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ESCOLA SUPERIOR BATISTA DO AMAZONAS CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SILVIO SOUZA DO CARMO

DISEMBAT- DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E MONITORAMENTO DE BATERIA DE NOTEBOOK

Manaus 2013

SILVIO SOUZA DO CARMO

DISEMBAT- DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E MONITORAMENTO DA BATERIA DE NOTEBOOK Trabalho de conclusão de curso como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel. Escola Superior Batista do Amazonas. Curso de graduação em Sistemas de Informação. Orientador Professor: Msc. Moisés Pereira Bastos

Manaus 2013

FOLHA DE APROVAÇÃO

SILVIO SOUZA DO CARMO

DISEMBAT - DISPOSITIVO DE SEGURANÇA E MONITORAMENTO DA BATERIA DE NOTEBOOK

Monografia julgada e aprovada pela Banca Examinadora abaixo qualificada, como requisito final para obtenção do grau de Bacharel em Sistema de Informação pela Faculdade ESBAM. Data de aprovação _____/_____/2013 BANCA EXAMINADORA ____________________________________ Prof:Msc. Moisés Pereira Bastos Orientador - Escola Superior Batista do Amazonas

____________________________________ Prof: Msc. MARCIO AURÉLIO DOS SANTOS ALENCAR Membro - Escola Superior Batista do Amazonas

____________________________________ Prof: Msc. XXXXX XXXX XXXX Membro – Escola Superior Batista do Amazonas

pela paciência e a dedicação na prática do saber. pelas vezes que estive ausente para me dedicar aos estudos. Ao Sr. Williame Rocha pela dedicação impar na solução incognitas À ESBAM .AGRADECIMENTOS Ao DEUS. Ao meu orientador e co-orientador. Aos meus pais e esposa. TODO PODEROSO. que me deu vida para colocar os talentos em uso .

para garantir a longevidade da bateria e identificar o seu descarte. segurança . Notebook. micro controlador USB. Para gerenciar o controle e a comunicação com o módulo foi desenvolvido um aplicativo em C#. monitorando os registros internos do Windows através de funções e a temperatura limite da bateria. ligado à USB do computador. O dispositivo de proteção é composto de um microcontrolador ligado ao notebook por cabo USB.RESUMO Este trabalho tem como resultado a construção de um dispositivo de hardware externo. Estima-se como resultado final o aumento gradativo do tempo de vida útil da bateria e do aumento satisfatório do desempenho de processamento em função do resfriamento controlado pelo dispositivo implementado exteriormente ao próprio equipamento feito de uma forma segura e automatizada. e religá-lo quando da necessidade de uma nova carga. Temperatura. podendo ser adotado também como dispositivo de segurança auxiliar. Tal aplicativo permite o ajuste dos limiares de desligamento de tensão. Palavras Chaves: Bateria. Este projeto foi implementado com intuito de desligar automaticamente a alimentação do notebook quando houver sobretemperatura ou carga completa da bateria.

This project was implemented in order to automatically turn off the power to the notebook when there overtemperature or fully charged battery. and turn it back on when the need for a new load. temperature. Notebook. Key Words: Battery. The protection device consists of a microcontroller connected to the notebook via USB cable. It is estimated as the final gradual increase in the useful life of the battery and satisfying the increase in processing performance due to the controlled cooling device implemented external to the equipment itself made of a secure and automated. To manage and control communication with the module was developed an application in C #. micro USB driver. This application allows you to set the shutdown threshold voltage. security .ABSTRACT This work has resulted in the construction of an external hardware device connected to the computer USB. monitoring the internal records of Windows and the temperature limit of the battery. to ensure battery longevity and identify your disposal and can also be adopted as a safety aid.

............Modelagem de Interconexão USB..17 Figura 2......Diagrama de Arquitetura.Diagrama de tempo para processamento dos dados...Entupimento gradual de cooler visto por dentro............. MP vídeo (b)...24 Figura 5 ......2 ....LISTA DE FIGURAS Figura 1...............................34 ................................Exaustor (a) aletas (b) dissipador metálico acoplado (c)..........18 Figura 2........................................MP principal s/ dissipador (a)...............................Modelos de conectores USB.............................Conexão ao PC e ao DISEMBAT Respectivamente....................2 .......Entupimento gradual de cooler visto por cima.1 ...............................................................Pastas de acesso ao registro no MS Windows.............................18 Figura 3 .. RAM (c) e HD (d).................................26 Figura 7 .................27 Figura 8 ......17 Figura 1.25 Figura 6 ..........1 ..21 Figura 4 ...................

...........................LISTA DE TABELAS Tabela 1 ......30 ...........Características de baterias recarregáveis..

LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AC API ASIC’s BC BD BSC CPU DC DDR DISEMBAT DSPs DTS FPGA HD LCA’s Li-Ion Li-Po IDE IEEE ISO LED OVP PIC PC PWR PWM MB Mbps MC MS PWM Alternating Current Application Programming Interface Application Specific Integrated Circuit Battery Care Banco de Dados Battery Safety Care Central Process Unit Direct Current Double Data Rate Dispositivo de Segurança e Monitoramento de Bateria notebook Digital Signal Processors Digital Thermal Sensor Accuracy Field-Programmable Gate Arrays Hard Disc Logic-cell arraysl Ions de Lítio Polímero de Lítio Integrated Development Environment Institute of Electrical and Electronic Engineering International Standard Organization Light Emitting Diode Over Voltage Protetion Peripheral Interface Controller Personal Computer Power Pulse Wave Modulation Motherboard Milhões de bits por segundo Microcontroladores Microsoft Pulse Wave Modulation de .

RAM ROM RMS SO IDEC TCC UART USB VA WQL Random Access Memory Read Only Memory Root Mean Square Sistema Operacional Instituto de defesa do consumidor Trabalho de conclusão de Curso Universal Asynchronous Receiver/Transmitter Universal Serial Bus Volt Ampere Windows Management Instrumentation Query Language .

............ 13 1.....................................Fim das reservas de lítio ..........1................Organização do TCC...............................15 1...................................Comunicação USB..........Tecnologia das baterias de Lítio ..........................................................................................................................................1....................................................1.................................................................................................2...............1....Objetivos do projeto............................................................................16 1................................................................................................ 36 .....1.......15 1....................Engenharia Reversa.................2 Circuito central...............Aumento da vida útil................Sistemas de Arrefecimento.....2 A solução...2 Monitor de temperatura.........................................................Sistemas Embarcados ou Sistemas Embutidos ..........2.......................................................2.....................................................................6.....................................................23 2........................................22 2...............................2.2..................................................2................................................................................INTRODUÇÃO..........................................................................................1..................................3 Interfaces Física com o notebook versão de teste gravado em um pic18f2550................29 3.............Objetivos Específicos ....................16 1...15 1.....................Chaves de registro..........Obsolescência programada........28 2.......35 4...................................................................16 1.4 A comunicação bidirecional.......................35 4.................2...............................4...............................................................Microcontrolador..................Justificativa..........................................Objetivos Gerais.......3 A base refrigeradora...................Sumário Sumário.........5........4.........................................................................................................................1 Descrição do projeto................3.....18 2...................................................................................................6................. 35 4..1.........................................................................3......................35 4..........28 2....1..................................34 4............................................................1 A causa das falhas...2..........................................3..................................................20 2................................... 14 1.....35 4............................36 .....................32 4.... 11 1................................................. METODOLOGIA..................19 2........................................................................................2......................................................................................18 2................................................................................................2......REFERENCIAL TEÓRICO ...............................................................Meio ambiente....................................34 4......17 2...............................1.......................32 3.........................................6.........................................2......................................................................................................................................21 2....................................Registro do Windows ................ Trabalhos relacionados.....

.........................................37 4......Figura 9 – Esquemático DE MONTAGEM EXPERIMENTAL....36 ESQUEMÁTICO DE MONTAGEM EM PROTOBOARD.....38 ......4 Firmware........................................... 37 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................................................................................5 Software................................................................................................................... 37 4.............................................................................

13 1. quando uma grandeza física.2. sendo realizado pelo Thermal Management Support. por medida de segurança. uma base refrigeradora externa “minimiza” o problema do desligamento. ultrapassam os limiares pré-programados. alcançando a temperatura limite. Foram apontadas como soluções pelas assistências técnicas para o sobreaquecimento a troca do chip BGA. O sobreaquecimento é eventualmente acompanhado do desligamento automático e compulsório.1. O projeto combinado de hardware e firmware envolve o processamento de dados resultantes da leitura periódica de sensores de temperatura. Uma sobretemperatura só ocorre acima dos 105° C conforme descreve o datasheet da família intel para os processadores de terceira geração ou core i3. O aplicativo de diagnóstico BC de Felipe Lourenço (2013) executa a leitura de temperatura do disco rígido e do processador especialmente a do seu núcleo ou core. corrente e potência. Em alguns casos.1 e figura 1. Segundo Morimoto (2006) a posição em que o exaustor é colocado na placa mãe influência diretamente e até mesmo prejudica a eficiência do sistema de ventilação fazendo com que o processador superaqueça. Este problema é frequentemente identificado em modelos mais antigos de notebooks. programado pelo fabricante do processador. por estes possuírem um tamanho do exaustor reduzido. está relacionada a sobrecargas de operações na área do processador principal e de vídeo mostrado na figura 2. força automaticamente o desligamento do notebook. geralmente temperatura. No mercado estão disponíveis alguns aplicativos para a leitura destes sensores um dos mais recentes é chamado de BC (Battery Care) ou cuidados com a bateria. Outra causa do aumento da temperatura registrada. INTRODUÇÃO Muitos computadores portáteis apresentam o aquecimento devido o acumulo de poeira no sistema de refrigeração (constituído de uma pequena ventoinha acoplada a um dissipador de calor metálico) conforme pesquisa de campo feito em assistência técnica Morimoto (2006) e mostrado na figura 1. responsável pelo módulo de vídeo do . ou gerenciamento de suporte térmico ver datasheet intel. também com menos frequência em notebooks com menos de um ano de uso em ambiente de alta humidade e particularmente em regiões de alta insolação. tensão e corrente em comparação com os limiares pré-estabelecidos. este parâmetro ajustado no firmware do fabricante.

Até que seja identificada e corrigida a causa do sobreaquecimento. segundo estudos feitos por Isidor Bunchmann (2011). O travamento na maquina e o desligamento emergencial poderá levar falhas de setores do disco rígido. acessar registros internos de sensores do windows. 1. Justificativa Estima-se que uma grande parte das baterias vendidas atualmente infelizmente permanecem no computador por um período de tempo acima do estipulado para descarte. é frequente a continuação da utilização do notebook. ou seja. que se transmitem por todo o conjunto da placa mãe. o que a curto prazo. daí advém a necessidade de se criar uma ferramenta para imediatamente detectar os efeitos da sobre temperatura da bateria o qual não existe um sensor dedicado para aferir a temperatura direta da bateria. trazer links de programas de diagnóstivos e orientar o usuário e o técnico para o rápido diagnóstico e reparo. a troca do disco rígido danificado. módulos acoplados e bateria. Em se tratando de elevação de temperaturas de hardware acima dos 60 °C especificamente na região da bateria descobriu-se. que as baterias constituídas de ion-litío ou ion-polímero podem vazar ou até mesmo explodir causando sérios danos ao equipamento. Muitas baterias operam em condições adversas de sobretemperatura. o que provoca desgaste e redução da vida útil da bateria. e até mesmo o processador entre outras. a troca da bateria. mesmo estando com defeito.14 notebook. defeitos na memória RAM (Random Access Memory) e outros módulos. Uma medida de consumo total do portátil realizado pelo DISEMBAT (Dispositivo de Segurança e monitoramento da Bateria de Notebook). não agrada os usuários em geral devido o alto custo de reparo destes itens de hardware. reduzindo sua vida útil. e o uso de sensores auxiliares de temperatura externa instalados em baixo da bateria com o uso de ventosas poderá servir como indicadores complementares da causa de falha do hardware.1. São necessários estudos e dispositivos de diagnóstico complementares para indicar rapidamente ao usuário . A sobretemperatura poderá ser acompanhada de panes como: danos irreversíveis nos processadores.

1. no ritmo atual de consumo.15 situações de anomalia nas condições de operação da bateria.2.1. Aumento da vida útil Linden & Reddy (2002) afirmam que por meio do uso correto e domínio das técnicas de calibração dos sensores é possível que a carga da bateria seja usada somente no tempo padronizado.1. A humanidade produz. exemplo disso é quando a bateria alcançar valores menores que 20%. A maioria dos portáteis é equipada com baterias de íons de lítio. A reciclagem das baterias Li-Ion visam geralmente à recuperação dos metais presentes em sua composição. conforme indica o manual do fabricante para aferir calibração. Mas até agora existe pouquíssima informação disponível sobre a recuperação do solvente orgânico presente nas baterias Íons de Lítio Solvente esse que é altamente tóxico e extremamente poluente. pois se tornam obsoletos rapidamente. porém. Vejamos alguns motivos a saber: 1. Meio ambiente Segundo Peres & Bertuol (2012). Braga (2013) relata que os notebooks são regulados para evitar problemas com tensões. Essas baterias são compostas por um cátodo. um anodo e um separador entre eles que estão embebidos em um solvente orgânico. por ano. cerca de 14 milhões de toneladas. a bateria pode ser perdida .3. que age como eletrólito. os automóveis movidos à bateria. o reaproveitamento de dispositivos eletrônicos vem se tornando necessário. em média consome 8 Kg de lítio. 1. como o cobre. O solvente orgânico é composto por uma mistura de carbonatos. à escassez na natureza associada ao crescente desenvolvimento de novas tecnologias para estes dispositivos. são suficientes para mais de 100 anos. Porém a grande expectativa para diminuir emissão de gases. com sais de lítio. 1. Fim das reservas de lítio Decicino (2009) explica que as reservas mundiais de lítio. se houver defeito no regulador. 71 . e necessário evitar que a bateria descarregue completamente somente faça isso quando sua bateria demonstrar desgaste.1.

Testar dispositivo e traçar padrões de comportamento em atividades que requeiram um desempenho elevado do processador. • • Elaborar modelos e diagramas para levantamento de pré requisitos para firmware e software. Objetivos do projeto 1.2. Desenvolver circuitos eletrônicos baseados em microcontrolador PIC (Peripheral Interface Controller) projetá-los conjunto com circuitos atuadores. para leitura de sensores em .2. Objetivos Gerais Desenvolver um dispositivo equipado de um sistema embarcado que monitore a leitura de sensores de temperatura e gerencie o nível de energia da bateria usando comunicação implementado por porta USB ( Universal Serial Bus) além de detectar condições anormais de trabalho sobre temperatura e de desgaste da bateria usando técnicas de engenharia reversa. 1. as reservas natural do mundo inteiro de matéria prima de lítio seriam consumidas um pouco mais que uma década. Enquanto não aprendemos a sintetizar matéria. a solução é única: reciclar mais e consumir menos . se todos os veículos fossem movidos a tecnologia de Li-Ion.2. Consultar o registro do sistema operacional Windows usando API para determinar o estado de tensão da bateria em tempo real. não daria mais para fazer as baterias usadas em PC portáteis e outros aparelhos. portanto. ou seja. e fazer tratamento dessas atividades. 1. Objetivos Específicos • • • Estudar o estado da temperatura da bateria usando interface com sensores de temperatura externa.1.16 milhões de diversos modelos.2.

O Capitulo 4 é constituído pela metodologia utilizada para a realização do projeto e o motivo de escolha de cada dispositivo. . Organização do TCC Este trabalho de conclusão de curso divide-se em cinco capítulos. pesquisados durante a revisão bibliográfica. cronograma e organização.17 1. O Capítulo 2 traz o referencial teórico que estará apresentando os principais conceitos teóricos. exposição de hardware e softwares envolvidos no projeto.3. O Capítulo 3 mostra em forma resumida dos trabalhos relacionados com o DISEMBAT . objetivos. O Capítulo 5 apresentará as conclusões deste TCC baseadas em experiências na área de desenvolvimento de interfaces bem como os resultados obtidos com o projeto. assim como a arquitetura e modelagem. a saber: O Capítulo 1 é composto de justificativa.

2.2 .Entupimento gradual de cooler visto por cima (Morimoto. experimentos e ensaios feitos por Pasquoto et al (2007) chegaram a conclusão que a vantagem de usar a convecção forçada para dissipar o calor gerado por processadores está em que o ar soprado pelo cooler evita que ocorra uma convergência da temperatura no dissipador para grandes valores. Figura 1. 2006) . 2006) Figura 1.1 .18 2. investigações. 2.1. evitando assim danos aos componentes por excesso e temperatura. Sistemas de Arrefecimento Conforme foi relatado anteriormente as aletas de ventilação precisam de resfriamento forçado para reduzir o aumento de temperatura de sobreaquecimento veja figura 2. REFERENCIAL TEÓRICO Neste tópico explanarei a respeito de alguns conceitos que foram necessários adquirir ao longo deste projeto e o embasamento teórico.Entupimento gradual de cooler visto por dentro (Morimoto.

MP vídeo (b). RAM (c) e HD (d) b c a Figura 2. construído usando um cooler de alta eficiência e baixo consumo a energizado a 12 volts DC e com controle de velocidade de rotação realizado por controle PWM usando as informações fornecidas pelo DISEMBAT.1 .Exaustor (a) aletas (b) dissipador metálico acoplado (c) 2.2.c b 19 Sabendo disso foi projetado um sistema arrefecimento (resfriamento) externo d que pode ser opcional para ser acoplado ao módulo controlador que será explicado posteriormente.MP principal s/ dissipador (a). Figura 2. Sistemas Embarcados ou Sistemas Embutidos .2 . Veja exemplos de áreas no MB (motherboard) que apresentam temperaturas críticas e são problemáticas para p bom desempenho de todo o sistema.

Microcontrolador Junior (2013) explica o termo “microcomputador de um só chip” para definir os MC’s (Micro Controlador).20 Germano (2013) explica que um SE (Sistema Embutido) é um sistema microcontrolado ou microprocessado no qual os circuitos eletrônicos são inteiramente encapsulados (colocados em um involucro geralmente plástico) no que diz respeito ao processamento. que dos 98% dos equipamentos dedicados. um MC interage com outros . 6% são em robótica. executa um algoritmo. ele possui uma CPU (Central Process Unit).3. que fica guardado na memória ROM. um SE efetua uma série de procedimentos limitados. Já que o SE é dedicado. saídas e entradas ( num PC temos monitor. normalmente com especificações pré-determinadas. memórias RAM (Random Acess Memory) e ROM (Ready Only Memory). tudo o que é mais básico e essencial para o funcionamento dos circuitos e interconexões entre software e hardware está embutido no mesmo CI (circuito integrado). Barbiero e Hexsel (2006) afirmam que o mercado de implementação das aplicações embarcadas sofre carência de ferramentas para o auxilio na diminuição de gastos através de melhoras no aproveitamento de recursos já existentes. ou memória de programa. O diferencial de um MC em relação a um PC é que este circuito integrado é um único componente que possui um propósito específico. para se entender um MC em comparação com um PC (Personal Computer). 12% em sistemas automotivos e a maior parcela 80% disponíveis em uso pelo ser humano envolve algum sistema embarcado geralmente miniaturizado (como o smart card ou cartão de crédito). ou seja. Tennenhouse (2008) descreve em suas publicações segundo o ultimo relatório da intel. a um modelo de operações específicas não pode ser comparado a um PC completo pois possuem funções limitadas por sua aplicação no dia-a-dia. 2. inversamente o que acontece a outros tipos de computadores cujos componentes são separados fisicamente. Além disso. teclado entre outros). Braga (2013) exemplifica que ele possui recursos de hardware prontos internamente. apenas 2% desta parcela é usado em outras aplicações como PC e plataformas informatizadas. dedicado ou exclusivo em outras palavras. e também dedicado ao dispositivo que ele controla.

conversores A/D chamado de DAC (analog digital converter). as memórias RAM e ROM. consomem menos energia. controladores paralelo e serial e a CPU. dispositivos de hardware e software. Um MC caracteriza-se pelos periféricos que traz acoplado. para interagirem com o MC da família PIC 18f 4550. aplicativos instalados no computador e tipos de documentos que cada um pode criar. não possui circuitos eletrônicos imprescindíveis para funcionar um periférico com mais recursos extras de para interagirem como o mundo exterior. CE. como por exemplo: perfis de usuário. Por ser peça única. guarda informações às quais o sistema faz menção continuamente durante as execuções das instruções de cada programa. No MC. Registro do Windows Microsoft (2002) . micro controladores tem baixo custo. programas. NT e 2000 onde se armazena as informações imprescindíveis à configuração do sistema operacional para um ou mais usuários. memórias etc. maior robustez. Um MP (Micro Processador). 2. Quero ressaltar que além de estudar o hardware e integração entre esses dispositivos. temporizadores. cujo objetivo é criar uma ferramenta que lesse os valores dos sensores na região da bateria. são integrados em um chip. As vantagens em relação a um MP para o caso específico são muitas. anteriormente isso só era possível por porta serial ou paralela.21 módulos do sistema por comunicação USB (Universal Serial BUS). conversor AD. define o registro como: Um BD (banco de dados) hierárquico principal nos SO (sistemas operacionais) da MS (Microsoft) versões 98. . por mais que possua grande habilidade de processar informações de tamanho maior. contadores (counter). temporizador (timer). foi preciso ler outras literaturas sobre funcionamento de sensores de temperatura e interfaces para construção do modulo atuador. fase de construção simplificada e reparo facilitada. hardware existente no sistema e as portas que são usadas. assim como em outros SO. todos sem exceção. o que é extremamente pertinente em relação ao uso continuo através de bateria implementado nesse projeto. O Registro é claro.4.

o registro é um BD do sistema que armazena todas as configurações dos programas instalados. estamos na verdade abrindo uma interface que reúne cinco arquivos ou chaves localizados na pasta "C:Windowssystem32config". apenas consulta destas realizadas indiretamente por intermédio de funções prontas . mas. nesse projeto não haverá necessidade de alteração.1. também conhecidas como Hives (colmeia) abreviado por H.Pastas de acesso ao registro no MS Windows CIPOLI (2012) 2. Cada uma dessas sub-chaves possui um valor. o Windows utiliza de 5 a 7 chaves primordiais que se subdividem em várias outras de forma semelhante às pastas que estamos acostumados no Windows Explorer. cada uma referente à configuração de uma parte do sistema acompanhado de uma chave. Chaves de registro CIPOLI descreve também que essas configurações são editadas através de Keys (chaves) abreviado por K. Figura 3 . fazemos modificações nesse BD para que o Windows as salve e saiba como queremos que ele funcione posteriormente. Por norma. trocamos um papel de parede.22 Cipole (2012) explica. e a mudança aqui é o que efetivamente realiza uma alteração. que juntos armazenam todas as configurações do sistema.4. conforme a figura 3. ou qualquer outra operação. que é a unidade padrão de informação em BD. Ao abrir o editor de registro do Windows. Sempre que instalamos um reprodutor de vídeo.

23 implementadas em API chamado WQL ( Windows Management Instrumentation Query Language) segundo Solimano (2012). • HKEY_CURRENT_CONFIG (HKCC): armazena perfis da maquina utilizada pelo usuário.5. • HKEY_USERS (HKU): guarda as configurações de aparência do Windows e as configurações efetuadas pelos usuários. o valor da chave é HKEY_LOCAL_MACHINECONFIG. Está será a chave utilizada em nosso projeto.com demonstra que é possível saber no caso das baterias de lítio os estados da bateria chamando esses comandos e utilizando as classes recomendadas pela Microsoft conforme descreve Weterings (2013). temas e outros. protetor de tela. As demais explicações minuciosas serão demonstradas posteriormente. • HKEY_CURRENT_USER (HKCU): é HKEY_LOCAL_MACHINE (HKLM): sub-chave de HKEY_USERS. como papel de parede. contem chave mais importante do registro. utilizando o arquivo USER para armazenar essas informações. mantendo compatível com programas de versões anteriores ao SO. pois a comunicação com o registro será feita por API do Windows por meio de funções. No Windows 7 temos cinco chaves principais a saber: • HKEY_CLASSES_ROOT (HKCR): presente no Windows atual. HKEY_LOCAL_MACHINESOFTWAREClasses. Como normalmente só é utilizado um perfil. responde no site stackoverflow. Comunicação USB Anderson (1997) e Tan (1997) explanam com minúcias de detalhes a solução para a comunicação de E/S (entrada e saída) denominado USB. • armazena todas as informações que o SO precisa para funcionar e de sua interface gráfica. Uma descrição mais detalhada desse barramento visa atender alguns regras estabelecidas por diversos fabricantes como metas a cumprir. 2. todas as configurações de usuário conectado no SO. cito as mais importantes: . antigo 16 bits. De forma que está informações serão acessadas indiretamente pelo sistema operacional do Windows e implementada por meio de API ou métodos prontos. Utiliza o arquivo SYSTEM para guardar essas configurações. e é amplamente implementado em computadores pessoais da atualidade. conforme veremos posteriormente.

ao BUS(barramento) principal. E/S não deve ser alto. O custo para produção em massa deste barramento e de seus acessórios de Pois saiba que a porta USB cumpre tudo isso. Tudo isso faz com que o USB possa ser utilizado por qualquer pessoa na instalação de periféricos. este por sua vez pesquisa para descobrir que periférico se trata. placas. em outras palavras. velocidade de transmissão e recepção. Esse hub possui soquetes com cabos conectados a E/S ou conexão de expansão. Segundo MORIMOTO (2002 ) a principal característica atualmente que leva a maioria dos aparelhos a possuírem integrados um módulo de comunicação USB (Universal Serial BUS) é o quanto a transmissão de dados é confiável. e o padrão internacional PnP (plug and play). este por sua vez conectará qualquer A alimentação (ou energia) para o dispositivo de E/S será fornecida pelo Até 127 dispositivos (conexões) podem ser conectados a um único O sistema suportará equipamentos de tempo real como o DISEMBAT . nada mais é que do tipo arvore cuja raiz está no hub. consiste em um hub-raiz ligado isso será feito automaticamente. dois para os dados ou +D e –D e o terra. Não é preciso reiniciar (shut down) o PC depois de instala-lo. Funciona assim o cabo é constituído de 4 fios.24 • • • • • • • • • Quem usa não terá de ajustar comutadores e/ou pontes em placas/dispositivos Usuários não precisarão abrir o gabinete para acoplar novos dispositivos e/ou Haverá apenas único tipo de cabo. dispositivo. é de quanto de largura de banda ele precisa. quando um dispositivo novo de entrada e saída é plugado. O PnP funciona assim. a capacidade de se conectar a outro dispositivo sem que o mesmo precise ser desligado . por ter interface versátil. o hub-raiz detecta esse evento e interrompe o SO (pausa por um momento). mesmo cabo. então o SO separa um endereço para ele no intervalo de 1 até 127 e esse endereço é e outros dados são descarregados dentro do dispositivo estas e outras informações podem ser configuradas em registradores. . de modo que a topologia de um sistema USB. dentro do computador. a facilidade na utilização. O Computador pode ser instalado com o PC funcionando. computador.

e “host”.25 desta maneira novos dispositivos podem ser acrescentados com o PC ligado. . sem exigir que o usuário saiba configurar nada. É importante frisar também que por ser um equipamento de tempo real a cada 1.05 ms (Milisegundos). firmware ou software. Veja a descrição que fiz na figura 5 para explicar a sequência com que cada etapa de interconexão pode ser modelado.00 +. considerando alguns aspectos como a topologia do barramento. o hub raiz trafega um novo quadro para manter todos os dispositivos sincronizados em relação ao tempo. a saber: Interconexão. Interconexão é a maneira como os dispositivos USB se conectam ao “host”. modo de fluxo de dados dentro do sistema sobre o protocolo USB e a rede física que utiliza topologia estrela onde cada HUB é o centro de uma estrela e host e hub se conectam ponto a ponto semelhantemente as políticas de rede. a relação entre as camadas (capacidade de cada tarefa ser executada dentro da pilha USB). Há somente um “host” no barramento USB (chamado “Host Controller”). dispositivo. Este pode ser feito através de hardware. veja figura 4 Figura 4 – Diagrama de tempo para processamento dos dados TANEMBAUM (2007) Pela normas internacionais ISO.0. um sistema de comunicação USB é composto por 3 módulos.

sem a necessidade de um driver próprio para o caso.). neste caso um microcontrolador. como exemplo controle de jogos. • HID (Human Interface Device) – faz com que um dispositivo USB.26 Figura 5 – Modelagem de Interconexão USB Existem dispositivos USB do tipo Hub e do tipo Funções. etc. caixas de som. quando a alimentação ocorre pelo barramento. As funções disponibilizam novas habilidades ao sistema. Full-Speed – 12 Mbps e Low-Speed – até 1. quando um dispositivo tem fonte própria nesse. em torno de 115kbps. porém este é o método mais complexo. • Bus-powered. A velocidade de comunicação neste caso é limitada a 64kB/s. Um dispositivo USB pode ser alimentado por duas formas: • Self-powered. As configurações de velocidade que o USB possui são : Alta Velocidade – 480 Mbps. possa ser reconhecido automaticamente por qualquer sistema operacional (Windows. • Bulk – é a forma de comunicação de maior velocidade.5 Mbps A comunicação USB pode ser feita por meio de três métodos. assim se estabelece uma comunicação entre o PC e o microcontrolador como se a porta USB fosse uma porta serial padrão. etc. Neste método há o envio de . Hubs servem para disponibilizar pontos extras de acesso a rede USB. Nesse projeto implementaremos as duas formas de separadamente. Linux. Esta é a forma mais simples de comunicação por USB. porém com uma velocidade baixa. São eles: • CDC (Comunication Device Class) – consiste em um driver que emula uma porta serial. pois trata-se de um driver customizado.

• Alternativa como fonte de alimentação. • Interface rápida. • Baixa taxa de erros. • Broadcasting: A porta USB não pode enviar dados simultaneamente para dispositivos diferentes. Impressoras e Scanners trabalham desta forma. USB possui vantagens e limitações como pode se ver a seguir. • Dispositivos USB são bem mais complexos para desenvolvedor se comparados a dispositivos de comunicação serial. • Baixo custo. • Suporta infinidade de SO • Versatilidade. O “host” só manda mensagens para cada dispositivo individualmente. • Limitações: • Cabo não deve ter mais de 5 metros de comprimento. que é de 480Mbps.0. Figura 6 : Modelos de conectores USB FELIPE(2012) .27 dados em massa por meio de uma transferência sequencial. A interconexão de um sistema USB é realizada através de portas e conectores do tipo macho femêa padronizadas padronizadas. mostrado na figura 6. A velocidade neste caso é limitada pela própria interface USB 2. • Fácil conexão e configuração do dispositivo.

um aparelho celular. A Engenharia Reversa é uma ação que lida com algum produto que já existente (um programa. Refere-se ao estudo de um produto. Fazemos a engenharia reversa quando queremos modificar. entre outros no nosso caso um aplicativo que monitora características da bateria) com a finalidade de entender como e o que ele faz. um circuito de computador. como funciona e como ele procede em todas as situações possíveis. tendo todas as características que o outro produto tem. trocar.Ao PC e ao DISEMBAT respectivamente FELIPE (2012) 2. .28 Neste trabalho para conexão do dispositivo. seja um programa. Engenharia Reversa Segundo Haustsch 2009. Tecnologia das baterias de Lítio Teste tópico será apresentado apena de forma superficial o assunto de forma a esclarecer os pontos mais intrigantes para capítulos posteriores 2. Isto é feito para entender como ele foi feito. Na figura 7 podemos visualizar com mais a disposição dos pinos dos conectores. que é o conector padrão para computadores.1. foi usado o conector tipo B.6. enquanto que para a conexão com o host (PC) o conector deve ser do tipo A. ou como poderia ser melhorado e quais outras funções poderia ter. um produto ou um programa por outro. onde o mesmo é desmontado para ser analisado e observado dada uma de suas peças. ou conhecer como é seu funcionamento sem termos a mão sua documentação. a “engenharia reversa” caracteriza a ideia do que ela faz. Figura 7 .6. seus comandos. seus componentes e seu funcionamento. uma placa de circuito ou qualquer outro objeto.

Alvo de nossos estudos.2. e os consumidores são impelidos a adquirir um produto novo. e afirma que todo o desgaste dos equipamentos é natural pra não dizer até normal.3. de 400 Wh / l) Voltagem da célula mais elevadas (até cerca de 4 V por célula) .6. é um fator de primordial importância. os desktops e notebooks de alguns fabricantes funcionam normalmente. Como funcionam as baterias recarregáveis de ion lítio. A Li-ion é mais caro do que outros sistemas e devem seguir diretrizes rígidas para garantir a segurança. após o fim desse prazo.6. No entanto. obsolescência.29 2. Obsolescência programada O grande mestre da eletrônica Newton C BRAGA (2012) em sua entrevista exclusiva a revista facta refuta-nos a um novo vocabulário. passam a apresentar defeitos como superaquecimento ou esgotamento da bateria. porque tem alta densidade de energia e peso leve podemos visualizar essa característica na tabela 1. na totalidade dos casos o preço do conserto é tão alto que não vale a pena repará-lo. Reddy et al (2011) demonstra: As baterias de lítio recarregáveis que operam em temperatura ambiente oferecem várias vantagens em relação a tecnologias aquosas convencionais. durando menos do que o normal. Bunchmann (2013) afirma com o crescimento rápido do sistema de bateria recarregável a Li-ion é mais usado. ou seja. exemplo claro disso são os produtos da china. As aplicações incluem computadores portáteis e telefones celulares. a saber: • • Quanto a densidade de energia é maior (até 150 Wh / kg. durante o período de garantia. 2. o produto a ser “projetado” na indústria deve parar de funcionar ou se tornam obsoletos (daí advém o termo) em um curto período de tempo. a obsolescência programada pode ser vista com maior frequência. Geralmente. como acontece neste estudo com as baterias. essa é uma prática industrial que deve ser combatida. CHAROUX (2013) relata que na área tecnológica. Porém.

que tem uma vantagem de segurança sobre outras células secundárias de lítio. para o baterias primárias de lítio. a célula de íons de lítio. baterias de lítio recarregáveis que usam lítio metálico como o potencial de eletrodo negativo (íons) oferecem problemas de segurança que são mais difíceis de se detectar do que aqueles com baterias de lítio primárias. baixa taxa de auto-descarga. por causa das diferentes características dos vários sistemas recarregáveis . Desta forma. (Estas podem não ser aplicáveis em todos os casos. Desempenho em baixas temperaturas relativamente pobre. • Vantagem Alta densidade de energia de energia específica. Desempenho relativamente fraco (em comparação com as baterias recarregáveis aquosas convencionais). por organizações internacionais. Alta tensão e Boa retenção de carga. • Desvantagem Ciclo de vida baixo com os sistemas de lítio metálico. Esta tecnologia tornou-se dominante no mercado. agências governamentais e quaisquer governo e instituições por causa da preocupação com potenciais problemas de segurança com as baterias de lítio . especialmente se eles estão fisicamente ou eletricamente usados. A ausência de lítio metálico nestas baterias de íon lítio minimiza essas preocupações de segurança. uso e descarte de baterias recarregáveis de lítio são regulados.30 • Maior retenção de carga ou vida útil (até 5 a 10 anos) Além disso. As vantagens e desvantagens de baterias de lítio recarregáveis operando em temperatura ambiente encontram-se resumidos da seguinte forma. Mais recentemente. Enfraquece a capacidade (em alguns sistemas). A expedição. uma vez que não contém lítio metálico nenhum. como telefones celulares e filmadoras. tem sido comercializado como uma fonte de energia para eletrônicos de consumo. . Potenciais problemas de segurança com os sistemas de lítio metálico.

5C or lower -20 to 60°C 60 to 90 days $60 (7.2C or lower 0 to 65°C not req.5C 0.5V 5C 0.2V pack 300 to 500 2-4h low Reusable Alkaline 80 (initial) 200 to 20001 6V pack 503 (to 50%) 2-3h moderate 20%4 30%4 0. $100 (7.2C -20 to 60°C 3 to 6 months9 $25 (6V) $0. $100 (7.50 1992 best result Operating Temperature (discharge only) fv Maintenance Requirement Typical Battery Cost (US$.2V) $0.10 1970 >2C 1C or lower -20 to 60°C not req. reference only) Cost per Cycle(US$)11 Commercial use since Tabela 1 .12 1990 5C7 0.25V6 2V 3.2V) $0.3 2-4h low Lead Acid 30-50 <1001 12V pack 200 to 3002 8-16h high Li-ion 110-160 150 to 2501 7.2V) $0.2V pack 500 to 10003 2-4h very low Li-ion polymer 100-130 200 to 3001 7.31 NiCd Gravimetric Energy Density(Wh/kg) Internal Resistance (includes peripheral circuits) in mW Cycle Life (to 80% of initial capacity) Fast Charge Time Overcharge Tolerance Self-discharge / Month (room temperature) Cell Voltage(nominal) Load Current peak 20C 1C -40 to 60°C 30 to 60 days $50 (7.10-0.3% 1. $5 (9V) $0.05 10%5 ~10%5 0.29 1999 0.6V 1.6V 3.14 1991 >2C 1C or lower 0 to 60°C not req.04 1950 45-80 100 to 2001 6V pack 15002 1h typical moderate NiMH 60-120 200 to 3001 6V pack 300 to 5002.25V6 1.Características das baterias BUCHMANN (2011) .2V) $0.

padrão esse adotado internacionalmente por vários fabricantes. Permite até mesmo o monitoramento dos ciclos de descarga da bateria. Este sensor é digital. formas de visualizar esses dados de forma explicita. fornecendo ao usuário. AMD e VIA. Trabalhos relacionados 3. Isso elimina quaisquer imprecisões que possam ser introduzidas pelos circuitos da placa-mãe e sensores externos. Usando funções nativas do Windows para acesso a comunicação da bateria. esses dados colhidos através de uma interface de comunicação específica (geralmente serial). O utilitário suporta os processadores de todos os três grandes fabricantes: Intel.A Intel define uma determinada temperatura Tjunction para o processador. usa técnicas de acesso a leitura interna do núcleo do processador e do Disco Rígido. contribuindo para uma maior autonomia e longevidade. comunica-se com o sistema operacional por meio de endereços de memória dedicados via hardware e informando. Na geração . 3. que está localizado em cada núcleo.32 3. o que significa que não depende de um circuito externo localizado na placa-mãe para relatar temperatura. através de um registrador de 7 bits mais conhecido com DTS. o seu valor é armazenado em um registro especial no processador para que o software possa acessar e ler. As leituras de temperaturas são muito precisas sendo os dados coletados diretamente de um sensor térmico Digital (ou DTS). Cada fabricante adota uma técnica diferente vejamos: . para acessar as informações de um chip interno na bateria. Este valor é usualmente na faixa compreendida entre 85 ° C e 105 ° C. próximo da parte mais quente do dispositivo.2 Monitor de temperatura O aplicativo Core Temp de Liberman (2013) facilita o monitoramento da temperatura de qualquer processador do tipo x86 .1 Monitoramento de Bateria do Notebook Segundo o desenvolvedor Felipe Lourenço (2013) o Battery Care é um pequeno programa implementado para otimizar o uso e desempenho da bateria do notebook moderno. e também.

Os dados são representados como um delta em °C entre a temperatura ambiente e a Tjunction. Phenom II. pois pode ser adicionado como um módulo a outros sistemas. O tamanho do campo de dados é de 7 bits. 90°C para as versões móveis de energia e baixo e 70°C é para as variantes de desktop.127 ° C pode ser relatado na teoria. começando com Nehalem. não há uma fórmula diferente: 'CPU Temp * = Valor / 8'. Isso significa que um Delta de 0 . O desenvolvimento é feito em linguagem de programação de alto nível.3 Sistema de comunicação USB com microcontrolador PIC Santos (2009) enfoca as técnicas para fornecer comunicação em projetos desenvolvidos.33 posterior de processadores. Na verdade. Já os processadores da AMD informa essa temperatura através de um registro especial na ponte norte da CPU este lê o valor do registro e usa uma fórmula fornecida pela AMD para calcular a temperatura atual. em desenvolvimento ou em planejamento. o valor exato Max Tjunction está disponível para software de leitura em um MSR (Modelo de Registro Específico). Assim. A fórmula para a série Athlon 64. A Temperatura do processador e assim porque o Phenom \ Opteron (K10) têm apenas um sensor por pacote. A temperatura Tjunction ou TjMax em chips VIA é geralmente entre 70 e 90°C. 3. Para a nova geração de processadores da AMD. os primeiros Opterons e Semprons (arquitetura K8) é: 'Core Temp = Valor . não é apenas uma leitura por processador. ou seja. Por ultimo temos os processadores do tipo VIA são capazes de relatar a temperatura de cada núcleo.49'. a temperatura relatada raramente pode ir abaixo de 0 ° C e em alguns casos (Núcleo 2 série de 45nm). a temperatura real é calculado como esta formula para temperatura do núcleo 'Core Temp = Tjunction . Semprons e Opterons (K10 arquitetura e para cima). as temperaturas abaixo de 30 ° ou até 40 ° C não são relatados. Já estão presentes no sistema todas as configurações necessárias para fornecer comunicação USB. fornece um valor de temperatura absoluta em graus Celsius. e seus derivados. não há necessidade de qualquer conversão ou manipulação. . mais recentes Athlons.Delta'. O sensor térmico. Um MSR diferente contém os dados de temperatura. como o Phenom.

34 Usando uma metodologia extremamente didática ele exemplifica usando métodos nativos no sistema operacional do Windows para comunicação USB. Figura 8 – Diagrama de arquitetura Legenda: 123tomada elétrica Plug macho da tomada fonte de alimentação . sem a necessidade e a preocupação de causar vício a bateria monitorando esses resultados periodicamente. a cada ciclo completo de carga e descarga. Essa motivação levou a criar uma interface. efeito memoria ou viciação de bateria (no caso das baterias mais antigas feitas de Ni-Cd ou Ni-Mh. a fim de reduzir a possibilidade de ocorrer danos ao equipamento . 4.1 Descrição do projeto O DISEMBAT é um dispositivo eletrônico capaz de controlar a alimentação física da bateria de forma externa ao dispositivo portátil ( notebook ou netbook) com sistema Windows. capaz de realizar essa comutação automaticamente trazendo maior praticidade ao usuário no seu dia-a-dia permitindo que o dispositivo portátil passe mais tempo em uso. METODOLOGIA 4. por exemplo. facilitando a interação com o usuário. pois as baterias de Li-Po ou Li-ion já vem com um circuito interno que corrige está falha) e ainda não permitir que a curto prazo que o sensor de tensão (microchip interno a bateria) fique prejudicado (danificado ou alterado) o que ocasiona uma redução significativa do tempo de vida útil da bateria do notebook (visto que as células não carregam completamente e até podem explodir ou vazar em caso de falhas neste sensor) provocando o desligamento repentino do notebook.

2. 4.2. porém. descobriu-se que devido ao uso continuado por longos períodos em condições de ambientes inadequadas e com intempéries.4 A comunicação bidirecional Como forma eficiente de comunicação bidirecional optou-se por comunicar o microcontrolador de forma a possuir apenas uma entrada de leitura de temperatura .2. como esses padrões de tensão e corrente precisam ser definidos pelo próprio fabricante da bateria motivo pelo qual cada fabricante optou por adotar um padrão internacional fez com que esses circuitos ficassem embutidos no próprio invólucro da bateria em forma de microchip ou usando tecnologias em SMD. 4.1 A causa das falhas As células de lítio podem ser monitoradas diretamente por circuito eletrônicos maiores no próprio dispositivo móvel. comunicando com o notebook via porta USB usando o protocolo de comunicação CDC a 9600 bps.2 A solução A habilidade de gerenciamento da bateria dá-se pela automação do processo de carga e descarga completa da bateria por meio de um circuito eletrônico externo razão pelo qual se criou este produto. mantendo sempre o sensor calibrado aumentando a durabilidade e a eficiência energética das baterias de notebook que utilizam a tecnologia de íon lítio. 4.3 A base refrigeradora Percebeu-se também a necessidade de realizar um resfriamento no local proporcionando uma queda considerável na região do processador bateria e bateria usando uma base adaptada ao gabinete do portátil.35 4567- Placa de circuito de controle central Cabo de alimentação Cabo comunicação USB Software em C# 4. entretanto.2. como aumento gradativo de temperatura e por possuir o sistema de refrigeração com cooler geralmente próximo a região periférica de conexão da bateria provocou-se um maior desgaste da bateria por conta desses fatores de ambiente.2 Circuito central 4.

3 Interfaces Física com o notebook versão de teste gravado em um pic18f2550 Figura 9 – Esquemático DE MONTAGEM EXPERIMENTAL . 4.36 e duas saídas uma para acionamento do réle que liga e desliga fisicamente a alimentação do notebook e a outra acionaria a alimentação do cooler de notebook.

5 segundos output_low(pin_b7). ou seja.5 segundos }//fim while } }//fim main 4. //coloca a saída B7 em nível lógico baixo.37 ESQUEMÁTICO DE MONTAGEM EM PROTOBOARD 4.//aguarda 500 milissegundos = 0.} //se pressionar o botão no pino 1 sem retirar o cabo.h> //biblioteca de instruções SanUSB void main()//programa principal { while (1){//laço infinito if (!input(pin_e3)){reset_cpu(). ou seja.4 Firmware Diagrama de Sequencia EM ANDAMENTO NO ASTAH Trecho de código Programa teste Código fonte em Linguagem C para CCS: #include <SanUSB. apaga LED delay_ms(500). //coloca a saída B7 em nível lógico alto. //aguarda 500 milissegundos = 0. acende LED delay_ms(500). reseta //e entra em estado de gravação output_high(pin_b7).5 Software Diagrama de Sequencia Em andamento no ASTAH Trecho de código ' varios estados do inicio de processo de comunicação Const COMM_CLOSED = 0 Const COMM_CONNECTED = 1 Const COMM_COMMUNICATING = 2 Const COMM_REQUESTED_CONFIG_1 = 3 Const COMM_REQUESTED_CONFIG_2 = 4 Const COMM_GOT_CONFIG = 5 Const COMM_REQ_CLOSE = 6 Public CommPortConnected As Integer = COMM_CLOSED Dim SerialData As String = "" serial Dim SerialDataReady As Boolean = False bem recebidos ' string de dados recebidos via porta ' flafg indicando que os dados foram .

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