Mitos na redação Autoria: Professor Dionisio Tudo que você queria saber sobre redação e tinha medo de perguntar

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A prova do Enem pede um texto dissertativo-argumentativo em PROSA, mas o que seria prosa? Bem, o texto em prosa nada mais é do que organizado em linhas e parágrafos, ao contrário do texto em versos, que se organiza formando estrofes. Se sua redação é em prosa, significa que deve organizar as linhas e formar seus parágrafos, e por falar em parágrafos, sugiro trabalhar com no mínimo 4: um para introdução, dois para o desenvolvimento e um para conclusão; simples assim! Colocar título na redação do Enem é garantia de nota máxima? Nada a ver, meu caro! Título é uma espécie de “batismo” de seu texto, é como você gostaria de deixar sua marca nele, coloca-se centralizado na linha 1 de sua redação, não precisa saltear a linha para iniciar o texto, a linha 2 já seria o início da sua redação. Existem títulos bem criativos que até podem mostrar como você é original, criativo (olha o que um aluno escreveu como título no Enem 2012: Welcome to Brazil: um país de todos), mas é arriscado dar um título que também não tem nenhuma relação com o texto produzido, sugiro até se você quiser dar esse título, deixe a linha um em branco, faça sua redação e depois, antes de entregá-la, pense assim: como vou batizar meu texto? Assim terá um título com a cara do texto que você produziu. O site O Globo até divulgou algumas redações que obtiveram nota 1000 no Enem ano passado, gostei de alguns títulos: Braços abertos sobre a Guanabara; este também é bem diferente: Ervas daninhas do Brasil. Em resumo, não acha que é pedir demais achar que somente um título irá garantir nota 1000? Uma redação com 8 linhas pode conseguir 1000 pontos? Eu acho que quem faz essa pergunta não gosta muito de escrever, consequentemente não mostrará muitas ideias, informações, logo não conseguirá a nota máxima. Meus caros,

estamos falando de 5 competências que vocês devem seguir, é óbvio que uma redação de 8 linhas tem a tendência de obter a nota máxima na competência 1, afinal, pouco terá de erros de gramática, entretanto, eu pergunto: e como fica a competência 2 e a relação com outra área do conhecimento? Ou ainda: como fica o poder de argumentar com coerência a respeito de um assunto? (competência 3) e por último, o que dizer de uma conclusão que pede detalhadamente a intervenção para o problema? A probabilidade de fechar as competências 1 e 4 é maior, mas em termos de informatividade vai deixar muito a desejar. Eu aconselho meus alunos a fazerem um texto em torno de 20 a 25 linhas, mas lembrando, é só uma recomendação, então não vá na onda do que dizem as instruções da prova e escrever apenas o mínimo que solicitam (A redação com até 7 linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero). Escreva, meu caro, o corretor valoriza quem tem conteúdo.

É verdade que o corretor foi orientado para não deixar passar nada e fazer uma correção pesada, afinal ele quer é reprovar? Não pense isso, o corretor é um professor de língua portuguesa que foi muito bem treinado pelo Inep para fazer a correção, a função dele é avaliar se sua redação é clara, se você sabe argumentar, se tem segurança no assunto solicitado e claro, se você sabe usar a norma culta, talvez aí o “bicho pegue”, porque ele quer um texto respeitando a norma culta da língua, mas você sabe que tem o direito de cometer erros (um desvio de escrita e um de gramática), só não pode haver reincidência. Enfim, o corretor não é nenhum carrasco da caneta que sai feito um doido atrás de erro, ele quer ler um texto bom, só isso, e vai perceber onde você merece ser bem pontuado (com base nas competências). Se você escreve com propriedade, o corretor notará e irá “se livrar” rapidinho de sua redação dando boas notas às competências. Letra feia reprova de cara, é verdade? Papo, não é verdade, o corretor tem o dever de avaliar sua redação do início ao fim, ele não irá eliminar sumariamente um candidato devido à letra, mas um aviso, a letra ilegível irá prejudicar a leitura (e muito) e consequentemente a compreensão do texto, por que não usar a letra de forma então? Você tem a liberdade para isso, só peço que nessa hora preste atenção à grafia maior das letras de início de parágrafo e dos nomes próprios. O exemplo de atestado abaixo (nome do médico foi omitido) daria uma ideia de como o corretor teria problemas na correção de uma redação de aluno assim:

- Ah, professor, mas o cara vai ser médico, não seria legal já ir treinando a letra que ele vai usar na vida profissional dele? – pergunta o aluno. Tem certeza de que quer saber minha resposta? Repito, ajude o corretor a ler sua redação sem dificuldades... Se eu errar uma palavra, posso riscar e escrever do lado entre parênteses? Em caso de erro risque, com um traço simples, a palavra ou expressão errada e escreva o respectivo substitutivo, não precisa usar parênteses e tem que ser um risco discreto, nada de borrar, veja o exemplo:

Em alguns casos, basta passar o risco:

Professor, eu não sei se a velha ortografia, quanto mais a nova, e agora, 2013, devo usar mesmo as novas regras do acordo ortográfico? As novas regras ortográficas começaram a valer desde o primeiro dia de 2009, mas como era uma novidade, aceitava-se que os falantes do português escrevessem na antiga ou na nova forma. Deram um prazo, porém, para que as escolas, os órgãos públicos e privados e todos os brasileiros se adaptassem até o dia 31 de dezembro de 2012 às novas regras, e aí? E aí que nada! A redação do Enem aceita a velha ou a nova regra, você tem a liberdade até de misturar no mesmo texto as velhas regras e as novas, em outras palavras, é indiferente para o corretor pegar seu texto e encontrar em uma parte a escrita da palavra conseqüência (com trema) e mais à frente encontrar a palavra ideia (sem acento, segundo a nova regra). Houve mistura, sim, e daí? O corretor não penaliza o aluno por isso, melhor para você que tem mais uma ajudinha e não precisou decorar uma série de regras da reforma, mas venhamos e convenhamos, já deu tempo de aprender, né? Posso mandar recado para o professor que corrige minha redação? Já ouvi o absurdo de aluno dizer que mandando um recado para o corretor iria ter uma correção suavizada: “Querido, professor, sei que você está corrigindo muitas provas, mas tenho um sonho de ser médico, me ajude, que um dia me lembrarei de você, pega leve aí, fique com Deus!” Primeiro, o corretor está fazendo o trabalho dele, então não tem nada de mandar recadinho, beijos para ele; segundo, o texto dissertativo não aceita interações com o leitor, expressões que denotem ordem ou diálogo não devem ser trabalhadas nesse tipo de texto. Peço que também evite verbos no imperativo, nada de usar também o pronome você, esse erro ocorre, sobretudo, quando o aluno apresenta a intervenção no último parágrafo: faça sua parte, colabore com o governo. Você, que é jovem, diga não às drogas! Aluno, você não está fazendo um texto panfletário, você não está escrevendo uma propaganda, então para que essa interação com o leitor? Ouvi de um professor que não posso dar minha opinião na redação porque ela vai ficar muito pessoal, o que fazer então? Acho que você não estava prestando atenção ao que o professor dizia nessa aula, acredito que ele deve ter dito para você evitar se incluir na sua dissertação, deve ter alertado

para não usar a 1ª pessoa do singular, expressões do tipo: eu acho, na minha opinião, acredito. A opinião deve ser dada sim, é sua tese, é seu ponto de vista, e aconselho inclusive que seja dada no 1º parágrafo para mostrar o quanto você é objetivo. Você se lembra de que sua prova é argumentativa, então, você deve apresentar sua opinião para convencer a banca, isso é argumentar. Seria um grande equívoco em uma prova dessa natureza uma postura imparcial, você não ter uma opinião formada e ficar enrolando a banca. Isso é muito comum em construções do tipo: há os defensores desse problema que argumentam que... depois, o aluno inventa de escrever outro parágrafo dizendo: porém, os opositores argumentam que... Mas aí o corretor irá se perguntar: sim, e o dono do texto, defende que ponto de vista? Em resumo, você tem toda a liberdade de mostrar o que pensa sim, mas faça isso de modo impessoal, use a 3ª pessoa (tanto faz do singular ou do plural). Exemplos: O Brasil não tem um projeto de mobilidade urbana adequado. Ou ainda: Os brasileiros não podem contar com um bom projeto de mobilidade urbana.

Entendi, professor, então não uso também a 1ª pessoa do plural, é isso? Eu não disse isso, meu caro, inclusive eu faço até uma pergunta: você leu o Guia do Enem 2013? Lá tem exemplos de redação nota 1000, inclusive com texto que mistura o uso da 3ª pessoa e da 1ª pessoa do plural, olha só:
(trecho de redação da aluna LARISSA REGHELIN COMAZZETTO Santa Maria/RS: Guia do Enem 2013)

Uso da 3ª pessoa

Uso da 1ª pessoa do plural

Agora, um cuidado com o uso da 1ª pessoa do plural, tudo bem em usar na dissertação, mas evite esse uso transformando esse recurso como teor de opinião geral, como se fosse uma opinião de todos, o que não é, a opinião é sua, olha só como isso seria estranho para o corretor: Acreditamos que o problema das drogas no país seria amenizado com a legalização da maconha, como ocorre em alguns países. Vemos essa iniciativa como positiva... Observe que o aluno usa a 1ª pessoa forçando a barra, colocando a opinião dele como se fosse de todos, inclusive do próprio corretor, então esse uso já seria errado. Se a opinião do aluno é favorável à legalização da maconha, deveria ter dito isso de modo impessoal, usando a

3ª pessoa: O problema das drogas no país seria amenizado com a legalização da maconha, como ocorre em alguns países. Essa iniciativa é positiva... Entendeu a diferença do uso da 1ª pessoa? Mas repito, o ideal é manter a impessoalidade com a 3ª pessoa... Falar mal do governo já leva à nota zero no Enem? Acho que você não conhece seus direitos, então vou dar uma ajudinha. A Constituição Federal de 1988, no art. 5º estabelece: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.” Mais um mito, você tem a liberdade de falar sim suas críticas em relação ao governo, você não pode é usar termos chulos ao se referir aos políticos (mesmo que você acha que mereçam). Se você acha que os programas sociais do governo falharam, então, o que está esperando? Prove! Se for cobrado o assunto educação, por exemplo, você iria escrever mentiras a respeito desse setor? O corretor iria ver que seu texto está fora da realidade, não tem verossimilhança. Em outras palavras, alunos críticos, que sabem criticar com coerência as ideias são muito bem vindos. Se você olhar temas passados do Enem, verá inclusive que várias edições cabem críticas ao governo (veja o Enem 2003, 2005...). O governo está falhando em muitos setores, isso é fato! Você pode mostrar estatísticas, exemplificações, citar programas realizados... Sua liberdade de expressão está assegurada, viu? Nem se preocupe com isso, não estamos na ditadura, você não será preso e torturado por falar mal do governo, não. Nem se preocupe! É verdade que tenho que escrever 5 linhas em cada parágrafo para ficar tudo bonitinho? Bem, seu conceito de beleza está meio estranho... Primeiro, não há nada que obrigue você a escrever uma quantidade de X de linhas por parágrafo, o que peço a você é o bom senso de saber quando deve encerrar suas ideias, só isso, principalmente na introdução, a 1ª parte de seu texto, nela você não pode se alongar, falar demais, deve ser objetivo, afinal a parte de desenvolvimento aparece nos parágrafos seguintes, segundo, a dica é: procure não se alongar em suas ideias, prefira períodos curtos, prefira o uso do ponto final e se possível dê um show de coesão amarrando uma ideia à outra. Concluindo, o corretor não vai ficar com uma trena para ver o tamanho de seus parágrafos, ok? Falando em coesão, é errado começar os parágrafos com conjunções, com conectivos? Não há nada que proíba você de iniciar um parágrafo de desenvolvimento ou ainda de conclusão usando um conectivo, pelo contrário, o corretor verá se foi bem empregado ou não. Sendo assim, quando você inicia uma introdução com entretanto, o corretor perceberá que as ideias a seguir farão uma retomada por oposição e isso é saber usar conectivos. Vejam como exemplo trechos de uma redação de um ex aluno meu, ele obteve 200 pontos na competência 4, justamente a que trata da coesão. Eis fragmentos do 2º parágrafo e do 3º :

Conectivo iniciando Agora vejamos a conclusão, 4º parágrafo:

Conectivo iniciando

O que você não pode é começar um parágrafo usando, por exemplo, pronomes oblíquos átonos: Se sabe que o Brasil é uma das dez maiores economias mundias... O certo seria: Sabe-se que o Brasil é uma das dez maiores economias mundias... Beleza, professor, então entendi que o lance da coesão é só encher de conectivos e pronto, né, ganho 200 pontos? Na verdade, coesão é muito mais do que apenas jogar uma série de conjunções, pronomes e advérbios em seu texto. O Guia do Enem 2013 dá importantes dicas a respeito: “Cada parágrafo será composto de um ou mais períodos também articulados; cada ideia nova precisa estabelecer relação com as anteriores. Assim, na produção da sua redação, você deve utilizar variados recursos linguísticos que garantam as relações de continuidade essenciais à elaboração de um texto coeso.” O Guia ainda faz uma série de recomendações: substituição de termos ou expressões por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, advérbios que indicam localização, artigos; substituição de termos ou expressões por antônimos, hipônimos, hiperônimos, expressões resumitivas ou expressões metafóricas; substituição de substantivos, verbos, períodos ou fragmentos do texto por conectivos ou expressões que resumam e retomem o que já foi dito e uso de elipse. Em resumo, você deve se policiar para ver se está repetindo demais algumas palavras, use pronomes que se refiram a essa palavra já citada, use sinônimos e esses outros recursos recomendados no Guia. Agora, fica uma dica: sugiro que você use e abuse também de muitas conjunções, ainda dá tempo, veja a lista das aditivas, das adversativas, das conclusivas, etc. Essa lista irá ajudar bastante, mas coesão não seria só isso, beleza?

É verdade que não posso separar sílabas no final da linha porque fica feio e tenho que passar tudo para o outro lado, para a outra linha, mesmo deixando um buraquinho?

Papo furado! Quando você está escrevendo um texto e precisa separar uma palavra e colocá-la em outra linha estará fazendo translineação, uma parte da palavra fica no final da linha superior e outra parte no início da linha inferior, usa-se um pequeno traço para separar as sílabas, esse traço se chama hífen. E a propósito, ele fica do lado da sílaba ou embaixo dela? Veja a seguir um trecho de texto de aluno:

Vejam que o aluno usou o hífen na linha 2 embaixo da sílaba, já nas linhas 3 e 4 usa do lado, e isso prejudicou o candidato? Não, esse aluno obteve 200 pontos na competência 1, ele mostrou que sabe separar devidamente as sílabas, apesar de usar o hífen embaixo da sílaba. O ideal é sempre colocar do lado da sílaba, esse hábito de colocar embaixo da sílaba vem dos tempos da máquina de datilografar, é um vício, logo tente fazer o que é o recomendável, ok? E claro, separe devidamente as palavras, seria de causar estranhamento ao corretor uma separação de palavras desse nível: ca-rro ou ainda: po-is. Não deu no final? Risque a palavra, como já falamos, e passe tudo para a linha seguinte. Simples, não? Falando ainda em linha, professor, é verdade que tenho que escrever uma média de 8 a 10 palavras por linha para evitar deixar buracos no final da linha? Pelo jeito, colocaram cada coisa em sua cabeça, hein? Pense só, o corretor vai corrigir sua redação na tela do computador, ele tem 5 competências para avaliar em cada texto, corrige uma média de 100 redações diariamente, então você acha que ele tem tempo de ver quantas palavras o aluno escreve em cada linha? Você deve estar pensando: “ah, mas ele vai notar logo aquelas linhas em que fica logo um grande buraco no final.” Eu respondo: e daí o grande buraco no final? Uma redação que deixa claro que a quantidade de linhas não é o mais importante, você está preocupado com isso? Vamos ver de novo a instrução sobre as linhas: A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero. Em resumo, a criatura escreve 8 linhas e aí estará dentro do que mandaram. Só digo o seguinte: estar no limite que mandaram não é o mesmo que escrever uma boa redação. A proposta de intervenção do Enem não me dá liberdade para eu dizer o que penso e ainda é inovadora, por que eles fazem questão dessa inovadora? Lendo o Guia do Enem 2013 responde bem sua pergunta, não há necessidade, este ano, de colocar uma proposta inovadora, o que precisa é ser detalhada de modo a permitir ao leitor o julgamento sobre a concretização de tal intervenção. Assim, deve conter a exposição da intervenção e o detalhamento dos meios para realizá-la. Essa proposta deve respeitar os direitos humanos, não pode romper com valores como cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural. Quanto à liberdade de dizer o que pensa, claro que você tem, só não pode ser intolerante. No Enem 2012, por exemplo, nada impediu você de exigir que o governo não aceite a entrada ilegal de imigrantes, que eles deveriam voltar ao país de origem; esse é seu modo de pensar. Contudo, não poderia ter dito é que os imigrantes representam uma escória e que devem ser tratados como lixo. A dica é ter bom senso para intervir, perceber se o que é dito pode ser aplicado, se pode amenizar o problema discutido. Então, a grande dica

aqui é: coerência com o que pensa e nada de defender a violência, o olho por olho, dente por dente ou ainda o preconceito, a intolerância. O desrespeito aos direitos humanos acontece por meio de manifestações racistas, quando o aluno é agressivo, revoltado. Nesses casos, a redação é anulada. A manifestação ideológica do aluno não tem sido motivo de punição. Agora, não invente de pregar como ideais: chacina, violência, tortura, homofobia... ser intolerante é pedir nota zero na redação. Em outras palavras, evite opiniões politicamente incorretas... Professor, acho que vou mandar bem em uma receita da mamãe que ensina a fazer lasanha, se o cara fez uma redação com miojo e quase tirou 600 pontos, então acho que com a lasanha eu me garanto em pelo menos uns 800... Você é engraçadinho, não é? Tem certeza de que quer uma vaga em uma universidade? Está mais parecendo que quer uma vaga em algum programa humorístico... devido a essas brincadeiras de hino de time na redação e receita de miojo ano passado, este ano as redações que apresentarem deboches e piadas serão anuladas. Veja o que diz o edital: a redação “que apresente parte do trecho deliberadamente desconectada com o tema proposto será considerada anulada”. O processo é sério, então leve a sério o trabalho com sua escrita, lembre-se de que estamos falando do passaporte para sua vida no ensino superior, não brinque com isso.

Considerações finais: Espero que tenha gostado das dicas, procurei ao máximo quebrar alguns mitos sem fundamentos, eles mais atrapalham do que ajudam. Então, procure seguir as recomendações que fiz e perca o medo de escrever, mostre desenvoltura em sua redação e verá a boa nota que irá receber. Compartilhe com seus amigos, compartilhe essa ideia, vamos acabar com bloqueios e escrever de forma mais solta, sem grandes pressões, ok? Professor Dionisio

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