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ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS




Alan Coimbra de Oliveira R.A.: B3299H-9
André Luís da Silva R.A.: B322GF-0
André Luís Marques Patrocínio R.A.: B3727B-8
Carlos Augusto Estorari Silva R.A.: B234EA-8
Danilo da Silva Firmino R.A.: B361FE-0
Eduardo Mateus Z. Bonfanti R.A.: B44651-0
Evelyn P. Goulart Ribeiro R.A.: B2651H-2
Gilberto Aparecido Teixeira Joaquim R.A.: A55HHC-3
Juliana Alves Angelin R.A.: T567FH-0



São José do Rio Pardo
2012

Alan Coimbra de Oliveira R.A.: B3299H-9
André Luís da Silva R.A.: B322GF-0
André Luís Marques Patrocínio R.A.: B3727B-8
Carlos Augusto Estorari Silva R.A.: B234EA-8
Danilo da Silva Firmino R.A.: B361FE-0
Eduardo Mateus Z. Bonfanti R.A.: B44651-0
Evelyn P. Goulart Ribeiro R.A.: B2651H-2
Gilberto Aparecido Teixeira Joaquim R.A.: A55HHC-3
Juliana Alves Angelin R.A.: T567FH-0




PONTE DE MACARRÃO.




Trabalho apresentado à
UNIP-Campus Rio Pardo
vinculado às Atividades Práticas
Supervisionadas, como parte dos
requisitos para avaliação semestral,
no Curso de Engenharia Básico.



São José do Rio Pardo
2012

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 5 
1.  OBJETIVOS DO TRABALHO .............................................................................. 7 
2.  CONSTRUÇÃO DA PONTE DE MACARRÃO .................................................... 8 
2.1.  Material Utilizado. ........................................................................................... 8 
2.2.  Etapas da Construção. ................................................................................... 8 
2.3.  Esboço do Projeto. ....................................................................................... 14 
2.4.  Cálculos Utilizados. ...................................................................................... 17 
2.4.1.  Determinação das reações de apoio. .................................................... 18 
2.4.2.  Tração e Compressão. .......................................................................... 19 
3.4.3.  Verificação do equilíbrio nas Treliças. ................................................... 20 
3.  CONCLUSÕES .................................................................................................. 22 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS ......................................................................... 23 







Lista de Ilustrações
Figura 1: Confecção do Gabarito. ............................................................................... 8 
Figura 2: Seleção e corte dos fios de macarrão. ......................................................... 9 
Figura 3: Resultado da colagem da primeira barra. .................................................... 9 
Figura 5: Colagem das barras para formação das treliças. ....................................... 10 
Figura 4: Finalização da colagem dos fios para a formação das barras. .................. 10 
Figura 6: Formas das treliças se conformando ao gabarito do protótipo. ................. 11 
Figura 7: União das treliças para a formação da ponte. ............................................ 11 
Figura 8: Conclusão da união das treliças. ............................................................... 12 
Figura 9: Ponte de macarrão concluída. ................................................................... 12 
Figura 10: Teste de aplicação de carga na ponte de macarrão já concluída. ........... 13 
Figura 11: Formatos comuns de treliças tipo Howe. ................................................. 14 
Figura 12: Primeiro protótipo desenvolvido no Ftool 3.0. .......................................... 15 
Figura 13: Observação de forças nulas em duas barras do 1° protótipo. .................. 15 
Figura 14: Protótipo Final - Vista lateral (110.0 cm de comprimento) ........................ 16 
Figura 15: Protótipo Final - Vista frontal (46.5 cm de altura e 12.0 cm de largura) ... 16 
Figura 16: Resolução das treliças do projeto. ........................................................... 17 
Figura 17: Simulação de reação. ............................................................................... 18 
Figura 18: Tração e compressão. .............................................................................. 19 
Figura 19: Forças Normais Axiais nas barras treliçadas da ponte. ........................... 21 







5

INTRODUÇÃO


Uma ponte é um tipo de construção que permite interligar ao mesmo nível
pontos não acessíveis separados por obstáculos naturais ou artificiais. A palavra
Ponte provém do Latim Pons que por sua vez descende do Etrusco Pont, que
significa estrada, em grego πόντος (Póntos), derive talvez da raiz Pent que significa
uma ação de caminhar. As primeiras pontes surgiram de forma natural pela queda
de troncos sobre os rios, e esse processo foi prontamente imitado pelo Homem, que
necessitava ultrapassar obstáculos em busca de alimentos ou abrigo, criando assim
pontes feitas de troncos de árvores e eventualmente de pedras, usando suportes
muito simples e traves mestras. Com o surgimento da idade do bronze e a
predominância da vida sedentária, tornou-se mais importante a construção de
estruturas duradouras, nomeadamente, pontes de lajes de pedra. Das pontes em
arco há vestígios desde cerca de 4000 a.C. na Mesopotâmia e no Egipto, e mais
tarde, na Pérsia e na Grécia(cerca de 500 a.C.).
Chegando à atualidade, o estudo sobre a construção de pontes está focado
no desenvolvimento de novas técnicas de construção, manutenção e manutenção
de pontes, com a introdução de novos materiais como alumínio e fibra de vidro ou a
evolução das características dos já utilizados como o aço e betão. E para o futuro,
espera-se que cheguemos a tecnologia que nos proporcione a construção de pontes
inteligentes, que dotadas de sensores, processadores de dados e sistemas de
comunicação e sinalização, poderão alertar para um conjunto de situações, desde
sobrecargas, subidas dos níveis das águas, ventos, formação de gelo, sismicidade,
pré-rotura de certos pontos nevrálgicos da ponte, fadiga dos materiais, corrosão.
Estes sistemas inteligentes poderão chegar ao ponto de serem reactivos, por
exemplo, combatendo a corrosão através de sistemas de raios catódicos instalados
na própria ponte, usando sistemas de descongelação do gelo presente no tabuleiro,
ou mesmo acionando defletores de ar de forma a assegurar a melhor estabilidade da
ponte face ao vento ou às cargas variáveis.
6

Uma ponte de macarrão é uma maquete de ponte feita de macarrão tipo
spaghetti, um tipo de massa alimentícia cilíndrica, compacta, longa e fina,
diferenciada entre os vários tipos conforme o seu diâmetro específico.
Pontes de macarrão são construídas no intuito de levar seus executores à
experimentação prática de conhecimentos obtidos em sala de aula desde matérias
como Física até Desenho Técnico. Universidades espalhados por todo o mundo
organizam competições envolvendo pontes de macarrão, onde o objetivo é
normalmente construir uma ponte com quantidade específica de material (macarrão
e cola) sobre um vão específico, capaz de sustentar a aplicação de uma carga
determinada, nessas competições a ponte que sustenta maior cargo por um período
de tempo pré-determinado é a vencedora.
Dentro desse contexto, o tema das Atividades Práticas Supervisionadas
proposto é a construção de uma ponte de macarrão utilizando exclusivamente
macarrão tipo spaghetti e cola.











7

1. OBJETIVOS DO TRABALHO

Dentro do contexto apresentado na introdução desse relatório, o objetivo do
trabalho é a construção de uma ponte de macarrão utilizando macarrão Spaghettoni
Barilla Nº 7 e cola (quente ou fria), sendo essa ponte capaz de vencer um vão livre
de 01 metro e o seu peso total não poderá ser superior a 1 kg e a mesma não
poderá receber nenhum tipo de revestimento ou pintura.
A construção da ponte de macarrão deverá ser precedida da análise de
estruturas para pontes (treliça, Arco, etc.) afim de auxiliar no desenvolvimento de
um projeto detalhado para sua efetiva construção. Ao final, testes de aplicação de
cargas deveram ser efetuados, e uma vez tendo o grupo obtido sucesso na
construção ideal de uma ponte de macarrão, essa ponte irá participar de uma
competição interna na Universidade Paulista, envolvendo todos os alunos do curso
de engenharia, onde a ponte deverá ser capaz de suportar a carga inicial mínima de
02 Kgf durante 10 segundos para que seja aprovada, a partir de então serão
aplicadas cargas progressivamente maiores e a ponte do grupo que resistir a maior
aplicação de carga será tida por vencedora da competição.









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2. CONSTRUÇÃO DA PONTE DE MACARRÃO


2.1. Material Utilizado.

 Macarrão Spaghettoni Barilla Nº 7
 Colas Araldite e Durepox
 Cano PVC ½
 Vergalhão de Aço CA50/60 (5/16") 8mm
 Fio Dental
 Tesouras
 Estilete
 Réguas e Esquadros
 Paquímetro
 Balança


2.2. Etapas da Construção.

1° Etapa: Confecção do Gabarito para a construção da ponte segundo o
protótipo definido.







Figura 1: Confecção do Gabarito.
9

2° Etapa: Seleção e corte dos fios de macarrão a serem utilizados na
construção da ponte.









3° Etapa: Colagem dos fios de macarrão para a formação de barras para as
treliças da ponte (utilização de fio dental para amarrar os fios durante a secagem da
cola).










Figura 2: Seleção e corte dos fios de macarrão.
Figura 3: Resultado da colagem da primeira barra.
10













4° Etapa: Montagem das treliças, através da união triangular das barras de
macarrão em ângulo de 60°, conforme o gabarito.

Figura 5: Colagem das barras para formação das treliças que irão compor a ponte de macarrão.
Figura 4: Finalização da colagem dos fios para a formação das barras.
11


Figura 6: Formas triangulares das treliças se conformando ao gabarito do protótipo.

5° Etapa: Montagem da ponte com a união das treliças finalizadas na etapa
anterior.

Figura 7: União das treliças para a formação da ponte.
12


Figura 8: Conclusão da união das treliças.

6° Etapa: Conclusão da montagem da ponte.

Figura 9: Ponte de macarrão concluída.
13

7° Etapa: Testes de resistência com aplicação de cargas na ponte de
macarrão.

Figura 10: Teste de aplicação de carga na ponte de macarrão já concluída.






2.3.

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mem
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Depo
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Fazendo uso do software Ftool 3.0 desenvolvemos o primeiro protótipo,
conforme observado na figura baixo:









No entanto, ao realizarmos simulações de aplicação de carga no primeiro
protótipo, observamos que em algumas barras as forças de tração e compressão
eram nulas, tornando então dispensáveis o uso dessas barras em específico afim de
diminuir o peso final da ponte.









Figura 12: Primeiro protótipo desenvolvido no Ftool 3.0.
Figura 13: Observação de forças nulas em duas barras do 1° protótipo.
16

Depois dos testes, optamos pela modificação do primeiro protótipo, buscando
um melhor aproveitamento de material do empregado e um resultado mais eficaz
quanto ao peso final da ponte, chegando assim ao protótipo final utilizado nesse
projeto.



















Figura 14: Protótipo Final - Vista lateral (110.0 cm de comprimento)
Figura 15: Protótipo Final - Vista frontal (46.5 cm de altura e 12.0 cm de largura)
17

2.4. Cálculos Utilizados.

O método usado pelo grupo para o dimensionamento das treliças da ponte é
conhecido por “Método de Cremona”, onde a resolução de treliças planas pelo
método dos nós consiste em verificar o equilíbrio de cada nó da treliça, seguindo-se
os passos descritos a seguir:

 Determinação das reações de apoio
 Identificação do tipo de solicitação em cada barra (barra tracionada ou
barra comprimida)
 Verificação do equilíbrio de cada nó da treliça.


Figura 16: Resolução das treliças do projeto, determinando os Nós (A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K) onde serão realizados os
cálculos das reações de apoio, verificação do equilíbrio e determinação das barras(a) onde será verificada a solicitação de
tração ou compressão individualmente.
18

2.4.1. Determinação das reações de apoio.

As reações de apoio em V(A) e em V(E) são iguais, pois a carga P está
aplicada simetricamente aos apoios. Portanto:

I(A) = I(F) =
P
2




Exemplo: Em uma simulação onde aplicamos uma carga P= 10KN, as reações
de apoio esperadas em V(A) e em V(E) seriam de 5kn.

























Figura 17: Simulação de reação vertical do Nó(A) e Nó(E) à carga aplicada ao Nó (C) que
marca centro da ponte.


19

2.4.2. Tração e Compressão.

As barras que ligam o nó (A) ao nó (J) e as barras que ligam o nó (E) ao nó
(K) estão comprimidas pois equilibram as reações de apoio.
As barras que ligam o nó (C) aos nós (J) e (K) estão tracionadas, pois
equilibram a ação da carga P no nó (C).
As barras que ligam o nó (C) aos nós (B) e (D) estão tracionadas, pois
equilibram as componentes horizontais das barras que ligam o nó (A) ao nó (B) e o
nó (E) ao nó (D) que por si estão comprimidas pelas forças de reação horizontal.
A barra que liga o nó (B) ao nó (F) está tracionada, pois e equilibra os nós (A
–F, A –B, F –G, B –G) que estão comprimidos. Respectivamente a barra que ligam o
nó (D) ao nó (I) está tracionado, pela simetria com a barra de ligação entre os nós (B
– F).
A Barra de ligação entre os nós (J) e (K) está comprimida, pois equilibra as
reações de tração dos nós (J e K) culminantes no nó (C), centro da ponte onde é
aplicada a carga.
Figura 18: Demonstração de distribuição das barras com esforço de tração e compressão na ponte.
20

3.4.3. Verificação do equilíbrio nas Treliças.

Algumas convenções precisam ser satisfeitas para que o Método de Cremona
se aplique. Primeiramente obter as reações e esforços da treliça, em seguida fazer a
soma vetorial das forças externas e internas atuantes as quais devem formar um
polígono fechado.
O Método de Cremona consiste exatamente em verificar o equilíbrio de cada
nó na treliça, dessa forma, o procedimento se da seguinte maneira após desenhar a
treliça em escala e colocar o carregamento e calculando as reações de apoio.
Considerando que as forças do sistema são as do carregamento, as reações de
apoio e a força normal de cada barra da treliça. Ficam definidas áreas abertas entre
as forças do carregamento e reações de apoio, e áreas internas entre os esforços
normais de cada barra.
Começando a traçar a épura de Cremona, traçando, em escala de
força/comprimento (exemplo: 1 kN correspondem a 1 cm), de todas as forças
conhecidas (carregamento e reações de apoio) nas direções dessas forças, que
serão identificadas pela letras que as separam. Exemplo, se a reação Va=10 kN
(vertical )está entre a e b e Ha=8 kN está entre b e c, Va será identificada como uma
segmento vertical ab de 1 cm e Ha como um segmento horizontal bc de 8 cm,
ambos no sentido das forças que representam.
Terminadas as forças conhecidas, começamos a traçar paralelas às barras a
partir das forças que fazem fronteira com elas, identificando-as pelas letras que as
limitam (de um lado e de outro da barra) Exemplo: se uma barra horizontal está
limitada pelas regiões a e f, ela é a força ef, na direção da barra (horizontal) e o seu
comprimento em escala será a sua intensidade, por exemplo, se medir 6 cm, será,
pela escala que adotamos (1 kN, 1 cm), de intensidade 6 kN. Fazemos isso até
esgotar todas as letras, e a épura deve fechar.
Observação: os segmentos são definidos pelas interseções das suas retas
suportes com outras às quais estão relacionadas as forças são lidas no sentido
horário. Se pegarmos a mesma barra no seu outro nó extremo ela será denotada
com hg. Inicialmente, convencionamos todas as forças como de tração, ou seja,
saindo do nó. Comparamos com o seu correspondente na épura. Se a nossa força
gh estiver representada por um segmento gh no mesmo sentido (de baixo para
21

cima), ela será uma tração. Caso contrário, se hg estiver no sentido de cima para
baixo, ela será uma compressão. Adote sinal positivo (+) para tração e negativo (-)
para compressão, vetorial de todas as forças que atuam sobre ele será nula. Após
se complete a tabela, indicando a intensidade e a natureza do esforço (tração e
compressão).

BARRA 
 
FORÇAS 
NORMAIS 
AXIAIS (t)      
Simulação de aplicação de carga 20Kn no
nó (C)
AF  ‐5.8 
AB  ‐1.0 
BG  ‐2.0 
BC  1.0 
CH  5.8 
CD  1.0 
DI  2.0 
DE  ‐1.0 
DH  ‐2.0 
FJ  ‐3,7 
FG  ‐2.0 
GJ  3.7 
GH  ‐4.1 
HK  3.7 
HI  ‐2.0 
JK  ‐3.7 
KI  ‐3.7 

Figura 19: Forças Normais Axiais nas barras treliçadas da ponte.










22

3. CONCLUSÕES


Inicialmente a maior discussão do grupo foi quanto ao tipo de estrutura ideal
para a construção da ponte de macarrão, cada membro individualmente
apresentou um projeto com idéias próprias e o grupo em conjunto decidiu por
aproveitar as idéias individuais na construção de um novo modelo, único para o
projeto. Durante a construção foram encontrados desafios não esperados
durante a fase de planejamento do projeto, principalmente no processo de
colagem do macarrão, onde a necessidade de diversos testes foi exigida e um
extenso trabalho nesse sentido foi exigido do grupo afim de encontrarmos as
soluções ideais para cada situação de dificuldade encontrada.
A interdisciplinaridade envolvida no desenvolvimento do projeto, que envolveu
conhecimentos obtidos na matéria Mecânica da Partícula para análise das
treliças através de cálculos de tração e compressão das barras, conhecimentos
obtidos na matéria de Desenho Técnico auxiliaram no desenvolvimento das
idéias para o projeto, onde os membros do grupo puderam através dessa
ferramenta demonstrar perfeitamente suas idéias de construção estrutural para
ponte e inclusive os conhecimentos obtidos na matéria Comunicação e
Expressão que permitiram uma ideal elaboração do presente relatório, foram
totalmente absorvidos pelos integrantes como uma valiosa agregação de
conhecimento prático, e fator preponderante para o sucesso do projeto.





23

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Competição de Pontes de Espaguete. (s.d.). Acesso em 05 de Outubro de 2012, disponível em
UFRGS: http://www.cpgec.ufrgs.br/segovia/espaguete/
Espaguete. (s.d.). Acesso em 02 de Outubro de 2012, disponível em Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espaguete
Flores, J . F. (2009). Treliça – Método de Cremona.
Martha, L. F. (s.d.). Ftool: Um Programa Gráfico-Interativo para Ensino de Comportamento
de Estruturas. Acesso em 13 de Outubro de 2012, disponível em PUC - RJ :
http://www.tecgraf.puc-rio.br/ftool/
Ponte. (s.d.). Acesso em 02 de Outubro de 2012, disponível em Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte
Ponte de Espaguete. (s.d.). Acesso em 02 de Outubro de 2012, disponível em Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ponte_de_espaguete
Ponte Treliçada. (s.d.). Acesso em 06 de Outubro de 2012, disponível em UFSC:
http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2003-1/pontes/Viga%20Trelicada.htm
Spaghetti Bridge. (s.d.). Acesso em 05 de Outubro de 2012, disponível em J ohns Hopkins
University: http://www.jhu.edu/virtlab/spaghetti-bridge/
Treliças. (s.d.). Acesso em 06 de Outubro de 2012, disponível em Fmnovaes:
http://www.fmnovaes.com.br/exerrm/trelicas.pdf