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ESEP - 2012

UNIDADE CURRICULAR DE PATOLOGIA I
Introdução ao currículo

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ESEP . Algum fenómeno. Dito de outra forma. num sentido real. a FP estuda os mecanismos da doença humana. A relação entre a doença e a fisiologia normal é uma via de dois sentidos.2012 Preambulo Pathology is physiology with obstacles. tem permitido o avanço no conhecimento biomédico fundamental. Não se deve confundir Fisiopatologia com Patologia que pode encerrar dois conceitos diferentes: a Patologia Clínica (estudo dos procedimentos bioquímicos e biológicos realizados nos produtos biológicos) e a Anatomia Patológica (estudo das alterações macro e microscópicas ocorridas nas células e tecidos). desde os níveis elementares da célula até às alterações dos órgãos e sistemas. como uma perturbação da fisiologia. a fisiopatologia não é sinónimo do estudo da morfologia dos tecidos doentes mas consiste na compreensão de como surge e se desenvolve a doença. Ou seja. e dos desvios ao funcionamento fisiológico. Rudolf Virchow (1821-1902) Desde a idade média que sábios médicos e outros prestadores de cuidados de saúde reconheceram a doença. surgiu a capacidade de compreender a doença e estabelecer um plano de tratamento racional. Apenas a partir do conhecimento da estrutura e função normais do organismo humano. celulares e sistémicas que se manifestam como sintomas e sinais da doença. despoleta a entidade nosológica e o corpo humano reage com respostas moleculares. O estudo de fisiopatologia pressupõe a aplicação dos conhecimentos adquiridos nas 2 . seja uma mutação genética ou a ação de um microrganismo (ou outro fator ambiental). A FP estuda as disfunções que resultam da doença ou que causam a doença. A investigação das doenças. do modelo animal ao indivíduo. Torna-se assim importante que os estudantes compreendam a estrutura e função normais e apliquem tal conhecimento na interpretação da doença. natural] + pathos [doença] + logos [ciência]) é a ciência que se dedica ao estudo das manifestações biológicas e físicas da doença na sua correlação com anomalias ou perturbações fisiológicas subjacentes. A Fisiopatologia (FP) (do grego physis [natureza. As doenças podem ser entendidas como “experiências da natureza” que revelam mecanismos fisiológicos desconhecidos ou pouco valorizados.

Sydhenham (séc. da função cardiovascular à visão. nasce uma nova ciência. numa ponte conceptual de introdução para a enfermagem assistencial.ESEP . a biologia molecular. séc. Platão.C. nasce o primeiro tratado de patologia (Corpus Hipocraticus). A FP é uma disciplina em contínua evolução dado que novos métodos científicos contribuem para uma maior compreensão acerca da doença. sustentação científica das suas múltiplas decisões quotidianas. VII) estabelece o conceito de “espécie mórbida”: formas típicas e constantes de adoecer. Com o patologista celular Rudolf Virchow (1821-1902) correlaciona-se a doutrina celular com a anatomia patológica. e inicia-se a era do ADN. a compreensão da fisiopatologia geral lançará as bases para aqueles que pretendam associar à sua atividade assistencial uma dimensão de investigação científica biomédica onde há ainda muito por fazer. a partir da dissecção anatómica. A missão última desta unidade curricular é dotar os estudantes de enfermagem de uma nova linguagem alicerçada na Fisiopatologia e de um pensamento racional fundamentado no conhecimento biomédico contemporâneo. A história da FP no ocidente remonta aos primeiros povos que atribuíam a doença a influências sobrenaturais. A teoria celular. Bioquímica. Com Galeno (séc II d. Apesar dos enormes avanços científicos.). a molécula da vida.). o que abre o caminho para a sua prevenção e para a sua resolução.) começa-se a relacionar estrutura anatómica e função.C. ou Anatomia. Tal competência. Imunologia. com maior capacidade de integração racional dos diferentes dados clínicos. V-VI a. IV a. 3 . acreditamos. com base na observação clínica de muitos casos semelhantes.. XVII) contribuiu com melhores descrições dos órgãos doentes e das suas causas. As investigações de Leonardo da Vinci potenciaram os conhecimentos anatómicos e fisiológicos. revolucionou a medicina com a descoberta da unidade celular. sobre o fenómeno da doença. No século XX. bem como uma melhor comunicação com os diferentes profissionais de saúde e com os doentes a seu cargo. Genética. impondo uma abordagem mais científica da saúde-doença. considerado o primeiro patologista. permitirá aos futuros enfermeiros um melhor exercício da sua atividade de enfermagem. Fisiologia. o objetivo fundamental da Fisiopatologia não se modificou: identificar e compreender as causas da doença.C. Com Hipócrates (séc. para a qual contribuiu Theodor Schwann (séx XIX). Adicionalmente. até à altura da teoria do animismo (Pitágoras.2012 ciências básicas como sejam a Biologia. Biofísica. Giovanni Morgagni (séc.

acreditamos estar a contribuir para um renovação da Enfermagem no século XXI e uma formação de Enfermeiros de excelência à luz dos avanços científicos dos últimos 50 anos.. as long as this is supported by good skills in the application of relevant theory. hipertensão arterial. Citando a Professora Esther Chang (Diretora de Investigação na escola de Enfermagem da Universidade de Sydney): “one of the most challenging aspects of undergraduate nursing courses for students is the development of knowledge and understanding of pathophysiology. and the ability to apply this knowledge in practice. Sound nursing practice is based on careful clinical judgment. princípios terapêuticos. Os conteúdos de ensino nas aulas teóricas serão apresentados sempre que possível com contextualização com o mundo real. estrutura e função normais. The capacity to engage in sound clinical judgement develops with experience. Adicionalmente será utilizada pela primeira vez a plataforma Moodle. A abordagem das lições teóricas seguirá em geral uma estrutura pedagógica que incluirá: epidemiologia da doença. Procurou-se atualizar os temas clássicos de acordo com novos conhecimentos e tendo em conta a maior prevalência de certas doenças no nosso país (ex: acidente vascular cerebral. poderão ser fornecidas 5 questões teóricas por cada bloco teórico semelhantes às questões dos testes e exames finais para que o estudante se prepare melhor para a avaliação final. no sentido 4 . procurando interagir e colocar questões pertinentes. i.e. mas o estudo contínuo e o acompanhamento das aulas. Para além dos COWs. patofisiologia da doença. de ora em diante designadas como check-point questions (CPQs). o foco do estudante não deverá ser o teste final (ainda que o peso avaliativo deste seja superior à avaliação contínua). Do ponto de vista formativo. tuberculose. Students need to master the theory in order to be able to apply it”. conforme se dá conta na figura 1.2012 Se tais objetivos forem alcançados. manifestações clínicas. questões de verificação de conhecimentos aprendidos.). investigação laboratorial. onde se apresentarão casos clínicos em modelo de “problema-based learning” com o objetivo de estimular a integração dos conhecimentos teóricos com o mundo real e uma maior valorização cognitiva e emocional dos conteúdos pelos próprios estudantes. O programa de ensino da Patologia I para o ano letivo de 2012/2013 foi alvo de uma ampla revisão.ESEP . que ficarão designados como “COW” (do acrónimo do inglês “Case Of the Week”). ilustrações clínicas. opção de rótulo a que não é indiferente o sentido humorístico da palavra. Serão trabalhos pelos estudantes 5 casos clínicos (cerca de 1 por mês). etc. através do recurso a cenários clínicos (da semiologia à terapêutica) para além da indispensável abordagem da fisiopatologia clássica.

Fisiopatologia geral Sessões teóricas Fisiopatologia Sessões Moodle COW clinical case of the week Fisiopatologia sistémica CPQs checkpoint questions Fig. bem preparado. para o qual esperamos que o aluno. Organigrama de ensino da Unidade Curricular de Patologia (Fisiopatologia). Elsevier.2012 verdadeiramente universitário de aquisição de saber. 1. no sentido do saber e do enriquecimento pessoal. De lembrar ao Estudante a necessidade de um comportamento académico profissional e. não sofra um stress considerado patológico… A equipa docente procurará nas aulas teóricas comunicar as principais mensagens de aprendizagem para cada tema. Os exercícios expostos via Moodle procurarão estimular a reflexão crítica e contribuir para uma aplicação dos conhecimentos teóricos em situações clínicas próximas do real. num sentido de orientação do estudo individual. Chang. Esperamos que o Estudante de enfermagem percecione a importância e utilidade prática deste curso e que se recorde de que “uma excelente teoria sustenta uma excelente prática e tem implicações para a segurança e qualidade dos cuidados de saúde prestados aos doentes”1. 2006. in Applied pathophysiology to nursing practice. de acordo com o Modelo de Bolonha. com a devida transmissão da sua experiência clínica. 1 E.ESEP . da sua elevada responsabilidade de estudo individual autocentrado e exploratório. Desde modo. 5 . Sydney. o teste final virá como um passo obrigatório “natural”.

Insufiência aórtica. fisiopatologia oncológica). Glossário. taquicardia). síndromes coronários agudos (angina instável. radiações e eletricidade. radiografia torácica. Insuficiência cardíaca. Hipertensão Arterial. agentes vivos. Enfarte Agudo do Miocárdio). eletrocardiograma. obstrutivo). Choque (hipovolémico. Doença coronária: angina estável. fisiopatologia do stress. RMN). fisiopatologia da dor. Regulação neurohumoral do sistema cardiovascular. alergénios ambientais. agentes químicos. Fatores de risco cardiovascular. Edema cardíaco.ESEP . Sistema vascular e linfático. • Fisiopatologia sistémica e da senescência Fisiopatologia do aparelho circulatório (MVS) Isquemia. Cardiomiopatias. alterações da regulação térmica. Fisiopatologia da lesão celular. A doença e suas causas (agentes mecânicos. cardiogénico. Edema agudo do pulmão. Trombose. Conteúdos programáticos • Fisiopatologia geral (NC) Introdução à Fisiopatologia da Doença Bases para o conhecimento da doença. fisiopatologia e genética). Prova de esforço. Doença pericárdica (pericardite. estenose mitral. insuficiência mitral). Endocardite. Exames complementares de diagnósticos correlacionados: marcadores séricos. Glossário. fisiopatologia dos fluidos dos compartimentos corporais. Casos clínicos. síndrome febril. Casos clínicos.2012 Programa curricular O programa da Patologia I é dividido em Fisiopatologia Geral e Fisiopatologia sistémica e da maturação (envelhecimento). Fisiopatologia laboratorial – Exames complementares de diagnóstico (ECD). derrame pericárdico e tamponamento). Fisiopatologia de distúrbios cardiovasculares selecionados: Aterosclerose. Mecanismos de resposta do hospedeiro à agressão (resposta inflamatória. distributivo. Doença cardíaca valvular (estenose aórtica. TAC. Embolia. fisiopatologia do edema. Ecocardiograma. 6 . Arritmias (bradicardia.

Hemorragia digestiva alta e baixa (hematémese. Vómitos. Funções metabólicas. esófago de Barret. Controlo respiratório. doença de refluxo gastroesofágico. Alterações da consciência. d) Patologia intestinal (diarreia. hipoalbuminemia e edema. gastrite atrófica crónica. esplenomegalia e hiperesplenismo. Circulação. esofagite péptica. Crohn e colite ulcerativa. Diarreia. úlcera. acidemia respiratória). doença inflamatória intestinal – D. H. Doença pulmonar restritiva (fibrose pulmonar idiopática). Difusão. gastrite. Pancreatite aguda e crónica. Derrame pleural. encefalopatia hepática. diverticulite. íleo e obstrução intestinal. e) Distúrbios de motilidade e distúrbios de secreção.ESEP . Exposição ocupacional. Doenças do interstício pulmonar (pneumoconioses. B) Patologia gástrica (doença péptica – úlcera gástrica. sarcoidose). Edema pulmonar. Mecanismos de defesa mecânicos e imunoinflamatórios. surfactante. doença pulmonar crónica obstrutiva – bronquite crónica e enfisema). Casos clínicos. pylori). úlcera duodenal. oximetria de pulso. Hemorragia oculta. Hemorragia obscura. Glossário. Síndrome de apneia do sono. hérnia de hiato). Mal absorção e mal digestão.2012 Fisiopatologia do aparelho respiratório (NC) Estrutura e função respiratória. Distúrbios gastrointestinais selecionados: a) Patologia esofágica (disfagia. doença diverticular – diverticulose. Obstipação. hepatite crónica. colangite. Fisiopatologia de doenças pulmonares selecionadas: doença pulmonar obstrutiva (asma. Casos clínicos. Embolismo pulmonar. hematoquézia). odinofagia. síndrome do intestino irritável). gastroparesia. Ventilação vs perfusão . Náuseas. Insuficiência respiratória (hipoxia. gasimetria arterial. Bronquiectasias. Glossário. Empiema. distensão abdominal. varizes esofágicas. Hipertensão pulmonar. hipertensão portal. Fisiopatologia do sistema nervoso (NC) Neuroanatomia funcional. Fisiopatologia do aparelho digestivo (MVS) Principais manifestações clínicas (disfagia. síndrome hepatorrenal. manifestações gastrointestinais de doença sistémica. provas de função respiratória. ECDs: radiografia torácica. Principais ECDs. dispepsia. hipercapnia. dor esofágica. Abcesso pulmonar. pirose. colecistite. Distúrbios patológicos selecionados: Apoplexia cerebral – acidente vascular isquémico e 7 . Tabagismo. regurgitação. cirrose hepática e estigmas de cirrose. insuficiência hepática. acalásia. Dor biliar. espasmo esofágico difuso. melena. Audição e equilíbrio. hepatite aguda vírica e tóxica. coagulopatia. Patologia pancreática (pancreatite). Ascite. c) Patologia hepatobiliar (colelitíase.

Gota. Glossário. Doença de Addison. uropatia obstrutiva. hematúria. Principais ECDs. Principais ECDs. doença do motoneurónio superior. 8 . pielonefrite. hipotiroidismo: Tiroidite de Hashimoto. defeitos da resposta de proliferação e diferenciação. Resposta imune humoral e celular. Fisiopatologia do sistema imunológico e doenças reumatológicas (NC) Imunidade inata e adaptativa. Esclerodermia e Síndrome CREST. Epilepsia. imunodeficiências primárias. S. Glossário. defeitos enzimáticos. defeitos da resposta de citocinas. Osteoporose. Miastenia gravis. Patologia da Tiroide: hipertiroidismo – doença de Graves. Patologia das Paratiroides: híper e hipoparatiroidismo. insuficiência renal crónica: glomerulonefrite. defeitos precoces da maturação celular. Parkinson. Resposta imune de hipersensibilidade (tipo I. SIDA. Principais ECDs. Hemorragia intracraneana.ESEP . polaquiúria. Demência. Fibromialgia. Casos clínicos. Varicoceles. renal. Doenças túbulo-intersticiais: necrose tubular aguda. Polimiosites. pielonefrites. prostatites. apoplexia hipofisária. Casos clínicos. Principais ECDs. nefrolitíase). Incidentaloma. Disúria. Sjogren. Síndrome e doença de Cushing. metabólicas. Patologia das glândulas suprarrenais: insuficiência suprarrenal. hipertensão. diabetes. Casos clínicos. Glossário. síndromenefrítico. Dislipidemia. Síndromes somáticos funcionais. Glossário. doença renal poliquistica. Obesidade. Artrite reumatoide. Espondiloartropatias: espondilite anquilosante. Nódulo tiroideu. Fisiopatologia do Aparelho Reprodutor Masculino (MVS) Infertilidade. Lupus eritematose sistémico. Infeções urinárias: cistites. Torsão testicular. Miosites inflamatórias. Feocromocitoma. Insuficiência renal aguda (pré-renal. nutricionais. Esclerose múltipla. Patologia do Hipotálamo e da Hipófise: adenoma da hipófise. Dermatomiosites. Vasculites).Distúrbios imunológicos selecionados: rinite alérgica. D. Hiperplasia prostática benigna. Bócio. edemas. Fisiopatologia do sistema endócrino e metabolismo (NC) Disfunções endócrinas. Doenças endócrinas. Artroses. Doenças glomerulares: Síndrome Nefrótico. Artrite psoriática. Casos clínicos. Fisiopatologia renal (MVS)Introdução à patologia nefrológica.2012 hemorrágico. Hipogonadismo. Imunogéneos. proteinúria. Alzheimer. III e IV). pósrenal. glomerulonefrites. II. D.

Doenças tropicais: malária. pé diabético.ESEP . Glossário. mielograma. Patologia do pâncreas endócrino: Diabetes mellitus tipo 1. mononeuropatia. Anemia (por deficit de ferro. medula óssea.2012 Insuficiência adrenocortical (primária. gonorreia. Complicações da diabetes agudas (cetoacidose e coma hiperosmolar) e crónicas (retinopatia. Casos clínicos. Coagulação. doença vascular periférica. Glossário. infeções. Eritema multiforme. Principais ECDs (estudos analíticos. hepatite A. Distúrbios da coagulação: estados de hipercoagulação. Diarreia infeciosa. Casos clínicos. Fisiopatologia do envelhecimento (NC) 9 . Insulinoma. Vasculite leucocitoclástica. leucemia. Principais ECDs. polineuropatia periférica simétrica. Hemoglobinopatias. Principais ECDs. vasculites. Vírus da imunodeficiência humana. Eritema nodoso. Tuberculose. Fisiopatologia das doenças infecciosas (MVS) Endocardite infeciosa. Doença cutânea inflamatória (dermatites. neuropatia autonómica. gestacional. Síndrome anti-IFN. Sépsis e choque séptico. Fisiopatologia das doenças da pele (MVS) Tipos de lesões cutâneas. Acne. Casos clínicos. Dermatite alérgica de contacto. Líquen planus. faringite. Glossário. Casos clínicos. Principais ECDs. foliculites. paniculites). doença cerebrovascular. Glossário. gânglios linfáticos e baço. Infeções sexualmente transmissíveis: sífilis. Penfigo bulhoso. Trombocitopenia idiopática e imunológica. iatrogénica. Hematopoiese. Infeções respiratórias do trato superior: sinusite. Pneumonia da comunidade e associada aos cuidados de saúde. Introdução às doenças hematológicas. secundária). amigdalite. Meningite. perniciosa. tipo 2. Hipoaldosteronismo. Fisiopatologia do sangue e hemóstase (MVS) Elementos formados do sangue. esfregaço sanguíneo. febre-amarela. doença coronária. Micoses. Distúrbios de células brancas: neutropenia. nefropatia. hemolítica). Psoríase. biópsia da medula óssea e de gânglios linfáticos). linfoma. Hiperaldosteronismo primário e secundário.

Alterações associadas ao envelhecimento (celulares. Teorias do envelhecimento.2012 Idade cronológica. ativo). Glossário. 10 . Capacidade de adaptação (funcionalidade). Casos clínicos. Gerontologia. Estratégias anti envelhecimento.ESEP . Intervenção no decurso do envelhecimento. Idade biológica. Diversidade no envelhecimento (habitual. de órgãos e sistemas). Repercussões funcionais do envelhecimento no indivíduo.