EDITAL SMS Nº144, DE 03 DE JUNHO DE 2013.

REGULAMENTA O CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR, MÉDIO E FUNDAMENTAL COMPLETOS, PRIORITARIAMENTE, NO ÂMBITO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.

O Secretário Municipal de Administração, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e tendo em vista a autorização constante do processo 09/003235/2011 e, em conformidade com o disposto na Resolução SMA Nº 1640, de 28 de dezembro de 2010, torna público que fará realizar o Concurso Público para provimento de cargos de Nível Superior, Médio e Fundamental Completos, prioritariamente, no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde.

I.
1.

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DO CONCURSO 1.1 O Concurso destina-se à seleção de candidatos para o preenchimento de vagas nos cargos efetivos discriminados no Título II deste Edital; 1.2 o candidato deverá certificar-se, preliminarmente, de que preenche todos os requisitos exigidos para participação no Concurso e para posse no cargo;

II- DA CARGA HORÁRIA, DA QUALIFICAÇÃO EXIGIDA, DA TAXA DE INSCRIÇÃO, DAS VAGAS, DA REMUNERAÇÃO E DAS ATRIBUIÇÕES DO CARGO
1. As vagas a carga horária semanal, da taxa de inscrição e do vencimento são os estabelecidos a seguir:
*VAGAS R PD NI
CARGA HORÁRIA SEMANAL TAXA DE INSCRIÇÃO

CARGO

Auxiliar de Imobilização em Ortopedia Auxiliar de Necropsia Técnico de Enfermagem Técnico de Laboratório (Análises Clínicas) Técnico de Laboratório (Hemoterapia) Técnico de Laboratório (Histotécnico) Técnico em Radiologia Enfermeiro Farmacêutico Fisioterapia Psicólogo

7 2 67 16 2 5 22 258 4 8 6

1 0 5 1 0 1 1 17 1 1 1

2 0 18 4 0 1 6 69 1 2 1

32h 30min

40,00
32h 30min
30h

32h 30min

50,00

24h
30h 24h 24h 32h 30min

60,00

1

CARGO/ ESPECIALIDADE R

*VAGAS
PD NI

CARGA HORÁRIA

TAXA DE INSCRIÇÃO

Médico Acupuntura Médico Alergia e Imunologia Médico Anestesiologia Médico Angiologia Médico Cardiologia Médico Cirurgia Geral Médico Cirurgia Pediátrica Médico Cirurgia Plástica Médico Cirurgia Torácica Médico Cirurgia Vascular Médico Clínica Médica Médico Coloproctologia Médico Dermatologia Médico Endocrinologia e Metabologia Médico Endoscopia Médico Gastroenterologia Médico Geriatria Médico Ginecologia e Obstetrícia Médico Homeopatia Médico Infectologia Médico Medicina Física e Reabilitação Médico Medicina Intensiva Médico Nefrologia Médico Neurocirurgia Médico Neurologia Médico Oftalmologia Médico Ortopedia e Traumatologia Médico Otorrinolaringologia Médico Patologia Médico Patologia Clínica e Medicina Laboratorial Médico - Pediatria Médico Pneumologia Médico Psiquiatria Médico Radiologia e Diagnóstico por Imagem Médico Reumatologia Médico Urologia

2 2 59 2 8 21 2 2 2 10 156 2 2 2 2 2 2 26 2 6 2 20 3 13 2 7 30 2 2 2 47 2 23 12 2 4

0 0 4 0 1 2 0 0 0 1 10 0 0 0 0 0 0 2 0 1 0 2 0 1 0 1 2 0 0 0 3 0 2 1 0 1

0 0 16 0 1 6 0 0 0 1 41 0 0 0 0 0 0 7 0 2 0 6 1 3 0 1 8 1 0 0 12 0 6 3 0 1 24h R$60,00

2

CARGO/ ESPECIALIDADE / ÁREA DE ATUAÇÃO R

*VAGAS
PD NI

CARGA HORÁRIA

TAXA DE INSCRIÇÃO

Médico - Alergia e Imunologia Pediátrica Médico - Cardiologia Pediátrica Médico Endocrinologia e Metabologia Endocrinologia Pediátrica Médico Gastroenterologia Pediátrica
Médico Ginecologia e Obstetricia (Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetricia)

2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 9 16 2 2 2 2 2

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 0 0 0 0 0

0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 4 0 0 0 0 0 24h R$60,00

Hematologia e Hemoterapia (Hematologia Pediatrica) Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia Pediatrica) Médico Infectologia Hospitalar Médico Infectologia Pediátria Médico Nefrologia Pediátrica Médico Neurologia Pediátrica Médico Pediatria - Medicina Intensiva Pediátrica Médico Pediatria (Neonatologia) Médico Pneumologia Pediátrica Médico Psiquiatria (Da Infância e da Adolescência) Médico Psiquiatria (Psicogeriatria) Médico Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Ultrassonografia Geral) Médico Reumatologia Pediátrica

CARGO/ ESPECIALIDADE / ÁREA ESPECÍFICA R Ginecologia e Obstetricia (Ginecologia) Ginecologia e Obstetricia (Obstetricia) Hematologia e Hemoterapia (Hematologia) Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia)

*VAGAS
PD NI
CARGA HORÁRIA TAXA DE INSCRIÇÃO

2 8 2 2

0 1 0 0

0 2 0 0 24h R$60,00

(*) VAGAS LEGENDA R = Vagas Regulares D = Vagas Pessoa com Deficiência NI= Vagas Negros e Índios 1.1 AS VAGAS RESERVADAS A PESSOA COM DEFICIÊNCIA E A NEGROS E ÍNDIOS, CASO NÃO PREENCHIDAS, SERÃO REVERTIDAS PARA O QUADRO DE VAGAS REGULARES.

3

1.2

Da Remuneração
REMUNERAÇÃO BÁSICA (R$) TOTAL REMUNERAÇÃO BÁSICA (R$)

CARGO

VENCIMENTO

GARTIF INSALUBRIDADE (Lei nº 826/86)

AUX. TRANSPORTE (Decreto nº 17.110/98

Auxiliar de Imobilização em Ortopedia / Auxiliar de Necropsia Técnico de Enfermagem / Técnico de Laboratório / Técnico em Radiologia Enfermeiro / Farmacêutico/ Fisioterapeuta / Médico / Psicólogo

904, 76 1.147,57 1.580,10

316,02 316,02 316,02

121,00 121,00 121,00

1.341,78 1.584,59 2.017,12

2. Da Qualificação Exigida

NÍVEL DE ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO

CARGO Auxiliar de Imobilização em Ortopedia

QUALIFICAÇÃO

FUNDAMENTAL COMPLETO

Conclusão de Nível Fundamental e Curso Específico Conclusão de Nível Fundamental e Curso Específico Nível Médio Completo, e

Auxiliar de Necropsia

I-

Técnico de Enfermagem

II- Registro no órgão fiscalizador da profissão, como Técnico de Enfermagem I- Conclusão do Nível Médio,

e

MÉDIO COMPLETO

Técnico de Laboratório (Análises Clínicas) / Técnico da atividade, conferido por de Laboratório (Hemoterapia) / Técnico de estabelecimento reconhecido, e Laboratório (Histotécnico)

II- Curso específico para o exercício

III- Registro no órgão fiscalizador da profissão - Conselho Regional de Farmácia I- Nível Médio Completo,

e

Técnico em Radiologia

II- Registro no órgão fiscalizador da profissão INível Superior Completo, e

Enfermeiro
SUPERIOR COMPLETO

II- Registro no órgão fiscalizador da profissão, como Enfermeiro INível Superior, e

Farmacêutico / Fisioterapeuta / Psicólogo

II- Registro no órgão fiscalizador da profissão

4

Registro no órgão fiscalizador da profissão.Comprovação de Conclusão do Programa de Residência ou da Especialização na especialidade a que Psiquiatria (da Infancia e da concorre.NÍVEL DE ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO CARGO / ESPECIALIDADE / ÁREA DE ATUAÇÃO / ÁREA ESPECÍFICA Acupuntura Alergia e Imunologia Anestesiologia Angiologia Cardiologia Cirurgia Geral Cirurgia Pediátrica Cirurgia Plástica Homeopatia Infectologia Medicina Física e Reabilitação Medicina Intensiva Nefrologia Neurocirurgia Neurologia Oftalmologia Ortopedia e Traumatologia Otorrinolaringologia Patologia Patologia Clínica / Medicina Laboratorial Pediatria Pneumologia Psiquiatria Radiologia e Diagnóstico por Imagem Reumatologia Urologia QUALIFICAÇÃO I.Titulação na Área de Atuação a que concorre. SUPERIOR Cirurgia Torácica COMPLETO COM TITULAÇÃO DE Cirurgia Vascular ESPECIALIDADE Clínica Médica MÉDICA Coloproctologia Dermatologia Endocrinologia e Metabologia Endoscopia Gastroenterologia Geriatria Ginecologia e Obstetrícia II. devidamente registrado no CRM Infectologia (Pediatrica) 5 .Registro no órgão fiscalizador da profissão e.Comprovação de Conclusão do Programa de Residência ou da Especialização na especialidade a que concorre. e Pneumologia (Pediatrica) Adolescencia) Psiquiatria (Psicogeriatria) Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Ultrassonografia Geral) Reumatologia (Pediatrica) Infectologia (Hospitalar) III. e II. Alergia e Imunologia (Pediátrica) Cardiologia (Pediatrica) Endocrinologia e Metabologia (Endocrinologia Pediatrica) Gastroenterologia (Pediatrica) SUPERIOR COMPLETO COM TITULAÇÃO DA ESPECIALIDADE MÉDICA E CERTIFICAÇÃO DA ÁREA DE ATUAÇÃO Ginecologia e Obstetricia (Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetricia) Hematologia e Hemoterapia (Hematologia Pediatrica) Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia Pediatrica) Nefrologia (Pediatrica) Neurologia (Pediatrica) Pediatria (Medicina Intensiva Pediatrica) Pediatria (Neonatologia) I.

comprovar experiência de.Comprovação de experiência na área específica a que concorre Ginecologia e Obstetricia (Obstetricia) 2.1 deverá ser feita da seguinte forma: a.2 a comprovação de experiência exigida no subitem 2. mediante apresentação de cópia autenticada de registro na CTPS. o candidato deverá apresentar: declaração autenticada de tempo de serviço que informe o período (dia/mês/ano do início e dia/mês/ano do fim. comprovar experiência de. 05 (cinco) anos de atuação na área de Ginecologia • Ginecologia e Obstetrícia (Obstetrícia) o candidato deverá apresentar. no mínimo. comprovar experiência de. em que haja apuração do tempo líquido de exercício e que certifique explicitamente a função desempenhada. no mínimo. 6 . 05 (cinco) anos de atuação na área de Hematologia • Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia) o candidato deverá apresentar. além da Residência Médica ou Especialização. comprovar experiência de. além da Residência Médica ou Especialização. também. incluindo. 05 (cinco) anos de atuação na área de Hemoterapia • Ginecologia e Obstetrícia (Ginecologia) o candidato deverá apresentar. além da Residência Médica ou Especialização.NÍVEL DE ESCOLARIDADE/ FORMAÇÃO CARGO / ESPECIALIDADE / ÁREA ESPECÍFICA QUALIFICAÇÃO Hematologia e Hemoterapia (Hematologia) SUPERIOR COMPLETO COM TITULAÇÃO DE ESPECIALIDADE MÉDICA E Hematologia e Hemoterapia EXPERIÊNCIA NA ÁREA ESPECÍFICA (Hemoterapia) Ginecologia e Obstetricia (Ginecologia) I. a página onde identifica o candidato (foto. número do documento etc).1 para as Especialidades em Hematologia e Hemoterapia (Hematologia)/ Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia)/ Ginecologia e Obstetrícia (Ginecologia)/ Ginecologia e Obstetrícia (Obstetricia) serão exigidos: • Hematologia e Hemoterapia (Hematologia) o candidato deverá apresentar. acrescida de declaração do órgão ou empresa. e III. no mínimo. b. 05 (cinco) anos de atuação na área de Obstetrícia 2.Comprovação de Conclusão do Programa de Residência ou da Conclusão da Especialização na especialidade a que concorre. para o exercício de atividade profissional no setor público. no mínimo. além da Residência Médica ou Especialização. II.Registro no órgão fiscalizador da profissão. se for o caso).

Auxiliar de Imobilização em Ortopedia Auxiliar de Necropsia Técnico em Enfermagem Técnico de Laboratório Técnico em Radiologia Farmacêutico Enfermeiro Fisioterapeuta Médico Atividades de supervisão. os (Decretos Municipais n : 3410/82. sob supervisão imediata dos médicos (anatomia patológica). com vistas à orientação psicopedagógica e ao ajustamento individual no meio escolar.489/2012). As atribuições dos cargos são as seguintes: CARGO SÍNTESE DAS ATRIBUIÇÕES Atividades profissionais de execução especializadas relacionadas a trabalhos auxiliares de imobilização em ortopedia (Lei nº 3. Atividades de planejamento. biomatologia. supervisão.410/1982). controle e análise clínica e toxicológica de medicamentos (Decreto 3. proteção e recuperação da saúde individual e coletiva. no caso de servidor público.c. atribuída à equipe de enfermagem ( Lei nº 5. ordenação. Atividades de execução relativas ao trabalho auxiliar. análises e pesquisas de produtos terapêuticos. (Decreto 3. utilizando recursos técnico-profissionais da medicina. hematologia. 6244/86 e 7523/88) Atividades de supervisão. o setor competente para a emissão do documento deverá ser especificado na declaração e/ou na certidão. anatomia patológica. profissional e social. para comprovação de experiência profissional no exterior. programação.410/1982). Esses documentos somente serão considerados quando traduzidos para a Língua Portuguesa por tradutor juramentado. Atividades de execução relativas ao trabalho auxiliar nos serviços de Radiologia (Lei nº 3. organização. Não havendo setor de pessoal de recursos humanos ou equivalente. em papel timbrado. de nível médio técnico. coordenação ou execução. materiais e solos. coordenação e execução relativas à defesa.986/2000).410/1982).488/2003) Atividades de supervisão. pesquisas. mediante apresentação de cópia autenticada de declaração do órgão ou empresa ou.021/2000). Conselho Regional de Medicina 3. nas várias especialidades. execução e avaliação relativas à observação. coordenação. Psicólogo 7 . na realização de necropsias e exames anátomo-patológicos (Lei nº 2. com o reconhecimento do Conselho Regional de Medicina. bem como a aplicação de medicamentos tratamentos prescritos (Lei nº 5.489/2012) Atividades de orientação e execução especializada de trabalhos de análise e pesquisas clínicas. as declarações e/ou certidões deverão ser expedidas pelo setor de pessoal de recursos humanos ou equivalente. ao cuidado e à educação sanitária dos usuários. coordenação e execução relativas à prevenção e recuperação da saúde individual e coletiva no que se refere a atividades na área cinético funcional do aparelho motor e respiratório (Lei nº 3. com o reconhecimento do d. Atividades de planejamento. radioterapia e Raios-X (Decreto 3. de certidão de tempo de serviço. supervisão.627/2003). referentes a trabalhos e estudos relativos a métodos e técnicas de produção. coordenação e execução relativas ao estudo do comportamento humano e da dinâmica da personalidade. Atividades auxiliares.

integralmente.br. o candidato deverá: 2. de 15/05/2012. onde estarão disponibilizados o Edital. de 18 de abril de 1972. de todas as condições. São requisitos necessários para a inscrição: a) ser brasileiro nato ou naturalizado e.gov. orientações e os procedimentos necessários à efetivação da inscrição.rio.rj. incluindo sábados. por parte do candidato.2 somente haverá devolução de taxa de inscrição nos casos previstos na Lei Municipal n.rio. acessar o site http://concursos. no caso de nacionalidade portuguesa. dos quais o candidato não poderá alegar desconhecimento.º 2. possuir a qualificação exigida referente ao cargo/Especialidade pretendido. o requerimento de inscrição. horário de Brasília. na forma do disposto no art.rj. bem como de todos os atos que forem expedidos sobre o concurso.4 a Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos da Secretaria Municipal de Administração não se responsabiliza por inscrições não recebidas. 8 .III. 1.11.1 2. falhas de comunicação. b) c) d) IV.3 no ato da inscrição no concurso não haverá qualquer restrição ao candidato que não cumprir os requisitos básicos.2 certificar-se. 1. de que preenche todos os requisitos exigidos para participação no Concurso e para posse no cargo.rj. só poderá ser admitido no cargo aquele que.1999. preliminarmente.937.br. do Decreto n. conforme o estabelecido no quadro constante do Título II. como forma de expressa aceitação. congestionamento das linhas de comunicação.gov. 13. deste Edital. somente via Internet. normas e exigências constantes deste Edital e demais instrumentos reguladores. disponibilizado no site http://concursos. se do sexo masculino. domingos e feriados. 1. atender ao estabelecido no Decreto Nº 35610. independente do motivo: ordem técnica dos equipamentos. item 2. de 24. o contido nos Títulos II e XIII. No entanto. estar em dia com as obrigações militares. com reconhecimento do gozo dos direitos políticos. estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses. na data de sua convocação cumprir.gov. bem como outros fatores que impossibilitem a efetivação da inscrição.1 a inscrição vale. que institui o regime “Ficha Limpa” como requisito para o ingresso em cargo ou emprego público no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Município do Rio de Janeiro. Dos Requisitos 1.br: 1.436. Das Inscrições 1As inscrições serão recebidas das 10h do dia 11/06/2013 até as 23h59min do dia 20/06/2013.º 70. através de requerimento específico disponível no site http://concursos.rio.5 2- Para inscrever-se. 1. para todo e qualquer efeito. . o candidato com deficiência visual poderá consultar o presente Edital acessando o aplicativo NVDA.

ainda que o fato seja constatado posteriormente. exclusivamente. 2. através de requerimento específico disponível na página eletrônica citada. Não serão validados os pagamentos realizados através de DARM ou documentos similares que não sejam gerados pelo sistema de inscrição de concursos da Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos. portanto.2 e 2.4 2.2. em papel A4. efetuar o pagamento da taxa. por meio de DARM.6. domingos e feriados. sendo este o único meio aceito para a efetivação da inscrição: 2. 9 .2 2. ATÉ AS 16H DO DIA 21/06/2013. condicional ou extemporânea. sendo inaceitável. 5.6. Os dados cadastrais informados no ato da inscrição são de exclusiva responsabilidade do candidato.5 a inobservância ao determinado nos subitens 2. (horário de Brasília).6. sem prejuízo das sanções aplicáveis à falsidade de declaração. A prestação de declaração falsa ou inexata e a não apresentação de quaisquer documentos exigidos implicarão na não validação da inscrição.6. que deverá ser impresso logo após a conclusão de preenchimento do requerimento de inscrição on-line. nulidade de habilitação e perda dos direitos decorrentes.6 o pagamento da taxa de inscrição deverá ser efetivado SOMENTE NOS BANCOS ABAIXO DISCRIMINADOS. das 10h do dia 11/06/2013 até às 23h59min do dia 20/06/2013.6.1. 2. em qualquer uma das etapas do concurso. transferência bancária e/ou agendamento.3 O PAGAMENTO EFETUADO APÓS A DATA OFICIAL DE VENCIMENTO NÃO SERÁ VALIDADO E RESULTARÁ NO CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO. obrigatoriamente. BANCOS CREDENCIADOS • • • • • • • • • • • • BRASIL S/A SANTANDERS/A ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S/A BRASÍLIA S/A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL BRADESCO S/A ITAÚ S/A MERCANTIL DO BRASIL S/A HSBC BANK BRASIL S/A – BANCO MÚLTIPLO SAFRA S/A CITIBANK S/A BANCOOB S/A 2. estando canceladas as que não atendam a todos os requisitos fixados neste Edital. reclamações posteriores quanto à não confirmação do pagamento.7 2. 4. até as 16h do dia 21/06/2013. 3. a inscrição será efetivada somente após a confirmação do pagamento da taxa de inscrição pela instituição bancária a este órgão. 2.6.5 2.1 a impressão do DARM deverá ser feita. imprimir o requerimento preenchido e guardá-lo consigo. Não serão aceitas inscrições por fax.6. assegurar-se de que preencheu corretamente o requerimento de inscrição.6. incluindo os sábados.3 resultará na não participação do candidato no concurso.4 não será permitido efetuar o referido pagamento através de depósito.3 cadastrar-se. (horário de Brasília). 2.

Lei Municipal n. O candidato que não declarar no requerimento de inscrição que é pessoa com deficiência. ao tempo de realização das provas e à nota mínima exigida para todos os demais candidatos. exame audiométrico.111 de 10. também transcreverá as respostas para o cartão-resposta do candidato. porém. sempre sob a supervisão de outro fiscal devidamente treinado. além de auxiliar na leitura da prova. à avaliação e aos critérios de aprovação. V. DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Será admitida a inscrição de pessoa com deficiência. também. 10º andar . 10 . ao horário. O candidato inscrito como pessoa com deficiência participará do certame em igualdade de condições com os demais candidatos. munido do original de documento oficial de identidade.2 no caso de ser pessoa com deficiência auditiva ou visual ou apresentar paralisia cerebral. O descumprimento das instruções resultará na não efetivação da inscrição.Ala B .86. 6. da Secretaria Municipal de Administração.06. em que haja necessidade de auxílio de um fiscal ledor. conforme o disposto na legislação vigente. situada na Rua Afonso Cavalcanti n. 1. respectivamente. O candidato inscrito como pessoa com deficiência deverá assinalar o campo próprio do requerimento de inscrição.11. declarando a deficiência da qual é portador e.º 645 de 05.12. O candidato inscrito como pessoa com deficiência. ao local de aplicação. nos termos da legislação pertinente. 6. prova ampliada ou prova normal e/ou solicitar uma sala de mais fácil acesso.890. contados da data da emissão até a da apresentação.2 o candidato com deficiência visual parcial (ambliopia) deverá declarar sua condição. o mesmo. 2.º 455. contados a partir da publicação do resultado da mesma.84 e no Decreto Municipal n. Ao final da prova será lavrado um termo no qual o candidato concordará com as marcações que foram efetuadas no cartão-resposta. no que se refere ao conteúdo das provas. requerer o método através do qual deseja realizar a prova: com ledor.º 5. no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro. deverá comparecer no prazo de até 02 (dois) dias úteis.94.6.Cidade Nova. será oferecida prova com tamanho de letra correspondente a corpo 24 (vinte e quatro).1 o candidato será encaminhado à Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração . dentro do prazo de validade de 30 (trinta) dias.A/CSRH/CVS/GPM. assegurado fácil acesso ao recinto onde serão realizadas as provas. no horário das 10h às 16h. Prédio Anexo. para confirmação da deficiência declarada. de 16. 6.01. ficando a Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos desobrigada de realizar qualquer tipo de contato para este fim. para tomar ciência do dia. laudo oftalmológico com acuidade visual ou parecer neurológico. O acesso de pessoas com deficiência às provas e sua eventual aprovação não significa que houve o reconhecimento da compatibilidade de sua deficiência com a atividade pertinente à vaga. sendolhe. concorrerá somente às vagas regulares. informando no requerimento de inscrição sobre a necessidade da prova ser confeccionada de forma ampliada. 2. 3.08. Neste caso. a qual será determinada por meio de Perícia Médica. se necessário. à Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos. 5. o candidato deverá exibir. ficando o respectivo deferimento condicionado ao cumprimento do disposto na Lei Municipal nº 4950 de 02. no caso de dificuldade de locomoção.1 no caso de prova.A/CSRH/CVS/GPM. 2. na Lei Municipal n. horário e local em que deverá comparecer à Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração .º 2. se aprovado na Prova Objetiva. 4.

que poderá ser identificada pelo servidor a quem o candidato se apresente.12. não será permitida qualquer alteração para esse fim. além de figurarem na lista geral de classificação. Nos casos em que a reserva inicial das vagas superar este percentual.7.111. O candidato inscrito como pessoa com deficiência que não comparecer. desde que comprovada a deficiência e a devida compatibilidade com as atividades do cargo. será eliminado do certame. reservados a candidatos negros e índios. 12. O candidato considerado pela A/CSRH/CVS/GPM pessoa não deficiente concorrerá. 6. ficando o candidato submetido às regras gerais deste Edital. serão revertidas para o quadro de vagas regulares. para confirmação da deficiência declarada no ato da inscrição ou não cumprir a exigência junto à A/CSRH/CVS/GPM. observada a respectiva ordem de classificação obtida. observarão o percentual acima estabelecido. do Título II.º 2.94. se convocado. incompatível com o regular exercício das atividades do cargo. no presente concurso. será o 11 3. terá seu nome publicado em relação à parte. a necessidade de avaliação da capacidade laborativa do candidato pela Junta de Especialistas. hora e local determinados. DA RESERVA DE VAGAS PARA NEGROS E ÍNDIOS 1.1 caso o candidato não autodeclarar no ato da inscrição. O candidato inscrito como pessoa com deficiência que deixar de comparecer. Os recursos interpostos contra o resultado das avaliações deverão ser encaminhados à Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração A/CSRH/CVS/GPM. durante a vigência deste concurso. será observada.01. 2. às vagas regulares. para as providências pertinentes. 4. 10. 9. 11 O candidato inscrito e considerado pessoa com deficiência pela Gerência de Perícias Médicas da Secretaria Municipal de Administração. 5.4 a Junta de Especialistas emitirá laudo fundamentado. cuja deficiência seja considerada pela Junta de Especialistas. para a avaliação da Junta de Especialistas. constatada. será eliminado do certame. conforme o quantitativo estabelecido no item 1. a necessária compensação nas convocações subsequentes. Conforme o estabelecido na Lei Municipal nº 5401. se aprovado em todas as etapas do concurso.08 e na Lei Municipal n. caso haja. As vagas reservadas a candidatos negros e índios. declarando a compatibilidade ou não da deficiência com as atribuições do cargo a ser ocupado.3 8. . em qualquer caso. caso não opte pela reserva de vagas. 6. deste Edital. caso não sejam preenchidas. Ficam reservadas. em conformidade com o disposto na Lei Municipal nº 4950 de 02. de 14 de maio de 2012. o equivalente a 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas neste Edital. será eliminado do certame. no dia.5 o candidato. de 10. 6. as quais. A autodeclaração é facultativa. VI. somente. É considerado negro ou índio o candidato que assim se declare no momento da inscrição. ficam 2. o referido órgão informará à Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos da Secretaria Municipal de Administração. 5% (cinco por cento) das vagas oferecidas para pessoas com deficiência. pela A/CSRH/CVS/GPM. Detectada a falsidade da declaração a que se refere o item 3 deste Título.

DA ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO • Será admitida isenção da taxa de inscrição nos termos da Lei nº 3. se houver sido nomeado. 8.candidato eliminado do concurso e. no site http://concursos.2 o sistema bloqueará o acesso a esta opção após o período determinado no subitem 1. 7. c) original e cópia do último contracheque. após o procedimento administrativo em que lhe seja assegurado o contraditório e a ampla defesa. Caso haja desistência de vaga do candidato negro ou índio aprovado. seu pedido de isenção de taxa de inscrição: 2. e) declaração.330/2001. que residam no mesmo endereço do candidato. para avaliação da hipossuficiência. VII.CRE 12 . abaixo determinados. sobre a renda familiar de parentes de 1º grau devidamente comprovados. O candidato deverá assinalar no requerimento utilizado para inscrição on-line. • LOCAL II Região Administrativa ENDEREÇO Rua República do Líbano nº54 – Fundos . 31 – Bangu – RJ VIII Região Administrativa Sede da 8ª Coordenadoria Regional de Educação . terão seus nomes em relação à parte. de próprio punho.gov. A nomeação dos candidatos aprovados será de acordo com a ordem de classificação geral no concurso. em um dos locais.1 2. respeitada a ordem de classificação da lista específica. obrigatoriamente.rio.br. se aprovados.rj. 6.Centro/ RJ Rua Desembargador Isidro. b) original e cópia da certidão de nascimento ou certidão de casamento ou decisão judicial de separação ou divórcio ou de óbito do cônjuge. ficará sujeito à anulação da sua admissão ao serviço público.1. impreterivelmente. essa vaga será preenchida por outro candidato negro ou índio. comparecer no dia 17/06/2013 ou no dia 18/06/2013. das 10h às 13h ou das 14h às 16h. Os candidatos concorrentes às vagas de negros e índios. além de figurarem na lista geral de classificação.1 as inscrições deverão ser efetuadas das 10h do dia 11/06/2013 até as 23h59min do dia 13/06/2013. 1. a cada fração de cinco candidatos convocados. de acordo com a sua ordem de classificação. mas. sem prejuízo de outras sanções cabíveis. 41 – Tijuca (Praça Saens Peña) – RJ Rua Biarritz. observada a respectiva ordem de classificação obtida. munido dos seguintes documentos: a) original e cópia do comprovante de residência no nome do requerente ou do parente que reside no mesmo endereço. o candidato que optar pela solicitação de isenção da taxa de inscrição deverá. a quinta vaga fica destinada a candidato negro ou índio aprovado. d) original e cópia da carteira de trabalho.

no dia 27/06/2013.1 o Cartão de Confirmação de Inscrição . oportunamente. reclamações quanto à não confirmação do pagamento de sua inscrição. horário e local de realização da prova (nome do estabelecimento.CCI com as informações a respeito de locais e horários de realização da prova. não sendo aceitas. implicará na não participação do candidato no concurso. citado no item 2. o candidato deverá entrar em contato com a Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos. horário e local determinados no subitem 2. serão considerados hipossuficientes para inscrição gratuita em concursos públicos realizados. O candidato deverá acompanhar a CONFIRMAÇÃO DO PAGAMENTO DE SUA INSCRIÇÃO através do site http://concursos. portanto. verificar no final do requerimento se consta a mensagem “confirmado pagamento da taxa de inscrição“. autorizada. 3. 2. o processo de inscrição será cancelado. 3.rio. impreterivelmente.2 caso a avaliação da hipossuficiência seja indeferida. 3. 1. sua inscrição será. o requerente poderá. aqueles cuja renda familiar não exceda três Salários Mínimos e/ou comprovarem estar desempregados.2. no site acima mencionado. se desejar. qualquer declaração identificada como falsa sujeitará o candidato ao cancelamento de sua inscrição.1 atestada a hipossuficiência do requerente.rio. a inobservância ao determinado no item 1 e subitem 1. no site http://concursos.br: 2. • Conforme o estabelecido no art.gov. até as 16h do dia 21/06/2013. endereço e sala). VIII. concretizar sua inscrição acessando novamente o seu requerimento de inscrição no site para a impressão do DARM até as 16h do dia 21/06/2013 e efetuar o pagamento da taxa. conforme o disposto no Título IV. DA CONFIRMAÇÃO DA INSCRIÇÃO 1. que não serão prestadas por telefone. não haverá inclusão de candidato após a data determinada no subitem 1. a opção “consultar andamento da inscrição” e. item 2 e seus subitens. 1º da Lei nº 3.330/2001.3 2. caso o candidato não compareça para a avaliação da hipossuficiência no dia.rj.rj. pois somente a realização do preenchimento do requerimento com a solicitação de isenção de taxa não significará que a inscrição tenha sido aceita e efetivada. através dos telefones 2976-1612 e 2976-1103.4. deste Título.5. As informações referentes à data.1 para verificar a confirmação do pagamento. a fim de que o candidato tome conhecimento e. 13 . automaticamente. estarão disponíveis.3 1.br até o dia 26/06/2013.2 deste Título. caso não haja confirmação do respectivo pagamento da inscrição até a data estabelecida no item 1.2. a fim de tomar ciência do resultado de sua avaliação da hipossuficiência.gov.1 o candidato deverá acessar no site o seu requerimento de inscrição a partir das 16h do dia 18/06/2013. não serão analisados os pedidos de isenção sem as informações e os documentos necessários para a correta avaliação da hipossuficiência do candidato. o candidato deverá acessar. 1.1.2 deste Título.2 1.4 2. estará disponível no site.

Enfermeiro 3.0 60.0 12. o candidato deverá solicitar ao fiscal de sala a devida correção. POR CONTEÚDO MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO.Psicólogo Específico do cargo a que concorre 40 2.1.1.3.0 60.0 1-Técnico de Enfermagem 4.0 20.0 20. apenas para o cargo de Técnico de Laboratório. 1.Técnico de Laboratório (Hemoterapia) Língua Portuguesa SUS 10 10 2.0 2. serão aplicadas na mesma data CARGO CONTEÚDO Nº DE QUESTÕES PONTOS TOTAL POR EM QUESTÃO PONTOS MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO.0 2.0 SUS 72. IX.0 2.0 60.Auxiliar de Imobilização em Ortopedia 10 10 2.Fisioterapeuta 10 10 2.0 2.Farmacêutico 4.0 16.0 60.0 100.1 serão de exclusiva responsabilidade do candidato as consequências advindas de eventual omissão quanto à solicitação de correção.0 4. de caráter eliminatório e classificatório.0 4.1 as provas.0 60. com base no conteúdo programático constante do Anexo Único deste Edital e. quando houver inexatidão de informação tais como: identidade e data de nascimento. conforme quadro a seguir.0 20. O candidato deverá.0 20. conferir todas as informações contidas no requerimento de inscrição e no Cartão de Confirmação de Inscrição – CCI: 3.0 20.0 60 120.0 4. para todos os cargos.0 4. DA AVALIAÇÃO 1.0 12.0 14 .0 30 50 2. de Títulos.0 2.0 80. A avaliação dos candidatos será feita através de Prova Objetiva.0 Específico do cargo a que concorre 30 50 2.Técnico em Radiologia 3.0 20.Técnico de Laboratório (Histotécnico) 60.0 2.0 100.Auxiliar de Necropsia SUS Específico do cargo a que concorre 60.0 4.0 Língua Portuguesa 1.Técnico de Laboratório (Análises Clínicas) 5. no momento em que for assinar a lista de presença na sala de prova: 3. obrigatoriamente. NO TOTAL DA PROVA Língua Portuguesa 1.0 4.

0 15.Medicina Física e Reabilitação 22.0 20.0 4.Infectologia 21.Homeopatia 20.0 ESPECIALIDADES MÉDICAS COM ÁREA DE ATUAÇÃO 10-Nefrologia (Pediatrica) 11.0 Específico do cargo / Especialidade Médica a que concorre 40 2.0 72.0 80.Ginecologia e Obstetrícia 19.0 16.Ortopedia e Traumatologia 28.0 15 .0 72.0 20.Oftalmologia 27.Cirurgia Geral 7-Cirurgia Pediátrica 8-Cirurgia Plástica 9-Cirurgia Torácica 10-Cirurgia Vascular 11-Clínica Médica 12-Coloproctologia 13.Neurologia (Pediatrica) 12-Pediatria (Medicina Intensiva Pediatrica) 13-Pediatria (Neonatologia) Língua Portuguesa 10 2.0 20.0 60 1-Alergia e Imunologia (Pediátrica) 2-Cardiologia (Pediatrica) 3-Endocrinologia e Metabologia (Endocrinologia Pediatrica) 4-Gastroenterologia (Pediatrica) 5-Ginecologia e Obstetricia (Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetricia) 6-Hematologia e Hemoterapia (Hematologia Pediatrica) 120.0 7-Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia Pediatrica) 16.Patologia 30.Psiquiatria (da Infancia e da Adolescencia) 40 2.Medicina Intensiva 23.Neurocirurgia 25.0 4.Pneumologia 33.Radiologia e Diagnóstico por Imagem 35-Reumatologia 36.0 80.Urologia Língua Portuguesa 10 2.Neurologia 26.0 120.Psiquiatria 34.Endocrinologia e Metabologia 15-Endoscopia 16-Gastroenterologia 17.0 14-Pneumologia (Pediatrica) SUS Específico do cargo / Especialidade Médica e Área de Atuação a que concorre 10 2.Patologia Clínica / Medicina Laboratorial 31. POR CONTEÚDO MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO.0 20.Pediatria 32.0 4.Psiquiatria (Psicogeriatria) 17-Radiologia e Diagnóstico por Imagem (Ultrassonografia Geral) 18.0 4.0 72.0 72.Geriatria 18.Dermatologia 14.Otorrinolaringologia 29.0 16.Reumatologia (Pediatrica) 8-Infectologia (Hospitalar) 9-Infectologia (Pediatrica) 60.Nefrologia 24. NO TOTAL DA PROVA ESPECIALIDADES MÉDICAS 1-Acupuntura 2-Alergia e Imunologia 3-Anestesiologia 4-Angiologia 5-Cardiologia 6.0 SUS 10 2.CARGO / ESPECIALIDADE / ÁREA DE ATUAÇÃO CONTEÚDO Nº DE QUESTÕES PONTOS POR QUESTÃO TOTAL EM PONTOS MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO.

ainda. 2. dobrar. B. de qualquer modo.0 4.0 10. o candidato deverá transcrever as respostas da prova para o cartão-resposta. obrigatoriamente. no cartão-resposta. Da Prova Objetiva 2. C e D) e uma única resposta correta.4.0 2. com quatro opções (A. para cada questão. de acordo com o enunciado da questão.4 16 . com caneta esferográfica.3 2.CARGO / ESPECIALIDADE / ÁREA ESPECÍFICA CONTEÚDO Nº DE QUESTÕES PONTOS POR QUESTÃO TOTAL EM PONTOS MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO. obrigatoriamente. um.0 2.0 30.0 (Hematologia) (Ginecologia) Específico do cargo / Especialidade Médica a que 4-Ginecologia e Obstetricia concorre Área Específica a que concorre 25 2. C e D. apondo.0 50. danificar o cartão-resposta.0 72. para cada questão.3 o candidato não poderá amassar.4. anulada a questão. POR CONTEÚDO MÍNIMO EM PONTOS PARA HABILITAÇÃO.0 20. 2.0 60.4. quatro campos de marcação: um campo para cada uma das quatro opções A. que será o único documento válido para a correção da prova. rasgar. 2.2 as questões da prova serão de múltipla escolha. de tinta azul ou preta.0 120. marcar. sob pena de reprovação.Hematologia e Hemoterapia (Hemoterapia) (Obstetricia) 15 60 2. sendo que o candidato deverá preencher apenas aquele correspondente à resposta julgada correta.0 4. de acordo com o comando da questão. o preenchimento do cartão-resposta será de inteira responsabilidade do candidato.0 2. manchar ou.0 20.1 o candidato deverá. e somente um. por impossibilidade de realização da leitura óptica. dos quatro campos do cartão-resposta. Em hipótese alguma haverá substituição do cartão-resposta por erro do candidato. cuja marcação da resposta estiver em desacordo com este regulamento: resposta não assinalada.1 2. rasurada ou com emenda. que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas contidas neste regulamento. 2. ainda que legível.2 será. sua assinatura no cartão. também. haverá. sob pena de anulação da respectiva questão. NO TOTAL DA PROVA ESPECIALIDADES MÉDICAS COM ÁREA ESPECÍFICA 1-Hematologia e Hemoterapia 3-Ginecologia e Obstetricia Língua Portuguesa SUS 10 10 2. molhar.0 72. B.

Nesse caso. candidato é responsável pela conferência de seus dados pessoais. o gabarito da prova será publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro no segundo dia útil após a realização da prova.4 o candidato que estiver impossibilitado de transcrever as respostas da prova. no site http://concursos. seu número de inscrição e o número de seu documento de identidade. na Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos. 2. 10º andar. em conformidade com os critérios de valores determinados na tabela abaixo: DENOMINAÇÃO DOCUMENTO PONTUAÇÃO DE CADA TÍTULO PONTUAÇÃO MÁXIMA Experiência profissional comprovada.gov. 2. bem como alterações em dispositivos legais e normativos a ele posteriores. mínimo de 5 anos.0 3. Da Prova de Títulos (apenas para o cargo de Técnico de Laboratório/Especialidades) 3.6 o tempo de duração da prova inclui o preenchimento do cartão-resposta. até 02 (dois) dias úteis. situada na Rua Afonso Cavalcanti nº 455. com valoração máxima de 10.2. em atribuições descritas para a especialidade a que concorre Declaração em papel timbrado expedida pelo órgão contratante ou Registro em Carteira Profissional CTPS de Instituição Pública ou Privada.3 os candidatos aprovados deverão entregar seus títulos. 3. 2. UM DOCUMENTO.br. não serão objeto de avaliação na prova do Concurso. PARA TANTO. 4.rio.3 a aferição dos Títulos terá caráter classificatório. estando disponível também. em especial seu nome.1 somente serão convocados e analisados os títulos dos candidatos aprovados na Prova Objetiva. em fotocópia legível. À ÉPOCA DA ENTREGA DOS TÍTULOS.gov. Ao final da prova será lavrado um termo no qual o candidato concordará com as marcações que tiverem sido efetuadas no seu cartão-resposta.1 A DECLARAÇÃO FALSA ESTARÁ SUJEITA NA ELIMINAÇÃO DO CANDIDATO DO CERTAME. CUJO MODELO ESTARÁ DISPONÍVEL NO SITE http://concursos.8 3. 3.0 (dez) pontos.rio.2.rj. Anexo.rj.Ala B. 17 . autenticada que não será devolvida.0 (um) ponto por ano completo contado a partir de 5 (cinco) anos 10. da Secretaria Municipal de Administração. 3.5 2. E NAS SANÇÕES DAS LEIS APLICÁVEIS.4.br. Cidade Nova. contados a partir da publicação do resultado da prova objetiva. até 48 horas antes da data da prova. ASSINANDO.7 toda e qualquer legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste Edital.2 O CANDIDATO SERÁ RESPONSABILIZADO PELA VERACIDADE DA DOCUMENTAÇÃO E DA INFORMAÇÃO APRESENTADA.4 somente serão analisados os títulos relacionados no quadro. deverá solicitar o auxílio de um fiscal para fazê-lo. o candidato será acompanhado por 02 (dois) fiscais. no horário das 10h às 16h. 1.

as datas e os horários de realização das provas serão publicados no Diário Oficial do Município e divulgados no site http://concursos. o candidato deverá apresentar: cópia de registro na CTPS ou declaração do empregador que informe o período (dia/mês/ano do início e dia/mês/ano do fim.1 em caso de impedimento do candidato. e que declare explicitamente que o candidato exerceu a função na área específica a que concorre.gov. b) para o exercício de atividade profissional no setor público.rio. via postal e nem via correio eletrônico.12 no ato da entrega dos títulos.7 não serão aceitos títulos encaminhados via fax.rio. se for o caso). desde que apresente uma procuração específica para este fim. sob pena de exclusão do certame.5. deverá ser especificado. de monitoria ou de bolsa de estudo. 3. de recursos humanos ou equivalente. 4. de recursos humanos ou equivalente. Os locais. via postal. via correio eletrônico. em que haja apuração do tempo líquido de exercício e que certifique explicitamente que o candidato exerceu a função na área específica a que concorre. 3. a entrega de títulos fora do dia.8.rj.1 o local de recebimento dos títulos será divulgado quando da publicação do resultado da prova. X.1 a Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos não se obriga a realizar as provas no bairro onde o candidato residir. 1. se for o caso).8. devidamente preenchido e colado na parte externa do envelope. o candidato deverá assinar declaração de veracidade dos documentos apresentados.br. pontuação não serão considerados sobreposição de 3. 3.2 não será aceita.5 os títulos deverão ser entregues. 1. o setor competente para a emissão do documento. o candidato deverá apresentar: declaração de tempo de serviço que informe o período (dia/mês/ano do início e dia/mês/ano do fim. DAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS As provas serão aplicadas na Cidade do Rio de Janeiro em função da disponibilidade de locais para realização. na declaração e/ou na certidão. 3. local e horário determinados.gov.2 não será computado. cujo modelo estará disponível no site http://concursos.1 na apuração da tempo e/ou fração de ano.8 para receber a pontuação o candidato deverá comprovar da seguinte forma: a) para o exercício de atividade profissional no setor privado. como experiência profissional.3. 3. .3 o candidato que não apresentar os documentos para avaliação de títulos receberá nota 0 (zero) e será classificado somente pela pontuação obtida nas Provas Objetiva e Discursiva.5.5.6 não serão aceitos títulos encaminhados via fax. 3. 3. identificados por formulário. 18 2. Não havendo setor de pessoal. sob qualquer pretexto.rj. o tempo de estágio.3. poderá ser entregue pelo procurador. c) as declarações e/ou certidões deverão ser expedidas pelo setor de pessoal.br. 3.

não identificáveis e/ou danificados. 3.2 serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas pelo Comando Militar. carteiras funcionais expedidas por órgão público que. 6. de forma a permitir. 5.1 4. passaporte brasileiro. inclusive jornal e revista. não se responsabilizando a Secretaria Municipal de Administração por perdas ou extravios durante a realização da prova. carteiras de motorista (modelo antigo). conselhos etc. com clareza.1 o documento deverá estar em perfeitas condições. o candidato que deixar de apresentar. portando caneta esferográfica de tinta azul ou preta.4 4.1. 5. Demais pertences ficarão à vista da fiscalização de sala.º 9. pelo Instituto de Identificação e pelo Corpo de Bombeiro Militar. 6. em hipótese alguma. gorro etc.2 não será permitido o ingresso de candidatos no local de realização da prova. certificado de reservista. tais como: chapéu. 19 . carteiras de estudante. alegando qualquer justificativa. poderá ser eliminado do certame. a identificação do candidato e sua assinatura. após a assinatura da lista de presença. nem por danos a eles causados.). carteira nacional de habilitação (somente o modelo aprovado pelo artigo 159 da Lei n. de 23 de setembro de 1997). Será vedado ao candidato o uso de óculos escuros. que deverá ser identificado. 3.2 o candidato que descumprir o estabelecido no item 5 e no subitem 5. protocolos de documentos nem documentos ilegíveis. o candidato não poderá consultar qualquer material. CPF. carteiras funcionais do Ministério Público. carteiras expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens. no dia de realização da prova documento que o identifique. 6. desde o momento da entrada até a retirada do candidato do local de realização das provas. não realizará a prova. O telefone celular deverá permanecer desligado. por lei federal. inclusive aparelho(s) celular(es) desligado(s) ou outros aparelhos eletrônicos. 5. deste Título. após o fechamento dos portões. Os portões serão fechados no horário previsto para o início da prova objetiva .503. conforme decisão da organizadora do concurso. pela Secretaria de Segurança Pública. boné.1 os candidatos que portarem pertences pessoais. valham como identidade. 3.3 não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento. 3. títulos eleitorais. sendo excluído do certame. Para a segurança dos candidatos e a garantia da lisura do certame. 7. reconhecido em todo o território nacional. terão os referidos objetos guardados em saco plástico. lacrado e colocado embaixo da carteira onde o candidato estiver sentado. enquanto aguardar o horário de início da prova. protetores auriculares ou quaisquer acessórios de cobertura para cabeça. O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova com antecedência de 60 (sessenta) minutos do horário fixado para o seu início. carteiras funcionais sem valor de identidade. serão adotados os seguintes procedimentos: 4. somente será permitido o ingresso de candidatos nas salas quando acompanhados do Coordenador Local.1 depois de autorizado o início da prova objetiva.2 o candidato não poderá retirar-se da sala de prova sem autorização e acompanhamento da fiscalização. carteira de trabalho. durante todo o período de permanência dos candidatos em sala. fabricada em material transparente e o original do documento de identidade oficial.3.

18. Ao final da prova. 10. Não será permitido ao candidato fumar na sala de prova. 14. no horário das 10h às 16h. Após o início da prova não será permitida a permanência de pessoas não autorizadas previamente no local de prova. 15. A candidata que não levar acompanhante não realizará a prova. Qualquer observação por parte dos candidatos. 20 . 2 (dois) candidatos. 12.1 a candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização da prova. local e horário préestabelecidos.1 os cadernos de questões da prova retidos. SOB PENA DE EXCLUSÃO DO CERTAME. O candidato que estiver impossibilitado de transcrever as respostas da prova. serão eliminados posteriormente. Somente após decorrida uma hora do início da prova. Prédio Anexo. Somente durante os 30 (trinta) minutos finais de prova será permitido ao candidato copiar seus assinalamentos do cartão-resposta. será lavrado um Termo de Ocorrência. 9. Nesse caso.Ala B. deste título. o candidato será acompanhado por 2 (dois) fiscais. será lavrado um termo no qual o candidato concordará com as marcações que tiverem sido efetuadas no seu cartão-resposta. deverá assinar o Termo de Desistência e. A inviolabilidade das provas será comprovada no momento do rompimento do lacre dos malotes. Nos locais de prova poderá haver revista pessoal por meio de utilização de detector de metais e rastreamento eletrônico. descumprindo o disposto nos itens 13 a 16 deste Título. caso se negue. O candidato que insistir em sair de sala. fora do dia. deverá solicitar o auxilio de um fiscal para fazê-lo à Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos situada na Rua Afonso Cavalcanti. testemunhado por 2 (dois) outros candidatos. 17. 11. ficando seus nomes e números de inscrição registrados pelos fiscais. Os três últimos candidatos deverão permanecer em sala. deverá levar um acompanhante. Não haverá prorrogação do tempo previsto para aplicação da prova. no prazo de até 48 horas antes da data da prova. devidamente assinado e retirar-se do recinto. conforme decisão da organizadora do concurso. Cidade Nova/RJ. 14. 10º andar . O SEU CARTÃO-RESPOSTA E O CADERNO DE QUESTÕES. 16. 11. 21. AO FISCAL DE SALA. informações referentes ao seu conteúdo e/ou aos critérios de avaliação e de classificação.8. 13.1 o candidato que descumprir o estabelecido no item 15. No dia de realização da prova não serão fornecidas. OBRIGATORIAMENTE. sendo liberados somente quando todos tiverem concluído a prova ou o tempo tenha se esgotado. mesmo que tenha desistido do concurso. por nenhum membro da equipe de aplicação desta e nem pelas autoridades presentes. AO TERMINAR A PROVA O CANDIDATO ENTREGARÁ. poderá ser eliminado do certame. sendo indispensável o registro dos seus nomes na ata de aplicação de prova. e nem compensação em decorrência de afastamento do candidato da sala de prova. Não haverá aplicação de Provas Objetiva e Oral. 19. a ser distribuído pelo fiscal de sala. será igualmente lavrada na ata. mediante termo formal e a presença de. 455. no mínimo. em formulário próprio. pelos fiscais e pelo Coordenador Local. o candidato poderá entregar o caderno de questões e o cartão-resposta. 15. 20. o qual ficará em dependência designada pela Comissão Organizadora e será responsável pela guarda da criança.

a qualquer tempo. bem como perturbar. nos prazos indicados. deixar de se apresentar. 1. ou seu procurador legal. utilizar processos ilícitos. que não os permitidos.6 for surpreendido dando e/ou recebendo auxílio para a execução da prova. de qualquer modo. descumprir quaisquer das instruções contidas no caderno de questões. cujo modelo estará disponível no site http://concursos.br. XI. através de meio eletrônico. escrita ou gestual. conforme estabelecido no presente Edital. notebook.13 1.10 1. DOS RECURSOS 1. no decorrer das provas.11 1. ao término do tempo destinado para a realização da prova. recusar-se a entregar o cartão-resposta e o caderno de questões. netbook. 1. calculadora.7 for surpreendido.gov. em qualquer etapa do concurso público. portando o cartão-resposta e/ou o caderno de questões.9 1.1 faltar. 1.rio. estatístico. rádio. não alcançar o mínimo de pontos exigidos para habilitação nas Provas Objetiva e Oral e for considerado Inapto ou Desistente no Curso de Formação Básica.8 1. Será excluído do concurso o candidato que: 1. para tanto. para cada questão. 1.17 XII . O não comparecimento.3 o candidato que insistir em sair de sala. com outro candidato. mesmo que constatado posteriormente.22. será considerado como desistência do candidato e resultará em sua eliminação do certame. descumprindo o disposto nos itens 13 e 14 do Título X. agenda eletrônica. não atender às determinações do presente regulamento e de seus atos complementares. Da Exclusão do Certame 1.rj. os procedimentos necessários para a posse. utilizando aparelhos eletrônicos.12 1. a ordem dos trabalhos. incorrendo em comportamento indevido.14 1. quando convocado em qualquer fase do concurso. bip. O candidato não poderá alegar desconhecimento do seu local de prova como justificativa de sua ausência.15 1. 1. utilizando-se. utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos ou ilegais para obter aprovação própria ou de terceiros.16 1. 1. por qualquer que seja o motivo. anotações ou similares ou for surpreendido em comunicação verbal. 21 . fizer anotação de informações relativas às suas respostas no comprovante de inscrição ou em qualquer outro meio. poderá interpor recurso. na correção e no critério de julgamento. ou não cumprir. receptor/transmissor.4 dispensar tratamento incorreto e/ou descortês a qualquer pessoa envolvida na aplicação das provas ou autoridade. de qualquer tipo de consulta a material impresso. quando ficar evidenciado erro na formulação da questão. durante a realização da prova. deixar de apresentar qualquer um dos documentos que comprovem o atendimento a todos os requisitos fixados neste Edital. palmtop. tais como: telefone celular. O próprio candidato. relógio digital com receptor ou qualquer outro meio de comunicação ativa ou passiva.5 utilizar-se. gravador. walkman. 1.2 ausentar-se da sala. visual ou grafológico. de formulário próprio. fizer declaração identificada como falsa ou inexata em qualquer documento. chegar ao local de prova após o fechamento dos portões ou comparecer para a realização da prova em local diferente do designado.

contados a partir do dia subsequente ao da publicação do resultado da prova objetiva no D. Do resultado constarão as notas.rio.2 até 02 (dois) dias úteis.2.Anexo. para solicitar revisão. Será indeferido.Cidade Nova. sendo soberana em suas decisões. recursos após às 16 horas. nome de autores etc. a todos os candidatos presentes. No recurso quanto à prova de títulos não será permitido entrega de documentos complementares. DAS PROVAS O resultado da Prova Objetiva será divulgado por Edital. em hipótese alguma. O resultado final do Concurso Público.rio. juntando. por cargo / especialidade. para solicitar recontagem de pontos. de todos os candidatos convocados. situada à Rua Afonso Cavalcanti. com a indicação precisa daquilo em que o candidato se julgar prejudicado e devidamente fundamentado. XIII. 4. publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro e disponibilizado no site http://concursos. Os recursos deverão ser interpostos no prazo de: 2. O recurso deverá ser entregue na Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos da Secretaria Municipal de Administração. XIV. sempre que possível. liminarmente. cópia dos comprovantes.6 até 02 (dois) dias úteis. as provas serão corrigidas de acordo com o gabarito definitivo. 10. O recurso quanto às questões da prova objetiva. contados a partir do dia subsequente ao da publicação do resultado final no D. contados a partir do dia subsequente ao da publicação do resultado da prova de títulos no D. 2.O.br 22 . 2.1 não serão aceitos. que só poderá ser feita pelo próprio candidato. Rio. das 10h às 16h. individual e único para cada questão. 2. indistintamente. bem como os recursos que apresentarem cópias de fundamentos de outros recursos. os pontos a ela correspondentes serão atribuídos. quanto às questões da prova objetiva. Se do exame dos recursos resultar anulação de questão. 7.5 até 02 (dois) dias úteis. 3. publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro e disponibilizado no site http://concursos. Se. por força de decisão favorável a impugnações. recursos ou revisões adicionais. 5. 455 . páginas de livros. 9. itens.O. 2. exclusivamente para retificação de eventual erro material. o pedido de recurso não fundamentado ou apresentado fora das condições exigidas e/ou dos prazos estabelecidos. Não serão aceitos recursos por fax. liminarmente. A Banca Examinadora constitui última instância para recurso e revisão. 8. via postal ou pela Internet. razão pela qual serão indeferidos. contados a partir do dia subsequente ao da publicação do gabarito no D.Rio. 10º andar / Ala B . deverá ser preenchido com letra de forma e assinado pelo candidato.O. por conteúdo.O. DO RESULTADO 1. impreterivelmente. houver modificação do gabarito divulgado antes dos recursos. não se admitindo recurso dessa modificação decorrente das mesmas.gov.1 até 02 (dois) dias úteis. 6. será divulgado por Edital.br. Rio.gov. 5. independentemente da formulação de recurso. DO RESULTADO FINAL 1. Rio.rj.rj. comprovando as alegações com a citação de artigos de legislação.

Do resultado final constarão. Médio e Superior.741. exceto Médico: maior nota no conteúdo Específico do cargo a que concorre maior nota no conteúdo de Língua Portuguesa maior nota no Conteúdo de SUS o mais idoso Para o cargo de Médico: ESPECIALIDADES MÉDICAS 1º maior nota no conteúdo Específico do cargo / Especialidade Médica a que concorre 2º maior nota no conteúdo de Língua Portuguesa 3º maior nota no Conteúdo de SUS 4º o mais idoso ESPECIALIDADES MÉDICAS COM ÁREA DE ATUAÇÃO 1º maior nota no conteúdo Específico do cargo / Especialidade Médica com Área de Atuação a que concorre. à ordem da Classificação Final dos candidatos aprovados e às disposições legais pertinentes. rigorosamente. XV. serão adotados.1. os seguintes critérios de desempate: • 1º 2º 2º 3º • Para os cargos de Nível Fundamental.111/94.2. os candidatos por ela amparados terão critério de desempate diferenciado. será considerada a idade que o candidato tiver no último dia de inscrição (20/06/2013). os candidatos habilitados na Prova Objetiva.1. 2.1 em observância à Lei 10. 2º maior nota no conteúdo de Língua Portuguesa 3º maior nota no Conteúdo de SUS 4º o mais idoso ESPECIALIDADES MÉDICAS COM ÁREA ESPECÍFICA 1º maior nota no conteúdo Específico do cargo / Especialidade Médica a que concorre 2º maior nota no conteúdo da Área Específica a que concorre 3º maior nota no conteúdo de Língua Portuguesa 4º maior nota no Conteúdo de SUS 5º o mais idoso 2. 2. em ordem decrescente de pontos. de 1º de outubro de 2003 que dispõe sobre o Estatuto do Idoso. 23 .1 na hipótese de igualdade de pontos.1. DO PROVIMENTO E ADMISSÃO NO CARGO 1.1.1. O provimento no cargo obedecerá. sucessivamente. apenas.2 para aplicação do critério de desempate estabelecido no item 2.º 2. considerando ainda o resultado dos beneficiários da Lei n.

com laudo. com laudo. deverá apresentar-se à Gerência de de Perícias Médicas. Raio X de coluna cervico-dorso-lombo-sacra AP e perfil. Hemograma completo com contagem de plaquetas. Glicemia. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Laudo Oftalmológico completo. de acordo com escala a ser divulgada à época própria. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática). fundoscopia . com laudo. tonometria. com laudo. com laudo. tonometria. Laudo Oftalmológico completo. Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. tonometria.2. Raio X de coluna cervico-dorso-lombo-sacra AP e perfil. quando convocado. Laudo Oftalmológico completo. com laudo. tonometria. Hemograma completo com contagem de plaquetas. Hemograma completo com contagem de plaquetas. com laudo. Laudo Oftalmológico completo. devendo. fundoscopia. 3. Laudo Oftalmológico completo. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Glicemia. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Laudo Oftalmológico completo. tonometria. para exame admissional. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. com laudo. Glicemia. Hemograma completo com contagem de plaquetas. Médico • • • • Enfermeiro • • • • • Técnico de Laboratório • • • • • • Tecnico em Enfermagem • • • • Técnico em Radiologia • • • Psicólogo • • • Farmacêutico • • 24 . com laudo. Glicemia. fundoscopia . No ato da posse. O candidato aprovado. Glicemia. com laudo. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Glicemia. Raio X de coluna cervico-dorso-lombo-sacra AP e perfil. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. fundoscopia . estar de posse dos seguintes exames: CARGO • • EXAMES Hemograma completo com contagem de plaquetas. fundoscopia . tonometria. neste momento. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. fundoscopia. Laudo Oftalmológico completo. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. conforme o constante no item 1 do Título I. tonometria. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. fundoscopia . Hemograma completo com contagem de plaquetas. o candidato deverá comprovar a qualificação essencial exigida para o ingresso no cargo.

Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista Federal. caso exista dependente por força de decisão judicial apresentar: Termo de Curatela e Termo de Guarda e Posse ( adoção). 6. 5. Carteira de Identidade. Certidão de Casamento (se casado) ou da Certidão de Nascimento (se solteiro). 7. original da Carteira de Trabalho. PIS ou PASEP. recentes e de frente. Por ocasião da posse. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. Estadual ou Municipal. comprovante de residência em seu nome. Raio X de coluna cervico-dorso-lombo-sacra AP e perfil. sob pena de anulação do ato de nomeação. serão exigidos dos candidatos os seguintes documentos: comprovante da qualificação exigida no presente Edital. bem como das informações prestadas. coloridas. tonometria. Certidão de Nascimento de filhos menores de 18 anos (homem) e 21 anos (mulher). inclusive o Código de Endereçamento Postal . com laudo. apenas. Somente será investido no cargo o candidato considerado APTO em inspeção de saúde de caráter eliminatório. Laudo Oftalmológico completo. biomicroscopia e Teste de Ishihara (avaliação da visão cromática) Eletrocardiograma para os candidatos com 35 anos ou mais. com laudo. excetuados os casos previstos em lei. com laudo. comprovante de conta bancária. CPF.CEP. Somente serão aceitos exames realizados em até 30 (trinta) dias imediatamente anteriores ao ato de apresentação. fundoscopia . se detentor de conta-corrente. onde conste seu endereço completo. declaração de não exercer cargo/emprego na Administração Pública Direta ou Indireta. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Os documentos citados no item 6 serão exigidos. 25 . se do sexo masculino. fundoscopia. inclusive Fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. O candidato deverá assinar declaração de veracidade dos documentos apresentados. não sendo aceitos protocolos. tonometria. comprovante de vacinação de filhos até cinco anos de idade. Glicemia Laudo Oftalmológico completo. Hemograma completo com contagem de plaquetas. Título de Eleitor e o último comprovante de votação. dos candidatos aprovados e convocados para posse. Fisioterapeuta • • • Auxiliar de Necropsia / Auxiliar de Imobilização em Ortopedia • • • 4.CARGO • • EXAMES Raio X de coluna cervico-dorso-lombo-sacra AP e perfil. com laudo. contendo descrição de Acuidade visual com e sem correção. Certificado de Reservista. duas fotos 3x4 (iguais). 8.

2. desde que verificadas falsidades de declarações ou irregularidades nas provas ou documentos. 5.D. Não será investido no cargo o candidato que. devendo o candidato habilitado acompanhar as publicações referentes à convocação para posse. 10º andar . 13. 11. avisos e resultados serão publicados. das 10h às 16h. 9. oriundas das informações neste Edital.Rio. O concurso será homologado pelo Secretário Municipal de Administração. podendo ser prorrogado por igual período. suscetível de aproveitamento durante o período de validade do concurso. de 2ª a 6ª feira. Todas as convocações. A aprovação no concurso assegurará apenas a expectativa de direito à nomeação. As dúvidas.Cidade Nova/RJ. As informações referentes à classificação e à nota do candidato não serão transmitidas por telefone. Anexo. contado a partir da data de publicação do despacho da homologação do certame.º 17930/99. sendo o ato respectivo publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro . farão parte do banco de concursados. sendo de responsabilidade da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil a convocação dos candidatos. em hipótese alguma. . de acordo com o interesse da Administração Pública Municipal. 11.O.O. 7. ficando a concretização desse ato condicionada à observância das disposições legais pertinentes. Os candidatos aprovados e classificados além do número de vagas constantes do quadro do Título I. c) correspondência recebida por terceiros. item 2. O candidato é responsável pela atualização de endereço. RIO. 12. A não atualização poderá gerar prejuízos ao candidato. prova ou convocação do candidato. de acordo com a disponibilidade orçamentária e dentro do prazo de validade do concurso. a critério da Administração Superior. na condição de ex-servidor. tenha nos últimos cinco anos sido demitido de cargo público municipal.D.Ala B . 6. observada a carga horária específica do cargo efetivo. sem nenhuma responsabilização para a Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos da Secretaria Municipal de Administração e nem para Secretaria Municipal de Saúde. poderão ser dirimidas na Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos.XIV. O prazo de validade do concurso será de 2 (dois) anos. exclusivamente. 8. 4. através do telefone 2976-1612 ou 2976-1103 26 1. conforme o disposto no Decreto Municipal n. A qualquer tempo poder-se-á anular a inscrição. junto à Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos.1 a Secretaria Municipal de Administração e a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil não se responsabilizam nos casos decorrentes de: a) endereço não atualizado. do exclusivo interesse e às necessidades do serviço. organizado e executado pela Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos da Secretaria Municipal de Administração. Rua Afonso Cavalcanti nº 455. tido sua aposentadoria cassada por danos ao serviço público ou tido contrato de trabalho com esta Municipalidade rescindido por justa causa. 3. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS O certame será regulado por este Edital. A jornada de trabalho será organizada para atender às necessidades do Município do Rio de Janeiro. A Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos não se responsabiliza pela comercialização de apostilas referentes ao concurso. no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro . b) correspondência devolvida pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos ECT por razões diversas de fornecimento e/ou endereço errado do candidato. 10.

Do processo de trabalho das Equipes da Saúde da Família III. Rio de Janeiro: Lexikon.2 Significado de vocábulos e expressões em função do contexto. 4. L. 9. José Carlos. Política Nacional de Atenção Básica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Princípios. Referência bibliográfica: BRASIL. 9.14. 6. Aurélio Buarque de Holanda. Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa (atualizada pelo Novo Acordo Ortográfico). Direção e articulação do SUS. 1. 5. 3. Flexão verbal. ed. 7. Das especificidades da Estratégia da Saúde da Família. 2008. 3. 1. Estratégias de implementação. FERREIRA. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa.Sistema Único de Saúde. 03 de junho de 2013 PAULO JOBIM FILHO Secretário Municipal de Administração ANEXO ÚNICO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL (AUXILIAR DE IMOBILIZAÇÃO EM ORTOPEDIA E AUXILIAR DE NECROPSIA) LÍNGUA PORTUGUESA 1. Celso e Lindley Cintra. CUNHA.1 Acentuação gráfica – segundo o atual acordo ortográfico. 27 . 4. 3. F.1 Uso coloquial e escrito. 2. Rio de Janeiro. Formação de palavras – significado e sentido de morfemas. 8.Relações de sentido entre orações e segmentos de texto. Política Nacional de Promoção da Saúde.2 Emprego de letras. 2. 6. Uso e função das diferentes classes gramaticais na construção de sentido do texto escrito. Denotação e conotação. Responsabilidades. 3. informal e formal. Do processo de trabalho das equipes de atenção básica. 2. 3. 2.1 Valor semântico das conjunções coordenativas. Quaisquer alterações nas regras fixadas neste edital somente poderão ser feitas por meio de outro edital. LEGISLAÇÃO DO SUS I. 15. Ed. 1. 4. 2009. São Paulo: Publifolha. Os casos omissos serão submetidos à apreciação do Secretário Municipal de Administração. Compreensão e interpretação de texto. 3.1Localização de informações explícitas no texto. 5. 5. 4. 6. Concordância nominal. Das responsabilidades. Participação e Controle social. 8. Identificação de conectores que conferem coesão e coerência ao texto. Nova Gramática do Português Contemporâneo. Referência bibliográfica: AZEREDO. Ortografia oficial. Diretrizes. 1. 6.1 Concordância verbal. Fundamentos. Regência nominal e verbal. 5. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. 2008. 5.ed. 2. Financiamento II. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Curitiba: Positivo. 2010. BECHARA. Ações específicas. 1 Definição. Adequação vocabular ao contexto de uso.2Emprego e valor semântico de tempos e modos verbais. Disponível em: Artigos 196 a 200. 2. Objetivos.

http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/legislacao/constituicao_196_200.html BRASIL. Lei 8080/90. Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília: MS, 1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lei8080.pdf BRASIL. Lei 8142/90. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e outras providências. Brasília: MS, 1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei8142.pdf
BRASIL. Decreto n° 7.508, de 28 de junho de 2011. Regulamen ta a Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. Brasília: MS, 201. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/D7508.htm BRASIL. Portaria nº 399/GM de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS e aprova as diretrizes operacionais do referido pacto. Brasília: MS, 2006. Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm
o

BRASIL. Emenda Constitucional nº 29, de 13 de setembro de 2000. Altera os arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para assegurar os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. Brasília: MS, 2000. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm o BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de Janeiro de 2012. Regulamenta o § 3 do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações e serviços públicos de saúde; estabelece os critérios de rateio dos recursos de transferências para a saúde e as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas 3 os (três) esferas de governo; revoga dispositivos das Leis n 8.080, de 19 de setembro de 1990, e 8.689, de 27 de julho de 1993; e dá outras providências. Brasília: MS, 2012. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp141.htm

BRASIL. Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Brasília: MS, 2011. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2488_21_10_2011.html BRASIL. Política Nacional de Promoção da Saúde/ MS, SAS. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: MS, 2006. 60 p. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume7.pdf
BRASIL. Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação Geral de Apoio à Gestão Descentralizada. MS,SE,DAD, CGAGD. Brasília: MS, 2006. 76p. Disponível em:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume1.pdf

ESPECÍFICO DOS CARGOS DE NÍVEL FUNDAMENTAL A QUE CONCORRE
01- AUXILIAR DE IMOBILIZAÇÃO EM ORTOPEDIA 1. Conhecimento teórico das técnicas de imobilização: atuação do técnico de imobilização na emergência ortopédica; bandagens e enfaixamentos; imobilizações provisórias; imobilizações definitivas. 2. Conhecimento básico de anatomia. 3. Conhecimento da estrutura hospitalar: organização funcional; hierarquia institucional; função do técnico de imobilização. 4. Noções de higiene hospitalar. Referência bibliográfica:
EGOL, Kenneth A.; KOVAL, Kenneth J.; ZUCKERMAN, Joseph D. Manual de fraturas- Quarta edição. Philadelphia: Lippincot Williams & Wilkins, 2010. 28

PEIXOTO, Carmen de Cássia Miguel. Manual do auxiliar de enfermagem. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 1996. THOMPSOM, Jon C. Netter Atlas de anatomia ortopédica. 2.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
CAMARGO, Flávio Pires de; FUSCO, Enéas Brasiliense; CARAZZATO, João Gilberto.Técnicas de imobilização. São Paulo: Publicações Científicas, 1977.

02- AUXILIAR DE NECRÓPSIA
1. As bases do exame do cadáver: conceito de anatomia, dissecação e necrópsia e sua importância no ensino da Medicina. Organização da sala de necrópsia, preparação e conservação de peças anatômicas para finalidades de ensino. Noções básicas sobre fenômenos cadavéricos abióticos (sinais de morte) e transformativos (autólise, putrefação, mumificação). Noções de identificação de corpos. 2.Técnicas utilizadas em anatomia, dissecação e necrópsia: funcionamento e estrutura da sala de necropsia. Paramentação, mesa cirúrgica, instrumental cirúrgico e fios cirúrgicos. Cuidados na guarda e identificação de material biológico retirado, peças anatômicas e ossos. Vestuário e equipamentos de proteção individual utilizados pelo técnico. 3.Técnicas em necrópsia: tempos da necrópsia. Técnicas de abertura das cavidades craniana, raquidiana, torácica e abdominal, em recém-nascidos, crianças e adultos. Técnica de retirada de encéfalo, medula espinhal, glândula hipófise, globos oculares, ouvido médio e interno e meninges, em recém-nascidos, crianças e adultos. Técnicas de retirada de órgãos do pescoço, tórax e abdome, individualmente e em blocos. Técnicas para retirada de ossos e medula óssea. Medidas externas e internas relevantes do cadáver em recém-natos, crianças e adultos. Medição e pesagem de órgãos. Noções de abertura e secção de vísceras e órgãos sólidos para estudos de anatomia e patologia. Técnicas de recomposição do corpo necropsiado. Nós e suturas cirúrgicas. 4.Procedimentos em necrópsias de risco: HIV, hepatite e outras doenças infectocontagiosas. 5.Noções de técnicas em dissecação anatômica: dissecação da face, cabeça e pescoço e seus órgãos internos. Dissecação do tronco e órgãos tóracoabdominais. Dissecação dos membros. Montagem de esqueletos. 6.Técnicas e métodos para conservação de tecidos: substâncias fixadoras (álcool etílico, aldeído fórmico e glutárico): preparo e cuidados. Técnica de fixação do cadáver inteiro. Embalsamamento. Fixação de órgãos, peças anatômicas e fragmentos de tecidos retirados na necrópsia. Conservação e guarda de peças anatômicas e esqueletos. 7.Noções de fisiologia e histologia humanas: células, tecidos, órgãos e sistemas do corpo humano: estrutura e funções. Reconhecimento macroscópico e localização dos órgãos e estruturas anatômicas principais. 8.Noções de anatomia humana básica: eixos, planos e regiões anatômicas. Pele e anexos cutâneos. Ossos e suas posições relativas. Articulações e seus tipos. Músculos: principais grupos e suas funções. Vasos sanguíneos principais e suas vias de acesso. Órgãos do pescoço, tórax, abdome e pelve. Sistema nervoso central: cérebro, cerebelo, tronco e medula. Sistema nervoso periférico: principais nervos e plexos nervosos. 9.Bases de saneamento e higiene: Biosegurança. Esterilização. Sanitização. Noções gerais sobre infecções no laboratório e no hospital. Formas de contaminação de profissionais de saúde. Noções sobre limpeza, desinfecção, antissepsia e assepsia. Material de limpeza, detergentes, degermantes e antissépticos. Manuseio e cuidados gerais com material contaminado, substâncias tóxicas e cáusticas. Limpeza e higiene do instrumental, recipientes, ambiente (sala, mesas, superfícies contaminadas, anatômico e necrotério) e do cadáver. Higiene pessoal do profissional. Riscos de acidentes no trabalho e sua prevenção. Destino do lixo biológico. 10.Aspectos éticos, legais e sociais da necrópsia: importância da necrópsia e suas modalidades. Organização e controle de qualidade em salas de necrópsias e arquivos de necrópsia. Responsabilidade do técnico de necrópsia em relação ao cadáver, sala de necrópsia e as peças a serem estudadas. Identificação dos sinais de morte. Conservação de cadáveres e peças isoladas. Referência bibliográfica: AYLIFFE, G.A.J.; LOWBURY, E.J.L.; GEDDES, A.M.; WILLIAMS, J.D. Controle de infecção hospitalar – Manual prático. 3. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 1998. BAKER, R. D. Técnicas de necrópsia. 1. ed. México: Ed. Interamericana, 1969. BECKER, P. F. L. Manual de patologia cirúrgica. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1977. CARMAGNANI, M.I.S. Segurança e controle de infecção. 1. ed. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso Editores, 2000. D'ANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia Humana Básica. 4. Ed. Editora Atheneu, 2002. FINKBEINER, W.E.; URSELL, P.C.; DAVIS, R.L. Autópsia em Patologia - Atlas e texto. 1. ed. São Paulo: Editora Roca, 2004. FRANÇA, G.V. Medicina Legal. 6. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2005. HÉRCULES, H. C. Medicina legal. 1. ed. São Paulo: Editora Ateneu, 2008. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, JOSÉ. Histologia Básica. 11. ed. RJ: Editora Guanabara Koogan, 2011. MARGARIDO, N. F.; DE TOLOSA, E. M. C. Técnica cirúrgica Prática. 1. ed. Ed. Atheneu, 2001. MICHALANY, J. Técnica Histológica em Anatomia Patológica. 3ª ed. São Paulo: Editora Michalany, 1998. MIZERES, N.; GARDNER, E. Métodos de dissecação. 4. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1978. MOLINARO, E.M.; CAPUTO, L. F. G.; AMENDOEIRA, M R. R. Conceitos e Métodos para a Formação de Profissionais em Laboratórios de Saúde. Vol. 2. 1. ed. Ed. ETSJ – Fiocruz, 2010. PRESTES JR. L. C. L.; ANCILLOTTI, R. Manual de Técnicas em Necrópsia Médico-legal. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora: Rúbio, 2009. 29

REY,L. Dicionário de termos técnicos de Medicina e Saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. SOBOTTA J. Atlas de Anatomia Humana. 2 vols. 23. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2013.

CARGOS DE NÍVEL MÉDIO A QUE CONCORRE
(TÉCNICO DE ENFERMAGEM, TÉCNICO EM RADIOLOGIA E TÉCNICO DE LABORATÓRIO -ANÁLISES CLÍNICAS / HEMOTERAPIA E HISTOTÉCNICO)

LÍNGUA PORTUGUESA
1.Compreensão e interpretação de texto. 1.1 Características e função do texto, considerando o gênero. 1.2 Localização de informações explícitas e implícitas. Significado de vocábulos e expressões no contexto. 2. Adequação vocabular ao contexto de uso. 2.1 Uso coloquial e escrito; informal e formal. 3. Ortografia oficial. 3.1 Acentuação gráfica – segundo o atual acordo ortográfico. 3.2 Emprego de letras. 4. Formação de palavras – significado e sentido de morfemas. 5. Uso e função das diferentes classes gramaticais na construção de sentido do texto escrito. 5.1 Artigo e substantivo. 5.2 Pronomes: emprego e colocação. 5.3 Advérbio e adjetivo. 5.4 Preposição. 6. Flexão verbal. 61Emprego e valor semântico de tempos e modos verbais. 6.2 Correlação entre tempos verbais. 6.3Concordância verbal. 7. Flexão e concordância nominal. 8. Regência nominal e verbal. 9. Ocorrência de crase. 10. Relações de sentido entre orações e segmentos de texto. Identificação de conectores que conferem coesão e coerência ao texto. 11. Emprego dos sinais de pontuação. 12. Denotação e conotação. Uso e valor das figuras de linguagem.

Referência bibliográfica:
AZEREDO, José Carlos. Gramática Houaiss da Língua Portuguesa. 2.ed. São Paulo: Publifolha, 2008. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa (atualizada pelo Novo Acordo Ortográfico). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. CUNHA, Celso e Lindley Cintra, L. F. Nova Gramática do Português Contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2008. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 5. ed. Curitiba: Positivo, 2010.

LEGISLAÇÃO DO SUS
I.Sistema Único de Saúde. 1 Definição. 2. Princípios. 3. Participação e Controle social. 4. Responsabilidades. 5. Direção e articulação do SUS. 6. Financiamento II. Política Nacional de Atenção Básica. 1. Fundamentos. 2. Das responsabilidades. 3. Do processo de trabalho das equipes de atenção básica. 4. Das especificidades da Estratégia da Saúde da Família. 5. Do processo de trabalho das Equipes da Saúde da Família III. Política Nacional de Promoção da Saúde. 1. Objetivos. 2. Diretrizes. 3. Estratégias de implementação. 4. Ações específicas.
Referência bibliográfica:

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/html/pt/legislacao/constituicao_196_200.html

Artigos 196 a 200.

BRASIL. Lei 8080/90. Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília: MS, 1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lei8080.pdf BRASIL. Lei 8142/90. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e outras providências. Brasília: MS, 1990. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Lei8142.pdf
30

BRASIL. Decreto n° 7.508, de 28 de junho de 2011. Regulamen ta a Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. Brasília: MS, 201. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/D7508.htm BRASIL. Portaria nº 399/GM de 22 de fevereiro de 2006. Divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS e aprova as diretrizes operacionais do referido pacto. Brasília: MS, 2006. Disponível em: http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2006/GM/GM-399.htm

o

BRASIL. Emenda Constitucional nº 29, de 13 de setembro de 2000. Altera os arts. 34, 35, 156, 160, 167 e 198 da Constituição Federal e acrescenta artigo ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para assegurar os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde. Brasília: MS, 2000. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/Emendas/Emc/emc29.htm o BRASIL. Lei Complementar n 141, de 13 de Janeiro de 2012. Regulamenta o § 3 do art. 198 da Constituição Federal para dispor sobre os valores mínimos a serem aplicados anualmente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios em ações e serviços públicos de saúde; estabelece os critérios de rateio dos recursos de transferências para a saúde e as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas 3 os (três) esferas de governo; revoga dispositivos das Leis n 8.080, de 19 de setembro de 1990, e 8.689, de 27 de julho de 1993; e dá outras providências. Brasília: MS, 2012. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp141.htm

BRASIL. Portaria nº 2.488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Brasília: MS, 2011. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2488_21_10_2011.html BRASIL. Política Nacional de Promoção da Saúde/ MS, SAS. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: MS, 2006. 60 p. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume7.pdf
BRASIL. Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Coordenação Geral de Apoio à Gestão Descentralizada. MS,SE,DAD, CGAGD. Brasília: MS, 2006. 76p. Disponível em:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pactovolume1.pdf

ESPECÍFICO DOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO A QUE CONCORRE

01- TÉCNICO DE ENFERMAGEM
1. Fundamentos de Enfermagem. Semiologia e Semiotécnica: atuação do técnico em enfermagem nos procedimentos de cuidado ao paciente/cliente nas diversas fases do ciclo vital; fundamentação teórica das práticas de enfermagem; registros na assistência de enfermagem. Cuidado de enfermagem ao paciente/cliente no atendimento às necessidades de segurança, conforto, higiene, alimentação, nutrição, sono, repouso, movimentação e eliminações fisiológicas. Preparo e administração de medicamentos e soluções. Medidas para prevenção e controle de infecções. Normas e condutas de biossegurança em enfermagem. 2.Ética e Legislação em Enfermagem. A ética aplicada à enfermagem. Código de ética profissional da enfermagem. Lei do Exercício Profissional da Enfermagem. 3.Enfermagem em Saúde Coletiva. Vigilância epidemiológica – determinantes do processo saúde-doença; indicadores de saúde; doenças imunopreveníveis. Atuação do técnico em enfermagem nos programas especiais de saúde pública – controle de doenças transmissíveis, não transmissíveis e sexualmente transmissíveis; Programa Nacional de Imunização. Ações de educação em saúde. 4.Enfermagem na Saúde da Criança. Assistência hospitalar e ambulatorial à saúde da criança nas diferentes fases da vida. Prevenção de agravos fisiológicos e sociais. Ações do técnico em enfermagem na assistência ao recém-nato normal, de alto risco e nas intervenções preventivas e terapêuticas. 5. Enfermagem na Saúde da Mulher. A saúde ginecológica – medidas de controle e prevenção do câncer de mama e cervicouterino; prevenção e controle de DST / Aids. Condutas de enfermagem na assistência ao pré-natal, parto, puerpério e planejamento familiar. 6.Enfermagem no Centro Cirúrgico. Atuação do técnico em enfermagem no pré-operatório, transoperatório e pósoperatório; durante os procedimentos cirúrgico-anestésicos; na organização e limpeza da sala cirúrgica. Identificação dos instrumentais básicos e suas finalidades. Materiais e equipamentos básicos das salas de cirurgia e recuperação pós-anestésica. 7.Centro de Material e Esterilização. Ações do técnico em enfermagem no processo de limpeza, seleção, acondicionamento, esterilização e distribuição de materiais; no fluxo do 31

Disponível em: www.cadernos do aluno: saúde da mulher da criança e do adolescente. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . Secretaria de Vigilância em Saúde.processamento do material esterilizado. et al. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. ed. Ministério da Saúde. N. Disponível em: www. Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS).gov. Goiânia: Editora AB. ed. Legislações e Resoluções. Brasília: MS. 2000. 2007. 2001. Brasília: Ministério da Saúde. São Paulo: Difusão Paulista.saude. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Brasília: Ministério da Saúde. saude. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde.br.A (Org. ed. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . Fundação Nacional de Saúde.www.gov. e ampl. 2006. Recomendação para o controle da Tuberculose no Brasil. ed.portalcofen. Caderno C. 2003. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde.portalcofen.gov.br BRASIL. Secretaria de Vigilância em Saúde. Ministério da Saúde.saude. BRASIL. Disponível em: http:/www. 2002. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Departamento de Atenção Básica. BRASIL. Manual de Normas de Vacinação. ed.br COFEN. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: www. 8. 2001. 2011.) Administração de Medicamentos: revisando uma prática de enfermagem. Ações do técnico em enfermagem na assistência aos pacientes com distúrbios do comportamento e dos diversos sistemas orgânicos nas fases agudas e crônicas. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 6.gov.br BRASIL. Ministério da Saúde. nº. BRASIL. 2.M.gov. Brasília: ANVISAMS.gov. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. 7. Ministério da Saúde. Disponível em: www. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. 2000.gov.www. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Disponível em: http://bvsms. BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. Controle dos cânceres de colo de uterino e de mama. COFEN. BRASIL. BRASIL.saude. saude. Ministério da Saúde. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . no manuseio de equipamentos de preparo e esterilização de materiais.gov.Enfermagem médico-cirúrgica. BRASIL. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde. Manual técnico para o controle da tuberculose: cadernos de atenção básica.br/bvs/publicacoes/abcad13. Ministério da Saúde. 2004. 2004.br BRASIL. Manual de Rede de Frio. Departamento de Gestão da Educação na Saúde.pdf BRASIL.gov. Ministério da Saúde. Código de ética dos profissionais de enfermagem. 2003. Plano de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus: Hipertensão arterial e diabetes Mellitus.saude. Disponível em: Portal da Saúde.br FIGUEIREDO. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde.br BRASIL. Disponível em: www. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. assistência cirúrgica / atendimento de emergência. 2001.L.saude.br. ed. 6. nos métodos de monitorização e acompanhamento do ciclo de esterilização. Cadernos da Atenção Básica. 8. Assistência pré-natal. 2000. 2003. 2003.saude. Brasília: Ministério da Saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Referência bibliográfica: BRASIL. 2010. Guia de Tratamento Clínico da Infecção pelo HIV em Crianças. 2003.br BRASIL. 32 . Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde. Ministério da Saúde.Cadernos do aluno: instrumentalizando a ação profissional 1 e 2.cadernos do aluno: saúde do adulto. rev. Ministério da Saúde. BRASIL. 2003. Recomendações para Profilaxia da Transmissão Vertical do HIV e Terapia Antirretroviral em Gestantes. 3. Disponível em: www.gov. Disponível em: www.anvisa. assistência clínica / ética profissional. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . Brasília: Ministério da Saúde. Brasília. 3. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Brasília/DF.cadernos do aluno: fundamentos de enfermagem. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. Doenças Infecciosas e Parasitárias: guia de bolso. Disponível em: www.cadernos do aluno: saúde coletiva. 1994. Curso básico de controle de infecção hospitalar: métodos de proteção anti-infecciosa. 2006. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. 1999. Profissionalização de auxiliares de enfermagem . BRASIL. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde.cadernos do aluno: saúde do adulto. Projeto de profissionalização dos trabalhadores da área da enfermagem. Secretaria de Vigilância em Saúde. BRASIL. BRASIL. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. 13. Doenças Infecciosas e Parasitárias: aspectos clínicos de vigilância epidemiológica e medidas de controle. nas situações de urgência e emergência clínicas e cirúrgicas. 2003. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Documentos Básicos. 2002. COFEN. I.saude. Brasília: Ministério da Saúde.br BRASIL. Programa Nacional de DST e Aids.br BRASIL.gov. Departamento de Gestão da Educação na Saúde.gov. Disponível em: Portal da Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Brasília: Ministério da Saúde. ed. Ministério da Saúde. Fundação Nacional da Saúde. LIMA. Processamento de artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação a Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde.

eletrólitos. 4. Manuais de Procedimentos operacionais padrão (POP). parâmetros de reconstrução. 3. Tomografia computadorizada do corpo em correlação com ressonância magnética. 6. Produção de raios X. Provas de falcização.Técnicas Gerais de Laboratório: manuseio e manutenção de agitadores. 5. 2008. Métodos de desinfecção e esterilização. Fatores radiográficos. Vantagens e desvantagens dos diversos tipos de écrans.O. Acessórios. lipídios. Desinfecção e esterilização da área de trabalho e materiais utilizados. Portaria MS/SVS nº 453 de 01/06/1998. Hematoscopia.Tomografia computadorizada: definição geral.Anatomia humana. função renal e função cardíaca. banhomaria. Tipos de anticoagulantes utilizados. formação de imagens. armazenamento de imagens. Rio de Janeiro: Ed. Elsevier. leitoras de microplacas. face. transporte e descarte. Confecção e coloração do esfregaço sanguíneo. tipos de filmes e écrans. cortes. Controle da Qualidade: interno e externo. coluna vertebral. ed. Conceito de pH e tampão. 4. bancadas e pisos. 5. calibradores e controles. sangue. BRASIL. publicada no D. Componentes do tubo. Filmes. Rio de Janeiro: Editora Revinter. de 02/06/1998. janelas. imunoblot e imunofluorescência. Coleta de curva glicêmica. pipetas automáticas e vórtex. pixel. 2005. Função dos principais componentes de um aparelho de raios X. voxel. 5. ed. Joseph K. Conservação e transporte de amostras. Noções de gasometria. Utilização correta do material radiológico.Hematologia/ Hemostasia: hemograma completo e seus parâmetros atuais.Bioquímica: realização.TÉCNICO DE LABORATÓRIO – (ANÁLISES CLÍNICAS) 1. dosimetria. Manutenção do serviço de radiologia. função hepática.T. Técnicas Radiográficas. escarro e secreções. Senac Nacional. 7.diariodasleis. Guanabara Koogan. técnica de aquisição de imagens. 3. padrões. sequências de pulsos. programas de cortes. técnica de alta resolução. autoclave. tamanhos focais. Reticulócitos (preparo e coloração). Referência bibliográfica: BIASOLI Jr. proteínas.Conceito de radioatividade. Proteção radiológica.Atlas de Anatomia Humana. Coleta de materiais diversos para exames microbiológicos. Limpeza e desinfecção de vidrarias. Tomografia Computadorizada . Meios de contraste. TTPA e fibrinogênio. Técnicas de preparo de amostras. complemento e resposta imune).TÉCNICO EM RADIOLOGIA 1. artefatos. campo. aglutinação. Processamento do filme manual e automático. preparo e acondicionamento de amostras: técnicas de coleta para fezes. testes imunoenzimáticos. 2011.Imunologia: Noções básicas de imunologia (noções sobre anticorpos. Índices hematimétricos e cálculos. fator zoom. Transporte adequado de amostras e materiais infecciosos. câmara de Neubauer. Frank H. 1. membros inferiores e superiores. 6. antígenos. parâmetros. 2. 33 .Microbiologia: Confecção e coloração de esfregaço bacteriológico (Gram e BAAR). centrífuga. espectrofotômetro. fluxo. HOFER.ROCHA. ed. tipos de filmes.Coleta. interpretação e valores de referência de exames bioquímicos: carboidratos. Importância dos documentos e registros nos laboratórios clínicos. Enfermagem em Saúde Mental. M. Princípio de provas imunológicas.php?numlink=1-92-29-1998-06-01-453 . LEE. Matthias. 2. urina. matriz. microscópio óptico. 2006.Rotina de exames contrastados.Disponível em: http://www. geladeiras.Manual Prático de Ensino.br/busca/exibelink. floculação. câmara multiformato. técnicas de exame. 4.Ressonância magnética: princípios básicos. Netter . 03.Biossegurança e Boas Práticas de Laboratório: EPI (Equipamento de Proteção Individual) e EPC (Equipamento de Proteção Coletiva). estufas. detectores. contrastes de imagens. Tubo de raios X. Rio de Janeiro: Ed. R. abdome. Unidades utilizadas em laboratório de Análises Clínicas. Antônio Mendes. Acesso em 24 de abril de 2013. Hemostasia: TAP. ponderações. volume parcial. artefatos. Bioquímica do líquor e dos líquidos biológicos. lavadoras de microplacas. tórax.Mamografia: definição geral.U. NETTER. Meios antidifusores. Rio de Janeiro: Ed. Rotina de exame radiológico das regiões: crânio. 2. Noções básicas de automação em laboratório. instrumentos e equipamentos. Écrans. meio de contraste. 02. Realização e interpretação de testes sorológicos: reações de precipitação. Preparo de soluções e diluições.com. Resíduos: manuseio. Meios de proteção radiológica. filtros. filtros. pelve e bacia. Tipos de contraste. técnica de TC em alta resolução. Prevenção de acidentes de laboratório. 2005. Rio de Janeiro: Editora Rúbio. ed. Preparo utilização e aplicação dos principais corantes.

BURTIS. E.TÉCNICO DE LABORATÓRIO – (HEMOTERAPIA) 1.Preparo de soluções e reagentes. urina e materiais diversos. 2001 ALMEIDA. Rio de Janeiro: Interciência. Fundamentos da imuno-hematologia eritrocitária. OPLUSTIL. 14. Carlos S. 18. ed. exame químico através de fita reagente e sedimentoscopia. Hemoterapia. 3.Gerenciamento de resíduos biológicos e químicos. 8. conservação de hemácias em congelador.edição. 6. ASHWOOD. PURCHIO. titulação de antissoros e avidez de anticorpos. Editora Qualitymark. Referência bibliográfica: BAIN. Aspectos fisiológicos do sangue e da medula óssea. 2002. 5. dosagens bioquímicas.O sistema Rh.Coleta. São Paulo: Difusão. São Paulo: Atheneu. Décio Teixeira e GONÇALVES.TÉCNICO DE LABORATÓRIO – (HISTOTÉCNICO) 1. J. 2007. T. Laboratório Clínico – Aplicações Clínicas dos Dados Laboratoriais. 04. O teste da antiglobulina humana (Coombs). GIRELLO. 1996. isolamento e repicagem bacteriana. BORDIN et al. 9.Características morfotintoriais dos principais grupos de bactérias. Hemoculturas: coleta e procedimento.Microtomia. Carmen P et Al. 6. Fundamentos e Prática.B. 21. Brasília:MS. Níveis de construção física e classificação dos microrganismos por classe de risco.L. ed. Maria de Fátima Costa. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica.Fixação de tecidos.O sistema ABO. Ademar. MOURA. Rio de Janeiro: Atheneu. 10. Therezinha Verrastro de. 05. CTLE-O4. 2010. 15. BRASIL.Infraestrutura dos laboratórios e cuidados no armazenamento e rotulagem de produtos químicos. 2009. A. 9. 3. sangue. 8. Os sistemas sanguíneos eritrocitários. Ciclo biológico das principais parasitoses de interesse médico. Absorção e eluição. Marco Fábio. 2. a secreção de substâncias ABH e o sistema Lewis. RJ: Editora Guanabara Koogan. Referência bibliográfica: BEIGUELMAN. Roberto Reder. Teste de sensibilidade aos antimicrobianos.. 2005. 10.Anemia hemolítica autoimune. 2003. 10. 12. 11.Urinálise: Características gerais. 1997.Métodos de desinfecção e esterilização.Imuno-histoquímica.A .Células sanguíneas . citologia. ed. 2. São Paulo: SENAC.I. 2004.Processamento de tecidos. 9. Biologia Estrutural dos Tecidos . 16. HENRY. utilização e preparo. Barreiras de contenção: EPIs e EPCs. Boas práticas de laboratório.Resolução RDC nº 153.Meios de montagem. Técnicas de Laboratório. 5. B. 11. Barbara J. 3. métodos de concentração e preparações perianais.Segurança no laboratório. Soluções de conservação e transporte de fezes: composição. testes e processamento do sangue. 6.Fundamentos de Química Clínica.Doença hemolítica perinatal. Editora Atheneu. 2. Pesquisa e identificação de anticorpos irregulares.Líquidos corporais: características gerais.Reações transfusionais. 2010. Identificação de bactérias de interesse médico. WADA. 7. O complemento. Cortes por congelação.Colorações: hematoxilina e eosina. C. Referência bibliográfica: JUNQUEIRA. MASTROENI. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).Aspectos organizacionais do Serviço de Anatomia Patológica. 3. ed. e KÜHN. 4. Luiz C.Histologia. Semeadura de fezes. de 14 de junho de 2004. Ribeirão Preto: FUNPEC.Regras básicas de uso de Classificação Internacional de Doenças para Oncologia. Biossegurança. 7.Controle de Qualidade e Acreditação no Laboratório de Anatomia Patológica. SP: Artes Médicas. Papanicolaou e especiais. SILVA. 2012. ed. RAVEL. 8. 12. 13. B.Inclusão. Caracteres morfológicos dos protozoários e helmintos.um guia prático. RJ: Editora Guanabara Koogan.RDC 153 – ANVISA 2004. 4. Segurança e saúde no trabalho em laboratórios.Segregação de resíduos. 17. Glossário de boas práticas de laboratórios clínicos. Boas práticas de laboratórios clínicos e listas de verificação para avaliação. 2005. 13. ALMEIDA.R. 1997. SP: Editora Manole.B. 3. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 4. Bases imuno-hematológicas – anticorpos naturais e anticorpos imunes. U.1997..Infecções transmitidas por transfusão. Biossegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. Editora Sarvier. Diagnósticos Clínicos & Tratamento por Métodos Laboratoriais. A determinação dos grupos sanguíneos.Outros sistemas de grupos sanguíneos de importância transfusional. ed. 34 .Parasitologia: método direto. Roberto de Almeida. R. TIETZ.

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hipospádias. de. linfangiomas. tumores não malignos do fígado. Cabeça e pescoço: anatomia básica. tumores de origem de células pigmentadas. síndrome de Prune-Belly. Sequelas das quiloplastias e palatoplastias.. tumores de origem fibrohistiocística. Deformidades congênitas e adquiridas da orelha. ROWE. doença de Hodgkin. Fissuras labiais – queiloplastias. persistência de úraco. Cirurgia plástica geral: anatomia e fisiopatologia normais da pele. técnicas para corrigir deficiências da bexiga. 7. Edinaldo G . indicações de esplenectomia. malformações linfáticas de vários órgãos e linfedema. cistos linfáticos retroperitoniais e mesentéricos. tumores femininizantes das suprarrenais. Ritidoplastia frontal. Blefaroplastias. tecidos moles e vasos sanguíneos: tumores de origem fibroblástica e miofibroblástica. genitália ambígua no recém-nato e anomalias do trato genital feminino. duplicação uretral feminina.vesícula biliar e infecções hepáticas.. Reconstrução parcial e total do nariz. CORAN. Ectrópio. Trauma do baço.2. Queimado – fase crônica. ectopia renal. Deformidades congênitas das pálpebras. da. Reconstrução imediata e tardia da mama. Nariz negroide. Queimado – fase aguda. 08. fusão ectópica cruzada. Arnold G. 6. abscesso renal. Queimaduras da mão. MIRANDA.. Ritidoplastia facial. adenomas pancreáticos. Reconstrução das diferentes regiões da cabeça e pescoço. tumores de origem vascular. Jay L. tumores císticos e do estroma suprarrenal e insuficiência suprarrenal. Noções gerais de tumores da mama. doenças de Gausher. Aparelho urogenital: hipospadias. TIBÚRCIO. táticas cirúrgicas e sequelas. Referência bibliográfica: O`NELL Jr. Propedêutica da mão. hiperaldosteronismo. Microcirurgia na reconstrução da mão. tumores do baço.1. Transplantes de tecidos. Tumores cutâneos (benignos e malignos). distúrbios linfáticos. Marc I. displasia renal. implantes. GROSFELD. 3.Queimaduras: Conceitos e classificações. Tratamento das sequelas de traumatismos de mão.síndromes oclusivas. Tratamento local – técnicas. Fissuras faciais. Região nasal: anatomia do nariz. Editora Esparta. Reconstrução de orelha. divertículo uretral anterior. hemangiomas e malformações. transposição penoescrotal e escroto ectópico. anomalias da função pieloureteral. José. litíase urinária e trombose da veia renal. ed. Queimaduras de face. Lesões neurotendinosas do membro superior. Reconstrução do aparelho genital feminino. Peeling químico. Princípios gerais do tratamento da mão. 1. Fratura nasal. Dermabrasão e ritidoplastia facial. Pele. duplicação uretral masculina. Contratura de Dupuytren e Volkmann. hipertensão renovascular. Região mamária: ginecomastia. Mosby. 2. Região orbital: anatomia da órbita contendo cavitário. CARNEVALE. pós-esplenectomia . musculocutâneos e fasciocutâneos. cistos e pseudocistos do pâncreas. Traumatismo de partes moles. rim em ferradura. Rinosseptolastias e laterorrinias. Cicatrização das feridas – Queloides e cicatrizes hipertróficas. bexiga neuropática. Pediatric Surgery. Reconstrução de membro superior.Eric W. 4. 2013.. A microcirurgia na reconstrução da cabeça e pescoço.sepses. obstrução do colo vesical. mega ureter. tumores virilizantes das suprarrenais. Úlceras de pressão e úlceras neurovasculares. consequências e complicações. Ritidoplastia cervical. Conduta nos esmagamentos de membro inferior. agenesia de pênis. Deformidades da glândula mamária. epispadias e extrofia de bexiga. distúrbios arteriais . Reconstrução parcial e total das pálpebras. válvula de uretra anterior. 2. Paralisia facial. Moacyr.CIRURGIA PLÁSTICA 1. refluxo vesicoureteral. 6. Tronco e membro inferiores: anatomia cirúrgica do tronco e do membro inferior. Fissura platina – palatoplastia. megalouretra. rim policístico. rim disgenético. extrofia da bexiga. pancreatites. 5. técnica de esplenectomia. tumores de origem miogênica. Face e pescoço: anatomia aplicada à ritidoplastia. Fraturas da maxila e mandíbula. Fraturas do zigomático e orbitais. Embriologia das malformações congênitas. FONKALSRUD . abscessos do baço. Microcirurgia – Princípios gerais.1. divertículo uretral em meninas. estenoses uretrais em meninas. estenose de meato uretral. Procedimentos ancilares.. hiperinsulinismo. tumores de origem lipomatosa. válvula de uretra posterior. Ritidoplastia secundária 46 . 7. duplicação peniana. O nariz do paciente fissurado. 2. ascite quilosa. 6. 2012. entrópio e lagoftalmo. Retalhos musculares. pólipos uretrais. Queimaduras por diferentes agentes. amastia e polimastia. feocromocitoma. distúrbios venosos na infância. Antonio E. Membro superior e mão: anatomia funcional e cirúrgica da mão. Duplicação ureteral e ureteroceles. Tratado de Urologia Pediátrica. tumores de origem neurogênica. Fisiopatologia – resposta metabólica do queimado. rim multicístico. Reconstrução de membros inferiores. lesões corticais das suprarrenais. Cirurgia do intersexo. rim glomerulocístico. 1.1. James A. cistos do baço. SILVEIRA. 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Aspectos éticos. Teratologia. Procedimentos para interromper a gravidez. A mortalidade materna e a perinatal.inca. Williams Obstetrics. Patologias benignas do colo uterino. 19. BRASIL. Aconselhamento genético pré-natal.. Doença inflamatória pélvica aguda. SPEROFF. 8. FERRIOLI. HALVORSON. Lesões benignas e malignas das mamas. 2010. 11. Complicações clínicas na gravidez: anemias. Drogas e medicamentos. 29. Prolapsos genitais. Anatomia e fisiologia do Sistema Genital.J. 2008. Câncer genital. ed.. 39. Sixth Edition. K. 26. 7. Adaptações do organismo materno à gravidez..B. Lesões precursoras do câncer genital e mamário.L. Hiperêmese gravídica. Lippincott Williams & Wilkins. Placenta prévia. Dismenorreia e tensão pré-menstrual. 25.GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Ginecologia 1. 28. diabetes. pneumopatias. 47. Apresentação pélvica e apresentação córmica. Te Linde's Operative Gynecology. Corrimento genital: etiopatogenia. Rotura uterina.who. A assistência pré-natal. ed. Doença hemolítica perinatal.. Desproporção céfalo-pélvica. Ginecologia infanto-puberal. ROCK. Medicina fetal.cesárea.. ed. Medical eligibility criteria for contraceptive use. Apresentações cefálicas anômalas. LIMA. Hemorragia uterina disfuncional. 2. 21. CUNNINGHAM. 40. 33.. 23. O trajeto (bacia) . 2012. Trocas maternoovulares.F. M. Disponível em: http://www1.. Feto: Anexos do embrião e do feto. Uso de drogas (medicamentos) na gravidez. Fórcipe.B. Steven L.. Desenvolvimento embrionário.br/inca/Arquivos/Diretrizes_rastreamento_cancer_colo_utero. J. Brasília: Ministério da Saúde.aids. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. Câncer do colo uterino e do endométrio. ASTHANA. N. 2012. HOFFMAN. LEVENO. Obstetrícia médico-legal e forense. 2009. Amniorrexe prematura.J. Prenhez gemelar.G. A lactação. doença hipertensiva vascular crônica. 4. 5. Anamnese. Tumores malignos e benignos dos ovários. 1. A placenta e as membranas. 18.. exame ginecológico e exames complementares em Ginecologia e Mastologia. Marc A. Secundamento patológico. SCHAFFER. Clinical Gynecologic Endocrinology and Infertility. Kenneth J. Discinesias uterinas. 34. Versão e extração podal. A contratilidade uterina. ed.K.L.HALTER. ed.pdf ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE . 18. Avaliação intraparto.M. Amenorreia. Malformações genitais. 8. MORIGUTI. Doença dos ovários policísticos. Desafios do Diagnóstico Diferencial em Geriatria. Disponível no link http://whqlibdoc. John A. Disponível m : www. 36. Estados Unidos: McGraw-Hill. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. eclampsia e hipertensão gestacional. Endometriose: diagnóstico e tratamento. Distúrbios da hemocoagulação. Anatomia. O puerpério. Doenças sexualmente transmissíveis.D.K. Abortamento. Toxemia gravídica: préeclâmpsia. Patologia da lactação.Geriatric Medicine and Gerontology. 2. Lippincott Williams & Wilkins. Howard W.gov. BLOOM. Infecção puerperal.int/publications/2010/9789241563888_eng. Estudo do climatério. Gravidez prolongada. 41. Diagnóstico da gravidez. 10. Descolamento prematuro da placenta. 44. A versão e a extração podal. Doenças da vulva. Gestação de alto risco. Microcesárea. síndrome tromboembólica.E. 4.. 35. 30. E. 23. Hidrocefalia. HIGH. 16. doenças sexualmente transmissíveis. F. Infertilidade.I. Defeitos do tubo neural. 42. diagnóstico e tratamento. 43. Videolaparoscopia e videohisteroscopia. 37. OUSLANDER. BRASIL. 15. doenças neurológicas e psiquiátricas. 49. 22.. Sofrimento fetal agudo. McGraw-Hill. Crescimento e desenvolvimento fetais. Propedêutica da gravidez. 2010. 2011. Embriotomia.O. Hazzard’s . 2011.. dermatopatias. 27. endocrinopatias.gov. 31. A operação cesariana. 9. BRADSHAW.Estática fetal. doenças gastrointestinais. Neoplasias trofoblásticas gestacionais. São Paulo: Editora Atheneu. 32. 13.C. Referência bibliográfica: FRITZ. Williams Gynecology.pdf Obstetrícia 1. ed. SCHORGE. As indicações da cirurgia no ciclo gestativo. Rio de Janeiro: MSINCA. Polidramnia – Oligodramnia.. Leon.L. 45. J. Laceração do trajeto. 12. Incontinência urinária de esforço.br) 52 . 50. S. 46. Histerectomia . 17. 38. 5. 14. Os hormônios placentáros. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero / Instituto Nacional de Câncer. P.C. TINETTI. Conduta no parto normal e no delivramento. Idade da gestação e data provável do parto. Distocias do cordão umbical. Miomatose uterina.Distocias do trajeto. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes. Esterilização cirúrgica.G. O mecanismo do parto. Doenças infecciosas. 6. 48. 3. O parto: estudo clínico e assistência.Gary. Métodos contraceptivos. Mcgraw-Hill Companies. doenças cardiovasculares. doenças neoplásicas. 20. fisiologia e embriologia do aparelho genital e da mama. 24. J. 10. Referência bibliográfica: CUNNINGHAM. Prenhez ectópica. Prematuridade. JONES III..OMS. nefropatia. 2009.

Argentum nitricum. Bovista lycoperdon. Relação médico / paciente na clínica homeopática: peculiaridades e efeitos. de acordo com as doenças crônicas. classificação segundo Hahnemann e Kent. 7. Agnus castus. doses únicas ou repetidas. Glonoinum. ed. Individual. Doente – doença: histórico do conceito de doença. China officinalis. Hamamelis virginica.gov. 47. Capsicum annuum. 5. de Hipócrates até Hahnemann. Ipecacuanha. A descoberta do seu poder farmacodinâmico dentro da Lei da Similitude. 33. 6. Preparação homeopática. Miasmático. Segunda prescrição: Conceito.A ficha clínica: como precisar e particularizar o registro. Matéria Médica Homeopática: 1. Apis mellifica. 2. 52. Critérios de avaliação evolutiva nas enfermidades agudas. 55. Gênio epidêmico: conceito.Fundamentação: conceito: Individualização do doente e do medicamento à totalidade dos sintomas. Gestação de alto risco: manual técnico. Calcarea phosphorica. Brasília. 41. Sintomas-guia e sintomas auxiliares. Actaea racemosa. Ideal de cura. 8. etc.Medicamentos a serem estudados: 1. 44. Cura no plano dinâmico. Avaliação clínica: Exame físico. Arnica montana. Toxicologia. Possibilidades e limitações da homeopatia.Histórico: Hahnemann. 40. Disponível em: http://bvsms. 45. Isopatia.Primeira prescrição: Conceito. 2013. Iris versicolor. 35. 34.Clínica e Terapêutica Homeopáticas: 1. 53 . Arsenicum album. Mecanismos defensivos e curativos do organismo. Conium maculatum.vida e obra. Alumina. Antídoto – Complementar. Syphilis. normas. Cocculus indicus. III . 25. 49. 9. Calcarea carbonica.Similitude: O princípio da similitude na história da medicina ocidental. 28. Doença aguda: Doença aguda: conceito. Técnicas de repertorização.Experimentação no homem são: A experimentação no homem são do ponto de vista de Hahnemann. toxicológicos e clínicos. 53. Homeopatia e Fitoterapia. Kali bichromicum. Constitucional. 36. Agaricus muscarius. Terapêutico ou Medicamentoso. Ferrum phosphoricum. 20. A experimentação patogenética: técnicas. caracterização.REZENDE.Casos clínicos: cumprir com os objetivos acima mencionados. 11. 6. A prescrição para o doente dando preferência hierárquica aos sintomas psóricos. O pensamento dos seguidores de Hahnemann sobre as doenças crônicas. Características. Compreensão das leis de cura. Obstáculos à cura: identificação e manejo. 5. J. 51. Métodos de estudo da matéria médica. Elementos que fundamentam a prescrição. 14. Correlação matéria médica pura/repertório. Visão hahnemaniana sobre o homem. Jorge. Aurum metallicum. Ministério da Saúde. Alternismo. Biopatográfico. 24. Dioscorea villosa. Obstetrícia. patognomônicos. Kreosotum. 4.HOMEOPATIA I. Classificação: comuns. 6. Cancerinismo. Alopatia. O trabalho de Hahnemann fundamentando e metodizando a Lei da Similitude para a atuação clínica. 38. Belladonna. Ammonium muriaticum. Antimonium crudum. Sintomas patogenéticos. Comparação com a matéria médica e escolha do medicamento. Evolução do conceito. Carlos Antonio B. Efeito primário x secundário. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Efeitos primário. mostrando a unidade do ser e a relação do todo com as suas partes. 2. Chamomilla. Doença artificial ou medicamentosa: conceitos. validade. 15. 4. Estrutura e manejo dos repertórios.Bryonia alba.Cura: Conceito e significado. Aconitum napellus. 3. 16. abordando os conceitos de saúde. 48.. Parâmetros nos quadros agudos e crônicos. 5. Ammonium carbonicum. Kali phosphoricum. 3.Compreensão do caso: Hierarquização dos sintomas. 18. exames complementares.Doses mínimas: conceito.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco. 3.Diagnósticos em Clínica Homeopática: Clínico convencional ou patognomônico.Prognóstico clinicodinâmico e segunda prescrição: agravação homeopática. pesquisa. A experimentação no homem são. O quadro agudo como expressão do miasma crônico. 13. 4. MONTENEGRO. 22. 10.Matéria Médica Homeopática: fontes de matéria médica. Similar e Simillimum. REZENDE FILHO. Complexismo. raros. caracterização. 37. Interrogatório homeopático. 12. Hepar sulphuris calcareum. BRASIL. 31. Matéria médica comparada. Sycose. Categorias de sensibilidade: suscetibilidade. Níveis de cura. peculiares. 50. A prescrição para o doente antes da concepção miasmática de Hahnemann. Gelsemium sempervirens. Anacardium orientale. 30. 42. Pluralismo. 39. Cantharis vesicatoria. gerais e particulares. 12. Cuprum metallicum. 4. Medicamentos de acordo com suas origens e história. Tautopatia. Hydrastis canadensis. Chelidonium majus. 23. intoxicação.Correntes terapêuticas: Unicismo. Drosera rotundifolia. Modalidade: definição de tipos. Relato espontâneo do paciente. doença e cura. Critérios de avaliação evolutiva nas enfermidades crônicas. Helleborus niger. Dulcamara. Sintomas novos. idiossincrasia. Sintomas: Conceito. Casualidade: Noxas – Biopatografia. 54. A importância da dinamização das diluições. 10. 2. Patogenesia provocada na clínica (experimentação acidental). Avaliação das leis de cura.Doença crônica: Evolução do conceito de doença em Hahnemann: Syphilis-Sycose-Psora. 6. 7. Autoexperimentação: conceitos. Lac defloratum. 5. Carcinosinum. 2. Kali carbonicum.Prescrição homeopática: Definição. Camphora. Echinacea angustifolia. II – Semiologia Homeopática: 1. Lac caninum. 17. 26. 43. 32. secundário e alternante das drogas. Enantiopatia. 2010. 21.pdf 19. 2. A utilização dos repertórios como auxílio ao ato semiológico. Vitalismo de acordo com Hahnemann: Histórico e Evolução do pensamento vitalista. Baptisia tinctoria. Obstáculos à cura. hipersensibilidade. 8. Retorno dos sintomas antigos. doente. Baryta carbonica. Aethusa cynapium. Drenagem. Antimonium tartaricum. Composição. 46. Forma de registro .saude. 9. Efeito placebo. 19. Euphrasia. IV. O medicamento.Filosofia Homeopática: 1. 29. Sintomas mentais. Influência sobre o conceito de diátese: Psora. O experimentador são. ed.Anamnese homeopática: Peculiaridades: Observador livre de preconceitos. A prescrição pela similitude com a doença miasmática. Supressão. Tuberculinismo. Remédio único: Individualização do doente e do medicamento. Repertório homeopático: diferentes correntes repertoriais. Organoterápicos. Quadros agudos e crônicos. subjetivos. 27. a dinamização. objetivos. Metástase mórbida. 3. Caulophyllum thalictroides. Lachesis muta.

VANNIER.Paulo: Robe editorial.56. 1996. 2010. brasileira. semiologia. SP: Typus. RIBEIRO FILHO. Medorrhinum. Zincum metallicum. Ranunculus bulbosus. H. LATHOUD. 65. 81. Trad. Concepção Vitalista de Samuel Hahnemann. B. NASH.H. Pyrogenium. VIJNOVSKY. JAHR. 1987.Métodos e escalas de preparação. 75.. por B. G. São Paulo: G. New Delhi: World Homeop Links 6. 1982. 85. Matéria Médica Homeopática com Índice Terapêutico. sem esquecer que se imbricam com as obras de Matéria Médica e Farmácia) HAHNEMANN. sem esquecer que nas obras indicadas para as demais disciplinas também estão itens referentes à Matéria Médica) ALLEN. 1981. J.H Benoit Mure. Anna Kossak-Romanach. Organon da Arte de Curar. Paulo: Robe. BOERICKE. TYLER. PUSTIGLIONE. 2. CHARETTE. 63. Benoit Mure. PASCHERO. Fraenkel.Paulo: Andrei. S. Aires: El Ateneo. H.E. Paulo: Ed. New Delhi: B. 2001.).Z. 87. 2001. L. Magnesia carbonica. Guiding Symptoms. S. Filosofia Homeopática. Timothy F. 1995. Homeopatia em 1000 Conceitos. 1976. Bras. 1991. Mercurius corrosivus. RIBEIRO FILHO. Sulphur. T. Sanguinaria canadensis. Tradução para o Português da 6ª Edição Alemã. Homeopatia e Vitalismo. Spigelia anthelmintica. 1983.Jain. 1979. KENT. 68. Sambucus. Sepia succus. Heloisa H. Cultura Médica. 59. S. Rio de Janeiro: Ed. 90. Nux vomica. New Delhi: B. Natrum muriaticum. Plumbum metallicum. SP: Editora Organon. HAHNEMANN. II . Estudos de Matéria Médica Homeopática. B. Mercurius solubilis. 79. Dra. Aires: Editorial Albatros. 60. 1979. 64. Fundamentos da Homeopatia: Princípios da Prática Homeopática. J. 1996.E. KENT. S. Aires: Ed. 74. DIAS. de Janeiro: I. PUSTIGLIONE. abreviatura. 1994. Conhecendo o Repertório e Praticando a Repertorização. Tratado de Matéria Médica Homeopática. 88. J. B. 67. ed.K. 2012. 54 . Escritos Menores.Medicamentos homeopáticos: origem. Matéria Médica Pura. 2. Tradução da 2ª edição alemã para o português. HAHNEMANN. A Prática da Homeopatia: Princípios e Regras. & POIRIER. Aforismos y Preceptos . Brasileira. Ed.Veículos homeopáticos.E. 3 volumes. Stramonium. Secale cornutum. Magnesia muriatica. Aldo Farias. A. S. 6ª Ed. Aires: Ediciones Merecel. III. Organon. B. H. BENOIT MURE. Tratado de Medicina Homeopática . J.. Paulo: Ed. Paulo: Robe Editorial. 62. e versão final de Léo Lewkowicz. P. 2. de Ruth Kelson . Rhus toxicodendron. G. ROSENBAUM. Phosphorus. Escritos Menores. 66.T. SP: G. Rio de Janeiro: Ed. 71. Symphytum officinale.Paulo: Santos. Indicações Características de Terapêutica Homeopática. Curitiba: Editora Nova Época. M. Staphysagria. KENT. S. 73. KOSSAK-ROMANACH. Thuya occidentalis. ROBERTS.T. E. HAHNEMANN. Pulsatilla pratensis. H. Lilium tigrinum. Tuberculinum Koch. 6.C. C. Porrua. S. ed. Organon. 80. 1996. Elcid. sinonímia. 1997. S.. Referência bibliográfica: I . S. Albatros. 1997. Aires: Ateneo. Matéria Médica Explicada. 78. 58. Trad. 17 Lições de Homeopatia. Matéria Médica Homeopática. 1971. V – Farmácia homeopática: 1. 5. Phytolacca decandra. Paulo: Dynamis. F. M. M. Matéria Médica Homeopática.H. Paulo: Robe. A. S. Moschus. 2001. 2.J. Rio de Janeiro: Ed. Silicea terra. Psorinum. A.Formas farmacêuticas. 83.Nomenclatura. S. de Homeopatia. Revisão de trad. Manganum aceticum. 82. 89. 61. The Encyclopedia of Pure Materia Medica. 1984. HERING. Sintomas-Chave da Matéria Médica Homeopática. S. Paulo: El Cid. S. S. J. 1993. B. Novo Repertório de Sintomas Homeopáticos. HAHNEMANN. 69. Repertory of the Homeopathic Materia Medica. Homeopatia. 3. Los Principios y el Arte de Curar por la Homeopatia.L. 2010. T. Jain Publishers.Receituário homeopático. 1981. 76. de Tarcísio de F.Paulo: Robe editorial. A Dictionary of Pratical Materia Medica.H. H. Trad. México: Ed. Lycopodium clavatum. 1ª Edição.1984. S. Macedo. Editora Homeopática Brasileira. O Estudo dos Medicamentos por Comparação. EIZAYAGA. Syphilinum. 1996. ALLEN. Manual de Matéria Médica para o Clínico. J. 1983. W. New Delhi: Jain Publishers. São Paulo: Editora Organon. Veratrum album.T. J. A. 72. 91. ROBERTS. Retratos de Medicamentos Homeopáticos (2 vol. Tarentula hispanica. 2003. M. 4. 6. VOISIN. 77. ed. 2010. R. 70. 57. 86. Doenças Crônicas. T. B. da Federação Bras. S. Revisão e adaptação da Prof. Trad.B. por Dra. 1980. Filosofia. Matéria Médica Homeopática: (A bibliografia abaixo citada é recomendada para esta disciplina. Paulo: G. S. X. Tradução da 2ª edição alemã para o português. P. Organon da Arte de Curar de Samuel Hahnemann para o século XXI. CLARKE. 84. do Autor. Bazílio. 1998. clínica e terapêutica homeopáticas: (A bibliografia citada é a recomendada para estas disciplinas. TEIXEIRA. Tuberculinum bovinum. 1982. 1996. Repertórios e repertorização: KENT. São Paulo: Ed. Doenças Crônicas. ed.A.

Artrópodes. 30.gov. Serpentes. Hepatites Virais. 10.Patologias cirúrgicas: queimaduras.3. cicatrização viciosa. 2.fadiga. sinovites e tendinites. 2. BRASIL.Doenças cardiovasculares: síndrome coronariana. polineurites. BRASIL. Endocardites infecciosas. parkinsonismo. insuficiência cardíaca. UNIDADE II: 1.pdf). Infecções por bactérias anaeróbias. luxações. 4. . 3. DIAS. ed.3. Leishmanioses. Informe técnico campanha para atualização do esquema vacinal. 2. BRASIL. 28. London: Homeopathic Book Publ.br ). Infecções por bacilos gram-negativos. Infecções em neutropênicos. 14. 2012. 35. Disponível gratuitamente no Hotsite da Anvisa: http://www. Leptospiroses. Síndrome Respiratória Aguda Grave. 1.1. 11. UNIDADE 55 . radiculites. Synthesis. 2004. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil. Churchill Livinsgtone.2. Farmácia homeopática: (A bibliografia abaixo citada é a recomendada para esta disciplina. Pneumonias. Acidentes por animais peçonhentos. 15. Brasília: Ministério da Saúde. fraturas. Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais 2006.MÉDICO INFECTOLOGIA 1. Aids (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida).J. 2013. hidroterapia. 22. Antimicrobianos. 3. eletroterapia. Doença de Kreutzfeldt-Jacob. distorções. Tétano. 2001.. 21. membros superiores e inferiores.br/hotsite/farmacopeiabrasileira/conteudo/3a_edicao. reabilitação em P. Influenza e outras doenças respiratórias por vírus. Bloqueio neurolítico e muscular. 7. Cólera e diarréias infecciosas. paralisia cerebral e distúrbios correlatos. 8. Principles and Practice of Infectious Diseases. Emprego clínico de antimicrobianos. Doenças sexualmente transmissíveis. Micoses sistêmicas. G.1. 17.3. Infecções por Herpes Simplex.MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO UNIDADE I: 1. distrofia muscular progressiva. Estafilococcias. cerebelopatias. 1. lesões de nervos periféricos. Brasília: MS. Rubéola. Dengue e febre amarela.. Prevenção da infecção pelo HIV.2.(FHB 3) Aprovada através da RDC 39/2010 Anvisa. Malária. 2010. 8. 27. R. 3. 31. 29. 8.pdf 20. insuficiência vascular periférica. alterações posturais . 3. artrite reumatóide espondilite anquilosante.saude. Riquetsioses. 2009. Raiva. 2.E.. Brasília: Ministério da Saúde. Rio de Janeiro: Editora Cultura Médica. Doenças exantemáticas.princípios gerais de biomecânica e análise dos movimentos principais do corpo humano. F. torcicolo congênito. 1. 2. BRASIL.5.Anatomia do sistema neuro-músculo-esquelético. 23. 2010. 2011. Doenças causadas por citomegalovírus.3. Sepse. 6.br/portal/arquivos/pdf/manual_de_recomendacoes_controle_tb_novo. São Paulo: Editora Organon.Cinesiologia: . Referência bibliográfica: MANDELL. 37. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Hepatite Viral C e Coinfecções. Mononucleose infecciosa e síndrome mononucleose-símile.gov. 36. Peixes. A. bloqueios articulares. (disponível em www. 1993. esclerose lateral amiotrófica. Salmoneloses. 33.. 4. 4.Doenças respiratórias: síndromesrespiratória obstrutivas e restritivas. 2010. fototerapia. 13. R. infarto do miocárdio. 16. Repertório Homeopático Essencial. Esquistossomose mansônica e parasitoses Intestinais. Tuberculose. 1.gov. poliradiculoneurites. 9. Brasília: Ministério da Saúde. prevenção e tratamento. Infecção por HTLV.Doenças neurológicas: poliomielite. Terapia antirretroviral. 2.2. 5. Imunizações. Doenças oportunistas: diagnóstico. & FOCACCIA. Infecções por príons. BRASIL. 1. 32. Fundação Nacional de Saúde. 38. 21. VERONESI. SCHROYENS. esclerose múltipla.anvisa. 5.2. Sarampo. 12. Douglas and BENNETT. Brasília: Ministério da Saúde. 22. 18.4.1. estreptococcias e infecções pelos enterococos. Síndrome Miofascial. 19. termoterapia. paraplegias e tetraplegias. 8.RIBEIRO FILHO. LES. (disponível em http://portal. Meningites. Tratado de Infectologia. Fundação Nacional de Saúde. Aranhas. COMISSÃO DA FARMACOPEIA BRASILEIRA. Brasília: Ministério da Saúde. Aplicação dos conhecimentos básicos em: cinesioterapia. Toxoplasmose.L. 20. doenças do colágeno.O. Uso racional de antimicrobianos.Biofísica: ação dos agentes físicos sobre o organismo. 34. 2011. variante nova. pneumonias. Varicela e herpes zoster. 26. Doença de Chagas. 24. 2006.1. 3.coluna. Infecções por parvovírus. BRASIL. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para adultos vivendo com HIV/Aids. síndromes obstrutivas arteriais periféricas. Infecções em transplantes. Repertório de Homeopatia. paralisia facial. indicações e efeitos colaterais. IV. Farmacopeia Homeopática Brasileira. Aldo Farias. sem esquecer que nas obras citadas para as demais disciplinas também constam itens sobre Farmácia). raquitismo. artroses. Rio de Janeiro: Editora Atheneu.Condições músculo-esqueléticas: contusões.1. hemiplegia.4. 2. ed. cervicalgias e lombalgias. 8. 25. Escorpiões. fibromialgia. espasticidade.aids. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. 2. Febre de origem indeterminada. 2010. ed.

redução do tecido adiposo. Formas de atuação – Indicações. São Paulo: Manole. LAPIERRE. SCDR. Krusen: tratado de medicina física e reabilitação. KNOPLICH J. Enfermagem: Cuidados específicos com o paciente acamado. Disposição física e condições ambientais básica. UNIDADE VIII: DOR: fisiopatologia da dor. Massagem: Conceito e divisão geral -Principais manobras de massagem.WORTHINGTON. Avaliação psicológica. Rio de Janeiro: Atheneu. Síndrome Miofascial. KOTTKE FJ. 3 ed. Edição Editora Interamericana 1980. K Tratado de Fisiologia do exercício: 2a. exame clínico específico.. compressas. no retardo do desenvolvimento neuromotor. Efeitos fisiológicos . Fibromialgia.amputados – amputações próteses1a. farmacoterapia. São Paulo: Atheneu. UNIDADE VII:O processo de reabilitação global do paciente: A Fisiatria em relação às demais especialidades médicas. C – Provas de função muscular – técnicas manuais de exploração 3a. dor neuropática. Edição 1970 Editorial JIMS. BOCCOLINI. correntes exponenciais.Técnica. forno de Bier.. DANIELS. Edição 1990 Robe Livraria e Editora – São Paulo.Eletrodianostico y eletromiografia 1a. 1980. banho de parafina. indicações terapêuticas e cuidados no uso. Conceito de elegibilidade e inelegibilidade em Reabilitação. Indicações . Indicações. Fundamentos anatômicos e fisiológicos no uso de próteses para os membros superiores. Psicologia: Perfil psicológico de reabilitando. Principais tipos de próteses e sua prescrição . força muscular.III: 1.G. UNIDADE VI: Organização e Administração de Serviços de Medicina Física e Reabilitação: Formas de atuação da Medicina Física e Reabilitação segundo a natureza da instituição que opera. Músculos: provas e funções. avaliação global diagnóstico e prognóstico de reabilitação. auxílios para marcha. F. Posição do conselheiro profissional e do professor de ofício na equipe de reabilitação. exame cinesiológico. . reabilitação abrangente do paciente com dor. Fundamentos anatômicos e fisiológicos no uso de próteses para os membros inferiores. 1977. Síndromes dolorosas incapacitantes. Medicina interna y especialidades -1976 Editorial Cientifico Medica Barcelona.Formas de aplicação . potencial evocado e Podobarometria. E. afecções uroginecológicas. Prescrições dos meios terapêuticos. Rodahi. sitobarometria. técnica. Reabilitação. 3 ed. 2002. Indicações Ensino Elementar: Conceito de Pedagogia. resistência sistêmica (cárdio-respiratória). Tração vertebral: Formas de aplicação: tração cervical e lombar . onda quadrada. estrutura orgânica e dinâmica da equipe de reabilitação. BASMAJIAN J. Colar cervical coletes e cintas. Terapêutica Física e Equipe de Reabilitação. Fluxograma do processo de reabilitação de um paciente. LEITÃO EA.Fibromialgia e síndrome miofascial . Fonoaudiologia: Conceito . 2 ed.Indicações e contra indicações. Indicações. Formas de atuação. nas lesões do esporte. Propedêutica ortopédica: . 3 ed. Recreação: Conceito. Enfermidades da coluna vertebral 1983 Panamed Editorial. dor fantasma. A. [Tomo I a III]. turbilhão. auxílio para as comunicações. Órteses: Conceito. Hidroterapia: Efeitos fisiológicos da água . REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: Per Olof A. 56 . formas de aplicação do calor profundo: ondas curtas. Atividade de vida diária (AVD) . formas de aplicação de calor superficial: infravermelho.Indicações e contra indicações – Técnica. Ondas de choque: Princípios físicos. técnicas.Indicações e contra indicações . causadas pelo esporte. Indicações. Efeitos fisiológicos das correntes eletromédicas Formas de aplicação: Corrente direta: galvanismo médico.Áreas e formas de atuação. LIANZA S. UNIDADE IX: .2006 Legnar Editora. R – Tratado de Reabilitacion Médica : síndromes invalidantes del sistema nervioso Tomo I – Sindromes invalidantes em Cirurgia . mobilidade articular. Ajudas Técnicas: Cadeira de rodas. Orientação Profissional: Conceito de ensino profissional. Medicina de reabilitação. MAS. Próteses: Conceito. A. POLLAK. nas miopatias. Formas de atuação. hipertrofia muscular. Calor profundo: fisiologia do calor profundo. Órteses para membros superiores Órteses para membros inferiores . G. 3a. Cinesioterapia: Conceito e divisão geral . podobarometria. mecanismo fisiológicos de ação.Exame neurologico na prática médica – 1975 Editora Atheneu. JORNET. Crioterapia: Fisiologia da aplicação do frio sobre o organismo. Barcelona: Científico-Médica. Formas de aplicação: gelo. curva intensidade /duração.Indicações contra indicações – Técnica. Fototerapia: efeitos da luz sobre o organismo (espectro químico): helioterapia e actinoterapia: indicações e contra indicações.Semiologia fisiátrica: observação clínica geral. 1995. contra-indicações. envoltórios.banhos. ALSINA J. La reeducación física. síndromes vertiginosas. resistência muscular localizada. compressas. Termoterapia: calor superficial: fisiologia do calor superficial. piscinas. Avaliação e treinamento. Reabilitação no puerpério. Terapia Ocupacional: Conceito.Técnica. termografia de superfície (imagem infravermelha). LICHT. neve carbônica. HOPPENFELD S. Indicações e contra-indicações Técnica. 2.L. ducha. Características próprias do exercício de acordo com sua finalidade: coordenação neuromuscular.Tratamento fisiátrico do amputado. psicometria. iontoforese. Correntes de alta freqüência (vide calor profundo) Estimulação elétrica (faradização) . Formas de atuação.R. Indicações e contra-indicações. D ET . almofadas elétricas.Semiologia especializada: dinamometria isocinética. 1984.Avaliação da qualidade de vida. os meios e as finalidades de sua execução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro – São Paulo. corrente farádica. técnica. microondas e ultra-som. UNIDADE V: Reabilitação de pessoas com: Doença de Hansen. bolsas térmicas. BIERCKERSTAFF. Edição Editora Manole. Conceito de Pedagogia terapêutica.S. Terapêutica por exercícios 1980.Propedêutica especializada: interpretação do exame de ENMG. anamnese dirigida. KENDALL FP. Áreas e formas de atuação .Indicações. observação clínica específica. Edição Editora Interamericana – 1972. Serviço Social: Conceito. Reabilitação no idoso.Ginástica médica: Classificação dos exercícios segundo a forma. Formas de atuação . eletrólise. 3. São Paulo: Manole. Clínica de reabilitação. 1995. corrente sinusoidal. Eletroterapia: Classificação das correntes eletromédicas. Indicações e contra-indicações . Correntes de baixa freqüência e baixa tensão: corrente direta interrompida. eletrodiagnóstico clássico (rd) eletroneuromiografia. UNIDADE IV: 1.

Tamponamento cardíaco. SARA e DPOC. 2012. 22 edition. Hipoventilação controlada e hipercapnia permissiva. Procedimentos invasivos de diagnóstico e tratamento.Organização morfofuncional dos rins. 6th ed. complicações e prognóstico. Programa nacional de dengue . Cirurgia de revascularização miocárdica: indicações. Aplicações da ecocardiografia em terapia intensiva. Broncoaspiração. Traqueostomia. Síncope: diagnóstico diferencial e abordagem inicial. diagnóstico e tratamento. métodos dialíticos. Endócrino metabólico: coma hiperosmolar. W. suporte ventilatório mecânico invasivo e não invasivo: indicações. insuficiência suprarrenal aguda. HAUSER. Oxigenioterapia hiperbárica. 3. Dennis. medidas e indicação para controle. translocação bacteriana. Colite pseudomembranosa. 2. sepse. Transplante de órgãos e medula óssea na Terapia Intensiva. 11.profilaxia. infecções hospitalares. KNOBEL. Lippincott Williams &Wilkins. th GOLDMAN. controle e complicações. Balão de contrapulsação aórtica: indicações. and LOSCALZO. 17. E. Disponível em http//portal. 10. Endocardite bacteriana. tratamento. Choque: fisiopatologia. pancreatite aguda.br/bvs/publicaçoes/dengue_manejo_adulto_crianca_4ed_2011. Suporte nutricional: sepse. JAMESON J J. 16. complicações e prognóstico. 23. Medidas do fluxo sanguíneo renal. DPOC. Biopsia pulmonar. acidentes vasculares encefálicos. Antibioticoterapia em Medicina Intensiva. 2011. Gastrointestinal: hemorragia digestiva alta e baixa. diagnóstico e tratamento. Métodos de imagem em medicina intensiva. Investigação de dor torácica na emergência. Trocas gasosas pulmonares. diagnóstico e tratamento. Cateterização arterial. TCE. Cateterização venosa central e de artéria pulmonar. Condutas no paciente grave. coma mixedematoso. Saunders. embolismo pulmonar. 7. Referência bibliográfica: IRWIN and RIPPE. coagulopatia de consumo. 2. 2009.Cecil textbook of medicine. abdome agudo. Indicações cirúrgicas nas doenças orovalvares. MCGrawHill. manuseio e prognóstico. Trauma. Pré e pós-operatório: avaliação do risco pré-operatório. 12. Transporte do paciente crítico. Trombose de válvula protética: diagnóstico e tratamento. fisiopatologia e tratamento. estado de mal epilético. métodos e controle. 19. insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas (IMOS/SDOM). distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-básicos. classificação. volutrauma e pneumonia. Terapia antitrombótica (antiagregantes plaquetários e anticoagulantes). 4. Determinantes da filtração glomerular. KASPER. Transplante cardíaco: indicações. ed. hipoglicêmico. 14. Monitorização em terapia intensiva. Complicações precoces e tardias no pós-operatório de cirurgia orovalvar. Dissecção aórtica aguda: diagnóstico. Politraumatismo. Respiratório: insuficiência respiratória aguda. Sedação. manejo e complicações. 5. Cetoacidose. síndrome da resposta inflamatória sistêmica. Intensive Care Medicine. 8. Neurológico: comas em geral.MEDICINA INTENSIVA 1. trauma. Desmame do suporte ventilatório. São Paulo: Atheneu. estado de mal asmático. rabdomiólise. Pericardiocentese e drenagem pleural. 57 . Túbulos. Anthony. 4. Angioplastia coronária-percutânea: indicações. 9. Infecção e sepse: prevenção de infecções em terapia intensiva. Latrogenia em terapia intensiva. Complicações hemorrágicas no pós-operatório de cirurgia cardíaca. Aspectos éticos da medicina intensiva.Farmacologia em Nefrologia e uso clínico dos diuréticos. 15. métodos. trombolíticos. DPOC agudizado. Raquicentese. Joseph. 13. complicações e prognóstico. Hipertensão intracraniana. B. BRASIL. dissecção venosa. capnografia. Cardiomiopatias: diagnóstico diferencial e tratamento. 1998. Indicações e complicações: intubação traqueal. Coagulação: coagulação intravascular disseminada e fibrinólise. Edema agudo de pulmão. diagnóstico diferencial e tratamento. insuficiência hepática. Renal: insuficiência renal aguda. diagnóstico e tratamento.NEFROLOGIA 1. Cardiocirculatório: infarto do miocárdio com supradesnível de segmento ST: fisiopatologia. Intoxicações exógenas. complicações e prognóstico. Metabolismo do sódio e da água. 2004. Medidas da filtração glomerular. SARA (Síndrome de angústia respiratória aguda): fisiopatologia. Escores de avaliação de prognóstico. Infecções relacionadas a cateteres. Síndromes isquêmicas agudas sem supradesnível de segmento ST: fisiopatologia. Nutrição parenteral e enteral. Uso de hemoderivados e substitutos do plasma.Diagnóstico e manejo clínico adulto e criança. 2. Brasília: Ministério da Saúde/Secretaria de vigilância em saúde. Polirradiculoneurites. Complicações da ventilação mecânica: barotrauma.gov. 6. inclusive em cardiopatas.saude. Harrison’s Principles of internal medicine.Glomérulos. Repercussões sistêmicas da circulação extracorpórea. FAUCI. 20. Stephen. Ventilação mecânica na asma. 18th ed. Infecções bacterianas e fúngicas .pdf LONGO. 18. Monitorização da ventilação mecânica. Dan. Distúrbios do metabolismo do sódio e da água. morte cerebral. crise tireotóxica. Oxigenioterapia: indicações. trombólise e anticoagulação. Marcapasso transvenoso provisório e definitivo. Fibrilação atrial aguda. Parada cardiorrespiratória. analgesia e bloqueio neuromuscular em UTI. contraindicações. insuficiência hepática e renal. controle da hiperventilação. colecistite aguda. gasometria arterial.22. O paciente imunossuprimido grave. Trauma raquimedular. Fração de filtração.

III e IV. 2007. Regulação do equilíbrio ácido-base. Métodos de suporte renal artificial em pacientes criticamente enfermos. SWEET. Hidrocefalia da infância e do adulto. 3. pela internet.Transplante renal. Lippincott Williams & Wilkins. 10. R. Neoplasias do sistema nervoso periférico. fósforo e magnésio. GOLFINOS. methods. Rio de Janeiro: Editora McGraw-Hill. John. Infecções do Trato Urinário. 7th edition. Princípios da nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. publicação anual. ed. 9. B. Bases anatômicas e fisiológicas em neurocirurgia.saude. Site da Internet. SCHMIDEK. 8. ed. Rinaldo. ed. P. 5. Arthur. ed. Distúrbios do metabolismo do cálcio. I. tratamento e reabilitação. Cuidados pré e pós-operatórios em neurocirurgia. Nefrite lúpica. ed. 58 . 2009. Tumores intracranianos: classificação e aspectos da biologia molecular.Métodos complementares no diagnóstico das nefropatias. 20. B. Glomerulonefrite membranosa. 19. A. Manual de diálise. Tumores ósseos e orbitários.B. 13.P. & KELLUM. TRM: fisiopatologia. Vol. ambulatorial e contínua e suas complicações. Vol. fósforo e magnésio. MS. Cláudio. Glomerulonefrite difusa aguda. Ed. Tumores selares e parasselares. 4. Philadelphia. 6. de 2005 a 2010. Elsevier W. 15. Glomerulonefrite crescêntica. 1. 2000. 2009. H. Nefropatia por HIV. THE CONGRESS OF NEUROLOGICAL SURGEONS.H. 2000. Manifestações clínicas e complicações da doença renal crônica. RJ: Editora Atheneu. Injúria renal aguda em paciente crítico. NEUROSURGICAL FOCUS.gov. 7. W.G. 4.V.R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. New York. Nefrites hereditárias. McGraw Hill. diagnóstico.G.Alterações renais fisiológicas da gravidez. Hausi. 20. M. results. Saunders.Farmacologia de drogas na doença renal. LERMA. Insuficiência renal aguda. Resolução RDC n° 154 de 15 de junho de 2004 e repub licada em 31 de maio de 2006. A. Alcaloses. ed. 1993. 16. Malformações congênitas do SNC. Legislação relacionada à métodos dialíticos. Discopatias e espondilopatias. RIELLA. 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A. Otites externas agudas e crônicas: semiologia.B. Vias de acesso em ortopedia e traumatologia. XAVIER.Roca. KOVAL. ATTHERINO. . 1. C. 6. RÜEDI.G. Sinusites agudas e crônicas e suas complicações: semiologia. J. diagnóstico e tratamento. Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. A. RUEDI. Fraturas em adulto.C. 2009.. Porto Alegre: Artmed.. et al. Ortopedia e traumatologia: princípios e prática. T.C.. 2006. Kenneth A. diagnóstico e tratamento. Princípios AO do tratamento de fraturas. Madrid: Ed Paz Montalvo. 2012. BUCHOLZ. R. 2000. th CANALE.P. ALONSO. B.George L. SP: Manole. 7 ed. 1978 (2 e3 vol. nariz e seios paranasais. 6 ed. diagnóstico e tratamento.G. Exames audiológicos e otoneurológicos. Mosby/Elsevier. J. S. R. 3. diagnóstico e tratamento.).D.W.. Terry. 2013. TRAFTON.1978. 2. Tachdjian’s pediatric orthopaedics. BUCKLEY. et al . ed. th HERRING.Interamericana. Tumores benignos e malignos das glândulas salivares: semiologia. S. Paulo Roberto Barbosa T. ed. Tumores nasais e paranasais: semiologia. 3. Rio de Janeiro: Elsevier. 5. P. Paralisias laríngeas: semiologia. Epistaxe: semiologia. C.E. Lesões ligamentares do joelho. 1994. 5. 2001. S. São Paulo: Roca. KRETTEK. BARROS FILHO. 2008. 2008. 2000. Lippincott Williams & Wilkins. diagnóstico e tratamento. e CAMPOS. ZUCKERMAN. diagnóstico e tratamento. Orelhas: anatomia e histologia . Princípios AO do tratamento das fraturas. 4 ed. Manole. Tratado de ortopedia . 2009.. A.. J. Traqueostomia: indicações e técnicas.T.2003). SIZÍNIO. P. 60 ... ed. Terminologia Anatômica International Anatomical Terminology. S. Alfred J. Saunders/Elsevier. EGOL. th BEATY. Tumores benignos e malignos da laringe: semiologia. LOPES FILHO. A. Porto Alegre: Artmed. ed. ed. LOPES FILHO. 2007. Orthopaedic imaging .G. RJ: Editora Rúbio.M. Thomas P. ed. Wolters Kluver/ Lippincott Williams & Wilkins. COURT-BROWN. 1. Rinites agudas e crônicas: semiologia.. ed. C.L. diagnóstico e tratamento. FREITAS. ROCKWOOD e GREEN. Tumores otológicos: semiologia. HEBERT. Manual de Otorrinolaringologia. ed.). Campbell’s operative orthopaedics. Lippincott Williams & Wilkins. Vias de acesso em ortopedia e traumatologia. RJ: Ed.Sistema laringotraqueal: Anatomia e histologia. São Paulo: Manole. BEATY. J. 4.. COHEN. R. Tratado de Otorrinolaringologia da ABORL.E. 2008. Thieme Medical Publishers. diagnóstico e tratamento. Otorrinolaringologia de Boies. 2013.Laringites agudas e crônicas: semiologia. Joseph D. C.. Semiologia em Otorrinolaringologia. 2 ed. de BOER. Traumatismos da mão. Hebert et al.SBOT. FEDERATIVE COMMITTEE ON ANATOMICAL TERMINOLOGY. s. Saunders/Elsevier. C. Skeletal trauma. diagnóstico e tratamento. Tumores da faringe: semiologia. 2006. e MURPHY.A.D. Tratado de Otorrinolaringologia. J. HECKMAN. Rio de Janeiro: Editora Revinter. SP. ed.D.. 7. Exame físico em Ortopedia. 4. Apneia do sono: semiologia. 1998. Faringoamigdalites agudas e crônicas: semiologia. 2002. ed. BUCKWALTER. 28. th GREENSPAN.. 2011. Wolters Kluver / Lippincott Williams & Wilkins. J. Rio de Janeiro: DiLivros. 5. Ed. 2002. ed. ed. WEINSTEIN. ADAMS. diagnóstico e tratamento. 4. 1977 (1 vol. 10. 1980 (4 vol. O. diagnóstico e tratamento. Labirintopatias: semiologia... O. Kenneth J. 2005. de.OTORRINOLARINGOLOGIA 1. KASSER.L. Amazonas: Ed Univ da Amazônia. 4. 6.Tratado de Otorrinolaringologia y Broncoesofagologia. Porto Alegre: Artmed. COHEN. 1984. Rockwood and wilkins fractures in chidren. Fraturas em adultos de Rockwood & Green. 11 ed. diagnóstico e tratamento. São Paulo: Editora Roca.M. diagnóstico e tratamento.A practical approach. BROWNER. PARDINI JR. PARDINI JR. Moisés e LOURENÇO. 8. diagnóstico e tratamento. ed. Rio de Janeiro: Medbook. HUNGRIA. 2003.). 4. WEINSTEIN. R.A. MORAN. 2005.Glândulas salivares: anatomia e histologia.P. CANALE.. 2007. diagnóstico e tratamento. Lovell and Winter’s pediatric orthopaedics. ed. diagnóstico e tratamento. Referência bibliográfica: ABORL. M. Manual de fraturas. Ortopedia e Traumatologia (princípios e prática). SP: Sarvier. LEVINE. SP: Ed Manole. ed. 1.T. J. 5 ed. Turek’s orthopaedics: principles and their application.. Otites médias agudas e crônicas: semiologia. Cirurgia Ortopédica de Campbell. Porto Alegre: Artmed. T. diagnóstico e tratamento. J.H.. diagnóstico e tratamento. LECH O. MEIRELLES. Paralisia facial: semiologia. 2. São Paulo: Manole. th MORRISSY. SP: Ed. S. BOTELHO. H .Referência bibliográfica: BARROS FILHO TEP. 2005. Temas de Otorrinolaringologia.Traumatismo em ORL: orelhas .. TORNETTA III. 2010. ed. P. A. ed. 2009. 2011. Roncos: semiologia. Faringe e amígdalas: anatomia e histogia. Sialoadenites agudas e crônicas: semiologia. ( 5 volumes .A. William M.G. HOPPENFELD. TRIA. JUPITER. diagnóstico e tratamento. B.. Nariz e seios paranasais: Anatomia e histologia.H.R. 2. R.. RJ: Ed Guanabara Koogan. M. 2. Corpos estranhos nasais: semiologia. 2.

PATOLOGIA 1. Doença trofoblástica gestacional. técnicas imunoquímicas. Linfonodos: Padrões de hiperplasia. Tumores testiculares. Proliferações vasculares da cavidade oral.Sistema reprodutor masculino: hiperplasia prostática. Índices hematimétricos. mediana. espectrometria de massa. Neoplasias malignas do colo uterino. Tumores e lesões tumorais renais do adulto. cromatografia.Fígado: hepatites virais. Tumores do corpo uterino.Jennings. eletroquímica. preparo de padrões para controle de qualidade. Tumores e lesões tumorais articulares. limpeza de material. desvio padrão e coeficiente de variação.Trato urinário: Doenças císticas do rim. 2011. Timoma.Tireoide: Tireoidites. Tumores renais na faixa pediátrica. displasia e carcinoma “in situ” em esôfago de Barrett. K. sistema internacional de medidas. Glândula adrenal: Lesões do córtex e da medula adrenal. 16.Pulmão e pleura: pleurite e lesões pleurais não neoplásicas. Hipófise: tumores hipofisários. Ações de Biossegurança no contexto da gestão da qualidade. Carcinoma e outros tumores primários e metastáticos pulmonares. Doenças infecciosas. J. Regras múltiplas de Westgard. Tumores e lesões tumorais. Principais metodologias. Tumores do intestino grosso. V. 4. Rio Elsevier. Mesotelioma maligno. nódulo laríngeo e úlcera de contato. Neoplasias malignas da vulva. no sangue periférico. 7. Doença de Paget. 2. hiperplásicas e infecciosas.29. Avaliação laboratorial do metabolismo dos carboidratos. Referência bibliográfica: KUMAR. Colite ulcerativa e outros tipos de colite. Enzimologia clínica. N. curva de Gauss. Avaliação laboratorial do metabolismo do ferro. especificidade. 14. Doenças mamárias proliferativas benignas. Tumores dos anexos cutâneos. Necrose óssea. anticoagulantes.. Bioquímica clínica: avaliação de métodos em Bioquímica Clínica. Tumores hepáticos. Carcinoma prostático. 5. Anemias. hepática e pancreática. FAUSTO. Doenças não neoplásicas das articulações. Processos inflamatórios crônicos e granulomatosos do pulmão. Adenomiose e endometriose.Hematologia / hemostasia: estudo dos glóbulos vermelhos e brancos. Princípios metodológicos em espectrofotometria. Tumores do apêndice cecal. Patologia Geral . controle interno e externo da qualidade. 4. 5. ABBAS. Mediastino: cistos tímicos.Cistites. Avaliação do equilíbrio hidroeletrolítico. Interpretação de biópsias de endométrio não neoplásico. Boas práticas em laboratórios clínicos (BPLC). Gastrite crônica e outros tipos de gastrite. Tumores gástricos.Pâncreas: Tumores pancreáticos. Rio de Janeiro: Elsevier. 15. Patologia dos sistemas . Técnicas especiais em patologia: Imuno-histoquímica. Inclusões linfonodais.introdução: o laudo histopatológico. Avaliação do metabolismo ósseo. Doença de Crohn.Glândulas salivares: sialadenites e cistos das glândulas salivares. A. Tumores do ovário. 7. 2010. Cavidade oral e orofaringe: doenças inflamatórias e lesões não neoplásicas. Lesões intraepiteliais escamosas. Olho: retinoblastoma. Tumores de glândulas salivares. proteínas e lipídios (lipoproteínas e apolipoproteínas).Pele: Tumores da epiderme. Consulta intraoperatória (“biópsia de congelação”). Tumores e lesões tumorais ósseas. Lesões inflamatórias. 8.Atrofia testicular. Aplicação dos diagnósticos por biologia molecular. 2. Doenças inflamatórias. Coagulação e Hemostasia: 61 .Biossegurança: risco biológico. Cirrose. cálculo de média. EPI e EPC. Controle analítico da qualidade: Gráficos de Levey. coleta. valores preditivos negativo e positivo. 10. 12. eletroforese. 10. 3. Alterações qualitativas e quantitativas. Prostatite.Laringe e traqueia: cistos e laringocele. Avaliação laboratorial do diagnóstico das doenças cardíacas. estudo das plaquetas. 9. Hematoscopia normal e patológica. Esôfago de Barrett. ed. 8.Sistema reprodutor feminino: as chamadas “distrofias vulvares crônicas”. Neoplasias malignas primárias e metastáticas da mama em mulheres e homens. 6.Patologia mamária: doenças inflamatórias e não neoplásicas. Tumores do esôfago. O HPV e o trato genital feminino. 30. O pulmão na SIDA. Avaliação do metabolismo ácido básico. Robbins e Cotran: Pathologic basis of Disease.PATOLOGIA CLÍNICA / MEDICINA LABORATORIAL 1. Alterações. armazenamento e transporte de amostras biológicas.Tópicos gerais: Preparo de soluções. 11. Tumores e lesões tumorais tireoideanas. Normas de funcionamento para laboratórios clínicos: RDC ANVISA 302/2005. 6.Biologia molecular: fundamentos da Biologia Molecular. Rosai and Ackerman's Surgical Pathology. Automação laboratorial em bioquímica clínica. Esteatose e esteatohepatite. Doenças inflamatórias do intestino delgado relacionadas ao HIV.Sistema nervoso central: Desordens cerebrovasculares e inflamatórias. Doença celíaca. 8. Princípios da gasometria. Fase pré-analítica dos exames em Bioquímica Clínica. Linfoma. Tumores e lesões tumorais da bexiga. Neoplasias epiteliais. Leucoses. diverticulose e condições metaplásicas da bexiga. ed. precisão e exatidão.Risco químico. e funções: renal. 3. Descontaminação e esterilização. Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde: RDC ANVISA 306. Patologia de partes moles: Tumores e lesões tumorais de partes moles. Monitorização terapêutica de drogas. Patologia hepática relacionada ao transplante. Hiperplasia da tireoide. Osteomielite.Gestão da qualidade. Neoplasias melanocíticas.Trato gastrintestinal: Esofagites.Sistema osteoarticular: doenças ósseas metabólicas. Injúria hepática tóxica e por medicamentos. interpretação clínica do eritrograma e hemograma: valores de referência. ROSAI. sensibilidade. Tumores dérmicos. Manuseio. 13. controle e descarte de produtos biológicos. Tumores primários do sistema nervoso central. Aspectos legais da patologia cirúrgica. Estatística básica: valores de referência.. Neoplasia intraepitelial cervical (NIC). 17. Avaliação de ensaios de proficiência.

. C. malformações congênitas e prematuridade. Técnicas de Laboratório. Miriam Aparecida. 2. G. Editora Atheneu. L. et al . M. 12. Pediatria preventiva. Equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico: tratamento da desidratação. 14. L.. distúrbios respiratórios. 3. D. MOURA. 8. rinite. infecções congênitas. PURCHIO. SP: Manole. R. J. 2. osteoartrites. VIANA. epidemiologia. P et al. hiperbilirrubinemia indireta e colestase. A. urticária e angioedema. S. A. tuberculose. Aplicação dos diagnósticos por citometria de fluxo. Editora Guanabara Koogan.. Identificação de bactérias e antibiograma. ed. Pesquisa fenotípica e genotípica de bactérias multiresistentes. 3. Neonatologia: gestação de alto risco. Atlas de Diagnóstico em Microbiologia. C. Ed. 2009. Doenças do sistema respiratório: 62 .Imunologia: metodologias básicas em laboratório: Enzimaimunoensaios. Alimentação de lactentes e crianças. 1 ed. HENRY. 1. 14. DOTs . S.Imunodeficiências primárias e Síndrome da imunodeficiência adquirida.. herpes. 2000. dermatite atópica. S. B. G. 9. infecções estafilocócicas e estreptocócicas. 8. métodos de coloração.Uroanálise: características físicas. Fundamento das técnicas utilizadas no diagnóstico das parasitoses humanas. LIMA. Editora Medsi. 2000. ÁVILA. sífilis. 7. 6. Diagnósticos Clínicos & Tratamento por Métodos Laboratoriais. S. Boas práticas de laboratórios clínicos e listas de verificação para avaliação. Hormônios. Jorge M. Interpretação de Exames Laboratoriais. Bases Moleculares da Biologia. ed. Necessidades nutricionais.Líquidos corporais: características gerais. Células sangüíneas. Eletroquimioluminescência. CTLE-O4. Jawetz . 9.um guia prático. helmintíases e protozooses. leishmaniose. 2012. Therezinha Verrastro de. J.. O. enxaqueca. 1ª Ed. Desnutrição. Ed. Editora Artmed.. Nestor. Editora Coopmed. Di LORENZO. Imunizações. 1996.ed. 1997. difteria. FERREIRA. M. 2002. tétano. marcadores tumorais e HCG: principais alterações laboratoriais e correlação clínicolaboratorial. 2003. Automação em imunodiagnóstico. pesquisa dos componentes anormais. Automação em microbiologia. PEZZLO. dengue. 2. 4. profilaxia e diagnóstico laboratorial de infecções causadas por bactérias. CARVALHO-ALVES. Doenças infecciosas: caxumba. sepses. 1999. Ed. M. BOIM. B.PEDIATRIA 1. Medicina Laboratorial para o Clínico. 2005. Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica. 21. Diagnóstico Laboratorial em Pediatria. A. Editora Qualitymark. Principais metodologias. L. HIRATA. W. WALLACH. E. edição. Editora Sarvier. 5. M. dosagens bioquímicas. BROOKS. T. plaquetárias e das principais coagulopatias. 2009. Editora Manole. coqueluche. K. T. ANDRIOLO.Integração e Correlações Clínicas. toxoplasmose.. Urinálise e Fluidos Corporais. 17.Microbiologia Médica.. De La MAZA. Hemocultura: coleta e interpretação.Citogenética: fundamentos da Citogenética. 1. Aleitamento materno. STRASINGER. Editora Sarvier. 2010.Patogenia. resfriado e gripe 16. tumor cerebral e autismo. 13. Interpretação e correlação clínica. 2003. SCHOR. Parasitologia . 10. 1997.. P. Meios de cultura para bacteriologia: generalidades. CARRAZZA. M. 1. DA POIAN. J. Editora Atheneu. J. S. MORSE. L. 11. assistência ao RN na sala de parto. F. epilepsia. mononucleose infecciosa.Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. Coleta e métodos de coloração para exames hematológicos. da Genética e da Farmacologia. . dengue. BUTEL.. Artes Médicas. Roberto de Almeida. rubéola. Imunofluorescência. Ademar. negligência e direito legal das crianças e dos adolescentes 5. Diagnóstico laboratorial do diabetes mellitus. ERICHSEN. M. Carlos S. Doenças alérgicas: alergia alimentar. 11. 7. Manual de Biossegurança. Nefelometria. ed. OPLUSTIL. profilaxia e diagnóstico das parasitoses humanas. Maus tratos. asma. 13. sintomatologia. febre amarela. 12. hematológicas e pesquisa de células não hematológicas. ed. 10. ed. RJ: Editora Guanabara Koogan. D. ALMEIDA. E. doença hemolítica. Oscar Fernando Pavão. Editora Atheneu. Quimioluminescência. Turbidimetria Western-Blot. Doenças do sistema nervoso: convulsões. doença de Chagas. Hipovitaminoses e hipervitaminoses. doenças exantemáticas. meningoencefalites. Interpretação e correlação clínica. E. Crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente. 2012. citomegalovirose. Diagnóstico sorológico das Hepatites e do HIV 1 e 2.. 15. WADA. Referência bibliográfica: BAIN.. Aplicação dos diagnósticos em Citogenética. ROSA. 21. H. Controle e profilaxia das infecções hospitalares. ed. ed. sedimentoscopia. M. F.. distúrbios metabólicos. C. A.. 2001. leishmaniose tegumentar e visceral. SANTOS. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. R. HIRATA.. S. Livraria Médica Paulista Editora. Hormônios e Metabolismo . 3. 31. Erros inatos do metabolismo. BARON. SILVANA. Microbiologia: patologia.Diagnóstico laboratorial das doenças vasculares. 18. J. hanseníase e tuberculose. RJ: Guanabara Koogan.

obstrução intestinal..pdf BRASIL. (revista). profilaxia. J. Doenças da pele: eczemas.br/bvs/publicacoes/manual_desnutricao_criancas. R. linfomas. profilaxia. parada cardiorrespiratória. profilaxia. 22. fúngicas e parasitárias da pele.pdf BRASIL. Afecções cirúrgicas: estenose hipertrófica do piloro. diagnósticos diferenciais.. hemoglobinopatias e púrpuras.saude. Etiologias. coma.PNEUMOLOGIA 1.pdf 32. infecções bacterianas. síndrome de má absorção. apresentação clínica. diagnósticos diferenciais.28. 2005. 8.saude.Rosane Glasenapp. 2013. tumor de Wilms e neurobastoma.Asma brônquica.pdf BRASIL. 2.). agentes etiológicos. Disponível em: http://bvsms. hérnia diafragmática e abdômen agudo.Nódulo pulmonar solitário.kinghost. Doenças do sistema urinário: infecção urinária. Brasília/DF: MS. cifose. apresentação clínica. agentes etiológicos. Manual de atendimento da criança com desnutrição grave em nível hospitalar . bronquiectasia. Doenças do sistema digestório: diarreias agudas e crônicas. Disponível em: http://portal. Série A. escoliose.br/bvs/publicacoes/caderneta_saude_crianca_menino. ed. 24.Doenças pulmonares obstrutivas crônicas. pneumotórax e fibrose cística. 2011. doença de Kawasaki e síndrome de vasculites. Um guia para o profissional da saúde na atenção básica. investigação diagnóstica. apresentação clínica. investigação diagnóstica.100/nutricao/docs/geral/enpacs_10passos. Doenças do sangue: Anemias carenciais e hemolíticas.br/portalsaude/arquivos/pdf/2012/Jan/18/calendario_180112. investigação diagnóstica.pdf BRASIL. 2006.Supurações pulmonares: abscesso pulmonar. investigação diagnóstica. Disponível em: http://bvsms. tratamento.Guia alimentar para crianças menores de dois anos.gov. 2010. diagnósticos diferenciais. investigação diagnóstica. baixa estatura. 2006.E. miocardite.br/bvs/publicacoes/caderneta_saude_crianca_menina. profilaxia. febre reumática e insuficiência cardíaca. Dengue: diagnóstico e manejo clínico na criança. 9. 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Infecção puerperal. Jorge. A operação cesariana. HOFFMAN. Obstetrícia.Violência 81 . ed. 10. 24. 17. 2012 SCHORGE. Sofrimento fetal agudo..G. O parto: estudo clínico e assistência. 46. Te Linde's Operative Gynecology. Avaliação intraparto. 18. Hiperêmese gravídica. Brasília. 40.Doenças sexualmente transmissíveis.L. 21. Hidrocefalia. Obstetrícia médico-legal e forense. Drogas e medicamentos.Dismenorreia e tensão pré-menstrual. Lesões precursoras do câncer genital e mamário. Laceração do trajeto. JONES III. Lesões benignas e malignas das mamas. 13. O trajeto (bacia) .saude. Doença hemolítica perinatal. 3. ed. Corrimento genital: etiopatogenia. 5. 23. 26. 13. Leon. BLOOM. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.Distocias do trajeto. 2008.4. 5. Disponível m : www. 33.Patologias benignas do colo uterino. A versão e a extração podal. 3. Placenta prévia. Steven L.pdf ÁREA ESPECÍFICA . 42. BRASIL.br/inca/Arquivos/Diretrizes_rastreamento_cancer_colo_utero. As indicações da cirurgia no ciclo gestativo. 12.who. 30. A mortalidade materna e a perinatal. doenças neoplásicas. Miomatose uterina.Estudo do climatério.inca. 19. Crescimento e desenvolvimento fetais.uterino. Referência bibliográfica: CUNNINGHAM. Esterilização cirúrgica.B. Anatomia e fisiologia do Sistema Genital. Howard W. Apresentação pélvica e apresentação córmica. doença hipertensiva vascular crônica.. A contratilidade uterina.aids. 4.gov.

14.br/inca/Arquivos/Diretrizes_rastreamento_cancer_colo_utero. Corrimento genital: etiopatogenia.I.. 19. CUNNINGHAM. Medical eligibility criteria for contraceptive use. Miomatose uterina. Dismenorreia e tensão pré-menstrual. Doenças sexualmente transmissíveis. Lesões precursoras do câncer genital e mamário.GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (OBSTETRÍCIA) ESPECÍFICO DA ESPECIALIDADE MÉDICA Ginecologia 1. 2011. O mecanismo do parto. 7. Disponível no link http://whqlibdoc. 10. 18. Lippincott Williams & Wilkins. Trocas maternoovulares. As indicações da cirurgia no ciclo gestativo. Neoplasias trofoblásticas gestacionais..pdf 04. exame ginecológico e exames complementares em Ginecologia e Mastologia.OMS. Avaliação intraparto.Doenças inflamatórias da mama. Howard W. 30. A assistência pré-natal. 29. ed.. Feto: Anexos do embrião e do feto. 34. Distúrbios da hemocoagulação. 6. Adaptações do organismo materno à gravidez.Avaliação urodinâmica. Aspectos éticos e legais. A lactação.Avaliação do casal infértil. BRASIL. Desproporção céfalo-pélvica. Patologias benignas do colo uterino. HALVORSON. Doença inflamatória pélvica aguda. 33.F. 16..O.D.. John A. Apresentação pélvica e apresentação córmica. 8. Doença dos ovários policísticos. O puerpério. 2009. 11. 12. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. 36.K. Lesões benignas e malignas das mamas. Gestação de alto risco. 28. 8. Estados Unidos: McGraw-Hill.F. SCHAFFER. 3. 25. Laceração do trajeto. Métodos contraceptivos. Estados Unidos: McGraw-Hill. Williams Gynecology. 4. Referência bibliográfica: FRITZ. Hidrocefalia. BRADSHAW. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero / Instituto Nacional de Câncer.Anatomia. Idade da gestação e data provável do parto. Hiperêmese gravídica. 2. Diagnóstico da gravidez.. A contratilidade uterina. Medical eligibility criteria for contraceptive use. Tumores malignos e benignos dos ovários. 9. Crescimento e desenvolvimento fetais. 28. Coordenação Geral de Ações Estratégicas. Marc A. 29.. A placenta e as membranas.L.K.. BRASIL. Sofrimento fetal agudo. Distocias do cordão umbical. 26. 2012 SCHORGE. 1. Lippincott Williams & Wilkins. Te Linde's Operative Gynecology. 10.L. Defeitos do tubo neural. Leon... diagnóstico e tratamento. 2012 SCHORGE. 2009. Fístulas genitais. HOFFMAN. Infertilidade. 4.Métodos contraceptivos..gov. 36. Desenvolvimento embrionário.B. 35. Placenta prévia. Conduta no parto normal e no delivramento. Anatomia e fisiologia do Sistema Genital.who. 5.L.M. 34. HOFFMAN. 13. Clinical Gynecologic Endocrinology and Infertility.pdf ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE . JONES III. Os hormônios placentáros. Descolamento prematuro da placenta. 22. Aconselhamento genético pré-natal. Amniorrexe prematura.sexual. Te Linde's Operative Gynecology. Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica. ed. ed.Ginecologia infanto-puberal. 1.B.Distocias do trajeto. 10. O trajeto (bacia) . Terapia de reposição hormonal. Doença hemolítica perinatal. Howard W. ROCK.Avaliação pré-operatória.Hiperatividade do detrusor.. 31. Disponível no link http://whqlibdoc. Prenhez gemelar. Disponível em: http://www1. 20. SCHAFFER. 27. ed. 23.J. Abortamento.pdf OBSTETRÍCIA 1.Seguimento pós-operatório. Clinical Gynecologic Endocrinology and Infertility. Williams Gynecology. SPEROFF. Propedêutica da gravidez.gov. 17. 32. Videolaparoscopia e videohisteroscopia. ed. 2011. JONES III. 24.J. Rio de Janeiro: MSINCA. Estudo do climatério. Coordenação Geral de Ações Estratégicas.J. Rio de Janeiro: MSINCA. Malformações genitais. Câncer genital. 27.br/inca/Arquivos/Diretrizes_rastreamento_cancer_colo_utero.inca. Apresentações cefálicas anômalas. Câncer do colo uterino e do endométrio. SPEROFF. 32.G. eclâmpsia e hipertensão gestacional.D. fisiologia e embriologia do aparelho genital e da mama.OMS.J. ed. Referência bibliográfica: FRITZ. 21. Hemorragia uterina disfuncional. Incontinência urinária de esforço. ed. Endometriose: diagnóstico e tratamento. Lippincott Williams & Wilkins. 2011. HALVORSON. Amenorreia. John A.inca. 4.. 2. Polidramnia – Oligodramnia.Estática fetal. Prolapsos genitais. ROCK. BRADSHAW. CUNNINGHAM.pdf ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE . 2008. 82 . Doenças da vulva.Anamnese.M.I. ed. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero / Instituto Nacional de Câncer. 30. Toxemia gravídica: préeclâmpsia. Rotura uterina. O parto: estudo clínico e assistência.int/publications/2010/9789241563888_eng.. Prenhez ectópica.L. 31. 2008. Prematuridade.who. Lippincott Williams & Wilkins. 15. Secundamento patológico.int/publications/2010/9789241563888_eng.O. 33. 8. Disponível em: http://www1. Gravidez prolongada. Discinesias uterinas.G. 2011. Leon. Marc A. 35.

A assistência pré-natal. diabetes. 5. Drogas e medicamentos. Teratologia. A versão e a extração podal. 16. Disponível em: http://bvsms. Crescimento e desenvolvimento fetais. 5. Apresentação pélvica e apresentação córmica. 35. 48. 22. Polidramnia – Oligodramnia.pdf ÁREA ESPECÍFICA . Brasília: Ministério da Saúde. 17. Hidrocefalia. Desenvolvimento embrionário. doenças neurológicas e psiquiátricas. 43.gov. 2. Avaliação intraparto.Trauma em Obstetricia. Aconselhamento genético pré-natal. 2010. Idade da gestação e data provável do parto. REZENDE FILHO. ed. Avaliação fetal anteparto. Amniorrexe prematura. Patologia da lactação.saude. 18. Conduta no parto normal e no delivramento. 41. Descolamento prematuro da placenta. 53. Uso de drogas (medicamentos) na gravidez. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes. doenças sexualmente transmissíveis. A lactação. 48. 2013. 2010. ed. 59.pdf 83 . 55. endocrinopatias. Sofrimento fetal agudo. Gestação de alto risco: manual técnico. O mecanismo do parto. 38.aids. 57. Histerectomia .gov.Planejamento familiar. Apresentações cefálicas anômalas. Prenhez gemelar. dermatopatias. Teratologia. Brasília: Ministério da Saúde. 12. 40. nefropatia. Gestação de alto risco: manual técnico.Distocias do trajeto. Aspectos éticos. 39. Jorge. Placenta prévia.Gary. Embriotomia. A mortalidade materna e a perinatal. O parto: estudo clínico e assistência. F. ed. diabetes. 2010. 21. Câncer genital. Os hormônios placentáros. 6. 11.. O puerpério. Distocia de ombros. nefropatia. 43. Disponível m : www. pneumopatias. 60. Gravidez prolongada. doenças gastrointestinais. Distocias do cordão umbical. 25. BRASIL. 2010. 44.Malformações fetais. Distocias do trajeto. Versão e extração podal. Ministério da Saúde. Rotura uterina. 42. 23. O trajeto (bacia) .49. Steven L. Kenneth J. Obstetrícia médico-legal e forense. Complicações clínicas na gravidez: anemias. 10. BLOOM. Anatomia e fisiologia do sistema genital. 9. Carlos Antonio B. Procedimentos para interromper a gravidez. Secundamento patológico. 12. doenças neoplásicas. 3. doenças gastrointestinais. Obstetrícia. 49. 26. Diagnóstico da gravidez. 50. 27. 44. Procedimentos para interromper a gravidez. Feto: anexos do embrião e do feto. Carlos Antonio B. Histerectomia .cesárea. 46. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. A contratilidade uterina..51. Propedêutica da gravidez. 8. F. 45. J. Fórcipe. Obstetrícia. BRASIL. 5. doença hipertensiva vascular crônica. A placenta e as membranas. 45. 4. 12. A operação cesariana. eclâmpsia e hipertensão gestacional. ed. Toxemia gravídica: pré-eclâmpsia.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Steven L.Ultrassonografia em obstetrícia. 31. 5. 56. doença hipertensiva vascular crônica. 5. 32. A mortalidade materna e a perinatal. 52. MONTENEGRO.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco. Kenneth J. Aspectos éticos. 19. 58.Esterilização cirúrgica. Prematuridade. 37. 36. 41.saude. 2010. BRASIL. síndrome tromboembólica. 7. 40. LEVENO. endocrinopatias. ed. Referência bibliográfica: CUNNINGHAM. 39. McGraw-Hill. ed. Referência bibliográfica: CUNNINGHAM. 38. 33. 2013. ed. Complicações clínicas na gravidez: anemias. Esterilização cirúrgica. Drogas e medicamentos. Williams Obstetrics. Patologia da lactação.OBSTETRÍCIA Obstetrícia: 1. Infecção puerperal. Medicina fetal. Laceração do trajeto. 13. Disponível em: http://bvsms. 23. Hiperêmese gravídica. Diagnóstico pré-natal. As indicações da cirurgia no ciclo gestativo. síndrome tromboembólica. 47.br) REZENDE. Gestação de alto risco. dermatopatias. 23. Ministério da Saúde. Embriotomia. REZENDE FILHO. 14. Doenças infecciosas. A operação cesariana. doenças neoplásicas. doenças sexualmente transmissíveis. J. Disponível m : www. 29.br) REZENDE.. 2010. 30. pneumopatias. 15. BLOOM. Fórcipe. doenças neurológicas e psiquiátricas. 24. 28. Medicina fetal. Discinesias uterinas. MONTENEGRO. 54.Infecção puerperal. Doenças infecciosas. 46. Brasília. Microcesárea. doenças cardiovasculares. 20. Neoplasias trofoblásticas gestacionais. Jorge. 34. Obstetrícia médico-legal e forense. LEVENO. Trocas maternoovulares.Estática fetal.gov. Adaptações do organismo materno à gravidez. Prenhez ectópica. Abortamento. Uso de drogas (medicamentos) na gravidez. BRASIL. doenças cardiovasculares. ed. Desproporção céfalo-pélvica.cesárea.Gary. 47. Defeitos do tubo neural. Doença hemolítica perinatal. McGraw-Hill. A versão e a extração podal. 42.aids. 37. Williams Obstetrics. Microcesárea. Brasília. Recomendações para profilaxia da transmissão vertical do HIV e terapia antirretroviral em gestantes.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco. 50. Distúrbios da hemocoagulação.gov.

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