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TIPOS DE CONHECIMENTO E CRITÉRIOS DA CIÊNCIA

1.1

TIPOS DE CONHECIMENTO

De acordo com a literatura, existem quatro tipos de conhecimento, a saber:

1.1.1 Conhecimento empírico, popular, vulgar ou senso comum
Representa a primeira forma de conhecimento, já que existe desde os primórdios da história. Geralmente, o conhecimento empírico é obtido do acaso, cuja finalidade é satisfazer uma necessidade imediata, partindo da relação homem X natureza ou transmitido de geração para geração, pertencendo, portanto, à sabedoria popular. É aquele obtido no cotidiano das pessoas, resultante das ações imediatas do ser humano, independentemente de estudos e reflexões. Pelo fato de que este tipo de conhecimento visa unicamente satisfazer algo imediato, não se volta para o estudo minucioso dos experimentos realizados, isto é, não se volta para o uso de métodos e procedimentos científicos, sendo concebido, então, como assistemático (FACHIN, 2001; LAKATOS; MARCONI, 2001). Assim, o conhecimento empírico, apesar de ser verificável, contenta- se com as imagens superficiais de suas interpretações, já que seu objetivo principal é apresentar soluções para os problemas que vão surgindo no cotidiano humano, necessitando, para isso, de várias tentativas, sendo portanto, um conhecimento falível e até impreciso. Por esta razão, afirma-se que este tipo de conhecimento é resultante do empirismo, ou seja, erro e acerto, sendo que este processo por não se dá profundamente, ocorre sem a fundamentação dos postulados metodológicos, ou seja, de forma superficial e limitada. Destaca-se a característica limitada, devido cada comunidade apresentar suas especificidades fortemente definidas, cuja visão de mundo varia de região para região, não respeitando o item exigido pela ciência: a universalidade. Em virtude disso, o conhecimento empírico é visto, também, como valorativo e, conseqüentemente, subjetivo. Lakatos e Marconi (2001) afirmam que o conhecimento empírico por não se voltar para a análise profunda dos fatos obtidos, é visto como sendo um conhecimento acrítico, bem como inexato e sensitivo, não servindo desta forma, como um conhecimento válido para o campo científico.

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Entretanto, sem o conhecimento empírico, o conhecimento científico se tornará incompleto, já que aquele é a estrutura para se chegar nesse, embora de nível inferior, já que não vai além das aparências.

1.1.2 Conhecimento Científico
A evolução do conhecimento, desde o conhecimento mítico, passando pela preocupação das religiões em explicar os fenômenos da natureza, a utilização do processo silogístico, a investigação racional da filosofia em Aristóteles, essas formas de conhecimento aliadas ao senso comum propiciavam uma imagem do universo, porém, o homem começou a preocupar-se com um conhecimento mais exato, um conhecimento que pudesse ser explicado cientificamente, resultando, portanto, no chamado conhecimento científico, o qual é visto como sendo aquele que se encontra em um nível superior, em relação ao conhecimento empírico, já que transcende às aparências, estudando os fenômenos em todas as suas etapas, isto é, na sua totalidade e profundidade. Considerando o interesse do homem em ir além do comportamento meramente passivo, o conhecimento científico objetiva atingir o ideal da racionalidade, que consiste em atingir uma sistematização coerente dos enunciados, preocupando-se com o embricamento entre um e outro enunciado, lei, teoria, ou campo da ciência, procurando proporcionar uma visão global, coerente, corrigindo as contradições, e o ideal da objetividade, que se preocupa com a construção conceitual de imagens da realidade (evidentes) e impessoais, admitindo-se testes de falseabilidade. Nesse sentido, afirma-se que este tipo de conhecimento é baseado na aprendizagem metodológica e sistemática, permitindo não só o processo de verificação e experimentação, mas também identificar as causas que provocam determinados fenômenos, de forma objetiva e racional.

Afirma-se isso, pois, o método crítico, consistindo na localização das dificuldades, dos erros, contradições, na tentativa de eliminá-las e explicá-las, produz o conhecimento científico, sendo que este possui sempre um caráter provisório uma vez que pode continuamente ser submetido à prova, enriquecendo-se, reformulando-se, superando-se mediante o mesmo método. Desta forma, para que o conhecimento científico seja alcançado, faz-se necessário o uso do método científico que permite a confiabilidade e segurança dos resultados alcançados, devido às características de ser crítico, sistemático, lógico, abrangente e passível de experimentação objetiva. Na visão de Lakatos e Marconi (2001), o conhecimento científico apresenta as seguintes características: real, sistemático, além da aparência, universal, contingente, objetivo, crítico, verificável,

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não se dá pela vivência e, sobretudo, aproximadamente exato, já que não existe verdade absoluta no campo das ciências. Isso implica ressaltar que nesse tipo de conhecimento, ocorrerá constantemente uma retomada de novas descobertas ou ampliações das existentes, já que o mundo de uma forma geral, encontra-se em um contínuo processo de evolução.

1.1.3 Conhecimento Filosófico
O conhecimento filosófico corresponde ao conhecimento que visa compreender a realidade humana em seu contexto mais amplo, por meio das reflexões e indagações. Para esse tipo de conhecimento, o que importa não são as respostas e sim os questionamentos, portanto, não se satisfaz com o resultado final, levando a novas reflexões, já que objetiva atingir o desenvolvimento funcional da mente humana, educando o raciocínio, de forma coordenada, permitindo a análise crítica dos fatos e fenômenos que ocorrem na realidade. Fachin (2001), considera que o conhecimento filosófico apresenta como objetivo principal “[...] desenvolver no ser humano a possibilidade de reflexão ou a capacidade de raciocínio. [Entretanto], ela não é uma ciência propriamente dita, mas a busca do saber”. Isso implica afirmar que este conhecimento se volta para a procura do saber e não para sua posse, já que se destina ao processo contínuo de questionar a si e à realidade, não sendo concebida como algo definitivo, pronto e acabado. Cervo e Bervian (1996) destacam que “a filosofia é uma busca constate do sentido, de justificação, de possibilidades, de interpretação a respeito de tudo aquilo que envolve o homem e sobre o próprio homem em sua existência concreta”. Assim, destaca-se que pelo fato da tarefa fundamental da filosofia se resumir à reflexão, pode-se afirmar que o conhecimento filosófico é resultante da atribuição de valores individuais, segundo a necessidade de cada ser pensante, ou seja, valorativo. Contudo, recebe a característica de sistemático, devido estrutura suas premissas em uma ordem lógica, com o intuito de melhor estabelecer o sentido da vida concreta. No entanto, o conhecimento filosófico não se encontra isolado, em relação dos demais conhecimentos, uma vez que suas indagações servem como base para o processo geral do conhecimento humano, no que tange à necessidade de averiguar e atingir as respostas levantadas pela filosofia.

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1.1.4 Conhecimento Teológico ou Religioso
O conhecimento teológico é aquele que corresponde ao “[...] conjunto de verdades a que os homens chegaram, não com o auxílio de sua inteligência, mas mediante a aceitação dos dados da relevação divina” (CERVO; BERVIAN, 1996, p.12). Isso implica afirmar que para este tipo de conhecimento, liga-se à crença que a humanidade tem diante de uma Ser Supremo, podendo este ser concebido como Deus, Jeová, Buda, Jesus Cristo, Astros e outros. O que é válido para o conhecimento teológico é o produto final. A fé em algo ou alguém, cujo propósito é guiar os seres humanos para o caminho que lhes traga a paz e a harmonia, bem como as forças necessárias para o enfrentamento das dificuldades e desafios enfrentados nos mais diversos campos da vida cotidiana.

Por ser de ordem místico-intuitiva, este tipo de conhecimento não é explicado de maneira racional, recebendo a característica inspiracional. De forma geral, apresenta respostas que os demais conhecimentos não conseguiram responder. Baseado na fé e na crença em algo ou em alguém, de acordo com a realidade e necessidade humana, o conhecimento teológico é valorativo, já que as pessoas atribuem seus valores específicos, sendo que estes variam de região para região. Contudo, é sistemático, pois cada grupo religioso apresenta uma estrutura bem definida e padronizada. Por ser resultante da fé, o conhecimento teológico deixa de ser concreto, passando a ser abstrato, não poupável, ou seja, não verificável. Desta forma, não possui falhas, sendo portanto, infalível e exato. Dentre os tipos de conhecimento, vale ressaltar que não existe um conhecimento específico que seja concebido como sendo o mais importante, em relação aos demais, uma vez que todos encontram-se interligados, no sentido de se complementarem, visto que durante a construção do conhecimento, o homem, enquanto sujeito da relação, não conhece tudo do objeto, e sim atinge o domínio parcial do mesmo, o que induz a uma constante revelação e novas descobertas.

1.2

CRITÉRIOS DA CIÊNCIA
Para melhor compeender os critérios da ciência, necessário se faz primeiramente uma

explanação dos seus conceitos e definições principais, bem como seu processo de evolução.

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Na década de 70, “a ciência era vista como um conjunto de atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido a verificação” (FERRARI, 1974, p.54). Diante de tal colocação, a característica primordial da ciência ligava-se à possibilidade de verificação, a partir de uma metodologia padronizada, conforme os critérios e rigores científicos. Durante a década de noventa, de acordo com Ruiz (1996), a ciência passou a ser concebida da seguinte forma: em sentido amplo, ciência significa simplesmente conhecimento; em sentido restrito, ciência não significa um conhecimento qualquer e sim um conhecimento que não só apreende ou registra fatos, mas o demonstra pelas suas causas determinantes ou construtivas. Isso implica ressaltar que o pesquisador deveria possuir uma visão profunda das causas e efeitos dos fenômenos estudados; apenas o processo de verificação não mais passou a ser uma variável relevante durante o procedimento científico, A partir da década seguinte, afirma-se que “do procedimento do conhecimento, tem-se a construção do que se denomina ciência” (ALVES-MAZZOTTI; GEWAND-SZNAJDER,c2000, p.31). No entanto, é válido frisar que como objetivo, a ciência visa “[...] a busca de afirmação e teorias universais, cujo campo de aplicação seja o maior possível” (CONSTRUINDO...2000, p.27). A própria ciência tem um preceder de acumular conhecimentos, a fim de proporcionar novas descobertas para o benefício da humanidade. Neste século a ciência é utilizada como meio para satisfazer as necessidades humanas. O cientista, muitas vezes é interpretado como homem milagroso, ou seja, aquele que tem solução para todos os problemas humanos, assim, justificam-se os elevadíssimos custos em pesquisas científicas, destas, surgirão frutos que nutrem a tecnologia avançada. Com o objetivo de buscar o saber, a ciência pode se desenvolver a partir de uma curiosidade intelectual ou para solucionar uma problemática imediata, o que classifica a ciência como sendo pura ou aplicada. E independentemente do objetivo, a necessidade de compreender o mundo e a si mesmo impulsiona o homem à investigação científica. Para Fachin (2001), ciência é definida como a “[...] observação sistemática dos fatos. Por meio de análise e da experimentação, extrai resultados que passam a ser validados universalmente”. Assim como o conhecimento, a ciência é sempre algo incompleto, bem como passou por várias divisões no decorrer dos tempos, em decorrência da necessidade e exigência do progresso científico. Entretanto, independentemente da divisão, a ciência apresenta o mesmo rigor e credibilidade, e com intuito de atingir a descoberta de novos conhecimentos e, conseqüentemente, proporcionar

manipulá-lo para conseguir os resultados reais de suas propriedades. desvendando-o.3 Objetiva A ciência deve procurar analisar a realidade tal qual ela é.1 Racional A ciência deve utilizar o raciocínio analítico. procurando o verdadeiro. . permitindo futuras repeti- ções e. podendo detectar falhas ou algo similar. auto-suficiente e conclusiva.6 novas descobertas para a humanidade. 1. durante as atividades desenvolvidas. a partir da possibilidade de repetição.6 Possuir método e controle A ciência precisa apresentar um roteiro detalhado de sua pesquisa.4 Certa e provável A ciência busca a certeza justificada e demonstrada. a fim de efetuar um estudo mais preciso. 1. 1. a fim de demonstrar os porquês dos enunciados que se propõe estudar. Dispõe-se em formular e publicar as hipóteses para serem testadas e sujeitadas a críticas. o pesquisador.2. o evidente. de forma impessoal.2. deverá apresentar as seguintes características: 1. despojados de impactos emoci- onais.5 Analítica A ciência precisa analisar cada fragmento (parte do todo).2 Baseada em fatos e efeitos A ciência procura desvendar os fatos/causas desconhecidos. lógico e sintético.2.2. podendo também.2. po- dendo este ser verdadeiro ou falso. um maior controle acerca do experimento. 1. independente do seu resultado. 1. sobretudo.2. procurando se portar o mais imparcial/impessoal possível frente aos fatos.

procurando respostas exaustivamente.11 Influenciada pelos fatores sociais O que não se pode esquecer é que a ciência.2.8 Agrupar objetos na mesma espécie A ciência. ou seja.2.2. agrupa objetos da mesma espécie. por ser uma instituição social. suas técnicas científicas são influenciadas pelos fatores sociais. a fim de contribuir para estudos futuros 1.2. 2 A PESQUISA CIENTÍFICA . faz-se necessário divulgar os resultados. das condições sociais e políticas do ambiente onde se realiza. 1.2. a fim de chegar a resultados cada vez mais exatos. assim.7 1. permitir ser testada. de forma profunda. ou seja. 1. 1. para obter um resultado mais qualitativo.9 Comunicável À medida que uma pesquisa encontra-se em fase de conclusão ou mesmo concluída. a fim da pesquisa apresentar resultados mais homogêneos e com maior qualidade. dependendo.10 Expressa com exatidão A ciência deve obter suas conclusões de forma exata.7 Verificável A ciência precisa fornecer possibilidade de verificação. passan- do pela prova da experiência da ação e da demonstração.

já que esta encontra-se dividida da seguinte forma: 2. A partir dos anos oitenta.1 QUANTO À NATUREZA 2.1. que tem pior objetivo encontrar soluções para problemas propostos. a investigação e o tratamento por escrito de questões abordados metodologicamente (SALOMON. do procedimento metodológico. mas não o rigor científico. ou seja. Nesse sentido. 1977). 1996. apontar que tipo de pesquisa será desenvolvido.2 Resumo de assunto Pesquisa que dispensa a originalidade. baseado no raciocínio lógico. fazia-se necessário apresentar e respeitar o procedimento metodológico apresentado. mediante a utilização de métodos científicos.1 Trabalho científico original Pesquisa realizada pela PRIMEIRA VEZ.54).2 QUANTO AOS OBJETIVOS 2. através do emprego de processos científicos” (CERVO. não se limitando a uma simples cópia de idéias. Durante a realização de uma pesquisa. com a finalidade de obter o resultado desejado. 2. ou seja. necessitando. 2. BERVIAN.2.8 Na década de setenta a pesquisa científica era concebida como sendo um trabalho científico que visava designar a concretização da atividade científica. obtido de forma ordenada e sistemática.1. a pesquisa passou a ser considerada como “uma atividade voltada para a solução de problemas. com base em Barros (2000). a pesquisa científica corresponde ao conjunto de procedimentos sistemáticos.1 Pesquisa exploratória . contribuindo com novas conquistas e descobertas para a evolução do conhecimento científico. p. para isso.

2. aprofundando o conhecimento acerca do tema. sem a interferência do pesquisador. em condições de controle.3 QUANTO AOS OBJETOS 2. o pesquisador tem condições de provocar. analisar. pois proporciona maiores informações sobre determinado assunto. pois além de observar.1 Pesquisa bibliográfica Primeiro passo para a pesquisa. 2. produzir e reproduz os fenômenos.9 Constitui em um trabalho preliminar ou preparatório para outro tipo de pesquisa.2 Pesquisa descritiva Constitui em um trabalho de observação. em condições de controle. registro. classificação e interpretação dos fatos coletados. busca identificar suas causas.2.3.3. classificar e interpretar os fatos coletados. . facilita a delimitação do tema. análise. a fim de verificar suas causas e efeitos. pois visa coletar o material bibliográfico para a realização do trabalho. define hipóteses.2. 2. os objetivos ou sugere novos enfoques para o trabalho.3 Pesquisa experimental A manipulação dos fenômenos é feita diretamente no local onde ocorre o fato.2 Pesquisa de laboratório No laboratório. registrar.3. 2. 2.3 Pesquisa explicativa Tipo de trabalho mais complexo.

5 QUANTO AO NÍVEL 2.5. sendo que estes são coletados diretamente no local da ocorrência dos fenômenos (observações.1 MÉTODOS CIENTÍFICOS .4 Pesquisa de campo A coleta dos dados é feita diretamente no local onde ocorre o fato.4.3. recursos e métodos estatísticos.5.2 Pesquisa quantitativa Pesquisa destinada à quantificação de opiniões.. 3 MÉTODOS DE PESQUISA 3. confrontações a conhecimentos e induções generalizadas. formulário e entrevista). 2. seus métodos estão fundamentados na utilização de agrupamentos intuitivos. utilizando-se para isso.2 Pesquisa de fonte de papel Pesquisa que corresponde ao estudo teórico. concebendo-as tais como são. porém.1 Pesquisa qualitativa Pesquisa destinada ao estudo sobre o comportamento humano. o pesquisador não poderá manipular as variáveis.4. 2.1 Pesquisa de campo Observação dos fatos tal como ocorrem na realidade.10 2. 2. a partir das fontes primárias (através da pesquisa bibliográfica) e secundárias (através da pesquisa documental). portanto. 2.4 QUANTO AOS PROCEDIMENTOS 2.

p. bem como .2 TIPOS DE MÉTODO CIENTÍFICO Os métodos científicos encontram-se divididos em dois grupos: métodos de abordagem e métodos de procedimentos. o desejo de saber mais e de dispor de conhecimentos metodicamente elaborados e. inclusive de construí-lo por si só. define-se o método científico como a ordem imposta durante o estudo de um fenômeno. portanto mais confiáveis. O saber adquirido pelo método científico proporciona ao pesquisador segurança e eficiência na ação. 2001. Mas. para isso. enquanto que o segundo para a experimentação. claramente. no Ocidente. faz-se necessário determinar..]. com uma forma dita científica. a sua razão de ser. Isso implica afirmar que muito cedo. Desta forma. precisa e. Mas a trajetória foi longa entre os primeiros desejos e a concepção do saber racional que acabou se estabelecendo. à medida que apontar a natureza do objeto que se aplica. 3. o estudo que utiliza método científico será considerado válido. sobretudo. ou seja.11 Para sobreviver e facilitar sua existência. há apenas um século. o ser humano sentiu a fragilidade do saber fundamentado na intuição. no senso comum ou na tradição. Nesse sentido. desenvolvendo.16. rapidamente. o que se pretende com o referido estudo. a partir da indicação do método científico adequado. indo em busca do que é essencial nas coisas [. com o intuito de atingir o resultado desejado. O que difere tais grupos liga-se ao fato de que o primeiro se volta para a experiência . com segurança. aquilo que os caracteizam e os definem (SEABRA.. destaca-se que o método científco representa o caminho que permitirá ao pesquisador atingir sua meta de forma rápida. grifo nosso). Entretanto. obtida a partir do procedimento metodológico. uma vez que para cada situação apresenta-se um procedimento metodológico específico. já que o mesmo não se contenta com as primeiras impressões. o ser humano confrontou-se permanentemente com a necessidade de dispor do saber. garantindo ao pesquisador empregar a investigação e demonstração da verdade. possibilitando distinguir nos fenômenos a aparência e a essência.

o método é concebido como o plano de ação formado por um conjunto de etapas ordenadamente dispostas. 3. destaca-se que o método observacinal é fundamentado em procedimentos de natureza sensorial. segundo suas semelhanças e diferenças. relativos à faculdade espiritual do homem. experiência cotidiana. p. já que a ciência apresenta os seguintes métodos: 3. Por esta razão. a patir da observação. 3. bem como definir os conceitos dos fenômenos observados. ou seja. a partir do uso de premissas e argumentos.12 determinar o objetivo que se tem em vista.3 Método comparativo Este método é de grande valia para a construção do conhecimento. registrar sistematicamente os dados coletados e. no sentido de captar com precisão os aspectos essenciais e acidentais de um fenômeno. este tipo de método serve de base para qualquer área das ciências. o pesquisador deverá se preocupar com os seguintes itens: apresentar objetivos definidos. destinadas a realizar e antecipar uma atividade na busca da realidade.2. já que constata a existência do fenômeno que será estudado. a fim de proporcionar a viabilidade e confiabilidade da pesquisa. manter o controle e permitir a comprovação dos resultados.1 Métodos Racionais São os métodos que fazem parte da estrutura do raciocínio. Mediante tal fato. Para a pesquisa ser estruturada através do método observacional.2.31) “o método indutivo é uma fase meramente científica. permitindo a análise de . as pesquisas desenvolvidas através dos métodos racionais não passam pela experimentação. e sim apenas pela vivência. o pesquisador deverá ter sempre em mente o que deseja observar. cujas respostas se dão através da dedução (síntese) ou indução (análise). Portanto. Segundo Fachin (2001.2 Método observacional Considerado o primeiro passo de toda pesquisa científica. enquanto a dedutiva é a fase de realização da atividade”. sendo que tal observação poderá ser realizado sob a forma direta ou indireta. podendo esta ser atingida sob diversas formas. Por esta razão. pois permitir a comparação de coisas ou fatos.2. pela qual obtém universais empíricos. planejar a pesquisa.

“de maneira preestabelecida e seus efeitos suficientemente controlados e conhecidos pelo pesquisador para observação do estudo”. a partir do passado. Na maioria das vezes o método experimental tem sido utilizado como base para o progresso da ciência. conforme os paradigmas e cultura da época.6 Método estudo de caso Método que representa um estudo intensivo. culturas organizacionais entre organizações e outros. necessita que outro método colete as informações necessárias para. 3. Este tipo de método é utilizado em várias áreas da ciência. uma vez que sua principal função . p. já que não coleta as informações. sem. este método é aquele que manipula as variáveis. de forma ampla. possui a finalidade de compreender a passagem da descrição para a explicação de uma situação do passando. períodos. fases históricas. ao se voltar para o passado. tenta descobrir as causas e os efeitos dos fenômenos estudados.4 Método histórico Método que visa estudar o presente.13 dados concretos. 3. Em virtude de representar um estudo comparativo. estabelecer as divergências e convergências entre as variáveis estudadas.40). 3. Para isso. eras.5 Método experimental De acordo com Fachin (2001.2. podendo estas representar culturas entre sociedades. Diante do exposto. ou seja. com o intuito de apresentar a realidade do jeito que é e não do jeito que o pesquisador gostaria que fosse. no sentido de promover novas descobertas.2. já que coleta os dados. a partir de então. manipular as variáveis. pois somente desta forma compreenderá o porquê os fatos ocorreram da forma apresentada. sob a forma indireta. já que visa descrever e compreender de forma completa as relações entre a causa e o efeitos dos fatos estudados. com base na temporalidade. O que não se pode deixar de destacar liga-se ao fato de que o método comparativo representa um estudo que propicia investigações. contudo. contribuindo para a atuação humana diante de um fato específico. épocas. destaca-se que este método desempenha duas funções básicas: descobrir conexões causais e atingir a demonstrabilidade. de forma a conduzir respostas claras e diferenciadas em função de uma hipótese que envolve relações de causa e efeito. e sim depende de outros métodos para obtê-las. Isso implica afirmar que este método. o método histórico examina os fatos.2.

3.14 é a explicação sistemática dos fatos que ocorrem no contexto social e geralmente se relacionam com uma multiplicidade de variáveis. para quem for escrever um trabalho acadêmico e de pesquisas. volta-se para a compreensão do papel social que cada parte desenvolve na sociedade. 3. É estruturado na teoria da amostragem. portanto. Isso implica afirmar que o pesquisador que faz uso desse tipo de método.7 Método funcionalista Baseado mais na interpretação dos fatos do que na coleta de dados propriamente dita. a partir da compreensão da função social que cada grupo exerce na sociedade. definir com clareza os objetivos propostos no estudo. a fim de avaliar a propriedade ou propriedades reais da população estudada. necessitando. o método estatístico é denominado o último passo.8 Método estatístico Assim como o método observacional é considerado o primeiro passo da pesquisa científica. visto que fica muito difícil formatar um texto acadêmico sem um conhecimento básico do . constituída por grupos sociais que agem e interagem entre si e.2. Este resumo é indicado. 4 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO SEGUNDO A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS-ABNT A ABNT é um Organismo Nacional que oferece credibilidade internacional. Para isso. com o intuito de obter uma visão geral do sistema. este método estuda a relação entre a causa e efeito. O método funcionalista relaciona dois aspectos: a sociedade como uma estrutura complexa. como um sistema integrado de instituições.2. garantindo um processo reconhecido e seguro. tornando-se indispensável no estudo de certos aspectos da realidade social que pretende medir o grau de correlação entre dois ou mais fenômenos. Todo nosso processo de certificação está estruturado em padrões internacionais. e as auditorias são realizadas atendendo às normas ISO 10011 e 14011. principalmente. de acordo com ISO/IEC Guia 62/1997. e não mais de forma fragmentada. delimita um número menor de dados representativos. através da formulação de hipótese e com o uso de intrumento de coleta de dados e apoio da estatística.

O resumo deve ressaltar o objetivo. Após o Resumo. este guia apresenta uma síntese de alguns conceitos sobre a estrutura obrigatória. Dissertações de Mestrado. Dedicatória (opcional): a critério do autor. o método.abnt. inclusive das palavras-chave. Artigos Científicos): é a apresentação resumida.1 4. Sumário (obrigatório): relação das principais divisões do trabalho na ordem em que aparecem no texto. Teses de Doutorado. destacando-se os aspectos de maior interesse e importância. Folha de rosto (obrigatório): é a folha que apresenta os elementos essenciais à identificação do trabalho (Vide Modelo no Apêndice. Utilize o que for conveniente para o seu trabalho.. aprovado em . Teses de Doutorado.). Agradecimentos (opcional): é interessante que sejam feitos agradecimentos a pessoas e instituições Epígrafe (opcional). clara e concisa do texto.org. Errata (opcional): é a correção de palavras erradas.1 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO CIENTÍFICO Elementos Pré-Textuais Capa (obrigatório): é a proteção externa do trabalho.. Resumo (obrigatório para Trabalhos de Conclusão de Curso como Monografias.. com o número de três palavras.. Dissertações de Mestrado. Artigos Científicos): é a tradução para uma língua estrangeira do resumo. Por isso. devem ser apresentadas as palavras-chaves do trabalho. Abstract (obrigatório para Monografias. Para quem se interessar em consultar as normas em sua totalidade visite: http://www. Relatório de Estágio de Conclusão de Curso de Graduação. os resultados e as conclusões do trabalho.1.. Deve ser redigida de forma impessoal. banca examinadora. Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado.. exigida para Trabalho de Conclusão de Curso como Monografias. normalmente padronizada pelos curso. nome do orientador. constantes nas versões finais de Trabalhos de Conclusão de Curso.br/ e a NBR 6023 / 10520 / 14724 4. não excedendo 500 palavras. No VERSO DA FOLHA DE ROSTO consta a : ficha catalográfica. As orientações apresentadas a seguir são apenas uma visão do básico contido nas normas técnicas da ABNT. título.15 conteúdo da norma. Folha de aprovação (obrigatório): autor. .

justificativa. uma lei. indicando o número. selecionando os dados mais importantes e aqueles que podem sugerir idéias para uma nova pesquisa. É toda referência bibliográfica que for utilizada no corpo do texto. Apresentação do tema. o propósito da pesquisa. 4. como foram alcançados. o título e a página onde se encontram. Glossário (opcional) . Exemplo: Anexo A. Também é onde se demonstra.1. resultados e discussão dos resultados. Por exemplo. Usar uma nova página para cada lista (NB – 14:08. este deverá obrigatoriamente.05. Sua indicação é com letra. A organização do desenvolvimento fica a critério do tipo de trabalho. Apêndice (opcional): é todo material elaborado pelo aluno. objeto. Portanto.001). Relaciona figuras. abordagem breve da metodologia a ser desenvolvida da pesquisa em si. quadros e gráficos. o desenvolvimento do trabalho pode ser estruturado com: revisão de literatura.16 Lista de ilustrações (opcional): localiza-se após o sumário. Lista de abreviaturas. uma determinada Lei.1. sintetizado da argumentação dos dados e dos exemplos constantes das duas primeiras partes do trabalho. Por exemplo um Questionário para Pesquisa. Se houver poucas ilustrações de cada tipo. a problemática da pesquisa. um relatório da empresa. siglas e símbolos (opcional):devem ser ordenadas alfabeticamente. Deve constar a síntese de toda a reflexão. Por exemplo. expondo as idéias principais. entre outros. Onde se coloca todos os dados coletados quando de um trabalho de pesquisa em final de curso. mas não foi elaborado pelo aluno. Desenvolvimento: Organização lógica do trabalho. Abordagem teórica rápida relativa a trabalhos anteriores realizados sobre o mesmo assunto. bem como do professor orientador. todas podem ser colocadas em uma página só. se discute ou examina. como um livro. É onde se explica. na ordem em que aparecem no texto. Sua indicação é com letra. Conclusão: Consiste no resumo completo. Desenvolvimento e Conclusão) Introdução: Formulação clara e objetiva do tema investigado. seguidas de seus significados.2 Elementos Textuais (Introdução. se o aluno escrever no texto afirmando determinado dado estatístico.3 Elementos Pós-Textuais Referências (obrigatório): de acordo com a Norma ABNT/NBR-6023. uma Norma. se argumenta. Anexo (opcional): é tudo que acompanha o Relatório. É importante também frisar que a conclusão deverá explicitar de os objetivos foram alcançados. Exemplo: Apêndice A. uma Resolução. citar a fonte de pesquisa. se analisa o que se estuda . objetivos. em página própria. mostrando o que ocorreu no trabalho. tabelas. material e método. 4.

O próprio estagiário. pelo que o relatório deverá conter todas as informações necessárias para que qualquer dos destinatários entenda como os resultados foram obtidos. estas em forma de questionamentos. Por outro lado. se não tiverem sido devidamente registrados. Este último poderá ter sido de alta qualidade originando resultados excelentes. Para ajudálo nessa compreensão. apenas os supervisores diretos do trabalho terão conhecimento detalhado do modo como este foi realizado (e. como um Curso Técnico de Nível Médio. durante a realização do Estágio Supervisionado. se perderão. a transmissão e valorização dos resultados do esforço investido no trabalho. . a seguir serão apresentadas algumas orientações básicas iniciais. o relatório será também avaliado pelo responsável do componente curricular correspondente. na medida em que assegura. se não estiver adequadamente reportado. ter-se-á provavelmente esquecido de detalhes importantes que. provavelmente. mas. será passado a quem continuar o trabalho. não terão presentes todos os pormenores). terá um impacto muito reduzido tanto para o aluno. pelo que não são necessárias explicações muito básicas. as quais poderão ajudar ao aluno na construção de seu relatório: a) Para quê escrever um Relatório de Estágio? O relatório escrito do período do trabalho técnico-científico é pelo menos tão importante como o próprio trabalho realizado. que provavelmente será alguém com formação e experiência profissional próximas da do estagiário que elaborou o relatório. quanto para a empresa/instituição que o apoio e o conduziu. algum tempo após o final do trabalho.17 5 RELATÓRIO DE ESTÁGIO É necessário que o aluno tenha clareza quanto às questões pertinentes ao Estágio Supervisionado. b) Para quem se escreve um Relatório de Estágio? No caso de um estágio integrado no currículo de um programa de ensino. em particular se contiver informação importante. Neste conjunto de destinatários. e conseqüentemente como este deverá produzir seu Relatório de Estágio. se corretamente elaborado. o mesmo relatório. Contudo. o ponto comum é a competência geral na área técnicocientífica em que o trabalho se insere.

Contudo. Uma primeira versão do relatório completo deverá ser antecipadamente dada aos supervisores. O relatório poderá ser classificado em aberto. deverá ser entregue também a versão digitalizada. Durante a elaboração do relatório são desejáveis consultas ao supervisor sobre aspectos pontuais. o estagiário já deverá levar para esta reunião preparatória as idéias de base da estrutura do relatório. . nesse caso a leitura será acessível a quem requisitar. devidamente organizada nos formatos (por exemplo: papel. Se for classificado como sigiloso. que após avaliação deverá entregá-lo à Coordenação do CETAM. Quando houver a possibilidade de recursos de informática. Também é muito útil pedir ajuda a colegas de estágio. Relatório classificado como confidencial. dando-lhes a ler partes do relatório para aferir da sua facilidade de compreensão e detectar faltas de informação. em particular na descrição das metodologias práticas utilizadas. Também deverá ser disponibilizada ao supervisor toda a informação recolhida ou gerada durante o estágio. para avaliação prévia. suporte informático. e) Número de exemplares do relatório a produzir? O Estagiário deverá produzir três exemplares do relatório final. que relevância relativa dar às várias partes e a organização geral do documento. deverá ser entregue uma versão impressa do relatório. seu acesso necessita de autorização de ambos os supervisores. é útil uma nova consulta aos relatórios e outra informação bibliográfica que tenha sido utilizada durante o trabalho. o estagiário deverá discutir com o supervisor de estágio a seleção da informação a incluir. outro ao Supervisor do CETAM responsável pelo Estágio do respectivo componente curricular. Para isto. fotos) mais adequados a cada caso. o acesso necessita de autorização do supervisor do CETAM. d) Sob que formas se deve disponibilizar o Relatório de Estágio? Ao supervisores da empresa/instituição e ao Supervisor do CETAM responsável pelo Estágio do respectivo componente curricular. que incluirá as sugestões de alteração dadas pelos supervisores. Uma segunda versão.18 c) Como melhorar a qualidade do Relatório de Estágio antes da sua entrega? Antes de iniciar a elaboração do seu relatório final. por exemplo. É perfeitamente aceitável que esta primeira versão necessite de correções por vezes extensas. Um deverá ser entregue ao supervisor da empresa/instituição. prestando agora mais atenção ao seu formato. deverá já ser o documento final.

também apresentado oralmente? Sim. poderá solicitar ao aluno que este também apresente oralmente os resultados apresentados no Relatório Escrito. Nesse caso o Supervisor do CETAM. em particular no caso de membros da administração da empresa/instituição envolvidas. considerando-se a relevância dos resultados para as Instituições envolvidas.2 •Capa Estrutura •Sumário •Atestado da empresa •Folha de aprovação •Introdução •Caracterização da empresa •Descrição das tarefas realizadas •Conclusão(ões) . O(s) supervisor(es) de estágio deve(m) ser mantido(s) a par da preparação da apresentação oral.1 Informações Gerais Saber fazer um relatório de estágio é essencial para o Técnico.1. para poder(em) ter oportunidade de contribuir com a sua experiência.1 ESTRUTURA DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO PARA CURSOS TÉCNICOS 5. requer apenas atenção e dedicação do aluno. A apresentação oral dependerá do julgamento dos supervisores. o seu trabalho ficará muito mais organizado. Estes são os principais pontos a serem levados em consideração para a estrutura geral de um relatório de estágio.19 f) Um Relatório de Estágio poderá ser. responsável pelo Estágio do respectivo componente curricular. A seguir. O relatório de estágio é obrigatoriamente individual. Estas recomendações também se baseiam nas normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. poderá. 5.1. incluindo pessoas que não leram o relatório e deverá ajustar a forma de comunicação aos seus interesses. e não é difícil. e tem como objetivo o estabelecimento de padrões para apresentação de relatórios técnicos de estágios e facilitar a avaliação da coordenação de estágio. Se você os seguir. 5. O estagiário deverá ter em conta que a audiência da sua apresentação oral é freqüentemente alargada. este guia apresenta passo a passo a estrutura para o Relatório de Estágio.

........... Os títulos devem ser destacados gradativamente..................................................... caixa alta e caixa baixa............ na seguinte ordem: •Instituição •Título principal •Nome •Disciplina •Nome do Professor •Local. seguido de sua localização dentro do texto..................... usando-se os recursos de negrito......................10 4 CONCLUSÕES..... Data...... itálico ou grifo...07 3 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS REALIZADAS.. Sumário – Elemento obrigatório Enumeração dos capítulos... Modelo de Capa do Relatório (Não inserir borda no papel) CENTRO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO AMAZONAS-CETAM CURSO TÉCNICO DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Relatório de Estágio Inserir aqui o nome do aluno Inserir aqui o nome do Componente Curricular Coari...............29 7 APÊNDICES.......................................................28 6 ANEXOS................... Modelo de Sumário do Relatório (Não inserir borda no papel) 1 INTRODUÇÃO.04 2 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA ..................... Setembro de 2006......... seções e partes que compõem o relatório...30 SUMÁRIO ......25 5 REFERÊNCIAS............... Devem ser numerados de acordo com a Norma NBR 6024/1989 (Numeração progressiva)...................20 •Anexos e/ou Apêndices Capa – Elemento obrigatório Deve conter os elementos essenciais que identificam a obra.........................

... Prof..................... Coordenador do CETAM/ (Município)... Supervisor de Estágio do CETAM Sr. aprovaram o presente relatório Modelo de Folha de Aprovação (Não inserir borda no papel) que.(nome da disciplina)...... para comprovação do Estágio Supervisionado.. ainda Coordenador de Curso CETAM.. bem como pelo Supervisor da Empresa/Instituição.......... devendo ser assinada pelo supervisor do estágio na empresa ou por outra pessoa autorizada....(Nome completo) ___________________________________________ Assinatura do Supervisor do Estágio na Organização Carimbo da Organização (OBRIGATÓRIO) Folha de Aprovação Folha padrão que aprova o relatório deTECNOLÓGICA estágio..... .... no município.............. Modelo de Atestado da Empresa (pode ser substituída por folha timbrada da organização em formato A4).. do sobre a realização do Estágio Supervisionado em ..... estagiou na (nome da empresa/instituição)....................(a):.... Após a exposiçãoe do alunopelo (nome completo).... ................ 15 de setembro de 2006 Sr........... no período de (data completa) a (data completa)... por atender aos requisitos estabelecidos..... ..... os supervisores / coordenador abaixo.21 Atestado da Empresa Folha que comprova a realização do estágio............... matrícula no...... Carauari. no (nome do setor)....... com carga horária total de (número de horas). recebeu a nota (____)____ (por extenso)........ . Supervisor/Empresa (ou Instituição) Prof.. (Não inserir borda no papel) ATESTADO DE REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Atesto.. que o aluno (nome completo). sendo assinada pelo Supervisor do CETAM CENTRO DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS-CETAM CURSO TÉCNICO DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO responsável pelo Estágio Supervisionado do respectivo componente curricular.....

... ramo da empresa.. vendas.... Anexos 1 INTRODUÇÃO Na introdução deve conter as principais atividades da empresa onde o estagiário realizou o estágio.... etc.. principais produtos ou serviços.. número de funcionários........)....). 2. Descrição das tarefas realizadas.. localiza-se à. Modelo de Caracterização da Empresa (Não inserir borda no papel) 2 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA ou INSTITUIÇÃO A Empresa Alunos Nota 10 S. especificando as características da empresa. gerência. gerentes.. e tudo o mais que for relevante para um excelente resultado do Estágio.A. etc.... supervisores. E assim o aluno do Estágio deverá continuar seu Relatório.. como esta está estruturada (diretoria. 2 CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA/INSTITUIÇÃO Deve descrever as principais características da empresa como endereço. Conclusão. o setor onde foi estagiado e uma descrição da principal função realizada. foi fundada em 16 de julho de 1965.. supervisão.... telefones para contatos (indicar pessoas chefes.1 ENDEREÇO A Empresa Alunos Nota 10...22 Corpo do texto Introdução. Caracterização da empresa.... principais clientes.. se consolidando no setor de peças-automotoras com a fabricação de motores de partida.... o período de estágio.. ..

na cor preta.23 3 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS REALIZADAS O desenvolvimento deve detalhar se não todas. com exceção das ilustrações. 6. Margens Inferior e Direita – 2cm. indicar aparelhos ou instrumentos utilizados para a execução da tarefa e se for de vontade própria colocar comentários e opiniões sobre a tarefa.1.1 APRESENTAÇÃO GRÁFICA As normas e padrões recomendados nesta parte objetiva dar condições exigidas em uma apresentação uniforme dos trabalhos científicos elaborados no decorrer do curso. No editor de texto Microsoft Word. formato A-4 (210X229mm). 6 DIRETRIZES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOSCIENTÍFICOS E RELATÓRIO DE ESTÁGIO 6. 4 CONCLUSÃO A conclusão deve ser elaborada em função dos resultados obtidos na realização das tarefas de forma sucinta e clara ressaltando a importância dos conhecimentos obtidos na escola ou até mesmo dos conhecimentos obtidos no estágio indicando para a escola temas ou assuntos que devem ser trabalhados com mais afinco ou não. Neste comentário o aluno deve indicar as principais tarefas executadas.1 Formato e margens Os trabalhos deverão ser digitados em papel branco. O corpo do trabalho deve ser justificado. . A formatação da página deverá obedecer aos seguintes critérios: Margens Superior e Esquerda – 3cm. mas as principais atividades do estagiário comentado individualmente cada tarefa. apontar dificuldades encontradas na realização da tarefa. essa margens podem ser organizadas através da configuração da página.

O aluno não poderá esquecer que as folhas pré-textuais (da FOLHA DE ROSTO até o SUMÁRIO) serão contadas.24 Todo o texto deve ser digitado em Arial ou Times New Roman.1. No que tange às notas de rodapé. A numeração das folhas do texto e da parte pós-textual (TUDO QUE VIER APÓS A CONCLUSÃO) é feita em algarismos arábicos. e para o número das páginas. No que se refere aos parágrafos. usando-se racionalmente o recurso de negrito e caixa alta (maiúscula).3 Numeração progressiva Os títulos das seções primárias (CAPÍTULOS). devem aparecer de forma centralizada. do primeiro ao último volume. ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm. a contagem. No caso do Relatório de Estágio Supervisionado de Cursos Técnicos. localizados ao alto direito da extremidade superior da folha. destaca-se que estes itens devem ser estruturados em espaço simples (1cm).1. com exceção as citações textuais (ou diretas) longas (transcrições que ultrapassam 3 linhas). as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar segmento à do texto principal. 6. É válido destacar que os capítulos são destacados gradativamente. obrigatoriamente. Havendo apêndice e anexos. Quando a seção não tiver título. mas não numeradas. 6. a 2 cm da borda superior. deve ser mantida uma única seqüência de numeração das folhas.5 cm). e tamanho 10 para as citações textuais (ou diretas) longas e notas de rodapé. deverão aparecer na margem esquerda. O corpo do texto deve ser digitado em espaço um e meio (1. o aluno deverá estabelecer 1cm a contar da margem esquerda na régua ou dar 09 (nove) toques para começar a digitar o texto. As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens. bem como a numeração das páginas deverá começar a partir da Introdução. assim como os que receberem a numeração. No caso do trabalho ser constituído por mais de um volume. a partir da margem esquerda (pode utilizar o processo automático fornecido pelo próprio programa Word).2 Paginação A contagem das folhas se dá a partir da folha de rosto. sem indicativo numérico. esta deverá ser colocada na mesma linha do respectivo indicativo e a matéria da seção pode começar na linha seguinte da . referências e resumos. ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. fonte de tamanho 12 para o corpo do texto.

seguidas de parênteses. caracterizadas por letras minúsculas.1. sem negrito e em itálico) a)alínea b).1. Os capítulos devem ser iniciados numa nova página.1. as seções deverão respeitar a grafia a seguir: 1. a numeração progressiva ficará com os seguintes níveis.1. e c). REVISÃO DE LITERATURA 3.2. observando-se a sua hierarquia como. negrito) 1.1. o aluno deverá verificar se a numeração das seções de um trabalho.1Seção terciária (Minúsculo.2.2 Durante a redação apresentada no corpo do trabalho. que deve ser utilizada em algarismo arábico sem subdividir demasiadamente.2 QUATERNÁRIA 1. INTRODUÇÃO 2. No que tange a sua estrutura.SEÇÃO PRIMÁRIA (MAIÚSCULO. sem negrito) 1.25 própria seção ou em uma seção subseqüente. SEM NEGRITO) 1.2 TERCIÁRIA 1.1.2.2 QUINÁRIA 1.1.1 2.1.1. de acordo com a Figura 2: NÍVEIS DAS SEÇÕES PRIMÁRIA 1 2 Figura 2 – Níveis das seções SECUNDÁRIA 1. mesmo que sobre espaço suficiente na página que termina o capítulo anterior. por exemplo: 1.1.1 2.1 2.2. A função da numeração progressiva é sistematização do conteúdo do trabalho acadêmico. METODOLOGIA 4. deve-se usar alíneas. estas não devem ultrapassar a subdivisão quinária.1.1. NEGRITO) 1.2. A partir daí.1 2.1Seção quinária (Minúsculo. RESULTADOS (seção primária) (seção primária) (seção primária) (seção primária) .1Seção quaternária (Minúsculo. diferenciando tipograficamente os títulos das seções.2. Com base no esquema apresentado.1SEÇÃO SECUNDÁRIA (MAIÚSCULO.

Contudo. considerando o uso da numeração progressiva. agradecimento. lista de ilustração. sumário. os títulos devem ser centralizados na página. conforme o projeto gráfico.1.Recomenda-se à utilização das cores branca. sua identificação aparece na parte inferior da figura. evitando-se o uso ora de substantivos para uns. Quando houver a necessidade de utilizar ilustrações. com títulos precedidos de seus indicativos numéricos alinhados à margem esquerda.1 A METÁFORA DO HIPERTEXTO 4. seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto. Deve-se ter o cuidado de não deixar títulos de seções isolados no final da página sem o respectivo texto.Não é recomendado a utilização de cores e sombreamentos. lista de símbolos. em algarismos arábicos. Quando o documento possuir com poucas seções e não apresentar subseções. que o texto deverá ser impresso em preto observando-se quando do emprego de cores as seguintes orientações: • • • fotografias. dispensando consulta ao texto e da fonte. do respectivo título ou legenda explicativa de forma breve e clara. . preta e tons de cinzas e de grafismos em substituição a outras cores e tonalidades. sendo preferível o emprego das cores preto e branco tabelas . também. devem ser centralizados. O uso de cores só será permitido em casos de extrema necessidade. Vale frisar. independente de seu tipo. apêndice (s) e anexo (s). precedida da palavra designativa. os títulos sem indicativos numéricos como errata.1 O hipertexto 4.1.26 4. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere. gráficos . nesse caso. glossário. resumos. não é necessária a indicação da numeração progressiva. referências. alinhado à esquerda. separado por um espaço de caractere. que devem ser digitalizadas e impressas diretamente na página do documento. lista de abreviatura e siglas. No que tange ao indicativo numérico de uma seção precede a seu título.2 A comunicação e o hipertexto (seção secundária) (seção terciária) (seção terciária) Na opção pela divisão deve-se observar a clareza e os objetivos dos títulos. ora de frases ou verbos para outros. não esquecendo de fazer uma ligação entre o texto – ilustração – texto.

1 Objetividade Os assuntos precisam ser tratados de maneira direta e simples. é válido ressaltar que está não é estruturada em capítulos. 6.5 Coerência .4 Imparcialidade Evitar idéias pré-concedidas.2.2.2. É importante o uso de vocabulários adequados e de frases curtas. sem verbosidade.2 ASPECTOS TÉCNICOS DA REDAÇÃO Durante a confecção da redação de todo e qualquer trabalho científico. em especial. 6. medições e análises efetuadas. 6. com lógica e continuidade no desenvolvimento das idéias.3 Precisão Cada expressão empregada deve traduzir com exatidão o que se quer transmitir.: Com relação a estruturado o RELATÓRIO DE ESTÁGIO DE CURSOS TÉCNICOS.27 OBS. e sim em itens e subitens seqüenciais.2 Clareza Uma redação é clara quando as idéias são expressas sem ambigüidade para não originar interpretações diversas da que se quer dar. Indicar como. especificando-se as limitações do trabalho e a origem das teorias. no que diz respeito a registros de observações. no entanto segue às mesmas orientações quanto à numeração progressiva. quando e onde os dados foram obtidos. nem subestimando outros que pareçam contraditórios. A explanação deve se apoiar em dados e provas e não em opiniões sem confirmação. faz-se necessário seguir as seguintes determinações: 6. 6.2. 6. não superestimando a importância do trabalho.2. tendo como objetivo facultar a leitura e prender a atenção do leitor.

Isto implica afirmar que este tipo de citação deve ser estruturado com o máximo de cuidado.2. Na formulação de títulos para itens não usar ora substantivos para uns. apesar de ser feita através da interpretação do leitor. não pode perder o sentido original.6 Conjugação verbal Recomenda-se a expressão impessoal. com a finalidade de esclarecer ou complementar as idéias do autor. ora frases ou verbos para outros.1. sem ter acesso ao documento original (citação de citação).3.1 Citação livre ou indireta Corresponde à transcrição feita através da interpretação. optando pelo verbo na terceira do singular. Um trabalho. transcrita através das palavras do autor trabalho. 6. sendo realizada a partir de palavras do aluno. uma vez que este tipo de citação. evitando-se o uso da primeira pessoa tanto no plural. de forma resumida. 6. seções e subseções.28 Deve-se manter uma seqüência lógica e ordenada na apresentação das idéias. interpretada ou traduzida. pois o pensamento do autor da obra consultada não poderá ser distorcido. tal transcrição deve manter-se fiel ao texto original. entretanto. resumo ou tradução do autor do trabalho. em geral se divide em capítulos. sempre de forma equilibrada e coesa.3 REGRAS DE CITAÇÃO Por citação. entende-se como trechos transcritos ou informações que são retiradas das fontes consultadas durante a realização do trabalho científico. 6. .3. no caso o aluno (citação indireta ou livre) ou de forma intermediária. quanto no singular. literal ou textual). podendo ser de forma literal (citação direta.1 Tipos de citação 6.

o sobrenome do autor permanece no corpo do texto.. opcionalmente. p. p.39). deve aparecer ao final da citação. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. sendo que neste caso deve-se incluir dentro do parêntese o sobrenome do autor todo em maiúsculo. somente a primeira letra em maiúsculo. 2000). OU Mas. o autor poderá aparecer tanto dentro. Por esta razão. bem como não existe uma quantidade de linhas mínimas ou máximas. o(s) número(s) da(s) página(s) que se retirou o trecho citado. ou seja. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. principalmente quando se trata do futuro. É válido destacar que durante a citação livre. muitas vezes. não se usam aspas e a indicação das páginas passa a ser opcional. . devendo-se colocar entre parênteses o ano de publicação da obra e. opcionalmente. ficando. EXEMPLOS a)Em Fonte Impressa Como é lembrado em Martins (2000.39). quanto fora do texto. b)Em Fonte Eletrônica Como é lembrado em CLIMA. Quando ocorrer o primeiro caso. observamos que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. verificamos a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos.29 Em virtude de não se apresentar literalmente conforme o texto original. Por esta razão. portanto. distorcendo. normalizado (CORREA FILHO. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto. seguido do ano de publicação da obra e.. verificamos a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. (2000. Caso o aluno não queira colocar o sobrenome do autor no corpo do texto. o que deveria ser unificado. o(s) número(s) da(s) página(s) que se retirou o trecho citado.

usam-se aspas simples. ou seja. muitas vezes. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto. ou seja.2 Citação textual. . obrigatoriamente. o futuro desenvolvimento da informação está cada dia mais dependente de um plano unificado de normalização. uma vez que as pessoas preferem interpretar a informação segundo seu contexto.30 OU Mas. Por esta razão. Quando. aparecer o(s) número(s) da(s) página(s) que se retirou o trecho citado. o autor sentir necessidade de acrescentar alguma informação extra. principalmente quando se trata do futuro. para indicá-la. distorcendo. muitas vezes. basta fazer uso de reticências entre colchetes.3.1. ou seja. 6. no meio da citação. o que deveria ser unificado. 2003). também fazer uso dos colchetes. à ortografia e à pontuação original do texto. Caso na citação ocorra a existência de aspas. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. c)Em Fonte Referente à Entrevista Como é lembrado em Pereira (2003). o que deveria ser unificado. uma vez que se apresenta exatamente como consta no original (inclusive com erros gráficos ou de outra natureza) e. observamos que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. principalmente quando se trata do futuro. OU Mas. normalizado (PEREIRA. literal ou direta Corresponde à transcrição feita de forma literal. 2000). respeitando as características formais em relação à redação. observamos que estabelecer um padrão entre a informação não é nada fácil. distorcendo. Quando for necessário suprimir parte do texto. Obrigatoriamente necessita receber destaque tipográfico. normalizado (CORREA FILHO.

ao final da citação. quanto fora do texto. p. NÃO SE USAM ASPAS. Caso o aluno sinta a necessidade de destacar alguma parte do texto. colocar a expressão “grifo nosso”. com a indicação da(s) página(s) que se retirou tal trecho.2. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. OU Como já fora mencionado. afirmamos que tal informação a cada dia será mais dependente da normalização”.3. “ao estudarmos sobre o futuro do desenvolvimento que a ‘informação’ terá daqui para frente. esta deve aparecer incorporada no próprio parágrafo do texto.1.1. 6. o aluno não pode corrigir erros gramaticais. deve-se usar a expressão sic (=conforme estava escrito) após a palavra errada. cuja regra segue o mesmo critério apresentado no exemplo do item 3. conforme fora destacado. deve aparecer em um parágrafo independente. podendo ser caracterizada da seguinte forma: 6. p. A posição do autor poderá se apresentar tanto dentro. afirmamos que tal informação a cada dia será mais dependente da normalização” (MARTINS. “ao estudarmos sobre o futuro do desenvolvimento que a ‘informação’ terá daqui para frente.1. verifica-se a relevância de estabelecer normas para o desenvolvimento qualitativo dos trabalhos científicos. Por esta razão.1 Citação Curta (Quando se transcreve até 3 linhas) Devido este tipo de citação corresponder a um número pequeno de linhas transcritas.35). O que não se pode deixar de destacar. 2000. Neste caso.31 Durante a citação textual. em ralação ao corpo do texto. entre parênteses. de grafia ou de outra natureza.1. Pelo fato de se encontrar de forma diferenciada. entre aspas duplas e destacada tipograficamente.2 Citação Longa (quando a transcrição ocorre a partir de 4 linhas) Devido este tipo de transcrição ser maior. ou seja: EXEMPLO Como lembra Martins (2000. .3. recuado a 4cm da margem esquerda. Por esta razão.1. entre parênteses.35). liga-se ao fato de que este tipo de citação deve respeitar o número de linhas citadas. com fonte 10 e espaço simples (1cm).

uma vez que faz com que o pesquisador consiga atingir os objetivos propostos. A prova disso liga-se à afirmação de Lakatos (1999. uma vez que faz com que o pesquisador consiga atingir os objetivos propostos. passa a ser um conjunto de procedimentos que faz com que o indivíduo. OU Quando observado o que seria o chamado método científico. uma vez que através do método científico irá caminhar de forma mais segura e com mais qualidade (LAKATOS. afirma-se que este corresponde ao caminho a seguir. consiga atingir os resultados esperados. enquanto pesquisador. passa a ser um conjunto de procedimentos que faz com que o indivíduo. enquanto pesquisador. segundo o que podemos verificar. mas também para o direcionamento dos trabalhos. (4 cm) (1 espaço duplo) . consiga atingir os resultados esperados. segundo o que podemos verificar.24). afirma-se que este corresponde ao caminho a seguir. 1999. (1 espaço duplo) Com base na autora. destaca-se a relevância do método científico não só para a pesquisa.32 EXEMPLOS Quando observado o que seria o chamado método científico.24) onde diz que (1 espaço duplo) (4 cm) o método científico. uma vez que através do método científico irá caminhar de forma mais segura e com mais qualidade. p. A prova disso liga-se à seguinte afirmação onde diz que (1 espaço duplo) o método científico. p.

não esquecer que as citações citadas em nota de rodapé DEVERÃO ser repetidas nas Referências. nota-se que o que fora apresentado acerca da formulação do problema como uma fase de pesquisa que. 6. OU Com base no que foi apresentado. data e página (quando houver) do documento original devem aparecer após o termo apud. uma vez que o aluno deve recorrer aos clássicos. sendo bem. os dois sistemas de citação.33 Com base na autora. simplifica e facilita a maneta de conduzir a investigação. ou seja.2 Notas de rodapé 1 MARINHO (1980 apud MARCONI. mas sente a necessidade de transcrever a citação citada por outro autor.38). Obs.3. . Esta pode ser feita de forma literal ou com as palavras do autor. 38). deve-se utilizar a expressão latina apud (=citado por). 1982) apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que. ou seja.1. Ao escolher pelo numérico.3 Citação de citação Quando o autor não consegue obter a fonte original. delimitado. “simplifica e facilita a maneta de conduzir a investigação. 1980 apud MARCONI. Neste caso. nota-se que o que fora apresentado acerca da formulação do problema como uma fase de pesquisa que. 1982. 6. p.: Vale ressaltar que o aluno NÃO poderá usar. o nome. mas também para o direcionamento dos trabalhos. deverá optar pelo sistema Autor-Data ou pelo sistema Numérico. EXEMPLOS Marinho (1980 apud MARCONI. destaca-se a relevância do método científico não só para a pesquisa. Mas se ocorrer à necessidade de fazer uso desta. “simplifica e facilita a maneta de conduzir a investigação. sendo bem. 1982. p. todos os meios destacados estão com a razão”1. ao mesmo tempo. todos os meios destacados estão com a razão” (MARINHO. delimitado. delimitado. OU Com base no que foi apresentado. É válido destacar que este tipo de citação deve ser evitado ao máximo. este tipo de citação corresponde aos casos em que o aluno irá citar um trecho sem ter lido o texto original.3. e sim uma outra obra que fez a referida citação. sendo bem.

cit. pode-se fazer uso das indicações bibliográficas. opere citado ou op. e de conteúdo. p. em diversas passagens. loco citado – loc cit. Quando a fonte for repetida inúmeras vezes. apud – citado por (SOMENTE ESTA PODE SER USADA NO CORPO DO TEXTO). confronte. Necessitam aparecer de forma seqüencial e com algarismos arábicos. pous citatum. 6.3. – confira. a partir da margem esquerda e devem ser numeradas seqüencialmente. ibidem ou Ibid – na mesma obra. usar o asterisco (*).34 No que diz respeito às notas de rodapé. esclarecimentos ou explanações que não possam ser apresentadas no corpo do texto. podendo ser de referência.4 Notas explicativas São usadas para a apresentação de comentários. sendo elas: idem ou Id – o mesmo autor. As notas de rodapé se separam do restante do texto por uma linha horizontal de 3 cm.3 Notas bibliográficas São as que indicam fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Para este tipo de chamada. sequentia ou st seq. passim – aqui e ali. em. evitando explicações longas dentro do texto”.5 Demais orientações .44) afirmam que estas correspondem às “notas indicadas ao pé das páginas. – no lugar citado. com indicação das fontes consultadas. cf. – na obra citada. É necessário destacar que devemos evitar usá-las desnecessariamente. 6. Curty e Cruz (2000. 6. – seguinte ou que se segue.3.3.

indica. aparecendo o classicismo como manifestação do passado colonial [. p. telefone. comunicações etc.4.: Bastos. 18. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão. negrito ou itálico. mencionando-se os dados disponíveis em nota de rodapé. . Neste caso. debates. Quando. a expressão tradução nossa. tradução nossa) Quando se trata de dados obtidos por informação verbal (palestras. v. 1979). O novo medicamento estará disponível ate o final deste semestre (informação verbal)¹ ________ ¹ Noticia fornecida por John A. 463. 1993. Em alguns casos. um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão. v. deve ser mencionado o fato. entre parênteses. O desejo de criar uma literatura independente. perversão.2. a expressão “grifo nosso” deve ser inserida ao final da citação.. entre parênteses.).] pode julgar-se pecador e identificar-se com o seu pecado” (RAHNER. a análise deve caber ao gestor que o percebe de modo holístico inclusive porque detém as informações necessárias para tomada de decisão institucional. 1992. entre parênteses deve seguir a citação. o próprio autor faz destaque a parte a ser citada. quanto o sistema numérico (enumeração seqüencial de notas) e o abreviações sinaléticas.. (SIMÕES. 1993.35 Na citação direta tanto pode ser adotado o sistema autor-data de identificação da fonte (ex. entre parênteses. após a chamada da citação. faz-se necessário destacar o que deve ser observado com maior ênfase na citação através do grifo. Smith no Congresso Internacional de Genebra. o termo grifo do autor.. em Londres.. A teleconferência permite ao individuo participar de um encontro nacional ou regional sem a necessidade de deixar seu local de origem. entretanto. (NICHOLS. indicando-se os dados disponíveis em nota de rodapé. 1999). deve-se apontar. p.12. de vez que. para melhor compreensão do texto.]. As interpretações ou resumos do autor no interior das citações deverão estar assinaladas através de parênteses retos “[ ]”. em outubro de 2002 Na citação de trabalhos em elaboração. p. Em se tratando de diagnosticar a partir dele [planejamento estratégico]. diversa. Ao fazê-lo pode estar envolto em culpa. grifo do autor). grifo nosso). a expressão informação verbal. ódio de si mesmo [. (CANDIDO. Quando a citação inclui texto traduzido pelo autor.

32) “[. a expressão sic. entre parêntese.. 14000 e 18000. de autora de Elvo Clemente. publicadas em um mesmo ano. 2002) (CAMPOS. é responsável. 1993. 2002) As citações de diversas obras de um mesmo autor. em ordem alfabética. Contudo. deve-se colocar os prenomes por extenso. Em citações textuais. quando da primeira inserção no texto e somente a sigla da segunda em diante. Nos casos de citação de uma obra com três ou mais autores. 2002) (CAMPOS. “O surgimento das sociedade (sic) influenciaram o modo de agir do homem” (CANDIDO. segundo o modelo abaixo. o acompanhamento e atualização das normas que compõem a família ISO 9000.. a ser editado pela EDIPUCRS. Carmem. devem ser diferenciadas pelo acréscimo de letra minúscula. deve-se incluir. M.. As abreviaturas e siglas deverão aparecer por extenso. editou efetiva. p. A ABNT. . junto a International Standart Organization (ISO). para que se possam tomar decisões estratégicas informadas. 2003 Na condição de haver coincidência nos sobrenomes dos autores citados. o sobrenome do primeiro autor deverá ser precedido do termo em latim et al. C. p. é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios.. as questões pertinentes a indexação de conteúdos na análise do conhecimento. 66). onde há um erro. no Brasil pela edição das normas dos sistemas da qualidade. são complexas e dificultadas pela assimilação do que está implícito na questão.] os aspectos semânticos e sintáticos deverão nortear a análise de conteúdo com vista a indexação do documento”. séculos XIX e XX (em fase e elaboração)¹ _______ ¹Poetas rio-grandenses. após a data e sem espacejamento. sendo do mesmo modo utilizado quando da apresentação nas Referencias. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). deve-se acrescentar as iniciais de seus prenomes abreviados. se mesmo assim a situação permanecer.36 Os poetas selecionados contribuíram para a consolidação da poesia no Rio Grande do Sul. (CAMPOS. 1991b. a autora afirma que (MORALES. seja de concordância. após o erro. seguidas da sigla entre parênteses. 2002) (CAMPOS. De acordo com Suely Morales (1991a). de grafia ou outro de qualquer natureza. como no modelo abaixo. Conceição. Discutindo este aspecto. Segundo Costa et al (1997).

Quando destacadas do parágrafo. sendo ambos alinhados à lateral esquerda. plantas. Vide modelo na Figura 3. Especial atenção deve ser dada ao título que deve ser breve e claro. índices e outro.37 As equações e fórmulas devem aparecer destacas do texto. Na seqüência normal do texto. esquemas. seguido do número de ordem. entre outras. serão numeradas. deve-se procurar clareza e objetividade e localiza-la abaixo da figura ou à direita. dependendo do tipo e da disposição da figura. a fonte da qual foi extraída a figura deve ser citada precedida da palavra FONTE. localizado na parte inferior. subtração. dispensando consultas ao texto. devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição. lâminas. se necessário. escrito preferencialmente em letras maiúsculas e minúsculas precedido por um hífen. Sempre que possível. sem ponto final. x² + y² = z² (1) (x² + y²)/5 = n (2) São consideradas figuras desenhos. Quando fragmentadas em mais de uma linha. deverão ser centralizadas e. é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos como expoentes. mapas. com letra e espacejamento menor. de modo a facilitar sua leitura. da fonte. quando for o caso. que devem ser identificadas pelo termo Figura. por falta de espaço. multiplicação e divisão. fotografias. . estampas. diagramas. No caso da necessidade de apresentação de legenda. fluxogramas.

O gráfico possibilita a transmissão de dados e informações de modo mais atraente. fluxograma. porém deve estar diretamente relacionado com o conteúdo do texto. em letras Maiúsculas/minúsculas. bem como a fonte que forneceu a informação. seqüência ou hierarquia por meio de. ainda. com letra e espacejamento menor. Na parte inferior deve constar a palavra Gráfico. integrantes da categoria de figuras. 2003. apresentar a fonte da qual foram extraídos os dados deve ser citada no rodapé do gráfico. em algarismo arábicos. deve sempre que possível. sem ponto final. que indicam fluxo. A apresentação dos gráficos segue as mesmas especificações das tabelas. O título. conforme a ordem em que aparece no texto.38 O b j e t i v o = T r a n s p o r t e M o t o r D i f e r e n c i a l R o d a s Figura 3 – Modelo de sistema FONTE: Pereira. cronograma e organograma. Os gráficos devem ser elaborados de forma reduzida com devido cuidado para não se prejudicar a legibilidade. respectivamente. a caracterização dos gráficos de organização. pois do contrário não contribuirá para a análise. destacando-se a necessidade de serem indicados o número e o título do gráfico. precedida da palavra FONTE. Cabe ressaltar. sucedida do número que o identifica. alinhado à lateral esquerda deste. . precedido por um hífen.

0 39. .4 23. A apresentação das tabelas deve seguir os seguintes critérios: • • conter todas as informações necessárias a uma completa compreensão do conteúdo dispensando consultas ao texto.4 1971 3. As tabelas são as apresentações do tipo tabular inseridas no trabalho para ilustrar o conteúdo em desenvolvimento ou descrever dados e informações relevantes para o estudo. empregando dados estatísticos e sem fechamento nas laterais.4 0. Origem 1971 Carvões Petróleo Gás Biomassa/Outros 31. preferencialmente em uma única página.1 34.0 47.39 21% 47% Leste Oeste Norte 32% Gráfico 1 – Demonstração da quantidade de alunos por zona na cidade de Manaus FONTE: SEDUC.1 Mundo 1992 29. com as laterais fechadas.8 0. 2002. Os quadros caracterizam-se por conterem dados sem tratamento estatístico.8 18.6 2.8 Brasil 1992 5.2 22. são as apresentações do tipo tabular.3 30. ser o mais simples e objetiva possível. 2003. inseridas no trabalho para ilustrar o conteúdo em desenvolvimento ou descrever dados e informações relevantes para o estudo e não empregam dados estatísticos.3 45.9 Quadro 1 – Evolução recente do consumo de energia primária (%) FONTE: ELETRONORTE. cuja forma de apresentação é igual.0 0.

vale destacar que o aluno deverá.40 • • devem ser alinhadas preferencialmente às margens laterais do texto. preocupar-se com as questões acerca das regras de referêncisa. 6. Quando os dados se originarem de diversas fontes. 2001 Finalidade esta parte. retirados de um documento. formulários preenchidos ou entrevistas realizadas. A referência é constituída de elementos . entende-se como o conjunto padronizado de elementos descritivos. também. Cursos COMÉRCIO EXTERIOR Administração Habilitação em Administração Habilitação Finanças Administração Habilitação Serviços Total Nº ALUNOS 180 150 130 60 470 Tabela 1 – Ingresso de Alunos nos Cursos de Administração no UNICEF FONTE: Convest.4 REGRAS DE REFERÊNCIAS Por referência. devem ser centralizadas. quando as fontes consistem de documentos em que o próprio autor está apresentando os dados a partir de pesquisa de campo (com o uso de questionários. na parte inferior. responsável pelos dados levantados e apresentados. com a finalidade de possibilitar sua futura recuperação. apresentarse-á a seguir as regras de referências. a fonte da tabela indica a origem ou a instituição responsável pelo fornecimento ou elaboração dos dados e informações contidos. Assim. A palavra ‘fonte’ deve ser colocada após a identificação da tabela. conforme o caso. utiliza-se como fonte o autor. alinhando-se à margem esquerda da primeira coluna. que permite sua identificação individual. Quando pequenas. • • caso da fonte se tratar de pessoa física. uma vez que se faz necessário apresentar todas as fontes citadas no corpo do texto. os nomes ou siglas são apresentados separados por vírgula. podem ser utilizadas como fonte às expressões pesquisa de campo. entrevistas).

faz-se necessário identificar "[. et al.. em espaço simples. Quando aparecer em nota de rodapé. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. ed.4. atual. alinhadas APENAS AS MARGENS ESQUERDAS. se não aparecem. 1994. p. Richard.] o sobrenome. O primeiro. 640 p. 1996. Autor Desconhecido (= iniciar pelo título) . de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas. o aluno deverá colocá-los entre colchetes. deverá se estruturar de forma alinhada. 6. Edgar. Edson Vianna. a)Autoria Para referenciar uma fonte. 1997. 288 p. em caixa alta. não prejudicam o processo de busca. bem como separadas por espaços duplos. separados entre si por ponto e vírgula seguidos de espaço" (NBR 6023. Florianópolis: Insular. AITKEN. por elementos complementares. 14) Um Autor SCHÜTZ. Rio de Janeiro: Campos. seguido do prenome.41 essenciais e. São Paulo: Frase Editora. Tradução: Geraldo Costa Filho. Mais de três Autores BRITO. Até Três Autores NORTON. 6. Peter. abaixo da primeira palavra. O que não se pode deixa de destacar é que as informações para a elaboração da referência têm que ser retiradas tanto de um. a partir da segunda linha da mesma referência. A seguir. 200. quando necessário. corresponde às informações vistas como indispensáveis para a recuperação da obra e pelo segundo. também. pode ser composta. abreviado ou não desde que haja padronização neste procedimento. ou seja. 104 p. Reengenharia mental: reeducação de hábitos e programação de metas. o texto não deve ser justificado. a partir da autoria. Quando os elementos forem retirados de outra fonte. Peter Norton: a bíblia do programador. entretanto. na qual as obras deverão aparecer em ordem alfabética ou em ordem numérica. WILTON.. quanto de outro. apresentar-se-á modelos de referências. compreende-se como o conjunto de informações que ajudam na recuperação da obra. Peter.1 Regras gerais de apresentação A referência deve apresentar-se de forma padronizada.

Tradução de Victor M. 82 p. este deve ser considerado para entrada. etc.). Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. 293 p. Quando houver mais de um organizador ou compilador. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Tradutor. Gerência da vida: reflexões filosóficas. Autor Entidade Coletiva (Associações. 1978. usar a área geográfica. prefaciador. 1916. vinculada a um órgão maior. editores. Lenilson Naveira e. 1971. Ministério do Trabalho. seguido das abreviaturas correspondentes entre parênteses. Organizadores. 1942. Quando a responsabilidade intelectual de uma obra for atribuída a um organizador.1 a 4. 3. Ferreras Tascón. 1990. ed. Brasília: SEFOR. Nicolás Copérnico: 1473-1973. 3. a entrada da obra é feita pelo sobrenome.5) BOSI. São Paulo. Pseudônimo Quando o autor da obra adotar pseudônimo na obra a ser referenciada. Alfredo (Org. Rio de Janeiro: Schmidt. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM. deve-se adotar as mesmas regras para autoria (ítens: 4. Instituto Astronômico e Geográfico.42 PROCURA-SE um amigo. . 24 p. SZPERKOWICZ.. Instituições). local. editor. de León Aragón. In: SILVA. Varsóvia: Editorial Científica Polaca. Lisboa: [s. Quando a entidade. Jerzy. compiladores. p. 1979. Classificação Nacional e patentes. 9. Rio de Janeiro. Centro de Estudos em Enfermagem. Empresas. BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). ATHAYDE. coordenador etc.n. 1988. v. Anuário astronômico. O conto brasileiro contemporâneo. Tristão de [Alceu Amoroso Lima]. ilustrador. Quando o verdadeiro nome for conhecido. ed. 3. 124 p. Debates pedagógicos. 279 p. Nomes homônimos. 247. Órgãos governamentais BRASIL. BIBLIOTECA NACIONAL (Lisboa). adaptadores etc. Carlos H. São Paulo.]. INSTITUTO NACIONAL DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL (Brasil). 1972. São Paulo: Cultrix. Bibliografia do folclore brasileiro. ed. Rio de Janeiro: Record. Bibliografia Vicentina. a entrada é feita diretamente pelo seu nome. 1995. Informações pesquisas e pesquisadores em Enfermagem. 1931. deve-se indicá-lo entre colchetes após o pseudônimo. Rio de Janeiro: Divisão de Publicações. tem uma denominação específica que a identifica. 212-213.

número da Norma. Bíblia sagrada. Classificação internacional de patentes. Português. 1986. 527. 5. 1980. Patentes NOME e endereço do depositante. data da publicação do pedido de privilégio. 2 abr. ed. 1987 Biografias SZPERKOWICZ. Enciclopédias THE NEW Encyclopaedia Britannica: micropaedia. Petrópolis: Vozes. Local. Dicionário contemporâneo da Língua Portuguesa. 1987. ed. Dicionários AULETE. Jerzy. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Int CI3B22 D29/00. Ferreras Tascón. do inventor e do titular. Título: subtítulo.PI 8002090. Edição Ecumênica. Varsóvia: Editorial Científica Polaca. Dispositivo numa usina de fundição de lingotes para o avanço do lingote fundido. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica. Título da obra. Língua. Chicago: Encyclopaedia Britannica. Local de Publicação: Editor. 175 p.Den. 1984. Atlas celeste. Indicação da publicação onde foi publicada a patente. Notas. 82 p. Volume ou página (s). BÍBLIA. Local: Editora. Número da edição. Sigla do país e n. p. do depósito. 30 v. . Nicolás Copérnico: 1473-1973. 1980. Data do depósito. Rio de Janeiro: Delta. A fábrica automática e a organização do trabalho. 1980. Ronaldo Rogério de Freitas. Total de páginas. Revista da Propriedade Industrial. Notas. (Série). 5 v. Livros DINA. Carlos H. Petrópolis: Vozes. 3 p. Título da invenção na língua original. Bibliografia Brasileira de Ciência da Informação: 1984/1986. 1987. 1980. 2. ano. n. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 132 p. Brasília: IBICT. ed. 25 nov. ano de publicação. Bertrand Reymont. 3. 1972. de León Aragón. Atlas MOURÃO. Caldas. Rio de Janeiro. Antonio. Bibliografias INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃOEM CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Rio de Janeiro. Normas Técnicas ORGÃO NORMALIZADOR. Tradução de Victor M. Notas (se houver). Bíblias BÍBLIA. Número de páginas ou volume. ALFRED WERTLI AG. Título da obra: subtítulo. Resumos: NB-88. Data de publicação.43 Monografias consideradas no todo AUTOR DA OBRA. Tradução ou versão.17.

822 p. 1986. Quando se tratar de mais de um evento. Conferências. 38 p. São Paulo: EPUSP. Congressos. 1995. ano. 227 p. d) Workshop WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. RODRIGUES.. deve-se seguir as mesmas regras aplicadas a autores pessoais. Departamento de Pesquisa ientífica e Tecnológica. Ano de apresentação. Subsídios para a avaliação do custo de mão-de-obra na construção civil. Rio de Janeiro. TT/PCC/01). 18... 1991. 1967. 65. 180f. 1972. Marcos Vasconcelos. (Série Texto Técnico. 1995. 1996. Anais… São Paulo: ICRS. Mimeografado. Título: subtítulo. número. b) Reuniões ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW. MELHADO. Relatório. Relatório. Livro de Resumos do XVIII Jornada de Iniciação Científica e VIII Jornada de Iniciação Artística e Cultural. Relatórios técnico-científicos SOUZA. Referências Legislativas .Faculdade de Ciências Econômicas. Qualidade de vida no trabalho.Washington: ASIL. Categoria (Grau e área de concentração) . Washington. c) Conferências CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. Jornadas e outros Eventos Científicos NOME DO CONGRESSO. Ubiraci Espinelli Lemes de. data de publicação. JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA E CULTURAL.. Universidade Federal de Minas Gerais. a) Jornadas JORNADA INTERNA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. realizados simultâneamente. USP.. 1996. Título… Local de publicação: Editora. 924 p. 39 p.l. Relatórios oficiais COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR. Rio de Janeiro. Proceedings. Belém. Dissertação (Mestrado em Administração) . 1989. Cidade onde se realizou o Congresso. Anais… [S.44 Dissertações e Teses AUTOR. local. Número de folhas ou volumes. 11. Rio de Janeiro: UFRJ. Workshops. 8. Número de páginas ou volume. Belo Horizonte. Simpósios. Silvio Burratino.]: OAB. São Paulo.Instituição. 1967. [1986?]. 1.

Portarias. Dados da publicação que publicou o parecer.1. de 3 de maio de 1996.. Relator: Ernani Garcia dos Santos. Ementa. número e data (dia. 89. trim. ESTADO ou MUNICÍPIO. 1260. 2./abr./mar. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. maio/jun. 742-743. de 4 de janeiro de 1984.Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. n. Legislação Federal e Marginália. Organização do texto: Juarez de Oliveira. b) Leis e Decretos PAÍS. p. Lei ou Decreto. 1. c) Pareceres AUTOR (Pessoa física ou Instituição responsável pelo documento). Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Resoluções e Deliberações AUTOR. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 1996.. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei n. Legislação Federal e Marginália. jan. São Paulo. BRASIL. Ementa. jan. mês e ano). mês e ano). 48. São Paulo. Secretaria da Receita Federal. v. Secretaria da Receita Federal. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. p. Do parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias.45 a) Constituições PAÍS. BRASIL. Dados da publicação que publicou a lei ou decreto. de 21 de março de 1996. ESTADO ou MUNICÍPIO.. Local: Editor. Parecer normativo. 60. trim. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. mar. a) Portarias BRASIL. número. número e data (dia..1996. 12.148. 1990. Ano de publicação. 1984. São Paulo: Saraiva. Tipo de documento. 1. (Série Legislação Brasileira).. 4. de 29 de dezembro de 1982. v. BRASIL. mês e ano) do parecer. Trim. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos .994. 3-4.271. Título. 1. 168 p. Portaria n. São Paulo. Torna obrigatório a inclusâo de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. BRASIL. Dados da Publicação que publicou. b) Resoluções CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. São Paulo. .ECT do sistema de arrecadação. Trim. Legislação Federal e marginália. Ementa (quando houver). Aprova as instruções para escolha dos delegados-eleitores. tipo. Notas. Constituição (1988). 9273. Lei n. (entidade coletiva responsável pelo documento). ed. Constituição (data de promulgação)./mar. data (dia. p. Resoluçã n. efetivo e suplente à Assembléia para eleição de membros do seu Conselho Federal. 1984. Decreto n. 521-522. de 23 de março de 1984. Legislação Federal e Marginália. 6. 3. p. Número de páginas ou volumes.

Economia. 90. Coisa julgada. 47-49. In: OUTHWAITE. a) Bíblia em parte Título da parte. Voto vencedor e vencido. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. n.. de 1984. Budismo. ademais. Álvaro Cabral. Data. p. p. 1990. Notas (se houver). Ação Rescisória que ataca apenas um dos fundamentos do julgado rescindendo. pois não é de sua índole conferir a propriedade a alguém. In: POLIS Enciclopédia Verbo da Sociedade e do Estado: Antropologia. 185. Nome da Corte ou Tribunal. Partes litigantes. Fernando. jan. Tipo e número do recurso (apelação. Verbetes de Enciclopédias MIRANDA. 20 nov. Partes de Monografias AUTOR da parte. Ano de publicação. Tom. Partes isoladas MORAIS. 91. In: Título. Tradução de Eduardo Francisco Alves. William. mandado de segurança. 5. p. de imprecisão na identificação e localização do imóvel objeto da demanda. Regulamento. Curso de médicos do trabalho. 5. Legislação Federal e Marginália. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. 1989. permanecendo subsistentes ou outros aspectos não impugnados pelo autor. 175. Trim. Local: Editora. Título da parte. Fadiga. 266-278.2. jan. etc. São Paulo. embargo. 75-RJ. v. quando houver. Direito. Decisões.425-426. Charles. 807-813. Ementa (quando houver). Deliberações e Sentenças das Cortes ou Tribunais AUTOR (entidade coletiva responsável pelo documento). e/ou isoladas. 1979. São Paulo. Jorge. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ. Ação rescisória julgada improcedente.7-14. Olga. . Termo In: Autor da obra. Ciência Política. São Paulo: Alfa-Omega. 1. Ação de consignação em pagamento não decidiu sobre domínio e não poderia fazê-lo. D. Total de páginas. In: FUNDACENTRO. Verbetes de Dicionários HALLISEY. Nome do relator precedido da palavra "Relator". data de publicação. BUTTOMORE. precedida da palavra (acórdão ou decisão ou sentença) Dados da publicação que o publicou. P. Acórdão em ação rescisória n. v. páginas inicial-final da parte. 1974. Ocorrência. Páginas inicial e final da parte. 96. Língua. BRASIL.46 de 2 de março de 1984. v.3. Superior Tribunal de Justiça. Número da edição./mar. 1987. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. Capítulos de livros NOGUEIRA. Dicionáriodo pensamento social do século XX. p. p. habeas-corpus. São Paulo: Verbo. Local de Publicação: Editor. Inexistência. Título da obra. Tradução ou versão. Número ou volume.). c) Acórdãos. 1996. p. Rio de Janeiro: Zahar. São Paulo. Alegação de violação da lei e de coisa julgada repelida.

11. Páginas inicial e final do trabalho. p.]: OAB. 1967. Interpolação de imagens médicas. In: CONFERÊNCIA NACIONAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL. 455468. Simpósios. p. 13. 389-412. Publicações periódicas Consideradas no todo a) Coleções TITULO DO PERIÓDICO. d) Workshop PRADO. a) Encontros RODRIGUES. Anais… Belo Horizonte: ANPAD. Periodicidade. 1989. Workshops. ano. 924 p. USP. Local de publicação (cidade): Editora.2. The Algerian of independence. Formas alternativas de estruturação do Poder Judiciário. Alceu Loureiro. 61.. 1. 654 p. b) Reuniões Anuais FRALEIGH. São Paulo. 1989-1997. c) Conferências ORTIZ. Edição Ecumênica. Bíblia. 1980. Título do trabalho. ano do primeiro e último volume.l. 1986.47 Jó. In: NOME DO CONGRESSO. data de publicação. 6-12. Belém. ISSN: 0103-3786 . Português. Encontros e outros Eventos Científicos AUTOR. Afonso Henrique Miranda de Almeida. ISSN (Quando houver). Conferências. [1986?]. Campinas: PUCCAMP. Proceedings… Washington: Society of International Law. Título (Anais ou Proceedings ouResumos…). p. 1989. Cidade onde se realizou o Congresso. 500 p. Total de páginas ou volumes. In: ENCONTRO ANUAL DA ANPAD. In: WORKSHOP DE DISSERTAÇÕES EM ANDAMENTO. Local de publicação: Editora. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Trabalhos apresentados em Congressos. 1995. Rio de Janeiro: Encyclopedia Britânnica. número. A. p.. TRANSINFORMAÇÃO. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY OF INTERNATIONAL LAW. 348 p. 207-208. 1995. 1967. Uma investigação na qualidade de vida no trabalho. Quadrimestral. In: Bíblia sagrada. Arnold. Washington. Anais… [S. Anais…São Paulo: IMCS. T. Marcos Valente. Jornadas. Belo Horizonte.

mês e ano. Imprenta (local. out. EXAME. 37-45. OLIVEIRA. I. 1997. caderno ou parte. W. Título da Revista. 1981. 9. Partes de publicações periódicas a) Artigo de Revista AUTOR DO ARTIGO. VEJA. seu dinheiro. Os meses devem ser abreviados de acordo com o idioma da publicação. Suplemento. P. Local de publicação (cidade): Editora. Titulo do fascículo. número. 1. Número do Fascículo. n./dez. dia. n. v. ESPOSITO. O Estado de Minas. Repercussões da fadiga psíquica no trabalho e na empresa. 8. Título do artigo. p. (abreviado ou não) Local de Publicação. 7. mês e ano. conforme modelo anexo. 32. b) Artigo de jornal AUTOR DO ARTIGO.48 b) Fascículos TÍTULO DO PERIÓDICO. a paginação do artigo precede a data. editora e data) . Título do artigo. Melhores e maiores: as 500 maiores empresas do Brasil. São Paulo. número. et al. jul. Notas GAZETA MERCANTIL. 2. c) Fascículos com título próprio TÍTULO DO PERIÓDICO. Número do Volume. 31. 1979. v. São Paulo: Editora Abril. mês e ano. 17 mar. volume. seção ou suplemento e. São Paulo. Páginas inicial-final. Folha de São Paulo. 1997. São Paulo. Suplemento. 21. mês e ano. SUA safra. Local de Publicação. 17 ago. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional. Número ou Título do Caderno. Título do Jornal. páginas inicial e final do artigo. São Paulo: Editora Abril. Local de publicação (cidade): Editora. jan. n. p. 1995. de. Judô: Educação física e moral. Balanço anual 1997. p. volume. cad. 1998. Belo Horizonte. Quando não houver seção. Caderno de esporte.

Ex: São Paulo: Nobel Rio de Janeiro: Makron. indicar entre colchetes. deve ser indicado tal como aparece na obra referenciada. RN Nota: Quando o Local e a Editora não aparecem na publicação mas é conhecido.l. sempre deve ser indicada uma data.          [1981 ou 1982] um ano ou outro [1995?] data provável [1995] data certa não indicada na obra [entre 1990 e 1998] use intervalos menores de 20 anos [ca.49 Local Nome do local (cidade).1978] data aproximada [199-] década certa [199?] década provável [19--] para século certo [19--?] para século provável Séries e coleções Ao final da referência indicam-se os títulos das Séries e Coleções e sua numeração tal qual figuram no documento. da impressão. MG Viçosa. do copyright ou outra. entre parênteses. seja da publicação. Quando houver homônimos. Viçosa. indica-se a que aparecer com maior destaque na folha de rosto. as demais podem ser também registradas com os respectivos lugares.] Editora Quando o editor é o mesmo autor. [S. n. registrar a data aproximada entre colchetes. São Paulo: Nobel Data A data de publicação deve ser indicada em algarismos arábicos. Por se tratar de elemento essencial para a referência. : s. acrescenta-se o nome do estado ou país. não mencioná-lo como editor. Quando a data não consta na obra. Quando houver mais de uma editora. .

1995. p. Ulrich. 701 p. Reimpressão. P. Natal: Imprensa Universitária. 1997. de 1977. 681-684. Notas São informações complementares acrescentadas no final da referência. Abstracts BIER. 5-30 de set. 1986. n. 30. Notas múltiplas DUARTE. 127. 89. Abstracts. M. São Paulo: Siciliano. Chemical abstracts. Reimpressões PUTNAN. Ethan. 399 p. 1993. Cambridge: Cambridge University. p. Edição fac-similar. Cometa: divindade momentânea ou bola de gelo sujo? Ciência Hoje. Resenhas MATSUDA. Hilary. 26 f. Raymundo. Marsílio. W. Cometas: do mito à ciência. Notas de Aula. São Paulo. 1987. 5. Ensaio. São Paulo: Ícone. P. 1986. Título original: The dyer’s hand. v. H. Mind. Ensaios de antropologia brasileira. Linguagem Forth. Salvador. João Bosco da Mota. Petrópolis: Vozes. Uberlândia. 5. Trabalhos não publicados ALVES. PEREIRA. 100 p. Cambridge. Notas de aula KNAPP. Evocações. 6. A mão do artista. v. Fac-símiles SOUZA. Mimeografado. 1973. Florianópolis: Fundação Catarinense de Cultura. 172 p. n. n. Separação de isótopos de urânio conforme o processo Nozzle: curso introdutório. João da Cruz. v. language and reality: philosophical papers. 409. O defensor da paz. Gregório Francisco Bertolloni. 2. Tradução de José Roberto O’Shea. Mimeografado. . Cell. Resenha de: SANTOS. 20.50 PÁDUA. 1969. Veríssimo de. Trabalho não publicado Tradução do original AUDEN. abril. 1997. Notas prévias. ago. Rodrigues de Souza. Tradução e notas de José Antônio Camargo. Anti-neural inhibition: a conserved mechanism for neural induction. Ohio: CAS. T. Notas preliminares do movimento messiânico de Pau de Colher: comunicação apresentada ao IV Colóquio Internacional de estudos Luso-Brasileiro. 404 p. (Clássicos do pensamento político). sem destaque tipográfico. C. Antônio Eduardo Costa. introdução de José Antônio Camargo Rodrigues de Souza. 1997. v. Ensaios MÉLO.

Lisboa: Islâmica Alqalam. data. A entrada é feita pelo nome da instituição que figura em primeiro lugar no documento. Título. Direção artística (se houver). Título e data. Ata da reunião realizada no dia 4 de julho de 1997. executor. Versão inglesa. 383 p. número de rotações por minuto. Biblioteca Central. Tradução por: Editora Islâmico Alqalam.51 Tradução feita com base em outra tradução MUTAHHARI. CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO . o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia . 1. inicial-final..UFSC. ano. Local: Laboratório. páginas. Título. 1 cartão postal: color. Bulas ( remédios) TÍTULO da medicação. Discos AUTOR (compositor. local. Original em Persa. Bula de remédio. BRASIL turístico: anoitecer sobre o Congresso Nacional . Florianópolis. Número de unidades físicas: indicação de cor.CNPQ. [198-]. [ 199?].Brasília. NOVALGINA: dipirona sódica. Murtadã.IBICT e a Universidade Federa de Santa Catarina . Cartões Postais TÍTULO. O local é designativo da cidade onde está sendo executado o convênio. Convênios NOME DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO. LOCAL. número. número de canais sonoros. 1996. . São Paulo: Mercador. ano de fabricação. Termo de compromisso que entre si celebram o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico . Os direitos das mulheres no Islã. Local: Gravadora. intérprete). 1988. Outros tipos de documento a)Atas de reuniões NOME DA ORGANIZAÇÃO. São Paulo: Hoechst. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. por intermédio de sua unidade de pesquisa. p. Livro 50. Livro. Bula de remédio. Local: Editora. Responsável técnico (se houver).CNPQ. sulco ou digital. Número do disco.

prayers & promises. entrar por este. estéreo. The Grea test Classical Hits . 1 disco (38 min. São Paulo. Parte integrante da revista Caras. 1990. logo após a data. A. microssulco. Em caso de coletânea.Compact discs) A referência de discos compactos (compact discs) difere da do disco comum apenas pela indicação de compacto e pela forma de gravação. Beethoven: com Pastoral Emporor Moonlight sonata. Fitas Gravadas AUTOR (compositor. 1 disco (15 min. Local: Gravadora. 1528. estéreo.): digital. São Paulo: Elektra. L. São Paulo: Polygran. São Paulo: movie Play: 1993.): 33 1/3rpm. 670. n. Título. O passado no presente. COBOS.): digital. 1 disco compacto (47 min. faz-se descrição física de acordo com o suporte adotado. Poems. . Referência da publicação. quando existir. estéreo. p 9-11. (90 min. microssulco. Veja. Caso seja referenciado apenas 1 lado do disco. entrar pelo título. Título. 4 set. proceder como em documentos considerados em parte. São Paulo: RCA Records.4170-A. Van Beethoven. microssulcos. Entrevistas A entrada para entrevista é dada pelo nome do entrevistado. 1 disco (45 min. TRACY CHAPMAN. Manaus: Videolar Amazônica: [199?]. PANTANAL. JÓIAS da música. 1 cassete son. Entrevista concedida a João Gabriel de Lima. Evaldo Cabral de. Para referenciar entrevistas gravadas.): estéreo. John. Suíte 1700: con The Royal Philharmoníc Orchestra. Luís. 1988. Nota de entrevista MELLO. 1974.): 33 1/3 rpm. 1990. estéreo. estéreo. LUDWIG. Número e tipo de fitas (duração): tipo de gravação Título de série. v. GCH 2404. 188163/1-467603.52 DENVER. Os Clássicos dos clássicos.4049. a indicação deve ser feita pela abreviatura L. Para entrevistas publicadas em periódicos.): 33 1/3 rpm. Quando o entrevistador tem maior destaque. 104. . ano. 1998. 1. DL: M-23206-94. Intérprete). NOME DO ENTREVISTADO. 1 disco compact (60 + min. Rio de Janeiro: Sony Music. Discos Compactos (CD .

roteirista e outros). Título. NTSC. Produção de Jerry J.. 1 videocassete (40min. por exemplo. o diâmetro do globo em centímetros. Foto & Vídeo. PEDESTRIANT reconstruction.): VHS. 1997. Mapas e Globos AUTOR. Mapa geral do Estado de Santa Catarina. A fotografia de obras de arte tem entrada pelo nome do autor do original. um álbum. Sem narrativa. 1 Videocassete (130 min. [Florianópolis]. Número de unidades físicas: indicação de cor. color. Ao indicar as dimensões do mapa. 17. 1994. altura x largura.. ano. Departamento Estadual de Geografia e Cartografia. KELLO. Didático. Número de unidades físicas: indicação de cor. data. Eubanks. 1986. son. Notas especiais.53 Filmes e Vídeos TÍTULO.. produtor.): VHS. Local: Produtora e distribuidora. seguido do título e da indicação do nome do fotógrafo. Local: Editora. Tucson: Lawuers & Judges Publishing. transcreve-se primeiro a altura. legendas ou de gravação. Port. 1 mapa: 78 x 57 cm. substituindo o número de unidades físicas pela designação globo e indicando. Legendado. 1 álbum (28 fot. . Ntsc. sonoro ou mudo. precedido da abreviatura fot. Produção de Jean-Jaques Annaud. na dimensão. Descrição física com detalhes de número de unidades. 1958. color. Referenciar globos como mapas. Coordenação (se houver). NOME da rosa. dimensões. Fotografias AUTOR (Fotógrafo ou nome do estúdio) Título. duração em minutos. Série. Tratando-se de um conjunto de fotografias com suporte físico próprio como. Ano. Escala: 1:800:000. Escala.): color.5 x 13 cm. São Paulo: Tw Vídeo distribuidora. SANTA CATARINA. Escola Técnica Federal de Santa Catarina. son. realizador. Esta informação deve preceder o número de fotos. Autor e indicação de responsabilidade relevantes (diretor. se houver.

Data de acesso. Curitiba. Sendo em negativo. SPINELLI./dez.doc.54 Microfichas Referenciar como a publicação original. Endereço BBS: . Local: Produtor. Slides (diapositivos) AUTOR. Hélio Mendes de. Características físicas. Extensão do arquivo. Estudo da motricidade articulatória e da memória auditiva em distúrbios específicos de desenvolvimento da fala.. [197?]. Tese (Doutorado em voz) . Disquete 3 1/2. Título. 30 slides. precedida de dois pontos. tipo de suporte. Viver ou morrer. Acesso em: 22 maio 1998. 13 de maio de 1995. [197?]. color. 27. 95 min. Endereço BBS: hpcvbbs. 1941. n. mencionando-se ao final. data. ano. Local. Notas. Washington: Pan American Development Foundation. 1973. 10 slides. Rio de Janeiro: Sonoro-Vídeo. São Paulo. color.cv. seguida da indicação de unidades físicas e da largura em milímetros. A MODERNA arquitetura de Brasília. 3 microfichas. Microfilmes Referenciar como a publicação original. Título do arquivo.hp. 1 bobina de microfilme. KRAEMER. Ligia Leindorf Bartz. audiocassete. dimensões em cm. Mauro.com. BBS TÍTULO do arquivo. AMORIM. Florianópolis.0. quando houver. ESTADO. HEWLETT . 8283-8431.Packard. login: new. Acompanha texto. após o número de unidades físicas. login: . o número de microfichas e redução.Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. 1 arquivo (605 bytes). v. . jul. Word for windows 6. 35 m. Apostila. usar a abreviatura neg. Documentos eletrônicos Arquivo em Disquetes AUTOR do arquivo. Número de slides: indicação de cor.

Tipo de suporte. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. do cabeçalho da mensagem recebida. Hudson. separados por ponto e vírgula. 1996. Quando o e-mail for cópia. Mensagem disponível em: <endereço da lista> data de acesso. PEIXOTO. Endereço ftp: . Disponível em: <Evangelicosl@summer.> em: 22 maio 1998. Título (Assunto). Nome da lista (se houver).org> em 12 maio 1998. Mensagem recebida AUTOR da mensagem. Bases de dados em Ciência e Tecnologia.<ftp://ftp. Acesso em: 22 maio 1998. Base de Dados em Cd-Rom: no todo AUTOR. Deus não se agradou dele e de sua oferta.IBICT.1. In: IBICT. Mensagem recebida por < e-mail do destinatário> data de recebimento. dia mês e ano. Base de dados em Ciência e Tecnologia. MARINO. In: AUTOR DO TODO. 1996. Base de Dados em Cd-Rom: partes de documentos AUTOR DA PARTE.edu. sempre que possível. 1. Título da parte. 1. 1996.162. local: Editora. Tipo de suporte. Função citação como fator de recuperação de uma rede de assunto. As informações devem ser retiradas.net/bard/muse. FTP AUTOR (se conhecido). Acesso em: 19 maio 1998.br. CD-ROM. unc. Biblioteca Universitária. Local: Editora. login: anonymous.55 UNIVERSIDADE da Carolina do Norte.90>. caminho: Pub. Garry. n. BRAGA. <ftp:150. Maria de Fátima Vieira. Endereço BBS: launch pad. Título do todo.>1 Oct. Shakespeare and his muse. data. caminho:. Login: lauch. [mensagem pessoal]. Notas.guten. Título. data de acesso. password: guest. E-mail AUTOR DA MENSAGEM.com. Anne Marie. . data. Brasília: IBICT. n. poderão ser acrescentados os demais destinatários após o primeiro. Notas. login: . Assunto da mensagem.txt. TOEFL brienfieng number [mensagem pessoal]. Título. Brasília: IBICT. Mensagem recebida por <educatorinfo@gets. CD-ROM. GATES. Current directory is/pub. INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA .

Título do jornal. mês. A internet e o valor da "internetização". Informações complementares (Coordenação. Disponível em: <Endereço. Acesso em: 19 maio 1998. Disponível em: <Endereço>.com. seção.. Acesso em: data. TAVES. Acesso em: 19 maio 1998. Título. 19 maio 1998. mês ano. 1997.br/novaua/index. ..reposta.oglobo. desenvolvida por. Disponível em: <endereço>. Partes de Publicações Periódicas (On-line) Artigos de Periódicos (On-line) AUTOR.. a entrada dar-se-á pelo nome da mensagem original ou do autor da mensagem. caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente. 1997. Disponível em: <http://www. Manual de redação e estilo. local. Título do artigo. 1997. LOCAL (cidade): Editora. Joel. Acesso em:19 maio 1998. Acesso em: 18 maio 1998. Brasília.3. MALOFF. n. Disponível em: <http://www1. Artigos de Jornais (On-line) AUTOR. Título do artigo. Globo.5 mil professores. data. Paginação ou indicação de tamanho. número. Universidade Aberta: online. data de publicação. Monografias consideradas no todo (On-line) AUTOR. n.Quando tratar de mensagem . Acesso em: data. Título.br/cionline>. local. Brasília. Disponível em:<http://www. http://www. Acesso em: data. UFSC não entrega lista ao MEC.56 Caso trate-se de resposta de terceiros.estado. 26. Ciência da Informação.). <Endereço>. Local (cidade): editora. número. Disponível em : <http://www. Título da publicação seriada.html>. Acesso em: 19 maio 1998. ESTADO DE SÃO PAULO. quando houver etc.br/cionline/>. Disponível em:. ano. Acesso em: data. volume.ufsc.ibict. Rio de Janeiro.ibict. Homepage Disponível em: < AUTOR. Disponível em: < endereço>. Ministério corta pagamento de 46. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. volume.br/>.com.. Acesso em: data..unaberta. Publicações Periódicas consideradas no todo (On-line) TÍTULO DA PUBLICAÇÃO. Re ( Replay) deve preceder o título. 3.br/redac/manual. Rodrigo França. apresenta. v. São Paulo. 26.html>. v.>.

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Aidil de Jesus Paes de. Apresentação de trabalhos científicos: guia para alunos de curso de especialização.1996. São Paulo. Campinas: Papirus. Metodologia científica: guia para eficácia nos estudos. Marlene Gonçalves. 1974 GALLIANO. Fernando. Alda J. O método científico: teoria e prática. (1979). . ed. 2. O método nas ciências naturais e sociais. João Álvaro. G. Books. CURTY. GEWANDSZNAJDER. São Paulo: Atlas. 3a. Petrópolis: Vozes. RUIZ. ALVES-MAZZOTTI. ed. and Learning.58 ____________. 1996 CERVO. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Antônio Carlos. 2001. LEHFELD. Marina de Andrade. Guilherme. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: Saraiva. MARCONI. São Paulo: Atlas. São Paulo:Mc Graw-Hill do Brasil. 2000. 2001. ed. FERRARI. pesquisa quantitativa e qualitativa. Pioneira. Fundamentos de metodologia. Odília. Metodologia científica. CRUZ. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. BERVIAN. Interaction of Media. Neide Aparecida de Souza. San Francisco: Jossey-Bass. 3. BARROS. Salomon. Afonso Trujillo. 11. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Fundamentos de metodologia científica. Rio de Janeiro. LAKATOS. 2002. Como elaborar projetos de pesquisas. 2000. São Paulo:Habra. Pedro Alcino. Eva Maria. Maringá: Dental Press. Cognition.. Amado Luiz. 2000 FACHIN. ed. Rio de Janeiro. 2002. _____________. Anamaria da Costa. 2000. 1996. 4. São Paulo: Atlas. ed. 1996 GIL. São Paulo: Makron CONSTRUINDO o saber: fundamentos e técnicas de metodologia científica.

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