EDUCAÇÃO MUSICAL NO BRASIL

segunda metade do século xx

Villa!Lobos e o canto orfeônico. acesso popular à prática musical. Instituto de Educação Caetano de Campos. OLHANDO A HISTÓRIA Anísio Teixeira.1. Escola Nova. cientificismo. ensino do instrumento. Conservatório Brasileiro de Música. Fabiano Lozano. métodos corais. . Mário de Andrade. Nacionalismo. “O ensino de música pelo método analítico” João Gomes Júnior & Gomes Cardim.

XX 1960: canto orfeônico substituído pela educação musical. Liddy Chiafarelli Mignone. desenvolvimento de processos criativos. Pró!Arte no RJ. . Lorenzo Fernandes. cursos de férias de Teresópolis. SEGUNDA METADE DO SÉC. Isolda Bacci Bruch. Música Pró Arte em SP & sucursal em Piracicaba. Gazy de Sá. Sá Pereira.2. Ko e l l r e u t t e r : p r o c e d i m e n t o s d a m ú s i c a n o v a . Escola de Música da UFBA. Anita Guarnieri. Ernst & Maria Aparecida Mahle.

Samuel Kerr. Osvaldo Lacerda. foco na formação do músico. Paschoal. estudos com Roberto Schnorrenberg. Paulo Herculano. Benito Juarez. Norma & Filipe Silvestre. Monteiro Brisolla. músicos formados: Alexandre Pascoal. Comissão Estadual de Música. .3. David Machado. Elizabeth Rangel Pinheiro. Cláudio de Brito. Maria Lúcia M. Diogo Pacheco e Klaus Dieter Wolf. O CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA 1960: Curso de Formação de Professores de Música. Cyro J.

. artes plásticas e dança. professores com formação polivalente: música. “disciplina educação musical substituída pela atividade da educação artística”. ditadura militar: Organização Social e Política do Brasil "OSPB# e Educação Moral e Cívica "EMC#. ausência de planejamento.4. curso superior de educação artística. canto orfeônico como cultivo do patriotismo x educação artística como válvula de escape. 5692/71. 1974. conceito modernista. Oficinas de Música: 1968 na UnB. teatro. EDUCAÇÃO MUSICAL SOB SUSPEITA 1961/1971: lei n.

emergência de cursos de pós!graduação em Artes e Música. .5. “construção do próprio conhecimento”. descoberta e experimentação. relação de mão dupla professor!aluno. escasseamento crônico da educação musical. “comunidade de aprendizes”. HOJE anos 80: hibridismo metodológico. crença no método.

busca de identidade. nível superior: licenciatura em Educação Artística.6. . globalização. ENSINO DE MÚSICA HOJE ensino fundamental e médio: ausência quase total do ensino de música. reforma educacional nos anos 90. Violeta Gainza: eutonia.

7. São calcadas nas características desse novo tempo e mantêm a intenção de incentivar a identidade humana tanto quanto os educadores da primeira metade do século XX. p.” (VALIENGO. apresentando alternativas menos presas às convenções musicais e estando mais adaptados às novas tecnologias ou até mesmo à falta delas. agora dando uma visão mais total da vida. CONCLUSÃO “Se as propostas da primeira metade do século XX buscam uma sistematização do ensino de música de acordo com uma concepção única e particular de música. repertório e formas de atuação.2) . as propostas da segunda metade caminham no sentido da ampliação e atualização de conceitos. já que as diferenças econômicas e sociais são cada vez mais evidentes.

p. O ensino de música nas escolas após VillaLobos. XVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM). De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. 2. VALIENGO. O. p. 2008. Desenredando a trama da música na escola brasileira. C. M. Fundação Biblioteca Nacional. 15-17. Educação musical antes e depois de Villa-Lobos e os registros sonoros de uma época. p. Brasília. Ministério da Cultura. In: GILIOLI. M. Educação musical no século XXI: conexões entre música e sociedade a partir de uma nova estética. . T. Renato S. 212-221. 217-223. 2006. Ed. GILIOLI. REFERÊNCIAS Fonterrada. 2008. In: Fonterrada. Renato S.8. P. T. São Paulo: Editora UNESP. P. O.

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