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TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO

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P R O C E S S O Te - 02.073/07
Administração direta estadual. SECRETARIADE ESTADO
DA INFRA-ESTRUTURA - SEIE. Prestação de Contas
Anual, exercício de 2006. Regularidade com ressalvas
das contas; determinação a DIAFIjDICOP para
proceder à análise do convênio firmado entre a SEIE e a
Associação Beneficente de Cubati, objetivando o
desassoreamento de pequenos açudes; determinação
para formalização de processo específico e
encaminhamento ao setor competente para apuração
da matéria quanto ao adiantamento em favor do Sr.
José Soares Macena; assinação do prazo de 30 (trinta)
dias ao atual Secretário de Estado da Infra-Estrutura
para que comprove perante este Tribunal, o
restabelecimento da legalidade no tocante ao
preenchimento de cargos naquela pasta;
encaminhamento de cópia da presente decisão para os
autos da Prestação de contas da Secretaria, exercício de
2007, a fim de subsidiar a análise da gestão de pessoal.

1. RELATÓRIO
1.01. Os autos do Processo TC-02.073/07 correspondente a PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL (PCA),
relativa ao exercício de 2006, da SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA-SEIE, sob
a responsabilidade dos ordenadores de despesa, Srs. Zenóbio Toscano de Oliveira (período 01
de janeiro a 30 de março de 2006), Francisco Evangelista de Freitas (período de 01 de abril a
31 de dezembro de 2006), foram examinados pela Auditoria deste Tribunal, cujo relatório (fls.
583 a 595) observa, em resumo:
1.1.01. Apresentação da PCA no prazo legal em conformidade com a Resolução
Normativa TC nO. 08/2004.
1.1.02. A Lei nO 7.944/06, referente ao Orçamento Anual fixou a despesa no montante de
R$195.303.936,OO, distribuídos nas seguintes unidades orçamentárias:
UNIDADE ORÇAMENTARIA VALOR (R$)
Gabinete do Secretário 9.452.706,00
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Paraíba 512.000,00
Departamento de Estradas de Rodagem 60.832.382,00
Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento 16.599.312,00
do Estado
Companhia Docas da Paraíba 25.740.000,00
Companhia Paraibana de Gás 4.499.136,00
Agência Estadual de Energia da Paraíba 0,00
Companhia de Agua e Esgotos da Paraíba 73.164.200,00
Companhia Estadual de Habitação Popular 4.504.200,00
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1.1.03. As unidades orçamentárias ora analisadas referem-se ao Gabinete do Secretário e


à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Paraíba, nos valores de
R$9.452.706,00 e R$512.000,00, totalizando R$9.964.706,00.
1.1.04. Foram abertos créditos adicionais no total de R$54.866.793,00, deste total
R$45.583.225,02 teve como fonte de recurso anulação de dotações, evidenciando
falta de planejamento quando da definição das ações da Secretaria; além disso
foram fixadas despesas para diversos projetos/atividades, algumas foram
realizadas e outras realizadas sem previsão orçamentária, o que também
caracteriza a ausência de planejamento.
1.1.05. A falta de planejamento também se evidencia nos elementos de despesas "outros
serviços de terceiros (pessoa física)", "obras e instalações" e "constituição ou
aumento de capital", cuja execução da despesa foi superior em 2.680,56%,
259,37% e 1.748,72%, respectivamente.
1.1.06. A despesa empenhada nas unidades orçamentárias Gabinete do Secretário e
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Paraíba foi de R$47.426.092,83,
superior em 375,94% da despesa fixada, distribuída nas funções: Administração
(12,77%) Saúde (Recursos Hídricos) (37,46%), encargos especiais (40,93%) e
urbanismo (8,84%).
1.1.07. Não foram observadas as determinações da Emenda Constitucional nO. 29, da Lei
Federal nO. 8080/90 (Lei do SUS) e da Resolução nO. 32212003, do Conselho
Nacional de Saúde, tendo em vista a inclusão na função saúde, de despesa com
Recursos Hídricos (conclusão e construção de barragens e adutoras, conservação
e recuperação de açudes), o que caracteriza também desvio de finalidade na
aplicação de receitas vinculadas e fere os princípios da legalidade e moralidade.
1.1.08. A despesa realizada (R$19.411.610,00) na função Encargos Especiais teve
aumento de 1.748,72% em relação à despesa fixada, contribuindo para essa
elevação especificamente a participação no capital da CEHAP (R$14.174.510,00),
cuja despesa não havia sido fixada na Lei Orçamentária.
1.1.09. Os recursos foram aplicados, quase na totalidade, em obras e instalações
(R$24.760.424,05), correspondente a 52,21 % da despesa total e, em constituição
ou aumento de capital de empresas (R$19.411.610,00), representando 40,93%
da despesa total.
1.1.10. Os restos a pagar registrados totalizam R$599.041,63, representando 1,26% da
despesa empenhada.
1.1.11. Os adiantamentos foram encaminhados a este Tribunal e protocolados sob o nO.
03.359/06 e analisados em conformidade com a Resolução TC nO. 97/97.
1.1.12. Foram realizados 08 (oito) procedimentos Iicitatórios, no montante de
R$1.193.825,06, não tendo sido formulado processo neste Tribunal, haja vista os
valores individualmente não superarem os estabelecidos na RN TC nO. 06/05.
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1.1.13. Foram celebrados convênios entre a Secretaria de Infra-Estrutura (1°.


convenente) e os seguintes órgãos: DER, SUPLAN, CEHAP, e ASSOCIAÇÃO
BENEFICENTE DE CUBATI, no valor total de R$8.135.888,71, sendo
R$777.027,28 com recursos estaduais e R$7.358.861,43 com recursos federais.
Com relação ao convênio firmado com a Associação Beneficente de Cubati,
objetivando desassoreamento de pequenos açudes, recomenda-se sua análise
pela Divisão de Obras deste Tribunal.
1.1.14. Os convênios, tendo a Secretaria de Infra-Estrutura como 20. Convenente, foram
firmados com o Ministério da Integração Nacional/Secretaria de Infra-Estrutura
Hídrica/DNOCS, no valor total de R$57.141.925,SO, sendo R$3.452.917,98 com
recurso do tesouro estadual e R$53.689.007,82 com recursos federais.
1.1.15. Conforme Decreto Estadual nO. 26.926, de 15 de março de 2006, a Estrutura
Organizacional básica da Secretaria de Estado de Infra-Estrutura é composta de
30 (trinta) cargos comissionados. Houve nomeação de 07 (sete) servidores para
cargos comissionados não previstos em lei e 01 (uma) nomeação para cargo além
do número previsto em lei. Quando da inspeção "in loco" constatou-se que a
Secretaria possui 319 servidores.
1.1.16. O controle no almoxarifado da entrada e saída de materiais de expediente e
limpeza é satisfatório, conforme amostra realizada, todavia não há nenhum
acompanhamento do custo das mercadorias.
1.1.17. Foi empenhada despesa, no valor de R$3.535,OO, em nome do Sr. José Soares
Macena, a título de ressarcimento de refeição e hospedagem sem especificação
das pessoas beneficiadas e dos respectivos benefícios.
1.1.18. A Secretaria fez pesquisa de preço para aquisição de dois aparelhos de ar
condicionado, entretanto não foi observado o menor preço, o que causou prejuízo
ao erário de R$626,OO.
1.1.19. Foi realizada despesa com locação de equipamentos (computadores e
impressoras) sem observância do princípio constitucional da economicidade,
causando prejuízo aos cofres do Estado, no valor de R$5.950,OO, sendo
R$4.250,OO sob a responsabilidade do Sr. Francisco Evangelista de Freitas e
R$1.700,OO do Sr. Zenóbio Toscano de Oliveira.
1.1.20. Foi realizado gasto com inscrição de servidora em congresso, sem observância do
princípio da economicidade, tendo em vista o objeto do congresso, não ser
compatível com os objetivos da Secretaria.
01.02. Notificados, os interessados apresentaram defesa e documentação (fls. 601 a 607), analisadas
pelo órgão de instrução deste Tribunal que emitiu relatório (fls. 252 a 260), no qual entendeu
justificada a realização de despesa com inscrição de servidora em congresso e,
permanecerem inalteradas as demais irregularidades.
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01.03. Encaminhadosos autos ao Ministério Públicojunto ao Tribunal, este no Parecer nO.284/2007,
da lavra da Procuradora SHEYLA BARRETO BRAGA DE QUEIROZ, após exposição da
fundamentação, opinou pela:
01.03.1. Irregularidade das contas;
01.03.2. ressarcimento ao erário estadual dos valores levantados pela Auditoria, a título de
prejuízo, pelos Srs. Francisco Evangelista de Freitas e Zenóbio Toscano de
Oliveira;
01.03.3. aplicação de multa pessoalaos responsáveis;
01.03.4. assinação de prazo ao atual Secretário de Estado da Infra-Estrutura para
dispensar os servidores lotados em cargos não criados por lei, bem como os
ocupantes de cargos em comissão legalmente inexistentes;
01.03.5. remessa das peças pertinentes ao Ministério Público Estadual, para apuração dos
indícios de cometimento de atos de improbidade administrativa e crime Iicitatório;
01.03.6. instauração de autos próprios visando esclarecer a divergência de dados relativos
a pessoal.
1.04. O processo foi incluído na pauta desta sessão,com notificação dos interessados.

2. VOTO DO RELATOR
Os gastos com a Secretaria de Estado de Infra-Estrutura estão distribuídos por 09 (nove)
Unidades Orçamentárias, tendo a Auditoria procedido à análise, no presente processo, apenas de
duas unidades orçamentárias (Gabinete do Secretario e Coordenadoria Estadual de Defesa Civil
da Paraíba), em virtude das demais unidades orçamentárias, a exemplo do DER, PBGAS,
apresentarem suas Prestações de Contas a este Tribunal.
Em sede de preliminar (fls. 602, 603), os defendentes, requerem que seja determinada a
retirada do rol das irregularidades apontadas pelo órgão técnico de instrução, aquelas relativas à
existência de pessoal nomeado em número superior ao de cargos existentes; divergência de
informação entre a Secretaria de Estado da Administração e a Secretaria da Infra-Estrutura e
ausência de discriminação das pessoas beneficiadas com alimentação, por serem tais
irregularidades, segundo os defendentes, divergentes com a proposta inicial de exame e
julgamento dos atos de ordenação de despesas, com respaldo na Lei Complementar nO. 18/93.
A competência do Tribunal de Contas abrange os aspectos orçamentário, contábil,
financeiro, operacional e patrimonial, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade,
derivando tal competência da Constituição e, não apenas da Lei Orgânica desta Corte.
Precisamente, quanto aos atos de gestão de pessoal é fato que as Cortes de Contas apreciam,
para fins de registros, tais atos, desde que para cargos de provimento efetivo, bem como
realizam o exame dos atos de gestão de pessoal para aferir a legalidade da despesa efetuada,
visto que nomeações geram aumento de despesa, além de constituir ato sujeito a diversas
limitações de ordem constitucional e legal. Portanto, constatadas irregularidades na composição
do quadro de pessoal, especialmente quanto à inexistência de cargos em lei ou ao

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preenchimento de vagas superiores ao quantitativo legal, compete ao Tribunal de Contas
apreciar a matéria e ordenar a adoção das medidas corretivas, daí a preliminar suscitada não

dever ser acatada.


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As irregularidades na gestão de pessoal, segundo a própria defesa, foram corrigidas por


meio do Decreto nO. 27.972/2007 e da promulgação da Lei 8.186/07. Daí, entendo oportuno o
traslado de informações sobre a matéria para os autos da PCAde 2007 com vistas ao examine da
efetiva correção das inconformidades, observando que já existe determinação deste Tribunal à
DIAFI no sentido de, em processo apartado, proceder ao levantamento dos cargos de provimento
em comissão existentes em cada Secretaria de Estado, identificando eventuais impropriedades no
preenchimento destes cargos, em virtude da competência privativa do Governo do Estado para
provimento de tais cargos; ressalta-se que tal irregularidade também foi constatada no exercício
de 2004.
Quanto à aquisição de dois aparelhos de ar condicionado sem ter sido observado o menor
preço, merece acolhida a justificativa da defesa de que a escolha pelo aparelho com valor
superior ocorreu em virtude de sua capacidade (18.000 BTU's), visto que a rede elétrica interna
da Secretaria não suportaria um aparelho de 18.500 BTU's, o qual apresentou o menor preço na
pesquisa de preço, ademais seria mais oneroso ao erário a reestruturação das instalações físicas
e elétricas da SElE para comportar os aparelhos de maior capacidade.
No tocante à inclusão em Ações e Serviços Públicos de Saúde, de despesas com construção
de barragens e adutoras e conservação de açudes, este Tribunal já pacificou entendimento,
quando da apreciação das contas do governo, no sentido de admitir tais despesas em Saúde. No
tocante ao aspecto jurídico, não é demais observar que o art. 198, § 3° da Constituição Federal!
requer a elaboração de lei complementar para o trato da fiscalização, avaliação e controle das
despesas com saúde. A lei complementar é espécie normativa superior às leis ordinárias e,
obviamente, aos instrumentos normativos infra-legais, tais como as resoluções, portarias e
congêneres. Se cabe à lei complementar estabelecer os contornos das despesas de aplicação
relacionadas com a saúde, é inconcebível, sob o aspecto da teoria jurídica, que resoluções ou
portarias - atos, que, em sentido estrito, não constituem lei - tratem de matéria reservada pelo
texto constitucional ao campo de lei complementar. A ausência do mencionado diploma legal não
autoriza o Poder Executivo a editar instrumentos regulamentares, com pretensão de
imperatividade, para disciplinar matéria reservada à lei.

Concernente à despesa com locação de equipamentos (computadores e impressoras), sem


observância do princípio constitucional da economicidade, foi trazido aos autos pesquisa de preço
realizada pela SElE, bem como o contrato de locação; observa-se ainda que o total da despesa é
inferior ao mínimo exigido para licitação, daí não vislumbro prejuízo causado ao erário.

Quanto à despesa, no valor de R$3.535,OO, em favor do Sr. José Soares Macena, a título
de ressarcimento com refeição e hospedagem sem especificação das pessoas beneficiadas e dos
respectivos benefícios, tendo em vista tratar-se de adiantamento, faz-se necessário formalização
de processo específico para apuração conclusiva da matéria.

1 Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem
um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: (...)
§ 3° Lei complementar, que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos, estabelecerá:
111 - as normas de fiscalização, avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal, estadual,
distrital e municipal"
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Feitas estas observações, ao final da instrução remanescem as irregularidades a seguir:


./ Nomeação de servidores para cargos comissionados sem previsão em lei e
preenchimento de vagas superior ao quantitativo legal.
./ Ausência de planejamento quando da definição das ações da Secretaria .
./

Ante o exposto, o Relator vota pela:


a) Regularidade com ressalvas da Prestação de Contas da Secretaria de Estado da
infra-estrutura, exercício 2006; sob a responsabilidade dos Senhores, ZENÓBIO TOSCANO
DE OLIVERA (período de 01.01 a 30.03.2006), FRANCISCO EVANGELISTA DE FREITAS
(período de 01.04 a 31.12.2006).
b) Assinação do prazo de 30 (trinta) dias ao atual Secretário de Estado da Infra-
Estrutura para que comprove perante este Tribunal, o restabelecimento da legalidade no
tocante ao preenchimento de cargos naquela pasta.
c) Encaminhamento de cópia da presente decisão para os autos da Prestação de
Contas da Secretaria, exercício de 2007/ a fim de subsidiar a análise da gestão de
pessoal.
d) Determinação a DIAFI/DICOP para, em processo específico, proceder à análise
do convênio firmado entre a SElE e a Associação Beneficente de Cubati, objetivando o
desassoreamento de pequenos açudes, no valor de R$100.000,00.
e) Determinação para formalização de processo específico e encaminhamento ao
setor competente para apuração da matéria quanto ao adiantamento em favor do Sr.
José Soares Macena (fls. 642 a 662).
f) Recomendação ao atual Secretário da SElE para maior rigor no planejamento
das ações da Secretaria.

3. DECISÃO DO TRIBUNAL
Vistos, relatados e discutidos os autos do PROCESSO
TC-02.073j07, os MEMBROSdo TRIBUNAL DE CONTASDO ESTADODA PARAÍBA
(TCE-Pb), à unanimidade, na sessão realizada nesta data, ACORDAMem:
I. Julgar regular com ressalvas a Prestação de Contas da Secretaria
de Estado da Infra-Estrutura - SEIE, exercício 2006, sob a
responsabilidade dos Senhores ZENÓBIO TOSCANODE OLIVEIRA
(período de 01.01 a 30.03.2006), FRANCISCO EVANGELISTADE
FREITAS (período de 01.04 a 31.12.2006).
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PROCESSO TC -02.073/07
IL Determinar a DIAFI/DICOP para proceder, em processo específico,
à análise do convênio firmado entre a SEIE e a Associação
Beneficente de Cubati, objetivando o desassoreamento de
pequenos açudes, no valor de R$100.000,00.
IIL Determinar a formalização de processo específico e
encaminhamento ao setor competente para apuração da matéria
relativa ao adiantamento em favor do Sr. José Soares Macena (fls.
642 a 662) .
.11t. Determinar o encaminhamento de cópia da presente decisão para
os autos da Prestação de contas da Secretaria, exercício de 2007, a
fim de subsidiar a análise da gestão de pessoal.
1t. Assinar o prazo 30 (trinta) dias ao atual Secretário de Estado da
Infra-Estrutura para que comprove perante este Tribunal, o
restabelecimento da legalidade no tocante ao preenchimento de
cargos naquela pasta.
VI. Recomendar ao atual Secretário da SEIE para maior rigor no
planejamento das ações da Secretaria.
Pablique-se, intime-se/ registre-se e cumpra-se.
ala das Sessões do TCE-Pb - Plenário Ministro João Agripino.
João Pessoa/ 26 de junho de 2008.

CanseI.

Ana Têresa Nóbrega


Procuradora Gera/ do Ministério Público junto ao Tri unal