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Estrutura Biomolecular

Influenza A H1N1
É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é
transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de
pessoas infectadas.
A influenza A (previamente denominada “gripe suína”) é uma doença respiratória altamente contagiosa, causada por
um dos diversos tipos de vírus da influenza tipo A, o H1N1. A doença afeta porcos em surtos anuais, porém a infecção
de humanos, historicamente, foi relacionada ao contato íntimo com esses animais. No entanto, o surto atual é causado
por um novo tipo de vírus de influenza A, ou melhor, um subtipo que não tinha sido detectado anteriormente em
homens e porcos, e que parece ser transmitido entre as pessoas.
Os casos de influenza A vêm sendo relatados em pessoas residentes em diversos países ao redor do mundo. Em março
de 2009, foram notificados os primeiros casos da doença no México e, posteriormente, confirmados como sendo de
influenza A. Até o final do mês de abril, haviam sido notificados casos suspeitos em 19 dos 32 estados mexicanos. Nas
semanas seguintes, casos foram confirmados nos EUA, Canadá e Escócia, chegando inclusive ao Brasil. E, segundo a
Organização Mundial da Saúde, até o início da tarde do dia 12 de maio, o número de casos passava de cinco mil, com
61 mortos em quatro países.
Em 26 de abril de 2009, o Departamento Nacional Norte-Americano de Saúde e Serviços Humanos declarou a
influenza A como problema emergencial de saúde pública nos EUA, com potencial para afetar a segurança nacional. E,
atualmente, especialistas alertam para os riscos de que a doença se torne uma pandemia global. A influenza A tem alto
potencial de causar morbidade, porém se associa a baixa taxa de mortalidade – em torno de 1% a 4%.
Sintomas
O quadro clínico da influenza A é muito semelhante ao da gripe comum. Os pacientes evoluem com sintomas de uma
doença respiratória aguda, como febre, tosse, dor de garganta, mal-estar e dor generalizada, dor de cabeça, calafrios,
fadiga, diarreia e vômitos (menos comuns). A recomendação é de que as pessoas com esses sintomas procurem
atendimento médico. Agentes antivirais, quando usados, devem ser iniciados nas primeiras 48 horas de início dos
sintomas. E a duração média da doença é de quatro a seis dias.
As definições dos casos são as seguintes:
• caso confirmado: indivíduo com doença respiratória febril aguda, com confirmação laboratorial de influenza A por
um dos testes disponíveis (cultura viral ou PCR-TR);
• caso provável: indivíduo com doença respiratória febril aguda, com positividade para influenza A e negatividade para
H1 e H3 pela PCR-TR;
• caso suspeito: indivíduo com doença respiratória febril aguda com início dos sintomas: (1) dentro de sete dias após
contato com caso confirmado de influenza A; (2) dentro de sete dias após viagem a países com um ou mais casos
confirmados; (3) residente em comunidade com um ou mais casos confirmados.
O período infeccioso de um caso confirmado de influenza A é definido como um dia antes do início da doença até sete
dias após os primeiros sintomas. O contato íntimo é definido pela distância de cerca de 1,82 m de um caso suspeito ou
confirmado de influenza A durante o período infeccioso.
Muitos casos de influenza A são leves ou mesmo assintomáticos. Previamente, eles eram identificados ao acaso, como
parte de vigilância de influenza sazonal (gripe comum).

Tratamento
O tratamento da influenza A é basicamente de suporte, consistindo em repouso, aumento da ingestão de líquidos,
agentes supressores da tosse e analgésicos/antipiréticos (por exemplo, anti-inflamatórios não-esteroidais, paracetamol).
Nos casos mais graves, pode ser necessária hidratação endovenosa e outros cuidados mais avançados de suporte. Os
agentes antivirais podem ser considerados como tratamento ou prevenção.
A orientação é de que os pacientes que se sintam mal permaneçam em casa para evitar o contato com outras pessoas,
lavem suas mãos frequentemente e evitem o contato com olhos, nariz e boca.
As pessoas com sintomas de quadro respiratório febril agudo devem permanecer isoladas em suas casas por pelo
menos sete dias após o início dos sintomas ou até permanecerem 24 horas sem sintomas (o que durar mais tempo). Os
Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) recomendam que o paciente entre em contato com o
serviço de saúde, inicialmente, por telefone, ao invés de procurar diretamente o hospital ou consultório médico e, nos
casos mais graves, essa procura deve ser imediata. Ao sair de casa, o paciente deve utilizar máscara adequada. E, nos
casos confirmados, a máscara deve ser usada também no interior da casa, quando em contato com outras pessoas.
Os estudos laboratoriais conseguiram demonstrar que o vírus influenza A (H1N1) é sensível aos antivirais oseltamivir
e zanamivir, sendo publicadas recomendações de uso desses agentes. A vacina aplicada anualmente para evitar-se a
influenza não é eficaz contra esse subtipo, e o uso de outros antivirais, como a amantadina e a rimantadina, não é
recomendado devido a relatos de resistência em outras cepas virais.
O tratamento antiviral empírico deve ser considerado nos casos confirmados, prováveis ou suspeitos de influenza A,
sendo priorizada a internação de casos mais graves. A maior eficácia dos antivirais é garantida quando o medicamento
é iniciado nas primeiras 48 horas de sintomas e a duração recomendada é de cinco dias.
A profilaxia, ou prevenção, com antivirais é recomendada por sete dias após a última exposição a um caso confirmado
da doença. Os seguintes grupos também devem receber a terapia:
• contatos domiciliares de casos confirmados ou suspeitos que apresentam risco de complicações da influenza;
• crianças na faixa etária escolar que são portadoras de doenças crônicas e tiveram contato com caso confirmado ou
suspeito;
• indivíduos que viajaram ao México e apresentam alto risco de complicações;
• pessoas que trabalham na fronteira com o México e apresentam risco de complicações;
• profissionais de saúde que tiveram contato sem proteção com caso confirmado de influenza A.

HIV – AIDS
O Vírus da Imunodeficiência Humana, conhecido como HIV (sigla originada do inglês: Human Immunodeficiency
Virus), é um vírus pertencente à classe dos retrovírus e causador da aids.
Ao entrar no organismo humano, o HIV age no interior das células do sistema imunológico, responsável pela defesa
do corpo. As células de defesa mais atingidas pelo vírus são os linfócitos CD4+, justamente aquelas que comandam a
reposta específica de defesa do corpo diante de agentes como vírus e bactérias.
O HIV tem a capacidade de se ligar a um componente da membrana dos linfócitos, o CD4, e penetrar nessas células,
para poder se multiplicar. O HIV vai usar o DNA da célula para fazer cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar,
rompe a celula e os novos vírus caem na corrente sanguínea, indo buscar outras células para continuar sua
multiplicação.
As células do sistema imunológico de uma pessoa infectada pelo vírus começam então a funcionar com menos
eficiência e, com o tempo, a capacidade do organismo em combater doenças comuns diminui, deixando a pessoa
sujeita ao aparecimento de vários tipos de doenças e infecções.
O HIV pode levar vários anos, entre o momento da infecção até o surgimento dos primeiros sintomas. Esta fase se
denomina de assintomática, pois a pessoa não apresenta nenhum sintoma ou sinal da doença. Este período entre a
infecção pelo HIV e a manifestação dos primeiros sintomas da aids irá depender, principalmente, do estado de saúde
da pessoa.
Quando se diz que uma pessoa tem HIV, está fazendo referência a essa fase assintomática da doença. Quando se fala
em pessoa com Aids, significa dizer que ela já apresenta sintomas que caracterizam a doença, o que geralmente marca
o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais, que combatem a reprodução do vírus HIV.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitas pessoas soropositivas que vivem durante anos sem
desenvolver a doença. No entanto, podem transmitir o HIV aos outros pelas relações sexuais desprotegidas, por
compartilhar seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez.
HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), membro da família de vírus conhecida como Retroviridae (retrovírus),
classificado na subfamília dos Lentiviridae (lentivírus). Estes vírus compartilham algumas propriedades comuns:
período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do
sistema nervoso e supressão do sistema imune. A infecção humana pelo vírus HIV provoca uma moléstia complexa
denominada síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS).
Sintomas
A aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente
semelhantes e, além disso, comuns a várias outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de
garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que
podem levar muito tempo para desaparecer.

Com a progressão da doença e com o comprometimento do sistema imunológico do indivíduo, começam a surgir
doenças oportunistas, tais como: tuberculose, pneumonia, alguns tipos de câncer, e infecções do sistema nervoso
(toxoplasmose e as meningites, por exemplo).
Formas de contágio
O HIV pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal e pelo leite materno.

o vaginal sem camisinha sexo, desde que se use corretamente a camisinha

o anal sem camisinha masturbação a dois

beijo no rosto ou na boca


o oral sem camisinha

suor e lágrima
da mesma seringa ou agulha por mais de uma

picada de inseto
nsfusão de sangue contaminado
aperto de mão ou abraço

e infectada pode passar o HIV para o filho durante


ravidez, o parto e a amamentação talheres / copos

assento de ônibus

rumentos que furam ou cortam, não esterilizados


piscina, banheiros, pelo ar

doação de sangue

sabonete / toalha / lençóis

Prevenção

Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da aids e de outras doenças sexualmente
transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o
correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na
prevenção da transmissão do HIV. Os autores desse estudo sugerem uma relação linear entre a freqüência do uso de
preservativos e a redução do risco de transmissão, ou seja, quanto mais se usa a camisinha menor é o risco de contrair
o HIV.

A camisinha é mesmo impermeável?


A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito nos National Institutes of
Health dos Estados Unidos, ampliou-se o látex do preservativo (utilizando-se de microscópio eletrônico), esticando-o
em 2 mil vezes e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de preservativos mais
utilizadas em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum
exemplar apresentou poros.

Em outro estudo mais antigo de 1992, que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior
que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos
preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que,
mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não
utilização.

E por que às vezes estoura?

Quanto à possibilidade do preservativo estourar durante o ato sexual, as pesquisas sustentam que os rompimentos se
devem muito mais ao uso incorreto do preservativo, do que a uma falha estrutural do produto. Nos Estados Unidos,
um estudo realizado em 1989 indicou que a taxa de rompimento da camisinha era inferior a 1%. Porém, em 1994, foi
conduzido um importante estudo multicêntrico sobre essa possibilidade em 8 países (República Dominicana, México,
Estados Unidos, Gana, Quênia, Malawi, Nepal e Sri Lanka), encontrando-se, então, uma taxa de rompimento que
variou entre 0,6% (no Sri-Lanka) a 13,3% (em Gana).

O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo
realizado entre casais, onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o
uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano.

Diante dos resultados desses estudos, realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o
correto e freqüente uso do preservativo contribuem de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto
para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.

Dengue
O dengue* é uma doença infecciosa causada por um arbovírus (existem quatro tipos diferentes de vírus do
dengue - 1, 2, 3 e 4), que ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no
Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. O
dengue está se expandindo rapidamente, e espera-se que nos próximos anos a transmissão aumente
significativamente no mundo.
Transmissão
O dengue pode ser transmitido por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que
picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que tem atividade durante a noite. O Aëdes
aegypti também pode transmitir a febre amarela. No Brasil, estão circulado os virus 1, 2 e 3. O vírus 3 está
presente desde dezembro de 2000 (foi isolado em janeiro de 2001, no Rio).
Os transmissores de dengue, principalmente o Aëdes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de
habitações (casas, apartamentos, hotéis etc) em qualquer coleção de água relativamente limpa (caixas
d'água, cisternas, latas, pneus, cacos de vidro, vasos de plantas). As bromélias, que acumulam água na parte
central (aquário), também podem servir como criadouros. O único modo possível de evitar ocorrência de
epidemias e a introdução de um novo tipo do vírus do dengue é através do controle dos transmissores (Aëdes
aegypti e Aëdes albopictus).
A transmissão do dengue é mais freqüente em cidades, mas também pode ocorrer em áreas rurais. Em locais
com altitudes superiores a 1200 metros, a transmissão da doença é incomum. Uma pessoa não transmite
dengue diretamente para outra. Para que isto ocorra, é necessário que o mosquito se alimente com o sangue
de uma pessoa infectada e, após um período de incubação de 8 a 10 dias, pique um outro indivíduo que ainda
não teve a doença.
Riscos
Cerca de dois bilhões e meio de pessoas vivem em áreas de risco de transmissão de dengue e a doença é
endêmica em mais de 100 países de todos os Continentes, com exceção da Europa. A Organização Mundial
da Saúde estima que, no mundo, ocorram entre 50 e 100 milhões de casos, resultanto em cerca de 500 mil
internações e 20 mil óbitos por ano.
No Brasil, a erradicação do A. aegypti na década de 30, levada a cabo para o controle da febre amarela, fez
desaparecer também o dengue. No entanto, em 1976 o Aëdes aegypti foi reintroduzido no Brasil,
definitivamente, em Salvador (BA). Em 1981 ocorreu uma epidemia dengue (vírus 1 e 4) em Boa Vista (RR)
e, atualmente, a doença é registrada em todas as Regiões do país [Tabela]. No Rio de Janeiro já ocorreram
quatro grandes epidemias, em 1986-87 (vírus 1), 1990-91 (vírus 2), 2001-02 (vírus 3) e 2007-08 (vírus 2 e
3),
Medidas de proteção individual
Ainda não existem vacinas disponíveis contra o dengue, embora as pesquisas estejam em fase avançada e
pelo menos uma entrou em fase de testes. Uma vacina contra o dengue deve, necessariamente, proteger
contra os quatro tipos de virus, uma vez que se não fosse eficaz contra todos os tipos poderia aumentar o
risco de formas graves.
A transmissão do dengue ocorre em áreas que também são de risco potencial para febre amarela (a vacina
deve estar atualizada) e, geralmente, também para malária. Devem ser adotadas, portanto, medidas de
proteção contra infecções transmitidas por insetos, que são as mesmas empregadas contra a febre amarela e
a malária. É importante saber que, embora a transmissão dessas doenças possa ocorrer ao ar livre, o risco
maior é no interior de habitações.
O viajante deve usar, sempre que possível, calças e camisas de manga comprida, e repelentes contra insetos à
base de dietiltoluamida (DEET) ou picaridina (= icaridina) nas áreas expostas do corpo. Antes de adquirir
um repelente, certifique-se da concentração de DEET ou picaridina no produto. As concentrações usualmente
recomendadas são de 30% a 35% (máximo de 50%) para o de DEET e de 20% para a picaridina. Além disto, em
razão do risco de malária, deve procurar hospedar-se em locais que disponham de ar-condicionado ou
utilizar mosquiteiros impregnados com permetrina e aplicar inseticida em aerosol nos locais onde for
dormir. Em hipótese alguma devem ser utilizados inseticidas na pele.
Pessoas que estiveram em uma área de risco para dengue e que apresentem febre, durante ou após a viagem,
devem procurar um Serviço de Saúde para esclarecimento diagnóstico. As áreas de transmissão do dengue
podem ser as mesmas da febre amarela e da malária. Em todas as pessoas com suspeita de dengue que
estiveram em áreas de transmissão dessas doenças, é importante que seja sempre afastado o diagnóstico de
febre amarela e investigada a possibilidade de malária, doença para qual existe tratamento específico eficaz.
Não existe comprovação da eficácia do uso de vitaminas do complexo B ou de pilulas de alho na profilaxia
do dengue (ou de qualquer outra doença transmitida por vetores).
Recomendações para áreas de transmissão
O dengue é transmitido pela picada de mosquitos (mais comumente o Aëdes aegypti) que proliferam-se
dentro ou nas proximidades de habitações. Estes mosquitos criam-se na água, obrigatoriamente. A fêmea do
mosquito põe os ovos dentro de qualquer recipiente (caixas d'água, latas, pneus, cacos de vidro etc) que
contenha água mais ou menos limpa. Os ovos ficam aderidos às paredes do recipiente, e não morrem mesmo
quando a água é retirada. Não adianta, portanto, apenas substituir a água, mesmo que isto seja feito com
freqüência. Destes ovos surgem as larvas, que depois de algum tempo vivendo na água, vão formar novos
mosquitos adultos.
Quando está ocorrendo epidemias deve ser feita a aplicação de inseticida através do "fumacê", para reduzir a
população de mosquitos adultos. O "fumacê" deve ser empregado apenas durante as epidemias, uma vez que
a aplicação de inseticidas não acaba com os criadouros e, o que é indesejável, precisaria ser constantemente
empregada para eliminar os novos mosquitos que se formam a partir das larvas. O controle do dengue deve
ser feito, principalmente, através da eliminação dos criadouros de larvas. Para isto é importante que
recipentes que possam encher-se de água sejam descartados ou fiquem protegidos com tampas. Qualquer
recipiente com água e sem tampa, inclusive as caixas d'àgua, pode servir de criadouro para os mosquitos que
transmitem dengue. Por isto, é importante eliminar os criadouros do mosquito transmissor. Além do dengue,
se estará também evitando que a febre amarela, que não ocorre nas cidades brasileiras desde 1942, volte a
ser transmitida. As medidas eficazes, em residências, escolas e locais de trabalho, são:
Dengue: medidas para eliminar os criadouros de Aëdes
• Substituir a água dos vasos de plantas por terra e manter seco o prato coletor de água.
• Desobstruir as calhas do telhado, para não haver acúmulo de água.
• Não deixar pneus ou qualquer recipiente que possa acumular água expostos à chuva.
• Manter sempre tampadas as caixas d'água, cisternas, barris e filtros.
• Acondicionar o lixo em sacos plásticos fechados ou latões com tampa.
A utilização, duas vezes por semana, de água tratada com cloro (40 gotas de água sanitária a 2,5% para cada
litro) para regar bromélias, tem sido recomendada ** como forma de avitar a proliferação do Aëdes aegypti.
Em condições experimentais, a utilização de cloro parece ser útil***, porém é desejável que sejam realizadas
pesquisas adicionais que demonstrem (ou não) com absoluta segurança a efetividade do emprego rotineiro
da água sanitária com este propósito.

Manifestações
A infecção causada por qualquer um dos quatro tipos (1, 2, 3 e 4) do vírus do dengue produz as mesmas
manifestações. A determinação do tipo do vírus do dengue que causou a infecção é irrelevante para o
tratamento da pessoa doente. As manifestações do dengue, quando ocorrem, em geral aparecem (período de
incubação) entre 3 e 15 dias (mais comumente entre 3 e 6 dias) após a picada de um mosquito infectado. O
dengue é uma doença que, na grande maioria dos casos (mais de 95%), causa desconforto e transtornos, mas
não coloca em risco a vida das pessoas. As manifestações iniciais são febre alta, dor de cabeça, muita dor no
corpo e, às vezes, vômitos. É freqüente que, 3 a 4 dias após o início da febre, ocorram manchas vermelhas na
pele, parecidas com as do sarampo ou rubéola, e prurido ("coceira"). Também é comum que ocorram
pequenos sangramentos (nariz, gengivas).
A maioria das pessoas, após quatro ou cinco dias, começa e melhorar e recupera-se por completo,
gradativamente, em cerca de dez dias. Em alguns casos (a minoria), nos três primeiros dias depois que a
febre começa a ceder, pode ocorrer diminuição acentuada da pressão sangüínea. Esta queda da pressão
caracteriza a forma mais grave da doença, chamada de dengue "hemorrágico". Esta designação é imprecisa
e pode fazer com que se pense que sempre ocorrem sangramentos, o que não é verdadeiro. A gravidade está
relacionada, principalmente, à diminuição da pressão sangüínea, que deve ser tratada rapidamente, uma vez
que pode levar ao óbito. O dengue grave pode acontecer mesmo em quem tem a doença pela primeira vez.
O doente se recupera, geralmente sem nenhum tipo de problema. Além disto, fica imunizado contra o tipo de
vírus (1, 2, 3 ou 4) que causou a doença. No entanto, pode adoecer novamente com os outros tipos de vírus
do dengue. Em outras palavras, se a infecção foi com o tipo 2, a pessoa pode ter novamente o dengue
causado pelos vírus dos tipos 1, 3 ou 4. Em uma segunda infecção, o risco da forma grave é maior, mas não
é obrigatório que aconteça.
As manifestações iniciais do dengue são as mesmas de diversas outras doenças (febre amarela, malária,
leptospirose). Também não servem para indicar se o dengue vai ser mais grave. Por isto é importante sempre
procurar rápido um Serviço de Saúde, para uma avaliação médica. A meningite meningocócica pode ser
muito parecida com o dengue grave, mas a pessoa piora muito mais rápido (logo no primeiro ou segundo dia
de doença). O dengue pode se tornar mais grave apenas quando a pessoa começa a melhorar, e o período
mais perigoso vai até três dias depois que a febre desaparece.
O diagnóstico inicial de dengue é clínico (história + exame físico da pessoa) feito essencialmente por
exclusão de outras doenças. É muito importante, por exemplo, saber se a pessoa não está com doença
meningocócica ou leptospirose, que são tratáveis com antibióticos. A comprovação sorológica do
diagnóstico de dengue poderá ser útil para outras finalidades (vigilância epidemiológica, estatísticas) e é um
direito do doente, mas o resultado do exame comumente estará disponível apenas após a pessoa ter
melhorado, o que o torna inútil para a condução do tratamento. O exame sorológico também não permite
dizer qual o tipo de vírus que causou a infecção (o que é irrelevante) e nem se o dengue é "hemorrágico".
Feito o diagnóstico clínico de dengue, alguns exames (hematócrito, contagem de plaquetas) podem trazer
informações úteis quando analisados por um médico, mas não comprovam o diagnóstico, uma vez que
também podem estar alterados em várias outras infecções. A comprovação do diagnóstico, se for desejada
por algum motivo, pode ser feita através de sorologia (exame que detecta a presença de anticorpos contra o
vírus do dengue), que começa a ficar reativa ("positiva") a partir do quarto dia de doença.
A "prova do laço" é um procedimento (obsoleto) realizado com o aparelho de pressão, na tentativa de
verificar fragilidade dos capilares (pequenos vasos sangüíneos) e, por vezes, recomendado como critério
para identificar casos de dengue "hemorrágico". Além do dengue, a "prova do laço" pode estar positiva em
diversas outras doenças (meningococcemia, leptospirose, rubéola etc) e até em pessoas saudáveis. Também
pode estar negativa nos casos de dengue, inclusive nos mais graves ("hemorrágicos"). Não ajuda, portanto, a
concluir se a pessoa está ou não com dengue ou se o dengue é mais grave.

Tratamento
O dengue não tem tratamento específico. Quando não há dúvida que a pessoa tem dengue, na maioria das
vezes o médico pode recomendar que o tratamento seja feito em casa, basicamente com antitérmicos
analgésicos (febre e dor) e reidratação oral que deve ser iniciada o mais rápido possível. As pessoas que
apresentem manifestações compatíveis com dengue devem observar o seguinte:
Dengue: cuidados e informações
• Procurar um Serviço de Saúde logo no começo das manifestações. Diversas
doenças são muito parecidas com o dengue, e têm outro tipo de tratamento.
• Informar ao médico se estiver em uso de qualquer remédio. Alguns
medicamentos utilizados no tratamento de outras doenças (Marevan®, Ticlid®
etc.) podem aumentar o risco de sangramentos.
• O tratamento do dengue é feito com hidratação. Beber bastante líquido,
evitando-se as bebidas com cafeína (café, chá preto). Não é preciso fazer
nenhuma dieta.
• Os medicamentos não alteram a evolução do dengue e são empregados apenas
para atenuar as manifestações da doença (dor, febre).
• Não tomar remédios por conta própria. Todos os medicamentos podem ter
efeitos colaterais e alguns que podem até piorar a doença.
• Não tomar nenhum remédio para dor ou para febre que contenha ácido
acetilsalicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral® etc.) - que pode aumentar o
risco de sangramento.
• Os antiinflamatórios (Voltaren®, Profenid® etc.) também não devem ser
utilizados como antitérmicos pelo risco de efeitos colaterais, como hemorragia
digestiva e reações alérgicas.
• Os remédios que contém dipirona (Novalgina®, Dorflex®, Anador® etc.)
devem ser evitados sem prescrição médica, pois podem diminuir a pressão ou,
às vezes, causar manchas de pele parecidas com as do dengue.
• O paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc.), mais utilizado para tratar a dor e a
febre no dengue, deve ser tomado rigorosamente nas doses e no intervalo
prescrito pelo médico, uma vez que em doses muito altas pode causar lesão
hepática.
É absolutamente necessário estar atento para as manifestações que podem indicar gravidade, o que pode
acontecer, geralmente, a partir do momento em que a febre começa a ceder: Se qualquer uma destas
manifestações aparecer, a pessoa deve ser levada imediatamente ao Serviço de Saúde mais próximo:

Dengue: manifestações indicativas de gravidade


• Dor constante abaixo das costelas, do lado direito (fígado).
• Suores frios por tempo prolongado, tonteiras ou desmaios (pressão baixa).
• Pele fria e pegajosa por tempo prolongado (pressão muito baixa).
• Sangramentos que não param.
• Fezes escuras como borra de café (sangramento intestinal).

IMUNIZAÇÃO
A imunização é um conjunto de métodos terapêuticos destinados a conferir ao organismo um estado de resistência, ou
seja, de imunidade, contra determinadas enfermidades infecciosas.
É uma das estratégias de prevenção mais significativas. No mesmo nível de importância, como medida de proteção e
promoção à saúde infantil, estão a amamentação, o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento e o controle -
tratamento precoce da diarréia infantil.
As crianças são as que mais sofrem com a caótica situação sócio-econômica de países subdesenvolvidos como o
nosso, Brasil. Este fato reflete-se nos altos índices de mortalidade (em algumas regiões do país) e a formação de
contingentes de indivíduos com sequelas físicas, intelectuais psicológicas, decorrentes de doenças preveníveis por
esquemas básicos de imunização.
Entretanto a imunização não está isenta de riscos (SCHMITZ et al, 1989):
• infecção no local da inoculação;
• transmissão de doenças por meio do produto injetado e contaminação do material empregado na
administração;
• complicação devido a outros compostos dos produtos imunizantes (hidróxido de alumínio,...);
• encefalite pós-vacinal, quando da utilização de antígenos vivos;
• agravamentos de enfermidades crônicas cardíacas, renais, do sistema nervoso central, entre outras;
• reações locais gerais: nódulos, edemas, dor ou mal-estar, lipotimia, entre outras;
• reações de hipersensibilidade;
• complicações específicas secundárias à natureza e tipos de antígenos ou substâncias fontes de anticorpos.

TIPOS DE IMUNIZAÇÃO
A imunidade pode ser natural ou adquirida (SCHMITZ et al, 1989):
A imunidade natural compreende mecanismos inespecíficos de defesa de pele, pH, e a imunidade conferida pela mãe
através da via transplacentária e pelo leite materno ao recém nascido.
A imunidade adquirida pode ser espontânea, após um processo infeccioso, ou induzida de maneira ativa ou passiva:
• passiva: administração de anticorpos previamente formados (imunoglobulinas) ou soros hiperimunes. Útil em
pacientes com defeito na formação de anticorpos ou imunodeprimidos;
• ativa: uso de microorganismos vivos atenuados, mortos e componentes inativados de microorganismos.

Contra-Indicações
São consideradas contra-indicações gerais ao uso de vacinas de bactérias ou vírus vivos (SECRETARIA DE ESTADO
DE SAÚDE DE SÃO PAULO, 1994):
• portadores de doenças com deficiências imunitárias, como imunodeficiência combinada à gamaglobulina ou
hipogamaglobulina;
• pacientes com imunodeficiências por defeitos congênitos ou enfermidades ativas do sistema linfóide ou
reticuloendotelial (leucemia, linfoma, doença de Hodgkin...);
• imunodepressão devido a terapia com corticóide sistêmico em altas doses, com antimetabólitos, agentes
alquilantes ou irradiação;
• grávidas, salvo situações de alto risco de exposição a algumas doenças virais imunopreveníveis, como febre
amarela, por exemplo.
Com relação a pacientes HIV positivos assintomáticos, poderão receber todas as vacinas do esquema básico; os
doentes com AIDS só não poderam receber a BCG.
Há casos em que a vacinação precisa ser somente adiada:
• tratamento com imunossupressores (corticosteróides, quimioterapia antineoplásica, radioterapia,...), deve-se
adiar para 90 dias após a suspensão do uso da substância;
• durante a evolução de doenças agudas febris graves;
• não recomenda-se aplicar a BCG em crianças com menos de dois quilos de peso.
CALENDÁRIO VACINAL
(adotado pelo Programa Nacional de Imunizações, modificado pela Secretaria de Saúde do
Estado de São Paulo-SP, 1998)
IDADE VACINAS
1 mês * BCG e hepatite B
2 meses DPT, poliomielite e hepatite B
4 meses DPT e poliomielite
6 meses DPT e poliomielite
9 meses Sarampo e hepatite B
15 meses DPT, poliomielite e MMR
5 ou 6 anos DPT e poliomielite
15 anos** DT
*Pode ser aplicada desde o nascimento.
**Reforço a cada 10 anos, por toda vida.
CONSIDERAÇÕES SOBRE A IMUNIZAÇÃO BÁSICA NA INFÂNCIA

Tipos de Vacinas Dose, via e local de aplicação Sinais e sintomas pós-vacinais


Sabin (contra poliomielite) 2 a 3 gotas, de acordo com a origem/via Náuseas logo após a vacinação devido ao sabor
oral (VO) desagradável
BCG (contra tuberculose) 0,1ml, intradérmico (ID)/ inserção inferior Enduração/mácula/nódulo/úlcera/crosta/cicatri
do deltóide direito z (em torno de 3 meses pós-vacinal) Raro:
enfartamento de gânglios linfáticos
Tríplice - DPT (contra tétano, 0,5ml intramuscular (IM) profunda /face Febre até 48 hs após vacinação Dor e nódulo
difteria e coqueluche) antero-lateral da coxa em crianças que não local Raro: reações neurológicas(cefaléia,
andam e dorso-glútea nas demais convulsão, choque)
Hepatite B 0,5ml intramuscular (IM) profunda /face Sensibilidade no local da aplicação,
antero-lateral da coxa num ângulo de 45º acompanhada ou não de sinais inflamatórios;
febre igual ou superior a 37,7ºC, em alguns
casos erupções cutâneas, prurido e
manifestações neurológicas
Dupla infantil-DT* e Dupla Adulto 0,5ml/IM profunda/região dorso-glútea ou Febre até 48 hs após vacinação Dor e nódulo
- dT**(contra tétano e difteria) deltóidea local
MMR (contra caxumba, rubéola e 0,5ml subcutâneo (SC) em região glútea Febre/dor/enduração e eritema
sarampo) local/linfadenopatia discreta/dor de
garganta/"rush", artrite e artralgias Aumento das
parótidas
VAS (contra sarampo) Idem MMR Febre e exantema de curta duração
*Indicada para crianças até 6 anos e 11 meses de idade que tenham contra-indicação médica formal de receber o componente
pertussis da vacina DPT.
**Indicada a partir de 7 anos para pessoas que não tenham recebido a DPT ou DT, ou cujo estado imunitário seja
desconhecido.(SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE, 1994)
QUANDO REALIZAR PROFILAXIA DO TÉTANO APÓS FERIMENTO
HISTÓRIA DE IMUNIZAÇÃO CONTRA FERIMENTO LIMPO E OUTROS FERIMENTOS
O TÉTANO SUPERFICIAL
VACINA IMUNIZAÇÃO VACINA IMUNIZAÇÃO
PASSIVA PASSIVA
Incerta ou menos de três doses sim não sim sim
Três doses ou mais*:
-última dose há menos de cinco anos não não não não
-última dose entre cinco e dez anos não não sim não
-última dose há mais de dez anos sim não sim não
*Aproveitar a oportunidade para indicar a complementação do esquema vacinal.
Vacina: DPT, DT ou dT dependendo da idade, na falta destes usar o toxóide tetânico (TT).
Imunização passiva: com soro anti-tetânico e teste prévio, na dose de 5000 unidades, pela via intramuscular ou imunoglobulina
humana antitetânica, na dose de 250 unidades, (IM).
CONSERVAÇÃO DE VACINAS
A Organização Pan-Americana de Saúde-OPAS e o Programa Nacional de Imunizações-PNI (MINISTÉRIO
DA SAÚDE, 1991) estabelecem que o intervalo de temperatura para conservação de soros e vacinas precisa
ser de +4 a +8ºC.
Faz-se necessário a presença de um termômetro dentro do refrigerador. Utilizar termômetro de 3 colunas,
pois registra as temperaturas mínima, máxima e atual.
Vacinas de vírus vivos atenuados (pólio, sarampo, rubéola, caxumba) são mais sensíveis ao calor, devendo
ser acondicionadas na unidade de saúde por 1 mês no máximo. É preferencial mantê-las na prateleira
superior do refrigerador.
Vacinas de bactérias vivas e atenuadas (tuberculose) são menos sensíveis às oscilações de temperatura,
podendo ser conservadas por até um ano na parte superior do refrigerador.
Vacinas inativadas virais e bacterianas (toxóides tetânico e diftérico; coqueluche) são as mais estáveis.
Devem ser armazenadas por 6 meses na prateleira inferior do refrigerador.
Os diluentes precisam estar na mesma temperatura que as vacinas; não utilizar o refrigerador para outras
finalidades. O refrigerador precisa ficar num local fresco, ao abrigo da luz solar e fontes de calor, distante
pelo menos 15 cm das paredes e sua porta precisa ficar bem vedada.
Recomenda-se colocar sacos e garrafas plásticas com água no congelador e parte inferiordo refrigerador a
fim de manter a temperatura, caso haja interrupção no fornecimento de energia. NÃO UTILIZAR A PORTA
DO REFRIGERADOR POIS PODE DANIFICAR A VEDAÇÃO E OCORRER AQUECIMENTO
INTERNO.
A circulação de ar também precisa ser respeitada, por isso é necessário que as vacinas sejam dispostas em
bandejas ou caixas furadas e descobertas, deixando entre os frascos uma distância de 1 a 2 cm.
Para transportar as vacinas, utilizar caixas isotérmicas (de isopor). Cercar as vacinas com sacos de gelo, sem
que haja contato direto (isolar os frascos com papelão ou espuma). Preparar a caixa 15 a 20 minutos antes de
sair (manter um termômetro em seu interior), fechá-la com fita adesiva até chegar ao destino.
IMPORTANTE: o serviço de saúde precisa informar o nível regional ou central da rede de frio, sobre lotes
de vacina que tenham sofrido variações de temperatura inferior ou superior à temperatura estabelecida pela
OPAS ou PNI, para que estes dêem as diretrizes que devem ser seguidas.