e deverão ter: –Reconhecida idoneidade moral.26 Conselho Tutelar Art. Tutela: rege a pessoa do incapaz e administra os bens.

Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . o juiz deve dar preferência à família extensa.27 Ao colocar uma criança ou adolescente em família substituta.

mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. cabendo ao participante (oculto) direitos e obrigações nos termos de contrato existente entre as partes. sua responsabilidade é limitada ao valor do seu capital que não poderá ser inferior a 100 (cem) vezes o maior salário mínimo vigente no país e ao EIRELI no que couber aplicam-se as regras da sociedade limitada. 3) O EIRELI possui personalidade jurídica. 7) A sociedade limitada deverá realizar nos quatro meses posteriores ao final do exercício social assembleia de sócios. 6) Na sociedade limitada a responsabilidade dos sócios fica restrita ao valor de suas cotas. este conclave poderá ser substituído por uma reunião de sócios quando a sociedade tiver até 10 (dez) sócios e houver previsão de substituição no contrato social. 8) A sociedade por ações de capital aberto poderá em virtude de autorização da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) negociar os seus títulos no Mercado de Capitais. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 2) O legalmente impedido de exercer atividade de empresário caso venha a exercê-la responderá pelas obrigações que contrair.28 DIREITO EMPRESARIAL – PROFESSOR PAULO PEDRO 1) Para o exercício da atividade empresarial será necessário que o empresário tenha capacidade civil e não esteja impedido por lei. excluídos do benefício de ordem aqueles que contrataram pela sociedade (administradores). este por sua vez estará dividido em Mercado de Balcão Organizado e Bolsa de Valores. 4) Na sociedade em comum (“de fato”/”irregular”) os sócios possuem responsabilidade ilimitada e solidária. 5) Na sociedade em conta de participação a atividade será exercida pelo sócio ostensivo em seu próprio nome e sob sua única responsabilidade.

14) No ato cambiário do aceite (cabível em letra de câmbio e duplicata) o sacado lança no título a sua assinatura sob a expressão aceite.29 9) As ações de uma companhia estarão divididas quanto a sua espécie em ações ordinárias e preferenciais. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . o avalista garante a obrigação assumida pelo avalizado. as primeiras atribuem ao acionista direitos comuns como a participação nos resultados e o direito de voto. 12) O endosso compreende conduta onde endossante transfere ao endossatário titulo nominativo a ordem vinculando-se ao pagamento da obrigação na qualidade de coobrigado. já contra a decisão de improcedência caberá o recurso de apelação. já as preferenciais poderão atribuir vantagens como o recebimento prioritário de lucros e restrições como o não direito a voto. porém será obrigatório nas Companhias de Capital Aberto. 16) O fornecedor que após a sentença de quebra continuar a fornecer bens ao falido terá seu crédito considerado como extraconcursal. já as partes beneficiárias representam direito de crédito eventual. 17) Contra a decisão que decretar a falência caberá o recurso de agravo. enquanto o commercial paper (notas comerciais) atribuem ao portador direito de crédito com estrutura de nota promissória. 11) O Conselho de Administração compreende órgão de existência facultativa. de Economia Mista e de Capital Autorizado. contados a partir do deferimento da recuperação judicial. 15) Na recuperação judicial o devedor terá 60 (sessenta) dias para apresentar o seu plano de recuperação judicial. vinculando-se ao pagamento do título na qualidade de devedor principal. 10) Debêntures representam direito de crédito contra a companhia. 13) No ato cambiário do aval.

19) A carta patente de invenção terá vigência de 20 (vinte) anos contados a partir do depósito. deverá ser proposta pelo administrador judicial. por qualquer credor ou pelo Ministério Público no prazo de 3 (três) anos contados da decretação da falência. podendo o prazo ser prorrogado por 3 (três) períodos iguais de 5 (cinco) anos. já o certificado de registro de marca terá duração de 10 (dez) anos prorrogáveis por períodos de 10 (dez) anos quantas vezes forem necessários. já a carta patente de modelo de utilidade terá vigência de 15 (quinze) anos contados a partir do depósito. não podendo o prazo ser inferior a 10 (dez) anos contados da concessão. 20) O certificado de registro de um desenho industrial terá vigência de 10 (dez) anos.30 18) A ação revocatória. não podendo o prazo ser inferior a 7 (sete) anos contados da concessão. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .

respondendo disciplinarmente pelos atos que este praticar. até 60 salários c) a postulação à Justiça de Paz d) a postulação à Justiça do Trabalho e) a proposição de ações revisionais penais f) a defesa em processo administrativo disciplinar 2 . É o aluno matriculado em um dos dois últimos anos do Curso de Ciências Jurídicas/Direito de instituição de ensino superior autorizada e credenciada.099/95) e no Juizado Especial Federal. Dispensam advogado: a) impetração de habeas corpus b) a postulação ao Juizado Especial Cível. O estagiário pratica os atos profissionais sempre sob supervisão de um advogado orientador. O escritório de Advocacia só pode ser violado se houver: a) ordem judicial. d) decisão fundamentada e e) com a presença de um representante da OAB Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 7.31 ÉTICA – PROFESSOR ÁLVARO GONZAGA Dos 11 Capítulos da OAB selecionamos uma ou duas dicas de cada um para seus estudos. Capitulo I – Da advocacia 1 .Inviolabilidade do escritório (art.Estagiário. regularmente inscrito nos quadros da OAB como estagiário. b) expedida por juiz competente. até 20 salários 9. II. c) objeto delimitado. o estagiário responde por infração disciplinar apenada sempre com censura. do EOAB). Além disso. que é responsável pelo estagiário.º. Capitulo II – Direitos do Advogado 3 .Atos não privativos de advogado.

do EOAB). obtido em instituição de ensino oficialmente autorizada e credenciada. São elegíveis e podem integrar qualquer órgão da OAB. se brasileiro.Personalidade Jurídica (art.32 4 . O registro dos atos constitutivos da sociedade de advogados deve ser no Conselho Seccional da OAB onde será fixada a sociedade. Somente podem integrar a sociedade advogados regularmente inscritos nos quadros da OAB. 7. ou ciências jurídicas e sociais.º. Capitulo IV – Sociedade de Advogados 7 .Advogado público.Aguardar o juiz (art. após trinta minutos do horário designado e ao qual ainda não tenha comparecido a autoridade que deva presidir a ele. c) título de eleitor e quitação do serviço militar. mediante comunicação protocolizada em juízo. f) idoneidade moral. Defensor público. XX. 15. O advogado pode retirar-se do recinto onde se encontre aguardando pregão para ato judicial. e) não exercer atividade incompatível com a advocacia. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . procurador autárquico e procurador federal devem se inscrever na OAB. uma vez que exercem a advocacia.º. procurador do Estado. procurador do município. § 1. b) diploma ou certidão de graduação em direito. Capitulo III – Inscrição na OAB 5 – Requisitos para inscrição na OAB: a) Capacidade civil. g) prestar compromisso perante o Conselho. 6 . d) aprovação em Exame de Ordem. do EOAB).

38 CED Capitulo VII – Incompatibilidade e impedimento 12 .Denominação. Contrato com cláusula quota litis. Consiste em um contrato de risco no qual o advogado admite receber os honorários caso obtenha êxito na demanda que patrocina. Não é permitido nome fantasia que leve à mercantilização da profissão (art. Existem três tipos de honorários advocatícios. A expansão ou redução da jornada somente é possível por convenção coletiva ou em caso de dedicação exclusiva. Capitulo V –Advogado Empregado 9 . Os honorários recebidos pelo advogado são o convencionado e o de sucumbência.Espécies de honorários. É a proibição total para o exercício da advocacia. c) sucumbência. até mesmo em causa própria.Incompatibilidade. Entretanto. b) arbitrados judicialmente. São eles: a) pactuados. o que significará vinte horas semanais. São requisitos para sua validade – ler art. o Provimento 112/2006 do Conselho Federal da OAB permite a utilização do símbolo “&” para nomenclatura de sociedade de advogados. sendo de quatro horas diárias.33 8 . A jornada de trabalho do advogado é especial. Lembre-se quem tem o maior nome tem a maior restrição. O nome de pelo menos um dos sócios deve compor a denominação da sociedade seguido da expressão indicativa de sociedade de advogados (“advogados associados” ou “advocacia”). Capitulo VI – Honorários Advocatícios 10 . 16 do EOAB). 11. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .Jornada de trabalho.

30. Quando a infração for resultante de infração penal.º e art. Excepcionalmente. não pode o advogado enviar e-mails para não clientes. (Ato) b) suspensão. ($ ou inépcia) c) exclusão.Professores e administração acadêmica de cursos jurídicos (art. Capítulo IX – Infrações disciplinares 15 . Reabilitação. Capitulo VIII – Ética do Advogado 14 – Mala Direta: O advogado pode mandar mala direta (e-mail ou carta) apenas para seus clientes. Quatro penas podem ser aplicadas a quem pratica infração disciplinar: a) censura.34 13 . Após um ano do efetivo cumprimento da sanção imposta. + de 1500 advogados Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . a) Conselho Federal. para o exercício da advocacia. respectivamente. Podem exercer a advocacia em qualquer esfera. ou para quem tenha solicitado o recebimento dessas comunicações. Desse modo. não são nem impedidos. Capitulo X – Organização da OAB 17 . do EOAB). Competência especial c) Caixa de Assistência ao Advogado. 45 do EOAB).Órgãos da OAB (art. Competência Geral b) Conselho Seccional. 28 e seu § 2. pode o advogado requerer ao TED a reabilitação disciplinar. parágrafo único.Tipos de pena (art. é indispensável que o pedido seja acompanhado da reabilitação criminal. (crime) d) multa (pena acessória – 1 a 10 anuidades) 16. 35 do EOAB). nem incompatíveis.

Todos os prazos necessários à manifestação de advogados. O processo disciplinar é absolutamente sigiloso. que será de 10 dias. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . exceto: a) a sustentação oral no TED. As sentenças condenatórias transitadas em julgado.º de fevereiro para o Conselho Federal. os advogados constituídos. iniciando-se em 1. Todos os mandatos são de 3 anos. b) o prazo para juntada do original de recurso interposto via fax. estagiários e terceiros nos processos disciplinares da OAB são de 15 dias. que será de quinze minutos. que apliquem penas de suspensão ou de exclusão serão publicadas. A eleição é realizada na segunda quinzena de novembro do ultimo ano de mandato. 20. Sigilo do processo. Prazos. só tendo acesso aos autos as partes. após o prazo de 20 (vinte) dias de seu recebimento pelo Tribunal. ou o defensor dativo nomeado e a autoridade judiciária. c) inserir o processo automaticamente na pauta da primeira sessão de julgamento. salvo se o relator determinar diligências. Capitulo XI – Processo Disciplinar administrativo 19.35 d) Subseções . Eleições e mandatos (art.+ de 15 advogados 18.º de janeiro do ano seguinte às eleições e em 1. 63 do EOAB).

estudiosos 1. 2 . no entanto.ESPÉCIES quanto ao método • Gramatical • lógico-sistemática • histórica • sociológica • Declarativa • extensiva • restritiva quanto aos resultdos Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . d) A regra de ouro: faça o com os outros o que gostaria que fizessem com você. c) Justiça como liberdade. 3 – Definição de Direito Miguel Reale: Direito é a realização ordenada e garantida do bem comum. Aqui podemos dizer que há uma certa autonomia para investigação dos problemas de ordem exclusivamente jurídica.juiz quanto à origem • legal – legislador (autêntica) • Administrativa • Doutrinária .O termo FILOSOFIA DO DIREITO surge com Hegel.36 FILOSOFIA DO DIREITO – PROFESSOR ÁLVARO GONZAGA 10 Dicas de Filosofia do Direito: 1 . b) Justiça como igualdade. numa estrutura tridimensional bilateral atributiva e coercitiva 4 – Equidade (Base em Aristóteles) – Igualdade Material – Tratar igualmente os iguais.O QUE É JUSTIÇA? (conceito de justiça) a) Justiça como retribuição. em sua obra Princípios da Filosofia do Direito (1820). desigualmente os desiguais na medida de suas desigualdades 5 – Interpretação: fixar o sentido (finalidade) e alcance da norma jurídica INTERPRETAÇÃO • Judiciária . desvincular-se da FILOSOFIA. sem.

37 6 . quais são os valores apropriados para determinada realidade? 2. bilateral. quais são os meios convenientes. não atributiva e autônoma (o individuo produz sua norma moral) 9 – Ética e moral: Moral: Conjunto de valores de cada sujeito Ética: Conjunto de valores morais de determinado grupo social 10 – Jusnaturalismo e Positivismo Jurídico Jusnaturalismo: Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . eticamente admissíveis e eficazes? 7 – Fontes do Direito 8 – Moral e Direito: Direito é Coercitivo (Obriga) bilateral (envolve mais de duas pessoas) atributivo (atribui-se valor a ele) e Heteronomo (depende de outro para produção de sua norma) Moral é não coercitiva. quais são os propósitos concretamente factíveis? 4.Lógica do Razoável: Exemplo do cão guia e do Urso Relações de congruência: 1. quais são os valores prestigiados? 3.

38  Jusnaturalismo: estuda o direito natural.  é anterior e superior ao direito positivo.  o direito natural serve no máximo na orientação do legislador.  não importa a consideração sobre JUSTIÇA. cuja disposição é inerente ao ser humano. mas não para o aplicador. pois esta é valor e não pode ser conhecida cientificamente. sem possibilidade de aplicação de outra norma que não seja a jurídica. mas se não houver o DIREITO NATURAL deve se sobrepor Positivismo Jurídico:  estuda o direito posto pelo Estado.  busca a aplicação da JUSTIÇA.  deve haver harmonia entre o direito natural e o direito positivo. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .  o direito é todo aquele que é positivado.

o STJ só deferiu uma vez tal deslocamento de competência. 5º inteiro para ficar afiado nos Direitos de 1ª. estabelece Deveres Humanos.39 DIREITOS HUMANOS – PROFESSOR NAPOLEÃO CASADO Estudar as Dimensões dos Direitos Humanos Dignidade da Pessoa Humana como fundamento da República Ler o art. da ONU e Sistema Interamericano. Dimensão Lembrar que Racismo e Formação de Grupo Armado contra o Estado Democrático de Direito são imprescritíveis. a Declaração Interamericana de Direitos Humanos que. mesmo contra homens). Lembrar do Sistemas Internacionais de Direitos Humanos: Sistema Global. Até mesmo a vida conhece limitações e relativizações. 109 da Constituição prevê a possibilidade de federalizar os crimes graves contra Direitos Humanos. além do Pacto de San José. O Art. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Importante saber que a Plataforma Legal do Sistema Interamericano possui. Lembrar que o STF entendeu que os tratados de Direitos Humanos são supralegais. Ler os artigos 6 e 7º para ficar afiado com os direitos sociais e econômicos. Contudo. no Caso Manoel Matos (IDC 002/PB) Estudar a lei Maria da Penha e as mudanças nas penas e na Ação Penal em violência contra a mulher (lembrar que a jurisprudência atual vai no sentido de a Lei ser aplicável a qualquer violência doméstica. da ONU. Lembrar que nenhum direito fundamental tem natureza absoluta. os Direitos Humanos são imprescritíveis porque a possibilidade do indivíduo exigir seu cumprimento pelo Estado não prescreve. além de Direitos. Nossa Constituição só traz dois crimes imprescritíveis: Racismo e Formação de grupo armado contra o Estado Democrático. Até agora.

sem ofensa ao direito à proteção da vida do nascituro (ADIN 3. Com relação à Liberdade de Expressão. Para o STF. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .40 Saber que os conflitos de Direitos Fundamentais se resolvem pela Técnica da Ponderação. Condenou o chefe de uma milícia do Congo. Lembrar que os Direitos Humanos são aplicáveis a todos os indivíduos e exigíveis não apenas do Estados.STF) Interrupção da gravidez em caso de anencefalia não é crime. por exemplo (HC 82. no sentido de que não há um direito à incitação ao racismo.510) Lembrar que o Tribunal Penal Internacional foi reconhecido pelo Brasil e tem competência para julgar Genocídio. importante e recente. a lei está de acordo com a Constituição e não afronta a isonomia. Crimes de Agressão e Crimes contra a Humanidade. lembrar da jurisprudência do STF. Lembrar-se do.424 . precedente do STF sobre a lei de quotas (ADPF 186). mas dos cidadãos e empresas igualmente (Eficácia Horizontal dos Direitos Humanos. Crimes de Guerra. (STF ADPF 54/DF) STF também decidiu que a pesquisa em células-tronco. Dica atual: o TPI julgou em 2012 o seu primeiro caso: o Caso Lubanga.

Inexistência de poderes centrais: Não existe uma norma superior capaz de determinar condutas e nem um poder de polícia ou um Judiciário compulsório a todos os Estados. na Holanda. se encontram no mesmo nível hierárquico e só farão aquilo que concordarem (princípio do consentimento). reciprocidade. deverá ser cumprido”. princípios gerais do direito (primárias). Princípio da força obrigatória: As obrigações no Direito Internacional são respeitadas e cumpridas com base no famoso princípio Pacta sunt servanda. Foi criado a partir do Estatuto de Roma e é dotado de personalidade jurídica própria.41 DIREITO INTERNACIONAL – PROFESSOR ROBERTO CAPARROZ 1. Tem competência para julgar os crimes previstos no Estatuto de Roma. 2. Crimes de Genocídio. Soberania: No Direito Internacional. soberania. Pacta sunt servanda. que são: Crimes de Guerra. Não defende os interesses de um país. consentimento. Não pertence à ONU. 3. Corte Internacional de Justiça: é o principal órgão judiciário da ONU e tem competência para julgar litígios entre Estados soberanos. 4. O TPI possui Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem igualdade. . Está localizada na cidade de Haia. doutrina internacional e jurisprudência internacional (secundárias ou interpretativas). Crimes contra a Humanidade e Crimes de Agressão. Palavras mágicas do Direito Internacional. a regra mais importante é a soberania. costume internacional. para não esquecer: boa-fé. Também pode emitir opiniões consultivas. Os países são soberanos. Está localizado na cidade de Haia. e não poderá ter mais de um juiz do mesmo país simultaneamente. 6. coordenação. A ideia que está por trás deste princípio é a boa-fé que deve nortear as relações entre os Estados. 7. Fontes do Direito Internacional: convenções internacionais. na Holanda. que possuem caráter interpretativo. que significa “O que foi combinado. eleitos para mandato de 9 anos. Tribunal Penal Internacional: é também conhecido como Corte Penal Internacional. 5. é composta de 15 juízes.

O TPI substitui os tribunais ad hoc. a partir de uma conferência internacional realizada na cidade de São Francisco em 1945. Excepcionalmente. Deverão ter publicidade para produzir efeitos (depósito na ONU). Organizações não governamentais (ONGs). A assinatura dos tratados decorre da competência constitucional e pode ser feita por plenipotenciários. A adesão de novos membros exige aprovação da Assembleia Geral.42 uma jurisdição complementar. e. que deverá ser depositado na ONU. O Brasil aceita (CF. O texto aprovado dá origem ao Decreto Legislativo. Conselho Econômico e Social. empresas e indivíduos não possuem. art. Possui seis órgãos principais: Assembleia Geral. Ingresso dos tratados no Brasil: Presidente da República assina o tratado e encaminha o texto ao Congresso Nacional. não podem assinar tratados. após recomendação do Conselho de Segurança. 5o. Dispositivo e Anexos. firmados por pessoas dotadas de personalidade jurídica internacional e compostos por um ou mais instrumentos. mediante aceitação do país do indivíduo. Conselho de Segurança. Personalidade jurídica: somente Estados soberanos e organizações internacionais possuem competência para a celebração de tratados. XXXVII . Após essa etapa. pois revela o comprometimento do Brasil no plano internacional. personalidade jurídica internacional (atualmente se discute a questão dos direitos humanos). É neste momento que ocorre a ratificação. 9. reconhece-se a possibilidade de a Santa Sé firmar concordatas com os demais sujeitos de direito internacional público. ou seja. § 4º). Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 10. o tratado valerá no território brasileiro. em regra. por isso. considerados de exceção e contrários à CF (art.não haverá juízo ou tribunal de exceção). 8. 11. Tratados Internacionais: são acordos internacionais escritos e concluídos. por meio de relações amistosas e cooperação entre as nações. Corte Internacional de Justiça e Secretariado. lastreadas nos princípios da justiça. Possuem três partes: Preâmbulo. Conselho de Tutela. a partir deste momento o Brasil responde perante os demais Estados. Principais objetivos: manutenção da paz e segurança internacionais. a partir de então. 5o. ONU: foi criada logo após o término da Segunda Guerra Mundial. o Presidente da República promulga o tratado por meio do decreto executivo e. igualdade e da autodeterminação dos povos.

mediante concessão. 14. 17. a lei nacional estará prejudicada. Requisitos da soberania: território livre. nos quais o Estado exerce soberania. comunidade humana neste território e governo independente não subordinado a terceiros. Tratados sobre direitos humanos aprovados pelo rito de lei ordinária. Zona Econômica Exclusiva e Pré-sal: a camada do pré-sal está localizada na zona econômica exclusiva. c) extradição: medida de retirada compulsória do estrangeiro a Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . mas acima das leis. Tratados em matéria tributária: Para o STF. Tratados sobre Direitos Humanos: tratados firmados pelo Brasil em matéria de direitos humanos. 15. terão status de emenda constitucional (Art. em regra. b) quando o indivíduo adquirir. votação em cada casa do Congresso. atentar contra os interesses ou as instituições do Brasil. ininterrupta e sem condenação penal. CF/88. os tratados. de modo voluntário. a e b. Assim. isto é. CF/88). 16. 18. abaixo da CF. Naturalização: decorre da conjugação de dois fatores: a manifestação da vontade do estrangeiro e o preenchimento de requisitos previstos em lei. 12. O território define a jurisdição e é composto da porção terrestre. Perda da nacionalidade: ocorre de duas formas: a) pelo cancelamento da naturalização do estrangeiro. §4º. II. por três quintos. são para o STF normas supralegais. Os tratados em matéria tributária prevalecem sobre as normas brasileiras (artigo 98 do CTN). possuem força de lei ordinária. na hipótese de conflito. em dois turnos. b) expulsão: forma de punição do estrangeiro que. A naturalização comum é possível em 4 anos e a extraordinária em 15 anos de residência. 5º § 3º. mediante sentença judicial. que se estende até 200 milhas. Retirada compulsória do estrangeiro do território nacional: a) deportação: ato de retirada compulsória do estrangeiro do Brasil após ingresso irregular ou quando vencido o quadro de permanência previsto pela legislação. desde que aprovados mediante o rito de emendas constitucionais. e pode ser explorado pelo Brasil. salvo nas hipóteses previstas no art. no território nacional. outra nacionalidade. maioria simples. mar territorial e espaço aéreo. Para pessoas originárias de países de língua portuguesa basta residência por 1 ano ininterrupto e idoneidade moral.43 12. 13.

Direito aplicável: a) à personalidade: regra geral é o local do domicílio do indivíduo. quando os atos e negócios jurídicos ocorrem no exterior. d) à sucessão: será aplicada a lei do domicílio do falecido. b) aos bens: regra geral é o local da sua situação.44 partir da requisição do governo de outro país. c) às obrigações: regra geral é o local da constituição das obrigações. local da constituição da empresa e local da produção dos efeitos. 20. ainda. local do contrato. Para definir qual direito será aplicável. Os principais elementos de conexão são: domicílio das partes. 19. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . fundamentada em tratado firmado com o Brasil ou no princípio da reciprocidade. é necessário identificar o elemento de conexão. Direito Internacional Privado: a principal missão do Direito Internacional Privado é identificar qual sistema jurídico é aplicável aos casos em que as partes possuem nacionalidades diferentes ou.

Para lembrar-se desta DICA. É imprescindível que todas as condições de perseguibilidade. Pode ser INCONDICIONADA ou CONDICIONADA. CP. é acolhida a teoria da UBIQUIDADE: considera-se praticado o crime tanto no lugar da realização da conduta criminosa. I. como no lugar da produção do resultado (ou onde deveria ser produzido). Veja abaixo: Lugar Ubiquidade Tempo Atividade 2 . Porém. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .45 DIREITO PENAL – PROFESSOR EDSON KNIPPEL 1 . CP estejam devidamente preenchidas. aqui. o artigo 4º. Será INCONDICIONADA quando ocorrer uma das hipóteses previstas no artigo 7º. será CONDICIONADA quando ocorrer uma das hipóteses previstas no artigo 7º. II.TEMPO E LUGAR DO CRIME Em relação ao TEMPO DO CRIME.EXTRATERRITORIALIDADE (Conceito e espécies) EXTRATERRITORIALIDADE é a aplicação EXCEPCIONAL da lei penal brasileira aos fatos praticados no estrangeiro. previstas no artigo 7º. CP. Por outro lado. não se exigindo o preenchimento de qualquer outro requisito ou condição. CP adota a teoria da ATIVIDADE: considera-se praticado o crime no momento da realização da conduta (ação ou omissão). no todo ou em parte. II ou § 3º. Já em relação ao LUGAR DO CRIME (artigo 6º. não é suficiente a ocorrência de uma das hipóteses. CP). memorize a palavra LUTA.

CLASSIFICAÇÃO DE CRIME QUANTO AO SUJEITO ATIVO CRIME COMUM . 2012).a lei também EXIGE uma QUALIDADE especial do agente. que revela a desnecessidade da coerção penal. CP + preenchimento de todas as condições de perseguibilidade previstas no artigo 7º.PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA É aplicado nas situações nas quais a lesão ao bem jurídico é ínfima. o ataque ao bem ou interesse protegido é irrelevante. I. 3 .46 RESUMINDO INCONDICIONADA = ocorrência de uma das hipóteses do artigo 7º. CP. 4 . Affonso Celso Favoretto e Edson Knippel. Porém SOMENTE ADMITE PARTICIPAÇÃO. CP. CRIME DE MÃO PRÓPRIA . c) reduzido grau de reprovabilidade. II ou § 3º. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Não pode ser praticado por qualquer pessoa. Não admite coautoria. Exemplo: falso testemunho. Exemplo: peculato. b) nenhuma periculosidade social da conduta. Exemplo: homicídio. razão pela qual não pode ser praticado por qualquer pessoa.pode ser praticado por QUALQUER PESSOA. CONDICIONADA = ocorrência de uma das hipóteses do artigo 7º. Nestes casos. § 2º. de somenos importância. desprezível. RT. Admite coautoria e participação. d) inexpressividade da lesão jurídica provocada (Vade Mecum Jurídico. Constituem requisitos: a) mínima ofensividade da conduta. CRIME PRÓPRIO .a lei EXIGE uma QUALIDADE especial do sujeito ativo. Capítulo de Direito Penal. A lei não exige nenhuma qualidade especial do agente.

diminuída de 1 a 2/3 (artigo 14. imaginando que fosse seu. O ACIDENTAL. EXEMPLO: pessoa que leva consigo livro alheio. O ERRO DE TIPO pode ser ESSENCIAL ou ACIDENTAL. o agente sabe que a conduta é proibida. mas não sabe que a pratica. o agente sabe o que está fazendo. por exemplo. No ERRO DE TIPO. único CP). lesão corporal. EXEMPLO: matar uma pessoa. E mais: responde como se tivesse efetivamente praticado o crime pretendido. afasta o dolo e a culpa. mas não sabe que é proibido. imaginando ser outra (erro sobre a pessoa). 6 . Se o erro ESSENCIAL for INVENCÍVEL (inevitável ou escusável). Pode ser aplicado. erro sobre a pessoa e erro sobre a coisa. O ESSENCIAL recai sobre elementares ou circunstâncias previstas no tipo penal (qualificadoras.ERRO DE TIPO É a falsa percepção da realidade que recai sobre elementos constitutivos do tipo penal.47 A consequência é a atipicidade material da conduta. na 3a fase do cálculo dosimétrico. pune-se o crime tentado aplicando-se a mesma pena do crime consumado. desde que exista previsão expressa. permanecendo a culpa. Se for VENCÍVEL (evitável ou inescusável). incide sobre circunstâncias secundárias do crime. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . exclui somente o dolo. 5 . dentre outros. O ERRO DE TIPO ACIDENTAL não afasta e nem diminui a responsabilidade penal do agente. II e p. Já no ERRO DE PROIBIÇÃO. por sua vez. porte de droga para consumo pessoal. Difere-se do ERRO DE PROIBIÇÃO. descaminho. agravantes). causas de aumento de pena. São exemplos: erro de execução.PUNIÇÃO DA TENTATIVA Em regra. nos crimes de furto.

CP). Quanto mais próximo chegar da consumação. a execução do crime. EXEMPLO: agente que dispara apenas uma vez contra a vítima. CP). se valendo de todos os projéteis de que dispunha e resolve. EXEMPLO: agente que efetua disparos de arma de fogo. 7 . CP) Na DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA o agente. VOLUNTARIAMENTE. prestar socorro à vítima. e decide parar. também ocorre a interrupção dos atos executórios ou uma intervenção para que o resultado não ocorra. que sobrevive. após ter praticado todos os atos executórios. O resultado não acontece por CIRCUNSTÂNCIAS ALHEIAS À VONTADE DO AGENTE. VOLUNTARIAMENTE. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . decide evitar a produção do resultado. por sua própria vontade. Nestes casos. por sua própria vontade. é necessário que o resultado não venha a ocorrer (sua intervenção deve ser eficaz). dispondo de outros projéteis. II e p. CONSEQUÊNCIA: só responde pelos atos já praticados. a pena do crime tentado é igual a do consumado (ex. CONSEQUÊNCIA: só responde pelos atos já praticados. único. Para realizar a diminuição. Aplica-se a fórmula POSSO PROSSEGUIR. Quanto mais distante ficar. maior será a diminuição.DIFERENÇAS ENTRE DESISTÊNCIA VOLUNTÁRIA E ARREPENDIMENTO EFICAZ (ARTIGO 15. MAS NÃO QUERO.: artigo 352. menor será a diminuição. OBSERVAÇÃO: na TENTATIVA (artigo 14. deve se levar em conta o que foi percorrido pelo agente no "iter criminis".48 Exceção ocorre nos crimes de empreitada ou de empreendimento. isto não parte da voluntariedade do agente. 1/3. desiste de prosseguir nos atos executórios. A interrupção se dá durante a prática dos atos de execução. Já no ARREPENDIMENTO EFICAZ o agente. vítima sofre tentativa branca de homicídio = diminui-se no máximo. Para que faça seja caracterizado. Porém. Exemplo: vítima sobrevive após ficar em coma por vários dias = diminui-se o mínimo.

É quem decide "o se. É adotado o CRITÉRIO BIOPSICOLÓGICO. CF) .DOMÍNIO DO FATO Para esta teoria. o como e o quando da infração penal" (Rogério Greco e Nilo Batista). A CONSEQUÊNCIA é a imposição de MEDIDA DE SEGURANÇA.Momentos e aplicação prática "A individualização da pena acontece em três momentos diferentes: . Tal situação é verificada. desenvolvimento mental incompleto ou retardado) + ausência PARCIAL de discernimento.PRINCÍPIO DA INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA (artigo 5º.INIMPUTABILIDADE E SEMI-IMPUTABILIDADE Na INIMPUTABILIDADE. A CONSEQUÊNCIA é a imposição de PENA.49 8. por exemplo.1. Já na SEMI-IMPUTABILIDADE há um DÉFICIT MENTAL menor (perturbação mental. coação moral irresistível. desenvolvimento mental incompleto ou retardado) + ausência TOTAL de discernimento. XLVI. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Também é adotado o CRITÉRIO BIOPSICOLÓGICO. o agente possui um DÉFICIT MENTAL (doença mental.º momento: quando o legislador decide que a conduta será criminosa e escolhe o tipo e os limites de pena que serão aplicados. exceto no caso do menor. 10. no caso de autoria mediata (erro determinado por terceiro. autor não é só aquele que realiza a conduta prevista no tipo penal. obediência hierárquica e aquele que instiga ou determina a cometer o crime alguém não-punível em virtude de condição ou qualidade pessoal). É também quem possui o "poder de decisão sobre a realização do fato" (Cezar Roberto Bittencourt). 9. com redução de 1 a 2/3 OU de MEDIDA DE SEGURANÇA.

343/06. não são suficientes para apontar maus antecedentes. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .256/SP. 11. ainda que exista sentença condenatória recorrível. 2012). Inquéritos policiais em curso.º momento: no instante em que o juiz aplica a pena ao caso concreto.2. que contempla as circunstâncias judiciais.º momento: no decorrer da execução penal. no caso concreto". com a finalidade de conceder ou não um determinado direito público subjetivo previsto em lei. principalmente. (Trecho extraído do VADE MECUM PRÁTICA OAB PENAL.SÚMULA 444. LVII. Edson Knippel. ações penais em andamento. por ofensa ao princípio da individualização da pena. previsto no artigo 5º. DO STJ "É vedada a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base". Edson Knippel. na parte em que veda a substituição de pena privativa de liberdade por pena restritiva de direitos. RT. considerando. ao julgar o HC 97. CF. (Trecho extraído do VADE MECUM PRÁTICA OAB PENAL. da Lei 11. do Código Penal. em 01/09/2010. . no momento em que o magistrado analisa o tempo de cumprimento de pena e o comportamento do sentenciado. 2012) APLICAÇÃO PRÁTICA "O Supremo Tribunal Federal.50 . Em virtude do princípio da presunção do estado de inocência.3. o artigo 59. Os ministros entenderam que o legislador não pode subtrair do magistrado a tarefa de analisar o cabimento da substituição. tal como se dá na progressão de regime". RT. considerou inconstitucional o artigo 44. caput. não poderá ser considerada como geradora de maus antecedentes qualquer situação que seja distinta da sentença condenatória transitada em julgado.

mais de três quintos). 12. 14.PROGRESSÃO DE REGIME Para que tenha direito a progressão de regime. mais de dois quintos. Mas pode ser realizado. além destes dois. que possui natureza jurídica de pena restritiva de direitos. se primário. o agente pratica duas ou mais ações e gera dois ou mais resultados. se coincidentes os beneficiários. 13. Já a PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA. por ordem judicial fundamentada. Não é exigido o exame criminológico. Não é possível abater o valor pago em eventual indenização pleiteada pela vítima do crime. atestado pelo diretor do presídio.DIFERENÇA ENTRE PENA DE MULTA E PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA A PENA DE MULTA somente pode ser paga em dinheiro e é destinada ao Fundo Penitenciário Nacional. b) requisito subjetivo: diz respeito ao mérito. quando menor de 18 anos. pode ser paga em dinheiro ou em prestação de outra natureza e é destinada à vítima. É calculada entre 1 a 360 salários mínimos.CONCURSO DE CRIMES: MATERIAL E FORMAL No CONCURSO MATERIAL (artigo 69. CP). o condenado deve preencher os seguintes requisitos: a) objetivo: diz respeito ao tempo de cumprimento de pena (crime comum.51 Também não geram maus antecedentes passagens registradas como atos infracionais. ao bom comportamento carcerário. É calculada de acordo com o critério do dia-multa. deve ser devolvida a coisa ou reparado o dano. seus dependentes ou entidades públicas ou privadas com destinação social. Se o crime for contra a administração pública. O valor pago será deduzido do montante de eventual condenação em ação de reparação civil. É adotado o sistema da acumulação material (calcula-se Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . mais de um sexto. e se reincidente. crime hediondo ou equiparado.

Se diversas. se idênticas. parágrafo único. 2ª parte. Sendo assim. CP. Neste caso. por exemplo. É adotado o sistema da exasperação (toma-se a pena do crime mais grave ou uma delas. no rol do artigo 111. não existindo desígnios autônomos (artigo 70. se a vítima possuir. É o chamado CONCURSO MATERIAL BENÉFICO (artigo 70. O CONCURSO FORMAL PRÓPRIO é caracterizado pela prática de uma única ação. Na 3ª fase. é cumprida inicialmente a mais grave. caso o resultado obtido na exasperação seja mais gravoso do que aquele que seria alcançado na acumulação material. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . são somadas. salvo se a esse tempo já houver sido proposta a ação penal”. 15. a contagem da prescrição se inicia no dia em que ela completar 18 anos. da data em que a vítima completar 18 (dezoito) anos. A própria lei faz a ressalva: exceto se antes disso já houver sido proposta a ação penal por seu titular.52 separadamente a pena de crime e ao final. o primeiro marco será o recebimento da denúncia (artigo 117. caput. se forem idênticas. CP). caput. I. que gera dois ou mais resultados. 1ª parte. CP). que também gera dois ou mais resultados. Ainda no CONCURSO FORMAL PRÓPRIO. previstos neste Código ou em legislação especial. Já no CONCURSO FORMAL IMPRÓPRIO existe uma única ação. NOS CRIMES CONTRA A DIGNIDADE SEXUAL PRATICADOS CONTRA MENOR DE 18 ANOS DE IDADE (LEI 12650/12) A Lei 12650/12 introduziu um novo marco inicial da prescrição da pretensão punitiva. aplica-se esta. CP). CP). 5 anos de idade na data do fato (criança). que varia de um sexto a um terço).nos crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. só que com desígnios autônomos (artigo 70. Segue o texto do novo inciso V: “V .PRESCRIÇÃO: MARCO INICIAL DA PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO PUNITIVA. e calcula-se a pena deste. Neste caso é adotada a acumulação material. é realizado um aumento.

sempre deixa Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . o juiz deverá diminuir a pena de 1 a 2/3. § 2º. mas é exigível que incida sobre a sua forma. CP). A falsificação incide. § 1º. conforme entendimento doutrinário e jurisprudencial predominante) e se o agente for primário (não ostentar contra si sentença condenatória transitada em julgado). que entrega a coisa ao agente. No delito de roubo a conduta é subtrair. c) artigo 175.DIFERENÇAS ENTRE FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO.DIFERENÇAS ENTRE ROUBO E EXTORSÃO No crime de roubo. CP O artigo 155. sobre o espelho. 168-A e 169. § 2º.APLICAÇÃO DO ARTIGO 155. no exercício de suas funções e na forma legal) ou por equiparação (artigo 297. Ocorre que este dispositivo também se aplica a outros crimes. O legislador apenas tornou mais rígida a disciplina jurídica da prescrição para as hipóteses mencionadas acima. CP e d) artigo 180. PARTICULAR E FALSIDADE IDEOLÓGICA A FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PÚBLICO recai sobre a forma do documento público em sua essência (elaborado por funcionário público. 18. 17. § 5º. São exemplos: a) artigo 170. CP. CP. aplicar somente multa ou substituir a pena de reclusão por detenção. a coisa está ao alcance do agente. No crime de extorsão a coisa não está disponível no momento da prática da conduta. O crime de roubo é material e a extorsão é formal. enquanto na extorsão é constranger. § 2º. Também pode recair sobre o conteúdo do documento. CP: determina a aplicação desta norma aos crimes tipificados nos artigos 168. 16. 2ª parte. b) artigo 171. Na extorsão existe comportamento da vítima. que fazem remissão a ele. CP prescreve que se a coisa for de pequeno valor (inferior a um salário mínimo. § 2º. No roubo o agente toma para si a coisa. Desta forma. CP. portanto.53 Não se trata de imprescritibilidade.

o objeto material consiste em documento particular.LEI MARIA DA PENHA . pelo STF. a FALSIDADE IDEOLÓGICA recai apenas sobre o conteúdo do documento. § 9º. Porém. A FALSIFICAÇÃO DE DOCUMENTO PARTICULAR é semelhante. razão pela qual é classificado como crime de fato transeunte. E que o crime de violência doméstica leve (artigo 129. Além disso.54 vestígio (crime de fato permanente). por recair principalmente sobre a forma do documento. Por fim. o seu conteúdo é falso. Desta forma. razão pela qual é exigível a realização de exame de corpo de delito (artigo 158. CPP). nos crimes de ação penal pública condicionada. ocorre crime contra a ordem tributária (Lei Federal 8.137/90). Porém. não deixa vestígio. sem qualquer vício ou defeito. Todo documento que não é público (em sua essência ou por equiparação) é particular. Prevalece o entendimento de que o falso é absorvido pelo estelionato (Súmula 17. é perfeito. o STJ já decidiu que o juiz não pode designar de ofício audiência com a finalidade de verificar se a mulher quer ou não se retratar da representação. Caso queira. Formalmente. que absorve o crime de falso (crime meio). Sendo assim. não sendo necessária a realização de exame de corpo de delito. que pode ser definido de forma residual.RECENTES E IMPORTANTES DECISÕES DOS TRIBUNAIS SUPERIORES Após o julgamento da ADI 4424 e da ADC 19. b) Falsificação de cheque para cometer estelionato. STJ). ficou pacificado que a Lei Maria da Penha (Lei 11340/06) é constitucional. CPP). OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: a) Se a falsificação do livro mercantil é feita com a finalidade de sonegar tributo. esta deverá requerer a Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . também é exigível a realização de exame de corpo de delito (artigo 158. CP) é de ação penal pública incondicionada. 19.

com a nomeação de advogado dativo. produto ou proveitos do crime de lavagem de capitais ou antecedente). desde que estejam sujeitos a qualquer grau de deterioração. Deixa de existir rol taxativo de crimes antecedentes. portanto. A lavagem de capitais pode recair sobre qualquer infração penal. sendo que o feito prossegue. que seja instrumento. Se o acusado não comparecer e nem constituir advogado. 20. Não é possível. d) passa a ser admitida expressamente a fiança e a liberdade provisória. Tal previsão já se depreendia de interpretação da CF/88 e. f) existe previsão de alienação antecipada de bens. que a audiência seja designada sem provocação da parte interessada. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .55 designação da audiência. Estas medidas. abrangendo. também podem ser decretadas sobre os bens do investigado ou acusado. crimes e contravenções penais. bem como o apelo em liberdade. b) a reunião dos processos e o julgamento simultâneo dos processos que versam sobre a infração penal antecedente e o crime de lavagem de capitais ficará a critério do juízo competente para apreciar este último.LAVAGEM DE CAPITAIS – LEI 12683/12 Leia aqui as principais modificações introduzidas pela Lei 12683/12: a) a lavagem de capitais pressupõe a prática de uma infração anterior. e) permite-se a decretação de medidas assecuratórias de bens direitos e valores do “laranja” (interposta pessoa. portanto. tal como o jogo do bicho (3ª geração de legislações sobre o tema). depreciação ou quando for difícil a sua manutenção. até o julgamento. c) não se aplica a suspensão do processo prevista no artigo 366. da Lei 12403/11 (prisões e medidas cautelares). por óbvio. deve ser citado por edital. CPP. recentemente.

em razão do que se denomina exceção de domínio. exceto quando houver reconvenção ou ação declaratória incidental.A exceção de incompetência deve ser apresentada no prazo de resposta do réu que.A reconvenção deverá ser apresentada simultaneamente à contestação.A competência absoluta não preclui podendo ser alegada a qualquer tempo ou grau de jurisdição. Esta regra possui exceção quando se pretende alegar usucapião constitucional. 9 . A necessidade do recorrente demonstrar que a decisão recorrida Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 5 .Chamamento ao processo. denunciação a lide e nomeação a autoria são as únicas modalidades de intervenção de terceiro em que a parte pretende trazer ao processo terceiro. 3 . via de regra. 7 .As ações cautelares são viabilizadas desde o início por meio da concessão de liminares desde que esteja presente fumus boni iuris e periculum in mora.Caso uma das condições da ação não esteja presente o juiz extinguirá o processo tendo em vista a ocorrência de carência de ação.As ações possessórias admitem a cumulação de demandas. inclusive após o trânsito em julgado por meio da ação rescisória.A sentença possui os seguintes requisitos: relatório. Haverá uma única sentença que julgará o processo principal e a reconvenção com autonomia de julgamentos. a aplicação do principio da fungibilidade. mas não admitem discussão acerca de domínio. Trata-se da repercussão geral.56 DIREITO PROCESSUAL CIVIL – PROFESSORES GUILHERME STRENGER E LUIZ GUILHERME 1 . Elas não fazem coisa julgada podendo ser repropostas quantas vezes se deseje desde que não tenha ocorrido a prescrição ou decadência. motivação e dispositivo. 2 . 8 .Caso o juiz fundamente sua sentença em uma súmula do STJ ou STF não caberá recurso. 6 . 10 .O Recurso extraordinário possui um novo requisito de admissibilidade. 4 . será de 15 dias a contar da juntada do mandado de citação ou do aviso de recebimento nos autos. Fará coisa julgada o que estiver contido no dispositivo. mas em peças autônomas.

499. Grande exemplo dessa hipótese é a cautelar de produção de prova antecipada. II. pois na verdade trata-se da renuncia ao direito de recorrer. 501 e 502 do CPC). interposta uma medida cautelar preparatória. 16 – Tanto a desistência como a renuncia a um recurso independem da aceitação da parte contrária (arts. do CPC). Exceção a esta regra existe quando no a extinção do procedimento cautelar tiver como fundamento a decadência ou a prescrição do direito do autor (art. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . vez que “a nu lidade da cláusula de eleição de foro. A única exceção a esta regra reside no parágrafo único do art. 112 do CPC. econômico. 13 – Regra geral. a incompetência relativa não pode ser alegada de ofício (Súmula 33 do STJ). 808. tem a parte o prazo de 30 dias para a interposição da ação principal sob pena de cessarem os efeitos da cautelar (art. I. 810 do CPC). parágrafo 2º.57 não repercute exclusivamente em sua esfera individual mas sim de maneira mais ampla do ponto de vista político. do CPC). Exceção a esta regra existe quando estivermos diante de medida cautelar preparatória não constritiva de direitos. social ou jurídico. 12 – Regra geral. que declinará de competência para o juízo de domicílio do réu”. em contrato de adesão. enquanto que na renuncia não houve a interposição de um recurso. 500. A diferença entre os institutos reside no fato de que na desistência houve a interposição de um recurso e agora não mais se tem interesse na sua apreciação. no recurso extraordinário e no recurso especial (art. nos embargos infringentes. pode a parte no futuro intentar a ação. indeferida uma medida cautelar. pode ser declarada de ofício pelo juiz. 14 – O Ministério Público tem legitimidade para recorrer em qualquer processo que tenha atuado como parte e até mesmo quando tenha atuado apenas como fiscal da lei (art. 11 – Regra geral. 15 – Somente se admite recurso adesivo na apelação. do CPC). hipótese em que não se aplica o prazo de 30 dias previsto no artigo 806 do CPC.

58 17 – Três são as hipóteses em que não ocorrerá a audiência preliminar em um processo: “julgamento antecipado da lide” (art. “quando for ré pessoa incapaz”. parágrafo único do CPC). 20 – A nomeação a autoria é hipótese de intervenção de terceiro obrigatória. 54 do CPC). 18 . não se admitirá a citação pelo correio “nas ações de estado”. 19 – Regra geral no processo civil a citação será feito pelo correio para qualquer comarca do País.A assistência tem lugar a qualquer tempo e grau de jurisdição. Aceito o ingresso do assistente. sendo cabível em todo e qualquer processo. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 330 do CPC). “direito em litígio não admitir transação” e “circunstâncias da causa evidenciam ser improvável a obtenção de acordo” (art. 50. A assistência poderá ser simples ou litisconsorcial (art. ou nomear pessoa diversa daquela em cujo nome detém a coisa demandada” (art. “quando for ré pessoa de direito público”. “quando o réu residir em local não atendido pela entrega domiciliar de correspondência” e “quando o autor a requerer de outra forma” (art. 69 do CPC). “nos processos de execução”. do CPC). de forma que responderá por perdas e danos aquele a quem incumbia a nomeação e deixar de fazê-la. Em grau de exceção. receberá ele o processo no estado em que se encontra (art. 331. 222 do CPC). parágrafo 3º.

Ação Penal .Prazo . desde que haja requerimento do MP. salvo no caso de crime doloso contra a vida onde conduta é praticada em um local e a consumação em outro.Preso 5 dias / Solto 15 dias. .Ação Penal Privada Exclusiva (6 meses.Queixa-Crime .Competência pela prevenção .6 meses. desde que antes do oferecimento da denúncia.Prazo .Prazo .Preso/Solto 10 dias .Sigilo . Lei 11.Advogado do investigado tem direito acesso aos autos (aquilo que já foi juntado aos autos) .Preso 10 dias / solto 30 dias.Teoria do Resultado (local da consumação). . .Apenas com novas provas.Crime praticado na divisa entre comarcas / crime continuado e permanente praticado no território de várias comarcas.Denúncia .CPP . conhecimento autoria delitiva).343/06 .343/06 (Drogas) – Preso 30 dias / solto 90 dias (esses prazos podem ser duplicados) . Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . .Prazo para término .É facultativa e deve observar a moralidade e ordem pública. Jurisdição e Competência .OK. 3.Arquivamento . 2. contados conhecimento da autoria delitiva. Inquérito Policial .Representação .Reprodução simulada dos Fatos . Lei 11.CPP .59 DIREITO PROCESSUAL PENAL – PROFESSOR ROGÉRIO CURY 1.Competência pelo lugar infração .Retratação da Representação .Crime Consumado .Competência apenas do Juiz. .Desarquivamento . pois será competente o local da conduta.

respeitada a fonte independente e a descoberta inevitável. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .regra . a apelação no Jecrim . salvo JECRIM . 6.Prazo término . 33 STJ 4.5 dias.Fórum. 5. Interrogatório .Vedação da reformatio in pejus .ônus da prova cabe a quem alega .1ª fase . .2 dias.Apelação . desde que não haja má-fé e erro grosseiro. .são inadmissíveis no processo as provas ilícitas e as derivadas.Preso .Súm.Prazo para Embargos de Declaração . . .60 .Mais de um juiz competente para processar e julgar a causa. . 7.Conteúdo da decisão de pronúncia delimita tese da acusação em plenário. Júri .3 para acusação e 3 para a defesa.Prazo para interposição Apelação / RESE e Agravo em Execução . Contudo.Fungibilidade .Competência por distribuição .5.1ª e 2ª instância . Teoria Geral da Prova .aceitação do recurso incorreto.1ª fase .Recusas Imotivadas de Jurados .90 dias / 2ª fase .5 dias. .quando recurso admitido é da defesa.Testemunhas .Recurso em Sentido Estrito / Impronúncia e Absolvição Sumária .Não poderá ser reconhecida de ofício .Incompetência relativa .6 meses .Recursos contra: Pronúncia e Desclassificação . Recursos .10 dias.8 / 2ª fase .estabelecimento prisional / Exceção .

Restituição das Coisas Aprendidas .Regra .não importara confissão. CPP. 9.Perguntas das partes .61 . 10. nem poderá ser interpretado contra o acusado.5 testemunhas. Rito Sumário .Crimes pena máxima igual ou superior 4 anos. Rito Ordinário . Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . . .diretamente para as testemunhas. . 531 a 538. Ação Civil .depoimento oral.em caso de duvida sobre o verdadeiro dono .8 testemunhas. . 11.Não reconhecida a inexistência material do fato. . 12. .art.Silencio .Não serão devolvidas antes do transito em julgado. vedado que a testemunha traga escrito.poderá ser ordenada pelo magistrado ou autoridade policial. se interessarem ao processo. Testemunhas . a ação civil poderá ser proposta. CPP.Duas partes: sobre a pessoa do acusado e sobre os fatos 8. .Não poderão manifestar impressões pessoais.juízo cível.crimes pena máxima inferior 4 anos.Sentença que reconhecer excludentes de ilicitude . .Art.coisa julgada no cível. 395 a 405. . .

.62 13.Preso – pessoalmente.Aplicadas isolada ou cumulativamente. . 17.Autoridade policial .Crimes inafiançáveis .Necessário prejuízo para acusação ou defesa . .Cabível apenas em crimes apensados com pena privativa de liberdade. .Em regra. . Citação . 14.Não poderá ser decretada. Prisão Preventiva .racismo.crimes pena superior 4 anos. Nulidades . de oficio. . .Juiz .Ocultação .15 dias.Cabível para identificação civil. 16.edital . durante investigação. Fiança . cabível para crimes dolosos com pena superior 4 anos. antes de sua aplicação. .hora certa. 15.Parte não poderá alegar nulidade. caso tenha dado causa Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . hediondos e equiparados.Poderá haver contraditório.crimes pena até 4 anos.Não encontrado . Medidas Cautelares pessoais diversas da prisão .

. .Pessoal .Cabível de oficio pelo juiz ou a requerimento autoridade policial ou representante do MP.63 18. 20. Interceptação Telefônica .Poderá ser impetrado por qualquer pessoa.Publicação . bem como MP. renovável por igual tempo. 19. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .Prazo 15 dias. . .defensor constituído.Se juiz ou tribunal verificar que já cessou a violência ou coação. Intimações .pena de detenção.MP e defensor nomeado. .Admissível na petição em quefir requerida.Sempre que alguém sofrer ou se achar na iminência de sofrer violência ou coação na liberdade de locomoção. julgará prejudicado o pedido. Habeas Corpus . .Incabível .

prevista em lei ou ajustada exclusivamente mediante acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva de trabalho. 440 do TST . 4. O empregado submetido a trabalho contínuo em ambiente artificialmente frio. aguardando a qualquer momento o chamado para o serviço durante o período de descanso. 6. Indústria e Comércio. garantida por norma de ordem pública (art. infenso à negociação coletiva. 71 . 71 da CLT e art. da CF/1988). ou de assistência médica. oferecido pela empresa ao empregado. O empregado não tem direito ao pagamento de adicional referente ao labor prestado na décima primeira e décima segunda horas. saúde e segurança do trabalho. 7o.64 DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO – PROFESSORES ANDRÉ VENEZIANO E FABIANA CAMPOS 1.§ 3º O limite mínimo de uma hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministro do Trabalho. 437 do TST . II ‐ É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. 3. É valida. ainda que não labore em câmara frigorífica. à distancia e submetido a controle patronal por instrumentos telemáticos ou informatizados. Súmula n. Art. 5. Súmula n. 253 da CLT. Súmula n. em caráter excepcional. quando ouvido o Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 2. Assegura‐se o direito à manutenção de plano de saúde. nos termos do parágrafo único do art. não obstante suspenso o contrato de trabalho em virtude de auxílio‐doença acidentário ou de aposentadoria por invalidez. assegurada a remuneração em dobro dos feriados trabalhados. tem direito ao intervalo intrajornada previsto no caput do art. permanecer em regime de plantão ou equivalente. 438 do TST . 444 do TST . Súmula n. 253 da CLT. XXII. II – Considera‐se em sobreaviso o empregado que. 428 do TST. Súmula n. a jornada de 12 horas de trabalho por trinta e seis de descanso.

267. inciso II. 9. Súmula nº 244 do TST .O Supremo Tribunal Federal suspendeu a aplicação da súmula 228 do TST. 543. do ADCT. ainda que a comunicação do registro da candidatura ou da eleição e da posse seja realizada fora do prazo previsto no art. se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios. por qualquer meio. I – É assegurada a estabilidade provisória ao empregado dirigente sindical.214/78 do MTE). 269 e 301 do CPC) . e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares. mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado. Exceção e Reconvenção. DEFESAS 11) Há 3 tipos de defesas no Processo do Trabalho: Contestação. ocorra na vigência do contrato de trabalho. desde que a ciência ao empregador. da CLT. A Corte entendeu que o adicional de insalubridade deve continuar sendo calculado com base no salário mínimo. 7. Súmula nº 369 do TST. 195 da CLT e Anexo 7 da NR 15 da Portaria No 3. I – Ausente previsão legal. indevido o adicional de insalubridade ao trabalhador em atividade a céu aberto por sujeição à radiação solar (art. alínea b.65 Serviço de Alimentação de Previdência Social. Matérias alegadas na Contestação: a)Defesa Processual: Preliminar – (arts. 8. § 5o.acolhimento S/R/M b)Defesa Indireta de Mérito: Prejudicial de Mérito – acolhimento C/R/M c)Defesa Direta de Mérito: Mérito Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 10. enquanto não superada a inconstitucionalidade por meio de lei ou convenção coletiva. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL . III – A empregada gestante tem direito à estabilidade provisória prevista no art.10. na parte em que permite a utilização do salário básico para calcular a o adicional de insalubridade.

Opostos pela 2ª vez. Contudo nos demais ritos essa OJ não é aplicável. do CPC. falando dos prazos recursais: Fazenda Pública – dobro p/ recorrer (Decreto-Lei 779/69.art 6º) – RO / AI / RR / Emb TST / AP Exceções: 5 dias – ED (art 897-A da CLT) 15 dias . III e art 188 CPC) Ministério Público do Trabalho . não é cabível RR se o acórdão do TRT contrariar OJ no procedimento sumaríssimo. I do TST) e RO em face de sentença normativa proferida pelo TRT.Pedido de Revisão ou Recurso de Revisão (Lei 5. Embargos Declaratórios 15) Embargos de declaração protelatórios.584/70 art 2º. conforme art 538. conforme art 515. §§ 1º e 2º) 13) Ainda.Recurso Extraordinário (art 508 CPC) 48 horas . RECURSO DE REVISTA 17) De acordo com a OJ 352 da SDI-I do TST.701/88 art 9º). conforme OJ 219 da SDI-I do TST. quando opostos pela 1ª vez. a multa será de até 10% sobre o valor da causa. Como regra não cabe o efeito devolutivo em profundidade. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . §3º. Excepcionalmente será suspensivo. PU do CPC.66 RECURSOS 12) Atente-se quanto aos prazos recursais: Regra: 8 dias (Lei 5. RECURSO ORDINÁRIO 16) O efeito devolutivo em profundidade (Súmula 393 do TST) ocorre quando o Tribunal no julgamento do RO tem a oportunidade de julgar uma matéria que não foi apreciada na sentença pelo Juiz de 1º grau.dobro p/ recorrer (art 188 CPC) Litisconsortes c/ procuradores distintos – dobro p/ recorrer (art 191 CPC) entretanto vide OJ 310 da SDI-I do TST 14) Em regra o efeito do recurso é devolutivo (art 899 “caput” da CLT).584/7. será aplicada multa em até 1% sobre o valor da causa. mediante o ajuizamento de ação cautelar (Súmula 414. art 1º. em 120 dias (Lei 7. entretanto há exceção.

conforme Lei 12. 20) As custas. I. EXECUÇÃO 19) Quanto a aplicação da subsidiariedade ao Processo Trabalhista na fase executória é importante se ater que a regra é que há a aplicação do Código de Processo Civil.67 AGRAVO DE INSTRUMENTO 18) Corresponde a 50% o valor do depósito recursal para a interposição de AI. primeiramente aplica-se a Lei de Execução Fiscal. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . entretanto. no processo de execução. que modificou a redação do art 897. como exceção à fase executória. §5º da CLT.275/2010. incluindo o § 7º ao art 899 da CLT. o Código de Processo Civil. serão devidas ao final e sob responsabilidade do executado. e posteriormente.

c) Não eventualidade na prestação de serviços. que são a capacidade do agente e a licitude do objeto. O Direto do Trabalho tem por finalidade proteger juridicamente o trabalhador. b) Prazo. Prazo máximo de 2 (dois) anos. determinado. 443. e) Onerosidade. Prazo máximo de 2 (dois) anos. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Princípio protetor. d) Subordinação entre o empregado e o empregador. §2º): i) Serviço transitório. Em regra o contrato de trabalho é celebrado por prazo indeterminado.PROFESSOR VICTOR STUCHI 1. art. iii) Experiência. Em três exceções será por prazo determinado (CLT. É o negócio jurídico que deve respeitar os requisitos de validade estabelecidos pelo art. 2. ii) Atividade transitória da empresa. É o acordo tácito (subentendido) ou expresso (com manifestação da vontade). que se dá com o pagamento do salário. Prazo máximo de 90 (noventa) dias. Requisitos para a relação de emprego. por prazo indeterminado ou. 104 do CC/2002. c) condição mais benéfica: um benefício concedido pelo empregador ao empregado não pode mais ser por aquele suprimido unilateralmente. deve-se utilizar a mais favorável ao trabalhador. b) norma mais favorável ao trabalhador: se houver duas ou mais normas aplicáveis a um mesmo caso. Para que fique configurada a relação de emprego é necessário o cumprimento de 5 (cinco) requisitos: a) Trabalho realizado por pessoa física. Esse princípio se subdivide em três regras: a) “in dubio pro operario”: na dúvida. b) Desenvolvimento do trabalho com pessoalidade. 3. correspondente à relação de emprego (art. excepcionalmente. verbal ou por escrito.68 DIREITO DO TRABALHO . Contrato individual de trabalho. 442 da CLT). deve-se aplicar a norma favoravelmente ao trabalhador. a) Requisitos de validade.

no mínimo. não haverá limite máximo de idade e de duração do contrato. no âmbito residencial destas. em regra.º. sob a subordinação dos mesmos e mediante o pagamento de salário. Essa é a regra adotada pelo legislador brasileiro. da CF/1988). 59 da CLT) e remuneradas com valor de. parágrafo único e na Lei nº 5. 5. ou mediante contrato coletivo de trabalho (art. obrigatoriamente matriculado em instituição de ensino de formação técnica na qual obterá a formação profissional metódica do ofício em que exerça seu trabalho.889/73. 7º. Com relação aos portadores de deficiência. 4. de modo que não excedam. são 2 (duas) horas diárias.º da CLT. em propriedade rural (situado na zona rural do Município) ou prédio rústico (propriedade urbana destinada a atividade agropecuária). É o acordo por meio do qual as horas trabalhadas a mais em um dia podem ser compensadas pela diminuição das horas de trabalho em outro dia. c) Aprendiz. 7. à soma das jornadas Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . Jornada extraordinária. realizadas mediante acordo escrito entre empregador e empregado. O máximo que a lei permite para as horas extraordinárias. de acordo como art. a) Doméstico. 7º. XVI. art. 7º. é a pessoa física que. é a pessoa física que presta. Previsto na CF. serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa a pessoa ou a família. Para essa regra. Jornada de trabalho. Previsto na CF.859/1972. no período máximo de um ano. 6. pessoalmente. presta serviços contínuos a empregador rural. b) Rural.69 4. Tempo à disposição do empregador. arts. Considera-se jornada de trabalho é o período em que o empregado está à disposição do empregador. Previsto na CF. O aprendiz é o trabalhador com idade entre 14 a 24 anos. sob a sua subordinação e mediante o pagamento de salário. O contrato terá duração máxima de 2 (dois) anos. Tipos especiais de empregado. 424 a 441. 7. Banco de horas. É a jornada que ultrapassa o limite máximo permitido por lei. XXXIII e na CLT. 50% (cinquenta) por cento superior à da hora normal (art. aguardando ou executando ordens. por negociação coletiva ou por acordo entre as partes. caput e incisos e na Lei nº 5.

O empregado deverá efetuar a compensação de sua jornada em um ano. e não apenas daquele suprimido. É o pagamento em dinheiro a ser realizado como troca de parte do período das férias. é devido o gozo do intervalo intrajornada mínimo de uma hora. Caso não o faça e sobrem horas. da CLT. no mínimo. ou seja. nem seja ultrapassado o limite máximo de 10 (dez) horas diárias.º. no cálculo de outras parcelas salariais. para repouso e alimentação. § 3. Ultrapassada habitualmente a jornada de seis horas de trabalho. 10.923. § 4º. A não-concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo. Esta possibilidade não existe para os empregados em regime de tempo parcial. A lei permite que o empregado converta até 1/3 de suas férias em abono pecuniário. As gorjetas. repercutindo.70 semanais de trabalho. 7º. de 27 de julho de 1994. obrigando o empregador a remunerar o período para descanso e alimentação não usufruído como extra. da CF/1988). com acréscimo de. Abono de férias. 9. saúde e segurança do trabalho. caput e § 4º da CLT. sem que isso afete o salário do trabalhador. 50% sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho (art. Deve ser ajustado por acordo coletivo ou convenção coletiva. cobradas pelo empregador na nota de serviço ou Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . da CLT). Gorjetas. na forma prevista no art. É inválida cláusula de acordo ou convenção coletiva de trabalho contemplando a supressão ou redução do intervalo intrajornada porque este constitui medida de higiene. implica o pagamento total do período correspondente. trabalhou mais do que compensou. no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. Intervalo intrajornada. Deve fazer o pedido até 15 dias antes do término do período aquisitivo. 8. XXII. 71 da CLT). 59. assim. garantido por norma de ordem pública (art. 71 da CLT e art. infenso à negociação coletiva. 71. acrescido do respectivo adicional. o empregador deverá pagar as horas não compensadas. 71. quando não concedido ou reduzido pelo empregador o intervalo mínimo intrajornada para repouso e alimentação. Possui natureza salarial a parcela prevista no art. sem prejuízo do cômputo da efetiva jornada de labor para efeito de remuneração. com re-dação introduzida pela Lei nº 8. calculadas sobre o valor da remuneração da data da rescisão (art.

de grau máximo. de grau médio. ou seja. É devido ao empregado que presta serviços em contato com agentes químicos. A reclassificação ou a descaracterização da insalubridade. Além disso. sendo calculado sobre o salário mínimo à razão de 10%. A equiparação salarial será pretendida por um empregado em relação a um paradigma. 12. alguém que desenvolve a mesma função. 11. não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso-prévio. não têm natureza salarial. Caso deixe de desempenhar a função insalubre. um modelo. exclui a percepção do adicional respectivo (Súmula 80 do TST). entre as quais as relativas ao uso efetivo do equipamento pelo empregado (Súmula 289 do TST). físicos ou biológicos. Cabe-lhe tomar as medidas que conduzam à diminuição ou eliminação da nocividade. para o mesmo empregador. ainda que. O simples fornecimento do aparelho de proteção pelo empregador não o exime do pagamento do adicional de insalubridade. a eliminação da insalubridade. O pagamento do adicional não dispensa o empregador de garantir a melhora nas condições de trabalho nem de fornecer os equipamentos de segurança. Salário. no caso de veículo. 20%. repercute na satisfação do respectivo adicional. na mesma localidade. adicional noturno. O cigarro não se considera salário utilidade em face de sua nocividade à saúde (Súmula 367 do TST). pelo fornecimento de aparelhos protetores aprovados pelo órgão competente do Poder Executivo. sem ofensa a direito adquirido ou ao princípio da irredutibilidade salarial (Súmula 248 do TST). mesma perfeição técnica e diferença não superior a dois anos na Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . perde-se o direito ao adicional. com a mesma produtividade. 13. a energia elétrica e veículo fornecidos pelo empregador ao empregado. se de grau mínimo. e 40%.71 oferecidas espontaneamente pelos clientes. caracterizados e classificados de acordo com as normas emitidas pelo Ministério do Trabalho. Equiparação salarial. por ato da autoridade competente. horas extras e repouso semanal remunerado. seja ele utilizado pelo empregado também em atividades particulares. quando indispensáveis para a realização do trabalho. integram a remuneração do empregado. A habitação. Adicional de insalubridade. acima dos limites de tolerância do corpo humano.

14. Aviso prévio proporcional. E a primeira parcela será paga na época das férias do empregado. após a despedida. 19. Transferência. São pressupostos para a concessão da estabilidade o afastamento superior a 15 dias e a conseqüente percepção do auxíliodoença acidentário. Gestante. 118 da Lei nº 8. O empregador não está obrigado a pagar a primeira parcela no mesmo mês a todos os seus empregados. até o máximo de 60 (sessenta) dias. perfazendo um total de até 90 (noventa) dias. inciso II. É estável desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. 16. salvo se constatada. Dispensa por justa causa. mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado. sem a sua anuência.72 função. sempre que ele requerer no mês de janeiro do correspondente ano. Impedem a equiparação salarial o quadro de carreia homologado pelo Ministério do Trabalho e ser o trabalhador paradigma um readaptado. Ao prazo mínimo de trinta dias são acrescidos 3 (três) dias por ano de serviço prestado na mesma empresa. 18. O décimo terceiro salário deve ser pago em duas parcelas. Ao empregador é vedado transferir o empregado. Nos dois casos o empregador deverá demonstrar a real necessidade de serviço. alínea “b”. Não estão compreendidos nessa proibição os empregados que exerçam cargo de confiança e aqueles cujos contratos tenham como condição. a transferência. Tem direito à estabilidade provisória prevista no art. para localidade diversa da que resultar do contrato. 17. O empregado submetido a contrato de trabalho por tempo determinado goza da garantia provisória de emprego decorrente de acidente de trabalho prevista no art. mas ganha um salário maior. implícita ou explícita. 10. Estabilidade no acidente do trabalho. A primeira entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano e a segunda até o dia 20 de dezembro de cada ano. do ADCT. não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio (ou residência). doença profissional que guarde relação de causalidade com a execução do contrato de emprego. A justa causa é o procedimento incorreto do Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .213/91. 15. Décimo terceiro salário.

Liberdade e unicidade sindical. 20. que não poderá ser inferior à área de um Município. nexo de causalidade entre o ato praticado e a dispensa. Para haver a justa causa. sendo vedada a criação de mais de uma organização sindical na mesma base territorial. e atualidade ou imediação da punição (ou seja. descrito na lei. que autoriza o empregador a demiti-lo. da CF/1988) de criar um sindicato. A liberdade significa o direito fundamental (art. haver descrição da conduta incorreta em lei. deverão estar presentes os seguintes elementos: dolo do empregado (intenção de agir incorretamente) ou falta grave. deve-se despedir pouco depois da prática do ato). 8. proporcionalidade entre a punição e o ato faltoso. O sistema adotado no Brasil é o da unicidade sindical. se este não existir. gravidade do ato praticado. ou filiar-se a um já existente.º. Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .73 empregado.

CTN 15º) CRÉDITO TRIBUTÁRIO : hipóteses de exclusão do crédito tributário . CTN 14º) CRÉDITO TRIBUTÁRIO: hipóteses de extinção do crédito tributário . 151. 138.art. 130 ao art.denuncia espontânea . 184.art.art. 134 e 135 do CTN 12º) RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA: responsabilidade por infração .art. CTN / art. CTN / art.art. 186. CTN 16º) IMUNIDADES (imunidades genéricas .art.art. 150. CF) 17º) GARANTIAS E PRIVILÉGIOS DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO ( art. CTN 13º) CRÉDITO TRIBUTÁRIO : hipóteses de suspensão da exigibilidade do crédito tributário . VI. 175. 133 do CTN 11º) RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA: responsabilidade de terceiros .74 DIREITO TRIBUTÁRIO – PROFESSORA ANDRÉA DEPINTOR 1º) IMPOSTOS ESTADUAIS: ICMS 2º) IMPOSTOS MUNICIPAIS: IPTU e ISS 3º) IMPOSTOS FEDERAIS: IR 4º) TAXA : fato gerador e base de cálculo 5º) CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA: fato gerador e limites para cobrança 6º) EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO 7º) PRINCÍPIO: irretroatividade 8º) PRINCÍPIO: anterioridade 9º) PRINCÍPIO: legalidade 10º) RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA: responsabilidade por sucessão . 156. CTN) Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem . 185.

Curso Marcato|Praetorium – Contagem Regressiva X Exame de Ordem .75 18º) FUNÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR 19º) COMPETÊNCIA TRIBUTÁRIA X CAPACIDADE TRIBUTÁRIA ATIVA 20º) OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA (principal e acessória).