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As Lanças de Christos

A maioria dos anjos da Cidade de Prata tende a se organizar em grandes falanges, reunindo vários anjos para missões e objetivos diferentes. Os Protetore e os Corpore são os anjos que mais se organizam dessa maneira, muitas vezes formando grupos que mais se parecem com exércitos. Mas estes nem sempre são a melhor escolha para trabalhos na Terra. Para isso, o Conselho pede a formação de grupos especiais, um pouco menores e com alguma variedade de membros. Os Captare, Recípere e Nimbus, que preferem atuar sozinhos, unem aí para lutarem contra as forças do Inferno. As Lanças de Christos são foram formadas normalmente, como um grupo qualquer de anjos, para missões de ataque e captura rápidas e eficientes. Tudo começou quando Laviniah se tornou anjo. Sua alma foi transformada em uma Captare fiel e persistente, que destacou-se logo em seu treinamento. Suas habilidades atraíram a atenção de vários anjos mais velhos. Laviniah trabalhou sozinha por algum tempo, mas não muito. Tinha missões simples, mas perigosas. Costumava caçar espíritos e daemons na França. Era enviada à Terra freqüentemente, principalmente por não se envolver com os mortais e sempre ser rápida nas missões. Agia mais como guerreira do que como caçadora. Mesmo que fosse forçada a procurar seus alvos, muitas vezes já tinha sua posição indicada. Bastava erguer suas armas e lutar. O poder de liderança de Laviniah foi descoberto só algum tempo depois. Um grupo de anjos precisava de reforço para enfrentar o dragão Corferus, que era capaz de voar em Spiritum e se alimentava das almas perdidas. A criatura já atacara várias bases de anjos, tendo se viciado no sangue dos celestiais. Alguns Captare e Protetore foram destacados para enfrentar Corferus, mas o dragão conseguia escapar de todas as investidas. Assim que chegou em Spiritum, Laviah começou a lutar. Suas próprias habilidades guerreiras não fizeram muita diferença na batalha contra o dragão. Ela era apenas mais uma excelente Captare lutando em nome da Cidade de Prata. Quando Corferus já destruíra grande parte dos anjos, o papel de Laviniah começou a se mostrar. Ela reuniu os guerreiros que haviam sobrado e os liderou para a vitória. Com um excelente plano, conseguiram levar Corferus para uma região de Spiritum mais afastada e onde tivesse menos mobilidade. Fez todos os guerreiros se cortarem para atraírem o dragão com o cheiro de sangue puro. Corferus foi tomado pro um frenesi e perdeu toda a capacidade de estratégia, pensando apenas em sua fome. Quando ficou preso em meio aos ventos mágicos de Spiritum, os anjos puderam atacar e destruílos. Nessa batalha, a Captare conheceu Critias e Saú, seus primeiros e principais aliados. Eram anjos de sua casta, com poderes parecidos e ótimas habilidades de luta. Mesmo sendo mais velhos, respeitavam a parceira. O trio tornou-se bastante amigo, na medida em que um anjo é capaz de criar uma amizade. Pelo excelente trabalho na destruição de Corferus, Laviniah recebeu a Lança de Demiurgo, uma arma impressionante, cujos poderes ela mesma não com preendia. Conta-se que o líder dos anjos que começaram a batalhar contra Corferus empunhava a lança e quando foi morto, ela ficou presa no couro do animal. A Captare foi corajosa e a retirou a arma durante a luta, enfiando-a no olho do inimigo. O Conselho resolveu presenteá-la com a lança, principalmente porque poucos eram capazes de empunhá-la sem se ferirem.

O início
Laviniah, Critias e Saú eram anjos famosos na Cidade de Prata. Quando receberam permissão do Conselho para atuarem em conjunto, muitos ficaram na expectativa do que aconteceria. Alguns Serafins já pensavam em testar Laviniah para colocá-la na liderança de um grupo especial. O trio todo usava lanças mágicas como um marca registrada. Eram conhecidos como as Lanças e sempre eram chamados para missões de apoio e de urgência. Quando a Cidade de Prata precisou de guerreiros para lutar a América do Sul, logo pensou nos três. Laviniah foi enviada junto com os amigos e encontrou-se com outros anjos que também haviam sido destacados para lutar contra servos do deus Inti nos Andes em 1780. As batalhas foram árduas e muitos anjos foram destruídos. Mas os que sobraram se uniram sob o comando de Laviniah. Formaram uma base nos Andes e começaram a atuar. Entre eles estavam os Corpore magos Liel e Simão , além do Captare das Sombras Kiah e dos mensageiros Aelus e Pio. Outros anjos estiveram sob o comando de Laviniah, alguns que vieram a se tornar famosos na Cidade de Prata.

Em meio à estas lutas, o Nimbus Azis se uniu ao grupo. Sua missão era tentar negociar com os espíritos, criando áreas restritas para aturem na Terra, sendo estas os territórios destinados aos povos indígenas. Eles não teriam permissão para entrar nas cidades. O plano não deu certo. Os servos de Inti se recusavam a ceder seu território para os invasores. As batalhas continuaram e terminaram com a expulsão da maioria dos espíritos e com a destruição de muitos. A Cidade de Prata enviou reforços, principalmente para garantirem o domínio do território. Os anjos de Laviniah foram chamados de volta para Paradísia. Durante as batalhas da América do Sul, aqueles que se tornariam os membros originais já se intitulavam Lanças de Christos. Tornaram-se amigos e completavam-se durante as lutas. Outros anjos também atuavam sob a liderança de Laviniah, mas não estavam tão ligados à anjo. Azis percebeu o potencial do grupo e resolveu indicá-los para o Conselho, para a formação de um grupo especial. O Nimbus sabia que ficaria encarregado de coordená-los quanto à política e missões de negociação. E isso aconteceu. O Nimbus sabia muito bem quais anjos se destacariam mais no grupo e eram mais necessários, principalmente aqueles que tinham menos capacidade de liderança. Analisou as características de cada um e começou a manipulação. Durante as missões qu e se seguiram foram da América do Sul, Azis ajeitou tudo para que o grupo diminuísse e que os anjos mais capazes de liderar formassem suas próprias equipes especiais. Assim teria menos problemas para manipular os outros e conseguira a liderança assim que r etirasse o poder de Laviniah. Grupos famosos foram formados nessa época como os Mártires Abençoados, liderados pelo Corpore Lael e os Sete Iluminados, sob a liderança do Nimbus Talih, as Espadas Fiéis, lideradas pela Arcanjo Celene. Só que seus planos foram atrapalhados quando a inquisidora Patrícia foi indicada para as Lanças de Christos. O Conselho não podia permitir que um grupo tão poderoso ficasse sem vigilância. Azis foi obrigado a ser mais sutil e a manipular seus colegas para se afastarem um pouco da inquisidora. Azis nunca conseguiu o domínio do grupo, principalmente porque Laviniah atraía a fidelidade dos outros e tinha apoio incondicional de Critias, Saú e Ioulah. Tentou tomar o poder quando receberam uma missão na África, em 1810. A missão do grupo era destruir um poderoso espírito africano que tinha quase o poder de um deus menor. As Lanças de Christos se saíram bem e eliminaram a criatura, mas acabaram presas em sua caverna, cercadas pelos espíritos africanos. Deveriam ter fugido antes, mas não puderam devido às manipulações de Azis, que gerou uma série de divergências no grupo. Eles foram forçados a entrarem ainda mais nas cavernas, sem esperança de fugirem, até encontrarem uma espécie de santuário. Lá estava um anjo vestido em roupas muçulmanas. Ele lutava contra vários espíritos. E quando eles desapareciam, ficava apenas parado, esperando por mais inimigos. A primeira reação das Lanças de Christos foi se preparar para lutar, mas o anjo baixou seu machado prateado, levantando-a apenas para batalhar contra os espíritos. O muçulmano não respondeu a nenhuma de suas perguntas. Apenas os olhava atentamente. Laviniah desistiu de conversar e passou por ele, entrando ainda mais na caverna. Para sua surpresa, o anjo a seguiu e participou da lua seguindo suas ordens. Graças a seu auxílio, eles conseguiram sair da caverna. Quando estavam preparados para rumar para Paradísia, o anjo escreveu seu nome na areia. Era chamado de Dumah, o Anjo do Silêncio. Ele insistiu em segui-los para a Cidade de Prata. Patrícia, Azis e Aelus alertaram Laviniah, recusandose a levá-lo, mas a Captare resolveu pedir ao Conselho uma recompensa para Dumah. O restante das Lanças acatou as ordens da líder. Para a surpresa de todos, o Conselho permitiu que Dumah fizesse parte do grupo. Dizem que o Arcanjo Gabriel orientou o Conselho, afirmando que seria boa a admissão de Dumah, para haver um maior contato com os anjos do Jardim de Allah. O próprio Anjo do Silêncio aceitou fazer parte de um grupo que levava o nome de Christos, para surpresa maior do Conselho. Todos sabiam que ele eram o mais poderoso e mais velho, mas , ainda sim, seguia as ordens de Laviniah. Ninguém conseguiu decifrar esse mistério. Talvez apenas o próprio Gabriel soubesse. As Lanças de Christos foram enviadas novamente para a América do Sul, dessa vez para lutar no Brasil. Ficaram encarregadas de batalhar contra vários demônios indígenas e livrar algumas cidades da infestação desses espíritos. Conheceram a Protetore Dominação Gabriela nessa época. Ela foi seu guia e tornou-se uma das Lanças de Christos, completando os treze anjos. As batalhas das Lanças de Christos não acabaram aí. Muitas de suas lutas ocorreram na América do Sul, principalmente para retomarem os territórios nos Andes. Antes deles, seus amigos dos Mártires Abençoados eram enviados para missões de reconhecimento. Assim que acabavam, as Lanças de Christos apareciam para a luta propriamente dita.

Ainda batalharam contra o daemon mago conhecido como Fápiro, um grande mestre no Caminho de Spiritum, Arkanun e Metamagia. Fápiro atormentou as Lanças durante muito tempo, sendo quase pego em várias batalhas. A última ocorreu quando tentou ressuscitar o dragão Corferus. Laviniah conseguiu impedi-lo e prendê-lo em uma rocha que agora vaga perdida em Spiritum .

A Conspiração
Durante mais de um século, as Lanças de Christos ficaram famosas por sal atuação e seu poder. Não falhavam em missão nenhuma. Sofriam derrotas, mas sempre voltavam para a vitória. Laviniah tornou-se cada vez mais orgulhosa e essa falha foi essencial para que caíssem nas manipulações do Serafim Laoviah e do arquimago Adapa. Laoviah, o Serafim da Destruição e do Castigo Final, há muito tempo pensava em obter seu título e seu ofício de volta. Desde que Christos desceu à Terra, Demiurgo não concedeu ao Serafim grandes trabalhos como os da antigüidade. Ele, que destruíra Sodoma e Gamorra como o anjo da morte e lançara sete das Dez Praga dos Egito, agora só podia lutar em Spiritum, auxiliando Miguel nas grandes batalhas. Poucas vezes desceu à Terra. E seu coração ansiava por reencontrar Lúcifer, o único anjo que o vencera durante seus milênios de vida. Laoviah precisava castigar o Primeiro Anjo Caído. Era sua missão. Devido a essa obsessão, acabou se desviando de sua fé e manipulou a Cidade de Prata para começar uma grande guerra. O Serafim queria apressar o Apocalipse para encontrar seu grande rival. Usando as Lanças de Christos, Laoviah conseguiu o que queria mas pagou por isso. Só que quem mais sofreu foram os anjos de Laviniah. Alguns foram destruídos, outros caíram. Os anjos caídos da Irmandade Rubra foram os responsáveis diretos por estas baixas. Graças a ajuda do mago Francisco, as Lanças de Christos sobreviveram. No fim, Laviniah recebeu um prêmio e uma punição do Conselho e o renome das Lanças de Christos foi reduzido consideravelmente. Outros anjos substituíram aqueles perdidos nas batalhas, mas o grupo não voltou a ser o mesmo. Faltava união. Isso ficou provado no confrontos seguintes com Laoviah e a Irmandade Rubra. Enquanto perseguiam Af, o Anjo da Fúria e poderoso assassino, houve uma série de conflitos no grupo. Os novos membros não conseguiam se adaptar. Laviniah tinha problemas para controlá-los. Enfrentar Af dessa maneira foi um desastre. E, pior ainda, foi encontrarem-se mais uma vez com Laoviah. Belcol, o Vigia das Almas, tornou-se um grande aliado das Lanças de Christos. O Recípere passou a ajudar Laviniah e aconselhá-la, chegando a influenciar o Conselho em suas decisões quanto ao grupo.

Laviniah
Captare criada em 1598 Nascida em 1580 na França Laviniah é líder das Lanças de Christos desde sua fundação, quando começou a lutar ao lado de Critias e Saú. Ela manteve-se no posto durante os séculos que se passaram, sempre se mostrando uma ótima líder e se acostumando à gran des vitórias. Isso tornou a anjo arrogante (um pouco mais do que os anjos já são) e muito confiante em seu poder e no das Lanças de Christos. De fato, ela tem um currículo impressionante. Sua fama na Cidade de Prata passa por todos os Distritos. Laviniah é uma jovem muito bonita. Tem olhos verdes como esmeraldas. Sua pele é branca e perfeita, sem cicatrizes ou marcas. Tem apenas algumas sardinhas nas bochechas, conferindo-lhe um ar um pouco inocente. Suas asas são brancas, mas possuem algumas penas negras. Geralmente usa uma armadura prateada. Ela ainda não conhece todos os poderes de suas armas. A lança que carrega foi forjada durante a destruição de Sodoma e Gamorra e tem poderes incríveis como de abrir portais e permitir a conversa telepática com outros anjos. A Espada da Sina ainda tem poderes quase desconhecidos. Sabe-se que pode enviar demônios de volta para o Inferno com um golpe certeiro. Força 33; Constituição 30; Agilidade 34; Destreza 34; Carisma 24; Inteligência 18; Percepção 20; Força de Vontade 21 PVs: 71; IP: 9 (pele + armadura); Regenera 1 PV a cada 10 minutos

Ataques: Lança de Lavínia – 115/115, Dano 1d10 + 17 Espada da Sina – 115/115, Dano 1d8 + 14 Aprimoramentos: Ambidestria, Contatos (Ofeon), Objetos mágicos (3), Status 3, Fé (7 + 1) Perícias: Lança 95/95, Espada 95/95, Adaga 55/55, Arco 75, Manobra de Combate (Luta com Duas Armas), Desenho e Pintura 40%, Furtividade 55%, Conhecimento de casta – Captare 60%, Conhecimento de casta – Protetore 25%, Burocracia da Cidade de Prata 35%, Conhecimento de Demônios 40%, Estratégia de Combate 65%, Barganha 30%, Etiqueta – Nobreza 50%, Idiomas (Árabe 35%, Francês 40%, Português 30%, Inglês 30%, Italiano 30%, Espanhol 30%, Latim 40%), Liderança 60%, Intimidação 60% , Sobrevivência 40% Poderes angelicais: Poderes Captare (1 – Marca, Detectar Marcas, Sentir Características, Rastrear), Aumento de Atributos (Força 4, Agilidade 3, Destreza 3, Constituição 3, Carisma 2, Percepção 1, Inteligência 1, Força de Vontade 1), Asas Astrais 2, Defesas 5, Defesas Especiais (1 - Imunidade a doenças), Disfarce (1 – Máscara), Glifo (1 - Marca Angelical), Regeneração 7, Telecinésia 1 Itens mágicos: Lança de Laviniah (+ 20/ + 20, + 7 no dano), Espada da Sina (+ 20/20, + 4 no dano), Armadura + 4

Azis
Nimbus criado em 1685 Nascido em 1660 na Itália Azis era um nobre italiano antes de sua morte. Ninguém sabe muito bem de onde ele veio e o próprio Nimbus não dá atenção para isso, dando pouca atenção para sua vida mortal. Sabe-se apenas que Azis morreu lutando contra a política corrupta da Igreja em suas terras, com a intenção de ajudar os pobres que cercavam as cidades. Muitos anjos consideram o Nimbus um ser repugnante. Como se a fama da casta já não fosse ruim, Azis faz questão de ser irônico e impertinente. Ele é um anjo ambicioso, mas está disposto a ajudar as Lanças de Christos a vencerem. Depois da batalha com Adapa, tornou-se um membro essencial do grupo. Percebeu seus erros e se arrependeu, passando a apoiar Laviniah e tornou-se seu principal conselheiro. Força 13; Constituição 14; Agilidade 21; Destreza 17; Carisma 28; Inteligência 30; Percepção 22; Força de Vontade 24 PVs: 51; IP: 2 (pele); Regenera 1 PV a cada noventa minutos Ataques; Adadas 50/60 1d6 + 1 Ataque Mental 4d6 Perícias: Armas Brancas (Adagas 40/50), Artes (Crítica de Arte 40%), Ciências Proibidas (Cidade de Prata 70%, Inferno 40%, Oculto 50%), Estratégia de Combate 60%, Escutar 50%, Esquiva 40%, Etiqueta 70%, Furtividade 40%, Idiomas (Inglês 40%, Alemão 40%, Italiano 60%, Aasgardiano 40%, Grego 40%, Hebraico 40%, Latim 60%), Manipulação (Empatia 40%, Interrogatório 40%, Intimidação 40%, Lábia 70%, Liderança 60%, Manha 50%), Negociação (Burocracia 50%, Jurídica 40%), Pesquisa 40% Aprimoramentos: Aliados e Contatos 5 Poderes: Poderes Nimbus (1 – Ataque Mental; 2 – Quebra do Físico, Telepatia; 3 – Leitura de Mentes; 4 – Aneurisma, Escudo Mental), Controle Mental (1 – Hipnosis, Blenden, Leitura de Auras; 2 – Mentira, Comandos Complexos, Atração, Aversão), Aumento de Atributos (Agilidade 2, Inteligência 3, Força de Vontade 2, Carisma 2, Percepção 2), Defesas 2, Regeneração 4, Forma Humana (Máscara),

Possui uma grava mágica que permite aumentar seu carisma em + 5 pontos quando precisa impressionar mortais. Usa adagas mágicas + 1 para atacar ou seus poderes mentais.

Melissa
Captare criada em 1703 Nascida em 1683 na Espanha Melissa não tem nenhuma idéia de qual sua origem na Terra. Só sabe que tem uma grande afinidade pela Espanha, mas nunca se importou com isso. Nem sabe que foi morta em um ritual das Brujas, servas do demônio Leonardo. Tudo o que importa para esta Captare é sua vontade de lutar e caçar. Tornou-se famosa entre os Captare por sempre voltar de suas missões com grandes troféus. Decorou seu quarto com armaduras de demônios e magos vencidos, tendo vários itens mágicos que se recusa a usar, mas mantém a mostra como prêmios. Às vezes os negociava por informações ou novas missões. Mesmo tendo um aspecto tão guerreiro, Melissa é bonita e delicada. Tem um corpo perfeito e é bastante sedutora. Mas não costuma usar estes recursos em suas caçadas. Além disso, ela adora rosas. Sua armadura sempre está enfeita e cheio de adornos ligados à flores. Ela tem cabelos negros longos e lisos, olhos castanhos e a pele branca. Suas asas são grandes co m algumas penas castanhas. Força 28; Constituição 22; Agilidade 24; Destreza 27; Carisma 17; Inteligência 15; Percepção 19; Força de Vontade 17 PVs: 55; IP: 7 (pele + armadura); Regenera 1 PV a cada 10 minutos Ataques: Lança – 95/80, Dano 1d10 + 10 Espada da Sina – 110/110, Dano 1d8 + 11 Aprimoramentos: Ambidestria, Contatos (anjos do distrito de Vênus, anjos de Madrid) 4, Senso de Direção Perícias: Lança 75/70, Espada 90/90, Adaga 65/65, Arco 75, Manobra de Combate (Luta com Duas Armas), Furtividade 60%, Caça 60%, Conhecimento de casta – Captare 50%, Conhecimento de casta – Protetore 30%, Conhecimento de Demônios 50%, Escutar 50%, Estratégia de Combate 30%, Barganha 30%, Etiqueta – Nobreza 40%, Idiomas (Árabe 40%, Português 30%, Inglês 30%, Italiano 30%, Espanhol 60%, Latim 40%), Intimidação 60%, Sobrevivência 60% Poderes angelicais: Poderes Captare (1 – Marca, Detectar Marcas; 2 - Sentir Características, Rastrear, Objeto; 3 - Rastreio de Marcas, Baisea; 4 – Apagar Característica; 5 – Detecção de Teleporte; 6 - Enxergar), Aumento de Atributos (Força 4, Agilidade 2, Destreza 3, Constituição 2, Percepção 1, Força de Vontade 1), Asas Astrais 2, Controle Mental (1 – Blenden), Defesas 2, Disfarces (1 – Máscara), Regeneração 7 Itens mágicos: Lança + 3 (+ 20/ + 10), Espada + 4 (Beleza Mortal, + 20/20), Armadura + 3

Simão
Corpore criado em 1678 Nascido em 1610 em Portugal Simão não teve morte trágico nem foi um herói enquanto era um humano. Era apenas um padeiro que sempre viveu feliz com sua família, criando seus filhos com os ensinamentos da igreja. Morreu quando já era velho, sem nenhum arrependimento. O que chamou a atenção dos anjos foi a força de vontade, a decisão e a fé de Simão. Assim que sua alma foi transformada em anjo Corpore. Foi levado para aprender magia com os Anjos da Terra e obedeceu as ordens sem questionar, sendo sempre fiel.

Simão tem um rosto com feições severas, mas com um olhar muito sábio. Seus cabelos são escuros, da cor da Terra. A pele parece feita de pedra. Usa um manto marrom e um bastão de madeira. Força 16; Constituição 33; Agilidade 14; Destreza 15; Carisma 11; Inteligência 26; Percepção 17; Força de Vontade 38 PVs: 54; IP: 7 (pele); Regenera 1 PV a cada 45 minutos Ataques: Bastão – 40/80, 1d6 + 3 Aprimoramentos: Biblioteca Arcana 2, Contatos (Os Anjos da Terra) 3, Poderes Mágicos 5 Perícias: Bastão 40/60, Adaga 30/40, Furtividade 40%, Ciências Proibidas (Alquimia 40%, Astrologia 40%, Éden 30%, Ocultismo 50%, Paradísia 40%, Spiritum 40%, Teoria da Magia 70%), Conhecimento de Demônios 40%, Escutar 30%, Etiqueta – Nobreza 20%, Idiomas (Árabe 40%, Italiano 40%, Espanhol 60%, Hebraico 50%, Latim 60%), Intimidação 40%, Pesquisa 50% Poderes angelicais: Poderes Corpore (1 – Portais para a Terra, Volta para a Cidade de Prata; 2 – Abertura para Spiritum), Aumento de Atributos (Força 1, Constituição 5, Inteligência 2, Força de Vontade 5), Controle Mental (1 – Blenden, Leitura de Auras), Defesas 7, Defesas Especiais (Proteção vs. Terra 6; 1 – Imunidade à Doenças, Alimentos), Disfarces (1 – Máscara), Regeneração 5 Magias: 15 Pontos de Magia, 7 Pontos de Fé Entender 2, Criar 4, Controlar 4, Terra 4, Água 1, Luz 1 Itens mágicos: Cajado + 2 (+ 0/+ 20), Anel de Magia (+ 5 pontos de magia)

Fehel
Anjo Virtude criado em 1750 Nascido na Itália em 1691 Fehel foi um pesquisador enquanto vivo na Itália. Criou vários teorias e muitas invenções sem sentido e acabou perseguido pela inquisição. Arrependido por descordar da Igreja, desistiu de tudo e tornou-se padre. Negou tudo o que criara e suas teorias por causa da fé. Após sua morte, foi transformado em um anjo Virtude devido à sua imaginação e capacidade de criar. Fehel é um grande inventor. Criou duas bestas mágicas que atiram pequenas setas de fogo. São armas do tamanho de pistolas, com vários rubis mágicos. Esse ano não é muito bonito, como é normal de sua espécie. É ruivo, tem grandes asas grandes e usa uma armadura dourada, além de alguns artefatos humanos como relógios. Força 13; Constituição 17; Agilidade 20; Destreza 22; Carisma 14; Inteligência 23; Percepção 14; Força de Vontade 17 PVs: 40; IP: 6 (pele + armadura); Regenera 1 PV a cada 6 horas Ataques: Lança – 60/70, Dano 1d10 + 2 Bestas – 70, Dano 3d6 + 2 Aprimoramentos: Ambidestria, Senso Numérico Perícias: Lança 50/60, Adaga 40/60, Besta 70%, Furtividade 40%, Conhecimento de casta – Protetore 50%, Conhecimento de Demônios 40%, Estratégia de Combate 30%, Barganha 30%, Etiqueta – Nobreza 40%,

Idiomas (Árabe 40%, Português 50%, Inglês 50%, Italiano 50%, Espanhol 50%, Latim 40%), Intimidação 40%, Mecânica 60%, Negociação (Avaliação 40%), Sobrevivência 40% Poderes angelicais: Poderes de Virtude (1 - Sentir Magos, Entender Dispositivo; 2 – Análise, Analisar Magia; 3 – Forma Verdadeira, Pistola Celestial); Aumento de Atributos (Agilidade 1 ,Destreza 1, Constituição 1, Inteligência 1, Força de Vontade 1), Asas Astrais 1, Comunhão 3, Defesas 2, Defesas Especiais (Proteção vs. Fogo 2, Luz 2; 1 – Alimentos; 2 – Campos Magnéticos), Disfarces (1 – Máscara), Regeneração 2, Telecinésia 3 Itens mágicos: Bestas Mágicas (dano por fogo), lança + 2 (+ 10/+ 10)

Salodron
Corpore criado em 1742 Nascido em 600 no Egito Salodron tem umas histórias mais estranhas dos anjos das Lanças de Christos. Talvez apenas Dumah tenha mais a contar. Esse anjo foi um egípcio católico, tendo vivido antes do islamismo aparecer no Egito. Morreu lutando contra os deuses egípcios. Como acontece com a maioria das almas que lutam contra essas criaturas, Salodron não conseguiu encontrar seu caminho no mundo espiritual. Ficou perdido em Spiritum durante séculos, fugindo dos inimigos da Cidade Dourada de Rá. Os anjos só acharam sua alma quando ele já aprendera magia e reunira vários espíritos perdidos para lutar contra os deuses. A maioria destes foi destruída, mas Salodron foi resgatado e transformado em um anjo. Salodron tem a pele morena, olhos castanhos e cabelos de fogo. Costuma usar uma armadura leve feita de couro. Luta com duas espadas, Fogo de Demiurgo, que arde em chamas, e Espírito Divino, que é quase transparente. Recebeu as duas de presente pelas missões no mundo espiritual depois de ser transformado em anjo. Força 23; Constituição 26; Agilidade 24; Destreza 27; Carisma 9; Inteligência 16; Percepção 15; Força de Vontade 22 PVs: 51; IP: 7 (pele + armadura); Regenera 1 PV a cada 20 minutos Ataques: Fogo de Demiurgo - 100/80, 1d8 + 8 Espírito Divino – 80/90, 1d8 + 7 Aprimoramentos: Ambidestria, Poderes Mágicos Perícias: Espada 80/70, Adaga 60/60, Furtividade 50%, Manobras de Combate (Luta com Duas Armas, Desarmar), Estratégia de Combate 30%, Barganha 30%, Ciências Proibidas (Alquimia 20%, Astrologia 40%, Paradísia 40%, Spiritum 60%, Cidade Dourada de Rá 40%, Teoria da Magia 60%), Idiomas (Árabe 40%, Português 50%, Espanhol 50%, Hieróglifos 40%, Latim 40%), Intimidação 60%, Sobrevivência (Desertos 50%, Spiritum 40%) Poderes angelicais: Poderes Corpore (1 – Portais para a Terra, Volta para Cidade de Prata; 2 – Abertura para Spiritum); Aumento de Atributos (Força 2, Agilidade 2 ,Destreza 3, Constituição 3, Força de Vontade 2), Defesas 3, Defesas Especiais (Proteção vs. Fogo 6), Disfarces (1 – Máscara), Regeneração 6 Magia: 14 Pontos de Magia Entender 1, Criar 3, Controlar 3, Spiritum 4, Fogo 4 Itens mágicos: Fogo de Demiurgo (espada + 3, + 20/ + 10,3d6 de dano caso penetre no corpo do alvo, ferve o sangue), Espírito Divino (espada + 2, + 0/ + 20, + 5 contra espíritos, fecha portais), Anel de Proteção + 1, Olho de Anúbis (brilha quando há espíritos por perto, pode identificar se é um espírito inimigo ou não), Armadura + 1

Dumah
Protetore Dominação com mais de 500 anos Dumah é o maior mistério das Lanças de Christos. Todos sabem que ele tem mais de quinhentos anos e querem descobrir por que um anjo de tamanho poder e idade está em meio a um grupo de anjos em que o mais velho tem cerca de 4 séculos de idade. Ele não responde a nenhuma pergunta, sempre mantendo seu voto de silêncio. Parece que este mesmo voto também limita seus poderes. E é tão importante que mesmo nas ocasiões mais perigosas ele não o quebro u, recusando-se a usar todos os seus poderes ou a emitir uma palavra sequer. A ficha que segue a seguir é trata do que se conhece sobre Dumah ou suspeita-se. Talvez seu grande poder devase a um item mágico ou alguma benção e não à idade. Dumah é um anjo muçulmano, o que é mais estranho ainda, pois segue as ordens de uma líder cristã. Mas ele não parece ligar. Apenas cumpre as ordens e seus votos em silêncio, sem reclamar. Às vezes parece ter pena de seus companheiros infiéis. O Protetore veste roupas muçulmanas, como a de beduínos, sempre cinzas e brancas.É negro e bastante forte, com cabelos sempre bem curtos. Suas asas são enormes e cinzas. Força 42; Constituição 40; Agilidade 23; Destreza 30; Carisma 12; Inteligência 25; Percepção 25; Força de Vontade 35 PVs: 121; IP: 9 (pele + armadura); Regenera 1 PV a cada 5 minutos Ataques: Machado de Prata – 120/120, 1d10 + 18 Aprimoramentos: Ambidestria, Tutor (?) Perícias Principais: Machado 100/100, Cimitarra 90/80, Adaga 70/70, Furtividade 70%, Manobras de Combate (Luta com Duas Armas, Desarmar, Refém), Estratégia de Combate 40%, Ciências Proibidas (Astrologia 60%, Cidade de Prata 40%, Paradísia 40%, Spiritum 50%, Jardins de Allah 60%, Céu de Anshar 50%, Cidade Dourada de Rá 40%, Deuses Africanos 50%, Teoria da Magia 30%), Idiomas (Árabe 70%, Português 30%, Espanhol 50%, Hebraico 50%, Hieróglifos 50%, Latim 30%), Intimidação 80%, Sobrevivência (Desertos 70%, Selva 40%) Poderes angelicais: Poderes de Dominação (1 – Sentir Inimigos, Arma contra Mortos-vivos; 2 – Armadura de Luz; 3 – Punição dos Magos; 4 – Poderosa Arma Mágica, Poderosa Armadura de Luz; 5 – Grande Punição dos Magos); Asas Astrais 2, Aumento de Atributos (Força, Agilidade,Destreza, Constituição, Força de Vontade), Comunhão 1, Controle Mental 1 – Leitura de Auras; 2 – Aversão), Defesas 7, Defesas Especiais (Proteção vs. Fogo 3, vs. ( Terra 2, vs. Trevas 4; 1 – Alimentos; 2 – Imunidade a Venenos, Proteção vs. Mal), Disfarces (1 – Máscara), Glifo (1 – Marca Angelical), Regeneração 8 Itens Mágicos: Desconhecidos. Conhece-se apenas o machado e sua armadura.