A INFLUÊNCIA MIDIÁTICA NO DIREITO PROCESSUAL PENAL

¹ SANTOS, Sâmara Augusta Bueno ² BARCO, Juliana Alexandra P. de C.

RESUMO É inegável a influência midiática no Direito Processual Penal. Diversos casos penais foram explorados de forma sensacionalista pelas grandes corporações gestoras dos meios de comunicação, sendo que estes visam, a partir da exploração lacunar e distorcida dos fatos, aumentar a audiência e maximizar os lucros. Ademais, diversas leis tiveram sua iniciativa a partir da comoção popular provocada pelos jogos midiáticos. Palavras-chave: Influência midiática, Direito Processual Penal, sensacionalismo, jogos midiáticos ABSTRACT Undeniably the media influence in Criminal Procedure Law. Several criminal cases were exploited by large corporations managing sensationalist media, and these aim, from the exploration incomplete and distorted the facts, increase viewership and maximize profits. Moreover, several laws have had their initiative from the popular commotion caused by the games media. Keywords: media Influence, Criminal Procedure Law, sensationalism, media games INTRODUÇÃO

É imprescindível o papel dos meios de comunicação para a manutenção do Estado Democrático de Direito. A livre imprensa é garantia constitucional, como pode ser verificado no artigo 5º, inciso IX, da Constituição da República Federativa do Brasil, que possui o título “Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos”: IX- é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença." Da mesma forma, o artigo 220, parágrafos 1º e 2º, tratam da “Comunicação Social”:

Art. 220. A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. § 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.
¹ Acadêmica do 1º período do curso de Bacharelado em Direito da Pontifícia Universidade Católica de Goiás do ano de 2013. ² Professora Mestre da disciplina de Metodologia do Trabalho Cientifico.

Difunde culturas e ideias. a política. É quase como se a mídia constituísse um “Quarto Poder do Estado”. a condição de Corporação dos grandes conglomerados de Comunicação faz com que a maximização dos lucros seja sempre colocada como meta permanente. a mídia e a polícia diante do Estado Democrático de Direito.2 § 2º .É vedada toda e qualquer censura de natureza política. a mídia tem um papel essencial em uma sociedade livre e pluralista. entreter e educar. organizada e editada para o público consumidor. Mercadoria escrita. Compramos a versão dos fatos. Mercadoria vendida no escuro para aqueles que compram os horários comerciais e devolvida de forma lapidada.EXPLORAÇÃO SENSACIONALISTA E JOGOS MIDIÁTICOS Como abordado anteriormente. não sabemos as circunstâncias em que foram produzidas e quem resolveu levá-las ao público. em detrimento da incessante busca por audiência e por lucro. Portanto. veiculada nos jornais e nas telas de televisão e vozes no rádio. A Globalização expandiu e multiplicou o alcance da informação. virtualizada. que atualmente é vertiginosa e ilimitada. virtualizada. imagens e informações que não temos controle. 1978) Ademais. para garantir sua hegemonia. como os de informar. . é possível prever consequentemente a presença da ideia maquiavélica de manutenção do poder. por constituir um poder e ter uma ingerência gigantesca sobre a sociedade de massas em que vivemos. É formadora e divulgadora de opinião. E a ampliação das rendas provenientes de sua programação vem com a incessante busca por maiores índices de audiência. ideológica e artística. sendo necessário acentuar o aspecto de que os veículos de mídia constituem grandes corporações. em seu Artigo Científico intitulado "Os penalizáveis. [1] 1. veiculada nos jornais e nas telas de televisão e vozes no rádio. É nítido o papel preponderante da mídia no cotidiano pós-moderno e sua imensurável influência e poder de difusão de informação. os preceitos éticos e a responsabilidade social são deixados de lado. Dessa forma. Lúcio Alves de Barros. Ela tem inúmeros papéis. (DRAPKIN." destaca o caráter de mercadoria incorporado pela informação: Mercadoria escrita.

Marcelo Di Rezende em seu Artigo Científico denominado “A atração fatal existente entre mídia e criminalidade”: A mídia então ficou dependente de acontecimentos que envolvam a criminalidade para viver do sensacional. com a carga de ruptura que ela veicula. realizado pela imprensa. impondo pontos de vista distorcidos. [2] Entre os casos recentes que ganharam exacerbada cobertura jornalística estão: o caso Richtofen. é por princípio um alimento privilegiado para a mídia. o debate cívico e principalmente alienando o discernimento do cidadão. entre outros. banais e instaladas. concito-vos a examinar com imparcialidade esta causa e a proferir a vossa decisão. Mas a diferença é que no julgamento da imprensa as pessoas são culpadas até a prova em contrário [4] Os crimes dolosos contra o preciso bem jurídico vida.3 A forma mais eficiente de conseguir alcançar este objetivo é explorar as matérias de forma sensacionalista. O Código de Processo Penal em seu artigo 466 discorre sobre esse assunto: “Art. de acordo com a vossa consciência e os ditames da justiça”. Isabela Nardoni. principalmente. há pelo menos um código para dizer o que é crime. Por outro lado. Diariamente. Mércia Nakashima. deixando de lado a objetividade e a imparcialidade necessárias a uma análise sensata dos fatos. influenciando o Conselho de Sentença a seguir a opinião pública de forma condescendente. é possível prever que os jogos midiáticos O poder da imprensa é arbitrário e seus danos irreparáveis. Sob este prisma. a doutrina e a jurisprudência defendem que a divulgação de um simples noticiário não irá interferir no julgamento a ser realizado e nem pode ser indicação de parcialidade dos jurados. impedindo assim a reflexão crítica. com vantagem para as violências espetaculares. quanto mais ética. Na Justiça. na imprensa não há norma nem para estabelecer o que é notícia. seguido da tentativa e impingi-lo ao Judiciário” [3] Nessa perspectiva. em um verdadeiro “trial by media” (julgamento pela mídia) “o julgamento antecipado da causa. são divulgados incontáveis casos criminais na mídia. sangrentas ou atrozes sobre as violências comuns. Na maioria das vezes. do goleiro Bruno. Portanto. com veredicto condenatório. o discurso utilizado na apresentação dos fatos é surreal e hiperbólica. lacunar e maquiada. 466 – Em nome da lei. visando a espetacularização da criminalidade e da violência. O desmentido nunca tem a força do mentido. em regra. não é proibido a participação de quem possua a opinião . O que ocorreu de semelhantes em todos é que o julgamento dos fatos pela mídia. atraem o espetáculo midiático. A violência.

2004). os executores e os que. Fazendo um retrospecto histórico. Indiscutivelmente. Outro ponto a ser destacado é o tocante a Lei de Execução Penal. seja por obter conhecimentos dos fatos processuais. Os crimes hediondos são os considerados de maior gravidade social e estão ligados a ideia de algo horrível. inciso VII. este direito é desrespeitado diariamente pela imprensa brasileira. que trata dos aspectos de reeducação dos detentos nas penitenciárias e sua reintegração à sociedade. 1º . seja por conhecimento de informações obtidas através da imprensa (MIRABETE.A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado. artigo 5. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. O artigo 1º desta Lei prevê: Art.proteção contra qualquer forma de sensacionalismo. a abordagem será feita a partir da Lei dos Crimes Hediondos (Lei nº 8. sórdido e horrendo.4 formada a respeito do réu. Primeiramente. em seu Artigo 41. que atiça a opinião pública e transforma tudo em espetáculo? 2 – CRIAÇÃO RELÂMPAGO DE LEIS A PARTIR DO APELO MIDIÁTICO A análise das leis penais promulgadas nos últimos anos explicitam a pregação de lei e ordem difundidos pela mídia e sua influência no direito processual penal.072/1990). por eles respondendo os mandantes. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. inciso XLIII: XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. que trata dos direitos do preso. podendo evitá-los. visto que ele é previamente condenado pela mídia. Outra reflexão tocante ao sensacionalismo e ao pré-julgamento preconizados pela mídia é o de que: Como é possível promover a harmônica integração do condenado ou internado. prevê: VIII . a primeira menção aos crimes hediondos foi feita na Constituição Federal de 1988. Nesta mesma Lei. se omitirem. Alberto Silva Franco relacionou a elaboração do inciso XLII do Artigo 5º da Constituição Federal com o aumento da criminalidade violenta sua exploração pela mídia: .

de forma a exagerar a situação real. Por fim. 5º da CF? O que estaria por detrás do posicionamento adotado? Nos últimos anos. mesmo que tal luta viesse a significar a perda das tradicionais garantias do próprio Direito Penal e do Direito Processual Penal. os meios de comunicação de massa começaram a atuar por interesses políticos subalternos. a criminalidade violenta aumentou do ponto de vista estatístico: o dano econômico cresceu sobremaneira.mediante paga ou promessa de recompensa. Em 2007. como uma tentativa de resposta a crescente violência. [5] Diversas projetos de lei foram propostos com o objetivo de se regulamentar o assunto. uma luta sem quartel contra determinada forma de criminalidade ou determinados tipos de delinquentes. a tortura passou a ser encarada como uma postura correta dos órgãos formais de controle social.5 O que teria conduzido o legislador constituinte a formular o inciso XLIII do art. considerando-se também que a vítima era famosa e filha da escritora de telenovelas. Daniella Perez. Finalmente. atingindo seguimentos sociais que até então estavam livres de ataques criminosos. cabe destacar o Caso Daniella Perez que causou grande indignação popular e impulsionou a elaboração um projeto de Emenda à Lei. de acordo com objeto de estudo deste artigo. a comoção popular resultante deste lamentável crime. durante o governo Collor. Dentre as circunstâncias peculiares do caso. O crime teve grande repercussão por vários motivos: as circunstâncias e principalmente a cobertura midiática recebida pelo crime. Todavia. O homicídio qualificado está previsto no Código Penal. parágrafo 2º: § 2° Se o homicídio é cometido: I . para desenvolvê-la. resultou em alteração da legislação. A atriz inicialmente foi asfixiada e depois recebeu 18 golpes de punhal. o STF considerou inconstitucional a proibição a progressão de regime (Lei 11. formando uma ideia de que seria mister. A partir da aprovação da emenda. classificou-o como inafiançável e extinguiu a progressão de regime para este crime. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins assumiu gigantismo incomum. o ator Guilherme de Pádua em coautoria com a sua esposa.464/07). . artigo 121. em 25 de julho de 1990 foi promulgada a Lei dos Crimes Hediondos. Glória Perez. A partir desse quadro. O projeto de emenda recebeu mais de 1 milhão de assinaturas e teve a autora Glória Perez como patrono. Paula Thomaz. atos de terrorismo político e mesmo de terrorismo gratuito abalaram diversos países do mundo. era uma atriz global e na época do crime protagonizava a novela “Corpo e Alma”. ou por outro motivo torpe. o homicídio qualificado foi incluso na Lei dos Crimes Hediondos. estão o fato de Daniella ter sido assassinada pelo seu par romântico na novela.

ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido. asfixia. veladas pelo manto da liberdade de expressão. da vida privada. A atriz teve 36 fotos íntimas copiadas de seu computador e divulgadas na internet. O direito ao devido processo legal e à ampla defesa estão previstos nos incisos LIV e LV do artigo 5º da CF/88. inciso LVII.à traição. a ocultação. Também há a garantia de um julgamento justo ao acusado em concordância com o princípio da dignidade da pessoa humana.6 II . O princípio da presunção de inocência. são desrespeitados pelo julgamento antecipado da mídia. porém utiliza-se disto para manipular os fatos de acordo com os seus interesses. explosivo. previsto no art. ou de que possa resultar perigo comum. da honra e da imagem das pessoas (inciso X). Ademais. III .para assegurar a execução. a publicidade dos atos processuais (inciso LX) e à inviolabilidade da intimidade. V . IV . 3 – VIOLAÇÃO DE DIREITOS CONSTITUCIONAIS Diversos direitos fundamentais. é possível identificar uma situação paradoxal: A mídia é formadora de opinião. está previsto o direito à liberdade e manifestação do pensamento (inciso IV). possui a prerrogativa de disseminá-las. Todavia. Este princípio é um dos pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito e é uma garantia processual penal que procura defender a liberdade pessoal. determina que o acusado só será considerado culpado após trânsito em julgado de sentença condenatória e os recursos a ela inerentes. A lei cria ilícitos criminais relativos à delitos informáticos e dá outras providências. Diante do exposto. a impunidade ou vantagem de outro crime O caso recente que evidencia a influência da mídia é o caso da criação relâmpago da Lei Carolina Dieckmann (Lei nº 12. previstos da Carta Magna. O jornalista e a imprensa fazem a permuta entre os . sendo estas informações sensacionalistas. fogo. de emboscada. ainda no artigo 5º. há inúmeros excessos que envolvem as informações divulgadas pela mídia. 5º.por motivo fútil. tortura ou outro meio insidioso ou cruel.737/2012). da Constituição Federal.com emprego de veneno.

amplamente desrespeitado. imensurável poder persuasivo. Outro princípio constitucional importantíssimo. À respeito deste poder persuasivo. que obtêm a prerrogativa de ser considerado inocente até que sentença penal condenatória e os recursos a ela inerentes transitem em julgado. a realidade e os expectadores que a desconhecem. ao mesmo tempo.7 fatos. o ser humano se comove com o brutal e com a injustiça. o criminoso mais cruel e torpe têm a sua dignidade garantida constitucionalmente. garantia de que o status do cidadão não será afetado por qualquer medida restritiva. tendo ela. quando o revide aos crimes era feroz e desproporcional ao delito cometido. Entretanto. assim. para o comum do povo. de outro. [6] O princípio da presunção de inocência está previsto no inciso LVII do artigo 5º da Constituição Federal de 1988. também. [8] Portanto. de que depende a sorte dos governos e das nações. Antônio Magalhães Gomes Filho diz que este princípio possui um significado dual. as suas lições penetram até o fundo das consciências inespertas. Desde os tempos da Vingança Privada. pois esta é de antemão presumida. O Princípio da Dignidade da Pessoa Humana é inerente a toda e qualquer pessoa humana. até mesmo o pior dos traficantes. antes de uma condenação definitiva" [7]. um familiar e um magistrado. É fato que faz parte da natureza humana à tendência ao revide. regra processual segundo a qual o acusado não está obrigado a fornecer provas de sua inocência. cabe deixar nas mãos do Poder Judiciário as diligências necessárias a efetivação . um mestre de primeiras letras e um catedrático de democracia em ação. Este princípio é uma garantia processual relativa ao acusado. até o mais terrível assassino. Bebidas com o primeiro pão do dia. os sentimentos e os impulsos. Rui Barbosa observou: Cada jornalista é. pois: “De um lado. é o princípio da dignidade humana. onde vão elaborar a moral usual. um advogado e um censor. que está englobado em todas as outras garantias fundamentais e que é. todos são iguais em dignidade no sentido de que são sujeitos de direito. A presunção de inocência garante o respeito ao princípio da dignidade humana e a um julgamento justo. Através dos meios de comunicação que os cidadãos obtêm notícias.

Porém. Pelo contrário. o direito é uma luta incessante da qual toda a coletividade participa. A questão não é fazer cerceios à liberdade de expressão. Além disso. não é garantia de mudança. A segunda sugestão diz respeito a uma atitude que deve ser tomada pela coletividade. entre outros supracitados. sempre de acordo com os Códigos positivados. A Revolução Técnico-Científica Informacional só amplificou assustadoramente a influência dos meios de comunicação no cotidiano das pessoas. a primeira sugestão a resolução dessa problemática está no incentivo popular à criação de leis pelo Legislativo. também. (VON IHERING.8 da “justiça”. por parte da sociedade. a solicitação e fiscalização efetiva das leis já vigentes. no constante desrespeito à direitos constitucionais como: presunção de inocência. apuração e condenação dos culpados. CONSIDERAÇÕES FINAIS A liberdade de imprensa está vinculada a existência do Estado Democrático de Direito. . principalmente. objetivase criar normais mais efetivas diante da influência deletéria da mídia arbitrária. Cabe aos cidadãos a análise crítica dos fatos. Rudolf Von Ihering pregava que o fim do direito é a paz e o meio para atingi-la é por meio da luta. a mídia deve transmitir a informação com clareza e imparcialidade. direito à ampla defesa e ao devido processo legal. Pois criar a lei. que limitem e regulem o poder midiático e puna os abusos cometidos. também. que a influência midiática no Direito Processual Penal dá-se. mesmo diante da irresistível influência da programação. Portanto. Só assim será possível sair da onda de alienação e imposição de pontos de vista manipulados aos espectadores. apenas. É preciso. 1872) Dessa forma. Pode ser comprovado. a participação de todos os cidadãos brasileiros no controle e apuração dos abusos midiáticos é premissa básica ao alcance de uma imprensa menos arbitrária e mais justa.

[5] 5. Rio de Janeiro: Renovar. Porto Alegre: Livraria do Advogado. [4] PALMA. 75. Esther Kosovsky. 2006. 1983. Saraiva. 2000. Apud DELMANTO. Franco. 1994.-A-POLITICA.br/news/view/a_midia_e_o_processo_penal__23316 >. [8] SARLET.com. [1] BARROS. Crimes Hediondos. A atração fatal existente entre mídia e criminalidade.bibliotecapolicial.-A-MIDIA-E-A-POLICIA21069_2011_6_9_51_56. Antônio Evaristo apud PALMA. Lúcio Alves de. Editora Martin Claret Ltda. [6] BARBOSA. São Paulo: Saraiva. Eleonora Rangel.br/revista/index. 2006 . Os tribunais da mídia.gov. Publicado em 28 de dezembro de 2010. nov. Atual e renovada. Rui. Rudolf.pge. Antonio Magalhães. Os tribunais da mídia. Disponível em: < http://www. .br/upload/documentos/OS%E2%80%9CPENALIZAVEIS%E2%80%9D. Acesso em 05 de maio de 2013 VADE MECUM. Dimensões da dignidade da Pessoa Humana. 1994 . Marcio Gestteira. 2006. [3] MORAES. Obra coletiva da Editora Saraiva. VON IHERING. Trad. p. 4 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais. São Paulo: Boletim do IBCCRIM.php/revistapge/article/view/29. jan. Roberto et al. Marcio Gestteira. Márcia Cristina e Lívia Cespedes. Israel.observatoriodaimprensa.pdf >. 2007. Marcelo Di Rezende.com.go. com a colaboração de Antônio Luiz de Toledo. [2]:BERNARDES. NACIF. São Paulo: Boletim do IBCCRIM. Acesso em 25 de abril de 2013. São Paulo: José Bushatsky. A Luta pelo Direito. São Paulo: Boletim do IBCCRIM. a mídia e a polícia diante do Estado Democrático de Direito. Disponível em: < http://www. Imprensa e criminalidade. 20. A presunçäo de inocência e o ônus da prova em processo penal. Os “penalizáveis”. jan.9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DRAPKIN. a política. Acesso em 05 de maio de 2013 >. 2005. Leis Penais especiais comentadas. 02 [7] GOMES FILHO. Ingo. Disponível em <: http://www. Alberto Silva. p. Biblioteca Policial. pg. A mídia e o processo penal.

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