PROCESSO PENAL PRINCÍPIOS DO DIREITO PROCESSUAL PENAL - Os princípios no Direito Penal serem para limitar o poder do punir do Estado

– jus puniendi. PRINCIPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA - art. 5º; LVII CF !! - nin"u#m ser$ considerado culpado at# o tr%nsito em &ul"ado de senten'a penal condenat(ria; - n)o pode *a+er no processo penal a antecipa')o de culpa; - , tipos de pris)oI) Pris)o cautelar – art. ./, CPP 0elementos- "arantia da ordem pu1lica; ordem econ2mica; con+eni3ncia da instru')o e aplica')o da lei penal4; II) Pris)o penal; - 56F ,778 – o no+o entendimento di9 :ue a e;ecu')o da senten'a s( se iniciara ap(s o transito em &ul"ado do <E no 56F; Declarando a inconstitucionalidade do arti"o =.> do CPP. - 56F – ?n)o pode ser considerado como maus antecedentes a mera instaura')o de in:u#rito policial ou :uando o su&eito este&a sendo acusado em processo penal@; maus antecedentes s( ap(s o transito em &ul"ado; PRINCIPIO DO FA OR REI - no conAronto entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do indi+iduoB de+er$ pre+alecer sempre o do indi+iduo. - por e;emplo- Crt. =/> CPP – +eda')o da reAormatio in pe&us. Ou se&aB em situa'Des onde s( a deAesa recorreB n)o Poder$ o 6ri1unal piorar a situa')o do r#u. Crt. =,/ – <e+is)o criminal. 5( para senten'a condenatóriaB ou se&aB somente a deAesa poder$ in"ressar com a re+is)o; PRINCIPIO DA PU!LICIDADE - Crt. 5EB LFB CF – ?a lei s( poder$ restrin"ir a pu1licidade dos atos processuais :uando a deAesa da intimidade ou o interesse social o e;i"irem@; - E;ce'Des- Crt. >8,B G/E CPP – @5e da pu1licidade da audi3nciaB da sess)o ou do ato processualB puder resultar esc%ndaloB incon+eniente "ra+e ou peri"o de pertur1a')o da ordemB o &ui9B ou o tri1unalB c%maraB ou turmaB poder$B de oAício ou a re:uerimento da parte ou do Hinist#rio PI1licoB determinar :ue o ato se&a reali9ado a portas Aec*adasB limitando o nImero de pessoas :ue possam estar presentes@.

- O1&eti+o – &usti'a *onestaB transparente; PRINCIPIO DO CONTRADIT"RIO E DA A#PLA DEFESA - Crt. 5EB LV CF – ?aos liti"antesB em processo &udicial ou administrati+oB e aos acusados em "eral s)o asse"urados o contradit(rio e ampla deAesaB com os meios e recursos a ela inerentes@; - Autode$esa 0:uando o r#u d$ a sua +ers)o dos Aatos;4 – com a reAorma de ,77!B o interro"at(rio se dar$ ap(s a oiti+a das testemun*as de acusa')o e deAesa; - De$esa T%cnica; todo acusado tem direito a uma pessoa *a1ilitada para deAend3-loB mesmo :ue este&a Aora"ido; Crt. ,=/ CPP. - Cont&adit'&io – # o direito :ue a parte tem de inAluenciar na decis)o &udicial; s)o os ar"umentos apresentados pela parte :ue tam1#m ser)o apreciados na senten'a. - a deAesa sempre se maniAesta ap(s a acusa')o. E;ceto- no momento da escol*a dos &urados; PRINCIPIO DO LI RE CON ENCI#ENTO #OTI ADO - toda decis)o &udicial de+e ser Aundamentada na leiB doutrina e nos elementos dos autos; - ?li+re con+encimento moti+ado@ da:uilo :ue esta nos autos; o &ui9 n)o pode &ul"ar com 1ase nos Aatos e;traprocessuais; - no 6ri1unal do JIriB os &urados &ul"am com 1ase em sua ?intima con+ic')o@B ou se&aB ele n)o precisa se &ustiAicar; - Pro+a le"al ou tariAada – conAiss)o- mesmo *a+endo uma conAiss)oB caso o &ui9 entenda :ue as pro+as ne"uem a autoriaB ele poder$ a1sol+er o r#u conAesso; PRINCIPIO DA IDENTIDADE FÍSICA DO (UI) - incluído na <eAorma de ,77!; era um principio restrito ao processo ci+il. - Crt. .88B G,E CPP – o &ui9 :ue proAeriu a instru')o de+er$ proAerir a senten'a. PRINCIPIO DO (UI) NATURAL E DA I#PARCIALIDADE DO (UI) - (ui* natu&al - Crt. 5ºB FFFVII CF – ?n)o *a+er$ &uí9o ou tri1unal de e;ce')o@; e LIII – ?nin"u#m ser$ processado nem sentenciado sen)o pela autoridade competente@; – a compet3ncia do &uí9o de+e estar preesta1elecida ap(s o Aato; n)o pode ser criada uma compet3ncia s( para &ul"ar o Aato; - Jui9 – *a1ilitado e in+estido re"ularmente;

- I+,a&cialidade – para "arantir a imparcialidade temos o art. ,5, CPP – casos em :ue o &ui9 est$ impedido de &ul"ar; - Karantias constitucionais – +italiciedade; independ3ncia Auncional; inamo+i1ilidade Auncional; irreduti1ilidade de +encimentos; PRINCIPIO DA INAD#ISSI!ILIDADE DAS PRO AS O!TIDAS POR #EIOS ILÍCITOS - Crt. 5EB LVIB CF – s)o inadmissí+eisB no processoB as pro+as o1tidas por meios ilícitos; - Crt. /5> ?caput@ CPP – ?5)o inadmissí+eisB de+endo ser desentran*adas do processoB as pro+as ilícitasB assim entendidas as o1tidas em +iola')o a normas constitucionais ou le"ais@. - E;emplo- conAiss)o so1 tortura; apreens)o sem mandado de 1usca; - Pro+a ilícita por deri+a')o – pro+a aparentemente o1tida por meio licitoB mas :ue Aoi o1tida por outra pro+a deri+ada de meio ilícito. Crt. /5>B G/E CPP – oriunda da 6eoria da Cr+ore en+enenada; E;emploatra+#s de uma conAiss)o ilícita o &ui9 e;pede mandado de 1usca :ue resulta na pro+a crucial dos Aatos; - C pro+a ilícita ser$ admitida para Aa+orecer o r#u em situa')o de le"itima deAesa ou estado de necessidade. E;emplo- intercepta')o teleA2nica Aeita pelo pr(prio r#u :ue atra+#s dela o1t#m pro+a de sua inoc3ncia; IN-UERITO POLICIAL - Procedimento administrati+o pr#-processual de car$ter in:uisiti+o e :ue tem como Ainalidade a col*eita do suporte pro1at(rio mínimo para o a&ui9amento da a')o penal; - Policia &udici$ria – car$ter repressi+o; - <e"ra- principio da si"ilosidade – art. ,7 CPP. L)o # um si"ilo a1soluto; o 56F entende :ue o ad+o"ado pode ter acesso a todo o conteIdo do in:u#ritoB inclusi+e manuscritos e mídia usados nas intercep'Des teleA2nicas. - Crt. >ºB FIV do Estatuto da OCM – ?e;aminar em :ual:uer reparti')o policialB mesmo sem procura')oB autos de Ala"rante e de in:u#ritoB Aindos ou em andamentoB ainda :ue conclusos N autoridadeB podendo copiar pe'as e tomar apontamentos@; - 5Imula +inculante /O – ?P direito do deAensorB no interesse do representadoB ter acesso amplo aos elementos de pro+a :ueB &$ documentados em procedimento in+esti"at(rio reali9ado por (r")o com compet3ncia de polícia &udici$riaB di"am respeito ao e;ercício do direito de deAesa.@ - O1&eti+os do In:u#rito- in+esti"ar indícios de autoria e materialidade;

5e o Hinist#rio PI1lico reali9ar uma in+esti"a')o por ele mesmoB isso # c*amado de ?pe'as de inAorma')o@. .Sponto contro+ertido no 56FS al"uns Hinistros entendem :ue Aa9 coisa &ul"ada materialB outros entendem :ue pode ser desar:ui+ado com o sur"imento de no+as pro+as.7 diasB r#u solto.OAerecimento da denuncia. Ca1e a autoridade policial +eriAicar se a:uela dela')o # pertinenteB e ai simB instaurar o In:u#rito Policial..Crt. notitia criminis.Fim do In:u#rito Policial. En+io do relat(rio da o HP. .<e:uerimento Q pedido.A&0ui/a+ento do In0u%&ito Policial – o HP re:uer o ar:ui+amento ao &ui9.Crt. . .Crt. . O no+o promotor desi"nado para est$ o1ri"atoriamente +inculado ao Procurador Keral . O ar:ui+amento tam1#m ocorre por atipicidade do Aato. nesse caso o 56F di9 :ue ocorre coisa julgada material. . -III4 HP IV4<e:uisi')o Q ordem.emploB prescri')o. o 56F di9 :ue a dela')o an2nima por si s( n)o # suAiciente para instaura')o de In:u#rito Policial.P<CRO – /7 diasB r#u preso. .istir maniAesta causa e. ca1e a ele concordar ou n)o.! CPP – In:u#rito Policial remetido ao Procurador Keral do Estado ou as C%maras de <e+is)oB no caso da Justi'a Federal4. . Op'DesI4 <e:uer o ar:ui+amento. 0n)o Aoi r ecepcionado pela Constitui')o Federal4. E ainda causa e. por e. /> CPP – ?C autoridade policial n)o poder$ mandar ar:ui+ar autos de in:u#rito@ .O In:u#rito Policial # dis.cludente de ilicitude . La con&u"a')o de pro+as col*idas em &uí9o e no In:u#rito PolicialB n)o pode pre+alecer Ns . 5E CPP – o in:u#rito pode ser instaurado +iaI4 OAicio. .O In:u#rito Policial para ser ar:ui+ado passara pela apro+a')o do Hinist#rio PI1lico – art./el para o a&ui9amento da C')o PI1lica. nesse caso o 56F tam1#m entende :ue ocorre coisa &ul"ada material.tinti+a de puni1ilidadeB por e. II4 Hediante de re:uisi')o da autoridade &udici$ria. 5EB GG OE 0nos casos de a')o penal pu1lica4 e 5E 0a')o penal pri+ada4 CPP.?lon"a manus@ – e necessariamente de+er$ oAerecer a denIncia.O do 56F di9 :ue o sur"imento de pro+a no+a rele+ante acarreta o desar:ui+amento. . Caso o moti+o se&a por Aalta de pro+asB a 5Imula 5.ens. /55 CPP – +eda')o da condena')o com 1ase em pro+as col*idas unicamente em In:u#rito Policial. 56F di9 :ue o simples relato +er1al # suAiciente para conAi"urar a representa')o. Caso n)o concorde 0art.

. .C')o penal pri+ada personalíssima – somente / caso no ordenamento &urídicoB # o crime pre+isto no arti"o . AÇÃO PENAL .Personalíssima – Crime do art. .emplo.pra9o decadencial de = meses para a&ui9ar a :uei. . O/ CPP – <e:uisitos da denIncia ou :uei.C')o penal pri+ada su1sidi$ria da pu1lica. não repetíveis 0Q irrepeti+el.o particular somente a&ui9ara a a')o penal se :uiser. PROCESSO PENAL 4 AULA 56 AÇÃO PENAL ESP7CIES DE AÇÃO PENAL CUVO PELCL P<IVCDC – # a:uela :ue o pr(prio oAendido # o :uerelante. . pro+as ditas como repetitivasB por e. .emploB mandado de 1usca e apreens)o de 1em e. Pra9o. . e.provas cautelares 0por e.emploB a oiti+a em &uí9o de uma testemun*a :ue esta morrendo4.tin"ue-se a a')o. Cs pro+as :ue poder)o ser utili9adas para condenar ou a1sol+er s)o a:uelas :ue poder)o ser su1metidas ao contradit(rio.C')o penal pu1lica condicionada a representa')o e re:uisi')o do Hinistro da Justi'a.a.re"ida pelos princípiosa4 Principio da OPO<6WLIDCDE ou con+eni3ncia. .a-crime.emploB depoimento de testemun*as4 e as provas antecipadas 0por e.tinti+a da puni1ilidade.pro+as col*idas durante a in+esti"a')o policial. .a Crime.Crt. nature9a &urídica da decadência. E1ce23o.= meses contados a partir do momento do con*ecimento da autoria.O 56J tem decidido :ue nos crimes multitudin$rios 0+$rios a"entes4B o su&eito pode ser :ualiAicado meramente por seu apelidoB desde :ue esse apelido se&a suAiciente para identiAic$-lo.C')o penal pri+ada ou Tuei. . sem direito a sucess)o processual no p(lo ati+o...P um instrumento utili9ado para a pro+oca')o da &urisdi')o em %m1ito penal. .causa e.e.pedido durante o In:u#rito Policial4.= CP.= do CP – casamento indu9ido a erro essencial e oculta')o de impedimento. . se o ultimo .C')o penal pu1lica incondicionada.ame de corpo de delito – ocorre o ?contradit(rio diAerido ou poster"ado@ uma +e9 :ue o contradit(rio ser$ Aeito no decorrer da a')o penal e n)o durante o In:u#rito Policial. por e.

/. . 14 Principio da OM<IKC6O<IEDCDE ou le"alidade. ?composi')o ci+il dos danos@ 0Lei 8788 /885B art. =7B I 030 dias4B II 060 dias4 CPP. .a-crime. o perd)o concedido a um dos :uerelados apro+eitar$ aos demais. e4 Principio da IL6<CL5CELD[LCIC. a desist3ncia da a')o penal pri+ada # possí+elB muito em1oraB esta *ip(tese n)o este&a pre+ista no ordenamento &urídico.5Imula >/O 56F – crime contra a *onra praticado contra ser+idor pu1lico no e. .a-crime. . a a')o penal n)o poder$ ser a&ui9ada contra a:ueles :ue n)o participaram do delito.le"itimado. 5/ CPP.art. 14 Principio da DI5POLIMILIDCDE.dia dos = meses cair em um s$1adoB domin"o ou AeriadoB LVO XCVE<Y P<O<<OKCUVO do pra9o decadencial. uma +e9 a&ui9ada a a')o penalB o HP n)o poder$ desistir da a')o 0nem do recurso interpostoB art.8B IB CF. c4 Principio da ILDIVI5IMILIDCDE. . PE<EHPUVO Q art. 5>= CPP4B mas nada impede :ue em sede de ale"a'Des penaisB pedir pela a1sol+i')o. a escol*a de uma acarreta na impossi1ilidade da outra. . d4 Principio da ILDIVI5IMILIDCDE. CPP. .Hinist#rio PI1lico. c4 Principio da ILDI5POLIMILIDCDE da a')o penal pI1lica. PE<DVO Q art.*a+endo o suporte pro1at(rio A$tico em um crime com en+ol+idosB o HP n)o pode escolher contra :uem :uer oAerecer a denuncia. O 56F di9 :ue n)o e. .art.ercício de sua Aun')o – a')o penal pu1lica condicionada a representa')o OU :uei.iste a Ai"ura do arquivamento implícito no ordenamento &urídico. alternati+as concorrentes.tin')o da puni1ilidade<ELZLCIC Q # um ato anterior ao oAerecimento da :uei.:uando o HP a&uí9a a denuncia somente contra al"uns dos en+ol+idosB ocorre o c*amado arquivamento implícito 0CAr%nio 5il+a Jardim4.Hinist#rio Pu1licoB desde :ue ten*a suporte pro1at(rio mínimo para o a&ui9amento da a')o penalB n)o poder$ Aicar inerte. 0*omicídioB rou1o BAurto Betc4 . # ato 1ilateralB ou se&aB o :uerelado 0oAensor4 tem :ue aceitar. art. d4 Principio da IL6<CL5CELD[LCIC. .a a')o penal pI1lica de+er$ ser a&ui9ada por um (r")o oAicial.institutos :ue podem "erar a e. # ato unilateral. 5EB FLVB CF. >OB G Inico4.Princípiosa4 Principio da OFICICLIDCDE ou in+estidura. O. AÇÃO PENAL PU!LICA INCONDICIONADA .

.ocorre :uando o HP Aica inerte e n)o a&uí9a a a')o penal dentro do pra9o. . r#u solto 0/5 dias4.art. /O5B G Inico do CP. . art. CONDIÇ8ES DA AÇÃO NO PROCESSO PENAL I) le"itimidade ad causam. .emplo. n)o esta su1ordinado ao pra9o de = mesesB ou se&aB o ministro da &usti'a poder$ representar ate o crime prescre+er. .8B I4 e o Estado Jui9.i"e Aormalidades. /. # possí+el a ?retrata')o da retrata')o@ 0su&eito representaB retrata e +olta a representar4 desde :ue dentro do pra9o de = meses.:uanto a re:uisi')o do Hinistro da Justi'aB a nature9a # a mesmaB ou se&aB # condi')o de procedi1ilidade. . o 56F di9 :ue o simples relato +er1al &unto a autoridade policial &$ conAi"ura uma +ontade ine:uí+oca de representar.= meses a contar do dia em :ue se sai1a :uem # o autor do Aato. .# o pr(prio tipo penal deAine se a a')o ser$ incondicionada ou condicionada a representa')o.Le"itimadosa) Hinist#rio PI1lico.a su1sidiaria ou :uei.Pra9o para o oAendido representar.a su1stituti+a4 . .Pra9o. a cis)o # necess$riaB pois "arante a imparcialidade do &ul"amento. /5=B G/E CP. crimes contra a *onra do presidente da repu1lica ou c*eAe de "o+erno estran"eiro.r#u preso 05 dias4.art. . .AÇÃO PENAL PU!LICA CONDICIONADA A REPRESENTAÇÃO ou a RE-UISIÇÃO do #inist&o da (usti2a .# a CI5VO entre o Estado Ccusador 0art.a representação # condi')o de procedi1ilidade para o a&ui9amento da a')o penal.o CPP admite a retrata')o da representa')o. .a representa')o n)o e. Crt. /=4B nos crimes de a')o pu1lica condicionada a representa')oB a mul*er s( poder$ se retratar perante o &ui9 e o promotor em audi3ncia.Estado Jul"ador 0ou Jui94. . . . . a retrata')o # possí+el somente at# o oAerecimento da denuncia. AÇÃO PENAL PRI ADA SU!SIDIARIA DA PU!LICA 0Q:uei.Principio acusat(rio.8 CPP – le"itimidade do particular.5 do CPP. e.na Lei Haria da Pen*a 0art.Estado Ccusador. a contar da data do rece1imento do relat(rio do In:u#rito Policial.

. .8= CPP 0pra9o de /7 dias para o acusado responder a acusa')o4 -\ acusado.a4 OU art.ist3ncia do crime : indícios de autoria. III) puni1ilidade concreta.li"ada a possi1ilidade &urídica do pedido. ) Justa causa para a a')o penal . ocorre no curso do In:u#rito Policial. O rece1imento da denIncia # marco interrupti+o da prescri')o. . . .Lei >8=7 !8. P<I5VO 6EHPO<Y<IC. #ODALIDADES DE PRISÃO CAUTELAR /. . e.P<I5VO no Processo Penal # denominada de P<I5VO CCW6ELC< ou pre+enti+a lato sensu. II) interesse de a"ir.85 CPP 0poder$ re&eitar liminarmente a denuncia ou :uei.causa e.88 CPP. para crimes *ediondos ou e:uiparadosB o pra9o # de . .7 diasB prorro"$+eis por mais .8> 0a1sol+er sumariamente4 OU do art. o processo perdeu sua utilidade4. 9) oAendido ou o seu representante le"al.interesse Q necessidade.art.88 CPP 0rece1e a denuncia e desi"na audi3ncia4.emplo. .interesse Q utilidade.= CPP .resposta preliminar a acusa')o -\ &ui9 aplicar$ a re"ra do art. . I ) ?fumus comissi delicti@ – o Aato de+e ser aparentemente um crime.a doutrina ma&orit$ria e o 56J aAirmam o posicionamento de :ue o rece1imento da denIncia ocorre na aplica')o do art. tem a Ainalidade de "arantir o sucesso das in+esti"a'Des.HP -\ Denuncia -\ Jui9 -\ art.tinti+a de puni1ilidade anterior ao a&ui9amento da a')o.74. PRISÃO E LI!ERDADE . principio da necessidade do processoB ou se&aB o Direito Penal s( ser$ aplicado se e.lapso temporal entre o rece1imento da denuncia e a senten'a 0prescri')o pela pena ideal ou pela pena em perspecti+aB ou se&aB antecipadamente &$ se sa1e :ue a pena est$ prescrita.5 diasB prorro"$+eis por mais 5. nin"u#m ser$ culpado sem um processo penal 0?nulla culpa sine judicio@4. REFOR#A DE 655. . . .consiste no lastro pro1at(rio mínimo para o a&ui9amento da a')oB ou se&aB pro+as da e. # a Inica pris)o de car$ter processual :ue tem pra9o deAinido. . a a')o penal n)o continuar$ se n)o *ou+er uma puni')o.não recepcionado pela CFB pois +iola o principio acusat(rio..istir um processo.

O. P<I5VO DECO<<EL6E DE 5EL6ELUC DE P<OLZLCIC. pris)o considerada inconstitucional. d) "arantia da aplica')o da lei penal. a) "arantia da ordem pu1lica. raramente utili9ado como Aundamento das pre+enti+as. . rela')o causal entre a perseguição e a prisão. PRISÃO E# FLA<RANTE . Leste casoB o tempo da perse"ui')o n)o importaB e simB o inicio da perse"ui')oB :ue para caracteri9ar o flagrante impróprio de+e ocorrer lo"o ap(s o crime.iste mais isso.Inciso III – perse"ui')o. ser+e tanto para a pris)o em Ala"rante :uanto a pre+enti+a. . CPP. su&eito condenado em primeira inst%nciaB sendo reincidente ou com maus antecedentesB o su&eito s( poderia apelar se esti+esse preso./. (lamor p)blico e gravidade do crime por si s( n)o s)o elementos suAicientes para a manuten')o da pris)o cautelar.Fla"rante o1ri"at(rio Q ?autoridade policial@. *o&eB na senten'a de pronuncia o &ui9 at# pode decretar a pris)oB mas por outros moti+os :ue n)o a da pronuncia. :uando *ou+er elementos concretos de :ue o acusado estaB por e. A&t= >56 CPP .77!.Incisos I e II – :uando a pessoa esta cometendo ou aca1ando de cometer o crime – # o flagrante próprioB tam1#m con*ecido como Ala"rante propriamente dito. P<I5VO P<EVEL6IVC !"#!$ %& '. P<I5VO EH FLCK<CL6E.. o &ui9 ira decretar a pris)o pre+enti+a :uando *ou+er elementos concretos de :ue o r#uB uma +e9 em li1erdadeB ir$ empreender Au"a.<e:uisitos do art. . *o&e n)o e. a pris)o cautelar ser$ decretada para a "arantia da ordem pu1lica :uando *ou+er elementos concretos :ue indi:uem :ue o r#uB uma +e9 em li1erdadeB +oltar$ a delin:_ir. .emploB amea'ando testemun*as. flagrante impróprio ou :uase Ala"rante. c) por con+eni3ncia da instru')o criminal. 5. ..pris)o decretada no curso do processo.. A&t= >5? do CPP – ?Ala"rante@ Q flagare. Aoi a1olida com a <eAorma do CPP de . P<I5VO DECO<<EL6E DE 5EL6ELUC COLDELC6]<IC <ECO<<^VEL. 9) "arantia da ordem econ2mica. arder. .Fla"rante Aacultati+o Q ?:ual:uer do po+o@.

iste :ual:uer a')o por parte de terceirosB eles apenas esperam :ue o su&eito cometa o crime. .art. /58 CP 0e.ist3ncia da perseguição :ue ocorre lo"o ap(s o crimeB ao contr$rio do inciso IV onde o :ue e. @ Pode ser reali9ada por :ual:uer do po+o. no entantoB em rela')o ao +er1o ?+ender@ o Ala"rante # esperadoB ou se&aB # ilegal.C diAeren'a entre os incisos III e IV # a e.Flagrante diferidoB poster"adoB retardado ou prorro"ado – art. . . %+emplo. Hiti"a a obrigatoriedade da pris)o em Ala"rante pela autoridade policialB uma +e9 :ue o mesmo possi+elmente ir$ presenciar +$rios crimes e n)o estar$ o1ri"ado a prender os en+ol+idos.iste # um encontro casual. 5umula /O5 56F. .Wm policial se Ain"indo de +iciado e sa1endo :ue um traAicante comerciali9a dro"as em determinado localB Ain"i :uerer comprar dro"as e no Aim das ne"ocia'Des prende o traAicante.Inciso IV – flagrante ficto ou presumido.Los crimes permanentes o Ala"rante pode ocorrer a :ual:uer tempo. .TWE56VO. Esse Ala"rante # preparado` L)o. O 56F entende :ue o Ala"rante # le"alB pois em rela')o ao +er1o ?ter em deposito@ a a')o de um terceiro n)o inAluenciou a pris)o. P a')o controlada. @ P ca1í+el contra :ual:uer delito.Fla"rante ile"al Q rela.Flagrante preparado # a:uele Ala"rante em :ue terceiros armam um cen$rio para :ue o su&eito prati:ue uma a')o criminosa e se&a preso. L)o e.Para :ue o Ala"rante se&a +$lidoB # importante n)o *a+er a interrup')o da perse"ui')o. /!7 CP 0<ecepta')o4. .E da Lei 8. P a:uele :ue mediante de autori*ação judicialB a autoridade policial se inAiltra na organi*ação criminosa e se espera pelo mel*or momento para prender o maior numero de en+ol+idos possí+el.tors)o mediante se:_estro4.amento da pris)o. 5EB LFV CF. A&t= >5> CPP . .Flagrante esperado – # possí+el e le"al.O de /885 – Lei de Or"ani9a'Des Criminosas. O 56F considera :ue o Ala"rante preparado # ilegal e trata-se de crime impossível.7.Infrações permanentes s)o a:ueles crimes cu&a consuma')o :ue prolon"a no tempo. . art. Crt. . PRI#EIRO #O#ENTO DA PRISÃO EM FL !R "#E ?= P<I5VO CCP6W<C – # a:uela pris)o :ue # reali9ada para Aa9er cessar a ati+idade criminosa. .

. .ria. CPP4.Ct# o ano de .5B G./. OO # inconstitucionalB pois +iola o principio da isonomia e da individuali*ação da pena. 9) sem o pa"amento de Aian'a.Crt.E CPP. C Aal*a nessa comunica')o de .6= LCV<C6W<C DO CW6O DE P<I5VO EH FLCK<CL6E @ P a Aormali9a')o do Ala"rante Aeita na Dele"acia.O *oras ap(s a pris)o implica em prisão ilegal e ca1e um pedido de rela. CRI#ES -UE AD#ITE# PRISÃO CAUTELAR . RELAAA#ENTO DA PRISÃO E# FLA<RANTE ..Tuando o Ala"rante # le"al ca1e pedido de liberdade provisória.ria. .Xip(tese?= Crimes punidos com detenção ou prisão simples.. . >= Crimes contra a economia popular./.C li1erdade pro+is(ria pode ser pedida de . @ Comunica')o a Cutoridade Judici$ria e a DeAensoria 0ou ad+o"ado indicado pelo autuado4. Crt. Pra9o de .O..amento de pris)o. . .E CPP... CPP.77= :ue +eda a li1erdade pro+is(ria em crime de tr$Aico.7= CPP. Crt.Ca1í+el nas *ip(teses de pris)o Ile"al. C Aian'a # concedida pela autoridade policial. ./7B G Inico CPP. . C Aian'a # ar1itrada pela autoridade judici.5B G. 6= Crimes de sonegação fiscal. CPP . . . . O 56F tem dito :ue a li1erdade pro+is(ria # possí+el nos crimes de trafico ilícito de entorpecentes. O art. do CPP para a manuten')o da pris)o cautelar. CAirmando :ue a +eda')o do art.<e:uisitos do art. . LI!ERDADE PRO IS"RIA . . Crt. @ Depoimentos da +itimaB testemun*as e condu9ido 0autor do delito4.Pris)o cautelar Q pris)o pre+enti+a . COL6<OVP<5IC5. Xo&eB a lei *o&e admite a li1erdade pro+is(ria em crimes *ediondos. C contro+#rsia encontra-se no :ue di9 respeito ao crime de trafico il$cito de entorpecentes. O &ui9 pode conceder de plano sem a maniAesta')o do Hinist#rio PI1lico 0Crt. CPP4.. maneirasa) com pa"amento de Aian'a. Crt... .Em todos os demais casos ser$ ca1í+el o pedido de li1erdade pro+is(ria sem Aian'a. C Aian'a # ar1itrada pela autoridade judici.O *oras. . OO de Lei //..77> n)o ca1ia o pedido de li1erdade pro+is(ria para crimes hediondos ou equiparados.Crt. O &ui9 pode conceder de plano sem a maniAesta')o do Hinist#rio PI1lico 0Crt.

Crt..(itação por edital – pra9o de /5 dias ap(s o con*ecimento de :ue o r#u esta em lu"ar incerto e n)o sa1ido.ima se&a de O anos ou mais – art.Possi1ilidade da citação por edital – :uando o r#u esta em lu"ar incerto e n)o sa1ido. .Crimes dolosos 0caput4. . . – Procedimento ordin$rio para crimes cu&a pena m$.88 CPP – C Doutrina e 56J entendem :ue esse # o +erdadeiro momento do rece1imento da denIncia. Crt. . .(itação por hora certa – o oAicial de &usti'aB ap(s a terceira tentati+a de encontrar o r#uB entre"a a al"um +i9in*o ou parente a cita')o. . PROCEDI#ENTO E# #AT7RIA PROCESSUAL PENAL PROCEDI#ENTO ORDINBRIO . .8OB G/E I CPP.<eincidente condenado por outro crime doloso 0inciso ###4.C')o penal – HP # o titular da CP Pu1lica ?= DELWLCIC – HP oAerece a denuncia. . 6= CI6CUVO .emploB a &untada de antecedentes criminais da +itima.8= CPP.Punidos com reclus)o 0inciso #4. . . .Destinat$rio da denuncia Q o &ui9 +ai a+aliar o rece1imento ou n)o da denuncia.Lei Haria da Pen*a. +iol3ncia dom#stica 0inciso #-4. >= <ECEMIHEL6O DC DELWLCIC . C re"ra # o P<ILCIPIO DC PE<5OLCLIDCDE ou pessoalidadeB ou se&aB em re"ra a cita')o # pessoal.Punidos com deten')o 0inciso ##4 – indiciado +adio ou :uando *ou+er du+idas a respeito de sua identidade. . . La praticaB arrola testemun*as e re:uer dili"enciasB como por e. medida proteti+a de ur"3ncia. .O Jui9 CI6C o r#u e a1re pra9o para a deAesa preliminar – pra9o /7 dias.(itação de pessoa jurídica ou sujeito incapa*B a cita')o ocorrera na pessoa do representante le"al.<#u de+idamente citado apresente resposta preliminar a acusa')o – o CPP permite :ue nessa resposta preliminar o r#u poder$ ale"ar toda a mat#ria de deAesaB no entanto na praticaB n)o # interessante a deAesa antecipar seus ar"umentos.

testemun*a a1onat(ria ou de car$ter – # a:uela :ue +ai a &uí9o para di9er :ue o r#u # ?"ente 1oaB 1om paiB etc@.4 tam1#m n)o s)o testemun*as e n)o respondem por crime de Aalso testemun*oB inclusi+e eles poder)o se recusar a depor e Aicando em silencia durante a audi3ncia.as per"untas s)o Aeitas diretamente para as testemun*as pelo Promotor e pelo ad+o"ado de deAesa. ###. o &ui9 n)o pode condenar com 1ase nos depoimentos de testemunha de ouvida. .C doutrina di9 :ue ser)o o m$. .as testemun*as de acusa')o 0m$.Pre+isto no art.C vitima n)o # testemun*aB assim sendoB n)o comete o crime de Aalso testemun*o.#nterrogatório por vídeo conferencia.Oiti%a das testemun&as de acusação e defesa . . C= CWDI[LCIC WLC – 5er)o ou+idas nesta se:_3ncia.imo de ! testemun*as por cada Aato criminosoB en:uanto cada acusado poder$ arrolar ate ! testemun*as. Cs per"untas impertinentes ser)o interrompidas pelo &ui9. ##.imo de !4B deAesa 0m$. . .7= CPPB irm)oB paiB m)eB c2n&u"e etc. Cs testemun*as da acusa')o ser)o primeiramente in:uiridas pelo promotor e depois pelo ad+o"adoB com a de+ida complementaçãoB no casoB n)o ca1e ao ma"istrado Aa9er novas perguntas e sim uma complementação das per"untas Aeitas pelas partes.emploB n)o +iu o crimeB mas sa1e :ue o r#u e a +itima eram inimi"os.Interrogatório do r'u. #-. Por e. L)o entra no rol das ! testemun*as por:ue Aoi mencionada em outro momento. de ou+ida – # a:uela :ue sa1e por ?ou+i di9er@. CLC55IFICCUVO DC5 6E56EHWLXC5a) testemun*a direta Q testemun*a presencialB # a:uela :ue +iu os Aatos. n)o presencial – n)o presenciou os AatosB mais :ue sa1e de Aatos ad&acentes ao crime.Os inAormantes 0art. .Pra9o de =7 dias para marcar a audi3ncia de instru')o e &ul"amento 0pra*o impróprioB ou se&aB caso o pra9o n)o se&a cumprido n)o acarretara nen*uma san')o4.imo de !4 e o interro"at(rio do r#u. . . . testemun*a reAerida – # a:uela :ue Aoi mencionada pelo depoimento de outra testemun*a.Em rela')o Ns in:uiri')o das testemun*as arroladas pela deAesaB o ad+o"ado de deAesa # :uem dar$ inicio a in:uiri')o..# o Iltimo ato da audi3ncia una. 9) testemun*a indireta#.

Cssim sendoB Aica in+i$+el as ale"a'Des Ainais orais sendo :ue no+a dili"encia Aoi re:uerida. . D= CLEKCUaE5 FILCI5 O<CI5 – .iste um circuito interno de 6V e o HP pede por essa no+a pro+a. .Cp(s a resposta do HPB o &ui9 ir$ analisar no+amente a denIncia.Lo Aim da primeira AaseB +em a possi1ilidade de?= PronIncia 6= ImpronIncia >= C1sol+i')o Prim$ria .emploB :uando uma das testemun*as di9em :ue no local do Aurto e.– Lecess$ria a presen'a de . .Lo interro"at(rioB o procedimento do 6ri1unal do JIri autori9a o &ui9 a come'ar com as per"untas. .7 minutos prorro"$+eis por mais /7. TRI!UNAL DO (FRI . / presente onde o jui* est$ e outro presente onde o r/u est$.O pra9o para ale"a'Des Ainais por memoriais ser)o de 5 dias 0pra9o sucessi+o4.Pre+is)o le"al – ap(s a apresenta')o da resposta preliminar a acusa')oB o &ui9 a1re pra9o para o HP se maniAestar a respeito. .O procedimento no 6ri1unal de JIri # !IFBSICO.Cs ale"a'Des poder)o ser escritas 0por memoriais4 em . .iste tam1#m outro pra9oB ou se&aB # a men')o :ue determina :ue o procedimento de+a terminar em 87 dias. 5endo :ue no &Iri e.a. E= 5EL6ELUC – 5e as ale"a'Des Ainais Aorem PO< E5C<I6OB o &ui9 tem pra9o de /7 dias 0tam1#m # um pra*o impróprio4 para prolatar a senten'a. deAensores.5e as ale"a'Des Ainais Aorem O<CI5B a senten'a em re"ra de+er$ ser prolatada em audi3nciaB mas tam1#m # Aacultati+o ao ma"istrado :ue pode optar pela senten'a depois do Aim da audi3ncia de instru')o e &ul"amentoB se"uindo os autos conclusos para a senten'a. situa'Desa) Tuando as partes re:uererem por dili"encias – por e. 9) Tuando a causa Aor comple. . 5endo :ue cada acusado tem o seu de+ido tempo. . .La praticaB o &ui9 s( a1rir$ pra9o para uma no+a maniAesta')o do HPB caso a resposta preliminar do r#u ten*a al"um Aato &urídico rele+ante.C doutrina di9 :ue as causas criminais s)o presumivelmente comple+asB ou se&aB em teseB o &ui9 pode sempre optar pelas ale"a'Des Ainais por escrito.

?&ão se convencendo da materialidade do fato ou da e+istência de indícios suficientes de autoria ou de participação0 o jui*0 fundamentadamente0 impronunciar.C= DesclassiAica')o . C desclassificação poder$ tam1#m ocorrer em Plen$rio 0art. ?II – far. . O &ui9 poder$ ainda prolatar uma decis)o de DESCLASSIFICAÇÃO 0art. . O/8 CPP4B ou se&aB os autos ser)o en+iados para a +ara competente 0Vara Criminal ou Jui9ado Especial Criminal4.ria.B II CPP – onde o &ui9 Aar$ uma síntese de tudo o :ue aconteceu no curso do processoB desde o momento :ue a denuncia Aoi oAerecida sem Aa9er nen*um &uí9o de +alor so1re a culpa1ilidade do r#u. O/O CPP – :uando n)o *$ indícios de autoria suAicientes para a pronIncia. O. O8.Crt. Cinda :ue os &urados entendam :ue a:uele crime n)o # um crime doloso contra a +idaB ser$ de compet3ncia do Jui9 Presidente do 6ri1unal do JIriB # :uem &ul"ar$ a culpa1ilidade do r#u e aplicar$ as relati+as penas.untar documentos e re+uerer dilig-ncia1 7 DiAerente das ! testemun*as :ue podem ser arroladas na primeira Aase. relatório sucinto do processo0 determinando sua inclusão em pauta da reunião do !ribunal do 3)ri1@ . O/5 CPP4.P tam1#m o momento para re:uerer no+as dili"enciasB como por e. a intimação do órgão do 4inist/rio P)blico ou do querelante0 no caso de quei+a0 e do defensor0 para0 no pra*o de 5 6cinco..Lo caso da PRONUNCIA 0ou impronuncia – art.0 oportunidade em +ue poderão . O. . . dias0 apresentarem rol de testemun&as que irão depor em plen(rio0 at/ o m()imo de * 6cinco.b Aase do JIri.0depois :ue # prolatada a senten'a de pronIncia4 +em a Aase do arti"o O.a I#PRONFNCIA # diAerente da absolvição sum. O &ui9 de+er$ usar uma lin"ua"em polida e e:uili1radaB sem ser tendenciosoB por:ue este relat(rio Aicar$ nas m)os dos &urados durante o &ul"amento. .B G/E CPP4. .. o acusado1@4.IHPO<6CL6E.2o receber os autos0 o presidente do !ribunal do 3)ri determinar.L)o se ou+e testemun*as por Carta Precat(ria na .O &ui9 ainda pode prolatar a decis)o de A!SOL IÇÃO SU#BRIA 0art.. CPP – com a <eAorma do CPP de .77!B aca1ou o libelo acusatório 0uma esp#cie de . RELAT"RIO – art.b denInciaB Aiel ao :ue Aoi decidido na pronIncia4.b Aase do JIri. .emploB a re:uisi')o de :ue a arma do crime Ai:ue disponí+el para a +isuali9a')o dos &urados durante o &ul"amento..

./ *ora e .<espostas aos :uesitos.Crt.O rito ser$ sumario :uando.PLENBRIO . Crt. Os &urados se comprometem a Aicarem incomunic$+eis durante o &ul"amento. ?$ jurado absolve o acusado8@ 5im ou L)o.> e O. e O!.E Tuesito – so1re a a.Interro"at(riosB oiti+asB etc. .a inferior a /0+uatro1 anos de pena privativa de liberdade:@ . .sol%ição do acusado. do CPP. . ?Em *ip(teses e.os. O.Crt. .emploB :uando o r#u # pessoa inAluente na Comarca.De1ates.8OB II CPP.Crt.O 6ri1unal do JIri tam1#m # competente para &ul"ar os crimes cone)os aos crimes dolosos contra a +ida.ala secreta. ?$s disparos com arma de fogo foram disparados por 9ulano de !al8@ 5im ou L)o.5( # possí+el o arrolamento de at# 5 testemun*as para as partes. O!.! CPP – ConselGo de Senten2a – > &urados.por suas opiniDesB e n)o *$ :ue se con+encer o outro &urado com opini)o di+ersa. OO> CPP – r#plica e tr#plica.Cntes de o processo come'ar 0antes mesmo do oAerecimento da denuncia4B temos a audi-ncia preliminar. PROCEDI#ENTO SU#BRIO . . PROCEDI#ENTO SU#ARÍSSI#O .?II . Os &urados tam1#m responder)o aos :uesitos em rela')o a esses crimes cone.Procedimento dos Jui9ados Especiais. . CPP – ordem dos :uesitos. E. .C audi3ncia de instru')o e &ul"amento de+era ser reali9ada num pra9o de . .Xip(teses de DE5CFO<CHEL6O – art.7 dias. O>.sum. .iste pre+is)o le"al acerca da apresenta')o das ale"a'Des Ainais por memoriais 0escrito4B por#mB as ale"a'Des Ainais por memoriais n)o est)o VEDCDC5 no procedimento sum$rio. /E Tuesito – so1re a materialidade do Aato.emplo.L)o e.7 minutos para cada parte – deAesa e acusa')o. . . . Tuem &ul"a o pedido de desaAoramento # &ul"ado pelo 6ri1unal de se"unda inst%ncia.rio0 quando tiver por objeto crime cuja sanção m()ima cominada se.Principio ou 5istema da Intima Con+ic')o. P o caso deB por e.E Tuesito – so1re a autoria. .cepcionais o compet3ncia territorial ser$ deslocada@. Eles n)o podem e.Porte ile"al de arma e oculta')o de cad$+er. ?2quele fato ocorreu8@ 5im ou L)o. .

. Com composi')o ci+il dos danosB implica na renuncia ao direito de :uei.5EL6ELUC. C Inica restri')o # :ue n)o poder$ se +aler do 1eneAicio no pra9o de 5 anos. . >O da Lei 8788 85 – composição ci%il dos danos ou composi')o dos danos ci+is.tin')o da puni1ilidade. C suspens)o # uma medida despenali9adora proposta pelo HPB por#mB a suspens)o condicional do processo # proposta a. III) Crt. O Hinist#rio Pu1lico # o le"itimado para propor a transa')o penal. >= di9 ?poder$@B neste casoB o 56J entende :ue # um poder-de+er. P um acordo cível :ue # Aeito em %m1ito criminal.istindo tam1#m +eda')o em sentido contrario. E. X$ di+er"3ncias entre o ST( 0entende :ue a suspens)o # . anos. .ireito ubjetivo PublicoB ou se&aB uma +e9 preenc*idos os re:uisitos para a suspens)o o HP estar$ o1ri"ado a oAerecer a proposta. II) Crt.ireito ubjetivo PublicoB ou se&aB uma +e9 preenc*idos os re:uisitos para a transa')o penal o HP estar$ o1ri"ado a oAerecer a proposta de transa')o.imo o arrolamento de 5 testemun*as. Ocorre :uando o HP entende ser o caso de oAerecer a denuncia. Por e.Hedidas despenali9adoras :ue podem ser utili9adasI) Crt.E da Lei 8788 85.emplo.ima n)o supere . Em1ora pre+ista na Lei dos JECrim n)o necessariamente esta li"ada aos crimes de menor potencial oAensi+o.Crime de dano. O 56J tem entendido :ue a transa')o penal # . .a senten'a dispensa o relat(rio 0para dar a celeridade e oralidade :ue o processo sumaríssimo alme&a4. 5endo :ue tam1#m n)o e.emplo. Crimes com pena mínima n)o superior a / ano.a ou representa')oB ou se&aB na e.Cdmite no m$. >= da Lei 8788 85 – #ransação Penal – # uma proposta de antecipa')o de pena restriti+a de direitos. Isso por:ue o art. !/B G. C parte n)o esta o1ri"ada a aceitar a suspens)oB e n)o aceitando a a')o prosse"uir$. 5)o crimes cu&a pena m$.'s o oAerecimento da denunciaB e antes do seu recebimento.Lessa audi3ncia preliminarB teremos possi1ilidades de conciliaçãoB &$ :ue s)o crimes de menor potencial oAensi+o 0compet3ncia4. 5e o autor do Aato aceita a transa')o penalB isso n)o "era em maus antecedentes e tam1#m n)o implica em assun')o de culpa.4 e o STF 0entende ser uma mera Aaculdade do HPB desde :ue ten*a uma 1oa con+ic')o para tanto4.o Aurto simples.. !8 da Lei 8788 85 – suspens)o condicional do processo – 5ursis. Crt.iste pre+is)o de ale"a'Des Ainais por escritoB n)o e.

.RECURSOS NO PROCESSO PENAL APELAÇÃO . 2 . EFEITOS /. :uando ocorre a interposi')o de recurso contra senten'a condenat(riaB o acusado n)o soArer$ as penas imediatamente. 5W5PEL5IVO – suspende os eAeitos da senten'a. .efensoria tem pra*o em dobro0 o 4P não1 C= Intima')o pessoal do acusado.C apela')o poder$ ser interposta no pra9o de 5 dias a contar da0Tue se inicia no dia 2til se"uinte4 ?= Pu1lica')o da senten'a. . .E :uando *ou+er disson6ncia de %ontades entre o deAensor e o pr(prio acusadoB o 56J entende :ue pre+alece sempre a +ontade de :uem :uer recorrer.O ST( entende :ue o assistente de acusa')o tem le"itimidade para recorrer +isando N ma&ora')o da penaB pois o assistente tam1#m 1usca a Justi'a da decis)o.Hinist#rio Pu1licoB DeAensor do acusadoB o pr(prio acusadoB :uerelante e :uerelado nos crimes de a')o penal pri+adaB e assistente de acusa')o nos casos de in#rcia do HP 0 pelação Supleti%a 3 pra4o diferenciado 3 5* dias4 ou :uando o HP n)o recorre. . Por:ue o1edece ao principio da presun')o de inoc3ncia.O1ten')o de senten'a condenat(ria +isando uma Autura a')o de indeni9a')o em um processo cí+el. >= Para o Hinist#rio Pu1lico e a DeAensoriaB o pra9o come'a a contar a partir da intimação pessoal. 58. =77 CPP pre+3 um pra9o separado para a apresenta')o das ra9Des de apela')o 0pra9o de ! dias4.Por#m o art. . ASSISTENTE DE ACUSAÇÃO . 6= Da ci3ncia do conteIdo da senten'a pelo le"itimado para interpor o recurso.. CPP.Caso o deAensor do acusado n)o recorra 0ou ten*a perdido o pra9o4B ele pode se +aler do pra9o iniciado com a intima')o pessoal do r#u. DEVOLW6IVO – no sentido de :ue a apela')o de+ol+e ao 6ri1unal toda a mat#ria impu"nadaB ou se&aB mat#ria A$tica e de direito. .LEKI6IHCDO5.Crt. .

Das decisDes :ue ocorrem no curso da e.5enten'a condenat(ria – 5omente o Hinist#rio PI1lico recorre e pede a ma&ora')o da pena. 5!! CPP – para protocolar as ra9Des do recurso em sentido estrito.emploB ale"ando aus3ncia de um deAensor durante o interro"at(rio do r#u4. 5!= CPP.tratando-se de senten'a condenat(riaB diante da in#rcia do Hinist#rio PI1lico e :uando somente a deAesa recorreB n)o pode a decis)o da apela')o reAormar pra pior a situa')o do r#u.&onuncia no 6ri1unal do JIri.Pra9o de .Principio da +eda')o da reformatio in pejus.ecu')o penal n)o ser$ ca1í+el o recurso em sentido estritoB e sim ca1er$ agra%o a e)ecução pre+isto no art. RECURSO E# SENTIDO ESTRITO . EFEITOS ?= De+oluti+o 6= 5uspensi+o >= ReH&essi/o – indica :ue o recurso em sentido estrito admite o c*amado IuJ*o de &et&ata23oB ou se&aB :uando o recurso # interpostoB o pr(prio &ui9 :ue prolatou a decis)o poder$ +oltar atr$s de sua decis)o.77!B o r#u reincidente s( poderia apelar se esti+esse recol*ido em institui')o carcer$ria. . . O art. La se"unda senten'a prolatadaB o :uantum de+era Aicar limitado ao :uantum da primeira senten'a – # o principio da reformatio in pejus indireta. . /8> de LEP.Crt. Crt. Pode o 6ri1unal reAormar a decis)oB inclusi+e no sentido de declarar a a1sol+i')o do r#u.senten'a condenat(ria. C deAesa n)o recorre.Principio da reformatio in mellius. Pra9o.Ct# . O 6ri1unal recon*ece a nulidade da senten'a. . 58O CPP Aoi &e/oHado. Os autos +oltam para a primeira instancia. Contudo o principal pedido da deAesa # a anulação da sentença 0por e. 5!/ CPP – rol ta1ati/o. . 5omente a DeAesa interpDe a apela')o. C *ip(tese mais comum de ca1imento do <ecurso em sentido estrito # cont&a decis3o de . RE ISÃO CRI#INAL .5 dias. dias – art..Veda')o tam1#m da reformatio in pejus indireta.Xip(teses.

=. . P rem#dio an$lo"o a a')o rescis(riaB contudo o pra9o para rescis(ria # de .Hera amea'a Q XC Pre+enti+o . EFEITOS .O XC # ca1í+el :uando *a&a amea'a a li1erdade de locomo')o ou uma eAeti+a restri')o a li1erdade de locomo')o.Crt. .Compet3ncia para &ul"ara4 em rela')o Ns senten2as prolatadas em primeira instanciaB :uem &ul"ara a <e+is)o Criminal ser$ o 6ri1unal de Justi'a ou 6ri1unal <e"ional Federal. . O 56F admite re+is)o criminal em um Knico caso. do CPP – o pr(prio r#uB procurador do r#u e em caso de morte do r#uB c2n&u"eB ascendenteB descente e irm)os.> CPP./ do CPP. .iste o t&ansito e+ IulHado da senten'a penal condenat(ria. . =. ./ do CPP . 14 :uanto aos ac'&d3os prolatados em se"unda instanciaB ser$ o pr(prio tri1unal de se"unda instancia ter$ compet3ncia para &ul"ar a <e+is)o Criminal. =. .:uando o acusado ten*a &untado certid)o de (1ito Aalsa +isando N e.7 CPP – na re+is)o criminalB pode-se pedir a &usta indeni9a')o pelos pre&uí9os soAridos. anosB e para a re+is)o criminalB n)o *$ pra9o pre+isto.5oArer ou estar na imin3ncia de soArer.L)o # ca1í+el contra senten'a a1solut(riaB ou se&aB n)o # possí+el a re+is)o criminal ?pro societate@.art. Los 6ri1unais 5uperioresB o pr(prio 6ri1unal ser$ competente para &ul"ar a <e+is)o Criminal.Em1ora este&a na parte dos recursosB a re+is)o criminal n)o # recurso e tem nature9a &urídica de a')o aut2noma de impu"na')o.tin')o da puni1ilidade.LEKI6IHCDO5. =. =O> CPP e art.. 5EB LVIII da CF.Xip(teses de ca1imento . . =.Crt.6em nature9a &urídica de ação aut7noma de impugnação. . LA!EAS CORPUS .Crt. . . . Crt.. Isso por:ue a re+is)o criminal s( # ca1í+el :uando &$ e.P rem#dio constitucional :ue +isa N tutela da li1erdade de locomo')o.5e a re+is)o criminal +isando a a1sol+i')o Aor procedenteB o r#u n)o ser$ considerado reincidente por a:uele crime.L)o # recurso.Pode-se pedir a a1sol+i')o ou a redu')o da pena.Crt.

O XC se"ue as re"ras por Aoro de prerrogati%a de função.I#PETRANTE Q a:uele :ue impetra. .Hesmo ap(s o transito em &ul"ado de senten'a condenat(riaB o XC # residual em rela')o da <e+is)o CriminalB ou se&aB :uando n)o ca1í+el a re+is)oB aplicar-se-$ o XC.Crt. 9) L)o # ca1í+el XC para li1erar +eiculo. Em situa'Des e.EAeti+a restri')o a li1erdade de locomo')o Q XC li1erat(rio. . APLICAÇÃO DA LEI PROCESSUAL NO TE#PO . . . 9) Hem1ros do HP ou da ma"istratura de /E "rau – 6J ou 6<F. c) XC n)o pode ser impetrado :uando &$ ten*a *a+ido e.empliAicati+o.Pode ser impetrado por :ual:uer pessoa em Aa+or de :ual:uer pessoa. O 1aA2metro # opcional 0direito de n)o produ9ir pro+a contra si mesmo4B lo"oB sua li1erdade de locomo')o n)o est$ amea'a.Entendimento &urisprud3ncias acerca do XCa) L)o # possí+el impetrar XC para discutir pena de multa. . Diri"ir alcooli9ado s( # crime :uando se possa determinar a :uantidade de $lcool no san"ue. .E+entual 1eneAici$rio da ordem de XC.iste a necessidade de se ter uma autori9a')o do paciente para :ue esse XC se&a con*ecido.. .tin')o da pena. XC # s( para ser *umano.5umula =8/ 56F – ?L)o compete ao 5upremo con*ecer de XC impetrado contra decis)o do relator :ue ne"ou liminarmente a ordem@. %+ceção. . Pois o XC # ca1í+el em outras *ip(teses desde :ue presente a amea'a da li1erdade de locomo')o.caso Paulo HalluA. .C &urisprud3ncia tem entendido :ue :uando o XC # impetrado por al"u#m :ue n)o tem rela')o nen*uma com o pacienteB e. O 5upremo di9 :ue isso # supress)o de inst%nciaB &$ :ue o m#rito do XC ainda n)o *a+ia sido &ul"ado no 56J.Compet3ncia para &ul"ar o XCa) Contra ato de dele"ado de policia – &ui9 de /b instancia. pode-se usa o termo ?autor da coa')o@B pois n)o necessariamente o a"ente :ue pratica a coa')o ser$ uma autoridade.AUTORIDADE COATORA Q autoridade :ue pratica a coa')o 0de maneira "en#rica4. . a:uele :ue est$ soArendo ou soArer$ a amea'a de li1erdade de locomo')o Q PACIENTE. d) L)o # permitido XC pre+enti+o :ue impe'a a reali9a')o do teste do 1aA2metro. . Por:ue a multa nunca pode ser con+ertida em pri+ati+a de li1erdade.cepcionaisB o 56F aceita con*ecer XC de liminar negada no 56J. =O! CPP – rol meramente e.

!ribunal do 3)ri – Princípio ou sistema da intima con+ic')o – os &urados respondem ?sim@ ou ?n)o@ e n)o precisam Aundamentar sua decis)o. desde logo0 sem prejuí*o da validade dos atos reali*ados sob a vigência da lei anterior .emplo. Cada pro+a tem seu +alor peso durante o processo penal. .EFCHE DE CO<PO DE DELI6O DI<E6O – e.7lo ou rejeit. !empus regit actum 0o tempo re"e o ato4. Por ter essa car"a de direito materialB se a norma Aor Aa+or$+el ao r#uB retroa"ir$. 9) Tuando a inAra')o n)o dei. . E.6am1#m denominado de principio da imediatidade.Crt.emplo. .E. O Jui9 pode ou n)o aceitar as ra9Des descritas no laudo.ar +estí"ios – crime n)o transeunte. E. O perito Aa9 o e. .e.*omicídio – necropsia e e.7lo0 no todo ou em parte @.ar +estí"ios – crime transeunte.LO<HC5 P<OCE55WCI5 HI56C5 0ou de car$ter misto4.ame Aeito no pr(prio o1&eto do delito. CPP – ?O . . indispens. .A&t= 6M CPP .s)o normas de direito processual penal :ue +ersam tam1#m so1re o direito de li1erdade.2 lei processual penal aplicar7se7.vel o e+ame de corpo de delito0 direto ou indireto0 não podendo supri7lo a confissão do acusado@.crime de in&uria :uando reali9ado oralmente.iste uma rela')o de imediatidade entre o1&eto e o perito.Vi"e o PRINCIPIO DA APLICAÇÃO I#EDIATA.E.*omicídioB les)o corporal. ?2 confissão / a rainha das provas@.ame do local do crime.emplo. . O &ui9 de+e &ul"ar somente de acordo com os elementos :ue est)o nos autos do processo. . DAS PRO A P<ILCIPIO DO LIV<E COLVELCIHEL6O HO6IVCDO 0ou da persuas)o racional4.ui4 não ficar( adstrito ao laudo 0 podendo aceit.ame de corpo de delito indireto. 5)o normas de direito processual penal com car"a de normas materiais. . a) Tuando a inAra')o dei.E)ceção. .ame 1aseado em Aoto"raAiasB "ra+a'Des de $udio e +ídeoB depoimentos de testemun*asB etc.5istema da Pro+a Le"al ou 6ariAada – n)o # adotado no Mrasil. .6oda decis)o de+e ser Aundamentada. . /5! CPP – ?<uando a infração dei+ar vestígios0 ser.Crt. .emplo.EFCHE DE CO<PO DE DELI6O ILDI<E6O – E.C no+a norma processual penal 0se&a mais 1en#Aica ou n)o4 n)o retroa"ir$. /!.

.O assistente t#cnico n)o # perito. . . E)ceção.. DA !USCA E DA APREENSÃO . . dias Iteis. De+endo a parte contraria ter acesso a esses documentos.5 CPP4. ASSISTENTE T7CNICO . . CPP .Crt.Crt.? erão facultadas ao 4inist/rio P)blico0 ao assistente de acusação0 ao ofendido0 ao querelante e ao acusado a formulação de quesitos e indicação de assistente t'cnico@. .C re"ra # :ue as partes podem a :ual:uer tempo &untar documentos.C diAeren'a entre indicio e prova # o "rau de conAia1ilidade. . .A&t= ?DNQ I – ?requerer a oitiva dos peritos para esclarecerem a prova ou para responderem a quesitos0 desde que o mandado de intimação e os quesitos ou quest=es a serem esclarecidas sejam encaminhados com antecedência mínima de >0 6de*. suprir7lhe a falta@. PERITO OFICIAL . INDÍCIOS – Circunst%ncia con*ecida e pro+ada. O perito contratado pelas partes acompan*a a reali9a')o da pericia.6ri1unal do JIri – os documentos :ue ser)o apresentados aos &urados em Plen$rioB de+er)o ser &untados em at# . O assistente t#cnico emite laudo 1aseado em uma pericia &$ Aeita. /58 CPP – ?$ e+ame de corpo de delito e outras perícias serão reali*ados por perito oficial0 portador de diploma de curso superior @. .L)o se pode condenar 1aseado em indíciosB contudoB os indícios s)o suAicientes para apresentar a denuncia ou mesmo decretar a pris)o cautelar. dias0 podendo apresentar as respostas em laudo complementar@.Esses documentos est)o su&eitos a terem contestada sua autenticidade 0art.?"ão sendo poss$%el o e)ame de corpo de delito0 por haverem desaparecido os vestígios0 a pro%a testemun&al poder.8 – ?(onsidera7se indício a circunst?ncia conhecida e provada0 que0 tendo relação com o fato0 autori*e0 por indução0 concluir7se a e+istência de outra ou outras circunst?ncias@. .A&t= ?DN O>P .Crt. O>. /=> CPP .Crt.PE<I6O LVO-OFICICL de+e prestar compromisso. Isso # Aeito para e+itar surpresas e para :ue as partes possam se preparar para apresentar suas ar"umenta'Des. . 5)o suAicientes tam1#m para Aundamentar uma decis)o de pronuncia..

O7 CPP – MW5CC DOHICILIC< – e. .Crt.Handado "en#rico # ile"al. MW5CC PE55OCL . O?P 5e *ou+er ordem de pris)oB constar$ do pr(prio te. 6artigo não recepcionado pela (9. – A&t= 6CC CPP ?2 busca pessoal independer. ouB no caso de 1usca pessoalB o nome da pessoa :ue ter$ de soAr3-la ou os sinais :ue a identiAi:uem.pedi')o de mandado. .C presta')o &urisdicional Especiali9adas4. .A&t= 6C>. .Wsa o CPC por analo"ia a deAini')o de dia e noite. III . tem :ue ser or"ani9ada 0Varas ?= DA CO#PETÊNCIA PELO LU<AR DA INFRAÇÃO .Crt.indicarB o mais precisamente possí+elB a casa em :ue ser$ reali9ada a dili"3ncia e o nome do respecti+o propriet$rio ou morador. .7 *oras de um dia Ns = da man*) do outro dia se"uinte.pedir.. <ETWI5I6O5 DO HCLDCDO DE MW5CC . .I . 5EB FI CF4. CO#PETÊNCIA DO PROCESSO PENAL .to do mandado de 1usca. O &ui9 tem :ue especiAicar os o1&etos :ue ser)o apreendidosB 1em como o endere'o especiAico. II .Crt. =8 e se"uintes do CPP.ceto no caso de Ala"rante delito 0Crt. O Período noturno compreende entre as . .i"e autori9a')o &udicialB e.O/. O6P L)o ser$ permitida a apreens)o de documento em poder do deAensor do acusadoB sal+o :uando constituir elemento do corpo de delito.<e+ista pessoal n)o # intervenção corporal. de mandado0 no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou pap/is que constituam corpo de delito0 ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar@.local da consuma')o do delito. Tuando a pr(pria autoridade policial ou &udici$ria n)o a reali9ar pessoalmenteB a 1usca domiciliar de+er$ ser precedida da e.mencionar o moti+o e os Ains da dili"3ncia.?locus comissi delicti@ . O mandado de 1usca de+er$.ser su1scrito pelo escri+)o e assinado pela autoridade :ue o Ai9er e.

.Crt. pela prevenção. pela pre%enção@.Cone. – Leste casoB n)o se sa1e onde a inAra')o ocorreu e nem o local onde se consumou.Crt. ou mais crimes. . pelo domicílio ou residência do r/u . competente o jui* do lugar em que o crime0 embora parcialmente0 tenha produ*ido ou devia produ*ir seu resultado@.!entado – local do ultimo ato de e. determinada pela cone+ãoA@ .. .A&t= R6 CPP – ?&ão sendo conhecido o lugar da infração0 a competência regular7se7.0 de regra0 determinada pelo lugar em que se consumar a infração0 ou0 no caso de tentativa0 pelo lugar em que for praticado o )ltimo ato de e+ecução@. O?P e o r/u tiver mais de uma residência0 a competência firmar7se7. >= DA CO#PETÊNCIA POR CONEAÃO OU CONTINÊNCIA . .O?P ? e0 iniciada a e+ecução no território nacional0 a infração se consumar fora dele0 a competência ser. preferir o foro de domicílio ou da residência do r/u0 ainda quando conhecido o lugar da infração@. . CssimB o &ui9 :ue praticar o primeiro atoB torna-se pre+ento. . determinada pelo lugar em que tiver sido praticado0 no @rasil0 o )ltimo ato de e+ecução@.(onsumado – local do crime. >7 CPP – ?2 competência ser.Fora do territ(rio nacional .A&t= R> CPP – ?&os casos de e)clusi%a ação pri%ada0 o querelante poder. . . 6= DA CO#PETÊNCIA PELO DO#ICÍLIO OU RESIDÊNCIA DO R7U .ecu')o.A&t= R? CPP – ?!ratando7se de infração continuada ou permanente0 praticada em território de duas ou mais jurisdiç=es0 a competência firmar7se7. O 56J entende :ue essa pre+en')o # relati+aB ou se&aB se a parte n)o ale"a a incompet3ncia no pra9o le"alB a compet3ncia se prorro"a. >= CPP – ?2 competência ser. ou mais &uí9es competentes – :uem praticar o primeiro ato Aica pre+ento.O6P ?<uando o )ltimo ato de e+ecução for praticado fora do território nacional0 ser. . O6P e o r/u não tiver residência certa ou for ignorado o seu paradeiro0 ser. . competente o jui* que primeiro tomar conhecimento do fato@.)o – . reuni)o no mesmo processo.O>P ?<uando incerto o limite territorial entre duas ou mais jurisdiç=es0 ou quando incerta a 3urisdição por ter sido a infração consumada ou tentada nas divisas de duas ou mais jurisdiç=es0 a compet-ncia firmar8se8( pela pre%enção@.

)o intersu1&eti+a concursal: Bv.iste somente um )nico crimeB e a cone. P a contin-ncia com cumulação su.iste +inculo associati+o 0Q+inculo psicol("ico4 entre eles para o cometimento de um crime.emplo.i"e . c$bservação. .Wma modalidade de cone.Crime de ri.)o intersu1&eti+a por reciprocidade: ?umas contra as outrasC.)o intersu1&eti+a por simultaneidade. III) Cone.emplo. . determinada pela continência quando@I – ?duas ou mais pessoas Aorem acusadas pela mesma inAra')o@ .rias pessoas0 umas contra as outras@. E.CrrastDes nas praias do <J.emplo. Vide arti"os >7B >.. E.rias pessoas em concursoC – neste caso e. ou mais crimes. c) COLEFVO IL56<WHEL6CL OW P<OMC6]<IC – inciso III – ?quando a prova de uma infração ou de qualquer de suas circunst?ncias elementares influir na prova de outra infração @ – Pro+a comum a . II – ?no caso de infração cometida nas condiç=es previstas nos arts1 5>0 D>E0 530 segunda parte0 e 5F do (ódigo Penal@.C reAer3ncia a:ui # Aeita a dispositi+os ori"inais do C(di"o Penal..)oB por sua +e9B e.)o n)o e.Wm camin*)o de cer+e&a tom1a na pista e os moradores locais sa:ueiam o camin*)o.a. SSS C&i+e de &i1a n)o entra em *ip(tese de cone+ão por:ue na ri.CLC55IFICCUaE5a) COLEFVO IL6E<5WMJE6IVC – Inciso I – ?se0 ocorrendo duas ou mais infraç=es0 houverem sido praticadas0 ao mesmo tempo9 por %(rias pessoas reunidas0 ou por %(rias pessoas em concurso0 embora diverso o tempo e o lugar0 ou por v.emplo.1ri"a entre torcidas or"ani9adas.rias pessoas reunidas para cometer um crimeC – n)o tem concurso de a"entes.Crt.E+itar decisDes conAlitantes e "arantia de economia processual. >> CPP – ?2 competência ser.Bao mesmo tempo0 por v. E.E. crimes.a e. e >O da no+a parte "ral do mesmo . 9) COLEFVO OMJE6IVC OW 6ELEOL]KICC – inciso II – ?se0 no mesmo caso0 houverem sido umas praticadas para facilitar ou ocultar as outras0 ou para conseguir impunidade ou vantagem em relação a qualquer delas@. # a *ip(tese da c*amada autoria colateral.eti%a – cumula')o de 5WJEI6O5. I) Cone. CONTINÊNCIA . II) Cone.clui a outra.

Il .ena +ais H&a/e.)o ou contin3nciaB ser)o o1ser+adas as se"uintes re"rasI . .no concurso de &urisdi'Des da mesma cate"oriaa) preponderar$ a do lu"ar da inAra')oB N :ual Aor cominada a .E.concu&so $o&+al de c&i+es uma s( a')o "era +$rios resultados.La determina')o da compet3ncia por cone.Justi'a Comum ..d – P a cumulação o. 9) pre+alecer$ a do lu"ar em :ue *ou+er ocorrido o +aio& nK+e&o de in$&a2UesB se as respecti+as penas forem de igual gravidade.Ficar$ competente o &ui9 :ue praticar o primeiro ato processual.)o ou contin3ncia ser$ da pena mais "ra+e. .&ocesso e IulHa+entoB sal+oI . . .no concurso entre a compet3ncia do &Iri e a de outro (r")o da &urisdi')o comumB .C re"ra # :ue a compet3ncia se dar$ onde o crime se consumouB contudoB tratando-se de compet3ncia por cone. III .C(di"o.ecialB pre+alecer$ esta.no concurso de &urisdi'Des de di+ersas cate"oriasB predominar$ a de +aio& H&adua23o.Justi'a Estadual .eti%a .no concurso entre a &urisdi')o comum e a do IuJ*o de +eno&es. Justi'a Eleitoral . ?2 competência pela prerrogativa de função / do upremo !ribunal 9ederal0 do uperior !ribunal de 3ustiça0 dos !ribunais "egionais 9ederais e !ribunais de 3ustiça dos %stados e do .E.etTncia do IK&i.&e/alece&. FORO POR PRERRO<ATI A DE FUNÇÃO Crt.emplo.&e/en23oB nos outros casos. a co+. II . . A&t= RN= C cone.ST( – a . . A&t= R. I . c) Airmar-se-$ a compet3ncia pela .&e/en23o di9 respeito N co+.Os processos n)o ser)o reunidos.emplo. !O.istrito . %+emplo.etTncia &elati/aB ou se&aB :uando n)o ale"ada pela parte no pra9o le"al restar$ prorro"ada 0n)o poder$ ser ale"ada4.pre+alecer$ a compet3ncia da 3ustiça %leitoral. CISÃO DA CO#PETÊNCIA .)o e a contin3ncia importar)o unidade de . .Visa "arantir a economia processual e e+itar decisDes conAlitantes.Com um Inico disparo o a"ente mata uma pessoa e Aere outra.no concurso entre a &urisdi')o comum e a +ilita&. Justi'a Federal – pre+alecer$ a compet3ncia da 3ustiça 9ederal.no concurso entre a Iu&isdi23o co+u+ e a es.

Crime contra o . facultativa a separação dos processos quando as infraç=es tiverem sido praticadas em circunst?ncias de tempo ou de lugar . .Cone. E. .emplo.b instancia. . .E.b instancia e a:uele :ue n)o ti+er o Aoro ser$ &ul"ado no 6ri1unal de JIri. .a a compet3ncia. Ou se&aB esta e+ercendo a Aun')oB tem Aoro por prerro"ati+a. !7 CPP . C compet3ncia do JIri # constitucional. .56F . E.Vereador – Ai.Cl"u#m com Aoro por prerro"ati+a de Aun')o pratica um crime doloso contra a +ida com al"u#m :ue n)o tem.Petro1ras.b ou . 5e a +er1a se incorpora ao patrim2nio do município e não houver a necessidade de prestar contas ao TCUB ele respondera na (usti2a Estadual.utado estadual este ser$ &ul"ado pelo TRF.ercerB perde o Aoro.Cl"u#m com Aoro por prerro"ati+a de Aun')o pratica um crime comum com al"u#m :ue n)o tem.at&i+Vnio de u+a e+.Crt. E cessando o mandatoB a compet3ncia tam1#m ser$ deslocada.5e o mesmo crime de estelionato Aor praticado contra o patrim2nio da Wni)o por um de.ção penal origin(ria # a:uela a')o :ue n)o # a&ui9ada na /b instancia e sim em . .Wm Iui* estadual praticou um crime de estelionato contra o IL55 0auta&0uia $ede&al4 – 56F entende :ue a +incula')o do ma"istrado # t)o AorteB t)o intimaB :ue ainda :ue o &ui9 de direito cometa um crime contra a Wni)oB ele ser$ &ul"ado no T&i9unal de (usti2a e n)o no 6<F.b inst%ncia.ou de e. 5e *ou+er a necessidade de prestar contas ao TCUB a compet3ncia ser$ da (usti2a Fede&al.Wm P&e$eito :ue se apropria inde+idamente de /e&9a :ue rece1eu da Uni3o – onde ele ser$ &ul"ado` STF di9 depende.emplo. .Crime contra o .Deputado Federal e 5enador .etTncia. Leste caso *a+er$ cis3o de co+.P&inci.ada na Constitui')o Estadual – . . Tuem ti+er prerro"ati+a ser$ &ul"ado no 6ri1unal de .&esa de econo+ia +ista – compet3ncia de 3ustiça %stadual.+ereador :ue comete um *omicídio. .STF – se a compet3ncia por Aoro por prerro"ati+a de Aun')o esta esta1elecida somente na Constitui')o Estadual e o a"ente comete um c&i+e doloso cont&a a /ida pre+alecera a compet3ncia do 6ri1unal do JIri :ue esta esta1elecida na Constitui23o Fede&al.at&i+Vnio da Uni3o – compet3ncia de 3ustiça 9ederal. .io da atualidade do +andato ou $un23o – su&eito cometeu um crime antes da diplomação – +ai *a+er deslocamento da compet3ncia` 5im.9ederal0 relativamente Gs pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade@. Dei. C maior "radua')o pu. .cesso de acusados ou se reputar con+eniente – ? er.)o e contin3ncia n)o s)o re"ras a1solutas. . Cm1os ser)o &ul"ados onde por a:uele :ue tem Aoro por prerro"ati+a de Aun')o.

SE-XESTRO A&t= ?6D= Ca1er$ o se0West&o dos 1ens imóveisB ad:uiridos pelo indiciado com os pro+entos da inAra')oB ainda :ue &$ ten*am sido transAeridos a terceiro..emplo.5 CPP4. ?$s crimes praticados a bordo de aerona%e nacional0 dentro do espaço a'reo correspondente ao território .N.ist3ncia de indJcios /ee+entes da pro+eni3ncia ilícita dos 1ens.lica0 ou nos rios e lagos fronteiriços0 bem como a bordo de em.arcações nacionais0 em alto7mar0 serão processados e julgados pela justiça do primeiro porto .Crime de estelionato – e com o din*eiro o1tido comprou +$rios carros.<elacionado a 1ens de ori"em ilJcita – ?bens adquiridos com os proventos da infração@ – E. .E. /. A&t= .Hedidas cautelares em rela')o a um 1em ou con&unto 1ens :ue n)o tem a Ainalidade probatóriaB e sim &essa&cit'&ia ou indeni*at'&ia – s)o as c*amadas +edidas assecu&at'&ias.oteca leHal. .em1arca')o pri+ada estran"eira em $"uas 1rasileiras.rasileiro 0 ou ao alto7mar0 ou a bordo de aerona%e estrangeira0 dentro do espaço a'reo correspondente ao território nacional 0 serão processados e julgados pela justiça da comarca em cujo território se verificar o pouso após o crime0 ou pela da comarca de onde houver partido a aeronave@. . /. CPP4 e imóveis 0art. A&t= N5. Os carros ser)o apreendidos e +endidos em um leil)o com Ainalidade de ressarcir o IL55. 5e a +ia"em continuaB e o na+io se"ue para o porto de VitoriaB e depois +ai em1ora para país estran"eiroB a compet3ncia ser$ do ultimo porto 1rasileiro +isitadoB ou se&aB Vitoria. DECRETAÇÃO DO SE-XESTRO A&t= ?6E= Para a decretação do seqHestroB 1astar$ a e.diferentes0 ou0 quando pelo e+cessivo n)mero de acusados e para não #hes prolongar a prisão provisória0 ou por outro motivo relevante0 o jui* reputar conveniente a separação@.Co contr$rio da Ainalidade ressarcitória ou indeni*atória :ue possuem as medida assecuratórias do se0West&oB a&&esto e Gi.arcação nas (guas territoriais da Rep2. .Pode ser tanto para 1ens moveis 0art.rasileiro em +ue tocar a em.Handado de 1usca e apreens)o tem Ainalidade pro1at(ria. ?$s crimes cometidos em qualquer em. DAS #EDIDAS ASSECURAT"RIAS . O crime ocorreu paralelo ao Estado de Pernam1ucoB e para no porto de 5antos. C compet3ncia # de 5antos. . .emplo.arcação0 após o crime0 ou0 quando se afastar do País0 pela do )ltimo em que houver tocado@.

.= <eali9ado o se:_estroB o &ui9 ordenar$ a sua inscri')o no <e"istro de Im(+eis.pelo acusadoB so1 o Aundamento de n)o terem os 1ens sido ad:uiridos com os pro+entos da inAra')o. 8!4B :uando o se:_estro # decretado o pra9o para o HP a&ui9ar a')o penal # de ?65 dias.&ocesso ou ainda antes de o$e&ecida a denKncia ou 0uei1a. O Knico= L)o poder$ ser pronunciada decis)o nesses em1ar"os antes de passar em &ul"ado a senten'a condenat(ria.C Lei do Mem de Família 0!778 874 tam1#m n)o poder$ ser ale"ada.Finalidade &essa&cit'&ia ou indeni*at'&ia.L)o # possí+el o se:_estro de 1ens pree. II .se o terceiroB a :uem ti+erem sido transAeridos os 1ensB prestar caução :ue asse"ure a aplica')o do disposto no art.º da Lei do Mem de Família.A&t= ?6R= O &ui9B de ofícioB a requerimento do Hinist#rio PI1lico ou do oAendidoB ou mediante representação da autoridade policialB poder$ ordenar o se:_estroB e+ 0ual0ue& $ase do . O SE-XESTRO SERB DESFEITO -UANDOY A&t= ?>?= O se:_estro ser$ le+antadoI . /.La Lei de La/aHe+ de DinGei&o 0Lei 8=/. ARRESTO . A&t= ?6N= O se:_estro autuar-se-$ em apartado e admitir$ em1ar"os de terceiro. A&t= ?6.istentes 0anteriores a inAra')o4 ao crime. . II . .C Lei do Mem de Família n)o prote"e 1ens de ori"em ilícita – art.tinta a puni1ilidade ou a1sol+ido o r#uB por senten'a transitada em &ul"ado.Mens de ori"em lJcita. >OB IIB bB se"unda parteB do C(di"o Penal. A&t= ?>5= O se:_estro poder$ ainda ser e+9a&HadoI . PortantoB se a casa onde o su&eito mora Aor um 1em de AamíliaB isso n)o impedira :ue o 1em se&a se:_estrado.pelo terceiroB a :uem *ou+erem os 1ens sido transAeridos a título onerosoB so1 o Aundamento de t3-los ad:uirido de 1oa-A#. .se Aor &ul"ada e. III . . Cinda :ue se&a um 1em ad:uirido de Aorma licitaB se ti+er car$ter indeni9at(rio contra crime praticadoB n)o poder$ ser prote"ido pela Lei do Mem de Família. Decretado o arrestoB o pra9o ser$ de /5 dias para o . . .Crresto de 1em im(+el – art.se a a')o penal n)o Aor intentada no pra9o de =7 diasB contado da data em :ue Aicar concluída a dili"3ncia.= – # medida preparat(ria para a hipoteca legal.

7/5 88 – estupro # crime *ediondo em :ual:uer uma de suas modalidades. . n)o necessariamente li"ada N morte. Has *$ di+er"3ncia na doutrina.rio e >ZD se reincidente.a&ados a *ediondo – "enocídioB tr$Aico de dro"asB terrorismo e tortura. . /.. .&o/is'&ia em crimes *ediondos. Passado os /5 diasB e n)o Aeita a *ipotecaB o arresto ser$ desAeito.fico ilícito de entorpecentes e drogas afins0 e terrorismo0 se o apenado não for reincidente espec$fico em crimes dessa nature4a@.77> a lei de crimes *ediondos +eda+a a li1erdade pro+is(ria. .Mens &urídicos prote"idos – di"nidade *umanaB a inte"ridade AísicaB e a inte"ridade psí:uica. /º .B V CP – li/&a+ento condicional – ?cumprido mais de .tica da tortura0 tr.P possí+el a li9e&dade . O :ue est$ +edado # a Aian'a. LIPOTECA LE<AL LEI DE CRI#ES LEDIONDOS 4 LEI .5R6ZN5 . . .5)o crimes *ediondos tanto na Aorma tentada :uanto consumada. .Crt. .6ortura inquisitorial 0ou institucional ou pro1at(ria4 – onde se 1usca uma conAiss)oB declara')o ou inAorma')o.1em ser *ipotecado no <e"istro de Im(+eis. .P&oH&ess3o de &eHi+e – ap(s o cumprimento de 6ZD se prim. .Para a:ueles :ue cometeram o crime antes de .Lei /. C lei Aoi alterada para a inclus)o do crime pre+isto no .C lei de 6ortura admite o indultoB pois a +eda')o se d$ somente a graça e a anistia.<enocJdio – impedimento da perpetua')o de uma ra'aB etnia. .5)o insuscetí+eis de anistiaB graça e indulto. ./>-C CP – estupro de +ulner$+el.Tuais crimes s)o considerados *ediondos – art.Crimes e0ui.?reincidente específico@ – mesmo crime. OO 0sem o empre"o de +iol3ncia ou "ra+e amea'a4 para crimes *ediondos.Pre+3 :ue o re"ime de cumprimento de pena # o inicial+ente $ecGado e n)o mais o integralmente Aec*ado.rol ta1ati/o. .>.Hodalidades de tortura – art. .Crt.<= da pena0 nos casos de condenação por crime &ediondo0 pr.77> – 56J – de+er$ ser utili9ada a Ara')o de ?ZE por:ue era a Inica reAer3ncia da #poca.P possí+el a su1stitui')o da pena pri+ati+a de li1erdade por restriti+a de direito` 56F entende :ue # possí+el sim a aplica')o do art. ./>-C como crime *ediondo. /ºB I. Ct# . !.Crresto de 1em m(+el – art. . . . . LEI DE TORTURA 4 LEI NCDDZNR .

aumento de pena. Diminui')o de / = a . O :ue *ou+e Aoi uma des...Crt. /.Crt.Crt.! – portar dro"as para uso pr(prio n)o admite pena de pris)o. da =.Cd+ert3nciaB presta')o de ser+i'os a comunidade e medida de comparecimento a pro"rama ou curso educati+o. . . L)o # crime *ediondo e a pena # de deten')o. /ºB II4 – intenso soArimento Aísico ou mental.C tortura admite o indulto..Crt.o dele"ado :ue sa1e :ue na:uela dele"acia est)o cometendo tortura e este nada Aa9.56F – portar dro"as continua sendo crime. /ºB GOº . .perda do car"o ou Aun')o ou empre"o pI1lico.B GOº4 poder$ ser aplicada ao crime do art. LEI DE DRO<AS 4 LEI ??=>C>Z5E . /ºB G. C pena a"ora # mais "ra+e – de 5 a /5 anos de reclus)o.6ortura castigo ou puniti+a 0art. . /ºB G5º .emplo. . Pois n)o *$ +eda')o em lei especiAica.EAeitos da condena')o – eAeitos autom$ticos 0o &ui9 n)o precisa e.tortura por omiss)o – e. /ºB G. . – 6em a mesma reda')o do art. Penas . .º ..º . . . .enali*a23o.causa de diminui')o de pena – a"ente prim$rio e de 1ons antecedentesB :ue n)o se dedi:ue a ati+idades criminosas e nem Aa'a parte de or"ani9a'Des criminosas. Desde :ue a tortura esti+er li"ada a Aun')oB car"o ou empre"o pI1lico..Crt. . .=! >=.6ortura discriminatória . . .ual n)o entram nessa modalidade.pressar esses eAeitos na senten'a4 . .Crt.Crt.cludente de culpa1ilidade4.=! >=` 56J e 56F n)o admitem a com1ina')o de leisB contudoB neste caso especiAicoB o 56J permitiuB mas imp2s um limiteB de / ano e ! meses de pena mínima.tortura com resultado morte ou les)o corporal "ra+e ou "ra+íssima. da =.B GOº . . .em ra9)o de discrimina')o &acial ou &eliHiosa. Fen2meno da novatio legis in pejus. Con+ic')o políticaB Ailos(Aica e op')o se.C parte 1en#Aica da no+a lei 0Crt.6ortura para pro+ocar ação ou omissão de nature*a criminosa – coa')o moral irresistí+el 0# e. /. O :ue mudou Aoi a san')o penal.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful